BRPI1011369B1 - Método, estação de tratamento e montagem para tratar um material plano a ser tratado - Google Patents

Método, estação de tratamento e montagem para tratar um material plano a ser tratado Download PDF

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MÉTODO, ESTAÇÃO DE TRATAMENTO E MONTAGEM PARA TRATAR UM MATERIAL PLANO A SER TRATADO
A invenção se refere a um método, a uma estação de tratamento e a uma montagem para tratar um material plano a ser tratado. Particularmente, a invenção se refere a tais métodos, estações de tratamento e montagens que permitem um tratamento de material a ser tratado com uma superfície sensível ou uma pluralidade de superfícies sensíveis. A invenção também se refere aos tais métodos, estações de tratamento e montagens nos quais contato entre uma região útil do material a ser tratado e elementos fixos pode ser reduzido.
Ao processar material plano a ser tratado, tal como, por exemplo, placas de circuito na indústria de placas de circuito, o material a ser tratado é normalmente tratado em uma linha de processamento químico a úmido. Para remover o líquido de tratamento, tal como uma substância química de processo ou água, os assim chamados rolos de passe podem ser utilizados. Tais rolos podem, por exemplo, ser usados para acumular líquido de tratamento para tratamento de imersão em uma estação de tratamento, conforme revelado em DE 43 37 988 Al. Para aperfeiçoar a troca de material na superfície do substrato, bicos podem ser usados para fazer com que um fluido flua sobre a superfície do material a ser tratado.
A Figura 18 é uma vista esquemática de uma estação de tratamento 200 na qual o nível de líquido do líquido de tratamento é superior a um plano de transporte do material a ser tratado 203, de modo que o material a ser tratado 203 pode ser transportado imerso. O material a ser tratado 203
2/78 é transportado em uma direção de transporte horizontal 204 através da estação de tratamento. Para transporte do material a ser tratado, pares de rolos 211 a 216 são providos os quais se apoiam contra as superfícies do
material a ser tratado 203 voltadas para cima e/ou para
baixo, para transportar o material a ser tratado. Para
evitar o escapamento de líquido de tratamento, um
recipiente interno 201 é provido no qual o líquido de
tratamento é acumulado até o nível superior (não mostrado). O recipiente interno 201 é encerrado por um recipiente externo 202 de modo que o recipiente externo 202 coleta o líquido de tratamento que transborda do recipiente interno 201. A partir do líquido de tratamento 208 coletado no recipiente externo 202, o qual tem um nível 209 no recipiente externo, o líquido de tratamento é bombeado por uma bomba 210 de volta para dentro do recipiente interno 201. O líquido de tratamento pode ser descarregado por intermédio de bicos de fluxo 2 06, 207 ou um membro de tratamento adicional de volta para dentro do recipiente interno 201.
Para acumular o líquido de tratamento no recipiente interno 201, são usados pares dos assim chamados rolos de passe 213, 215 na região de influxo e na região de escoamento do recipiente interno 201. Os pares de rolos de passe 213, 215 podem, por exemplo, ter uma superfície periférica cilíndrica. Se os rolos de passe 213a, 213b do par 213 e os rolos de passe do par de rolos 215 se apoiarem contra o material a ser tratado 203, a seção transversal livre através da qual o líquido de tratamento pode escapar a partir do recipiente interno 201 é restrita. Mediante
3/78 ajuste correspondente da taxa de fornecimento da bomba 210, um nível desejado de líquido de tratamento no recipiente interno 201 pode ser estabelecido. Pares de rolos adicionais, tais como os pares de rolos 211, 212, 214 e 216 na região de influxo ou região de escoamento da estação de tratamento também podem atuar como rolos de passe.
Se o material a ser tratado 203 tem uma ou mais superfícies sensíveis, contudo, o contato direto entre os pares de rolos de passe 213, 215 e o material a ser tratado 203, o qual está sobre a largura total nos rolos de passe convencionais, isto é, a extensão inteira transversalmente a direção de transporte 204, do material a ser tratado 203, pode causar dano à superfície do material a ser tratado 203. Dano às superfícies do material a ser tratado 203 pode, por exemplo, ser causado pela pressão de superfície ou partículas que aderem às superfícies dos rolos de passe 213, 215 e irregularidades da superfície. Além disso, na região dos bicos de fluxo 206, 207 ele pode causar deflexões indesejáveis do material a ser tratado 203, por exemplo, como resultado das condições de fluxo na estação de tratamento. As deflexões podem trazer o material a ser tratado 203 para contato com outros elementos da estação de tratamento.
O objetivo da invenção é o de prover um método, uma estação de tratamento e uma montagem para tratar um material plano a ser tratado no qual o risco de dano às superfícies sensíveis do material a ser tratado pode ser reduzido. O objetivo da invenção também é o de prover um método para produzir placas de circuito, nas quais o risco de dano às regiões de superfícies sensíveis da placa de
4/78 circuito pode ser reduzido.
De acordo com a invenção, o objetivo é alcançado por intermédio de um método, uma estação de tratamento e uma montagem para tratar um material plano a ser tratado conforme exposto nas reivindicações independentes. As reivindicações dependentes definem modalidades preferidas e vantajosas da invenção.
De acordo com um aspecto, é provido um método para tratar um material plano a ser tratado que é transportado através de uma montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido do material a ser tratado. O material a ser tratado é submetido em uma estação de tratamento da montagem a um líquido de tratamento que cobre o material a ser tratado. Na estação de tratamento, um rolo com uma superfície de rolo é posicionado de tal modo que a superfície de rolo é espaçada pelo menos a partir - de uma região útil do material a ser tratado que se estende continuamente entre as regiões de borda do material a ser tratado, de modo que uma folga permanece entre a superfície de rolo e a região útil do material a ser tratado. A superfície de rolo é disposta ao menos parcialmente no líquido de tratamento. 0 rolo é acionado giratoriamente de modo que na folga uma velocidade relativa é produzida entre a superfície de rolo e uma superfície do material a ser tratado.
O risco de dano à superfície do material a ser tratado pode ser reduzido por intermédio do método, uma vez que uma folga é provida que se estende entre o rolo e a região útil do material a ser tratado. Em uma modalidade, o rolo pode ser separado do material inteiro a ser tratado. Por
5/78 intermédio da velocidade relativa nos lados opostos da folga, a troca de material em uma superfície do material a ser tratado pode ser promovida e/ou um escapamento do líquido de tratamento através da folga pode ser reduzido.
A folga que permanece entre a superfície do rolo e a região útil do material a ser tratado pode ser predeterminada pela geometria da montagem ou pode resultar do equilíbrio de forças, particularmente, para o material a ser tratado tendo baixa rigidez inerente.
A parte da superfície de rolo que é separada da superfície do material a ser tratado pela altura da folga, pode se deslocar em uma velocidade que difere em orientação e/ou valor de uma velocidade de transporte do material a ser tratado.
O rolo pode ser acionado de modo que a parte da superfície de rolo definindo a folga se desloque em uma direção oposta a uma direção de transporte do material a ser tratado. Como resultado, uma velocidade relativa pode ser implementada na folga, sem que o rolo tenha que ser girado em uma alta velocidade rotacional.
O rolo é arranjado vantajosamente de modo que o seu eixo rotacional é paralelo a um plano de transporte do material a ser tratado.
O rolo pode ser acionado de modo que um valor de uma velocidade circunferencial da superfície de rolo seja diferente de um valor da velocidade de transporte de um material a ser tratado e, particularmente, seja maior do que o valor da velocidade de transporte. Nesse caso, a ' parte da superfície de rolo que é separada da superfície do j material a ser tratado pela altura da folga pode se í
6/78 deslocar na direção de transporte do material a ser tratado.
O líquido de tratamento pode ser removido do rolo por intermédio de um dispositivo de remoção. O dispositivo de remoção pode ser ajustado para estabelecer uma quantidade de líquido de tratamento que é removida do rolo. Dessa maneira, a extensão da troca de material produzida pelo rolo e/ou até qual grau de escapamento de líquido através da folga é reduzido pode ser controlada.
O dispositivo de remoção pode ser disposto de modo que ele esteja a uma distância constante a partir da superfície de rolo. Como resultado, um efeito uniforme pode ser obtido na direção axial por intermédio do rolo. O espaçamento entre o dispositivo de remoção e a superfície de rolo pode ser ajustável. Por exemplo, o dispositivo de remoção pode ser configurado como uma tira que se estende paralela ao eixo do rolo e pode ser posicionada em diferentes distâncias a partir da superfície do rolo.
O rolo pode ser provido como um membro de tratamento na estação de tratamento. Isso possibilita prover o rolo, por exemplo, em vez de um bico de fluxo. Por intermédio do uso do rolo como um membro de tratamento, pode ser produzida uma estação de tratamento de pequenas dimensões. Consequentemente, uma economia de custo pode ser obtida. Além disso, as forças atuando sobre o material a ser tratado podem ser reduzidas. Custos de energia podem ser reduzidos. Além disso, a preservação do banho de tratamento pode ser obtida.
Se o rolo for usado como um membro de tratamento, a altura mínima da folga entre a superfície do rolo e a
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região útil do material a ser tratado pode ser inferior a 1 mm, particularmente menos do que 0,7 mm, particularmente menos do que 0,5 mm. A altura mínima da folga pode ser de pelo menos 0,05 mm, particularmente de pelo menos 0,07 mm, particularmente de pelo menos 0,0 9 mm. A altura de folga mínima também pode ser maior do que os valores de limite anteriormente mencionados, mas tipicamente deve ser inferior a 10,0 mm.
O rolo pode ser arranjado de modo que por intermédio 10 da velocidade relativa entre a superfície do rolo e a superfície do material a ser tratado uma troca de material seja aumentada em uma superfície do material a ser tratado. Particularmente, o rolo pode ser arranjado de modo que pela rotação do rolo é produzido um efeito sobre o líquido de 15 tratamento na superfície e/ou nos furos do material a ser tratado.
Em lados opostos do rolo na direção de transporte, o líquido de tratamento pode entrar em contato com o rolo, até um nível de operação da estação de tratamento. O rolo 20 também pode ser disposto completamente abaixo do nível de operação da estação de tratamento. Isso permite o uso do rolo como um membro de tratamento em uma porção da estação de tratamento a qual pode estar separada da região de
influxo e da região de escoamento.
25 0 rolo também pode ser provido em uma região de
influxo ou em uma região de escoamento da estação de
tratamento. Por exemplo, o rolo pode ser provido nas proximidades de uma borda de um recipiente interno da estação de tratamento. A superfície de rolo forma nesse 30 caso uma superfície de retenção para reter o líquido de
8/78 tratamento. 0 escapamento do líquido de tratamento através da folga pode ser reduzido pelo movimento relativo na folga.
Se a superfície de rolo serve como uma superfície de retenção, a altura mínima da folga entre a superfície do rolo e a região útil do material a ser tratado pode ser inferior a 1 mm, particularmente inferior a 0,7 mm, particularmente inferior a 0,5 mm. A altura mínima da folga pode ser de pelo menos 0,05 mm, particularmente de ao menos 0,07 mm, particularmente de ao menos 0,09 mm.
Um rolo adicional tendo uma superfície de rolo adicional pode ser posicionado de modo que uma folga adicional permaneça entre a região útil do material a ser tratado e a superfície de rolo adicional. O rolo e o rolo adicional podem ser dispostos em lados opostos de um plano de transporte do material a ser tratado. Por exemplo, o rolo e o rolo adicional podem ser dispostos de modo que seus eixos estejam dispostos em posições que são idênticas na direção de transporte. Em modalidades adicionais, os eixos do rolo e do rolo adjacente podem ser separados na direção de transporte. Através da provisão do rolo adjacente, o tratamento do material a ser tratado pode ser adicionalmente aperfeiçoado e/ou o escapamento de líquido de tratamento pode ser adicionalmente reduzido.
rolo adicional pode ser acionado giratoriamente de modo que a velocidade de uma parte da superfície de rolo adicional que forma uma borda da folga adicional, é orientada na direção de transporte. O valor da velocidade circunferencial do rolo adicional pode ser igual ao valor da velocidade de transporte ± 20%. Como resultado, o
9/78 transporte do material a ser tratado com baixa rigidez inerente pode ser vantajosamente influenciado.
O rolo adicional pode ser acionado giratoriamente de modo que o rolo e o rolo adicional giram na mesma direção.
De acordo com um aspecto adicional, é provida uma estação de tratamento para tratar um material plano a ser tratado para uma montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido do material a ser tratado. A estação de tratamento é projetada de modo que durante a operação um líquido de tratamento cobre o material a ser tratado. A estação de tratamento compreende um rolo com uma superfície de rolo que é arranjada de modo que a superfície do rolo é separada de ao menos uma região útil do material a ser tratado que se estende continuamente entre as regiões de borda do material a ser tratado, de modo que uma folga permanece entre a superfície de rolo e a região útil do material a ser tratado. O rolo é arranjado adicionalmente de modo que a superfície do rolo é arranjada ao menos parcialmente no líquido de tratamento. Um dispositivo de acionamento é projetado para acionar o rolo giratoriamente de modo que na folga uma velocidade relativa é produzida entre a superfície do rolo e a superfície do material a ser tratado.
O risco de dano à superfície do material a ser tratado pode ser reduzido na estação de tratamento uma vez que uma folga é provida que se estende entre o rolo e a região útil do material a ser tratado. Em uma modalidade, o rolo pode ser separado do material inteiro a ser tratado. Por intermédio da velocidade relativa nas bordas opostas da folga, a troca de material pode ser promovida em uma
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superfície do material a ser tratado e/ou um escapamento do líquido de tratamento através da folga pode ser reduzido.
O dispositivo de acionamento pode ser projetado para acionar o rolo giratoriamente de modo que a parte da 5 superfície do rolo definindo a folga se desloca na direção oposta à direção de transporte do material a ser tratado.
O dispositivo de acionamento pode ser projetado para acionar o rolo giratoriamente de modo que um valor absoluto de uma velocidade circunferencial da superfície do rolo é 10 diferente de um valor absoluto da velocidade de transporte do material a ser tratado e, particularmente, é maior do que o valor absoluto da velocidade de transporte.
O rolo é arranjado vantajosamente de modo que seu eixo de rotação é paralelo a um plano de transporte do material 15 a ser tratado.
A estação de tratamento pode compreender um dispositivo de remoção, particularmente um dispositivo de remoção que é ajustável em relação ao rolo, para remover o líquido de tratamento a partir do rolo.
0 O rolo pode ser provido como um membro de tratamento na estação de tratamento. Em lados opostos do rolo na direção de transporte, o líquido de tratamento pode entrar em contato com o rolo até um nível de operação da estação de tratamento, ou o rolo pode ser arranjado completamente 25 abaixo do nível de operação da estação de tratamento.
O rolo pode ser provido em uma região de influxo ou em uma região de escoamento da estação de tratamento, a superfície do rolo sendo configurada como uma superfície de retenção para reter o líquido de tratamento. O rolo pode, 30 por exemplo, ser provido em uma borda de uma região interna
11/78 da estação de tratamento.
A estação de tratamento pode compreender um rolo adicional com uma superfície de rolo adicional, a qual é posicionada de modo que uma folga adicional permanece entre a região útil do material a ser tratado e a superfície do rolo adicional. O rolo e o rolo adicional podem ser arranjados em lados opostos de um plano de transporte do material a ser tratado.
O dispositivo de acionamento pode ser projetado para acionar o rolo adicional giratoriamente de modo que uma porção da superfície de rolo adicional, que forma uma borda da folga adicional, gira na direção de transporte. A velocidade circunferencial do rolo adicional pode ser igual à velocidade de transporte.
O dispositivo de acionamento pode ser projetado para acionar o rolo adicional giratoriamente de modo que o rolo adicional e o rolo giram na mesma direção.
A estação de tratamento pode ser projetada de modo que ela é projetada para realizar o método de acordo com qualquer uma das modalidades reveladas ou das modalidades exemplares.
A estação de tratamento pode compreender ainda vários elementos de transporte para transportar o material a ser tratado o qual, por exemplo, quais podem ser configurados como rolos de transporte ou roletes de transporte.
Os efeitos das modalidades da estação de tratamento correspondem aos efeitos das modalidades correspondentes do método.
De acordo com um aspecto adicional, uma montagem para tratar um material plano a ser tratado é provida a qual
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compreende a estação de tratamento de acordo com uma modalidade ou de acordo com uma modalidade exemplar.
De acordo com um aspecto adicional, é provido um método para produzir uma placa de circuito no qual um material a ser tratado para produzir a placa de circuito pelo método é tratado de acordo com uma modalidade ou de acordo com uma modalidade exemplar.
As modalidades da invenção possibilitam remover ou manter à distância um líquido de tratamento a partir do material a ser tratado em uma montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido de um material a ser tratado ou promover a troca de material na superfície do material a ser tratado, em uma montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido de um material a ser tratado. Assim, uma superfície de rolo pode ser disposta separada de uma região útil de um material a ser tratado de modo que uma folga seja formada para reduzir ou para evitar o contato direto da região útil com um elemento fixo.
Modalidades da invenção podem ser usadas, particularmente, nas montagens na qual o material plano a ser tratado com uma superfície sensível é transportado em um plano de transporte horizontal ou substancialmente em um plano de transporte horizontal. Contudo, as modalidades não são restritas a esse campo de aplicação.
A invenção é descrita em mais detalhe em seguida com referência às modalidades preferidas ou vantajosas e mediante referência aos desenhos anexos, nos quais:
A Figura 1 é uma vista esquemática frontal de um dispositivo para remover ou manter à distância o líquido de \ s
0 tratamento de uma estação de tratamento de acordo com uma í j
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modalidade.
A Figura 2 é uma vista esquemática, lateral
parcialmente secional do dispositivo da Figura 1.
A Figura 3 é uma vista esquemática, lateral
parcialmente secional de um dispositivo para remover o líquido de tratamento de uma estação de tratamento de acordo com uma modalidade adicional.
A Figura 4 é uma vista esquemática, lateral parcialmente secional de uma porção de uma estação de tratamento com uma pluralidade de dispositivos para remover o líquido de tratamento de acordo com uma modalidade.
A Figura 5 é uma vista esquemática, lateral parcialmente secional de uma porção de uma estação de tratamento com uma pluralidade de dispositivos para remover o líquido de tratamento de acordo com uma modalidade adicional.
A Figura 6 é uma vista esquemática, frontal de um dispositivo para remover ou manter à distância o líquido de tratamento de uma estação de tratamento de acordo com uma modalidade adicional.
A Figura 7 é uma vista esquemática, lateral parcialmente secional de um dispositivo para remover líquido de tratamento.
A Figura 8 é uma vista esquemática, lateral parcialmente secional de uma estação de tratamento com dispositivos para remover ou manter â distância o líquido de tratamento de acordo com uma modalidade em uma região de influxo e em uma região de escoamento.
A Figura 9 é uma vista esquemática, lateral parcialmente secional de uma região de escoamento de uma
14/78 estação de tratamento de acordo com uma modalidade adicional.
A Figura 10 é uma vista esquemática, lateral parcialmente secional de uma região de escoamento de uma estação de tratamento de acordo com uma modalidade adicional.
As Figuras 11 a 17 são respectivamente vistas esquemáticas, laterais parcialmente secionais de um membro de tratamento configurado com um rolo de uma estação de tratamento de acordo com modalidades adicionais.
A Figura 18 é uma vista esquemática, lateral parcialmente secional de uma estação de tratamento com pares de rolos de passe.
Informação direcional ou posicionai que se refere ao material a ser tratado é provida em relação à direção de transporte, de acordo com a convenção. A direção a qual, quando transportando o material a ser tratado é paralela e/ou não paralela à direção de transporte, é denotada como longitudinal de transporte em ângulos retos em relação à direção de transporte denotada como a direção latitudinal do material a ser tratado.
Modalidades dos dispositivos e métodos são reveladas nas quais o líquido de tratamento é mantido à distância ou removido de um material a ser tratado e/ou no qual a troca de material é promovida no material a ser tratado. Por líquido de tratamento entende-se qualquer líquido ao qual o material a ser tratado pode ser submetido em uma montagem para tratamento eletrolítico ou químico a úmido, particularmente um tratamento químico de processamento, um
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líquido de enxágue tal como água ou semelhante.
As modalidades são reveladas no contexto de uma montagem para o tratamento de material a ser tratado, na qual o material a ser tratado é transportado em um plano de 5 transporte horizontal. Informação tal como acima do plano de transporte ou abaixo do plano de transporte, superfície superior, superfície inferior, assim como referências à altura ou a um nível de líquido de tratamento e semelhante, consequentemente se referem à direção 10 vertical, desde que não seja indicado de outro modo. Por transporte em um plano de transporte horizontal, pode ser entendido, particularmente, como um transporte de material a ser tratado no qual ao menos três cantos do material a ser tratado estão localizados em um plano horizontal. Isso 15 não exclui o fato de que ao menos uma porção individual ou regiões individuais do material a ser tratado durante o transporte estão localizados fora do plano de transporte, por exemplo, em um material a ser tratado com baixa rigidez inerente.
A Figura 1 é uma vista frontal esquemática de um dispositivo 1 para remover líquido de tratamento a partir de um material a ser tratado 10. A Figura 2 é uma vista lateral esquemática do dispositivo 1 ao longo da direção denotada na Figura 1 por II a II. O plano de corte da vista 25 lateral parcialmente secional é um plano vertical, o qual cruza o plano de transporte ao longo de uma linha na qual uma região útil do material a ser tratado é transportada.
O dispositivo 1 compreende um rolo 2 e um rolo adicional 3, os quais são arranjados em lados opostos de um 30 plano de transporte para o material a ser tratado 10, de
16/78 tal modo que o material a ser tratado 10 é transportado entre o rolo 2 e o rolo adicional 3. O dispositivo 1 pode, por exemplo, ser usado como um par de rolos de passe 213 ou 215 na estação de tratamento 200 da Figura 18.
O rolo 2 tem uma superfície de rolo 4 configurada como uma superfície de retenção para reter o líquido de tratamento, o qual é provido como uma porção deslocada da superfície periférica do rolo 2. O rolo 2 é posicionado em relação a um percurso de transporte do material a ser tratado 10, de modo que uma folga 8 permanece entre a superfície de retenção 4 e o material a ser tratado 10, quando o material a ser tratado 10 é transportado além do rolo 2. A porção formando a superfície de retenção 4 da superfície periférica do rolo 2 pode ser configurada substancialmente de forma cilíndrica.
O rolo adicional 3 tem uma superfície de rolo adicional 14 configurada como uma superfície de retenção para reter o líquido de tratamento que é provido como uma porção deslocada da superfície periférica do rolo 3. O rolo adicional 3 é posicionado em relação ao percurso de transporte do material a ser tratado 10, de modo que uma folga 18 permanece entre a superfície de retenção adicional 14 e o material a ser tratado 10, quando o material a ser tratado 10 é transportado além do rolo 3. A porção da superfície periférica do rolo 3 formando a superfície de retenção adicional 14 pode ser configurada substancialmente de forma cilíndrica.
Devido às folgas 8, 18 que são formadas pelo arranjo e modelo do rolo 2 e do rolo adicional 3, uma região útil 11 do material a ser tratado 10 que se estende sobre uma parte
17/78 grande da direção de largura do material a ser tratado 10, não entra em contato com os elementos fixos do dispositivo
1. O risco de dano às superfícies do material a ser tratado 10 na região útil 11 pode ser reduzido dessa maneira.
Devido ao formato cilíndrico da superfície de retenção e da superfície de retenção adicional 14, as folgas 8, 18 têm uma altura de folga e/ou altura livre que pode ser alterada na direção de transporte 20 do material a ser tratado 10. Uma altura mínima de folga 9, 19 das folgas 8, 18 é determinada por aqueles pontos das superfícies de
retenção 4, 14 que estão na distância mais curta a partir
da superfície do material a ser tratado 10 oposta ao rolo
respectivo 2 e/ou 3 .
Mesmo se as folgas 8, 18 permitirem a passagem de
líquido de tratamento, o líquido de tratamento pode ser
removido do material a ser tratado 10 por intermédio do dispositivo 1. Particularmente, por intermédio do afilamento das folgas 8, 18 até a altura mínima de folga 9, 19, o dispositivo 1 pode causar uma perda de pressão que pode levar aos níveis variáveis de líquido de tratamento nos dois lados opostos do rolo 2 na direção de transporte 20 .
A Figura 2 mostra esquematicamente um líquido de tratamento 21 o qual é acumulado em um lado do rolo 2 até um nível 22, e uma camada de líquido de tratamento 23 permanecendo após mover o material a ser tratado 10 além do dispositivo 1, o qual tem um nível inferior 24. O dispositivo 1 pode, particularmente, ser projetado de modo que o líquido de tratamento 21 seja acumulado em um lado dos rolos 2, 3 (na Figura 2 no lado esquerdo dos rolos 2,
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3) por intermédio da superfície de retenção 4 e da superfície de retenção adicional 14 até um nível 22 o qual, diretamente na superfície de retenção 4, é mais alto do que a altura mínima de folga 9 da folga 8 e do que a altura mínima de folga 19, da folga 18, em cada caso medida a partir da borda inferior da folga correspondente 8, 18 na posição com a altura de folga mínima.
Conforme será explicado em mais detalhe com referência às Figuras 3-6, 9 e 10, o líquido de tratamento 23 ainda permanecendo no material a ser tratado após deslocamento do material a ser tratado 10 além das superfícies de retenção 4, 14 pode ser removido de uma maneira adequada, por exemplo, ao se fazer com que o fluido flua para sobre o material a ser tratado.
Os rolos 2, 3 do dispositivo 1 podem não apenas ser projetados para remover o líquido a partir do material a ser tratado 10, mas também para transportar o material a ser tratado 10. Com essa finalidade, em suas duas extremidades axiais o rolo 2 pode ter porções de borda em relevo 5, 6 as quais são apoiadas contra uma região de borda 12 do material a ser tratado 10, quando o material a ser tratado é deslocado além dos rolos 2, 3. As porções de borda em relevo 5, 6 podem ser acionadas em rotação, para transportar o material a ser tratado 10. Para o acionamento rotacional das porções de borda 5, 6 um eixo 7 é provido o qual quando utilizando o dispositivo 1 é montado giratoriamente em uma montagem de tratamento para o material a ser tratado 10. Mediante giro das porções de borda 5, 6 em uma direção rotacional 25, o material a ser tratado 10 pode ser transportado mais além.
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Consequentemente, o rolo 3 em suas duas extremidades axiais pode ter porções de borda em relevo 15, 16, as quais se apoiam contra uma região de borda 12 do material a ser tratado 10, quando o material a ser tratado é movido além dos rolos 2, 3. As porções de borda em relevo 15, 16 podem ser acionadas em rotação para transportar o material a ser tratado 10. Para o acionamento rotacional das porções de borda 15, 16, é provido um eixo 17 o qual, quando utilizando o dispositivo 1, é montado giratoriamente em uma montagem de tratamento para o material a ser tratado 10. Mediante giro das porções de borda 15, 16 em uma direção rotacional 26, o material a ser tratado 10 pode ser transportado mais além.
As porções de borda 5, 6 e/ou as porções de borda 15, 16 podem formar uma conexão de fricção e/ou uma conexão positiva com o material a ser tratado 10 para transportar um material a ser tratado. Por exemplo, nas porções de borda 5, 6 e/ou nas porções de borda 15, 16, podem ser formadas projeções que engatam em recessos correspondentes do material a ser tratado 10 para transportar o material a ser tratado 10.
No rolo 2, as porções de borda em relevo 5, 6 atuam como porções de transporte, as quais podem ser acopladas ao material a ser tratado 10 para transporte do material a ser tratado 10. A superfície de retenção 4 é deslocada em relação às porções de borda 5, 6. 0 relevo e/ou o raio maior das porções de borda 5, 6 em comparação com o raio da superfície de retenção 4, determina a altura mínima de folga 9. Consequentemente, no rolo 3 as porções de borda em relevo 15, 16 atuam como porções de transporte que podem
20/78 ser acopladas ao material a ser tratado 10 para transporte do material a ser tratado 10. A superfície de retenção 14 é deslocada em relação às porções de borda 15, 16. O relevo e/ou o raio maior das porções de borda 15, 16 em comparação com o raio da superfície de retenção 14 determina a altura mínima de folga 19.
Os raios das porções de borda e da superfície de retenção podem ser selecionados de modo a serem adequados para o campo de aplicação desejado. Por exemplo, o raio da porção do rolo 2, 3 formando a superfície de retenção pode ser inferior ao raio das porções de borda do rolo 2, 3 que são usadas como porções de transporte em menos do que 1 mm, particularmente em menos do que 0,7 mm, particularmente em menos do que 0,5 mm. O raio da porção do rolo 2, 3 formando a superfície de retenção pode ser menor do que o raio das porções de borda do rolo 2, 3 que são usadas como porções de transporte em pelo menos 0,05 mm, particularmente em ao menos 0,07 mm, particularmente em pelo menos 0,09 mm.
Adicionalmente, o eixo 7 do rolo 2 e/ou o eixo 17 do rolo adicional 3 podem ser montados com um mancai de altura ajustável de tal modo que um espaçamento do eixo 7 a
partir da superfície superior do material a ser tratado 10
e/ou um espaçamento do eixo 17 a partir da superfície
inferior do material a ser tratado 10 pode ser
estabelecido.
0 rolo 2 e o rolo adicional podem ser projetados de
modo que quando girando as porções de borda 5, 6 e/ou 15,
servindo como porções de transporte, as superfícies restantes 4 e/ou 14 do rolo respectivo também giram na mesma direção com as porções de transporte do rolo
21/78 respectivo. Com essa finalidade, o rolo 2 e/ou o rolo 3, por exemplo, podem ser projetados de modo que ambas as porções de transporte e a superfície de retenção são configuradas na sua superfície fixamente em termos de rotação em relação umas às outras. Como a parte 4 e/ou 14 da superfície de rolo, a qual é separada da região útil 11 do material a ser tratado 10 e define a folga 8 e/ou a folga 18, é deslocada em relação às porções de transporte 5, 6 ou 15, 16, a superfície de rolo do rolo 2, 3 tem uma velocidade circunferencial que é diferente da velocidade de transporte do material a ser tratado 10. Alternativamente, contudo, as porções de transporte podem ser providas de modo a serem giratórias em relação ã superfície de retenção, conforme será explicado em mais detalhe com referência à Figura 8.
Em uma modalidade, as porções de transporte podem ser providas para serem giratórias em relação à superfície de retenção. Uma velocidade angular da superfície de retenção
pode ser selecionada dependendo de uma velocidade angular
das porções de transporte, um raio das porções de
transporte e um raio da porção do rolo formando a
superfície de retenção.
Várias modificações do dispositivo 1 podem ser implementadas em modalidades adicionais.
Embora, por exemplo, os rolos 2, 3 do dispositivo 1 tenham em suas extremidades axiais porções em relevo 5, 6, 15, 16 mais do que duas porções em relevo também podem ser providas em qualquer um do rolo 2 ou do rolo adicional 3. As porções em relevo adicionais podem assim, particularmente, ser arranjadas no rolo 2 e/ou no rolo
22/78 adicional 3 de modo que elas entram em contato com o material a ser tratado 10 nas regiões de superfície onde tal contato mecânico não é crucial. Por exemplo, as regiões de superfície do material a ser tratado que se estendem na 5 direção longitudinal do material a ser tratado 10 podem ser suportadas pelas porções em relevo adicionais do rolo 2 e/ou do rolo adicional 3, se em um dos lados do material a ser tratado tal contato não for crucial. A ação de suporte adicional que é efetuada pelas porções em relevo adicionais 10 pode reduzir o risco de contato indesejado do material a ser tratado 10 em sua região útil.
Embora no dispositivo 1, as superfícies de retenção 4, que formam uma folga com uma superfície do material a ser tratado, sejam providas tanto acima como abaixo do 15 plano de transporte, em um dispositivo de acordo com uma modalidade adicional uma superfície de retenção pode ser provida apenas em um lado, e a qual forma uma folga com uma superfície do material a ser tratado. Por exemplo, tal superfície de retenção de formação de folga pode ser arranjada apenas no lado superior ou apenas no lado inferior do plano de transporte. No lado oposto, por exemplo, um rolo pode ser provido o qual tem um diâmetro substancialmente uniforme. A superfície de retenção de formação de folga provida no outro lado pode levar a uma 25 redução das forças exercidas sobre as superfícies do material a ser tratado, para reduzir o risco de dano às superfícies.
Em uma modalidade adicional, uma superfície periférica de um rolo com um diâmetro que é constante, isto é, o qual 30 não varia na direção axial do rolo, também pode servir como
23/78 uma superfície de retenção que define uma folga entre a superfície de retenção e a superfície do material a ser tratado. O modelo da folga, particularmente a altura mínima da folga, pode ser feito ajustável, por intermédio do rolo sendo montado por um mancai, o qual é de altura ajustável em relação ao plano de transporte. Além disso, dois dos tais rolos podem ser providos para remover o líquido no lado superior e no lado inferior do material a ser tratado, uma folga permanecendo a qual é formada entre o rolo correspondente e o material a ser tratado.
A Figura 3 é uma vista lateral esquemática de um dispositivo 31 para remover o líquido de tratamento de acordo com uma modalidade adicional. 0 dispositivo 31 pode ser usado, por exemplo, na região de escoamento da estação de tratamento 200 da Figura 18 em vez do par de rolos de passe 214, 215, 216. Elementos ou equipamento do dispositivo 31, os quais em função e/ou modelo correspondem aos elementos ou equipamentos do dispositivo 1, são providos com os mesmos numerais de referência e não são explicados outra vez em detalhe.
O dispositivo 31 compreende uma superfície de rolo configurada como uma superfície de retenção 4 para reter o líquido. O dispositivo 31 é projetado de modo que a superfície de retenção 4 forma uma folga 8 com a superfície de um material a ser tratado 10 oposta à mesma (na Figura 3 com a superfície superior do material a ser tratado 10). A superfície de retenção 4 é, por exemplo, provida no rolo montado giratoriamente 2. O rolo 2 pode ser projetado como descrito abaixo com referência às Figuras 1 e 2. Particularmente, conforme descrito com referência às
Figuras 1 e 2, a velocidade circunferencial da superfície de rolo na folga 8 pode ser diferente da velocidade de transporte do material a ser tratado 10. A superfície de retenção 4 remove o líquido de tratamento a partir do material a ser tratado 10 transportado além da superfície de retenção 4. Como a folga 8 em uma modalidade permite a passagem do líquido de tratamento, o líquido de tratamento 34 pode ainda estar presente no material a ser tratado 10 após o material a ser tratado ter passado através do rolo 2 com a superfície de retenção 4.
O dispositivo 31 compreende ainda um dispositivo de fluxo 32 com um arranjo de bico. O dispositivo de fluxo 32 na direção de transporte é separado do rolo 2 e da superfície de retenção 4 provida no rolo 2. O dispositivo de fluxo 32 é arranjado a jusante na direção de transporte, isto é, na direção de transporte após o rolo 2 com a superfície de retenção 4. O dispositivo de fluxo 32 é projetado para remover a partir do material a ser tratado 10 uma porção do líquido de tratamento 34 que permanece no material a ser tratado 10 após passar através da folga 8. O dispositivo de fluxo 32 pode, particularmente, ser projetado para remover do material a ser tratado 10 uma grande porção do líquido de tratamento 34 que permanece no material a ser tratado 10 após passar através da folga 8.
O dispositivo de fluxo 32 pode descarregar um fluxo de fluido 33, particularmente um fluxo de gás, por exemplo, um fluxo de ar, para soprar o líquido de tratamento 34 a partir do material a ser tratado 10, ou para remover o líquido de tratamento de outro modo por intermédio do fluxo de fluido 33. O fluxo de fluido 33 pode ter ao menos um
25/78 componente de fluxo na direção da superfície de retenção de formação de folga 4 do dispositivo 31 (na Figura 3 um componente orientado à esquerda). Na superfície de retenção 4, o líquido de tratamento pode fluir para o lado do material a ser tratado.
dispositivo de fluxo também pode ser projetado de modo que o fluxo de fluido 3 3 tem um componente de fluxo que é orientado paralelo ao plano de transporte e transversalmente à direção de transporte 20, isto é, paralelo à direção axial do rolo 2, no qual é formada a superfície de retenção 4. Dessa maneira, o líquido de tratamento 34 pode ser removido do material a ser tratado 10 para o lado.
O dispositivo de fluxo 32 pode se estender por toda a largura do material a ser tratado 10, isto é, pela extensão do material a ser tratado 10 transversalmente à direção de transporte, sobre o material a ser tratado 10. Para a descarga do fluxo de fluido 33, o dispositivo de fluxo 32 pode compreender uma ou mais aberturas de bico. As aberturas de bico podem, por exemplo, ser formadas como uma fenda contínua, uma pluralidade de fendas ou uma pluralidade de furos, os quais são formados na direção latitudinal do material a ser tratado 10 no dispositivo de fluxo 32. O dispositivo de fluxo 32 pode ser projetado de modo que o espaçamento das abertura de bico em relação à superfície do material a ser tratado 10 é substancialmente do mesmo tamanho por toda a largura do material a ser tratado.
O dispositivo de fluxo 32 pode compreender um corpo de canal reto, o qual é orientado paralelo ao plano de
26/78 transporte e transversalmente à direção de transporte 20. O corpo de canal pode ser orientado alternativamente paralelo ao plano de transporte e obliquamente à direção de transporte 20.
Em uma modalidade, o formato do dispositivo de fluxo 32 pode ser tal que uma porção central do dispositivo de fluxo 32 na direção latitudinal do material a ser tratado é arranjada mais próxima da superfície de retenção de formação de folga 4 do que uma porção de borda do dispositivo de fluxo 32. Por exemplo, o dispositivo de fluxo 32 pode ter um formato o qual em uma vista plana a partir de uma direção perpendicular ao plano de transporte (isto é, na Figura 3 quando vista perpendicular a partir de cima sobre o plano de transporte) tem um formato convexo em direção à folga 8 formada pela superfície de retenção 4. Por exemplo, o dispositivo de fluxo 32 em vista plana pode ter um formato de V, as suas pontas apontando para a superfície de retenção 4. Um dispositivo de fluxo assim configurado é projetado para descarregar o fluxo de fluido com um componente de velocidade na direção de uma borda do material a ser tratado, para transportar efetivamente o líquido de tratamento em direção ã borda do material a ser tratado e assim remover o líquido de tratamento.
O dispositivo de fluxo 32 pode ser projetado para descarregar um fluxo de gás, particularmente, um fluxo de ar, o qual flui assim para sobre o material a ser tratado. O dispositivo de fluxo 32 pode ser projetado de modo que uma velocidade de escoamento do fluxo de gás 33 é de ao menos 2 m/segundo, particularmente de ao menos 10 m/segundo, particularmente de ao menos 30 m/segundo.
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O dispositivo de fluxo 32 também pode ser projetado para descarregar um fluxo de líquido e assim fluir sobre o material a ser tratado. 0 dispositivo de fluxo 32 pode ser projetado de modo que uma velocidade de escoamento do fluxo 5 de líquido 33 é de ao menos 0,1 m/segundo, particularmente de ao menos 1 m/segundo, particularmente de ao menos 3 m/segundo.
O dispositivo de fluxo 32 pode ser projetado de modo que uma direção de escoamento do fluxo de fluido 33 pode 10 ser paralela ou oblíqua à superfície do material a ser tratado. Particularmente, o dispositivo de fluxo 32 pode ser configurado de modo que o fluxo de fluido flui para fora das aberturas de bico do dispositivo de fluxo 32 na direção da folga 8 e/ou transversalmente à direção de 15 transporte, em direção a uma borda do material a ser tratado 10. Alternativamente, a direção de escoamento também pode ser dirigida perpendicular à superfície do material a ser tratado 10.
O dispositivo de fluxo 32 pode ser configurado de modo
0 que o fluxo de fluido 33 não passe através da abertura 8, isto é, não entre no líquido de tratamento acumulado no lado oposto da superfície de retenção de formação de folga
4. Dessa maneira, pode ser evitado ou impedido que o fluxo de fluido 33 cause a formação de bolhas no líquido de 25 tratamento 21. Para evitar a passagem do fluxo de fluido 33 através da folga 8, por exemplo, um fluxo de volume ou um ou mais de um fluxo de volume, a velocidade de escoamento, e/ou a direção de escoamento do fluxo de fluido 33 a partir do dispositivo de fluxo 32 podem ser conformemente 30 estabelecidos.
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O dispositivo 31 pode ser projetado de modo que um espaçamento ou os diferentes espaçamentos entre a folga 8 e a abertura de bico e/ou as aberturas de bico do dispositivo de fluxo 32 estejam em no máximo 100 mm e no mínimo em 10 5 mm.
Conforme mostrado na Figura 3, o dispositivo 31 também pode compreender uma superfície de rolo adicional configurada como uma superfície de retenção 14 arranjada abaixo do plano de transporte, a qual pode ser formada em 10 um rolo adicional 3.
Várias modificações do dispositivo 31 podem ser implementadas em modalidades adicionais. Embora, por exemplo, com referência à Figura 3, um dispositivo 31 para remover o líquido de tratamento foi descrito, no qual o 15 dispositivo de fluxo 32 é arranjado a jusante do rolo 2 com a superfície de retenção de formação de folga 4 na direção de transporte do material a ser tratado 10, um dispositivo para manter à distância o líquido de tratamento também podem ser projetado de modo que o dispositivo de fluxo na 20 direção de transporte do material a ser tratado é arranjado na frente da superfície de retenção de formação de folga e/ou a montante da superfície de retenção de formação de folga. Um dispositivo assim formado pode, particularmente, ser usado em uma região de influxo de uma estação de 25 tratamento.
Em um dispositivo para remover ou manter a distância o líquido de tratamento de acordo com uma modalidade adicional, o dispositivo de fluxo 32 pode ser provido alternativamente ou adicionalmente abaixo do plano de 3 0 transporte, para soprar o líquido a partir de um lado
29/78 inferior do material a ser tratado 10 ou de outro modo para remover o líquido a partir do material a ser tratado 10 por intermédio do fluxo de fluido 33 descarregado a partir do dispositivo de fluxo.
Se o dispositivo de fluxo for provido abaixo do plano de transporte, ele pode ser projetado de modo que o fluxo de fluido produzido pelo dispositivo de transporte tenha um componente de velocidade paralela à direção de transporte que é dirigida no sentido contrário à superfície de retenção de formação de folga. Por exemplo, em um dispositivo de fluxo provido em uma região de escoamento de uma estação de tratamento, o fluxo de fluido produzido pelo dispositivo de fluxo pode ter um componente de velocidade orientado na direção de transporte.
Se um dispositivo de fluxo para remover o líquido de tratamento for provido acima do plano de transporte, um elemento de transporte pode ser provido na posição correspondente abaixo do plano de transporte. De uma maneira similar, se um dispositivo de fluxo para remover o líquido de tratamento for provido abaixo do plano de transporte, um elemento de transporte pode ser provido na posição correspondente acima do plano de transporte. O elemento de transporte e o dispositivo de fluxo podem ser arranjados na mesma posição na direção de transporte em lados opostos do plano de transporte.
O elemento de transporte pode, por exemplo, ser projetado para suportar e/ou transportar o material a ser tratado. O elemento de transporte pode ser configurado como um rolo. O rolo pode ter uma superfície de retenção deslocada, mas também pode ter um diâmetro substancialmente
30/78 constante na direção axial. O elemento de transporte também pode ser formado como um eixo de roda, no qual são providas várias rodas. As rodas podem ser projetadas para entrar em contato com o material a ser tratado para transporte do material a ser tratado.
A Figura 4 é uma vista lateral esquemática de uma região de escoamento 41 de uma estação de tratamento. Tal região de escoamento 41 pode ser provida na estação de tratamento 2 00 da Figura 18 em uma extremidade do recipiente interno 201, no qual o material a ser tratado sai da estação de tratamento. Na região de escoamento um material a ser tratado 10 é transportado adicionalmente em uma direção de transporte 2 0 a partir de uma região de tratamento 42 na qual um líquido de tratamento 21 cobre o material a ser tratado.
A região de escoamento 41 compreende uma pluralidade de dispositivos 43, 44 e 45 para remover o líquido de tratamento a partir do material a ser tratado 10. Os dispositivos 43, 44 e 45 para remover o líquido de tratamento são separados entre si na direção de transporte 20, arranjados ao longo de um percurso de transporte do material a ser tratado 10. Cada um dos dispositivos 43, 44 e 45 pode ter uma superfície de retenção que é arranjada em relação ao plano de transporte, de modo que uma folga é formada entre a superfície de retenção e a superfície do material a ser tratado 10 oposta a ela.
Os dispositivos 43, 44 e 45 podem ser formados como dispositivos para remover o líquido de tratamento de acordo com uma modalidade. Em uma modalidade, o dispositivo 43 pode compreender um par de rolos 51, 52 que são arranjados
31/78 de modo que o material a ser tratado 10 pode ser passado entre os mesmos. Em ao menos um dos rolos 51, 52 do dispositivo 43, uma superfície de retenção de formação de folga pode ser formada para reter o líquido de tratamento de modo que uma folga é formada entre a superfície de retenção e a superfície do material a ser tratado 10 oposta à superfície de retenção, quando o material a ser tratado é movido além dos rolos 51, 52. Particularmente, ao menos um dos rolos 51, 52 pode ter regiões de borda em relevo para transportar o material a ser tratado 10 e uma superfície de retenção deslocada provida entre as mesmas. O dispositivo 43 pode, por exemplo, ser configurado da maneira do dispositivo 1 descrito com referência às Figuras 1 e 2. Ao menos o rolo 51, 52 no qual a superfície de retenção de formação de folga é formada, é acionado de modo que a velocidade circunferencial da superfície de rolo na borda da folga, isto é, ao longo da linha na qual a superfície de rolo é separada pela altura mínima de folga a partir do material a ser tratado 10, difere em orientação e/ou valor a partir da velocidade de transporte do material a ser tratado 10.
O dispositivo 44 pode ter um rolo 53 arranjado acima do plano de transporte e um dispositivo de fluxo 54 e um rolo 55 arranjado abaixo do plano de transporte e um dispositivo de fluxo 56. Em ao menos um dos rolos 53, 55 do dispositivo 44, uma superfície de retenção de formação de folga pode ser formada para reter o líquido de tratamento de modo que uma folga seja formada entre a superfície de retenção e a superfície do material a ser tratado 10 oposta à superfície de retenção, quando o material a ser tratado é
32/78 movido além dos rolos 53, 55. Particularmente, ao menos um dos rolos 53, 55 pode ter regiões de borda em relevo para transportar o material a ser tratado 10 e uma superfície de retenção deslocada provida entre as mesmas, conforme explicado com referência às Figuras 1 e 2. Os dispositivos de fluxo 54 e 56 fazem com que um fluxo de fluido 33 flua sobre o material a ser tratado 10, por exemplo, um fluxo de ar, para remover o líquido de tratamento que permanece no material a ser tratado. Com essa finalidade, os fluxos de fluido 33 descarregados pelos dispositivos de fluxo 54 e 56 podem ser direcionados de modo que eles se deslocam e assim removem o líquido de tratamento na direção de uma borda do material a ser tratado.
O dispositivo 45 pode ter um rolo 57 disposto acima do plano de transporte e um dispositivo de fluxo 58 e um rolo 59 arranjados abaixo do plano de transporte e um dispositivo de fluxo 60. Em ao menos um dos rolos 57, 59 do dispositivo 45, uma superfície de retenção de formação de folga para reter o líquido de tratamento pode ser formada de modo que uma folga é formada entre a superfície de retenção e a superfície do material a ser tratado 10 oposta à superfície de retenção, quando o material a ser tratado é deslocado além dos rolos 57, 59. Particularmente, ao menos um dos rolos 57, 59 pode ter regiões de borda em relevo para transportar o material a ser tratado 10 e uma superfície de retenção deslocada provida entre as mesmas, conforme explicado com referência às Figuras 1 e 2. Os dispositivos de fluxo 58 e 60 fazem com que um fluxo de fluido 33 flua para sobre o material a ser tratado 10, por exemplo, um fluxo de ar, para remover o líquido de
33/78 tratamento que permanece no material a ser tratado. Com essa finalidade, os fluxos de fluido 33 descarregados a partir dos dispositivos de fluxo 58 e 60 podem ser dirigidos de modo que eles se deslocam e assim removem o líquido de tratamento na direção de uma borda do material a ser tratado.
Dos rolos 53, 55, 57, 59, ao menos aqueles que formam uma folga entre o rolo correspondente ao material a ser tratado são girados de modo que a velocidade circunferencial do rolo é diferente na folga em valor e/ou orientação da velocidade de transporte do material a ser tratado 10.
As superfícies de retenção de formação de folga dos dispositivos 43, 44 e 45 através das quais passa o material a ser tratado 10 em sucessão, podem ser de modelos diferentes. Por exemplo, as folgas nos dispositivos podem se tornar crescentemente estreitas. Por exemplo, o dispositivo 43 pode ser projetado de modo que uma folga seja formada com uma primeira altura mínima de folga entre a superfície de retenção do dispositivo 43 e a superfície oposta do material a ser tratado 10, enquanto que o dispositivo 44 arranjado a jusante do dispositivo 43 na direção de transporte pode ser projetado de modo que uma folga seja formada com uma segunda altura mínima de folga entre a superfície de retenção do dispositivo 44 e a superfície oposta do material a ser tratado 10. Assim, a segunda altura mínima de folga no dispositivo 44 pode ser menor do que a primeira altura mínima de folga no dispositivo 43, isto é, as folgas na região de escoamento da estação de tratamento a partir de um dispositivo até um
34/78 dispositivo adicional para remover o líquido de tratamento arranjados a jusante na direção de transporte podem ter uma altura inferior.
O dispositivo 43, o qual define a região de tratamento
42, é projetado de modo que uma diferença em níveis 74 do líquido de tratamento é estabelecida entre os lados do rolo que estão opostos entre si na direção de transporte. Na região de tratamento 42, o líquido de tratamento 21 é acumulado até um nível 71, enquanto que na região adjacente no outro lado do rolo 51, o líquido de tratamento é acumulado até um nível 72.
O dispositivo 44, o qual está disposto a jusante do dispositivo 43 na direção de transporte, é projetado de modo que o líquido de tratamento é removido do material a ser tratado 10, quando o material a ser tratado 10 passa através dos rolos 53, 55. 0 líquido de tratamento 73 o qual ainda está presente no material a ser tratado 10 após mover o material a ser tratado passando pelos rolos 53, 55, é ao menos parcialmente removido pelos dispositivos de fluxo 54,
56. Por intermédio do dispositivo 45 que está disposto a jusante do dispositivo 44 na direção de transporte, uma porção adicional do líquido de tratamento pode ser removida do material a ser tratado, o qual após passar através do dispositivo 44 pode estar ainda presente no material a ser tratado 10.:
Por intermédio do uso de uma pluralidade de!
dispositivos para remover o líquido de tratamento, o' líquido de tratamento pode ser removido de forma segura a’ partir do material a ser tratado 10, mesmo quando folgas permanecem entre as superfícies de retenção e o material a
35/78 ser tratado 10.
Entre uma base 46 de um recipiente interno da estação de tratamento e o rolo 52 do dispositivo 43 arranjado abaixo do plano de transporte, é provida uma barreira 47.
Por intermédio da barreira 47, uma diferença em níveis 74 entre os níveis de líquido 71, 72 pode ser estabelecida em ambos os lados do dispositivo 43. Com essa finalidade, aberturas 61, por exemplo, na forma de furos alongados, perfurações ou entalhes são formados na barreira 47. As aberturas 61 podem ser capazes de fechamento, para ajustar o fluxo de líquido através da barreira 47, e assim ajustar a diferença em níveis 74 entre os níveis de líquido 71 e 72.
O nível 72 na região adjacente à região de tratamento
42, é determinado mediante equilíbrio dos fluxos de líquido de tratamento fluindo para dentro e para fora. Para poder ajustar os fluxos e assim o nível 72, entre as barreiras 47, 48 uma ou mais aberturas, por exemplo, furos que podem ser fechados, podem ser providos na base 46. Por intermédio 2 0 de uma escolha adequada das aberturas que são abertas na barreira 47, e as aberturas que são abertas na base 46, um ajuste básico para um nível desejado 72 na região adjacente à região adjacente 42 pode ser selecionado. Adicionalmente, barreiras de transbordamento podem ser providas nos elementos que definem lateralmente a estação de tratamento, por exemplo, nos receptores de mancai que são providos para apoiar os rolos 51, 52, 53 e 55. Quantidades de líquido fluindo adicionalmente para dentro podem ser descarregadas por intermédio das barreiras de transbordamento.
Para equilibrar o fluxo de líquido de tratamento que
36/78 flui para fora da região de tratamento 42, o líquido de tratamento pode ser transportado por uma bomba (não mostrada) para dentro da região de tratamento 42.
Entre a base 4 6 do recipiente interno da estação de tratamento e o rolo 5 5 do dispositivo 44 arranjado abaixo do plano de transporte é provida uma barreira 48. A barreira 48 não tem que ter qualquer abertura que pode ser fechada para ajustar o nível de líquido. A barreira 48 auxilia com a redução do fluxo de líquido de tratamento para longe da região de tratamento.
Em modalidades adicionais, podem ser implementadas modificações na região de escoamento 41. Em uma modalidade, por exemplo, o dispositivo 45 pode ser omitido. Consequentemente, dois dispositivos para remover o líquido 15 de tratamento podem ser providos na região de escoamento.
Ao menos o último desses dispositivos na direção de transporte pode ter um dispositivo de fluxo. O dispositivo de fluxo pode ser provido ao menos acima do plano de transporte.
Em uma modalidade adicional, vários dispositivos para remover líquido podem ser providos os quais têm uma barreira com uma abertura ou uma pluralidade de aberturas para ajustar uma diferença em níveis. A barreira em cada caso tem um modelo como explicado com referência à barreira
47. Em uma modalidade, por exemplo, na região de influxo ou de escoamento, dois dispositivos podem ser providos em cada caso com ao menos um rolo que tem uma superfície de retenção para reter o líquido, o qual forma uma folga com o material a ser tratado guiado passando pela superfície de
0 retenção, em cada um dos dispositivos abaixo do plano de
37/78 transporte uma barreira sendo provida com uma abertura ou uma pluralidade de aberturas, conforme descrito para a barreira 47. Na direção de transporte separada de ambos esses dispositivos, um dispositivo adicional pode ser provido o qual tem um modelo correspondendo ao dispositivo 44. Dessa maneira, por exemplo, em uma região de influxo e de escoamento ao menos duas regiões podem ser formadas com um nível de líquido de tratamento que é inferior em relação ã região de tratamento.
Embora nos dispositivos 43 a 45 para remover líquido em cada caso um rolo seja provido não apenas acima como também abaixo do plano de transporte, o qual forma uma folga com um material a ser tratado guiado passando pelo rolo, em uma modalidade adicional cada um dos dispositivos para remover líquido pode ser configurado de tal modo que uma superfície de retenção é provida apenas no rolo provido acima do plano de transporte, o que deixa uma folga entre a superfície de retenção e o material a ser tratado guiado passando pelo rolo. Os rolos providos abaixo do plano de transporte podem ter um diâmetro uniforme na direção axial dos rolos.
Em uma modalidade, um dos dispositivos de fluxo 54, 56 pode ser substituído por um elemento de transporte. O elemento de transporte pode ser projetado para suportar e/ou transportar o material a ser tratado. O elemento de transporte pode, por exemplo, ser configurado como um rolo ou eixo de roda. Alternativamente ou adicionalmente, um dos dispositivos de fluxo 58, 60 pode ser substituído por um elemento de transporte. 0 elemento de transporte pode ser projetado para suportar e/ou para transportar o material a
38/78 ser tratado. O elemento de transporte pode, por exemplo, ser configurado como um rolo ou como um eixo de roda.
Em uma modalidade, um dos dispositivos de fluxo 56, 60 provido abaixo do plano de transporte pode ser configurado de modo que o fluxo de fluido 33 produzido pelo dispositivo de fluxo 56, 60 tem um componente de velocidade que está voltado na região de escoamento 41 na direção de transporte.
A Figura 5 é uma vista lateral esquemática de uma região de escoamento 81 de uma estação de tratamento. Tal região de escoamento 81 pode ser provida na estação de tratamento 2 00 da Figura 18 em uma extremidade do recipiente interno 201 na qual o material a ser tratado sai do recipiente interno 201. Na região de escoamento um material a ser tratado 10 é transportado adicionalmente em uma direção de transporte 2 0 a partir de uma região de tratamento 82, na qual um líquido de tratamento 21 cobre o material a ser tratado. Elementos ou dispositivos da região de escoamento 81 os quais em suas funções e/ou modelos correspondem aos elementos ou dispositivos da região de escoamento 41, são providos com os mesmos numerais de referência e não são explicados outra vez em detalhe.
Nas estações de tratamento específicas pode ser desejável na região de tratamento 82 estabelecer um nível de líquido relativamente elevado 91. 0 nível de líquido 91 na região de tratamento 82 pode, por exemplo, ser arranjado a pelo menos 15 mm acima do plano de transporte.
A região de escoamento 81 é provida com uma pluralidade de dispositivos 83, e 4 5 para remover ou manter à distância o líquido de tratamento
O dispositivo
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compreende rolos 84, 85 que são arranjados de modo que o material a ser tratado 10 possa ser passado entre os mesmos. Em pelo menos um dos rolos 84, 85 do dispositivo
83, uma superfície de retenção de formação de folga pode ser formada para reter o líquido de tratamento de modo que uma folga seja formada entre a superfície de retenção e a superfície do material a ser tratado 10 oposta à superfície de retenção, quando o material a ser tratado é movido passando pelos rolos 84, 85. Particularmente, ao menos um dos rolos 84, 85 pode ter regiões de borda em relevo para transportar o material a ser tratado 10 e uma superfície de retenção deslocada provida entre as mesmas. O par de rolos
84, 85 pode, por exemplo, ser configurado como no dispositivo 1 explicado com referência às Figuras 1 e 2. Ao menos o rolo 84, 85 no qual a superfície de retenção de formação de folga é formada, é acionado de modo que a velocidade circunferencial da superfície de rolo na folga, isto é, ao longo da linha na qual a superfície do rolo é separada pela altura mínima de folga a partir do material a 20 ser tratado 10, difere da velocidade de transporte do material a ser tratado 10 em orientação e/ou valor.
Para permitir um acúmulo de líquido de tratamento até um nível alto 91, o dispositivo 83 tem um elemento de retenção adicional 86 acima do rolo 84. O elemento de 25 retenção adicional 86 é projetado para contribuir, com um nível de líquido elevado na região de tratamento 82, para o acúmulo do líquido de tratamento, pelo fato de atuar como uma parede para o líquido acumulado. O elemento de retenção adicional 86 pode, por exemplo, ser configurado como um 3 0 rolo o qual é configurado de uma maneira complementar ao
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rolo 84, de modo que os rolos 84, 86 são hermeticamente fechados e permitem apenas uma pequena passagem de líquido ou não permitem qualquer passagem de líquido entre os rolos 84, 86. Outras modalidades do elemento adicional 86 são possíveis, por exemplo, na forma de um pilar.
O dispositivo 83 é projetado de modo que uma diferença em níveis 97 do líquido de tratamento entre o nível 91 na região de tratamento 82 e um nível 92 na região adjacente a ela no outro lado do dispositivo 83 é ajustada e mantida 10 por intermédio do dispositivo 83. 0 dispositivo 44 arranjado a jusante do dispositivo 83 na direção de transporte, remove o líquido de tratamento adicional a partir do material a ser tratado 10 quando esse material a ser tratado passa através do dispositivo 44. Em vez do 15 nível 92, apenas uma quantidade menor de líquido de tratamento 93 é encontrada no material a ser tratado 10, quando o material a ser tratado 10 tiver passado através do par de rolos do dispositivo 44. 0 dispositivo 45 arranjado a jusante do dispositivo 44 na direção de transporte pode 20 remover ainda mais líquido de tratamento a partir do material a ser tratado 10 desde que isso ainda seja exigido após a passagem através do dispositivo 44.
Para ajustar a diferença em níveis 97, aberturas que podem ser fechadas 61 são providas na barreira 47. O nível 25 92 na região adjacente ã região de tratamento 82 é determinado mediante equilíbrio dos fluxos de líquido de tratamento fluindo para dentro e para fora. Para poder ajustar esses fluxos e assim o nível 92, uma ou mais aberturas 96, por exemplo, furos que podem ser fechados, 30 podem ser providos na base 46 entre as barreiras 47, 48.
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Mediante uma escolha adequada de aberturas 61 que são abertas na barreira 47, e as aberturas 96 que são abertas na base 46, um ajuste básico para um nível desejado 92 na região adjacente à região de tratamento 82 pode ser selecionado. Adicionalmente, barreiras de transbordamento podem ser providas nos elementos que definem lateralmente a estação de tratamento, por exemplo, nos receptores de mancai, os quais são providos para apoiar os rolos dos dispositivos 83 e 84. Quantidades de líquidos fluindo adicionalmente para dentro podem ser descarregados por intermédio das barreiras de transbordamento.
Para equilibrar o fluxo de líquido de tratamento fluindo para fora da região de tratamento 82, um fluxo 95 do líquido de tratamento é transportado por uma bomba 84 para dentro da região de tratamento 82.
Embora com referência às Figuras 4 e 5 modalidades das regiões de escoamento de uma estação de tratamento tenham sido descritas, dispositivos para remover ou manter à distância ao líquido de tratamento podem consequentemente, ser providas em uma região de influxo de uma estação de tratamento. Particularmente, na região de influxo, vários dispositivos também podem ser providos separados uns dos outros na direção de transporte para remover ou manter a distância ao líquido de tratamento, para impedir que o líquido de tratamento flua para sobre o material a ser tratado, antes de o material a ser tratado ser alimentado na região de influxo para dentro da estação de tratamento.
modelo da superfície de retenção de formação de folga pode ser selecionado de uma maneira apropriada dependendo dos campos específicos de aplicação.
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A Figura 6 é uma vista frontal esquemática de um dispositivo 101 para remover ou manter ã distância o líquido de tratamento de acordo com uma modalidade adicional.
O dispositivo 101 compreende um rolo 102 e um rolo
adicional 103 . 0 rolo 102 e o rolo adicional 103 são
dispostos de que um material a ser tratado 10 pode ser
transportado entre os rolos 102 e 103. Uma superfície
periférica do rolo 102 tem uma superfície de retenção 104 que é configurada para reter o líquido de tratamento. O rolo 102 com a superfície de retenção 104 é configurado de modo que uma folga 8 permanece entre a superfície de retenção 104 do rolo 102 e uma superfície do material a ser tratado 10 oposta à superfície de retenção, quando o material a ser tratado 10 é movido passando pelo rolo 102. As porções de extremidades axiais 105 do rolo 102 são configuradas com um diâmetro menor do que a porção central do rolo 102 definindo a superfície de retenção 104, para atuar como porções de transporte para o transporte do material a ser tratado 10 se o material a ser tratado for retido em suas bordas longitudinais pelos trilhos de retenção.
Uma superfície periférica do rolo adicional 103 tem uma superfície de retenção adicional 106 que é configurada para reter o líquido de tratamento. O rolo adicional 103 com a superfície de retenção adicional 106 é projetado de modo que uma folga 18 permanece entre a superfície de retenção adicional 106 do rolo adicional 103, e uma superfície do material a ser tratado 10 oposta a esse rolo, quando o material a ser tratado 10 é movido passando pelo
43/78 rolo adicional 103 . Porções de extremidades axiais 107 do rolo adicional 103 são configuradas com um diâmetro menor do que a porção central do rolo adicional 103 definindo a superfície de retenção adicional 106, para atuar como porções de transporte para transportar o material a ser tratado 10, se o material a ser tratado for retido em suas bordas longitudinais pelos trilhos de retenção.
Nas bordas longitudinais do material a ser tratado 10, trilhos de retenção 108, 109 são providos os quais retêm o material a ser tratado para transporte do material a ser tratado 10. Tais trilhos de retenção 108, 109 podem, particularmente, ser usados para transportar o material a ser tratado com baixa rigidez inerente, para proporcionar estabilidade adicional ao material a ser tratado. O rolo 102 e rolo adicional 103 do dispositivo 101 são projetados de modo que suas porções de extremidades axiais 105, 107 com um diâmetro menor se apoiam contra os trilhos de retenção 108, 10 9. Mediante giro do rolo 102 e do rolo adicional 103, o material a ser tratado 10 pode ser transportado adicionalmente por intermédio dos trilhos de retenção 108, 109.
No dispositivo 101, as superfícies de retenção 104, 106 dos rolos 102, 103 são deslocadas em relação à porção de transporte provida na extremidade axial dos rolos 102, 103, de modo que folgas 8, 18 são formadas com a altura de folga mínima desejada entre as superfícies de retenção 104, 106 e as superfícies do material a ser tratado 10 opostas ãs superfícies de retenção, quando o material a ser tratado 10 é movido passando pelas superfícies de retenção 104, 106.
No dispositivo 101, os rolos 102, 103 não entram
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diretamente em contato com o material a ser tratado 10. 0 transporte do material a ser tratado 10 ocorre por intermédio de um acoplamento das porções de transporte 105, 107 com os trilhos de retenção 108, 109 no qual o material a ser tratado 10 é retido.
No dispositivo 101 a superfície de rolo do rolo 102 definindo a folga 8 em um lado, que forma a superfície de retenção 104, tem uma velocidade circunferencial que é inferior à velocidade de transporte do material a ser 10 tratado 10. A superfície de rolo do rolo 103 definindo a folga 18 em um lado, a qual é formada pela superfície de retenção 106, tem uma velocidade circunferencial que é inferior à velocidade de transporte do material a ser tratado 10.
Em uma modificação do dispositivo 101, os rolos 102,
103 podem ser configurados de modo que eles entram em contato com o material a ser tratado 10 em uma região de borda adjacente aos trilhos de retenção 108, 109 para transportar o material a ser tratado. Com essa finalidade, nos rolos 102, 103 podem ser providas porções de transporte em relevo as quais entram em contato com o material a ser tratado adjacente aos trilhos de retenção 108, 109. Os rolos 102, 103 podem ser adicionalmente projetados de modo que entre os rolos 102, 103 e os trilhos de retenção 108,
109 também é formada uma folga para deslocamento do líquido. Com essa finalidade, recessos ou ranhuras correspondentemente recuados em relação às porções de transporte dos rolos para comprimir o líquido a partir dos trilhos de retenção podem ser providos nos rolos 102, 103.
A folga formada entre os rolos e os trilhos de retenção
45/78 pode ter uma altura mínima de folga que pode ser inferior a 1 mm, particularmente inferior a 0,7 mm, particularmente inferior a 0,5 mm. A folga formada entre os rolos e os trilhos de retenção pode ter uma altura mínima de folga que pode ser de ao menos 0,05 mm, particularmente de ao menos 0,07 mm, particularmente de ao menos 0,09 mm.
O dispositivo 101 para comprimir o líquido a partir do material retido a ser tratado também pode compreender um dispositivo de fluxo. O dispositivo de fluxo pode ser configurado conforme explicado com referência à Figura 3. O dispositivo de fluxo pode ser projetado, particularmente, de modo que o fluxo de fluido descarregado a partir do dispositivo de fluxo também remove o líquido de tratamento a partir dos trilhos de retenção.
Nos trilhos de retenção 108, 109, furos diretos podem ser providos os quais permitem a passagem do líquido através dos trilhos de retenção transversalmente à direção de transporte.
Os rolos 102, 103 podem ser projetados para exercer uma força sobre os trilhos de retenção 108, 109 providos em ao menos uma das bordas longitudinais, com um componente de força que está no plano de transporte e é orientado transversalmente à direção de transporte. A força pode ser orientada de modo que os trilhos de retenção 108, 109 providos nas bordas longitudinais opostas podem ser forçados a se separar para prender o material a ser tratado 10 transversalmente à direção de transporte. Com essa finalidade, por exemplo, o trilho(s) de retenção 108 e/ou 109 em pelo menos uma borda longitudinal do material a ser tratado pode ter um ou mais eletroímãs, particularmente
eletroímãs permanentes. O rolo 102 provido acima do plano de transporte e/ou o rolo 104 provido abaixo do plano de transporte podem ter um eletroímã ou uma pluralidade de eletroímãs, para exercer força eletromagnética sobre o trilho de retenção. A força pode ser orientada de modo que os trilhos de retenção sejam forçados a se separar de uma maneira resiliente nas bordas longitudinais opostas do material a ser tratado 10.
A Figura 7 é uma vista lateral esquemática de um dispositivo 111 para remover ou manter à distância o líquido de tratamento. No dispositivo 111 as superfícies de retenção não são providas em um rolo giratoriamente montado. De acordo com uma modalidade, o dispositivo 111 pode ser provido em uma estação de tratamento em combinação com um rolo com o modelo revelado com referência às Figuras 1 a 6 .
O dispositivo 111 compreende dois elementos substancialmente cubóides
112, 113 os quais podem ser usados como insertos em uma montagem para tratar um material a ser tratado 10.
inserto 112 é arranjado acima do plano de transporte, e o inserto 113 é arranjado abaixo do plano de transporte. Uma superfície dos insertos 112,
113 serve como uma superfície de retenção a qual retém o líquido de tratamento.
Os insertos 112, 113 do dispositivo 111 são arranjados em relação a um percurso de transporte do material a ser tratado 10, de modo que entre uma superfície superior do material a ser tratado 10 e uma superfície lateral 114 do!
inserto 112 voltada para a superfície superior, permanecei uma folga 115 se o material a ser tratado 10 for guiado| ã
47/78 passando pelo dispositivo 111, e em que uma folga 118 permanece entre a superfície inferior do material a ser tratado 10 e uma superfície lateral 117 do inserto 113 voltada para a superfície inferior, quando o material a ser tratado 10 é guiado passando pelo dispositivo 111. A superfície lateral 114 do inserto 112 e a superfície lateral 117 do inserto 117 podem ter um modelo plano, de modo que as folgas 115 e 118 se estendem na direção de transporte com uma altura de folga uniforme.
Os insertos 112, 113 do dispositivo 111 têm uma região de influxo aberta oposta à direção de transporte 20, o qual é formado por chanfraduras 116, 119 nos insertos 112, 113. Tal região de influxo pode, por exemplo, ser usada para guiar o material a ser tratado com baixa rigidez inerente, por exemplo, películas.
O dispositivo 111 compreendendo os insertos 112, 113 pode ser usado para acumular o líquido de tratamento 21 em uma montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido do material a ser tratado 10. Se o material a ser tratado 10 for guiado passando pelos insertos 112, 113 a partir de uma região de tratamento arranjada em um primeiro lado (esquerdo na Figura 7) dos insertos, no qual o líquido de tratamento 21 é acumulado até um nível 121, uma camada do líquido de tratamento de uma profundidade menor 122 permanece sobre o material a ser tratado 10.
Os insertos 112, 113 podem ser configurados de uma maneira adequada de acordo com as condições estruturais da montagem na qual o dispositivo 111 é usado. Por exemplo, os insertos 112, 113 podem ser projetados de modo que as folgas 115, 118 na direção de transporte 20 são tão longas quanto
48/78 possível.
Os insertos 112, 113 podem ser montados fixamente em termos de rotação na montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido. Os insertos 112, 113 na montagem, particularmente, podem ser fixados em uma posição que é fixa na direção de transporte. Os insertos 112, 113 podem ser fixados de modo que eles sejam móveis verticalmente em relação uns aos outros.
Em uma modificação do dispositivo 111, um inserto cubóide é provido acima do plano de transporte enquanto que abaixo do plano de transporte é provido um rolo para transporte do material a ser tratado. O inserto cubóide pode, por exemplo, ter o mesmo modelo que a inserção 112 do dispositivo 111.
A Figura 8 é uma vista lateral esquemática de uma estação de tratamento 131 na qual em uma região de influxo um par de rolos 132, 133 é provido e em uma região de escoamento é provido um par adicional de rolos 134, 135. 0 rolo 132 na região de influxo é arranjado acima do plano de transporte e o rolo 133 na região de influxo é arranjado abaixo do plano de transporte de um material a ser tratado
10. O rolo 134 na região de escoamento é arranjado acima do plano de transporte e o rolo 135 na região de escoamento é arranjado abaixo do plano de transporte de um material a ser tratado 10. Por intermédio dos pares de rolos, o líquido de tratamento 21 na estação de tratamento 131 é;
acumulado até um nível 136.
Cada um dos rolos 132 a 135 tem em suas extremidadesΐ axiais porções de transporte na forma de porções em relevoj §
0 5, 15, para o transporte do material a ser tratado. EntreÈ
49/78 as porções de transporte providas nas extremidades, uma superfície de retenção 4, 14 com um diâmetro menor é formada. Conforme explicado com referência às Figuras 1 e 2, a superfície dos rolos formados como uma superfície de retenção 4, 14 forma uma folga com o material a ser tratado guiado passando pelos rolos, que se estende na direção latitudinal do material a ser tratado.
As diferentes porções do rolo 132 na região de influxo são acionadas giratoriamente de modo que as porções de transporte 5 e a superfície de retenção 4 arranjada entre o rolo 132 provido acima do plano de transporte giram na mesma direção. As porções diferentes do rolo 133 na região de influxo são acionadas de forma giratória de modo que as porções de transporte 15 e a superfície de retenção 14 arranjada entre o rolo 133 provido abaixo do plano de transporte giram na mesma direção. A direção de rotação 141 das porções de transporte 5 do rolo 132 provida acima do plano de transporte é selecionada de modo que as porções de transporte 5 em seus pontos de contato com o material a ser tratado 10 se deslocam na direção de transporte 20 para transportar o material a ser tratado 10 na direção de transporte 20. A direção de rotação 143 das porções de transporte 15 do rolo 133 provida abaixo do plano de transporte é selecionada de modo que as porções de , transporte 15 em seus pontos de contato com o material aj ser tratado 10 se deslocam na direção de transporte 20,í para transportar o material a ser tratado 10 na direção deξ transporte 20. A superfície de retenção 4 do rolo 132J provida acima do plano de transporte é girada na mesmaJ direção com as porções de transporte 5 do rolo 132 em uma
50/78 direção rotacional 142, de modo que a porção da superfície de retenção 4 que está voltada diretamente em direção ao material a ser tratado 10, se desloca na direção do nível de líquido mais alto (para a direita na Figura 8). Similarmente, a superfície de retenção 14 do rolo 133 provida abaixo do plano de transporte é girada na mesma direção com as porções de transporte 15 em uma direção rotacional 144, de modo que a porção da superfície de retenção 14 que está voltada diretamente em direção ao material a ser tratado 10, se desloca na direção do nível de líquido mais alto (para a direita na Figura 8).
Por intermédio de um modelo adequado dos rolos 132, 133, um nível de líquido elevado 136 pode ser acumulado enquanto que o movimento das superfícies de retenção 4 em direção à região com o nível de líquido elevado reduz suficientemente a passagem de líquido através das folgas formadas nas superfícies de retenção 4 dos rolos 132, 133. Com essa finalidade, os rolos 132, 133 podem ser projetados de modo que uma folga seja formada com uma altura mínima de folga inferir a 0,3 mm, por exemplo, de menos do que 0,1 mm entre a superfície de retenção 4, 14 e a superfície do material a ser tratado 10 oposta à superfície de retenção. Por exemplo, as porções de transporte podem ser aumentadas em menos do que 0,3 mm, por exemplo, em menos do que 0,1 mm, em relação à superfície de retenção.
Na região de escoamento, as porções de transporte 5, 15 dos rolos 134, 135 são giradas em uma direção rotacional 145, 14 7 de modo que as porções de transporte 5, 15 se deslocam em seus pontos de contato com o material a ser tratado 10 na direção de transporte 20.
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Para reduzir a passagem de líquido através das folgas formadas na região de escoamento por intermédio dos rolos 134, 135 na região de escoamento, o rolo 134 provido acima do plano de transporte pode ser configurado de modo que a superfície de retenção 4 do rolo 134 pode ser girada em relação à porção de transporte 5 do rolo 134. Similarmente, o rolo 13 5 provido abaixo do plano de transporte pode ser configurado de modo que a superfície de retenção 14 do rolo 135 pode ser girado em relação à porção de transporte 15 do rolo 135. Na região de escoamento, a superfície de retenção 4 do rolo 134 provida acima do plano de transporte pode ser girada em uma direção rotacional 14 6 a qual é a direção oposta à direção rotacional 145 da porção de transporte 5 desse rolo 134. A superfície de retenção 14 do rolo 135 provida abaixo do plano de transporte pode ser girada em uma direção rotacional 148, a qual é oposta à direção rotacional 147 da porção de transporte 15 desse rolo 135. Dessa maneira, uma rotação das superfícies de retenção 4, 14 também pode ocorrer na região de escoamento de modo que a porção da superfície de retenção 4 do rolo 134 provida acima do plano de transporte, a qual está voltada diretamente em direção ao material a ser tratado 10, se desloca na direção do nível de líquido mais alto (à esquerda na Figura 8). Similarmente, a superfície de retenção 14 do rolo 135 pode ser girada na direção oposta à porção de transporte 15 de modo que a porção da superfície de retenção 14 do rolo 135, a qual está voltada diretamente em direção ao material a ser tratado 10, se desloca na direção do nível de líquido mais alto (à esquerda na Figura 8) .
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A superfície de rolo do rolo 134 servindo como uma superfície de retenção 4 é girada de modo que os pontos da superfície de rolo mais próximos ao plano de transporte, se desloca em uma direção (à esquerda na Figura 8) oposta à direção de transporte do material a ser tratado 10. Dessa maneira, é produzido um movimento relativo entre a superfície de rolo 4 na borda superior da borda 8 e o material a ser tratado 10. A superfície de rolo do rolo 135 servindo como uma superfície de retenção 5 é girado de modo que os pontos da superfície de rolo mais próximos ao plano de transporte se desloca em uma direção (à esquerda na
Figura 8) oposta à direção de transporte do material a ser tratado 10. Dessa maneira, um movimento relativo é produzido entre a superfície de rolo na borda inferior da folga 9 e o material a ser tratado 10. Além disso, os rolos 134, 135 na região de escoamento podem ser projetados de modo que uma folga seja formada com uma altura mínima de folga inferior a 0,3 mm, por exemplo, em menos do que 0,1 mm entre a superfície de retenção 4, 14 e a superfície do material a ser tratado 10 oposta à superfície de retenção.
Por exemplo, as porções de transporte podem ser aumentadas em menos do que 0,3 mm, por exemplo, em menos do que 0,1 mm, em relação ã superfície de retenção.
Alternativamente ou adicionalmente, em cada caso, um ou mais dispositivos de fluxo podem ser providos na região
de influxo e/ou na região de escoamento da estação de
tratamento 131, para remover o líquido de tratamento
emergindo através das folgas por intermédio de um fluxo de
fluido, conforme explicado com referência à Figura 3.
Por intermédio de um modelo adequado dos pares de
53/78 rolo, na região de influxo e/ou região de escoamento, é possível reduzir um escoamento de líquido através das folgas que permanece durante transporte do material a ser tratado, de modo que na região de influxo e/ou na região de
escoamento da estação de tratamento um dispositivo de fluxo
não é provido para soprar para longe o líquido de
tratamento.
Na região de influxo e/ou na região de escoamento,
vários dispositivos para remover ou manter à distância o
líquido de tratamento também podem ser providos
respectivamente conforme explicado com referência às
Figuras 4 e 5.
Os dispositivos e os métodos de acordo com diferentes
modalidades possibilitam em uma montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido de material a ser tratado remover ou manter à distância um líquido de tratamento a partir do material a ser tratado ou aumentar a permuta de material no material a ser tratado, contato direto entre elementos fixos e uma região útil do material a ser tratado podendo ser reduzido ou evitado.
A Figura 9 é uma vista lateral parcialmente secional de uma região de escoamento 221 de uma estação de tratamento. O dispositivo mostrado para remover líquido pode compreender um par de rolos 231, 232, um dispositivo de remoção 23 5, um dispositivo de fluxo 23 6 e um dispositivo de acionamento 238. O dispositivo pode, por exemplo, ser usado em vez dos rolos de passe 214 e/ou 215 na estação de tratamento 200 da Figura 18.
A estação de tratamento tem uma calha interna com uma base 222. O líquido de tratamento tem em uma região da
estação de tratamento um nível de operação 223 em uma altura 224 relativa à base 222. O nível de operação 223 é ajustável de modo que o material a ser tratado 10 é coberto pelo líquido de tratamento antes de passar através do par de rolos 231, 232. Como já foi descrito com referência às
Figuras 4 e 5, isso pode ser obtido por uma barreira 227 em combinação com o par de rolos 231, 232 de modo que o líquido de tratamento a jusante da barreira 227 apenas atinge um nível 225 abaixo do plano de transporte do 10 material a ser tratado 10. A altura 226 do líquido de tratamento à jusante da barreira 227 é inferior à altura 224 a montante da barreira.
Os rolos 231, 232 são projetados de modo que em todo caso eles estejam separados da região útil do material a 15 ser tratado 10, a qual se estende continuamente entre as porções de bordas opostas. O rolo 231 é arranjado acima do plano de transporte do material a ser tratado. O rolo 232 é arranjado abaixo do plano de transporte do material a ser tratado. Cada um dos rolos 231, 232 é coberto em ao menos uma parte de sua circunferência com líquido de tratamento.
Os rolos 231, 232 podem ser configurados de modo que eles sejam separados do material inteiro a ser tratado 10 quando o material a ser tratado 10 é movido passando pelos rolos 231, 232. Particularmente, os rolos 231, 232 podem ser 25 projetados de modo que eles não cooperam durante o transporte do material a ser tratado 10. Os rolos 231, 232 podem ter uma superfície cilíndrica de rolo 228 e/ou 229.
Uma folga entre a superfície de rolo 228 do rolo 231 e o material a ser tratado 10 se estende continuamente entre as 3 0 regiões de borda do material a ser tratado 10 em uma
55/78 direção latitudinal. Uma folga adicional entre a superfície de rolo 229 do rolo 232 e o material a ser tratado 10 se estende continuamente entre as regiões de borda do material a ser tratado 10 na direção latitudinal.
Os rolos 231, 232 são acionados de forma giratória pelo dispositivo de acionamento 238. O dispositivo de acionamento pode compreender um acionador, por exemplo, um motor e componentes adequados para transmitir o torque a partir do acionador para os rolos 231, 232. O dispositivo de acionamento 238 para os rolos 231, 232 pode compreender componentes, os quais ao mesmo tempo são componentes de dispositivo de acionamento para outros elementos, por exemplo, rolos de transporte.
Vantajosamente, o dispositivo de acionamento 238 pode ser provido dentro da estação de tratamento. Ao menos o motor do dispositivo de acionamento 238 pode ser encapsulado.
O dispositivo de acionamento 238 aciona o rolo 231 de tal modo que o rolo tem uma velocidade circunferencial com um valor vl. Ao longo da linha 233 na qual a superfície de rolo 228 do rolo 231 é separada pela altura de folga a partir da região útil do material a ser tratado 10, o vetor de velocidade 234 da velocidade circunferencial é orientado contrário à velocidade de transporte vT do material a ser tratado. Devido à resistência viscosa entre o rolo 231 e o líquido de tratamento, o escapamento de líquido de tratamento através da folga pode ser reduzido. Geralmente, em uma região de influxo ou região de escoamento de uma estação de tratamento, o rolo 231 arranjado acima do plano de transporte pode ser acionado de modo que a superfície de rolo na linha definindo a folga se desloca na direção do
56/78 nível mais alto. O valor da velocidade vl e/ou da velocidade rotacional do rolo 231 pode ser ajustado dependendo de uma diferença desejada em níveis do líquido de tratamento entre os dois lados do rolo.
O dispositivo de acionamento 238 aciona o rolo 232 de tal modo que o rolo tem uma velocidade circunferencial de um valor de v2. O rolo 231 e o rolo 232 são acionados de modo que eles giram na mesma direção. Em uma modalidade, a velocidade circunferencial v2 do segundo rolo 232 tem o mesmo valor que a velocidade de transporte do material a ser tratado vT ±20%. Como resultado, o risco de que um material a ser tratado 10 de baixa rigidez inerente seja defletido em tal grau que entre em contato indesejável com um dos rolos 231, 232, pode ser reduzido. O rolo 232 também pode ser acionado de modo que o valor da velocidade circunferencial v2 seja maior do que o valor da velocidade de transporte vT.
Em uma modalidade, os rolos 231, 232 são acionados, de modo que vl=v2.
O dispositivo de acionamento 238 pode acionar o rolo 231 de modo que o rolo 231 arrasta o líquido de tratamento. A quantidade de líquido de tratamento arrastado depende das propriedades de superfície do rolo 231, particularmente de uma aspereza de superfície, da velocidade rotacional e do diâmetro do rolo 231.
O dispositivo de remoção 235 remove o líquido de tratamento arrastado a partir do rolo 231. O dispositivo de remoção 235 pode, por exemplo, ser configurado como uma tira que se estende paralela ao eixo do rolo 231.
dispositivo de remoção 235 pode ser configurado de modo que
57/78 ele compensa uma variação do líquido de tratamento arrastado pelo rolo 231 na direção axial do rolo 231. Por exemplo, o dispositivo de remoção 235 na direção axial do rolo 231 pode estar a uma distância uniforme a partir da 5 superfície de rolo 228. O dispositivo de remoção 231 pode ser configurado de modo que ele não remova completamente o líquido de tratamento a partir do rolo 231, de modo que devido à rotação do rolo 231 uma película do líquido de tratamento é formada com uma espessura finita em torno do 10 rolo 231. 0 dispositivo de remoção 235 pode ser configurado de modo que a película do líquido de tratamento em torno do rolo 231 reduz a seção transversal efetiva da folga entre o rolo 231 e o material a ser tratado 10 para o escapamento de líquido de tratamento.
O dispositivo de remoção 235 pode ser ajustável em relação ao rolo 231, para estabelecer a quantidade de líquido de tratamento retida pelo dispositivo de remoção 231. Dessa maneira, a quantidade de líquido de tratamento retida pode ser determinada dependendo do caso, por 20 exemplo, dependendo do nível desejado 223.
O dispositivo de fluxo 236 faz com que um fluido 237, por exemplo, o ar, flua sobre o material a ser tratado 10. O líquido de tratamento o qual, após a passagem do material a ser tratado 10 entre os rolos 231, 232, ainda está 25 localizado no material a ser tratado 10 pode, portanto, ser removido. O dispositivo de fluxo pode ser configurado conforme revelado com referência às Figuras 3 a 5.
A Figura 10 é uma vista lateral parcialmente secional de uma região de escoamento 241 de uma estação de 30 tratamento compreendendo um dispositivo para remover
58/78 líquido de tratamento. O dispositivo para remover líquido de tratamento compreende um par de rolos 231, 232, um dispositivo de remoção 235, um dispositivo de fluxo 236, e um dispositivo de acionamento 248. O dispositivo pode, por exemplo, ser usado em vez dos rolos de passe 214 e/ou 214 na estação de tratamento 200 da Figura 18. Elementos e dispositivos os quais em seus modelos e/ou funções correspondem aos elementos e/ou dispositivos da região de escoamento 221 e foram descritos com referência à Figura 9, são denotados pelos mesmos numerais de referência como na Figura 9.
O dispositivo de acionamento 248 é projetado de modo que o rolo 232 gira na direção oposta ao rolo 231. A superfície do rolo 232 tem uma velocidade circunferencial com um valor v2. Ao longo da linha na qual o rolo 232 é separado do material a ser tratado 10 pela altura mínima de folga, a velocidade circunferencial é orientada no sentido contrário à direção de transporte do material a ser tratado. Devido à resistência viscosa entre o rolo 232 e o líquido de tratamento, o escapamento do líquido de tratamento através da folga entre o rolo 232 e o material a ser tratado, pode ser reduzido. Particularmente, para o material a ser tratado 10 com rigidez inerente suficiente, por exemplo, para uma placa de circuito com elevada rigidez inerente, os rolos vl, v2 podem ser girados em direções opostas mostradas na Figura 10. j valor da velocidade circunferencial v2 do rolo 232 * pode, por exemplo, ser selecionada dependendo de qual fluxo de líquido é tolerado através da folga entre o rolo 232 e o material a ser tratado 10. Por intermédio de uma velocidade
K
59/78 circunferencial com um valor maior v2, a quantidade de líquido de tratamento escapando por unidade de tempo pode ser reduzida. Em uma modalidade os rolos 231, 23 2 são acionados de tal modo que vl=v2.
Embora com referência às Figuras 9 e 10, dispositivos compreendendo um par de rolos tenham sido descritos, em
modalidades adicionais vários pares de rolos , conforme
descritos com referência às Figuras 9 e 10, podem ser
providos em uma região de escoamento de uma estação de
tratamento. Por exemplo, vários de tais pares de rolos
conforme descrito com referência às Figuras 4 e 5 pode ser provido separada uns dos outros na direção de transporte. Dessa maneira, uma série de níveis na forma de uma cascata pode ser obtida. Alternativamente ou adicionalmente, o par de rolos compreendendo um dispositivo arranjado separado a partir dos mesmos na direção de transporte pode ser combinado com elementos fixos, conforme mostrado, por exemplo, na Figura 7.
Embora com referência às Figuras 9 e 10 os dispositivos compreendendo um par de rolos tenham sido descritos, em modalidades adicionais em vez de um dos rolos, por exemplo, em vez do rolo 232 provido abaixo do plano de transporte, um elemento fixo pode ser provido. Em modalidades adicionais, ambos os rolos, 231 e 232, não têm que ser separados do material a ser tratado 10. Se o lado do material a ser tratado voltado para o rolo for sensível ao contato, de acordo com as modalidades, o rolo é provido separado do material a ser tratado.
Embora no contexto das modalidades, o uso dos dispositivos para remover ou manter à distância o líquido
60/78 em uma região de influxo e/ou em uma região de escoamento de uma região interna de uma estação de tratamento tenha sido descrito, tal dispositivo também pode ser usado separado da região de influxo e de escoamento de uma 5 estação de tratamento, para deslocar o líquido, por exemplo, para uma troca aperfeiçoada de material, conforme descrito em mais detalhe com referência às Figuras 11 a 17.
Com os diferentes dispositivos descritos em mais detalhe com referência às Figuras 11 a 17, é possível tratar não 10 apenas superfícies planas do material a ser tratado, mas também vantajosamente furos cegos ou furos diretos. Os dispositivos descritos com referência às Figuras 11 a 17 podem ser usados em uma estação de tratamento em combinação com, ou em vez dos bicos de fluxo. Se os dispositivos forem 15 usados em vez de bicos de fluxo, por intermédio de um mecanismo adequado o líquido de tratamento é transportado para região interna da estação de tratamento.
A Figura 11 é uma vista lateral parcialmente secional de uma porção de tratamento 251 de uma estação de 20 tratamento. A porção 251 tem um par de rolos 261, 262, um dispositivo de remoção 265 e um dispositivo de acionamento 268. Esses elementos podem ser usados para promover a troca de material na superfície do material a ser tratado, por exemplo, em vez dos bicos de fluxo 206, 207 da estação de tratamento 200 da Figura 18.
A estação de tratamento tem uma calha interna com uma base 252. O líquido de tratamento tem em uma região da estação de tratamento um nível de operação 253 com uma altura 254. O nível de operação 253 é estabelecido de modo 30 que o material a ser tratado 10 é coberto nas proximidades
61/78 dos rolos 261, 262 por intermédio do líquido de tratamento.
Os rolos 261, 2 62 são projetados de modo que em qualquer caso eles são separados da região útil do material a ser tratado 10, que se estende entre porções de bordas opostas. O rolo 261 é fixado acima do plano de transporte do material a ser tratado. O rolo 262 é fixado abaixo do plano de transporte do material a ser tratado. O líquido de tratamento entra em contato com as bordas opostas do rolo
261 na direção de transporte, até o nível de operação 253. O rolo 262 é arranjado completamente abaixo do nível 253.
Os rolos 261, 262 podem ser projetados de modo que eles sejam separados do material inteiro a ser tratado 10, quando o material a ser tratado 10 é deslocado passando pelos rolos 261, 262. Particularmente, os rolos 261, 262 podem ser projetados de modo que eles não cooperam durante o transporte do material a ser tratado 10. Os rolos 261,
262 podem ter uma superfície cilíndrica 258 e/ou 259. Uma folga 8 entre o rolo 261 e o material a ser tratado 10 com uma altura de folga 9 se estende continuamente entre as regiões de borda e o material a ser tratado 10 em uma direção da largura. Uma folga adicional entre o rolo 262 e o material a ser tratado 10 se estende continuamente entre as regiões de borda do material a ser tratado 10 na direção latitudinal.
Os rolos 261, 262 são acionados giratoriamente pelo dispositivo de acionamento 268. O dispositivo de acionamento pode compreender um acionador, por exemplo, um motor, e componentes adequados para transmitir o torque a partir do acionador para os rolos 261, 262. O dispositivo de acionamento 268 para os rolos 261, 262 pode compreender
62/78 componentes os quais ao mesmo tempo são componentes dos dispositivos de acionamento para outros elementos, por exemplo, para rolos de transporte.
O dispositivo de acionamento 268 aciona o rolo 261 de modo que a superfície de rolo 258 tem uma velocidade circunferencial com um valor vl. Ao longo da linha 263, a qual representa o limite da folga formada pela superfície de rolo entre o rolo 261 e o material a ser tratado 10, o vetor de velocidade 264 da velocidade circunferencial é orientado no sentido contrário à velocidade de transporte vT do material a ser tratado. A superfície de rolo do rolo 261 e o material a ser tratado 10 se deslocam nas bordas da folga 8 com uma velocidade relativa. A troca de material na superfície do material a ser tratado 10 voltada para o rolo 261 pode assim ser promovida efetivamente. O dispositivo de acionamento 23 8 aciona o rolo 262 de modo que o rolo tem uma velocidade circunferencial com um valor de v2.
O rolo 261 e o rolo 262 são acionados pelo dispositivo de acionamento 268, de modo que eles giram na mesma direção. Particularmente, o rolo 262 arranjado abaixo do plano de transporte pode ser acionado de modo que a superfície do rolo ao longo da linha na qual o rolo 262 é separado do material a ser tratado 10 pela altura de folga, se desloca na direção da velocidade de transporte vT do material a ser tratado 10.
Um dispositivo de remoção 265 é provido para remover o líquido de tratamento a partir do rolo 261. Um espaçamento 266 entre o dispositivo de remoção 265 e o rolo 261 pode ser ajustável. Dessa maneira a quantidade de líquido de tratamento retida pelo dispositivo de remoção 265 pode ser
63/78 ajustada. O modelo e o modo de operação do dispositivo de remoção 265 correspondem ao modelo e modo de operação revelada para o dispositivo de remoção 235. Particularmente, o dispositivo de remoção pode ser ajustado de modo que o rolo 2 61 seja circundado completamente por uma película do líquido de tratamento.
A Figura 12 é uma vista lateral parcialmente secional de uma porção de tratamento 271 de uma estação de tratamento. A porção 271 tem um par de rolos 261, 262, um dispositivo de remoção 265, e um dispositivo de acionamento 278. Esses elementos podem ser usados para promover a troca de material na superfície do material a ser tratado, por exemplo, em vez de bicos de fluxo 206, 207 da estação de tratamento 200 da Figura 18. Elementos e dispositivos que correspondem em seus modelos e/ou funções aos elementos e/ou dispositivos da porção 251 e foram descritos com referência à Figura 11, são denotados pelos mesmos numerais de referência conforme na Figura 11.
O dispositivo de acionamento 278 aciona os rolos 261, 262 de modo que eles giram na mesma direção. Ao longo da linha 263, na qual o rolo 261 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga 9, a superfície de rolo do rolo 261 se desloca em uma velocidade 274, a qual é orientada na direção de transporte do material a ser tratado 10. O valor da velocidade circunferencial vl pode ser ajustado de modo que ele seja diferente do valor da velocidade de transporte vT. AO longo da linha 275, na qual o rolo 262 é separado pela altura de folga da folga entre o rolo 262 e o material a ser tratado 10 a partir da região útil do material a ser tratado 10, a
64/78 superfície de rolo do rolo 262 se desloca em uma velocidade
276 que é orientada contrária de transporte do m material a ser tratado 10.
Isso leva uma velocidade relativa entre a superfície de rolo do rolo 262 material a ser tratado na folga.
Em modalidades adicionais, o dispositivo de acionamento pode provido acima do abaixo do plano ser projetado de modo plano de transporte de transporte são que o rolo
261 rolo girados
262 provido em direções opostas, conforme será descrito com referência às Figuras e 14.
A Figura 13 é uma vista lateral parcialmente secional de uma porção de tratamento 281 de uma estação de tratamento. A porção 281 tem um par de rolos 2 61, 2 62, um dispositivo de remoção 265 e um dispositivo de acionamento 288. Esses elementos podem ser usados para promover a troca de material na superfície do material a ser tratado, por exemplo, em vez dos bicos de fluxo 206, 207 da estação de tratamento 200 da Figura 18 ou em combinação com os bicos de fluxo. Elementos e dispositivos que correspondem em seus modelos e/ou funções aos elementos e/ou dispositivos da porção 251 ou da porção 271 e foram descritos com referência à Figura 11 ou Figura 12, são denotados pelos mesmos numerais de referência como na Figura 11 ou na Figura 12.
dispositivo de acionamento 288 aciona os rolos 261, 263 de modo que eles giram em direções opostas. Ao longo da linha 263 na qual o rolo 261 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga 9, a superfície de rolo do rolo 261 se desloca em uma velocidade
Μ
65/78
284 a qual é orientada contrária à direção de transporte do material a ser tratado 10. Ao longo da linha 275 na qual o rolo 262 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga da folga entre o rolo 262 e o material a ser tratado, a superfície de rolo do rolo 262 se desloca em uma velocidade 286 que é orientada contrária à direção de transporte do material a ser tratado 10. Como resultado, a folga que permanece entre a região útil do material a ser tratado 10 e o rolo 261, e na folga adicional que permanece entre a região útil do material a ser tratado 10 e o rolo 262, uma velocidade relativa é produzida entre o material a ser tratado e o rolo 261 e/ou 262 definindo a folga. A troca de material pode ser promovida efetivamente em ambos os lados do material a ser tratado.
A Figura 14 é uma vista lateral parcialmente secional de uma porção de tratamento 291 de uma estação de tratamento. A porção 291 tem um par de rolos 261, 262, um dispositivo de remoção 265 e um dispositivo de acionamento 298. Esses elementos podem ser usados para promover a troca de material na superfície do material a ser tratado, por exemplo, em vez dos bicos de fluxo 206, 207 da estação de !
tratamento 20 0 da Figura 18 ou em combinação com os bicosj de fluxo de uma estação de tratamento. Elementos eJ dispositivos os quais em seus modelos e/ou funções| correspondem aos elementos e/ou dispositivos da porção 251« ou da porção 271, e foram descritos com referência à Figura . .I ou a Figura 12, sao denotados pelos mesmos numerais de s
referência como na Figura 11 ou Figura 12.
dispositivo de acionamento 298 aciona os rolos 261,
66/78
262, de modo que eles giram em direções opostas. Ao longo da linha 263 na qual o rolo 261 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga 9, a superfície de rolo do rolo 261 se desloca em uma velocidade 294 que é orientada na direção de transporte do material a ser tratado 10. Ao longo da linha 275 na qual o rolo 262 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga da folga entre o rolo 262 e o material a ser tratado, a superfície de rolo do rolo 262 se desloca em uma velocidade 296 a qual também é orientada na direção de transporte do material a ser tratado 10.
O valor da velocidade 294 corresponde à velocidade circunferencial vl do rolo 261. O valor da velocidade 296 corresponde à velocidade circunferencial v2 do rolo 262. Ao menos uma das velocidades circunferenciais vl e v2 é diferente do valor da velocidade de transporte vT do material a ser tratado 10. Como resultado, uma velocidade relativa é produzida entre o rolo correspondente e o material a ser tratado.
Em modalidades adicionais, apenas um rolo pode ser provido como um membro de tratamento. O rolo pode ser provido acima do plano de transporte ou abaixo do plano de transporte. Os membros de tratamento na forma de um rolo, os quais não têm rolos contrários no outro lado do plano de transporte, podem ser usados particularmente para tratamento de furos diretos ou furos cegos.
A Figura 15 é uma vista lateral parcialmente secional de uma porção de tratamento 3 01 de uma estação de tratamento. A porção de tratamento 301 tem um rolo 302, um dispositivo de remoção 265 e um dispositivo de acionamento
67/78
308. Esses elementos podem ser usados para promover a troca de material na superfície do material a ser tratado, por exemplo, em vez dos bicos de fluxo 206, 207 da estação de tratamento 200 da Figura 18 ou em combinação com os bicos de fluxo de uma estação de tratamento. Elementos e dispositivos que correspondem em seus modelos e/ou funções com os elementos e/ou dispositivos da porção 251 ou da porção 271 e foram descritos com referência à Figura 11 ou Figura 12, são denotados pelos mesmos numerais de referência como na Figura 11 ou na Figura 12.
O rolo 302 é provido acima do plano de transporte e forma uma folga que se estende sobre a região útil inteira do material a ser tratado 10 entre a superfície do rolo 302 e o material a ser tratado 10. O líquido de tratamento entra em contato com ambos os lados do rolo 3 02 até um nível de operação 253. O dispositivo de acionamento 308 aciona o rolo 302 de forma rotativa. Ao longo da linha 303 na qual o rolo 302 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga 9, a superfície de rolo do rolo 302 se desloca em uma velocidade 3 04 a qual é orientada na direção de transporte do material a ser tratado 10. O valor da velocidade 304 corresponde à velocidade circunferencial vl do rolo 302. O valor da velocidade circunferencial vl é diferente da velocidade de transporte vT do material a ser tratado 10. Como resultado, uma velocidade relativa é produzida entre o rolo 302 e o material a ser tratado 10 nas bordas da folga 8.
A Figura 16 é uma vista lateral parcialmente secional de uma porção de tratamento 311 de uma estação de tratamento. A porção 311 tem um rolo 312 e um dispositivo
68/78 de acionamento 318. Esses elementos podem ser usados para promover a troca de material na superfície do material a ser tratado, por exemplo, em vez dos bicos de fluxo 2 06, 207 da estação de tratamento 200 da Figura 18 ou em combinação com os bicos de fluxo de uma estação de
tratamento. Elementos e dispositivos os quais em seus
modelos e/ou funções correspondem aos modelos e/ou
dispositivos da porção 251 ou da porção 271, e foram
descritos com referência à Figura 11 ou Figura 12 , são
denotados pelos mesmos numerais de referência como na
Figura 11 ou na Figura 12.
O rolo 312 é provido abaixo do plano de transporte e forma uma folga que se estende sobre a região útil inteira do material a ser tratado 10 entre a superfície do rolo 312 e o material a ser tratado 10. O rolo 312 é circundado completamente pelo líquido de tratamento. O dispositivo de acionamento 318 aciona o rolo 312 de forma rotativa. Ao longo da linha 313 no qual o rolo 312 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga 19, a superfície de rolo do rolo 312 se desloca em uma velocidade 314 que é orientada na direção de transporte do material a ser tratado 10. O valor da velocidade 314 corresponde à velocidade circunferencial v2 do rolo 312. O valor da velocidade circunferencial v2 é diferente da velocidade de transporte vT do material a ser tratado 10. Como resultado, uma velocidade relativa entre o rolo 312 e o material a ser tratado 10 é produzida nas bordas da folga 18 .
Em modalidades adicionais, o rolo 302 da porção 301 ou o rolo 312 da porção 311 podem ser também acionados de
69/78 forma rotativa de modo que o rolo 302 e/ou 312 ao longo da linha 3 03 e/ou 313 tem um vetor de velocidade orientado contrário à direção de transporte do material a ser tratado 10. Particularmente, tal modelo pode ser usado com material a ser tratado de elevada rigidez inerente.
Em modalidades adicionais, um par de rolos deslocados em relação um ao outro na direção de transporte pode ser provido como membros de tratamento. Tais membros de tratamento podem, particularmente, ser usados para tratar furos diretos.
A Figura 17 é uma vista lateral parcialmente secional de uma porção de tratamento 321 de uma estação de tratamento. A porção 291 tem um par de rolos 261, 262, um dispositivo de remoção 265 e um dispositivo de acionamento 328. Esses elementos podem ser usados para promover a troca de material na superfície do material a ser tratado, por exemplo, em vez dos bicos de fluxo 206, 207 da estação de tratamento 200 da Figura 18 ou em combinação com os bicos de fluxo de uma estação de tratamento. Elementos e dispositivos os quais em seus modelos e/ou funções correspondem aos elementos e/ou dispositivos da porção 251 ou da porção 271 e foram descritos com referência à Figura 11 ou Figura 12, são denotados pelos mesmos numerais de referência como na Figura 11 ou na Figura 12.
O rolo 261 provido acima do plano de transporte e o rolo 262 provido abaixo do plano de transporte são arranjados deslocados em relação um ao outro na direção de transporte. Como o arranjo dos rolos não é simétrico invertida em relação ao plano de transporte, furos diretos podem ser facilmente tratados.
70/78
O dispositivo de acionamento 328 aciona os rolos 261,
262 de modo que eles giram em direções opostas. Ao longo da linha 263, na qual o rolo 261 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga 9, a 5 superfície de rolo do rolo 261 se desloca em uma velocidade
324 que é orientada na direção de transporte do material a ser tratado 10. Ao longo da linha 275 na qual o rolo 262 é separado da região útil do material a ser tratado 10 pela altura de folga da folga entre o rolo 262 e o material a ser tratado, a superfície de rolo do rolo 262 se desloca em uma velocidade 326 que também é orientada na direção de transporte do material a ser tratado 10.
O valor da velocidade 324 corresponde à velocidade circunferencial vl do rolo 261. O valor da velocidade 326 15 corresponde à velocidade circunferencial v2 do rolo 262. Ao menos uma das velocidades circunf erenciais vl e v2 é diferente da velocidade de transporte vT do material a ser tratado 10. Como resultado, uma velocidade relativa entre o rolo correspondente e o material a ser tratado é produzida 2 0 a qual promove a troca de material na superfície do material a ser tratado.
Nos dispositivos descritos com referência às figuras, o valor da velocidade relativa entre o rolo e o material a ser tratado na folga está na faixa de 0,1 a 20 m/s, 25 particularmente na faixa de 0,2 a 10 m/s, particularmente na faixa de 0,5 a 5 m/s.
Conforme descrito com referência às Figuras 11 a 14 e
17, um par de rolos que são providos em lados opostos do plano de transporte pode ser usado como um membro de 30 tratamento em uma estação de tratamento de uma montagem de
71/78 tratamento contínua. Nas modalidades, os dois rolos podem ser acionados de forma rotativa na mesma direção. Nesse caso, particularmente o rolo arranjado abaixo do plano de transporte pode ser acionado de modo que sua velocidade circunferencial ao longo da linha que é separada da região útil do material a ser tratado pela altura de folga, está voltada na direção de transporte. Em modalidades adicionais, os dois rolos podem ser acionados de forma rotativa em direções opostas. O dispositivo de acionamento pode ser configurado de modo que opcionalmente uma rotação dos rolos na mesma direção ou em direções opostas é produzida.
Nas diferentes modalidades descritas com referência às Figuras 11 a 14 e 17, a velocidade circunferencial vl do rolo arranjado acima do plano de transporte e a velocidade circunferencial v2 do rolo arranjado abaixo do plano de transporte são iguais. Em modalidades adicionais, vl>v2, particularmente vl>>v2, ou vl<v2, particularmente vl<<v2. Particularmente v2 pode ser igual ao valor da velocidade de transporte do material a ser tratado, vT ±20%.
Nos vários dispositivos descritos com referência às Figuras 9 a 17, a superfície do rolo pode ser cilíndrica em cada caso. As superfícies podem ser configuradas como superfícies cilíndricas sem aberturas. As superfícies podem, particularmente, ser impermeáveis ao líquido de tratamento. As superfícies dos rolos são vantajosamente cilíndricas e se estendem sobre toda a região útil do material a ser tratado, de modo que uma folga é formada se estendendo continuamente entre as regiões de borda. Em modalidades adicionais, vários elementos parciais no
72/78 formato de rolo podem ser combinados, para formar parcialmente uma folga que se estende sobre a região útil.
Diversas modificações das modalidades mostradas nas figuras e descritas em detalhe podem ser implementadas em modalidades adicionais.
Embora com referência às Figuras 11 a 17, dispositivos tenham sido descritos nos quais um dispositivo de remoção é provido nas proximidades de um rolo, o qual é provido acima do plano de transporte, em modalidades adicionais um elemento fixo também pode ser provido nas proximidades do rolo provido abaixo do plano de transporte. O elemento fixo pode, por exemplo, ser configurado como uma tira. A tira influencia o campo de fluxo nas proximidades do rolo. A tira pode ser ajustada em relação ao rolo.
Em todas das modalidades descritas aqui um rolo e/ou os rolos podem ser projetados como eletrodos para tratamento eletrolítico. Eles podem ser configurados, particularmente, como anódios inertes.
Em todas as modalidades descritas aqui um rolo e/ou os rolos podem ter uma superfície que é lisa dentro de tolerâncias de tratamento. Em modalidades adicionais, a superfície do rolo e/ou os rolos podem ser texturizados.
Em todas as modalidades descritas aqui um rolo e/ou rolos podem também ser arranjados de modo que o eixo do rolo encerra um ângulo que é diferente em 90° da direção de transporte.
Embora em modalidades diferentes, superfícies de retenção tenham sido descritas as quais se estendem na direção latitudinal do material a ser tratado substancialmente na mesma altura transversalmente ao
73/78 material a ser tratado, a superfície de retenção de formação de folga também pode ser configurada de modo que a seção transversal da folga, particularmente altura da folga, altera na direção latitudinal do material a ser tratado. Por exemplo, a superfície de retenção na direção latitudinal do material a ser tratado pode ser côncava, de modo que a folga formada seja superior no meio do material a ser tratado do que nas bordas, dependendo da posição na direção latitudinal do material a ser tratado.
Embora as modalidades diferentes possam ser usadas, particularmente, em montagens de tratamento nas quais o material a ser tratado é transportado continuamente e em um plano de transporte horizontal, modalidades também podem ser usadas em montagens nas quais o material a ser tratado é transportado em um plano de transporte vertical. Por exemplo, uma combinação de uma superfície de retenção de formação de folga e um dispositivo de fluxo também pode ser usada para acumular líquido, quando o material a ser tratado é transportado em um plano de transporte vertical. Um ou mais rolos, os seus eixos voltados na direção vertical, podem ser usados como um membro de tratamento, quando o material a ser tratado é transportado em um plano de transporte vertical.
Embora no contexto das modalidades, o uso de rolos que são separados a partir da região útil inteira do material a ser tratado tenham sido descritos em uma região de influxo ou em uma região de escoamento de uma estação de tratamento ou como um membro de tratamento, em modalidades adicionais uma estação de tratamento pode ter ambos, ao menos um rolo acionado de forma rotativa e um membro de tratamento, conforme descrito com referência às Figuras 11-17, e ao menos um rolo acionado de forma rotativa em uma região de influxo ou região de escoamento, como descrito com referência às Figura 1 a 10.
Os dispositivos e métodos de acordo com as várias modalidades podem, por exemplo, ser usados na produção de placas de circuito, tais como placas de circuito impresso sem seu uso ser limitado às mesmas.
Lista de Numerais de Referência
1
5, 6
Dispositivo para remover líquido de tratamento
Superfície de retenção
Rolo adicional
Porção de borda em relevo
7
Eixo
Folga
Altura mínima de folga
Material a ser tratado
Região útil
12
Região de borda
Superfície de retenção adicional
15, 16
Porção de borda em relevo
Eixo
Folga adicional
19
24
Altura mínima de folga Direção de transporte Líquido de tratamento Nível de líquido Líquido de tratamento Nível de líquido
75/78
25, 26 Direção rotacional
31 Dispositivo para remover líquido de
tratamento
32 Dispositivo de fluxo
33 Fluxo de fluido
34 Líquido de tratamento
41 Região de escoamento
42 Região de tratamento
43, 44, 45 Dispositivo para remover líquido de
tratamento
46 Base
47, 48 Barreira
51, 52 Rolo
53, 55 Rolo
54, 56 Dispositivo de fluxo
57, 59 Rolo
58, 60 Dispositivo de fluxo
61 Abertura
71, 72 Nível de líquido
73 Líquido de tratamento
74 Diferença em níveis
81 Região de escoamento
82 Região de tratamento
83 Dispositivo para remover líquido de
tratamento
84- 86 Rolo
91, 92 Nível de líquido
93 Líquido de tratamento
94 Bomba
95 Fluxo de líquido
76/78
96 97 101 Abertura
Diferença em níveis Dispositivo para remover tratamento líquido de
5 102 Rolo
103 Rolo adicional
104 Superfície de retenção
105 Porção de borda recuada
106 Superfície de retenção adicional
10 107 Porção de borda recuada
108, 109 Trilho de retenção
111 Dispositivo para remover líquido de
tratamento
112, 113 Inserto
15 114, 117 Superfície lateral
115, 118 Folga
116, 119 Chanfradura
131 Estação de tratamento
132-135 Rolo
20 136 Nível de líquido
141-148 Direção rotacional
200 Estação de tratamento
201 Recipiente interno
202 Recipiente externo
25 203 Material a ser tratado
204 Direção de transporte í
206, 207 Bico de fluxo
208 Líquido de tratamento
209 Nível em recipiente externo é
30 210 Bomba
77/78
211, 212 ,
214 , 216 Par de rolos de transporte
213, 215 Par de rolos de passe
221 Região de escoamento
222 Base
223 , 225 Nível de líquido
224, 226 Altura
227 Barreira
228, 229 Superfície de rolo
231, 232 Rolo
233 Linha na superfície de rolo
234 Velocidade
235 Dispositivo de remoção
236 Dispositivo de fluxo
237 Fluxo de fluido
238 Dispositivo de acionamento
241 Região de escoamento
248 Dispositivo de acionamento
251 Porção de tratamento
252 Base
253 Nível de operação
254 Altura
258, 259 Superfície de rolo
261, 262 Rolo
263 Linha na superfície de rolo
264 Velocidade
265 Dispositivo de remoção
266 Espaçamento
268 Dispositivo de acionamento
271 Porção de tratamento
78/78
274 Velocidade
275 Linha na superfície de rolo
276 Velocidade
278 Dispositivo de acionamento
281 Porção de tratamento
284, 286 Velocidade
288 Dispositivo de acionamento
291 Porção de tratamento
294, 296 Velocidade
298 Dispositivo de acionamento
301 Porção de tratamento
302 Rolo
303 Linha na superfície de rolo
304 Velocidade
308 Dispositivo de acionamento
311 Porção de tratamento
312 Rolo
313 Linha na superfície de rolo
314 Velocidade
318 Dispositivo de acionamento
321 Porção de tratamento
324, 326 Velocidade
328 Dispositivo de acionamento
1/5

Claims (11)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Método para tratar um material plano a ser tratado (10), que é transportado através de uma montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido do material a ser tratado (10), em que em uma estação de tratamento da montagem, o material a ser tratado (10) sendo submetido a um líquido de tratamento (21) cobrindo o material a ser tratado (10), na estação de tratamento, um rolo (
  2. 2, 3; 51, 52, 53,
    55, 57, 59; 84, 85; 102, 103; 132 a 135; 231, 2 32; 2 61,
    262; 302; 312) com uma superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258, 259) sendo arranjado de tal modo que a superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258, 259) é separada ao menos a partir de uma região útil (11) do material a ser tratado (10) que se estende continuamente entre as regiões de borda (12) do material a ser tratado (10) de modo que uma folga (8, 18) permanece entre a superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258, 259) e a região útil do material a ser tratado (10), o rolo (2, 3; 51, 52, 53, 55, 57, 59; 84, 85; 102, 103; 132 a 135; 231, 232; 261, 262; 302; 312) sendo acionado giratoriamente de modo que na folga (8, 18), uma velocidade relativa é produzida entre a superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258, 259) e uma superfície do material a ser tratado (10), o método CARACTERIZADO pelo fato de que:
    o líquido de tratamento (21) é acumulado até o nível de operação (253) em uma região de tratamento da estação de tratamento, e a superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258,
    Petição 870190031498, de 01/04/2019, pág. 9/18
    259) é arranjada ao menos parcialmente no líquido de tratamento (21), o qual é acumulado até o nível de operação (253). 2. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o rolo (2, 3; 51, 52, 53, 55, 57, 59; 84, 85 ; 102, 103; 132 a 135; 231 , 232; 261, 262; 302; 312) é acionado de modo que uma velocidade circunferencial (v1 , v2) da superfície de rolo é diferente em módulo de uma velocidade de transporte (vT) do material a ser tratado (10 ), particularmente é maior do que a
    velocidade de transporte (vT).
  3. 3. Método, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, CARACTERIZADO pelo fato de que o líquido de tratamento é removido do rolo (231; 261; 302) por um dispositivo de remoção (235; 265) .
  4. 4. Método, de acordo com a reivindicação 3,
    CARACTERIZADO pelo fato de que o dispositivo de remoção (235; 265) é ajustado para estabelecer uma quantidade de líquido de tratamento que é removida do rolo (231; 261; 302).
  5. 5. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, CARACTERIZADO pelo fato de que o rolo (261, 262; 302; 312) é provido como um membro de tratamento na estação de tratamento.
  6. 6. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, CARACTERIZADO pelo fato de que o líquido de tratamento (21) entra em contato com os lados opostos do rolo (261; 302) na direção de transporte até um nível de operação (253) da estação de tratamento, ou o rolo (262; 312) é arranjado completamente abaixo do nível de
    Petição 870190031498, de 01/04/2019, pág. 10/18
    3/5 operação (253) da estação de tratamento.
  7. 7. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, CARACTERIZADO pelo fato de que um rolo adicional (3; 52, 55, 59; 85; 103; 133, 135; 232; 262) tendo uma superfície de rolo adicional (14) é posicionado na estação de tratamento de modo que uma folga adicional (18) permanece entre a região útil (11) do material a ser tratado (10) e a superfície de rolo adicional (14), o rolo (2; 51, 53, 57; 84; 102; 132, 134; 231; 261) e o rolo adicional (3; 52, 55, 59; 85; 103; 133, 135; 232; 262) sendo posicionados em lados opostos de um plano de transporte do material a ser tratado (10).
  8. 8. Estação de tratamento para tratar um material plano a ser tratado (10) para uma montagem para o tratamento eletrolítico ou químico a úmido do material a ser tratado (10), a estação de tratamento sendo projetada de modo que um líquido de tratamento (21) cobre o material (10) a ser
    tratado durante operação, a estação de tratamento compreendendo um rolo (2, 3 ; 51, 52, 53, 55, 57, 59; 84, 85; 102, 103; 132 a 135; 231, 232; 261, 262; 302; 312) tendo uma superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258, 259) que é arranjada de modo que a superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258, 259 ) é separada de pelo menos uma
    região útil (11) do material a ser tratado (10) que se estende continuamente entre as regiões de borda (12) do material a ser tratado (10) de modo que entre a superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258, 259) e a região útil (11) do material a ser tratado (10) permanece uma folga (8, 18),
    Petição 870190031498, de 01/04/2019, pág. 11/18
    4/5 um dispositivo de acionamento (238; 248; 268; 278;
    288; 298; 308; 318; 328) que é projetado para acionar o rolo (2, 3; 51, 52, 53, 55, 57, 59; 84, 85; 102, 103; 132 a 135; 231, 232; 261, 263; 302; 312) de forma rotativa de tal modo que na folga (8, 18) resulta uma velocidade relativa entre a superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258, 259) e a superfície do material a ser tratado (10), a estação de tratamento CARACTERIZADA pelo fato de que o líquido de tratamento (21) sendo acumulado até um nível de operação (253) em uma região de tratamento da estação de tratamento, e a superfície de rolo (4, 14; 104, 106; 228, 229; 258,
    259) é arranjada ao menos parcialmente no líquido de tratamento, o qual é acumulado até o nível de operação (253) . 9. Estação de tratamento, de acordo com a
    reivindicação 8, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende um rolo adicional (3; 52, 55, 59; 85; 103; 133, 135; 232;
    263) com uma superfície de rolo adicional (14) que é posicionada de tal modo que uma folga adicional (18) permanece entre a região útil (11) do material a ser tratado (10) e a superfície de rolo adicional (14), o rolo (2; 51, 53, 57; 84; 102; 132, 134; 231; 261) e o rolo adicional (3; 52, 55, 59; 85; 103; 133, 135; 232; 262) sendo arranjados em lados opostos de um plano de transporte do material a ser tratado (10).
  9. 10. Estação de tratamento, de acordo com a reivindicação 8 ou 9, CARACTERIZADA pelo fato de que é projetada para realizar o método conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 7.
    Petição 870190031498, de 01/04/2019, pág. 12/18
    5/5
  10. 11. Montagem para tratar um material plano a ser tratado (10), CARACTERIZADA pelo fato de que compreende a estação de tratamento (221; 241; 251; 271; 281; 291; 301; 311) conforme definida em qualquer uma das reivindicações 8
    5 a 10.
  11. 12. Método para produzir uma placa de circuito, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende o tratamento de um material a ser tratado (10) para produzir a placa de circuito por intermédio do método conforme definido em
    10 qualquer uma das reivindicações 1 a 7.

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