BRPI0200507B1 - equipamento de junção lateral, método de proporcionar uma conexão de junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral, e método para proporcionar uma montagem de junção vedada proximal a uma junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral - Google Patents

equipamento de junção lateral, método de proporcionar uma conexão de junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral, e método para proporcionar uma montagem de junção vedada proximal a uma junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral Download PDF

Info

Publication number
BRPI0200507B1
BRPI0200507B1 BRPI0200507A BR0200507A BRPI0200507B1 BR PI0200507 B1 BRPI0200507 B1 BR PI0200507B1 BR PI0200507 A BRPI0200507 A BR PI0200507A BR 0200507 A BR0200507 A BR 0200507A BR PI0200507 B1 BRPI0200507 B1 BR PI0200507B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
template
continuous
connector
side branch
notch
Prior art date
Application number
BRPI0200507A
Other languages
English (en)
Other versions
BR0200507A (pt
Inventor
Herve Ohmer
Mark W Brockman
Original Assignee
Schlumberger Surenco Sa
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Schlumberger Surenco Sa filed Critical Schlumberger Surenco Sa
Publication of BR0200507A publication Critical patent/BR0200507A/pt
Publication of BRPI0200507B1 publication Critical patent/BRPI0200507B1/pt

Links

Classifications

    • EFIXED CONSTRUCTIONS
    • E21EARTH OR ROCK DRILLING; MINING
    • E21BEARTH OR ROCK DRILLING; OBTAINING OIL, GAS, WATER, SOLUBLE OR MELTABLE MATERIALS OR A SLURRY OF MINERALS FROM WELLS
    • E21B41/00Equipment or details not covered by groups E21B15/00 - E21B40/00
    • E21B41/0035Apparatus or methods for multilateral well technology, e.g. for the completion of or workover on wells with one or more lateral branches
    • E21B41/0042Apparatus or methods for multilateral well technology, e.g. for the completion of or workover on wells with one or more lateral branches characterised by sealing the junction between a lateral and a main bore
    • EFIXED CONSTRUCTIONS
    • E21EARTH OR ROCK DRILLING; MINING
    • E21BEARTH OR ROCK DRILLING; OBTAINING OIL, GAS, WATER, SOLUBLE OR MELTABLE MATERIALS OR A SLURRY OF MINERALS FROM WELLS
    • E21B47/00Survey of boreholes or wells
    • E21B47/12Means for transmitting measuring-signals or control signals from the well to the surface, or from the surface to the well, e.g. for logging while drilling

Landscapes

  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Life Sciences & Earth Sciences (AREA)
  • Geology (AREA)
  • Mining & Mineral Resources (AREA)
  • Physics & Mathematics (AREA)
  • Environmental & Geological Engineering (AREA)
  • Fluid Mechanics (AREA)
  • General Life Sciences & Earth Sciences (AREA)
  • Geochemistry & Mineralogy (AREA)
  • Remote Sensing (AREA)
  • Geophysics (AREA)
  • Branch Pipes, Bends, And The Like (AREA)

Abstract

"equipamento de junção lateral para proporcionar uma junção entre um furo de poço principal e um ramal lateral, método para proporcionar uma montagem de junção vedada próxima a uma junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral, método de desdobramento de um dispositivo de acabamento em um furo de ramal lateral e sistema para uso em um poço possuindo uma pluralidade de ramais laterais". um equipamento e método de acabamento de poço, que compreende uma montagem de junção possuindo um gabarito e um conector de ramal lateral engajável com o gabarito para acoplar um furo principal a um furo de ramal lateral. para melhorar as características de interengajamento do gabarito e conector, um arranjo da montagem de junção utiliza um mecanismo contínuo de interengajamento do trilho e o entalhe. em um outro arranjo, uma parte do mecanismo de interengajamento do trilho e o entalhe é segmentada ao invés de ser contínua. um método e equipamento são também proporcionados em alguns arranjos para possibilitar o posicionamento de dispositivos inteligentes de acabamento em um ramal lateral. adicionalmente, algumas montagens de junção compreendem mecanismos de controle de fluxo para controlar a mistura ou não, dos fluidos provenientes de diferentes regiões no furo do poço.

Description

EQUIPAMENTO DE JUNÇÃO LATERAL, MÉTODO DE PROPORCIONAR UMA CONEXÃO DE JUNÇÃO ENTRE UM FURO PRINCIPAL E UM FURO DE RAMAL LATERAL, E MÉTODO PARA PROPORCIONAR UMA MONTAGEM DE JUNÇÃO VEDADA PROXIMAL A UMA JUNÇÃO ENTRE UM FURO PRINCIPAL E UM FURO DE RAMAL LATERAL
CAMPO TÉCNICO
Essa invenção se refere de modo geral á conexão de um furo de poço principal e um ramal lateral.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
No âmbito da construção muiti lateral e das operações de produção, um atributo importante de uma junção é o da conectividade do ramal lateral com o furo principal. A perda total ou parcial de conectividade do furo principal com um. ramal lateral pode induzir a uma perda na produção do fluído. Problemas maiores de conectividade podem também resultar em obstrução parcial ou total do furo principal ou lateral ao nível da junção lateral. As conseqüências são uma substancial penalidade ao operador de um poço; na forma de perda da oportunidade, custos operacionais aumentados, ou perda de produção. 0 motivo básico de nâo se ser capaz de conseguir ou de manter uma conectividade em uma junção lateral pode ser dividido na forma de duas áreas gerais: problemas com integridade mecânica e a produção de sólidos provenientes da formação que circunda a junção.
Cora algumas montagens de conexões laterais, è dada confiabilidade no cimento ou em outro material de preenchimento para reter a posição da junção. Entretanto, o cimento pode não proporcionar integridade estrutural suficiente, particularmente quando a formação se mexe devido à produção dos fluidos, o que pode rachar ou fraturar o cimento, Também, algumas montagens de conexão laterais não oferecem adequada vedação contra sólidos (por ex., areia ou outros fragmentos) da formação circundante, Como um resultado, os sólidos podem adentrar no caminho da produção-, os quais são produzidos como contamínantes até a superfície, A presença de contamínantes pode danificar o equipamento de produção. Também, os custos de operação do poço podem ser aumentados devido á necessidade de se descartar tais contamínantes.
Outras deficiências dos mecanismos convencionais de conexão lateral são que alguns podem envolver procedimentos de -desenvolvimento relatívamente complexos ou de reduzido acesso às seções do furo principal, abaixo da junção-. Existe, po-rtanto, uma necessidade quanto a aprimoradas montagens e métodos de conexão.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
De modo geral, de acordo com uma modalidade, um equipamento de junção lateral compreende um gabarito possuindo um primeiro componente continuo de interengajamento, o gabarito possuindo um furo e uma janela formados através dele. Um conector possui um segundo componente contínuo de interengajamento adaptado para cooperar com o primeiro componente de interengajamento continuo para guiar uma parte do conector através da janela do gabarito, 0 conector e o gabarito estão em engajamento ao longo do primeiro comprimento, e cada um dos primeiro e segundo componentes contínuos de interengajamento se estendem substancialmente na totalidade do primeiro comprimento.
Outras características alternativas se tornarão evidentes a partir da descrição a seguir, a partir dos desenhos, e a partir das reivindicações, BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A Figura 1 é uma vista em seção longitudinal de uma modalidade de uma montagem de junção incluindo um gabarito de ramal lateral e um conector de ramal lateral.
As Figuras 2 a 6 são vistas em seção transversal de partes ao longo da montagem da junção. A Figura 7A é uma vista em perspectiva de um gabarito de ramal lateral da Figura 1, de acordo com uma modalidade.
As Figuras 7B e 7C são vistas em perspectiva e lateral, respectivamente, do conector de ramal lateral da Figura 1, de acordo com uma modalidade. A Figura 7 D é uma vista em perspectiva de urna montagem do gabarito de ramal lateral e o conector de ramal lateral em uma posição engajada, A Figura 8A ilustra um caminho de vedação continua, fechado, em torno de uma janela lateral, A Figura 8B é uma vista em perspectiva de uma modalidade de um conector de ramal lateral com um elemento de vedação para proporcionar o caminho de vedação contínua, fechado, A Figura 9 è uma vista em perspectiva de uma outra modalidade de um gabarito de ramal lateral. A Figura 10 é uma ilustração isométrica em, seção parcial de um gabarito de ramal lateral possuindo uma parte superior cortada para mostrar o posicionamento de um componente desviador dentro do gabarito. A Figura 11 é uma ilustração isométrica de um conector de ramal lateral e empacotadores de isolamento estando em montagem com o gabarito de ramal lateral. A Figura 12 é uma ilustração isométrica do conector de ramal lateral da Figura 11. A Figura 13 é uma ilustração isométrica do componente desviador da Figura 10, A Figura 14 é uma vista em seção longitudinal de um gabarito de ramal lateral, um conector de ramal lateral engajado no gabarito de ramal lateral, uma ferramenta de avanço, e dispositivo inteligente de acabamentos capaz de ser transportado pela ferramenta de avanço, o dispositivo inteligente de acabamentos posicionável em um furo de ramal lateral, A Figura 15 é uma vista longitudinal de um gabarito· de ramal lateral e um conector de ramal lateral engajado no gabarito de ramal lateral, o gabarito de ramal lateral possuindo um furo de intervenção e um deslocado furo de fluxo de fluido, o furo de intervenção sendo acionado por um batoque recuperável.
As Figuras 16 e 17 são vistas de seçbes transversais de partes da montagem da Figura 15 nas linhas de corte 16—16 e 17-17, respectivamente. A Figura 18 é uma vista em seção longitudinal de uma montagem de junção possuindo um gabarito de ramal lateral, um conector de ramal lateral, um conduto de fluxo, e dispositivos de controle de fluxo para controlar o fluxo de fluido no furo principal e no furo do ramal lateral através da montagem da junção, de acordo com uma modalidade. A Figura 19 é uma vista em seção longitudinal de uma montagem de junção possuindo um gabarito de ramal lateral, um conector de ramal lateral, um conduto possuindo um desviador, e dispositivos de controle de fluxo para controlar o fluxo de fluido no furo principal e no furo do ramal lateral através da montagem de junção, de acordo com uma outra modalidade. A Figura 20 ilustra uma outra modalidade de um gabarito de ramal lateral que possui entalhes afunilados para receber os trilhos de um correspondente conector de ramal lateral. A Figura 21 ilustra ainda uma modalidade adicional de ura gabarito de ramal lateral que possuí entalhes assimétricos com respeito a um eixo longitudinal do gabarito. A Figura 22 ilustra um poço possuindo uma pluralidade de montagens de junção de acordo com uma modalidade.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Na descrição a seguir, sâo apresentados numerosos detalhes, para proporcionar uma compreensão da presente invenção. Entretanto, será entendido por aqueles cora habilidade na arte que a presente invenção pode ser praticada sem esses detalhes e que numerosas variações ou modificações a partir das modalidades descritas podem ser possíveis.
Como usado aqui, os temos "cima" ê "baixo"; "superior" e "inferior"; "ascendentemente" e "descendentemente'; "a montante" e "a jusante"; 'acima" e "abaixo" e outros temos similares indicativos de posições relativas acima ou abaixo de um dado ponto ou elemento, são· usados nessa descrição para mais claramente descrever algumas modalidades da invenção. Entretanto, quando aplicado aos equipamentos e métodos para uso em poços que sào desviados ou horizontais, tais termos podem se referir da esquerda para a direita, da direita para esquerda, ou outro relacionamento como apropriado, A Figura 1 ilustra a colocação da conexão lateral ou montagem de junção mostrada geralmente em 10 dentro de um revestimento de um poço principal 12 de um furo de poço principal 22 que é perfurado dentro de uma formação geológica 16, Um gabarito de ramal lateral 18 é ajustado era uma posição desejada dentro do revestimento do poço principal 12, o qual foi cimentado pelo cimento 20 dentro de um furo de poço principal 22. O cimento 20 é bombeado para dentro do anular entre o revestimento do poço e o furo do poço 22 do modo usual e é deixado a endurecer de modo que o revestimento do poço 12 fique substanciaImente integral ou mecanicamente integrada com respeito á formação circundante.
Uma janela lateral 24 é formada dentro do revestimento do poço principal, tanto tendo sido fresada antes da movimentação e da cimentação do revestimento do poço principal dentro do furo de poço ou tendo sido fresada no fundo do poço após o revestimento do poço principal ter sido movimentado e cimentado. Um furo de ramal lateral 26 é perfurado por uma ferramenta de perfurar ramais (não mostrada) que é desviada a partir do furo do poço principal através da janela 24 e direcionada para fora, e para dentro da formação que circunda o poço principal. O furo de ramal lateral 26 é perfurado ao longo de uma inclinação que é estabelecida por uma guia-sonda ou outro meio de controle adequado de orientação de perfuração. 0 furo lateral 26 é também perfurado ao longo de um azimute predeterminado que é estabelecido pela relação do controle da orientação de perfuração com um dispositivo indexador (não mostrado) que é conectado dentro da sequência de armações ou montado dentro da sequência de armações.
Um conector de ramal lateral 28, engajável dentro do gabarito de ramal lateral 18, é fixado a um revestimento de tipo 'liner' de ramal lateral 30 para conectar o ramal lateral ao furo de poço principal. Uma rampa 32 cortada a um ângulo raso no gabarito de ramal lateral 18 serve para guiar o· conector de ramal lateral 28 em direção à janela 24 do revestimento deslizando ao mesmo tempo descendentemente ao longo do gabarito de ramal lateral 18. Adicionalmente, como posteriormente descrito abaixo, o gabarito de ramal lateral 18 e o conector de ramal lateral 28 possuem componentes cooperáveis de interengajamento que, adicíonalmente às funções de conexão e de vedação, também servem para guiar o conector de ramal lateral 28 através do gabarito de ramal lateral 18 e uma janela 29 do gabarito de ramal lateral 18 para dentro do furo de ramal lateral 26. A janela 29 do gabarito 18 é azimutalmente orientada para se alinhar à direção do furo de ramal lateral 26.
Vedações adicionais 34 que podem ser transportadas dentro dos entalhes 36 do conector de ramal lateral 28, como mostrado na Figura 1, estabelecem uma vedação entre o gabarito de ramal lateral 18 e o conector de ramal lateral 28 para prover parte do isolamento de fluído dos furos principal e do ramal lateral do ambiente externamente a eles, Uma ve2 o gabarito de ramal lateral 18 e o conector de ramal lateral 28 estejam engajados, a comunicação fluida entre o furo de ramal lateral 26 e um furo principal 38 (acima da montagem de junção 10) é estabelecida, O conector de ramal lateral 28 é projetado para suportar cargas que são induzidas a ele quando da movimentação do revestimento de tipo 'liner' 30, anexado ao final do conector 28, para dentro do furo de ramal lateral 26, Uma vez o conector de ramal lateral 28 esteja na posição e orientação fixadas com relação ao gabarito 18, uma conexão integrada e vedada com o gabarito de ramal lateral 18 é estabelecida, O conector de ramal lateral desse modo suporta uma abertura lateral, a qual permite a passagem das ferramentas de fluido e de produção através da junção entre um furo principal de produção 38 (acima da junção) e o furo de ramal lateral 26. 0 revestimento de tipo· 'liner' lateral 30 se conecta na, ou de modo alternativo, penetra para dentro do conector de ramal lateral 28 em sua extremidade superior e se conecta à parte superior de um revestimento de tipo 'liner' lateral (nâo mostrado) que foi instalado antes da instalação do equipamento de conexão. Na alternativa, o revestimento de tipo Míner' lateral 30 se ajusta dentro do furo de poço aberto do ramal lateral ao longo da totalidade de seu comprimento ou ao longo de uma parte do ramal lateral. 0 revestimento de tipo 'liner' lateral 30 possuí também muitas das propriedades dos revestimentos de tipo 'liner' que são instalados em poços para isolar as zonas de produção ou de injeção das outras formações. O revestimento de tipo 'liner' lateral 30 pode ser ou não cimentado dependendo do desejo do usuário, h relação mecanicamente integrada e vedada do revestimento de tipo 'liner' lateral com o gabarito de ramal lateral 18 evidencia a necessidade quanto à cimentação devido ao fato de que, díferentemente das junções de cimento, a montagem de junção 10 é estruturalmente capaz de suportar forças mecânicas ou de pressão induzidas que causam a falha das junções de ramal lateral cimentadas convencionais, Como uma alternativa, o revestimento de tipo 'liner' lateral 30 pode carregar dentro ou fora de sua parede algum equipamento de monitoramento do reservatório o qual mede, processa e transmite dados importantes que identificam a evolução das características do reservatÊrio enquanto da produção· do hidrocarboneto. Essa informação pode ser transmitida à superfície via meios adequados de transmissão tais como linhas elétricas, eletromagnéticas ou de indução, através ou ao longo do revestimento de tipo 'liner' propriamente provido de adequados relés e conexões, até a conexão lateral com o poço original.
Também, como uma opção, o gabarito de ramal lateral 18 pode incluir um dispositivo ativo de desvio que é controlado a partir da superfície antes de baixar o equipamento em um ramal lateral pré-selecionado mediante a criação de um desviador mecânico temporário no furo principal.
De acordo com algumas modalidades, como mostrado nas figuras 7A-7D, um mecanismo contínuo de integração, provido entre o conector de ramal lateral 28 e o gabarito de ramal lateral 18, inclui os componentes contínuos de interengajamento. Os componentes contínuos de interengajamento proporcionam aprimoradas características de integração (tais como as características de conexão e de vedação). Adicionalmente, o mecanismo contínuo de integração proporciona aprimoradas características de vedação para impedir ou reduzir o influxo dos sólidos (por ex., areia ou outros fragmentos) provenientes da formação' circundante e do furo do poço.
Como mostrado na Fig. ?D, o gabarito de ramal lateral 18 e o conector de ramal lateral 28 são engajados um com o outro ao· longo de um comprimento indicado geralmente como "L". Como aqui usado, um "mecanismo contínuo de integração" de acordo com uma modalidade é um que se estende continuamente ao longo do comprimento de engajamento (L) do conector de ramal lateral 28 e do gabarito de ramal lateral 18, sem quaisquer interrupções ou intervalos nos componentes de interengajamento ao longo dos comprimentos dos componentes de interengajamento. De modo geral, os componentes de interengajamento em algumas modalidades se estendem desde uma extremidade (por ex., a extremidade superior) da janela lateral do gabarito até a outra extremidade (por ex,, a extremidade inferior) da janela lateral do gabarito·. Entretanto, em uma modalidade alternativa, um ou ambos os componentes de interengajamento podem ser formados com um. ou mais intervalos ou interrupções (discutido posteriormente a seguir) Na Figura 7A, os componentes de interengajamento do gabarito 18 incluem um par de entalhes contínuos 112 (apenas um dos entalhes é visível na Fig, 7A) formado sobre a parede interna do gabarito 18. Os entalhes contínuos 112 sâo adaptados para o engajamento com um par correspondente de lingiletas ou trilhos contínuos 126 (apenas um dos trilhos 126 é visível nas Figs. 7B-7C) formado sobre a superfície externa do conector 28, como mostrado nas Figs. 7B-7C. Era um outro arranjo, os entalhes 112 são formados no conector 28 e os trilhos são formados sobre o gabarito 18. Já em modalidades adicionais, outros tipos de componentes de interengajamento podem ser empregados sobre o conector 28 e o gabarito 18.
Como mostrado na Fig, 7A, a janela lateral 29 formada através do gabarito 18 é definida por superfícies laterais 104 e 106 geralmente paralelas. As superfícies laterais 104 e 106 sâo unidas na extremidade superior por uma superfície de extremidade curva 108. À medida que o conector de ramal lateral 28 é movido descendentemente, a angulada superfície da rampa 32 {Fig. 1) do gabarito de ramal lateral 18, em conjunto com a cooperação dos entalhes contínuos 112 e trilhos contínuos 126, guia a parte da extremidade inferior do conector de ramal lateral 28 através da janela 29.
Cada entalhe contínuo 112 possui uma extremidade superior 112A [a "extremidade proxímal") e uma extremidade inferior 112B (A extremidade distai"). Na modalidade mostrada, a largura do entalhe 112 próxima da extremidade superior 112A ê maior que a largura do entalhe 112 próxima da extremidade inferior 112B. A largura do entalhe 112 gradualmente diminuí ao longo de seu comprimento, começando na extremidade superior 112A, de modo que o entalhe possui uma largura máxima na extremidade superior 112A e uma largura mínima na extremidade inferior 112B. Em outras modalidades, outros arranjos dos entalhes contínuos 112 são possíveis. Por exemplo, cada entalhe contínuo pode possuir uma largura geralmente constante ao longo de seu comprimento. De modo alternativo, em lugar de uma variação gradual da largura do entalhe, alterações escalonadas do entalhe podem ser providas. A parte mais alargada de cada entalhe 112 proporciona um mecanismo de orientação para o direcionamento de um trilho correspondente 126 do conector do revestimento de tipo 'liner' lateral 28 para dentro do entalhe 112. A parte superior do entalhe 112 possui pelo menos uma superfície angulada 119 para o direcionamento do trilho conector 126. à extremidade inferior 112B de cada entalhe 112 no gabarito de ramal lateral 18 define um conector inferior de parada 116 o qual é engajável pela extremidade inferior do trilho conector 126 para impedir a adicional movimentação para baixo do conector de ramal lateral 28 uma vez os trilhos conectores 126 estejam totalmente engajados nos entalhes 112.
Referindo às Figuras 7B-7C, os trilhos contínuos 126 do conector de ramal 28 se estendem desde a superfície externa sobre os lados opostos do alojamento conector 121 {apenas um dos trilhos 126 é visível nas Fígs, 7B-7C). 0 alojamento conector de ramal lateral 121 define um furo 123 que se estende através dele para possibilitar o fluxo dos fluidos (fluídos de produção ou de injeção). Como mostrado nas Fígs. 7B-7C, os trilhos contínuos 126 se estendem substancialmente ao longo do comprimento do engajamento {L na Fig. 9) entre o conector 28 e o gabarito 18, Os trilhos continuos 126 são arranjados e orientados para o engajamento com os entalhes contínuos 112 do gabarito 18, h medida que o conector de ramal lateral 28 é movido descendentemente dentro do gabarito de ramal lateral 18, os componentes de interengajamento 112 e 126 sâo movidos na forma de uma relação de integração uns com os outros.
Cada trilho contínuo 126 possuí uma extremidade superior 126A (a "extremidade proxiraal") e uma extremidade inferior 126B (a "extremidade distai"}. A largura da extremidade superior 126A é maior que a largura da extremidade inferior 126B. 0 trilho 126 diminuí gradualmente em largura ao longo de seu comprimento começando a partir da extremidade superior 126A. Em outras modalidades, outros arranjos dos trilhos 126 sâo possíveis, ã variação da largura dos trilhos 126 é selecionada para corresponder de modo geral à variação da largura dos entalhes 112 no gabarito 18.
Como mostrado nas Figs. 7B-7C, os trilhos contínuos 126 se inclinam geralmente de modo descendente. Por outro lado, os entalhes contínuos 112 (Fig. 7A) se inclinam geralmente de modo ascendente. Os arranjos inclinados dos trilhos 126 e dos entalhes 112 servem para guiar o conector 28 em direção para fora através da janela 2 9 formada através do gabarito 18 (Fig. 7A) de modo que a parte distai do conector é guiada para dentro do furo do ramal lateral 26 (Fig.1}.
Também, á medida que o conector de ramal lateral 28 é forçado para seguir o caminho inclinado provido pelos entalhes inclinados 112 e os trilhos 126, o conector de ramal lateral 29 é elasticamente e/ou plasticamente deformado para seguir o caminho inclinado. Assim, à medida que a força de dobramento ê aplicada ao alojamento conector 121 pela ação de rampa dos integrados, trilho e entalhe, o alojamento conector 121 é deformado ou flexionado para permitir à sua extremidade inferior se mover através da janela do revestimento e para dentro do furo de ramal lateral, A Fig. 7D mostra o conector 28 e o gabarito 18 na posição engajada. O mecanismo de integração do trilho continuo e do entalhe mostrado nas Figs. 7A-7D forma um ramal lateral ou uma montagem de conexão de junção que possui suficiente integridade estrutural para suportar a força mecânica induzida durante a operação do poço. Por exemplo, a força mecânica pode ser aplicada pelas mudanças que ocorrem na formação geológica circundante, Também, as forças são induzidas pelo fluxo de fluido através da junção. 0 mecanismo de integração do trilho contínuo- e o entalhe também previnem os sólidos (tal como areia e outros fragmentos) de adentrarem ao fluxo de produção provenientes do ramal lateral e permite o movimento- do conector de ramal que estabelece eficiente vedação com o revestimento de tipo 'liner' de ramal 30 do furo de ramal lateral.
Em uma modalidade alternativa, ao invés de um trilho continuo 126 como mostrado na Fig, 7B, o trilho 126 pode ser separado na forma de dois ou mais segmentos, com intervalos ou interrupções entre os segmentos.
Uma outra característica desejada de algumas modalidades da invenção é que um, caminho de vedação continuo de fluido é definido em torno da periferia da janela lateral 29 do gabarito. Como esquematicamente ilustrado na Fig. 8A, o caminho de vedação contínua para o fluído é representado como uma curva continua, fechada, 150. O caminho de vedação contínua para o fluido pode ser implementado com um elemento de vedação, tal como um elastôraero de vedação. O elemento de vedação é provido entre uma superfície externa do conector 28 e uma superfície interna do gabarito 18. O caminho de vedação continua para o fluído 150 pode ser proporcionado, quando usado tanto com um trilho continuo 126 (como mostrado nas Figuras 75, 7C), ou um trilho segmentado ou descontínuo, Para proporcionar o caminho de vedação contínua, o elemento de vedação em uma modalidade é roteado ao longo dos trilhos 126 (Fig, ?B) e se movimenta ao longo das partes superior 125 do conector 28 tanto em torno do lado frontal {indicado como 127} da parte superior 125 ou em torno do lado traseiro (indicado como 129) da parte superior 125. Um entalhe pode ser provido sobre a parte superior 125 para receber o elemento de vedação.
Na extremidade inferior do caminho de vedação continua 150, o elemento de vedação envolve em torno, ou produz uma "curva-U' em torno da extremidade 126B dos trilhos 126. Assim, quando a extremidade inferior 126B, e o elemento de vedação envolvido em torno da extremidade inferior, engaja a parada 116 (Fig. 1) do gabarito 18, um engajamento de vedação é formado entre a extremidade inferior 126B e a parada 116. Através do emprego do caminho de vedação continua (e fechada) 150, o isolamento em torno da janela lateral do gabarito pode ser conseguido.
Referindo à Figura 8B, de acordo com uma outra modalidade, uma vista de cabeça para baixo do conector 28 é ilustrada, Um elemento de vedação 160 se movimenta ao longo do trilho 126 sobre o lado visivel. O elemento de vedação 160 se envolve em torno (indicado por 162) da parte superior 125 do conector 28 até o outro lado· do conector 28, onde o elemento de vedação 160 se move sobre o outro trilho 126 (não mostrado). 0 elemento de vedação 160 pode se mover em um entalhe ao longo do caminho 162 no exemplo, Na extremidade inferior do conector 28, o elemento de vedação 160 se move ao longo de um caminho definido 164 (em um entalhe, por exemplo) até o outro lado do conector 28. Quando engajado às superfícies correspondentes do gabarito 18, um caminho de vedação continua, fechado, é definido em torno da janela lateral 29 do gabarito 18. Na modalidade mostrada na Figura 8B, a superfície 166 na qual o elemento de vedação 160 é roteado ao longo, é geralmente inclinada ou encurvada Como um resultado, o intervalo na parte de vedação 164 é gradualmente reduzido à medida que a superfície inclinada ou encurvada 166 do conector 28 se encaixe com uma correspondente superfície inclinada ou encurvada (não mostrada) do gabarito 18. Um engajamento de vedação é conseguido uma vez o conector 28 se engaja completamente ao gabarito 18.
No exemplo ilustrado, o elemento de vedação 160 se ondula ao longo do trilho 12 6 para formar um elemento de vedação geralmente ondulado A forma geralmente ondulada do elemento de vedação 160 possibilita um engajamento mais seguro em um entalhe formado no trilho 126. Outras formas de elemento de vedação 160 podem ser usadas em outras modalidades.
No gabarito 18 mostrado na Figura 7A, a posição superior 115 do gabarito 18 é um alojamento tubular que confina um furo interno. Entretanto, em uma modalidade alternativa, como mostrado na Fig. 9, um gabarito ISA possui uma parte superior 115A que possui uma abertura lateral USB, Mediante o emprego de uma parte superior que possua apenas uma abertura lateral, um espaço maior é provido na extremidade superior da montagem de junção 10 quando o conector 28 e o gabarito 18A são engajados.
As Figuras 2-6 são vistas em seção transversal tomadas ao longo das respectivas linhas se seção 2—2 até 6-6 da Figura 1 e apresentando a inter-relaçâo estrutural dos vários componentes do gabarito de ramal lateral 18 e do conector do ramal lateral 28 {com as camadas externas ao conector 28 omitidas para maior clareza) , 0 gabarito 18' e o conector 28 estão na posição completamente engajada nas Figuras 2—6. A Figura 2 mostra uma vista em seção transversal (em 2-2) próximo da extremidade superior da montagem de junção incluindo· o gabarito 18 e o conector 28. Como mostrado, a parte superior de cada um dos pares de entalhes 112 ê mais largo que uma parte correspondente de cada um dos pares dos trilhos 126, A largura relativamente ampla de cada entalhe 112 torna mais fácil para os trilhos 126 do conector 128 serem inseridos dentro dos entalhes 112, Também, na posição indicada por 2—2, um furo interno 142 do conector 128 é substancialmente coaxíal com um furo interno 144 do gabarito 18.
Adicionalmente de modo descendente, como mostrado na Figura 3 (vista em seção transversal em 3-3 na Figura 1), o furo interno 142 do conector 28 é ligeiramente deslocado com respeito ao furo interno 144 do gabarito 18. Também, a largura de cada entalhe 112 se estreitou para proporcionar um ajuste mais apertado com o trilho· correspondente 126. 0 deslocamento entre os furos internos 142 e 144 se torna maior na seção transversal 4-4, como mostrado na Figura 4. Também, como mostrado na Figura 4, as larguras dos entalhes 112 e trilhos 12 6 são algo menores que as larguras nas seções transversais 2-2 e 3-3. 0 deslocamento dos furos internos 142 e 144 (e do conector 28 e gabarito 18) aumenta a seção transversal 5-5, como mostrado na Figura 5. Aqui, os furos 142 e 144 proporcionam caminhos completamente separados. Adicíonalmente, as larguras dos entalhes 112 e dos trilhos 126 sâo reduzidas adicionalmente. Próximo da extremidade inferior da montagem de junção, na seção transversal 6-6, o conector 28 e o gabarito 18 são adicíonalmente deslocados um do outros. Os trilhos conectores 126 e os entalhes 112 do gabarito, próximos à extremidade distai da montagem de junção sâo também mostrados.
De acordo com uma outra característica de algumas modalidades da invenção, fendas ou condutos são também definidos no conector 28 e/ou gabarito 18 para possibilitar o roteamento de linhas de comunicação {por ex., linhas elétricas, linhas de controle de pressão de fluído, linhas hidráulicas, linhas de fibra ótica, etc.). Como mostrado nas Figuras 2—6, as linhas de comunicações 146 sâo roteadas ao longo dos condutos 148 definidos sobre a superfície externa do alojamento conector 121. Embora dois conjuntos de linhas de comunicações 146 e condutos 148 sejam ilustrados na Figura 2, outras modalidades podem ter apenas ura único conjunto ou mais que dois conjuntos. As linhas de comunicações 146 possibilitara a transmissão e a recepção de energia e de sinais entre os dispositivos localizados no furo de ramal lateral 26 e os dispositivos localizados no furo principal 38 ou na superfície do poço.
Adicionalmente às linhas de comunicação 146 e condutos 148» linhas similares de comunicações 150 podem ser estendidas ao longo dos condutos 152 formados sobre a superfície externa do alojamento gabarito 18, Novamente» dois conjuntos de linhas de comunicações 150 e condutos 152 são ilustrados para os propósitos de exemplo. As linhas de comunicações 150 possibilitam as comunicações com, os dispositivos localizados abaixo da montagem de junção.
Uma outra característica de algumas modalidades é a presença de vedações 154 formadas entre os respectivos entalhes 112 e trilhos 126 (como mostrado nas Figuras 2—6). As vedações 154 sâo providas primariamente para impedir a entrada de sólidos provenientes da formação circundante e do furo de poço para dentro dos furos 142 e 144» Em uma outra modalidade» as vedações 154 sâo vedações de elastômeros - embora outros tipos de vedações possam ser empregados em outras modalidades. Em uma outra modalidade» uma vedação adequada pode ser provida mediante o engajamento de cada trilho continuo 126 com um entalhe correspondente 112 (sem o uso da vedação 154), O engajamento do trilho 126 e do entalhe 112 proporcionar um caminho tortuoso que o torna difícil para os sólidos atravessar desde a parte externa da montagem da junção para dentro da montagem da junção. 0 caminho tortuoso provido pela pluralidade de bordas ou de superfícies do trilho 126 estando em modo adjacente com a correspondente pluralidade de bordas ou superfícies do entalhe 112.
As Figuras 2-6 mostram trilhos 126 e entalhes 112 que são geralmente paralelos uns aos outros e que são geralmente paralelos ao longo de um eixo longitudinal do conector 28 ou gabarito 18. De modo alternativo, os trilhos 126 e/ou entalhes 112 podem ser não-paralelos. Também, o par de trilhos e o par de entalhes não necessitam ser simétricos ao longo do eixo longitudinal. Um exemplo de um par de entalhes nâo-paraielos 112C é mostrado na Figura 20. Em uma parte do gabarito 185, a largura entre os entalhes 112C é Al. Em uma outra parte do gabarito 185, a largura entre os entalhes 112C é reduzida {A2). Assim os entalhes 1120 são geralmente tornados afunilados, considerando a sua parte interna, no sentido um em relação ao outro, formando um par de entalhes não-paralelos. Os trilhos do conector podem ser similarmente afunilados. De modo alternativo, em outras modalidades, outros arranjos não-paralelos dos trilhos e entalhes são possiveis. A Figura 21 mostra um par de entalhes 112D que são nâo-simétricôs ao longo do eixo longitudinal do gabarito 180. No desenho, o entalhe 1120 sobre o lado da mão-díreíta possui um encaixe 113 que não aparece sobre o entalhe 112D sobre o lado da mão-esquerda. Os trilhos do conector podem ser também não—simétricos ao longo de seus eixos longitudinais.
As Figuras 10-12 ilustrai» coletívamente a conexão de ramal lateral ou montagem de junção por meio de ilustrações isométricas possuindo suas partes separadas e mostradas em seção. O gabarito de ramal lateral 18 sustenta chaves de posicionamento 46 e uma chave de orientação 4 que se encaixa respectivamente com o posicionamento e orienta perfis de um conjunto indexador de acoplamento dentro do revestimento do poço principal 12. Se o procedimento de construção do ramal lateral é realizado era um poço já existente que nâo está provido com ura acoplamento indexador, um mecanismo indexador pode ser orientado e ajustado dentro do revestimento de poço existente, permitindo assim ao gabarito de ramal lateral ser precisamente posicionado com respeito a uma janela do revestimento que está fresada no revestimento e com. respeito ao furo do ramal lateral 2 6 que é perfurado a partir da janela 24 do revestimento.
Um mecanismo adaptador de ajustamento mostrado em 52 nas Figuras 10 e 11 permite o ajuste para a profundidade e orientação entre a seção inferior do gabarito e as chaves de posicionamento 4 6 e a chave de orientação 48 e a seção superior do gabarito 18 que sustenta o conector de ramal lateral 28. Ura componente desviador 54 incluindo chaves seletivas 56 se ajusta dentro do furo principal de produção do gabarito de ramal lateral 18 e define uma superfície desvíadora afunilada 58 que é orientada para desviar ou defletir uma ferramenta que esteja se movendo ao longo do furo principal de produção 38 lateralmente através da janela 24 do revestimento e para dentro do furo de ramal lateral 26. ã estrutura do corpo desviador inferior 57 é ajustável de modo rotacional relativamente á superfície desvíadora afunilada 58 para assim permitir a seletiva orientação da ferramenta que está sendo desviada ao longo de um azimute seletivo.
As chaves seletivas de orientação 56 do desviador são assentadas dentro das fendas-chaves especificas do· gabarito de ramal lateral 18 enquanto a parte superior 59 do desviador será rotacionalmente ajustada relativamente à esta para orientar seletivamente a superfície afunilada 58. Pacotes isoladores 60 e 62 são interconectadcs com o gabarito de ramal lateral e sào posicionados respectivamente acima e abaixo da janela 24 do revestimento e servem para isolar o espaço anular do gabarito respectivamente acima e abaixo da janela do revestimento.
De acordo com um outro método para a conexão de um revestimento de tipo 'liner' de ramal lateral para um revestimento de poço principal, o revestimento do poço principal ou original é localizado dentro do furo do poço principal e sustenta um ou mais dispositivos indexadores que podem ser permanentemente instalados no revestimento original abaixo da junção. As características indexadoras incluem sistemas positivos de posicionamento para posicionar precisamente o gabarito 18 em profundidade e orientação com respeito á janela lateral 24. O revestimento do poço principal possui uma pluralidade de janelas laterais referenciadas ao dispositivo, ou dispositivos indexadores, para desse modo permitir a um ou mais furos de ramal lateral serem construídos a partir do furo de poço principal e orientados de acordo com o azimute e inclinação desejados para a interceptaçâo de uma ou mais zonas da sub— superfície de interesse. A (s) janela(s) lateral(is) é tipicamente fresada após o revestimento do poço principal ser montado e cimentado. Nesse caso, o revestimento do poço· principal nâo necessita ser orientado antes da cimentaçâo. De modo alternativo ao acima, a janela lateral pode ser pré-fabricada como um vaso especial instalado em linha na seqüência de armações do poço principal. Nesse caso, o revestimento do poço principal requer uma orientação antes da cimentaçâo a fim de deixar a orientação do ramal lateral em conformidade com o plano de construção do poço. 0 gabarito de ramal lateral 18 é apropriadamente posicionado e fixado dentro do furo do poço principal mediante o seu ajustamento a um dispositivo indexador para posicionar precísamente o gabarito na profundidade e orientação com respeito à janela lateral 24 do revestimento do poço principal, 0 gabarito de ramal lateral 18 possui componentes de ajuste que sâo integrados dentro do gabarito de ramal lateral 18 e que permitem quanto a um ajustamento da posição e orientação do gabarito de ramal lateral com respeito à janela do revestimento lateral, O furo e produção principal 38 permite a passagem do equipamento de fluido e de produção através do gabarito de ramal lateral com uma mínima restrição de modo que o acesso em ramais localizados abaixo da junção seja ainda permitido para o trabalho de acabamento ou de intervenção após o gabarito 18 ter sido ajustado, A abertura lateral 29 no gabarito de ramal lateral 18 proporciona espaço para a passagem, do revestimento de tipo 'liner' lateral e para o posicionamento do conector de ramal lateral 28 que se ajusta nele com tolerâncias bem apertadas tirando vantagem das controladas geometrias pré-fabricadas, 0 gabarito de ramal lateral 18 incorpora um perfil de ancoramento e um mecanismo de fecho que permite a sustentação e a retenção do conector de ramal lateral 28 de modo que ele é positivamente conectado ao furo de produção principal 38. 0 gabarito de ramal lateral 18 também incorpora características de direcionamento e de integração {entalhes contínuos 112 mostrados nas Figuras 1-9) que, em cooperação com os correspondentes trilhos contínuos 126 do conector de ramal lateral 28, permite o transporte do conector de ramal lateral 28 através da abertura lateral, Os entalhes contínuos 112 e trilhos 126 também sustentam o conector de ramal lateral 28 contra as forças que possam ser induzidas pelo movimento da formação circundante ou pela pressão de fluído, do fluído produzido na junção. O gabarito de ramal lateral 18 também proporciona um perfil de ancoragem seletiva e um perfil associado de orientação no qual se pode ajustar um desvíador usado para direcionar o equipamento desde a parte superior do furo ao longo da janela do revestimento e no sentido do furo do ramal lateral. As extremidades, superior e inferior, do gabarito de ramal lateral sâo tratadas de modo que a tubulação de produção possa ser conectada sem restrição de diâmetro por meio de conexões tubulares convencionais de produção. 0 gabarito de ramal lateral proporcionar um receptáculo de furo polido para a eventual sustentação em sua parte superior e é provido com uma conexão rosqueada em sua parte inferior. Como uma opção, o espaço anular entre o gabarito de ramal lateral e o revestimento do poço principal é isolado abaixo e acima da janela lateral por meio de elementos empacotadores anulares para dotar o poço fínalmente e seletívamente com isolamento tanto da seção inferior do furo de produção principal ou do furo de ramal lateral.
Referindo à Figura 14, uma vez a montagem da conexão· lateral seja ajustada na junção entre o furo principal e o ramal lateral 26, um dispositivo inteligente de acabamento 202 pode ser posicionado em, algum ponto ao longo do furo do ramal lateral 26 usando uma ferramenta de intervenção, a qual em uma modalidade inclui uma ferramenta de avanço 204 (mostrada pelo perfil era linha pontilhada). A ferramenta de avanço movimenta o dispositivo inteligente de acabamento 202 dentro do furo de poço principal 22 Em uma modalidade, o dispositivo inteligente de acabamento 202 é uma válvula eletricamente controlável que pode ser posicionada no furo de ramal lateral 26 para controlar o fluxo interno de fluido proveniente do furo de ramal lateral 26 para o furo principal 38 (acima da junção) , Em outras modalidades, outros tipos de dispositivos inteligentes de acabamento podem ser posicionados no furo de ramal lateral 26 incluindo calibrador, sensores, dispositivos de controle, e assim por diante. A válvula 202 possui uma ou mais garras de travamento 206 que são engajáveis era um ou mais perfis 208 formados no conector de ramal lateral 28. De modo alternativo, se a válvula 202 é posicionada adicionalmente à jusante no furo de ramal lateral 26, o(s) perfil(is) 208 são formados no revestimento de tipo 'liner' 30 do ramal lateral. Uma superfície interna do revestimento de tipo 'liner' 30 (ou de modo alternativo o conector de ramal lateral 28) proporciona uma vedação do furo 210 na qual uma vedação 212 realizada pela válvula 202 é engajável de modo vedante. O dispositivo de válvula 202 incluí uma válvula 214 que pode ser atuado entre uma posição aberta e uma posição fechada, e opcionalmente, para uma ou mais posições de obstrução, para controlar o fluxo de fluído através de um furo longitudinal do dispositivo de válvula 202, Um adaptador de engajamento 216 na extremidade superior do dispositivo de válvula 202 é engajável por meio de um componente correspondente 222 sobre a ferramenta de avanço 204, A ferramenta de avanço 202 possui uma seção 204 que é montada de modo pivotável com respeito a uma seção· principal 226, Os componentes de atuação 228 são montados sobre a parte externa da ferramenta de avanço 204 e são adaptados para o engajamento nos perfis 230 formados no conector 28, De modo alternativo, os perfis 230 podem ser formados no revestimento 12 se os componentes atuadores 228 da ferramenta de avanço 204 são formados adicionalmente de modo ascendente. Quando os componentes atuadores 228 são engajados nos perfis 230, a ferramenta de avanço 204 é deflagrada para permitir à seção inferior 224 a se pivotar em direção ao furo de ramal lateral 26. A seção inferior 224 pode ser baixada para dentro do furo de ramal lateral 26 para possibilitar o engajamento das garras de travamento 206 sobre o lado externo do dispositivo de válvula 202 nos perfis 208 do conector de ramal lateral 28 ou do revestimento de tipo 'liner' de ramal lateral 30. Uma vez o dispositivo de válvula 202 seja engajado nos perfis 208, a ferramenta de avanço 220 pode ser desengajada da válvula 202, A ferramenta de avanço 220 é então elevada até a superfície» deixando o dispositivo de válvula 202 para trás, Como uma opção» as extremidades» superior e/ou inferior do gabarito de ramal lateral 18 podem estar equipadas com um mecanismo acoplador indutivo para permitir a comunicação da energia elétrica e de sinalização com a válvula. 202 através do gabarito 18 e ao longo do conduto de acabamento principal (por ex., tubulação de produção» etc.), O mecanismo acoplador indutivo mostrado na Figura 14 proporciona um acoplamento sem contato de energia elétrica e de sinalização. De modo alternativo, uma conexão elétrica baseada no contato» ou comunicações de base eletromagnética, podem ser empregadas. O conector de ramal lateral 28 é mostrado ser provido com uma parte acopladora indutiva 68. Um cabo encapsulado por uma tubulação ou um cabo de fundo de poço permanente» que pode ser uma das linhas de comunicação 146 mostradas nas Figuras 2-6» se estende desde a parte acopladora indutiva 68 substancialmente o comprimento do conector de ramal lateral 28 e termina em uma outra parte acopladora indutiva 70, A parte acopladora indutiva do furo original 68 é localizada dentro de um receptáculo de furo polido 72 possuindo uma seção superior de furo polida 74 que é tipicamente engajada por uma vedação localizada na extremidade inferior de um conduto de produção.
Embora não mostrado, uma linha de suprimento de energia se estende ao longo do conduto de produção. O suprimento de energia e a linha de controle terminam em uma parte acopladora indutiva (nào mostrada) na extremidade inferior do conduto de produção. Quando· o conduto de produção é engajado no receptáculo de furo polido 72, a parte acopladora indutiva conectada ao suprimento de energia e á linha de controle é indutívamente acoplada à parte acopladora indutiva 68 do furo original. A extremidade superior do suprimento de energia e linha de controle ê conectada a uma unidade de controle do poço (ou a uma unidade de controle de fundo de poço). A energia elétrica é acoplada indutívamente à parte acopladora indutiva do furo original 68, cuja energia elétrica é comunicada ao longo do cabo 146 até a parte a acopladora indutiva 70 de ramal lateral. A energia elétrica na parte acopladora indutiva 70 é indutívamente acoplada a uma parte acopladora indutiva 219 na válvula 202. A energia elétrica (incluindo energia e sinalização) é comunicada para energizar a válvula 202 e para atuar a válvula 202 entre uma posição aberta, uma posição- fechada, e opcionalmente, pelo- menos uma posição intermediária de obstrução.
Em uma modalidade alternativa, o conector 28 é conectado a uma extremidade inferior de uma tubulação de produção ou de outro equipamento de acabamento de modo que o conector 28 e a tubulação ou outro equipamento de acabamento possam ser movimentados para dentro do furo do poço juntamente. Nesse arranjo, um cabo ou condutor elétrico pode ser movimentado desde o conector 28 ao longo do trajeto até a superfície do poço.
Ura método e equipamento eficientes sâo desse modo proporcionados, para posicionar ura equipamento inteligente de acabamento no furo de ramal lateral e parar se comunicar com tal dispositivo inteligente de acabamento. A capacidade para se posicionar e de se comunicar com. os dispositivos inteligentes de acabamento era um furo de ramal lateral, proporcionam tarefas úteis para controlar e para melhorar a produtividade do furo de ramal lateral 26.
Em um poço possuindo pelo menos um ramal lateral e ura furo de poço principal, o caso da mistura de fluidos proveniente de diferentes zonas (por ex., fluidos provenientes do ramal lateral, e fluidos provenientes de uma zona no furo do· poço principal) surge. Algumas vezes pode nâo ser desejável misturar os fluídos provenientes de diferentes fontes. Por exemplo, um poço possuindo múltiplos ramais laterais pode possuir diversos proprietários, com um primeiro ramal lateral pertencente a um primeiro proprietário e um segundo ramal lateral pertencente a um segundo proprietário, e assim por diante. Em tal situação, e em outras situações onde a mistura é indesejada, um método e equipamento de acordo com algumas modalidades da presente invenção possibilitam separar os fluxos de fluidos.
Os dispositivos de controle de fluxo sâo providos na junção de modo que o controle do fluxo de fluido possa ocorrer na junção. Os dispositivos de controle de fluxo podem ser controlados de forma remota/ de modo que quantidades precisas de fluxo de fluido provenientes de diferentes fontes (desde o ramal lateral e proveniente do furo do poço principal) podem ser providas.
Como mostrado na Figura 15, um conector de ramal lateral 300 (similar ao conector 28 exceto com as diferenças discutidas aqui) é conectado· em um gabarito de ramal lateral 308 para formar uma montagem de junção entre o furo de poço principal 22 e o furo de ramal lateral 26. Díferentemente do gabarito 18, nas modalidades descritas acima, o· gabarito 308 inclui um caminho do fluxo· de produção 302 e um caminho de intervenção 308. O fluxo que fluí ascendentemente através do furo principal 22 é roteado através do furo de produção 302 no gabarito 308 para contornar um batoque 306 que é ajustado dentro do furo de intervenção 304. O batoque 306 é um batoque recuperável que pode ser recuperado para a superfície do poço se for desejado movimentar uma ferramenta de intervenção para dentro do furo principal 22 abaixo da montagem de junção.
Tanto o furo de produção 302 e o furo de intervenção 304 se estendem geralmente longitudínaImente ao longo do gabarito 308. Na modalidade ilustrada, o furo de produção 302 é deslocado para um lado do gabarito 30Θ, embora o furo de intervenção 304 esteja geralmente alinhado com o furo principal 22 para possibilitar a movimentação de uma ferramenta de intervenção através do furo de intervenção 304 para dentro do furo principal 22. Um dispositivo de controle durante o fluxo {tal como a válvula 202 na Figura 14) controla o fluxo de fluido proveniente do furo de ramal lateral 26, passado o dispositivo de controle de fluxo 310. A extremidade superfície do furo de produção 302 no gabarito 308 leva a uma porta radial 312 que está em comunicação com uma montagem de válvula 314. Em uma modalidade, a montagem de válvula 314 inclui uma válvula de luva 316 que é atuável entre uma posição aberta e uma posição fechada. Opcionalmente, a válvula de luva 316 pode ser também atuada para uma ou mais posições intermediárias de obstrução. A válvula de luva 316 é conectada a um mandril operador 138 que é movivel por um atuador (não mostrado) da montagem de válvula 314 em uma direção longitudinal para cima e para baixo. Quando a válvula 316 está aberta, o fluido pode fluir desde o furo de produção 302 do gabarito 308' através do furo radial 312 e do furo radial 320 da montagem de válvula 314 para dentro do furo inferno 322 da montagem de válvula 314. O fluxo de fluido pode então ser procedido até a parte superior do furo principal 38. Embora os furos radiais 312 e 320 sejam referidos no singular,, outras modalidades podem possuir uma pluralidade de foros radiais 312 e 320 para proporcionar uma área de fluxo de seção transversal maior, Quando a válvula 316 está fechada, e o dispositivo de controle do fluxo· interno 310 está aberto, então o fluido flui através do dispositivo de controle de fluxo· 202 no furo- de ramal lateral 26 para dentro do gabarito 308, O fluxo se procede até o gabarito 308 para dentro do furo interno 322 da montagem de válvula 314, e o fluido continua até a parte superior do furo principal 38.
As vistas em seção transversal da montagem da junção da Figura 15 sào mostradas nas Figuras 16 e 17. A Figura 16 mostra uma vista em seção transversal tomada na seção 16—16, enquanto que a Figura 17 mostra uma vista em seção transversal tomada na seção 17-17. O furo de produção deslocado 302 no gabarito 308 tem uma forma geralmente achatada sobre ura lado do gabarito 308. O furo de intervenção 304 é geralmente cilíndrico em sua forma e está mais próximo do eixo central do gabarito 308. Na seção 16-16, o furo de intervenção 304 se sobrepõe a ura furo interno 304 do conector de ramal lateral 300.
Em uma modalidade, um conector 300 também inclui um par de trilhos contínuos 352 (similar ao trilho 126 nas Figuras 8A-8B) para interengajamento com um correspondente par de entalhes contínuos 350 no gabarito 308. Vedações 354 podem ser também providas entre o trilho 352 e o entalhe 350 para impedir o influxo de sólidos para dentro do caminho de produção, A figura 17 mostra uma seção da montagem de junção posterior à jusante, onde o furo interno 340 está completamente deslocado do furo de intervenção 304 do gabarito 308. Também, as larguras dos trilhos 352 e os entalhes 350 sâo também estreitados em 17-17, Como mostrado nas Figuras 16 e 17, o gabarito 308 também define um outro furo deslocado 342, que pode ser usado para transportar uma linha de controle (por ex,, uma linha de controle elétrico, uma linha de controle hidráulico, etc.).
Referindo â Figura 18, uma outra modalidade de um mecanismo de controle de fluxo na montagem de junção é mostrada, No arranjo ilustrado, um conector de ramal lateral 402 é conectado em um gabarito de ramal lateral 404, Nessa modalidade, um dispositivo de controle de fluxo interno nâo é necessário no furo de ramal lateral 26 (embora uma possa ser posicionada no furo de ramal lateral 26, se desejado-) .
Para prover o desejado controle de fluxo na montagem de junção, uma tubulação 406 se estende através do -gabarito 404, com um empacotador ou outro elemento- de vedação 408 proporcionando uma vedação entre a superfície externa da tubulação 406 e os componentes de protrusâo 410 fixados ao revestimento 412, Em uma modalidade alternativa, ao invés dos componentes de protrusâo 410 fixados à parede do revestimento 412, o empacotador, ou outro elemento de vedação, pode possuir um diâmetro externo mais amplo, para se engajar na parede interna do revestimento· 412. A tubulação 406 é conectada em sua extremidade inferior a uma válvula 422, a qual controla o fluxo dos fluidos provenientes da parte inferior do furo principal 22 para dentro da tubulação 406, A extremidade superior da tubulação 406 se estende até um dispositivo de válvula 414 que é de forma vedante engajado na parede interna do revestimento 412. Em um exemplo, o dispositivo de válvula 414 inclui uma válvula de esfera 416 De modo alternativo, o dispositivo de válvula 414 inclui uma válvula de chapeleta, uma válvula de luva, ou outro tipo de válvula.
Para permitir a comunicação dos fluidos provenientes do· ramal lateral 26, aberturas 420 (tais como na forma de fendas) são formadas sobre a parede externa da tubulação 406, O fluxo proveniente do ramal lateral 26 entra na tubulação 406 para comunicação até a superfície do poço. Para possibilitar ao fluido fluir desde a parte inferior do· furo principal 22, a válvula 422 é aberta, como o é a válvula 416. Opcionalmente, um dispositivo de controle de fluxo no ramal lateral 26 pode ser fechado para impedir a mistura dos fluídos na montagem de junção Em uma outra montagem, a válvula 422 pode ser fechada e o fluxo de fluido proveniente do ramal lateral 26 é direcionado através da válvula 416 para dentro da parte superior do furo principal 38, Referindo à Figura 19, ainda uma outra modalidade é ilustrada. Nessa modalidade, os dispositivos de controle de fluxo na montagem de junção não sâo usados. Entretanto, uma pluralidade de condutos de fluxo 502 e 504 é empregada. Os condutos de fluxo 502 e 504 {por ex., tubulações de produçâoj em. uma modalidade, se estendem até a superfície do poço, Um empacotador duplo 506 proporciona uma vedação por engajamento dos condutos de fluxo 502 e 504 dentro do furo definido por um revestimento 508. O conduto 504 recebe o fluxo de fluido proveniente do ramal lateral 26, enquanto que o conduto de fluxo 502 recebe o fluxo de fluido proveniente da parte inferior do furo principal 22 Na modalidade ilustrada da Figura 19, um conector de ramal lateral 510 é engajado em um gabarito 512 (similar àquele das outras modalidades aqui descritas).
De acordo com essa modalidade, um desviador 514 é colocado sobre a parte externa do conduto de fluido 502 para possibilitar a intervenção das ferramentas baixadas para dentro do conduto de fluxo 504 para se engajar ao desviador 514 de modo que a ferramenta de intervenção seja direcionada para dentro do ramal lateral 26. O desviador 514 pode ser integralnvente formado sobre a superfície externa do conduto de fluxo 502, ou de modo alternativo, o desviador 514 é fixado por rebites, parafusos, e similares, ao conduto de fluxo 502, O uso de um desviador 514, fixado ao conduto de fluxo 502, evita a necessidade quanto a uma ferramenta desviadora em separado no furo de poço.
Referindo à Figura 22, um poço 600 possui uma pluralidade de ramais laterais 602 e 604. A montagem da junção lateral de acordo com uma das várias modalidades pode ser usada próxima1 a cada junção do furo principal 608 e do ramal lateral 602 ou 604, Como ilustrado, uma primeira montagem lateral 610 ê posicionada proximal à junção para o ramal lateral 602, e uma segunda montagem lateral 612 é posicionada proximal à junção para o ramal lateral 604.
Embora a invenção tenha sido descrita com respeito a um limitado número de modalidades, aqueles com habilidade na arte irâo notar numerosas modificações e variações a partir dela. É pretendido que as reivindicações anexas cubram tais modificações e variações na medida era que elas se insiram no espírito e escopo da invenção.

Claims (38)

1. EQUIPAMENTO DE JUNÇÃO LATERAL, para proporcionar uma junção entre um furo de poço principal e um ramal lateral, caracterizado pelo fato de que compreende: um gabarito(18, 18A, 18B, 18C, 308, 404, 512) possuindo uma janela lateral(29) para o posicionamento proximal da junção; um conector(28, 300, 402, 510) adaptado para ser engajado com o gabarito, o conector adaptado para ser direcionado pelo gabarito através da janela lateral do gabarito; e um elemento de vedação(160, 408) entre o gabarito e o conector, o elemento de vedação adaptado para definir um caminho de vedação contínua para o fluido em torno da janela lateral.
2. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o elemento· de vedação ê adaptado para adicionalmente definir um caminho de vedação contínua, fechado, para o fluído em torno da janela lateral,
3. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o gabarito compreende um primeiro componente de ínterengajamento e o· conector compreende um segundo componente de ínterengajamento, os primeiro e segundo componentes de ínterengajamento adaptados para se engajarem um com o outro.
4. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que um dentre o primeiro e o segundo dos componentes de interengajamento compreende um entalhe e o outro dentre o primeiro e o segundo dos componentes de interengajamento compreende um trilho.
5. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o trilho é adaptado para se estender continuamente ao longo de um comprimento8 que corresponde substancialmente a um comprimento desde uma extremidade da janela do gabarito· até a outra extremidade da janela do gabarito.
6. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o trilho possui uma pluralidade de segmentos com um intervalo entre cada par de segmentos.
7. Equipamento de junção lateral, caracterizado pelo fato de que compreende: um gabarito(18, 18A, 18B, 18C, 308/, 404, 512) possuindo um primeiro componente contínuo de interengajamento, o gabarito possuindo uma janela(29) formada através dele; e um conector[28, 300, 402, 510) possuindo um segundo componente contínuo de interengajamento adaptado para cooperar com o primeiro componente contínuo de interengaj amento para direcionar uma parte do conector através da janela do gabarito, o conector e o gabarito estando era engajamento ao longo de um primeiro comprimento, cada um do primeiro e segundo componentes contínuos de interengajamento se estendendo substancialmente na totalidade do primeiro comprimento.
8. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que cada um do primeiro e segundo componentes de interengajamento se estende desde uma extremidade da janela do gabarito até uma outra extremidade da janela do gabarito.
9. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o gabarito possui pelo menos um outro primeiro componente contínuo de interengajamento.
10. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que possuí pelo menos um outro segundo componente continuo· de interengajamento, cada um dos primeiros componentes contínuos de interengajamento adaptado para se engajar a um dos correspondentes componentes contínuos de interengajamento.
11. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que cada primeiro componente de interengajamento compreende um dentre um entalhe continuo e um trilho continuo, e cada segundo componente de interertgajamento compreende o outro dentre o entalhe continuo e o trilho contínuo,
12, Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que adieionalmente compreende uma vedação que se estende ao longo de um comprimento de cada um dos componentes primeiro e segundo· de interengaj amento, para proporcionar um engajamento de vedação do gabarito e o conector.
13, Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a vedação é realizada por um dos componentes de interengajamento, primeiro e segundo-
14, Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que um dos primeiro e segundo componentes de interengajamento compreende um trilho, a vedação transportada pelo trilho.
15, Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que um dos primeiro e segundo componentes de interengajamento compreende um entalhe, a vedação transportada pelo entalhe.
16, Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação· 7, caracterizado pelo fato de que o primeiro componente de interengajamento compreende um dentre um entalhe continuo e um trilho contínuo, e o segundo componente de interengajamento compreende o outro dentre o entalhe contínuo e o trilho contínuo.
17. Equipamento de junção lateral» de acordo com a reivindicação 16» caracterizado pelo fato de que o entalhe contínuo possui uma largura que varia ao longo de um comprimento do entalhe continuo.
18. Equipamento de junção lateral» de acordo com a reivindicação 17» caracterizado pelo fato de que o entalhe continuo possui uma extremidade proximal e uma extremidade distai» a extremidade proximal possuindo uma largura maior que a da extremidade distai.
19. Equipamento de junção lateral» de acordo com a reivindicação 18» caracterizado pelo fato de que a largura do entalhe contínuo diminui a partir da extremidade proximal até a extremidade distai.
20. Equipamento de junção lateral» de acordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo fato de que a extremidade proximal do entalhe continuo poâsuí uma parte alargada para guiar o trilho continuo para dentro do entalhe contínuo.
21. Equipamento de junção lateral» de acordo com a reivindicação 17» caracterizado pelo fato de que o trilho continuo possui uma largura que varia ao longo de um comprimento do trilho continuo.
22. Equipamento de junção lateral» de acordo com a reivindicação 21» caracterizado pelo fato de que a variação da largura do trilho contínuo é adaptada para corresponder à variação da largura do entalhe contínuo para possibilitar o engajamento do trilho continuo e do entalhe contínuo·,
23. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que pelo menos um dos primeiro e segundo componentes de interengajamento é geralmente simétrico ao longo de um eixo de um dentre o gabarito e o conector.
24. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que pelo menos um dos primeiro e segundo componentes de interengajamento é geralmente assimétrico ao longo de um eixo de um dentre o gabarito e conector.
25. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o gabarito possui um par de primeiros componentes contínuos de interengajamento, o par sendo geralmente paralelo mutuamente.
26. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o· gabarito· possui um par de primeiros componentes contínuos de interengajamento, o par sendo geralmente nâo-paralelo mutuamente.
27. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o conector possuí um par de segundos componentes contínuos de interengajamento, o par sendo geralmente paralelo rautuamente.
28. Equipamento de junção lateral, de acordo· com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o conector possui um par de segundos componentes contínuos de interengajamento, o par sendo geralmente não-paralelo mutuamente.
29. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que os componentes primeiro e segundo de interengajamento possuem superfícies que quando engajadas umas com as outras definem um caminho tortuoso para prevenir a entrada de fragmentos provenientes do lado de fora do equipamento de junção lateral para dentro de um furo interno do equipamento de junção lateral.
30. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que cada um dos primeiro e segundo componentes de interengajamento se estende substancialmente na totalidade do primeiro comprimento sem qualquer interrupção.
31. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o gabarito possui um furo, e onde o conector é adaptado para se estender através do furo.
32. Equipamento de junção lateral, de acordo com a reivindicação 31, caracterizado pelo fato de que uma segunda parte do conector é posicionada dentro do furo do gabarito, a segunda parte possuindo um comprimento igual ao do primeiro comprimento.
33. MÉTODO DE PROPORCIONAR UMA CONEXÃO DE JUNÇÃO ENTRE UM FURO PRINCIPAL E UM FURO DE RAMAL LATERAL, caracterizado pelo fato de que compreende; Posicionar um gabarito próxima 1 ao furo de ramal lateral, o gabarito possuindo· um primeiro componente de inter-engajamento; Inserir um conector através do gabarito, o conector possuindo um segundo componente contínuo de inter-enga jamento; e engajar os primeiro e segundo componentes contínuos de inter-engajamento, cada um se estendendo substancialmente ao longo da totalidade do comprimento de engajamento entre o gabarito e o conector, para proporcionar uma conexão· na qual uma parte do conector é direcionada através de uma janela do gabarito para dentro do furo de ramal lateral.
34. Método, de acordo com, a reivindicação 33, caracterizado pelo fato· de que engajar os primeiro e segundo componentes de inter-engajamento compreende engajar um trilho e um entalhe.
35. Método, de acordo· com a reivindicação 33, caracterizado pelo fato de que adlcíonalmente compreende proporcionar um elemento de vedação que define um caminho de vedação continua para o fluído em torno da janela do gabarito.
36. Método, de acordo com a reivindicação 35, caracterizado pelo fato de que adicionalmente compreende definir um caminho de vedação continua para o fluído, fechado, em torno da janela do gabarito, usando o elemento de vedação.
37. MÉTODO PARA PROPORCIONAR UMA MONTAGEM DE JUNÇÃO VEDADA PROXIMAL A UMA JUNÇÃO ENTRE UM FURO PRINCIPAL E UM FURO DE RAMAL LATERAL, caracterizado pelo fato de que compreende: proporcionar um gabarito(18, 18A, 18B, 180, 308, 404, 512) proxímal á junção; engajar um conector{28, 300, 402, 510) com o gabarito tal que uma parte do conector se estende radíalmente direcionado para fora através de uma janela lateral[29) do gabarito; e proporcionar um elemento de vedação que define um caminho de vedação continua para o fluido em torno da janela lateral do gabarito.
38. Método, de acordo com a reivindicação 37, caracterizado pelo fato de que proporcionar o elemento de vedação adicionalmente define um caminho de vedação contínua, fechado, para o fluído em torno da janela lateral.
BRPI0200507A 2001-02-20 2002-02-19 equipamento de junção lateral, método de proporcionar uma conexão de junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral, e método para proporcionar uma montagem de junção vedada proximal a uma junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral BRPI0200507B1 (pt)

Applications Claiming Priority (1)

Application Number Priority Date Filing Date Title
US09/789,187 US6568469B2 (en) 1998-11-19 2001-02-20 Method and apparatus for connecting a main well bore and a lateral branch

Publications (2)

Publication Number Publication Date
BR0200507A BR0200507A (pt) 2002-10-08
BRPI0200507B1 true BRPI0200507B1 (pt) 2015-12-01

Family

ID=25146836

Family Applications (1)

Application Number Title Priority Date Filing Date
BRPI0200507A BRPI0200507B1 (pt) 2001-02-20 2002-02-19 equipamento de junção lateral, método de proporcionar uma conexão de junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral, e método para proporcionar uma montagem de junção vedada proximal a uma junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral

Country Status (5)

Country Link
US (1) US6568469B2 (pt)
BR (1) BRPI0200507B1 (pt)
CA (1) CA2372287A1 (pt)
GB (1) GB2372272B (pt)
NO (1) NO334389B1 (pt)

Families Citing this family (56)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
US6863129B2 (en) * 1998-11-19 2005-03-08 Schlumberger Technology Corporation Method and apparatus for providing plural flow paths at a lateral junction
US6752211B2 (en) * 2000-11-10 2004-06-22 Smith International, Inc. Method and apparatus for multilateral junction
US7063143B2 (en) * 2001-11-05 2006-06-20 Weatherford/Lamb. Inc. Docking station assembly and methods for use in a wellbore
GB2400620B (en) * 2002-02-13 2005-07-06 Schlumberger Holdings Completion assemblies
GB2386624B (en) * 2002-02-13 2004-09-22 Schlumberger Holdings A completion assembly including a formation isolation valve
US6848504B2 (en) 2002-07-26 2005-02-01 Charles G. Brunet Apparatus and method to complete a multilateral junction
US6863126B2 (en) * 2002-09-24 2005-03-08 Halliburton Energy Services, Inc. Alternate path multilayer production/injection
US6951252B2 (en) * 2002-09-24 2005-10-04 Halliburton Energy Services, Inc. Surface controlled subsurface lateral branch safety valve
US6840321B2 (en) * 2002-09-24 2005-01-11 Halliburton Energy Services, Inc. Multilateral injection/production/storage completion system
US6923274B2 (en) * 2003-01-02 2005-08-02 Weatherford/Lamb, Inc. Retrievable pre-milled window with deflector
CA2418565A1 (en) * 2003-02-10 2004-08-10 Kevin Kowbel Apparatus, system and method for providing a downhole junction
US6915847B2 (en) * 2003-02-14 2005-07-12 Schlumberger Technology Corporation Testing a junction of plural bores in a well
US7159661B2 (en) * 2003-12-01 2007-01-09 Halliburton Energy Services, Inc. Multilateral completion system utilizing an alternate passage
US7207390B1 (en) 2004-02-05 2007-04-24 Cdx Gas, Llc Method and system for lining multilateral wells
US20060042792A1 (en) * 2004-08-24 2006-03-02 Connell Michael L Methods and apparatus for locating a lateral wellbore
US7373984B2 (en) 2004-12-22 2008-05-20 Cdx Gas, Llc Lining well bore junctions
US7299864B2 (en) 2004-12-22 2007-11-27 Cdx Gas, Llc Adjustable window liner
US7497264B2 (en) * 2005-01-26 2009-03-03 Baker Hughes Incorporated Multilateral production apparatus and method
US7712524B2 (en) 2006-03-30 2010-05-11 Schlumberger Technology Corporation Measuring a characteristic of a well proximate a region to be gravel packed
US8056619B2 (en) * 2006-03-30 2011-11-15 Schlumberger Technology Corporation Aligning inductive couplers in a well
US7793718B2 (en) * 2006-03-30 2010-09-14 Schlumberger Technology Corporation Communicating electrical energy with an electrical device in a well
US7900705B2 (en) * 2007-03-13 2011-03-08 Schlumberger Technology Corporation Flow control assembly having a fixed flow control device and an adjustable flow control device
US7967075B2 (en) * 2007-08-31 2011-06-28 Schlumberger Technology Corporation High angle water flood kickover tool
US20090151935A1 (en) * 2007-12-13 2009-06-18 Schlumberger Technology Corporation System and method for detecting movement in well equipment
US20090188671A1 (en) * 2008-01-25 2009-07-30 Baker Hughes Incorporated Junction having improved formation collapse resistance and method
EP2816193A3 (en) 2009-06-29 2015-04-15 Halliburton Energy Services, Inc. Wellbore laser operations
US8651183B2 (en) * 2009-07-31 2014-02-18 Schlumberger Technology Corporation Robotic exploration of unknown surfaces
WO2011034547A1 (en) * 2009-09-21 2011-03-24 Schlumberger Canada Limited Multilateral system with rapidtrip intervention sleeve and technique for use in a well
US8839850B2 (en) 2009-10-07 2014-09-23 Schlumberger Technology Corporation Active integrated completion installation system and method
US9249559B2 (en) 2011-10-04 2016-02-02 Schlumberger Technology Corporation Providing equipment in lateral branches of a well
US9644476B2 (en) 2012-01-23 2017-05-09 Schlumberger Technology Corporation Structures having cavities containing coupler portions
US9175560B2 (en) 2012-01-26 2015-11-03 Schlumberger Technology Corporation Providing coupler portions along a structure
US9938823B2 (en) 2012-02-15 2018-04-10 Schlumberger Technology Corporation Communicating power and data to a component in a well
US10036234B2 (en) 2012-06-08 2018-07-31 Schlumberger Technology Corporation Lateral wellbore completion apparatus and method
RU2608375C2 (ru) * 2012-10-12 2017-01-18 Шлюмбергер Текнолоджи Б.В. Многоствольная система y-блока
US11649683B2 (en) * 2012-10-12 2023-05-16 Schlumberger Technology Corporation Non-threaded tubular connection
US9677388B2 (en) * 2014-05-29 2017-06-13 Baker Hughes Incorporated Multilateral sand management system and method
BR112016028863B1 (pt) * 2014-07-10 2021-11-23 Halliburton Energy Services, Inc Encaixe de junção, sistema de poço, e, método para completar um poço.
MY180004A (en) * 2014-07-16 2020-11-19 Halliburton Energy Services Inc Multilateral junction with mechanical stiffeners
MX386266B (es) * 2014-09-17 2025-03-11 Halliburton Energy Services Inc Deflector de terminacion para la terminacion inteligente de un pozo.
GB2552613B (en) 2015-04-30 2021-04-14 Halliburton Energy Services Inc Casing-based intelligent completion assembly
BR112017020887B1 (pt) 2015-04-30 2022-06-14 Halliburton Energy Services, Inc Método de controle de fundo de poço e aparelho de completação de fundo de poço
US10215019B2 (en) * 2016-04-04 2019-02-26 Baker Hughes, A Ge Company, Llc Instrumented multilateral wellbores and method of forming same
US10513911B2 (en) * 2016-08-09 2019-12-24 Baker Hughes, A Ge Company, Llc One trip diverter placement, treatment and bottom hole assembly removal with diverter
WO2018098593A1 (en) * 2016-12-02 2018-06-07 Ncs Multistage Inc. Method and apparatus for connecting well equipment
US10677024B2 (en) * 2017-03-01 2020-06-09 Thru Tubing Solutions, Inc. Abrasive perforator with fluid bypass
US11506024B2 (en) 2017-06-01 2022-11-22 Halliburton Energy Services, Inc. Energy transfer mechanism for wellbore junction assembly
WO2018222197A1 (en) * 2017-06-01 2018-12-06 Halliburton Energy Services, Inc. Energy transfer mechanism for wellbore junction assembly
RU2745682C1 (ru) * 2017-09-19 2021-03-30 Хэллибертон Энерджи Сервисиз, Инк. Механизм передачи энергии для соединительного узла для сообщения со снарядом для заканчивания бокового ствола скважины
GB2567225B (en) 2017-10-06 2020-02-26 Priority Drilling Ltd Directional drilling
WO2019125410A1 (en) 2017-12-19 2019-06-27 Halliburton Energy Services, Inc. Energy transfer mechanism for wellbore junction assembly
US11408254B2 (en) 2017-12-19 2022-08-09 Halliburton Energy Services, Inc. Energy transfer mechanism for wellbore junction assembly
US11680463B2 (en) * 2018-11-30 2023-06-20 Halliburton Energy Services, Inc. Multilateral junction with integral flow control
GB2605292B (en) 2019-12-10 2024-05-15 Halliburton Energy Services Inc Unitary lateral leg with three or more openings
CN115306410B (zh) * 2022-09-14 2026-04-10 长沙矿山研究院有限责任公司 胶带斜井开拓系统及其高效掘进方法
US20250137356A1 (en) * 2023-11-01 2025-05-01 Halliburton Energy Services, Inc. Multilateral junction including an expandable sealing element

Family Cites Families (13)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
US5474131A (en) * 1992-08-07 1995-12-12 Baker Hughes Incorporated Method for completing multi-lateral wells and maintaining selective re-entry into laterals
US5388648A (en) * 1993-10-08 1995-02-14 Baker Hughes Incorporated Method and apparatus for sealing the juncture between a vertical well and one or more horizontal wells using deformable sealing means
US5787987A (en) 1995-09-06 1998-08-04 Baker Hughes Incorporated Lateral seal and control system
US5941308A (en) 1996-01-26 1999-08-24 Schlumberger Technology Corporation Flow segregator for multi-drain well completion
US5918669A (en) * 1996-04-26 1999-07-06 Camco International, Inc. Method and apparatus for remote control of multilateral wells
US5944108A (en) * 1996-08-29 1999-08-31 Baker Hughes Incorporated Method for multi-lateral completion and cementing the juncture with lateral wellbores
US5960873A (en) * 1997-09-16 1999-10-05 Mobil Oil Corporation Producing fluids from subterranean formations through lateral wells
EP0927811A1 (en) * 1997-12-31 1999-07-07 Shell Internationale Researchmaatschappij B.V. System for sealing the intersection between a primary and a branch borehole
US6035937A (en) * 1998-01-27 2000-03-14 Halliburton Energy Services, Inc. Sealed lateral wellbore junction assembled downhole
US6073697A (en) * 1998-03-24 2000-06-13 Halliburton Energy Services, Inc. Lateral wellbore junction having displaceable casing blocking member
US6079488A (en) * 1998-05-15 2000-06-27 Schlumberger Technology Corporation Lateral liner tieback assembly
US6209648B1 (en) 1998-11-19 2001-04-03 Schlumberger Technology Corporation Method and apparatus for connecting a lateral branch liner to a main well bore
AU2001221996A1 (en) * 2000-12-15 2002-06-24 Weatherford/Lamb Inc. An assembly and method for forming a seal in junction of a multilateral wellbore

Also Published As

Publication number Publication date
GB2372272B (en) 2003-08-27
NO20020807L (no) 2002-08-21
CA2372287A1 (en) 2002-08-20
BR0200507A (pt) 2002-10-08
NO20020807D0 (no) 2002-02-19
GB0202858D0 (en) 2002-03-27
US6568469B2 (en) 2003-05-27
NO334389B1 (no) 2014-02-24
GB2372272A (en) 2002-08-21
US20010025710A1 (en) 2001-10-04

Similar Documents

Publication Publication Date Title
BRPI0200507B1 (pt) equipamento de junção lateral, método de proporcionar uma conexão de junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral, e método para proporcionar uma montagem de junção vedada proximal a uma junção entre um furo principal e um furo de ramal lateral
CA2410124C (en) Method and apparatus for providing plural flow paths at a lateral junction
AU761374B2 (en) Method and apparatus for connecting a lateral branch liner to a main well bore
CA2623862C (en) A flow control assembly having a fixed flow control device and an adjustable flow control device
US7063143B2 (en) Docking station assembly and methods for use in a wellbore
US7353878B2 (en) Apparatus and method for wellbore isolation
RU2209290C2 (ru) Устройство уплотнения места пересечения главной буровой скважины и скважины ответвления
US20040055750A1 (en) Multilateral injection/production/storage completion system
BR102012023893A2 (pt) Método, e sistema
CA3012987A1 (en) Dual bore co-mingler with multiple position inner sleeve
CN101280677A (zh) 含固定流量控制装置和可调流量控制装置的流量控制组件
GB2408988A (en) Control lines without wet connection
AU2017444213A1 (en) Energy transfer mechanism for wellbore junction assembly
NO20200369A1 (en) Energy Transfer Mechanism for Wellbore Junction Assembly
AU6994100A (en) Drilling and completion system for multilateral wells
CN109804134B (zh) 自上而下的挤压系统和方法
WO2019017973A1 (en) ANNULAR BYPASS SEAL TRIM
CN109844258B (zh) 自上而下的挤压系统和方法
WO2017171714A1 (en) Self-locking coupler
RU2799804C1 (ru) Y-образный блок для обеспечения доступа к основному и боковому стволам скважины, а также соответствующие система и многоствольное соединение
AU2003203507B2 (en) Method and apparatus for electrical communication between equipment in a lateral branch and a main well bore
EP3548698A1 (en) Apparatus, systems and methods for isolation during multistage hydraulic fracturing with flow control member having impedance feature
CA2556180C (en) Method and apparatus for connecting a lateral branch liner to a main well bore
GB2603409A (en) Energy transfer mechanism for wellbore junction assembly

Legal Events

Date Code Title Description
B07A Application suspended after technical examination (opinion) [chapter 7.1 patent gazette]
B06A Patent application procedure suspended [chapter 6.1 patent gazette]
B07A Application suspended after technical examination (opinion) [chapter 7.1 patent gazette]
B09A Decision: intention to grant [chapter 9.1 patent gazette]
B16A Patent or certificate of addition of invention granted [chapter 16.1 patent gazette]

Free format text: PRAZO DE VALIDADE: 10 (DEZ) ANOS CONTADOS A PARTIR DE 01/12/2015, OBSERVADAS AS CONDICOES LEGAIS.

B21F Lapse acc. art. 78, item iv - on non-payment of the annual fees in time

Free format text: REFERENTE A 16A ANUIDADE.

B24J Lapse because of non-payment of annual fees (definitively: art 78 iv lpi, resolution 113/2013 art. 12)