BR112015009727B1 - Invólucro de serviço de nível de referência de resistência aprimorada para conexões de serviço subterrâneas - Google Patents
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Abstract
compartimento de utilidades de nível de referência de resistência aprimorada. a presente invenção refere-se a um compartimento de utilidade de nível de referência de resistência aprimora da que compreende uma estrutura de parede vertical que tem um painel de parede interior ereto (46) que se estende a partir de uma borda superior até uma borda inferior da estrutura. o painel de parede interior (46) tem uma face interna que atravessa o interior do invólucro. uma ou mais regiões ranhuradas estreitas que se estendem verticalmente (58) são rebaixadas na face interna do painel de parede. barras de apoio rígidas eretas (60), opcionalmente adaptadas para o uso com o esteiras de cabos, são posicionadas dentro e rigidamente presas a regiões ranhuradas separadas sobre o painel de parede. as barras de apoio (60) fornecem um meio contínuo de apoio vertical rígido a partir da borda superior para baixo da borda inferior da estrutura de parede do invólucro. as barras de apoio rebaixadas juntamente com a estrutura de parede vertical fornecem resistência de parede aprimorada em excesso de parede de lado vertical industrial e padrões de teste de carga central.
Description
[001] Esta invenção refere-se a invólucros para linhas de serviços subterrâneas e, mais particularmente, a um invólucro de serviço subterrânea que tem capacidade de carga aprimorada.
[002] Invólucros de equipamento de serviço subterrânea incluem as chamadas câmaras de nível de referência, caixas de emendas, caixas de passagem e similares, para várias aplicações que exigem acesso a um serviço subterrâneo. Essas podem incluir instalações de eletricidade, gás, água, telefone, fibras ópticas e TV a cabo, por exemplo.
[003] O documento WO2006096839 trata de um invólucro de serviços subterrâneo e conjunto de distribuição que compreende: uma caixa de nível de classificação adaptada para instalação abaixo do solo e tendo uma abertura superior voltada para uma região interna para conter um cabo de serviço elétrico abaixo do solo, uma placa de cobertura dividida removível adaptada para montagem na abertura da caixa de nível de classificação para fechar a região interna da mesma do ambiente, a placa de cobertura dividida compreendendo uma seção de montagem de pedestal e uma seção de tampa separada; um alojamento de pedestal, a seção de montagem de pedestal compreendendo uma base, uma abertura de tampão na base para acesso à re-gião interna da caixa de nível de classificação e um tampão que é montado de forma removível na abertura de tampão para fechar a região interna do nível de classificação caixa do ambiente, o tampão removível da abertura do tampão para fornecer acesso entre o interior da caixa de nível de classificação e uma região interna dentro do alojamento do pedestal, o tampão tendo uma configuração que corresponde à abertura do tampão, a abertura do tampão tendo uma configuração adaptada para corresponder a uma configuração em uma base do alojamento do pedestal para facilitar a montagem do alojamento do pedestal acima da abertura do tampão para posicionar o alojamento do pedestal para uso na recepção de conexões elétricas para um cabo de serviço contido na caixa de nível de classificação e colocado acima do solo dentro do alojamento de pedestal.
[004] Invólucros de nível de referência são comumente submeti dos a diferentes tipos de cargas estruturais durante o uso. De modo geral, invólucros da técnica anterior e suas placas de cobertura são feitos a partir de concreto reforçado, fibra de vidro ou materiais compósitos de concreto de polímero para resistência de carga adicional, para resistir às forças de compressão durante o uso.
[005] Invólucros de nível de referência, particularmente aqueles usados para equipamento de telecomunicações, são adaptados para facilitar o uso com diferentes tipos de equipamento interno. Esses podem incluir protetores de emendas, cabos de fibra óptica, fios elétricos e similares, apoiados no invólucro por esteiras de cabos de metal presas a partes superiores das paredes internas do invólucro.
[006] Padrões industriais foram desenvolvidos para testes de conformação e exigências para a integridade estrutural de tais invólucros de nível de referência. Um padrão comumente usado para invólucros subterrâneos é conhecido como ANSI/SCTE 77-2010. Esse conjunto de padrões para integridade de invólucro subterrâneo tem designações de Nível (Tier) que se refere a várias avaliações de carga para garantir o desempenho adequado para diferentes tipos de invólucros subterrâneos. O objetivo desses padrões é garantir uma longa vida útil de produto, minimizar a manutenção e reduzir a responsabilidade de produto por aqueles que projetam, desenvolvem e fazem a propagandas dos mesmos.
[007] Em um exemplo, as designações de Nível de ANSI que se referem à carga de projeto normal x 453,59 Kg (1.000 lbs). Por exemplo, o Nível 15 = 15 x 453,59 Kg (1.000 lbs) = 6.803,89 Kg (15.000 lbs). Essas cargas de Nível de ANSI têm um teste de carga correspondente que é 50% maior que a carga projetada. Por exemplo, o teste de carga para Nível 15 = 6.803,89 Kg (15.000 lbs) x 1.5 = 10.205,83 Kg (22,500 lbs). (Nível 15 [6.803,89 Kg (15.000 lbs) carga projetada, 10.205,83 Kg (22.500 lbs) carga de teste] é aplicável a rodovias, estacionamentos e aplicações fora de estrada submetidas a tráfego veicular pesado não deliberado ocasional).
[008] A especificação de desempenho ANSI/SCTE 77-2010 inclui um teste estrutural de três posições que simulam rodas que rolam sobre um invólucro onde as cargas são aplicadas lateral e verticalmente sobre a parede lateral do invólucro e verticalmente sobre a sua cobertura. Os testes de integridade estrutural relacionados compreendem: (1) . Posição um -- um teste de parede de lado lateral - -um teste da área que deve resistir a forças do solo conforme os veículos se aproximem. (2) . Posição dois - - um teste de parede de lado vertical - - um teste de carga aplicado diretamente para baixo sobre a parede vertical lateral. (3) . Posição três - - um teste de cobertura- - um teste que mostra como um invólucro responde a cargas aplicadas diretamente ao centro da cobertura.
[009] A presente invenção fornece um invólucro de serviços de nível de referência de resistência aprimorada que pode ser feito a partir de materiais poliméricos mais leves. Em uma modalidade, o projeto do invólucro fornece capacidade de carga estrutural aprimorada em excesso de parede de lado vertical de carga de Nível 15 de ANSI e exigências de carga vertical de cobertura central.
[0010] Os padrões de teste de Nível 15 de ANSI são um exemplo de vários padrões de teste industriais para invólucros de nível de referência para os quais a presente invenção fornece capacidades de carga aprimoradas. Aprimoramentos estruturais, em particular, são demostrados para capacidades de carga de parede de lado vertical de invólucro e esses aprimoramentos resultam em diferentes tipos de invólucros em que cada um tem as suas exigências de capacidade de carga de parede de lado vertical separadas.
[0011] Brevemente, uma modalidade desta invenção compreende um invólucro de serviço de nível de referência de resistência aprimorada que inclui uma estrutura de parede vertical produzida a partir de um material polimérico moldado. A estrutura de parede vertical tem uma parede interior ereta que se estende a partir da borda superior até o fundo da estrutura de parede vertical. A parede interior se volta para o interior do invólucro. Uma ou mais regiões estreitas ranhuradas verticais são rebaixadas na face interna da parede interior. Barras de apoio rígidas eretas, adaptadas para o uso como esteiras de cabos são posicionadas em regiões ranhuradas separadas formadas sobre a face interna da estrutura de parede. As barras de apoio fornecem um meio substancialmente contínuo de apoio de carga vertical rígido que se estende a partir da borda superior para baixo até a borda inferior da estrutura de parede vertical do invólucro. As barras de apoio rebaixadas juntamente com a estrutura de parede vertical fornecem resistência de carga de parede aprimorada suficiente para exceder os padrões de teste de carga parede de lateral vertical, dentre outros padrões de teste, para invólucros de nível de referência.
[0012] Esses e outros aspectos da invenção serão mais comple- tamente entendidos fazendo-se referência à descrição detalhada a seguir e aos desenhos anexos.
[0013] A Figura 1 é uma vista em perspectiva que mostra uma modalidade de um invólucro de serviços de nível de referência de resistência aprimorada de acordo com os princípios desta invenção.
[0014] A Figura 1A é uma vista em perspectiva que mostra outra modalidade do invólucro de serviços.
[0015] A Figura 2 é uma vista ampliada fragmentada em perspec tiva que mostra a construção de um invólucro de serviços de nível de referência da técnica anterior.
[0016] A Figura 3 é uma vista ampliada fragmentada em perspec tiva que mostra a construção detalhada do invólucro de serviços de nível de referência de resistência aprimorada de acordo com os princípios desta invenção.
[0017] A Figura 4 é uma vista em elevação frontal, parcialmente em corte transversal, que mostra uma parede interna do invólucro de resistência aprimorada.
[0018] A Figura 5 é uma vista em corte transversal retirada na li nha 5-5 da Figura 4.
[0019] A Figura 6 é uma vista em corte transversal retirada da li nha 6-6 da Figura 4
[0020] A Figura 7 é uma vista esquemática em perspectiva que mostra uma configuração de teste para um teste de carga de parede lateral de acordo com o Nível 15 de ANSI/SCTE 77-2010.
[0021] A Figura 8 é uma vista esquemática em perspectiva que mostra uma configuração de teste para um teste de carga central de Nível 15.
[0022] A Figura 9 mostra curvas de deflexão comparativas para testes conduzidos na presente invenção.
[0023] A Figura 10 mostra curvas de deflexão comparativas para testes conduzidos em um invólucro de serviços modificado.
[0024] A Figura 11 mostra curvas de deflexão comparativas para testes conduzidos em um invólucro de serviços da técnica anterior.
[0025] A Figura 12 mostra recursos da presente aplicação, incluin do dimensões de uma modalidade do invólucro.
[0026] A Figura 1 ilustra uma modalidade de um invólucro de ser viços subterrâneas de nível de referência 10 de acordo com os princípios desta invenção. O invólucro inclui um par de paredes laterais paralelas longas 12 e um par de paredes de fundo mais curtas 14 que formam uma estrutura geralmente retangular que tem um interior oco. O invólucro de nível de referência tem um fundo aberto. Uma abertura superior do invólucro recebe um painel ou placa de cobertura superior plana 16. O invólucro é produzido a partir de plástico moldado duro como polietileno de alta densidade e é moldado em metades, divido ao longo de seu eixo geométrico central longitudinal em duas partes, formando uma linha de junção 18 em cada extremidade. As duas meta-des são rigidamente presas entre si ao longo das junções em cada ex-tremidade através de prendedores em 20 que se estendem através de flanges eretos 22 que se voltam um para o outro ao longo de cada linha de junção. O invólucro tem também uma estrutura de rede integralmente formada moldada voltada para fora ao longo de cada parede lateral. A configuração da estrutura de rede pode ser em várias formas. A estrutura de rede ilustrada tem uma configuração de feixe I formada por flanges horizontais longos 24 e flanges verticais eretos 26, que formam um arranjo essencialmente retangular. Os flanges horizontais envolvem as extremidades do invólucro em 28. Essa construção do invólucro fornece resistência compressiva boa para resistir a cargas verticais nas paredes verticais do invólucro. Outras configura- ções podem incluir flanges moldados em padrão de losango ou que se estendem diagonalmente, por exemplo.
[0027] A Figura 1A mostra a mesma modalidade, com uma placa de cobertura superior 30 aberta para revelar o interior do invólucro, descrita em mais detalhes abaixo. Essa modalidade ilustra também o uso de um anel compósito de polímero 32 posicionado sobre uma borda superior da estrutura de parede de lado vertical do invólucro. Nessa modalidade, a placa de cobertura 30 se apoia sobre o anel compósito de polímero durante o uso. Essa modalidade ilustra também o uso da placa de cobertura 30 produzida a partir de um material de concreto de polímero. O corpo de invólucro é produzido a partir de um material po- limérico termoplástico moldado não metal e não concreto como polieti- leno de alta densidade. Outros materiais termoplásticos compostos por materiais de poliolefina, em geral, também podem ser usados.
[0028] As Figuras 2 e 3 ilustram uma comparação entre a presente invenção (Figura 3) e um invólucro de serviços de nível de referência da técnica anterior (Figura 2).
[0029] A ilustração da Figura 2 mostra o invólucro da técnica ante rior 34 que tem uma estrutura de parede vertical com uma superfície de parede vertical interna plana 35. Essa modalidade mostra ranhuras alongadas estreitas 36 que se estendem em paralelo à borda superior da caixa. Essas ranhuras são formadas abaixo de uma margem periférica interna 38 que se estende ao redor e um pouco abaixo de uma borda superior 39 do invólucro. As ranhuras podem ser usadas para intertravamento com um dispositivo de travamento de placa de cobertura quando uma placa de cobertura é posicionada na parte superior do invólucro. Essa modalidade da técnica anterior mostra também uma técnica anterior típica de uso de uma esteira de cabos de metal alongada estreita 40 presa à superfície de parede interior plana 35 do invólucro. A esteira de cabos, conforme é bem conhecido na técnica, inclui uma série de conectores escalonados distanciados verticalmente 42 para o uso para prender vários tipos de equipamento usado no interior do invólucro. A parte superior e o fundo da esteira de cabos são presos à parede lateral do invólucro através de prendedores adequados 44.
[0030] O invólucro desta invenção, conforme mostrado na Figura 1A, inclui duas esteiras de cabos 60 em cada lado, descritas abaixo e uma barra suspensora 33 que fornece um recurso organizador para equipamento interno. A barra suspensora é presa ao invólucro em suas extremidades sem prendedores.
[0031] A Figura 3 ilustra uma construção mais detalhada do invó lucro subterrâneo 10 que é aberto em sua parte superior e revela o interior do invólucro. A estrutura de parede vertical do invólucro é formada tendo um painel de parede interior vertical moldado integralmente 46 com a estrutura de rede exterior (formada pelos flanges horizontais 24 e pelos flanges verticais 26). A parede interior vertical tem uma superfície interna plana 48 que se estende continuamente ao redor e se volta para o interior aberto do invólucro.
[0032] A ilustração da Figura 3 mostra também uma margem anu lar horizontal estreita 50 que se estende ao redor da parte interna superior do invólucro. A margem se estende internamente ao redor e abaixo de uma parede vertical curta 52 que atravessa uma parte superior do invólucro. Um flange externo anular 54 acima da parede encurtada 52 forma a borda superior do invólucro.
[0033] De acordo com a presente invenção, a resistência de carga da estrutura de parede vertical é aprimorada por um sistema de barras de apoio rígidas que se estendem de modo substancial vertical inseridas em regiões rebaixadas ou bolsões 58 alongados correspondentes estreitos moldados, de outra forma, na superfície interna plana 48 do painel de parede interna vertical 46. As barras de apoio rígidas são formadas preferencialmente como esteiras de cabos 60 adaptadas para apoiar vários tipos de equipamento interno usado no invólucro, através de uma série de conectores escalonados distanciados verticalmente 61 na base de cada esteira de cabos. Cada esteira de cabos é geralmente em formato de U ou de canal em configuração em corte transversal, que tem uma base plana 62 nivelada com a superfície interna de invólucro 48 quando a barra é posicionada na região ranhura- da rebaixada. As paredes laterais das esteiras de cabos em formato de canal engatam rigidamente os fundos dos bolsões rebaixados 58 em que são posicionados. A esteira de cabos é rigidamente presa às regiões rebaixadas por uma série de prendedores distanciados verti-calmente 64 (porcas e arruelas correspondentes) aparafusadas em orifícios correspondentes 66 na parede do invólucro. As esteiras de cabos são preferencialmente produzidas a partir de aço galvanizado ou aço inoxidável, embora possam ser produzidas a partir de plástico duro ou fibra de vidro. Em uma modalidade, as esteiras de cabos de metal têm uma profundidade de cerca de 1,4 cm (9/16 polegada), uma largura de cerca de 3,8 cm (1^ polegada) e uma largura de cerca de 0,3 cm (Vs polegada).
[0034] As Figuras 4 a 6 ilustram em mais detalhes a configuração estrutural do invólucro de resistência aprimorada fornecido pela invenção. Preferencialmente, as duas esteiras de cabos 60 são posicionadas em cada parede lateral longitudinal do invólucro, embora mais esteiras de cabos possam ser posicionadas em cada lado do invólucro. A Figura 4 mostra um par de esteiras de cabos 60 longitudinalmente distanciadas presas rigidamente a regiões rebaixadas ranhuradas correspondentes 58 em um lado do invólucro. Existem duas esteiras de cabos posicionadas de modo similar na parede lateral oposta do invólucro. Esteiras de cabos similares ou outros meios de apoio vertical rígido podem ser presos a regiões rebaixadas ou bolsões similares nas paredes de extremidade do invólucro.
[0035] Durante o uso, as esteiras de cabos 60 fornecem um meio de apoio vertical rígido substancialmente contínuo que se estende a partir da parte superior até o fundo da parede exterior do invólucro. A parede do invólucro tem uma borda inferior anular 68 sobre a qual o invólucro é apoiado quando o invólucro se apoia no piso. A borda inferior é formada como uma estrutura em formato de T invertido, que forma uma peça única com a estrutura de parede lateral do invólucro. A borda inferior tem um rebordo interno integralmente formado 67 voltada para o interior do invólucro, próximo de seu fundo. A borda inferior das esteiras de cabos 60 se apoia sobre o rebordo interno tendo flanges 67 da parede lateral do invólucro. As bordas superiores das esteiras de cabos são engatadas com uma borda inferior da margem superior anular 50 que se volta para o interior do invólucro. Quando a placa de cobertura 16 é posicionada na parte superior do invólucro uma margem inferior anular 70 da placa de cobertura se apoia sobre a margem anular 50 e uma força para baixo sobre a placa de cobertura que é resistida pelas paredes laterais de invólucro substancialmente posicionadas verticalmente reforçadas pelas esteiras de cabos rígidas 60 substancialmente posicionadas verticalmente.
[0036] O invólucro de nível de referência desta invenção foi testa do para sua integridade de carga de acordo com os padrões usados para tais invólucros na indústria de telecomunicações.
[0037] Esses padrões de teste podem variar conforme níveis de carga, resistência à deflexão e outros parâmetros de teste. Tais padrões de teste podem variar também entre americanos e europeus, por exemplo. Um conjunto desses padrões de teste usados para testar a integridade de carga da invenção é definido como a Especificação para Integridade de Invólucro Subterrâneo ANSI/SCTE 77 2010, incorporado ao presente documento por essa referência. O invólucro sob teste consiste no invólucro ilustrado nas Figuras 1 e 3 a 6. A capacidade de carga vertical dessa unidade de teste foi comparada com o mesmo invólucro, porém com as quatro esteiras de cabos das regiões ranhuradas rebaixadas do invólucro. Os métodos de teste de Nível 15 de ANSI foram usados como um exemplo para determinar a capacidade de carga vertical do invólucro em ambos os exemplos: A capacidade de carga vertical do invólucro foi testada para capacidade de carga de parede lateral e deflexão de corpo de carga central, usando um teste lateral de parede vertical e métodos de teste de placa de cobertura para Nível 15 de ANSI.
[0038] A Figura 7 ilustra a configuração de teste usada para o tes te lateral de parede vertical de Nível 15. Esse teste mostra a placa de carga 80 e o êmbolo de carga 82 posicionados e aplicando uma carga para baixo sobre a parede de lado vertical 46 do invólucro 10. Essa vista mostra também um minímetro 84 de um sensor para medir a deflexão. Nesse teste, dispositivos para medir a deflexão são posicionados para indicar deflexão lateral e vertical em qualquer lugar que a deflexão máxima ocorra. A carga projetada é movida em ciclos 10 vezes, seguida da aplicação do teste de carga.
[0039] A Figura 8 ilustra a configuração de teste usada para o tes te de carga central de placa de cobertura de Nível 15. Nessa configuração de teste, a placa de carga 80 aplica uma força para baixo para a placa de cobertura 16.
[0040] Resultados de teste de Nível 15 são mostrados no exemplo a seguir e são ilustrados de modo comparativo pelas curvas de deflexão mostradas nas Figuras 9, 10 e 11. EXEMPLO 1. Propósito
[0041] Testar a resistência do invólucro modificado desta invenção com insertos de esteira de cabos de metal e comparar esses resulta- dos de teste com uma câmara modificada sem os insertos de esteira de cabos de metal.
[0042] Comparar esses resultados de teste com testes similares conduzidos sobre um invólucro não modificado da técnica anterior conforme mostrado na Figura 2. 2. Material de Teste • Quadro de teste mecânico Dake (Quadro, célula de carga de 50 K) • Medidor indicador digitar aeroespacial • Leitor digital DP41-B Omega Model • Placa de carga de aço espesso 254 mm (10 pol) x 254 mm (10 pol) x 25 mm (1 pol) reforçada com 13 mm (^ pol) de borracha espessa, por SCTE 77 Nível 15 • Uma amostra com duas esteiras de cabos de metal instaladas em cada lado longo (quatro esteiras no total) ou três por lado (6 esteiras no total) para a câmara não modificada da técnica anterior • Uma amostra sem esteiras instaladas 3. PROCEDIMENTO DE TESTE TESTE DE CARGA CENTRAL 1. Prender a placa de carga 254 mm x 254 mm (10 pol x 10 pol) ao teste Dake 2. Colocar o invólucro no quadro de teste 3. Colocar a tampa PC de parafuso em L padrão no invólucro 4. Localizar e alinhar o centro da tampa com o centro das placas de carga. Consultar a Figura 8 5. Prender um medidor indicador ao quadro de teste localizado sobre a superfície da parte superior do invólucro no meio do lado longo 6. Ligar a hidráulica 7. Aplicar carga de 6.803,89 Kg (15.000 lbs) e pegar a leitura de deslocamento 8. Remover a carga e pegar a leitura de deslocamento permanente. 9. Repetir as etapas 7 e 8 por um total de ciclos 10. Aplicar carga de prova de 10.205,83 Kg (22.500 lbs) e esperar por 30 segundos 11. Liberar a carga e inspecionar visualmente a amostra em relação a quaisquer rachaduras, colapso ou outras falhas estruturais TESTE DE CARGA DE PAREDE LATERAL 12. Mover a placa de carga para que seja presa usando a configuração de parede lateral 13. Localizar e alinhar a placa de teste central com o meio do lado longo da tampa e onde a tampa e a câmara venham juntas no lado. Consultar a Figura 7 14. Prender o medidor indicador ao quadro de teste localizado sobre a superfície da parte superior do invólucro em proximidade ao meio do lado longo 15. Repetir as etapas 6 a 11 acima 16. Se a câmara não falhar, então, levá-la a falhar usando o teste de carga de parede lateral 4. OBSERVAÇÕES • Todas as três configurações de câmara testadas muito bem durante o teste de carga central. Após o teste de carga central não houve nenhum efeito observado em nenhuma câmara. • A grande diferença entre as duas configurações modificadas foi quando o teste de carga de parede lateral foi realizado. Quando a câmara com as esteiras instaladas foi carregada, não houve nenhum efeito observado. Não se diria que a carga foi aplicada. Quando a câmara sem esteiras foi carregada, começou a entrar em colapso en- quanto esperava a carga de prova de 10.205,83 Kg (22.500 lbs). • Durante o teste de carga de parede lateral, a câmara da técnica anterior não modificada passou no teste de Nível 15 com quase nenhuma deformação observada. A câmara foi levada à falha, que ocorreu em 10.886,22 Kg (24.000 lbs) quando uma rachadura foi observada na interseção do padrão de nervura. • Devido ao fato de que câmara com rachaduras não falhou durante o teste de Nível 15, a mesma foi levada à falha que ainda não aconteceu porque a tampa de PC (concreto de polímero) quebrou em 14.514,96 Kg (32,000 lbs). 5. CONCLUSÕES
[0043] A câmara desta invenção resiste à exigência de teste de carga de 10.205,83 Kg (22.500 lbs) de Nível 15 e produz uma capacidade de carga vertical de parede vertical mínima em excesso de 11.339,81 Kg (25.000 lbs). A capacidade de carga de lado vertical é aprimorada suficientemente para atender padrões de capacidade de carga em excesso de pelo menos 13.607,78 Kg (30.000 lbs). A dureza de carga lateral k está em excesso de 115.212,46 Kg/cm (100.000 lbs/pol) e dureza de carga central k está em excesso de 172.818,69 Kg/cm (150.000 lbs/pol). A dureza de carga lateral k é suficientemente aprimorada para atender os padrões em excesso de pelo menos 92.169,96 Kg/cm (80.000 lbs/pol).
[0044] Mais especificamente, de acordo com os resultados de tes te comparativo, a capacidade de carga de parede de lado vertical medida como uma função de deflexão de parede lateral que atende as exigências de Nível 15 com uma composição de corpo de câmara composta por um material termoplástico não metal, não concreto e não fibra de vidro. A câmara com esteiras tem uma dureza k = 218.593,75 Kg/cm (189.731 lbs/pol) e k = 143.257,47 Kg/cm (124.342 lbs/pol) para a carga central e testes de carga de parede lateral, respectivamente. A câmara sem esteira tem uma dureza k = 111.738,80 Kg/cm (96.985 lbs/pol) e k = 68.591,73 Kg/cm (59.535 lbs/pol) para a carga central e testes de carga de parede lateral respectivamente. A câmara com esteiras é mais rígida em 96% e 109% na carga central e testes de carga de parede lateral, respectivamente. A câmara não modificada da técnica anterior com esteiras de cabos tem uma dureza k= 154.934,26 Kg/cm (134,477 lbs/pol) e k= 87.649,03 Kg/cm (76,076 lbs/pol) para testes de carga de parede lateral e central. A câmara da presente invenção com esteiras de cabos é mais rígida em 41% e 63% nos testes de carga de parede lateral e central, respectivamente que na câmara não modificado da técnica anterior. RESULTADOS DO TESTE:
[0045] Os testes conduzidos na presente invenção demonstraram aprimoramentos na capacidade de carga de lado vertical, como um exemplo, para invólucros de nível de referência poliméricos moldados ou outras estruturas não metal, como fibra de vidro. Os resultados de teste de Nível 15 de ANSI são também um exemplo que demonstra os aprimoramentos na capacidade de carga de parede de lado vertical. Outros padrões de teste podem ser usados também para medir o nível de aprimoramentos fornecidos pela invenção. Como um exemplo, testes comparativos similares conduzidos sobre estruturas similares, mas com exigências de parede de lado vertical diferentes, apresentam um aprimoramento nas capacidades de carga quando se utiliza a combi-nação estrutural desta invenção.
Claims (7)
1. Invólucro de serviço de nível de referência de resistência aprimorada (10) para conexões de serviço subterrâneas que compre-ende: uma estrutura de parede substancialmente vertical (12, 14) que se estende continuamente ao redor de uma região interior aberta dentro da estrutura de parede (12, 14), sendo que a estrutura de parede (12, 14) é produzida a partir de um material polimérico moldado; a estrutura de parede vertical tendo uma borda superior que se estende ao redor de uma abertura para o interior do invólucro e uma borda inferior sobre a qual o invólucro é apoiado; uma placa de cobertura removível (16) adaptada para montar na abertura no invólucro de nível de referência para fechar pelo menos uma parte da região interior em relação ao ambiente, sendo que a placa de cobertura é adaptada para se engatar a pelo menos uma parte da estrutura de borda superior do invólucro; a estrutura de parede vertical inclui um painel de parede interior vertical (46) que se estende a partir da borda superior até a borda inferior da estrutura de parede vertical, sendo que o painel de parede interior tem uma face interna vertical (48) que atravessa o interior do invólucro; a face interna (48) do painel de parede interior (46) tem lados esquerdo e direito que se opõem um ao outro; caracterizado pelo fato de que compreende ainda: uma ou mais regiões estreitas ranhuradas verticais (58) re-baixadas na face interna (48) do painel de parede interior (46) no lado esquerdo e no lado direito do invólucro que se estendem a partir da borda superior até a borda inferior do painel de parede interior; e uma barra de apoio rígida vertical (60) adaptada para uso como uma esteira de cabos posicionada em pelo menos uma região ranhurada (58) em cada lado da face interna da estrutura de parede (48); as barras de apoio (60) têm uma face contínua plana (62) nivelada com a face interna (48) do painel de parede interior (46) que define uma cavidade dentro da região ranhurada (58) atrás da face contínua plana (62), sendo que as barras de apoio (60) fornecem apoio vertical rígido substancialmente contínuo que se estende a partir da borda superior até a borda inferior da estrutura de parede vertical do invólucro (12, 14).
2. Invólucro, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que inclui uma estrutura de rede de apoio exterior que se estende de modo vertical e horizontal produzida a partir de um material polimérico moldado, integralmente moldado na face interna da estrutura de parede vertical (12, 14), sendo que a estrutura de rede compreende nervuras verticais distanciadas horizontalmente (26) que se estendem continuamente a partir de uma parte inferior até uma parte superior da estrutura de parede vertical (12, 14), e nervuras horizontais distanciadas verticalmente (24) que se estendem continuamente ao redor da estrutura de parede vertical (12, 14), e em que o painel de parede interior (46) é moldado na estrutura de rede.
3. Invólucro, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a estrutura de parede vertical (12, 14) é produzida a partir de pelo menos um dentre (a) a (c): (a) polietileno de alta densidade; (b) um material termoplástico; (c) um material de poliolefina, e a placa de cobertura (16) é produzida a partir de um material de polímero/concreto.
4. Invólucro, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a barra de apoio rígida (60) tem uma configuração em corte transversal em formato de U com a face contínua plana (62) da barra (60) voltada para o interior do invólucro (10), incluindo prendedores distanciados (64) que prendem rigidamente cada barra de apoio (60) através da cavidade até a região ranhurada rebaixada (58), e em que as barras de apoio (60) incluem conectores escalonados (61) que se estendem através da face contínua plana (62) para fixação ao equi-pamento disposto no interior do invólucro (58).
5. Invólucro, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que inclui equipamento de telecomunicações subterrâneo preso a conectores distanciados verticalmente (61) sobre a barra de apoio.
6. Invólucro, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a capacidade de carga de parede lateral vertical está em excesso de 11.339,81 kg (25.000 libras).
7. Invólucro, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a estrutura de parede (12, 14) do corpo de invólucro compreende um material termoplástico substancialmente não metal, não concreto e não fibra de vidro.
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