INALADOR DE PÓ CAMPO DA INVENÇÃO A presente invenção refere-se a um inalador de pó, ou seja, um dispositivo para distribuir uma preparação de medicamento em pó mediante inalação. O dispositivo é em particular um dispositivo de dose múltipla portátil sem gás propulsor, equipado com um medidor que distribui as doses provenientes ide um compartimento do medicamento. Ademais, o dispositivo está baseado numja força centrípeta para alcançar uma pulverização mais efetiva do medicamento de inalação em pó, de modo tal que a penetração do medicamento nos pulmões do paciente seja melhorada e a adesão às passagens respiratórias superiores seja reduzida para aliviar possíveis efeitos colaterais assim causados.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO É comumente conhecida a administração de uma preparação de medicamento em pó mediante inalação a partir de um inalador. Inaladores de pó do tipo de doses múltiplas que compreendem um compartimento para o pó e um medidor que mede e distribui uma dose unitária são também conhecidos, por exemplo, das publicações das patentes GB 2165159, EP 0 079 478 e EP 0 166 294. Nesses dispositivos, várias reentrâncias de dosagem estão entalhadas na superfície de um medidor cilíndrico e o referido medidor está disposto em uma câmara precisamente da mesma forma. Quando o medidor é girado, as reentrâncias de dosagem, por sua vez, moverão primeiramente para uma posição alinhada com o compartimento de pó para ser cheio e, em seguida, para uma posição de alinhamento com um canal de inalação, e, em conseqüência do que, uma dose unitária cairá por efeito da gravidade da reentrância de dosagem para o canal de inalação. Em seguida, a dose de medicação é inalada do canal de inalação. Esses dispositivos têm a desvantagem de possibilitar uma dosagem excessiva do medicamento permitindo a distribuição de uma pluralidade de doses em sucessão no canal de inalação, pelo que uma dose múltipla pode ser arrastada por uma inalação.
Os dispositivos de inalação tendo uma placa de medição movível entre a posição de enchimento e de distribuição são descritos, por exemplo, nas publicações de patentes WO 92/10229, US 5.113.855, US 2.587.215, EP 0 546 996, WO 94/04210 e US 5.161.524. Um exemplo adicional de dispositivos do estado ida técnica é dado em WO 93/03782. No entanto, esses dispositivos também sofrem de uma desvantagem que torna possível uma dosagem excessiva permitindo a distribuição de uma pluralidade de doses no canal de inalação. Têm sido feitas tentativas para soluòionar este problema mediante o uso de inaladores ou sistemas de distribuição, nos qúais a reentrância de dosagem não será esvaziada no canal de inalação por efeito dà gravidade, mas, ao contrário, a dose de medicação é inalada diretamente da reentrância de dosagem, sendo que essas reentrâncias foram entalhadas na superfície de um medidor. O medidor pode ter a forma de um cilindro, cone ou cone truncado, conforme divulgado nas publicações das patentes WO 92/00771 e WO 92/09322. Além disso, nesses dispositivos, o medidor tendo a forma de um cilindro, cone ou cone truncado estjtj disposto em uma câmara que possui precisamente a mesma forma. Quando o medidor é girado, as reentrâncias de dosagem mover-se-ão primeiramente para uma posição de alinhamento com o compartimento de medicamento para enchimento e, em seguidâ, para o canal de inalação que tem uma forma de modo que a respectiva reentrância de dosagem será esvaziada sob o efeito do fluxo de ar sendo inalado, e, em seguida, teriqo feito um giro completo de 360 graus, de volta para a posição de alinhamento com o cpmpartimento de medicamento. A superfície inferior da parede da câmara pode também! ter uma abertura de esvaziamento da qual medicamento em pó possivelmente deixado rjb reentrância de dosagem cairá durante a mencionada rotação.
Nos dispositivos de distribuição giratóriaIdescritos acima, a distância da posição de enchimento para a posição de inalação é inferior a 90 graus de um arco de círculo. Considerando que o medidor esteja, para a finalidade de precisão de medição, colocado dentro de uma câmara de mesma forma e corjisiderando que ele tenha que ser girado 360 graus, dos quais, ao menos, 270 graus são inapjroveitáveis para a função real do inalador, nesses dispositivos as partículas inevitavelmente cairão sobre a superfície de deslizamento entre o medidor e a câmara. Desta forma, a rotação do medidor altamente sensível será perturbada e pode mesmo ser completamentje obstruída. O medidor emperrando dentro da câmara impedirá o funcionamento do dispositivo inteiro. Golpear ou agitar de maneira vigorosa apenas aumentará o congestionamento, conforme mais pó flui no vão entre a câmara e o medidor.
Um aperfeiçoamento dos inaladores dé pó do estado da técnica é sugerido na EP 0 758 911.0 inalador de pó descrito compreendè um compartimento de pó, um canal de ar através do qual o ar é arrastado por meio de um bocal, e um medidor equipado com uma reentrância de dosagem, o medidor sendo móvel em sua direção longitudinal entre uma Ni primeira posição, na qual a reentrância dé dosagem e cheia com po vindo do compartimento, e uma segunda posição, na qual a reentrância de dosagem cheia é trazida para o canal de ar, o pó sendo mantjçio na reentrância pelo suporte da base da reentrância, e o canal de ar sendo direcionado para introduzir o fluxo de ar na base da reentrância de dosagem durante a inalação, por onde o pó é liberado diretamente da reentrância de dosagem. De acordo com o íijjalador de pó deste documento do estado da técnica, o medidor é uma fita de medição que está disposta numa superfície plana e se movimenta ao longo da referida superfície plana. Ao mover-se entre as posições de enchimento e de inalação, a fita de medição percorre sobre uma abertura para partículas restantes, em cuja ocasião pó possivelmente restando entre a fita de medição e a superfície plana cairá através da abertura. Este inalador de pó não é ainda inteiramente satisfatório pelas seguintes razões, ou seja, o fluxo de ar inalado é direcionado longitudinalmente com relação à fita de medição. Nesta condição, tanto a desagregação do pó quanto a remoção do medicamento em pó proveniente da tira de medição pelo fluxo de ar inalado não são eficientes. Ademais, pó possivelmente deixado após a inalação permanecerá no canal de ar até que a tira de medição movimente-se novamente ao longo da superfície plana no canal de ar durante um subsequente processo de inalação. Este pó remanescente poderia ser acidentalmente inalado pelo paciente. Além disso, o pó remanescente dentro do canal de ar pode deteriorar devido à fricção entre as superfícies.
Conforme mencionado acima, um problema adicional com relação a inaladores de pó é que uma desagregação suficiente ido pó e a remoção do medicamento ou fármaco em pó proveniente do medidor pelo i fluxo de ar inalado não são satisfatórios nos inaladores de pó do estado da técnica. É geralmente conhecido que o tamanlpo das partículas de medicamento deve ser 1-5 mícrons, preferivelmente 2-3 mícrons, pcra a melhor penetração possível em sua destinação, ou seja, na profundidade dos pulmões. O medidor mais comum é o assim denominado aerossol de inalação, que é bastante capaz de facilmente alcançar o tamanho ótimo de partícula. Em adição aos aerossóis de inalação, um número crescente de inaladores de pó estão atualmente em uso, pois oferecem certos benefícios, ou seja, não há necessidade de propulsores prejudiciais à camada de ozônio. No entanto, uma desvantagem dos inaladores de pó é que o ijfiedicamento em pó distribuído do inalador de pó tem um tamanho de partícula muitopgrande. Assim, a maioria da dosagem de remédio liberada pelos inaladores é retida nas passagens respiratórias superiores após o que, com certos medicamentos, pode causar sérios efeitos colaterais. As dosagens de remédio exigidas para diferentes medicamenjps de inalação diferem consideravelmente, a menor sendo aproximadamente 0,01 m<íj; e a maior 20 mg. Quando pequenas il· quantidades de medicamento são medidas em forma pulverizada, é necessário geralmente usar algum coadjuvante ou portador, de modo que ; a medição suficientemente precisa de uma dosagem serjq possível com a presente tecnologia. Não importa se a dosagem compreende apenas o remédio ou tem um portador misturado nela, a dosagem do remédio substancialmente compreende partículas interaderidas e a maior parte desses aglomerados é grande derfiais para penetrar nos pulmões. Conforme os aglomerados sejam liberados em um inalador de pó em um fluxo de ar direcionado aos pulmões de um paciente, ocorrerá alguma dispersão desses depósitos de partículas, a referida dispersão resultando da formulação de um medicamento em pó e a construção de um inalador. Sabe-se que as construções criqndo uma forte turbulência são capazes de uma pulverização mais efetiva.
Na prática, no entanto, nenhuma estrutura de inalador de pó e/ou formulação de remédio conhecida anteriormente produziu resultados que seriam iguais àqueles obtidos por um aerossol comum de inalação. Foi sugerido como uma solução parcial que a inalação deva ser efetuada com a maior torça possível, por onde a turbulência e a pulverização das partículas seriam, consequentemente, as mais efetivas. No entanto, é difícil uma inalação rápida para uma pessoa sofrendo, por exemplo, de asma grave e, de outro lado, uma inalação rápida aumenta o resíduo nos tratos respiratórios superiores. De acordo com estudos, a pulverização de aglomerados é, de fato, intensificada, mas o benefício geral é marginal. Uma excelente penetração pulmonar, com relação à aderência do medicamento aos tratos respiratórios: superiores, foi obtida pela inalação lenta, correspondendo a uma taxa de fluxo de aproximadamente 30 1/min ou 0,5 1/seg. O pedido de patente finlandesa n° 871000 : divulga um inalador de pó que foi projetado em um esforço para produzir uma turbulência claramente definida para pulverizar aglomerações de remédio. Os deflertores direcionados centralmente dentro do dispositivo ou o tubo helicoidal são ilustrados para ajustar o fluxo de ar em um movimento em parafuso, por onde as partículas do remédio apanhadas na fricção do ar, como resultado da força centrífuga contra as paredes da estrutura, também colidem entre si resultando na pulverização. O dispositivo descrito no pedido citado foi comercializado sob o nome comercial Turbohaler® (Draco, Suécia), e a sua estrutura de pulverização, conforme descrita acima, é um tubo ou ranhura helicoidal. Testes laboratoriais indicaram que este dispositivo tinha uma pulverização relativamehje boa de aglomerados de remédio que, no entanto, poderia, ainda, ser melhorada e intensificada. Considerando a pulverização de aglomerados ou acúmulos de remédio, há poucos: defeitos neste dispositivo. A ranhura helicoidal tem em seu centro um espaço aberto tendo menos resistência de ar do que dentro da ranhura. Consequentemente, a taxa de fluxo do ar e a força centrífuga na circunferência da ranhura são menores do que teoricamente possíveis. Considerando que as partículas avançam na ranhura sob uma fonj~a causada pela resistência do ar e a força centrífuga tende a empurrar as partículas perpéndicularmente para uma tangente periférica, a força real aplicada às partículas é uma resultante dessas forças e é aplicada diagonalmente com relação à tangente periférica. Assim, a força centrífuga resultante do movimento em parafuso não pode ser utilizada na extensão completa para a pulverização dos acúmulos. Em todas as estruturas de defletor de acordo com o pedido citado, as partículas escapam do dispositivo dentro de alguns milésimos de segundo quando usando taxas de inalação convencional de 30-90 l/min, e que é um tempo muito curto para uma pulverização eficiente. O tempo de permanência pode ser prolongado, ou seja, aumentando-se o número de hélices em porções da ranhura ou o número de estruturas de defletores separados ou o comprimento dos canais de fluxo de ar em ziguezague, porém, isso complicaria a fabricação e limpeza e seriam aumentados os resíduos de remédio no dispositivo real. Ao final, é difícil a limpeza das estruturas divulgadas no pedido citado. A EP 0 407 028 mostra em suas Figs. 5 a 7 uma câmara de vórtice na qual uma entrada direciona tangencialmente o ar com um medicamento em pó. A dispersão ar/medicamento deixa a câmara axialmente, em uma saída. Nada é revelado sobre o diâmetro da câmara. A FR-A-2352556 mostra uma câmara cilíndrica de vórtice fechada em uma extremidade, operada pela ação da inalação e tendo um duto de entrada de medicamento de ar tangencial, um duto adicional de entrada de medicamento de ar tangencial e um duto de saída axial próximo à mesma extremidade da câmara como o duto de entrada. A saída é formada por umâ conexão semelhante a um tubo que se estende além da zona do duto de entrada e jmpede o fluxo de ar. Nada é mencionado novamente a respeito do diâmetro da câmara cilíndrica.
Ademais, no dispositivo descrito na EP 0 477 222, um medicamento em pó destinado para inalação é pulverizado com base em Uma força centrífuga suficientemente forte antes ou durante a inalação. A força centrífuga é produzida pela ação da inalação. Um fluxo de gás arrasta um medicamento em pó em um espaço substancialmente circular ou simetricamente rotacional onde um poderoso movimento giratório ocasiona o fracionamento efetivo dos acúmulos no medicamento. Isto é efetuado em uma câmara simétrica de modo giratório, cujo diâmetro interno maior pode ser 20 mm. O diâmetro ótimo da câmara de vórtice operando pela ação da inalação é 10-20 mm. Se o diâmetro for aumentado, o efeito da pulverização se deteriora de tal modo que, com um diâmetro superior a 30 mm, o efeito da pulverização não é mais significativo.
Conforme a EP 0 865 302, é conhecido ainda um inalador de pó que compreende um compartimento de medicamento para arifiazenamento de um medicamento em pó seco, um bocal sendo coberto por uma tampa protetora removível, e um cursor movível de dosagem tendo uma cavidade de dosagem a ser colocada sob uma saída em funil do compartimento do medicamento para enchirrjènto. Com a abertura da tampa protetora, o cursor movível de dosagem com a cavidade de dosagem cheia é empurrado em uma lançadeira, e a cavidade de dosagem é fechada pela lançadeira. Por ocasião de uma força de sucção suficiente gerada por um processo de inalação, uma blindagem de válvula empurra para fora a lançadeira, e a cavidade de dosagem é liberada a fim de possibilitar a inalação do pó de medicamento. Além disso, são fornecidos meios para possibilitar o retorno do cursor de dosagem somente após um processo de inalação corretamente completado. Uma unidade de registro grava o número de inalações executadas corretamente e trava o inalador cie pó após um número predeterminado de inalações. Entre a entrada e a saída do bocal, está colocado um percurso de atomizador em labirinto para desaglomeração do pó.
Ademais, um inalador de pós de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1 é conhecido pelo FR 2 701 653 Al. O problema técnico subjacente à presente invenção é eliminar as desvantagens acima de inaladores de pó conhecidos até agora e providenciar um inalador de pó com uma funcionalidade aperfeiçoada. Em particular, é um objeto subjacente da presente invenção fornecer um inalador de pó com uma capacidade melhorada de dosagem, por onde uma dosagem não intencionada possa ser evitada, e fornecer um inalador de pó com uma pulverização ótima de aglomerados de um medicamento a ser inalado, respectivamente.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DA INVENÇÃO
De acordo com a presente invenção, este problema técnico é solucionado por um inalador de pó tendo os recursos definidos na reivindicação 1. As reivindicações dependentes definem as configurações preferidas e vantajosas da presente invenção.
De acordo com a presente invençcjp, é providenciado um inalador de pó, compreendendo um compartimento ou um reservatório de pó para armazenar um medicamento em pó, um medidor tendo uma reentrância de dosagem a ser cheia com uma dose do medicamento em pó, um bocal estando em comunicação com um canal de inalação e um membro de proteção sendo colocado entre o medidor e o canal de inalação. O medidor é movível entre uma posição de enchimento, em que a reentrância de dosagem está em alinhamento com uma abertura do compartimento de modo a ser cheia com uma dose do medicamento em pó, e uma posição de inalação, em que a reentrância de dosagem está em alinhamento com o canal de inalação. O membro de proteção é movível entre uma posição fechada, na qual ele, ao menos, cobre a reentrância de dosagem quando o medidor está na posição de inalação, impedindo, assim, o medicamento em pó, contido na reentrância de dosagem, de entrar no canal de inalação, e uma posição aberta, na qual o membro de proteção não cobre a reentrância de dosagem, expondo, assim, a reentrância de dosagem ao canal de inalação de modo a possibilitar a inalação da dose do medicamento em pó contido na reentrância de dosagem. O membro de proteção, que é prefèrivelmente uma placa fina deslizando no medidor entre sua posição fechada e sua posição aberta, impede que a fármaco ou o medicamento em pó contido na reentrância de dosagem caia da reentrância de dosagem, impedindo, assim, uma perda não iifitencional do medicamento em pó contido na reentrância de dosagem. Embora seja concebível um movimento manual do membro de proteção entre sua posição fechada e sua posição aberta, o membro de proteção é preferivelmente retirado e movido automaticamente de sua posição fechada em sua posição aberta por ocasião de um processo de inalação, possibilitando, assim, que o medicamento em pó contido na reentrância de dosagem seja liberado no canal de inalação. Desta forma, o inalador de pó pode ser usado em uma variedade de orientações, mesmo de cabeça para baixo qdiando o usuário ou paciente esteja deitado em um leito, por exemplo. Esta é uma vantagem distintiva sobre os produtos do estado da técnica quando a dose pode ser perdida por uhna orientação prejudicial do dispositivo.
Para retirar automaticamente o memblro de proteção de sua posição fechada e movê-lo para sua posição aberta por ocasião de um processo de inalação, um mecanismo acionado de inalação pode ser colocado sendo acoplado ao membro de proteção de modo que, se o membro de proteção estiver em sua posição fechada, o mecanismo acionado de inalação movimenta o membro de proteção na direção em sua posição aberta se a força de sucção da inalação do respectivo usuário exceder um valor predeterminado. Preferivelmente, o mecanismo acionado de inalação ou de respiração é construído de modo que ele automaticamente retorna o membro de proteção para sua posição fechada após o respectivo processo de inalação ter sido completado de modo apropriado. O inalador de pó da presente invenção pode compreender uma caixa e uma tampa integral, a tampa integral sendo acoplada de modo giratório ou pivotado à caixa de modo a possibilitar a abertura e o fechamento da tampa integral. A caixa pode compreender uma janela ou abertura para exibir o número de doses tomadas ou o número de doses deixadas no compartimento, este número sendo contado por uma unidade de contagem de dose. Se a tampa estiver fechada, ela cobre o bocal localizado no lado superior da caixa. A caixa pode também corhpreender uma abertura para uma marca, por exemplo, na forma de uma aba, que exiba se a dose está ou não pronta para inalação. Em particular, esta aba pode desaparecer por ocasião da conclusão de um processo de inalação, mostrando, assim, que a júose respectiva foi tomada pelo usuário. O compartimento armazenando o medicamento em pó é preferivelmente dividido em uma câmara de medicamento armazenando o medicamento em pó e uma câmara dessecante para armazenar um dessecante destinado a secar o medicamento em pó contido na câmara de medicamento, a câmara de dessecante estando separada da câmara de medicamento por uma membrana permeável separada. A permeabilidade da membrana é diferente, em particular maior do que aquela entre ou o dessecante ou o medicamento e o ambiente externo. Isto pode ser obtido, por exemplo, fazendo a membrana de um material diferente e/ou um i material mais fino do que o corpo principal do compartimento. Tanto a câmara de medicamento quanto a câmara de dessecante podem ser vedados por lâminas. A base da câmara de medicamento pode ter uma abertura de dosagem de modo que o medicamento em pó nela contido possa ser enchido na reentrância de dosagem do medidor suportado pela gravidade, se o medidor estiver em sua posição de enchimento. O processo de enchimento é adicionalmente suportado por uma forma apropriada da cânpara de medicamento, a qual deve ter um diâmetro transversal gradualmente decrescente de sua parte de cima para sua base, formando, assim, um funil para o medicamento em pó. O medidor preferivelmente é um cursor ou uma lançadeira que esteja disposta dentro da caixa deslizantemente movível na direção horizontal entre a posição de enchimento e a posição de inalação. Na posição de enchimento, a reentrância de dosagem está em frente à abertura de dosagem do compartimento, e na posição de inalação, a reentrância de dosagem está em frente da abertura de inalação do canal de inalação, estando em comunicação com o bocal. O cursor está preferivelmente acoplado à| tampa, de modo que a abertura da tampa faz com que o cursor se movimente da posição de enchimento em direção à posição de inalação, e o fechamento da tampa faz còm que o cursor se movimente da posição de inalação de volta à posição de enchimento. As projeções, por exemplo, na forma de parafusos, podem ser formadas em ambos os lados longitudinais do cursor, engatando com trilhas de carne perfiladas sendo formadas nos lados respectivos da tampa. Isto permite que a sequencia operacional fundamental do inalador de pó seja apenas abrir a tampa, inalar a dose e fechar a tampa. É ia mais simples sequencia operacional possível para reduzir o tempo de treinamento de um lado e maximizar a conformidade do paciente de outro lado. O acoplamento entre a tampa e o rrjiedidor é preferivelmente de modo que a abertura da tampa por um primeiro ângulo predeterminado a partir de sua posição fechada, preferivelmente por um ângulo até aproximadamente 30 graus, não acione de nenhum modo o medidor. Dentro desta faixa;de movimento da tampa [ele] é relaxado quando nenhum mecanismo é acionado. Adjemais, o acoplamento entre a tampa e o medidor é preferivelmente de modo que o medidor seja movimentado na posição de inalação já em um segundo ângulo predeterminado antes da tampa ser completamente aberta. Por exemplo, o medidor pode ser coloèpdo em sua posição de inalação já quando a tampa tiver sido aberta por cerca de 90 graus de sua posição fechada. Entre um ângulo I | de abertura de cerca de 90-135 graus, por exemplo, há novamente um jogo livre. Isto assegura que, caso o usuário tente uma operarão discreta do dispositivo, a fármaco ou o medicamento em pó esteja pronto já antes qud o bocal torne-se exposto ao usuário. A reentrância de dosagem pode ser projetada para maximizar a exatidão do enchimento de modo gravitacional da reentrância de dosagem com o medicamento em pó e também para maximizar a comodidade com que a formulação seja transportada por ar por ocasião da inalação. Portanto, a reentrância de dosagem pode ser um recipiente de dosagem que seja circular no perfil e tenha uma seção transversal elíptica, o diâmetro tendo preferivelmente três vezes sua profund dade. Isto permite que o fluxo de ar da inalação limpe efetivamente o recipiente de dosagem. O perfil circular e a proporção da profundidade para a área de topo também; jpombinam com a menor variabilidade de enchimento (primariamente associada com recipientes fundos e estreitos) e de raspar quando sai do compartimento (primariamente associada com recipientes rasos e largos). A superfície plana do medidor pode serj dotada de uma ranhura de modo que, por ocasião do movimento para trás do medidor a partir de sua posição de inalação para a posição de enchimento, qualquer medicamento em pó possivelmente deixado na superfície plana do medidor fora da reentrânçjia de dosagem seja desperdiçado através da ranhura e possa cair em um recipiente de descarte sendo colocado sob o medidor de modo a recolher o medicamento em pó resilierte.
Desta maneira, mesmo quando a ddse não foi completamente inalada pelo usuário, não há nenhum medicamento rermanèÉcente no canal de inalação. O mecanismo acionado de inalação pode compreender meio/membro acionado de inalação, um meio/membro resiliente e um; ijneio/membro de acoplamento. O membro resiliente, que é preferivelmente uma mola, tem uma primeira extremidade que segura o membro acionado de inalação em uma prijmeira posição. Nesta condição, a marca referida anteriormente, que é preferivelmenjfe um identificador, é visível através da respectiva abertura da caixa, indicando, desfia forma, que uma dose não foi tomada e está pronta para inalação, respectivamenfp. O membro acionado de inalação é preferivelmente uma aba. Por ocasião do májimento para frente do medidor a partir de sua posição de enchimento para a posição d^ inalação, o membro resiliente é carregado ou esticado, liberando, desta forma, o mejnbro acionado de inalação. O membro acionado de inalação está disposto e construído de modo que, nesta condição, somente uma força de sucção de inalação predeterminada de um usuário, no entanto, sem soprar, pode mover o membro acionado de inalação de sua primeira posição em direção à segunda posição. Por exemplo, neste caso, o membro acionado de inalação pode pivotar ou girar a partir de sua primeira posição em direção à sua segunda posição. Desta forma, a marca do membro acionado de inalação desaparece e não é mais visível através da respectiva abertura na caixa, indicando ao usuário que foi tomada uma dose e, assim, atualmente, nenhuma dose está pronta para inalação. O membro acionado de inalação, o membro resiliente e o membro de acoplamento estão também dispostos ie construídos, de modo que o membro acionado de inalação segura o membro de acoplamento, que é preferivelmente na forma de um garfo, na primeira posição. O membro de acoplamento está acoplado ao membro protetor, e preferivelmente também ao medidor.
Quando o membro acionado de inalação é movimentado de sua primeira posição para a segunda posição por uma força suficiente de inalação efetuada por; um usuário, o membro de acoplamento é liberado e, pelo efeito de descarga do membro resiliente, movimentou-se automaticamente em direção à sua segunda posição, na qual o membro de acoplamento automaticamente movimenta o membro protetor de; sua posição fechada para sua posição aberta, liberando, desta forma, a dose contida na reentrância de dosagem. Por exemplo, o membro de acoplamento pode ter um bráço que seja liberado mediante o movimento do membro acionado de inalação a partir de sua primeira posição para sua segunda posição, e o membro de acoplamento possa também compreender uma projeção prolongada qué, de um lado, engata uma abertura do membro protetor e, de outro lado, seja movível de modo deslizante dentro;de um cursor formado no medidor.
Quando a tampa do inalador de pó estiver novamente fechada, o medidor retorna à sua posição de enchimento, e a unidade de contagem de dose referida anteriormente é acionada e incrementada. Em particular, isto é efetuado como segue: O membro de acoplamento pode compreender um prolongamento adicional, preferivelmente na forma de um cantiléver, o qual, quando o medidor faz com que o membro de acoplamento mova-se para trás a partir de sua segunda pdsição para a primeira posição, aciona a unidade de contagem de dose. Com relação a isso, a unidade de contagem de dose pode compreender uma disposição de rodas tendo uma pluralidade de rodas sendo numeradas em ujm lado em frente à abertura^ da caixa do inalador de pó e estando acoplada entre si por uma disposição de engrenagem. Em particular, a disposição de rodas pode compreender uma pluralidade de rodas para exibir os números para uma ordem diferente de magnitude, respectivamente. Por exemplo, a disposição de rodas pode compreender uma roda das unidades ou das dezenas sendo acoplada por uma roda intermediária. No outro lado de, ao menos, uma roda, pode estar disposta uma pluralidade de dentes de acionamento ao longo da direção; periférica da respectiva roda. O prolongamento acima do membro de acoplamento é movido sobre um desses dentes de acionamento quando o membro de acoplamento é movido de sua primeira posição para a segunda posição, trazendo, desta forma, o prolongamento do membro de acoplamento em direção ao engate com o respectivo dente de acionamento. De outro lado, quando o medidor é movimentado para trás em direção à sua posição de enchimento (e o membro resiliente é assim deixado descarregar), o movimento do membro de acoplamento a pqrfir de sua segunda posição para a primeira posição, causada assim, resulta no prolongamento do membro de acoplamento girando a respectiva roda por um passo, diminuindo (ouialternativamente) a unidade de contagem de dose. Ao mesmo tempo, o membro de acoplamento também move o membro de proteção de volta em direção à sua posição fechada, e o membro resiliente retorna o membro acionado de inalação para sua primeira posição e o mantém nesta posição, de modo que, a marca ligada ao membro acionado de inalação seja visível novamente através da respectiva abertura da caixa. Alénrnjdisso, por esses movimentos, o membro de acoplamento é novamente trazido em direção ao engate com o membro acionado de inalação, e em particular nesta condição o braço referido anteriormente do membro de acoplamento é detido novamente pelo membro acionado de inalação. Desta forma, a condição inicial do mecanismo acionado de inalação e do dispositivo é novamente retomada, e a operação descrita acima do inalador de pó pode ser repetida. A marca ou identificador acima tem urna função muito útil. Ela mostra ao usuário se ele já tomou uma dose, removendo, desta forma, a possibilidade de dosagem dupla. Além disso, somente doses inaladas são exibidas pela unidade de contagem de dose. Isto reduz o desperdício e dá ao usuário uma indicação verdadeira do que foi inalado. A unidade de contagem de dose descrita acima é diretqmente acionada por uma operação de fechamento da tampa. Isto é mais confiável do que usar uma energia armazenada. No entanto, o acionamento da unidade de contagem de dose bem pode ser assistido pela energia armazenada do membro resiliente. O canal de inalação através do qual o ar é inalado em uso é preferivelmente destinado a compreender uma disposição de desaglomerador compreendendo uma entrada de ar substancialmente tangencial, uma câmara de vórtice simétrica preferivelmente de modo rotacional, e uma saída de ar que está axialmente alinhada com a câmara de vórtice, de modo que o fluxo dé ar dentro da câmara de vórtice conduz a um gradiente de velocidade potente. A câmara de vórtice tem um diâmetro d de 6 mm < d < 10 mm, preferivelmente 6 mm < d < 8 mm, em particular aproximadamente 8 mm, desde que uma tal dimensão de diâmetro tenha comprovado ser a mais efetiva para a função de desaglomeração. A saída de ar da disposição do desaglomerador tem preferivelmente um diâmetro menor do que a câmara de vórtice. A seção da base da câmara de vórtice pode ter uma seção transversal substancialmente elíptica, enquanto a saída de ar (e o canal de inalação) é preferivelmente circular na seção transversal. Em adição ou alternativamente, as paredes externas da câmara de vórtice têm a forma de arcos que são não concêntricos com relação ao diâmetro interno da câmara de vórtice de modo a atingir uma funcionalidade melhorada do^ desaglomerador.
Além dos recursos acima descritos do inalador de pó da presente invenção, algumas variantes poderíam também ser incorporadas ao inalador de pó. Por exemplo, um mecanismo de cancelamento manual poderia ser incorporado no mecanismo acionado de inalação para mover manualmente o membro protetor e acionar manualmente o mecanismo acionado de inalação. Isto permitiría aos usuários que não pudessem gerar a taxa exigida de fluxo para acionar o mecanismo | acionado de inalação para liberar manualmente a dose contida na reentrância de dosagem e disparar a unidade de contagem de dose. Além disso, uma peça extra poderia ser acrescentada para anular a unidade de contagem de dose acionada de inalação. Isto seria especialmente benéfico para aquelas pessoas que não podem atingir a taxa necessária de fluxo para operar o mecanismo acionado de inalação. Além disso, uma válvula unidirecional poderia ser colocada no canal de inalação, preferivelmente sobre a entrada para a disposição de desaglomerador (ciclone). Isto poderia reduzir:umidade soprada no inalador em cerca de 50%.
Além disso, um outro meio de entregar uma dose mediante inalação poderia ser incorporado. Esse meio poderia compreender um membro resiliente, em particular na forma de uma mola, a qual é comprimida por meio da abertura da tampa. O membro resiliente poderia atuar sobre o medidor. O medidor estaria livre para mover-se a uma posição a meio caminho entre o compartimento e;o canal de inalação. No entanto, o medidor seria seguro nesta posição de meio caminho até que um mecanismo acionado de inalação libere o medidor para completar seu trajeto para o canal de inalação e, portanto, apresentar a dose contida na reentrância de dosagem para inalação. A posição de meio caminho (posição de ponto médio) teria o efeito combinado de reter a dose na reentrância de dosagem e protegê-la da umidade proveniente da exalação ou descarga do usuário. O dispositivo da presente invenção produz valores consistentes de dose respirável ao paciente ao longo de uma ampla faixa de quedas de pressão. Por exemplo, entre a fração de partícula fina de 30 l/min e 90 l/miji uma medição da penetração pulmonar varia em menos de 20%. Além disso, este desempenho exige somente uma baixa atuação operacional do paciente com o dispositivo sendo classificado como um dispositivo de resistência baixa à média.
Em seguida, a presente invenção será; descrita por meio de uma configuração preferida com referência aos desenhos anexos.i BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS A Figura 1 mostra uma vista externa ém perspectiva de um inalador de pó de acordo com uma configuração preferida da pi ciente invenção, A Figura 2 mostra uma vista em perspectiva do inalador de pó quando sua tampa está aberta, A Figura 3 mostra uma vista de cima do inalador de pó quando a tampa está aberta, A Figura 4 mostra uma vista em perspectiva de uma submontagem de dose do inalador de pó, As Figuras 5A e 5B mostram vistas erh perspectivas de uma submontagem de contagem de dose do inalador de pó, As Figuras 6A e 6B mostram vistas transvefsais da submontagem de dose, As Figuras 7A e 7B mostram vistas laterais transversais do inalador de pó quando a tampa está fechada. A Figura 8 mostra uma vista lateral em pprspectiva do inalador de pó sem etiquetas laterais quando a tampa está fechada, A Figura 9 mostra uma vista em perspectiva de um mecanismo acionado de inalação e uma unidade de contagem de dose do inalador de pó, A Figura 10 mostra uma vista parcial transversal da construção interna do inalador de pó por ocasião da inalação, A Figura 11 mostra uma vista em perspectiva do mecanismo acionado de inalação e a unidade de contagem de dose da Figura 9 por ocasião da inalação, A Figura 12 mostra uma vista em perspectiva do mecanismo acionado de inalação e a unidade de contagem de dose da Figura 9 após o fechamento da tampa do inalador de pó, A Figura 13 mostra uma vista em perspedtiva de um cursor do inalador de pó, A Figura 14 mostra uma vista em perspedtiva da tampa do inalador de pó, A Figura 15 mostra uma vista em perspectiva de uma parte da caixa do inalador de pó, A Figura 16 mostra uma vista em perspedtiva de um bocal do inalador de pó, A Figura 17 mostra uma vista de cima da submontagem de dose mostrada nas Figuras 6A e 6B, A Figura 18 mostra uma vista em perspectiva de uma mola corrediça do inalador de pó, A Figura 19 mostra uma vista em perspectiva, uma vista transversal e uma vista frontal de um membro acionado de inalação dp mecanismo acionado de inalação, A Figura 20 mostra uma vista em perspectiva de um membro protetor do inalador de pó, A Figura 21 mostra uma vista em perspectiva de um membro resiliente do mecanismo acionado de inalação, A Figura 22 mostra uma vista frontal, uma vista em perspectiva e uma vista traseira de uma roda das unidades da unidade de contagem de dose, A Figura 23 mostra uma vista traseira, urna vista em perspectiva e uma vista frontal de uma roda das dezenas da unidade de contagem de dose, A Figura 24 mostra uma vista em perspeátiva de uma roda intermediária da unidade de contagem de dose, A Figura 25 mostra uma vista em perspectiva e uma vista lateral de um membro de acoplamento do mecanismo acionado de inalação e a unidade de contagem de dose, A Figura 26 mostra uma vista em perspectiva e esquemática da base de uma disposição de desaglomerador (ciclone), A Figura 27 mostra uma vista transversal da disposição de desaglomerador da Figura 26, e As Figuras 28A, 28B e 28C mostram uma vista em perspectiva, uma vista da base e uma vista do topo, respectivamente, de uma submontagem de dose do inalador de pó de acordo com uma configuração adicional da inyenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO O inalador de pó mostrado na Figura 1 compreende uma caixa com um revestimento inferior 1 e uma tampa integral 2 estando pivotadamente ou rotacionalmente acoplada ao revestimento inferior 1. Em uma superfície lateral do revestimento inferior 1, uma janela 4 está formada para exibir números de uma unidade de contagem de dose que será descrita mais tarde.
Conforme pode ser tomada da Figura 2, a tampa integral 2 pode ser aberta para revelar um bocal 3 com o qual o usuário pode inalar um medicamento em pó. Na lateral frontal superior do bocal 3 estão formados entalhes 6 que permitem a entrada de ar. Além disso, na lateral superior do bocal 3, uma abertura ou um orifício 5 está formado que permite visualizar uma marca ou identificador visível, mostrando se uma dose está pronta. Como será descrito mais tarde, este identificador desaparece por ocasião da inalação mostrando que a dose respectiva foi tomada. A estrutura do revestimento inferior da tampa integral 2 e o bocal 3 podem também ser tomados da Figura 3 que mostra uma vista de topo do inalador de pó. Na Figura 3 (e na Figura 8), a tampa integral 2 é mostrada sem etiquetas laterais que são apresentadas nas Figuras 1 e 2. Essas etiquetas laterais impedem o acesso às trilhas de carne perfiladas, sendo descritas mais tarde de modo a proteger do pó, etc, essas trilhas de carne. A Figura 14, a Figura 15 e a Figura 16 mostram vistas em perspectiva da tampa integral 2, do revestimento inferior 1 e do bocal 3, respectivamente. O revestimento inferior 1 e o bocal 3 são construídos de modo que o bocal 3 possa ser equipado com presilhas sobre o revestimento inferior 1. De ambas as superfícies laterais do revestimento inferior 1 estendem-se projeções ou parafusos que se engatam com as respectivas aberturas centrais em ambas as superfícies laterais da tampa integral 2, permitindo, assim, o movimento rotacional da tampa integral 2 com relação ao revestimento inferior 1. Conforme pode ser visto a partir da Figura 1 e Figura 2, a tampa integral 2 é fechada quando sua superfície inferior descansa sobre um rebordo superior do revestimento inferior 1, e a tampa integral 2 pode ser aberta até que sua borda traseira encoste contra o lado de baixo do revestimento inferior 1 (consulte a Figura 2). Em ambas as superfícies laterais da tampa integral 2, são formadas as aberturas 31 tendo a forma de trilhas de carne perfiladas, as quais estão acopladas às projeções laterais 28 de uma lançadeira ou cursor 15, sendo que na Figura 13 é mostrada uma vista em perspectiva disso. Este tipo de acoplamento entre a tampa integral 2 e o cursor 15 será descrito mais tarde em detalhe.
Dentro da caixa e do revestimento inferior 1, há, respectivamente, duas submontagens dispostas. A primeira submontagem é uma submontagem de dose 13, que, em particular, mede o medicamento em pó, enquanto a segunda submontagem é uma submontagem de contagem de dose 14 que compreende um mecanismo acionado de inalação e uma unidade de contagem de dose para contar o número de doses tomadas pelo usuário. A Figura 4 mostra uma vista em perspectiva da submontagem de dose 13. Conforme pode ser visto, a submontagem de dose 13 compreende um recipiente ou um reservatório 7 para armazenar um medicamento em pó, o cursor 15 mencionado acima mostrado na Figura 13, e uma disposição de ,desaglomerador 16 a ser acoplada a um canal de inalação do bocal 3. Uma mola 17 está segura sobre as projeções laterais da submontagem de dose 13 de modo que ela mantém junta a submontagem de dose. A Figura 18 mostra uma vista em perspectiva da mola 17. Conforme pode ser facilmente visto, a mola 17 compreende quatro molas laterais resilientes, duas molas estando fixadas na lateral traseira e duas molas estando fixadas na lateral frontal da mola 17. Todas as quatro molas estendem-se na direção longitudinal da mola 17 de modo que suas extremidades livres estão dispostas na portão média da mola 17. Essas molas aplicam uma força ao cursor 15 de modo que o cursor 15 esteja continuamente impulsionado : I contra o lado de baixo da submontagem de dose 13. A partir da lateral traseira para a lateral frontal da mola 17, estende-se uma mola adicional que aplica uma força separada à região média longitudinal do cursor 15. Cqijiforme está mostrado na Figura 13, nesta região média longitudinal, o cursor 15 tem urrid reentrância de dosagem 18 na forma de uma cavidade de dosagem para medir uma dose do medicamento em pó e para transportar a dose da posição de enchimento sob o compartimento 7 para uma posição de inalação sob a disposição do desaglomè^rador 16. A mola separada mencionada acima que se estende ao longo da região métiia longitudinal da mola 17 garante que a reentrância de dosagem 18 seja pressionada dp modo confiável contra o lado de dentro da submontagem de dose 13 se o cursor 15 estyer em sua posição de inalação, de modo que a reentrância de dosagem 18 esteja apropriadamente localizada sob a disposição do desaglomerador 16.
Conforme já indicado acima, o cursor Ί 5 serve como um medidor que pode ser movimentado na direção horizontal a partir da posição de enchimento mostrada na Figura 6A para uma posição de inalação mostrada nq Figura 6B. Assim, o cursor 15 é movível de forma corrediça entre a posição de enchimerjto, quando a reentrância de dosagem 18 está localizada sob a abertura de dosagem; do compartimento 7 e fica de frente da abertura de dosagem, e a posição de inalação, quando a reentrância de dosagem 18 está localizada de baixo e está em frente dd abertura de inalação da disposição do desaglomerador 16, o qual está em comunicação com o canal de inalação (a ser descrito mais tarde) do bocal 3.
Conforme mostrado na Figura 6A, o cojfnpartimento 7 é um compartimento com dessecativo integral. O compartimento 7 compreende uma câmara de medicamento 8 que armazena um medicamento em pó e umiü câmara de dessecante 9 que armazena um dessecante para absorver a umidade Ujque possa ter entrado na câmara de medicamento 8. A câmara de dessecante 9 está separada da câmara de medicamento 8 por uma membrana permeável de separação 10. Esta membrana permeável 10 é de uma permeabilidade diferente do que a permeabilidade entre ou o dessecante ou o medicamento para o ambiente externo. A permeabilidade da membrana 10 pode ser obtida, por exemplo, confeccionando-a de um material diferente e/ou de uma seção mais fina do que o corpo principal do compartimen o 7. Podem ser usadas lâminas 11,12 para vedar tanto a câmara de medicamento 8 quçnto a câmara de dessecante 9. Fica claro que podem ser usados outros meios adequados de vedar igualmente tanto a câmara 8 quanto a 9. O sistema de dessecante integral descrlito acima tem as vantagens que se seguem. O dessecante somente pode secar a câmara de medicamento em vez de todo o dispositivo. Isto exige menos dessecante, reduzindo o tamanho e custo do produto. Além disso, o dessecante está sempre selado. Isto iignifica que o dessecante ainda estará em efeito mesmo se a tampa for deixada aberta. Ò dessecante é armazenado na câmara de dessecante 9 selada em separado. Isto reduz o risco de montagem incorreta, se o dessecante usou o mesmo fechamento como ò medicamento. Ademais, o compartimento integral 7 compreendendo tanto a câmara: de medicamento 8 quanto a câmara de dessecante 9 podem ser confeccionados usando uma moldagem de 2 cargas. Isto garante uma vedação entre a câmara de medicamento 8 e a câmara de dessecante 9 a um custo baixo de produto. Finalmente, a vedação por lâmina fornece um meio inviolável de enchimento do dispositivo com o medicamento ou fármaco que tem uma permeabilidade muito baixa e exige somente pouco espaço para o produto.
Conforme é mostrado na Figura 6A e na Figura 6B, a câmara de medicamento 8 tem um diâmetro transversal gradualmente decrescente do topo à sua base, de modo que a :câmara de medicamento 8 tem a forma como de um funil suportando um enchimento mais fácil da reentrância de dosagem 18, através da abertura de dosagem formada na base da câmara de medicamento 8. O inalador de pó mostrado nos desenhos soluciona muitos problemas técnicos que podem ocorrer em todo o ciclo de vida do inalador de pó. A seqüência operacional fundamental do inalador de pó é abrir a tampa integral 2, inalar a dose do medicamento em pó, e fechar a tampa integral 2. A tampa 2 é agarrada pelo usuário e aberta. Conforme já descrito acima, as projeções 28 formadas em ambas as laterais longitudinais do cursor 15 (consulte a Figura 13) engatam com as respectivas aberturas laterais 31 formadas em ambas as laterais da tampa 2. Em particular, essas aberturas laterais 31 são trilhas de carne perfiladas. O acoplamento entre as trilhas de carne perfiladas 31 e as projeções 28 é tal que a abertura da tampa 2 faz com que o cursor 15 se movimente adiante de sua posição de enchimento (Figura 6A) para sua posição de inalação (Figura 6B). Igualmente, o fechamento da tampa 2 :faz com que o cursor se movimente de modo inverso de sua posição de inalação novamente para sua posição de enchimento; Isto quer dizer, mediante o abrir/fechar da tampa 2, o cursor 15 é movimentado substancialmente de forma linear com relação à caixa. Em particular, as trilhas de carne perfiladas 31 têm uma forma tal que a abertura da tampa 2 por um primeiro ângulo predeterminado, por exemplo, por um ângulo de cerca de 30 graus, a partir de sua posição fechada, não aciona o cursor 15. Ou seja, os primeiros 30 graus do movimento da tampa são relaxados quando nenhum mecanismo é acionado. O design industrial do inalador de pó destina-se a transmitir a orientação correta de uso. Além disso, o acoplamento entre a tampa 2 e o cursor 15 é tal que o cursor 15 é movimentado de modo apropriado para sua posição de inalação em um segundo ângulo já predeterminado, antes que a tampa 2 seja completamente aberta. Por exemplo, o cursor 15 pode ser movido para sua posição dp inalação já quando a tampa 2 tenha sido aberta por 90 graus. Em uma faixa de 90 - 12l5 graus, ou seja, existe novamente um jogo livre. Portanto, a dose do medicamento em pó enchido na reentrância de dosagem 18 é apresentada corretamente para a disposição do desaglomerador 16, bem como ao seu respectivo canal de inalação nela acoplado, pronta para inalar, 90 - 45 graus antes que a tampa 2 seja inteiramente aberta (um ânguló de abertura de 180 graus é considerado como apresentando uma posição inteiramerjte aberta da tampa). Isto assegura que a dose estará pronta antes que o bocal 3 tome-se exposto ao usuário se este tentar uma operação discreta do inalador de pó, por exemplo. Há um clique audível indicando que a tampa 2 está completamente aberta.
Quando a tampa está fechada, há, por exemplo, 45 graus de jogo livre antes que o fechamento adicional da tampa 2 movimente o cursor 15 da posição de inalação para a posição de enchimento. Antes que a tampa 2 seja inteiramente fechada, pode haver 15 graus de jogo livre, por exemplo. Deve ser observado que as trilhas de carne perfiladas 31 mostradas nos desenhos são somente exemplificativas.
Conforme já mencionado antes, a reentrância de dosagem 18 tem a forma de uma cavidade de dosagem que se destina a maximizar a exatidão do enchimento gravitacional da cavidade de dosagem e maximizar a comodidade com que a formulação seja transportada por ar por ocaSião da inalação. A cavidade de dosagem tem um perfil circular (vista de cima) com urria seção transversal semielíptica (ou seja, a seção transversal tem a forma de uma meia elipse), o diâmetro sendo três vezes a profundidade. Isto possibilita que o fluxo de ar ciclônico na passagem de ar da disposição do desaglomerador 16 limpe efetivamente a cavidade de dosagem 18. O perfil circular e a proporção acima mencionada da profundidade para a área de topo também combina a menor variabilidade de enchimento e de descarte ao sair do compartimento 7.
Durante a abertura, o cursor 15 tdmbém é movimentado da posição de enchimento para a posição de inalação, depois que o cursor 15 tiver chegado à sua posição de inalação, a dose do medicamento em pó cheia na reentrância de dosagem 18 do cursor 15 é impedida de cair mediante um membro de proteção, ou seja, o protetor de dose 19. O protetor de dose 19 está disposto movivelmente de modo corrediço no cursor 15 entre uma posição fechada e uma posição aberta. Em sua posição fechada, o protetor de dose 19 cobre, ao menos, comppetamente, a reentrância de dosagem 18 quando o cursor 15 está na posição de inalação, enquanto em sua posição aberta o protetor de dose 19 expõe a reentrância de dosagem 18 à disposição do desaglomerador 16 e o canal de inalação quando o cursor 15 está em sua posição de inalação. O protetor de dose 19 é detido em sua posição fechada por um mecanismo acionado de inalação ou de respiração, que será descrito mais tarde. Este mecanismo acionado de inalação é confeccionado de modo tal que o protetor de dose 19 é movimentado de sua posição fechada para sua posição aberta somente se a força de sucção de inalação efetuada pelo usuário no canal de inalação superar um nível predeterminado. Além disso, o mecanismo acionado de inalação é disposto de modo tal que somente uma respiração de sucção de inalação [inspiração], não uma respiração de sopro [expiração], pode acionar o mecanismo acionado de inalação e fazer com que um movimento oriundo do protetor de dose a partir de sua posição fechada para sua posição aberta.
Em seguida, o mecanismo acionado de inalação, em combinação com o protetor de dose e com a unidade de contagem de dose, é descrito em detalhe. A Figura 5A e a Figura 5B mostram vistas em perspectiva da submontagem de contagem de dose 14 já mencionada acima. A submontagem de contagem de dose 14 consiste em uma subestrutura 20 que detém uma aba 21, atuando como um membro de inalação, um garfo 22 atuando como um membro de acoplamento e uma mola de acionamento 23 atuando como um membro resiliente. A mola de acionamento 23 aciona a unidade de contagem de dose, a qual, no presente caso, compreende uma roda de unidades 24 e uma roda de dezenas 26 sendo acoplada por uma roda intermediária 25. Além disso, a mola de acionamento 23 aciona o protetor de dose 19. A roda de unidades 24 e a roda de dezenas 26 exibem o número de doses remanescente na câmara de medicamento 8. Como é evidente, a mola de acionamento 23 pode ser substituída com meios resilientes sendo constituídos por uma pluralidade de molas ou partes de mola, por exemplo.
Na Figura 7A e Figura 7B, são mostradas vistas transversais parciais do inalador de pó inteiro juntamente com diferentes linhas transversais com a tampa 2 sendo dosado. Em particular, com relação à Figura 7A, pode ser visto que o bocal 3 compreende o canal de inalação 27 estendendo-se da lateral superior do bocal 3 em direção para baixo de modo a ser acoplado à disposição do desaglomerador 16 (ciclone) da submontagem de dose 13. É a seguinte a funcionalidade do mecanismo acionado de inalação, bem como da unidade de contagem de dose.
Conforme mostrado na Figura 13, existem as reentrâncias 30 formadas em ambas as porções de canto frontais do cursor 15. Em uma dessas reentrâncias 30, uma extremidade prolongada 34 da mola de acionamento 23j engata com o cursor 15 se o cursor 15 é movimentado para frente. Pelo contato com o cursor 15, a mola de acionamento 23 do mecanismo acionado de inalação é esticada e carregada. Uma primeira extremidade 33 da mola de acionamento 23 descansa em urna porção 41 da aba 21 quando a mola de acionamento 23 está em seu estado descarregado. Portanto, carregando a mola de acionamento 23, é liberada esta força dej restabelecimento exercida pela primeira extremidade 33 da mola de acionamento 23 jsobre a aba 21, segurando normalmente a aba 21 na primeira posição horizontal mostrada na Figura 9. A Figura 19 mostra diferentes vistas enri ;perspectiva da aba 21. Conforme pode ser visto, na superfície superior da aba 21, um identificador 38 é formado, o qual atua como uma marca sendo visível através da aberturd 5 do bocal 3 quando a aba 21 está em sua primeira posição horizontal, indicando, assimj jque uma close está pronta para inalação. Além disso, a aba 21 compreende um recurso fO para engate com o braço 43 do garfo 22. Finalmente, a aba 21 também compreendei duas projeções 39 que atuam como um contrapeso. Este contrapeso equilibra a abá 21, reduzindo não somente a força de atuação exigida, mas também a susceptibiliqdde do mecanismo para um acionamento acidental.
Conforme mostrado nas Figuras 9 e|2l, a mola de acionamento 23 tem uma segunda extremidade 32 que descansa sobre uma superfície de lado lateral 48 do garfo 22. A Figura 25 mostra uma vista em perspectiva e uma vista lateral do garfo 22. O garfo 22 tem uma porção 42 semelhante a um eixo sòbre a qual a mola de acionamento 23 está montada. Além disso, na Figura 25, o braçq 43 está representado, cuja extremidade superior 44 é retida e liberada, respectivamente, pela aba 21. Naquele lado lateral do garfo 22, que é oposto à superfície de lado literal 48 sobre a qual descansa a segunda extremidade 32 da mola de acionamento 23, existe formado uma projeção 45 tendo uma parte aumentada 46 em sua extremidade para operar a unidade de contagem de dose que será descrita mais tarde. A partir da basé bo garfo 22, estende-se um prolongamento 47 que engata, de um lado, com uma aberturdj formada no protetor de dose 19 e, de outro lado, com uma fenda 29 formada na porção aq extremidade frontal do cursor 15 (consulte a Figura 13 e a Figura 20).
Conforme já descrito acima, quando a mola de acionamento 23 é afrouxada e descarregada, sua extremidade 33 exerce umd força de restabelecimento sobre a porção í I 41 da aba 21, detendo, desta forma, a apá 21 em sua primeira posição horizontal, conforme mostrado na Figura 9. Nesta cobbiÇão, o protetor de dose 19 impede o medicamento em pó contido na reentrânçá de dosagem 18 de ser deslocado da disposição do desaglomerador 16 (ciclone) sé! o usuário soorar no bocal 3. Além disso, a aba 21 proporciona uma resistência se o usuário soprar dentro do dispositivo dando um retorno positivo.
Se, no entanto, o cursor 15 for empurrado para frente pela abertura da tampa 2, comprimindo e carregando, assim, a mola dp acionamento 23, é liberada a força de restabelecimento exercida pela extremidade 2Í3 da mola de acionamento na aba 21, e a aba 21 pode ser girada de sua primeira posiçdò horizontal, mostrada na Figura 9, para de sua segunda posição, sendo pivotada com rfelação à primeira posição sei houver uma força de sucção de inalação suficienfementq alta efetuada pelo usuário no canal de inalação 27 do inalador de pó.
No último caso, a aba 21 é movimentada por esta força de sucção: de inalação suficientemente alta a partir de sua primeiraj posição, mostrada na Figura 9, para sua segunda posição, mostrada na Figura 10. Cojiforme também pode ser visto a partir da Figura 10, mediante este movimento da aba 21, é liberado o braço 43 do garfo 22. Isto permite que a mola de acionamento 23, d|evido à sua compressão, movimente sua segunda extremidade 32, que está em engate jcom a superfície de lado lateral 48 do garfo 22, e, assim, o garfo 22 [é dirigido] ligeiramente para cima. Por este movimento rotacional para cima do garfo 22, o prolongamento 47, es|tendendo-se do lado superior do garfo 22, é I j movimentado para frente, movimentando, desta forma, o protetor de dose 19 de sua posição fechada para sua posição aberta. Esjta situação é mostrada na Figura 10, bem como na Figura 11.
Na Figura 20, é mostrada uma vista eijri perspectiva do protetor de: dose 19. Em particular, na Figura 20, a abertura 36 é rrjostrada, a qual está em engate com o í ; prolongamento 47, estendendo-se para baixo d: partir da base do garfo 22. A extremidade frontal 35 do protetor de dose 19 tem uma forrjia circular parcial ou semicircular, de modo tal que pode fazer parte da parede da disposição do desaglomerador ou ciclone 16 j ; quando o protetor de dose 19 está em sua posição fechada.
Considerando-se que o protetor de dose 19 tenha sido movimentado de sua posição fechada para sua posição aberta peloigarfo 22, a reentrância de dosagem 18 do cursor 15 está exposta para a parte interna 50 do ciclone, e a dose do medicamento em pó contido na reentrância de dosagem 18 pode ser inalada através do ciclone e o canal de inalação 27, bem como o bocal 3. No ciclone, o fármaco ou o medicamento em pó é inserido dentro de um fluxo de ar de redemoinho em que a parte ativa da formulação é desagregada do transportador (consulte o sina de referência 49).
Além disso, considerando-se que a aba 21 foi movimentada de sua primeira posição horizontal (consulte a Figura 9) para sua segunda posição girada ou pivotada com relação à sua primeira posição (consulte as Figuras 10 e 11), o identificador 38 formado na superfície superior da aba 21 não mais é visível através da abertura 5 na lateral superior do bocal 3. Ou seja, o identificador 38 desapareceu, indicando, desta forma, que uma dose foi tomada, e uma nova dose não está pronta, ainda, para inalação novamente. A Figura 17 mostra uma vista de cima da submontagem de dose, mostrando a parte interna 50 do ciclone, bem como as porções 51 (correspondendo às paredes laterais 78 representadas na Figura 26) que permitem que o bocal seja montado, as porções 52, que produzem um fluxo de ar de ciclone dentro do ciclone e as projeções 53 para montar a submontagem de dose dentro do revestimento inferior 1 do inalador de pó. Além disso, na Figura 17 está também representada respectivamente a parada final 37 para o prolongamento 47 do garfo 22 e o protetor de dose 19.
Em seguida, a funcionalidade da unidáçle de contagem de dose é explicada em detalhe. Conforme já mencionada acima, a unidade de contagem de dose, estando equipada para contar o número de dosès tomadas (contador para cima) ou, alternativamente, o número de doses remanescentes no compartimento (contador para baixo), compreende a roda de unidades 24 e a roda de dezenas 26 estando acopladas entre si pela roda intermediária 25. A Figura 22 mostra uma vista frontal, urriá vista em perspectiva, e uma vista traseira da roda de unidades 24. A roda de unidades 24 compreende uma abertura central 54 na qual ela está rotacionalmente montada na submontagem de contagem de dose 14 dentro da caixa do inalador de pó, conforme mpstrado nas Figuras 5A e 5B, por exemplo. O sinal de referência 55 designa um recurso que fornece uma superfície do rolamento de acionamento com o revestimento inferior 1. Cnsinal de referência 56 designa os números que estão impressos na superfície externa da roda de unidades 24 ao longo de sua direção periférica e com intervalos iguais entre eles. Na periferia externa da roda de unidades 24 estão formados dentes 57 para acionamento da roda intermediária 25. Conforme pode ser tomado da vista traseira da roda de unidades 24, esses dentes 57 estão formados diametralmente opostos entre si. Finalmente, na parte de trás da roda de unidades 24 há dentes de acionamento 58 que estão em engate com a projeção ou cantiléver 45 do garfo 22 de modo a acionar a roda de unidades 24 passo a passo por ocasião da conclusão de um processo de inalação. Conforme pode ser facilmente visto da Figura 22, cada um dos dentes de acionamento 58 está: inclinado na direção periférica da roda de unidades 24. Por exemplo, o diâmetro 59 da roda de unidades 24 pode ser de cerca de 20 mm. A Figura 23 mostra uma vista traseira, urfta vista em perspectiva e uma vista frontal da roda de dezenas 26. Na parte traseira da roda de dezenas 26, está formada uma pluralidade de dentes 62 na direção periférica da roda de dezenas 26. Esses dentes 62 são acionados pela roda intermediária 25. O númêro de referência 60 designa dentes em falta que impedem um acionamento da roda de dezenas 26 quando a câmara de medicamento 8 está vazia, ou seja, a roda de dezenas 26 é confeccionada de tal modo que durante um ciclo de vida do inalador de pó quase uma rotação completa da roda de dezenas 26 é efetuada pela unidade de contagem de dose. O número de referência 61 designa uma parada final com a caixa do inalador de pó. O diâmetro 63 da roda de dezenas 26, por exemplo, pode ser de acerca de 25 mm. O número de referência 64 designa uma abertura na qual a roda de dezenas 26 está montada rotacionalmente na submontagem de contagem de dose 14, conforme mostrado nas Figuras 5A e 5B, por exemplo. O número de referência 65 designa pum recurso que fornece uma superfície de rolamento de acionamento com a caixa do inalador de pó. Além disso, o número de referência 66 designa um recurso que fornece uma superfície de rolamento de acionamento com o revestimento inferior 1 e o número de referência 67 designa a periferia da abertura 64 que está localizada na caixa do inalador de pó. Na superfície externa da roda de dezenas 26, estão formadas duas fileiras periféricas de número 68. Essas duas fileiras de números exibem a numeração em dezenas e em centenas em orientação correta. Em cada caso, uma combinação do número de unidades da roda de unidades 24 com uma numeração em dezenas e uma numeração em centenas da roda de dezenas 26 é visível afravés da abertura 4 formada no revestimento inferior 1 do inalador de pó (consulte a Figura 1, por exemplo). Cada uma dessas combinações de números horizontalmente adjacentes da roda de unidades 24 e da roda de dezenas 26 designa um número correspondente de doses remanescentes na câmara de medicamento 8. Finalmente, na periferia externa da roda de dezenas 26, também está formada uma projeção 69. Ao longo da direção radial desta projeção 69, não há números de dezenas e de centenas formados na superfície externa da roda de dezenas 26, e esta projeção 69 cobre a roda de unidades 24 se a câmara de medicamento 8 estiver vazia, de modo que nenhum número seja visível através da abertura 4 do revestimento inferior 1, indicando, assim, ao usuário que não há nenhuma dose remanescente na câmara de medicamento. A Figura 24 mostra uma vista em perspectiva da roda intermediária 25. A roda intermediária 25 tem um eixo 72 no qual ela está montada rotacionalmente sobre a subestrutura 20 da submontagem de contagem de dose 14 conforme mostrado nas Figuras 5A e 5B, por exemplo. Além disso, a roda intermediária 25 tem dentes de meia largura 70 que engatam com os dentes de acionamento 57 na parte de trás da roda de unidades 24. Além disso, a roda intermediária 25 compreende os dentes de largura inteira 71 que travam contra a roda de unidades 24. Quando a roda de unidades 24 está ajustada para os números "1" - "9” (número de referência 56 na figura 22), os dentes 57 na parte de trás da roda de unidades 24 ajustam-se entre os dentés de largura inteira 71 da roda intermediária 25. Quando a roda de unidades 24 está ajustada para o número “0”, no entanto, os dentes 57 engatam com os dentes de meia largura 70 Conforme foi explicado acima, o acopamento entre a roda de unidades 24 e a roda de dezenas 26 é de tal maneira que após cada dez rotações no sentido do passo da roda de unidades 24, a roda de dezenas 26 ê girada por um passo, aumentando, desta forma, a combinação de números de dezenas e de centenas da superfície externa da roda de unidades 24. Deve ser observado qup a Figura 5A mostra uma situação em que não é visível nenhum número da roda de unidades 24 e da roda de dezenas 26 através da abertura 4 do revestimento inferior 1, desde àue a projeção 69 da roda de dezenas 26 cubra o número respectivo da roda de unidades 24 de modo a indicar que a câmara de medicamento 8 está vazia.
Conforme descrito acima, quando a aba 21 é girada de sua primeira posição horizontal para sua segunda posição, por ocasião do processo de inalação iniciado pelo usuário (consulte a Figura 11), o garfo 22 é levemente girado no sentido horário (na Figura i jj 11) de modo que o protetor de dose 19 é nhovido de sua posição fechada para sua posição aberta. Além disso, por esta rotação em sentido horário do garfo 22, a projeção ou i j o cantiléver 45 do garfo 22 é também ligeiramente movido no sentido horário ao longo da inclinação do próximo dente de acionamentõ 58 da roda de unidades 24 de modo a trazer a parte aumentada 46 do cantiléver em engate com o respectivo dente de acionamento 58. Até este ponto, não ocorre nenhum acionamento da roda de unidades 24 e da roda de dezenas 26.
Após a inalação, o usuário fecha a tarrjfba 2 do inalador de pó. Com o fechamento da tampa 2, o cursor 15 é movido para trás déjsua posição de inalação para sua posição de enchimento por meio do acoplamento entriè as projeções 28 do cursor 15 e as trilhas de carne perfiladas 31 da tampa 2.
Conforme mostrado na Figura 12, este rflovimento para trás do cursor 15 causa uma rotação em sentido horário do contador (considere-se a vista representada na Figura 12) do garfo 22, desde que o prolongamento 47 dp garfo 22 seja movimentado para trás junto com cursor 15. A rotação em sentido horário po contador do garfo 22 é suportada pela mola de acionamento 23 que é deixada! descarregar e afrouxar por ocasião do movimento para trás do cursor 15. Devido a esta rotação em sentido horário do contador do garfo 22, o cantiléver 45 é também giradõ no sentido horário do contador, girando, também, assim, o contador da roda de uniábdes 24 em sentido horário por um passo i íj (considere-se a vista representada na Figura 1|2), o que acarreta em reduzir o número de i i doses deixadas na câmara de medicamento! 8, que é visível através da abertura fear [próxima] do revestimento inferior 1. Como é evidente, a unidade de conTagem ae dose também pode ser disposta de modo a não pxibir o número de doses remanescentes na câmara de medicamento 8, mas o número de doses já tomadas pelo usuário.
Além disso, considerando que o garfo 22 e a mola de acionamento 23 sejam movimentados para trás em suas posições iniciais, a extremidade 33 da mola de acionamento 23 impulsiona a aba 21 de volta para sua primeira posição horizontal (conforme mostrado na Figura 12), restabeleicendo, assim, o identificador 38. Ademais, nesta posição, o garfo 22 é novamente detido] pelo engate de seu braço 43 com o recurso 40 da aba 21. Assim, o inalador de pó inteiro foi transferido novamente para sua posição inicial.
Uma outra vantagem associada corfi o identificador 38 é que ele pode ser empurrado para baixo pelos dedos do usuário, de modo a efetuar um cancelamento manual do mecanismo acionado de inalaçãoj Isto possibilitaria ao usuário tomar a dose se ele não tiver condições de produzir uma forçja suficiente a fim de acionar o mecanismo acionado de inalação.
No fechamento completo da tampa 2, haverá um clique audível indicando que a tampa está fechada. Preferivelmente, o inalador de pó exigirá que a tampa 2 esteja completamente fechada para funcionar corre cimente.
Finalmente, a disposição do desaglomerador 16 (ciclone) do inalador de pó deve ser discutida brevemente. A finalidade desta disposição do desaglomerador é produzir turbulências claramente definidas dentro do canal de inalação 27 de modo a pulverizar as aglomerações do medicamento. Mediante o fluxo de ar de redemoinho dentro da disposição do desaglomerador 16, a parte ativa da formulação é desagregada do respectivo transportador.
Em princípio, a disposição do desaglortjierador da presente invenção compreende uma câmara de vórtice simétrica rotacionãlmente, ao menos, uma entrada de ar substancialmente tangencial e uma passagem ou saída para passar o ar com o medicamento em pó desaglomerado, a passagem estando espaçada a partir da entrada de ar na direção axial longitudinal da câmara do vórtice. A estrutura geral da disposição do desaglomerador, por exemplo, pode ser tomada da Figura 6A, Figura 6B, Figura 7A e Figura 17.
Em adição, a estrutura da disposição do desaglomerador, que não está geralmente restrita ao uso em inalador de pó, conforme descrito nos desenhos acima, será explicada em detalhe mediante referência à Figura 26 e fjigura 27, respectivamente. i A Figura 26 mostra uma vista esqueijnática em perspectiva da disposição do desaglomerador (ciclone) de acordo com uma configuração preferida, a disposição do desaglomerador sendo construída para produzir um fluxo ciclônico muito forte dentro da disposição do desaglomerador, resultando em um gradiente de velocidade muito vigorosa. Deve ser observado que a Figura 26 é uma vista esquemática para explicar o design e os recursos principais do ciclone de acordo com a configuração preferida, mas a Figura 26 não mostra exatamente o ciclone como ele está implementado no inalador de pó descrito acima. A implementação do ciclone no inalador de pó, por exemplo, pode ser tomada da Figura 4 ou Figura 17.
Conforme pode ser tomado da Figura 26, a disposição do desaglomerador 16 possui uma abertura em sua base que desemboca dentro da câmara de vórtice 73. A câmara de vórtice 73 está projetada simétrica de modo substancial e rotacional. Em adição, há dois condutos de entrada de ar 75 que direcionam substancialmente o ar de modo tangencial para dentro da câmara de vórtice 73. Conforme podem ser vistas pela Figura 26, as janelas de entrada de ar 76 estão formadas na superfície superior dos condutos de entrada de ar 75 que, por exemplo, cobrem 80 graus dos condutos de entrada de ar 75 de modo a possibilitar a entrada de ar de cima para dentro dos condutos de entrada de ar 75. A seção da base da câmara de vórtice 73, em geral, tem uma seção transversal elíptica. Conforme representado na Figura 26, há uma saída 74 formada na extremidade superior da câmara de vórtice 73, a saída 74 estando espaçada a partir da abertura para o suprimento do medicamento em pó e para ambas as entradas de ar na direção axial longitudinal da câmara de vórtice 73. Em particular, a saída 74 está alinhada coaxialmente com relação ao eixo central longitudinal da câmara de vórtice 73 e se estende ao longo deste eixo central longitudinal. Em particular, a saída 74 tem uma seção transversal substancialmente circular, o diâmetro desta seção transversal circular sendo menor do que o diâmetro da seção transversal elíptica da câmara de vórtice 73. A Figura 27 mostra uma vista transversal da disposição do desaglomerador de acordo com um plano seccional que intersecta horizontalmente a disposição do desaglomerador 16 e a câmara de vórtice 73, respectivamente. A vista representada na Figura 27 poderia ser considerada também como uma vista da base da disposição do desaglomerador 16.
Na Figura 27, estão representadas a câmara de vórtice 73 e saída circular 74, que desemboca dentro do canal de inalação 27. Embora, a seção transversal horizontal da seção de base da câmara de vórtice 73 tenha uma forma substancialmente elíptica, a seção transversal da seção de base da câmara de vórtice 73 pode também ser definida por um círculo imaginário que pode ser colocado dentro da seção de base da câmara de vórtice 73 no plano horizontal cruzando ambos: bs condutos de entrada de ar 75, de modo que α circunferência ou periferia deste círculo apenas toque as superfícies internas de ambas as paredes laterais 78 em locais que sejcbm diametralmente opostos entre si sem se estender além das paredes laterais da câmara de vórtice 73. Em particular, esses locais diametralmente opostos das paredes laterais 78 são aqueles locais das paredes laterais 78 onde ambas as entradas de ar dos condutos dé entrada de ar 75 desembocam dentro da câmara de vórtice 73. Na Figura 27, o respectiva círculo de "base" está representado com uma linha pontuada e assinalado pelo númercjde referência 77. As entradas de ar estão dispostas ao longo da circunferência do círculo çJe “base” 77.
Estudos têm mostrado que o diâmetro! d deste círculo de “base" 77 tem uma influência importante no efeito do desaglomercjdor do ciclone. Por exemplo, se o diâmetro d for muito pequeno, a resistência de fluxo será! muito alta. De outro lado, se o diâmetro d for muito grande, a resistência de fluxo será muito pequena, acarretando somente uma melhora menor da eficiência da disposição do desaglomerador 16.
Estudos abrangentes da geometria da d sposição do desaglomerador 16 em termos da resistência de fluxo do dispositivo e da qual idade do fluxo ciclônico executado dentro da câmara de vórtice 73 mostram que uma eficiência muito boa do dispositivo pode ser obtida se o diâmetro d estiver entre 6 mm e 10 mm, preferivelmente 6 mm < d < 8 mm.
Por exemplo, se d for 6 mm, pode ser obtida uma taxa de fluxo de 30 l/min sob uma pressão de 4 kPa. O fluxo ciclônico dentro da óâmara de vórtice 73 é de boa qualidade. Não obstante isso, o aumento exigido na larguira das entradas de ar ou no diâmetro de saída para permitir uma taxa de fluxo de alvó maior (por exemplo, 60 l/min em 4 kPa) presumivelmente acarretaria uma degradação |da qualidade do ciclone. A razão é que as dimensões das entradas de ar ou da saída seripVn muito grandes em comparação com as dimensões da seção principal do ciclone, ou sejq, as dimensões da câmara de vórtice 73.
Portanto, pode ser recomendável usaram diâmetro d maior do círculo de “base" 77. Um design muito compacto do ciclone 16 e, em adição, uma taxa de fluxo de alvo mencionada acima na faixa de 60 l/min em 4 kPa podem ser obtidos se o diâmetro d do círculo de “base" 77 estiver na faixa de 8 mm. Diâmetros d maiores do círculo de “base” 77 não levam a melhorias adicionais significantes Üo padrão de fluxo dentro da câmara de vórtice 73 sobre o que pode ser obtido com urft diâmetro d = 8mm. Portanto, o diâmetro d = 8 mm é considerado como uma configuração preferida do ciclone 16.
Conforme representado na Figura 27, a disposição do desaglomerador ou do ciclone 16, de acordo com esta configuração, tem duas entradas de ar assinaladas com os respectivos condutos de entrada de ar 75. Anr)bas as entradas, que desembocam dentro da câmara de vórtice 73, estão dispostas diametralmente opostas entre si e preferivelmente têm uma largura ou um diâmetro de d/5. Conforme mostrado nas Figuras 26 e 27, as paredes laterais 78 separando os condutos de entrada de ar 75 a partir da extremidade da câmara de vórtice 73 em um fijete que pode ter, por exemplo, um raio de extremidade de 0,3 mm. As paredes laterais 78 joodem ter, por exemplo, uma espessura de 0,6 mm. A estrutura transversal da disposição do cjtesaglomerador 16 é tal que um semicírculo respectivo ou arco 79, cujo centro esteja no diâmetro conectando ambas as! entradas de ar ou ambas as porções de extremidade das paredes laterais 78, conecta a parede externa de uma entrada de ar 75 com uma superfície interna da parede lateral oposta 78 da câmara de vórtice 73 em um lugar onde lesta parede lateral 78 cruza com a outra respectiva entrada de ar. Conforme pode serjvisto pela Figura 27, isto se aplica às duas porções periféricas externas da câmara de vórtice 73 e a ambos os condutos de entrada(s) :S de ar 75, respectivamente. As paredes laterajs dos condutos de entrada de ar 75 são concêntricas com relação às paredes laterais /|8 da câmara de vórtice 73. No entanto, as porções de parede semicircular ou arqueada (éncurvada) 79 da câmara de vórtice 73 não são concêntricas com relação ao interior da câmara de vórtice 73, ou seja,: o círculo de 1 "base” 77. Isto contribui para uma desaglomeração muito efetiva dentro da câmara de vórtice 73. A estrutura mostrada na Figura 27 da disposição do desaglomerador ou ciclone 16 pode ser extrudada acima de uma altura de 7,7t mm, por exemplo. O canal de inalação 27, j que é o cilindro de saída que se estende dal saída circular 74, preferivelmente tem um j diâmetro circular de 0,75 d e pode ser extrudaáo no topo da câmara de vórtice 73 acima :i de uma altura de 37 mm, por exemplo. A janelp de entrada de ar 76 mencionada acima, cobrindo 80 graus dos condutos de entrada de| ar 75, pode ser extrudada acima de 2 mm j para providenciar os canais através dos quais jo ar pode entrar dentro do dispositivo pela parte de cima dessas janelas.
As Figuras 28A, 28B e 28C mostram uma! vista em perspectiva, uma vista de base e uma vista de cima, respectivamente, de uma outra configuração de uma súbmontagem de dose 13 de um inalador de pó de acordo com a invenção. Conforme pode ser visto, o :j compartimento 7 compreende uma câmara de medicamento 8 tendo: uma seção transversal elíptica. Dentro da câmara de medicamento 8, são dispostas paredes laterais 80 que se adelgaçam ou estão inclinadas pára baixo, facilitando, desta maneira, o enchimento por gravidade da reentrância de dosagem do cursor, quando ele está em sua posição de enchimento.
Novamente, a câmara de dessecante 9|é separada da câmara de medicamento 8 por uma membrana permeável 10. A súbmontagem de dose 13 desta conjfiguração compreende uma disposição do desaglomerador (ciclone) 16 similar àquela déscrita: acima. Conforme a Figura 28C, é evidente que as porções de parede 79 não saò concêntricas com relação ao diâmetro interno da câmara de vórtice 73. Além disso, a Figura 28C também mostra os condutos de entrada de ar 75 tangenciais.
Com relação à submontagem de dose da Figura 28, pode ser feita uma referência de modo geral a respeito da descrição acima dos desenhos precedentes.