BRPI0000695B1 - Processo e aparelho para a lavagem e a hidratação de dispositivos oftálmicos - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSO E APARELHO PARA A LAVAGEM E A HIDRATAÇÀO DE DISPOSITIVOS OFTÁLMICOS".
CAMPO DA INVENÇÃO
[001] A presente invenção refere-se a um processo e aparelho para a lavagem ou a hidratação de dispositivos oftálmicos, ANTECEDENTES DA INVENÇÃO [002] A moldagem de lentes de contato hidrofilicas é conhecida. Vários processos são descritos na Patente U.S. No. 4.495.313, para Lar sen; na Patente U.S. No. 4.640.489, para Larsen e outros; na Patente U.S. No, 4,680,336, para Larsen e outros; na Patente No. 4.889.664, para Larsen e outros; e na Patente U.S. No. 5.039.459, para Larsen e outros, todas as quais são cedidas ao cessionário da presente invenção. [003] Estas referências da técnica anterior descrevem um processo de produção de lente de contato, no qual cada lente é formada através da moldagem de uma mistura reativa em um molde de lente, tipicamente entre uma curva dianteira (seção de molde inferior) e uma curva traseira (seção de molde superior). O monômero injetado nos moldes é polimerizado, formando assim uma lente. A lente é tipicamente submetida a um banho de hidratação, e depois à múltiplas etapas de lixiviação que removem os produtos químicos de processamento (diluentes e monômeros lixiviáveis) da lente. O banho de hidratação remove as lentes do molde de curva dianteira. Uma vez desmoldadas, as lentes são avançadas para uma fase de lavagem de múltiplas etapas e, em seguida, as lentes, enquanto ainda se encontram úmidas, são removidas da fase de lavagem e são acondicionadas para o uso do consumidor. [004] Nos processos de fabricação anteriores para a fabricação de lentes de contato, as etapas de hidratação e remoção de diluente aconteciam em grandes tanques. Centenas de lentes de contato eram colocadas em cada tanque e movidas ao redor do tanque, sendo removidas em seguida. Através das correntes de influxo e de escoamento» os tanques seriam mantidos em um nível de equilíbrio específico de diluente. Havia diversos tanques com níveis decrescentes de diluente» nos quais as lentes de contato eram sequencial mente impregnadas até que elas alcançassem o nível de equilíbrio de diluente. As lentes de contato seriam movidas de um tanque para o próximo até que o nível de diluente estivesse baixo ou em um nível aceitável. Ocasionalmente» os tanques seriam esvaziados para limpeza, e depois reenchidos com água limpa. [005] As Patentes U.S. N° 5.080.839 e 5,094,609 descrevem» respectiva mente» um processo para a hidratação e a lavagem de lentes de contato e uma câmara para a lavagem das lentes de contato formadas com um monômero ou misturas de monômeros do tipo descrito nas patentes anteriores. O processo descrito nestas patentes apresentou um avanço significativo; entretanto» a transferência das lentes da fase de hidratação para a etapa de lavagem e o manuseio associado das lentes resultou na perda de algumas lentes. Além disso, a lavagem exigia grandes quantidades de água e ocorria em múltiplas etapas de impregnação. A câmara que detinha a lente de contato era enchida com água, e, em seguida» depois que a lente de contato e HaO alcançassem um equilíbrio» a câmara era esvaziada e as etapas eram repetidas. [006] Como deve ficar evidente» seria desejável tornar a etapa de hidratação mais eficiente» isto é, submeter tantas lentes quanto possível à hidratação, da maneira mais eficiente» com o uso de menos água possível, BREVE DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO [007] De acordo com a invenção, são descritos um aparelho e um processo de hidratação e/ou lavagem, por exemplo, de remoção de diluentes, nos quais é provida uma pluralidade de elementos de apoio de dispositivo preferivelmente tendo uma ou mais cavidades, cada qual para conter um dispositivo oftálmico, tal como uma lente de contato e/ou um molde de lente e/ou um molde de lente reaproveitável. Os dispositivos oftálmicos são dispostos, de tal modo que o fluido da hidratação ou de limpeza flua ou seja dirigido a partir dos dispositivos oftálmicos de contato mais limpos para os dispositivos oftálmicos de contato mais sujos. Os elementos de apoio de dispositivo podem ser dispostos em qualquer configuração, de maneira que o fluido de hidratação ou de limpeza entre em contato com dispositivos oftálmicos mais limpos e então com os dispositivos oftálmicos mais sujos. Os elementos de a-poio de dispositivo podem ser dispostos na vertical: em linha como uma coluna ou como uma escada, horizontalmente, helicoidalmente ou em combinações das configurações mencionadas acima. Por exemplo, o fluido poderia fluir horizontal mente do dispositivo oftálmico para o dispositivo oftálmico em um primeiro nível de um ou mais elementos de apoio de dispositivo dispostos horizontal mente depois, fluir verticalmente para baixo e através de um segundo nível de um ou mais e-lementos de apoio de dispositivo localizados abaixo do primeiro nível, e, em seguida, fluir para um terceiro nível, etc. Alternativamente, os dispositivos oftálmicos podem ser movidos dentro de uma coluna na qual a água cai como chuva, ou em um tubo horizontal através do qual um fluxo de fluido é bombeado. Preferivelmente, a disposição é pelo menos parcialmente vertical, de modo que o fluido de hidratação ou de lavagem se mova sob a gravidade e não tenha que ser bombeado. O fluido de hidratação ou de limpeza pode ser direcionado para se mover em um único fluxo do dispositivo oftálmico mais limpo para o dispositivo oftálmico mais sujo no aparelho. Alternativamente, o fluido pode ser direcionado para se mover em múltiplos fluxos de um ou mais disposi- tivos oftálmicos mais limpos para um ou mais dispositivos oftálmicos mais sujos no aparelho. O fluxo de fluido pode ocorrer sobre os dispositivos oftálmicos e dos elementos de apoio de dispositivo, ou ele pode ocorrer através ou sobre e através dos elementos de apoio de dispositivo. Preferivelmente, múltiplos fluxos de fluido de hidratação ou de limpeza podem ser direcionados para fluírem apenas para e sobre os dispositivos oftálmicos em localizações específicas, dos dispositivos oftálmicos limpos para os dispositivos oftálmicos sujos no aparelho. Preferivelmente, o fluido flui sobre os elementos de apoio de dispositivo. Caso desejado, o fluido adicional pode ser injetado em uma ou mais localizações no aparelho. Os dispositivos oftálmicos mais limpos originários do aparelho são removidos na entrada do fluido limpo de hidratação ou de limpeza, ou próximo à esta, isto é, na vizinhança desta, para o aparelho, os dispositivos oftálmicos sujos sendo inseridos no aparelho preferivelmente bem antes ou nas vizinhanças de onde o fluido de hidratação ou de limpeza mais sujo sai do aparelho. [008] O aparelho e o processo de hidratação e/ou de lavagem preferidos compreendem bandejas como elementos de apoio de dispositivo. Entretanto, os elementos de apoio de dispositivo podem ter qualquer configuração que proteja e mantenha o dispositivo oftálmico, mas que permita que o fluido flua para, ao redor ou sobre o dispositivo oftálmico no elemento de apoio de dispositivo ou sobre este, e, em seguida, permita que o fluido flua para fora do elemento de apoio de dispositivo. Outros exemplos de elementos de apoio de dispositivo incluem um compartimento plástico, um recipiente, ou câmaras de hidratação e de lavagem para lentes de contato usados e descritos na técnica anterior. Adicionalmente, é preferido que o elemento de apoio de dispositivo possa ser facilmente movido através do contrafluxo do aparelho para o fluxo do fluido. Na concretização preferida, o elemento de apoio de dispositivo é um elemento de apoio de lente, e o elemento de apoio de lente preferido é uma bandeja. As bandejas preferidas apresentam uma pluralidade de cavidades, cada qual destinada a conter um dispositivo oftálmico, e preferivelmente para conter um molde de curva dianteira com uma lente de contato no molde. A seguinte descrição focalizará a concretização preferida que envolve a lavagem e a hidratação de lentes de contato; entretanto, outros dispositivos, particularmente outros dispositivos oftálmicos podem ser substituídos, na descrição, por lentes de contato. [009] Na concretização preferida, as bandejas são empilhadas verticalmente com as cavidades (e lentes) nas colunas. O fluido de hidratação ou de limpeza, por exemplo água desionizada (Dl), é injetado ou, de outra maneira, introduzido em cada uma das cavidades da bandeja dianteira ou superior. O fluido injetado em cada cavidade flui para baixo através da pilha de cavidades da coluna para lavar as lentes, preferivelmente, nos moldes de curva dianteira nas bandejas abaixo do ponto onde é injetado o fluido. Caso desejado, pode também ser injetado fluido adicional em uma ou mais bandejas inferiores na pilha. Com o uso do aparelho, uma bandeja é inserida na base da pilha, a pilha é elevada, e a bandeja que está mais acima na pilha é removida. A adição e a remoção de bandejas da pilha são executadas de uma maneira escalonada. [0010] Na medida em que as lentes (nas bandejas) se movem para cima na pilha, elas encontram um fluido de hidratação ou de limpeza intensamente mais puro (menos contaminado). O fluido mais contaminado entra em contato com as lentes nas posições inferiores na pilha, embora seja ainda capaz de remover contaminantes. [0011] Há um efeito de contrafluxo, isto é, o fluido flui descendentemente no aparelho e as bandejas com as lentes se movem progressivamente para cima. Uma configuração vertical é preferida, pelo fato do fluido fluir para baixo; entretanto, podem ser usadas outras configu- rações, incluindo a horizontal, nas quais o fluido é bombeado. Na medida em que o fluido flui das lentes mais limpas para as lentes mais sujas, ele recolhe as impurezas das lentes. Na medida em que as lentes se movem na direção da entrada do fluido limpo, elas apresentam uma quantidade menor de impurezas. Preferivelmente, a concentração das impurezas no fluido é sempre menor do que a concentração das impurezas nas lentes em que ele está em contato. [0012] De acordo com um aspecto da invenção, um processo para a hidratação ou a lavagem de dispositivos oftálmicos inclui as etapas de aplicar, a um dispositivo oftálmico que apresenta uma maior concentração de impurezas, um fluido que foi anteriormente aplicado aos dispositivos oftálmicos com uma menor concentração de impurezas, o dito fluido tendo sido anteriormente aplicado aos dispositivos oftálmicos com uma menor concentração de impurezas. Pelo menos, uma porção do mesmo fluido é preferivelmente aplicada a pelo menos 10 mais preferivelmente a pelo menos 25 dispositivos oftálmicos, , por exemplo, lentes de contato, que substancialmente apresentam quantidades seqüencialmente maiores de impurezas. Por exemplo, as lentes com altas concentrações de impurezas podem ser lentes que apresentem mais do que 10.000 ppm, ou até mesmo mais do que 100.000 ppm de diluente ou outras impurezas na lente, e as lentes que apresentam baixas concentrações de impurezas podem ser lentes que tenham menos do que 10 ppm, mais preferivelmente menos do que 1 ppm de diluente ou outras impurezas na lente. Preferivelmente, o mesmo fluido, ou pelo menos uma porção do mesmo fluido, que é aplicado às lentes de contato que apresentam uma baixa concentração de impurezas é posteriormente aplicado às lentes de contato que apresentam uma alta concentração de impurezas. Preferivelmente, as lentes de contato se movem no sentido do contrafluxo para o fluido, e/ou (preferivelmente) o fluido se move no sentido do contrafluxo para as lentes. Preferivelmen- te, o fluxo do fluido é direcionado das lentes que apresentam concentrações mais baixas de impurezas para as lentes que apresentam concentrações mais altas de impurezas, de tal modo que a quantidade de impurezas no fluido aumente, na medida em que o fluido é direcionado para as lentes de contato com maiores quantidades de impurezas. É preferido que a concentração de impurezas no fluido seja tal que, um gradiente de concentração entre o nível de impurezas no fluido e as lentes seja substancialmente mantido, de modo que as impurezas substancialmente contínuas ou sucessivas, por exemplo, nos estágios em diferentes níveis na pilha, se movam para o fluido a partir das lentes de contato mais limpas e, em seguida, a partir das lentes de contato que apresentam níveis intensamente mais altos de impurezas. Preferivelmente, as impurezas se movem substancialmente de modo contínuo a partir das lentes de contato para o fluido. As lentes de contato entram no aparelho desta invenção com uma alta concentração de impurezas e são preferivelmente submetidas ao fluido intensamente mais limpo, na medida em que as lentes de contato ficam intensamente mais limpas. As lentes que apresentam a mais baixa concentração de impurezas de quaisquer lentes que entrem em contato com qualquer fluido neste processo, apresentam um fluido limpo, preferivelmente o mais limpo, direcionado para as mesmas. Na concretização preferida, as lentes se movem em estágios e o fluido flui continuamente ou semi-continuamente, por exemplo em pulsos de fluido, no sentido do contra-fluxo com relação ao movimento das lentes; entretanto, as lentes poderíam também se mover continuamente ou semicontinuamente no sentido do contrafluxo com relação ao movimento do fluido, ou em ambos. Neste processo, as lentes são preferivelmente contidas nos elementos de apoio de lente. Na concretização preferida, as lentes são dispostas em bandejas, com as bandejas dispostas em uma pilha vertical. Preferivelmente, há múltiplas lentes em cada bandeja; entretanto, as bande- jas podem ser feitas para deter lentes individuais. A concentração de impurezas nas lentes colocadas nas bandejas verticalmente dispostas diminui, na medida em que as lentes avançam na direção do topo da pilha. O fluido é limpo no topo da pilha, e é seja expulso na base da pilha com uma alta concentração de impurezas. [0013] De acordo com outro aspecto da invenção, um processo de hidratação ou de lavagem inclui as etapas de verticalmente dispor, por exemplo empilhar, uma pluralidade de elementos de apoio de dispositivo, cada qual possuindo uma cavidade contendo um dispositivo of-tálmico, e de injetar um fluido na cavidade de um elemento de apoio de dispositivo superior, o fluido fluindo para baixo através das cavidades. Na forma preferida, o fluxo descendente de fluido é dirigido para uma lente contida na cavidade de uma bandeja inferior em uma pilha de bandejas. Também, as bandejas podem ser alinhadas, umas acima das outras, para definirem um percurso de fluxo entre as mesmas. [0014] De acordo com outro aspecto da invenção, um aparelho para a hidratação ou a lavagem das lentes de contato inclui um meio para aplicar fluido a uma lente que apresenta uma baixa concentração de impurezas, e um meio para direcionar o fluido aplicado às lentes adicionais que apresentam uma concentração comparativamente mais alta de impurezas. [0015] De acordo com ainda um aspecto adicional da invenção, um aparelho de hidratação ou de lavagem para lentes de contato inclui uma pluralidade de bandejas, cada qual contendo uma lente, nas quais as bandejas são verticalmente empilhadas com as cavidades dispostas em uma coluna vertical. Cada cavidade apresenta uma abertura que permite que o fluido flua para a cavidade de uma próxima bandeja inferior na pilha para assim lavar a lente na mesma. O aparelho adicionalmente possui uma passagem de injeção na qual o fluido é injetado na cavidade para assim fluir para a abertura e para as cavidades das bandejas inferiores na coluna vertical. [0016] Características e aspectos adicionais da invenção podem ser apreciados a partir da seguinte descrição detalhada e dos desenhos anexos.
OBJETIVOS DA INVENÇÃO [0017] É um objetivo da invenção o de prover um novo processo e aparelho para a hidratação e/ou a remoção de impurezas de dispositivos oftál micos, [0018] Um objetivo adicional é o de prover um processo e aparelho para a hidratação e/ou a lavagem de lente de contato, nos quais as lentes são verticalmente empilhadas em bandejas que são movidas para cima, e um fluido flui para baixo na pilha de bandejas para sucessivamente lavar as lentes nas bandejas inferiores da pilha. O fluido pode ser introduzido no topo da pilha, ou pode ser introduzido fluido fresco ou uma composição de fluido diferente em diversos pontos no processo. [0019] Um objetivo adicional é o de prover um processo e aparelho para eficiente mente lavar dispositivos oftálmicos em um aparelho, no qual o fluido cai descendentemente em cascata sobre o dispositivo oftál mico. [0020] Ainda, um objetivo adicional é o de hidratar e lavar dispositivos oftálmicos empilhados verticalmente em uma coluna que usa o mesmo fluído. [0021] Ainda, um objetivo adicional é o de reduzir a quantidade de água consumida durante a fase de hidratação e/ou de lavagem, [0022] Ainda, outro objetivo é o de aumentar a taxa de difusão durante uma fase de hidratação e/ou de lavagem. [0023] Ainda, outro objetivo é o de reduzir o manuseio da lente, na medida em que as lentes forem trazidas para a fase de hidratação e removidas da mesma.
BREVE DESCRICÃO DOS DESENHOS [0024] Outros objetivos e vantagens da presente invenção se tornarão mais evidentes com a referência â seguinte especificação e aos desenhos anexos, nos quais: A Figura 1 é uma vista de extremidade em elevação de uma porção de um aparelho de hidratação, de acordo com a invenção, com a parede de extremidade parcial mente rompida para revelar uma vista em seção de uma pluralidade de bandejas de suporte de lente. A Figura 2 é uma vista plana de topo de uma porção de uma bandeja que é conduzida através do aparelho da Figura 1. A Figura 3 é uma vista plana de topo de um inserto de câmara superior, que pode ser usado na presente invenção, tomada ao longo da linha 3-3 da Figura 1. A Figura 4 é uma vista em seção tomada ao longo da linha 4-4 da Figura 3; e A Figura 5 é uma vista lateral do inserto de câmara superior.
DESCRICÃO DETALHADA DA CONCRETIZAÇÃO PREFERIDA [0025] Com referência ã Figura 1, o aparelho de hidratação 10 a-presenta uma armação 12 dentro da qual é vertical mente empilhada uma pluralidade de bandejas 20 feitas de um material adequado, tal como plástico. Três de tais bandejas 20-1, 20-2, 20-n são ilustrativa-mente mostradas. Em uma aplicação típica, pode haver tantas bandejas quanto necessário, preferivelmente entre trinta e cinquenta bandejas, empilhadas uma acima da outra ou uma no topo da outra. [0026] A Figura 2 mostra uma vista de topo, em seção, de uma porção de uma das bandejas 20. A bandeja 20 é dividia em uma disposição de cavidades efetivas 29, preferivelmente de 2x8, isto é, de dois de largura e de oito de comprimento. Estas cavidades são preferivelmente perfuradas através de um material de bandeja plástico sólido.
Cada cavidade 29 apresenta preferivelmente a forma geral de um funil através da bandeja com uma abertura mais larga, onde a lente 24 é presa. [0027] Em uma concretização preferida, um suporte de lente 25 de plástico ou de outro material adequado é sustentado pela bandeja (isto é, colocado, conectado ou como uma parte integral da bandeja) dentro de cada cavidade 29 da bandeja 20. O suporte de lente preferido 25 é uma peça de plástico separada que se ajusta no topo da cavidade 29. O suporte de lente 25 é uma abertura circular ou um rebaixo côncavo que sustenta um molde de curva dianteira 22, no qual pode ser disposta uma lente 24. Alternativamente, a lente pode ser sustentada no suporte de lente 25 sem o molde de curva dianteira 22. Em tal concretização, o suporte de lente 25 poderia apresentar uma forma alternativa, tal como um recipiente ou compartimento. [0028] Uma porta de fluxo 31 tendo um boca larga dá acesso a uma passagem de injeção de fluido mais estreita 32 que é conectada à porção central 28 da cavidade 29, preferivelmente abaixo da lente de suporte 25. A passagem de injeção de fluido 32 tem uma forma preferivelmente cilíndrica. Uma tela de filtro 36 é disposta dentro da cavidade 29 alinhada com o suporte de lente 25 e abaixo deste. A tela de filtro 36 pega qualquer detrito que possa ser desprendido da lente ou do molde de curva dianteira 22, de modo a impedir o bloqueio do orifício 46 no inserto de câmara superior 38. A extremidade inferior de uma cavidade 29 se comunica com o inserto de câmara superior 38. O inserto de câmara superior 38 é preferivelmente uma peça de plástico separadamente usinada ou moldada que é conectada à base de cada cavidade 29. Na concretização preferida, em uma pilha vertical de bandejas, o inserto de câmara superior 38 de cada bandeja, com exceção da bandeja mais inferior, é localizado acima de cada suporte de lente 25 conduzido pela bandeja diretamente abaixo do inserto de cã- mara superior 38. [0029] Conforme mostrado nas Figuras 3-5, o inserto de câmara superior 38 compreende um anel anular 50 a partir do qual se estende uma pluralidade de lingüetas espaçadas 42 que definem as aberturas 48. Durante o processo de hidratação, o inserto de câmara superior 38 é localizado diretamente sobre o molde de curva dianteira 22 e a lente 24. O inserto de câmara superior 38 apresenta uma área central preferivelmente convexa 44. O inserto de câmara superior 38 adicionalmente compreende um canal afunilado 47 e um orifício central 46 que direciona o fluido para a lente 24 na bandeja 20 para baixo. O fluido flui para fora do orifício central 46 sobre a lente 24 através das aberturas 48 entre as lingüetas espaçadas 42 e para as passagens 21 adjacentes e abaixo da lente 24. O inserto de câmara 38 impede que a lente 24 seja desprendida do molde de curva dianteira 22 e do suporte de lente 25, enquanto direciona o fluxo de fluido, com o que protege a lente 24 e o molde de curva dianteira 22. [0030] As bandejas são preferivelmente empilhadas, umas acima das outras, para formar uma ou mais colunas verticais de cavidades de lente. Preferivelmente, cada cavidade 29 de uma bandeja 20 é fisicamente isolada das outras cavidades 29 da mesma bandeja 20. Preferivelmente, o fluido flui em cada coluna vertical de cavidades da bandeja superior para a bandeja inferior. Isto é, por exemplo, o fluido injetado na cavidade 29 através da porta de fluxo 31 e da passagem de injeção 32 da bandeja superior 20-1 flui para baixo na coluna de cavidades seguindo o percurso do fluxo mostrado pelas setas F em cada cavidade 29 das bandejas 20-1, 20-2 e 20-n. Alternativamente, ou além disso, o fluido pode ser introduzido nas cavidades da bandeja superior 20-1 sobre a lente ou através das passagens de fluxo 21. [0031] O fluido é dirigido para as passagens 21 e/ou 32 na cavidade 29 e flui geral mente para baixo a partir destas. Conforme mostrado por F, o fluido flui através da porção central 28, através do canal afunilado 47 e do orifício central 46 do inserto de câmara superior 38 para a lente 24, que pode ser vedada no molde de curva dianteira 22, dentro do suporte de lente 25. A área central convexa 44 do inserto de câmara 38 mantém tanto a forma da lente como a posição da lente durante o processo. O orifício central 46 do inserto de câmara superior 38 está alinhado com a lente 24 na cavidade 29 de cada bandeja inferior 20 na coluna vertical das bandejas. O fluido flui para, sobre e em torno da lente 24, sobre o molde de curva dianteira 22 (caso presente), através de uma ou mais aberturas 48 no inserto de câmara superior 38 da bandeja 20 para cima, através da passagem de fluxo 21, sobre tela de filtro 36 através da porção central 28 da cavidade 29 e para e através do inserto de câmara superior 38 de cada cavidade 29. [0032] Na concretização preferida, não há nenhum contrafluxo de fluido entre as cavidades 29 de uma bandeja 20, este sendo impedido pelo desenho das cavidades na bandeja. Na concretização preferida, o fluido introduzido em qualquer cavidade flui para a próxima cavidade que é localizada diretamente abaixo dele na pilha. [0033] As bandejas 20 são alimentadas no aparelho 10 a partir da base e removidas do topo. A pilha de bandejas será regulada, quando uma nova bandeja for inserida na base e levantada da pilha, simultaneamente à remoção de uma bandeja do topo da pilha. Na concretização preferida, estas ações são controladas por dispositivos e engates mecanicamente acionados, que, juntos, elevam e regulam a pilha de bandejas. O suporte e a colocação adequada das bandejas na pilha são preferivelmente auxiliados por uma forma de bandeja ou estrutura, por exemplo, um rebaixo 27 no topo de cada bandeja que se ajusta em uma forma ou estrutura complementar, por exemplo, um rebordo 26 na base de cada bandeja. [0034] Depois que as lentes 24, preferivelmente nos moldes de curva dianteiros 22, forem colocadas em cada suporte de lente 25 no topo de uma bandeja 20, a bandeja 20 será introduzida na base da pilha. Antes da introdução da bandeja na pilha, a pilha de bandejas é sustentada por múltiplos engates 33 conectados à armação 12 localizada abaixo da bandeja mais inferior 20-n. Abaixo da bandeja mais inferior 20-n, sustentado pelo engate 33, se encontra um espaço para a inserção de uma bandeja 20-S, mostrado em linhas imaginárias. Abaixo do espaço 20-S está um mecanismo tipo elevador, ilustrado pelas setas E. Uma vez que a bandeja 20-S esteja adequadamente localizada abaixo da bandeja 20-n, o mecanismo de elevador E irá mover a bandeja para a pilha, regulando a pilha com relação à uma posição. A bandeja 20-n será movida para o nível no qual a bandeja 20-n é mostrada, e a bandeja de topo, mostrada como 20-1, será regulada e de-sengatada da pilha através dos engates 23 que são conectados à armação 12 acima do topo da pilha. A bandeja desengatada que transporta as lentes que completaram o processo de hidratação e/ou de lavagem pode ser então removida do aparelho 10 e colocada em uma área para o processamento adicional, tal como o acondicionamento. [0035] Os engates são preferivelmente conectados à armação, sendo preferivelmente engates carregados por mola que sustentam a bandeja inferior e a bandeja removida da pilha. Os engates são acionados pelo elevador, que eleva a pilha de bandejas acima dos engates carregados por mola, a pilha sendo, em seguida, abaixada sobre os engates. Alternativamente, os engates podem ser localizados nas bandejas com aberturas ou dentes na armação 12 para sustentar a pilha de bandejas. No modo preferido, os engates são do tipo mecânico, por exemplo, do tipo carregado por mola. Alternativamente, qual-quer(quaisquer) mecanismo(s) adequado(s) pode(m) ser usado(s) para sustentar e mover as bandejas 20 ascendentemente dentro do aparelho 10. [0036] Na concretização preferida, a água fresca Dl (desionizada) é usada como o fluido de hidratação e de lixiviação e é direcionada como um fluxo pulsado para cada porta de fluido 31 da bandeja 20 no topo da pilha, fluido através das passagens de injeção de fluido 32 da bandeja superior 20-1. Isto ocorre em um ponto abaixo das lentes 22 na bandeja superior. Alternativamente, ou além disso, o fluido pode ser acrescentado ao aparelho 10 através do gotejamento do mesmo sobre a lente superior 24 na bandeja superior da pilha. O fluido flui através de cada cavidade 29 na pilha, conforme descrito anteriormente. A água Dl (desionizada) desce em cascata para as colunas de cavidades da pilha de bandejas, permitindo que as lentes 24 absorvam a água para a liberação da lente do molde de curva dianteira 22, troquem o fluido para a extração de diluentes (impurezas), e/ou hidratem ou executem um outro processamento das lentes. [0037] Conforme pode ser apreciado, as lentes sustentadas em cada bandeja acrescentada à pilha irá conter mais impurezas do que as lentes sustentadas na última das bandejas anteriormente acrescentadas, que se move com a adição de outra bandeja. Na medida em que cada bandeja é elevada da pilha, ela é submetida à hidratação e/ou à lavagem adicional, e tal bandeja terá passado mais vezes pela hidrata-ção/lavagem do que uma bandeja recentemente acrescentada. Entretanto, para um processo ininterrupto, para todas as bandejas que deixam a pilha, por exemplo, para proceder para um processo de acondi-cionamento, as lentes nessas bandejas irão experimentar a mesma quantidade de hidratação e/ou de lavagem. [0038] As soluções, solventes, fluidos, líquidos, gases ou vapores de hidratação e/ou de lavagem, que podem conter tensoativos ou outros meios de processamento, são mencionados aqui como fluidos. O fluido para o processo é preferivelmente aquecido em um tanque ou aquecedor em linha, sendo preferivelmente água Dl (desionizada) ten- do uma pequena quantidade de Tween-80, um tensoativo. A água Dl (desionizada) é distribuída para a porta de fluido 31 da bandeja mais acima por meio de uma tubulação alimentada a partir dos tubos isolados (não-mostrados) em uma temperatura relativamente alta, por e-xemplo, de 85-95Ό, mas uma temperatura que não afe te a lente e que seja monitorada para assegurar a temperatura adequada e o regime de descarga para o controle do processamento. A alta temperatura aumenta a energia térmica e a taxa de difusão e minimiza o tempo de processamento. A água que flui para fora da base da pilha é direcionada através de um trocador de calor (não-mostrado) para recuperar a energia com o aquecimento da água de entrada e o esfriamento do escoamento antes de proceder para um dreno ou reservatório de reciclo. [0039] Enquanto a invenção foi descrita como injetando o fluido na bandeja mais superior 20, o fluido também pode ser simultaneamente injetado em uma ou mais bandejas nos níveis inferiores. Por exemplo, o mesmo fluido ou algum outro fluido, por exemplo solvente, pode ser injetado em uma bandeja inferior, por exemplo, a bandeja próxima à bandeja mais inferior para lavar as lentes na bandeja mais inferior, a qual apresenta o nível mais alto de diluente ou impurezas nas lentes. O fluido acrescentado em níveis inferiores na bandeja pode ser substituído pelo fluido originário das bandejas superiores ou pode ser acrescentado ao mesmo. [0040] Na essência, as lentes 24 dispostas nos moldes de curva dianteira 22 de uma bandeja 20 são introduzidas na base da pilha e são movidas de forma sincronizada e escalonada no topo da pilha. Durante o movimento ascendente, o fluido em cascata originário dos estágios superiores remove os diluentes residuais, os monômeros e/ou as impurezas da lente 24 e/ou libera a lente 24 do molde 22. Isto fornece um sistema de lixiviação de contrafluxo. [0041] Preferivelmente, a água Dl (desionizada)(fluido) de alta temperatura é dirigida para a lente disposta dentro de cada um dos moldes de curva dianteira 22 ou, de outra maneira, dentro dos suportes de lente 25. A liberação da lente do molde de curva dianteira 22 ocorre substancialmente de modo simultâneo com a extração inicial dos lixivi-áveis. A exposição contínua da lente a água Dl (desionizada) no molde de curva dianteira 22 irá remover os lixiviáveis, completando a extração. Os regimes de descarga da água Dl (desionizada) são controlados para assegurar um bom deslocamento do volume de água Dl (desionizada) em cada cavidade. O regime de fluxo é também crítico para manter um gradiente de baixa temperatura na pilha. A água Dl (desionizada) injetada é alimentada a partir de tubos hipodérmicos e pode ser contínua ou pulsada (semi-contínua). O fluxo pulsado produziu o mais baixo consumo de água e ainda apresentou resultados aceitáveis. [0042] É obtido um aperfeiçoamento significativo na produtividade e no rendimento da lente com a minimização do manuseio do material da lente. No aparelho e processo preferidos de hidratação e de lavagem da invenção, uma vez que as lentes são colocadas no suporte de lente 25, as lentes (ou moldes de curva dianteira) não são manuseadas durante o processo. [0043] Tipicamente, cerca de 125 a cerca de 190 ml/minuto de á-gua destilada são providos no fluxo pulsado ou contínuo para hidratar e limpar aproximadamente noventa lentes em uma coluna de cavidades que percorrem através da pilha de hidratação vertical. Este processo e aparelho apresentam lentes aproveitáveis em menos de 10 minutos, enquanto usam menos de 40 ml de água destilada por lente. [0044] Conforme usado aqui, o termo "injetado" se refere à introdução de um fluido ao aparelho, e inclui a introdução de fluido sob pressão, em um fluxo, gotículas, fluxos contínuos e intermitentes, e fluido injetado na forma de um vapor. Também, o termo "impurezas" se refere aos produtos químicos de processamento, tais como diluentes e monômeros lixiviáveis, que são comumente desprendidos de uma lente de contato fabricada antes de seu acondicionamento. [0045] Todas as patentes, pedidos, publicações, e o processo mencionado aqui são incorporados para referência. [0046] Características específicas da invenção são mostradas em um ou mais desenhos para conveniência apenas, na medida em que cada característica pode ser combinada com outras características, de acordo com a invenção. Concretizações alternativas serão reconhecidas por aqueles versados na técnica e se destinam a serem incluídas dentro do escopo das reivindicações.
Claims (31)
1. Processo de hidratação ou de lavagem de dispositivos oftálmicos (24) compreendendo a etapa de direcionar para um dispositivo oftálmico (24) com uma maior concentração de impurezas um fluido que foi anteriormente direcionado para um dispositivo oftálmico (24) com uma menor concentração de impurezas caracterizado pelo fato de que ainda compreende as etapas de: dispor uma pluralidade de elementos de apoio de dispositivo (20), cada qual possuindo uma cavidade (29) que contém um dispositivo oftálmico (24); e injetar um fluido em uma cavidade (29) de pelo menos um dos elementos de apoio de dispositivo (20) para fluir através das cavidades (29) dos elementos de apoio de dispositivo (20).
2. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o fluido flui no sentido do contrafluxo com relação ao movimento dos dispositivos oftálmicos (24).
3. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o gradiente de concentração entre o nível de impurezas no dispositivo oftálmico (24) e no fluido é mantido por todo o processo, de modo que as impurezas fluam continuamente para o fluido.
4. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o gradiente de concentração entre o nível de impurezas no dispositivo oftálmico (24) e no fluido é mantido por todo o processo, de modo que as impurezas fluam semicontinuamente para o fluido.
5. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que ainda compreende a etapa de aplicar fluido limpo ao dispositivo oftálmico (24) que apresenta a mais baixa concentração de impurezas no processo.
6. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que ou mais dispositivos oftálmicos (24) são contidos em uma pluralidade de elementos de apoio de dispositivo (20).
7. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os dispositivos oftálmicos (24) são lentes de contato.
8. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os dispositivos oftálmicos (24) são moldes rea-proveitáveis.
9. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que ainda compreendendo a etapa de mover os elementos de apoio de dispositivo (20) no sentido do contrafluxo para o fluido.
10. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a pluralidade de elementos de apoio de dispositivo (20) é disposta verticalmente e a cavidade (29) de cada elemento da pluralidade de elementos de apoio de dispositivo (20) é alinhada, umas acima das outras, para definir um percurso de fluxo entre os mesmos.
11. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os elementos de apoio de dispositivo (20) são elementos de suporte de apoio de lente de contato.
12. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os elementos de apoio de dispositivo (20) são bandejas (20).
13. Processo, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que ainda compreende as etapas de inserir uma bandeja (20) abaixo da bandeja (20) mais inferior da pilha, de mover ascendentemente a pilha de bandejas (20) que inclui a bandeja (20) inserida e de remover a bandeja (20) mais superior da pilha.
14. Processo, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o fluido é injetado na cavidade (29) da bandeja (20) mais superior da pilha.
15. Processo, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que o fluido é injetado em pelo menos outra cavidade (29) abaixo da bandeja (20) mais superior.
16. Processo, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que o dispositivo oftálmico (24) é uma lente de contato.
17. Processo, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que ainda compreende as etapas de proporcionar um inserto de câmara superior (38) em cada bandeja (20) e de direcionar o fluxo de fluido na direção da lente contida em uma bandeja (20) inferior com o uso do inserto de câmara superior (38).
18. Processo, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que cada uma das bandejas (20) apresenta uma pluralidade de cavidades (29), cada qual contendo uma lente, as cavidades (29) de cada bandeja (20) da pluralidade de bandejas (20) sendo alinhadas, umas acima das outras, para definir uma pluralidade semelhante de colunas de cavidades (29).
19. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o dispositivo oftálmico (24) é um molde reapro-veitável.
20. Aparelho (10) para hidratar ou lavar dispositivos oftálmi-cos (24) compreendendo: um meio para aplicar um fluido a um dispositivo oftálmico (24) que apresenta uma baixa concentração de impurezas; e um meio para direcionar o fluido aplicado a dispositivos of- tálmicos (24) adicionais que apresentam uma concentração comparativamente maior de impurezas. caracterizado pelo fato de que ainda compreende: uma pluralidade de elementos de apoio de dispositivo (20), cada qual possuindo uma cavidade (29) contendo um dispositivo oftál-mico (24), os elementos de apoio (20) sendo verticalmente dispostos; em que o meio para direcionar é uma abertura na cavidade (29) para permitir que o fluido flua para uma cavidade (29) de um elemento de apoio de dispositivo inferior para lavar o dispositivo na mesma, e em que o meio para aplicar compreende uma passagem de injeção na qual o fluido é injetado em uma cavidade (29) de pelo menos um dos elementos de apoio de dispositivo (20).
21. Aparelho, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que o fluido se move no sentido do contrafluxo para os dispositivos oftálmicos (24) no aparelho (10).
22. Aparelho, de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato de que o gradiente de concentração entre o nível de impurezas nos dispositivos oftálmicos (24) e no fluido é substancialmente mantido por todo o processo, de modo que as impurezas substancialmente fluam continuamente para o fluido.
23. Aparelho, de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato de que o gradiente de concentração entre o nível de impurezas nos dispositivos oftálmicos (24) e no fluido é mantido por todo o processo, de modo que as impurezas fluam semicontinuamente para o fluido.
24. Aparelho, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que ainda compreende uma pluralidade de elementos de apoio de dispositivo (20) para prender um ou mais dispositivos oftálmicos (24).
25. Aparelho, de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que os elementos de apoio de dispositivo (20) são elementos de apoio de lente e os dispositivos oftálmicos (24) são lentes de contato.
26. Aparelho, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que os elementos de apoio de dispositivo (20) são bandejas (20) empilhadas verticalmente com as cavidades (29) dispostas em uma coluna vertical.
27. Aparelho, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de que cada uma das cavidades (29) é isolada do fluxo de fluido originário das outras cavidades (29) da bandeja (20).
28. Aparelho, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de que ainda compreende um mecanismo de elevador para mover a pilha de bandejas (20) para cima.
29. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato de que o meio de direcionamento ainda compreende um inserto de câmara superior (38) afixado a cada cavidade (29), o inserto de câmara superior (38) direcionando o fluxo de fluido sobre e ao redor do dispositivo de uma bandeja (20) inferior na pilha.
30. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que o dispositivo oftálmico (24) é uma lente de contato.
31. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que o dispositivo oftálmico (24) é um molde reapro-veitável.
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