BRPI0306151B1 - método e sistema para controlar a configuração de elementos de uma rede de telecomunicação - Google Patents

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Abstract

"método e sistema para controlar a configuração de elementos de uma rede de telecomunicação, e, produto de programa de computador". a configuração de uma rede de telecomunicação (n) é sujeita a controle gerando uma configuração de modelo (m1) que expressa, pelo menos para uma função de cada elemento sujeito a controle, um modelo para implementar a própria função. para cada elemento sujeito a controle, pelo menos um conjunto respectivo de dados de configuração (..., cf~ k-1~, cf~ k~, cf~ k+1~, ... ) do próprio elemento é coletado, verificando subseqüentemente que a função implementada por simulação, conseqüentemente na ausência de interação com o próprio elemento, baseado no conjunto supracitado de dados de configuração corresponde com o modelo de implementação incluído na configuração de modelo (m1). as operações em questão são executadas para os nós, como também para os elementos de interfaceamento entre os nós (k, k+1) da rede. para todos os elementos em questão, é possível executar as funções descritas também em relação a uma pluralidade de conjuntos respectivos de dados de configuração (cf, cm), que expressam, preferivelmente de modo exaustivo, os estados de configuração diferentes respectivos do elemento.

Description

“MÉTODO E SISTEMA PARA CONTROLAR A CONFIGURAÇÃO DE ELEMENTOS DE UMA REDE DE TELECOMUNICAÇÃO” [0001] A presente invenção enfrenta o problema de alcançar controle através da configuração dos vários elementos (nós, interfaces entre nós, etc,) incluídos numa rede de telecomunicações, e ela foi desenvolvida com atenção particular à possível concretização de uma função centralizada para o controle da configuração de uma rede de telecomunicações, tal como, por exemplo, uma rede de telecomunicações móvel. Não obstante, os usos da invenção não estão limitados a esta aplicação específica. |0002] Em geral, as atividades de controle e de projeto dos dados de configuração de uma rede de telecomunicações são particularmente complexas e delicadas.
[0()031 Entre as razões para a complexidade daquelas atividades supra, as seguintes podem ser recordadas: - a maioria das intervenções na rede, tal como a inserção de um novo nó (por exemplo, o assim-denominado MSC/VLR de uma rede de rádio móvel), a introdução de um novo serviço ou a manutenção de um serviço pré-existente implica geralmente na necessidade de definir/redetinír os dados que pertencem aos nós novos/pré-ex istentes; - dada a possível central idade de um nó dentro da arquitetura de rede (novamente considerando-se o exemplo de um MSC/VLR de uma rede de rádio móvel), a definição errônea dos dados de configuração de um nó c dos critérios para interação com os nós destinados a cooperarem com o próprio nó podem conduzir a efeitos prejudiciais em termos de disponibilidade de serviço e possível perda consequente de receitas; - em uma rede, até mesmo numa rede de pequeno tamanho, uma grande quantidade de dados de configuração está presente que, além de serem delicados e de terem valor estratégico, estão sujeitos a serem atualizados muito frequentemente; e - as atividades de projetar e/ou de configurar os nós e os outros elementos da rede são executadas geral mente (até mesmo quando os nós estão baseados na mesma tecnologia) em momentos diferentes por meio de assuntos diferentes. Funcionalidades completamente idênticas podem, por conseguinte, ser implementadas de acordo com princípios e critérios equivalentes, porém não exatamente idênticos, dando origem - no interior da rede - a uma falta de uniformidade, que sempre é negativa; isto levando-se também em coma o fato de que, em qualquer caso, os diferentes operadores de rede têm a tendência de integrar nos mesmos nós de rede e/ou tios mesmos componentes de nó com base em tecnologias diferentes. 10004j Faz-se, portanto, necessário prover os operadores de rede com tais instrumentos que os habilitaria a: - assegurar que aqueles dados de configuração das instalações operacionais obedeçam às regras estabelecidas pelos operadores de rede nos padrões do projeto técnico; - padronizar a configuração dos sistemas graças à identificação, por um lado, dos dados de configuração destinados a serem idênticos para todos os sistemas e, por outro lado. dos dados que não podem ser. dada dependência dos mesmos do local do sistema dentro da rede; - otimizar o desempenho dos sistemas, identificando e também eliminando quaisquer redundâncias nos dados de configuração; e - unificar numa única entidade a função dc definir as regras de configuração de referência,deixando para as outras entidades (possivelmente as distribuídas através do território se a rede for grande) a ação de verificar se ou não a configuração dos nós obedece às ditas regras.
[0005] Neste contexto, deve-se notar que há uma forte interdependência entre as várias categorias dos dados de configuração; logo, faz-se necessário ter instrumentos disponíveis para verificar os efeitos devido à variação da categoria de dados genéricos; um exemplo típico considera uma análise de numeração. que é fortemente interdependente da análise de faturamento. |00()61 Também há unia forte interdependência implícita entre os dados de configuração dos diferentes nós na rede. Em outras palavras, o tratamento correio de um serviço dentro de cada nó da rede considerado individualmente falha em garantir, de maneira absoluta, a operação correta do serviço dentro da rede em sua totalidade. Escolhas de configurações de projetos sobre os nós de rede individuais, que por si só podem ser funcional mente corretas, podem, de fato, ser achadas incompatíveis quando os nós são interfaceados. Ao verificar a operação de serviços ou desempenho de rede, frequentemente não há qualquer critério de correção absoluto a ser aplicado ao nó individual, mas é necessário usar critérios de correção relacionados à operação dos outros nós na rede.
[0007] Por exemplo, sabe-se entre aqueles versados na técnica que um erro num item do dado de configuração num nó pode causar mau funcionamento nos serviços de rede que se manifestam apenas do lado de fora do próprio nó. O nó através do qual um erro é observado nem sempre é o responsável pelo mau funcionamento. Logo, é necessário obter instrumentos que tenham a capacidade de checar o comportamento induzido sobre a rede pelos dados de configuração, ambos no nível do nó individual e no nível da rede de telecomunicações inteira na qual o nó está inserido.
[0008] Adicional mente, a distância semântica entre o item de dados de configuração pontual e o efeito que ele tem sobre o comportamento da rede pode ser muito grande. O operador de rede pode detectar um erro num item do dado de configuração, mas não ser capaz de estimar sua severidade; contrariamente, ele pode observar um comportamento indesejado na rede, mas não ser capaz de determinar qual erro num item de dados de configuração em um nó pode tê-lo causado. Logo, é importante ter instrumentos disponíveis que sejam capazes de oferecer uma visão, (i) do comportamento de alto nível global de um serviço de rede, e (ii) para a execução de urna análise de baixo nível do item de dados de configuração individual em um nó específico, ajudando o usuário na conexão semântica dos diferentes níveis de detalhe da análise, [00()9] Técnicas tradicionais para a verificação da correção de dados de configuração são geralmente baseadas numa verificação manual preventiva de conjuntos de comandos que contêm modificações em dados de configuração, em verificações por intermédio de ferramentas de software de cumprimento com a sintaxe correta dos comandos de configuração, ou em fazer chamadas de teste para testar a operação adequada do serviço a jusante da transmissão dos dados de configuração na rede, [00010] As referidas técnicas não permitem identificar de uma maneira completamente satisfatória possíveis erros nos dados de configuração, ou por eles serem caros demais em termos de tempo e recursos ou por eles não serem exaustivos. Por exemplo, muitas vezes modificações em dados de configuração são feitas durante horas noturnas sob condições de carregamento leve da rede. Testes conduzidos nesta condição de rede podem não ser exaustivos visto que. sob condições de carregamento mais pesado, a rede pode. por exemplo, efetuar roteamentos diferentes seguindo a segunda ou terceira escolha de caminhos de roteamemo, por causa da saturação do roteamento principal, devido ao tráfego intenso, É, portanto, importante prover os operadores de rede com instrumentos que sejam capazes de dar respostas sobre a correção de dados de configuração mais precisamente e exaustivamente do que aqueles que poderiam ser obtidos com técnicas tradicionais e em obediência às linhas de tempo requeridas para ativar os serviços dc rede.
[00011 ] Em vista das consequências prejudiciais dos erros nos dados de configuração, é aconselhável, por um lado, ser capaz de executar verificações, antes dc atualizar dados na rede e, por outro lado, estender a ação de verificação que passa de uma simples função de análise e de verificação para uma função de (re)projetar os dados de configuração dos nós seguindo regras predeterminadas. 100012] A presente invenção tem o objetivo de prover uma solução capaz de superar as limitações apresentadas acima e satisfazer os requisitos descritos previamente de uma maneira completamente satisfatória.
[00013] Documentos US 6.349.306 e US 5.872.928 divulgam aparelhos e métodos para a monitoração de parâmetros que administram as características operacionais de uni dispositivo de rede, incluindo o uso de gabaritos para gerar registros de configuração dos dispositivos de rede de um tipo selecionado de modelo, Um banco de dados dos modelos também é propiciado, cada modelo representando um dispositivo de rede associado e incluindo valores de atributos para os parâmetros do dispositivo de rede associado. Gabaritos são usados para rastrear um modelo a fim de recuperar valores para cada um dos atributos e criar uin registro de configuração. Registros de configuração podem ser armazenados no gestor de configuração, ou outro dispositivo de armazenamento, e/ou podem ser transferidos para o banco de dados de modelo pré-existente paia uso por um sistema de gestão de rede ao reconfigurar os dispositivos de rede associados. 100014) De acordo com a presente invenção, o dito objetivo é alcançado graças a um método que possui as características especificamente descritas nas reivindicações que seguem. A presente invenção também diz respeito ao sistema correspondente, como também fala sobre produto de programa de computador correspondente, capaz de ser carregado diretamente na memória interna de um computador digital e incluindo partes de código de software para implementar o método de acordo com a presente invenção, quando o produto for executado em um computador, [00015] A invenção vai ser agora descrita, puramente por intermédio de exemplo não limitante, com referência aos desenhos acompanhantes, em que: Figura 1 mostra, na forma de um diagrama de bloco funcional, a possível arquitetura de um sistema de controle, integrado numa rede de rádio móvel, operando de acordo com a invenção;
Figura 2 mostra, na forma de um diagrama de bloco funcional, uma verificação de configuração, a qual é executada em um sistema de acordo com a invenção;
Figuras 3 a 5 mostram alguns exemplos de estruturas de dados envolvidas na verificação da Figura 2;
Figura 6 mostra, na forma de um diagrama de bloco funcional, uma verificação funcional, a qual é executada em um sistema de acordo com a invenção;
Figuras 7 a 9 mostram alguns exemplos de estruturas de dados envolvidas na verificação da Figura 9;
Figura 10 mostra a estrutura das funções com a qual o nó pode ser modelado para os objetivos de simulação da invenção;
Figura 11 mostra um exemplo de análise funcional executada em um sistema de acordo com a invenção;
Figura 12 mostra, na forma de um diagrama de bloco funcional, a execução de uma verificação funcional envolvendo o componente de simulação do estado de nó em um sistema de acordo com a invenção;
Figura 13 mostra, também na forma de um diagrama de bloco funcional, a execução de uma análise no nível da rede inteira com a utilização do simulador de interface/protocolo; e Figura 14 mostra, novamente na forma de um diagrama de bloco funcional, a aplicação das várias técnicas descritas também para uma possível configuração futura construída aplicando-se apenas no ambiente simulado um conjunto de comandos para modificar a configuração atual. 100016J Na concretização atualmente preferencial, a solução, dc acordo com a invenção, permite implementar um conjunto de técnicas que permitem, se adotadas separadamente ou em combinação mútua, administrar e verificar os dados de configuração dos elementos incluídos numa rede de telecomunicação. Isto serve para prover, em particular, a habilidade de simular o comportamento dos nós de rede e de outros elementos da rede na ausência de interação com os ditos elementos sujeitos a verificações. 100017] De modo partieularmente vantajoso, os elementos característicos da solução de acordo com a invenção são capazes de coexistirem c cooperarem com técnicas de controle mais tradicionais.
[000181 Um primeiro exemplo a este respeito é provido pela técnica de controle de configuração, com o intuito de verificar a configuração dos dados do nó, comparando-os com um padrão de referência.
[00019] Para alcançar esse tipo de controle em um sistema do tipo aqui ilustrado, tipicamente os dados de configuração em operação são extraídos de um ou mais arquivos associados com o nó (comumente denominados de cópias impressas) e os dados em operação são comparados com os dados de referência. [000201 Esta pri meira. técnica é simples de implementar, como eIa requer comparar a igualdade de dois conjuntos de dados sem fazer qualquer simulação do comportamento, por exemplo, de tais nós. Cada discrepância entre os dados medidos num nó e os dados de referência constituí um erro naqueles dados de configuração,que podem ser removidos gerando-se um pacote de modificações para os dados de configuração, dc modo a fazê-los idênticos aos de referência. [00021 ] Tal solução é adequada para resolver problemas de padronização de dados. No entanto, não é - em si própria - adequada para satisfazer todos os requisitos indicados: de ser eficaz, o padrão de referência deve estar no mesmo nível de detalhe que os dados de configuração; adernais, este tipo de verificação não é aplicável quando o conjunto dos dados a serem verificados não apresenta o objetivo de ser (ou não pode ser) idêntico em iodos os nós na rede; por fim, não Irã correlação imediata entre o erro detectado nos dados dc configuração e suas consequências na operação do serviço e no desempenho da rede, [0()022] Uma outra técnica é, de outra forma, baseada na simulação do comportamento das funções do nó por meio das assini-chamadas ‘'verificações funcionais”, com a finalidade de verificar a operação do nó comparando-se o comportamento e mu lado com o comportamento especificado pelo padrão de referência.
[00023] Neste contexto, deve-se recordar que - em geral - um nó de rede é constituído por um conjunto, que pode ser bastante complexo, de funções de cooperação.
[00024] Por exemplo, há funções que administram: - análise de perfil de usuário; - análise de números que chamam c de números chamados; - análise de roteamento de sinalização; - análise de roteamento de chamada; - análise de faturamento de chamada; e - análise de fim de seleção.
[00025] Para cada funcionalidade são geral mente associados um ou mais arquivos de configuração (com formato conhecido,chamado de cópias impressas de nó) que indicam os valores do parâmetro da própria funcionalidade.
[00026] É possível requerer a partir do dito nó genérico a configuração da funcionalidade de interesse começando da assim-chamada cópia impressa.
[00027] Para possibilitar as verificações funcionais, funções de software (chamadas de “'analisadores”) são especificadas e realizadas, e cada uma simula a funcionalidade individual do nó.
[00028] Por exemplo, com referência à administração das chamadas, os analisadores são usados para simular a administração de números chamados, o roteamento de sinalização, o roteamento de chamadas, etc.
[00029] A partir da análise das especificações operacionais globais do nó, procedimentos destinados a explorar a agregação dos analisadores para simular a função do nó são especificados. Os ditos procedimentos permitem, deste modo, simular uma série completa de comportamentos globais do nó, [()()03()] Para simular a execução do procedimento genérico, os dados de entrada a seguir são usados: - os dados de configuração em operação daqueles analisadores associados com o procedimento e obteníveis a partir das cópias impressas dos nós correspondentes; e - os parâmetros de entrada para o procedimento global, [00031 ] A verificação averígua que a operação esperada coincide com aquela obtida executando-se o procedimento para o nó de interesse. |0()032] Para habilitar o usuário a simular de um modo passo a passo a função genérica do nó, um ambiente é definido que permite: - selecionar o nó de interesse; - selecionar o analisador de interesse; - configurar os dados de entrada para o analisador; e - simular a função de um modo passo a passo.
[00033] Essa técnica oferece uma solução que supera diversas daquelas desvantagens da técnica anterior. Comparando os comportamentos esperados e observados num nó por meio da simulação executada com ditos anal is adores, não se faz mais necessário a referência ser expressa no mesmo nível de detalhe que os dados de configuração; ademais, não é a igualdade dos dados com relação à referência que c verificada, mas em vez disto, o comportamento que os dados induzem no nó. Isto torna a técnica eficaz até mesmo em contextos nos quais os dados de configuração não têm o objetivo de serem (ou não poderem ser) feitos idênticos em todos os sistemas, Além do mais, posto que é uma verificação com um conteúdo semântico maior do que aquele da técnica anterior, a correlação entre o erro detectado nos dados de configuração e suas consequências sobre a operação do serviço e sobre o desempenho da rede é mais fácil.
[00034] Para as técnicas descritas previamente, a solução dc acordo com a invenção permite adicionai- técnicas mais avançadas, melhor descritas a seguir.
[00035] Alguns analisadores podem conduzir a mais de um resultado de análise possível, dc onde apenas um é seguido a cada momento pelo nó em seu comportamento efetivo. A escolha feita pelo nó depende das condições da rede instantâneas. |0()036] Pode-se tomar, por meio de exemplo, a análise de roteamenios para um serviço de rede: uma chamada dirigida a uni número pode ser roteada, para o mesmo destino final, seguindo caminhos diferentes, cada um com u sua prioridade diferente, dependendo da condição de carregamento dos caminhos no momento do roteamento. |0()03?| Na concretização atualmente preferencial, a invenção propicia a introdução de um novo elemento de simulação que leva em conta todos os possíveis resultados de análise correspondentes a diferentes estados possíveis do nó, a fim de usar ditos resultados para obter a simulação do comportamento exaustivo do nó. isto é. independentemente das condições de rede instantâneas particulares.
[000381 Com respeito à técnica anterior, esse desenvolvimento permite superar a limitação dada pela natureza não exaustiva da técnica que requer a execução de testes de chamada manuais conduzidos durante as horas noturnas (que verificam a operação adequada do serviço, somente no caso particular de rede descarregada), consideravelmente elevando a confiabilidade e permitindo que seja feita uma abordagem de simulação exaustiva para o gerenciamento de dados de configuração com relação a técnicas tradicionais. 1()()039) Um melhoramento adicional é obtido introduzindo-se um novo elemento que seja capaz de simular a interação entre um nó e o próximo nó no caminho de tráfego.
[000401 O dito elemento serve como um simulador do componente, útil para analisar a interoperação na interface entre os nós da rede. Por exemplo, o mesmo simula as interfaces de protocolo de rede usadas para trocar sinalização ou propósitos de roteamento de chamada ('‘simuladores de interface/protoco 1 o”). Esse novo elemento permite passar da simulação do comportamento de um nó para a simulação do comportamento global da rede, em caso de um serviço ou deseinpenho particnlar.
[00041 ] Para permitir que o usuário simule o comportamento completo da rede, com base nos dados de configuração presentes para um determinado serviço na rede, um ambiente é definido que permite: - selecionar um cenário de tráfego e um sistema de partida, ao ajustar as condições iniciais determinadas da simulação; - visualizar todas as possíveis alternativas obtidas sirnulando-se os nós diferentes e as interfaces diferentes que. em qualquer condição de rede, conduzirão à concessão do serviço dadas as condições iniciais ajustadas. [00042] A coexistência de tal técnica com todas as técnicas ilustradas previamente no mesmo instrumento permite que o usuário preencha a distância semântica entre os dados de configuração pontuais e também seu efeito sobre o comportamento da rede, oferecendo tanto uma visão do comportamento global de alto nível de um serviço na rede,como a possibilidade de executar uma análise de baixo nível do item de dados de configuração individual num nó específico, auxiliando o usuário na conexão semântica dos diferentes níveis de detalhe da análise. (000431 Um elemento de simulação adicional possibilita aplicar em uma configuração detectada na rede um conjunto de comandos, a fim dc modificar a própria configuração no ambiente simulado sozinho, conduzindo a uma nova versão dos dados de configuração ajustados para um único nó, ou, até mesmo, para a rede inteira. Nessa nova versão daquela configuração, todas as técnicas anteriores podem ser aplicadas.
[00044] Esse novo elemento de simulação permite, portanto, aplicar todas as técnicas anteriores, não somente para a verificação de dados de configuração existentes, mas também para os dados consequentes a um conjunto de comandos de configuração apropriados, aplicados àquela configuração existente antes de sua inserção efetiva no nó de rede, [000451 Essa técnica pode ser usada de modo eficaz juntamente com as anteriores no projeto, bem como nas atividades de controle para prover um tipo de análise do impacto na rede da introdução de um determinado conjunto de modificações aos dados de configuração, realçando quaisquer erros e serviços degradados consequentes antes de sua introdução efetiva nos nós constituindo o ambiente efetivo.
[00046] Movendo-se agora para um exame detalhado nos desenhos que a acompanham, na Figura 1, a referência '‘N” indica globalmente urna rede de telecomunicação representada - no exemplo da aplicação aonde (sem com isto limitar o escopo da invenção) referência vai ser constantemente feita daqui em diante - por uma rede de rádio móvel Figura 1 mostra esquematicamente uma variedade de MSC/VLR (Centro de Comutação Móvel de Serviços/Registrador de Localização de Visitante) e elementos de HLR (Registrador de Localização Residencial), conectados, por meio de uma rede de dados RD1, a respectivos sistemas de administração, respectivamente indicados como k-1, k, k+L
[00047] Como afirmado, ainda que a solução de acordo com a invenção foi desenvolvida em vista de sua possível aplicação para controlar os dados de configuração de uma rede de rádio móvel, referência àquela possível aplicação não deve ser interpretada como limiiativa do possível escopo da invenção, que é completamente geral.
[00048] A estrutura e a natureza geral da rede podem ser quaisquer, Isso é verdadeiro em particular para a estrutura e para os modos de interconexão dos vários nós incluídos nela. Especificamente, o fato de que existem três sistemas de administração representados, distinguidos pelas referências k-1, k e k+1, é puramente a título de exemplo, e não é, de modo algum, destinado a expressar uma conexão ou restrição sequencial de qualquer tipo existente entre os sistemas, [00049] Dito isso. rcfcrindo-sc (novamente, a título de exemplo) a uma rede de rádio móvel, dentro dos nós de rede, relevância particular é presumida pelos sistemas de administração k-1 ,k,k+l, „„ tipicamente chamados de OMC (Centro de Operação e Manutenção). Aqui são coletados os arquivos (chamados de cópias impressas de nós) com os dados de configuração dos nós da rede, [00050] Para os propósitos dessa invenção, será suficiente relembrar que a característica de dados de configuração de cada nó na rede será normalmente organizada na forma de arquivos de ASCII que poderão residir no sistema de administração k-I, k, k+1, ... c, portanto, são capazes de serem coletados no nível de um banco de dados DB destinado a constituir o coração do servidor S do sistema de acordo eoni a invenção.
[000511 A coleção dos arquivos que contêm os dados de configuração de cada nó da rede pode ser efetuada pelo servidor S remota mente, por exemplo, de acordo com os modos de transmissão típicos de uma rede de dados (RD2). 100052] Consequentemente, dentro do banco de dados DB que reside no servidor S (ou caso contrário, disponível ao próprio servidor S), uma porção do banco de dados é dedicada, indicada como DB 1, na qual são coletados os dados de configuração associados com os nós, extraídos dos arquivos de configuração CFk-i, CFk, CFjí+i,.... tirados a partir de uma ou mais cópias impressas do nó.
[00053] As pessoas versadas na técnica irão apreciar que, embora - por questão de simplicidade na descrição-os arquivos em questão sejam indicados aqui com subscrições genéricas,k-1, k, k+I, .... a dita designação não deve de modo algum ser interpretada como indicativa de tinia correspondência entre arquivos e sistemas de administração. Isto se deve pelo fato, por exemplo, de cada sistema poder administrar vários nós, cada um com múltiplos arquivos.
[00054] Uma outra porção (indicada como Ml) do banco de dados DB é dedicada a armazenar os dados de referência ou comportamentos, utilizados como um "‘modelo” para a rede inteira.
[00055] Dito sob outra maneira, tal modelo Ml, dependendo da técnica utilizada em cada ocasião, pode representar: - um conjunto de dados de configuração destinado a ser idêntico em todos os nós da rede em casos de verificações de configuração; - um conjunto de comportamentos esperados para um nó no caso de análises funcionais; - um conjunto de comportamentos exaustivos de todos os nós que podem ser atravessados no caso de simulação de um serviço determinado através da rede inteira.
[00056] Tal modelo Μ1 é organizado por um administrador de rede que cria o modelo de configuração Μ1 por sua própria estação de trabalho W1, que interage, no nível de rede local ou remotamente, com o servidor S. |0005?| O sistema representado aqui permite, primeiramente, verificar que os dados de configuração são todos consistentes (virtualmente idênticos entre si, pelo menos nas partes destinadas a serem assim, porque eles não são específicos de um nó particular), e em qualquer caso em conformidade com as especificações de configuração definidas pela configuração de “modelo’*.
[00058] As Figuras 2-5 mostram, respectivamente, o diagrama geral do controle, o modelo Ml, o formato do dado de configuração e o tipo de resultado esperado.
[00059] O diagrama da Figura 2 mostra os critérios por meio dos quais, dentro do escopo de um sistema de acordo com essa invenção, um controle de configuração é efetuado pelos dados relativos a qualquer funcionalidade do nó, [00060] Em essência, o referido controle corresponde a uma função de verificação C executada, comparando-se: - dados de configuração, que correspondem ao padrão (modelo Ml), capazes de ter unia estrutura do tipo mostrado em 10 na Figura 3; e -os dados de configuração efetivos,que correspondem aos dados em operação coletados na cópia impressa de nó correspondente e apresentando, no formato de representação interno ao sistema, unia estrutura como a mostrada em 12 na Figura 4.
[00061 ] Partindo da função de comparação indicada como C, o sistema gera um relatório REP que possui a estrutura representada em 14 na Figura 5, Na prática, o relatório em questão possui uma primeira coluna, que mostra um identificador do item de dados de configuração seguido por unia sequência de pares de parâmetros, onde o primeiro é o item de dados de referência (postfix N, isto é, Norma ou padrão) e o outro o parâmetro em operação (postfix D, isto é, item de Dados em operação). |00t)62j Dessa forma, o relatório 14 permite realçar os tipos a seguir de condições fora de alinhamento: - dados em operação em excesso com respeito à referência; - dados perdidos em operação com respeito à referência: e - valores diferentes dos parâmetros para o mesmo item de dados de configuração. ΙΌ00631 Na concretização atualmente preferida da invenção, o sistema é configurado de tal maneira a estender a ação de controle além da mera etapa de verificar a situação real. Isto é obtido realizando-se uma função de reconfigurar os nós da rede, com o intuito de fazer com que qualquer dado de configuração exiba características dísmórficas com respeito aos dados de tal “modelo" a ser modificável para atingir a condição de conformação desejada. Todo o processo, com a reconfiguração dos nós completada remotamente, por exemplo, mediante a transmissão ao sistema de administração..... k-1, k, k+I..... do nó envolvido em cada ocasião, dos comandos e dos dados necessários para proceder com tal reconfígu ração. 1000641 Será apreciado que esse modo preferido de organizar o sistema de acordo com a invenção permite efetuar uma ação de reconfiguração da rede. Dita ação garante constantemente que, por exemplo, todos os nós na rede sejam configurados de modo mutuamente uniforme e de acordo com as especificações de referência, 100065] Este modo operacional permite, constantemente, acompanhar a evolução da derivação da rede, por exemplo, desde a adição de novos nós e/ou desde a adição (ou eliminação) de funções determinadas de um ou mais nós com a reconfiguração consequente da rede inteira. Também deveria scr observado isto quando os nós da rede não são todos baseados na mesma tecnologia. [00066] Um elemento importante da solução descrita aqui é dado pela habilidade de simular (por meio de funções correspondentes) a funcionalidade genérica dos nós. Isto permite evitar qualquer impacto invasivo nos nós da rede.
[00067] Um nó pode ser modelado, geralmente, como um conjunto de funções de cooperação. No escopo da solução aqui descrita, funcionalidades que reproduzem as funções do nó foram definidas e implementadas. |00068| As funções que emulam a funcionalidade genérica do nó estão definidas na forma de propósito geral e as informações exigidas para simular o comportamento da funcionalidade do nó de interesse estão representadas por; - os dados de entrada para começar a função; e - os dados de configuração presentes na cópia impressa de nó associada com a funcionalidade.
[00069] Assim, é possível simular o comportamento da funcionalidade genérica do nó de rede genérico evitando qualquer intervenção invasiva na rede N propriamente dita.
[00070] A solução, de acordo com a invenção, proporciona, portanto, a verificação supracitada de ser realizada por meio de simulação de acordo com os critérios melhor descritos cm seguida.
[00071 ] Figuras 6, 7, 8, 9, 10 e 11 referem-se aos critérios com os quais, dentro de tal sistema de acordo com a invenção, são executadas as verificações funcionais destinadas a verificar que a operação esperada do nó coincide com a obtida a partir da execução do processo correspondente para o nó de interesse.
[00072] Na essência, a solução descrita aqui baseia-se no desempenho de verificações que podem ser completadas não mais comparando-se a configuração efetiva com a configuração de referencia, mas sim comparando-sc o conjunto de comportamentos esperados do nó com o comportamento efetivo computado por meio de análises funcionais que usam o método de simulação.
[00073] O diagrama da Figura 6 mostra os critérios com os quais, dentro do escopo de um sistema de acordo com a presente invenção, estão baseadas as verificações funcionais dos dados relativos a qualquer funcionalidade do nó. 1000741 Dentro do nó da rede. os dados de configuração presentes CNk são usados pelas funcionalidades relacionadas c influenciam no comportamento do nó propriamente dito.
[00075] O sistema, corno descrito aqui, é capaz de adquirir os dados de configuração CFk extraídos das cópias, e, por meio dos módulos de simulação chamados de analisadores A, simular o comportamento CSk que o nó assume como consequência da sua própria configuração.
[000761 Finalmente, o controle corresponde a um módulo de verificação CC que opera comparando-se: - um conjunto de comportamentos esperados (modelo Μ1), capaz de ter uma estrutura do tipo como mostrada em 16 na Figura 7; e - um conjunto de comportamentos simulados obtidos conforme o resultado das análises funcionais e tendo, no formato de representação intento ao sistema, uma estrutura como a mostrada em 18 na Figura 8.
[00077] Partindo da função de comparação indicada como CC, o sistema gera um relatório REPC tendo a estrutura representada em 20 na Figura 9.
[00078] Na prática, o relatório em questão possui uma sequência de pares de comportamentos, onde o primeiro comportamento é aquele item de dados de referência (postfix N, isto é, Norma ou padrão) e jã o outro é o comportamento simulado (postfix S, isto é. Simulado). O diagrama da Figura 6 também mostra os blocos de função adicionais, indicados como FN e CRk, representativos das funcionalidades do nó de rede correspondendo aos dados de configuração CNk e ao comportamento efetivo do nó em questão.
[00079] O diagrama da Figura 1 ü mostra a organização típica de um tal MSC/VLR de uma rede de rádio móvel, que pode ser visto como um conjunto de funções de cooperação destinadas a administrar, por exemplo, os números que chamam, os números chamados, ruteamento de sinalização, roteamento de chamada, impedimento de chamada, faturamento de chamada e administração de fim de seleção. Na essência, a solução de acordo com a invenção baseia-se na criação, dentro do banco de dados DB. de um conjunto de funções de simulação no nível de software, cada um dos quais foi construído com base no conjunto de regras e critérios com os quais uma determinada tecnologia do nó realiza uma funcionalidade do nó.
[00080] Por exemplo, elas podem ser, com referência ao caso MSC/VLR mencionado previamenie, de funções que no nível de software emitiam: - análise de faturamento (20); - análise do identificador chamado de Identidade de Assinante Móvel Internacional ou IMSI (22); - análise de sinalização (24); - análise de roteamento de chamada (26); - análise de número chamador (28); e - análise de números chamados e impedimento (32). 100081] A Figura 11 mostra a execução da análise funcional, realizada explorando um registrador R, que nada mais é do que o conjunto de variáveis capazes de representar: - os dados de entrada da primeira função na cadeia; - os dados obtidos como resultado da função genérica e capazes de representar os dados de entrada para a função subsequente; e - os dados obtidos como o resultado final da cadeia completa. 100082j Por exemplo, a Figura 11 ilustra uma sequência de análise típica funcional conduzida em relação à verificação do manuseamento das chamadas de usuários que usam o serviço chamado de “Roaming Internacional'’. 100083J Em particular, a verificação é destinada a verificar a habilidade de um usuário de GSM estrangeiro de completar uma chamada direcionada para um número em seu próprio país de origem. 100084] Depois de uma lista (etapa 100), dito nó, um número de IMSI, e um número chamado no país de interesse, e depois de introduzir a informação correspondente no registrador R, são ativados, em sequência, tais analisadores correspondendo às respectivas funcionalidades do nó da rede. Nesse caso, os analisadores são ativados para a análise do identificador dc IMSI (etapa 102), a análise dos números chamados e do impedimento (etapa 104), e a análise do faturamento (etapa 106).
[00085] Será apreciado que os vários analisadores exploram como dados de configuração: - os dados de entrada para ativar o analisador no caso de ele ser o primeiro da cadeia; - os dados de entrada obtidos a partir de um analisador ativado previamente; e - os dados de configuração obtidos a partir da cópia impressa associada com o analisador. 1.00086J A Figura 12 ilustra o comportamento de um controle funcional envolvendo o componente de simulação de estado do nó.
[000871 O simulador SS do estado do nó não simula uma função existente do nó real, mas sim simula a ocorrência das diferentes condições ambientais que influenciaria no resultado da ativação de uma funcionalidade do nó e que podería também influenciar na invocação das funcionalidades subsequentes. (000881 Caso, por exemplo, o resultado da análise do roteamento de um determinado número chamado leve a possíveis soluções diferentes com escolhas alternativas dependendo do estado real do recurso do nó efetivo, tal nó efetivo terminaria a análise seguindo a única escolha consistente com o estado real dos recursos naquele instante, [00089] O simulador do estado do nó. em vez disto, gera um conjunto dc possíveis estados, sl, ..., sn, cada um dos quais corresponde a uma situação que pode levar a um resultado diferente da análise. Na concretização atualmente preferida da invenção, aos estados diferentes estão associados tantos exemplos do regístrador R quanto possíveis.
[000901 Se a simulação continuar a jusante do analisador supracitado, a referida simulação terá que ser continuada ramificando a análise a partir dos n comportamentos que derivam a partir de cada estado possível. O resultado final. portanto, é um conjunto de comportamentos simulados CSk,s associados ao nó k no estado s.
[000911 Na execução de uma verificação, tais comportamentos simulados são comparados através de um componente de decisão “CC” com os possíveis comportamentos esperados expressos em Ml. O resultado é, como nos casos anteriores, um relatório REPC que indica as diferenças entre os comportamentos esperados e os comportamentos simulados, [00092j A partir do ponto de vista funcional, o conjunto constituído pelos analisadores A e pelo referido simulador do estado do nó SS também pode ser considerado um macro-bloco de simulador de nó, chamado de SN, destinado a operar nos dados de configuração CFk extraídos a partir da cópia impressa, [00093 j A Figura 13 refere-se aos critérios com os quais, no interior do sistema ilustrado aqui, são completadas as verificações funcionais destinadas a verificar o comportamento esperado de um serviço ou de um desempenho da rede corno um todo.
[00094] Em essência, a solução descrita aqui baseía-se em verificações de operação não mais completadas - como descrito acima - nos nós individuais da rede considerada separadamente, mas no comportamento dos nós quando de seu interface a mento e da interoperaçào para a realização do desempenho ou dos serviços.
[00095] O diagrama da Figura 13 mostra os critérios para a execução das verificações funcionais dos serviços de rede, [00096] Em um nó da rede genérico “k". os dados de configuração CFk extraídos das cópias impressas são usados pelas funcionalidades de simulação SN relacionadas do comportamento do nó e influenciam tio comportamento do nó propriamente dito na concessão do serviço.
[00097] É então suposto que para a concessão do serviço, o nó *‘k” faça interface com o nó “k+Γ’ por meio de protocolos de rede apropriados. |00098] O dito sistema ilustrado aqui é capaz de simular as regras para a interação e a interface entre os nós por meio de funcionalidades apropriadas Slk/k+i, que então, por sua vez, habilitam a simulação do comportamento do nó k+I dada a concessão particular do serviço que leva em conta o comportamento na ínleroperação que ocorreu com o nó k, 100099] O resultado final é o comportamento da rede CSN, que resulta do comportamento dos nós de rede individuais e, graças ao elemento Sf/k+i de inierfaceanienio de simulação, a partir da ínleroperação mútua que influencia no comportamento dos próprios nós.
[0001(K)] Ditos comportamentos de rede simulados podem ser comparados ao comportamento de rede esperado Ml a partir de um componente de decisão CC. O resultado é, como nos casos anteriores, um relatório RJEPC que indica as diferenças entre o comportamento esperado e o comportamento simulado. [000101] A Figura 14 refere-se aos critérios com os quais, no sistema descrito aqui, as técnicas prévias são aplicadas a uma futura rede de configuração em vez da configuração atual. <COMMENT: Detail WHAT-IF Analysis> |000102] Este modo de proceder permite satisfazer o requisito de executar as verificações de dados antes da sua introdução efetiva na rede, possibilitando a análise do impacto que uma modificação aos dados de configuração do nó trará ao comportamento de um único nó ou da rede.
[000103] Um elemento FC,capaz de simular a funcionalidade de análise de comando, permite aplicar a uma configuração CF detectada na rede c extraída das cópias impressas um conjunto de comandos CM para modificar a própria configuração no ambiente simulado sozinho, levando a unia nova versão CFM dos dados de configuração para um único nó ou ate mesmo para a rede inteira. Nessa nova versão da configuração, todas as técnicas prévias podem ser agora aplicadas. 1000104] Esse modo de proceder pode ser combinado livremente com as várias técnicas descritas acima; portanto, a nova configuração de CFM pode se referir a um subconjunto dos dados de configuração de um nó, até todos os dados de configuração dos nós da rede inteira. Esta nova configuração pode ser analisada simplesmente através dos analisadores,ou estar sujeita a verificações de configuração, verificações funcionais exaustivas, verificações da operação de um serviço de rede cm todos os nós, e assim por diante.
[000105] Na concretização atualmente preferida da invenção, as funções de conirole/simulaçâo são ativadas por uma pluralidade de terminais ou estações de trabalho, U1, .... Un, distribuídos no território e capazes de interação remota com o servidor de sistema S, por exemplo, com modos de comunicação RD3 de rede de dados. Tudo isso, com as estações, Ul, Un, normal mente sendo inibido de interação com a configuração de modelo Μ1, cuja definição é deixada exclusivamente na estação W1. Essa necessidade de distribuir aquelas estações de trabalho, Ul, .... Un, através do território é sentida menos intensamente se o sistema for configurado de tal modo a ser capaz de realizar de modo centralizado também a (re)configuração dos nós partindo de uma única estação de controle. Neste último caso, também é possível fundir em uma única estação (tal como a estação Wl) as funções de supervisão de rede geral e de começar as funções de simulação. Nos diagramas da Figura I, tais funções são, em vez disso, mostradas para serem atribuídas de forma distinta à estação WI, numa parte, e às estações Ul,Un, na outra parte.
[000106] Cada uma de ditas estações. Ul,Un, é usualmente capa/, de executar pelo menos as seguintes operações: - encontrar a configuração atual de um nó, ou de múltiplos nós, importando-se sua cópia impressa: e - pedir a execução de verificações de configuração ou verificações funcionais que exaustivamente verificam o comportamento dos nós, ou pedir as verificações funcionais de rede e visualizar os resultados obtidos na forma de relatórios. 1000107] Cada uma das estações UI, ..., Un também é capaz dc começar a simulação para verificar uma determinada funcionalidade de um nó.
[000108] Na concretização atualmente preferida da invenção, as estações, Ul, .... Un, também têm a habilidade de simular num modo de passo a passo a função genérica do nó sofrendo a verificação.
[000109] Tudo isto é feito em um ambiente que permite: - selecionar o nó ou os nós de interesse; - selecionar o analisador de interesse; - configurar os dados de entrada do analisador; - configurar (de modo transparente para o usuário) o analisador explorando os dados de configuração da cópia impressa correspondente; - simular (possivelmente com um modo passo a passo) a função relacionada; e - analisar os resultados da análise. 1000110] Para habilitar a simulação do comportamento completo eoni base nos dados de configuração presentes para um determinado serviço de rede, um ambiente foi definido que permite: - selecionar um cenário de tráfego, um sistema de partida e ajustar condições de simulação iniciais determinadas; - exibir todas as possíveis alternativas obtidas, si mu laudo-se os diferentes nós e as diferentes interfaces que sob qualquer condição de rede irão levar à concessão do serviço dadas as condições iniciais ajustadas, [000111 ] As estações, Ul, .... Un, são normal mente capazes dc simular o efeito da aplicação de um conjunto de comandos para atualização dos dados de configuração, criando uma nova versão da própria configuração na qual podem ser executadas simulações, verificações e análises antes da modificação efetiva dos dados nos nós da rede efetiva.
[000112] Natural mente, sem alterar o princípio da invenção, os detalhes de realização e as concretizações podem variar amplamente com respeito ao que é descrito e ilustrado aqui, sem, com isto, fugir do escopo da presente invenção.
REIVINDICAÇÕES

Claims (20)

1. Método para controlar a configuração de elementos de uma rede de telecomunicação (N) incluindo uma pluralidade de nós, o dito método compreendendo as etapas de: - gerar uma configuração de modelo (Ml) dos ditos elementos, a dita configuração de modelo incluindo, para pelo menos uma função de cada elemento sujeito a controle, um respectivo modelo de implementação da própria função: - coletar, para cada elemento sujeito a controle, pelo menos um respectivo conjunto de dados de configuração (....CFií-iXF^CFuu-) do próprio elemento; e - verificar (C), para cada elemento sujeito a controle e ainda na ausência de interação com o próprio elemento, a correspondência entre aquela pelo menos uma função, quando implementada com base no dito pelo menos um respectivo conjunto de dados de configuração do elemento, e o dito modelo de implementação da própria função incluído naquela configuração de modelo (Ml), em que - as etapas de gerar uma configuração de modelo (Ml), coletar o dito pelo menos um respectivo conjunto de dados de configuração do elemento e verificar a dita correspondência são executadas em relação a pelo menos uma interface (SIia+i) entre dois nós (k, k+1) da dita pluralidade, caracterizado por: - a etapa dc verificar a dita correspondência compreender: - simular (S), com base no dito pelo menos um conjunto de dados de configuração do elemento e ainda na ausência de interação com o elemento sujeito a controle, a implementação da dita pelo menos uma função gerando-se pelo menos um respectivo resultado de implementação da própria função através do elemento sujeito a controle, e - verificar a correspondência entre dito pelo menos uni respectivo resultado de implementação obtido por simulação e o modelo de implementação correspondente incluído na dita configuração de modelo (Ml). e em que as ditas simulação e verificação compreendem simular e verificar a interoperação na dita interface entre dois nós da dita pluralidade.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o dito pelo menos um respectivo conjunto de dados de configuração do elemento compreende uma pluralidade de respectivos conjuntos de dados de configuração (CF, CM) de cada dito elemento, a dita pluralidade de respectivos conjuntos de dados de configuração expressando respectivos estados diferentes de configuração de cada dito elemento.
3. Método de acordo com a reivindicação 1 ou reivindicação 2, caracterizado pelo fato de compreender a etapa de selecionar a dita pluralidade de respectivos conjuntos de dados de configuração como representação exaustiva dos estados de configuração permitidos para o dito elemento.
4. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de compreender a etapa de modificar aqueles dados de configuração incluídos no dito pelo menos um respectivo conjunto de dados de configuração (.... CFk.|, CFt, €Fk+i,.„) de cada elemento sujeito a controle para obter a correspondência entre a configuração efetiva do elemento e a dita configuração de modelo (Ml).
5. Método de acordo com qualquer urna das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de compreender a etapa de selecionar a configuração de modelo (Ml) mencionada como representativa dc pelo menos um dentre: - um conjunto de dados de configuração destinado a ser idêntico em todos os elementos homólogos da rede nos casos de controle de configuração: - um conjunto de comportamentos esperados para um elemento no caso de análise funcional; e - um conjunto de comportamentos esperados para todos aqueles elementos capazes de serem atravessados no caso de simulação de um serviço determinado ao longo da rede.
6. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de compreender a etapa de fornecer uma estação de administração de controle (W1) para a geração da dita configuração de modelo (Ml).
7. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações I a 6, caracterizado pelo fato de compreender a etapa de fornecer uma pluralidade de estações de controle (UL Un) capazes de começar a execução da referida etapa de verificação (C).
8. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que pelo menos uma dentre ditas etapas de gerar, coletar, simular, verificar e modificar é configurada para ser executada por uma única estação de controle em posição centralizada com relação a ditos elementos sujeitos a controle.
9. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de a dita etapa de simular ser executada com base em pelo menos um respectivo conjunto de funções de análise (A) representativas de um respectivo modelo de elemento,
10. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de a dita etapa de simular ser conduzida de um modo passo a passo.
11. Sistema para controlar a configuração de elementos de uma rede de telecomunicação (N) incluindo uma pluralidade de nós, o dito sistema compreendendo: - um banco de dados (DB) contendo uma configuração de modelo (Ml) dos elementos da dita rede (N), a dita configuração de modelo incluindo, para pelo menos uma função de cada elemento sujeito a controle, um respectivo modelo de implementação da própria função; tal banco de dados (DB) incluindo ainda, para cada elemento sujeito a controle, pelo menos uni respectivo conjunto de dados de configuração CF^u CFk, CF^+i,...) do próprio elemento; e - um módulo de verificação (C) para verificar, para cada elemento sujeito a controle e também na ausência de interação com o próprio elemento, a correspondência entre a dita pelo menos uma função, quando implementada com base no dito pelo menos um respectivo conjunto de dados de configuração, e o dito modelo de implementação da própria função incluída naquela configuração de modelo (Μ 1), caracterizado pelo fato de que o sistema compreende um módulo de simulação (S) para simular, com base no pelo menos um respectivo conjunto de dados de configuração do elemento e também na ausência de interação com o elemento sujeito a controle, a implementação da dita pelo menos urna função gerando-se pelo menos um respectivo resultado de implementação da própria função pelo elemento sujeito a controle, o dito módulo de verificação (C) é configurado para verificar a correspondência entre o pelo menos um respectivo resultado de implementação obtido por simulação e o modelo de implementação correspondente incluído na dita configuração de modelo (Ml), o dito banco de dados (DB) contém uma configuração de modelo, assim como um conjunto de dados de configuração para permitir a verificação supracitada pelo dito módulo de verificação (C) em relação a pelo menos uma interface (Slt/k+ι) entre dois nós (k, k+1) da dita pluralidade, o referido sistema c o mpreen den do ad i c i o na I men te: um elemento de intcrfaccamcnto dc simulação para a simulação da ínteroperação na dita interface entre dois nós da dita pluralidade.
12, Sistema de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que o mencionado banco de dados (DB) contém uma pluralidade de respectivos conjuntos de dados de configuração (CF, CM) de cada referido elemento, aquela pluralidade mencionada de respectivos conjuntos de dados de configuração expressando respectivos estados diferentes de configuração de cada referido elemento.
13. Sistema de acordo com a reivindicação 11 ou reivindicação i 2, caracterizado pelo fato de o dito módulo de verificação (C) ser configurado para operar em uma pluralidade de respectivos conjuntos de dados constituindo uma representação exaustiva dos estados de configuração permitidos para o dito pelo menos um elemento sujeito a controle.
14. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 13. caracterizado pelo fato de o próprio sistema ser configurado para modificar aqueles dados incluídos no dito pelo menos um respectivo conjunto de dados de configuração (..., CFk-i, CFk, CFk+,|,,,,) de cada elemento sujeito a controle para obter a correspondência entre a configuração efetiva do elemento e a dita configuração de modelo (Ml).
15. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 14, caracterizado pelo fato de que o mencionado banco de dados (DB) contém unia configuração de modelo (Μ I} representativa de pelo menos um dentre: - um conjunto de dados de configuração destinado a ser idêntico em todos os elementos homólogos da rede nos casos de controle de configuração; - um conjunto de comportamentos esperados para um elemento no caso de análise funcional; e - um conjunto de comportamentos esperados para todos aqueles elementos capazes de serem atravessados no caso de simulação de um serviço determinado ao longo da rede.
16. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 15, caracterizado pelo fato de compreender uma estação de administração de controle (W1) para gerar a dita configuração de modelo (Ml).
17. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 16, caracterizado pelo fato de compreender uma pluralidade de estações de controle (UI, ... Un) capazes de acionar o dito módulo de verificação (C).
18. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 17, caracterizado pelo fato de que pelo menos um dentre dito banco dc dados (DB) c dito módulo de verificação (€) está localizado em uma única estação de controle em posição centralizada com relação aos elementos (..., k-1, k, k+],...) sujeitos a controle.
19. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 16, caracterizado pelo fato de que o dito módulo de simulação (S) inclui um respectivo conjunto de função para a simulação de respectivas funcionalidades.
20, Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 17, caracterizado pelo fato de que o dito módulo de simulação (S) opera de acordo com modos de simulação passo a passo.
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