"COMPOSIÇÃO DE LIMPEZA DE DUAS FASES AQUOSAS E COMPOSIÇÃO DE LIMPEZA DE TRÊS FASES AQUOSAS".
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Composições de limpeza são geralmente fase única ou fase oleosa dispersada em fase de limpeza aquosa. Quando quantidades significantes da fase oleosa estão presentes, particularmente para aplicar condicionamento de pele via emoliência com componentes tipo lipofílicos, esforços substanciais são usualmente feitos para proporcionar emulsão estável, que não se divide. Entretanto, pode haver vantagens significantes em ter duas ou mais fases presentes no recipiente único durante o não uso. Essas fases podem ser apelo para os olhos dependendo de vários agentes; agentes particularmente corantes dispersados nesse meio ou partículas presentes na interface das fases. Pequena quantidade de agitação através do usuário antes do uso final pode criar mistura das fases e as vezes aparência do tipo efervescente. Emulsão(s) pode ser formada durante a mistura e pode estar presente durante a limpeza real. Mediante não agitação, as fases uma vez mais separam rapidamente em duas ou mais fases e estão prontas para a próxima limpeza, por exemplo, vinte e quatro horas mais tarde quando se usa o gel de chuveiro. Embora, viscosidades inferiores são aceitáveis para produtos tais como espuma de banho, viscosidades superiores são preferidas para certos produtos tais como géis para chuveiro, composições do tipo creme, e assim por diante.
Entretanto, o fabrico de duas fases aquosas não é rapidamente atingível. Em segundo lugar, a espessura seletiva de uma fase aquosa, quando oposta à segunda, não é rapidamente alcançável.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
De acordo com a invenção, existe composição que compreende fase aquosa inferior que tem nesse particular a partir de pelo menos cerca de 1% desejavelmente pelo menos cerca de 2% em peso da composição do polímero hidrofílico ou copolímero selecionado do grupo que consiste de poliacrilato, sulfonato de poliestireno, polivinilpirrolidona, ou anidrido maléico e misturas dos mesmos e fase aquosa superior que tem nesse meio quantidade efetiva de limpeza do tensoativo ou suas misturas.
Quando a fase polímero inferior é formada, é desejável que pelo menos cerca de 10% do volume da composição estejam na fase inferior.
É preferido que a viscosidade da composição quando misturada deve ser pelo menos 200 centipoise e não mais do que cerca de 15.000 centipoise.
Através da escolha seletiva de polímeros uma terceira fase pode ser formada. Esta fase é segunda fase polímero aquosa abaixo da primeira fase polímero aquosa. Isto resulta na composição de três fases que tem fase tensoativa que situa-se acima do lugar do primeiro polímero e a primeira fase de polímero situa-se acima da segunda fase de polímero.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
As duas fases aquosas formam camadas separadas distintas quando em contato sem agitação. Normalmente quando polímero solúvel em água está presente com tensoativo solúvel ou dispersível em água (tal como tensoativo etoxilado não iônico) fase aquosa simples é formada. Já foi verificado que certos polímeros compatíveis com a pele não coexistirão normalmente em camada aquosa única com tensoativo mas formará segunda camada, usualmente abaixo daquela do tensoativo que contém camada aquosa. E suposto que a propriedade que separa este agrupamento de polímero dos outros que são compatíveis em uma fase, é hidrofilicidade do polímero. Aqueles polímeros que são altamente hidrofílicos formarão segunda fase aquosa. Esses polímeros têm tipicamente nenhuma ou muito pouca ligação cruzada e nenhuma ligação hidrofóbica significante. Exemplos de polímeros, que formam tal segunda fase aquosa são polímeros poliacrilato (que incluem copolímeros) sulfonato(s) de poliestireno, polivinilpirrolidonas e assim por diante. Exemplos de polímeros, que não formam segunda fase mas mantêm fase única com a fase aquosa que contém tensoativo, são polietileno glicóis, Pluronics (polímeros óxido etileno) e copolímeros com óxido propileno, polímeros celulósicos, e assim por diante.
Quanto maior a quantidade de polímero hidrofílico empregado na composição, maior o volume da fase que contém polímero. Geralmente quanto maior o peso molecular maior a propensão para o polímero estar presente na fase separada da fase tensoativa. Quanto menor o peso molecular mais partições de polímero com fase tensoativo até poder haver apenas uma fase de polímero com pesos moleculares relativamente baixos. Quando se usa polímero polivinilpirrolidona maior do que cerca de 60.000 de peso molecular e com outros polímeros presentes, segunda fase de polímero pode ser formada que fica abaixo da primeira fase de polímero. Isto resulta no sistema de três fases com camada tensoativa no topo, primeira fase de polímero que tem polivinilpirrolidona peso molecular alto e a segunda fase de polímero abaixo da primeira fase de polímero que tem os outros polímeros mencionados antes tais como o anidrido maléico poliacrilato. Deve ser notado que existe sempre alguma partição do tensoativo e polímero(s) em todas as fases. Entretanto, quando se refere à "fase tensoativa", a fase é rica em tensoativo comparado à outra fase(s). O mesmo se aplica à "primeira fase de polímero" e "segunda fase de polímero".
Da mesma maneira que vários polímeros que têm a tendência de associar com o tensoativo na fase aquosa única, assim sucede aos componentes de espessamento usuais. Este fenômeno por conseqüência proporciona fase tensoativa razoavelmente viscosa e fase que contém polímero muito fina antes do espessamento. Exemplos de agentes de espessamento que preferencialmente entram na fase tensoativa aquosa quando oposto à fase de polímero são sais comuns tais como cloreto de sódio, espessadores associados tais como metacrilatos poliacrilato com ligação cruzada tais como Aculyn 22 e 33, ver CFTA vol. 4, 1991 para definição adicional, e polímeros hidrofobicamente modificados.
Com respeito ao sistema de duas fases, esta solubilidade preferencial deixa composição de duas fases aquosas que é fortemente desequilibrado com respeito à viscosidade, a fase tensoativa superior sendo substancialmente mais viscosa do que a fase polímero inferior. É difícil atingir mistura apropriada quando a composição de duas fases é agitada. Entretanto, alguns espessadores são preferencialmente solúveis na fase de polímero. Esses materiais incluem os polímeros solúveis em água não híürofobicamente modificados, que podem ser ou podem não ser de ligação cruzada. Exemplos de tais polímeros incluem ácidos poliacrílicos e ácidos poliacrílicos de ligação cruzada com éter alila de pentaeritritol e assim por diante, de sacarose ou de propileno, por exemplo, a série Carbomer 900 disponível da Goodrich como "Carbopol(s)". Tais ácidos poliacrílicos são 70 a 100% neutralizados com a base.
Adicionalmente, foi observado que certos sais metálicos também provocam espessamento preferencial ?da fase de polímero quando oposta à fase tensoativa. Esses sais são os sais metálicos solúveis em água que têm cátion com número de oxidação de pelo menos mais dois. Exemplos de tais sais incluem magnésio, cálcio, bário, manganês, ferro, alumínio e assim por diante. Vários ânions incluem cloreto, nitrato, sulfatos e outros mais desses sais metálicos. Cloreto de magnésio é preferido.
Uma vez que o polímero que contém fase aquosa é espessado até a viscosidade desejada, agentes padrões tais como sal comum (cloreto de sódio), espessadores associativos tais como Aculyn 22 e 33, e polímeros hidrofobicamente modificados podem espessar a fase aquosa que contém o tensoativo.
Fase aquosa contendo tensoativo tem qualquer tensoativo ou misturas do mesmo que podem ser empregados em composição de limpeza. Existe quantidade efetiva de limpeza da pele do tensoativo presente na composição. Sabão, alquila ou alcenila de cadeia longa, sal de ácido carboxílico ramificado ou normal tal como sal de sódio, potássio, amônio ou amônio substituído pode estar presente na composição. Exemplar de alquila de cadeia longa ou alcenila são de cerca de 8 até cerca de 22 átomos de carbono de extensão, especificamente cerca de 10 a cerca de 20 átomos de carbono de extensão, mais especificamente alquila e o mais especificamente normal, ou normal com pouca ramificação. Pequenas quantidades de ligação(ões) olefínica podem estar presentes nas seções predominantemente alquila, particularmente se a fonte do grupo "alquila" é obtida do produto natural tal como sebo, óleo de coco e assim por diante. Por causa de sua aspereza potencial o sabão não é tensoativo preferido e pode ser omitido da composição.
Outros tensoativos podem estar presentes na composição também. Exemplos de tais tensoativos são os tensoativos aniônicos, anfóteros, não iônicos e catiônicos. Exemplos de tensoativos aniônicos incluem mas sem se limitarem aos sulfatos alquila, sarcossinatos acila aniônicos, tauratos acil metila, glutamatos N-acila, isetionatos acila, sulfossuccinatos alquila, ésteres fosfato alquila, ésteres fosfato alquil etoxilados, sulfatos tridecete, condensados de proteína, misturas de sulfatos alquila etoxilados e assim por diante.
Cadeias alquila para esses tensoativos são C8-C22, preferivelmente C10-C18, mais preferivelmente C12-C14.
Tensoativos não saponáceos aniônicos podem ser exemplificados através de sais de metal alcalino de sulfato orgânico que têm em sua estrutura molecular radical alquila que contém desde cerca de 8 até cerca de 22 átomos de carbono e éster radical de ácido sulfônico ou ácido sulfurico (incluído no termo alquila está a porção alquila de radicais acila superiores). São preferidos sulfatos alquila de sódio, amônio, potássio ou trietanolamina, especialmente aqueles obtidos através de sulfatação de álcoois superiores (átomos carbono C8-Cis), sulfatos e sulfonatos monoglicerídeo de ácido graxo do óleo de coco sódico; sais sódicos ou potássicos de ésteres do ácido sulfurico do produto de reação de 1 mol do álcool graxo superior (p.ex., álcoois de sebo ou óleo de coco) e 1 a 12 mols de óxido etileno; sais sódicos ou potássicos de éter sulfato de óxido etileno fenol alquila com IalO unidades de óxido etileno por molécula e no qual os radicais alquila contêm de 8 a 12 átomos de carbono, éter sulfonatos de éter gliceril alquila sódicos; produto de reação de ácidos graxos que têm de 10 a 22 átomos de carbono esterificados com ácido isetiônico e neutralizados com hidróxido de sódio; sais solúveis em água de produtos de condensação de ácidos graxos com sarcosina; e outros conhecidos na arte.
Tensoativos zuiteriônicos podem ser exemplificados através daqueles que podem ser amplamente descritos como derivados de compostos alifáticos quaternários de amônio, fosfônio, e sulfônio, nos quais os radicais alifáticos podem ser de cadeia reta ou ramificada e em que um dos substituintes alifáticos contém desde cerca de 8 até 18 átomos de carbono e um contém grupo aniônico de solubilização em água, p.ex., carbóxi, sulfonato, sulfato, fosfato, ou fosfonato. Fórmula geral para esses compostos
<formula>formula see original document page 7</formula>
em que R2 contém radical alquila, alcenila, ou hidróxi alquila desde cerca de 8 até cerca de 18 átomos de carbono, de 0 a cerca de 10 metades óxido etileno e de 0 a 1 metade glicerila; Y é selecionado do grupo que consiste de nitrogênio, fósforo, e átomos de enxofre; R3 é grupo alquila ou monoidroxialquila que contém 1 a cerca de 3 átomos de carbono; X é 1 quando Y é átomo de enxofre e 2 quanto Y é átomo de nitrogênio ou fósforo, R4 é alquileno ou hidroxialquileno desde 0 até cerca de 4 átomos de carbono e Z é radical selecionado do grupo que consiste de grupos carboxilato, sulfonato, sulfato, fosfonato, e fosfato.
Exemplos incluem: 4-[N,N-di(2-hidroxietil)-N- octadecilamônio]-butano-l-carboxilato; 5-[S-3-hidroxipropil-S- hexadecilsulfonio]-3-hidroxipentano-1 -sulfato; 3-[P,P-P-dietil-P 3,6,9 trioxatetradecil- fosfônio]-2-hidroxipropano-1 -fosfato; 3-[N,N-dipropil-N-3 dodecoxi-2-hidroxipropilamônio]-propano-1 -fosfonato; 3-(N,N-di- metil-N- hexadecilamôni) propano-1 -sulfonato; 3-(N,N-dimetil-N-hexadecilamônio)- 2-hidroxipropano-1 -sulfonato; 4-(N,N-di(2-hidroxietil)-N-(2-hidroxidodecil) amônio]-butano-1 -carboxilato; 3-[S-etil-S-(3-dodecoxi-2- hidroxipropil)sulfônio]-propano-1 -fosfato; 3-(P,P-dimetil-P- dodecilfosfônio)-propano-1 -fosfonato; e 5-[N,N-di(3-hidroxipropil)-N- hexadecilamônio]-2-hidroxi-pentano-1 -sulfato.
Exemplos de tensoativos anfóteros que podem ser usados nas composições da presente invenção são aqueles que podem ser amplamente descritos como derivados de aminas alifáticas secundárias e terciárias em que o radical alifático pode ser de cadeia reta ou ramificada e em que um dos substituintes alifáticos contém desde cerca de 8 até cerca de 18 átomos de carbono e um contém grupo aniônico de solubilização em água, p.ex., carbóxi, sulfonato, sulfato, fosfato, ou fosfonato. Exemplos de compostos que se incluem dentro desta definição são 3-dodecilaminopropionato de sódio, 3- dodecilaminopropano sulfonato de sódio, N-alquiltaurinos, tais como aquele preparado reagindo-se dodecilamina com isetionato de sódio de acordo com o ensinamento de Patente U.S. N0 2.658.072, ácidos aspárticos N-alquila superiores, tais como aqueles produzidos de acordo com o ensinamento de Patente U.S. N0 2.438.091, e os produtos vendidos mediante o nome comercial "Miranol" e descritos em Patente U.S. N0 2.528.378. Outros anfóteros tais como betaínas são também úteis na presente composição.
Exemplos de betaínas úteis aqui incluem as betaínas de alquila alta tais como coco dimetil carboximetil betaína, lauril dimetil carboxi-metil betaína, lauril dimetil alfa-carboxietil betaína, cetil dimetil carboximetil betaína, lauril bis-(2-hidroxietil)carbóxi metil betaína, estearil bis-(2- hidroxipropil) carboximetil betaína, oleil dimetil gama-carboxipropil betaína, lauril bis-(2-hidroxipropil) alfa-carboxietil betaína, etc. As sulfobetaínas podem ser representadas por coco dimetil sulfopropil betaína, estearil dimetil sulfopropil betaína, amido betaínas, amidossulfobetaínas, e assim por diante.
Muitos tensoativos catiônicos são conhecidos na arte. A guisa de exemplo, o seguinte pode ser mencionado:
- cloreto estearildimentilbenzil amônio;
- cloreto dodeciltrimetilamônio;
- nitrato nonilbenziletildimetil amônio;
- brometo tetradecilpiridínio;
- cloreto laurilpiridínio;
- cloreto cetilpiridínio
- cloreto laurilpiridínio;
- brometo laurilisoquinólio;
- cloreto dissebo(Hidrogenado)dimetil amônio;
- cloreto dilaurildimetil amônio; e
- cloreto estearalcônio.
Tensoativos catiônicos adicionais são divulgados em USP 4.303.543 ver coluna 4, linhas 58 e coluna 5, linhas 1-42, aqui incorporadas através de referências. Ver também CTFA Cosmetic Ingrediente Dictionary, 4a Edição 1991, páginas 509-514 para vários tensoativos catiônicos de alquila de cadeia longa; aqui incorporados através de referências.
Tensoativos não iônicos podem ser amplamente definidos como compostos produzidos através da condensação de grupos óxido alquileno (de natureza hidrofílica) com composto hidrofóbico orgânico, que pode ser de natureza alifática ou alquil aromática. Exemplos de classes preferidas de tensoativos não iônicos são: 1. Condensados de óxido polietileno de fenóis alquila, p.ex., produtos de condensação de fenóis alquila que têm grupo alquila que contém desde cerca de 6 a 12 átomos de carbono quer em configuração de cadeia reta ou cadeia ramificada, com óxido etileno, cujo óxido etileno citado sendo presente em quantidades iguais a 10 a 60 mols de óxido etileno por mol de fenol alquila. Substituinte alquila em tais compostos pode ser derivado de propileno polimerizado, diisobutileno, octano, ou nonano, por exemplo.
2. Aqueles derivados da condensação de óxido etileno com o produto resultante da reação de produtos óxido propileno e etileno diamina que podem ser de composição variada dependendo do balanço entre os elementos hidrofóbicos e hidrofílicos que é desejado. Por exemplo, compostos que contêm desde cerca de 40% a cerca de 80% polioxietileno por peso e que têm peso molecular desde cerca de 5.000 a cerca de 11.000 resultante da reação de grupos óxido etileno com base hidrofóbica constituída do produto de reação de etileno diamina e óxido propileno em excesso, citada base que tem peso molecular da ordem de 2.500 a 3.000, são satisfatórios.
3. Produto de condensação de álcoois alifáticos que têm de 8 a 18 átomos de carbono, quer em configuração de cadeia reta ou cadeia ramificada com óxido etileno, p.ex., condensado óxido etileno álcool de coco que tem de 10 a 30 mols de óxido etileno por mol de álcool de coco, tendo a fração de álcool de coco de 10 a 14 átomos de carbono. Outros produtos de condensação de óxido etileno são ésteres de ácido graxo etoxilado de álcoois poliídricos (p.ex., Tween 20-polioxietileno (20) monolaurato sorbitan).
4. Oxidos de amina terciária de cadeia longa correspondentes à fórmula geral a seguir:
R1R2R3N-->O
em que Rj contém radical alquila, alcenila ou monoidróxi alquila desde cerca de 8 a cerca de 18 átomos de carbono, de 0 a cerca de 10 metades óxido etileno, e de 0 a 1 metade glicerila, e, R2 e R3 contêm de 1 a cerca de 3 átomos de carbono e de 0 a cerca de 1 grupo hidróxi, p.ex., radicais metila, etila, propila, hidróxi etila, ou hidróxi propila. A seta na fórmula é representação convencional da ligação semipolar. Exemplos de óxidos amina apropriados para uso nesta invenção incluem óxido dimetildodecilamina, óxido oleil-di-(2-hidroxietil) amina, óxido dimetiloctilamina, óxido dimetildecilamina, óxido dimetiltetradecilamina, óxido 3,6,9 trioxaeptadecildietilamina, óxido di(2-hidroxietil)- tetradecilamina, óxido 2-dodecoxietildimetilamina, óxido 3-dodecoxi-2- hidroxipropildi(3-hidroxipropil)amina, óxido dimetilexa-decilamina.
5. Óxidos de fosfina terciária de cadeia longa correspondentes à seguinte fórmula geral:
RR'R"P --> 0
em que R contém radical alquila, alcenila ou monoidroxialquila que varia de 8 a 20 átomos de carbono em extensão de cadeia, de 0 a cerca de 10 metades óxido etileno e de 0 a 1 metade glicerila e R' e R" são cada grupos alquila ou monoidroxialquila que contêm de 1 a 3 átomos de carbono. A seta na fórmula é representação convencional da ligação semipolar. Exemplos de óxidos fosfina apropriados são: óxido dodecildimetilfosfma, óxido tetradecilmetiletilfosfina, óxido 3,6,9- trioxaoctadecildimetilfosfina, óxido cetildimetilfosfina, óxido 3-dodecoxi-2- hidroxipropildi(2-hidroxietil) fosfina, óxido estearildimetilfosfma, óxido cetiletil propilfosfina, óxido oleildietilfosfina, óxido dodecildietilfosfina, óxido tetradecildietilfosfma, óxido dodecildipropilfosfina, óxido dodecildi(hidroximetil)fosfina, óxido dodecildi(2-hidroxietil)fosfina, óxido tetradecilmetil-2-hidroxipropilfosfina, óxido oleildimetil-fosfina, óxido 2- hidróxidodecildimetilfosfina.
6. Sulfóxidos dialquila de cadeia longa que contêm um radical alquila de cadeia curta ou hidróxi alquila de 1 a cerca de 3 átomos de carbono (usualmente metila) e uma cadeia hidrofóbica longa que contém radicais alquila, alcenila, hidróxi alquila, ou ceto alquila que contêm desde cerca de 8 a cerca de 20 átomos de carbono, de 0 a cerca de 10 metades óxido etileno e de 0 a 1 metade glicerila. Exemplos incluem: sulfóxido octadecil metila, sulfóxido 2-cetotridecil metila, sulfóxido 3,6,9-trioxaoctadecil 2-hidroxietila, sulfóxido dodecil metila, sulfóxido oleil 3-hidroxipropila, sulfóxido tetradecil metila, sulfóxido 3-metoxitridecilmetila, sulfóxido 3-hidroxitridecil metila, sulfóxido 3-hidroxi-4-dodecoxibutil metila.
7. Poliglicosídeos alquilados em que o grupo alquila é de cerca de 8 a cerca de 20 átomos de carbono, preferivelmente cerca de 10 a cerca de 18 átomos de carbono e o grau de polimerização do glicosídeo é de cerca de 1 a cerca de 3, preferivelmente cerca de 1,3 a cerca de 2,0.
A quantidade de polímero que pode ser utilizada na composição para formar a camada(s) polimérica é quantidade suficiente para formar camada aquosa separada da camada aquosa que contém tensoativo. Geralmente, isto deve ser mínimo de pelo menos cerca de 1,0 % em peso da composição, desejavelmente pelo menos cerca de 2,0% em peso, 3,0 % em peso, ou 4,0% em peso da composição. A quantidade máxima é geralmente dependente da economia mas é usualmente não mais do que cerca de 20 ou mesmo cerca de 15 % em peso da composição. Polímero preferido é poliacrílico que tem comonômero anidrido maléico, Sokalan® CP5 disponível da BASF. Tem peso molecular de 70.000. Conforme previamente estabelecido, geralmente quanto maior o peso molecular do polímero, mais favorável a formação da fase(s) de polímero e maior o coeficiente de partição entre a fase polímero e a fase tensoativa para o polímero. Quando se usa Sokalan® CP5, o peso molecular do polímero é geralmente acima cerca de 65.000 ou ainda mais desejavelmente acima de cerca de 75.000.
A quantidade de espessadores, que pode ser empregada para espessar a fase polímero do tensoativo de duas fases, sistema de polímero, é naturalmente dependente da viscosidade desejada da fase polímero. Geralmente, pelo menos cerca de 0,1, 0,2 ou 0,3 % em peso dos espessadores conforme baseado na composição pode ser empregado. Quantidade máxima é geralmente dependente de economia e a viscosidade mais alta que é compatível com a fase tensoativa e sistema similar a gel ou de escoamento compatível após mistura. O máximo geralmente não excede cerca de 5, 4 ou 3 % em peso da composição. Espessador mais desejável é Carbopol 910 da Goodrich, que demonstra boa mistura de propriedades, por exemplo grau de ligação cruzada, peso molecular, e maciez de fluxo.
A quantidade de sais metálicos que podem ser empregados como agente de espessamento para a fase de polímero é pelo menos cerca de 0,5 ou 0,75 % em peso da composição. Geralmente, níveis acima de cerca de 3 ou 2,5 % peso da composição não devem ser excedidos.
Quando três fases estão presente, fase tensoativa, primeira fase de polímero (polivinilpirrolidona pesado [PVP]), e segunda fase de polímero (outros polímeros), a primeira fase polímero é espessada através de utilização de peso molecular maior PVP.
A quantidade de tensoativo é quantidade efetiva de limpeza de tensoativo ou mistura do mesmo. Geralmente, o tensoativo deve ser pelo menos cerca de 5 % peso, da composição, ou desejavelmente pelo menos cerca de 7, 8 ou 9 % peso. Quantidade máxima é aquela quantidade que permanece compatível com as propriedades globais da composição. Geralmente, não mais do que cerca de 30, 25 ou 20 % peso é excedido. Para espuma global, é desejável usar pelo menos um pouco de tensoativo aniônico. Isto é usualmente pelo menos cerca de 20 % peso da mistura de tensoativo. Tensoativo(s) catiônico pode ser omitido se desejado.
Uma vez que esses espessadores e polímeros todos formam sistemas em equilíbrio, a ordem de adição não é signifícante. Entretanto, carbômeros geralmente requerem grande quantidade de água para dispersar. Espessadores, que podem ser empregados na camada de tensoativo, são aqueles usuais que incluem sal tais como cloreto de sódio, éster dioleato glucamato, oleato pentaeritritol, Aculyn 22, 33, e assim por diante.
As viscosidades da camada tensoativa e a camada polímero são desejavelmente tão próximas quanto possível de modo que boa emulsão ou dispersão ocorrerá quando agitação é feita. Entretanto, geralmente a camada polímero é de viscosidade menor do que a camada tensoativa por causa de questões de formulação e/ou economia. Viscosidade da camada polímero é cerca de 100 a cerca de 4.000 centipoise desejavelmente não mais do que cerca de 3.000 cps. Viscosidade da camada tensoativa é geralmente de cerca de 100 a cerca de 15.000 centipoise, geralmente não mais do que cerca de 10.000; ou 5.000 cps. Viscosidade da camada polímero é desejavelmente cerca de 100% da viscosidade da camada tensoativa mas pode ser tão baixa quanto cerca de 15-20% da viscosidade da camada tensoativa para o sistema de duas camadas tensoativo, polímero. Todos centipoise são medidos em viscosímetro Brokfield RVT a 230C usando rotor 5 em 20 rpm.
Também pode haver presente na composição material oleoso essencialmente insolúvel em água para fins de emoliência geral. Materiais, que podem ser usados, incluem o seguinte:
1. Oleos hidrocarbonetos e ceras, Exemplos dos mesmos são óleo mineral, vaselina, parafina, ceresina, ozoquerita, cera microcristalina.
2. Oleos silicone, tais como dimetil polissiloxanos, metilfenil polissiloxanos, silicone glicol e copolímeros.
3. ésteres triglicerídeos, por exemplo gorduras e óleos vegetais e animais.
4. ésteres glicerídeos e ésteres tais como monoglicerídeos acetilados e monoglicerídeos etoxilados.
5. ésteres alquila e alcenila de ácidos graxos que têm 10 a 20 átomos de carbono. Exemplos incluem laurato hexila, laurato isoexila, palmitato isoexila, miristato isopropila, palmitato isopropila, oleato decila, oleato isodecila, estearato hexdecila, estearato decila, isoestearato isopropila, adipato diisopropila, adipato diisoexila, adipato diexildecila, sebacato diisopropila, lactato laurila, lactato miristila, lactato lactila, miristato oleíla, estearato oleíla e oleato oleíla.
6. álcoois graxos que têm 10 a 20 átomos de carbono, álcoois laurila, miristila, cetila, hexadecila, estearila, isoestearila, hidroxiestearila, oleíla, ricinoleíla, beenila, erucila, e 2-octil dodecanila e exemplos de álcoois graxos satisfatórios.
7. Lanolina e derivados, lanolina, óleo lanolina, cera lanolina, álcoois lanolina, ácidos graxos lanolina, lanolato isopropila, lanolina etoxilado, álcoois de lanolina etoxilados, colesterol etoxilado, álcoois lanolina propoxilado, lanolina acetilado, álcoois lanolina acetilado e linoleato álcoois de lanolina são emolientes ilustrativos derivados de lanolina.
8. Ceras naturais, seus ésteres e ceras naturais etoxiladas, cera de abelha, espermacete, miristato miristila, estearato estearila, cera de abelha sorbitol polioxietileno, cera de carnaúba e cera candelila.
Quantidades do emoliente que podem ser empregadas são qualquer quantidade efetiva de material para condicionamento da pele. Geralmente mínimo de cerca de 0,1 a 0,2 % peso da composição é desejável. Limite superior não é indevidamente significante mas é abaixo da quantidade em que a composição não é mais compatível mediante repouso ou agitação. Por conseqüência, quantidade abaixo de cerca de 40 % peso, 35 ou 30 % peso é útil. Mediante adição da substância oleosa à composição, fase adicional, usualmente acima da fase tensoativa, pode estar presente na composição. Formação desta fase adicional, depende da solubilidade e quantidade do emoliente presente. Por exemplo, PEG-7 cocoato glicerila é rapidamente dispersível na água em quantidades relativamente pequenas, cerca de 1%. Entretanto, grandes quantidades de óleo mineral, cerca de 30 % peso da composição, formam fase adicional acima da fase tensoativa. Outros materiais funcionais também podem representar na composição, por exemplo, agentes antimicrobianos, conservadores, estabilizadores UV, corantes, materiais sólidos para fins exfoliativos ou aparência física e assim por diante. Desses, o mais interessante são materiais que significantemente dividirão em compartimentos entre as fases ou se congregarão na interface das duas camadas maiores. Com respeito aos corantes, os seguintes agentes corantes podem ser encontrados em quantidades significantes na fase polímero: Amarelo #5, #6, #10; Vermelho #4; Azul #1. Os corantes a seguir são significantemente solúveis na fase tensoativa: Violeta #2, Laranja #4 e Verde #5 (todos de notação FD&C ou D&C).
Corante bastante deve ser empregado para proporcionar cor e intensidade desejados. Esses são bem conhecidos na arte.
Com respeito às partículas sólidas insolúveis nas fases virtualmente qualquer partícula pode ser usada pela sua cor, forma ou esfoliativo desejado ou outra função. Entretanto, a densidade da partícula deve ser tal que ela está presente primariamente, desejavelmente quase exclusivamente na interface das camadas ou ainda mais desejavelmente em suspensão relativamente uniformemente ao longo de todo pelo menos uma das camadas. Geralmente, as densidades de alginatos são tais que eles são desejavelmente empregados na composição e congregam primariamente na interface da camada tensoativa e camada polímero. Outros materiais, que podem ser empregados são pérolas de polietileno ou polipropileno. As quantidades são como geralmente conhecidas na arte para a função da especificação mas são geralmente pelo menos cerca de 0,3, 0,5 ou 1,0 % peso da composição e não são geralmente acima de cerca de 2, 5 ou 10 % peso composição. As densidades desses materiais são desejavelmente de cerca de 1,00 a cerca de 1,08 g/cc ou 1,03 a cerca de 1,06.
O pH da composição não é indevidamente significante e pode variar desde cerca de 4 até cerca de 8 embora mantendo compatibilidade da composição com a pele.
A seguir são exemplos da invenção. Esses exemplos são tencionados para ilustrar o escopo da invenção e não são tencionados a limitar indevidamente a natureza e amplitude da invenção.
As composições da invenção são preparadas através de meios padrões, essencialmente preparando a fase tensoativa misturando juntamente os componentes do mesmo em temperatura ambiente ou temperatura elevada se necessário seguido por mistura dos componentes da fase polímero em temperatura ambiente ou temperatura elevada se desejado e a seguir mistura juntamente ambas dessas porções da composição. Alternativamente, todos materiais podem ser adicionados seqüencialmente para o mesmo vaso.
Exemplo 1
<table>table see original document page 17</column></row><table>
Duas fases formam quando misturados mediante repouso. A viscosidade da fase tensoativa superior é 2.500 cps. A viscosidade da fase polímero inferior é 1.100 cps. A viscosidade da composição quando misturada é 2.000 cps. Exemplo 2
<table>table see original document page 18</column></row><table>
Duas fases formam quando misturados.
Mediante repouso, a viscosidade da fase tensoativa superior é 1.800 cps e a viscosidade da fase polímero inferior é 300 cps.
Exemplo 3
<table>table see original document page 18</column></row><table>
O Lote parte-se em 3 fases após 2 dias de repouso.
<table>table see original document page 18</column></row><table>