BRPI0201437B1 - Processes for the preparation of 4-substituted 9-disoxo-9a-aza-9a-homereritromycin derivatives - Google Patents

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Wei Lulin
Peter Mahon Kerry
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Teresa Negri Joanna
Shelton Lehner Richard
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Abstract

"processo para preparar derivados de 9-desoxo-9a-aza-9a-homoeritromicina a 4"-substituídos". esta invenção refere-se aos processos de preparação de compostos da fórmula 1. em que r 3 é definido como aqui, e de seus sais aceitáveis farmaceuticamente, bem como de intermediários úteis neste processo. os composto da fórmula 1 são agentes antibacterianos que podem ser utilizados para o tratamento de várias infecções bacterianas e de protozoários. a invenção também refere-se a composições farmacêuticas contendo compostos preparados pelos processos da invenção e a métodos de tratamento de infecções bacterianas e de protozoários, pela administração de tais compostos.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSOS PARA A PREPARAÇÃO DE DERIVADOS DE 9-DESOXO-9A-AZA-9A-HOMOERITROMICINA A 4"-SUBSTITUÍDOS".
Fundamentos da Invenção Esta invenção refere-se a processos de preparação de derivados substituídos em 04" de 9-desoxo-9a-aza-9a-homoeritromicina A que são úteis como agentes antibacterianos e antiprotozoários em mamíferos, incluindo o ser humano, assim como em peixes e aves, Esta invenção também refere-se a processos para a preparação de intermediários estáveis dos azálidos aqui referidos, assim como um sal cristalino do intermediário no processo para preparar os azálidos aqui referidos. Esta invenção também refere-se a composições farmacêuticas contendo os novos compostos, feitos pelos processos e a métodos de tratamento as infecções bacterianas e infecções de protozoários em mamíferos, peixes e aves pela administração dos novos compostos produzidos pelos processos, a mamíferos, peixes e aves necessitando de tal tratamento.
Os antibióticos macrólidos são conhecidos por ser úteis no tratamento de um largo espectro de infecções bacterianas e protozoárias em mamíferos. Tais antibióticos incluem vários derivados da eritromicina A, tais como a azitromicina, a qual é comercialmente disponível e referida nas patentes dos Estados Unidos 4.474.768 e 4.517.359, ambas as quais são aqui incorporadas na sua totalidade, como referência. Tal como azitromicina e outros antibióticos macrólidos, os compostos macrólidos da presente invenção possuem uma potente atividade contra várias infecções bacterianas e infecções protozoárias, como se descreve abaixo, A produção dos azálidos em escala comercial apresentou algumas dificuldades, incluindo, mas a tal não sendo limitada, baixos rendimentos e instabilidade de alguns dos intermediários sintéticos, assim como a presença de impurezas não desejadas.
Sumário da Invenção A presente invenção refere-se a um processo para preparar um composto da fórmula 1 ou um seu sal aceitável farmaceuticamente, o qual compreende: a reação de um composto da fórmula 2 com uma amina da fórmula HNR8R15, em um solvente orgânico compreendendo isopropanol; em que a reação é efetuada a uma temperatura de pelo menos cerca de 40°C; em que: R3 é -CH2NR8R15; R8é alquila de C1-C10; e R15é H ou alquila de C1-C10;
Em um modalidade preferida do processo, R8 é propila e R15 é H. Em um modalidade particularmente preferida do processo, R8 é n-propila e R15é H.
Em um modalidade particularmente preferida, o solvente orgânico é isopropanol.
Em uma outra modalidade preferida, a invenção refere-se a um processo para a preparação de um composto da fórmula Ia ou um seu sal farmaceuticamente aceitável, pela reação de um composto da fórmula 2 com n-propilamina em um solvente orgânico compreendendo isopropanol; em que a reação é levada a uma temperatura de pelo menos cerca de 40°C. Em uma modalidade parti-cularmente preferida deste, o solvente orgânico é isopropanol.
Deve ser notado que os termos “solução” e “mistura”, como são aqui utilizados, a não ser que seja indicado outra coisa, são usados indiferentemente sem atender ao estado de dispersão dos seus componentes. A frase “solvente orgânico compreendendo isopropanol”, como é aqui utilizado a não ser que seja indicado outra coisa, significa um solvente não aquoso, ou uma mistura de solventes não aquosos em que pelo menos um dos solventes é isopropanol. Nesta aplicação, o termo “composto da fórmula 1” inclui ambos o composto da fórmula 1 e o composto da fórmula 1a. O composto da fórmula Ia é uma modalidade particularmente preferida do composto da fórmula 1, a que se aplicam todas as modalidades e modalidades preferidas dos processos aqui descritos.
Em uma modalidade dos processos aqui descritos, a temperatura é menor que cerca de 95°C e em uma modalidade preferida deste, a temperatura é menor que cerca de 80°C. Em uma modalidade mais preferida deste, a temperatura é de desde cerca de 50°C a cerca de 76°C. Em uma modalidade particularmente preferida deste, a temperatura é de desde cerca de 50°C a cerca de 55°C.
Em uma modalidade preferida do procedimento descrito aqui, a reação é efetuada a cerca da pressão atmosférica. Nesta aplicação, o termo “pressão atmosférica” significa uma pressão dentro da faixa normal da pressão atmosférica meteorológica para uma altitude definida, enquanto o termo “pressão elevada” significa uma pressão acima da pressão atmosférica. Em outra modalidade dos processos descritos aqui, a reação é levada a cabo a uma pressão elevada. Em outra modalidade da invenção, a trietilamina pode estar presente em adição ao isopropanol.
Em adição as modalidades preferidas dos requerentes, a reação do composto da fórmula 2 com uma amina para produzir o composto da fórmula 1, foi feita com sucesso em outros solventes que não fossem aqueles que incorporam o isopropanol. Deste modo, a invenção também refere-se a um método de preparação de um composto da fórmula 1, pela reação de um composto da fórmula 2 com uma amina da fórmula HNR8R15 em um solvente orgânico, em que o referido solvente é selecionado de um grupo consistindo de álcool benzílico, acetona, metilisobutilcetona, DMSO, terc-butanol, n-butanol, diisopropiléter, uma mistura de MTBE e DMF, e combinações destes, em que a reação é efetuada a uma temperatura de pelo menos 40°C. A reação pode ser efetuada a pressões elevadas mas é preferivelmente efetuada a cerca da pressão atmosférica. Em uma outra modalidade deste, a reação é acelerada pela adição de uma quantidade catalítica de um ácido de Lewis. Em uma modalidade deste, o ácido de Lewis é um reagente tal como o brometo de magnésio, iodeto de potássio, perclorato de lítio, perclorato de magnésio, tetrafluoroborato de lítio, clorídrico de piridínio, ou iodeto de te-trabutilamônio. De preferência o ácido de Lewis é o brometo de magnésio.
Em uma modalidade dos processos aqui descritos, a quantidade molar da amina é, pelo menos, de cinco vezes a quantidade molar do composto da fórmula 2. Em uma outra modalidade dos processos descritos aqui, a quantidade molar da amina em isopropanol é pelo menos de cerca de 5 molares. Em uma modalidade particularmente preferida, a concentração de n-propilamina é aproximadamente 6-7 molares em isopropanol.
Em uma modalidade dos processos acima descritos, o composto da fórmula 2 é reagido com a amina durante pelo menos cerca de 24 horas. Em uma modalidade preferida, a quantidade molar da amina é pelo menos de cerca de cinco vezes a quantidade molar do composto da fórmula 2 e o composto da fórmula 2 é reagido com a amina durante pelo menos cerca de 24 horas. Em uma outra modalidade mais preferida, a temperatura é de cerca de 50°C a cerca de 80°C. Em uma destas modalidades ainda mais preferida, a quantidade molar da amina é pelo menos de cerca de vinte vezes a quantidade molar do composto da fórmula 2, a concentração da amina em isopropanol é cerca de 6 molares, e o composto da fórmula 2 é reagido com a amina durante pelo menos cerca de 24 horas, a uma temperatura de cerca de 50°C a cerca de 55°C..
Outra modalidade dos processos descritos aqui, ainda compreende a cristalização da forma da base livre do composto da fórmula 1. Em uma modalidade, a forma da base livre do composto da fórmula 1 é cristalizada da mistura de solventes aquosa. Em uma destas modalidade preferida, a mistura de solventes aquosa compreende água e um solvente não aquo-so, selecionado de um grupo consistindo de metanol, etanol, isopropanol e acetona. Em uma outra modalidade a forma da base livre do composto da fórmula 1 é cristalizada de um solvente orgânico de alcano (C6-Ci0) ou uma mistura de tais solventes orgânicos de alcanos. Em uma destas modalidades preferida, o composto da fórmula I é cristalizado por aquecimento do composto juntamente com um solvente de alcano, seguido de arrefecimento para efetuar a cristalização. Em uma destas modalidade preferida, o solvente orgânico de alcano (C6-Ci0) é selecionado de heptano ou octano, mais preferivelmente de heptano.
Em uma outra modalidade, como descrita abaixo, a base livre é preparada de um sal de ácido de adição do composto da fórmula 1. Deve-se notar que “alcano” como aqui é utilizado, a não ser que seja indicado o contrário, inclui hidrocarbonetos saturados monovalentes contendo cadeias lineares, cíclicas ou ramificadas, ou misturas destas.
Em uma outra modalidade dos processos descritos aqui, um sal de ácido de adição do composto da fórmula 1 é preparado por tratamento do composto da fórmula I com uma solução compreendendo um ácido em um solvente miscível em água. Em uma destas modalidade preferida, a solução do ácido é adicionada a uma solução compreendendo o composto da fórmula 1 e água. Em uma modalidade ainda mais preferida deste, o ácido é ácido fosfórico, ácido L-tartáríco, ou ácido dibenzoil-D-tartárico. Em uma outra modalidade preferida deste, o ácido é ácido fosfórico. Em outra modalidade mais preferida deste, o solvente compreende etanol. Em uma outra modalidade preferida deste, o processo descrito acima ainda compreende o isolamento dos sais de adição de ácidos do composto da fórmula 1.
Em uma modalidade, os processos descritos aqui produzem um composto da fórmula I, que tem pelo menos 90% de pureza, mais preferivelmente 95% de pureza, e mais preferivelmente, pelo menos 98% de pureza. Em particular, os processos desta invenção produzem um composto da fórmula 1 tendo um perfil de pureza adequado à utilização do composto da fórmula jL na preparação de formulações para administração parenteral. Os requerimentos para formulações parenterais são bem conhecidos na técnica, por exemplo: pureza excepcional, pequeno tamanho das partículas em solução e formulada para esterilidade e eliminação de pirogênios (veja-se, “Remington's Pharmaceutical Sciences, Mack Publishing Company, Easton, Pa.,18th Edition, Gennaro, ed. (1990), pages 1545-1580.
Em outra modalidade preferida deste, o processo acima descrito ainda compreende o tratamento de um sal de adição de ácido do composto da fórmula 1 com uma base em uma mistura de água e um solvente não polar, para formar a forma de base livre do composto da fórmula 1. Em outra modalidade ainda mais preferida deste, a base é um sal de carbonato dibá-sico e em uma particularmente preferida modalidade, o sal de carbonato dibásico é o carbonato de potássio. Em uma outra modalidade mais preferida, o solvente não polar é o diclorometano. Ainda em uma outra modalidade, o processo ainda compreende a cristalização da forma da base livre do composto da fórmula JL, como descrito anteriormente, e as outras modalidades relacionadas que são descritas acima.
Esta invenção também refere-se com um processo de prepara- ção de um composto da fórmula 2, que compreende: (a) a reação da forma de base livre de um composto da fórmula 3 com um íon metilato de sulfônio; (b) interrupção da reação da etapa (a) com um ácido aquoso fraco e partilhando o produto em uma solução não aquosa; e (c) desproteção do produto da etapa (b) para originar o composto da fórmula 2; em que R4 é um grupo protetor de hidroxila.
Em uma modalidade, o processo descrito acima ainda compreende o isolamento de um composto da fórmula 2. Em uma destas modalidades preferida, o composto da fórmula 2 é isolado na forma de hidrato, mais preferivelmente o monohidrato. Em uma modalidade deste, o conteúdo em água é determinado pelo método de Karl-Fischer. Em uma modalidade deste, o hidrato é obtido de uma mistura contendo o composto da fórmula 2 e um solvente ou mistura de solventes selecionados de acetona, acetona / água, acetona / heptano e MTBE / heptano. Em uma outra modalidade, o composto da fórmula 2 é isolado como o seu sal acetato, sal L-tartarato ou sal dibenzoil-D-tartarato.
Esta invenção refere-se ao monohidrato do composto da fórmula 2. Em uma modalidade preferida do processo descrito acima, R4 é benziloxi-carbonila.
Em uma outra modalidade preferida do processo descrito acima, a etapa (a) é efetuada a uma temperatura de cerca de -80°C a cerca de -45°C.
Em uma outra modalidade do processo descrito acima, a forma de base livre do composto da fórmula 3 é preparada de um sal de adição de ácido do composto da fórmula 3. Em uma destas modalidade preferida deste, o sal de adição de ácido é um sal de adição do ácido trifluoroacético. Em uma outra modalidade do processo descrito acima, o sal de adição de ácido do composto da fórmula 3 é selecionado de um sal de D-tartarato de diben-zoíla, um sal L-tartarato ou sal de fosfato. Os sais de adição dos ácidos descritos aqui são facilmente conseguidos por meios convencionais.
Em uma modalidade do processo descrito acima, o metilídeo de sulfônio é o metilídeo de dimetilssulfônio. Em uma montagem preferida deste, o metilídeo de dimetilssulfônio é preparado pela reação entre um ha-leto ou sulfonato de trimetilssulfônio com uma base forte.
Em uma modalidade mais preferida, é utilizado um haleto de trimetilssulfônio, que é de preferência, o brometo de trimetilssulfônio. Em uma outra modalidade deste mais preferida, o haleto de trimetilssulfônio é reagido com a base forte em um solvente orgânico inerte ou misturas destes. Em uma modalidade particularmente preferida, o solvente orgânico inerte é um solvente etéreo, sendo o tetrahidrofurano o de maior preferência, ou uma mistura de tetrahidrofurano e diclorometano.
Em uma modalidade, a etapa (c) compreende uma hidrogena-ção catalítica em que R4 é benziloxicarbonila. Em uma destas modalidades preferidas, o catalisador para a hidrogenação é um catalisador de paládio / carbono. Em uma modalidade particularmente preferida, o catalisador de paládio / carbono é de 10% Pd/C (Johnson-Matthey, tipo A402028-10). Em uma outra modalidade da etapa (c), o produto da etapa (b) é desprotegido por uma hidrogenação de transferência catalítica, de preferência com formi-ato de amônio, Pd/C em metanol. Em outra modalidade, o produto da etapa (b) é tratado com terra de Fuller antes da hidrogenação. São solventes adequados para o processo da hidrogenação, a acetona, acetato de etila, THF, MTBE, isopropanol, etanol e metanol. O solvente preferido é a acetona.
Esta invenção também refere-se ao composto II, protegido por 2'-benziloxicarbonila: que é obtido pela omissão da etapa (c) dos processos acima descritos.
Esta invenção também refere-se a um processo para a preparação de um composto da fórmula 3 por oxidação do C-4” do grupo hidróxi de um composto da fórmula 4 em que R4 é um grupo protetor de hidróxi.
Em uma modalidade, a oxidação é feita pela adição de dime-tilssulfóxido (“DMSO”) a uma solução compreendendo o composto da fór- mula 4 e um solvente, arrefecendo a mistura a cerca de -70°C e adicionando depois anidrido trifluoroacético, seguido pela adição de trietilamina. Em outras modalidades, o DMSO é ativado utilizando o cloreto de oxalila (com ou sem trimetilsililacetamida), ácido polifosfórico, piridina-S03, ou anidrido acético. Em uma outra modalidade destes, a temperatura é mantida entre -70°C e -60°C durante a adição de anidrido trifluoroacético. Em outra modalidade destes, o solvente é diclorometano. Uma particular vantagem do processo acima descrito é a ativação in situ do DMSO na presença do álcool reagente, o que evita a formação de impurezas tipicamente encontradas em oxidações ativadas por DMSO, e que envolvem usualmente a introdução do álcool na solução contendo DMSO ativado.
Em uma modalidade, o processo descrito acima compreende ainda o isolamento de um sal de ácido de adição do composto da fórmula 3. Em uma modalidade preferida, o sal de ácido de adição é o D-tartarato de dibenzoíla ou um sal de fosfato. Em uma modalidade particularmente preferida, esta invenção refere-se a um processo de preparação do sal de adição do ácido trifluoroacético de um composto da fórmula 3, que compreende tratar o composto da fórmula 3 com ácido trifluoroacético; e cristalizar o resultante sal de adição do ácido; em que R4 é um grupo protetor de grupos hidróxi.
Em uma modalidade preferida do processo descrito acima, R4 é benziloxicarbonila.
Em uma outra modalidade preferida do processo descrito acima, o sal de adição do ácido é cristalizado de isopropanol.
Em uma outra modalidade preferida do processo descrito acima, o sal de adição do ácido é cristalizado de uma mistura de clorídrico e éter metil e terc-butil.
Os sais de adição do ácido trifluoroacético preparados pelos processos desta invenção não são farmaceuticamente aceitáveis, mas proporcionam uma excelente purificação e estabilidade, permitindo o armazenamento e transporte dos materiais de partida apropriados, na preparação comercial dos compostos da fórmula 1.
Em uma modalidade do processo descrito acima, o composto da fórmula 4 é preparado pela proteção do grupo 2'-hidróxi do composto da fórmula 5 Em uma modalidade preferida, o grupo 2'-hidróxi é protegido com benziloxicarbonila. Em uma outra modalidade preferida, o composto da fórmula 5 é reagido com pelo menos dois equivalentes molares de benzilclo-roformato. Em uma modalidade mais preferida, a reação é efetuada em di-clorometano. Em uma modalidade ainda mais preferida, o diclorometano é posto em um excesso de 15 vezes o volume relativamente ao volume do material de partida. Esta invenção também refere-se a um sal de adição de ácido trifluoroacético do composto da fórmula 3, em que R4 é benziloxicarbonila: Em uma destas modalidades preferida, o sal tem a estrutura mostrada na fórmula 3a. em que R4 é benziloxicarbonila.
Esta invenção também refere-se a um sal de D-tartarato de di-benzoíla do composto da fórmula 3, em que R4 é benziloxicarbonila. O termo “grupo protetor de hidróxi”, como utilizado aqui e a não ser que o contrário seja indicado, inclui acetila, benziloxicarbonila, e vários grupos protetores de hidróxi familiares aos versados na técnica, incluindo os referidos em T.W. Greene, P.G.M. Wuts, em “Protective Groups In Organic Synthesis”, (J. Wiley & Sons, 1991). De preferência, o grupo protetor de hidróxi R4 é benziloxicarbonila (“CBZ”). O termo “halo”, como utilizado aqui e a não ser que o contrário seja indicado, inclui flúor, cloro ou bromo e o termo “haleto” refere-se aos correspondentes monoânions.s F, Cl', ou Br, respectivamente. O termo “alquila”, como utilizado aqui e a não ser que o contrário seja indicado, inclui radicais de hidrocarbonetos saturados monovalen-tes, contendo porções lineares, cíclicas ou ramificados, ou misturas destas. A frase “sais farmaceuticamente aceitáveis”, como utilizado aqui e a não ser que o contrário seja indicado, inclui sais de grupos acídicos ou básicos que podem estar presentes nos compostos da presente invenção. Os compostos preparados pelo processo da presente invenção que são básicos na natureza, particularmente a forma de base livre dos composto da fórmula 1, são capazes de formar uma larga variedade de sais com vários ácidos orgânicos e inorgânicos. Os ácidos que podem ser utilizados para preparar sais de adição de ácidos aceitáveis de tais compostos básicos da presente invenção são aqueles que formam sais de adição de ácidos não tóxicos, isto é, sais contendo ânions farmacologicamente aceitáveis, tais como os sais de clorídrico, hidrobrometo, iodrídico, nitrato, sulfato, bissulfato, fosfato, ácido fosfato, isonicotinato, acetato, lactato, salicilato, citrato, ácido ci-trato, tartarato, pantotenato, bitartarato, ascorbato, succinato, maleato, gen-tisinato, fumarato, gluconato, glucoronato, sacarato, formato, benzoato, gluta-mato, metanossulfonato, etanossulfonato, benzenossulfonato, p-toluenossul-fonato e pamoato [isto é, 1,1'-metileno-bis-(2-hidróxi-3-naftoato)]. Os compostos preparados pelos processos da presente invenção que incluem um grupo amino podem formar sais farmaceuticamente aceitáveis com vários aminoácidos, em adição aos sais mencionados acima. O termo “tratamento”, como utilizado aqui e a não ser que o contrário seja indicado, inclui o tratamento ou prevenção de uma infecção bacteriana ou infecção protozoária, como proporcionado pelo método da presente invenção. A presente invenção inclui os compostos da presente invenção, e os seus sais farmaceuticamente aceitáveis, em que um ou mais hidrogênio, carbono, nitrogênio, ou outros átomos são substituídos por seus isóto-pos. Tais compostos podem ser úteis como ferramentas de investigação ou diagnóstico em estudos de farmacocinética de metabolismo e em análises de ligação.
Descrição Detalhada da Invenção O processo da presente invenção pode ser efetuado de acordo com os esquemas 1-4, abaixo indicados, e a descrição que se segue. Nos Esquemas seguintes, a não ser que seja indicado de outra maneira, os substituintes R3, R4, R8 e R15 são como definidos acima. 0 composto da fórmula 4, utilizado como material de partida para os processos da presente invenção, é facilmente preparado do composto 5, isto é, no qual R4 é hidrogênio, veja-se WO 98/56802 e as patentes U.S. 4.328.334, 4.474.768 e 4.517.359, que são aqui todas incorporadas como referência.
Os Esquemas apresentados acima têm apenas fins ilustrativos, e são descritos em maior detalhe abaixo e nos Exemplos que aqui são apresentados adiante. No Esquema 1, o epóxido da fórmula 2 é convertido na amina da fórmula I, em que R3 é -CH2NR15R8 em que R15 e R8 são como definidos acima. No modelo de realização mais preferido da invenção, a amina é a n-propilamina, isto é, R8 é n-propila e R15 é H.
Para preparar um composto da fórmula I, o composto da fórmula 2 é preferivelmente tratado com um composto da fórmula HNR15R8 em que R15 e R8 são como definidos acima, na presença de um solvente apropriado tal como isopropanol, ou uma mistura de solventes orgânicos compreendendo isopropanol, de preferência a uma temperatura de cerca de 40°C a cerca de 95°C. A temperatura mais preferida para realizar a reação é de cerca de 50°C a cerca de 55°C, mas temperaturas mais altas podem ser também utilizadas, por exemplo, 76°C. A pressão mais preferida para realizar a reação é a cerca da pressão atmosférica; contudo, a reação pode ser também realizada a pressões elevadas.
Em um método anterior para a abertura do epóxido da fórmula 2 (veja-se, WO 98/56802, Exemplos 48, 50, 51 e 70), o grupo 2'-hidroxila foi protegido e a produção do composto da fórmula 1 (ou fórmula 1a, respectivamente) requereu a hidrólise simultânea do grupo protetor e a aminação do epóxido. Este processo não foi preferido, porque a realização da hidrólise durante a etapa de abertura do epóxido é ineficiente e o isolamento do composto da fórmula i foi tornado mais difícil devido à presença do grupo protetor não-hidrolisado e outras impurezas. Em outro método anterior, o composto da fórmula 2 (no qual o 2'-hidróxi não está protegido), foi feito reagir com alquilamina pura, isto é, sem o solvente orgânico. Neste caso, a reação deu-se lentamente à temperatura normal da n-propilamina (cerca de 48°C). Consequentemente, para produzir uma temperatura elevada, a reação foi efetuada a pressão elevada, que é uma medida pouco apreciada para escalas comerciais. (Veja-se WO 98/56802, Exemplo 8 (Preparação 2), tendo 11% de rendimento). Adicionalmente, foi utilizado na reação do um catalisador. Os requerentes fizeram a descoberta que uma mistura de n-propilamina e isopropanol têm um ponto de ebulição, à pressão atmosférica ambiente, de cerca de 76°C, o que permite que a reação se faça com alto rendimento (mais de 85%), a uma temperatura de cerca de 50°C a 55°C, sem a utilização de um vaso de reação de altas pressões ou catalisador(es). O método dos requerentes proporciona um alto rendimento (85%) e um melhor perfil de pureza que os métodos anteriores, e permite procedimentos de cristalização variados para quer a forma de base livre quer os sais de ácidos dos composto da fórmula 1, para originar o composto da fórmula 1 em uma forma altamente purificada, tal como é necessário para a utilização em formulações parenterais.
No Esquema 2, o composto da fórmula 2 pode ser preparado pelo tratamento do composto da fórmula 3 com um metilídeo de enxofre, a uma temperatura de cerca de -80°C a cerca de -45°C, seguido da remoção do grupo protetor de 2' por métodos convencionais, para proporcionar o composto da fórmula 2. O material de partida para o processo do Esquema 2 é de preferência, o sal de adição do ácido trifluoroacético do composto da fórmula 3, o qual é primeiramente convertido na forma de base livre, arrefecido a baixa temperatura, cerca de -70°C e depois feito reagir com uma solução de metilídeo de enxofre a baixa temperatura. O metilídeo de enxofre é de preferência o metilídeo de dimetilssulfônio, por exemplo, (CH3)2S+CH2', preparado por métodos convencionais, por exemplo, pelo tratamento do sal de dimetilssulfônio, por exemplo, (CH3)3SX, em que X é halogênio, de preferência bromo, ou um sulfonato, de preferência brometo de trimetilssulfônio, com um agente activador tal como o hidróxido de potássio, terc-butóxido de potássio, terc-butóxido de sódio, etóxido de potássio, etóxido de sódio, he-xametildisilazida de potássio (KHMDS) ou metóxido de sódio, de preferência terc-butóxido de potássio, em um solvente etéreo tal como THF, ou em CH2CI2, DMF, ou DMSO, ou uma mistura de dois ou mais dos solventes citados atrás. O grupo protetor é removido por métodos convencionais, por exemplo, hidrogenação catalítica quando R4 é CBZ.
No esquema 3, a cetona 4” é preparada do composto da fórmula 5 em um processo contínuo de um único vaso. Na primeira etapa do processo, o hidróxi 2' é protegido seletivamente por métodos convencionais, de preferência pelo tratamento do 2-hidróxi da fórmula 5, em que R4 é hidrogênio, com benzilcloroformato em diclorometano para originar o composto da fórmula 4, em que R4 é benziloxicarbonila (“CBZ”). De preferência, são utilizados pelo menos 2 equivalentes molares de benzilcloroformato, para proporcionar a completa conversão do grupo 2'-hidróxi na sua forma protegida. O diclorometano é preferido como solvente, em que a reação é feita utilizando pelo menos 15 volumes de diclorometano relativamente ao volume do material de partida, minimizando assim a formação das impurezas do bis-CBZ. O composto da fórmula 4, em que R4 é CBZ, pode ser isolado como o seu sal de D-tartarato de dibenzoíla, o que permite a eliminação das impurezas potenciais do bis-CBZ. Contudo, o processo extrativo aquoso pós-reação do composto da fórmula 4, não é o preferido porque o produto isolado é instável devido à presença de uma benzilamina formada por alquilação do composto da fórmula 4 pelo cloreto de benzila (formado pela decomposição do benzilcloroformato). Deste modo, depois da etapa de proteção, a mistura da reação é, de preferência, levada diretamente para a segunda etapa sem isolamento do composto da fórmula 4. A segunda etapa, que pode ser efetuado no mesmo vaso da primeira etapa, compreende a oxida-ção do 4”-hidróxi para originar a 4”-cetona da fórmula 3. A oxidação é preferivelmente uma oxidação ativada pelo DMSO, como descrito acima, isto é, feita a temperatura reduzida, por exemplo, -60 a -70°C e envolvendo uma ativação do DMSO in situ pela adição do anidrido trifluoroacético à solução esfriada do composto de DMSO, seguido pela adição de trietilamina. A mistura da reação é depois adicionada à água e aquecida gradualmente até à temperatura ambiente. A mistura é lavada preferencialmente em água para originar a solução do composto da fórmula 3. O sal de ácido trifluoroacético do composto da fórmula 3, pode ser preparado pela lavagem da mistura da reação da etapa de oxidação com água, seguida pela adição do ácido trifluoroacético e depois de um solvente adequado à cristalização do sal, por exemplo isopropanol ou uma mistura de diclorometano e metil terc-butil éter (“MTBE”). Outros sais de ácidos de adição, tais como o sal de D-tartarato de dibenzoíla e o sal de fosfato, podem também ser preparados de uma maneira conveniente. Os sais de D-tartarato de dibenzoíla e de fosfato são úteis nos processos desta invenção, mas são menos preferidos que o ácido trifluoroacético.
Como mostrado no Esquema 4, globalmente a invenção refere-se a um processo para a preparação de um composto da fórmula 1, em dois estágios: no primeiro estágio, o composto da fórmula 3 é preparado em um processo envolvendo um único vaso e a proteção por benziloxicarbonila do 2'-hidróxi do composto da fórmula 5, para originar o composto da fórmula 4, seguido diretamente pela oxidação do grupo 4”-hidrÓxi de 4, para originar a cetona da fórmula 3, a qual é isolada de preferência como o seu sal de adição de ácido trifluoroacético. No segundo estágio, a forma da base livre do composto da fórmula 3 é (de preferência preparada do sal de ácido trifluoroacético) é convertido no 4”-epóxido da fórmula 2, o grupo protetor de 2' é removido para restaurar a 2'-hidróxi, e o epóxido é aberto com uma amina por aquecimento em uma mistura contendo isopropanol, para originar o composto da fórmula 1.
Os compostos preparados pelos processos da presente invenção e que são básicos por natureza, são capazes de formar uma larga variedade de sais diferentes com vários ácidos orgânicos e inorgânicos. Embora tais sais devam ser farmaceuticamente aceitáveis para administração a mamíferos, é muitas vezes desejável na prática isolar inicialmente um composto preparado pelos processos da presente invenção da mistura da reação como um sal farmaceuticamente não aceitável e depois converter simplesmente este último na sua forma de base livre por tratamento com um reagente alcalino, para utilização em reações subsequentes ou para a preparação de um sal de adição de um ácido farmaceuticamente aceitável. Os sais de ácidos de adição dos compostos básicos preparados pelos processos desta invenção, são facilmente preparados pelo tratamento do composto básico com uma quantidade substancialmente equivalente de um ácido mineral ou orgânico escolhido, em um meio de um solvente aquoso ou orgânico adequado. Depois de uma evaporação cuidadosa do solvente, o sal sólido desejado é obtido facilmente. O sal desejado pode também ser precipitado de uma solução da base livre em um solvente orgânico pela adição à solução de uma ácido mineral ou orgânico apropriado. Os compostos da fórmula 1 preparados por processos desta invenção e os seus sais farmaceuticamente aceitáveis (daqui para a frente denominados como “os compostos ativos”), podem ser administrados através de vias orais, parente-rais, tópicas ou retais, no tratamento de infecções bacterianas ou de proto-zoários.
Em geral, o compostos ativos são o administrados o mais dese-javelmente possível em doses começando por cerca de 0,2 mg por kg de peso por dia (mg/kg/dia) a cerca de 200 mg/kg/dia em doses únicas ou divididas (isto é, de 1 a 4 doses por dia), embora possam ocorrer variações necessariamente dependendo das espécies, peso e condição do paciente que está a ser tratado e a via específica de administração escolhida. Contudo, um nível de dosagem que está em uma faixa de cerca de 4 mg/kg/dia a cerca de 50 mg/kg/dia é a mais desejavelmente empregado. Podem todavia ocorrer variações, dependendo das espécies de mamífero, peixe ou ave que são tratados e a sua resposta específica ao dito medicamento, assim como ao tipo de formulação farmacêutica escolhida e ao período e intervalo no qual tal administração é efetuada. Em alguns casos, níveis de dosagem menores que o limite mais baixo da dita faixa, podem ser mais do que adequados, enquanto que em outros casos podem ainda ser empregados ainda doses maiores sem causar quaisquer efeitos secundários nocivos, desde que tais doses maiores sejam primeiramente divididas em várias doses mais pequenas para administração durante o dia.
Os compostos ativos podem ser administrados sozinhos ou em combinação com veículos ou diluentes aceitáveis farmaceuticamente pelas vias indicadas previamente, e tal administração pode ser efetuada em doses únicas ou múltiplas. Mais particularmente, os compostos ativos podem ser administrados em uma larga variedade de formas de dosagem diferentes, isto é, as mesmas podem combinar-se com vários veículos inertes e farmaceuticamente aceitáveis na forma de comprimidos, cápsulas, lozangos, tro-chas, rebuçados duros, pós, sprays, cremes, salvas, supositórios, geléias, géis, pastas, loções, unguentos, suspensões aquosas, soluções injetáveis, elixires, xaropes e semelhantes. Tais veículos incluem diluentes ou enchimentos sólidos, meios aquosos estéreis e vários solventes orgânicos não tóxicos, etc. Adicionalmente, as composições farmacêuticas orais podem ser adoçadas e/ou aromatizadas adequadamente. Em geral os compostos ativos estão presentes em tais formas de dosagem em níveis de concentração em uma faixa entre cerca de 5,0% e cerca de 70% em peso.
Para administração oral, os comprimidos contendo vários exci-pientes tais como a celulose microcristalina, citrato de sódio, carbonato de cálcio, fosfato de dicálcico e glicina podem ser bem empregados juntamente com vários desintegrantes tais como o amido (e de preferência com amido de batata ou tapioca), ácido algínico e certos silicatos complexos, juntamente com ligantes de granulação tais como a polivinilpirrolidona, sacarose, gelatina e acácia. Adicionalmente, os agentes lubrificantes tais como o es-tearato de magnésio, sulfato de laurila e sódio e o talco são muitas vezes úteis para fins de fabricar comprimidos. As composições sólidas de tipo se- melhante podem também ser empregadas como enchimentos nas cápsulas de gelatina; os materiais preferidos neste contexto também incluem o lacto-se ou de açúcar do leite, assim como polietilenoglicóis de alto peso molecular. Quando suspensões aquosas e/ou elixires são desejados para administração oral, o composto ativo pode ser combinado com vários agentes adoçantes ou aromatizantes, matéria colorida ou corantes e, se tal for desejado, também agentes emulsificantes e/ou de suspensão, juntamente com tais diluentes como a água, etanol, propilenoglicol, glicerina e várias combinações destes.
Para administração parenteral, podem ser empregadas soluções de um composto ativo em óleo de sésamo ou de amendoim ou em propilenoglicol aquoso. As soluções aquosas devem ser tamponadas adequadamente, se necessário e o diluente líquido é primeiramente tornado isotônico. Estas soluções aquosas são adequadas para fins de injeção intravenosa. As soluções são adequadas para fins de injeções intraarticular, intramuscular e subcutânea. A preparação de todas estas soluções em condições estéreis é conseguida facilmente por técnicas farmacêuticas bem conhecidas dos versados na técnica.
Adicionalmente, é também possível administrar o composto ativo da invenção presente de maneira tópica e isto pode ser feito através de cremes, gelatinas, géis, pastas, emplastros, unguentos e semelhantes, de acordo com a prática farmacêutica padrão.
Para administração a animais que não o ser humano, tais como gado ou animais domésticos, o composto ativo pode ser administrado na ração dos animais ou oralmente como uma composição úmida.
Os compostos ativos podem também ser administrados na forma de um sistema de distribuição de lipossomas, tais como pequenas vesículas unilamelares e vesículas multilamelares. Os liposomas podem ser formados de uma variedade de fosfolípidos, tais como o colesterol, estearilamina ou fosfatitilcolina.
Os compostos ativos podem também ser acoplados com polímeros solúveis tais como veículos dirigíveis de drogas. Tais polímeros podem incluir polivinilpirrolidonas, copolímeros de pirano, polihidroxipropilmetacri-lamida de fenila, polihidroxipropilaspartamida de fenol, ou polietilenóxido-polilisina substituituída com resíduos de palmitoila. Adicionalmente, os composto ativos podem ser acoplados com uma classe de polímeros biodegradáveis úteis em conseguir a libertação controlada da droga. Por exemplo, o ácido poliático, ácido poliglicólico, copolímeros de ácidos polilactico e poli-glicólico, caprolactama de poliepslon, ácido polihidróxi-butírico, poliortoéste-res, poliacetais, polidihidro pirano, policianoacrilatos e copolímeros de bloco de hidrogéis, amfifáticos ou com ligações cruzadas.
Os Exemplos seguintes ilustram ainda mais o método e os intermediários da presente invenção. Deve ser entendido que a presente invenção não está limitado a detalhes específicos dos Exemplos mostrados abaixo.
Exemplo 1 Preparação do (2R, 3S, 4R, 5R, 8R, 10R, 11R, 12S, 13S, 14R)-13-[(2,6-didesóxi-3-C-metil-3-0-metil-a-L-ribo-hexopiranosil)-óxi]-2-etil-3,4, 10-trihidróxi-3,5,8,10,12,14-hexametil-11-{[3,4,6-tridesóxi-3-(dimetilamino)-2-0-((fenilmetóxi)-carbonil]-p-D-xilohexopiranosil]-óxi}-1-oxa-6-azaciclopenta-decan-15-ona. A uma solução de 25 kg de (2R, 3S, 4R, 5R, 8R, 10R, 11R, 12S, 13S, 14R)-13-[(2,6-didesóxi-3-C-metilo-3-0-metil-a-L-ribo-hexopiranosil)-óxi] -2-etil-3,4,10-trihidróxi-3,5,8,10,12,14-hexametil-11 -[3,4,6-tridesóxi-3-(dime-tilamino)-2-0-((fenilmetilmetoxi)-carbonil]-p-D-xilo-hexopiranosil]-óxi}-1-oxa-6-azaciclopenta decan-15-ona, em 425 I de diclorometano, arrefecida a 0-5°C foi adicionado uma solução de 13,7 kg de benzilcloroformato em 25 I de diclorometano, a uma velocidade que mantenha a temperatura abaixo de 5°C. A mistura resultante foi agitada a esta temperatura durante 3 horas e depois concentrada a 148 I para obter uma solução seca contendo aproximadamente 26,6 kg (90%) do produto (por HPLC - Waters Symmetry C8, coluna de 15 cm x 3,9 mm I.D. em uma fase móvel de tampão de fosfato de potássio (pH de 7,5) : acetonitrila: metanol (35:50:15), 2,0 ml/min de taxa de vazão e detecção electroquímica. Tempo de Retenção = 8,2 minutos). Esta mistura foi utilizada diretamente no Exemplo 2.
Exemplo 2 Preparação do sal de ácido bistrifluoroacético do (2R, 3S, 4R, 5R, 8R, 10R, 11R, 12S, 13S, 14R)-13-[(2,6-didesóxi-3-C-metil-3-0-metil-a-L-ribo-hexopiranosil)-óxi]-2-etil-3,4,10-trihidróxi-3,5,8,10,12,14-hexametil-11-{[3,4,6-tridesóxi-3-(dimetilamino)-2-0-[(fenilmetóxi)-carbonil]-p-D-xilo-hexapi-ranosil]-óxi}-i -oxa-6-azaciciopenta- í 5-aecanona. A uma solução obtida no Exemplo 1 foi adicionado 58,6 kg de dimetilsulfóxido (“DMSO”) seguida de arrefecimento a -70°C. Enquanto se mantém a temperatura entre -70°C e -60°C, foram adicionados 16 kg de anidrido trifluoroacético e a mistura resultante foi agitada durante 30 minutos então 17,2 kg de trietilamina foi adicionado e a mistura resultante foi agitada por 30 minutos adicionais. A mistura da reação foi adicionada a 175 I de água e depois um aquecimento gradual à temperatura ambiente, as camadas foram separadas. A camada orgânica foi lavada duas vezes com 170 I de água e concentrada a aproximadamente 100 I. Depois, foram adicionados 7,8 kg de ácido trifluoroacético seguidos de 236 I de isopropanol e a mistura foi concentrada para cristalizar o produto 29,5 kg (87,9%) o qual tinha um grau de pureza de 98% por HPLC.
Dados analíticos: p.f. = 187 - 192°C. Análise elementar: (Calculada para C49H76F6N2O18: C, 53,74; H, 6,99; F, 10,41; N, 2,56; Encontrado: C, 53,87; H, 6,99; F, 10,12; N, 2,59. Sistema de HPLC idêntico ao do Exemplo 1; tempo de retenção = 9,5 minutos, difração de Raios X de pós (espaço d): 6,3, 8,3, 8,8, 9,4, 10,8, 11,8, 12,6, 13,0, 14,3, 15,4, 15,9, 16,4, 17,1, 17,4, 17,8, 18,1, 19,1, 19,8, 20,4,21,1,21,5, 21,7, 22,8, 23,4, 24,0.
Exemplo 3 Preparação do (2R, 3S, 4R, 5R, 8R, 10R, 11R, 12S, 13S, 14R)-2-etil-3,4,10-trihidróxi-13-{[(3S,4S,6R,8R)-8-metóxi-4,8-dimetil-1,5-dioxaspiro [2,5]oct-6-il)-óxi]-3,5,8,10,12,14-hexametil-11 -{[3,4,6-tridesóxi-3-(dimetilamino) -2-0-[(fenilmetóxi)-carbonil]-p-D-xilohexopiranosil])-óxi}-1-oxa-6-azaciclopenta-15-decanona (a) Uma solução de 109 kg do produto do Exemplo 2 em 327 I de diclorometano foi tratada com uma solução de 27,5 kg de carbonato de potássio em 327 I de água. As camadas foram separadas, a camada aquosa foi lavada com 327 I de diclorometano e as camadas orgânicas combinadas foram secas e evaporadas a cerca de 3271 e arrefecidas a - 70°C. (b) Em um vaso separado, uma suspensão de 29,7 kg de brometo de trimetilssulfônio em 436 I de tetrahidrofurano (“THF”) foi evaporada a aproximadamente i 70 i, arrefecida a — 12°C e tratada com 36,6 kg de íerc-bu-tóxido de potássio durante 75 minutos de -10 a -15°C. Esta mistura foi depois adicionada a uma solução de diclorometano da etapa (a), durante um período de cerca de 30 minutos, enquanto que a temperatura se manteve entre -70 a -80°C e a mistura resultante foi deixada aquecer a - 65°C e agitada durante pelo menos 1 hora. A mistura foi depois adicionada a uma solução de 55,4 kg de cloreto de amônio em 469 I de água. Depois de agitar a mistura a 15 - 25°C durante 15 minutos, as camadas foram separadas, a camada aquosa foi lavada com 360 I de diclorometano e as camadas orgânicas combinadas foram evaporadas a aproximadamente 227 I. A mistura resultante foi adicionada a 750 I de acetona. Finalmente, a mistura foi evaporada a 227 I de uma solução contendo aproximadamente 70,1 kg (80%) do produto do título (por HPLC- Sistema de HPLC: coluna de MetaSil AQ C18 (de MetaChem, ns da peça 0520-250X046), 50 mM de tampão de fosfato de potássio (pH 8,0): fase móvel de Acetonitrila: Metanol (30:60:10), caudal de 1,0 ml/min, detecção electroquímica. Tempo de Retenção = 31,1 minutos). Esta mistura foi utilizada diretamente no Exemplo 4.
Exemplo 4 Preparação do (2R, 3S, 4R, 5R, 8R, 10R, 11R, 12S, 13S, 14R)-2-etil-3,4,10-trihidróxi-13-{[(3S,4S,6R,8R)-8-metóxi-4,8-dimetil-1,5-dioxaspiro [2,5]oct-6-il)-óxi]-3,5,8,10,12,14-hexametil-11 -[(3,4,6-tridesóxi-3-(dimetilami-no)-p-D-xilohexopiranosil]-óxi}-1-oxa-6-azaciclopenta-15-decanona. A solução contendo o produto do Exemplo 3 foi combinada com II kg de carvão ativado, 17,5 kg de paládio em carbono (Johnson-Mathey, tipo A402028-10) e 637 I de acetona. A mistura resultante foi tratada com hidrogênio a 50 psi e a 20 - 25°C até que a reação se completou e foi de- pois filtrada. O filtrado foi concentrado a aproximadamente 350 I e depois foram adicionados 1055 I de água durante 90 minutos. O produto cristalizado foi recolhido por filtração, lavado com uma mistura de 132 I de água e 45 I de acetona e seco para originar 57,5 kg (94,4%) do epóxido do título como mo-nohidrato (conteúdo em água analisado pelo método de Karl-Fischer).
Dados Analíticos: Sistema de HPLC idêntico ao do Exemplo 3: Tempo ue Reienção = 13,3 minutos. Difracção de Raios X de pós (espaço d): 6,0, 8,5, 9,4, 11,9, 12,7, 13,4, 15,2, 16,9, 17,5, 18,0, 18,9, 19,4, 19,9, 20,7, 21,2, 21,6, 22,8.
Exemplo 5 Preparação do sal do ácido fosfórico do (2R, 3S, 4R, 5R, 8R, 10R, 11 R,12S,13S,14R)-13-[(2,6-didesóxi-3-C-metil-3-0-metil-4-C-[(propila-mino)-metil]-a-L-ribo-hexopiranosil]-óxi}-2-etil-3,4,10-trihidróxi-3,5,8,10,12, 14-hexametil-11-[(3,4,6-tridesóxi-3-(dimetilamino)-p-D-xilohexopiranosil]-óxi} -1 -oxa-6-azaciclopenta-15-decanona. 56 kg do monohidrato do epóxido do Exemplo 4 foram combinados com 280 I do isopropanol e 108,2 kg de n-propilamina. A mistura foi aquecida a 50 - 55°C durante trinta horas e depois concentrado a vácuo a aproximadamente 112 I. Ao concentrado foram adicionados 560 I de etanol e 44,8 I de água. Adicionou-se à mistura resultante, no decurso de cerca de duas horas, 16,8 kg de ácido fosfórico em 252 I de etanol, para cristalizar o produto. Depois da agitação da suspensão resultante durante 18 horas, a mistura foi filtrada, o sólido foi lavado com 28 I de etanol e o produto seco para originar 64,6 kg (88%) do composto de título (analisado por HPLC pelo Sistema de HPLC: YMC-pack Pro C18 (YMC Inc Part #AS-12S03-1546WT), fase móvel de tampão fosfato dibásico de potássio 50 mM (pH 8,0): Aceto-nitrila: Metanol, 61:21:18, taxa de vazão de 1,0 ml/min, detecção electro-química. Tempo de retenção = 26,4 minutos).
Exemplo 6 Preparação da base livre do (2R, 3S, 4R, 5R, 8R, 10R, 11R, 12S, 13S, 14R)-13-{[(2,6-didesóxi-3-C-metil-3-0-metil-4-C-[(propilamino)-metil] -a-L-ribo-hexopiranosil)-óxi-2-etil-3,4,10-trihÍdróxi-3,5,8,10,12,14-hexametil- 11 -{[(3,4,6-tridesóxi-3-(dimetilamino)-p-D-xilohexopiranosil)-óxi]-1 -oxa-6-azaciclopenta-15-decanona. 64,6 kg do produto do Exemplo 5 foram combinados com 433 I de diclorometano, 433 I de água e 27,6 kg de carbonato de potássio. Depois de agitar a mistura durante trinta minutos, as camadas foram separadas e a camada aquosa foi lavada com 32 I de diclorometano. As fases orgânicas combinadas foram clarificadas por filtração e evaporadas a aproximadamente 155 I. Ao concentrado foi adicionado 386 I de heptanos e a solução foi evaporada a cerca de 155 I e arrefecida a 20 - 25°C para se efetuar a cristalização. Depois de agitada a mistura durante seis horas, os sólidos foram recolhidos por filtração, lavados com 110 I de heptanos e secos para originar 40,3 kg (77%) do composto de título (por HPLC; o mesmo sistema que o do Exemplo 5; tempo de retenção de 26,4 minutos).
REIVINDICAÇÕES

Claims (2)

1. Processo para preparar um composto da fórmula 1a ou um seu sal aceitável farmaceuticamente, caracterizado pelo fato de que compreende reagir um composto da fórmula 2 com n-propilamina, em um solvente orgânico, que é o isopropanol; em que a reação é efetuada a uma temperatura de 50° C a 76° C por pelo menos 24 horas em temperatura ambiente; e em que a n-propilamina está em uma quantidade molar de pelo menos 5 vezes daquela do composto de Fórmula 1a.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende ainda cristalizar a forma de base livre do composto da fórmula 1a a partir de um solvente aquoso consistindo em metanol, etanol, isopropanol e acetona.
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