BRPI0317632B1 - dispositivo auxiliar de costura e método para auxiliar na costura empregando-se o dito dispositivo - Google Patents

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Abstract

"dispositivo de fixação auxiliar de costura". método para auxiliar na costura de um tecido para fabricação de papel (100) usando-se um dispositivo auxiliar de costura (130) é divulgado. o dispositivo auxiliar de costura (130) é compreendido de duas porções. cada porção tendo uma borda de fixação (170) que é presa a uma distância predeterminada das extremidades (110, 120) do tecido (100) através de adaptação de elementos em espiral ou laço (240) em vazios na superfície do tecido e ancoragem dos elementos usando-se um adesivo ou pino (250). bordas de conexão (140) sobre cada porção são, então, conectadas juntas, desse modo, fazendo com que as duas extremidades presas (110, 120) do tecido sejam mantidas juntas para costura.

Description

DISPOSITIVO AUXILIAR DE COSTURA E MÉTODO PARA AUXILIAR NA COSTURA EMPREGANDO-SE 0 DITO DISPOSITIVO
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Campo da Invenção A presente invenção se refere à técnica de fabricação de papel. Mais especificamente, a presente invenção se refere a um dispositivo auxiliar de costura para puxar junto e alinhar duas extremidades de um tecido para a fabricação de papel para costura sobre uma máquina de papel.
Descrição da Técnica Anterior Durante o processo de fabricação de papel, uma trama fibrosa celulósica é formada através de depósito de uma pasta fibrosa, isto é, uma dispersão aquosa de fibras ,de celulose, sobre um tecido de formação em movimento na seção de formação de uma máquina de papel. Uma grande quantidade de água é drenada da pasta através do tecido de formação, deixando a trama fibrosa celulósica sobre a superfície do tecido de formação. A trama fibrosa celulósica recentemente formada prossegue da seção de formação para uma seção de prensa, a qual inclui uma série de estreitamentos de prensa. A trama fibrosa celulósica passa através dos estreitamentos de prensa suportada por um tecido de prensa ou, conforme freqüentemente é o caso, entre dois de tais tecidos de prensa. Nos estreitamentos de prensa, a trama fibrosa celulósica é submetida a forças compressivas as quais espremem a água da mesma e as quais aferem as fibras celulósicas na trama umas às outras para transformar a trama fibrosa celulósica em uma folha de papel. A água é aceita pelo tecido ou tecidos de prensa e, idealmente, não retorna para a folha de papel. A folha de papel finalmente prossegue para uma seção de secador, a qual inclui pelo menos uma série de tambores ou cilindros secadores giráveis, os quais são internamente aquecidos por vapor. A folha de papel recentemente formada é dirigida, em uma via em serpentina, seqüencialmente em torno de cada um na série de tambores por um tecido secador, o qual mantém a folha de papel proximamente contra as superfícies dos tambores. Os tambores aquecidos reduzem o teor de água da folha de papel para um nível desejado através de evaporação.
Será apreciado que os tecidos de formação, prensa e secador tomem todos a forma de laços sem fim sobre a máquina de papel e funcionem de maneira semelhante a transportadores. Será ainda apreciado que a fabricação de papel é um processo contínuo o qual prossegue em velocidades consideráveis. Isto é, a pasta fibrosa é continuamente depositada sobre o tecido de formação na seção de formação, enquanto que a folha de papel recentemente fabricada é continuamente enrolada sobre rolos após sair da seção de secador.
Tecidos tecidos podem tomar diferentes formas. Por exemplo, eles podem ser tecidos sem fim ou tecidos planos e subseqüentemente transformados para a forma sem fim com uma costura. Tecidos tecidos estão, tipicamente, na forma de laços sem fim ou são costuráveis em tais formas, tendo um comprimento específico, medido longitudinalmente em torno dos mesmos e uma largura específica, medida transversalmente através dos mesmos. Em virtude do fato de as configurações da máquina de papel variarem amplamente, é requerido que os fabricantes de panos para máquina de papel produzam tecidos e outros panos para a máquina de papel nas dimensões requeridas para se adaptar a posições em particular nas máquinas de papel de seus usuários. Desnecessário dizer que essa exigência torna difícil aerodinamizar o processo de fabricação, uma vez que cada tecido deve, tipicamente, ser feito sob encomenda.
Tecidos nas máquinas de fabricação de papel modernas podem ter uma largura de 1,524 a mais de 10,058 metros, um comprimento de 12,192 a mais de 121,92 metros e um peso de aproximadamente 45,359 a mais de 1360,777 kilogramas. Esses tecidos se desgastam e requerem substituição. A substituição de tecidos freqüentemente envolve tirar a máquina de serviço, remoção do tecido desgastado, ajuste para instalar um tecido e instalação do novo tecido. Embora muitos tecidos sejam sem fim, cerca de metade daqueles usados nas seções de prensa das máquinas de papel atualmente são costuráveis na máquina. Algumas Correias de Processo da Indústria de Papel (PIPBs) são consideradas como tendo uma capacidade de costura na máquina, tais como correias de transferência, conhecidas como Transbelt®. A instalação do tecido inclui puxar o corpo do tecido sobre uma máquina e unir as extremidades do tecido a fim de formar uma correia sem fim.
Em resumo, a região de costura de qualquer tecido aproveitável deve se comportar, sob carga e deve ter a mesma permeabilidade à água e ao ar, conforme o resto do tecido, de forma a impedir marcas periódicas do produto de papel que está sendo fabricado pela região de costura. A despeito dos obstáculos técnicos consideráveis representados por esses requisitos, é altamente desejável desenvolver tecidos costuráveis, em virtude da comparativa facilidade e segurança com as quais eles podem ser instalados.
Para facilitar a costura, muitos tecidos atuais têm laços de costura sobre as bordas transversais das duas extremidades do tecido. Os laços de costura são, em si, formados pelos fios na direção da máquina (MD) do tecido. A costura é formada mantendo-se as duas extremidades do tecido juntas, interdigitando-se os laços de costura nas duas extremidades do tecido e dirigindo-se um assim denominado pino, ou alfinete, através da passagem definida pelos laços de costura interdigitados para fechar as duas extremidades do tecido juntas.
Alternativamente, uma espiral de costura em monofilamentos pode ser presa aos laços de costura em cada uma das duas extremidades do tecido de fabricação de papel. As espirais de costura em monofilamentos são conectadas aos laços de costura através de pelo menos um fio de conexão. As bobinas das espirais nas duas extremidades do tecido podem, então, ser interdigitadas e unidas uma à outra sobre a máquina de papel para formar uma costura usualmente referida como costura em espiral.
Em uma assim denominada costura em laço por urdidura, as fileiras de laços são formadas de laços da borda estendida de fios urdidos na estrutura do tecido. Em uma assim denominada costura em espiral, cada fileira de laços é, ao contrário, formada de uma espiral de fio pré-formado distinto, o qual se estende ao longo e está preso por meio de um pino CD conectando a espiral, interenredado com os fios na direção da máquina, tal como fios urdidos, à borda de costura do tecido. Alternativamente, a espiral pode ser presa ao pano através de uma série de fios na direção transversal da máquina estando espaçados uma distância da borda de costura, quando do que os laços da espiral são inseridos na assim formada porção de borda mais frouxa. Então, a borda é dobrada novamente sobre si mesma e é presa ao pano, por exemplo, através de uso de uma máquina de costura. Independentemente de como a espiral é presa, o pano compreende duas espirais, uma ao longo de cada borda de costura as quais, quando unidas juntas no tecido, são enredadas uma com a outra, semelhante a um zíper, de modo a serem unidas juntas por meio de um fio de pino ou semelhante.
Alternativamente, tecidos podem ser formados completamente de espirais, conforme ensinado por Gauthier, Patente U.S. 4.567.077; a qual é incorporada aqui por referência. Nesse caso, as espirais são conectadas umas às outras através de pelo menos um pino de conexão. Na teoria, a costura pode, portanto, estar em qualquer local no corpo do tecido onde um pino de conexão pode ser removido. A melhor vantagem conhecida de um tecido em espiral versus um tecido tecido é que a costura é geometricamente similar ao corpo do tecido.
Uma costura é geralmente uma parte crítica de um tecido costurado, uma vez que qualidade uniforme do papel, poucas marcas e excelente processabilidade do tecido requerem uma costura a qual é tão similar quanto possível ao resto do tecido com relação a propriedades tais como espessura, estrutura, resistência, permeabilidade, etc.
Um aspecto importante de costura de um tecido sobre uma máquina de papel é que tem de existir tensão uniforme através do tecido. Se tensão uniforme não é obtida e uma seção do tecido está mais esticada do que a outra, então, o tecido pode formar bolhas ou protuberâncias através da largura do tecido.
Outro aspecto da costura de um tecido é impedir dano ao corpo do tecido. De forma a evitar ou minimizar a chance de dano ao tecido durante instalação, tensão não uniforme, peso e pressão devem ser evitados sobre a costura em si.
Tem sido prática comum prender auxiliares do tipo zíper e Velcro aos tecidos através do uso de grampos, costura e/ou materiais adesivos. Contudo, uma vez que esses métodos de fixação podem danificar a superfície do tecido, é preferível usar métodos os quais não danificam o tecido.
Um outro aspecto de costura de um tecido, especialmente aqueles muito longos, é alinhamento adequado do corpo do tecido na máquina de modo que o tecido está verdadeiramente orientado na direção da máquina e não oscila ou segue para um lado da máquina. Se o tecido está orientado ou segue deficientemente, ele pode fazer contato com a rede de suporte da máquina de papel e causar dano ao tecido.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO A presente invenção é um dispositivo para auxiliar a costura de tecidos para a fabricação de papel. 0 dispositivo proporciona uma solução para o problema de produção de uma costura uniforme através de redução da tensão e alinhamento das extremidades do tecido sem danificar o tecido na área de costura.
Portanto, é um objetivo da invenção superar os problemas acima mencionados quando de costura de um tecido para a fabricação de papel. É um outro objetivo da invenção proporcionar um dispositivo para costura de um tecido o qual se prende usando os vazios na superfície do tecido.
Conseqüentemente, a presente invenção é um método para auxiliar na costura de um tecido para a fabricação de papel usando-se um dispositivo auxiliar de costura. A invenção prende uma primeira borda de fixação de uma primeira porção do dispositivo auxiliar de costura ao tecido na direção transversal da máquina e uma primeira distância na direção da máquina a partir de uma primeira extremidade do tecido. Uma segunda borda de fixação de uma segunda porção do dispositivo auxiliar de costura é presa ao tecido na direção transversal da máquina e uma segunda distância na direção da máquina a partir de uma segunda extremidade do tecido. As primeira e segunda bordas de fixação tendo elementos em espiral ou laço os quais são adaptados aos vazios na superfície do tecido e ancorados usando-se um alfinete ou pino. Uma primeira borda de conexão da primeira porção do dispositivo auxiliar de costura é, então, conectada a uma segunda borda de conexão da segunda porção do dispositivo auxiliar de costura. Dessa maneira, as primeira e segunda bordas do tecido são mantidas juntas para costura. 0 dispositivo auxiliar de costura é removido simplesmente soltando-se as primeira e segunda bordas de fixação do tecido.
Outros aspectos da presente invenção incluem que as primeira e segunda porções podem ser substancialmente similares quanto à dimensão e as bordas de fixação e as bordas de conexão são paralelas. A largura das primeira e segunda bordas de fixação pode ser substancialmente a largura do tecido. A primeira distância da primeira extremidade do tecido é substancialmente a distância da primeira borda de fixação à primeira borda de conexão e a segunda distância da segunda extremidade do tecido é substancialmente a distância da segunda borda de fixação para a segunda borda de conexão.
Ainda outros aspectos da presente invenção incluem que as primeira e segunda bordas de conexão podem ser compreendidas de elementos de interdigitação os quais formam um mecanismo em zíper ou fechamentos do tipo Velcro. 0 tecido a ser costurado pode ser tecido, não-tecido, formado em espiral ou formado, de preferência, de uma pluralidade de espirais e é, de preferência, costurável na máquina de papel. A presente invenção será agora descrita em maiores detalhes com referência freqüente sendo feita aos desenhos, os quais são identificados abaixo.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Para uma compreensão mais completa da invenção, referências são feitas à descrição a seguir e aos desenhos em anexo, nos quais: A Figura 1 é uma vista em perspectiva ilustrando a relação entre um dispositivo auxiliar de costura da presente invenção e um tecido a ser costurado; A Figura 2 é uma vista mostrando como um dispositivo auxiliar de costura de acordo com a presente invenção é preso a um tecido; e A Figura 3 é uma vista superior de um tecido em espiral mostrando vazios através da superfície do tecido os quais são usados pela presente invenção para prender ao tecido.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES PREFERIDAS 0 dispositivo auxiliar de costura de acordo com a presente invenção proporciona um meio para manter as extremidades de um tecido juntas na área de costura como uma forma de alinhamento e remoção da tensão da área de costura para permitir costura e conexão fáceis. É requerido que o auxiliar de costura seja preso ao tecido de uma maneira tal que proporcione resistência e segurança, ao mesmo tempo em que não traga danos à superfície do tecido após remoção. Isso é obtido através de uso de elementos em espiral ou laço os quais são adaptados a vazios na superfície do tecido e ancorados usando-se um alfinete ou pino de fio. A presente invenção é aplicável a muitos tipos de tecidos para a fabricação de papel, mas, de preferência, tecidos formados de uma pluralidade de espirais. Tais tecidos podem ser de qualquer tipo tendo vazios os quais pòdem ser usados para prender o dispositivo auxiliar; incluindo tecidos, não-tecidos, formados em espiral e outros tipos adequados para a finalidade. A presente invenção é particularmente aplicável a tecidos os quais são costurados sobre a máquina de papel. A figura 3 mostra a superfície de tecido espiral 300, o qual pode ser utilizado na presente invenção. Nota-se o modelo de vazios 310 pela superfície. Como discutido anteriormente, esses vazios são usados quando a presente invenção é presa ao tecido.
As modalidades preferidas da presente invenção serão agora descritas através de referência à Figura 1. A Figura 1 é uma vista em perspectiva ilustrando a relação entre um dispositivo auxiliar de costura 130 de acordo com a presente invenção e um tecido 100 a ser costurado. O tecido 100 é de um tipo descrito acima tendo vazios 150 em sua superfície. De preferência, esse tecido foi carregado sobre uma máquina de fabricação de papel e está pronto para costura. Nesse ponto, o tecido tem uma primeira extremidade 110 a qual deve ser costurada com uma segunda extremidade 120 de modo a formar um laço sem fim. De preferência, na largura transversal às bordas de cada uma das duas extremidades estão laços de costura para facilitar o processo de costura. A costura pode ser realizada usando-se qualquer método comum conhecido na técnica. A presente invenção é independente da técnica de costura usada.
Também mostrado na Figura 1 está o dispositivo auxiliar 130. 0 dispositivo auxiliar 130 é compreendido de duas peças (cada uma etiquetada 130). Cada metade tem uma borda de fixação 170 e uma borda de conexão 140. De preferência, o dispositivo auxiliar 130 tem substancialmente a mesma largura transversal que o tecido. Isso significa que a borda de fixação abrangerá a largura transversal da superfície toda do tecido e assegurará tensionamento uniforme quando o dispositivo é preso. A borda de fixação e a borda de conexão de cada peça são, de preferência, paralelas uma à outra. As bordas de fixação 170 têm laços pré-formados presos ou elementos em espiral no sentido da largura ao longo da borda para fixação â superfície do tecido. Um alfinete ou pinto de fibra é inserido através dos laços quando encaixado à superfície do tecido para prender o dispositivo no lugar. As bordas de conexão 140 de cada porção têm um meio de conexão para união das metades juntas. O meio de conexão 140 pode ser um zíper, material do tipo Velcro ou qualquer outro meio de conexão. O dispositivo auxiliar 130 é, de preferência, feito de um material durável tecido. Ele pode ser fios de algodão, náilon, poliéster ou uma combinação dos mesmos ou outro material adequado para a finalidade. Os fios são, de preferência, multifilamentos, mas podem também ser monofilamentos, monofilamentos pregueados, fibra torcida ou qualquer combinação dos mesmos. Embora um líder tecido seja mencionado, materiais não-tecidos, incluindo ligados por fiação reforçados e não reforçados, também poderíam ser usados. Material tricotado também pode ser usado. Material tecido triaxial também pode ser usado. A Figura 2 mostra como uma metade 220 de um dispositivo auxiliar de costura de acordo com a presente invenção é preso a um tecido 200. A meia porção 220 tem uma borda de conexão com elementos de conexão 230 para conexão com a outra metade do dispositivo, a qual é similarmente presa à outra extremidade do tecido. A borda de fixação 240 da peça 220 contém laços pré-formados presos ou elementos em espiral no sentido da largura ao longo da borda. Se o dispositivo é tecido, os laços de fixação 240 podem ser integralmente formados pelos fios do dispositivo ou, alternativamente, os laços podem ser presos â borda usando-se qualquer um dos métodos de fixação comumente usados na técnica.
Para prender o dispositivo ao tecido, os laços 240 são adaptados nos vazios 210 na superfície do tecido. Consequentemente, o dispositivo auxiliar de costura é preso diretamente ao tecido através de uso da estrutura do tecido. Em tal estrutura, por exemplo, um tecido em espiral, o dispositivo auxiliar de costura pode ser preso à superfície do tecido por meio dos elementos em "espiral" ou "laço" 240. Os mecanismos em "espiral" ou "laço" são adaptados aos vazios na superfície do tecido em espiral. Uma vez que esses elementos 240 tenham sido inseridos, os laços definem uma passagem através da qual um alfinete ou pino, um elemento ou cordão semelhante a fio, 250 pode ser dirigido para prender firmemente a borda à superfície. Consequentemente, um pino é inserido através dos laços interenredados 240 e dos vazios no tecido de forma a ancorar os mesmos no tecido. Isso impede que a borda de fixação se desprenda do tecido. Através de remoção do pino de ancoragem, a fixação pode simplesmente ser removida sem danificar a superfície do tecido.
Os laços de fixação 240 podem ser presos ao tecido pelo pino 250 conforme ilustrado na Fig. 2 ou os laços 240 podem se estender completamente através do tecido e se projetarem do lado anterior do tecido 200. Um pino pode, então, passar através dos laços presos 240. O alfinete ou pino de fio 250 pode se estender através da largura transversal total da máquina do tecido 200 ou ser apenas uma porção ou porções da mesma, na medida em que ele seja suficiente o bastante para ser eficaz. Deverá ser observado que o número de laços de fixação, quer eles sejam formados de fios na MD ou laços ou espirais individuais do dispositivo, deverá ser suficiente para proporcionar a resistência necessária para puxar o tecido durante instalação sobre a máquina, mas não deverá ser tão grande de modo a impedir a inserção dos laços no corpo do tecido ou do alfinete ou pino de fio em (e através) de tais áreas. Também, não existe necessidade de existir uma combinação um a um dos laços de fixação aos vazios do tecido. Isto é, nem todos os laços de fixação precisam ser empregados se o número de laços é maior do que o número de vazios.
Dessa maneira, cada metade do dispositivo é independentemente presa próximo de uma extremidade do tecido. A borda de fixação é, de preferência, presa uma distância a partir da extremidade do tecido que é substancialmente a mesma que o comprimento da porção; isto é, a distância da borda de fixação para a borda de conexão da porção. As metades são, então, unidas/conectadas juntas. Quando as bordas de conexão das porções presas são mantidas juntas, o dispositivo puxará as duas extremidades do tecido em proximidade uma da outra para costura.
Uma vez que o tecido tenha sido costurado, o pino 250 pode ser removido de cada metade do dispositivo, desse modo, soltando o dispositivo, com as extremidades do tecido agora estando costuradas juntas.
Vantajosamente, o dispositivo auxiliar de costura está posicionado quando as extremidades do tecido estão em proximidade íntima na costura, desse modo, proporcionando maior precisão e alinhamento. Também, uma vez que métodos de grampeamento ou costura não são usados, dano não ocorre ao tecido.
Modificações do acima serão óbvias para aqueles habilitados na técnica, mas não levarão a invenção assim modificada além do escopo da presente invenção.
Por exemplo, se o dispositivo auxiliar de costura é feito de tecido tecido, ele pode ser tecido de maneira a criar vazios para receber elementos 240. Esses vazios ou bandas não-tecidas na direção transversal podem ser formados simplesmente não tecendo em fios CD ou fios CD solúveis em água podem ser tecidos em e posteriormente dissolvidos ou os fios CD podem ser mecanicamente removidos através de emaranhados. De qualquer forma, isso deixa uma tira plana de tecido com áreas tecidas sobre cada lado dos fios MD. Esse tecido pode ser dobrado sobre si mesmo nessa banda não-tecida e os fios MD não ligados agora funcionam como laços. As extremidades tecidas podem ser costuradas ou grampeadas juntas e presas a um material em zíper. Isso também pode ser feito em partes do tecido não-tecidas, através de corte de tiras de material na MD e, desse modo, deixando tiras "vazias" na MD em sanduíche entre porções sólidas.
Alternativamente, se o tecido é tecido ou não-tecido, fios de fixação poderão ser ancorados ao tecido da maneira apresentada, por exemplo, em Rydin, publicação PCT WO 97/20105. Os elementos 240 poderíam ser acoplados ao mesmo por meio de pinos passando através dos elementos 240 e os laços assim formados com fios de fixação. Após a costura ser presa, os pinos são removidos.
Assim, pela presente invenção, seus objetivos e vantagens serão concretizados e embora modalidades preferidas tenham sido divulgadas e descritas em detalhes aqui, seu escopo não deverá estar limitado às mesmas; ao contrário, seu escopo deverá ser determinado por aquilo nas reivindicações em anexo.

Claims (21)

1. Dispositivo auxiliar de costura para auxiliar na costura de um tecido para fabricação de papel (100, 200), compreendendo: uma primeira porção possuindo uma primeira borda de fixação (170, 240) para a fixação ao tecido na direção transversal da máquina e uma primeira distância na direção da máquina a partir de uma primeira extremidade do tecido (110), e uma primeira borda de conexão; uma segunda porção tendo uma segunda borda de fixação (170, 240) para a fixação ao tecido na direção transversal da máquina e uma segunda distância na direção da máquina a partir de uma segunda extremidade (120) do tecido, e uma segunda borda de conexão (140); e a primeira borda de conexão sendo conectável à segunda borda de conexão (140), por onde as primeira e segunda extremidades do tecido são mantidas juntas para costura pelas primeira e segunda porções presas quando as primeira e segunda bordas de conexão são conectadas; o dispositivo sendo caracterizado por: a primeira borda de fixação (170, 240) ter elementos em espiral ou laço integrais (240) com os mesmos ou presos a laços formados nos mesmos, os quais são adaptados a vazios (150, 210) em ou são, de outro modo, presos à superfície do tecido e ancorados usando-se um alfinete ou pino de fio (250) ; a segunda borda de fixação (170, 240) possuir elementos em espiral ou laço integrais (240) com os mesmos ou presos a laços formados nos mesmos, os quais são adaptados a vazios (150, 210) em ou são, de outro modo, presos à superfície do tecido e ancorados usando-se um alfinete ou pino de fio (250).
2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda porções são substancialmente similares quanto à dimensão e as bordas de fixação e as bordas de conexão são paralelas.
3. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato da largura das primeira e segunda bordas de fixação ser substancialmente a largura do tecido.
4. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato da largura das primeira e segunda bordas de conexão ser substancialmente a largura do tecido.
5. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato da primeira distância da primeira extremidade do tecido ser substancialmente a distância da primeira borda de fixação (170, 240) até a primeira borda de conexão, e da segunda distância da segunda extremidade do tecido ser substancialmente a distância da segunda borda de fixação (170, 240) até a segunda borda de conexão (140).
6. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda bordas de conexão são compreendidas de elementos de interdigitação os quais formam um mecanismo do tipo zíper.
7. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda bordas de conexão são compreendidas de fechamentos do tipo Velcro.
8. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda bordas de fixação podem ser desprendidas do tecido, dessa maneira permitindo que o dispositivo seja removido após o tecido ser costurado.
9. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do tecido ser tecido, não-tecido ou ser formado em espirais ou laços.
10. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do tecido ser um tecido costurável na máquina.
11. Método para auxiliar na costura de um tecido para fabricação de papel (100, 200) empregando-se um dispositivo auxiliar de costura, compreendendo as etapas de: uma primeira etapa de fixação para a fixação ao tecido de uma primeira borda de fixação (170, 240) de uma primeira porção do dispositivo auxiliar de costura na direção transversal da máquina e uma primeira distância na direção da máquina a partir de uma primeira extremidade do tecido (110); uma segunda etapa de fixação para a fixação ao tecido de uma segunda borda de fixação (170, 240) de uma segunda porção do dispositivo auxiliar de costura na direção transversal da máquina e uma segunda distância na direção da máquina a partir de uma segunda extremidade do tecido (120); e uma etapa de conexão para conectar uma primeira borda de conexão da primeira porção do dispositivo auxiliar de costura a uma segunda borda de conexão da segunda porção do dispositivo auxiliar de costura, por onde as primeira e segunda extremidades do tecido são mantidas juntas para costura; o método sendo caracterizado por: a primeira borda de fixação (170, 240) estar presa mediante adaptação de elementos em espiral ou laço integrais (240) com os mesmos ou presos a laços formados nos mesmos a vazios (150, 210) em ou são, de outro modo, presos à superfície do tecido e ancoragem dos elementos usando-se um alfinete ou pino de fio (250); e a segunda borda de fixação (170, 240) estar presa mediante adaptação de elementos em espiral ou laço integrais (240) com os mesmos ou presos a laços formados nos mesmos a vazios (150, 210) em ou são, de outro modo, presos à superfície do tecido e ancoragem dos elementos usando-se um alfinete ou pino de fio (250) .
12. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de compreender ainda uma etapa de costura para costurar a primeira extremidade do tecido (110) à segunda extremidade do tecido (120).
13. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por compreender ainda uma etapa de remoção para remover o dispositivo auxiliar de costura por desprendimento das primeira e segunda bordas de fixação do tecido.
14. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda porções são substancialmente similares quanto à dimensão e as bordas de fixação e as bordas de conexão são paralelas.
15. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato da largura das primeira e segunda bordas de fixação ser substancialmente a largura do tecido.
16. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato da largura das primeira e segunda bordas de conexão ser substancialmente a largura do tecido.
17. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato da primeira distância da primeira extremidade do tecido ser substancialmente a distância da primeira borda de fixação (170, 240) até a primeira borda de conexão, e da segunda distância da segunda extremidade do tecido ser substancialmente a distância da segunda borda de fixação (170, 240) até a segunda borda de conexão (140).
18. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda bordas de conexão são compreendidas de elementos de interdigitação os quais formam um mecanismo em ziper.
19. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda bordas de conexão são compreendidas de fechamentos do tipo Velcro.
20. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato do tecido ser tecido, não-tecido ou ser formado em espirais ou laços.
21. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato do tecido ser costurado na máquina de papel.
BRPI0317632A 2002-12-27 2003-11-17 dispositivo auxiliar de costura e método para auxiliar na costura empregando-se o dito dispositivo BRPI0317632B1 (pt)

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