BR102015018207A2 - câmaras de adequação para vibradores marítimos - Google Patents

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Nils Gunnar Olof Kröling
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Abstract

câmaras de adequação para vibradores marítimos. a presente invenção refere-se a vibradores marítimos e métodos de uso são revelados. um vibrador marítimo pode compreender um compartimento de contenção, onde o compartimento de contenção compreende um volume interno do vibrador marítimo, em que o volume interno do vibrador marítimo compreende um primeiro gás em uma primeira pressão de gás. o vibrador marítimo pode ainda compreender uma superfície de radiação de som. o vibrador marítimo pode adicionalmente compreender uma câmara de adequação em contato com o primeiro gás, em que a câmara de adequação compreende um compartimento da câmara e uma estrutura móvel, em que, pelo menos, o compartimento da câmara e a estrutura móvel formam um volume interno da câmara de adequação que segura um segundo gás em uma segunda pressão de gás, em que a estrutura móvel é configurada para mover em resposta a uma mudança na primeira pressão de gás, e em que a câmara de adequação é configurada para condensar o segundo gás em resposta a compressão do volume interno do vibrador marítimo pela estrutura móvel.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CÂMARAS DE ADEQUAÇÃO PARA VIBRADORES MARÍTIMOS".
REFERÊNCIA CRUZADA AOS PEDIDOS RELACIONADOS
[001] O presente pedido reivindica a prioridade ao Pedido Provisório Norte-Americano No. 62/037,219, depositado em 14 de agosto de 2014, toda a revelação que é incorporada neste documento por referência.
ANTECEDENTE
[002] Modalidades se referem geralmente a vibradores para pesquisas geofísicas marítimas, e, mais particularmente, modalidades se referem ao uso de câmaras de adequação em vibradores marítimos para compensar os efeitos de suspensão pneumática.
[003] As fontes sonoras são geralmente dispositivos que geram a energia acústica. Um uso de fontes sonoras está no levantamento sísmico marítimo. Fontes sonoras podem ser empregadas para gerar energia acústica que percorre para baixo através da água e em rocha subterrânea. Após interagir com a rocha subterrânea, por exemplo, nos limites entre diferentes camadas subterrâneas, alguma da energia acústica pode ser refletida de volta à superfície da água e detectada pelos sensores especializados. A energia detectada pode ser utilizada para deduzir certas propriedades da rocha subterrânea, assim como a estrutura, composição mineral e conteúdo de fluido. Estas inferências podem fornecer a informação útil na recuperação de hidrocarbonos.
[004] A maioria das fontes sonoras empregadas hoje no levantamento sísmico marítimo são do tipo impulsivo, no qual os esforços são feitos para gerar o maior número de energia possível durante um curto período de tempo. Os mais geralmente utilizados destas fontes do tipo impulsivas são armas de ar que tipicamente utilizam ar comprimido para gerar onda de som. Outros exemplos de fontes do tipo impulsivo incluem fontes explosivas ou de impulso de queda de peso. Outro tipo de fonte sonora que pode ser utilizado no levantamento sísmico marítimo inclui vibradores marítimos, como fontes hidraulicamente energi-zadas, vibradores eletromecânicos, vibradores sísmicos marítimos elétricos, e fontes que empregam material piezoeléctrico ou magnetostri-tivo. Vibradores marítimos tipicamente geram vibrações através de uma faixa de frequências em um padrão conhecido como uma "varredura" ou "chirp".
[005] Um vibrador marítimo pode irradiar som movendo um número de superfícies de radiação de som que são conectadas a um acionador mecânico. Durante este movimento estas superfícies deslocam a um certo volume. Este volume deslocado pode ser o mesmo fora e dentro do vibrador marítimo. Dentro do vibrador marítimo este deslocamento de volume pode causar uma variação de pressão que nos valores absolutos aumenta substancialmente enquanto o vibrador marítimo é reduzido nas profundidades crescentes. Conforme o gás interno (por exemplo, ar) no vibrador marítimo aumenta na pressão, o módulo de volume (ou "rigidez") do gás interno também aumenta. O aumento do módulo de volume do gás interno também aumenta o efeito de suspensão pneumática dentro do vibrador marítimo. Conforme aqui utilizado, o termo "suspensão pneumática" é definido como um volume fechado de ar que pode absorver choque ou flutuações de carga devido à capacidade do volume fechado de ar para resistir a compressão. O aumento da rigidez do ar no volume fechado aumenta o efeito de suspensão pneumática e assim a capacidade do volume fechado de ar para resistir a compressão. Este aumento no efeito de suspensão pneumática do gás interno tende a ser uma função da profundidade operacional da fonte. Ainda, a rigidez dos componentes acústicos do vibrador marítimo e do gás interno são os fatores determinantes primários na frequência de ressonância do vibrador marítimo. Certamente, a frequência de ressonância gerada pelo vibrador maríti- mo pode indesejavelmente aumentar quando o vibrador marítimo é rebocado na profundidade, especialmente em vibradores marítimos onde o volume interior do vibrador marítimo pode ser equilibrado por pressão com a pressão hidrostática externa. Assim, mas aplicações, pode ser desejável que uma frequência de ressonância possa ser retida independentemente da profundidade operacional e/ou que a frequência de ressonância de saída pode ser controlada para estar abaixo e/ou acima da sua frequência de ressonância nominal.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
[006] Estes desenhos ilustram certos aspectos de algumas das modalidades da presente invenção e não devem ser utilizados para limitar ou definir a invenção.
[007] A figura 1 ilustra uma modalidade exemplar de um vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional compreendendo uma câmara de adequação.
[008] A figura 2 ilustra uma modalidade exemplar de um vibrador marítimo do tipo pistão compreendendo uma câmara de adequação.
[009] A figura 3 ilustra uma modalidade exemplar de uma câmara de adequação.
[0010] A figura 4 ilustra outra modalidade exemplar de uma câmara de adequação.
[0011] A figura 5 ilustra outra modalidade exemplar de uma câmara de adequação.
[0012] A figura 6 ilustra outra modalidade exemplar de uma câmara de adequação.
[0013] A figura 7 ilustra outra modalidade exemplar de uma câmara de adequação.
[0014] A figura 8 ilustra uma mudança no efeito de suspensão pneumática como a pressão e volume de um gás interno é alterado de acordo com as modalidades exemplares.
[0015] A figura 9 é uma modalidade exemplar de um sistema de levantamento sísmico marítimo utilizando um vibrador marítimo. DESCRIÇÃO DETALHADA
[0016] Deve ser entendido que a presente revelação não está limitada a dispositivos ou métodos particulares, que podem, certamente, variar. Também deve ser entendido que a terminologia utilizada aqui é para a finalidade de descrever modalidades particulares apenas e não é direcionada para ser limitante. Todos os números e faixas revelados aqui podem variar em uma certa quantidade. Sempre que uma faixa numérica com um limite inferior e um limite superior é revelada, qualquer número e qualquer faixa incluída dentro da faixa são especificamente revelados. Embora as modalidades individuais sejam discutidas, a invenção abrange todas as combinações de todas estas modalidades. Conforme aqui utilizado, as formas singulares "um", "uma", "o" e "a" incluem referências do plural a menos que o conteúdo dite claramente o contrário. Além disso, a palavra "pode" é utilizada por todo este pedido em um sentido permissivo (ou seja, tendo o potencial para, podendo), não em um sentido obrigatório (ou seja, deve). O termo "incluir", e derivações deste, significa "incluindo, mas não limitado a". O termo "acoplado" significa diretamente ou indiretamente conectado. Se houver qualquer conflito nos usos de uma palavra ou termo neste relatório descritivo e um ou mais documentos ou patentes que podem ser incorporados aqui por referência, as definições que são consistentes com este relatório descritivo devem ser adotadas para as finalidades de entendimento da invenção.
[0017] As modalidades geralmente se referem a vibradores marítimos para pesquisas geofísicas marítimas que podem agir na água circundante para produzir energia acústica. Mais particularmente, modalidades se referem ao uso de câmaras de adequação com vibradores marítimos para compensar as mudanças de volume do gás interno aos vibradores marítimos durante a operação. Conforme discutido em mais detalhes abaixo, a câmara de adequação pode mudar a frequência de ressonância do vibrador marítimo mais baixo e pode ainda aumentar a saída de som nas frequências mais baixas. Vantajosamente, os vibradores marítimos podem exibir uma baixa frequência de ressonância na faixa de frequência sístima de interesse. Nas modalidades particulares, os vibradores marítimos podem exibir uma primeira frequência de ressonância dentro da faixa de frequência sísmica de aproximadamente 1 Hz a aproximadamente 10 Hz quando submersa em água em uma profundidade de aproximadamente 0 metros a aproximadamente 300 metros.
[0018] Vibradores marítimos podem ser utilizados em levantamento geofísico marítimo para gerar energia acústica que percorre para baixo através da água e para baixo na rocha subterrânea. As modalidades dos vibradores marítimos podem incluir vibradores marítimos com carcaça flextensional, vibradores marítimos de placa de pistão, vibradores hidraulicamente energizados, vibradores eletromecânicos, vibradores sísmicos marítimos elétricos e vibradores que empregam material electroestrictivos (por exemplo, piezoeléctrico) ou material magnetoestrictivos. Deve ser observado que, a menos que especificamente excluído, qualquer revelação referente a câmaras de adequação pode ser incorporada por qualquer modalidade do tipo de vibradores marítimos discutidos aqui e que nenhuma modalidade de uma câmara de adequação deve ser restrita a um tipo específico de vibrador marítimo.
[0019] Vibradores marítimos do tipo carcaça flextensional podem incluir acionadores e transdutores e podem agir como transformadores mecânicos, que transformam e amplificam o deslocamento gerado no elemento ativo para atender as demandas das diferentes aplicações. Vibradores marítimos com carcaça flextensional são geralmente vibra- dores marítimos tendo uma carcaça externa que vibra e flexiona para gerar energia acústica. Um vibrador marítimo do tipo carcaça flexten-sional 5 é ilustrado na figura 1. A figura 1 ilustra uma modalidade exemplar de um vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5 que emprega uma ou mais câmaras de adequação 10, por exemplo, para compensar as mudanças de pressão da pressão de gás interna. O vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5 da figura 1 é mostrado no corte transversal. Conforme ilustrado, o vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5 é montado dentro de um quadro 15. Um suporte 20 pode ser montado no topo do quadro 15. O suporte 20 pode ser utilizado para instalar o vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5 em um corpo de água. O vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5 compreende, pelo menos, uma superfície de radiação de som 21 conforme ilustrado pela carcaça externa 25. Conforme ilustrado, as câmaras de adequação 10 podem ser dispostas dentro da carcaça externa 25. De modo alternativo, câmaras de adequação 10 podem estar dispostas no exterior do vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5. A câmara de adequação 10 pode estar disposta no exterior de qualquer parte do compartimento de contenção 90 do vibrador marítimo do tipo carcaça 5. O compartimento de contenção 90 define, pelo menos, uma parte do volume interno do vibrador marítimo. Enquanto a figura 1 ilustra duas câmaras de adequação 10 dispostas dentro da carcaça externa 25, deve-se entender que a invenção é aplicável ao uso de qualquer número de câmaras de adequação 10 em um vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5. Em forma de exemplo, as modalidades podem incluir o uso de uma, duas, três, quatro ou mais câmaras de adequação 10 para o vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5. Na modalidade ilustrada, a carcaça externa 25 pode ser elíptica na forma ou outra forma adequada, incluindo convexa, côncava, plana ou combinações destas. Enquanto não ilustrado, a carcaça externa 25 pode ser formada, por exemplo, por duas partes laterais da carcaça que podem ser imagens espelhadas de outra.
[0020] Vibradores marítimos do tipo pistão, que podem incluir um acionador e uma mola, agem como transformadores mecânicos, que transformam o deslocamento e a força gerada no elemento ativo para atender as demandas de diferentes aplicações. Vibradores marítimos do tipo pistão são geralmente vibradores marítimos tendo uma placa de pistão que vibra para gerar energia acústica. A figura 2 é uma modalidade exemplar de um vibrador marítimo do tipo pistão, ilustrado como vibrador marítimo do tipo pistão 30. Conforme ilustrado, o vibrador marítimo do tipo pistão 30 pode compreender placas de pistão externas 35 e câmaras de adequação 10. Vibrador marítimo do tipo pistão 30 compreende, pelo menos, uma superfície de radiação de som 21 conforme ilustrado pelas placas de pistão externas 35. Na modalidade ilustrada, as câmaras de adequação 10 estão dispostas no exterior do vibrador marítimo do tipo pistão 30. Em modalidades alternativas, as câmaras de adequação 10 podem estar dispostas no interior do vibrador marítimo do tipo pistão 30. Enquanto a figura 2 ilustra duas câmaras de adequação 10 dispostas no exterior do vibrador marítimo do tipo pistão 30, deve-se entender que a invenção é aplicável ao uso de qualquer número de câmaras de adequação 10 em um vibrador marítimo do tipo pistão 30. Em forma de exemplo, as modalidades podem incluir o uso de uma, duas, três, quatro ou mais câmaras de adequação 10 para o vibrador marítimo do tipo pistão 30. O vibrador marítimo do tipo pistão 30 pode incluir suportes 20, que podem ser separadamente montados nos lados opostos do vibrador marítimo do tipo pistão 30, ou podem ser montados ou adjacentes. De modo alternativo, apenas um suporte 20 pode ser utilizado. Suportes 20 podem ser utilizados para guinchar o vibrador marítimo do tipo pistão 30, por exemplo, ao instalar o vibrador marítimo do tipo pistão 30 na água. Em for- ma de exemplo, suportes 20 podem facilitar a fixação do vibrador marítimo de placa de pistão 30 para rebocar linhas, um navio de pesquisa (por exemplo, navio de pesquisa 125 na figura 9), ou outro dispositivo ou mecanismo adequado utilizado em conjunto com o vibrador marítimo do tipo pistão 30 de reboque através de um corpo de água.
[0021] Qualquer um dos vibradores marítimos discutidos aqui pode ter uma pressão de gás interna. Em forma de exemplo, o vibrador marítimo pode definir um volume interno no qual um gás pode estar disposto. O volume interno de um vibrador marítimo será referido aqui como o "volume interno do vibrador marítimo". Em algumas modalidades, os vibradores marítimos podem ter um sistema de compensação de pressão. O sistema de compensação de pressão pode ser utilizado, por exemplo, para equalizar a pressão de gás interna do vibrador marítimo com a pressão externa. A pressão de gás interna do vibrador marítimo será referida aqui como a "pressão de gás interna do vibrador marítimo". A compensação de pressão pode ser utilizada, por exemplo, onde um vibrador marítimo precisa ser rebocado na profundidade para atingir um dado nível de saída. Conforme a profundidade de um vibrador marítimo aumenta, a pressão de gás interna do vibrador marítimo pode ser elevada para equalizar a pressão com a pressão externa crescente. Um gás (por exemplo, ar) pode ser introduzido ao vibrador marítimo, por exemplo, para aumentar a pressão de gás interna do vibrador marítimo. De modo alternativo ou adicional ao acima, a temperatura interna pode ser elevada na profundidade operacional ou conforme o vibrador marítimo aproxima a profundidade operacional conforme necessário para elevar a pressão de gás interna da pressão marítima igual ou levemente acima da pressão externa.
[0022] Sem estar limitado pela teoria, o aumento da pressão de gás interna do vibrador marítimo pode criar um efeito de suspensão pneumática que pode indesejavelmente impactar a frequência de res- sonância dos vibradores marítimos. Em particular, a frequência de ressonância pode aumentar conforme a pressão de gás interna do vibra-dor marítimo aumenta. Os técnicos no assunto, com o benefício desta revelação, deveríam observar que um aumento na pressão de gás interna do vibrador marítimo pode ainda resultar em um aumento do módulo de volume ou efeito de suspensão pneumática do gás (por exemplo, ar) no vibrador marítimo. Entre outras coisas, a frequência de ressonância do vibrador marítimo pode ser com base na combinação da suspensão pneumática do gás no vibrador marítimo e qualquer contato pneumático desta mola (por exemplo, molas mecânicas, molas não mecânicas, molas lineares, molas não lineares, etc.). Assim, aumentar o módulo de volume ou efeito de suspensão pneumática do gás interno de um vibrador marítimo pode ainda resultar em um aumento na frequência de ressonância. Assim, a frequência de ressonância de um vibrador marítimo rebocado na profundidade pode inde-sejavelmente aumentar quando a pressão de gás interna do vibrador marítimo é compensada pela equalização da pressão externa (por exemplo, utilizando um sistema de compensação de pressão).
[0023] Para compensar as mudanças na pressão de gás interna do vibrador marítimo, a câmara de adequação 10 pode ser empregada. De acordo com as presentes modalidades, a câmara de adequação 10 pode ser um sistema bifásico com uma mistura de um líquido e gás contido dentro. A câmara de adequação 10 pode conter uma mistura de um líquido (por exemplo, água) e um gás (por exemplo, vapor de água) com uma pressão de gás interna igual ou menor do que a pressão de gás interna do vibrador marítimo. Nas modalidades alternativas, a pressão de gás interna da câmara de adequação 10 pode ser maior que a pressão de gás interna do vibrador marítimo. Além da água, outros líquidos como amônia e semelhantes ainda podem ser utilizados. Exemplos adicionais de gases adequados utilizados na câ- mara de adequação 10 podem incluir gases inertes tendo um baixo módulo de volume (por exemplo, módulo de volume inferior do que ar). Exemplos de gases podem incluir propano e tetrafluoroetano. O volume interno da câmara de adequação 10 será referido aqui como o "volume interno da câmara". A pressão de gás interna da câmara de adequação 10 será referida aqui como a "pressão de gás interna da câmara". Nas modalidades exemplares, a pressão de gás interna da câmara pode ser menos que 1 na atmosfera. Em algumas modalidades, a pressão de gás interna da câmara é suficientemente baixa de modo que um vácuo ou essencialmente um vácuo possa ser estabelecido na câmara de adequação 10. Em algumas modalidades, a câmara de adequação 10 pode ser pré-compensada. Nas modalidades pré-compensadas, a câmara de adequação pode ser colocada em um estado comprimido com uma carga predeterminada de modo que possa apenas operar quando atingir uma certa profundidade na qual a pressão hidrostática excede a carga. Nesta profundidade e abaixo, a câmara de adequação 10 funcionará conforme aqui descrito. Sem limitação, a pré-compensação pode ser útil nas modalidades onde câmaras de adequação 10 menores são desejáveis. Nas modalidades pré-compensadas, a pressão de gás interna da câmara é ainda igual ou menor do que a pressão de gás interna do vibrador marítimo, e a câmara de adequação 10 não é compensada na extensão que sua pressão de gás interna da câmara excedería do que a pressão de gás interna do vibrador marítimo.
[0024] Em algumas modalidades, a câmara de adequação 10 pode compreender um volume selado com uma pressão de gás interna da câmara menor que 1 atmosfera quando na superfície da água (menos que aproximadamente 1 metro de profundidade). De modo alternativo, a pressão de gás interna da câmara pode ser igual ou maior que a pressão atmosférica quando na superfície da água. Nas presen- tes modalidades, quando os vibradores marítimos estão na profundidade operacional, a pressão de gás interna da câmara pode ser menos que a pressão de gás interna do vibrador marítimo. Em algumas modalidades, os vibradores marítimos podem ser operados, por exemplo, em uma profundidade de aproximadamente 1 metro a aproximadamente 300 metros e, mais particularmente, de aproximadamente 1 metro a aproximadamente 100 metros. As modalidades das câmaras de adequação 10 podem compreender um conjunto do pistão elástico em uma câmara com a pressão de gás interna da câmara menos que a pressão de gás interna do vibrador marítimo.
[0025] Em algumas modalidades, uma câmara de adequação 10 pode compreender, pelo menos, um pistão preso por um componente elástico (por exemplo, abaixo (não mostrado) conectado a uma parede da câmara de adequação 10). Em várias modalidades, um gás pressurizado pode agir fora do pistão e um elemento elástico comprimido pode agir dentro da câmara de adequação contra o outro lado do mesmo pistão de modo que o elemento elástico equilibra a força criada pelo gás pressurizado. Este tipo de câmara de adequação é geralmente ilustrado pela figura 3. Conforme ilustrado, volume interno do vibrador marítimo 40 está disposto dentro do vibrador marítimo 45. Vibrador marítimo 45 pode ser qualquer tipo de vibrador marítimo incluindo vibrador marítimo do tipo carcaça flextensional 5 ou vibrador marítimo do tipo pistão 30. Na modalidade ilustrada, o volume interno do vibrador marítimo 40 pode conter um gás, como ar, para fornecer uma pressão de gás interna do vibrador marítimo. A câmara de adequação 10 pode estar em contato com o volume interno do vibrador marítimo 40. A câmara de adequação 10 pode ter um volume interno da câmara 50, que pode fornecer uma pressão de gás interna da câmara. Em algumas modalidades, o volume interno da câmara 50 pode conter um gás. Em algumas modalidades, o volume interno da câmara 50 pode conter uma mistura de um líquido e um gás, como água e vapor de água. Conforme previamente descrito, a pressão de gás interna da câmara pode ser menos que a pressão de gás interna do vibrador marítimo. A pressão de gás interna da câmara pode ser menos que 1 atmosfera. De acordo com as presentes modalidades, o volume interno da câmara 50 pode ser selado como para não resultar em um gás interno da câmara estando em contato com qualquer gás interno do vibrador marítimo que pode estar presente no volume interno do vibrador marítimo 40.
[0026] Conforme ilustrado, a câmara de adequação 10 pode compreender um compartimento da câmara 55, um pistão da câmara 60, e um elemento elástico 65. Em algumas modalidades, o volume interno da câmara 50 pode ser definido pelo compartimento da câmara 55 e uma estrutura móvel 56 que compreende pistão da câmara 60. Compartimento da câmara 55 pode ser feito de qualquer material adequado, incluindo, sem limitação, metais e plásticos. O pistão da câmara 60 pode ser deslizável no compartimento da câmara 55 de modo que, quando acionado dentro ou fora do compartimento da câmara 55, o volume interno da câmara 50 pode ser mudado. O pistão da câmara 60 pode ser desenhado com deslocamento suficiente no compartimento da câmara 55 para compensar uma mudança na pressão de gás interna do vibrador marítimo, por exemplo, devido a uma mudança na profundidade e/ou qualquer mudança no volume interno do vibrador marítimo 40 devido à operação de um vibrador marítimo 45. O gás dentro do vibrador marítimo 45 pode entrar em contato com o vibrador marítimo voltado à superfície da estrutura móvel 56 através de um vazio ou furo no compartimento de contenção 90 no qual a câmara de adequação 10 é acoplada ao vibrador marítimo 45. Para simplificar a ilustração, o furo no compartimento de contenção 90 não é mostrado, pois seria bloqueado da vista nesta perspectiva pelo compartimento de contenção 90. O pistão da câmara 60 pode ser selado no compartimento da câmara 55, por exemplo, com um anel-O, vedação de borracha, anéis do pistão, foles, etc. Enquanto o pistão da câmara 60 é mostrado como um disco ou outro elemento cilíndrico, deve-se entender que outras configurações para pistão da câmara 60 podem ser utilizadas para realizar uma mudança desejada no volume interno da câmara no compartimento da câmara 55. Por exemplo, o pistão da câmara 60 pode ter uma diferente configuração, incluindo quadrado, retangular, ou oblonga, entre outras. Em algumas modalidades, o pistão da câmara 60 pode ser carregado no compartimento da câmara 55 com o elemento elástico 65.
[0027] Conforme ilustrado, o elemento elástico 65 pode ser disposto dentro do volume interno da câmara 50 para exercer uma ação de polarização no pistão da câmara 60. O elemento elástico 65 pode ser qualquer mola adequada para exercer uma ação de polarização no pistão da câmara 60, incluindo molas lineares e não lineares. Em forma de exemplo, o elemento elástico 65 pode ser uma mola de compressão, uma mola de torsão, um composto que passa por uma mudança de fase de gás reversível em líquido, uma carcaça flextensional côncava, ou qualquer outra mola adequada para exercer a ação de polarização desejada. A figura 3 geralmente ilustra um elemento de mola mecânica não linear 65. Exemplos específicos de molas mecânicas não lineares que podem ser utilizadas para elemento elástico da câmara 65 incluir molas enroladas, feixe de molas ou arruelas de mola Belleville, entre outras. Molas não lineares podem ser vantajosas em certas modalidades fornecendo uma resposta de flexibilização conforme a pressão aumenta. Exemplos de arruelas de mola Belleville adequadas podem incluir molas AM Series Belleville disponíveis de Rolex Springs, Baltimore, Maryland, como a Rolex Spring AM-25012770. O elemento elástico 65 pode incluir um ou mais pilhas de mola de arrue- Ias de mola. Os técnicos no assunto observarão que várias arruelas de mola e Beileville podem ser empilhadas para modificar a constante da mola. O empilhamento na mesma direção adicionará a constante da mola em paralelo para criar uma mola mais rígida. O empilhamento em uma direção alternativa é semelhante à adição de molas em série e pode criar uma constante de mola inferior com mais desvio. O empilhamento de várias arruelas de mola Beileville nas direções alternativas e diferentes configurações pode permitir o desenho de um elemento elástico 65 com uma constante específica da mola.
[0028] A operação da câmara de adequação 10, conforme mostrado na figura 3, agora será descrita de acordo com a modalidade exemplar. A câmara de adequação 10 pode operar devido a uma mudança no diferencial da pressão pelo pistão da câmara 60 entre o volume interno do vibrador marítimo 40 e o volume interno da câmara 50. Em forma de exemplo, a mudança no diferencial da pressão pode ser causada por um aumento na pressão de gás interna do vibrador marítimo devido a profundidade elevada e/ou a operação acústica do vibrador marítimo 45. Na modalidade ilustrada, a força resultante devido ao diferencial da pressão pode ser contrariada por uma força aplicada ao pistão da câmara 60 pelo elemento elástico 65. Aumentar a pressão de gás interna do vibrador marítimo dentro do volume interno do vibrador marítimo 40 resulta tipicamente em uma exigência de força elevada pela câmara de adequação 10. Nas modalidades onde uma mola de compressão é utilizada para o elemento elástico 65, a força elevada pode ser obtida através de um deslocamento de modo que uma mudança de volume possa ocorrer dentro do volume interno da câmara 50 devido a mudanças na pressão de gás interna do vibrador marítimo dentro do vibrador marítimo 45. A mudança no volume interno da câmara 50 pode compensar a mudança no volume interno do vibrador marítimo 40 e o aumento na pressão de gás interna do vibra- dor marítimo. Como um resultado, os efeitos de rigidez (ou seja, o efeito de suspensão pneumática) na frequência de ressonância do vibra-dor marítimo 45 podem ser reduzidos.
[0029] Ainda um gás, ou uma mistura de um gás e um líquido, podería ainda exercer uma ação de polarização contra o pistão da câmara 60 e, assim, agiria como o elemento elástico 65. Opcionalmente, um gás ou uma mistura de um gás e um líquido que age como elemento elástico 65 pode ainda agir em combinação com outros tipos de elementos elásticos 65 como os descritos acima. O gás pode exercer uma ação de polarização conforme a pressão do gás aumenta. A pressão do gás pode aumentar devido a compressão do pistão da câmara 60 ao volume interno da câmara 50, assim reduzindo o volume interno da câmara 50 e aumentando a pressão interna da câmara. Além deste mecanismo de aumento de pressão, para as modalidades que abrangem uma mistura de um gás e um líquido, a evaporação do líquido no volume interno da câmara 50 pode aumentar a pressão do gás no volume interno da câmara 50 e assim aumentar a pressão interna da câmara. Assim, um gás ou uma mistura de um gás e líquido que agem como elemento elástico 65 pode agir de modo que o pistão da câmara 60 siga as mudanças do volume deslocado no volume interno do vibrador marítimo 40 e no volume do gás interno e a pressão do gás do vibrador marítimo 45 é mantida aproximadamente constante. Neste contexto, "aproximadamente" é definida como um desvio menor ou igual a 10% da pressão de gás interna medida do vibrador marítimo 45. Como um resultado, os efeitos de rigidez (ou seja, o efeito de suspensão pneumática) na frequência de ressonância do vibrador marítimo 45 podem ser reduzidos.
[0030] A figura 4 descreve outra modalidade de uma câmara de adequação 10. A câmara de adequação 10 da figura 4 pode ser disposta no interior ou exterior de qualquer tipo de vibrador marítimo 45. A câmara de adequação 10 da figura 4 compreende um compartimento da câmara 55 e uma estrutura móvel 56 que compreende uma membrana flexível 70. Deve ser observado que embora a "membrana" possa ser conhecida como uma barreira seletiva de acordo com algumas definições, conforme utilizado aqui, uma "membrana" não permite qualquer passagem de um gás ou líquido do volume interno da câmara 50 ao volume interno do vibrador marítimo 40 e vice-versa. A membrana flexível 70 pode ser qualquer material com flexibilidade suficiente para permitir que a membrana flexível 70 siga as mudanças do volume deslocado no volume interno do vibrador marítimo 40 de modo que o volume do gás interno e a pressão do gás do vibrador marítimo 45 seja mantida quase constante. Neste contexto, "aproximadamente" é definido como um desvio menor ou igual a 10% da pressão de gás interna medida do vibrador marítimo 45. Exemplos de materiais incluem borracha (natural e sintética) e outros polímeros e/ou elastômeros, exemplos específicos podem incluir borracha de silicone, monômero de eti-lenopropilenodieno (classe M), nitrila, poliuretano e semelhantes. A membrana flexível 70 pode expandir ou ser deslocada ao volume interno do vibrador marítimo 40 quando a pressão de gás interna do vibrador marítimo é menor que a pressão de gás interna da câmara. Inversamente, a membrana flexível pode expandir ou ser deslocada ao volume interno da câmara 50 quando a pressão de gás interna do vibrador marítimo é maior que a pressão de gás interna da câmara.
[0031] Com a referência continuada à figura 4, a modalidade da câmara de adequação 10 na figura 4 pode compreender um gás, ou uma mistura de um gás e um líquido, que funcionam como o elemento elástico 65. Sem limitação, exemplos de um gás podem incluir, propa-no, tetrafluoroetano e semelhantes. Nas modalidades, a temperatura dentro da câmara de adequação 10 pode ser aumentada com uma unidade de aquecimento 75. A unidade de aquecimento 75 pode ser qualquer unidade de aquecimento adequada para modalidades. A unidade de aquecimento 75 pode ser utilizada para evaporar um gás dentro do volume interno da câmara 50 para atingir um equilíbrio da pressão entre o vibrador marítimo 45 e a câmara de adequação 10 se as duas não estiver em equilíbrio uma vez que o vibrador marítimo 45 atinge a profundidade operacional. Nas modalidades, pode ser importante manter a temperatura constante na câmara de adequação 10, assim um sistema de controle (não mostrado) pode ser utilizado para regular a unidade de aquecimento 75. Ainda, um permutador de calor 80, por exemplo, um condensador, pode ser utilizado para condensar o gás em uma fina película em uma superfície do condensador. Assim, utilizando uma unidade de aquecimento 75 para manter uma temperatura constante acima do ponto de evaporação do gás simultaneamente com um condensador para condensar o gás e reduzir a pressão do gás dentro do volume interno da câmara 50, a pressão do gás dentro da câmara de adequação 10 pode ajustar para seguir as flutuações da pressão do gás dentro do volume interno do vibrador marítimo 40. Por exemplo, conforme a pressão de gás interna do vibrador marítimo 45 aumenta conforme o vibrador marítimo 45 atinge a profundidade oper-cional e começa a operar, a membrana flexível 70 pode expandir ao volume interno da câmara 50. O condensador dentro da câmara de adequação 10 pode absorver e armazenar qualquer excesso de calor gerado por este aumento na pressão, pois a energia utilizada para comprimir o gás dentro da câmara de adequação 10 é também a energia que aumenta a temperatura da câmara de adequação 10. O gás então condensaria no permutador de calor 80 (por exemplo, um condensador) e o permutador de calor 80 armazenaria o calor. Ainda, visto que a unidade de aquecimento 75 manteria a temperatura do volume interno da câmara 50 acima do ponto de evaporação do gás, conforme o gás evapora, ele exerce uma ação de polarização na membrana flexível 70, de modo que a membrana flexível possa seguir as mudanças de volume deslocado no volume interno do vibrador marítimo 40 de modo que o volume do gás interno e pressão do gás do vibrador marítimo 45 seja mantida quase constante. Neste contexto, "aproximadamente" é definido como um desvio menor ou igual a 10% da pressão de gás interna medida do vibrador marítimo 45. Como um resultado, os efeitos de rigidez (ou seja, o efeito de suspensão pneumática) na frequência de ressonância do vibrador marítimo 45 podem ser reduzidos.
[0032] O permutador de calor 80 pode ser qualquer troca de calor adequada para uso. O permutador de calor 80 pode funcionar como um condensador, um evaporador, ou ambos. O permutador de calor 80 pode compreender aletas ou qualquer outra superfície de troca de calor. O permutador de calor 80 pode ser formado de um número de composições e configurações. Por exemplo, finas lâminas de um metal podem ser utilizadas. Sem limitação, o metal pode ter menos que 10 mm de espessura e pode ser tão amplo conforme necessário. A lâmina metálica pode ser enrolada em uma bobina com um espaço entre as camadas. Sem limitação pela teoria, geralmente, conforme a área da superfície do permutador de calor 80 aumenta, a taxa de transferência de calor pode aumentar também conforme comparado a um tipo semelhante de permutador de calor com uma área da superfície menor. Esta relação direta pode ser devida em parte à disponibilidade de área da superfície adicional para troca de calor permitindo uma transferência mais rápida de calor. Assim, as configurações, como a bobina podem trocar mais calor se o permutador de calor 80 for enrolado de uma forma a aumentar a área da superfície disponível do permutador de calor 80. Em várias modalidades, o tamanho e a forma dos permu-tadores de calor 80 podem ser aumentadas ou reduzidas para adequar as condições operacionais. Em algumas modalidades, os permutado- res de calor 80 podem ser configurados com uma estrutura metálica porosa. Exemplos do permutador de calor 80 podem incluir vários metais. Sem limitação, os metais podem incluir prata, alumínio, cobre, aço inoxidável, tântalo, titânio, tungstênio e semelhantes. Os metais podem estar em qualquer forma como fibra de metal, fibra de metal enrolada, metal em espuma, etc. Metais em feltro e espuma podem ser pressionados em formas durante a fabricação dos permutadores de calor 80 para aumentar a área da superfície do permutador de calor 80. O permutador de calor 80 pode ser colocado em qualquer localização dentro da câmara de adequação 10.
[0033] Com a referência continuada à figura 4, nas modalidades da câmara de adequação 10 que utilizam uma mistura de um líquido e um gás em um sistema bifásico, o permutador de calor 80 pode não ser necessário se o líquido tem uma capacidade de calor grande o suficiente para armazenar o calor gerado pela energia utilizada para comprimir o volume interno da câmara 50. Nesta modalidade, a mistura do líquido e gás funciona como elemento elástico 65. Exemplos destes líquidos podem incluir água, amônia e semelhantes. Nesta modalidade, conforme o vibrador marítimo 45 se aproxima da profundidade operacional, a temperatura interna da câmara de adequação 10 pode ser elevada a fim de permitir que o vibrador marítimo 45 opere. Qualquer mudança na pressão de gás interna do vibrador marítimo 45 pode então induzir a membrana flexível 70 a expandir ao volume interno da câmara 50. O líquido dentro do volume interno da câmara 50, pode absorver e armazenar qualquer calor em excesso gerado por este aumento na pressão e temperatura, pois a energia utilizada para mover a membrana flexível 70 e consequentemente comprimir o gás (que pode ser o vapor do líquido) dentro da câmara de adequação 10 é ainda a energia que aumenta a temperatura da câmara de adequação 10. A unidade de aquecimento 75 mantém a temperatura do volu- me interno da câmara 50 acima do ponto de evaporação do líquido, de modo que conforme o líquido evapora, ele exerce uma ação de polarização na membrana flexível 70, de modo que a membrana flexível possa seguir as mudanças de volume deslocado no volume interno do vibrador marítimo 40 de modo que o volume do gás interno e pressão do gás do vibrador marítimo 45 seja mantida quase constante. Neste contexto, "aproximadamente" é definido como um desvio menor ou igual a 10% da pressão de gás interna medida do vibrador marítimo 45. Como um resultado, efeitos de rigidez (ou seja, o efeito de suspensão pneumática) na frequência de ressonância do vibrador marítimo 45 podem ser reduzidos.
[0034] De acordo com as modalidades exemplares, as fontes de energia externas não podem ser necessárias para a operação da câmara de adequação 10. Ao invés disso, as modalidades da câmara de adequação 10 podem operar devido a uma mudança no diferencial da pressão (por exemplo, por um pistão da câmara selado 60 ou membrana flexível 70) entre a pressão de gás interna do vibrador marítimo e a pressão de gás interna da câmara. Em algumas modalidades, a força resultante devido ao diferencial da pressão pode ser contrariada por uma força aplicada a um lado traseiro do pistão da câmara 60 (por exemplo, uma força aplicada por uma mola, como uma mola de compressão) ou a membrana flexível 70 (por exemplo, uma força aplicada por um gás). O equilíbrio da força pode ocorrer tanto para a aplicação estática (por exemplo, pressão causada devido ao aumento da profundidade da fonte) quanto dinâmica (operação acústica da fonte sonora). Aumentar a pressão de gás interna do vibrador marítimo tipicamente resulta em uma exigência de força elevada pela câmara de adequação 10. A força elevada pode ser obtida através do deslocamento, assim uma mudança de volume pode ocorrer dentro da câmara de adequação 10 devido às mudanças na pressão de gás interna do vibrador ma- rítimo dentro do vibrador marítimo 45. Conforme discutido acima, as mudanças no volume interno da câmara podem compensar as mudanças no volume interno do vibrador marítimo quando o vibrador marítimo 45 está irradiando som, que pode resultar em uma redução de efeitos de rigidez (ou seja, o efeito de suspensão pneumática) do gás interno do vibrador marítimo na frequência de ressonância do vibrador marítimo 45. A câmara de adequação 10 pode ser corretamente dimensionada para compensar toda a mudança de volume interno do vibrador marítimo do vibrador marítimo 45, resultando na mesma frequência de ressonância independente da profundidade da água. A rigidez ou efeito de suspensão pneumática do gás interno do vibrador marítimo podem ser reduzidos, pois a câmara de adequação 10 compensa qualquer mudança de pressão de gás integral do vibrador marítimo 45. Combinar estes benefícios da câmara de adequação 10 (por exemplo, compensação de volume e redução de rigidez) pode tipicamente resultar em dinamização do desempenho de baixa frequência de um vibrador marítimo 45. Outra vantagem da câmara de adequação 10 pode ser que ela tenha sua própria ressonância que poderia aumentar a saída acústica do vibrador marítimo 45 e aumentar potencialmente a largura de banda.
[0035] A figura 5 ilustra outra modalidade da câmara de adequação 10. Para facilitar a ilustração, a câmara de adequação 10 mostrada na figura 5 é mostrada solta em um vibrador marítimo 45 (por exemplo, conforme mostrado nas figuras 1-4). Entretanto, deve ser observado que a modalidade da câmara de adequação 10 ilustrada na figura 4 pode ser disposta no interior e/ou exterior de qualquer tipo de vibrador marítimo 45 (conforme ilustrado nas figuras. 1-4). A estrutura móvel 56 compreende uma membrana flexível 70. A membrana flexível 70 pode ser individualmente fixada aos lados opostos do compartimento da câmara 55. Um alojamento 57 pode ser utilizado para fe- char o dispositivo para vedaras bordas da câmara de adequação 10 enquanto ainda permite o volume interno do vibrador marítimo 45 entre em contato com a membrana flexível 70. Se esta modalidade da câmara de adequação 10 for acoplada externamente ao vibrador marítimo 45, alojamento 57 pode compreender um alojamento de pressão fluidamente acoplado ao volume interno do vibrador marítimo 45. Uma rede 85 pode envolver a membrana flexível 70 para impedir a ruptura. Um permutador de calor 80 pode ser disposto entre os lados da membrana flexível 70 para criar dois lados opostos do volume interno da câmara 50. O permutador de calor 80 pode possuir aletas para ajudar na troca de calor. A câmara de adequação 10 pode compreender uma unidade de aquecimento (não mostrada) e um gás ou uma mistura de um líquido e um gás que funciona como elemento elástico 65 disposto com a membrana flexível 70. A membrana flexível 70 pode inchar ou contrair conforme a pressão interna da câmara ajusta às mudanças de volume deslocado no volume interno do vibrador marítimo 40 de modo que o volume do gás interno e a pressão do gás do vibrador marítimo 45 sejam mantidos quase constantes. Neste contexto, "aproximadamente" é definido como um desvio menor ou igual a 10% da pressão de gás interna medida do vibrador marítimo 45. Como um resultado, efeitos de rigidez (ou seja, o efeito de suspensão pneumática) na frequência de ressonância do vibrador marítimo 45 podem ser reduzidos.
[0036] A figura 6 ilustra outra modalidade da câmara de adequação 10, A figura 6 ilustra uma câmara de adequação 10 com uma estrutura móvel 56 compreendendo uma carcaça flextensional que funciona como elemento elástico 65. Uma câmara de adequação da carcaça flextensional pode atingir a não linearidade do deslocamento com o aumento de profundidade utilizando uma carcaça flextensional côncava 65 que inclui uma estrutura de rigidez central 100, Em algumas modalidades, a estrutura de rigidez central 100 pode compreender um permutador de calor 80 (conforme mostrado nas figuras 4 e 5). Ainda, em algumas modalidades a câmara de adequação 10 pode compreender uma unidade de aquecimento 75 (conforme mostrado na figura 4). Quando a pressão externa aumenta, a carcaça flextensional pode começar a apertar, por exemplo, em uma região central entre a fixação na estrutura de rigidez central 100, quando uma diferença de pressão entre a pressão interna e pressão externa aumenta suficientemente. Na faixa de pressão onde a torção ocorre, a adequação da estrutura pode aumentar consideravelmente. Conforme utilizado aqui, "torção" descreve o estado no qual a superfície da carcaça flextensional começa a inclinar, flexionar ou, caso contrário, deformar da pressão exercida contra a carcaça flextensional. Ainda, a modalidade da carcaça flextensional 65 de uma câmara de adequação 10 pode incluir qualquer um dos gases ou misturas de líquidos e gases discutidos acima. Em várias modalidades, o volume interno do vibrador marítimo 40 (conforme mostrado nas figuras. 1-4) e/ou volumes conectados podem incluir estas modalidades das câmaras de adequação 10 do número e/ou tamanho apropriado afixado ou não fixado nele.
[0037] A fim de testar a funcionalidade de alguns dos componentes de uma câmara de adequação 10, um aparelho de teste da câmara de adequação foi embutido. A figura 7 ilustra um aparelho de teste exemplar para testar uma câmara de adequação 10, A câmara de adequação 10 pode ser preenchida com uma mistura de gás/líquido com válvulas 105, 110, e 115 abertas. Um gás, por exemplo, propano, tetrafluoroetano, vapor de água, ar, etc. pode ser armazenado na câmara 116 e aquecido se desejado. Propano em temperatura ambiente pode ser testado em pressão de 800-900 KPa (8-9 bar). Tetrafluoreta-no pode ser testado na pressão de 600 KPa (6 bar) (pressão absoluta, se correspondente a uma profundidade de 50 metros) na temperatura ambiente. Por exemplo, o tetrafluoroetano pode ser aquecido a 50 graus dentro da câmara 116, que pode resultar na pressão absoluta de 1300 KPa (13 bar) correspondente a 120 metros. A fricção do sistema pode ser verificada. A haste 120 com seu pistão da câmara 60 preso pode mover com as válvulas 105 e 110 abertas e a válvula 115 fechada. Isso resulta na mesma pressão em ambos os lados. Após as válvulas 105 e 110 serem fechadas, a haste 120 pode ser movida através de deslocamento de 60 mm e uma força necessária para tal deslocamento pode ser medida como uma função de velocidade. Pode haver pouca ou nenhuma força adicional necessária na velocidade lenta. Conforme o pistão da câmara 60 move através da haste 120, o gás será comprimido e consequentemente condensado pelo permutador de calor 80 no lado no qual o pistão da câmara 60 move para dentro (ou seja, o lado no qual o pistão da câmara 60 desloca, pelo menos, uma parte do volume). No lado oposto, qualquer gás condensado pode ser vaporizado para manter uma pressão constante no volume que foi expandido. Como um resultado dos permutadores de calor 80 nas câmaras superior e inferior, ambas as câmaras superior e inferior manterão a mesma pressão nas velocidades de deslocamento mais altas, independentemente de seu volume resultante, e haverá pouca ou nenhuma força adicional necessária no pistão da câmara 60.
[0038] Com referência às figuras. 1-7, a câmara de adequação 10 pode ser disposta em um vibrador marítimo do tipo carcaça flextensio-nal 5 conforme mostrado na figura 1, um vibrador marítimo do tipo pistão 30 conforme mostrado na figura 2, ou em qualquer outro tipo de vibrador marítimo 45 conforme mostrado nas figuras 3 e 4 sendo acoplado ao compartimento de contenção 90 do vibrador marítimo 45. A câmara de adequação 10 pode estar em contato com o volume interno do vibrador marítimo 25 através de uma abertura, porta, janela ou semelhantes no compartimento de contenção 90. Entretanto, o contato entre o vibrador marítimo 45 e a câmara de adequação 10 não implica que qualquer líquido ou gás residente em qualquer vibrador marítimo 45 ou câmara de adequação 10 pode passar pelo outro. O gás interno do vibrador marítimo e o gás interno da câmara não pode estar em contato, e assim não estar exposto entre si e não entrar em contato entre si. Semelhantemente, o volume interno do vibrador marítimo e o volume interno da câmara de adequação não estão em contato, e assim não expostos entre si. Entretanto, embora o volume interno do vibrador marítimo 40 e consequentemente qualquer gás interno do vibrador marítimo não estejam em contato com o volume interno da câmara 50 e qualquer gás interno da câmara, modalidades da câmara de adequação 10 podem permitir mudanças na pressão do gás interno do vibrador marítimo para realizar uma mudança na pressão no gás interno da câmara e vice-versa. A câmara de adequação 10 pode ser disposta no exterior de qualquer parte do compartimento de contenção 90. Nas modalidades alternativas, a câmara de adequação 10 pode ser disposta no interior de qualquer vibrador marítimo 45. A câmara de adequação 10 pode ser acoplada ao compartimento de contenção 90 utilizando qualquer meio suficiente, por exemplo, uma conexão ros-queada. A câmara de adequação 10 pode estar em contato com o volume interno do vibrador marítimo 40 através de um furo, abertura, porta, ou semelhantes no compartimento de contenção 90, [0039] Em algumas modalidades, o vibrador marítimo 45 pode produzir, pelo menos, uma frequência de ressonância entre aproximadamente 1 Hz a aproximadamente 200 Hz quando submersa em água em uma profundidade de aproximadamente 0 metros a aproximadamente 300 metros. Nas modalidades alternativas, o vibrador marítimo 45 pode exibir, pelo menos, uma frequência de ressonância entre aproximadamente 0,1 Hz e aproximadamente 100 Hz, de modo alternativo, entre aproximadamente 0,1 Hz e aproximadamente 10 Hz, e de modo alternativo, entre aproximadamente 0,1 Hz e aproximadamente 5 Hz quando submersa em água em uma profundidade de aproximadamente 0 metros a aproximadamente 300 metros. O vibrador marítimo 45 pode ser referido como uma fonte de frequência muito baixa onde tem, pelo menos, uma frequência de ressonância de aproximadamente 10 Hz ou menor.
[0040] A figura 8 ilustra o efeito de uma suspensão pneumática no vibrador marítimo 45 em várias profundidades de acordo com as modalidades exemplares. Mais particularmente, a figura 8 mostra os resultados de uma simulação do elemento finito para avaliar o uso da câmara de adequação 10 em um vibrador marítimo 45 de acordo com as modalidades exemplares. A saída do vibrador marítimo 45 com quatro câmaras de adequação 10 é mostrada como a linha sólida na figura 8. A saída do mesmo vibrador marítimo 45 sem qualquer câmara de adequação 10 é mostrada como a linha pontilhada na figura 8. As curvas representam a saída do vibrador marítimo quando rebocado em água do oceano em uma profundidade de aproximadamente 50 metros. Cada câmara de adequação 10 teve uma constante da mola da câmara (parte dinâmica apenas) de 1.0E+5 Newtons por metro. A suspensão pneumática no volume interno do vibrador marítimo teve uma constante da mola de 2.86E+6, calculada do módulo de volume. Conforme ilustrado pela figura 8, o emprego de câmaras de adequação 10 reduziu a frequência de ressonância de 3,4 Hz para 2,7 Hz. Além disso, a saída em todas as frequências abaixo da frequência de ressonância foi aumentada por aproximadamente 4 decibéis a aproximadamente 5 decibéis.
[0041] A figura 9 ilustra uma técnica exemplar para adquirir dados físicos que possam ser utilizados com as modalidades das presentes técnicas. Na modalidade ilustrada, um navio de pesquisa 125 move ao longo da superfície de um corpo de água 130, como um lago ou oceano. O navio de pesquisa 125 pode incluir nele o equipamento mostra- do geralmente em 135 e coletivamente referido aqui como um "sistema de gravação". O sistema de gravação 135 pode incluir dispositivos (nenhum mostrado separadamente) para detectar e fazer um registro indexada por tempo de sinais gerados por cada um dos sensores sísmicos 140 (explicado mais abaixo) e para acionar um vibrador marítimo 45 nos períodos selecionados. O sistema de gravação 135 pode ainda incluir dispositivos (nenhum mostrado separadamente) para determinar a posição geodésica do navio de pesquisa 125 e dos vários sensores sísmicos 140.
[0042] Conforme ilustrado, o navio de pesquisa 125 (ou um diferente navio) pode rebocar o vibrador marítimo 45 no corpo de água 130, O cabo fonte 145 pode acoplar o vibrador marítimo 45 ao navio de pesquisa 125. O vibrador marítimo 45 pode ser rebocado no corpo de água 130 em uma profundidade que varia de 0 metros a aproximadamente 300 metros, por exemplo. Enquanto apenas um único vibrador marítimo 45 é mostrado na figura 9, é observado que as modalidades podem incluir mais do que um vibrador marítimo 45 (ou outro tipo de fonte sonora) rebocado pelo navio de pesquisa 125 ou um diferente navio. Em algumas modalidades, uma ou mais matrizes de vibradores marítimos 45 pode ser utilizada. Nos períodos selecionados, o vibrador marítimo 45 pode ser acionado, por exemplo, pelo sistema de gravação 135, para gerar energia acústica. O navio de pesquisa 125 (ou um diferente navio) pode ainda rebocar, pelo menos, um galhardete do sensor 150 para detectar a energia acústica que originou do vibrador marítimo 45 após ter interagido, por exemplo, com as formações de rocha 155 abaixo da base da água 160. Conforme ilustrado, tanto o vibrador marítimo 45 quanto o galhardete do sensor 150 podem ser rebocados acima da base da água 160. O galhardete do sensor 150 pode conter sensores sísmicos 140 nele em localizações espaçadas. Em algumas modalidades, mais do que um galhardete do sensor 150 pode ser rebocado pelo navio de pesquisa 125, que pode ser espaçado lateralmente, verticalmente ou tanto verticalmente quanto lateralmente. Enquanto não mostrado, alguns navios sísmicos marítimos localizam os sensores sísmicos 140 nos cabos ou nós da base do oceano além de, ou ao invés de, um galhardete do sensor 150. Sensores sísmicos 140 podem ser qualquer tipo de sensores sísmicos conhecidos na técnica, incluindo hidrofones, geofones, sensores de velocidade de partícula, sensores de deslocamento de partícula, sensores de aceleração de partícula ou sensores de gradiente de pressão, por exemplo. Em forma de exemplo, sensores sísmicos 140 podem gerar sinais de resposta, como sinais elétricos ou ópticos, em resposta a energia acústica detectada. Sinais gerados pelos sensores sísmicos 140 podem ser comunicados ao sistema de gravação 135. A energia detectada pode ser utilizada para deduzir certas propriedades da rocha subterrânea, como estrutura, composição mineral e conteúdo de fluido, assim, fornecendo a informação útil na recuperação de hidro-carbonos.
[0043] De acordo com uma modalidade da invenção, um produto de dados físicos pode ser produzido. O produto de dados físicos pode incluir dados físicos que são obtidos por um processo que inclui detectar a energia acústica derivada do vibrador marítimo 45. O produto de dados físicos pode ser armazenado em um meio não transitório, tangível legível por computador. O produto de dados físicos pode ser produzido offshore (ou seja, pelo equipamento em um navio) ou em terra (ou seja, em uma instalação em terra) tanto dentro dos Estados Unidos quanto em outro país. Se o produto de dados físicos for produzido offshore ou em outro país, ele pode ser importado em terra a uma instalação nos Estados Unidos. Uma vez que em terra nos Estados Unidos, a análise geofísica, incluindo outro processamento dedados, pode ser realizada no produto de dados.
[0044] As figuras e discussão anteriores não são direcionadas para incluir todas as características das presentes técnicas para acomodar um comprador ou vendedores, ou para descrever o sistema, nem estas figuras e discussão limitando, mas exemplificando e no espírito das presente técnicas.
REIVINDICAÇÕES

Claims (20)

1. Vibrador marítimo caracterizado pelo fato de que compreende: um compartimento de contenção, onde o compartimento de contenção compreende um volume interno do vibrador marítimo, em que o volume interno do vibrador marítimo compreende um primeiro gás em uma primeira pressão de gás; uma superfície de radiação de som; e uma câmara de adequação em contato com o primeiro gás, em que a câmara de adequação compreende um compartimento da câmara e uma estrutura móvel, em que, pelo menos, o compartimento da câmara e a estrutura móvel formam um volume interno da câmara de adequação que segura um segundo gás em uma segunda pressão de gás, em que a estrutura móvel é configurada para mover em resposta a uma mudança na primeira pressão de gás, e em que a câmara de adequação é configurada para condensar o segundo gás em resposta a compressão do volume interno do vibrador marítimo pela estrutura móvel.
2. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a estrutura móvel compreende um pistão da câmara deslizável no compartimento da câmara.
3. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a estrutura móvel compreende uma membrana flexível.
4. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a câmara de adequação ainda compreende uma mola mecânica.
5. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que uma mudança na primeira pressão de gás causa uma mudança na segunda pressão de gás.
6. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o segundo gás compreende propano ou tetrafluoretano.
7. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a câmara de adequação compreende uma mistura do segundo gás e um líquido.
8. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o segundo gás compreende vapor de água e o líquido compreende água líquida.
9. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a estrutura móvel compreende uma proteção flextensional côncava que aperta em uma pressão particular.
10. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a câmara de adequação ainda compreende uma unidade de aquecimento e um permutador de calor.
11. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a primeira pressão de gás é mantida constante enquanto a superfície de radiação de som está radiando som.
12. Vibrador marítimo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a câmara de adequação está disposta no exterior do vibrador marítimo.
13. Método caracterizado pelo fato de que compreende: rebocar um vibrador marítimo em um corpo de água em conjunto com uma pesquisa geofísica, acionar o vibrador marítimo para fazer com que, pelo menos, uma superfície de radiação de som no vibrador marítimo mova para frente e para trás, o acionamento resultante em um deslocamento de uma parte do volume interno do vibrador marítimo; e variar um volume interno da câmara de adequação em res- posta ao deslocamento de uma parte do volume interno do vibrador marítimo de modo que um gás no volume interno da câmara de adequação Seja evaporado ou condensado.
14. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que a variação do volume interno da câmara de adequação compreende mover um pistão da câmara em um compartimento da câmara de uma câmara de adequação.
15. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que a variação do volume interno da câmara de adequação compreender o deslocamento de uma membrana flexível ao volume interno da câmara de adequação.
16. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo gás ser condensado em uma superfície metálica disposta dentro do volume interno da câmara de adequação.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que a superfície metálica é selecionada do grupo que consiste em prata, alumínio, cobre, aço inoxidável, tântalo, titânio, tungstênio e combinações destes.
18. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o volume interno da câmara de adequação compreende uma mistura do gás e um líquido e em que o gás compreende vapor de água e o líquido compreende água líquida.
19. Método, de acordo com a reivindicação 13, é ainda caracterizado pelo fato de que compreende: obter dados físicos; processar os dados físicos para gerar um produto de dados físicos, em que o produto de dados físicos é obtido por um processo que inclui detectar a energia acústica que origina do vibrador marítimo; e gravar o produto de dados físicos em um meio legível por computador tangível, não volátil adequado para importar em terra.
20. Método, de acordo com a reivindicação 19, ainda caracterizado pelo fato de que compreende a realização de análise geofísica em terra no produto de dados físicos.
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