BRPI0014771B1 - eletrônica de medição para uma montagem de fluxômetro coriolis e processo relacionado - Google Patents
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Abstract
"condicionador de sinal intrinsecamente seguro para um rotâmetro coriolis". eletrônica de medição (20) para um rotâmetro coriolis (50) capaz de ser intrinsecamente segura. um condicionador de sinal (201) recebe energia de uma fonte de energia (230) em um sistema hospedeiro (200), distante do condicionador de sinal (201). um circuito de acionamento (210) no condicionador de sinal (201) gera um sinal de acionamento e aplica o sinal de acionamento a um acionador (104). o conjunto de circuitos de condicionamento de sinal dos interceptadores (220) no condicionador de sinal (201) recebe sinais de entrada de um primeiro sensor interceptador (105) e de um segundo sensor interceptador (1051), gera informações indicativas das propriedades de um material escoando pelo conduto dos sinais de entrada, e transmite sinais de saída. o conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro (320) no condicionador de sinal (201) impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada aos condutores, que conectam o condicionador de sinal no sistema hospedeiro (200), e o conjunto de circuitos de proteção da montagem de rotâmetro (330) no condicionador de sinal (201) impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada aos condutores, que conectam o condicionador de sinal (201) ao acionador (104), primeiro sensor interceptador (105) e segundo sensor interceptador (1051).
Description
"ELETRÔNICA DE MEDIÇÃO PARA UMA MONTAGEM DE FLUXÔMETRO CORIOLIS e PROCESSO RELACIONADO" CAMPO DA INVENÇÃO
Esta invenção se refere à eletrônica de medição para um fluxômetro Coriolis. Mais particularmente, esta invenção se refere à eletrônica de medição, que tem um condicionador de sinal que é distante de um sistema hospedeiro e é capaz de ser intrinsecamente seguro. Adicionalmente mais particularmente, esta invenção se refere à eletrônica de medição, que tem um condicionador de sinal que permite que cabos de 2 ou 4 fios sejam usados para fornecer energia a um fluxômetro Coriolis.
PROBLEMA É conhecido o uso de fluxômetros de massa de efeito Coriolis para medir fluxo de massa e outras informações com relação aos materiais escoando por uma tubulação, como descrito na patente U.S. 4.491.025, emitida para J. E. Smith et al. em Io de janeiro de 1985 e Re. 31.450 para J. E. Smith de 11 de fevereiro de 1982. Esses fluxômetros têm um ou mais tubos de escoamento de uma configuração curva ou reta. Cada configuração de tubo de escoamento em um fluxômetro de massa Coriolis tem um conjunto de modos de vibração naturais, que pode ser de um tipo de curvatura simples, de torção, radial ou acoplado. Cada tubo de escoamento é acionado para oscilar na ressonância em um desses modos naturais. Os modos de vibração naturais dos sistemas carregados com material vibratórios são definidos pela massa combinada dos tubos de escoamento e do material dentro dos tubos de escoa- mento. 0 material escoa para o fluxômetro de uma tubulação conectada no lado de entrada do fluxômetro. 0 material é depois dirigido pelo tubo de escoamento ou pelos tubos de escoamento e sai do fluxômetro Coriolis por uma tubulação conectada no lado de saida.
Um acionador aplica uma força vibracional no tubo de escoamento. A força faz com que o tubo oscile. Quando não há material escoando pelo fluxômetro Coriolis, todos os pontos ao longo de um tubo de escoamento oscilam com uma fase substancialmente idêntica. Na medida em que um material começa a escoar pelo tubo de escoamento, as acelerações de Coriolis fazem com que cada ponto ao longo do tubo de escoamento tenha uma fase diferente, com relação aos outros pontos ao longo do tubo de escoamento. A fase no lado de entrada do tubo atrasa o acionador, enquanto que a fase no lado de saida adianta o acionador. Os sensores em dois diferentes pontos no tubo de escoamento produzem sinais senoidais representativos do movimento do tubo de escoamento nos dois pontos. Uma diferença de fase dos dois sinais recebidos dos sensores é calculada em unidades de tempo. A diferença de fase entre os dois sinais dos sensores é proporcional à vazão de escoamento de massa do material escoando pelo tubo de escoamento ou pelos tubos de escoamento. É um problema que um cabo de 9 fios deva ser usado para conectar eletrônica de medição a uma montagem de fluxômetro adjacente. Para a finalidade da presente discussão, a eletrônica de medição inclui todos os conjuntos de circuitos necessários para produzir sinais de acionamento e processar sinais dos sensores, e uma montagem de fluxômetro inclui pelo menos um tubo de escoamento, um acionador fixo, e os sensores necessários para medir a oscilação do tubo de escoamento. 0 cabo de 9 fios, para conectar a eletrônica de medição na montagem de fluxômetro, inclui dois fios que conectam a eletrônica de medição no acionador, dois fios que conectam a eletrônica de medição em um primeiro interceptador, dois fios que conectam a eletrônica de medição em um segundo interceptador, e três fios para conectar a eletrônica de medição em um sensor de temperatura. 0 cabo de 9 fios é um cabo especial e é de produção cara e é, portanto, caro para que um usuário de um fluxômetro Coriolis o compre. 0 custo de um cabo de 9 fios é um problema particular, quando o usuário de um fluxômetro Coriolis deseja movimentar a eletrônica de medição para uma área de controle, distante da montagem de fluxômetro. 0 cabo de 9 fios deve ser instalado por todo o comprimento entre a eletrônica de medição e a montagem de fluxômetro. 0 custo desse cabo de 9 fios aumenta bastante, na medida em que a distância entre a eletrônica de medição e a montagem de fluxômetro aumenta. Seria uma vantagem particular se um cabo de 2 fios ou 4 fios, que é relativamente barato e facilmente disponível para os usuários, pudesse ser usado para conectar a montagem de fluxômetro na eletrônica de medição, especialmente para uma eletrônica de medição situada remotamente.
Um outro problema no projeto da eletrônica de medição é que a eletrônica de medição possa ser usada em um meio explosivo contendo um material volátil. Para a finali- dade da presente discussão, um meio explosivo é um sistema que inclui um material volátil, que pode ser inflamado se uma centelha, calor excessivo ou enerqia excessiva seja introduzido no meio. Uma maneira na qual uma eletrônica de medição pode operar de maneira sequra em um meio explosivo é ficar encerrada em um alojamento à prova de explosão. Um alojamento à prova de explosão é um alojamento que é projetado para garantir que uma centelha ou calor excessivo de dentro do alojamento não inflame o material volátil no meio fora do alojamento.
Para tornar um dispositivo à prova de explosão, conhece-se o uso de métodos incluindo encapsulamento, pres-surização e acondicionamento à prova de chama. Cada um dos métodos mencionados acima inclui um dispositivo para impedir que o material volátil entre em contato com o dispositivo, quando as superfícies aquecidas do dispositivo ou as centelhas do conjunto de circuitos no dispositivo podem provocar uma inflamação do material. Se o material inflama dentro de um fechamento, quaisquer vãos ou aberturas no fechamento devem proporcionar um caminho de chama, de um comprimento suficiente para esfriar o material, na medida em que o material escapa do fechamento. 0 resfriamento do material quente impede que o material quente inflame o material volátil fora do fechamento.
Uma segunda solução é tornar a eletrônica de medição intrinsecamente segura. Um dispositivo intrinsecamente seguro é um dispositivo no qual todo o conjunto de circuitos no dispositivo opera sob um certo nivel de energia baixo.
Por operação sob um certo nível de energia, o dispositivo é garantido não gerar uma centelha ou calor suficiente para provocar uma explosão, mesmo se o dispositivo falha de alguma maneira. O nível de energia necessário para tornar um dispositivo intrinsecamente seguro é determinado pelas agências legisladoras, tal como a UL nos Estados Unidos da América, CENELEC na Europa, CSA no Canadá e TIIS no Japão.
SOLUÇÃO 0 problema mencionado acima e outros são solucionados e é feito um avanço na técnica por um condicionador de sinal de acordo com esta invenção. Uma primeira vantagem desta invenção é que o cabo de 9 fios para uma montagem de fluxômetro Coriolis pode ser reduzido em comprimento ou eliminado, mesmo em fluxômetros nos quais um suprimento de energia pode ficar distante de uma montagem de fluxômetro Coriolis. Uma segunda vantagem da presente eletrônica de medição é que toda a eletrônica de medição não tem que ficar encerrada em um alojamento à prova de explosão. Em vez disso, um condicionador de sinal pode ser usado, que opera a um nível de energia abaixo do limite de energia e/ou força motriz necessário para ser intrinsecamente seguro. 0 condicionador de sinal pode ficar próximo à montagem de fluxômetro Coriolis e não tem que ficar encerrado em um alojamento à prova de explosão, se os fios para e do condicionador de sinal não conduzem energia e/ou força motriz a um nível maior do que o limite para que seja intrinsecamente seguro. A eletrônica de medição desta invenção elimina a necessidade para o cabo de 9 fios convencional, para conec- tar uma montagem de fluxômetro na eletrônica de medição em um fluxômetro Coriolis. Em vez disso, um cabo de 2 fios ou de 4 fios convencional pode ser usado para suprir energia e/ou força motriz a um condicionador de sinal de um sistema hospedeiro remoto. 0 condicionador de sinal fica próximo à montagem de fluxômetro Coriolis e gera o sinal de acionamento, recebe sinais dos interceptadores de movimento e sensores de temperatura fixados em um tubo de escoamento do fluxômetro Coriolis, e processa os sinais dos interceptadores, para gerar informações sobre as propriedades do material escoando pelo tubo de escoamento. 0 condicionador de sinal é conectado ao acionador e aos sensores do fluxômetro Coriolis por 9 fios separados, que são distintos do cabo de 9 fios convencional, usado anteriormente para ligar a eletrônica de medição a um fluxômetro Coriolis. Após processar os sinais interceptadores, o condicionador de sinal transmite informações relativas às propriedades do material de escoamento por dois fios separados em um cabo de 4 fios ou pelos dois fios suprindo força motriz em um cabo de 2 fios convencional.
Para tornar o condicionador de sinal capaz de ser intrinsecamente seguro, o condicionador de sinal inclui um conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro e um conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro. 0 conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro impede que energia e/ou força motriz excessiva a um limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo condicionador de sinal nos fios que conectam o condicionador de sinal ao siste- ma hospedeiro. 0 limite intrinsecamente seguro é o nível de energia e/ou força motriz ditado pelas várias agências, para garantir que uma centelha ou calor do conjunto de circuitos não inflame o material volátil no meio. Para a finalidade de brevidade ao longo do resto da discussão, força motriz é entendida como significando energia e/ou força motriz. 0 conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro pode incluir um conjunto de circuitos de proteção de suprimento de energia e/ou um conjunto de circuitos de proteção de sinalização. 0 conjunto de circuitos de proteção de suprimento de energia impede que energia escoe do condicionador de sinal pelos primeiro e segundo fios suprindo energia do sistema hospedeiro remoto para o condicionador de sinal. 0 conjunto de circuitos de proteção de sinalização impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores no condicionador de sinal nos fios, que conectam o conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores ao sistema hospedeiro remoto . 0 conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro impede que energia em excesso de um limite intrinsecamente seguro seja aplicada aos fios conectados na montagem de fluxômetro. 0 conjunto de circuitos de proteção de montagem de fluxômetro inclui um conjunto de circuitos de proteção de sinal de acionamento e um conjunto de circuitos de proteção de sinais de sensores. 0 conjunto de circuitos de proteção de acionamento impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada aos fios conectados ao acionador pelo conjunto de circuitos de acionamento no condicionador de sinal. 0 conjunto de circuitos de proteção de sinais de sensores impede que energia seja aplicada a um fio conectado ao primeiro interceptador e a um fio conectado ao segundo interceptador pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores no condicionador de sinal. 0 sistema hospedeiro remoto inclui a fonte de energia e um sistema de processamento de sinal secundário. A fonte de energia supre energia para todo o sistema. O sistema de processamento secundário recebe os sinais de saida do condicionador de sinal e determina as propriedades do material escoando pelo tubo de escoamento. Para que seja intrinsecamente seguro, o sistema hospedeiro inclui uma barreira, que impede que energia superior ao limite intrinsecamente seguro seja aplicada aos fios ligados ao condicionador de sinal pelo sistema hospedeiro. A barreira do sistema hospedeiro remoto inclui um conjunto de circuitos de proteção da fonte de energia e um conjunto de circuitos de proteção de processamento secundário. 0 conjunto de circuitos de proteção da fonte de energia impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada no primeiro fio e no segundo fio suprindo energia ao condicionador de sinal. 0 conjunto de circuitos de proteção de sinal secundário impede que energia seja aplicada pelo sistema de processamento secundário nos fios conectando o sistema de processamento secundário no conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores no condicionador de sinal.
Um aspecto desta invenção é a provisão de uma eletrônica de medição para um fluxômetro Coriolis capaz de ser intrinsecamente segura. A eletrônica de medição inclui os seguintes componentes. Um condicionador de sinal, que recebe energia de uma fonte de energia em um sistema hospedeiro remoto, via um primeiro fio e um segundo fio. 0 conjunto de circuitos de acionamento no condicionador de sinal gera um sinal de acionamento da energia recebida da fonte de energia remota e aplica o sinal de acionamento a um acionador fixado em pelo menos um conduto do fluxômetro Coriolis. 0 conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores no condicionador de sinal recebe sinais de entrada de um primeiro sensor interceptador e de um segundo sensor inter-ceptador fixados no dito pelo menos um conduto do fluxômetro Coriolis, gera informações indicativas das propriedades de um material escoando pelo conduto dos sinais de entrada, e transmite sinais de saída contendo as informações para o sistema hospedeiro remoto. 0 conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro no condicionador de sinal impede que energia em excesso de um limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos no condicionador de sinal aos fios, que conectam o condicionador de sinal ao sistema hospedeiro. 0 conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro no condicionador de sinal impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos no condicionador de si- nal aos fios, que conectam o condicionador de sinal ao acio-nador, ao primeiro sensor interceptador e ao segundo sensor interceptador.
De preferência, uma eletrônica de medição para uma montagem de fluxômetro Coriolis capaz de ser intrinsecamente segura, a dita eletrônica de medição compreendendo: o conjunto de circuitos de acionamento; uma fonte de energia capaz de proporcionar energia à dita eletrônica de medição e ao dito condicionador de sinal ; caracterizada pelo fato de que a dita eletrônica de medição compreende adicionalmente: um condicionador de sinal dentro do qual o dito conjunto de circuitos de acionamento é configurado; um sistema hospedeiro remoto do dito condicionador de sinal dentro do qual a dita fonte de energia é configurada; em que o dito condicionador de sinal recebe energia da dita fonte de energia do dito sistema hospedeiro remoto, via um primeiro fio e um segundo fio; em que o dito conjunto de circuitos de acionamento, dentro do dito condicionador de sinal, gera um sinal de acionamento, em resposta à dita energia recebida da fonte de energia e aplica o dito sinal de acionamento a um acionador fixado em pelo menos um conduto do dito fluxômetro Coriolis; um conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores dentro do dito condicionador de sinal, que recebe sinais de entrada de um primeiro sensor in- terceptador e de um segundo sensor interceptador fixados no dito pelo menos um conduto, e em resposta a eles, gera informações indicativas das propriedades de um material escoando pelo dito pelo menos um conduto, o dito condicionador de sinal transmite sinais de saída contendo as ditas informações do material para o dito sistema hospedeiro remoto; um conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro no dito condicionador de sinal, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos no dito condicionador de sinal nos ditos fios, que conectam o dito condicionador de sinal no dito sistema hospedeiro remoto; e um conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro no dito condicionador de sinal, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos no dito condicionador de sinal nos fios, que conectam o dito condicionador de sinal ao dito acionador e ao dito primeiro sensor interceptador e ao dito segundo sensor interceptador do dito fluxômetro Co-riolis.
De preferência, o dito conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro compreende um conjunto de circuitos de proteção da fonte de energia, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada no dito primeiro fio e no dito segundo fio pelo dito conjunto de circuitos no dito condicionador de sinal.
De preferência, o dito conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro compreende um conjunto de cir- cuitos de proteção de sinalização, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada aos fios, que conectam o dito conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores no dito sistema hospedeiro remoto.
De preferência, o dito conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro compreende adicionalmente um conjunto de circuitos de proteção de acionamento, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo dito conjunto de circuitos de acionamento aos fios conectados ao dito acionador.
De preferência, o dito conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro compreende adicionalmente um conjunto de circuitos de proteção dos sensores, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo dito conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores nos fios, que conectam o dito primeiro sensor interceptador e o dito segundo sensor interceptador no dito conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores.
De preferência, o dito sistema hospedeiro remoto inclui a dita fonte de energia e um sistema de processamento secundário, a dita eletrônica de medição compreendendo adicionalmente uma barreira no dito sistema hospedeiro remoto, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo dito sistema hospedeiro nos ditos fios, entre o dito condicionador de sinal e o dito sistema hospedeiro remoto.
De preferência, a dita barreira compreende um conjunto de circuitos de proteção de energia, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada a um primeiro dos ditos fios e a um segundo dos ditos fios pela dita fonte de energia.
De preferência, a eletrônica de medição compreende adicionalmente um conjunto de circuitos de proteção de processamento secundário no dito sistema hospedeiro remoto, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo dito sistema de processamento secundário nos fios, que conectam o dito conjunto de circuitos de condicionamento de sinal interceptador no dito sistema de processamento secundário.
De preferência, os ditos sinais de saida são aplicados a um primeiro fio e a um segundo fio, que se estendem para o dito sistema hospedeiro remoto pelo dito conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores.
De preferência, os ditos sinais de saida são aplicados a um terceiro fio e a um quarto fio conectados ao dito sistema hospedeiro remoto.
De preferência, o dito conjunto de circuitos de acionamento controla a quantidade de corrente do dito sinal de acionamento, que é aplicada ao dito acionador.
De preferência, o dito conjunto de circuitos de acionamento controla a quantidade de voltagem do dito sinal de acionamento, que é aplicada ao dito acionador.
De preferência, um processo capaz de ser intrinse-camente seguro para processar os sinais para uma montagem de fluxômetro Coriolis compreende as etapas de: gerar informações indicativas das propriedades de um material escoando pelo dito fluxômetro Coriolis dos sinais de entrada; caracterizado pelo fato de que inclui adicionalmente as etapas de: receber energia em um condicionador de sinal de uma fonte de energia em um sistema hospedeiro remoto, distante do condicionador de sinal, via um primeiro fio e um segundo fio; impedir que energia em excesso do limite intrinse-camente seguro seja aplicada ao dito primeiro fio e ao dito segundo fio pelo conjunto de circuitos do dito condicionador de sinal; gerar um sinal de acionamento da dita energia recebida, usando o conjunto de circuitos de acionamento no dito condicionador de sinal; aplicar o dito sinal de acionamento a um acionador afixado em pelo menos um conduto do dito fluxômetro Coriolis ; impedir que energia em excesso do dito limite in-trinsecamente seguro seja aplicada pelo dito conjunto de circuitos de acionamento nos fios conectados ao dito acionador ; receber os sinais de entrada pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores de um primeiro sensor interceptador e um segundo sensor intercep-tador afixados no pelo menos um conduto do dito fluxômetro Coriolis; impedir que energia em excesso do dito limite in-trinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores nos fios, que conectam o dito primeiro sensor interceptador e o dito segundo sensor interceptador no dito conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores; transmitir os sinais de saída contendo as ditas informações para o dito sistema hospedeiro remoto; e impedir que energia em excesso do dito limite in-trinsecamente seguro seja aplicada aos fios, que conectam o dito conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores no dito sistema hospedeiro remoto.
De preferência, o dito sistema hospedeiro remoto inclui a dita fonte de energia e um sistema de processamento de sinal secundário, o dito processo compreendendo adicionalmente a etapa de impedir que energia em excesso do dito limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo dito sistema hospedeiro remoto aos fios, entre o dito condicionador de sinal e o dito sistema de processamento de sinal secundário.
De preferência, a dita etapa de impedir do dito sistema hospedeiro remoto compreende a etapa de impedir que a energia em excesso do dito limite intrinsecamente seguro seja aplicada no dito primeiro fio e no dito segundo fio pela dita fonte de energia.
De preferência, a dita etapa de impedir que energia do dito sistema hospedeiro compreende a etapa de impedir que energia em excesso do dito limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo dito sistema de processamento secundário nos condutores, que conectam o dito conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores no dito sistema de processamento secundário.
De preferência, a dita etapa de transmitir os ditos sinais de saída compreende a etapa de aplicar o dito sinal de saida no dito primeiro fio e no dito segundo fio pelo dito conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores.
De preferência, a dita etapa de transmitir os ditos sinais de saida compreende adicionalmente a etapa de aplicar os ditos sinais de saida a um terceiro fio e a um quarto fio, que são ligados ao dito sistema hospedeiro.
De preferência, o dito processo compreende adicionalmente a etapa de controlar a quantidade de corrente do dito sinal de acionamento, que é aplicada ao dito acionador.
De preferência, o dito processo compreende adicionalmente a etapa de controlar a quantidade de voltagem do dito sinal de acionamento, que é aplicada ao dito acionador.
De preferência, o dito sistema de processamento de sinal de fluxômetro compreende uma eletrônica de medição, caracterizado pelo fato de que a dita eletrônica de medição compreende adicionalmente: um condicionador de sinal; um sistema hospedeiro acoplado remotamente ao dito condicionador de sinal; em que o dito condicionador de sinal e o dito sistema hospedeiro operam dentro de um limite intrinsecamente seguro.
De preferência, o dito condicionador de sinal compreende um conjunto de circuitos de proteção de montagem de fluxômetro acoplado a uma montagem de fluxômetro, e um conjunto de circuitos de proteção do lado do hospedeiro, acoplado ao dito sistema hospedeiro.
De preferência, o dito conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro compreende um conjunto de circuitos de proteção de acionamento.
De preferência, o dito conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro compreende um conjunto de circuitos de proteção de sensores.
De preferência, o dito sistema hospedeiro compreende uma barreira.
De preferência, a dita barreira compreende um conjunto de circuitos de proteção da fonte de energia, acoplado ao condicionador de sinal.
De preferência, a dita barreira compreende um conjunto de circuitos de proteção de processamento, acoplado ao condicionador de sinal.
De preferência, o dito processo para o processamento de sinais de fluxômetro, compreendendo a etapa de proporcionar uma eletrônica de medição, é caracterizado pelo fato de que o dito processo compreende adicionalmente as etapas de: proporcionar um sistema de processamento de sinal da dita eletrônica de medição tendo um condicionador de sinal e um sistema hospedeiro, acoplados a uma montagem de fluxômetro; operar o dito condicionador de sinal dentro de um limite intrinsecamente seguro; operar o dito sistema hospedeiro remotamente do dito condicionador de sinal e dentro de um limite intrinsecamente seguro; receber sinais da dita montagem de fluxômetro no condicionador de sinal; e processar os ditos sinais.
De preferência, a dita etapa de operar o dito condicionador de sinal compreende as etapas de: gerar um sinal de acionamento; e aplicar o sinal de acionamento a um acionador, acoplado à dita montagem de fluxômetro.
De preferência, a dita etapa de operar o dito condicionador de sinal compreende receber sinais de pelo menos um sensor acoplado à dita montagem de fluxômetro.
De preferência, a dita etapa de operar o dito condicionador de sinal compreende receber energia do dito sistema hospedeiro.
De preferência, a dita etapa de operar o dito condicionador de sinal compreende proporcionar sinais para o dito sistema hospedeiro.
De preferência, o dito processo compreende adicionalmente a etapa de impedir energia em excesso do dito limite intrinsecamente seguro, durante a operação do dito condicionador de sinal, ou durante uma condição de curto-circuito .
De preferência, a dita etapa de impedir compreende proporcionar um conjunto de circuitos de proteção do dito condicionador de sinal.
De preferência, a dita etapa de operar o dito sistema hospedeiro compreende suprir energia ao dito condicionador de sinal.
De preferência, a dita etapa de operar o dito sistema hospedeiro compreende receber sinais do dito condicionador de sinal.
De preferência, o dito processo compreende adicionalmente a etapa de impedir energia em excesso do dito limite intrinsecamente seguro, durante a operação do dito sistema hospedeiro, ou durante uma condição de curto-circuito.
De preferência, a dita etapa de impedir compreende proporcionar um conjunto de circuitos de proteção do dito sistema hospedeiro.
DESCRIÇÃO SUCINTA DOS DESENHOS
As vantagens mencionadas acima e outras desta invenção são apresentadas na Descrição Detalhada e nos seguintes desenhos: a Figura 1 ilustrando uma montagem de fluxômetro Coriolis e a eletrônica de medição associada de acordo com esta invenção; a Figura 2 ilustrando um diagrama de blocos da eletrônica de medição de acordo com esta invenção; e a Figura 3 ilustrando detalhes adicionais da eletrônica de medição de uma modalidade preferida de acordo com esta invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA
As modalidades preferidas da presente invenção vão ser descritas abaixo de forma mais completa, com referência aos desenhos em anexo, nos quais os números similares se referem aos elementos similares ao longo deles. A Figura 1 mostra um fluxômetro Coriolis 5 exem-plificativo, que compreende uma montagem de fluxômetro Coriolis 10 e uma eletrônica de medição 20. A eletrônica de medição 20 é conectada à montagem de fluxômetro 10, via o caminho 100, para proporcionar, por exemplo, mas não limitado a, informações de densidade, vazão de escoamento de massa, vazão de escoamento de volume e escoamento de massa total pelo caminho 26. Uma estrutura de fluxômetro Coriolis é descrita. A presente invenção poderia ser praticada em conjunto com qualquer aparelho tendo um conduto vibratório, para medir as propriedades de material escoando pelo conduto. Um segundo exemplo desse aparelho é um densitômetro de tubo vibratório que não tem a capacidade de medição adicional proporcionada pelos fluxômetros de massa Coriolis. A montagem de medidor 10 inclui um par de flanges 101 e 101', uma tubulação 102 e os condutos 103A e 103B. Conectados aos condutos 103A e 103B, estão o acionador 104, os sensores interceptadores 105 e 105', e o sensor de tempera- tura 107. As barras de reforço 106 e 106' servem para definir os eixos W e W', em torno dos quais cada conduto oscila.
Quando o fluxômetro Coriolis 5 é inserido em um sistema de tubulações (não mostrado), que conduz o material de processo que está sendo medido, o material entra na montagem de fluxômetro 10 pelo flange 101, passa pela tubulação 102, na qual o material é dirigido para entrar nos condutos 103A e 103B, escoa pelos condutos 103A e 103B e de volta para a tubulação 102, da qual sai da montagem do medidor 10 pelo flange 101'.
Os condutos 103A e 103B são selecionados e montados adequadamente na tubulação 102, de modo a ter substancialmente as mesmas distribuição mássica, momentos de inércia e módulos elásticos em torno dos eixos de curvatura W - W e W' - W'-, respectivamente. Os condutos 103A - 103B se estendem para fora da tubulação de um modo essencialmente paralelo .
Os condutos 103A - 103B são acionados pelo aciona-dor 104 em direções opostas em torno dos seus respectivos eixos de curvatura W e W', e o que se denomina o primeiro modo de curvatura fora de fase do fluxômetro. O acionador 104 pode compreender quaisquer das muitas disposições bem conhecidas, tal como um imã montado no conduto 103A e uma bobina oposta montada no conduto 103B, e através das quais uma corrente alternada é passada para vibrar ambos os condutos. Um sinal de acionamento adequado é aplicado pela eletrônica de medição 20 no acionador 104, via o caminho 110.
Os sensores interceptadores 105 e 105' são fixadas em pelo menos um dos condutos 103A e 103B em extremidades opostas do conduto, para medir a oscilação dos condutos. Na medida em que os condutos 103A - 103B vibram, os sensores interceptadores 105 - 105' geram um primeiro sinal intercep-tador e um segundo sinal interceptador. Os primeiro e segundo sinais interceptadores são aplicados nos caminhos 111 e 111'. 0 sinal da velocidade do acionador é aplicado no caminho 110. O sensor de temperatura 107 é afixado em pelo menos um conduto 103A e/ou 103B. O sensor de temperatura 107 mede a temperatura do conduto, para modificar as equações para a temperatura do sistema. O caminho 112 conduz os sinais de temperatura do sensor de temperatura 107 para a eletrônica de medição 20. A eletrônica de medição 20 recebe os primeiro e segundo sinais interceptadores que aparecem nos caminhos 111' e 111'', respectivamente. A eletrônica de medição 20 processa esses primeiro e segundo sinais para computar a vazão de escoamento de massa, a densidade, ou outra propriedade do material passando pela montagem de fluxômetro 10. Essas informações computadas são aplicadas pela eletrônica de medição 20, pelo caminho 26, em um meio de utilização (não mostrado). O fluxômetro Coriolis 5 é similar em estrutura a um densitômetro de tubo vibratório. Os densitômetros de tubos vibratórios também utilizam um tubo vibratório através do qual o fluido escoa ou, no caso de um densitômetro do ti- po amostra, dentro do qual o fluido é mantido. Os densitôme-tros de tubos vibratórios também empregam um sistema de acionamento para excitar o conduto para que vibre. Os densitô-metros de tubos vibratórios utilizam, tipicamente, apenas um único sinal de realimentação, uma vez que uma medida de densidade requer apenas a medida de freqüência, e uma medida de fase não é necessária. A descrição da presente invenção se aplica igualmente aos densitômetros de tubos vibratórios.
Descrição da Figura 2 A Figura 2 ilustra uma modalidade preferida da eletrônica de medição 20 da presente invenção na forma de diagrama de blocos. Nessa modalidade, a eletrônica de medição 20 é dividida fisicamente em um sistema hospedeiro remoto 200 e um condicionador de sinal 201, próximos a uma montagem de fluxômetro 10. Na eletrônica de medição convencional, esses componentes são alojados em uma unidade, e estão, usualmente, próximos à montagem de fluxômetro 10. Isso torna necessário, nesses sistemas convencionais, estender um cabo de 9 fios da eletrônica de medição 20 para a montagem de fluxômetro 10. No entanto, a separação dos componentes da eletrônica de medição 20 de acordo com a presente invenção em um sistema hospedeiro remoto 200 e um condicionador de sinal 201 elimina a necessidade para que o cabo de 9 fios aplique sinal da eletrônica de medição 20 nos fios conectados ao acionador 104, aos sensores interceptadores 105 -105' e ao sensor de temperatura 107. (Todos mostrados na Figura 1). Em vez disso, o condicionador de sinal 201 pode ser conectado diretamente nos 9 fios nos caminhos 110, 111 - 111', e 112 por justaposição do condicionador de sinal 201 na montagem de fluxômetro 10. O condicionador de sinal 201 inclui um conjunto de circuitos de acionamento 210 e um conjunto de circuitos de condicionamento dos interceptadores 220. O condicionador de sinal 201 é capaz de ser intrinsecamente seguro. Como tal, todo o conjunto de circuitos no condicionador de sinal 201 deve funcionar a um nível de energia que está abaixo de um limite intrinsecamente seguro. Para os propósitos desta discussão, força motriz significa energia e/ou força motriz. O limite intrinsecamente seguro é a energia máxima na qual um dispositivo pode operar para garantir que uma centelha, excesso de energia ou excesso de calor do circuito não vai inflamar material volátil em um meio. O conjunto de circuitos de acionamento 210 e o conjunto de circuitos de condicionamento dos interceptadores 220 podem ser circuitos analógicos separados, ou podem ser funções separadas proporcionadas por um processador de sinal digital ou outros componentes digitais . O conjunto de circuitos de acionamento 210 gera um sinal de acionamento, que é aplicado no acionador 104, via o caminho 110 do caminho 100 (Consultar a Figura 1). O caminho 110 tem um primeiro e um segundo fios. O circuito de acionamento 210 é conectado ao conjunto de circuitos de condicionamento dos sinais interceptadores, via o caminho 215. O caminho 215 permite que o conjunto de circuitos de acionamento 210 monitore os sinais interceptadores entrantes, para ajustar o sinal de acionamento. A energia, para operar o conjun- to de circuitos de acionamento 210 e o conjunto de circuitos de condicionamento de sinais interceptadores 220, é suprida do sistema hospedeiro remoto 200, via um primeiro fio 211 e um segundo fio 212. 0 primeiro fio 211 e o segundo fio 212 podem ser parte de um cabo de 2 fios ou de 4 fios convencional . O conjunto de circuitos de condicionamento de sinais interceptadores 220 recebe os sinais de entrada do primeiro sensor interceptador 105, segundo sensor interceptador 105', e do sensor de temperatura 107, via os caminhos 111, 111' e 112 (Consultar a Figura 1). O conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores 220 determina a freqüência dos sinais interceptadores, e também pode determinar as propriedades de um material escoando pelos condutos 103A - 103B (Consultar a Figura 1). Após a freqüência dos sinais de entrada dos sensores interceptadores 105 -105' e as propriedades do material terem sido determinadas, os sinais de saída conduzindo essas informações são gerados e transmitidos para uma unidade de processamento secundário 250 no sistema hospedeiro remoto 200, via o caminho 221. Em uma modalidade preferida, o caminho 221 inclui 2 fios 321 e 322 (Consultar a Figura 3). O sistema hospedeiro remoto 200 inclui uma fonte de energia 230 e um sistema de processamento secundário 250. A fonte de energia 230 recebe eletricidade de uma fonte e converte a eletricidade recebida na energia adequada necessária ao sistema. O sistema de processamento secundário 250 recebe os sinais de saída do conjunto de circuitos de condi- cionamento dos sinais interceptadores 220 e conduz os processos necessários para proporcionar as propriedades do material escoando pelos condutos 103A - 103B necessárias por um usuário. Essas propriedades podem incluir, mas não são limitadas a densidade, vazão de escoamento de massa e vazão de escoamento de volume.
Descrição da Figura 3 A Figura 3 ilustra um diagrama de blocos de uma modalidade de acordo com a presente invenção que é intrinse-camente segura. Essa modalidade permite que o condicionador de sinal 201 seja intrinsecamente seguro. Portanto, o condicionador de sinal 201 não precisa ser alojado em um alojamento à prova de explosão. Em vez disso, apenas os componentes do sistema hospedeiro 200 têm que ser alojados em um alojamento à prova de explosão, em um meio explosivo.
Para que o condicionador de sinal 201 seja capaz de ser intrinsecamente seguro, o conjunto de circuitos de acionamento 210 e o conjunto de circuitos de condicionamento de sinais interceptadores 220 devem operar a uma energia abaixo de um limite intrinsecamente seguro, que é a energia máxima que várias agências permitem a operação, para garantir que uma centelha ou calor do conjunto de circuitos não inflama o material volátil no meio. Nessa modalidade, o conjunto de circuitos de controle de acionamento 210 recebe energia da fonte de energia 230, via os caminhos 211 e 212, e aplica o sinal de acionamento ao acionador 104, via os fios 341 - 342 do caminho 110 no caminho 100 (Consultar também a Figura 1). O conjunto de circuitos de condicionamento de sinais interceptadores 220 recebe os sinais dos sensores in-terceptadores 105 - 105' (mostrados na Figura 1), e do sensor de temperatura 107, via os fios 343 - 347, que se estendem pelo conjunto de circuitos barreira da montagem de fluxômetro 330, como descrito abaixo. Os sinais de saída são depois aplicados aos condutores 321 - 322 do caminho 221. Os condutores 321 e 322 são necessários para suportar o protocolo 4 - 20 ma ou o RS405 convencionais. No entanto, aqueles versados na técnica vão reconhecer que é possível aplicar os sinais de saída aos condutores 211 - 212, nos quais a energia é recebida do sistema hospedeiro 200. O condicionador de sinal 201 também inclui um conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro 320, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo condicionador de sinal 201 aos condutores, que conectam o condicionador de sinal 201 ao sistema hospedeiro remoto 200. 0 conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro 330 impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo condicionador de sinal 201 aos fios 341 - 349, que conectam o condicionador de sinal 201 à montagem de fluxômetro 10. O limite intrinsecamente seguro é a quantidade máxima de energia que as várias agências permitem que um dispositivo opere e classificada como intrinsecamente segura. A energia pode ser medida pela quantidade de corrente ou de voltagem pelos condutores. O conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro 320 inclui um conjunto de circuitos de proteção de energia 322 e um conjunto de circuitos de proteção de sinalização 324. O conjunto de circuitos de proteção de energia 322 recebe energia, via um primeiro fio 211 e um segundo fio 212, e garante que a energia não é aplicada pelo condicionador de sinal 201 nos outros fios 211 - 212, durante a operação ou quando ocorre um curto-circuito. O conjunto de circuitos de proteção de sinalização 324 garante que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro não é aplicada pelo condicionador de sinal 201 nos fios 321 - 322. O conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro 330 inclui um conjunto de circuitos de proteção de acionamento 331 e um conjunto de circuitos de proteção dos sensores 332. 0 conjunto de circuitos de proteção de acionamento 331 impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos de acionamento nos fios 341 e 342 conectados ao aciona-dor 104 (mostrado na Figura 1). O conjunto de circuitos de proteção dos sensores 332 impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos de condicionamento dos sinais dos interceptadores 220 nos fios 343 - 347, durante operação ou quando ocorre um curto-circuito.
Para tornar o sistema intrinsecamente seguro, o sistema hospedeiro remoto 200 não pode aplicar energia acima do limite intrinsecamente seguro nos fios conectados ao condicionador de sinal 201. A barreira 310 no sistema hospedei- ro 200 impede que energia em excesso do limite intrinseca-mente seguro seja aplicada aos fios 211 - 212 e 321 - 322, que conectam o sistema hospedeiro 200 ao condicionador de sinal 201. A barreira 310 inclui o conjunto de circuitos de proteção da fonte de energia 311 e o conjunto de circuitos de proteção de processamento secundário 312. O conjunto de circuitos de proteção da fonte de energia 311 recebe energia da fonte de energia 230, via os caminhos 313 - 314, e inclui um conjunto de circuitos que impede que energia sendo aplicada aos fios 211 - 212 passe de um limite intrinsecamente seguro, durante operação normal ou quando ocorre um curto-circuito. A quantidade de energia pode ser medida na quantidade de corrente ou na quantidade de voltagem nos fios 211 - 212. O conjunto de circuitos de proteção de processamento secundário 312 recebe sinais do conjunto de circuitos de condicionamento do sinal 220, via os fios 321 - 322 no caminho 221, e transmite os sinais de saida para o processador secundário 250, via os fios 315 - 316. O conjunto de circuitos de barreira de processamento secundário 312 impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada aos fios 321 - 322 do caminho 221, durante operação normal ou quando ocorre um curto-circuito. O que foi apresentado acima descreve uma eletrônica de medição para um fluxômetro Coriolis tendo um condicionador de sinal, que é capaz de ser intrinsecamente segura e elimina a necessidade para o cabo de 9 fios convencional.
REIVINDICAÇÕES
Claims (20)
1. Eletrônica de medição (20) para uma montagem de fluxômetro Coriolis capaz de ser intrinsecamente segura, compreendendo: o conjunto de circuitos de acionamento (210); uma fonte de energia capaz de proporcionar energia à eletrônica de medição e ao condicionador de sinal; CARACTERIZADA pelo fato de que compreende adicionalmente : um condicionador de sinal (201) dentro do qual o conjunto de circuitos é configurado; um sistema hospedeiro (200) remoto do condicionador de sinal dentro do qual a fonte de energia é configurada; em que o condicionador de sinal (201) recebe energia da fonte de energia (230) do dito sistema hospedeiro remoto (200), via um primeiro fio (211) e um segundo fio (212) ; em que o conjunto de circuitos de acionamento (210), dentro do condicionador de sinal (201), gera um sinal de acionamento, em resposta à energia recebida da fonte de energia e aplica o dito sinal de acionamento a um acionador (104) fixado em pelo menos um conduto (103A - 103B) do fluxômetro Coriolis; um conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (220) dentro do condicionador de sinal (201), que recebe sinais de entrada de um primeiro sensor interceptador (105) e de um segundo sensor interceptador (105') fixados no pelo menos um conduto (103A - 103B), e em resposta a eles, gera informações indicativas das propriedades de um material escoando por pelo menos um conduto (103A - 103B), o condicionador de sinal transmite sinais de saida contendo as informações do material para o sistema hospedeiro remoto (200) ; um conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro (320) no condicionador de sinal (201), que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos no condicionador de sinal (201) nos fios, que conectam o condicionador de sinal (201) no sistema hospedeiro remoto (200); e um conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro (330) no condicionador de sinal (201), que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos no condicionador de sinal (201) nos fios, que conectam o condicionador de sinal (201) ao acionador (104) e ao dito primeiro sensor intercep-tador (105) e ao segundo sensor interceptador (105') do fluxômetro Coriolis.
2. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro (320) compreende um conjunto de circuitos de proteção da fonte de energia (320), que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada no primeiro fio (211) e no segundo fio (212) pelo conjunto de circuitos no condicionador de sinal (201) .
3. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto de circuitos de proteção do lado hospedeiro (320) compreende um conjunto de circuitos de proteção de sinalização (324), que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada aos fios (221), que conectam o conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (220) no sistema hospedeiro remoto (200).
4. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro (330) compreende adicionalmente um conjunto de circuitos de proteção de acionamento (331), que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos de acionamento (210) aos fios (341 - 342) conectados ao acionador (104).
5. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto de circuitos de proteção da montagem de fluxômetro (330) compreende adicionalmente um conjunto de circuitos de proteção dos sensores (332), que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (220) nos fios (342 - 347), que conectam o dito primeiro sensor interceptador (105) e o segundo sensor interceptador (105') no conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (330).
6. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 1, em que o sistema hospedeiro remoto (200) inclui a fonte de energia (230) e um sistema de processamento de sinal secundário (250), CARACTERIZADA pelo fato de que compreendendo adicionalmente uma barreira (310) no sistema hospedeiro remoto (200), que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo sistema hospedeiro (200) nos fios (211, 212, 221), entre o condicionador de sinal (201) e o sistema hospedeiro remoto (200).
7. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADA pelo fato de que a barreira (310) compreende um conjunto de circuitos de proteção de energia (311), que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada a um primeiro dos fios (211) e a um segundo dos fios (212) pela fonte de energia (230) .
8. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende adicionalmente um conjunto de circuitos de proteção de processamento secundário (312) no sistema hospedeiro remoto, que impede que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo sistema de processamento secundário (250) nos fios (221), que conectam o conjunto de circuitos de condicionamento de sinal interceptador (220) no sistema de processamento secundário (250).
9. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que os sinais de saida são aplicados a um primeiro fio (211) e a um segundo fio (212), que se estendem para o sistema hospedeiro remoto pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (220).
10. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADA pelo fato de que os sinais de saida são aplicados a um terceiro fio (321) e a um quarto fio (322) conectados ao sistema hospedeiro remoto (200).
11. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto de circuitos de acionamento (210) controla a quantidade de corrente do sinal de acionamento, que é aplicada ao dito acionador (104).
12. Eletrônica de medição (20), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto de circuitos de acionamento (210) controla a quantidade de voltagem do sinal de acionamento, que é aplicada ao acionador (104).
13. Processo capaz de ser intrinsecamente seguro para processar os sinais para uma montagem de fluxômetro Co-riolis (5), compreendendo a etapa de gerar informações indicativas das propriedades de um material escoando pelo fluxômetro Coriolis dos sinais de entrada, CARACTERIZADO pelo fato de que inclui adicionalmente as etapas de: receber energia em um condicionador de sinal (201) de uma fonte de energia (230) em um sistema hospedeiro remoto (200), distante do condicionador de sinal (201), via um primeiro fio (211) e um segundo fio (212); impedir que energia em excesso do limite intrinse-camente seguro seja aplicada ao primeiro fio (211) e ao segundo fio (212) pelo conjunto de circuitos do condicionador de sinal (201); gerar um sinal de acionamento da energia recebida, usando o conjunto de circuitos de acionamento no condicionador de sinal (210); aplicar o sinal de acionamento a um acionador (104) afixado em pelo menos um conduto (103A - 103B) do fluxômetro Coriolis; impedir que energia em excesso do limite intrinse-camente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos de acionamento (210) nos fios (341 - 342) conectados ao acionador (104); receber os sinais de entrada pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (220) de um primeiro sensor interceptador (105) e um segundo sensor interceptador (105') afixados no pelo menos um conduto (103A - 103B) do fluxômetro Coriolis; impedir que energia em excesso do limite intrinse-camente seguro seja aplicada pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (220) nos fios, que conectam o primeiro sensor interceptador (105) e o segundo sensor interceptador (105') no conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (220); transmitir os sinais de saída contendo as informações para o sistema hospedeiro remoto (200); e impedir que energia em excesso do limite intrinse-camente seguro seja aplicada aos fios (221), que conectam o conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos inter-ceptadores (220) no sistema hospedeiro remoto (200).
14. Processo, de acordo com a reivindicação 13, em que o sistema hospedeiro remoto (200) inclui a fonte de energia (230) e um sistema de processamento de sinal secundário, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente a etapa de impedir que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo sistema hospedeiro remoto (200) aos fios (221), entre o condicionador de sinal (201) e o sistema de processamento de sinal secundário (250) .
15. Processo, de acordo com a reivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de impedir energia do sistema hospedeiro remoto compreende a etapa de impedir que a energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada no primeiro fio (211) e no dito fio (212) pela dita fonte de energia.
16. Processo, de acordo com a reivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de impedir que energia do dito sistema hospedeiro compreende a etapa de impedir que energia em excesso do limite intrinsecamente seguro seja aplicada pelo sistema de processamento secundário (250) nos condutores, que conectam o conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos interceptadores (220) no sistema de processamento secundário (250).
17. Processo, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de transmitir os ditos sinais de saida compreende a etapa de aplicar o sinal de saida no primeiro fio (211) e no segundo fio (212) pelo conjunto de circuitos de condicionamento do sinal dos intercep-tadores (220) .
18. Processo, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de transmitir os sinais de saida compreende adicionalmente a etapa de aplicar os sinais de saida a um terceiro fio (321) e a um quarto fio (322), que são ligados ao dito sistema hospedeiro (200).
19. Processo, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente a etapa de controlar a quantidade de corrente do sinal de acionamento, que é aplicada ao acionador (104).
20. Processo, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente a etapa de controlar a quantidade de voltagem do sinal de acionamento, que é aplicada ao acionador (104).
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