BRPI0112679B1 - método para transmissão de dados, equipamento do usuário, e, rede acesso de rádio edge/gprs - Google Patents
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Abstract
"método para transmissão de dados, equipamento do usuário, e, rede de acesso de rádio edge/gprs". a invenção descreve um método para transmissão de dados entre a rede de acesso de rádio edge/gprs e o equipamento do usuário do sistema móvel, e para o equipamento do usuário usando o método, e para a geran. no método, no passo (302) os dados são transmitidos e codificados usando um algoritmo de codificação na extremidade de transmissão, no passo (304) os dados codificados são transmitidos da extremidade de transmissão para a extremidade de recepção, e no passo (306) os dados transmitidos são decodificados usando um algoritmo de codificação na extremidade de recepção. o algoritmo de codificação usado é um algoritmo de codificação da rede de acesso de rádio utran que emprega o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga do sistema de telecomunicações móvel universal, neste caso os parâmetros de entrada do formato acordado solicitado pelo algoritmo de codificação são criados com base nos parâmetros de operação da rede de acesso de rádio edge/gprs (geran).
Description
"MÉTODO PARA TRANSMISSÃO DE DADOS, EQUIPAMENTO DO USUÁRIO, E, REDE DE ACESSO DE RÁDIO EDGE/GPRS".
Campo da invenção A invenção descreve um método de transmissão de dados entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) (EDGE - Taxa de dados otimizada para Evolução do GSM /GPRS - Serviço de Rádio Pacote Geral) e o equipamento do usuário do sistema móvel, o equipamento do usuário usando o método, e a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN).
Descrição da Técnica Anterior Ao transmitir os dados da GERAN para o equipamento do usuário e vice versa, os dados a serem transmitidos devem ser codificados (cifrados) antes da transmissão por razões de segurança. A codificação toma difícil a derivação dos dados de sinalização e do usuário. Os dados a serem transmitidos são codificados usando o algoritmo de codificação na extremidade de transmissão e os dados codificados são transmitidos da extremidade de transmissão para a extremidade de recepção, onde os dados transmitidos são decodificados usando o algoritmo de codificação. O mesmo algoritmo de codificação é usado em ambas as extremidades. A máscara de codificação criada pelo algoritmo de codificação é fixada aos dados a serem codificados usando a operação XOR (operação lógica OU exclusivo), assim a codificação não aumenta o número de bits a serem transmitidos. Esta pode ser apresentada pela fórmula: C = Μ Θ P (I) onde C são os dados codificados, M é a máscara de codificação, P são os dados não codificados e Θ é a operação XOR. O algoritmo de codificação solicita os parâmetros de entrada para tomar a máscara de codificação criada pelo algoritmo diferente para cada usuário e para cada tempo de uso. O parâmetro mais importante é a chave de codificação cujo comprimento é de 128 bits. por exemplo. Uma chave de codificação diferente, e assim também uma máscara de codificação diferente é usada para cada usuário. Contudo, o problema aumenta a partir do fato de que a mesma máscara de codificação não pode ser usada duas vezes para os dados com conteúdos diferentes. Esta situação proibitiva pode ser descrita pela fórmula: onde P, e P: são dados não codificados com diferentes conteúdos e C| e C2 são dados codificados com conteúdos diferentes. Como pode ser visto, um intrometido pode remover a máscara executando uma operação XOR entre os dados possuindo conteúdos diferentes e codificados usando a mesma máscara, assim quebrando a codificação.
Devido a isto, outros parâmetros são também usados nos algoritmos de codificação, por exemplo, o algoritmo de codificação da rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga do sistema de telecomunicações móvel universal (UMTS) usa como parâmetro de entrada, o parâmetro de contador o qual muda com o tempo, o parâmetro direcional (enlace ascendente/enlace descendente) e o parâmetro de portadora. A estrutura do algoritmo de codificação a ser usado na GERAN não tem ainda sido decidida. Deveria, contudo, encontrar ao menos os requisitos a seguir: - sincronização de codificação implícita, especialmente em conexão com a transferência. - abordagem similar a ambos os serviços, em tempo real e em tempo não- real, - redundância incrementai, - multiplexação de vários usuários diferentes para a mesma fenda de tempo. - multiplexação de várias portadoras de rádio diferentes para o mesmo equipamento do usuário, - habilitação da operação multi-fendas .
Resumo da Invenção É um objeto da invenção prover um método aperfeiçoado para transmitir os dados entre a rede de acesso de rádio GERAN e o equipamento do usuário do sistema móvel, uma parte do equipamento do usuário aperfeiçoado e uma rede de acesso de rádio EDGE/GPRS aperfeiçoada (GERAN). Como um aspecto da invenção, o método de acordo com a reivindicação 1 é apresentado para transmitir os dados entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e o equipamento do usuário do sistema móvel. De acordo com o segundo aspecto da invenção, o equipamento do usuário de acordo com a reivindicação 17 é apresentado. De acordo com o terceiro aspecto da invenção, a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 33 é apresentada. As incorporações preferidas da invenção são descritas nas reivindicações dependentes. A invenção é baseada na reutilização do algoritmo de codificação da UTRAN tal como na GERAN. Isto torna possível definir a operação interna do algoritmo de codificação como uma caixa preta modificando os parâmetros de entrada solicitados pelo algoritmo de codificação de acordo com os requisitos agrupados pela GERAN. O método e aparelho da invenção fornecem vários melhoramentos. Projetar um novo algoritmo de codificação é uma operação muito custosa. Ao usar a invenção, um novo algoritmo de codificação não necessita ser projetado para a GERAN. mas o algoritmo de codificação da UTRAN já projetado pode ser usado. Este economiza uma quantidade considerável de trabalho como também os custos de desenvolvimento dos produtos ocasionados deste. A invenção também facilita o projeto do equipamento do usuário capaz de contactar ambas, a UTRAN e a GERAN.
Breve Descrição das Figuras A seguir, a invenção será descrita em maiores detalhes por meio das incorporações preferidas e com referência aos desenhos apensos, nos quais: Figura IA - apresenta um exemplo da estrutura da rede celular: Figura 1 B - é um diagrama em blocos apresentando a rede celular em maiores detalhes;
Figura IC - apresenta uma conexão comutada por circuito;
Figura I D - apresenta uma conexão comutada por pacote;
Figura 2 - apresenta um exemplo das pilhas de protocolo de certas partes da rede celular;
Figura 3 - é um fluxograma ilustrando o método para a transmissão de dados;
Figura 4 - ilustra a codificação na extremidade de transmissão e a decodificação na extremidade de recepção.
Descrição Detalhada da Invenção As especificações para os sistemas móveis de terceira-geração. tal como o UMTS, estão sendo desenvolvidos pelo 3GPP (Projeto de Parceiros da Terceira Geração) cuja página pessoal hltp:/Avww.3i»pp.oni contém as especificações relacionadas a estrutura geral e a codificação do sistema, o qual fornece uma boa descrição habilitando o uso da invenção para uma pessoa qualificada na técnica. As especificações relacionadas à codificação em particular são incorporadas aqui por referência: - 3G TS 33. 102 V3.2.0: Arquitetura de segurança - 3G TS 25.301 V3.4.0: Arquitetura do Protocolo de Interface de Rádio - 3G TS 33.105 V3.3.0: Requerimentos do Algoritmo de Criptografia. A estrutura típica do sistema de rádio e as suas conexões a uma rede de telefonia comutada pública e a rede de transmissão de pacote são descritas com referência às Figuras I A e I B. A Figura 1B contém apenas os blocos essenciais para a descrição das incorporações, mas está claro para uma pessoa qualificada na técnica que uma rede celular convencional também contém outras funções e estruturas, as quais não necessitam ser descritas em maiores detalhes aqui. O sistema de rádio da invenção usa a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN). O termo GERAN refere a uma evolução do sistema GSM (Sistema Global para Comunicações Móvel), do sistema TDMA/136 (Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo) e do sistema EDGE, o qual é pretendido para fornecer todos os serviços móveis da terceira geração (UMTS/WCDMA/cdma20()0).
Assim, a GERAN é uma forma intermediária do GPRS baseado em GSM ou do EGPRS (Serviço de Rádio Pacote Geral Otimizado) e do sistema de telecomunicação móvel universal UMTS que emprega o acesso múltiplo por divisão de código de banda larga, onde a estrutura da rede de acesso de rádio é esboçada no estilo UMTS e a rede de acesso de rádio é denominada de GERAN, por exemplo, e na qual a interface de rádio é. contudo, uma interface de rádio normal baseado em GSM ou uma interface de rádio que emprega a modulação EDGE. O EGPRS é um sistema baseado em GSM utilizando a transmissão comutada por pacote. O EGPRS usa a tecnologia EDGE para aumentar a capacidade da transmissão de dados. Em adição, à modulação GMSK (modulação de deslocamento mínimo e filtro gaussiano), a qual é usada normalmente no GSM, é possível usar a modulação 8-PSK (modulação por desvio de fase-8) para os canais de pacote de dados. O objetivo é implementar principalmente os serviços de transmissão de dados em tempo não-real, tal como, por exemplo, uma cópia de arquivos e o uso do navegador Internet, mas também os serviços comutados por pacote em tempo real na transmissão de voz e de imagens de vídeo.
As descrições das Figuras IA e 1B são baseadas principalmente no UMTS. As partes principais do sistema móvel são a rede núcleo RN, a rede de acesso de rádio terrestre UMTS (UTRAN), e o equipamento do usuário EU. A interface entre a RN e a UTRAN é denominada de lu e a interface de rádio entre a UTRAN e o EU é denominada de Uu. A UTRAN é constituída de subsistemas da rede de rádio SRR. A interface entre as SRRs é denominada de lur. A SRR é constituída de um controlador da rede de rádio CRR e de um ou mais nós B. A interface entre o CRR e B é denominada de lub. A área de cobertura, isto é a célula, do nó B é marcada com C na Figura 1B. O SRR pode também ser denominado por seu nome mais tradicional, sistema da estação base (SEB). A parte de rede do sistema de rádio então compreende a rede de acesso de rádio UTRAN e a rede núcleo RN. A descrição na Figura IA é muito abstrata, assim esta é clarificada na Figura 1B pela indicação aproximadamente de qual parte do sistema GSM corresponde a que parte no UMTS. Deveria ser observado que a descrição apresentada não é de forma alguma delimitativa, apenas para propósito de ilustração, uma vez que as responsabilidades e as funções de diferentes partes do UMTS ainda estão sendo projetadas. O equipamento do usuário 150 pode, por exemplo, ser fixado, instalado em um veículo, ou portátil. O equipamento do usuário 150 é também conhecido como uma estação móvel EM. A infraestrutura da rede de acesso de rádio UTRAN é constituída dos subsistemas da rede de rádio SRR, isto é os sistemas da estação base. O subsistema da rede de rádio SRR, isto é o controlador da estação base 102 e ao menos um nó B, isto é a estação base 100 controlada por este. A estação base B possui um multiplexador 116, transceptores 114 e uma unidade de controle 118 que controla a operação dos transceptores 114 e do multiplexador 116. Os canais de tráfego e de controle usados pelos transceptores 114 são colocados no enlace de transmissão 160 pelo multiplexador 116.
Os transceptores 114 da estação base B são conectados a uma unidade de antena 112 a qual implementa um enlace de rádio bidirecional Uu para o equipamento do usuário 150. A estrutura dos quadros transmitida no enlace de rádio bidirecional Uu é definida exatamente. O controlador da rede de rádio CRR compreende um campo de um grupo de comutação 120 e uma unidade de controle 124. O campo do grupo de comutação 120 é usado para a conexão de voz e dados e para conectar os circuitos de sinalização. O sistema da estação base formado pela estação base B e o controlador da rede de rádio CRR também compreende um transcodificador 122. A distribuição de trabalho entre o controlador da rede de rádio CRR e a estação base B como também a sua estrutura física podem variar dependendo da implementação. Tipicamente, a estação base B toma conta da implementação do caminho de rádio como descrito acima. O controlador da rede de rádio CRR tipicamente toma conta dos a seguir: do gerenciamento dos recursos de rádio, do controle de transferência entre células, do ajuste de potência, da temporização e sincronização, e da paginação do equipamento do usuário. O transcodificador 122 é usualmente localizado tão próximo quanto possível do centro de comutação móvel 132, porque a voz pode então ser transmitida no formato do sistema de telefonia móvel entre o transcodificador e o controlador da rede de rádio CRR, armazenando a capacidade de transmissão. O transcodificador 122 converte os formatos diferentes de codificação digital de voz usado entre a rede de telefonia comutada pública e a rede móvel a ser compatível com cada outra, por exemplo, do formato de 64 kbit/s da rede pública para outro formato (ex. 13 kbit/s) da rede celular e vice versa. O hardware solicitado não é descrito em detalhes aqui, mas pode ser observado que outros dados do que voz não são convertidos no transcodificador 122. A unidade de controle 124 toma conta do controle de chamada, do gerenciamento de mobilidade, da coleção de estatísticas, e da sinalização. A rede núcleo RN compreende uma infraestrutura pertencendo ao sistema de telefonia móvel e externo a UTRAN. Dos aparelhos pertencendo à transmissão comutada por circuito da rede núcleo RN. a Figura I B apresenta o centro de comutação móvel 132.
Como apresentado na Figura 1 B, as conexões (apresentadas como pontos pretos) podem ser feitas com o campo de comutação 120 para ambas, a rede de telefonia comutada pública 134 através do centro de comutação móvel 132 e a rede comutada por pacote 142. Um terminal típico 136 na rede de telefonia comutada pública 134 é um telefone convencional ou um telefone RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados). A transmissão por pacote é executada de um computador 148. que conecta ao sistema móvel através da Internet 146 a um computador portátil 152, conectado ao equipamento do usuário 150. Ao invés da combinação do equipamento do usuário 150 e do computador portátil 152, um telefone WAP (Protocolo de Aplicação Sem Fio) pode ser usado. A conexão entre a rede de transmissão por pacote 142 e o campo de comutação 120 é estabelecido pelo nó de suporte GPRS de serviço (NSGS) 140. A tarefa do nó de suporte 140 é transmitir os pacotes entre o sistema da estação base e o nó de suporte GPRS de porta de comunicação (NSGP) 144. e para registrar a localização do equipamento do usuário 150 em sua área. O nó de suporte de porta de comunicação 114 conecta a rede pública de transmissão de pacote 146 e a rede de transmissão de pacote 142. O protocolo internet ou o protocolo X.25 pode ser usado na interface. O nó de suporte de porta de comunicação 144 esconde através do encapsulamento a estrutura interna da rede de transmissão de pacote 142 da rede pública de transmissão de pacote 146, de forma que a rede pública de transmissão de pacote 146 e a rede de transmissão de pacote 142 se assemelham a uma sub-rede e a rede pública de transmissão de pacote 146 pode endereçar os pacotes e receber os pacotes do equipamento do usuário 150 nesta. A rede de transmissão de pacote 142 é tipicamente uma rede privada que usa o protocolo internet e transfere os dados de sinalização e do usuário. Dependendo do operador, a estrutura da rede 142 pode variar em sua arquitetura e protocolos abaixo da camada de protocolo Internet. A rede pública de transmissão de pacote 146 pode ser a Internet, por exemplo, sob o terminal 148, tal como um servidor, conectado a este pode transmitir os pacotes para o equipamento do usuário 150. A Figura 1C apresenta como o enlace de transmissão comutado por circuito é estabelecido entre o equipamento do usuário 150 e o terminal da rede de telefonia comutada pública 136. Nas Figuras, a linha espessa representa como os dados são transmitidos através do sistema sobre a interface de rádio 170 da antena 112 para o transceptor 114 e de lá, após a multiplexação no multiplexador 116, sobre o enlace de transmissão 160 para o campo de comutação 120 que tem uma conexão para uma saída para o transcodificador 122, e deste, através de uma conexão feita no centro de comutação móvel 132 para o terminal 136 conectado à rede de telefonia comutada pública 134. Na transmissão da estação base 1 00, a unidade de controle 118 controla o multiplexador 116 na execução da transmissão, e no controlador da estação base 102, a unidade de controle 124 controla o campo de comutação 120 para realizar uma conexão correta. A Figura 1 D apresenta um enlace de transmissão comutado por pacote. O computador portátil 152 é agora conectado ao equipamento do usuário 150. A linha espessa apresenta como os dados sendo transmitidos avançam do servidor 148 para o computador portátil 152. Os dados podem naturalmente também ser transmitidos na direção de transmissão oposta, isto é, do computador portátil 152 para o servidor 148. Os dados avançam através do sistema sob a interface de rádio, isto é a interface Um 170, da antena 112 para o transceptor 114, e deste após a multiplexação no multiplexador 116, sobre o enlace de transmissão 160 e a interface Abis para o campo de comutação 120, do qual uma conexão tem sido estabelecida para uma saída para o nó de suporte 140 na interface Gb, do nó de suporte 140, os dados são transmitidos sob a rede de transmissão de pacote 142 através do nó de porta de comunicação 144 para o servidor 148 conectado à rede de transmissão de pacote pública 146 Para um melhor entendimento, as Figuras 1C e 1 D não apresentam o caso onde os dados comutados por pacote e comutados por circuito são simultaneamente transmitidos. Isto é, contudo, completamente possível e comum, uma vez que a capacidade livre pode flexivelmente ser levada ao uso da transmissão de dados comutada por circuito para a transmissão comutada por pacote. A rede pode também ser construída, na qual apenas o pacote de dados é transmitido. Neste caso, a estrutura da rede pode ser simplificada.
Vamos examinar a Figura 1D novamente. Diferentes entidades do sistema UMTS-RN, UTRAN/GERAN, SRR/SEB, CRR/CEB, B/EBT - são descritos na figura por caixas de linhas tracejadas. No modelo comutado por pacote, a rede núcleo RN compreende o nó de suporte 140, a rede de transmissão de pacote 142 e o nó de porta de comunicação 144.
Em adição ao que foi descrito acima, o GPRS possui dois elementos específicos: uma unidade de codec de canal UCC e uma unidade de controle de pacote UCP. As tarefas da UCC incluem a codificação de canal incluindo FEC (codificação de erro sem canal de retomo) e o entrelaçamento, as funções de medida do canal de rádio, tal como o nível de qualidade do sinal recebido, a potência de recepção do sinal recebido e a informação relacionada às medidas de avanço de temporização. As tarefas da UCP incluem a segmentação e a remontagem do segmento CEL (controle de enlace lógico), as funções ARQ (retransmissão automática), programação CPD (canal de pacote de dados), as funções de controle de acesso de canal e de gerenciamento de canal de rádio. A UCC 182 reside na estação base 100, e dependendo de sua implementação, pode ser considerada para ser uma unidade específica da fenda de tempo ou específica do transceptor. A UCP 180 é conectada à UCC 182 sob a interface Abis. A UCP pode residir na estação base 100 ou no controlador da estação base 102. A Figura 1C apresenta a UCP 180 no controlador da estação base 102, mas para uma melhor visualização, a sua localização na estação base 100 não foi apresentada. A Figura 1D também apresenta a estrutura do equipamento do usuário EU com relação às partes de interesse para a aplicação presente. O equipamento do usuário EU compreende uma antena 190 através da qual um transceptor 192 recebe os sinais do caminho de rádio 170. A operação do equipamento do usuário EU é controlada pela unidade de controle 194, a qual é tipicamente um microprocessador com o software necessário. O processamento do protocolo descrito por último é também executado com o software. Em adição às partes descritas, o equipamento do usuário EU também compreende uma interface do usuário, a qual tipicamente contém um alto-falante, um microfone, um visor e um teclado, e uma batería. Estes, contudo, não são descritos em maiores detalhes aqui, porque eles não são dc interesse para a presente invenção. A estrutura do transceptor na estação base B ou a estrutura do transceptor no equipamento do usuário EU não são descritos em maiores detalhes aqui. porque é claro para uma pessoa qualificada na técnica como os aparelhos são implementados. É, por exemplo, possível de usar um transceptor de rede de rádio normal e um transceptor do equipamento do usuário de acordo com o EGPRS. Para a aplicação presente é importante apenas que o enlace de rádio 170 possa ser implementado, uma vez que a operação solicitada pela aplicação é então executada nas camadas superiores do modelo OSI (Interconexão de Sistemas Abertos), especialmente na terceira camada. A Figura 2 apresenta as pilhas de protocolo de pacote do plano de controle EGPRS. Deveria, contudo, ser observado que as incorporações não são limitadas ao EGPRS. As pilhas de protocolo são formadas de acordo com o modelo OSI (Interconexão de Sistema Aberto) da ISO (Organização de Padronização Internacional). No modelo OSI, as pilhas de protocolo são divididas em camadas. Em princípio, pode ser de sete camadas. A Figura 2 apresenta para cada elemento de rede, as partes do protocolo de pacote que são processadas no elemento de rede em questão. Os elementos de rede são a estação móvel EM. o sistema da estação base SEB, o nó de suporte NSGS. A estação base e o controlador da estação base não são apresentados separadamente, porque a interface não tem sido definida entre eles. O grupo de processamento de protocolo para o sistema da estação base SEB pode então a princípio ser distribuído livremente entre a estação base 100 e o controlador da estação base 102, não, porém o transcodificador 122 embora pertença ao sistema da estação base SEB. Os elementos de rede EM, SEB e NSGS são separados pelas interfaces Um e Gb-entre eles. A camada em cada aparelho EM, SEB, NSGS comunica logicamente com a camada em outros aparelhos. Apenas as camadas, físicas, inferiores comunicam diretamente com cada outra. Outras camadas sempre usam os serviços fornecidos pela próxima camada inferior. A mensagem deve então avançar fisicamente e verticalmente entre as camadas e apenas na camada mais baixa a mensagem avança horizontalmente entre as camadas. A transmissão de dados atual a nível de bit é realizada usando a primeira inferior, isto é, a camada física RF, C 1. A camada física define as propriedades, mecânica, eletrônica e funcional para conectar o caminho de transmissão físico. A seguir, a segunda camada, isto é a camada de enlace de dados, usa os serviços da camada física para o propósito de implementar uma transmissão de dados confiável e, por exemplo, toma conta da correção de erro de transmissão. Na interface de rádio 170, a camada de enlace de dados divide em uma sub-camada CER/CAM (Controle de Enlace de Rádio/Controle de Acesso ao Meio) e a sub-camada CEL (Controle de Enlace Lógico), isto é, o protocolo de controle de enlace lógico. A terceira camada, isto é, a camada de rede, fornece às camadas superiores a independência da transmissão de dados e as técnicas de comutação as quais tomam conta das conexões entre os aparelhos. A camada de rede toma conta, por exemplo, do estabelecimento, manutenção e liberação da conexão. No GSM, a camada de rede é também denominada de camada de sinalização. Esta possui duas tarefas principais: direcionar as mensagens e habilitar as várias conexões independentes simultaneamente entre duas entidades. A camada de rede compreende uma sub-camada de gerenciamento de sessão GS e a sub-camada de gerenciamento de mobilidade GPRS GMG. A sub-camada de gerenciamento de mobilidade GPRS GMG toma conta das conseqüências causadas pelo movimento do usuário da estação móvel que não estão relacionadas diretamente ao gerenciamento dos recursos de rádio. De um lado da rede de telefonia comutada pública, a sub-camada tomará cuidado de verificar o usuário e a conexão do usuário à rede. Em uma rede celular, esta sub-camada suporta a mobilidade do usuário, o registro e o gerenciamento dos dados gerado peta mobilidade. Em adição, esta sub-camada verifica a identidade da estação móvel e identifica os serviços permitidos. A transmissão da mensagem desta sub-camada ocorre entre a estação móvel EM e o nó de suporte NSGS. A sub-camada de gerenciamento de sessão GS gerencia todas as funções relacionadas ao gerenciamento da chamada comutada por pacote, mas não detecta o movimento do usuário. A sub-camada de gerenciamento de sessão GS estabelece, mantêm e libera as conexões. Esta tem os seus próprios procedimentos para as chamadas iniciadas pela e a terminação para a estação móvel 150. A transmissão da mensagem desta sub- camada, também, ocorre entre a estação móvel EM e o nó de suporte NSGS.
No sistema de estação base SEB, as mensagens da sub-camada de gerenciamento de sessão GS e a sub-camada de gerenciamento de mobilidade GPRS GMG são processadas transparentemente, isto é, elas são apenas transferidas de vai-vem.
De acordo com a técnica anterior, o protocolo Ed controle de enlace lógico CEL estabelece um enlace lógico codificado confiável entre o NSGS e a EM. O CEL é independente das camadas inferiores, de forma que a troca de interface de rádio afetaria a parte da rede da rede móvel tão pouco quanto possível. Os serviços de protocolo de controle de enlace lógico incluem: um enlace lógico bastante confiável entre as entidades homólogas, o suporte para os quadros de informação de comprimento variável, o suporte para as transmissões de dados reconhecida e não-reconhecida, cada quadro contém um identificador não ambíguo de uma estação móvel de tranmissão ou de recepção, o suporte para critérios de diferentes serviços, tal como as prioridades diferentes de transmissão de dados, a codificação dos dados transmitidos e a identidade do usuário. Os dados CEL são transmitidos entre as interfaces Um e Gb pelo protocolo de enlace lógico relay RELAY CEL. De acordo com a solução descrita nesta aplicação, a codificação não é executada na sub-camada CEL, mas na sub-camada CAM ou CER. Outras tarefas da sub-camada CEL podem também ser determinadas para outras camadas, desse modo, a sub-camada CEL pode ser deixada completamente. A camada CAM é responsável pelas tarefas a seguir: a multiplexação e a sinalização dos dados em ambas as conexões do enlace ascendente (estação móvel para a parte de rede) e de enlace descendente (parte de rede para a estação móvel), o gerenciamento dos pedidos de recurso do caminho de transmissão de enlace ascendente, e a alocação e a temporização dos recursos de tráfego do caminho de transmissão de enlace descendente. O gerenciamento de prioridade de tráfego também pertence a esta camada. A camada CER toma conta dos dados de transmissão da camada CEL, isto é, os quadros CEL, para a camada CAM; os cortes (chops) CER dos quadros CEL nos blocos de dados CER e os transmite para a camada CAM. Na direção do enlace ascendente, a CER constrói os quadros CEL dos blocos de dados CER e os transmite para a camada CEL. A camada física é implementada na interface Um pelo enlace de rádio, por exemplo, a interface de rádio definida pelo GSM. Por exemplo, a modulação da portadora, o intercalamento e a correção de erro dos dados a serem transmitidos, a sincronização e o controle da potência do transmissor são executados na camada física. A camada PGSEB (Protocolo GPRS do Sub-sistema da Estação Base) transmite os dados das camadas superiores e a informação relacionada ao direcionamento e à qualidade de serviço entre o SEB e o NSGS. A camada FR (Frame Relay) executa a transmissão física desta informação. O SR (Serviço de Rede) transmite as mensagens de acordo com o protocolo PGSEB.
Tendo agora determinado um exemplo da estrutura do sistema móvel e as pilhas de protocolo usadas neste, é possível examinar a implementação da codificação no sistema móvel usando a GERAN. A Figura 4 apresenta como os dados fluem da extremidade de transmissão para a extremidade de recepção. A extremidade de transmissão está à esquerda na figura e a extremidade de recepção na direita e, é separada desta pela linha vertical tracejada. Na GERAN, a codificação é executada na unidade de controle de pacote 180 descrita acima, e no equipamento do usuário, na unidade de controle 194. A codificação é executada usando a função localizada nas pilhas de protocolo descritas. A função necessária pode ser implementada, por exemplo, quando o programa roda no processador de propósito geral, neste caso as funções solicitadas são executadas como os componentes de programa. A implementação de hardware é também possível, por exemplo, ACIE (Aplicação de Circuito Integrado Específico) ou uma lógica de controle constituída de componentes separados. O algoritmo de codificação 400 é o da rede de acesso de rádio UTRAN que emprega o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga do sistema de telecomunicações móvel universal, também conhecido como f8. O algoritmo de codificação é uma caixa preta e sua implementação é exatamente a mesma em ambas as redes, a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e a rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga. Na prática isto significa que a implementação do mesmo algoritmo de codificação, se ACIE ou programa, pode ser usada em ambas, na GERAN e na UTRAN. A UTRAN possui um formato acordado para os parâmetros de entrada do algoritmo de codificação. O Formato acordado define o número dos parâmetros de entrada e o comprimento de cada parâmetro. Os parâmetros de entrada UTRAN são definidos nas especificações 3GPP mencionadas acima. Eles são: a chave de codificação, o parâmetro de contador o qual muda com o tempo, o parâmetro direcional (enlace ascendente/enlace descendente) e o parâmetro de portadora. Em adição, o parâmetro indicando o comprimento da máscara de codificação 412 é necessário que não afete a operação interna do algoritmo de codificação 400, mas apenas indique quantos símbolos criados são levados do fluxo de chave para a máscara de codificação 412.
Os dados não codificados 414 são combinados pela operação XOR 416 coma máscara de codificação 416 para obter os dados codificados 418.
Na extremidade de recepção, a codificação é removida usando uma operação similar como na extremidade de transmissão, isto é a máscara de codificação 412 é combinada por uma operação XOR 416 com os dados codificados 418 recebidos para obter os dados não codificados originais 414.
As extremidades de transmissão e de recepção devem ser sincronizadas com cada outra no sentido de que os parâmetros 402, 404, 406, 408, 410 do algoritmo de codificação 400 usados para codificar certos dados 414 devem também ser usados para decodificar os dados codificados 418 correspondendo aos dados não codificados 414. Ao implementar este pode se solicitar à sinalização entre a extremidade de transmissão e a extremidade de recepção. Esta ou a modulação dos dados e a codificação de canal não são descritas em maiores detalhes aqui, uma vez que elas não são essenciais a invenção e as ações são conhecidas para uma pessoa qualificada na técnica. É suficiente observar que a extremidade de transmissão compreende os dispositivos 400, 416 para a codificação dos dados a serem transmitidos para a extremidade de recepção usando o algoritmo 400, e a extremidade de recepção correspondentemente compreende os dispositivos 400, 416 para decodificar os dados recebidos da extremidade de transmissão usando o algoritmo de codificação 400. Devido ao fato, da conexão entre a GERAN e o equipamento do usuário, ser bidirecional, ambos podem servir como extremidades de transmissão e de recepção. Assim, ambos, a GERAN e o equipamento do usuário compreendem ambos, o dispositivo de codificação e o dispositivo de decodificação. A rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) compreende os dispositivos 402, 404, 406, 408, 410 para criar os parâmetros de entrada do formato acordado solicitado pelo algoritmo de codificação 400 com base nos parâmetros de operação da rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN). O equipamento do usuário EU compreende os mesmos dispositivos 402, 404. 406, 408, 4IO. Para um melhor entendimento, a Figura 4 usa os mesmos números de referência 402, 404, 406, 408, 410 para descrever ambos, o parâmetro do algoritmo de codificação 400 e o dispositivo para processá-los. Na prática, os dispositivos são implementados preferivelmente por software na unidade de controle 194 do equipamento do usuário EU ou na unidade de controle de pacote 180 da rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN): Tabela 1 A tabela I apresenta como os parâmetros de entrada do formato solicitado são obtidos dos parâmetros operacionais da GERAN ao transmitir os dados do plano do usuário. A coluna mais a esquerda da tabela apresenta os parâmetros solicitados pela UTRAN. A coluna do meio apresenta uma alternativa, na qual a codificação é executada na camada do protocolo CER e a coluna mais a direita apresenta uma alternativa, na qual a codificação é executada na camada do protocolo CAM. O parâmetro 4()4 direcional da UTRAN define a direção da transmissão, para a qual os dados a serem codificados são transmitidos. O valor 0 é o enlace ascendente e o valor 1 é o enlace descendente. O parâmetro direcional 404 pode também ser usado como tal na GERAN.
Na UTRAN, o parâmetro de portadora 406 define o identificador da portadora de rádio usado. Isto torna passível usar a mesma chave de codificação 408 quando o usuário usa simultaneamente várias portadoras de rádio diferentes, as quais tem sido multiplexadas para o mesmo quadro da camada física. O parâmetro de portadora 406 pode ser usado como tal na GERAN.
Na UTRAN. o parâmetro de comprimento 410 define o comprimento do fluxo da chave solicitado, isto é, o comprimento da máscara de codificação 412. O parâmetro de comprimento 410 pode ser usado como tal na GERAN. Ao usar o protocolo CER, o seu valor é o comprimento da carga útil ou o comprimento de todo o bloco sem o identificador da portadora de rádio e o número sequencial CER. Ao usar o protocolo CAM, o seu valor é o comprimento de todo o bloco, neste caso o identificador da portadora de rádio não está incluído no fluxo da informação, mas é acordado antes de iniciar a transmissão.
Na UTRAN, o parâmetro chave de codificação 408 define a chave de codificação. O parâmetro 408 de chave de codificação pode ser usado como tal na GERAN. O parâmetro 410 do contador da UTRAN é um contador de 32-bits mudando com o tempo e formado pelo número de hiper-quadro e o número seqüencial CER, por exemplo. No sistema GSM original, o número de quadro TDMA de 22-bits é usado como o parâmetro de contador. Isto significa que o parâmetro de contador atinge o seu valor máximo já após aproximadamente 3.5 horas de codificação. Quando o parâmetro de contador inicia novamente, a máscara começa a obter os mesmos valores novamente e a codificação pode ser quebrada, a menos que uma nova chave de codificação seja levada ao uso. O parâmetro de contador 410 não pode como tal ser usado na GERAN, mas seu conteúdo deve ser alterado enquanto o comprimento permanece em 32 bits. Ao usar o protocolo CER, o parâmetro de contador 410 é formado pelo número sequencial CER, o símbolo o qual define se os dados a serem codificados são os dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados, e o número de hiper-quadro. O comprimento do número de hiper-quadro pode ser de 24 bits, neste caso, o comprimento do número sequencial CER é de 7 bits, ou o número de hiper-quadro pode ter comprimento de 20 bits, neste caso o número sequencial CER tem comprimento de 11 bits. O símbolo de 1-bit define se os dados a serem codificados são os dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados que obtém neste caso o valor 1, quando os dados a serem codificados é diferente dos dados do plano de sinalização da segunda camada. Na prática, ao usar o protocolo CER, o comprimento efetivo do parâmetro de contador vem a ser de 31 bits, enquanto o símbolo de 1-bit é constante.
Ao usar o protocolo CAM, o parâmetro de contador 410 é formado pelo número de quadro TDMA estendido, do número de fenda de tempo e do símbolo definido quer os dados a serem codificados sejam dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados. O comprimento do número de quadro TDMA é então estendido para 28 bits. O símbolo de 1-bit define se os dados a serem codificados são os dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados que obtém neste caso o valor 1, quando os dados a serem codificados é diferente dos dados do plano de sinalização da segunda camada. O número de fenda de tempo pode ser constante, se apenas uma fenda de tempo for usada. Na prática, ao usar o protocolo CAM, o comprimento efetivo do parâmetro de contador vem a ser de 21 bits, enquanto o símbolo de 1 bit e o número de fenda de tempo são constantes. Este é 64 vezes mais do que o ciclo do parâmetro de contador GSM presente, e assim suficiente na prática. A mesma idéia como com o número de hiper-quadro é usada com o número de quadro TDMA estendido. No sistema GSM atual, os 11 bits mais significativos do número de quadro TDMA são usados para calcular o multi-quadro. Estes 11 bits formam uma parte do contador Tl, a qual quando estendida para 16 bits fornece o número de quadro TDMA estendido. A parte do contador T2 de 5 bits e a parte do contador T3 de 6 bits podem ser mantidas no número de quadro TDMA estendido.
Ao usar o protocolo CER, a carga útil do usuário, mas não o identificador da portadora de rádio ou o cabeçalho do bloco CER, são codificados para assegurar a recepção do número sequencial CER. Outra alternativa é codificar a carga útil do usuário e o cabeçalho do bloco, mas não o número sequencial CER ou o identificador da portadora de rádio. Ao usar o protocolo CAM, todo o bloco CAM é codificado. A tabela 2 apresenta como os parâmetros de entrada do formato solicitado são obtidos dos parâmetros operacionais da GERAN ao transmitir os dados do plano de sinalização da segunda camada. A codificação deve então ser executada na camada do protocolo CAM. O parâmetro direcional 404, o parâmetro de comprimento 410 e o parâmetro de chave de codificação 408 podem ser usados da mesma forma ao transmitir os dados do plano de sinalização da segunda camada como ao transmitir outros dados. Não existe identificador de portadora de rádio para os dados do plano de sinalização da segunda camada, assim ao parâmetro de portadora 406 é dado um valor constante, por exemplo "00000". Um significado especifico pode também ser definido para este valor constante, como descrito posteriormente.
Tabela 2 O parâmetro de contador 410 é formado pelos dados do plano de sinalização da segunda camada da mesma forma como para os outros dados ao usar o protocolo CAM, isto é, o parâmetro de contador 410 é formado pelo número de quadro TDMA estendido, o número de fenda de tempo e o símbolo, os quais definem se os dados a serem codificados são dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados. O símbolo de 1 bit define se os dados a serem codificados são dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados que obtém neste caso o valor 0, quando os dados a serem codificados são dados do plano de sinalização da segunda camada. Todo o bloco CAM é codificado.
Naturalmente, os valores possíveis do símbolo de 1 bit poderíam ser definidos de outra forma, isto é o valor 1 significaria que os dados a serem codificados são os dados do plano de sinalização da segunda camada, e o valor 0 significaria que os dados a serem codificados são outros dados. A seguir descrevemos as incorporações preferidas alternativas da invenção.
Na incorporação preferida, um dos valores do parâmetro de portadora é reservado para os dados do plano de sinalização a serem codificados. Este é o valor constante acima mencionado, por exemplo "00000", descrito na tabela 2. Desta forma, é possível substituir o símbolo que define se os dados a serem codificados são dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados. O valor "00000" define que os dados a serem codificados são dados do plano de sinalização da segunda camada, e qualquer outro valor define o identificador da portadora de rádio usado. Como mencionado acima, nenhum identificador da portadora de rádio é usado para os dados do plano de sinalização da segunda camada. Este método provê a vantagem de que o comprimento efetivo do parâmetro de contador aumenta de um bit, e a desvantagem de que um significado específico deve ser definido para um identificador da portadora de rádio.
Em uma incorporação preferida, ao usar o protocolo CAM, a informação a ser armazenada acerca do último número de quadro TDMA estendido é armazenada no equipamento do usuário EU para a próxima conexão, na prática este é geralmente armazenado no cartão MIA (Módulo de Identidade do Assinante) do equipamento do usuário EU. O gerenciamento do número de hiper-quadro conhecido da UTRAN é aplicado. Se várias portadoras de rádio forem usadas na mesma conexão, então o número de quadro TDMA estendido é armazenado, o qual tem obtido o maior valor. Ao estabelecer uma nova conexão, apenas um valor então necessita ser comunicado, e este valor é usado para iniciar a codificação da nova conexão. Na UTRAN, o valor é referenciado como INICIO. A informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado preferivelmente compreende um certo número de bits mais significativos no número de quadro TDMA estendido. Correspondentemente, ao usar o protocolo CER, a informação no último hiper-quadro usado é armazenada no equipamento do usuário EU para a próxima conexão. A informação a ser armazenada acerca do último número de hiper-quadro usado preferivelmente compreende um certo número de bits mais significativos do número de hiper-quadro. A armazenagem descrita do número de quadro TDMA estendido e/ou o número de hiper- quadro para a próxima conexão, pode também ser executada na rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN), mais preferivelmente na unidade de controle de pacote 180. Como a sinalização do valor armazenado pode facilmente e mais eficientemente ser feita entre o equipamento do usuário e a rede de acesso de rádio EDGFJGPRS (GERAN), ao estabelecer esta uma nova conexão afeta a seleção da localização de armazenagem. O valor INICIO armazenado toma conta das conexões usando ambos, o protocolo CER e o protocolo CAM para o mesmo usuário, isto é o máximo dos valores usados é armazenado.
Em uma incorporação preferida, quando a conexão do equipamento do usuário EU muda entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e a rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga, a informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado ou o número de hiper-quadro é fornecido para a nova rede de acesso de rádio, e o mesmo parâmetro de entrada de chave de codificação 408 como na antiga rede de acesso de rádio é usado como o parâmetro de entrada da chave de codificação 408 do algoritmo de codificação 400 na nova rede de acesso de rádio. Desta forma, é possível evitar o uso da mesma máscara 412 para os dados codificados 414 com conteúdo diferente. Sem este procedimento, seria necessário, executar sempre a sinalização solicitada pelo início da nova chave de codificação entre o equipamento do usuário EU e a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) quando a conexão muda, devido a transferência, por exemplo. A principio, este procedimento pode ser implementado de duas formas, de forma que o equipamento do usuário compreenda os dispositivos 190, 192, 194 para fornecer a informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado ou o número de hiper-quadro para a nova rede de acesso de rádio quando a conexão do equipamento do usuário EU muda entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e a rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga, ou de forma que a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) compreenda o dispositivo 180 para receber a informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado ou número de hiper-quadro para o equipamento do usuário EU quando a conexão do equipamento do usuário EU muda entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e a rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga.
Os procedimentos descritos são preferivelmente implementados de tal maneira que a informação a ser armazenada ou fornecida compreende um certo número de bits mais significativos, e antes da informação ser usada na nova conexão de rádio ou rede de acesso de rádio, o valor do número formado pelos bits mais significativos é aumentado por um. Desta forma, é possível evitar o uso da mesma máscara de codificação 412 duas vezes para os dados não codificados 414 com conteúdo diferente. Isto pode ser implementado de forma que ou o equipamento do usuário ou a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) compreenda o dispositivo 402 para incrementar por um o valor do número formado pelos bits mais significativos antes da informação ser usada na nova conexão ou na nova rede de acesso de rádio. Por exemplo, ao mover da GERAN para a UTRAN, os 20 bits mais significativos poderíam ser armazenados e, ao mover da UTRAN para a GERAN, os 17 bits mais significativos poderíam ser armazenados. Desta forma, as diferenças entre as partes menos significativas permanecem sem importância, e é possível assegurar que a mesma máscara de codificação 412 não seja usada duas vezes.
Com referência ao fluxograma na Figura 3, apresenta a seguir, os passos que são executados no método para transmitir os dados entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e o equipamento do usuário EU do sistema móvel. O método inicia do bloco 300.
No bloco 302, os dados a serem transmitidos são codificados usando o algoritmo de codificação 400 na extremidade de transmissão.
No bloco 304, os dados codificados são transmitidos da extremidade de transmissão para a extremidade de recepção.
No bloco 306, os dados transmitidos são decodificados usando o algoritmo de codificação 400 na extremidade de recepção. A colocação do bloco 310 na extremidade de transmissão e na extremidade de recepção descreve o fato de que o algoritmo de codificação 400 da rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga do sistema de telecomunicações móvel universal é usado como o algoritmo de codificação 400. neste caso os parâmetros de entrada 402, 4047 406, 408, 410 do formato acordado solicitado pelo algoritmo de codificação 400 são criados com base nos parâmetros operacionais da rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN).
As reivindicações apensas relatam que, o método pode ser modificado usando as incorporações preferidas acima do equipamento do usuário EU e da rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN). A invenção tem sido explicada acima com referência aos exemplos de acordo com os desenhos apensos, é óbvio que a invenção não está restrita a eles, mas pode ser modificada de várias formas dentro do escopo do conceito inventivo descrito nas reivindicações apensas.
REIVINDICAÇÕES
Claims (48)
1. Método de transmissão de dados entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) o equipamento do usuário de em um sistema móvel o qual compreende; - codificar (302) os dados a serem transmitidos usando o algoritmo de codificação em uma extremidade da transmissão; - transmitir (304) os dados codificados da extremidade de transmissão para a extremidade de recepção; - decodificar (306) os dados transmitidos usando o algoritmo de codificação em uma extremidade da recepção, o método CARACTERIZADO pelo fato de usar (310) o algoritmo de codificação da rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga do sistema de telecomunicações móvel universal como o algoritmo de codificação, neste caso os parâmetros de entrada do formato acordado solicitado pelo algoritmo de codificação são criados com bases nos parâmetros de operação da rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN).
2. Método de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o formato acordado dos parâmetros de entrada do algoritmo de codificação define o número dos parâmetros de entrada e o comprimento de cada parâmetro.
3. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 e 2, CARACTERIZADO pelo fato de que o algoritmo de codificação é uma caixa preta e a sua implementação é exatamente a mesma na rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e na rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga.
4. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2 ou 3 CARACTERIZADO pelo fato de que os parâmetros de entrada compreendem um parâmetro de contador.
5. Método de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que o parâmetro de contador compreende um símbolo que define se os dados a serem codificados são os dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados.
6. Método de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que os parâmetros de entrada compreendem um parâmetro da portadora, e um dos valores do parâmetro de portadora é reservado para os dados do plano de sinalização a serem codificados.
7. Método de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação na camada CAM da pilha de protocolo, o parâmetro de contador compreende um número de quadro TDAM estendido.
8. Método de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que um número de quadro TDMA estendido é baseado na extensão da parte do contador TI do GSM.
9. Método de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que a informação do último número de quadro TDMA estendido usado é armazenada no equipamento do usuário para a próxima conexão.
10. Método de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de a informação a ser armazenada acerca do último número de quadro TDMA estendido usado compreende um certo número de bits mais significativos do número de quadro TDMA estendido, e antes de a informação ser usada na nova conexão de rádio para formar o número de quadro TDMA estendido, o valor do número formado pelos bits mais significativos é incrementado por um.
11. Método de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação na camada CAM da pilha de protocolo, o parâmetro de contador compreende um número de fenda de tempo.
12. Método de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação na camada CER da pilha de protocolo, o parâmetro de contador compreende um número de hiper-quadro.
13. Método de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADO pelo fato de que a informação é armazenada acerca do último número de hiper-quadro usado no equipamento do usuário para a próxima conexão, e antes de a informação ser usada na nova conexão de rádio para formar o número de hiper-quadro, o valor do número formado pelos bits mais significativos é incrementado por um.
14. Método de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato de que a informação a ser armazenada acerca do último número de hiper-quadro usado compreende um certo número de bits mais significativos do número de hiper-quadro.
15. Método de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que quando a conexão com o equipamento do usuário troca entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e a rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga, informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado ou o número de hiper-quadro é fornecido para a nova rede de acesso de rádio, e o mesmo parâmetro de entrada de chave de codificação como na rede de acesso de radio antiga é usado como o parâmetro de entrada de chave de codificação do algoritmo de codificação na nova rede de acesso de rádio.
16. Método de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que a informação a ser fornecida compreende um certo número de bits mais significativos, e antes da informação ser usada na nova rede de acesso de rádio, o valor do número formado pelos bits mais significativos é incrementado por um.
17. Equipamento do usuário (EU) do sistema móvel compreendendo; - dispositivo (416) para codificar os dados a serem transmitidos para a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) usando o algoritmo de codificação (400); - dispositivo (416) para decodificar os dados recebidos pela rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) usando o algoritmo de codificação (400), o equipamento do usuário CARACTERIZADO pelo fato de que o algoritmo de codificação (400) é um algoritmo de codificação de uma rede de acesso de rádio UTRAN empregando um método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga de um sistema de telecomunicações móvel universal, e o equipamento compreende os dispositivos (402, 404, 406, 408, 410) para criar parâmetros de entrada do formato acordado solicitado pelo algoritmo de codificação (400) com base nos parâmetros de operação da rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN).
18. Equipamento do usuário de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que o formato acordado dos parâmetros de entrada do algoritmo de codificação (400) define o número dos parâmetros de entrada e o comprimento de cada parâmetro.
19. Equipamento de acordo com qualquer uma das reivindicações 17 e 18, CARACTERIZADO pelo fato de que o algoritmo de codificação (400) é uma caixa preta e a sua implementação é exatamente a mesma na rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e da rede de acesso de rádio UTRAN que emprega o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga.
20. Equipamento de acordo com qualquer uma das reivindicações 17 a 19, CARACTERIZADO pelo fato de que os parâmetros de entrada compreendem um parâmetro de contador (402).
21. Equipamento de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que o parâmetro de contador compreende um símbolo que define se os dados a serem codificados são os dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados.
22. Equipamento de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que os parâmetros de entrada compreendem o parâmetro de portadora (406), e um dos valores de um parâmetro de portadora (406) é reservado para os dados do plano de sinalização a serem codificados.
23. Equipamento de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação (400) na camada CAM da pilha de protocolo, o parâmetro de contador (402) compreende um número de quadro TDMA estendido.
24. Equipamento de acordo com a reivindicação 23, CARACTERIZADO pelo fato de que o número de quadro TDMA estendido é baseado na extensão da parte do contador TI do GSM.
25. Equipamento de acordo com a reivindicação 23, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um dispositivo para armazenar a informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado para a próxima conexão.
26. Equipamento de acordo com a reivindicação 25, CARACTERIZADO pelo fato de que a informação a ser armazenada acerca do último número de quadro TDMA estendido usado compreende um certo número de bits mais significativos do número de quadro TDMA estendido, e o equipamento do usuário (EU) compreende um dispositivo para incrementar por um o valor do número formado pelos bits mais significativos antes da informação ser usada na nova conexão de rádio para formar o número de quadro TDMA estendido.
27. Equipamento de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação (400) na camada CAM da pilha de protocolo, o parâmetro de contador (402) compreende um número de fenda de tempo.
28. Equipamento de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação (400) na camada CER da pilha de protocolo, o parâmetro de contador (402) compreende um número de hiper-quadro .
29. Equipamento de acordo com a reivindicação 28, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um dispositivo para armazenar a informação acerca do último número de hiper-quadro usado para a próxima conexão.
30. Equipamento de acordo com a reivindicação 29, CARACTERIZADO pelo fato de que a informação a ser armazenada acerca do último número de hiper-quadro usado compreende um certo número de bits mais significativos do número de hiper-quadro, e o equipamento compreende o dispositivo (402) para incrementar por um o valor do número formado pelos bits mais significativos antes da informação ser usada na nova conexão de rádio para formar o número de hiper-quadro.
31. Equipamento de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende os dispositivos (190, 192, 194) para fornecer a informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado ou o número de hiper-quadro para uma nova rede de acesso de rádio quando a conexão do equipamento do usuário (EU) troca entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e a rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga, e para usar o mesmo parâmetro de chave de codificação (408) como na rede de acesso de rádio antiga como o parâmetro de chave de codificação (408) do algoritmo de codificação (400) na nova rede de acesso de rádio.
32. Equipamento de acordo com a reivindicação 31, CARACTERIZADO pelo fato de que a informação a ser fornecida compreende um certo número de bits mais significativos, e o equipamento do usuário (EU) compreende o dispositivo (402) para incrementar por um o valor do número formado pelos bits mais significativos antes da informação a ser usada na nova rede de acesso de rádio.
33. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) do sistema móvel, compreendendo: - dispositivo (416) para codificar os dados a serem transmitidos para o equipamento do usuário (EU) usando um algoritmo de codificação (400); - dispositivo (406) para decodificar os dados recebidos do equipamento do usuário (EU) usando o algoritmo de codificação (400), a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) CARACTERIZADA pelo fato de que o algoritmo de codificação (400) é um algoritmo de codificação da rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga do sistema de telecomunicações móvel universal, e a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) compreende os dispositivos (402, 404, 406, 408, 410) para criar os parâmetros de entrada do formato acordado solicitado pelo algoritmo de codificação (400) com base nos parâmetros de operação da rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN).
34. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 33, CARACTERIZADA pelo fato de que o algoritmo de codificação (400) define o número dos parâmetros de entrada e o comprimento de cada parâmetro.
35. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com qualquer uma das reivindicações 33 a 34, CARACTERIZADA pelo fato de que o algoritmo de codificação (400) é uma caixa preta e a sua implementação é exatamente a mesma em ambas as redes de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e a rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga.
36. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com qualquer uma das reivindicações 33 a 35, CARACTERIZADA pelo fato de que os parâmetros de entrada compreendem um parâmetro de contador (402).
37. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 36, CARACTERIZADA pelo fato de que o parâmetro de contador compreende o símbolo que define se os dados a serem codificados são os dados do plano de sinalização da segunda camada ou outros dados.
38. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 37, CARACTERIZADA pelo fato de que os parâmetros de entrada compreendem um parâmetro de portadora (406), e um dos valores do parâmetro de portadora (406) é reservado para os dados do plano de sinalização a serem codificados.
39. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 36, CARACTERIZADA pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação (400) na camada CAM da pilha de protocolo, o parâmetro de contador (402) compreende um número de quadro TDMA estendido.
40. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 39, CARACTERIZADA pelo fato de que o número de quadro TDMA estendido é baseado na extensão da parte do contador TI do GSM.
41. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 39, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende um dispositivo para armazenar a informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado para a próxima conexão.
42. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 41, CARACTERIZADA pelo fato de que a informação a ser armazenada em um número de quadro TDMA estendido usado compreende um certo número de bits mais significativos do número de quadro TDMA estendido, e a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) compreende um dispositivo para incrementar por um o valor do número formado pelos bits mais significativos antes da informação ser usada para formar o número de quadro TDMA estendido.
43. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 36, CARACTERIZADA pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação (400) na camada CAM da pilha de protocolo, o parâmetro de contador (402) compreende um número de fenda de tempo.
44. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 36, CARACTERIZADA pelo fato de que ao executar o algoritmo de codificação (400) na camada CER da pilha de protocolo, o parâmetro de contador (402) compreende um número de hiper-quadro.
45. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 44, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende um dispositivo para armazenar a informação acerca do último número de hiper-quadro usado para a próxima conexão.
46. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 45, CARACTERIZADA pelo fato de que a informação a ser armazenada acerca do último número de hiper-quadro usado compreende um certo número dos bits mais significativos do número de hiper-quadro, e a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) compreende o dispositivo (402) para incrementar por um o valor do número formado pelos bits mais significativos antes da informação ser usada para formar o número de hiper-quadro.
47. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 33, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende o dispositivo (180) para receber a informação acerca do último número de quadro TDMA estendido usado ou do número de hiper-quadro para o equipamento do usuário (EU) quando a conexão do equipamento do usuário (EU) troca entre a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) e a rede de acesso de rádio UTRAN empregando o método de acesso múltiplo por divisão de código de banda larga e para usar como o parâmetro de chave de codificação (408) do algoritmo de codificação (400), o parâmetro de chave de codificação (408) de acordo com a informação recebida.
48. Rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) de acordo com a reivindicação 47, CARACTERIZADA pelo fato de que a informação a ser fornecida compreende um certo número de bits mais significativos, e a rede de acesso de rádio EDGE/GPRS (GERAN) compreende o dispositivo (402) para incrementar por um valor o valor do número formado pelos bits mais significativos antes da informação ser usada.
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