BR112012014246B1 - unidade para a desaeração de água de drenagem de uma máquina de papel e dispositivo para a desaeração de água de drenagem - Google Patents
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Abstract
UNIDADE PARA A DESAERAÇÃO DE ÁGUA DE DRENAGEM DE UMA MÁQUINA DE PAPEL, DISPOSITIVO PARA A DESAERAR ÁGUA DE DRENAGEM E MÉTODO PARA REDUZIR O TAMANHO DE UMA INSTALAÇÃO. A invenção de relaciona com uma unidade (3) para a desaeração de água de drenagem de uma máquina de papel, a citada unidade compreendendo uma entrada (8 para receber a água de drenagem em uma primeira direção de fluxo, uma saída (39) para remover a água de drenagem para um canal de desaeração subsequente, e uma primeira câmara (5) que é arranjada a jusante da entrada, a citada primeira câmara compreende uma porção de parede-guia (37) para redirecionar a água de drenagem em uma segunda direção de fluxo que difere da primeira direção de fluxo, a citada porção de parede-guia sendo formada por uma pluralidade de paredes-guia curvadas (10, 23) que interagem com a água de drenagem tal que a água de drenagem seja desacelerada e ar seja forçado para fora da água de drenagem, e duas paredes extremas (25, 26) que são arranjadas em respectivos lados das paredes-guia, sendo que cada parede de pelo menos um dos canais de fluxo exibe uma abertura (27) que se comunica com o canal de fluxo para remover ar que (...).
Description
[001] A presente invenção se relaciona com uma unidade para a desaeração de água de drenagem de uma máquina de papel, a citada unidade compreendendo uma entrada para receber a água de drenagem em uma primeira direção de fluxo, uma saida para remover a água de drenagem para um subsequente canal de desaeração, e uma primeira câmara que está arranjada a jusante da entrada, a citada primeira câmara compreendendo uma primeira parte de câmara, e uma segunda parte de câmara que está arranjada a jusante da primeira parte de câmara.
[002] A invenção também se relaciona com um método para desaerar água de drenagem, chegando de um cilindro de formação em uma parte úmida de uma máquina de papel.
[003] Normalmente, o fluxo de água de drenagem é direcionado para fora da parte úmida da máquina de papel primeiro coletando a água de drenagem em calhas ou canais. Depois disto, a água de drenagem é dirigida para uma seção de desaeração. A seção de desaeração é constituída por um ou vários canais ou condutos de desaeração, chamados "calhas". Estas podem ser abertas ou fechadas. No seguinte, tal seção de desaeração será geralmente chamada um canal de desaeração. No canal de desaeração, a água de drenagem se move em uma velocidade de fluxo que permite um fluxo estável. No canal de desaeração, bolhas de ar na água de drenagem são permitidas a se mover para cima até a superfície da água e serem liberadas da água de drenagem. Quanto mais baixa a velocidade de fluxo for, e quanto maior a superfície livre do liquido ficar, mais eficiente a desaeração será.
[004] Em altas velocidades da máquina e altos fluxos de água de drenagem, um fluxo muito turbulento é produzido, implicando que a água de drenagem terá um alto teor de ar e desta forma um grande volume. A velocidade do fluxo da água de drenagem na parte úmida da máquina de papel pode ser aproximadamente 10-40 m/s. Como um exemplo, pode ser mencionado que uma máquina de papel com uma largura de aproximadamente 3 m pode produzir um fluxo de água de drenagem de aproximadamente 40-70 m3/min, e uma máquina de papel com uma largura de aproximadamente 6 m pode produzir um fluxo de aproximadamente 100-150 m3/min. Quando a água de drenagem é coletada em calhas e canais em tais situações operacionais, ela pode provocar a ocorrência de vazamentos, transbordamentos e formação de ondas.
[005] Quando reformando, ou se for desejado aumentar a capacidade de uma máquina de papel existente, problemas podem surgir para produzir espaço para o canal de desaeração requerido. Consequentemente, é desejável produzir uma pré- desaeração eficiente, adicional, arranjada em uma posição antes dos canais de desaeração, que permita canais de desaeração mais curtos serem usados.
[006] A EP 1 424 437 Al descreve um método conhecido para coletar água de drenagem de um cilindro de formação em um formador de tela dupla de uma máquina de papel. As figuras 9 e 10 mostram um número de defletores curvados, que são posicionados abaixo do cilindro de formação para direcionar a água de drenagem para um recipiente, onde a velocidade de fluxo da água de drenagem é desacelerada em conexão com o formador de tela dupla.
[007] A US 4.174.522 divulga uma configuração exemplar de como a água de drenagem em uma máquina de papel é desacelerada. A água de drenagem é dirigida via um duto para uma torre que é arranjada adjacente à máquina de papel. Na torre, a água é dirigida ao logo do interior de porções de paredes curvadas que são arranjadas na torre. As porções de paredes têm aberturas através das quais a água de drenagem pode passar. Os jatos de água de água de drenagem passando através das aberturas atingem a parede interna da torre, e desta forma a velocidade de fluxo da água de drenagem é diminuida.
[008] A US 4.028.174 divulga um dispositivo para desacelerar a água de drenagem que é atirada a partir de um cilindro girando. Um número de placas defletoras perfuradas, curvas, são usadas para a desaceleração da água. A água atirada atinge as superficies côncavas das placas defletoras, e a água é forçada para fora através das perfurações por força centrifuga.
[009] A US 6.095.120 divulga uma câmara de desaeração para remover ar de um liquido (suspensão de fibras). O liquido é dirigido através de um tubo de entrada e então para dentro de tubos de passagem subindo verticalmente, retos, os citados tubos de passagem se abrindo para dentro da câmara. Após o liquido ter deixado os tubos de passagem, o liquido atinge o teto da câmara e ar liberado é evacuado da câmara por uma bomba de vácuo. O liquido desaerado é então direcionado para uma saida vertical, similar a um tubo coletor de água de chuva, para remover o liquido desaerado. Um problema com este tipo de desaeração é que o liquido atinge a superficie de desaeração (o teto da câmara) com um impacto e então cai descontrolavelmente até o nivel de liquido abaixo. Durante este curto tempo nenhuma desaeração eficiente é conseguida. Adicionalmente, a área efetiva de desaeração que o liquido atinge é muito pequena, resultando em somente uma desaeração limitada. Isto torna necessárias bombas de vácuo consumidoras de energia para conseguir uma desaeração suficiente. 0 objetivo da presente invenção é produzir uma unidade de desaeração melhorada, nova, para a desaeração de água de drenagem, que deve preceder o canal de desaeração. A unidade deve evacuar a água de drenagem da máquina de papel, reduzir a velocidade de fluxo e desaerar a água de drenagem, bem como produzir um fluxo estável de água de drenagem.
[010] A unidade de acordo com a invenção é caracterizada pelo fato de a primeira parte de câmara compreender: - uma porção de parede-guia para redirecionar a água de drenagem em uma segunda direção de fluxo pré-determinada que difere da primeira direção de fluxo, a citada porção de parede-guia sendo formada por uma pluralidade de paredes-guia curvadas que definem uma pluralidade de canais de fluxo curvados e substancialmente paralelos para a água de drenagem e que as paredes-guia são arranjadas para interagir com a água de drenagem de um modo tal que a água de drenagem seja desacelerada e ar seja forçado para fora da água de drenagem; e - duas paredes extremas substancialmente planas, que são substancialmente paralelas à primeira direção de fluxo e que são arranjadas em respectivos lados de e substancialmente ortogonalmente às paredes-guia, sendo que cada parede extrema de pelo menos um dos canais de fluxo exibe uma abertura que se comunica com o canal de fluxo para remover pelo menos parte do ar, que foi liberado da água de drenagem no canal de fluxo pela citada interação, a partir da primeira parte de câmara.
[011] Mais particularmente, a unidade de acordo com a invenção desaerará e reduzirá a energia cinética/velocidade de fluxo de um fluxo turbulento de água de drenagem a partir de uma seção de formação em uma seção de tela de uma máquina de papel. A seção de formação pode compreender um formador de tela dupla ou um formador de tela simples.
[012] O método de acordo com a invenção compreende as etapas: - que água de drenagem em uma primeira direção de fluxo é coletada em uma pluralidade de canais de fluxo divisores que compreendem paredes-guia curvadas; - que a água de drenagem é levada a mudar a direção de fluxo para uma segunda direção de fluxo pré-determinada que difere da primeira direção de fluxo; - que a água de drenagem interage com as paredes-guia curvadas de um modo tal que a água de drenagem seja desacelerada e ar seja forçado para fora da água de drenagem; e - que pelo menos parte do ar que foi liberado pela citada interação é removido de pelo menos um dos canais de fluxo.
[013] No seguinte, a invenção será descrita mais proximamente com referência aos desenhos.
[014] A figura 1 mostra uma vista em perspectiva de um dispositivo que compreende uma porção de entrada, uma porção- guia, e uma unidade de desaeração de água de drenagem de acordo com a invenção;
[015] A figura 2 mostra o dispositivo da figura 1 em uma vista em perspectiva alternativa e parcialmente em corte;
[016] A figura 3 mostra o dispositivo da figura 2, quando uma parede lateral da unidade de desaeração é removida;
[017] A figura 4 mostra o dispositivo da figura 1 em uma vista lateral e em corte;
[018] A figura 5 mostra a unidade de desaeração do dispositivo da figura 1;
[019] A figura 6 mostra a unidade de desaeração da figura 5, quando uma segunda tela de queda de pressão da unidade de desaeração é removida;
[020] A figura 7 mostra a unidade de desaeração da figura 6, quando uma primeira parede lateral da unidade de desaeração é removida;
[021] A figura 8 mostra a unidade de desaeração da figura 7, quando uma segunda parede lateral, uma parede lateral curta localizada a montante, uma porção de parede-guia, e primeira e segunda paredes extremas são removidas;
[022] A figura 9 mostra uma porção de parede-guia da unidade de desaeração;
[023] A figura 10 é uma outra vista, mostrando a porção de parede-guia da figura 9; e
[024] A figura 11 mostra uma segunda tela de queda de pressão da unidade de desaeração.
[025] As figuras 1-11 mostram um dispositivo para coletar, remover e desaerar água de drenagem de uma seção de formação em uma parte úmida (não mostrada) de uma máquina de papel. Mais especificamente, o dispositivo é arranjado para coletar água de drenagem chegando na direção da máquina a partir de um cilindro de formação (não mostrado) na parte úmida da máquina de papel, para desacelerar a velocidade de fluxo do fluxo de água de drenagem e desta forma reduzir sua energia cinética, bem como desaerar esta água de drenagem e direcionar a água de drenagem para um canal de desaeração subsequente (não mostrado).
[026] O dispositivo compreende uma porção de admissão ou porção de entrada 1 para receber a água de drenagem a partir do cilindro de formação, uma porção-guia 2 para direcionar a água de drenagem para longe da parte úmida na direção transversal da máquina de papel, e uma unidade de desaeração 3 para desaerar e desacelerar a água de drenagem.
[027] A porção de entrada 1 se estende através de toda a largura da máquina de papel, isto é, na direção transversal da máquina de papel, e é arranjada para encerrar parcialmente o cilindro de formação para receber água de drenagem, passando através de uma tela de formação que corre ao redor de um cilindro de formação. A porção de entrada 1 pode ser fixamente conectada à porção-guia 2. Alternativamente, a porção de entrada 1 pode ser articuladamente conectada à porção-guia 2, em cujo caso a porção de entrada 1 tem o formato de uma calha pivotante. A porção de entrada 1 pode ser fixamente conectada à máquina de papel ou ser conectada à máquina de papel via braços pivô. A porção de entrada 1 compreende uma pluralidade de canais substancialmente paralelos 22 para a água de drenagem, os citados canais 22 se abrindo para dentro da porção-guia 2.
[028] A porção-guia 2, que dirige o fluxo de água de drenagem na direção transversal da máquina para fora da seção de formação da máquina de papel, compreende uma entrada 33 que se conecta à porção de entrada 1, e uma saida 34 que se conecta à unidade de desaeração 3. A porção-guia 2 compreende adicionalmente uma pluralidade de defletores curvados substancialmente paralelos 4, os quais são arranjados ao longo da porção-guia 2 entre a entrada 33 e a saida 34 para direcionar a água de drenagem a partir da entrada 33 para a saida 34. Consequentemente, a porção-guia 2 é arranjada para receber a água de drenagem coletada pela porção de entrada 1 que chega a partir do cilindro de formação (não mostrado), para dirigir a água de drenagem para longe da seção de formação da parte úmida, bem como para transferir a água de drenagem para a unidade de desaeração 3. A direção de fluxo da água de drenagem na saida 34 é substancialmente ortogonal a sua direção de fluxo na entrada 33. Consequentemente, os defletores 4 são arranjados para defletir ou redirecionar a direção de fluxo da água de drenagem até um grau correspondente (veja a figura 2), tal que a água de drenagem mude a direção de fluxo, a partir de estar substancialmente na direção da máquina da máquina de papel, para substancialmente coincidir com a direção transversal da máquina de papel.
[029] A unidade de desaeração 3 tem sua extensão substancialmente na direção transversal da máquina de papel. Alternativamente, dependendo da configuração estrutural, a extensão pode se desviar da direção transversal. A unidade de desaeração 3 é delimitada externamente por uma superficie limitante superior que é formada pela porção de teto 24, superficies limitantes laterais que são formadas pelas paredes laterais 28 e 29 bem como as paredes laterais curtas 9 e 20, e uma superficie limitante inferior que é formada por uma primeira porção inferior curva 14, uma segunda porção inferior horizontal plana 13, uma terceira porção inferior substancialmente vertical 16 e uma quarta porção inferior horizontal plana 32. Com sua extremidade superior localizada a montante, a primeira porção inferior 14 se conecta à extremidade inferior localizada a jusante da parede lateral curta orientada verticalmente 9. Com sua segunda extremidade localizada a jusante, a primeira porção inferior 14 se conecta à extremidade localizada a montante da segunda porção inferior 13. A extremidade localizada a jusante da segunda porção inferior 13 se conecta com a extremidade inferior localizada a montante da terceira porção inferior 16, e a extremidade superior localizada a jusante da terceira porção inferior 16 se conecta com a extremidade localizada a montante da quarta porção inferior 32. A extremidade localizada a jusante da quarta porção inferior 32 forma a borda inferior da saida 39 da unidade de desaeração 3.
[030] Internamente, a unidade de desaeração 3 compreende uma primeira câmara 5, e uma segunda câmara 6 arranjada a jusante da primeira câmara 5.
[031] A primeira câmara 5 exibe uma entrada 8 para receber a água de drenagem a partir da porção-guia 2, e a segunda câmara 6 exibe uma saida 3 9 para emitir a água de drenagem para o canal de desaeração (não mostrado). Consequentemente, a entrada 8 também forma a entrada da unidade de desaeração 3, que é arranjada na parede lateral curta 9 localizada a montante da unidade de desaeração 3 e tem uma extensão substancialmente vertical. A saida 39 forma a saida da unidade de desaeração 3, que é arranjada na parede lateral curta 20 localizada a jusante da unidade de desaeração 3 e que também tem uma extensão substancialmente vertical.
[032] Dentro da unidade de desaeração 3, a primeira câmara 5 se abre para dentro da segunda câmara 6, e, consequentemente, a saída 17 da primeira câmara 5 forma a entrada 38 da segunda câmara 6.
[033] A primeira câmara 5 compreende uma primeira parte de câmara 18 e uma segunda parte de câmara 19. A primeira parte de câmara 18 é delimitada por uma porção de teto curvada 23, pela parte superior 9a da parede lateral curta 9, e pelas paredes extremas 25 e 26, as citadas paredes extremas 25 e 26 sendo substancialmente paralelas entre si e substancialmente ortogonais à parede lateral curta 9 e à porção de teto 23. Em sua extremidade a montante, a primeira parte de câmara 18 se conecta à entrada 8, e em sua extremidade a jusante à segunda parte de câmara 19.
[034] A primeira parte de câmara 18 compreende uma primeira porção defletora ou porção redirecionadora, a qual é arranjada para defletir ou redirecionar a água de drenagem fluindo através da entrada 8, a partir de uma primeira direção de fluxo para uma segunda direção de fluxo, tal que a direção de fluxo da água de drenagem, como vista em um plano substancialmente vertical se estendendo na direção transversal da máquina de papel, seja virada um número pré- determinado de graus para baixo. Na configuração mostrada, este número pré-determinado de graus é aproximadamente 90°, sendo que a água de drenagem, tendo uma primeira direção de fluxo que é substancialmente horizontal quando a água de drenagem flui da porção-guia 2 entrando na entrada 8, deixa a primeira parte de câmara 18 em uma direção de fluxo defletida que é quase vertical na configuração mostrada.
[035] Para a deflexão ou redirecionamento da direção de fluxo da água de drenagem, a primeira porção redirecionadora compreende uma porção de parede-guia 37, que compreende uma pluralidade de paredes-guia divisórias 10 de metal em folha, e a porção de teto 23, que se estende substancialmente ortogonalmente entre e estão ligadas às paredes extremas 25 e 26. As paredes-guia 10 e a porção de teto 223 exibem um formato curvado ou dobrado, como visto no plano das paredes extremas 25, 26. Consequentemente, também a porção de teto 23 forma uma parede-guia 23 que delimita as câmaras 5 e 6. Cada parede-guia 10, 23 exibe uma extremidade livre a montante 11 que é arranjada na entrada 8, e uma extremidade livre a jusante 12 que é arranjada na transição entre a primeira parte de câmara 18 e a segunda parte de câmara 19. As paredes-guia 10, 23 são arranjadas substancialmente concentricamente, sendo que as paredes-guia adjacentes 10, 23 definem um canal de fluxo curvado 15 para a água de drenagem. As paredes-guia 10 têm raios de curvatura diferentes ou similares e não necessariamente têm o mesmo centro. A porção de teto ou parede-guia 23 e sua parede-guia adjacente 10 definem um canal de fluxo superior 15 para a água de drenagem. A respectiva parede-guia 10, 23 é preferivelmente feita de um material metálico, por exemplo metal em folha, mas pode alternativamente consistir de um material plástico ou composto. Para impedir a água de correr para fora ou voltar, quando o fluxo de água atinge a parede-guia, o ângulo de incidência da água contra a respectiva parede-guia é menor que 90°, preferivelmente 45° ou menor.
[036] Na frente da extremidade a montante de cada canal de fluxo 15, cada parede extrema 25, 26 exibe uma abertura 27. A abertura 27 é alongada e se estende substancialmente na direção longitudinal do canal de fluxo 15. As aberturas 27 são arranjadas para remover ar que foi liberado da água de drenagem. Alternativamente, as aberturas 27 podem ter um outro formato ou extensão. As aberturas 27 podem p.ex., ter um formato circular, retangular ou quadrado.
[037] A segunda parte de câmara 19 é delimitada pela parte inferior 9b da parede lateral curta 9 localizada a montante, pela primeira porção inferior 14, pela segunda porção inferior 13, pela terceira porção inferior 16, e pelas paredes laterais 28 e 29. Em sua extremidade a jusante, a segunda parte de câmara 19 se conecta à segunda câmara 6 via uma saida 17. A saida 17 forma a entrada 38 da segunda câmara 6.
[038] A segunda parte de câmara 19 compreende uma segunda porção defletora ou porção redirecionadora, que é arranjada para defletir ou redirecionar a água de drenagem a partir da segunda direção de fluxo para uma terceira direção de fluxo, tal que a direção de fluxo da água de drenagem seja virada um número pré-determinado de graus para cima, como visto em um plano vertical se estendendo na direção transversal da máquina de papel. Na configuração mostrada, este número pré- determinado de graus é aproximadamente 180°. Na citada segunda direção de fluxo, a água de drenagem tem uma direção que é substancialmente verticalmente para baixo, quando a água de drenagem chega da primeira parte de câmara 18 para dentro da segunda parte de câmara 19. A água de drenagem é então virada na terceira direção de fluxo, que é substancialmente verticalmente para cima quando a água de drenagem deixa a segunda parte de câmara 19.
[039] Na configuração exemplar mostrada, a segunda porção redirecionadora é constituída pela primeira porção inferior 14, pela segunda porção inferior 13, e pela terceira porção inferior 16.
[040] Uma primeira tela de queda de pressão substancialmente horizontal 21 é arranjada na transição entre a saida 17 da primeira câmara 5 e a entrada 38 da segunda câmara 6. A primeira tela de queda de pressão 21 tem sua extensão entre as duas paredes laterais 28 e 29, e entre a terceira porção inferior 16 e a porção de teto 23. A função da tela de queda de pressão 21 é espalhar o fluxo através de toda a largura da unidade de desaeração 3, bem como diminuir a velocidade de fluxo da água de drenagem após a tela de queda de pressão 21. A segunda parte de câmara 19 vira a direção de fluxo da água de drenagem uma segunda vez, para permitir uma desaeração adicional da água de drenagem.
[041] A segunda câmara 6 é arranjada a jusante da primeira câmara 5. A água de drenagem a partir da primeira câmara 6 entra na segunda câmara 6 via a entrada 38. A segunda câmara 6 é delimitada pelas paredes laterais 28 e 29, uma porção de teto 24, pelas paredes laterais 25, 26 e pela porção de teto 23, pela quarta porção inferior 32, pela parte superior da terceira porção inferior 16, e pela parede lateral curta 20 localizada a jusante na qual a saida da segunda câmara 39 está arranjada, através de cuja saida 39 a água de drenagem deixa a unidade de desaeração 3 e a segunda câmara 6. Alternativamente, dependendo da solução estrutural em questão, a parte superior da terceira porção inferior 10 pode fazer a transição para dentro da segunda porção inferior 16.
[042] A segunda câmara 6 compreende uma terceira porção defletora ou porção redirecionadora, que é arranjada para redirecionar a água de drenagem da terceira direção de fluxo para uma quarta direção de fluxo, tal que a direção de fluxo da água de drenagem seja virada um número pré-determinado de graus para baixo, como visto em um plano horizontal se estendendo na direção transversal da máquina de papel. Na configuração mostrada, este número pré-determinado de graus é aproximadamente 90°. Na citada terceira direção de fluxo, a água de drenagem tem uma direção que é substancialmente verticalmente para cima, quando a água de drenagem chega a partir da segunda parte de câmara 19 para dentro da segunda câmara 6. A água de drenagem é então virada para a quarta direção de fluxo que é substancialmente horizontal.
[043] Para a deflexão ou redirecionamento da água de drenagem, a terceira porção redirecionadora compreende a parede lateral curta 20 localizada a jusante, a parte superior 16 da terceira porção inferior 16, e a quarta porção inferior 32.
[044] A primeira parede lateral 28 e a segunda parede lateral 29 são arranjadas em respectivos lados da parede lateral curta 9 localizada a montante, da primeira câmara 6, da quarta porção inferior 32, da primeira tela de queda de pressão 21, e da segunda tela de queda de pressão 7. As paredes laterais 28, 29 se estendem a partir da parede lateral curta 9 localizada a montante em toda a extensão até a parede lateral curta 20 localizada a jusante.
[045] As paredes laterais 28, 29 são arranjadas a uma distância a partir das paredes extremas 25, 26, de um modo tal que uma folga de ar seja formada entre as respectivas paredes laterais 28, 29 e as paredes extremas 25, 26.
[046] Adicionalmente, cada uma de a primeira parede lateral 28 e a segunda parede lateral 29 exibe pelo menos um alçapão de inspeção de abertura (não mostrado).
[047] Pelo menos uma abertura de ventilação 35 é arranjada na porção de teto 24 da unidade de desaeração 3 para fazer a exaustão do ar liberado da segunda câmara 6.
[048] Uma segunda tela de queda de pressão 7 é arranjada na saida 39. A segunda tela de queda de pressão 7 é arranjada a uma distância pré-determinada a jusante da terceira porção inferior 16. A quarta porção inferior 32 se estende entre a terceira porção inferior 16 e a segunda tela de queda de pressão 7.
[049] No seguinte, é descrito como a água de drenagem é direcionada através do dispositivo após a água de drenagem ter deixado a máquina de papel. Primeiro, a água de drenagem a partir da máquina de papel é coletada na porção de entrada 1 do dispositivo. A partir da porção de entrada 1, a água de drenagem é direcionada para dentro da entrada 33 da porção- guia 2. Na porção-guia 2, a água de drenagem é direcionada via os defletores 4 através da porção-guia 2 e para fora da porção-guia 2 via a saida 34 da porção-guia 2, para transporte adicional até a entrada 8 da unidade de desaeração 3, que está arranjada na parede lateral curta 9 localizada a montante da unidade de desaeração 3. Aqui, a água de drenagem tem uma primeira direção de fluxo. Após a água de drenagem ter passado a entrada 8, a água de drenagem entre na primeira parte de câmara 18 da primeira câmara 5. Depois disto, a água de drenagem atinge as paredes-guia 10 na primeira parte de câmara. A alta velocidade de fluxo da água de drenagem implica que a água de drenagem seja forçada contra as paredes-guia curvadas 10 por força centrifuga. Isto implica que pelo menos parte do ar na água de drenagem seja liberado, isto é, forçado para fora da água de drenagem. 0 ar liberado da água de drenagem é esgotado para fora através das aberturas 27 nas paredes extremas 25, 26 e é assim trazido para a segunda câmara 6. Adicionalmente, a água de drenagem é desacelerada quando ela é forçada contra as paredes-guia 10.
[050] A água de drenagem segue a curvatura das paredes- guia 10, para baixo no sentido da primeira porção de fundo 14 e da segunda porção de fundo 13 da segunda parte de câmara 19 da primeira câmara 5. Aqui, a água de drenagem tem uma segunda direção de fluxo, que é substancialmente vertical e se estende para baixo. Depois disto, a água de drenagem segue a segunda porção de fundo 13 a jusante na unidade de desaeração 3, e então alcança a terceira porção de fundo 15. A terceira porção de fundo 16 redireciona a água de drenagem para cima, o que implica que a água de drenagem é desacelerada e que ar adicional é liberado, quando a água de drenagem subsequentemente passa através da primeira tela de queda de pressão 21. A água de drenagem portanto deixa a primeira câmara 5 e a segunda parte de câmara 19 para transporte adicional para dentro da segunda câmara 6. Aqui, a água de drenagem tem uma terceira direção de fluxo que é substancialmente verticalmente para cima.
[051] A unidade de desaeração 3 é projetada tal que a água de drenagem forme uma superfície de liquido livre 30 (veja a figura 4) na segunda câmara 6, mas não na primeira câmara 5. Deste modo, a primeira tela de queda de pressão 21 é arranjada para ficar abaixo da superfície de liquido livre 30 e das aberturas 27 acima da superfície de liquido livre 30. Uma desaeração do ar sendo forçado para fora da água de drenagem, quando a água é defletida para cima pela terceira porção de fundo 16, é permitida através da superficie de liquido livre 30. A água de drenagem é então direcionada para fora da segunda câmara 6 e da unidade de desaeração 3 através da saida 39. Aqui, a água de drenagem tem uma quarta direção de fluxo, que é substancialmente horizontal e se estende na direção longitudinal da unidade de desaeração 3.
[052] A primeira tela de queda de pressão 21 e a segunda tela de queda de pressão 7 são intencionadas a produzir um fluxo estável no canal de aeração subsequente, tal que uma desaeração eficiente possa ocorrer tão cedo quanto possivel no canal de desaeração após a saida.
[053] A segunda tela de queda de pressão 7 tem uma orientação substancialmente vertical na saida 39. A tela pode ser vantajosamente constituída por lâminas horizontais 31 especialmente projetadas, que são arranjadas uma bem acima da outra. As lâminas 31 permitem um fluxo estável, e uma velocidade de fluxo até mesmo adicionalmente reduzida no canal de desaeração após a saida 39.
[054] As lâminas 31 na saida 39 têm um design e um ângulo de difusão que são adaptados para produzir um fluxo estável no canal de desaeração. Preferivelmente, o ângulo de difusão das lâminas é 5-10° em relação à direção de fluxo da água de drenagem através da saida.
[055] O fluxo estável no canal de desaeração significa que bolhas de ar na água de drenagem podem alcançar a superficie do liquido mais rapidamente, o que contribui para uma boa desaeração no canal de desaeração. Isto contribui para permitir o canal de desaeração ser produzido mais curto do que seria de outra forma necessário.
[056] O ar que é liberado da água de drenagem na unidade de desaeração 3 é então esgotado para fora da unidade de desaeração 3 através da abertura de ventilação 35.
[057] Instalações compactas, requerendo somente uma pequena área e uma pequena extensão na direção transversal da máquina de papel, podem ser realizadas com a unidade de desaeração 3 de acordo com a invenção.
[058] Por meio da unidade de desaeração 3, uma desaeração eficiente pode ser combinada com uma alta capacidade, o que reduz o risco de transbordamento, formação de ondas e alto teor de ar da água de drenagem no canal de desaeração.
[059] Por meio da unidade de desaeração 3 de acordo com a invenção, uma desaceleração eficiente da velocidade de fluxo da água de drenagem e um fluxo estável podem ser obtidos dentro de uma curta distância. Isto pode ser usado no canal de desaeração subsequente para conseguir uma desaeração melhorada no canal de desaeração, ou para reduzir o comprimento do canal de desaeração com desaeração mantida.
[060] No anterior, a invenção foi descrita baseada em uma configuração especifica. Será apreciado, entretanto, que configurações e variantes adicionais são possiveis dentro do escopo das reivindicações seguintes. Por exemplo, a porção de parede-guia na unidade de desaeração pode compreender somente uma parede-guia. Alternativamente, a parede-guia pode exibir pequenas aberturas passantes. A unidade de desaeração não necessariamente necessita ser precedida por uma porção de entrada e uma porção-guia para direcionar a água de drenagem para a unidade de desaeração, mas outras opções para dirigir a água de drenagem são possiveis. Adicionalmente, duas ou mais primeiras partes de câmara podem ser arranjadas substancialmente próximas entre si, as citadas primeiras partes de câmara se abrindo para dentro de uma segunda parte de câmara comum.
Claims (7)
1. Unidade para a desaeração de água de drenagem de uma máquina de papel, a citada unidade compreendendo: - uma entrada (8) para receber a água de drenagem em uma primeira direção de fluxo; - uma saida (39) para remover a água de drenagem para um canal de desaeração subsequente; e - uma primeira câmara (5) que está arranjada a jusante da entrada (8), a citada primeira câmara (5) compreendendo uma primeira parte de câmara (18), e uma segunda parte de câmara (19) que é arranjada a jusante da primeira parte de câmara (18), caracterizada pelo fato de a primeira parte de câmara (18) compreender: - uma porção de parede-guia (37) para redirecionar a água de drenagem em uma segunda direção de fluxo pré-determinada que difere da primeira direção de fluxo, a citada porção de parede-guia (37) sendo formada por uma pluralidade de paredes-guia curvadas (10, 23) que definem uma pluralidade de canais de fluxo curvados e paralelos (15) para a água de drenagem e que as paredes-guia (10, 23) são arranjadas para interagir com a água de drenagem de um modo tal que ar seja forçado para fora da água de drenagem; e - duas paredes extremas planas (25, 26) , que são paralelas à primeira direção de fluxo e que são arranjadas em respectivos lados de e ortogonalmente às paredes-guia (10, 23), sendo que cada parede extrema (25, 26) de pelo menos um dos canais de fluxo (15) exibe uma abertura (27) que se comunica com o canal de fluxo (15) para remover pelo menos parte do ar, que foi liberado da água de drenagem no canal de fluxo (15) pela citada interação, a partir da primeira parte de câmara (18); - uma segunda câmara (6) que é arranjada a jusante da primeira câmara (5), as citadas aberturas (27) da primeira câmara (5) se abrindo para dentro da citada segunda câmara (6) ; e - sendo que a primeira câmara (5) se abrir para dentro da segunda câmara (6) através de uma primeira tela de queda de pressão (21).
2. Unidade, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de a abertura (27) ser arranjada na extremidade a montante do canal de fluxo (15).
3. Unidade, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 e 2, caracterizada pelo fato de a primeira câmara (5) compreender a segunda parte de câmara (19) que está arranjada a jusante da primeira parte de câmara (18), a citada segunda parte de câmara (19) sendo arranjada para redirecionar a água de drenagem em uma terceira direção de fluxo pré-determinada.
4. Unidade, de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo fato de a segunda direção de fluxo ser verticalmente para baixo e a citada terceira direção de fluxo ser verticalmente cima.
5. Unidade, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender uma segunda tela de queda de pressão (7) arranjada na saida (39) da unidade (3), sendo que a água de drenagem é arranjada para se abrir para dentro do canal de desaeração subsequente através da citada segunda tela de queda de pressão (7) .
6. Unidade, de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelo fato de a segunda tela de queda de pressão (7) compreender uma pluralidade de lâminas (31) para produzir um fluxo de água de drenagem estável no canal de desaeração.
7. Dispositivo para a desaeração de água de drenagem, chegando a partir de um cilindro de formação em uma parte úmida de uma máquina de papel, o citado dispositivo compreendendo: - uma porção de entrada (1) para receber a água de drenagem a partir do cilindro de formação; - uma porção-guia (2) que compreende uma entrada (33) para receber água de drenagem a partir da porção de entrada (1) e uma saida (34) para emitir a água de drenagem, caracterizado pelo fato de compreender uma unidade (3) como identificada em qualquer uma das reivindicações 1-8, a citada unidade (3) se conectando à porção-guia (2) e sendo arranjada para receber a água de drenagem a partir da porção-guia (2).
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