BR0011665B1 - Dispositivo e processo em um sistema de telecomunicação comutado - Google Patents

Dispositivo e processo em um sistema de telecomunicação comutado Download PDF

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BR0011665B1
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Lars Adolfsson
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Ericsson Telefon Ab L M
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Description

“DISPOSITIVO E PROCESSO EM UM SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÃO COMUTADO”.
Campo técnico A presente invenção é relativa a um dispositivo e processo em telecomunicação que tem a opção para um usuário final selecionar serviços.
Fundamentos da técnica O rápido desenvolvimento em dados e telecomunicação cria um fluxo constante de novas possibilidades para servir a uma quantidade de novas necessidades e a ir de encontro a novas demandas. Já passou o tempo ✓ quando cada rede oferecia um único serviço padrão. E possível agora oferecer uma pluralidade de serviços que tem características diferentes na mesma rede, para servir a necessidades individuais específicas. Uma residência individual será capaz de selecionar seu próprio conjunto de serviços de acordo com suas próprias demandas entre uma multiplicidade de possibilidades. Companhias domésticas podem racionalizar a administração c manutenção de seus edifícios e o mesmo tempo oferecer novos tipos de serviços a seus ocupantes. Outras companhias e também comunidades podem se beneficiar das possibilidades oferecidas.
Uma das técnicas que então é utilizada são redes locais virtuais, ou técnicas dentro dos domínios de broadcast virtuais de área mais ampla. Ao termo redes locais virtuais é há algum tempo fornecida a acrossemia VLAN (Virtual Local Area NetWork - Rede de Área Local Virtual - LAN Virtual). A própria acrossemia VLAN é um termo de mercado que é utilizado por quase todo fabricante de comutador, porém falta a ela uma definição detalhada. Isto resulta em que diferentes fabricantes podem utilizar o mesmo termo sem que seu equipamento seja compatível. Uma definição que é ampla o suficiente para cobrir diferentes fabricantes de equipamento é como a seguir: VLAN: Um domínio de broadcast de dois níveis lógicos (nível de link). A seleção a partir do domínio de broadcast total, isto é, todas as portas e endereços MAC (Médium Access Control - Controle de Acesso ao Meio), pode ser feita em qualquer das maneiras a seguir. A). Selecionar o grupo de portas, B). Selecionar um grupo de endereços MAC ou C).
Selecionar um grupo de protocolos, por exemplo, IP ou IPX. O padrão IEEE 802.1Q, que foi adaptado como padrão industrial para VLAN é baseado em comutadores LAN padrão de acordo com os padrões IEEE 802.2. Comutadores que implementam o padrão IEEE 802.1Q são em princípio comutadores compatíveis com o padrão IEEE 802 1D (comutadores LAN), que tem modificações para regras relacionadas a pacotes de dados que entram e transmitidos, um protocolo adicional para identificar capacidade VLAN de outros comutadores e sistemas terminais conectados e em adição que tem um mecanismo de transporte VLAN baseado na implementação de marcação VLAN de pacotes de dados através de bits de identificação específicos nos pacotes de dados. O padrão IEEE 802.1D descreve como um assim chamado comutador LAN deveria operar. Um comutador LAN deve comunicar dados de usuário na camada dois no modelo OSI baseado em endereçamento MAC.
Dentro deste padrão existem regras relacionadas à lógica de transmissão e como portas devem atuar para respeitar, por exemplo, requisitos em interconexão de transporte, isto é, que a lógica de transmissão permanece invisível para aparelhos conectados ao domínio. Dentro do padrão existem também regras de topologia para evitar malhas.
Para oferecer prioridade de tráfego Ethernet existe o padrão IEEE 802. lp. Isto é em adição ao padrão IEEE 802.1D. Comunicação Ethernet é realizada utilizando pacotes de dados, aos quais um pacote que tem um endereço é adicionado. A comunicação é também dividida em níveis diferentes onde cada nível tem seus próprios pacotes de endereço. A técnica para redes locais virtuais é utilizada para reduzir custos associados com adição, movimentação ou troca de equipamento de usuário final dentro de, por exemplo, companhias. O pessoal dentro de uma parte da companhia, por exemplo, o departamento de compras, partilha os mesmos recursos na rede. Por meio de associar todos os usuários e recursos a uma VLAN é possível adicionar novos, ou remover equipamentos velhos, mover pessoal entre andares e trocar seus pertences de departamento sem mover cabos ou trocar filtros de acesso nos seletores de trajeto IP.
Na Patente Americana US 5,751,967 é descrito um sistema para configurar redes locais virtuais. O sistema ajusta os comutadores da rede de uma maneira desejada, de modo que estações terminais conectadas são conectadas em uma topologia desejada e o sistema pode reconfigurar os comutadores quando as estações terminais mudam. O sistema tem um dispositivo central para realizar tais tarefas. Este dispositivo compreende um circuito para detectar modificações da topologia. O dispositivo central também tem um circuito que contêm regras de como os comutadores devem ser reconfigurados quando estações terminais são mudadas e um circuito paralelo para ler as regras e determinar como estações terminais e portas de comutação devem ser agrupadas. Finalmente, no dispositivo central é incorporado um circuito que realiza a reconfiguração decidida automaticamente. O sistema é eficiente, porém tem a desvantagem de ser controlado de maneira completamente automatizada pelo dispositivo central e não pode de maneira alguma ser operado facilmente pelos usuários. O Pedido de Patente Internacional WO 98/44684 descreve uma técnica para criar domínios de broadcast virtuais que são redes virtuais dentro de uma rede física maior. Também um registro no processo está descrito, de acordo com o qual um terminal que está sendo comutado é associado com um primeiro domínio de broadcast virtual. Quando o usuário mais tarde se registra ele é comutado para o domínio de broadcast virtual ao qual ele pertence. Uma parte das estações na rede maior é conectada a este domínio de broadcast virtual. Uma mensagem a partir de uma destas estações somente alcança as estações conectadas ao domínio. O registro no processo tem a vantagem que é possível registrar a partir de um terminal arbitrário, porém isto também traz custos administrativos.
Sumário da invenção A presente invenção enfrenta o problema de como um usuário final em um sistema de telecomunicação seleciona serviços desejados a partir de um número de serviços oferecidos, os quais são distribuídos por meio de uma rede de serviço a partir de provedores de serviço.
Um outro problema é relacionado ao segredo, e preferivelmente como os diferentes serviços devem ser mantidos secretos para provedores de serviço não autorizados. O problema é resolvido por meio de conformar as redes de serviço em grupos de rede de serviço que tem um conteúdo de serviços desejado. Os grupos de rede de serviço recebem domínios de broadcast virtual diferentes, os quais carregam a informação a partir de seu grupo de rede de serviço. Os usuários finais podem então selecionar serviços por meio de selecionar um ou diversos dos domínios de broadcast virtuais.
Em mais detalhe, o problema é resolvido de modo que diferentes redes de serviço, por exemplo, redes de telefonia, Internet, redes de televisão a cabo, redes para alarme e etc., são conectadas a um domínio comutado, possivelmente através de um roteador. Por meio de uma seleção entre as redes de serviço estas são formados cm grupos de rede de serviço de uma maneira desejada. Cada grupo de rede de serviço recebe pelo menos um domínio de broadcast virtual por meio de configurar portas nos comutadores no domínio comutado. Os usuários finais podem então selecionar o grupo de rede de serviço por meio de selecionar um ou diversos dos domínios de broadcast virtuais. O domínio comutado tem uma conexão de dispositivo à qual o usuário final pode conectar dispositivos terminais requeridos e conectar seu domínio de broadcast virtual selecionado por meio de configuração de portas de comutação. Quando o usuário final quer trocar um serviço, ele pode selecionar um outro domínio de broadcast virtual que carrega serviços a partir das redes de serviços agora desejados. Uma troca para o novo domínio é realizada por meio de configuração de portas nos comutadores e reconfiguração no usuário final. As redes de serviço são separadas uma da outra também nos domínios de broadcast virtuais por meio de excluir um certo tipo de elemento de acoplamento, assim chamados cubos (bocas de conexão) do domínio comutado. Existe segredo completo entre os provedores de serviço de modo que nenhum provedor pode acessar tráfego em uma outra rede de serviço.
Um objetivo da presente invenção é assim oferecer aos usuários acesso a serviços presentes em diferentes redes de serviço. O usuário final deve ser capaz de selecionar o nível de serviço e deve, de uma maneira simples, ser capaz de trocar seu nível de serviço.
Um outro objetivo é que diferentes provedores de serviço devem ser bloqueados quanto a acessar informação em cada uma das outras redes.
Uma vantagem da invenção é que os usuários, em uma maneira simples, podem acessar o serviço desejado a partir das redes de serviço. Uma troca de nível de serviço não requer reajustes caros de servidores nas redes.
Uma outra vantagem é que o operador de rede, muitas vezes o proprietário da rede local, está aliviado de ter que manter acompanhamento dos provedores de serviço e a que provedores os usuários estão conectados. O operador de rede pode, se desejado, deixar aos próprios usuários reajustar sua conexão para os domínios de broadcast quando os usuários desejam um serviço trocado.
Uma outra vantagem é que é fácil adicionar o novo serviço por meio de formar novos grupos de rede de serviço.
Ainda uma outra vantagem é que intromissão não autorizada entre provedores de serviço é tornada mais difícil.
Na presente invenção o termo sistema de telecomunicação é utilizado, o qual é projetado para cobrir um campo técnico bastante amplo e compreender, por exemplo, telefonia, dados, sistemas de vídeo e telemétricos. A invenção será agora descrita em mais detalhe utilizando configurações preferenciais e com referência aos desenhos que acompanham.
Descrição das Figuras A Figura 1 mostra um diagrama de blocos simplificado da rede; A Figura 2 mostra em mais detalhe o diagrama de blocos da rede; A Figura 3 mostra diagramas de blocos de grupos de rede de serviço; A Figura 4 mostra um diagrama de blocos de uma estrutura de comunicação que têm diferentes camadas; A Figura 5 mostra diagramas de blocos com seqüências de dados para as camadas; A Figura 6 mostra um diagrama de diferentes dispositivos na rede, com suas conexões; A Figura 7 mostra um diagrama de blocos de uma rede configurada em anel; A Figura 8 mostra um diagrama de blocos de uma rede configurada em estrela; e A Figura 9 mostra um fluxograma de um processo de acordo com a invenção.
Descrição de configurações preferenciais Um número bastante grande de diferentes serviços de telecomunicação e dados está disponível em diferentes redes de serviço e diferentes usuários têm a opção de selecionar alguns serviços desejados e assinar estes. O usuário pode, por exemplo, ser uma pessoa privada ou pertencer a algum tipo de grupo. Na Figura 1 isto está ilustrado muito esquematicamente com uma sociedade de proprietários-inquilinos 1 que tem uma rede de distribuição 2 para serviços de telecomunicação e dados. Para a rede de distribuição 2 uma rede de serviço externa Al 1 para telefonia, uma rede de televisão a cabo externa BI 1, Internet Cl 1 e uma rede de serviço Dl 1 que carrega serviços de alarme estão conectadas. Para cada rede de serviço existe um provedor de serviço externo que, contudo, não está mostrado na Figura. Dentro da sociedade 1 existem redes de serviço internas, uma rede de supervisão interna Eli e rede de televisão a cabo interativa interna Fll.
Diferentes usuários Gl, Hl, Kl e LI na sociedade devem ter a opção de selecionar que serviços eles querem utilizar. Por exemplo, o usuário Gl, o qual tem como dispositivos de usuário um telefone G21 para o serviço de telefonia, um computador G22 para a rede de televisão a cabo interna, e um aparelho de televisão G23 para a rede de televisão a cabo externa. O usuário LI tem um telefone L21, um computador L22 para Internet e a rede de televisão a cabo interna, um aparelho de televisão L23 para a rede de televisão a cabo externa, e um dispositivo de alarme L24 conectado à rede Dll. A descrição abaixo descreve como os usuários estão conectados às redes de serviço e como eles podem trocar sua utilização delas.
Na Figura 2, a rede na Figura 1 está mostrada em mais detalhe. A rede de distribuição compreende um domínio comutado 2A com comutadores Ethernet SW1 e SW2 que são conectados um ao outro através de uma conexão 4. As diferentes redes de serviço na Figura 1 são conectadas aos comutadores. A Internet Cll, através de um roteador, de acordo com o exemplo um seletor de trajeto IP 3, é conectada ao comutador SW2 e um provedor de serviço Cl na Internet está mostrado. Um provedor de serviço Al para telefonia, um operador de televisão a cabo BI e um operador de alarme Dl estão conectados ao comutador SW2 através de suas respectivas redes de serviço All, Bll e Dll, um provedor de serviço interno El, que fornece supervisão interna e um operador de televisão a cabo interno F1 estão conectados ao comutador SW2 através das redes de serviço internas Eli e Fll, respectivamente. Os usuários Gl, Hl, Kl e LI são conectados ao comutador SW1 através de sua respectiva conexão Gll, Hll, Kll e Lll. Os dispositivos do usuário Gl, o telefone G21, o computador G 22 e o aparelho de televisão G23 estão conectados à conexão Gll. Da mesma maneira os dispositivos do usuário Ll, o telefone L21, o computador L22, o aparelho de televisão L23 e o dispositivo de alarme L24 estão conectados à conexão Lll.
Os usuários Gl, Hl, Kl e Ll terminam tendo somente um ponto de conexão cada um para a conexão de sua conexão ao comutador. Um operador de rede OP1 tem um terminal OP11 que está conectado aos comutadores. O operador pode reajustar os comutadores através de seu terminal.
Os diferentes serviços nas redes de serviço são escolhidos e misturados em grupos, grupos de redes de serviço, aos quais os usuários na comunidade doméstica 1 podem conectar. Esta seleção de serviços para grupos de rede de serviço é, por exemplo, feita por meio de um operador de rede e dois tais grupos de rede de serviço TI e T2 estão mostrados na Figura 3. O primeiro grupo de redes de serviço compreende serviços que o usuário Gl utiliza: o serviço de telefonia, televisão a cabo externa e televisão a cabo interna, os quais estão presentes na respectiva rede de serviço All, Bll e Fll. O outro grupo de rede de serviço T2 compreende os serviços que o usuário Ll utiliza: o serviço de telefonia, televisão a cabo externa, Internet, o serviço de alarme e televisão a cabo interna, que estão presentes nas respectivas redes de serviço All, Bll, Cll, Dll, Fll. Os diferentes serviços podem ser misturados em uma quantidade de outros grupos de rede de serviço por meio do operador de rede, o que, contudo, não está mostrado na Figura 3.
Uma parte essencial da presente invenção é que os diferentes grupos de rede de serviço estão distribuídos em diferentes domínios de broadcast virtuais, os quais, nos exemplos, são redes locais virtuais. Em conjunto com as Figuras 4, 5, 6, 7, 8 e 9, será descrito como os usuários estão conectados à, e podem trocar entre estas redes locais para receber o número desejado dos serviços totais oferecidos. A despeito do tipo de telecomunicação, por exemplo, dados ou telefonia, a comunicação é dividida em uma estrutura em camadas, como está mostrado na Figura 4. Cada camada tem sua tarefa específica no sentido de superpor subpor camadas e juntas as camadas formam uma pilha. Dentro da técnica Internet a assim chamada pilha TCP/IP 10 é utilizada. Este modelo de comunicação que está mostrado na Figura, consiste de 5 camadas 11-15: Camada 11, Aplicação: é definida por um processo de usuário que se comunica com um outro processo. Este outro processo pode, por exemplo, ser correio eletrônico (E-mail) através do protocolo SMPT ou “surfar” através do protocolo HTTP.
Camada 12, Transporte: é definido pelo fato de controle de transmissão de dados entre estações terminais poder ser adicionado. O protocolo de controle de transmissão (TCP) oferece uma transmissão segura de dados entre os processos de usuário, enquanto o protocolo datagrama de usuário (UDP) não oferece uma transmissão segura. Além disto, nesta camada, o termo porta é definido, e não deve ser confundido com a porta que pertence a um comutador. O termo "porta" aqui tem a tarefa de tomar possível distinguir processos na mesma máquina que utilizam o mesmo protocolo de transporte.
Camada 13, Internet: o protocolo Internet (IP) define esta camada. É neste nível que se podem oferecer diferentes trajetos através dos assim chamados seletores de trajeto IP (roteadores). O protocolo IP, o endereçamento IP e o seletor de trajeto IP com seu protocolo de seleção de trajeto associado, fornece a escalabilidade presente na Internet de hoje. O protocolo IP não oferece uma transmissão segura. Isto é transferido para protocolos sobrejacentes, os quais podem ser TCP, ou se alguém utiliza UDP, o protocolo de aplicação.
Camada 14, Link: esta camada define a conexão ao meio físico sobre o qual dados devem ser transmitidos. Esta camada pode, porém não deve, fornecer transmissão segura. Além disto, a camada pode ser orientada para pacote ou corrente; IP não coloca quaisquer requisitos com relação a isto. Técnicas típicas de link são Ethernet, ATM, Frame Relay.
Camada 15, Física: esta camada descreve o meio físico, o qual pode ser fibra ótica, cobre, o éter, etc. A Figura 5 mostra o processo de encapsulação para a dados nas diferentes camadas. Dados de aplicação 16 são distribuídos a partir da camada de aplicação 11 para a camada de transporte 12 adicionando um cabeçalho 17 aos dados. O cabeçalho 17 e os dados 16 são transmitidos de uma maneira similar para a camada Internet 13, novamente um cabeçalho 18 é adicionado. Finalmente, dados são transmitidos para a camada de link 14 e o mesmo processo, adição de um cabeçalho 19 aos dados, é realizado. Na camada de link, dados de aplicação 16 e cabeçalhos 17 e 18 são agora considerados como dados. Dados são agora completamente encapsulados e podem ser transportados entre transmissor e receptor sobre a camada física 15.
Os dados completamente encapsulados 16, 17, 18, 19 alcançam por meio da camada física 15 seu destino final no receptor. Aqui a pilha 10 é atravessada para cima e cabeçalhos 19, 18 e 17 são, por sua vez, removidos na camada respectiva. O cabeçalho 19 tendo a etiqueta Cabeçalho Ram na Figura, compreende 12 bits, por meio dos quais a seqüência de dados, em uma maneira conhecida, pode ser direcionada no sentido da rede local virtual desejada. Em outros cabeçalhos existe informação relativa a controle de erro, multiplexação e etc.
Na Figura 6 a conexão de um usuário a uma rede virtual particular está mostrada em mais detalhe. Como um exemplo, o usuário G1 na Figura 2 foi escolhido, e para não sobrecarregar a Figura 6 somente os serviços de telefonia e televisão a cabo foram escolhidos como um exemplo.
Isto significa que a rede telefônica All deve ser conectada ao telefone G21 e que a rede de televisão a cabo Bll deve ser conectada ao aparelho de televisão G23 no usuário Gl. Daí, a rede de telefonia no exemplo é observada como um grupo de rede de serviço ATI 1 que tem somente um serviço, e a rede de televisão a cabo Bll é considerada como um grupo de rede de serviço BT11.
Na Figura 6, está mostrado esquematicamente como a camada de aplicação 11, a camada de transporte 12, a camada Internet 13 e a camada de link 14 são comuns para as diferentes partes no sistema de comunicação de acordo com a Figura 2. A Figura mostra portas Pa, Pb, ...Pk através das quais as partes são conectadas. O usuário Gl tem, como descrito, um telefone G21 e um aparelho de televisão G23, os quais podem ser endereçados sobre as diferentes camadas 11-14, isto é, as camadas de link (MAC), Internet (IP), transporte (através de UDP e uma porta associada) e aplicação. Os dois grupos de rede de serviço AT11 e BT11 são da mesma maneira que os dispositivos de usuário passíveis de endereçar através das diferentes camadas.
Um grupo de rede de serviço AT 11 compreende, como descrito, somente telefonia e o outro grupo de rede de serviço BT11 compreende somente televisão a cabo. O usuário final Gl 1 inicialmente recebe o outro grupo de rede de serviço BT11 para televisão a cabo.
Entre o usuário final Gl e os grupos de rede de serviço AT11 e BT11 existe o domínio comutado que tem os comutadores SW1 e SW2, o qual respeita o padrão VLAN. Além disto, existe o seletor de trajeto IP 3 que possibilita o transporte de tráfego entre diferentes redes locais virtuais. O seletor de trajeto IP pode, por exemplo, estar conectado por meio de uma ou diversas portas de comutação, e no exemplo compreende a porta de comutação P, que está conectada à porta de comutação Pe no comutador SW2. No caso onde o seletor de trajeto IP está conectado ao domínio comutado por meio de diversas portas, não é requerido que a camada de link 14 no seletor de trajeto IP atinja um padrão VLAN. O grupo de rede de serviço BT11 na rede de serviço Bll pertence a uma rede local virtual VLAN1, que está mostrada com linhas interrompidas e que é definida pelas portas comutadas Pb e Pf. Em uma maneira correspondente o grupo de rede de serviço AT11 pertence a uma rede local virtual VLAN2 que está mostrada com linhas tracejadas e definida pela porta de comutação Pj.
As linhas contínuas descrevem acoplamento entre as portas comutadas Pc, Pd e Pe e Pj, respectivamente, as quais são capazes de resolver a rotulagem VLAN de pacotes de nível de link, isto é, que dados associados com ambos os grupos de rede de serviço ou telefonia e televisão a cabo podem ser transmitidos nestas linhas. O aparelho de televisão G23 do usuário final G1 está assim conectado através da rede virtual local VLAN1, que carrega o grupo de rede de serviço BT11 com o serviço de televisão a cabo. O aparelho de televisão G23 está conectado ao comutador SW1 através da porta Pb. O operador de rede OP1 do domínio comutado 2A administra o sistema de acordo com o que segue para fornecer ao usuário G1 o serviço desejado. O operador de rede determina que grupos de rede de serviço serão parte do domínio comutado, de acordo com o exemplo os grupos de rede de serviço AT11 e BT11. Estes grupos de rede de serviço podem ser conectados de duas maneiras diferentes. Uma maneira é através de portas no nível de link 14, que é o caso para os grupos de rede de serviço ATI 1 e BT11 no exemplo acima. Uma outra maneira é através de uma porta conectada à camada Internet 13, por exemplo através do seletor de trajeto IP 3.
Além disto, o operador de rede pode criar novas redes locais virtuais, as quais tem a tarefa de oferecer acessibilidade através do seletor de trajeto IP para permutações de redes locais virtuais e grupos de rede de serviço já definidos.
Finalmente o operador de rede OP1 pode conectar o usuário à rede local virtual VLAN1 que corresponde ao desejo do usuário. Isto é realizado por meio de configurar comutador mais próximo Pb conectado ao dispositivo de usuário G 23 do usuário G1 à dita rede local virtual VLAN1. O usuário pode atuar das seguintes maneiras em diferentes situações.
Em uma certa situação o usuário, por exemplo o usuário G1 que deseja trocar o grupo de rede de serviço de BT11 que tem televisão a cabo para ATI 1 que têm telefonia. A maneira na qual o usuário G1 informa a camada de link 14 no domínio comutado quanto a mudança desejada não é essencial. O usuário pode realizar isto fornecendo aviso ao operador de rede OP1 do domínio ou realizar a troca ele mesmo, por meio de uma interface existente no dispositivo do usuário.
Duas reconfigurações do sistema de comunicações de acordo com a Figura 6 são requeridas para que o usuário receba o grupo de rede de serviço AT11 que têm telefonia ao invés do grupo de rede de serviço BT11 que tem televisão a cabo. As reconfigurações podem ser realizadas manualmente ou dinamicamente. Primeiramente a porta de comutação Pd deve ser configurada de modo que seja desconectada da rede local virtual VLAN1 e conectada à rede local virtual VLAN2. Em segundo lugar, a camada Internet, camada 13, do usuário G1 deve ser configurada de modo que ela pertença à rede local virtual VLAN2, e receba parâmetros, por exemplo, o endereço IP, de modo que conectividade seja suportada.
Em uma outra situação o usuário pode ter o grupo de rede de serviço BT11 com televisão a cabo e também desejar receber o grupo de rede de serviço ATI 1 sem desconectar o acesso ao grupo de rede de serviço BT11.
Isto pode ser implementado em 3 maneiras diferentes.
Primeiramente, o seletor de trajeto IP 3 pode ser configurado de modo que o endereço IP que o usuário G1 tem e que pertence à rede local virtual VLAN1 recebe a possibilidade de alcançar o endereço IP que o grupo de rede de serviço AT11 tem. Isto não requer qualquer reconfiguração da porta de comutação Pb.
Em segundo lugar, o equipamento que fornece a camada de link, camada 14, no usuário G1 pode oferecer a opção para atuar para a rede local virtual. Neste caso, a porta Pb pode ser configurada de modo que ela além de pertencer a rede local virtual VLAN1 também pertença à rede local virtual VLAN2. Da mesma maneira, a porta Pa no usuário G1 irá então pertencer às duas redes locais virtuais VLAN1 e VLAN2.
Em terceiro lugar, uma rede local virtual comum que é denominada VLAN1+2 pode ser definida no domínio comutado. Além disto, a porta de comutação Pb é parte principal desta rede local virtual. O seletor de trajeto IP 3 é então configurado de modo que usuários conectados à rede VLAN1+2 acessam os grupos de rede de serviço AT11 e BT11. Esta terceira maneira oferece a opção para, a partir de um número de serviços, ser capaz de selecionar permutações deles, e distribuir as permutações através de diferentes redes locais.
Na descrição acima, a invenção foi implementada utilizando técnica Ethernet e a configuração tomada como exemplo na Figura 2 mostra comunicação ponto a ponto mais próxima. Em adição, a técnica Ethernet permite uma topologia de rede em ambos, em configuração em estrela e em configuração em anel. Em conjunto com a Figura 7, uma configuração que utiliza a técnica de anel será descrita. A Figura mostra uma rede anel 20 que tem 4 comutadores SW3, SW4, SW5 e SW6. Os comutadores são conectados um ao outro através de linhas 21.0 comutador SW3 está conectado a dois provedores de serviço Μ1 e N1 que tem cada um uma rede de serviço, e um usuário S1 que tem dispositivos de usuário. O comutador SW4 está conectado a um usuário Tl, o comutador SW5 está conectado a um provedor de serviço Ol e um usuário PI e o comutador SW6 está finalmente conectado a dois usuários Q1 e R1. O operador de rede OP2 está conectado a todos os comutadores através do comutador SW4 e das linhas 21 utilizando um terminal OP21. Um roteador 22 é também conectado ao comutador SW4. O operador de rede escolhe entre os provedores de serviço Ml, NI e Ol redes de serviço e coloca junto grupos de rede de serviço. Por meio de configurar portas nos comutadores SW3 e SW5 os grupos de rede de serviço selecionados são colocados em suas respectivas redes locais virtuais da maneira correspondente que está descrita cm conjunto com a Figura 6. Os usuários Pl, Ql, Rl, SI e Tl escolhem o grupo de rede de serviço de seu respectivo comutador é configurado para receber o grupo de rede de serviço escolhido na rede local virtual correspondente.
Na Figura 8 uma rede configurada em estrela 25 que corresponde à rede em anel 20 na Figura 7 está mostrada. A rede em estrela tem os 4 comutadores SW3, SW4. SW5 e SW6 com os mesmos usuários e provedores de serviço como na rede em anel 20. Ditos 4 comutadores são conectados em uma topologia em estrela com um comutador comum SW7 através de linhas 26. O operador de rede OP2 que tem o terminal OP21 está conectado ao comutador SW7 e ao qual um roteador 27 também está conectado. Também nesta rede o operador seleciona grupos de rede de serviço e os coloca em redes locais virtuais. Estas redes são configuradas por meio do operador de rede OP1 configurando portas em todos os comutadores SW3, SW4, SW5, SW6 e SW7. O processo de conectar usuários na rede de comunicação a certos dos serviços como divulgado na descrição acima, será descrito em conexão com a Figura 9. O processo admite que o sistema de comunicação está projetado como mostrado por exemplo na Figura 2, Figura 7 ou Figura 8. O sistema compreende o domínio comutado 2A e as redes de serviço estão conectadas aos comutadores no domínio. Estas também têm portas para os dispositivos de usuário e o operador de rede tem seu terminal para configurar as portas nos comutadores. Em uma primeira etapa 31 as redes de serviço são selecionadas e colocadas em grupos de rede de serviço. As redes locais virtuais são definidas na etapa 32 e na etapa 33 as portas onde os grupos de rede de serviço são acessíveis são configuradas para pertencerem à rede local virtual respectiva. Na etapa 34 é fornecido ao usuário um endereço que corresponde à rede local virtual selecionada. Ao trocar um grupo de rede de serviço as etapas 33 e 34 são repetidas.
Nas configurações tomadas como exemplo descritas acima, a técnica de redes locais virtuais foi utilizada. Contudo, inicialmente foi descrito que a invenção pode ser aplicada em domínios de broadcast virtual, que compreende o termo redes locais virtuais. Um exemplo de como o domínio de broadcast virtual pode ser implementado está fornecido abaixo.
Sobre ATM (nível de link) a emulação LANE padrão, Lane definida pelo Fórum ATM é utilizada. Lane também tem a função de criar domínios de broadcast lógicos sobre uma estrutura em nível de link. Isto é possível a despeito de ATM, em oposição, por exemplo, a Internet e a técnica de Token Ring, ser uma técnica comutada e não uma técnica de broadcast.
Além disto, as configurações tomadas como exemplo descrevem como a invenção pode ser aplicada na técnica de link Ethernet. Ao invés da técnica Ethernet é possível utilizar outras técnicas em nível de link, por exemplo, Token Ring e FDDI. O protocolo Internet IP foi utilizado através de todas as configurações tomadas como exemplo. Contudo, é possível utilizar outros protocolos de 3 níveis, por exemplo, os protocolos IPX, NetBEUI ou Apple Talk.

Claims (15)

1. Dispositivo para configurar um sistema de telecomunicação comutado, o dito sistema compreendendo: um domínio comutado (2A) que compreende pelo menos um comutador (SW1, SW2); pelo menos duas redes de serviço (All-Fll) conectadas ao domínio comutado (2A); uma porta (Pb) para dispositivos de usuário (G21-G23) em pelo menos um dos dois comutadores (SW1) no domínio comutado; e um roteador (3, 22, 27), que é conectado ao domínio comutado (2A) para configuração de domínios de broadcast virtuais (VLAN1, VLAN2); o dito dispositivo compreendendo: terminal de operador de rede (OP11) para configurar a porta (Pb) para os dispositivos de usuário (G21, G23) para um domínio selecionado dos domínios de broadcast virtuais (VLAN1), o dispositivo sendo caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente: meios dispostos para definir pelo menos dois grupos de rede de serviço (ΤΙ, T2; ATI 1, BT11), cada grupo de rede de serviço sendo uma seleção entre as redes de serviço (All-Fll), em que um grupo predeterminado dos grupos de rede de serviço (BT11) é configurado para pertencer a pelo menos um dos domínios de broadcast virtuais (VLAN1), e dispostos para configurar as portas correspondentes (Pe, Pf, Pg) para as redes de serviço selecionadas.
2. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o roteador (3, 22, 27) conecta pelo menos uma das redes de serviço (Cl 1) ao domínio comutado.
3. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que compreende terminal de operador de rede (OP11) disposto para reconfigurar a porta (Pb) para os dispositivos de usuário a partir do domínio de broadcast virtual predeterminado (VLAN1) para um domínio de broadcast virtual alternativo dos domínios de broadcast virtuais (VLAN2).
4. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3, caracterizado pelo fato de que os domínios de broadcast virtuais são redes locais virtuais (VLAN1, VLAN2).
5. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, 2, 3 ou 4, caracterizado pelo fato de que o sistema de comunicação é baseado no protocolo Internet e o roteador sendo um seletor de trajeto IP (3).
6. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, 2, 3, 4 ou 5, caracterizado pelo fato de que o sistema de comunicação compreende uma rede de distribuição (2) que é uma rede em anel (20).
7. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, 2, 3, 4 ou 5, caracterizado pelo fato de que o sistema de comunicação compreende uma rede de distribuição (2) que é uma rede em estrela (25).
8. Processo para habilitar um usuário a selecionar serviços em um sistema de telecomunicação comutado, o dito sistema compreendendo: um domínio comutado (2A) que compreende pelo menos um comutador (SW1, SW2); pelo menos duas redes de serviço (All-Fll) conectadas ao domínio comutado (2A); uma porta (Pb) para dispositivos de usuário (G21, G23) em pelo menos um dos comutadores (SW1) no domínio comutado; e um roteador (3, 22, 27) que é conectado ao domínio comutado (2A), o processo compreendendo as etapas de: configurar domínios de broadcast virtuais (VLAN1, VLAN2), utilizando o roteador; configurar a porta (Pb) para os dispositivos de usuário (G21, G23) para um domínio selecionado dos domínios de broadcast virtuais (VLAN1), o processo sendo caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente as etapas de: formar grupos de rede de serviço (Tl, T2; AT11, BT11), cada grupo de rede de serviço sendo uma seleção entre as redes de serviço (All- Fll); alocar um grupo predeterminado dos grupos de rede de serviço (BT11) para pelo menos um dos domínios de broadcast virtuais (VLAN1) e configurar as portas correspondentes (Pe, Pf, Pg) para as redes de serviço selecionadas.
9. Processo de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que compreende a etapa de conectar pelo menos uma das redes de serviço (Cll) ao domínio de broadcast virtual (2A) através do roteador (3).
10. Processo de acordo com a reivindicação 8 ou 9, caracterizado pelo fato de que compreende a etapa de reconfigurar a porta (Pb) para os dispositivos de usuário a partir do domínio de broadcast virtual (VLAN1) selecionado para um domínio de broadcast virtual alternativo dos domínios de broadcast virtuais (VLAN2).
11. Processo de acordo com a reivindicação 8 ou 9, caracterizado pelo fato de que um domínio adicional dos domínios de broadcast virtuais (VLAN2) é conectado à porta (Pb) para os dispositivos de usuário por meio de reconfiguração desta porta (Pb).
12. Processo de acordo com a reivindicação 8 ou 9, caracterizado pelo fato de que um domínio adicional dos domínios de broadcast virtuais (VLAN2) é tomado acessível através da porta (Pb) para os dispositivos de usuário por meio de reconfiguração do roteador (3, 22, 27).
13. Processo de acordo com a reivindicação 8 ou 9, caracterizado pelo fato de que um domínio adicional dos domínios de broadcast virtuais (VLAN2) é conectado à porta (Pb) para os dispositivos de usuário utilizando as seguintes etapas: configurar um domínio de broadcast virtual comum (VLAN1+2); conectar a porta (Pb) para os dispositivos de usuário ao dito domínio de broadcast comum (VLAN1+2); e reconfigurar o roteador (3, 22, 27) de modo que o dito domínio de broadcast comum (VLAN1+2) acesse o domínio de broadcast original (VLAN1) e também o dito domínio de broadcast adicional (VLAN2).
14. Processo de acordo com a reivindicação 8, 9, 10, 11, 12 ou 13, caracterizado pelo fato de que os domínios de broadcast virtuais são redes locais virtuais (VLAN1, VLAN2).
15. Processo de acordo com a reivindicação 8, 9, 10, 11, 12, 13 ou 14, caracterizado pelo fato de que o sistema de comunicação é baseado no protocolo Internet (IP) e o roteador sendo um seletor de trajeto IP (3).
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