BR102017017751A2 - Teste de caminho usando uma taxa de eficiência de borda - Google Patents
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Abstract
diversas modalidades pertencem a sistemas de rede de comunicação. em particular, diversas modalidades referem-se a testes em caminhos múltiplos em sistemas de rede de comunicação que podem ser usados para estimar a topologia completa da rede. um método inclui o recebimento de dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede. o teste de traceroute detecta bordas. o método também inclui o cálculo de uma taxa de eficiência de borda com base nas bordas. além disso, o método inclui o encerramento do teste quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar.
Description
(54) Título: TESTE DE CAMINHO USANDO UMA TAXA DE EFICIÊNCIA DE BORDA (51) Int. Cl.: H04L 12/24 (52) CPC: H04L 41/12 (30) Prioridade Unionista: 09/10/2016 US 15/261,276 (73) Titular(es): SOLARWINDS WORLDWIDE, LLC (72) Inventor(es): LAN LI; KARLO ZATYLNY; EMILIANA PATLAN (74) Procurador(es): ARARIPE &
ASSOCIADOS (57) Resumo: Diversas modalidades pertencem a sistemas de rede de comunicação. Em particular, diversas modalidades referem-se a testes em caminhos múltiplos em sistemas de rede de comunicação que podem ser usados para estimar a topologia completa da rede. Um método inclui o recebimento de dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede. O teste de traceroute detecta bordas. O método também inclui o cálculo de uma taxa de eficiência de borda com base nas bordas. Além disso, o método inclui o encerramento do teste quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar.
1/24 “TESTE DE CAMINHO USANDO UMA TAXA DE EFICIÊNCIA DE BORDA”
FUNDAMENTOS
Campo [0001] Diversas modalidades pertencem a sistemas de rede de comunicação. Em particular, diversas modalidades referem-se a testes em caminhos múltiplos em sistemas de rede de comunicação que podem ser usados para estimar a topologia completa da rede.
Descrição da Técnica Relacionada:
[0002] Uma variedade de redes usa roteamento em caminhos múltiplos para conectar nós de origem e nós de destino dentro da rede. O roteamento em caminhos múltiplos é uma técnica de roteamento que utiliza caminhos múltiplos alternativos através de uma rede entre dois pontos da rede. O caminho criado na rede inclui pelo menos um nó de rede intermediário, localizado entre o nó de origem e o nó de destino, e uma borda, que é usada para conectar os vários nós de rede no caminho. No roteamento de caminhos múltiplos, cada caminho inclui pelo menos uma borda e pelo menos um nó de rede. Os caminhos múltiplos alternativos na rede geralmente podem, pelo menos parcialmente, se sobrepor, de modo que os caminhos compartilhem pelo menos uma borda e/ou pelo menos um nó.
[0003] Algumas redes que utilizam o roteamento em caminhos múltiplos podem empregar o traceroute. Traceroute é uma ferramenta de diagnóstico de rede que pode ser usada para registrar rotas através da rede. O uso de traceroute envolve o envio de informações de cada nó de rede intermediário na rede de volta para o nó de origem. Essa sinalização permite que o nó de origem rastreie o roteamento de um sinal através da rede para o nó de destino.
[0004] O uso do roteamento em caminhos múltiplos oferece diversos benefícios para a rede, como tolerância a falhas, aumento da largura de banda ou melhorias de segurança. No entanto, construir uma topologia de rede completa pode exigir um rastreamento ou mapeamento completo de todos os caminhos possíveis na rede. Esse rastreamento ou mapeamento completo pode utilizar uma quantidade significativa de recursos de rede, incluindo tempo e largura de banda.
SUMÁRIO [0005] Um método, em certas modalidades, pode incluir o recebimento de
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2/24 dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede. O teste de traceroute pode detectar bordas. O método também pode incluir o cálculo de uma taxa de eficiência de borda com base nas bordas. Além disso, o método pode incluir o encerramento do teste quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar.
[0006] De acordo com certas modalidades, um aparelho pode incluir pelo menos uma memória, incluindo código de programa de computador, e pelo menos um processador. A pelo menos uma memória e o código de programa de computador podem ser configurados, com o pelo menos um processador, para fazer com que o aparelho pelo menos receba dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede. O teste de traceroute pode detectar bordas. A pelo menos uma memória e o código de programa de computador também podem ser configurados, com o pelo menos um processador, para pelo menos calcular uma taxa de eficiência de borda baseada nas bordas. Além disso, a pelo menos uma memória e o código de programa de computador também podem ser configurados, com o pelo menos um processador, para pelo menos encerrar o teste quando a taxa de eficiência de borda for maior que ou igual a um limiar.
[0007] Um aparelho, em certas modalidades, pode incluir meios para recebimento de dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede. O teste de traceroute pode detectar bordas. O aparelho também pode incluir meios para o cálculo de uma taxa de eficiência de borda com base nas bordas. Além disso, o aparelho pode incluir meios para o encerramento do teste quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar. [0008] De acordo com certas modalidades, um meio não transitório que pode ser lido por computador codifica instruções que, quando executadas em hardware, realizam um processo. O processo pode incluir o recebimento de dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede. O teste de traceroute pode detectar bordas. O processo também pode incluir o cálculo de uma taxa de eficiência de borda com base nas bordas. Além disso, o processo pode incluir o encerramento do teste quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar.
[0009] De acordo com certas modalidades, um produto de programa de computador que codifica instruções para realizar um processo de acordo com
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3/24 um método inclui o recebimento de dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede. O teste de traceroute pode detectar bordas. O método também pode incluir o cálculo de uma taxa de eficiência de borda com base nas bordas. Além disso, o método inclui o encerramento do teste quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar.
[0010] Um método, em certas modalidades, pode incluir o recebimento de informações de identificação de um primeiro nó da rede em uma rota de caminhos múltiplos. O método também pode incluir o recebimento de informações de identificação de um segundo nó da rede na rota de caminhos múltiplos. Além disso, o método inclui a determinação de uma identificação de uma borda com base nas informações de identificação do primeiro nó da rede e nas informações de identificação do segundo nó da rede.
[0011] De acordo com certas modalidades, um aparelho pode incluir pelo menos uma memória, incluindo código de programa de computador, e pelo menos um processador. A pelo menos uma memória e o código de programa de computador podem ser configurados, com o pelo menos um processador, para fazer com que o aparelho pelo menos receba informações de identificação de um primeiro nó da rede em uma rota de caminhos múltiplos. A pelo menos uma memória e o código de programa de computador também podem ser configurados, com o pelo menos um processador, para fazer com que o aparelho pelo menos receba informações de identificação de um segundo nó da rede na rota de caminhos múltiplos. Além disso, a pelo menos uma memória e o código de programa de computador podem ser configurados, com o pelos menos um processador, para fazer com que o aparelho pelo menos determine uma identificação de uma borda com base nas informações de identificação do primeiro nó da rede e nas informações de identificação do segundo nó da rede. [0012] Um aparelho, em certas modalidades, pode incluir meios para o recebimento de informações de identificação de um primeiro nó da rede em uma rota de caminhos múltiplos. O aparelho também pode incluir meios para o recebimento de informações de identificação de um segundo nó da rede na rota de caminhos múltiplos. Além disso, o aparelho pode incluir a determinação de uma identificação de uma borda com base nas informações de identificação do primeiro nó da rede e nas informações de identificação do segundo nó da rede. [0013] De acordo com certas modalidades, um meio não transitório que
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4/24 pode ser lido por computador codifica instruções que, quando executadas em hardware, realizam um processo. O processo pode incluir o recebimento de informações de identificação de um primeiro nó da rede em uma rota de caminhos múltiplos. O processo também pode incluir o recebimento de informações de identificação de um segundo nó da rede na rota de caminhos múltiplos. Além disso, o processo pode incluir a determinação de uma identificação de uma borda com base nas informações de identificação do primeiro nó da rede e nas informações de identificação do segundo nó da rede. [0014] De acordo com certas modalidades, um produto de programa de computador que codifica instruções para realizar um processo de acordo com um método inclui o recebimento de informações de identificação de um primeiro nó de rede em uma rota de caminhos múltiplos. O método também pode incluir o recebimento de informações de identificação de um segundo nó da rede na rota de caminhos múltiplos. Além disso, o método pode incluir a determinação de uma identificação de uma borda com base nas informações de identificação do primeiro nó da rede e nas informações de identificação do segundo nó da rede. BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS [0015] Para uma compreensão adequada da invenção, deve ser feita referência aos desenhos anexos, em que:
[0016] A Figura 1 ilustra um sistema de comunicação de acordo com certas modalidades.
[0017] A Figura 2 ilustra um sistema de comunicação de acordo com certas modalidades.
[0018] A Figura 3 ilustra um fluxograma de acordo com certas modalidades.
[0019] A Figura 4 ilustra equações de acordo com certas modalidades.
[0020] A Figura 5 ilustra um fluxograma de acordo com certas modalidades.
[0021] A Figura 6 ilustra um sistema de comunicação de acordo com certas modalidades.
[0022] A Figura 7 ilustra um sistema de comunicação de acordo com certas modalidades.
[0023] A Figura 8 ilustra um fluxograma de acordo com certas modalidades.
[0024] A Figura 9 ilustra um sistema de acordo com certas modalidades.
DESCRIÇÃO DETALHADA [0025] Certas modalidades podem estimar uma topologia completa da
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5/24 rede. Uma topologia de rede completa pode ser definida como tendo rastreado ou mapeado todas as bordas únicas na rede. Pode ser utilizada uma taxa de eficiência de topologia, que pode indicar uma porcentagem da topologia de rede completa que pode ser mapeada e reportada a um nó de origem. Um teste de traceroute pode ser usado para facilitar a estimativa da topologia de rede completa. Em algumas modalidades, o teste pode mapear, rastrear ou capturar caminhos através da rede de forma contínua ou distinta.
[0026] Em certas modalidades, uma topologia de rede completa estimada pode ser usada para monitorar o desempenho de uma rede de ponta a ponta. A partir de uma perspectiva de monitoramento e diagnóstico, pode ser útil cobrir a maioria dos caminhos da rede, em um ambiente de rede em caminhos múltiplos, através dos quais o tráfego de ponta a ponta flui. Isso pode melhorar os resultados de diagnóstico da rede e permitir que o avaliador dos resultados, por exemplo, um operador de rede, tome decisões com base nos resultados.
[0027] O teste em múltiplos caminhos pode ser otimizado de forma que possa ser parada quando um determinado alvo de conclusão de topologia é atingido. Por exemplo, uma vez que o limiar de conclusão da topologia da rede é cumprido, o teste pode ser suspenso ou parado. O rastreio de uma topologia de rede completa pode ser complicado e usar uma quantidade significativa de recursos de rede. Por isso, um processo eficiente de estimativa de topologia de rede pode economizar tempo e recursos da rede. Em certas modalidades, o rastreamento de topologia de rede pode incluir um método de autoavaliação para estimar a topologia da rede, sem necessidade de interferência do operador. [0028] Em outras modalidades, os testes em caminhos múltiplos podem ser usados para encontrar caminhos a partir de si próprios para qualquer ponto terminal determinado. Um teste de traceroute pode ser usado para coletar métricas de desempenho de rede ao longo dos caminhos para o ponto terminal determinado e acionar o fornecimento de relatórios de métricas de desempenho dos diferentes nós intermediários no caminho. Tais métricas de desempenho, como perda de pacotes e latência, podem então ser usadas para detectar problemas de tráfego de trânsito em pelo menos uma borda ou pelo menos um nó nos caminhos do teste. Em algumas modalidades, o teste de traceroute pode agilizar o teste de caminho.
[0029] Uma vez que o uso de traceroute for concluído ou o teste de
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6/24 traceroute for encerrado, o usuário recebe uma visualização adequada da rede para investigar quaisquer problemas associados à rede, por exemplo. Enquanto o uso de traceroute pode ser focado em diferentes caminhos entre os nós, em certas modalidades pode ser útil determinar a identificação dos nós nos diferentes caminhos. Além disso, também pode ser útil determinar a relação dos diferentes nós no caminho para os dispositivos na rede. Um dispositivo pode ser, por exemplo, um equipamento de usuário, um terminal móvel, uma estação base, um ponto de acesso, um roteador e/ou um servidor.
[0030] Em certas modalidades, o fato de dois pacotes diferentes terem caminhos diferentes que incluem nós diferentes, tendo diferentes endereços IP, pode não significar que os pacotes tenham que passar por diferentes dispositivos. Cada dispositivo, por exemplo, um roteador ou um servidor, pode ter vários endereços IP atribuídos a interfaces diferentes. Em outras palavras, cada dispositivo pode ter mais de um nó com seu próprio endereço IP exclusivo. Em algumas modalidades, a decisão da interface a ser usada pode ser baseada em um protocolo de roteamento e/ou outra lógica adicional, como balanceamento de carga.
[0031] A Figura 1 ilustra um diagrama de sistema de comunicação de acordo com certas modalidades. Especificamente, a Figura 1 ilustra uma rede usando roteamento de caminhos múltiplos entre um nó de origem 110 e um nó de destino 160. O nó de origem 110 e o nó de destino 160, por exemplo, podem ser nós de rede, nós de acesso, eNodeBs, servidores, hosts ou qualquer um dos outros nós de acesso ou rede discutidos neste documento. Em certas modalidades, o nó de origem 110 pode usar um teste de traceroute. O teste de traceroute pode ser utilizado para detectar diferentes caminhos de roteamento entre o nó de origem 110 e o nó de destino 160. Em um exemplo, o teste pode começar no nó de origem 110 e, em seguida, seguir para o nó de rede 120 por meio da borda 111.
[0032] Uma borda pode ser uma conexão sem fio, com fio ou em nuvem entre dois nós que podem ser rastreados ou mapeados pelo teste. Quando todas as bordas únicas de uma rede são encontradas, a topologia da rede pode ser considerada completa. Quando o teste alcança o nó de rede 120, isso pode acionar o envio de uma mensagem do nó de rede 120 para o nó de origem 110. A mensagem pode incluir métricas de desempenho ou outras informações
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7/24 relacionadas à borda 111, tais como informações de sincronização e/ou informações sobre perda de pacotes. O teste de traceroute também pode acionar o envio para o nó de origem 110 de qualquer outro tipo de informação relacionada a qualquer uma das bordas ou nós de rede na rede.
[0033] Após o nó de rede 120, o teste de traceroute pode então mapear ou rastrear um de três caminhos diferentes. Ele pode seguir para o nó de rede 130, usando a borda 121, o nó de rede 140, usando a borda 123, ou o nó de rede 150, usando a borda 122. Supondo que o teste siga para o nó de rede 130, usando a borda 121, o teste de traceroute pode novamente ter vários caminhos diferentes a serem rastreados ou mapeados. Por exemplo, a partir do nó de rede 130, o teste de traceroute pode rastrear a borda 131 e seguir para o nó de destino 160. Como alternativa, o teste de traceroute pode seguir para o nó de rede 140 através da borda 133 e, em seguida, para o nó de destino 160 através da borda 141.
[0034] Como discutido acima, certas modalidades podem incluir o envio de pacotes de teste de traceroute. Os nós ao longo de um determinado caminho de traços, por exemplo, nós intermediários e de destino, podem responder aos pacotes de teste enviando informações sobre o nó para o nó de origem 110. Da mesma forma, assim que um pacote de teste atinge o nó de destino 160, o nó de destino 160 fornecerá informações relacionadas ao nó de destino 160 para o nó de origem 110.
[0035] Assim que um teste de traceroute alcança o nó de destino 160, o teste de traceroute pode começar a rotear outro caminho do nó de origem 110 para o nó de destino 160. Em certas modalidades, o teste de traceroute pode rastrear ou mapear caminhos de rede de forma contínua até que a topologia de rede estimada alcance um certo limiar. Enquanto algumas das rotas mapeadas ou rastreadas podem se sobrepor a caminhos anteriormente mapeados ou rastreados, alguns caminhos podem incluir bordas novas ou únicas. Bordas novas ou únicas podem incluir bordas que não foram anteriormente rastreadas pelos testes de traceroute. Por exemplo, o teste de traceroute pode seguir do nó de origem 111 para o nó de rede 120 e, em seguida, para o nó de rede 150, por meio da borda 122, e para o nó de destino 160 por meio da borda 151. Bordas 122 e 151 são bordas únicas que não foram anteriormente rastreadas ou mapeadas pelo teste.
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8/24 [0036] Uma topologia de rede completa pode incluir o uso de traceroute em todos os nós de rede 110, 120, 130, 140 e 150. Cada nó pode ter seu próprio identificador exclusivo, por exemplo, endereço IP, nome do domínio e informações sobre localização ou posição no caminho, que pode ser usado para identificar o nó da rede. Uma topologia de rede completa também pode incluir o uso de traceroute em todas as bordas únicas na rede. A Figura 1 ilustra apenas uma topologia de rede parcialmente completa, em que as bordas 111, 121, 122, 123, 131, 133, 141, 142 e 151 foram rastreadas ou mapeadas pelo teste de traceroute.
[0037] O rastreamento de uma topologia de rede completa pode exigir uma quantidade significativa de tempo e de recursos da rede. A Figura 2 ilustra um sistema de comunicação de acordo com certas modalidades. Em particular, a Figura 2 ilustra uma rede de caminhos múltiplos usando um teste de traceroute. O teste tenta rastrear os caminhos dos nós de origem 210 e 211 aos nós de destino 220 e 221. A Figura 2 ilustra 3312 caminhos únicos em cache que foram rastreados ou mapeados pelo teste de traceroute e relatados aos nós de origem 210 e 211. Como discutido anteriormente, o mapeamento de uma topologia de rede completa pode ser um incômodo na rede e exigir uma grande quantidade de recursos da rede.
[0038] Portanto, certas modalidades podem incluir uma estimativa da topologia de rede completa. A topologia de rede completa pode ser estimada usando uma taxa de eficácia de topologia da rede. A taxa de eficácia de topologia da rede pode ser estimada usando uma taxa de eficácia de borda. As métricas de desempenho relatadas pelo teste de traceroute podem ser convertidas para, ou apresentadas na forma de, uma métrica por borda. Por exemplo, a mensagem do teste de traceroute para o nó de origem pode incluir a latência da borda e/ou a perda de pacote da borda. O aumento do número de bordas únicas mapeadas pode melhorar a taxa de detecção de problemas de tráfego ao longo dos caminhos entre o nó de origem e o nó de destino.
[0039] A taxa de eficácia da borda pode ser uma razão estimada do número de bordas únicas mapeadas e reportadas ao nó de origem. Quando a taxa de eficácia da borda é de cem por cento, o nó de origem contém um mapeamento completo das bordas únicas na rede e a taxa de eficiência de topologia da rede também pode ser considerada como cem por cento. Em certas
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9/24 modalidades, a taxa de eficiência da borda pode ser definida como o número de bordas únicas encontradas na rede dividido pelo número total estimado de bordas únicas.
[0040] Em certas modalidades, a borda pode ser identificada com base nos nós de rede aos quais a borda está conectada. Em outras palavras, a identificação do nó de entrada da borda e a identificação do nó de saída da borda são usadas para identificar a própria borda. Em algumas modalidades, as informações sobre o nó podem não estar disponíveis, por exemplo, o nó expirou ou possui um endereço IP privado. Conforme descrito abaixo, em tais modalidades as informações sobre o nó podem ser determinadas com base no prefixo do nó localizado antes do nó indisponível e após o nó indisponível. Da mesma forma, o prefixo do nó de entrada e o prefixo do nó de saída podem ser combinados para determinar a identidade da borda. Um nó de origem pode determinar se a borda é única com base em uma identificação de borda. Além disso, a identificação da borda pode ser registrada no nó de origem usando informações relacionadas ao nó de entrada e ao nó de saída de uma determinada borda. A identificação da borda pode ser usada para marcar as bordas.
[0041] Quando a topologia de rede completa não é conhecida pelo nó de origem, uma forma de calcular a taxa de eficiência da borda pode basear-se em métodos de marcação-liberação-recaptura (MRR). Os métodos de MRR, por exemplo, podem incluir a captura, marcação e liberação de uma primeira parcela de uma determinada população. Em seguida, uma segunda parcela da população é capturada e o número de membros marcados da segunda parcela da população pode ser contado. Uma vez que o número de membros marcados da população na segunda parcela deve ser proporcional ao número de membros em toda a população, pode ser obtida uma estimativa do número total de membros dentro de um tamanho de população. Portanto, os métodos de MRR podem ser usados para estimar tanto uma população inteira, quanto o número de um dado membro dentro da população.
[0042] A Figura 3 ilustra um fluxograma de acordo com certas modalidades. Na etapa 310, um sinal pode ser transmitido entre um nó de origem e um nó de destino através de roteamento em caminhos múltiplos. Exemplos do roteamento em caminhos múltiplos podem ser vistos nas Figuras 1 e 2. Um teste de
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10/24 traceroute pode então ser usado para rastrear ou mapear pelo menos uma borda e pelo menos um nó no caminho entre o nó de origem e o nó de destino. Ao alcançar um nó de rede, um teste de traceroute pode acionar a transmissão de informações ou dados do nó de rede para o nó de origem, que detalhem pelo menos uma métrica de desempenho de borda. Por exemplo, a pelo menos uma métrica de borda pode se relacionar à latência da borda e/ou perda de pacote da borda.
[0043] Na etapa 320, o nó de origem recebe os dados do teste de traceroute em uma rede. Conforme descrito anteriormente, o teste de traceroute mapeia ou rastreia pelo menos uma borda e pelo menos um nó de rede na rede. Para cada número x de caminhos capturados, sendo x configurável pelo operador de rede, o nó de origem pode identificar todas as bordas únicas dentro do número x de caminhos e compará-las com as bordas anteriormente registradas. O número de bordas recapturadas também pode ser levado em consideração pelo nó de origem. Se a mesma borda foi recapturada várias vezes, a borda recapturada será contada apenas como uma borda. O número de bordas únicas ou recentemente identificadas será adicionado às bordas registradas para o próximo cálculo. O nó de origem pode armazenar as bordas registradas, por exemplo, em uma lista.
[0044] Uma taxa de eficiência de borda estimada pode então ser calculada com base nas bordas, como mostrado na etapa 330, utilizando um método de MRR. Por exemplo, o método de estimativa de Schnabel e SchumacherEschmeyer pode ser usado como método de MRR preferencial. A equação de estimativa pode, em certas modalidades, ser a seguinte:
N, = ZXXCZffiry)2) ςχοχς^ι η))
N' pode ser uma estimativa do número total de bordas únicas do nó de origem para o nó de destino. n, pode ser igual ao número total de bordas únicas coletadas no teste /, enquanto m, pode ser igual ao número de bordas únicas recapturadas durante o teste /. c pode ser igual ao número total de cálculos.
[0045] Com base no cálculo acima, a taxa de eficiência de borda pode ser calculada dividindo o número de bordas únicas encontradas na rede pelo número total estimado do cálculo de bordas únicas e, assim, uma estimativa do número total de bordas únicas pode ser determinada. Essa taxa de eficiência de
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11/24 borda pode então ser usada para estimar uma taxa de eficiência de topologia, como mostrado na etapa 340. A taxa de eficiência de borda e/ou a taxa de eficiência de topologia podem então ser comparadas a um limiar estabelecido por um operador de rede. Por exemplo, o limiar pode ser de 95% em certas modalidades. Conforme mostrado na etapa 350, se a taxa de eficiência de borda e/ou a taxa de eficiência de topologia for maior que ou igual a um limiar o teste de traceroute pode ser encerrado.
[0046] O limiar pode ser predeterminado pelo operador. Quanto maior o limiar, mais recursos de rede podem ser usados para o mapeamento ou rastreamento da topologia de rede completa. Por outro lado, se o limiar for muito baixo o nó de origem pode não ser capaz de avaliar com precisão a topologia completa da rede.
[0047] Em certas modalidades, os intervalos de confiança das estimativas de Schnabel e Schumacher-Eschmeyer podem ser calculados usando o recíproco de [N’[1/(1/N’ ± t(0.05, c-1) S.E.(1/N’)], ou usando a fórmula (N’ ± t(0.05, c-1) S.E.(N’)). A última fórmula (N’ ± t(0.05, c-1) S.E.(N’)) pode oferecer um valor mais próximo, incluindo um mínimo maior ou um máximo positivo menor do que a fórmula anterior. A Figura 4 ilustra equações de acordo com certas modalidades. Especificamente, a Figura 4 ilustra S.E. (N’) 410 e S.E. (1/N’) 420 utilizados no cálculo dos intervalos de confiança de Schnabel e Schumacher-Eschmeyer.
[0048] Em algumas modalidades, a taxa de eficiência da borda pode ser filtrada de modo a remover saltos com apenas uma única borda. As bordas que sempre são incluídas por todos os caminhos podem ser ignoradas. Por exemplo, uma primeira borda, do nó de origem para o seu gateway padrão, pode ser ignorada se o nó de origem tiver apenas um gateway padrão. Determinadas bordas podem ser ignoradas para evitar distorções na estimativa e para aumentar a precisão da estimativa.
[0049] Além disso, em certas modalidades, pode ser utilizada uma abordagem de janela deslizante na qual apenas os dados mais recentes podem ser utilizados para a estimativa. A abordagem de janela deslizante pode ser usada quando o nó de origem está constantemente testando caminhos, sem ter que completar um teste autônomo. A abordagem de janela deslizante prevê que a estimativa da taxa de eficiência pode ser baseada em caminhos coletados do
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12/24 intervalo de tempo recente, conhecido como janela deslizante, a qualquer momento. Isso pode permitir calcular a taxa com mais frequência, além de permitir o ajuste do tamanho da janela.
[0050] Como discutido acima, o algoritmo de traceroute de caminhos múltiplos produz um conjunto de caminhos pelo menos parcialmente diferentes de uma origem de teste para um destino. Após a conclusão do uso do traceroute, pode ser produzido um gráfico de todos os diferentes caminhos individuais, mostrando o emparelhamento dos nós em caminhos múltiplos que podem representar as mesmas interfaces de IP da rede. Nessa fase, os caminhos são apenas sequências de nós, cuja identificação pode nem mesmo ser conhecida. Embora os endereços IP dos Nós possam ser conhecidos, nenhuma outra informação adicional sobre os nós pode ser conhecida. Por exemplo, as IDs do Nó, os endereços IP do Nó, as IDs de Borda, as métricas de desempenho do sistema de nomes de domínio (DNS) ou os registros de identificação pública podem não ser conhecidos.
[0051] Em certas modalidades, um identificador de nó pode ser calculado para todos os nós nos caminhos de traceroute determinados, mesmo que um gráfico representando o traceroute possa estar incompleto. Em outras palavras, a identificação do nó pode ocorrer mesmo que ainda estejam faltando alguns nós do caminho. Em algumas modalidades, um endereço IP de um nó pode ser público, como os endereços IP de nós direcionados na internet global. Quando o endereço IP do nó é público, a identidade do nó pode ser simplesmente o endereço IP do nó.
[0052] Em outras modalidades, no entanto, o endereço IP de um nó pode ser privado de acordo com, por exemplo, o documento Request for Comment 1918 (RFC 1918), para o Protocolo de Internet versão 4 (IPv4). O endereço IP pode, em outra modalidade, ser local de acordo com o documento RFC 4193 para o Protocolo de Internet versão 6 (IPv6). Se o endereço IP de um nó for privado, pode ser útil anexar um escopo de rede ao endereço IP, uma vez que esse endereço IP pode ser atribuído em múltiplas redes internas distintas. Para definir o escopo de rede, é usado um identificador do nó precedente mais próximo com um endereço IP público. Se, no entanto, não existir um nó precedente com um endereço IP público, é usada a identidade da origem de teste, por exemplo, um poller, agente ou outra fonte. Em tal modalidade, o nó de
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13/24 caminho examinado pode fazer parte da rede interna do teste e ser mapeado para sistemas de monitoramento internos.
[0053] Ainda em outra modalidade, o endereço IP de um nó pode não ser descoberto ou pode não responder. No entanto, pode haver motivos para acreditar que um nó exista, por exemplo, devido a sinais de um salto de tráfego naquele local, apesar da falta de resposta do nó. Quando o nó não tem endereço IP ou não responde, o identificador do nó pode incluir o seguinte: a identidade ou o prefixo do nó responsivo precedente mais próximo no caminho, a identidade ou o prefixo do nó responsivo subsequente mais próximo no caminho, e uma posição na sequência de nós que não respondem entre os nós responsivos precedentes e subsequentes.
[0054] Em algumas modalidades, o nó de destino pode não ser responsivo. Isso pode deixar o caminho de roteamento aberto, sem um nó terminal definitivo. Em tais modalidades, quando o destino não é responsivo, o identificador do nó pode incluir a identidade ou o prefixo do nó responsivo precedente mais próximo no caminho e/ou a identidade ou o prefixo do nó responsivo subsequente mais próximo no caminho. Uma vez que todos os nós no caminho são identificados, os caminhos individuais podem ser alinhados aos nós com o mesmo identificador. Esses nós podem se tornar pontos de junção em um gráfico de caminho resultante.
[0055] A Figura 5 ilustra um fluxograma de acordo com certas modalidades. Especificamente, a Figura 5 ilustra um fluxograma para determinar a identificação de uma borda com base no prefixo e/ou identificação determinado ou calculado dos nós de entrada ou de saída. A Figura 5, portanto, pode ilustrar características adicionais que podem ser incorporadas na Figura 3 e/ou na Figura 8. Na etapa 510, o nó de origem pode receber informações de identificação de um primeiro nó da rede em uma rota de caminhos múltiplos. O nó de origem pode receber as informações de um teste de traceroute que podem ser usadas para mapear ou rastrear a topologia da rede. Na etapa 520, o nó de origem pode receber informações de identificação de um segundo nó da rede na rota de caminhos múltiplos. Com base nas informações de identificação do primeiro nó de rede e do segundo nó de rede, o nó de origem pode determinar uma identificação da borda, como mostrado na etapa 530.
[0056] A identificação da borda determinada na etapa 530 pode ser
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14/24 armazenada ou registrada no nó de origem. Um nó de origem pode determinar se a borda é única com base em uma identificação de borda. Em particular, diversas modalidades referem-se a testes em caminhos múltiplos em sistemas de rede de comunicação que podem ser usados para estimar a topologia completa da rede.
[0057] Em certas modalidades, nas quais o endereço IP de um Nó pode ser privado, os nós descobertos no uso de traceroute em caminhos múltiplos podem ser mapeados para dados armazenados em um sistema de monitoramento. Os dados armazenados podem fazer parte de uma rede interna, que pode exigir um nome de usuário e/ou senha para ser acessada. Os dados armazenados podem abranger pelo menos parte da rede interna de um único dispositivo e podem ser armazenados pelo usuário ou por descoberta automática, a qual pode empregar a lógica de reduplicação do nó. Em outras palavras, os dados podem ser usados para determinar a qual dispositivo um nó descoberto pertence. Os dados armazenados podem incluir um arranjo ou lista de endereços IP por dispositivo sendo monitorado. Portanto, os dados podem ser usados para mapear endereços IP descobertos para dispositivos existentes em um sistema de monitoramento de rede.
[0058] Todos os endereços IP nos dados armazenados e/ou os nós descobertos podem ser únicos em algumas modalidades. Em tais modalidades, uma ID de nó é combinada a um endereço IP particular nos dados armazenados, que incluem um arranjo ou lista de IP de um dispositivo. Em outras modalidades, no entanto, os dados armazenados e/ou os nós descobertos podem incluir pelo menos um endereço IP duplicado. Por exemplo, vários nós descobertos podem ser combinados a um único dispositivo. Isso pode ocorrer pelo fato de a rede interna poder ter várias redes similares com os mesmos endereços IP privados ou sub-redes. Em outras palavras, pode não ser possível usar os dados armazenados do sistema de gerenciamento para mapear nós para dispositivos concretos porque múltiplos dispositivos podem compartilhar o mesmo endereço IP.
[0059] Na modalidade em que múltiplos dispositivos podem compartilhar o mesmo endereço IP, cada dispositivo no sistema de gerenciamento pode acessar as informações da interface, que incluem informações sobre os vizinhos do dispositivo. As informações de interface para o pelo menos um dispositivo
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15/24 vizinho podem ser armazenadas juntamente com outros dados armazenados do sistema de gerenciamento. Em algumas modalidades, as informações de endereço IP ou sub-rede do pelo menos um dispositivo vizinho podem ser combinadas ao endereço IP do pelo menos um nó, ou aos nós de traceroute mais próximos do pelo menos um nó. Os dispositivos que possuem interfaces múltiplas, por exemplo múltiplas sub-redes relacionadas, que correspondem aos endereços IP dos vizinhos podem ser usados para o mapeamento.
[0060] Conforme discutido acima, certas modalidades podem ser equipadas com dispositivos, ou uma agregação de nós dentro desses dispositivos, que têm a mesma contagem de interfaces que a contagem de nó de traceroute anterior. Em outras palavras, a ID do nó particular pode ser combinada ao endereço IP de um determinado dispositivo, e os dispositivos e as IDs do nó são combinados. Essas interfaces podem então ser mapeadas para os links, bordas, nós e/ou dispositivos corretos.
[0061] Cada dispositivo ou nó pode ter duas interfaces diferentes, de entrada ou de saída. Uma interface de entrada pode ser uma interface para dados que entram no dispositivo ou nó e pode ser representada no lado direito de um link ou uma borda conectada a esse dispositivo ou nó. Uma interface de saída, por outro lado, pode ser uma interface para dados que saem de um dispositivo ou nó. Por exemplo, se um primeiro dispositivo e um segundo dispositivo estiverem conectados por meio de uma borda, o lado direito da borda pode representar a localização da interface de entrada do segundo dispositivo, enquanto o lado esquerdo da borda pode representar a saída do primeiro dispositivo.
[0062] A ID de Nó que representa o nó de traceroute pode ser o endereço IP da interface de entrada do nó. Enquanto o teste é capaz de identificar as interfaces de entrada de um nó ou dispositivo, em algumas modalidades as interfaces de saída podem não ser detectadas pelo teste. Um único dispositivo ou nó, por exemplo, tem várias interfaces de saída e pode ser útil determinar qual dos nós está conectado à interface de entrada por meio de um link ou uma borda. As informações de roteamento e topologia incluídas nos dados armazenados do sistema de gerenciamento podem ser usadas para determinar o mapeamento da interface de saída.
[0063] Se a identificação da interface de saída não puder ser determinada
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16/24 com base nas informações de roteamento e topologia incluídas no sistema de gerenciamento, a identificação da interface de saída pode ser determinada com base na identidade mais parecida com a identidade de entrada. A semelhança dos endereços pode ser determinada com base na semelhança dos endereços IP de duas interfaces diferentes. Por exemplo, se o endereço IP da interface de entrada for 10.0.0.1 e os outros dois endereços IP conhecidos são 10.0.0.5 e 10.0.0.25, o endereço IP mais semelhante pode ser 10.0.0.5. Esse endereço IP pode então ser atribuído à interface de saída. Em outras modalidades, a determinação da semelhança entre a interface de entrada e saída pode incluir o uso de uma máscara de sub-rede.
[0064] Em certas modalidades, a obtenção de um pacote do teste para a Internet pode incluir um primeiro nó e um segundo nó. Nesse tipo de modalidade, uma primeira interface eth0 pode ser usada para acessar o segundo nó, em vez de uma segunda interface eth1, que pode ser usada para acessar a internet a partir do segundo nó. O lado direito da borda ou link entre o primeiro e o segundo nó pode ser reconhecido como uma interface de entrada do segundo nó. O endereço IP do segundo nó pode ser, por exemplo, IP 10.0.1.2. Em outras modalidades, o endereço IP do segundo nó pode ter qualquer outra ID de Nó ou endereço IP de Nó. A identificação da interface de entrada pode ter sido determinada ou descoberta pelo teste durante o uso de traceroute.
[0065] O lado esquerdo da borda e/ou do link pode então ser identificado. O ponto terminal do lado esquerdo da borda pode ser identificado com base no próximo endereço de salto, por exemplo a identificação do segundo nó, e/ou em todas as interfaces enumeradas do nó atual, como o primeiro nó. A sub-rede para uma interface específica pode então ser resolvida, com base em, pelo menos, o endereço IP e a máscara de sub-rede. Uma máscara de sub-rede pode ser um número de 32 bits que mascara um endereço IP e divide o endereço IP em endereço de rede e endereço de host. A ID do primeiro nó e a ID do segundo nó podem então ser ajustados ao endereço de sub-rede resolvido. No entanto, se as IDs do primeiro e segundo nós não se ajustarem, a provisão anterior pode ser repetida com a próxima interface disponível no dispositivo. Se as identificações do primeiro e segundo nós se ajustarem, a interface pode ser escolhida como a interface de saída para o Nó 1.
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17/24 [0066] Em certas modalidades, o objetivo da correspondência acima entre as IDs de Nós e o endereço da sub-rede pode ser determinar os pontos terminais de um determinado link ou borda. Em outras palavras, assim que a interface de entrada e a interface de saída dos nós puder ser determinada, as IDs de Nó de todos os nós no caminho de teste podem ser determinadas. Além disso, a interface de entrada e saída também pode ser usadas para determinar o número de nós em um determinado dispositivo.
[0067] Uma vez que o traceroute sai da rede interna, em algumas modalidades, as informações do dispositivo contidas em um sistema de gerenciamento de rede podem não estar mais disponíveis devido à falta de acesso administrativo. Em tais modalidades, um usuário ainda pode querer determinar a identificação dos nós, bordas e dispositivos e o número de nós localizados nos diferentes dispositivos. Em algumas modalidades, um endereço IP de nó ou um nome de DNS de nó pode ser usado como ID de Nó e/ou a conectividade entre pelo menos dois nós diferentes pode ser usada para determinar a ID de Nó. Em certas modalidades, como discutido acima, o teste de traceroute descobre o endereço IP da interface de entrada em que o tráfego de teste entra no dispositivo, mas não pode determinar o endereço IP da interface de saída. Por conseguinte, pode não haver nenhuma informação disponível para a qual a interface de saída se conecta ao próximo dispositivo de salto.
[0068] Em certas modalidades em que o dispositivo possui múltiplas interfaces de entrada, o gráfico de traceroute pode apresentar cada IP de interface de entrada como um nó separado. Em algumas modalidades, isso pode tornar o gráfico mais complexo do que deveria ser e não representativo da rede. Para determinar quais nós de traceroute podem ser agregados, vários recursos podem ser incluídos. Por exemplo, os pacotes de teste de caminho podem não entrar no mesmo dispositivo mais de uma vez, o que pode limitar o escopo de busca de nós candidatos para agregação. Em algumas modalidades, os dispositivos podem ter vários pacotes e roteadores virtuais. Em tais modalidades, cada roteador virtual pode ser tratado como um nó de dispositivo separado.
[0069] Ainda em outras modalidades, cada interface de entrada só pode ser ligada a uma interface de saída. Isso pode limitar o escopo de busca de nós candidatos para agregação. Em outras modalidades, no entanto, duas ou mais
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18/24 interfaces podem compartilhar a mesma sub-rede. Por exemplo, os nós a serem agregados podem ser dispositivos de provedor de serviços de internet (ISP) ou dispositivos de provedor de serviços em nuvem. Em algumas modalidades, convenções de nomenclatura sistemática podem ser comumente usadas para interfaces de roteador em redes de backbone.
[0070] Em certas modalidades, portanto, os nós de traceroute podem se qualificar para agregação quando eles não pertencem ao mesmo caminho, têm um nó subsequente comum e/ou compartilham o mesmo sufixo de nome de DNS, e seus prefixos de nome podem se enquadrar na mesma convenção de nomenclatura. As modalidades acima permitem que a ID de Nó, e o número de Nós dentro de um determinado dispositivo, seja determinada com base na conectividade entre os nós.
[0071] A Figura 6 ilustra um sistema de comunicação de acordo com certas modalidades. Em particular, a Figura 6 ilustra um gráfico de uma rede de caminhos múltiplos usando um teste de traceroute. O teste tenta rastrear caminhos do nó de origem 610 ao nó de destino 620. A modalidade da Figura 6 é um gráfico dos caminhos antes da agregação dos nós ter ocorrido. Agregação de nós pode significar a agregação dos nós no gráfico em seus respectivos dispositivos. Em outras palavras, os nós nos gráficos ainda não foram relacionados aos seus dispositivos correspondentes, o que significa que apenas nós, não dispositivos correspondentes, são mostrados na modalidade da Figura 6.
[0072] A Figura 7 ilustra um sistema de comunicação de acordo com certas modalidades. Em particular, a Figura 7 ilustra um gráfico de uma rede de caminhos múltiplos usando um teste de traceroute. O teste tenta rastrear caminhos do nó de origem 710 ao nó de destino 720. Ao contrário da modalidade da Figura 6, a modalidade da Figura 7 é um gráfico da rede de caminhos múltiplos após a agregação dos nós. Em outras palavras, os nós na Figura 7 foram relacionados aos seus dispositivos correspondentes, e os dispositivos correspondentes, em vez de nós individuais, são ilustrados no gráfico. Como pode ser visto na Figura 7, vários dispositivos incluem diversos nós de rede.
[0073] A Figura 8 ilustra um fluxograma de acordo com certas modalidades. A etapa 810 descreve o recebimento de dados em um nó de origem a partir de
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19/24 um teste de traceroute em uma rede. Os dados podem incluir informações sobre pelo menos um nó de rede. As informações sobre o pelo menos um nó de rede podem então ser usadas para determinar a identificação do pelo menos um nó, como mostrado na etapa 820. Conforme mostrado na Figura 5, a identificação do pelo menos um nó pode ser usada para determinar a Identificação da borda. Na etapa 830, a identificação do pelo menos um nó de rede pode ser usada para determinar uma identificação do pelo menos um dispositivo. Pode haver uma pluralidade do pelo menos um nó de rede em um dispositivo. Em outras palavras, um único dispositivo pode incluir múltiplos nós de rede.
[0074] Em certas modalidades, a identificação do pelo menos um nó pode basear-se em uma identificação de um primeiro nó de rede, que precede o pelo menos um nó de rede, uma identificação de um segundo nó de rede, que é subsequente ao pelo menos um nó de rede e/ou uma posição do nó de rede entre o primeiro e segundo nós de rede. Em outras modalidades, a identificação do pelo menos um nó de rede ou do pelo menos um dispositivo pode ser determinada usando informações derivadas de um sistema de gerenciamento de rede, que pode ser uma rede interna. Além disso, em algumas modalidades, a identificação do pelo menos um nó de rede pode ser determinada com base nas interfaces de entrada e saída.
[0075] A Figura 9 ilustra um sistema de acordo com certas modalidades. Deve ser entendido que cada bloco nas Figuras 1-8 pode ser implementado por vários meios ou suas combinações, como hardware, software, firmware, um ou mais processadores e/ou circuitos. Em uma modalidade, um sistema pode incluir vários dispositivos como, por exemplo, um nó de rede 910. O sistema pode incluir mais de um nó de rede 910. O nó de rede pode ser um nó de origem, um nó de destino, um nó intermediário, um nó de acesso, uma estação base, um eNodeB, 5G NB, servidor, host, roteador ou qualquer outro nó de acesso ou nó de rede discutido neste documento.
[0076] O nó de rede 910 pode incluir pelo menos um processador ou módulo ou unidade de controle, indicado como 911. Pelo menos uma memória pode ser fornecida conforme indicado por 912. A memória pode incluir instruções de programa de computador ou código de computador contidos na mesma. Podem ser equipados um ou mais transceptores 913 e cada nó de rede também pode incluir uma antena, ilustrados respectivamente em 914. Embora apenas
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20/24 uma antena seja mostrada, muitas antenas e múltiplos elementos de antena podem ser equipados em cada um dos dispositivos. Podem ser estabelecidas outras configurações do nó de rede. Por exemplo, o nó de rede 910 pode ser adicionalmente configurado para comunicação com fio, além de comunicação sem fio, e nesse caso as antenas 914 podem ilustrar qualquer forma de hardware de comunicação, sem se limitarem a apenas uma antena.
[0077] Os transceptores 913 podem, independentemente, ser um transmissor, um receptor, ou um transmissor e um receptor, ou uma unidade ou dispositivo que pode ser configurado tanto para transmissão como para recepção. O transmissor e/ou o receptor (no que diz respeito a peças de rádio) também podem ser implementados como uma cabeça de rádio remoto que não está localizada no próprio dispositivo, mas em um mastro, por exemplo. As operações e funcionalidades podem ser realizadas em diferentes entidades, como nós, hosts ou servidores, de forma flexível. Em outras palavras, a divisão do trabalho pode variar caso a caso. Um possível uso é fazer com que um nó de rede forneça conteúdo local. Uma ou mais funcionalidades também podem ser implementadas como aplicação(ões) virtual(is) no software que podem ser executadas em um servidor.
[0078] Em algumas modalidades, um aparelho, como o nó de rede 910, pode incluir meios para realizar as modalidades descritas acima em relação às Figuras 1-8. Em certas modalidades, pelo menos uma memória incluindo código de programa de computador pode ser configurada para, com o pelo menos um processador, fazer com que o aparelho pelo menos execute qualquer um dos processos descritos neste documento.
[0079] De acordo com certas modalidades, um aparelho 910 pode incluir pelo menos uma memória 912 incluindo código de programa de computador e pelo menos um processador 911. A pelo menos uma memória 912 e o código de programa de computador podem ser configurados, com o pelo menos um processador 911, para fazer com que o aparelho 910 pelo menos receba dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede. O teste de traceroute detecta bordas. A pelo menos uma memória 912 e o código de programa de computador também podem ser configurados, com o pelo menos um processador 911, para também fazer com que o aparelho 910 pelo menos calcule uma taxa de eficiência de borda baseada nas bordas. Além disso, a pelo
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21/24 menos uma memória 912 e o código de programa de computador podem ser configurados, com o pelo menos um processador 911, para fazer com que o aparelho 910 pelo menos encerre o teste quando a taxa de eficiência de borda for maior que ou igual a um limiar.
[0080] De acordo com certas modalidades, um aparelho 910 pode incluir pelo menos uma memória 912 incluindo código de programa de computador e pelo menos um processador 911. A pelo menos uma memória 912 e o código de programa de computador podem ser configurados, com o pelo menos um processador 911, para fazer com que o aparelho 910 pelo menos receba informações de identificação de um primeiro nó da rede em uma rota de caminhos múltiplos. A pelo menos uma memória 912 e o código de programa de computador também podem ser configurados, com o pelo menos um processador 911, para também fazer com que o aparelho 910 pelo menos receba informações de identificação de um segundo nó de rede na rota de caminhos múltiplos. Além disso, a pelo menos uma memória 912 e o código de programa de computador podem ser configurados, com o pelos menos um processador 911, para fazer com que o aparelho 910 pelo menos determine uma identificação de uma borda com base nas informações de identificação do primeiro nó de rede e nas informações de identificação do segundo nó de rede. [0081] O processador 911 pode ser incorporado por qualquer dispositivo computacional ou de processamento de dados, como uma unidade de processamento central (CPU), um processador de sinal digital (DSP), um circuito integrado específico de aplicação (ASIC), dispositivos lógicos programáveis (PLD), arranjos de porta programáveis em campo (FPGAs), circuitos digitalmente aprimorados, ou dispositivos comparáveis ou uma combinação dos mesmos. Os processadores podem ser implementados como um único controlador ou diversos controladores ou processadores.
[0082] Para firmware ou software, a implementação pode incluir módulos ou unidade de pelo menos um chipset (por exemplo, procedimentos, funções, etc.). A memória 912 pode independentemente ser qualquer dispositivo de armazenamento adequado, como um meio não transitório que pode ser lido por computador. Pode ser utilizada uma unidade de disco rígido (HDD), memória de acesso aleatório (RAM), memória flash ou outra memória adequada. As memórias podem ser combinadas em um único circuito integrado como o
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22/24 processador ou podem ser separadas. Além disso, as instruções do programa de computador a serem armazenadas na memória e processadas pelos processadores podem ser qualquer forma adequada de código de programa de computador, por exemplo, um programa de computador compilado ou interpretado em qualquer linguagem de programação adequada. A memória ou entidade de armazenamento de dados é tipicamente interna, mas também pode ser externa ou uma combinação entre elas como, por exemplo, uma capacidade de memória adicional obtida de um provedor de serviços. A memória pode ser fixa ou removível.
[0083] A memória e as instruções do programa de computador podem ser configuradas, com o processador para o dispositivo em particular, para fazer com que um aparelho de hardware, como o nó de rede 910, execute qualquer um dos processos descritos acima (consulte, por exemplo, as Figuras 1-8). Portanto, em certas modalidades, um meio não transitório que pode ser lido por computador pode ser codificado com instruções de computador ou um ou mais programas de computador (como rotina de software adicional ou atualizada, applet ou macro) que, quando executados em hardware, podem executar um processo como, por exemplo, um dos processos descritos neste documento. Os programas de computador podem ser codificados por uma linguagem de programação, que pode ser uma linguagem de programação de alto nível, como objective-C, C, C++, C#, Java, etc., ou uma linguagem de programação de baixo nível, como uma linguagem de máquina ou assembler. Como alternativa, certas modalidades podem ser realizadas inteiramente em hardware.
[0084] Como discutido acima, certas modalidades podem utilizar uma taxa de eficiência de borda para estimar uma topologia de rede completa. Uma vez que a taxa de eficiência borda é determinada como igual ou superior a um determinado limiar, o teste de traceroute da rede pode ser encerrado. Isso pode ser usado para preservar recursos da rede e tornar o rastreamento ou mapeamento da topologia da rede mais eficiente.
[0085] Estimar a topologia de rede completa pode ajudar a monitorar o desempenho da rede de ponta a ponta. Monitorar, avaliar e diagnosticar o desempenho da rede de ponta a ponta pode ajudar um operador de rede ou um determinado nó de rede a tomar várias decisões relacionadas ao desempenho da rede. Por exemplo, o nó pode tomar decisões de latência e deslocar os
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23/24 recursos da rede com base na topologia de rede estimada. Assim, as modalidades acima proporcionam melhorias significativas para o funcionamento de uma rede e/ou para o funcionamento dos nós ou computadores dentro da rede.
[0086] Além disso, certas modalidades podem permitir a determinação de não apenas os nós em uma rede, mas também os dispositivos associados a tais nós. Em particular, pode ser possível determinar o número de nós em cada dispositivo e, assim, o número de dispositivos na rede. Isso pode permitir que um gráfico produzido por um teste de traceroute seja reduzido a um gráfico que inclua IDs de Nós, IDs de Borda e dispositivos diferentes.
[0087] Os recursos, estruturas ou características de certas modalidades descritos ao longo deste relatório descritivo podem ser combinados de maneira adequada em uma ou mais modalidades. Por exemplo, a utilização das frases certas modalidades, algumas modalidades, outras modalidades ou outra linguagem semelhante, ao longo deste relatório descritivo, refere-se ao fato de que um recurso, estrutura ou característica em particular descrito em conexão com a modalidade pode ser incluído em pelo menos uma modalidade da presente invenção. Assim, o uso das frases em certas modalidades, em algumas modalidades, em outras modalidades ou outra linguagem semelhante, ao longo deste relatório descritivo, não se refere necessariamente ao mesmo grupo de modalidades e os recursos, estruturas ou características podem ser combinados de maneira adequada em uma ou mais modalidade. [0088] Aqueles versados na técnica compreenderão facilmente que a invenção tal como discutida acima pode ser praticada com etapas em uma ordem diferente e/ou com elementos de hardware em configurações que são diferentes das que são divulgadas. Portanto, embora a invenção tenha sido descrita com base nessas modalidades preferenciais, seria evidente para aqueles versados na técnica que certas modificações, variações e construções alternativas seriam aparentes, enquanto permanecem dentro do espírito e escopo da invenção. Os sistemas de comunicação discutidos acima podem ser implementados em tecnologia da Third Generation Partnership (3GPP), como Long Term Evolution (LTE), LTE-advanced (LTE-A), tecnologia de 3θ geração (3G), tecnologia de 4θ geração (4G), tecnologia de 5θ geração (5G) ou qualquer outra tecnologia de IP Multimedia System (IMS).
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24/24 [0089] Glossário Parcial [0090] S.E. erro padrão.
[0091] N' uma estimativa para o número total de bordas únicas do nó de origem para o nó de destino.
[0092] n,· o número total de bordas únicas coletadas no teste /.
[0093] m, o número de bordas únicas recapturadas durante o teste /.
[0094] c o número total de cálculos.
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Claims (21)
- REIVINDICAÇÕES1. Método caracterizado por compreender:recebimento de dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute em uma rede, em que o teste de traceroute detecta bordas;cálculo de uma taxa de eficiência de borda com base nas bordas; e encerramento do teste de traceroute quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar.
- 2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por ainda compreender:recebimento de informações de identificação de um primeiro nó da rede em uma rota de caminhos múltiplos;recebimento de informações de identificação de um segundo nó da rede na rota de caminhos múltiplos; e determinação de uma identificação da borda com base nas informações de identificação do primeiro nó da rede e nas informações de identificação do segundo nó da rede.
- 3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por ainda compreender:estimativa da taxa de eficácia de topologia da rede com base na taxa de eficácia de borda.
- 4. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por taxa de eficiência de borda calculadas por um número de bordas únicas capturadas dividido pelo número total estimado das bordas únicas.
- 5. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por taxa de eficiência de borda computada usando uma equação de marcação-liberaçãorecaptura.
- 6. Método, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por equação de marcação-liberação-recaptura compreendendo pelo menos uma das equações de Schnabel ou um método de Schumacher-Eschmeyer.
- 7. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por teste de traceroute que continuamente captura as bordas do nó de origem para um nó de destino.
- 8. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por limiar igual a noventa e cinco por cento.
- 9. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por limiarPetição 870170060137, de 18/08/2017, pág. 26/532/3 predeterminado por um operador.
- 10. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por ainda compreender:transmissão de um sinal entre o nó de origem e um nó de destino por meio de roteamento em caminhos múltiplos.
- 11. Método, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado por roteamento em caminhos múltiplos compreendendo um processo de autoavaliação e em que o processo de autoavaliação compreende um teste de traceroute.
- 12. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por teste de traceroute que determina métricas de dados com base nas bordas.
- 13. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por ainda compreender:armazenamento de dados recebidos do teste de traceroute no nó de origem.
- 14. Aparelho, caracterizado por compreender:pelo menos uma memória compreendendo código de programa de computador;pelo menos um processador;em que a pelo menos uma memória e o código de programa de computador estão configurados, com o pelo menos um processador, para fazer com que o aparelho pelo menos:receba dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute na rede, em que o teste de traceroute detecta bordas;estime uma taxa de eficácia de topologia com base nas bordas;encerre o teste quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar.
- 15. Aparelho, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por a pelo menos uma memória e o código de programa de computador que também são configurados, com o pelo menos um processador, para fazer com que o aparelho pelo menos:receba informações de identificação de um primeiro nó da rede em uma rota de caminhos múltiplos;receba informações de identificação de um segundo nó da rede na rota de caminhos múltiplos; ePetição 870170060137, de 18/08/2017, pág. 27/533/3 determine uma identificação da borda com base nas informações de identificação do primeiro nó da rede e nas informações de identificação do segundo nó da rede.
- 16. Aparelho, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por estimativa com base nas bordas compreendendo uma taxa de eficiência de borda.
- 17. Aparelho, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por taxa de eficiência da borda calculada pelo número de bordas únicas capturadas dividido pelo número total estimado das bordas únicas.
- 18. Aparelho, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por taxa de eficiência de borda computada usando uma equação de marcação-liberaçãorecaptura.
- 19. Aparelho, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por a pelo menos uma memória e o código de programa de computador que também são configurados, com o pelo menos um processador, para fazer com que o aparelho pelo menos:envie os dados entre o nó de origem e um nó de destino por meio de roteamento em caminhos múltiplos.
- 20. Aparelho, de acordo com a reivindicação 19, caracterizado por roteamento em caminhos múltiplos compreendendo um processo de autoavaliação e em que o processo de autoavaliação compreende um teste de traceroute.
- 21. Um meio não transitório que pode ser lido por computador e que codifica instruções que, quando executadas em hardware, realizam um processo, esse processo caracterizado por compreender:recebimento de dados em um nó de origem a partir de um teste de traceroute na rede, em que o teste de traceroute detecta bordas;cálculo de uma taxa de eficiência de borda com base nas bordas; e encerramento do teste de traceroute quando a taxa de eficiência da borda for maior que ou igual a um limiar.Petição 870170060137, de 18/08/2017, pág. 28/531/9Petição 870170060137, de 18/08/2017, pág. 7/532/9 ο —CM CMCM CM ‘fA\Ww.vY xâ ΧΛ '''w' γ\^ Y< Vv \>\X ' v?!»»·'.........w ·* '« ti, r/i ,·: ;.wwvy y W wow»»w»;? W'wws> .%s.www· ............w\\\\\x>x\sWXVXXSw>wx ________Vy oCM
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