BRPI0912734B1 - método e aparelho de comunicação sem fio e memória legível por computador - Google Patents

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BRPI0912734B1
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Farhad Meshkati
Mostafa S. El-Khamy
Sanjiv Nanda
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Qualcomm Incoporated
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Abstract

auto-calibragem de potência de transmissão de downlink trata-se de uma potência de transmissão (por exemplo, potência de transmissão máxima) que pode ser definida com base na intensidade de sinal recebido máxima permitida por um receptor e uma intensidade de sinal recebido total de nós de transmissão no receptor. a potência de transmissão pode ser definida para um nó de acesso (por exemplo, um femto nó) de modo célula (por exemplo, uma macro-célula) seja limitada enquanto ainda fornece um nível aceitável de cobertura para terminais de acesso associados ao nó de acesso. um nó de acesso pode ajustar de maneira autônoma sua potência de transmissão com base na medida de canal e um buraco de cobertura definido para mitigar a interferência e realizar um processo de auto-calibragem.

Description

Reivindicação de Prioridade sob 35 U.S.C. $119
[001] Este pedido reivindica o benefício de prioridade de Pedido de Patente Provisório de propriedade comum No. U.S. 61/052.969, depositado em 13 de maio de 2008, e cedido com o Número de Registro Legal No. 081595P1, cuja descrição está aqui incorporada a titulo de referência.
FUNDAMENTOS CAMPO
[002] Este pedido refere-se geralmente à comunicação sem fio e mais especificamente, porém não exclusivamente, ao aprimoramento do desempenho de comunicação.
FUNDAMENTOS
[003] Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente utilizados para fornecer vários tipos de comunicação (por exemplo, serviços de voz, dados, multimídia, etc.) a múltiplos usuários. À medida que a demanda de serviços de dados de alta taxa e multimídia cresce rapidamente, há o desafio de se implementar sistemas de comunicação eficientes e robustos com desempenho aperfeiçoado.
[004] Para suplementar as estações base de uma rede de telefonia móvel convencional (por exemplo, uma rede macro celular) , estações base de cobertura pequena podem ser utilizadas, por exemplo, na residência de um usuário. Tais estações base de cobertura pequena são geralmente conhecidas como estações base de ponto de acesso, nós B domésticos, ou femto células e podem ser usadas para fornecer cobertura sem fio interna mais robusto às unidades móveis. Tipicamente, tais estações base de cobertura pequena são conectadas à Internet e à rede do operador móvel através de um roteador DSL ou um modem a cabo.
[005] Em uma implementação macro-celular tipica a cobertura RF é planejada e gerenciada por operadores de rede celular para otimizar a cobertura. As estações base femto, por outro lado, podem ser instaladas pelo assinante pessoalmente e implementadas de maneira ad- hoc. Consequentemente, as femto células podem causar interferência tanto no uplink ("UL") como downlink ("DL") das macro células. Por exemplo, uma estação base femto instalada próxima a uma janela de uma residência pode causar interferência de downlink significativa em quaisquer terminais de acesso fora da residência que não são atendidos pela femto célula. Também, no uplink, os terminais de acesso domésticos que são atendidos por uma femto célula podem causar interferência em uma estação base de macro célula (por exemplo, macro nó B).
[006] A interferência entre as implementações macro e femto podem ser mitigadas ao operar a rede femto em uma frequência de portadora RF separada da rede macro- celular .
[007] As femto células também podem interferir umas nas outras, como resultado de implementação não-planejada. Por exemplo, em um apartamento multi- doméstico, uma femto estação base instalada próxima a uma parede que separa duas residências pode causar interferência significativa em uma residência vizinha. Aqui, a femto estação base mais forte observada por um terminal de acesso doméstico (por exemplo, mais forte em termos de intensidade de sinal RF recebido no terminal de acesso) pode não ser necessariamente a estação base de serviço do terminal de acesso devido a uma politica de associação restrita imposta por aquela femto estação de base.
[008] Problemas de interferência RF podem, desse modo, surgir em um sistema de comunicação onde a cobertura de frequência de rádio ("RF") de femto estações base não é otimizada pelo operador móvel e onde a implementação de tais estações base é ad-hoc. Assim, há a necessidade de u gerenciamento de interferência aprimorado para redes sem fio.
SUMÁRIO
[009] A seguir apresenta-se um sumário de aspectos exemplificativos da descrição. Deve ser entendido que qualquer referência aos aspectos aqui pode se referir a um ou mais aspectos da descrição.
[0010] A descrição se refere em algum aspecto à determinação da potência de transmissão (por exemplo, potência máxima) com base na intensidade de sinal recebido de um macro nó de acesso de melhor recepção e a intensidade de sinal recebido de todos os outros nós. Desse modo, o nó de acesso (por exemplo, femto nó) pode ajustar de maneira adaptativa o nivel de potência de transmissão dependendo dos niveis de sinal de macro nó de acesso e outros sinais femto nó.
[0011] A descrição se refere em alguns aspectos à definição de potência de transmissão de um nó de acesso (por exemplo, um femto nó) de modo que uma interrupção correspondente (por exemplo, um furo de cobertura) criada em uma célula (por exemplo, uma macro célula) seja limitada enquanto ainda fornece um nivel aceitável de cobertura para terminais de acesso associados ao nó de acesso. Em alguns aspectos, essas técnicas podem ser empregadas para buracos de cobertura em canais adjacentes (por exemplo, implementados em portadoras RF adjacentes) e em canais co-localizados (por exemplo, implementados na mesma portadora RF).
[0012] A descrição se refere em alguns aspectos ao ajuste autônomo de potência de transmissão de downlink em um nó de acesso (por exemplo, um femto nó) para mitigar a interferência. Em alguns aspectos, a potência de transmissão é ajustada com base na medida de canal e um furo de cobertura definido. Aqui, um operador móvel pode especificar o furo de cobertura e/ou as características de canal usadas para ajustar a potência de transmissão.
[0013] Em algumas implementações um nó de acesso mede a intensidade de sinal recebido de sinais de um macro nó de acesso e determina os limites de potência de transmissão referentes ao furo de cobertura na macro célula. Com base nos limites de potência de transmissão, o nó de acesso pode selecionar um valor de potência de transmissão particular. Por exemplo, a potência de transmissão no nó de acesso pode ser ajustada com base na intensidade de sinal recebido do macro nó de acesso de melhor recepção e na intensidade de sinal recebido de todos os outros nós.
[0014] A descrição se refere em alguns aspectos à definição de potência de transmissão com base na intensidade de sinal recebido do macro nó de acesso de melhor recepção e na intensidade de sinal recebido de todos os outros nós. Por exemplo, um nó de acesso pode iniciar a operação com uma potência de transmissão padrão (por exemplo, valor de fração piloto) quando esse for instalado e depois ajustar de maneira dinâmica a potência de transmissão com base na intensidade de sinal recebido do macro nó de acesso de melhor recepção e na intensidade de sinal recebido de todos os outros nós.
[0015] A descrição se refere em alguns aspectos ao ajuste adaptativo da potência de transmissão de downlink de nós de acesso adjacentes. Em alguns aspectos, o compartilhamento de informações entre os nós de acesso pode ser utilizado para aumentar o desempenho de rede. Por exemplo, se um terminal de acesso estiver experimentando altos niveis de interferência de um nó de acesso adjacente, as informações referentes a essa interferência podem ser retransmitidas ao nó de acesso adjacente através do nó de acesso doméstico do terminal de acesso. Como um exemplo especifico, o terminal de acesso pode enviar um relatório adjacente a seu nó de acesso doméstico, com isso o relatório indica a intensidade de sinal recebido que o terminal de acesso observa de nós de acesso adjacentes. O nó de acesso pode então determinar se o terminal de acesso doméstico está sendo indevidamente interferido por um dos nós de acesso no relatório adjacente. Se for o caso, o nó de acesso pode enviar uma mensagem ao nó de acesso interferente solicitando que o nó de acesso reduza sua potência de transmissão. Uma funcionalidade similar pode ser obtida através do uso de um controlador de potência centralizado.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
[0016] Esses e outros aspectos exemplificativos da descrição serão apresentados na descrição detalhada e nas reivindicações em anexo a seguir, e nos desenhos em anexo, nos quais:
[0017] A Figura 1 é um diagrama simplificado de vários aspectos exemplificativos de um sistema de comunicação sistema de comunicação que inclui macro- cobertura e cobertura de menor escala;
[0018] A Figura 2 é um diagrama de blocos simplificado de vários aspectos exemplificativos de um nó de acesso;
[0019] A Figura 3 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser realizadas para determinar a potência de transmissão com base na intensidade de sinal recebido do macro-nó de acesso de melhor recepção e na intensidade máxima de sinal recebido de todos os outros nós;
[0020] A Figura 4 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser realizadas para determinar a potência de transmissão com base na relação sinal-ruido;
[0021] A Figura 5 é um diagrama simplificado que ilustra áreas de cobertura de comunicação sem fio;
[0022] A Figura 6 é um diagrama simplificado de vários aspectos exemplificativos de um sistema de comunicação que inclui femto células adjacentes;
[0023] A Figura 7 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser realizadas para controlar a potência de transmissão de um nó de acesso adjacente;
[0024] A Figura 8 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser realizadas para ajustar a potência de transmissão em resposta a uma solicitação de outro nó;
[0025] A Figura 9 é um diagrama simplificado de vários aspectos exemplificativos de um sistema de comunicação que inclui controle de potência centralizado;
[0026] A Figura 10 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser realizadas para controlar a potência de transmissão de um nó de acesso utilizando controle de potência centralizado;
[0027] As Figuras 11A e 11B são um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser realizadas para controlar a potência de transmissão de um nó de acesso utilizando controle de potência centralizado;
[0028] A Figura 12 é um diagrama simplificado de um sistema de comunicação sem fio que inclui femto nós;
[0029] A Figura 13 é um diagrama de blocos simplificado de vários aspectos exemplificativos de componentes de comunicação; e
[0030] As Figuras 14 a 15 são diagramas de bloco simplificados de vários aspectos exemplificativos de aparelhos configurados para fornecer controle de potência como ensinado aqui.
[0031] De acordo com a prática comum os vários recursos ilustrados nos desenhos podem não ser representados em escala. Consequentemente, as dimensões dos vários recursos podem ser arbitrariamente expandidas ou reduzidas para propósitos de clareza. Ademais, alguns dos desenhos podem ser simplificados para propósitos de clareza. Assim, os desenhos podem não mostrar todos os componentes de um determinado aparelho (por exemplo, dispositivo) ou método. Por fim, referências numéricas similares podem ser usadas para denotar características similares ao longo do relatório descritivo e figuras.
DESCRIÇÃO DETALHADA
[0032] Vários aspectos da descrição são descritos abaixo. Deve ser observado que os ensinamentos aqui podem ser incorporados em uma ampla gama de formas e que qualquer estrutura especifica, função, ou ambas descritas aqui são meramente representativas. Com base nos ensinamentos aqui um elemento versado na técnica deve avaliar que um aspecto descrito aqui pode ser implementado independentemente de qualquer outro aspecto e que dois ou mais desses aspectos podem ser combinados de várias maneiras. Por exemplo, um aparelho pode ser implementado ou um método pode ser praticado utilizando inúmeros aspectos apresentados aqui. Ademais, tal aparelho pode ser implementado ou tal método pode ser praticado utilizando outra estrutura, funcionalidade, ou estrutura e funcionalidade além de ou em vez de um ou mais aspectos apresentados aqui. Ademais, um aspecto pode compreender ao menos um elemento de uma reivindicação.
[0033] A Figura 1 ilustra aspectos exemplificativos de um sistema de rede 100 que inclui cobertura de macro escala (por exemplo, uma rede celular de área ampla como uma rede 3G, que pode ser comumente referida como uma rede de macro célula) e cobertura de menor escala (por exemplo, um ambiente de rede baseado em residência ou baseado em construção) . À medida que um nó como terminal de acesso 102 A se move através da rede, o terminal de acesso 102A pode ser atendido em determinadas localizações por nós de acesso (por exemplo, nó de acesso 104) que fornecem macro cobertura como representado pela área 106 enquanto o terminal de acesso 102A pode ser servido em outras localizações por nós de acesso (por exemplo, nó de acesso 108) que fornecem cobertura de menor escala como representado pela área 110. Em alguns aspectos, os nós de menor cobertura podem ser usados para fornecer aumento de capacidade incremental, cobertura em edificios, e serviços diferentes (por exemplo, para uma experiência de usuário mais robusta).
[0034] Como será discutido em mais detalhes abaixo, o nó de acesso 108 pode ser limitado, pois esse pode não fornecer determinados serviços a determinados nós (por exemplo, um terminal de acesso visitante 102B). Como resultado, um furo de cobertura (por exemplo, correspondente à área de cobertura 110) pode ser criado na área de macro cobertura 106.
[0035] O tamanho do furo de cobertura pode depender da possibilidade de o nó de acesso 104 e o nó de acesso 108 estarem operando sobre a mesma portadora de frequência. Por exemplo, quando os nós 104 e 108 estiverem em um co-canal (por exemplo, utilizando a mesma portadora de frequência), o furo de cobertura pode corresponder à área de cobertura 110. Assim, nesse caso, o terminal de acesso 102 A pode perder a macro cobertura quando esse estiver dentro da área de cobertura 110 (por exemplo, como indicado pela vista fantasma do terminal de acesso 102B).
[0036] Quando os nós 104 e 108 estiverem em canais adjacentes (por exemplo, utilizando portadoras de frequência diferentes), um furo de cobertura menor 112 pode ser criado na área de macro cobertura 106 como resultado de interferência de canal adjacente do nó de acesso 108. Assim, quando o terminal de acesso 102A estiver operando em um canal adjacente, o terminal de acesso 102A pode receber a macro cobertura em uma localização que está mais próxima ao nó de acesso 108 (por exemplo, fora da área de cobertura 112) .
[0037] Dependendo dos parâmetros de projeto de sistema, o furo de cobertura de co-canal pode ser relativamente grande. Por exemplo, quando a potência de transmissão do nó de pequena escala 108 for 0 dBm, o raio para que a interferência do nó de pequena escala 108 seja ao menos igual ao piso de ruido térmico pode estar na ordem de 40 metros, presumindo-se uma perda de propagação de espaço livre e um caso pior onde não há separação de parede entre o nó de pequena escala 108 e o terminal de acesso 102B.
[0038] Desse modo, há uma compensação entre a minimização da interrupção na macro-cobertura enquanto mantém a cobertura adequada dentro de um ambiente de menor escala designado (por exemplo, cobertura de femto nó dentro de uma residência). Por exemplo, quando um femto nó restrito for ao menos a borda da macro-cobertura, à medida que um terminal de acesso visitante se aproxima do femto nó, é provável que o terminal de acesso visitante perca a macro cobertura e a chamada caia. Em tal caso, uma solução para a rede macro celular poderia ser mover o terminal de acesso visitante para outra portadora (por exemplo, quando a interferência de canal adjacente do femto nó for pequena). Devido ao espectro limitado disponível a cada operador, entretanto, o uso de frequências portadora separadas nem sempre pode ser prático. Consequentemente, um terminal de acesso visitante associado àquele outro operador pode sofrer um furo de cobertura criado pelo femto nó restrito naquela portadora.
[0039] Como será descrito em detalhes em conjunto com as Figuras 2 a 11B, um valor de potência de transmissão de um nó pode ser definido para gerenciar tal interferência e/ou atender outras questões similares. Em algumas implementações, a potência de transmissão definida pode se referir a ao menos uma entre: uma potência de transmissão máxima, potência de transmissão de um femto nó, ou potência de transmissão para transmitir um sinal piloto (por exemplo, como indicado por um valor de fração piloto).
[0040] Para conveniência, a seguinte descrição apresenta vários cenários onde a potência de transmissão é definida para um femto nó utilizando dentro de um ambiente de rede macro. Aqui, o termo macro-nó se refere em alguns aspectos a um nó que fornece cobertura sobre uma área relativamente grande. 0 termo femto nó se refere em alguns aspectos a um nó que fornece cobertura sobre uma área relativamente pequena (por exemplo, uma residência). Um nó que fornece cobertura sobre uma área que é menor do que uma macro-área e maior do que uma femto área pode ser referido como um pico-nó (por exemplo, que fornece cobertura dentro de um prédio comercial) . Deve ser avaliado que os ensinamentos aqui podem ser implementados com vários tipos de nós e sistemas. Por exemplo, um pico-nó ou algum outro tipo de nó pode fornecer funcionalidade igual ou similar a um femto nó de uma área de cobertura diferente (por exemplo, maior). Assim, um nó pico pode ser restrito, um nó pico pode ser associado a um ou mais terminais de acesso domésticos, e assim por diante.
[0041] Em várias aplicações, outra terminologia pode ser usada para se referir a um macro-nó, um femto nó, ou um pico-nó. Por exemplo, um macro-nó pode ser configurado ou referido como um nó de acesso, estação de base, ponto de acesso, eNó B, macro célula, macro nó B ("MNB"), e assim por diante. Também, um femto nó pode ser configurado ou referido como um nó B ("FTNB") , eNó B doméstico, estação base de ponto de acesso, femto célula, e assim por diante. Também, uma célula associada a um macro nó, um femto nó, ou um pico nó pode ser referida como uma macro célula, uma femto célula, ou uma pico célula, respectivamente. Em algumas implementações, cada célula pode ser adicionalmente associada (por exemplo, dividida) em um ou mais setores.
[0042] Como mencionado acima, um femto nó pode ser restrito em alguns aspectos. Por exemplo, um determinado femto nó pode apenas fornecer um serviço a um conjunto limitado de terminais de acesso. Assim, em implementações com uma autodenominada associação restrita (ou fechada), um determinado terminal de acesso pode ser servido pela rede móvel de macro célula e um conjunto limitado de femto nós (por exemplo, femto nós que residem dentro de uma residência de usuário correspondente).
[0043] O conjunto implantado restrito de terminais de acesso associados a um femto nó restrito (que também pode ser referido como um nó B Doméstico de Grupo de Assinante Fechado) pode ser temporária ou permanentemente estendido quando necessário. Em alguns aspectos, um Grupo de Assinante Fechado ("CSG") pode ser definido como o conjunto de nós de acesso (por exemplo, femto nós) que compartilham uma lista de controle de acesso comum de terminais de acesso. Em algumas implementações, todos os femto nós (ou todos os femto nós restritos) em uma região podem operar em um canal designado, que pode ser referido como o femto-canal.
[0044] Várias relações podem ser definidas entre um femto nó restrito e um determinado terminal de acesso. Por exemplo, a partir da perspectiva de um terminal de acesso, um femto nó aberto pode se referir a um femto nó sem associação restrita. Um femto nó restrito pode se referir a um femto nó que é restrito de alguma maneira (por exemplo, restrito para associação e/ou registro). Um femto nó doméstico pode se referir a um femto nó em que o terminal de acesso está autorizado para acesso e operação. Um femto nó convidado pode se referir a um femto nó em que um terminal de acesso está temporariamente autorizado para acesso ou operação. Um femto nó estrangeiro pode se referir a um femto nó em que o terminal de acesso não está autorizado para acesso ou operação, exceto talvez em situações de emergência (por exemplo, chamadas para o 911).
[0045] A partir da perspectiva de um femto nó restrito, um terminal de acesso doméstico (ou equipamento de usuário doméstico, "HUE") pode se referir a um terminal de acesso que está autorizado para acessar o femto nó restrito. Um terminal de acesso convidado pode ser referir a um terminal de acesso com acesso temporário ao femto nó restrito. Um terminal de acesso estrangeiro pode se referir a um terminal de acesso que não possui permissão para acessar o femto nó restrito, exceto talvez em situações de emergência como chamadas para o 911. Assim, em alguns aspectos um terminal de acesso estrangeiro pode ser definido como um que não possui as credenciais ou permissão para registro com o femto nó restrito. Um terminal de acesso que está atualmente restrito (por exemplo, acesso negado) por uma femto célula restrita pode ser referido aqui como um terminal de acesso visitante. Um terminal de acesso visitante pode corresponder desse modo a um terminal de acesso estrangeiro e, quando o serviço não for permitido, a um terminal de acesso convidado.
[0046] A Figura 2 ilustra vários componentes de um nó de acesso 200 (mais adiante referido como um femto nó 200) que podem ser usados em uma ou mais implementações como ensinado aqui. Por exemplo, diferentes configurações dos componentes mostrados na Figura 2 podem ser empregadas para os diferentes exemplos das Figuras 3 a 11B. Deve ser avaliado, desse modo, que em algumas implementações um nó pode incorporar todos os componentes mostrados na Figura 2 enquanto em outras implementações (por exemplo, em que um nó utiliza múltiplos algoritmos para determinar uma potência de transmissão) um nó pode empregar maior parte ou todos os componentes mostrados na Figura 2.
[0047] Brevemente, o femto nó 200 inclui um transceptor 202 para se comunicar com outros nós (por exemplo, terminais de acesso). O transceptor 202 inclui um transmissor 204 para enviar sinais e um receptor 206 para receber sinais. O femto nó 200 também inclui um controlador de potência de transmissão 208 para determinar a potência de transmissão (por exemplo, potência de transmissão máxima) do transmissor 204. O femto nó 200 inclui um controlador de comunicação 210 para gerenciar a comunicação com outros nós e fornecer outra funcionalidade relacionada como ensinado aqui. O femto nó 200 inclui uma ou mais memórias de dados 212 para armazenar várias informações. O femto nó 200 também pode incluir um controlador de autorização 214 para gerenciar o acesso a outros nós e fornecer outra funcionalidade relacionada como ensinado aqui. Os outros componentes ilustrados na Figura 2 são descritos abaixo.
[0048] As operações exemplificativas do sistema 100 e do femto nó 200 serão descritas em conjunto com os fluxogramas das Figuras 3, 4, 7, 8, e 10-11B. Para conveniência, as operações das Figuras 3, 4, 7, 8, e 10-11B (ou quaisquer outras operações discutidas ou ensinadas aqui) podem ser descritas sendo realizadas por componentes específicos (por exemplo, componentes do femto nó 200). Deve ser avaliado, entretanto, que essas operações podem ser realizadas por outros tipos de componentes e podem ser realizadas utilizando um número diferente de componentes. Também deve ser avaliado que uma ou mais operações descritas aqui podem não ser empregadas em uma determinada implementação.
[0049] Inicialmente com referência à Figura 3, a descrição se refere em alguns aspectos à definição de potência de transmissão de um transmissor com base em uma intensidade de sinal recebido de um macro-nó. A Figura 3 ilustra uma operação que pode ser realizada para determinar a potência de transmissão com base nas condições de canal como a intensidade máxima de sinal recebido de um macro-nó.
[0050] Como representado pelo bloco 302, em alguns casos a determinação de potência de transmissão de um nó de acesso pode ser invocada devido a ou pode estar baseada em uma determinação que um nó está em uma área de cobertura do nó de acesso. Por exemplo, o femto nó 200 pode decidir re-calibrar a potência de transmissão do femto (por exemplo, para aumentar a potência) se for determinado que um terminal de acesso doméstico (por exemplo, um nó que está autorizado para acessar dados) entrou na área de cobertura do femto. Ademais, o femto nó 200 pode decidir re-calibrar sua potência de transmissão (por exemplo, para reduzir a potência) se for determinado que um terminal de acesso visitante (por exemplo, que não está autorizado para acessar dados) entrou em sua área de cobertura. Com essa finalidade, o femto nó 200 pode incluir um detector de nó 224 que pode determinar se um tipo particular de nó está em uma determinada área de cobertura.
[0051] Como representado pelo bloco 304, no caso de o femto nó 200 decidir calibrar seu transmissor (por exemplo, mediante injeção de potência, periodicamente, ou em resposta a um gatilho como o bloco 402) , o femto nó 200 pode utilizar, por exemplo, relatórios de medida de terminais de acesso para calibrar suas medidas de Ecp e Io. Com essa finalidade, o femto nó 200 pode incluir um calibrador de transmissor 22 6 que pode receber e atuar sobre os relatórios de medida para ajustar ou calibrar as medidas de sinal recebido. Ademais, a calibragem pode depender de intensidades de sinal recebido de várias formas, por exemplo, em algumas implementações, um determinante de intensidade de sinal recebido 228 pode determinar um valor de intensidade de sinal recebido total (por exemplo, uma indicação de intensidade de sinal recebido, RSSI) do equipamento de usuário doméstico para calibragem das medidas de intensidade de piloto recebido (Ecp) e intensidade de sinal recebido total (Io) pelo femto nó 200.
[0052] Como representado pelo bloco 306, o femto nó 200 (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) determina um valor de potência de transmissão (por exemplo, um valor máximo) base na intensidade de sinal recebido. Por exemplo, em uma implementação quando a potência de transmissão estiver baseada ao menos em parte em uma indicação de intensidade de sinal recebido, a potência de transmissão pode ser aumentada em resposta a uma redução na intensidade de sinal recebido no terminal de acesso femto ou se a intensidade de sinal recebido no terminal de acesso femto cair abaixo de um nível limite. Ao contrário, a potência de transmissão pode ser reduzida em resposta a um aumento na intensidade de sinal recebido no terminal de acesso femto ou se a intensidade de sinal recebido no terminal de acesso femto for elevada acima de um nível limite. Como um exemplo específico, se o DRC solicitado durante um longo período de tempo for sempre muito alto, esse pode servir como uma indicação que o valor de potência de transmissão pode ser muito alto e o femto nó 200 pode, portanto, decidir operar em um valor de potência de transmissão inferior.
[0053] Também, como representado pelo bloco 306, o femto nó 200 (por exemplo, o determinante de intensidade de sinal recebido 228) determina a intensidade de sinal recebido, como a intensidade de piloto (por exemplo, RSCP), do melhor macro nó de acesso no canal do terminal de acesso visitante (esse pode ser o mesmo canal que o femto ou um canal diferente ou ambos) . Em outras palavras, a intensidade de sinal do sinal piloto que possui a intensidade de sinal recebido mais alta é determinada no bloco 306. O determinante de intensidade de sinal recebido 228 pode determinar a intensidade de piloto recebido de várias maneiras. Por exemplo, em algumas implementações, o femto nó 200 mede a intensidade de piloto (por exemplo, o receptor 206 monitora o canal adequado). Em algumas implementações, as informações referentes à intensidade de piloto podem ser recebidas de outro nó (por exemplo, um terminal de acesso doméstico). Essas informações podem assumir a forma, por exemplo, de uma medida de intensidade de piloto real (por exemplo, de um nó que mede a intensidade de sinal) ou informações que podem ser usadas para determinar um valor de intensidade de piloto e podem ser armazenadas em valores de intensidade de sinal 232.
[0054] Consequentemente, como representado pelo bloco 308 na Figura 3, o femto nó 200 da Figura 2 (por exemplo, o determinante de intensidade de sinal total 230) determina a intensidade de sinal recebido total (por exemplo, RSSI) no canal do terminal de acesso visitante (esse pode ser o mesmo canal que o femto ou um canal diferente ou ambos). O determinante de intensidade de sinal total 230 pode determinar a intensidade de sinal de várias maneiras. Por exemplo, em algumas implementações, o femto nó 200 mede a intensidade de sinal (por exemplo, o receptor 206 monitora o canal adequado). Em algumas implementações, as informações referentes à intensidade de piloto podem ser recebidas de outro nó (por exemplo, um terminal de acesso doméstico) e podem ser armazenadas em valores de intensidade de sinal 232. Essas informações podem assumir a forma, por exemplo, de uma medida de intensidade de sinal real (por exemplo, de um nó que mede a intensidade de sinal) ou informações que podem ser usadas para determinar um valor de intensidade de sinal.
[0055] Como representado pelo bloco 310, o femto nó 200 (por exemplo, um determinante de limite 234) pode calcular os limites reguladores para impedir os piores erros nos cálculos e impor quaisquer especificações reguladoras e podem ser armazenados em valores limite 236.
[0056] Os cálculos e determinações acima são identificados aqui para um sistema exemplificativo especifico. Por exemplo, em sistemas WCDMA e lxRTT, os canais piloto e de controle são multiplexados por divisão de código com tráfego não são transmitidos em potência total (por exemplo, Ecp/Io < 1,0). Assim, quando o femto nó realizar as medidas, se as macro células adjacentes não forem carregadas, o valor de intensidade de sinal de interferência total RSSIMACRO_AC pode ser menor do que um valor correspondente para um caso onde as macro células adjacentes são carregadas. Em um exemplo, considerando o pior cenário, o femto nó pode estimar o carregamento de sistema e ajustar o valor RSSIMACRO AC para prever o valor de um sistema completamente carregado.
[0057] No exemplo a seguir, todas as quantidades possuem unidades lineares (em vez de dB) e IHNB_LINEAR corresponde à interferência criada pelo femto nó no terminal de acesso visitante. Como representado pelo bloco 312 da Figura 3, o femto nó 200 (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) determina a potência de transmissão máxima com base no nivel de sinal recebido de transmissões do macro nó (por exemplo, macro célula) como recebida no femto nó 200. Como mencionado acima, as operações da Figura 3 podem ser usadas para limitar o furo de cobertura em um canal adjacente ou um co- canal.
[0058] Em alguns aspectos, um femto nó pode converter, desse modo, o nivel de sinal de potência recebido determinado do femto nó 200 em um valor de potência de transmissão permitido correspondente. A potência de transmissão pode ser, desse modo, definida em uma maneira na qual permite-se a operação de um terminal de acesso visitante a uma distância minima predeterminada de um femto nó (por exemplo, correspondente a uma borda de um furo de cobertura), sem restringir indevidamente a operação dos terminais de acesso domésticos do femto nó. Consequentemente, pode ser possivel que tanto os terminais de acesso visitantes como domésticos operem de maneira eficiente próximos à borda do furo de cobertura.
[0059] Como representado pelo bloco 314, em algumas implementações, o femto nó 200 pode realizar repetidamente qualquer uma das operações de calibragem de potência de transmissão (por exemplo, ao contrário de simplesmente determinar a potência de transmissão uma única vez mediante implementação). Por exemplo, o femto nó 200 pode utilizar um valor de potência de transmissão padrão quando esse for primeiramente implementado e pode então calibrar periodicamente a potência de transmissão ao longo do tempo. Nesse caso, o femto nó 200 pode realizar uma ou mais operações da Figura 3 (por exemplo, adquirir ou receber informações de intensidade de sinal ou qualidade de canal) em algum/alguns outro(s) ponto (s) de tempo. Em alguns casos, a potência de transmissão pode ser ajustada para manter uma qualidade de canal desejada ao longo do tempo. Em alguns casos, as operações podem ser realizadas sobre uma base repetida (por exemplo, diariamente) de modo que um femto nó possa se adaptar a variações no ambiente (por exemplo, uma unidade de apartamento vizinho instala um novo femto nó). Em alguns casos, tal operação de calibragem pode ser adaptada para mitigar alterações grandes e/ou rápidas em potência de transmissão (por exemplo, através do uso de uma histerese ou técnica de filtragem).
[0060] De acordo com a descrição acima, considerações adicionais referentes a cenários onde um macro terminal de acesso (por exemplo, um terminal de acesso visitante) que não está associado a um femto nó que está na ou próximo a uma área de cobertura do femto nó serão tratadas agora. Aqui, um femto nó (por exemplo, localizado próximo a uma janela) pode obstruir os macro- terminais de acesso que passam (por exemplo, em uma rua) se esses macro-terminais de acesso não forem capazes de realizar o handoff do femto nó devido a uma exigência de associação restrita.
[0061] Os parâmetros a seguir serão usados na discussão: ECPMNB_UE: Intensidade de piloto recebido (RSCP) do melhor macro nó de acesso (por exemplo, MNB) pelo macro- terminal de acesso (por exemplo, UE) (em unidades lineares). ECPMNB_ HNB: Intensidade de piloto recebido (RSCP) do melhor macro nó de acesso pelo femto nó (por exemplo, FTNB) (em unidades lineares). ECHNBJJE: Intensidade de sinal recebido total (RSSI) do femto nó pelo macro terminal de acesso (em unidades lineares) . (Também conhecido como RSSIMNB_UE) .
[0062] Agora com referência à Figura 4, em algumas implementações, a potência de transmissão máxima definida pelo femto nó 200 pode ser limitada com base em uma relação sinal-ruido de um terminal de acesso doméstico localizado sob a borda de um furo de cobertura. Por exemplo, se a relação sinal-ruido for maior do que esperado em um terminal de acesso doméstico que fica localizado onde espera-se que o furo de cobertura termine, isso significa que o furo de cobertura pode ser de fato muito maior do que o desejado. Como resultado, uma interferência indevida pode ser imposta sobre os terminais de acesso visitantes próximos à borda de cobertura destinada.
[0063] A descrição se refere em alguns aspectos à redução da potência de transmissão se a relação sinal-ruido no terminal de acesso doméstico for maior do que a esperada. Os parâmetros a seguir são usados na seguinte discussão: IOÜE: Intensidade de sinal recebido total (Io) pelo terminal de acesso doméstico (por exemplo, UE) de todos os nós de acesso (por exemplo, Nós B) na ausência do femto nó (em unidades lineares). IOHNB: Intensidade de sinal recebido total (Io) pelo terminal de acesso doméstico de todos os outros nós de acesso (por exemplo, macro e femto nós de acesso) no sistema (em unidades lineares) . PLHNB_borda: Perda de percurso do femto nó (por exemplo, FTNB) até o terminal de acesso doméstico na borda de cobertura (em unidades dB).
[0064] Quando um femto nó não estiver transmitindo, a Ecp/Io recebida por um macro terminal de acesso pode ser:
Figure img0001
[0065] Quando o femto nó estiver transmitindo, a Ecp/Io recebida pelo terminal de acesso pode ser:
Figure img0002
[0066] O parâmetro é definido como a Ecp/Io exigida minima para que o macro terminal de acesso possua um serviço adequado (por exemplo, como discutido acima na Figura 3) . Presumindo-se que o macro terminal de acesso está na borda de um furo de cobertura de femto nó e o furo de cobertura é limitado a um determinado valor (por exemplo, PLHNB_edge = 80 dB) , então uma pessoa pode impor a seguinte condição para a potência de transmissão máxima de downlink de femto nó: PHNB_max (por exemplo, para manter para um macro terminal de acesso)
Figure img0003
:
[0067] Similarmente, se um terminal de acesso doméstico (por exemplo, um UE doméstico, HUE) que é operado pelo femto nó for localizado na borda da cobertura femto, a SNR (o termo SINR, por exemplo, que inclui interferência, será usada na seguinte discussão) experimentada pelo terminal de acesso doméstico pode ser descrita como:
Figure img0004
[0068] Em alguns casos a Equação 3 pode produzir niveis de potência de transmissão relativamente grandes para o femto nó que pode resultar em SINRHUE desnecessariamente alta. Isso pode significar, por exemplo, que se um novo femto nó for instalado nos arredores do femto nó antigo, o nono femto nó pode terminar até receber um alto nivel de interferência a partir do femto nó anteriormente instalado. Como resultado, o femto nó recentemente instalado pode ser confinado a um nivel de potência de transmissão inferior e pode não fornecer SINR suficiente para seus terminais de acesso domésticos. Para evitar esse tipo de efeito, um limite SINR pode ser usado para o terminal de acesso doméstico na borda de sua cobertura de terminal de acesso doméstico como: [SINR]niax_at_HNB_edge Assim, uma pessoa pode segunda limitação do max como:
Figure img0005
[0069] Para aplicar limitações como descrito nas Equações 3 e 5 alguém pode medir ECPMNB_UE e IOUE na borda da cobertura HNB desejada (PLnNB_edge) . Visto que a instalação profissional pode não ser prática para femto nós (por exemplo, devido a restrições financeiras), um femto nó pode estimar essas quantidades por sua própria medida do canal downlink. Por exemplo, o femto nó pode realizar as medidas: ECPMNB_HNB e IOHNB para estimar ECPMNB_UE e IOUE respectivamente. Esse cenário é discutido em mais detalhes abaixo em conjunto com a Equação 19. Visto que a localização de femto nó é diferente da localização de terminal de acesso pode haver algum erro nessas medidas.
[0070] Na modalidade exemplificativa, se o femto nó utilizar suas próprias medidas para adaptação de sua própria potência de transmissão, esse erro poderia resultar em valores de potência de transmissão superiores e inferiores comparados com ótimo. Como um método prático para evitar erros piores, determinados limites superiores e inferiores podem ser impostos sobre como PHNB e PHNB_mm_iimit (por exemplo, como discutido acima) .
[0071] Em vista da descrição acima, com referência ao bloco 402 da Figura 4, um algoritmo de ajuste de potência de transmissão pode, desse modo, envolver identificar um terminal de acesso doméstico próximo à borda de cobertura de um femto nó. No exemplo da Figura 2, essa operação pode ser realizada pelo detector de nó 224. Em algumas implementações, a posição do terminal de acesso doméstico pode ser determinada com base nas medidas de perda de percurso entre o terminal de acesso doméstico e o femto nó (por exemplo, como discutido acima).
[0072] No bloco 404, o femto nó 200 (por exemplo, um determinante SNR 242) pode determinar os valores de SNR (por exemplo, SINR) associados ao terminal de acesso doméstico. Em alguns casos, isso pode envolver receber informações de SNR do terminal de acesso doméstico (por exemplo, em um relatório de qualidade de canal ou um relatório de medida). Por exemplo, o terminal de acesso doméstico pode enviar as informações RSSI medidas ou informações SNR calculados ao femto nó 200. Em alguns casos, as informações CQI fornecidas pelo terminal de acesso doméstico podem ser correlacionadas (por exemplo, por uma relação conhecida) com um valor de SNR do terminal de acesso doméstico. Assim, o femto nó 200 pode derivar a SNR de informações de qualidade de canal recebidas.
[0073] Como mencionado acima, a determinação de um valor de SNR pode envolver o femto nó 200 que calcula de maneira autônoma o valor de SNR como discutido acima. Por exemplo, em casos onde o femto nó 200 realiza as operações de medida por si próprio, o femto nó 200 pode medir inicialmente: ECPMNB_HNB: Intensidade de piloto recebido total do melhor macro nó de acesso pelo femto nó. IOHNB: Intensidade de sinal recebido total (Io) pelo femto nó a partir de todos os outros nós de acesso (por exemplo, macro e femto nós) no sistema.
[0074] O femto nó 200 pode então determinar os limites de potência superiores:
Figure img0006
[0075] Aqui, a Equação 6 se refere à potência de transmissão máxima determinada de maneira similar como discutido na Figura 3 e a Equação 7 se refere à determinação de outro limite máximo da potência de transmissão com base em SNR. Pode ser observado que a Equação 6 é similar à Equação 3 exceto pelo fato de que Io é medida no femto nó. Assim, a Equação 6 garante que a Ecp/Io de um macro terminal de acesso na borda de cobertura de nó B doméstico não caia abaixo da Ecp/Io minima. Em ambas as equações, a potência de transmissão determinada está baseada em sinais recebidos no femto nó e na perda de percurso até a borda de cobertura (por exemplo, com base na distância da borda).
[0076] No bloco 406 da Figura 4, o femto nó 200 (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) pode determinar a potência de transmissão com base nos máximos definidos pelas Equações 6 e 7. Ademais, como mencionado acima o valor de potência máxima final pode ser limitado por valores absolutos minimos e máximos:
Figure img0007
[0077] Como um exemplo da Equação 8, PLHNB_edge pode ser especificado para ser 80 dB, PHNB pode ser especificado para ser 20 dBm, PHNB_min_iimit pode ser especificado para ser - lOdBm, e [^^VA]max atJINB edge e [Ecp/Zo]min podem depender da tecnologia de interface aérea particular em uso.
[0078] Como mencionado acima, os ensinamentos aqui podem ser implementados em uma rede sem fio que inclui macro-áreas de cobertura e femto áreas de cobertura. A Figura 5 ilustra um exemplo de um mapa de cobertura 500 de uma rede onde várias áreas de rastreamento 502 (ou áreas de roteamento ou áreas de localização) são definidas. Especificamente, as áreas de cobertura associadas às áreas de rastreamento 502A, 502B, e 502C são delineadas pelas linhas grandes na Figura 5.
[0079] O sistema fornece comunicação sem fio através de múltiplas células 504 (representadas pelos hexágonos), como, por exemplo, macro células 504A e 504B, com cada célula atendida por um nó de acesso correspondente 506 (por exemplo, nós de acesso 506A a 506C). Como mostrado na Figura 5, os terminais de acesso 508 (por exemplo, terminais de acesso 508A e 508B) podem ser dispersos em várias localizações ao longo da rede em um determinado ponto de tempo. Cada terminal de acesso 508 pode se comunicar com um ou mais nós de acesso 50 6 em um link direto ("FL") e/ou um link reverso ("RL") em um determinado momento, dependendo se o terminal de acesso 508 estiver ativo e se estiver em handoff suave, por exemplo. A rede pode fornecer serviço sobre uma grande região geográfica. Por exemplo, as macro células 504 podem cobrir diversos blocos em uma vizinhança. Para reduzir a complexidade da Figura 5, apenas alguns nós de acesso, terminais de acesso, e femto nós são mostrados.
[0080] As áreas de rastreamento 502 também incluem femto áreas de cobertura 510. Nesse exemplo, cada área de cobertura femto 510 (por exemplo, femto área de cobertura 510A) é mostrada dentro de uma macro-área de cobertura 504 (por exemplo, macro-área de cobertura 504B). Deve ser avaliado, entretanto, que uma femto área de cobertura 510 pode não estar completamente situada dentro de uma macro-área de cobertura 504. Na prática, um grande número de áreas de cobertura femto 510 pode ser definido com uma determinada área de rastreamento 502 ou macro-área de cobertura 504. Também, uma ou mais pico-áreas de cobertura (não mostradas) podem ser definidas dentro de uma determinada área de rastreamento 502 ou macro-área de cobertura 504. Para reduzir a complexidade da Figura 5, apenas alguns nós de acesso 506, terminais de acesso 508, e femto nós 510 são mostrados.
[0081] A Figura 6 ilustra uma rede 600 onde os femto nós 602 são implementados em um edificio. Especificamente, um femto nó 602A é implementado no apartamento 1 e um femto nó 602B é implementado no apartamento 2 nesse exemplo. O femto nó 602A é o femto doméstico de um terminal de acesso 604A. O femto nó 602B é o femto doméstico de um terminal de acesso 604B.
[0082] Como ilustrado na Figura 6, no caso onde os femto nós 602A e 602B são restritos, cada terminal de acesso 604 pode ser apenas atendido por seu femto nó (por exemplo, doméstico) associado 602. Em alguns casos, entretanto, a associação restrita pode resultar em situações de geometria negativa e interrupções de femto nós. Por exemplo, na Figura 6 o femto nó 602A está mais próximo ao terminal de acesso 604B do que o femto nó 602B e pode, portanto, fornecer um sinal mais forte no terminal de acesso 604B. Como resultado, o femto nó 602A pode interferir indevidamente na recepção no terminal de acesso 604B. Tal situação pode, desse modo, afetar o raio de cobertura em torno do femto nó 602B onde um terminal de acesso associado 604 pode adquirir inicialmente o sistema e permanecer conectado ao sistema.
[0083] Agora com referência às Figuras 7 a 11B, a descrição se refere em alguns aspectos ao ajuste adaptativo da potência de transmissão (por exemplo, potência de transmissão de downlink máxima) de nós de acesso adjacentes para mitigar cenários de geometrias negativas. Por exemplo, como mencionado acima a potência de transmissão máxima pode ser definida para canais de overhead que são então transmitidos como sua fração padrão da potência de transmissão máxima de nó de acesso. Para propósitos de ilustração, a seguinte descrição apresenta um cenário onde a potência de transmissão de um femto nó é controlada com base em um relatório de medida gerado por um terminal de acesso associado a um femto nó adjacente. Deve ser avaliado, entretanto, que os ensinamentos aqui podem ser aplicados a outros tipos de nós.
[0084] O controle de potência de transmissão como ensinado aqui pode ser implementado através de um esquema de controle de potência distribuído implementado nos femto nós e/ou através do uso de um controlador de potência centralizado. No primeiro caso, os ajustes de potência de transmissão podem ser realizados através do uso de sinalização entre os femto nós adjacentes (por exemplo, femto nós associados ao mesmo operador). Tal sinalização pode ser realizada, por exemplo, através do uso de sinalização de camada superior (por exemplo, através do canal de transporte de retorno) ou componentes de rádio adequados. No último caso mencionado acima, os ajustes de potência de transmissão de um determinado femto nó podem ser realizados através de sinalização entre os femto nós e um controlador de potência centralizado.
[0085] Os femto nós e/ou o controlador de potência centralizado podem utilizar medidas relatadas por terminais de acesso e avaliar um ou mais critérios de cobertura para determinar se deve-se enviar uma solicitação a um femto nó para reduzir a potência de transmissão. Um femto nó que recebe tal solicitação pode responder reduzindo sua potência de transmissão se esse for capaz de manter seu raio de cobertura e se seus terminais de acesso associados puderem permanecer em condições de geometria satisfatórias.
[0086] A Figura 7 descreve várias operações referentes a uma implementação onde os femto nós adjacentes podem cooperar para controlar uma a potência de transmissão um do outro. Aqui, vários critérios podem ser empregados para determinar se a potência de transmissão de um nó adjacente pode ser ajustada. Por exemplo, em alguns aspectos um algoritmo de controle de potência pode tentar manter um raio de cobertura particular em torno do femto nó (por exemplo, uma determinada Ecp/Io CPICH é mantida a uma determinada perda de percurso afastada do femto nó) . Em alguns aspectos um algoritmo de controle de potência pode tentar manter uma determinada qualidade de serviço (por exemplo, capacidade de transmissão) em um terminal de acesso. Inicialmente, as operações das Figuras 7 e 8 serão descritas no contexto do algoritmo antigo.
[0087] Como representado pelo bloco 702 da Figura 7, um determinado femto nó ajusta inicialmente sua potência de transmissão para definir o valor. Por exemplo, todos os femto nós no sistema podem ajustar inicialmente sua respectiva potência de transmissão à potência de transmissão máxima que ainda mitiga a introdução de buracos de cobertura em uma macro-párea de cobertura. Como um exemplo especifico, a potência de transmissão de um femto nó pode ser ajustada de modo que a Ecp/Io CPICH de um macro terminal de acesso em uma determinada perda de trajetória distante (por exemplo, 80 dB) do femto nó esteja acima de um determinado limite (por exemplo -18 dB) . Em algumas implementações, os femto nós podem empregar um ou mais algoritmos descritos acima em conjunto com as Figuras 2 a 4 para estabelecer um valor de potência de transmissão máxima.
[0088] Como representado pelo bloco 704, cada terminal de acesso na rede (por exemplo, cada terminal de acesso associada a um femto nó) pode medir a intensidade de sinal de sinais que esse recebe em sua banda operacional. Cada terminal de acesso pode então gerar um relatório adjacente que inclui, por exemplo, a CPICH RSCP (intensidade de piloto) de seu femto nó, a CPICH RSCP de todos os femto nós em sua lista adjacente, e a RSSI da banda operacional.
[0089] Em alguns aspectos, cada terminal de acesso pode realizar essa operação em resposta a uma solicitação de seu femto nó doméstico. Por exemplo, um determinado femto nó pode manter uma lista de femto nós adjacentes que esse envia para seus terminais de acesso domésticos. Essa lista adjacente pode ser fornecida ao femto nó por um processo de camada superior ou o femto nó pode ocupar por si só monitorando o tráfego de downlink (desde que o femto nó inclua o conjunto de circuitos adequado para fazer isso). O femto nó pode enviar repetidamente (por exemplo, periodicamente) uma solicitação para seus terminais de acesso domésticos pelo relatório adj acente.
[0090] Como representado pelos blocos 706 e 708, o femto nó (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208 da Figura 2) determina se a recepção de sinal em cada terminal de acesso doméstico é aceitável. Por exemplo, para uma implementação que busca manter um raio de cobertura particular, um determinado femto nó "i" (por exemplo, nó B doméstico, "HNB") pode estimar a Ecp/Io_i CPICH de um determinado terminal de acesso associado "i" (por exemplo, equipamento de usuário doméstico, "HUE") presumindo-se que o terminal de acesso "i" é uma determinada perda de percurso (PL) distante do femto nó "i" (por exemplo, presumindo-se que a localização medida pelo femto nó "i" não irá mudar muito) . Aqui Ecp/Io_i para o terminal de acesso "i" é:
Figure img0008
[0091] Em algumas implementações, um femto nó (por exemplo, o determinante de intensidade de sinal 226) pode determinar RSSI em metade de seus terminais de acesso domésticos. Por exemplo, o femto nó pode determinar a RSSI de um terminal de acesso com base nos valores de RSCP relatados por um terminal de acesso. Em tal caso, o terminal de acesso não precisa enviar um valor de RSSI no relatório adjacente. Em algumas implementações, um femto nó pode determinar (por exemplo, estimar) a RSSI e/ou RSCP em metade de seus terminais de acesso domésticos. Por exemplo, o determinante de intensidade de sinal 226 pode medir a RSSI no femto nó e o determinante de intensidade de piloto recebida 228 pode medir a RSCP no femto nó.
[0092] O femto nó "i" pode determinar se a Ecp/Io i é menor ou igual a um limite para determinar se a cobertura do terminal de acesso "i" é aceitável. Se a cobertura for aceitável, o fluxo operacional pode retornar para o bloco 704 onde o femto nó "i" espera receber o próximo relatório adjacente. Desse modo, o femto nó pode monitorar repetidamente as condições em seus terminais de acesso domésticos ao longo do tempo.
[0093] Se a cobertura não for aceitável no bloco 708, o femto nó "i" pode iniciar as operações para ajustar a potência de transmissão de um ou mais femto nós adjacentes. Inicialmente, como representado pelo bloco 710, o femto nó "i" pode ajustar sua potência de transmissão ao valor máximo permitido (por exemplo, o valor máximo discutido no bloco 702). Aqui, a potência de transmissão do femto nó "i" pode ser reduzido após ajustar o valor máximo no bloco 702, por exemplo, se o femto nó "i" obedecer a uma solicitação interveniente de um femto nó adjacente para reduzir sua potência de transmissão. Em algumas implementações, após aumentar a potência de transmissão, o femto nó "i" pode determinar se a cobertura do terminal de acesso "i" é agora aceitável. Se for o caso, o fluxo operacional pode retornar ao bloco 704 como discutido acima. Se não for o caso, o fluxo operacional pode proceder para o bloco 712 como discutido abaixo. Em algumas implementações o femto nó "i" pode realizar as seguintes operações sem verificar o efeito do bloco 710.
[0094] Como representado pelo bloco 712, o femto nó "i" (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) pode classificar os femto nós no relatório adjacente pela intensidade de suas RSCPs correspondentes como medido pelo terminal de acesso. Uma lista classificada dos nós potencialmente interferentes 246 pode ser então armazenada na memória de dados 212. Como será discutido abaixo, o bloco operacional 712 pode excluir qualquer femto nó adjacente que foi enviado a uma NACK em resposta a uma solicitação para reduzir a potência de transmissão e onde um temporizador associado àquela NACK ainda não expirou.
[0095] Como representado pelo bloco 714, o femto nó ”i" (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) seleciona o femto nó adjacente interferente mais forte (por exemplo, femto nó "j") e determina o quanto o femto nó deve reduzir sua potência de transmissão para manter uma determinada Ecp/Io do terminal de acesso "i" no raio de cobertura designado (perda de percurso). Em alguns aspectos a quantidade (por exemplo, porcentagem) de redução de potência pode ser representada por um parâmetro alpha_p. Em alguns aspectos, as operações do bloco 714 podem envolver determinar se a Ecp/Io_i é maior ou igual a um limite como discutido acima.
[0096] Depois, o femto nó "i" (por exemplo, o transmissor 204 e o controlador de comunicação 210) envia uma mensagem ao femto nó "j" solicitando que esse reduza sua potência pela quantidade designada (por exemplo, alpha_p). As operações exemplificativas que o femto nó "j" pode realizar mediante a recepção de tal solicitação são descritas abaixo em conjunto com a Figura 8.
[0097] Como representado pelo bloco 716, o femto nó "i" (por exemplo, o receptor 206 e o controlador de comunicação 210) irão receber uma mensagem do femto nó "j" em resposta à solicitação de bloco 714. No caso de o femto nó "j" selecionado reduzir sua potência de transmissão pela quantidade solicitada, o femto nó "j" irá responder à solicitação com uma confirmação (ACK). Nesse caso, o fluxo operacional pode retornar ao bloco 7 04 como descrito acima.
[0098] No caso de o femto nó "j" selecionado não reduzir sua potência de transmissão pela quantidade solicitada, o femto nó "j" irá responder à solicitação com uma confirmação negativa (NACK). Em sua resposta, o femto nó "j" pode indicar que esse não reduz sua potência de modo algum ou que esse reduziu sua potência por uma determinada quantidade menor do que a quantidade solicitada. Nesse caso, o fluxo operacional pode retornar ao bloco 712 onde o femto nó "i" pode re-classificar os femto nós no relatório adjacente de acordo com o RSCP medido pelo terminal de acesso "i" (por exemplo, com base em um relatório adjacente recentemente recebido). Aqui, entretanto, o femto nó "j" será excluido dessa classificação desde que o temporizador associado à sua NACK não tenha expirado. As operações de blocos 712 a 718 podem ser desse modo repetidas até o femto nó "i" determinar que a Ecp/Io do terminal de acesso "i" está no valor almejado ou aprimorado o máximo possivel.
[0099] A Figura 8 ilustra operações exemplificativas que podem ser realizadas por um femto nó que recebe uma solicitação para reduzir a potência de transmissão. A recepção de tal solicitação é representada pelo bloco 802. Em uma implementação onde o nó 200 da Figura 2 também é capaz de realizar essas operações, as operações do bloco 802 podem ser realizadas ao menos em parte pelo receptor 206 e o controlador de comunicação 210, as operações dos blocos 804 a 808 e 812 a 814 pode ser realizada ao menos em parte pelo controlador de potência de transmissão 208, e as operações dos blocos 810 podem ser realizadas ao menos em parte pelo transmissor 204 e o controlador de comunicação 210.
[00100] Nos blocos 804 e 806, o femto nó determina se a cobertura de um ou mais terminais de acesso domésticos será aceitável se a potência de transmissão for ajustada como solicitada. Por exemplo, o femto nó "j" pode avaliar uma solicitação para reduzir sua potência de transmissão para alpha_p*HNB_TxJ determinando se cada um de seus terminais de acesso pode passar em um teste similar ao teste descrito no bloco 706. Aqui, o femto nó "j" pode determinar se a Ecp/Io de um terminal de acesso associado em um raio de cobertura designado é maior ou igual a um valor limite.
[00101] Se a cobertura for aceitável no bloco 806, o femto nó "j" reduz sua potência de transmissão pela quantidade solicitada durante um periodo definido de tempo (bloco 808) . No bloco 810, o femto nó "j" responde à solicitação com uma ACK. O fluxo operacional pode então retornar para o bloco 802 com isso o femto nó processa quaisquer solicitações adicionais para reduzir a potência de transmissão à medida que essas são recebidas.
[00102] Se a cobertura não for aceitável no bloco 806, o femto nó "j" determina o quanto sua potência de transmissão deve ser reduzida de modo que o teste do bloco 804 seja aprovado (bloco 812). Aqui, deve ser avaliado que em alguns casos o femto nó "j" pode decidir não reduzir sua potência de transmissão de modo algum.
[00103] No bloco 814, o femto nó "j" reduz sua potência de transmissão pela quantidade determinada no bloco 812, se aplicável, durante um periodo definido de tempo. Essa quantidade pode ser representada, por exemplo, pelo valor beta_p*HNB_Tx_j.
[00104] No bloco 816, o femto nó "j" irá então responder à solicitação com uma confirmação negativa (NACK) . Em sua resposta, o femto nó "j" pode indicar que esse não reduziu sua potência de modo algum ou que esse reduziu sua potência por uma determinada quantidade (por exemplo, beta_p*HNB_TxJ). 0 fluxo operacional pode então retornar para o bloco 802 como descrito acima.
[00105] Em algumas implementações, o femto nó "i" e o femto nó "j" mantêm os respectivos temporizadores que calculam um periodo de tempo definido em conjunto com uma ACK ou uma NACK. Aqui, após seu temporizador expirar, o femto nó "j" pode reajustar sua potência de transmissão novamente para o nivel anterior. Desse modo, o femto nó "j" pode evitar ser penalizado no caso de o femto nó "i" ser movido.
[00106] Também, em alguns casos cada femto nó na rede pode armazenar as medidas (por exemplo, os relatórios adjacentes) que são recebidas de um terminal de acesso da última vez que o terminal de acesso foi conectado ao femto nó. Desse modo, no caso de nenhum terminal de acesso estar atualmente conectado ao femto nó, o femto nó pode calcular uma potência de transmissão minima para garantir a cobertura Ecp/Io para aquisição inicial.
[00107] Se o femto nó enviar solicitações a todos os femto nós adjacentes para reduzir sua potência e ainda não poder manter a cobertura desejada no raio de cobertura especificado, o femto nó pode calcular o quanto seu Ec/Ior piloto comum precisar ser aumentado acima de seu nivel padrão para atingir a cobertura almejada. O femto nó pode então elevar a fração de sua potência piloto consequentemente (por exemplo, dentro de um valor máximo pré-ajustado).
[00108] Uma implementação que utiliza um esquema como aquele descrito acima para manter um raio de cobertura pode ser, desse modo, usada para ajustar de maneira eficaz os valores de potência de transmissão em uma rede. Por exemplo, tal esquema pode ajustar um limite inferior sobre a geometria (e capacidade de transmissão) que um terminal de acesso terá se esse estiver dentro do raio de cobertura designado. Ademais, tal esquema pode resultar em perfis de potência mais estáticos, com isso um perfil de potência pode ser alterado apenas quando um femto nó for adicionado ou removido da rede. Em algumas implementações, para eliminar a interrupção CPICH adicional, o esquema acima pode ser modificado de modo que o CPICH Ec/Ior seja adaptado de acordo com as medidas coletadas no femto nó.
[00109] Um determinado femto nó pode realizar as operações de blocos 704 a 718 de todos os seus terminais de acesso associados. Se mais de um terminal de acesso estiver associado a um femto nó, o femto nó pode enviar uma solicitação a um femto nó interferente sempre que qualquer um de seus terminais de acesso associados estiver sendo inferido.
[00110] Similarmente quando for avaliado se deve ou não responder a uma solicitação para reduzir a potência de transmissão, um femto nó realiza o teste do bloco 804 de todos os seus terminais de acesso associados. O femto nó pode então selecionar a potência máxima que irá garantir um desempenho aceitável a todos os seus terminais de acesso associados.
[00111] Ademais, cada femto nó na rede pode realizar essas operações de seus respectivos terminais de acesso. Então, cada nó na rede pode enviar uma solicitação a um nó adjacente para reduzir a potência de transmissão ou pode receber uma solicitação de um nó adjacente para reduzir a potência de transmissão. Os femto nós podem realizar essas operações de maneira assincrona uma em relação à outra.
[00112] Como mencionado acima, em algumas implementações uma qualidade de critérios de serviço (por exemplo, capacidade de transmissão) pode ser empregada para determinar se deve-se reduzir a potência de transmissão de um femto nó. Tal esquema pode ser empregado além de ou em vez do esquema acima.
[00113] De maneira similar como discutido acima, RSCP_i_J é definido como o CPICH RSCP de femto nó "j" (HNBJ) como medido pelo terminal de acesso "i" (HUE_i). RSSI_i é a RSSI como medida pelo terminal de acesso "i." Ecp/Io i e Ecp/Nt_i, respectivamente, são a CPICH Ecp/Io e a CPICH SINR (relação sinal para interferência e ruido) de f terminal de acesso "i" a partir de seu femto nó associado"i" (HNB_i). O femto nó calcula o seguinte:
Figure img0009
onde Ecp/Ior é a relação da potência de transmissão piloto CPICH para a potência total da célula.
[00114] O femto nó estima a Ecp/Io do terminal de acesso doméstico se este estiver na borda da cobertura de femto nó correspondente a uma perda de percurso de cobertura PLHNB:
Figure img0010
onde a cobertura RSCP_i_iHNB é a intensidade de piloto recebida no terminal de acesso "i" de seu próprio femto nó "i" na borda da cobertura de femto nó "i" . A borda da cobertura corresponde a uma perda de percurso (PL) do femto nó igual à PLjiNB_coverage θ
Figure img0011
EQUAÇÃO 13
[00115] Seja (Ecp/Io)_Trgt_A um limite sobre a Ecp/Io CPICH pré-configurada no femto nó. O femto nó verifica o seguinte:
Figure img0012
EQUAÇÃO 14
[00116] Se a resposta for SIM, o femto nó não envia uma solicitação para reduzir a potência de transmissão. Se a resposta for NÃO, o femto nó envia uma solicitação para reduzir a potência de transmissão como descrito abaixo. Ademais, ou alternativamente, o femto nó pode realizar um teste similar referente à capacidade de transmissão (por exemplo, SINR_i).
[00117] O femto nó ajusta sua potência ao máximo permitido pela condição de furo de cobertura de macro célula. O femto nó "i" classifica as células adjacentes em ordem descendente da RSCP relatada do terminal de acesso doméstico. O femto nó "i" seleciona o femto nó "j" de célula adjacente com o valor de RSCP mais alto, RSCP_i_j.
[00118] O femto nó de serviço "i" calcula o quanto o femto nó "j" precisa reduzir sua potência de transmissão de modo que o desempenho de seu terminal de acesso "i" seja aprimorado. Seja (Ecp/Io)_Trgt_A uma Ecp/Io CPICH almejada do terminal de acesso doméstico que é pré- configurado no femto nó. Essa Ecp/Io almejada pode ser selecionada de modo que os terminais de acesso domésticos não estejam em interrupção. Também pode ser mais agressivo garantir uma geometria minima dos terminais de acesso domésticos para manter uma determinada capacidade de transmissão de dados ou critérios de desempenho. A RSCP_i_j_trgt desejada pelo terminal de acesso "i" de femto nó adjacente "j" para manter (Ecp/Io)_Trgt_A pode ser calculada como:
Figure img0013
EQUAÇÃO 15
[00119] Ademais, ou alternativamente, o femto nó pode realizar um teste similar referente à capacidade de transmissão. O femto nó "i" calcula a relação alpha _P_j com isso o femto nó "j" deve reduzir sua potência como:
Figure img0014
[00120] O femto nó "i" envia uma solicitação ao femto nó "j" para reduzir sua potência de transmissão por uma relação alpha_p_j. Como discutido acima, essa solicitação pode ser enviada através de sinalização de camada superior (canal de transporte de retorno) a um algoritmo centralizado ou enviada ao femto nó "j" diretamente do femto nó "i."
[00121] O femto nó "j" avalia se esse pode responder à solicitação de femto nó "i" tornando sua potência de transmissão HNB_Tx_new_j = alpha_p_j * HNB Tx_j, onde HNB_Tx_j é ajustado como descrito acima. Em algumas implementações o femto nó "j" verifica dois testes.
[00122] Teste 1: Esse teste está baseado no esquema anteriormente descrito na Figura 7. A Ecp/Io CPICH de um terminal de acesso doméstico associado, que está afastado do femto nó "j" pelo raio de cobertura, está acima de um determinado limite (Ecp/Io)_Trgt_B. Esse teste serve para garantir que seu próprio UE possui um desempenho aceitável dentro de um determinado raio em torno do femto nó e outro terminal de acesso doméstico registrado também pode adquirir o femto nó. Isso é calculado da seguinte maneira:
Figure img0015
onde RSSI_j e RSCP_i_j são a RSSI e RSCP relatadas por HUE_j no raio de cobertura (ou, de outro modo, estimada por HNB_j) ao femto nó "j" antes da modificação de potência de transmissão. O teste é
Figure img0016
[00123] Teste 2: A SINR CPICH de HUE_j é maior do que aquela almejada para manter um determinado critério de desempenho (por exemplo, qualidade de serviço como capacidade de transmissão):
Figure img0017
onde
Figure img0018
[00124] Se cada ou ambos EQUAÇÃO 20 os testes forem aprovados (dependendo da implementação particular), o femto nó "j" reduz sua potência de transmissão para alpha pJ*HNB_Tx_j e envia uma ACK ao femto nó "i", levando- se em consideração que a nova potência está acima do minimo permitido (por exemplo - 20 dBm).
[00125] Se um ou ambos os testes não forem aprovados, femto nó "j" não reduz sua potência de transmissão ao valor exigido. De preferência, esse calcula o quanto pode reduzir sua potência de transmissão sem prejudicar seu desempenho. Em outras palavras, em uma implementação que utiliza esses testes, o femto nó pode calcular suas novas potências de transmissão de modo que tanto o Teste 1 como Teste 2 sejam aprovados e reduzir sua potência de transmissão para a maior das duas. Entretanto, se com os ajustes de potência de femto nó "j" atual o teste não for aprovado, então o femto nó "j" não reduz sua potência. Os femto nós também podem reduzir sua potência a um limite padronizado minimo (por exemplo, como discutido acima). Em todos os casos, o femto nó "j" pode relatar uma NACK ao femto nó "i" com seus ajustes de potência final.
[00126] Os algoritmos discutidos acima permitem que os femto nós ajustem de maneira adaptativa suas potências de transmissão de maneira colaborativa. Esses algoritmos possuem muitos parâmetros que podem ser ajustados (por exemplo, por um operador) como, por exemplo, Ecp/Io_Trgt_A, Coverage_radius, Ecp/Io_Trgt_B, SINR_Trgt, e os temporizadores. Os algoritmos podem ser adicionalmente refinados tornando os limites adaptados por um processo de aprendizagem.
[00127] Em alguns aspectos, os temporizadores podem ser variados (por exemplo, independentemente) para otimizar o desempenho do sistema. Se um terminal de acesso "i" não for conectado a um femto nó "i", e o femto nó "j” já estiver transmitindo ao terminal de acesso "j", o terminal de acesso "i" pode não ser capaz de adquirir o femto nó "i" devido a sua baixa Ecp/Io CPICH. 0 algoritmo acima pode ser então modificado de modo que cada femto nó tente manter uma Ecp/Io CPICH minima dentro de um determinado raio em torno do femto nó. Uma desvantagem disso é que o terminal de acesso adjacente "j" pode ser penalizado enquanto o femto nó "i" não possui terminal de acesso associado a esse. Para evitar a penalização continua de femto nós adjacentes, o femto nó "i" irá enviar em sua solicitação ao femto nó "j" adjacente uma indicação que essa solicitação serve para aquisição inicial. Se o femto nó "j" responder reduzindo sua potência, esse ajusta um temporizador e o femto nó "i" ajustar um temporizador maior. 0 femto nó "j" irá re-ajustar sua potência de transmissão para seu valor padrão após seu temporizador expirar, porém o femto nó "i" não irá enviar outra solicitação (para aquisição inicial) ao femto nó "j" até o temporizador de femto nó "i" expirar. Ainda há um problema que o femto nó "i" pode ter de estimar a RSSI_i visto que não há um terminal de acesso associado a esse. 0 femto nó "i" também pode ter de estimar as RSCP_j interferentes adjacentes. Entretanto, os interferentes mais fortes que os femto nós observam não são necessariamente os interferentes mais fortes que seus terminais de acesso irão observar.
[00128] Para atenuar o problema de aquisição inicial, os terminais de acesso também podem ser permitidos para entrar em modo inativo em femto nós adjacentes com a mesma PLMN_ID. Os terminais de acesso podem ler a lista adjacente no femto nó que pode conter o código de embaralhamento e a temporização de seu próprio femto nó. Isso pode colocar o terminal de acesso em vantagem quando adquire-se seu femto nó em geometrias negativas.
[00129] Agora com referência às Figuras 9 a 11B, são descritas as implementações que empregam um controlador de potência centralizado para controlar a potência de transmissão de femto nós. A Figura 9 ilustra um sistema exemplificative 900 que inclui um controlador centralizado 902, femto nós 904, e terminais de acesso 906. Aqui, o femto nó 904A está associado ao terminal de acesso 906A e o femto nó 904B está associado ao terminal de acesso 906B. O controlador de potência centralizado 902 inclui um transceptor 910 (com componentes transmissores 912 e receptores 914) bem como um controlador de potência de transmissão 916. Em alguns aspectos, esses componentes podem fornecer funcionalidade similar à funcionalidade dos componentes similarmente denominados da Figura 2.
[00130] A Figura 10 descreve várias operações que podem ser realizadas em uma implementação em que um femto nó (por exemplo, femto nó 904A) simplesmente encaminha as informações de lista adjacente que esse recebe de seu terminal de acesso associado (por exemplo, terminal de acesso 906A) ao controlador de potência centralizado 902. O controlador de potência centralizado 902 pode então realizar operações similares àquelas descritas acima para solicitar um femto nó (por exemplo, femto nó 904B) que está próximo ao femto nó 904A para reduzir sua potência de transmissão.
[00131] As operações dos blocos 1002 e 1004 podem ser similares às operações dos blocos 702 e 704 discutidos acima. No bloco 1006, o femto nó 904A encaminha uma lista adjacente 908A que esse recebe do terminal de acesso 906A ao controlador de potência centralizado 902. As operações dos blocos 1002 a 1006 podem ser repetidas sobre uma base regular (por exemplo, periodicamente) sempre que o femto nó 904A receber um relatório adjacente do terminal de acesso 906A.
[00132] Como representado pelo bloco 1008, o controlador de potência centralizado 902 pode receber informações similares de outros femto nós na rede. No bloco 1010, o controlador de potência centralizado 902 pode então realizar operações similares àquelas discutidas acima (por exemplo, no bloco 706) para determinar se um femto nó deve reduzir sua potência de transmissão. Em alguns aspectos, o controlador de potência centralizado 902 pode tomar uma decisão de controle de potência baseada nas informações que esse recebe referentes às condições em múltiplos femto nós. Por exemplo, se um determinado femto nó estiver interferindo em vários outros femto nós, o controlador de potência centralizado 902 pode tentar reduzir a potência daquele femto nó primeiro.
[00133] No bloco 1012, o controlador de potência centralizado 902 envia uma mensagem a cada femto nó determinando que o controlador centralizado 900 deve reduzir sua potência de transmissão. Como descrito acima, essa solicitação pode indicar o grau no qual um femto nó designado deve reduzir sua potência. Essas operações podem ser similares às operações dos blocos 712 e 714.
[00134] O controlador de potência centralizado 902 recebe as respostas dos femto nós no bloco 1014. Como representado pelo bloco 1016, se nenhuma NACK for recebida em resposta às solicitações emitidas no bloco 1012, o fluxo operacional do controlador de potência centralizado 902 retorna para o bloco 1008 onde o controlador centralizado 902 continua a receber as informações dos femto nós na rede e realiza as operações de controle de potência descritas acima.
[00135] Se, por outro lado, uma ou mais NACKs forem recebidas em resposta às solicitações emitidas no bloco 1012, o fluxo operacional do controlador de potência centralizado 902 retorna para o bloco 1010 onde o controlador centralizado 902 pode identificar outros femto nós que devem reduzir sua potência de transmissão e então envia as novas mensagens de controle de potência. Novamente, essas operações podem ser similares aos blocos 712 e 714 discutidos acima.
[00136] As Figuras 11A e 11B descrevem várias operações que podem ser realizadas em uma implementação onde um femto nó (por exemplo, femto nó 904A) identifica um femto nó adjacente (por exemplo, femto nó 904B) que deve reduzir s a potência e envia essas informações ao controlador de potência centralizado 902. O controlador de potência centralizado 902 pode então enviar uma solicitação ao femto nó 904B para reduzir sua potência de transmissão.
[00137] As operações dos blocos 1102 a 1112 podem ser similares às operações dos blocos 702 a 712 discutidos acima. No bloco 1114, o femto nó 904A envia uma mensagem que identifica o femto nó 904B ao controlador de potência centralizado 902. Tal mensagem pode assumir várias formas. Por exemplo, a mensagem pode simplesmente identificar um único femto nó (por exemplo, femto nó 904B) ou a mensagem pode compreender uma classificação de femto nós (por exemplo, como descrito acima no bloco 712) . Tal lista também pode incluir algum ou todo o relatório adjacente que femto nó 904A recebeu do terminal de acesso 906A. As operações dos blocos 1102 a 1114 podem ser repetidas sobre uma base regular (por exemplo, periodicamente) sempre que o femto nó 904A receber um relatório adjacente do terminal de acesso 906A.
[00138] Como representado pelo bloco 1116, o controlador de potência centralizado 902 pode receber informações similares de outros femto nós na rede. No bloco 1118, o controlador de potência centralizado 902 pode determinar se esse deve fazer algum ajuste em alguma solicitação para redução na potência de transmissão que esse recebe (por exemplo, com base em outras solicitações que esse recebe solicitando uma redução na potência para o mesmo femto nó).
[00139] No bloco 1120, o controlador de potência centralizado 902 pode então enviar uma mensagem a cada femto nó determinando que o controlador centralizado 902 deve reduzir sua potência. Como descrito acima, essa solicitação pode indicar o grau no qual o femto nó designado deve reduzir sua potência.
[00140] O controlador de potência centralizado 902 recebe as respostas dos femto nós no bloco 1122. Como representado pelo bloco 1124, se nenhuma NACK for recebida em resposta às solicitações emitidas no bloco 1120, o fluxo operacional do controlador de potência centralizado 902 retorna para o bloco 1116 onde o controlador centralizado 902 continua a receber as informações dos femto nós na rede e realiza as operações de controle de potência descritas acima.
[00141] Se, por outro lado, uma ou mais NACKs forem recebidas em resposta às solicitações emitidas no bloco 1120, o fluxo operacional do controlador de potência centralizado 902 retorna para o bloco 1118 onde o controlador centralizado 902 pode identificar outros femto nós que devem reduzir sua potência de transmissão e então envia as novas mensagens de controle de potência (por exemplo, com base em uma lista classificada recebida do femto nó 904A).
[00142] Em vista da descrição acima deve ser avaliado que os ensinamentos aqui podem fornecer uma maneira eficaz de gerenciar a potência de transmissão de nós de acesso adjacentes. Por exemplo, em um ambiente estático as potências de transmissão de downlink dos femto nós podem ser ajustadas a um valor estático por meio do qual as exigências de serviço em todos os terminais de acesso podem ser satisfeitas. Consequentemente, tal solução que será compativel com os terminais de acesso legados visto que todos os canais podem ser continuamente transmitidos em potências constantes. Ademais, em um ambiente dinâmico as potências de transmissão podem ser dinamicamente ajustadas para acomodar as exigências de serviço de alteração dos nós no sistema.
[00143] A conectividade de um ambiente de femto nó pode ser estabelecida de várias maneiras. Por exemplo, a Figura 12 ilustra um sistema de comunicação exemplificative 1200 onde um ou mais femto nós são implementados dentro de um ambiente de rede. Especificamente, o sistema 1200 inclui múltiplos femto nós 1210 (por exemplo, femto nós 1210A e 1210B) instalados em um ambiente de rede de escala relativamente pequena (por exemplo, em uma ou mais residências de usuário 1230) . Cada femto nó 1210 pode ser acoplado a uma rede remota 1240 (por exemplo, a Internet) e uma rede básica de operador móvel 1250 através de um roteador DSL, um modem a cabo, um link sem fio, ou outro meio de conectividade (não mostrado). Como discutido acima, cada femto nó 1210 pode ser configurado para servir os terminais de acesso associados 1220 (por exemplo, terminal de acesso 1220A) e, opcionalmente, outros terminais de acesso 1220 (por exemplo, terminal de acesso 1220B). Em outras palavras, o acesso a femto nós 1210 pode ser restrito, com isso um determinado terminal de acesso 1220 pode ser atendido por um conjunto de femto nó(s) (por exemplo, domésticos) designado(s) 1210, porém pode não ser atendido por nenhum femto nó não-designado 1210 (por exemplo, um femto nó vizinho 1210).
[00144] O proprietário de um femto nó 1210 pode assinar um serviço móvel, como, por exemplo, serviço móvel 3G oferecido através da rede básica de operador móvel 1250. Ademais, um terminal de acesso 1220 pode ser capaz de operar tanto em macro-ambientes como em ambientes de rede de menor escala (por exemplo, domésticos). Em outras palavras, dependendo da localização atual do terminal de acesso 1220, o terminal de acesso 1220 pode ser atendido por um nó de acesso 1260 da rede móvel de macro célula 1250 ou por qualquer um entre um conjunto de femto nós 1210 (por exemplo, os femto nós 1210A e 1210B que residem dentro de uma residência de usuário correspondente 1230) . Por exemplo, quando um assinante estiver fora de sua residência, esse é atendido por um macro-nó de acesso padrão (por exemplo, nó 1260) e quando o assinante estiver em casa, esse é atendido por um femto nó (por exemplo, nó 1210A) . Aqui, deve ser avaliado que um femto nó 1210 pode ser compatível com versões anteriores dos terminais de acesso existentes 1220.
[00145] Um femto nó 1210 pode ser implementado em uma única frequência ou, alternativamente, em múltiplas frequências. Dependendo da configuração particular, a única frequência ou uma ou mais das múltiplas freqüências podem se sobrepor com uma ou mais frequências usadas por um macro-nó (por exemplo, nó 1260).
[00146] Um terminal de acesso 1220 pode ser configurado para se comunicar com a macro-rede 1250 ou os femto nós 1210, porém não simultaneamente. Ademais, um terminal de acesso 1220 que é atendido por um femto nó 1210 pode não estar em um estado de handover suave com a macro- rede 12 50.
[00147] Em alguns aspectos, um terminal de acesso 1220 pode ser configurado para se conectar a um femto nó preferido (por exemplo, o femto nó doméstico do terminal de acesso 1220) sempre que tal conectividade for possivel. Por exemplo, sempre que o terminal de acesso 1220 estiver dentro da residência do usuário 1230, pode ser desejado que o terminal de acesso 1220 se comunique apenas com o femto nó doméstico 1210.
[00148] Em alguns aspectos, se o terminal de acesso 1220 operar dentro da rede macro-celular 1250, porém não estiver em sua rede mais preferida (por exemplo, como definido em uma lista de mobilidade preferida), o terminal de acesso 1220 pode continuar a buscar a rede mais preferida (por exemplo, o femto nó preferido 1210) utilizando um "Better Sistema Reselection" ("BSR"), que pode envolver uma verificação periódica de sistemas disponíveis para determinar se os melhores sistemas estão atualmente disponíveis, e tentativas subsequentes de se associar a tais sistemas preferidos. Com a entrada de aquisição, o terminal de acesso 1220 pode limitar a busca à banda e canal específicos. Por exemplo, a busca pelo sistema mais preferido pode ser periodicamente repetida. Mediante a descoberta de um femto nó preferido 1210, o terminal de acesso 1220 seleciona o femto nó 1210 para se situar dentro de sua área de cobertura.
[00149] Os ensinamentos aqui podem ser empregados em um sistema de comunicação de acesso múltiplo sem fio que sustenta simultaneamente a comunicação de múltiplos terminais de acesso sem fio. Como mencionado acima, cada terminal pode se comunicar com uma ou mais estações base através de transmissões sobre os links direto e reverso. O link direto (ou downlink) se refere ao link de comunicação das estações base até os terminais, e o link reverso (ou uplink) se refere ao link de comunicação dos terminais até as estações de base. Esse link de comunicação pode ser estabelecido através de um sistema de única entrada e única saida, um sistema de múltiplas entradas e múltiplas saidas ("MIMO"), ou algum outro tipo de sistema.
[00150] Um sistema MIMO emprega múltiplas (Nr) antenas de transmissão e múltiplas antenas de recepção (NR) para a transmissão de dados. Um canal MIMO formado pelas antenas de transmissão Nr e recepção NR pode ser decomposto em canais independentes Ns, que também são referidos como canais espaciais, onde . Cada canal independente Ns corresponde a uma dimensão. O sistema MIMO pode fornecer desempenho aprimorado (por exemplo, maior capacidade de transmissão e/ou maior confiabilidade) se as dimensionalidades adicionais criadas pelas múltiplas antenas de transmissão e recepção forem utilizadas.
[00151] Um sistema MIMO pode sustentar o duplex por divisão de tempo ("TDD") e duplex por divisão de frequência ("FDD"). Em um sistema TDD, as transmissões de link direto e reverso estado sobre a mesma região de frequência de modo que o principio de reciprocidade permita a estimativa do canal de link direto a partir do canal de link reverso. Isso permite que o ponto de acesso extraia o ganho de formação-transmissão de feixe no link direto quando múltiplas antenas estiverem disponíveis no ponto de acesso.
[00152] Os ensinamentos aqui podem ser incorporados em um nó (por exemplo, um dispositivo) que emprega vários componentes para se comunicar com ao menos um outro nó. A Figura 13 mostra diversos componentes exemplificativos que podem ser empregados para facilitar a comunicação entre os nós. Especificamente, a Figura 13 ilustra um dispositivo sem fio 1310 (por exemplo, um ponto de acesso) e um dispositivo sem fio 1350 (por exemplo, um terminal de acesso) de um sistema MIMO 1300. No dispositivo 1310, os dados de tráfego de inúmeros fluxos de dados são fornecidos a partir de uma fonte de dados 1312 a urn processador de dados de transmissão ("TX") 1314.
[00153] Em alguns aspectos, cada fluxo de dados é transmitido através de uma respectiva antena de transmissão. O processador de dados TX 1314 formata, codifica, e intercala os dados de tráfego de cada fluxo de dados com base em um esquema de codificação particular selecionado para aquele fluxo de dados de modo a fornecer dados codificados.
[00154] Os dados codificados de cada fluxo de dados podem ser multiplexados com dados piloto utilizando técnicas OFDM. Os dados piloto são tipicamente um padrão de dados conhecido que é processado de maneira conhecida e podem ser usados no sistema receptor para estimar a resposta de canal. Os dados piloto e codificados multiplexados de cada fluxo de dados são então modulados (ou seja, mapeados por simbolo) com base em um esquema de modulação particular (por exemplo, BPSK, QSPK, M-PSK ou M- QAM) selecionado para aquele fluxo de dados de modo a fornecer simbolos de modulação. A taxa de dados, codificação, e modulação de cada fluxo de fados pode ser determinada por instruções realizadas por um processador 1330. Uma memória de dados 1332 pode armazenar código de programa, dados, e outras informações usadas pelo processador 1330 ou outros componentes do dispositivo 1310.
[00155] Os simbolos de modulação de todos os fluxos de dados são então fornecidos a um processador TX MIMO 1320, que pode processar adicionalmente os simbolos de modulação (por exemplo, for OFDM). O processador TX MIMO 1320 fornece então fluxos de símbolo de modulação NT aos transceptores NT ("XCVR") 1322A a 1322T. Em alguns aspectos, o processador TX MIMO 1320 aplica pesos de formação de feixe aos símbolos dos fluxos de dados e à antena a partir da qual o símbolo está sendo transmitido.
[00156] Cada transceptor 1322 recebe e processa um respectivo fluxo de símbolos para fornecer um ou mais sinais analógicos, e condiciona adicionalmente (por exemplo, amplifica, filtra, e converte ascendentemente) os sinais analógicos para fornecer um sinal modulado adequado para transmissão através do canal MIMO. Os sinais modulados NT de transceptores 1322A a 1322T são então transmitidos a partir de antenas NT 1324A a 1324T, respectivamente.
[00157] No dispositivo 1350, os sinais modulados transmitidos são recebidos por antenas NR 1352A a 1352R e o sinal recebido de cada antena 1352 é fornecido a um respectivo transceptor ("XCVR") 1354A a 1354R. Cada transceptor 1354 condiciona (por exemplo, filtra, amplifica, e converte descendentemente) um respectivo sinal recebido, digitaliza o sinal condicionado para fornecer amostras, e adicionalmente processa as amostras para fornecer um fluxo de símbolos "recebidos" correspondente.
[00158] Um processador de dados de recepção ("RX") 1360 então recebe e processa os fluxos de símbolos recebidos NR de transceptores NR 1354 com base em uma técnica de processamento de receptor particular para fornecer fluxos de símbolos "detectados" NT. O processador de dados RX 1360 então demodula, desintercala, e decodifica cada fluxo de símbolos detectado para recuperar os dados de tráfego do fluxo de dados. O processamento pelo processador de dados RX 1360 é complementar àquele realizado pelo processador TX MIMO 1320 e o processador de dados TX 1314 no dispositivo 1310.
[00159] Um processador 1370 determina periodicamente qual matriz de pré-codificação deve ser utilizada (discutido abaixo). O processador 1370 formula uma mensagem de link reverso que compreende uma porção de indice de matriz e uma porção de valor de classificação. Uma memória de dados 1372 pode armazenar código de programa, dados, e outras informações usadas pelo processador 1370 ou outros componentes do dispositivo 1350.
[00160] A mensagem de link reverso pode compreender vários tipos de informações referentes ao link de comunicação e/ou ao fluxo de dados recebidos. A mensagem de link reverso é então processada por um processador de dados TX 1338, que também recebe dados de tráfego de inúmeros fluxos de dados de uma fonte de dados 1336, modulados por um modulador 1380, condicionado pelos transceptores 1354A a 1354R, e transmitidos novamente ao dispositivo 1310.
[00161] No dispositivo 1310, os sinais modulados do dispositivo 1350 são recebidos pelas antenas 1324, condicionados pelos transceptores 1322, demodulados por um demodulador ("DEMOD") 1340, e processados por um processador de dados RX 1342 para extrair a mensagem de link reverso transmitida pelo dispositivo 1350. O processador 1330 então determina qual matriz de pré- codificação deve ser utilizada para determinar os pesos de formação de feixe e então processa a mensagem extraida.
[00162] A Figura 13 também ilustra os componentes de comunicação que podem incluir um ou mais componentes que realizam operações de controle de potência como ensinado aqui. Por exemplo, um componente de controle de potência 1390 pode cooperar com o processador 1330 e/ou outros componentes do dispositivo 1310 para enviar/receber sinais a/de outro dispositivo (por exemplo, dispositivo 1350) como ensinado aqui. Similarmente, um componente de controle de potência 1392 pode cooperar com o processador 1370 e/ou outros componentes do dispositivo 1350 para enviar/receber sinais a/de outro dispositivo (por exemplo, dispositivo 1310) . Deve ser avaliado que para cada dispositivo 1310 e 1350 a funcionalidade de dois ou mais componentes descritos pode ser fornecida por um único componente. Por exemplo, um único componente de processamento pode fornecer a funcionalidade do componente de controle de potência 1390 e do processador 1330 e um único componente de processamento pode fornecer a funcionalidade do componente de controle de potência 1392 e o processador 1370.
[00163] Os ensinamentos aqui podem ser incorporados em vários tipos de sistemas de comunicação e/ou componentes de sistema. Em alguns aspectos, os ensinamentos aqui podem ser empregados em um sistema de acesso múltiplo capaz de sustentar a comunicação com múltiplos usuários compartilhando os recursos de sistema disponíveis (por exemplo, especificando uma ou mais more entre a largura de banda, potência de transmissão, codificação, intercalação, e assim por diante). Por exemplo, os ensinamentos aqui podem ser aplicados a qualquer uma ou combinações das seguintes tecnologias: sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Código ("CDMA"), CDMA de Múltipla Portadora ("MCCDMA"), CDMA de Banda Larga ("W-CDMA"), sistemas de Acesso de Pacotes de Alta Velocidade ("HSPA," "HSPA+"), sistemas de Acesso de Pacotes de Downlink de Alta Velocidade ("HSDPA"), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo ("TDMA"), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Frequência ("FDMA"), sistemas de FDMA de Única Portadora ("SC-FDMA"), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Frequência Ortogonal ("OFDMA"), ou outras técnicas de acesso múltiplo. Um sistema de comunicação sem fio que emprega os ensinamentos aqui pode ser designado para implementar um ou mais padrões, como IS-95, cdma2000, IS-856, W-CDMA, TDSCDMA, e outros padrões. Uma rede CDMA pode implementar uma tecnologia de rádio como Acesso Terrestre via Rádio Universal ("UTRA)", cdma2000, ou alguma outra tecnologia. UTRA inclui W-CDMA e Baixa Taxa de Chip ("LCR"). A tecnologia cdma2000 cobre os padrões IS-2000, IS-95 e IS- 856. Uma rede TDMA pode implementar uma tecnologia de rádio como Sistema Global de Comunicação Móvel ("GSM"). Uma rede OFDMA pode implementar uma tecnologia de rádio como UTRA Evoluido ("E-UTRA"), IEEE 802.11, IEEE 802.16, IEEE 802.20, Flash-OFDM®, etc. UTRA, E-UTRA, e GSM fazem parte do Sistema Universal de Telecomunicações Móveis("UMTS"). Os ensinamentos aqui podem ser implementados em um sistema de Evolução a Longo Prazo 3GPP ("LTE"), um sistema de Banda Larga Ultra-Móvel ("UMB") sistema, e outros tipos de sistemas. LTE is a versão de UMTS que utiliza E-UTRA. Embora alguns aspectos da descrição possam ser descritos utilizando a terminologia 3GPP, deve ser entendido que os ensinamentos aqui podem ser aplicados à tecnologia 3GPP (Rel99, Rel5, Rel6, Rel7), bem como tecnologia 3GPP2 (IxRTT, lxEV-DO RelO, RevA, RevB) e outras tecnologias.
[00164] Os ensinamentos aqui podem ser incorporados (por exemplo, implementados ou realizados) em uma variedade de aparelhos (por exemplo, nós). Por exemplo, um nó de acesso como discutido acima pode ser configurado ou referido como um ponto de acesso ("AP"), estação base ("BS"), Nó B, controlador de rede via rádio ("RNC"), eNó B, controlador de estação base ("BSC"), estação de transceptor de base ("BTS"), função de transceptor ("TF"), roteador de rádio, transceptor de rádio, conjunto de serviços básicos ("BSS"), conjunto de serviços estendidos ("ESS"), estação base de rádio ("RBS"), um femto nó, uma pico-nó, ou alguma outra terminologia.
[00165] Ademais, um terminal de acesso como discutido acima pode ser referido como uma estação móvel, equipamento de usuário, unidade de assinante, estação de assinante, estação remota, terminal remoto, terminal de usuário, agente de usuário, ou dispositivo de usuário. Em algumas implementações tal nó pode consistir em, ser implementado dentro, ou incluir um telefone celular, um telefone sem fio, um telefone de Protocolo de Iniciação de Sessão ("SIP"), uma estação de circuito local sem fio ("WLL"), um assistente digital pessoal ("PDA"), um dispositivo portátil que possui capacidade de conexão sem fio, ou algum outro dispositivo de processamento adequado conectado a um modem sem fio.
[00166] Consequentemente, um ou mais aspectos ensinados aqui podem consistir em, ser implementados no, ou incluir uma variedade de tipos de aparelhos. Tal aparelho pode compreender um telefone (por exemplo, um telefone celular ou smartphone), um computador (por exemplo, um laptop), um a dispositivo de comunicação portátil, um dispositivo de computação portátil (por exemplo, um assistente de dados pessoal), um dispositivo de entretenimento (por exemplo, um dispositivo de música ou video, ou um rádio satélite), um dispositivo de sistema de posicionamento global, ou qualquer outro dispositivo adequado que é configurado para se comunicar através de um meio sem fio.
[00167] Como mencionado acima, em alguns aspectos um nó sem fio pode compreender um nó de acesso (por exemplo, um ponto de acesso) de um sistema de comunicação. Tal nó de acesso pode fornecer, por exemplo, conectividade a uma rede (por exemplo, uma rede remota como a Internet ou uma rede celular) através de um link de comunicação com fio ou sem fio. Consequentemente, o nó de acesso pode permitir que outro nó (por exemplo, um terminal de acesso) acesse a rede ou alguma outra funcionalidade. Ademais, deve ser avaliado que um ou ambos os nós podem ser portáteis ou, em alguns casos, relativamente não-portáteis. Também, deve ser avaliado que um nó sem fio (por exemplo, um dispositivo sem fio) também pode ser capaz de transmitir e/ou receber informações de maneira não sem fio com uma interface de comunicação adequada (por exemplo, através de uma conexão com fio).
[00168] Um nó sem fio pode se comunicar através de um ou mais links de comunicação sem fio que são baseados em ou, de outro modo, sustentam qualquer tecnologia de comunicação sem fio adequada. Por exemplo, em alguns aspectos um nó sem fio pode se associar a uma rede. Em alguns aspectos a rede pode compreender uma rede local ou uma rede remota. Um dispositivo sem fio pode sustentar ou, de outro modo, utilizar uma ou mais entre uma variedade de tecnologias de comunicação sem fio, protocolos, ou padrões como aqueles discutidos aqui (por exemplo, CDMA, TDMA, OFDM, OFDMA, WiMAX, Wi-Fi, e assim por diante). Similarmente, um nó sem fio pode sustentar ou, de outro modo, utilizar uma ou mais entre uma variedade de esquemas de modulação ou multiplexação correspondentes. Um nó sem fio pode incluir, desse modo, componentes adequados (por exemplo, interfaces aéreas) para estabelecer e se comunicar através de um ou mais links de comunicação sem fio utilizando essas e outras tecnologias de comunicação sem fio. Por exemplo, um nó sem fio pode compreender um transceptor sem fio com componentes transmissores e receptores associados que podem incluir vários componentes (por exemplo, geradores de sinal e processadores de sinal) que facilitam a comunicação através de um meio sem fio.
[00169] Os componentes descritos aqui podem ser implementados em uma variedade de maneiras.
[00170] Com referência às Figuras 14 a 15, os aparelhos 1400 a 1500 são representados como uma série de blocos funcionais inter-relacionados. Em alguns aspectos a funcionalidade desses blocos pode ser implementada como um sistema de processamento que inclui um ou mais componentes processadores. Em alguns aspectos a funcionalidade desses blocos pode ser implementada utilizando, por exemplo, ao menos uma porção de um ou mais circuitos integrados (por exemplo, um ASIC). Como discutido acima, um circuito integrado pode incluir um processador, software, outros componentes relacionados, ou alguma combinação desses. A funcionalidade desses blocos também pode ser implementada de alguma outra maneira como ensinado aqui.
[00171] Os aparelhos 1400 a 1500 podem incluir um ou mais módulos que podem realizar uma ou mais funções descritas acima em relação a várias figuras. Por exemplo, meios para determinação de intensidade máxima de sinal recebidol402 podem corresponder, por exemplo, a um determinante de intensidade de sinal recebido como discutido acima. Meios para determinação de intensidade de sinal recebido total 1404 podem corresponder, por exemplo, a um determinante de intensidade de sinal total como discutido acima. Meios para determinação de potência de transmissão 1406 podem corresponder, por exemplo, a um controlador de potência de transmissão como discutido acima. Meios para recepção 1502 podem corresponder, por exemplo, a um receptor como discutido acima. Meios para identificação 1504 podem corresponder, por exemplo, a um controlador de potência de transmissão como discutido acima. Meios para transmissão 1506 podem corresponder, por exemplo, a um transmissor como discutido acima.
[00172] Deve ser entendido que qualquer referência a um elemento aqui utilizando uma designação como "primeiro", "segundo", e assim por diante geralmente não limita a quantidade ou ordem desses elementos. De preferência, essas designações podem ser usadas aqui como um método conveniente de distinguir entre dois ou mais elementos ou instâncias de um elemento. Assim, uma referência ao primeiro e segundo elementos não significa que apenas dois elementos podem ser empregados ou que o primeiro elemento deve preceder do segundo elemento de alguma maneira. Também, exceto onde estabelecido em contrário, um conjunto de elementos pode compreender um ou mais elementos.
[00173] Os elementos versados na técnica poderiam entender que as informações e sinais podem ser representados utilizando qualquer uma entre uma variedade de tecnologias e técnicas diferentes. Por exemplo, dados, instruções, comandos, informações, sinais, bits, simbolos, e chips que podem ser referidos ao longo da descrição acima podem ser representados por voltagens, correntes, ondas eletromagnéticas, campos ou partículas magnéticas, campos ou partículas ópticas, ou qualquer combinação desses.
[00174] Os elementos versados na técnica poderiam avaliar ainda que qualquer um dos vários blocos lógicos, módulos, processadores, meio, circuitos, e etapas de algoritmo ilustrativos descritos em conjunto com os aspectos descritos aqui podem ser implementados como hardware eletrônico (por exemplo, uma implementação digital, uma implementação analógica, ou uma combinação das duas, que pode ser designado utilizando codificação de fonte ou alguma outra técnica), várias formas de instruções que incorporam código de programa ou projeto (que podem ser referidas aqui, para conveniência, como "software" ou um "módulo de software"), ou combinações desses. Para ilustrar claramente essa intercambialidade de hardware e software, vários componentes, blocos, módulos, circuitos ilustrativos, e etapas foram descritos acima geralmente em termos de sua funcionalidade. Se tal funcionalidade for implementada como hardware ou software depende da aplicação particular e restrições de desenho impostas sobre o sistema total. Os versados na técnica podem implementar a funcionalidade descrita de várias maneiras para cada aplicação particular, porém tais decisões de implementação não devem ser interpretadas como causando um desvio do escopo da presente descrição.
[00175] Os vários blocos lógicos, módulos, e circuitos ilustrativos descritos em conjunto com os aspectos descritos aqui podem ser implementados ou realizados por um circuito integrado ("IC"), um terminal de acesso, ou um ponto de acesso. O IC pode compreender um processador de uso geral, um processador de sinal digital (DSP), um circuito integrado especifico (ASIC), um arranjo de portas programáveis em campo (FPGA) ou outro dispositivo lógico programável, porta discreta ou lógica de transistor, componentes de hardware discreto, componentes elétricos, componentes ópticos, componentes mecânicos, ou qualquer combinação desses projetada para realizar as funções descritas aqui, e podem executar códigos ou instruções que residem dentro do IC, fora do IC, ou ambos. Um processador de uso geral pode ser um microprocessador, porém alternativamente, o processador pode ser qualquer processador, controlador, micro-controlador, ou máquina de estado convencional. Um processador também pode ser implementado como uma combinação de dispositivos de computação, por exemplo, uma combinação de um DSP e um microprocessador, uma pluralidade de microprocessadores, um ou mais microprocessadores em conjunto com um núcleo DSP, ou qualquer outra tal confiquração.
[00176] Deve ser entendido que qualquer ordem especifica ou hierarquia de etapas em qualquer processo descrito é um exemplo de uma abordagem exemplificativa. Com base nas preferências de desenho, deve ser entendido que a ordem especifica ou hierarquia de etapas nos processos pode ser rearranjada enquanto permanece dentro do escopo da presente descrição. As reivindicações do método em anexo apresentam elementos das várias etapas em uma ordem exemplificativa, não pretendem ser limitadas à ordem especifica ou hierarquia apresentada.
[00177] As funções descritas podem ser implementadas em hardware, software, firmware, ou qualquer combinação desses. Se implementadas em software, as funções podem ser armazenadas ou transmitidos como uma ou mais instruções ou código em um meio legivel de computador. O meio legivel de computador inclui tanto meio de armazenamento de computador como meio de comunicação que inclui qualquer meio que facilita a transferência de um programa de computador de um lugar para outro. Um meio de armazenamento pode ser qualquer meio disponível que pode ser acessado por um computador. A titulo de exemplo, e sem caráter limitativo, tal meio legivel de computador pode compreender RAM, ROM, EEPROM, CD-ROM ou outro armazenamento de disco óptico, armazenamento de disco magnético ou outros dispositivos de armazenamento magnético, ou qualquer outro meio que pode ser usado para realizar ou armazenar código de programa desejado sob a forma de instruções ou estruturas de dados que podem ser acessadas por um computador. Também, qualquer conexão é adequadamente designada um meio legivel de computador. Por exemplo, se o software for transmitido a partir de um site da web, servidor, ou outra fonte remota utilizando um cabo coaxial, cabo de fibra óptica, par trançado, linha de assinante digital (DSL), ou tecnologias sem fui como infravermelho, rádio, e micro-onda, então o cabo coaxial, cabo de fibra óptica, par trançado, DSL, ou tecnologias sem fio como infravermelho, rádio, e micro-onda são incluidas na definição de meio. Disco e disquete, como usado aqui, inclui disco compacto (CD), disco a laser, disco óptico, disco versátil digital (DVD), disco flexivel e disco blu- ray onde os discos geralmente reproduzem dados magneticamente, enquanto os discos reproduzem dados opticamente com lasers. As combinações desses também devem ser incluidas dentro do escopo de meio legivel de computador. Em suma, deve ser avaliado que um meio legivel de computador pode ser implementado em qualquer produto de programa de computador adequado. A descrição anterior dos aspectos descritos é fornecida para permitir que qualquer elemento versado na técnica faça ou utilize a presente descrição. Várias modificações nesses aspectos tornar-se-ão óbvias para os elementos versados na técnica, e os princípios genéricos definidos aqui podem ser aplicados a outros aspectos sem que se abandone o escopo da descrição. Assim, a presente descrição não se limita aos aspectos mostrados aqui, porém deve estar de acordo com o escopo mais amplo compatível com os novos princípios e características descritos aqui.

Claims (11)

1. Método (300) para comunicação sem fio realizado em um femto nó, caracterizado pelo fato de que compreende: determinar (306) uma intensidade de sinal máxima recebida de um melhor macro nó de acesso, em que o melhor macro nó de acesso é aquele a partir do qual a intensidade de sinal recebido de um sinal piloto, Ecp, é mais alta; determinar (308) uma intensidade de sinal recebido total, Io; e determinar (312) um valor de potência de transmissão com base na intensidade de sinal máxima recebida determinada do melhor macro nó de acesso e da intensidade de sinal recebido total, e adicionalmente com base em uma perda de percurso do femto nó em um terminal de acesso doméstico; em que o valor da potência de transmissão compreende um valor máximo da potência de transmissão mantendo uma Ecp/Io minima requerida para um macro terminal de acesso.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor da potência de transmissão compreende um valor da potência de transmissão de enlace descendente de uma estação base.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente limitar o valor da potência de transmissão com base nos limites predefinidos.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor da potência de transmissão compreende um primeiro valor da potência de transmissão máximo preliminar, o método compreendendo adicionalmente: determinar pelo menos um outro valor da potência de transmissão máximo preliminar; e determinar um valor máximo da potência de transmissão com base em um minimo do primeiro e de pelo menos um outro valor da potência de transmissão máximo preliminar.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor da potência de transmissão é determinado para um femto nó ou um pico nó.
6. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente: - determinar se um nó está dentro de uma área de cobertura de um nó de acesso para o qual o valor da potência de transmissão é determinado; e ajustar o valor da potência de transmissão determinado com base na determinação de se o nó está dentro da área de cobertura.
7. Aparelho (200) para comunicação sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende: - meios (228) para determinar uma intensidade máxima de sinal recebida de um melhor macro nó de acesso, em que o melhor macro nó de acesso é aquele a partir do qual a intensidade de sinal recebido de um sinal piloto, Ecp, é mais alta; - meios (230) para determinar uma intensidade de sinal recebido total, Io; e meios (208) para determinar um valor da potência de transmissão com base na intensidade de sinal máxima recebida determinada do melhor macro nó de acesso e da intensidade de sinal recebido total, e adicionalmente com base em uma perda de percurso de um femto nó (200) em um terminal de acesso doméstico; em que o valor da potência de transmissão compreende um valor máximo da potência de transmissão mantendo uma Ecp/Io minima requerida para um macro terminal de acesso.
8. Aparelho, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o valor da potência de transmissão compreende um valor da potência de transmissão de enlace descendente para uma estação base.
9. Aparelho, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente meios para limitar o valor da potência de transmissão com base nos limites predefinidos.
10. Aparelho, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o valor da potência de transmissão compreende um primeiro valor de potência de transmissão máximo preliminar, o aparelho compreendendo adicionalmente: - meios para determinar pelo menos um outro valor de potência de transmissão máximo preliminar; e meios para determinar um valor máximo de potência de transmissão com base em um minimo do primeiro e de pelo menos um outro valor máximo de potência de transmissão preliminar.
11. Memória legivel por computador, caracterizada pelo fato de que contém gravado na mesma o método conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 6.
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