BRPI0318805B1 - Vetor de expressão e processo de produção de planta transgênica - Google Patents

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Cai-Zhong Jiang
Jaqueline E. Heard
Oliver Ratcliffe
Robert A. Creelman
Luc J. Adam
T. Lynne Reuber
Jose Luis Riechmann
Volker Haake
Arnold N. DuBell
James S. Keddie
Bradley K. Sherman
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Mendel Biotechnology, Inc.
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Abstract

polinucleotídeo recombinante, vetor de expressão, processo de produção de planta transgênica, plantas e sementes assim produzidas e construto de exprssão. a invenção refere-se a polipeptídeos de fator de transcrição de plantas, aos polinucleotídeos que codificam os mesmos, aos homólogos de uma variedade de espécie de planta e aos processos de utilização dos polinucleotídeos e dos polipeptídeos para a produção de plantas transgênicas que possuem propriedades vantajosas comparadas a uma planta de referência. a informação das sequências relacionadas a estes polinucleotídeos e polipeptídeos também pode ser utilizada em processos de busca por bioinformática e é também divulgada.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para VETOR DE EXPRESSÃO E PROCESSO DE PRODUÇÃO DE PLANTA TRANSGÊNICA. Pedido dividido do PI 0314389-9 de 18.09.2003.
Campo Técnico [0001] A presente invenção refere-se ao campo da biologia vegetal e às composições e aos métodos para a modificação do fenótipo de uma planta.
Antecedentes da Invenção [0002] As características de uma planta, tais como suas características bioquímicas, de desenvolvimento ou fenotípicas, podem ser controladas através de vários processos celulares. Uma forma importante de manipular tal controle é através de fatores de transcrição - proteínas que influenciam a expressão de um gene ou de conjuntos de genes particulares. As plantas transformadas e transgênicas compreendem células que possuem níveis alterados de pelo menos um fator de transcrição selecionado e podem possuir características vantajosas ou desejáveis. Estratégias para a manipulação das características através da alteração de um teor de fator de transcrição de uma célula vegetal podem, portanto, resultar em plantas e plantas de cultivo com propriedades comercialmente valiosas novas e/ou melhoradas.
[0003] Os fatores de transcrição podem modular a expressão gênica, aumentando ou diminuindo (induzindo ou reprimindo) a taxa de transcrição. Esta modulação resulta em níveis diferenciais de expressão gênica em vários estágios do desenvolvimento, em tecidos e células vegetais diferentes e em resposta a estímulos exógenos (por exemplo, ambientais) e endógenos diferentes ao longo de todo o ciclo
2/1027 de vida do organismo.
[0004] Devido ao fato de que os fatores de transcrição são elementos controladores importantes das vias biológicas, a alteração dos níveis de expressão de um ou mais fatores de transcrição pode alterar todas as vias biológicas em um organismo. Por exemplo, a manipulação dos níveis de fatores de transcrição selecionados pode resultar na maior expressão de proteínas ou biomoléculas economicamente úteis em plantas ou na melhoria de outras características relevantes para a agricultura.
De forma inversa, a expressão bloqueada ou reduzida de um fator de transcrição pode reduzir a biossíntese de compostos indesejáveis ou remover uma característica indesejável.
Portanto, a manipulação dos níveis dos fatores de transcrição em uma planta oferece um potencial enorme na biotecnologia da agricultura para a modificação das características de uma planta.
Um número das características relevantes para a agricultura de plantas e de características desejáveis que podem ser imbuídas através da expressão gênica do fator de transcrição modificado, é listado abaixo.
Tolerância ao
Resfriamento [0005] O termo sensibilidade ao resfriamento tem sido utilizado para descrever muitos tipos de danos fisiológicos produzidos a temperaturas baixas, mas acima das de congelamento. A maior parte das plantas de cultivo de origens tropicais, tais como a soja, o arroz, o milho e o algodão, é facilmente danificada pelo resfriamento. Os danos típicos causados pelo resfriamento incluem o murchamento, a necrose, a clorose ou o vazamento de íons
3/1027 das membranas celulares. Os mecanismos básicos da sensibilidade ao resfriamento ainda não são completamente entendidos, mas provavelmente envolvem o nível de saturação das membranas e outras deficiências fisiológicas. Por exemplo, a fotoinibição da fotossíntese (interrupção da fotossíntese por causa de altas intensidades de luz) ocorre frequentemente sob condições atmosféricas claras subsequentes a noites frias tardias do verão/outono. Através de algumas estimativas, o resfriamento contribui para perdas monetárias nos Estados Unidos (EUA) em segundo lugar perdendo somente para a seca e inundação. Por exemplo, o resfriamento pode levar a perdas de rendimento e à menor qualidade do produto através do amadurecimento retardado do milho. Uma outra consequência do crescimento fraco é a cobertura de crescimento bastante fraca na primavera, resultando frequentemente na erosão do solo, na maior ocorrência de plantas daninhas e menor captação de nutrientes. Uma captação retardada de nitrogênio mineral também poderia levar a maiores perdas de nitrato na água do solo.
Tolerância ao congelamento.
[0006] O congelamento é um estresse ambiental principal que limita onde as plantas de cultivo podem ser cultivadas e que reduz consideravelmente os rendimentos, dependendo do tempo em uma estação particular de cultivo. Em adição aos anos excepcionalmente estressantes que causam perdas mensuráveis de bilhões de dólares, um estresse menos extremo causa quase que certamente reduções menores nos rendimentos ao longo de áreas grandes para produzir reduções no rendimento de um valor similar em dólares a
4/1027 cada ano. Por exemplo, nos EUA, estima-se que os congelamentos precoces no outono de 1995 tenham causado perdas de mais de um bilhão de dólares no milho e na soja. A primavera de 1998 viu danos estimados de $ 200 M apenas na Geórgia nas indústrias do pêssego, do vacínio e do morango. Os congelamentos ocasionais na Flórida alteraram o cinturão de frutas cítricas mais ao sul por causa de perdas de $ 100 M ou maiores. A Califórnia sustentou danos de $ 650 M em 1998 nos plantios de plantas cítricas por causa de um congelamento no inverno. Em adição, certas plantas de cultivo, tal como, o Eucalyptus, que possui propriedades muito favoráveis de crescimento rápido e de boa qualidade de maderia para produção de pasta, não são capazes de crescer em estados do sudeste por causa dos congelamentos ocasionais.
[0007] A resistência ao inverno inerente à planta de cultivo determina em quais áreas agricultura esta pode sobreviver ao inverno. Por exemplo, para o trigo, a região central norte dos EUA possui invernos que são muito frios para boas plantações de trigo no inverno. Aproximadamente 20% do cultivo de trigo dos EUA correspondem ao trigo da primavera, com um valor de mercado de $ 2 bilhões. Áreas de cultivo do trigo da primavera poderiam se beneficiar através do cultivo de trigo do inverno que tivesse maior resistência ao inverno. Assumindo um aumento de rendimento de 25% quando se cultiva o trigo do inverno, isto criaria $500 M de valor aumentado. Adicionalmente, o trigo do inverno existente é gravemente estressado pelas condições de congelamento e deve possuir maiores rendimentos com uma tolerância maior a estes estresses. Uma estimativa do
5/1027 benefício do rendimento destas características é de 10% dos $ 4,4 bilhões do cultivo de trigo do inverno nos EUA ou um aumento no rendimento de $ 444 M, assim como uma melhor sobrevivência em condições extremas de congelamento que ocorrem periodicamente.
[0008] Assim, plantas mais resistentes ao congelamento, tanto congelamentos no meio do inverno quanto em congelamentos repentinos, protegeriam o investimento dos fazendeiros, aumentariam os rendimentos e a qualidade e permitiriam que agricultores em algumas regiões geográficas cultivassem plantas de cultivo mais vantajosas e produtivas. Adicionalmente, as plantas de cultivo de inverno, tais como, a canola, o trigo e a cevada possuem aumentos nos rendimentos de 25% até 50% em relação às variedades plantadas na primavera das mesmas plantas de cultivo. Este aumento no rendimento é devido ao head start que as plantas de cultivo plantadas no outono possuem em relação às plantas de cultivo plantadas na primavera e de atingirem a maturidade mais cedo embora as temperaturas, a umidade do solo e a falta de agentes patogênicos forneçam condições mais favoráveis.
Tolerância ao sal.
[0009] Um em cinco hectares de terra irrigada é danificado pelo sal, um fator histórico importante no declínio de sociedades agrárias antigas. Espera-se que esta condição apenas piore, reduzindo adicionalmente a disponibilidade da terra que pode ser arada e da produção das plantas de cultivo, uma vez que nenhuma das cinco plantas principais de cultivo para alimentação - trigo, milho, arroz, batatas e soja - pode tolerar sal em excesso.
6/1027 [0010] Os efeitos prejudiciais do sal sobre as plantas são uma consequência tanto do déficit hídrico resultante no estresse osmótico (similar ao estresse à seca) quanto aos efeitos dos íons de sódio em excesso sobre processos bioquímicos críticos. Assim como o congelamento e a seca, a alta quantidade de sais causa déficit hídrico; a presença de altos teores de sais dificulta que as raízes das plantas extraiam água de seu ambiente (Buchanan e outros (2000) em Biochemistry and Molecular Biology of Plants, American Society of Plant Physiologists, Rockville, MD). A salinidade do solo é assim uma das variáveis mais importantes que determina onde uma planta pode se desenvolver. Em muitas partes do mundo, áreas de terras de tamanho considerável não podem ser cultivadas por causa da salinidade naturalmente alta do solo. Para compactuar com o problema, a salinização de solos que são utilizados para a produção agrícola é um problema significativo e crescente nas regiões que se baseiam enormemente na agricultura. O último é compactuado através da superutilização, da superfertilização e da restrição de água, tipicamente causadas pela alteração climática e pelas demandas da população em crescimento. A tolerância aos sais tem importância particular precocemente no ciclo de vida de uma planta, uma vez que a evaporação da superfície do solo causa um movimento da água para cima e o sal se acumula na camada superior do solo onde as sementes são colocadas. Assim, a germinação ocorre normalmente a uma concentração de sais muito maior que o nível médio de sais no perfil de solo total.
Tolerância à seca.
7/1027 [0011] Embora a maior parte do clima que sofremos seja rápida e de vida curta, a seca é um fenômeno mais gradual, tomando conta lentamente de uma área e reforçando sua contenção com o tempo. Em casos graves, a seca pode durar por muitos anos e pode ter efeitos devastadores sobre a agricultura e os fornecimentos de água. Com a população em crescimento e a redução crônica da água doce disponível, a seca não é somente o problema relacionado ao clima de número um na agricultura, esta também é classificada como um dos maiores desastres naturais de todos os tempos, causando não somente danos econômicos, mas também perda de vidas humanas. Por exemplo, as perdas da seca dos EUA de 1988 excederam $ 40 bilhões, excedendo as perdas causadas pelo Furacão Andrew em 1992, as enchentes do Rio Mississipi de 1993 e o terremoto de São Francisco em 1989. Em algumas áreas do mundo, os efeitos da seca podem ser bem mais graves. No Horn da África, a seca de 1984-1985 levou a uma fome que matou 750.000 pessoas.
[0012] Os problemas para as plantas causados pela baixa disponibilidade de água incluem estresses mecânicos causados pela eliminação da água celular. A seca também faz com que as plantas fiquem mais susceptíveis a várias doenças (Simpson (1981) The Value of Physiological Knowledge of Water Stress in Plants, Em Water Stress on Plants, (Simpson, G. M., Ed), Praeger, NY, pp. 235-265).
[0013] Em adição as muitas regiões de terra do mundo que são tão áridas para a maioria, se não para todas as plantas de cultivo, o superuso ou a superutilização da água disponível é resultante em uma maior perda de terra que pode ser utilizada para a agricultura, um processo que,
8/1027 ao extremo, resulta na desertificação. O problema é ainda combinado pelo maior acúmulo de sais nos solos, como descrito anteriormente, que se adiciona à perda da água disponível nos solos.
[0014] O déficit hídrico é um componente comum de muitos estresses de plantas. O déficit hídrico ocorre em células vegetais quando a taxa total de respiração da planta excede a captação de água. Em adição à seca, outros estresses, tais como a salinidade e a temperatura baixa, produzem desidratação celular (McCue e Hanson (1990) Trends Biotechnol. 8: 358-362).
[0015] A transdução de sinal de estresses salino e hídrico consiste em vias de sinalização da homeostase iônica e osmótica. O aspecto iônico do estresse salino é sinalizado através da via SOS em que um complexo da proteína quinase SOS3-SOS2 que responde ao cálcio controla a expressão e a atividade dos transportadores de íons, tal como, o SOS1. A via que regula a homeostase iônica em resposta ao estresse salino foi revisada recentemente por Xiong e Zhu (2002) Plant Cell Environ. 25: 131-139.
[0016] O componente osmótico do estresse salino envolve reações complexas vegetais que se sobrepõem às respostas ao estresse hídrico e/ou ao frio.
[0017] Os aspectos comuns da resposta aos estresses a seca, ao frio e salino foram revisados recentemente por Xiong e Zhu (2002) supra). Estes incluem:
[0018] (a) alterações transitórias nos níveis citoplasmáticos de cálcio muito precocemente no evento de sinalização (Knight, (2000) Int. Rev. Cytol. 195: 269-324; Sanders e outros (1999) Plant Cell 11: 691-706);
9/1027 [0019] (b) transdução de sinal através de proteínas quinases ativadas por mitógenos e/ou dependentes de cálcio (CDPKs; ver Xiong e Zhu (2002) supra) e proteínas fosfatases (Merlot e outros (2001) Plant J. 25: 295-303; Tãhtiharju e Palva (2001) Plant J. 26: 461-470);
[0020] (c) aumentos nos níveis do ácido abscísico em resposta ao estresse ativando um subconjunto de respostas (Xiong e Zhu (2002) supra e referências contidas no mesmo);
[0021] (d) inositol fosfatos como moléculas sinais (pelo menos para um subconjunto das alterações transcricionais em resposta ao estresse (Xiong e outros (2001) Genes Dev. 15: 1971-1984));
[0022] (e) ativação de fosfolipases que por sua vez geram um arranjo distinto de moléculas de segundo mensageiro, algumas das quais poderiam regular a atividade de quinases que respondem ao estresse (a fosfolipase D funciona de uma forma independente ao ABA, Frank e outros (2000) Plant Cell 12: 111-124);
[0023] (f) indução de tipos de genes abundantes na embriogênese tardia (LEA) incluindo os genes COR/RD contendo CRT/DRE (Xiong e Zhu (2002) supra);
[0024] (g) níveis maiores de antioxidantes e osmólitos compatíveis, tais como a prolina e açúcares solúveis (Hasegawa e outros (2000) Annu. Rev. Plant Mol. Plant Physiol. 51: 463-499);
[0025] (h) acúmulo da espécie reativa do oxigênio tais como o superóxido, o peróxido de hidrogênio e radicais de hidroxila (Hasegawa e outros (2000) supra) .
[0026] A biossíntese do ácido abscísico é regulada
10/1027 através do estresse osmótico em várias etapas. A sinalizaçao ao estresse osmótico tanto dependente do ABA quanto independente do
ABA modifica primeiramente os fatores de transcriçao expressos de forma constitutiva, levando à expressao de ativadores da transcriçao de resposta inicial, que entao ativam os genes efetores da tolerância ao estresse a jusante.
Com base nas características comuns de muitos aspectos das respostas ao estresse ao frio, a seca e salino, pode ser concluído que os genes que aumentam a tolerância ao estresse ao frio ou salino podem aumentar a proteçao ao estresse a seca. Na verdade isto realmente foi demonstrado para os fatores de transcriçao (no caso de AtCBF/DREB1) e para outros genes, tal como, OsCDPK7 (Saijo e outros (2000) Plant J. 23: 319-327) ou AVP1 (uma bomba de prótons da pirofosfatase vacuolar; Gaxiola e outros (2001) Proc. Natl. Acad. Sci. USA 98: 11444-11449).
Tolerância ao calor.
[0028] A germinação de muitas plantas de cultivo é muito sensível à temperatura. Um fator de transcriçao que aumentaria a germinação em condições quentes seria útil para as plantas de cultivo que são plantadas tardiamente na estação ou em climas quentes. As plantas jovens e as plantas maduras que são expostas ao calor excessivo podem sofrer choque térmico, que pode ocorrer em vários órgãos, inclusive nas folhas e particularmente no fruto, quando a transpiração é insuficiente para vencer o estresse térmico. O calor também danifica as estruturas celulares, incluindo as organelas e o citoesqueleto e prejudica a função das membranas (Buchanan, supra).
11/1027 [0029] O choque térmico pode resultar de um decréscimo na síntese global das proteínas, acompanhado pela expressão de proteínas do choque térmico. As proteínas do choque térmico funcionam como acompanhantes e estão envolvidas no redobramento das proteínas desnaturadas pelo calor.
Tolerância a baixos níveis de nitrogênio e de fósforo.
[0030] A capacidade de todas as plantas de remover nutrientes de seu ambiente é essencial para a sobrevivência. Assim, a identificação de genes que codificam polipeptídeos com atividade de fator de transcrição pode permitir a geração de plantas transgênicas que são mais capazes de fazer uso de nutrientes disponíveis em ambientes pobres em nutrientes.
[0031] Dentre os macronutrientes mais importantes para o cultivo de plantas que possuem o maior impacto sobre o rendimento das plantas de cultivo estão os compostos que contêm nitrogênio e fósforo. Os fertilizantes que contêm nitrogênio e fósforo são utilizados de forma intensiva nas práticas agrícolas atualmente. Um aumento nos rendimentos de plantas de cultivo de grãos de 0,5 até 1,0 tonelada métrica por hectare até 7 toneladas métricas por hectare acompanhou o uso de fertilizante comercial de nitrogênio fixado na produção agrícola (Vance (2001) Plant Physiol 127: 390-397). Dadas as práticas atuais, com a finalidade de satisfazerem as demandas de produção de alimentos nos anos que virão, serão necessários aumentos consideráveis na quantidade de fertilizantes que contêm nitrogênio e fósforo (Vance, supra).
[0032] O nitrogênio (N) é o elemento mais abundante
12/1027 na terra e ainda é um dos elementos mais limitantes para o cultivo de plantas por causa de sua falta de disponibilidade no solo. As plantas obtêm o N do solo partindo de várias fontes incluindo fertilizantes comerciais, adubo e mineralização da matéria orgânica. O uso intensivo de fertilizantes com N nas presentes práticas agrícolas é problemático, o processo de Haber-Bosch de energia intensiva produz fertilizante com N e estima-se que os EUA utilizem anualmente entre 3-5% do gás natural da nação para este processo. Em adição ao custo da produção de fertilizantes com N e a eliminação de fontes nãorenováveis, o uso de fertilizantes com N levou à eutroficação de ecossistemas de água doce e à contaminação da água potável por causa do escoamento do fertilizante em excesso nos suprimentos de águas profundas.
[0033] O fósforo (P) é o segundo somente em relação ao N em sua importância como um macronutriente para o cultivo de plantas e para seu impacto sobre o rendimento das plantas de cultivo. O fósforo é extremamente imóvel e não fica facilmente disponível para as raízes no solo e é, portanto, frequentemente limitante do crescimento das plantas. O fosfato inorgânico (Pi) é um constituinte de várias moléculas importantes necessárias para a transferência de energia, para a regulação metabólica e para a ativação de proteínas (Marschner (1995) Mineral Nutrition of Higher Plants, 2a ed., Academic Press, São Diego, CA). As plantas evoluíram várias estratégias para auxiliar a lidar com a falta de P e N que incluem adaptações metabólicas assim como do desenvolvimento. A maior parte, se não todas, destas estratégias possuem
13/1027 componentes que são regulados no nível da transcrição e, portanto, são tratáveis à manipulação através dos fatores de transcrição. As adaptações metabólicas incluem o aumento da disponibilidade de P e de N através do aumento da captação do solo através da indução de transportadores de alta afinidade e de baixa afinidade e/ou do aumento da mobilização de P e de N na planta. As adaptações do desenvolvimento incluem aumentos nas raízes primárias e secundárias, aumentos no número e no comprimento dos pelos das raízes e associações com fungos micorrizais (Bates e Lynch (1996) Plant Cell Environ. 19: 529-538; Harrison (1999) Annu. Rev. Plant Physiol. Plant Mol. Biol. 50: 361389).
Resistência a doenças.
[0034] O controle de doenças é um custo significativo na produção de plantas de cultivo por todo o mundo. De acordo com os relatórios da EPA para 1996 e 1997, os fazendeiros dos EUA gastam aproximadamente $ 6 bilhões em fungicidas anualmente. Apesar deste gasto, de acordo com uma inspeção realizada pela organização de alimentos e agricultura, as doenças de plantas ainda reduzem a produtividade das plantas de cultivo por todo o mundo em 12% e somente nos EUA, as perdas econômicas causadas pelos agentes patogênicos vegetais chegam a 9,1 bilhões de dólares (FAO, 1993). Os dados destes relatórios e de outros demonstram que apesar da disponibilidade do controle químico, somente uma pequena proporção das perdas causadas por doenças pode ser prevenida. Não somente os tratamentos fungicidas e antibacterianos são caros para os fazendeiros, mas sua aplicação espalhada impõe riscos tanto ambientais
14/1027
quanto para a saúde. O uso da biotecnologia vegetal para
engenheirar plantas de cultivo resistentes tem o potencial
de produzir um impacto econômico significativo sobre a
agricultura e as indústrias florestais de duas formas:
reduzindo os custos monetários e ambientais da aplicação de
fungicidas e reduzindo tanto as perdas pré-colheita quanto
pós-colheita das plantas de cultivo que ocorrem atualmente
apesar do uso de práticas de controle de doenças caras.
[0035] As doenças causadas por fungos, bactérias,
oomicetos, vírus e nematóides de plantas são problemas ubíquos e importantes e frequentemente têm impacto grave sobre o rendimento e a qualidade da planta de cultivo e de outras plantas. Alguns poucos exemplos de doenças de plantas incluem:
[0036] O míldio em pó, causado pelos fungos
Erysiphe, Sphaerotheca, Phyllactinia, Microsphaera,
Podosphaera ou Uncinula, por exemplo, no trigo, no feijão, nas cucurbitáceas, na alface, na ervilha, da uva, nas
plantas de cultivo de árvores frutíferas, assim como.
rosas, flox, lilás, gramíneas e Euonymus;
[0037] As doenças causadas por Fusarium, tais como,
o murchamento por Fusarium em cucurbitáceas, bolha
principal de Fusarium na cevada e no trigo, murchamento e
apodrecimento das raízes no tomate;
[0038] Morte súbita do carvalho, causada pelo
oomiceto Phytophthora ramorum; esta doença foi detectada
primeiro em 1995 em carvalhos castanhos da Califórnia. A
doença, desde então, matou mais de 100.000 carvalhos castanhos, carvalhos que vivem na costa, carvalhos negros e carvalhos de Shreve nas regiões costais do norte da
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Califórnia e mais recentemente no sudoeste do Oregon (Roach (2001) National Geographic News, 6 de dezembro de 2001);
[0039] Sigatoka Negra, uma doença fúngica causada pelas espécies de Mycosphaerella que ataca a folhagem da banana, está se espalhando ao longo de todas as regiões do mundo que são responsáveis pela produção da maior parte do plantio de banana;
[0040] O dessecamento progressivo por Eutypa, causada por Eutypa lata, afeta um número de plantas de cultivo, inclusive a uva de vinícola. O dessecamento progressivo por Eutypa retarda o surgimento de brotos e causa a clorose, interrupção do crescimento e esfarrapamento das folhas;
[0041] A doença de Pierce, causada pela bactéria Xylella fastidiosa, interrompe o crescimento de uvas no sudeste dos Estados Unidos e ameaça a indústria vinícola rentável no norte da Califórnia. A bactéria obstrui o sistema vascular das uvas vinícolas, resultando na secagem folhar seguida pela morte lenta das vinhas. Não há tratamento conhecido para a doença de Pierce;
[0042] Manchas Bacterianas causadas pela bactéria Xanthomonas campestris causa problemas de doenças graves nos tomates e nas pimentas. É um problema significativo na indústria de tomates da Flórida porque se espalha rapidamente, especialmente em períodos quentes quando há chuva com vento. Sob estas condições, não há medidas de controle adequadas;
[0043] As doenças causadas por vírus da família Geminiviridae constituem um problema agrícola crescente por todo o mundo. Os geminivírus causaram perdas graves no
16/1027 cultivo do tomate, mandioca e algodão. Por exemplo, na estação de cultivo de 1991-1992 na Flórida, os geminivírus causaram $ 140 milhões em danos no plantio do tomate (Moffat (1991) Science 286: 1835) . Os geminivírus possuem a capacidade de se recombinar entre cepas para produzir novas variedades virulentas rapidamente.
necessidade urgente de um controle
Portanto, há uma para geminivírus de amplo espectro;
nematóide encistado da soja, Heterodera glycines, causa interrupção do crescimento e clorose das plantas de soja, que resultam em perdas no rendimento ou na morte da planta causada pela infestação grave. As perdas anuais nos Estados Unidos foram estimadas em $
1,5 bilhões [0045] anteriormente
Minnesota Extension Service).
Os agentes patogênicos mencionados representam uma fração muito pequena de espécies diversas que afetam gravemente a saúde e rendimento das plantas. Para uma descrição mais completa de várias doenças vegetais, ver, por exemplo, Vidhyasekaran (1997, Fungal Pathogenesis in Plants and Crops: Molecular Biology and Host Defense Mechanisms, Marcel Dekker, Monticello, NY) ou Agrios (1997, Plant Pathology, Academic Press, Nova York, NY). As plantas que são capazes de resistir à doença podem produzir rendimentos significativamente maiores e melhor qualidade dos alimentos. É assim de importância considerável encontrar genes que reduzem ou previnem doenças.
Impedimento reduzido à sombra.
[0046] O impedimento à sombra descreve o processo em que as plantas que crescem em proximidade íntima tentam
17/1027 competir uma com as outras através do aumento do comprimento dos caules às custas do desenvolvimento folhar, de frutos e de órgãos de armazenamento. Isto é causada pela resposta da planta à radiação far infravermelha refletida pelas folhas de plantas vizinhas, que é mediada pelos fotorreceptores para o fitocromo. A proximidade íntima com outras plantas, como é produzida em plantações de plantas de cultivo de alta densidade, aumenta a proporção relativa da irradiação de far infravermelho e, portanto, induz a resposta de impedimento da sombra. O impedimento à sombra afeta adversamente a biomassa e o rendimento, particularmente quando folhas, frutos ou outros órgãos de armazenamento constituem a planta de cultivo desejada (ver, por exemplo, Smith (1982) Annu. Rev. Plant Physiol. 33: 481-518; Ballare e outros (1990) Science 247: 329-332; Smith (1995) Annu. Dev. Plant Physiol. Mol. Biol., 46: 289315; e Schmitt e outros (1995), American Naturalist, 146: 937-953). Foi mostrado que a alteração da resposta de impedimento da sombra no tabaco através da alteração de níveis de fitocromos produz um aumento no índice de colheita (biomassa folhar/biomassa total) a uma alta densidade de plantação, que resultaria em um maior rendimento (Robson e outros (1996) Nature Biotechnol. 14: 995-998).
Tempo alterado de florescência e controle da florescência.
[0047] A sincronia da florescência possui um impacto significativo sobre a produção de produtos agrícolas. Por exemplo, variedades com respostas diferentes de florescência às informações ambientais são necessárias para adaptar as plantas de cultivo a regiões ou sistemas de
18/1027 produção diferentes. Tal faixa de variedades foi desenvolvida para muitas plantas de cultivo, incluindo o trigo, o milho, a soja e o morango. Métodos melhorados para a alteração do tempo de florescência facilitarão o desenvolvimento de variedades novas adaptadas geograficamente.
Os programas de reprodução para desenvolvimento de novas variedades podem ser limitados pelo ciclo semente-a-semente. Assim, as novas variedades de reprodução de plantas com ciclos de vários anos (tais como, bienais, por exemplo, a cenoura ou as árvores frutíferas, tais como as de frutas cítricas) podem ser muito lentas. Em relação aos programas de reprodução, haveria uma vantagem significativa em se ter plantas comercialmente valiosas que exibem períodos que podem ser controlados e modificados para a florescência (tempos de florescência). Por exemplo, a florescência acelerada encurtaria os programas de reprodução de plantas de cultivo e de árvores.
[0049] O controle melhorado da florescência permite que mais de uma plantação e uma colheita de uma planta de cultivo sejam feitas dentro de uma única estação. A florescência precoce também melhoraria o tempo para colher as plantas em que a parte floral da planta constitui o produto (por exemplo, brócolis, couve-flor e outras flores comestíveis). Em adição, o controle químico da florescência através da indução ou da inibição da florescência nas plantas poderia oferecer uma vantagem significativa para os agricultores que poderiam fornecer uma produção mais uniforme de frutos (por exemplo, no morango).
[0050]
Um número bastante grande de plantas para as
19/1027 quais a parte vegetativa da planta forma o cultivo valioso, tende a florescer de forma precoce drasticamente (por exemplo, espinafre, cebola, alface), após o que a produção da biomassa declina e a qualidade do produto diminui (por exemplo, através da senescência ativada pela florescência de partes vegetativas). O retardo ou a prevenção da florescência também pode reduzir ou evitar a disseminação de pólen de plantas transgênicas.
Maior tamanho e biomassa.
[0051] A capacidade de aumentar a biomassa ou o tamanho de uma planta possui várias aplicações comerciais importantes. Podem ser geradas espécies de plantas de cultivo que produzem rendimentos mais altos em cultivares maiores, particularmente aqueles em que a parte vegetativa da planta é comestível. Por exemplo, o aumento da biomassa folhar das plantas pode aumentar o rendimento dos vegetais de folhas para consumo humano ou animal. Adicionalmente, o aumento da biomassa folhar pode ser utilizado para aumentar a obtenção de produtos farmacêuticos ou industriais derivados de plantas. Aumentando a biomassa da planta, podem ser obtidos níveis de produção maiores dos produtos partindo das plantas. As folhas do tabaco, em particular, foram empregadas como fábricas vegetais para gerar tais produtos. Além disso, pode ser desejável aumentar os rendimentos do plantio de plantas através do aumento da fotossíntese total da planta. Um aumento na fotossíntese total da planta é tipicamente conseguido através do aumento da área folhar da planta. A capacidade fotossintética adicional pode ser utilizada para aumentar o rendimento derivado de um tecido vegetal particular, incluindo as
20/1027 folhas, as raízes, os frutos ou a semente. Em adição, a capacidade de modificar a biomassa das folhas pode ser útil para permitir o crescimento de uma planta sob intensidade reduzida da luz ou sob intensidade alta da luz. A modificação da biomassa de um outro tecido, tal como, das raízes, pode ser útil para aumentar a capacidade da planta de crescer sob condições ambientais rigorosas, incluindo a seca ou a falta de nutrientes, porque as raízes podem crescer mais profundamente no solo. A maior biomassa pode também ser uma consequência de algumas estratégias para a maior tolerância aos estresses, tal como, o estresse, a seca. O início de um crescimento vegetal em resposta a um estresse (por exemplo, expansão de órgãos laterais, aumento na circunferência do caule etc.) pode ser retardado para possibilitar que a planta ative respostas adaptativas. A taxa de crescimento que é menos sensível ao controle induzido pelo estresse pode resultar em um maior tamanho de planta, particularmente na fase tardia do desenvolvimento.
[0052] Para algumas plantas ornamentais, a capacidade de produzir variedades maiores seria altamente desejável. Para muitas plantas, incluindo árvores que carregam frutos, árvores que são utilizadas para a produção de madeiras para construção ou árvores e arbustos que servem como visor ou proteção contra o vento, a maior estatura fornece melhores benefícios nas formas de rendimento maior ou melhor seleção.
[0053] Devido ao fato de que o maior rendimento pode ser bastante valioso para os cultivadores, acredita-se que haja uma oportunidade comercial significativa para a engenharia da tolerância ou da resistência a agentes
21/1027 patogênicos utilizando plantas transgênicas com expressão alterada dos presentes fatores de transcrição vegetais. As plantas de cultivo engenheiradas dessa maneira fornecerão maiores rendimentos e podem ser utilizadas para melhorar a aparência de plantas ornamentais. A presente invenção satisfaz uma necessidade na técnica através do fornecimento de novas composições que são úteis para a engenharia de plantas com maior biomassa ou tamanho e que possuem o potencial de aumentar o rendimento.
Taxa de crescimento modificada.
[0054] Para quase todas as plantas de cultivo comerciais, é desejável utilizar plantas que se estabeleçam mais rapidamente, uma vez que as plantas novas partindo de sementes e as plantas jovens são particularmente susceptíveis às condições de estresse, tal como, a salinidade ou doença. Uma vez que muitas ervas daninhas podem crescer mais que as plantas de cultivo jovens ou competir com as mesmas por nutrientes, seria também desejável determinar meios para permitir que plantas de cultivo jovens competissem com as espécies daninhas. O aumento da taxa de crescimento das plantas jovens partindo de sementes (emergência) contribui para o vigor da planta jovem partindo de sementes e permite que as plantas de cultivo sejam plantadas mais cedo na estação com menor preocupação em relação a perdas causadas pelos fatores
ambientais. O plantio mais cedo auxilia a adicionar dias ao
período crítico de preenchimento dos grãos e aumenta o
rendimento.
[0055] O fornecimento de meios para acelerar ou
para retardar o crescimento vegetal seria também desejado
22/1027 para a horticultura ornamental. Se tais meios forem fornecidos, as plantas de crescimento lento podem exibir uma produção de pólen ou um período de frutificação prolongado, aumentando assim a fertilização ou estendendo a estação de colheita.
Senescência e morte celular modificadas.
[0056] A senescência prematura, ativada por vários estresses de plantas, pode limitar a produção tanto da biomassa de folhas quanto do rendimento de sementes. Os genes dos fatores de transcrição que suprimem a senescência ou a morte celular prematura em resposta aos estresses podem fornecer meios para aumentar o rendimento, particularmente para as plantas para as quais a parte vegetativa da planta representa o produto comercial (por exemplo, espinafre, alface).
[0057] Embora se acredite que a senescência folhar seja uma adaptação evolutiva para reciclar os nutrientes, a capacidade de controlar a senescência em uma unidade agrícola possui valor significativo. Por exemplo, um retardo na senescência folhar em alguns híbridos do milho está associado com um aumento significativo nos rendimentos e um retardo de alguns dias na senescência de plantas de soja pode ter um grande impacto sobre o rendimento. Em uma unidade experimental, as plantas de tabaco engenheiradas para inibir a senescência folhar possuíam um tempo de vida fotossintético mais longo e produziam um aumento de 50% no peso seco e no rendimento de sementes (Gan e Amasino (1995) Science 270: 1986-1988). A senescência floral retardada pode gerar plantas que mantêm suas florescências mais tempo e isto pode ter interesse potencial para a indústria da
23/1027 horticultura ornamental e a senescência retardada folhar e de frutos poderia aumentar a meia-vida pós-colheita do produto.
[0058]
Ainda, a morte celular programada desempenha uma função em outras respostas da planta, incluindo a resposta de resistência a doença e alguns sintomas de doenças, por exemplo, que são causados por agentes patogênicos necrotróficos, tais como, Botrytis cinerea e
Sclerotinia sclerotiorum (Dickman e outros Proc. Natl.
Acad.
Sci. ,
98: 6957-6962)
A senescência localizada e/ou a morte celular podem ser utilizadas pelas plantas para conter o espalhamento de microorganismos prejudiciais. Uma resposta à morte celular localizada específica, a resposta hipersensível é um componente de resistência à doença específica ao tipo mediada por genes de resistência da planta. Acredita-se que a resposta hipersensível é auxilia a limitar o crescimento de agentes patogênicos e a iniciar uma via de transdução de sinal que leva à indução de defesas sistêmicas da planta. A senescência acelerada pode ser uma defesa contra agentes patogênicos obrigatórios, tal como, o míldio em pó que conta com o tecido vegetal saudável para nutrientes. Em relação ao míldio em pó, Botrytis cinerea, Sclerotinia sclerotiorum e outros agentes patogênicos, os fatores de transcrição que melhoram a morte celular e/ou os danos podem reduzir as perdas econômicas significativas encontradas, tal como, por exemplo, Botrytis cinerea no morango e na uva.
Sensibilidade alterada aos açúcares [0059] Os açúcares são moléculas reguladoras importantes que afetam processos diversos nas plantas
24/1027 superiores incluindo a germinação, o florescência, a senescência, o metabolismo crescimento, dos açúcares fotossíntese. A sacarose , por exemplo, é a forma de transporte principal do produto da fotossíntese e foi mostrado que seu fluxo através das células afetam expressão gênica e altera o acúmulo de compostos de armazenamento nas sementes (relações fonte-sumidouro).
sensibilidade a hexose específica à glicose também foi descrita em plantas e está implicada na divisão celular e na repressão de genes de inanição (fotossintéticos ou ciclos do glioxilato).
Morfologia alterada ramificados uma planta.
bioquímicos
Os tricomas são crescimentos ou não-ramificados ou estruturas
Os tricomas produzem uma variedade epidérmicos de pelos em de produtos secundários, tais como, os diterpenos e as ceras, os primeiros sendo importantes, por exemplo, como feromônios para insetos e as últimas como protetoras contra a dessecação e pragas herbívoras.
Uma vez que os diterpenos também possuem valor comercial como sabores, aromas, pesticidas e produtos cosméticos e valor potencial como agentes antitumor e substâncias mediadoras da inflamação, têm sido tanto produtos quanto o alvo de pesquisa considerável. Na maior parte dos casos em que as vias metabólicas são impossíveis de serem engenheiradas, o aumento da densidade ou do tamanho dos tricomas nas folhas pode ser a única forma de aumentar a produtividade da planta. Assim, seria vantajoso descobrir os genes dos fatores de transcrição que afetam os tricomas com a finalidade de aumentar a densidade, o tamanho ou o tipo dos
25/1027 tricomas para produzir plantas que são mais bem protegidas
de insetos ou que produzem maiores quantidades de
metabólitos secundários.
[0061] A capacidade de manipular a composição, a
quantidade ou a distribuição das ceras poderia modificar a tolerância da planta à seca e à baixa umidade ou a resistência a insetos, assim como, a aparência da planta. Em particular, uma aplicação possível para um gene de fator de transcrição que reduz a produção de cera nos revestimentos de sementes de girassol seria reduzir o
acúmulo de resíduos durante o processamento do óleo das
sementes. O anti-sentido ou a co-supressão de fatores de
transcrição envolvidos na biossíntese da cera de uma
maneira específica ao tecido pode ser utilizada para alterar especificamente a composição, a quantidade ou a distribuição da cera nas plantas e plantios dos quais a cera é um atributo ou um produto valioso ou um constituinte indesejável das plantas.
[0062] Em muitos exemplos, as sementes de uma planta constituem uma planta de cultivo valiosa. Estas incluem, por exemplo, as sementes de muitos legumes, nozes
e grãos. A descoberta de meios para a produção de uma
semente maior forneceria um valor significativo através da realização de um aumento no rendimento do plantio.
[0063] As modificações na estrutura das flores
podem ter efeitos vantajosos ou deletérios sobre a
fertilidade e poderiam ser utilizadas, por exemplo, para
aumentar a fertilidade através da ausência, da redução ou
da seleção de componentes reprodutivos. Isto poderia ser
uma característica desejável, uma vez que poderia ser
26/1027 explorada para prevenir ou para minimizar a fuga de pólen de organismos modificados geneticamente no ambiente.
[0064] A manipulação dos padrões de ramificação da inflorescência também pode ser utilizada para influenciar no rendimento e oferecer o potencial para técnicas de colheita mais eficientes. Por exemplo, uma mutação autopoda do tomate resulta em um padrão de crescimento determinado e facilita a colheita mecânica (Pnueli e outros (2001) Plant Cell 13(12): 2687-2702).
[0065] Outras características morfológicas que podem ser desejáveis em plantas incluem as de uma natureza ornamental. Estas incluem alterações na coloração das sementes, na coloração total, da forma das folhas e das flores, na coloração das folhas, no tamanho das folhas ou no brilho das folhas. As alterações na coloração da planta ou de partes da planta, causadas através da modificação, por exemplo, dos níveis de antocianina, forneceriam novas características morfológicas.
[0066] As plantas que produzem folhas escuras podem ter benefícios para a saúde humana; os flavonóides, por exemplo, têm sido utilizados para inibir o crescimento de tumores, prevenir a perda óssea e para a prevenção da oxidação de lipídeos em animais e seres humanos. As plantas em que o tamanho das folhas é maior, forneceriam provavelmente maior biomassa, que seria particularmente valioso para as plantas de cultivo em que a parte vegetativa da planta constitui o produto. As plantas com folhas brilhosas produzem geralmente mais cera epidérmica que, se pudesse ser aumentada, resultaria em uma aparência prazerosa para muitas plantas ornamentais, auxiliaria na
27/1027 prevenção da dessecação e resistiria a insetos herbívoros e agentes causadores de doenças. As plantas com a inflorescência alterada, incluindo, por exemplo, flores maiores ou configurações florais distintas, podem ter alto valor na indústria da horticultura ornamental.
[0067] As alterações da dominância apical ou da arquitetura da planta criariam novas variedades de plantas. Plantas anãs podem ter interesse potencial para a indústria da horticultura ornamental e plantas menores mais na forma de arbustos podem também ter maior resistência à acomodação.
Óleo alterado das sementes [0068] A composição de sementes, particularmente em relação à quantidade e/ou à composição do óleo das sementes, é muito importante para o valor nutricional e para a produção de vários alimentos e produtos alimentícios. As melhorias desejáveis aos óleos incluem maior estabilidade ao calor, maior qualidade nutricional, por exemplo, através da redução do número de calorias na semente, aumento do número de calorias em produtos alimentícios para animais ou alteração da proporção de lipídeos saturados até insaturados que compreendem os óleos.
Proteína alterada das sementes [0069] Assim como com os óleos das sementes, o teor e a composição das proteínas das sementes é muito importante para o valor nutricional e para a produção de vários alimentos e produtos alimentícios. O teor ou a concentração alterada de proteínas nas sementes pode ser utilizada para fornecer vantagens nutricionais e podem
28/1027 ainda prolongar a capacidade de armazenamento, aumentar a resistência a pragas ou a doenças da semente ou modificar as taxas de germinação. A composição alterada de aminoácidos das sementes, através da composição alterada de proteínas, é também um objetivo desejado para a melhoria nutricional.
Prenil lipídeos alterados.
Os prenil lipídeos, incluindo os tocoferóis, desempenham uma função na ancoragem das proteínas nas membranas ou nas organelas membranosas.
Os tocoferóis possuem tanto atividade antioxidante quanto de vitamina E.
A composição modificada dos tocoferóis das plantas pode assim ser útil para melhorar a integridade e a função das membranas, que podem atenuar os estresses abióticos, tal como, o estresse térmico. O aumento do teor de antioxidante e de vitamina de plantas através do teor aumentado de tocoferóis pode fornecer benefícios úteis para a saúde humana.
Níveis alterados de glicosinolato [0071] Os aumentos ou os decréscimos no teor de glicosinolatos específicos ou de glicosinolatos totais podem ser desejáveis dependendo da aplicação particular. Por exemplo: (i) os glicosinolatos são componentes indesejáveis de sementes oleosas utilizadas na alimentação animal, uma vez que produzem efeitos tóxicos; variedades de canola com baixo teor de glicosinolatos foram desenvolvidas para combater este problema; (ii) alguns glicosinolatos possuem atividade anticâncer; assim, o aumento dos níveis ou a composição destes compostos pode ser utilizada na produção de produtos nutracêuticos; e (iii) os
29/1027 glicosinolatos fazem parte da defesa natural de uma planta contra insetos; uma modificação da composição ou da quantidade de glicosinolatos poderia, portanto, fornecer uma maior proteção dos herbívoros. Além disso, promotores específicos ao tecido podem ser utilizados em plantas de cultivo comestíveis para garantir que estes compostos se acumulem especificamente nos tecidos particulares, tal como, a epiderme, que não é utilizada para o consumo humano.
[0072] Foram identificados polinucleotídeos que codificam fatores de transcrição, desenvolvidas várias plantas transgênicas utilizando estes polinucleotídeos e as plantas foram analisadas em relação a uma variedade de características importantes. Fazendo isso, foram identificadas sequências importantes de polinucleotídeos e de polipeptídeos para a produção de plantas e plantios comercialmente valiosos assim como métodos para a produção dos mesmos utilizando os mesmos. Outros aspectos e modalidades da invenção são descritos abaixo e podem ser derivados dos ensinamentos desta divulgação como um todo. Sumário da Invenção [0073] A presente invenção está direcionada a novos polinucleotídeos recombinantes, às plantas transgênicas que compreende os polinucleotídeos e aos processos para a produção das plantas transgênicas.
[0074] Os polinucleotídeos recombinantes podem incluir qualquer uma das sequências a seguir:
[0075] as sequências de nucleotídeos encontradas na listagem de sequência;
[0076] sequências de nucleotídeos que codificam
30/1027 polipeptídeos encontrados na listagem de sequências;
[0077] variações de sequências que têm pelo menos 70% de identidade de sequência a qualquer uma das sequências de nucleotídeos de (a) ou (b);
[0078] sequências de nucleotídeos ortólogas e parálogas que têm pelo menos 70% de identidade de sequência a qualquer uma das sequências de nucleotídeos de (a) ou (b) ;
[0079] sequência de nucleotídeos que se hibridizam com qualquer uma das sequências de nucleotídeos de (a) ou (b) sob condições rigorosas, que pode incluir, por exemplo, a hibridização com etapas de lavagem de 6x SSC e 65°C durante dez até trinta minutos por etapa; e [0080] sequências de nucleotídeos que codificam um polipeptídeo que possui um domínio conservado necessário para a função de regulação da transcrição e para a alteração de uma característica em uma planta transgênica, o domínio conservado sendo pelo menos 70% idêntico a um domínio conservado de um polipeptídeo da invenção (isto é, um polipeptídeo listado na listagem de sequências ou
codificado por qualquer uma das sequências de nucleotídeos
anteriores).
[0081] A invenção se refere ainda a plantas
transgênicas que podem ser produzidas através da
transformação de plantas com qualquer polinucleotídeo
recombinante da invenção . Devido à função destes
polinucleotídeos, a planta transgênica ficará alterada fenotipicamente quando comparada com uma planta do tipo selvagem. As características que podem ser alteradas através da transformação de uma planta com um dos
31/1027 polinucleotídeos presentes sao numerosas e variadas e podem incluir, por exemplo:
[0082: ] maior tolerância a vários estresses
abióticos, incluindo os estresses ao frio, ao calor, ao
congelamento, a condições de baixo teor de nitrogênio e de
fósforo, osmótico tal como, a seca e com altas
concentrações de sais;
[0083: maior tolerância à doença, incluindo doença
fúngica e particularmente Erysiphe, Fusarium e Botrytis; os
presentes polinucleotídeos podem ser utilizados para
conferir maior tolerância a vários agentes patogênicos em plantas transformadas;
[0084] sensibilidade ou resistência alterada a
tratamentos que incluem o glifosato, o ABA e o ACC,
[0085: ] sensibilidade alterada ao carbono/nitrogênio
(C/N);
[0086: tempo de florescência avançado ou retardado;
[0087: características florais alteradas, tais
como, estrutura da flor, perda da determinação da flor ou fertilidade reduzida;
[0088] desenvolvimento alterado do meristema do
broto, morfologia alterada do caule e estrutura do tecido
vascular e padrões alterados de ramificação;
[0089: dominância apical reduzida;
[0090: densidade, desenvolvimento ou estrutura
alterada do tricoma;
[0091: desenvolvimento alterado da raiz, incluindo
a massa, a ramificação da raiz e os pêlos radiculares;
[0092: impedimento alterado à sombra;
[0093: características alteradas da semente, tal
32/1027 como, tamanho, teor de óleos, teor de proteínas, desenvolvimento, amadurecimento, germinação ou teor de prenil lipídeo;
características alteradas da folha, incluindo tamanho, massa, forma, cor, brilho, teor de prenil lipídeo e outras modificações químicas;
[0095] crescimento mais lento ou mais rápido que o tipo selvagem;
diferenciação celular alterada diferenciação, proliferação e expansão celular alteradas;
modificação alterada de fase;
senescência, morte celular programada e necrose alteradas;
maior tamanho e/ou biomassa da planta, incluindo plantas novas partindo de semente maiores que os controles; plantas anãs; e níveis alterados de pigmentos, incluindo a antocianina, em vários tecidos de plantas.
Os métodos para a produção de plantas transgênicas que possuem características alteradas também são abrangidos pela invenção. Estas etapas dos métodos incluem, em primeiro lugar, o fornecimento de um vetor de expressão que possui um polinucleotídeo recombinante da invenção e pelo menos um elemento regulador que flanqueia a sequência de polinucleotídeo. De forma geral, o(s) elemento(s) regulador(es) controlam a expressão do polinucleotídeo recombinante em uma planta alvo. O vetor de expressão é então introduzido nas células vegetais. As células vegetais são cultivadas em plantas, que são permitidas superexpressar um polipeptídeo codificado pelo
33/1027 polinucleotídeo recombinante. Esta superexpressão resulta na alteração de características, na planta. As plantas que possuem características alteradas são identificadas e selecionadas com base no desejo e no grau da característica alterada.
Breve Descrição da Listagem de Sequências e das Figuras
[0102 A Listagem de Sequências fornece exemplos de
sequências de polinucleotídeos e de polipeptídeos da
invenção. As características associadas com o uso das
sequências estão incluídas nos Exemplos.
[0103 A figura 1 mostra uma estimativa
conservativa das relações filogenéticas entre as ordens de
plantas com florescência (modificada de Angiosperm Phylogeny Group (1998) Ann. Missouri Bot. Gard. 84: 1-49). As plantas com um único cotilédone (monocotiledôneas) são um clado monofilético inserido dentro de pelo menos duas linhagens principais de dicotiledôneas; as eucotiledôneas são ainda divididas em rosidas e asteridas. Arabidopsis é uma eucotiledônea rosida classificada dentro da ordem Brassicales; o arroz é um membro da ordem Poales de monocotiledôneas. A figura 1 foi adaptada de Daly e outros ((2001) Plant Physiol. 127: 1328-1333).
[0104] A figura 2 mostra um dendograma filogenético que representa as relações filogenéticas da taxa de plantas
superiores, incluindo os clados que contêm o tomate e a
Arabidopsis; adaptado de Ku e outros (2000) Proc. Natl.
Acad. Sci. 97: 9121-9126; e Chase e outros (1993) Ann.
Missouri Bot . Gard. 80: 528-580.
[0105] A figura 3A ilustra um exemplo de um ensaio
de estresse osmótico. O meio utilizado neste ensaio de
34/1027 crescimento de raiz continha polietileno glicol (PEG). Após a germinação, as plantas jovens partindo de semente de uma linhagem de superexpressão 35S::G47 (as oito plantas jovens marcadas à esquerda como OE.G47—22) pareciam maiores e possuíam um crescimento de raiz maior que as quatro plantas jovens partindo de semente do tipo selvagem à direita. Como seria previsto através do ensaio de estresse osmótico, as plantas G47 exibiam maior sobrevivência e tolerância à seca em um ensaio hídrico com base no solo, como tinha G2133, uma paráloga da G47 (ver as figuras 10A e 10B). A figura 3B demonstra ainda um efeito interessante da superexpressão da G47; as plantas 35S::G47 à esquerda e no centro desta fotografia possuíam inflorescências curtas, espessas e carnudas com dominância apical reduzida.
[0106] A figura 4 demonstra um exemplo dos efeitos de uma resposta alterada à luz. Em um ensaio de germinação realizado no meio MS na escuridão, a superexpressão da G354 resultou em cotilédones mais abertos e esverdeados e hipocotilédones espessos comparados com os do tipo selvagem (G354 que superexpressam são marcadas como G354-29 e do tipo selvagem WT nesta figura). As G354 que superexpressam também possuem um fenótipo de tolerância à seca, como indicado no Exemplo VIII, abaixo. Os parálogos intimamente relacionados deste gene, G353 e G2839, exibiam um fenótipo de tolerância ao estresse osmótico em um ensaio de germinação em meios contendo alto teor de glicose. Uma linhagem de plantas jovens partindo de semente 35S::G2839 era mais verde e possuía taxas de germinação maiores que as dos controles. Isto sugere que G354 e seus parálogos G353 e G2839 influenciam nas respostas ao estresse osmótico.
35/1027 [0107]
A figura 5A é uma fotografia de plantas jovens partindo de sementes 35S::G1274 de
Arabidopsis cultivadas em meios com baixo teor de nitrogênio suplementados com sacarose mais glutamina.
As plantas jovens partindo de semente de duas linhagens com superexpressão estão presentes nesta placa (não distinguidas) e ambas as linhagens continham menos antocianina que as plantas jovens partindo de semente do tipo selvagem observadas na figura 5B. A falta de produção de antocianina indicava que estas linhagens estavam menos estressadas que as plantas jovens partindo de semente de controle sob as mesmas condições, um fato confirmado posteriormente em ensaios de seca com base no solo mostrando maior tolerância à seca pelas linhagens que superexpressam G1274. A germinação com a superexpressão de G1274 (figura 5C) e com o tipo selvagem (figura 5D) também foi comparada em um ensaio de germinação no frio, em que foi descoberto que as que superexpressavam eram maiores e mais verdes que as de controle.
[0108] As figuras 6A seca com base no solo para as G1274 e as do tipo selvagem de resultados previstos após o estresse osmótico com base 35S::G1274 duraram muito mais água (figura 6A) que as plant
6D comparam os ensaios de plantas que superexpressam controle, o que confirma os desempenho dos ensaios de em placas. As linhagens após o período de falta de as de controle (figura 6B).
Esta distinção era particularmente evidente nas plantas que superexpressavam após receberem água, as ditas plantas se recuperando até um estado saudável e vigoroso, como mostrado na figura 6C. De forma inversa, nenhuma das
36/1027 plantas do tipo selvagem observadas na figura 6D se recuperou após a reidratação.
[0109] As figuras 7A e 7B comparam o cultivo da planta jovem partindo de semente de Arabidopsis que superexpressa G1792 em uma única placa (dois setores da mesma placa) com meio contendo meio com 3% de sacarose isento de nitrogênio, cinco dias após o plantio. As linhagens 35S::G1792 observadas na figura 7A exibia geralmente maior expansão de cotilédones e crescimento da raiz que as plantas jovens partindo de semente do tipo selvagem na figura 7B. A figura 7C é uma fotografia de uma única placa que mostra uma linhagem de superexpressão de
G1792 (marcada com G1792-12;
à esquerda) plantas do tipo selvagem (à direita) cinco dias após inoculação com
Botrytis cinerea, mostrando a clorose e crescimento de hifas nas últimas plantas de controle, mas não primeiras que superexpressam. Resultados similares foram obtidos cinco dias após a inoculação com Erysiphe orontii (não mostrado) e com Fusarium oxysporum, como é observado na figura 7D, com as plantas de controle à direita exibindo a clorose e as que superexpressam G1792 à esquerda parecendo estar livres dos efeitos adversos da infecção.
[0110] A figura 8A ilustra os resultados de ensaios de crescimento de raiz com plantas jovens partindo de semente superexpressando G2999 e controles em um meio com alto teor de cloreto de sódio. As oito plantas jovens partindo de semente de Arabidopsis 35S::G2999 à esquerda eram maiores, mais verdes e possuíam maior crescimento de raiz que as quatro plantas jovens partindo de semente de controle à direita. Um outro membro do clado G2999, G2998,
37/1027 também mostrava um fenótipo de tolerância ao sal e teve um desempenho similar no ensaio de estresse salino com base em placas observado na figura 8B. No último ensaio, as plantas jovens partindo de semente 35S::G2998 pareciam grandes e verdes, enquanto que as plantas jovens partindo de semente do tipo selvagem na placa de ensaio de controle mostradas na figura 8C eram pequenas e ainda não tinham aberto seus cotilédones. Como citado abaixo, os ensaios com alto teor de cloreto de sódio frequentemente são utilizados para indicar tolerância ao estresse osmótico, tal como, a tolerância à seca, que foi subsequentemente confirmada com ensaios com base no solo realizados com plantas superexpressando G2999.
[0111] A figura 9A mostra os efeitos de um ensaio térmico em plantas de Arabidopsis do tipo selvagem e superexpressando G3086. Geralmente, as que superexpressavam à esquerda eram maiores, mais pálidas e floresceram mais cedo que as plantas do tipo selvagem observadas à esquerda desta placa. Foi também observado que as mesmas linhagens que superexpressavam G3086, que são exemplificadas pelas oito plantas jovens partindo de semente à esquerda da figura 9B, eram maiores, mais verdes e possuíam maior crescimento de raiz em um ensaio de crescimento de raiz em alto teor de sal que as plantas de controle, incluindo as quatro à direita na figura 9B.
[0112] As figuras 10A e 10B comparam a recuperação de um tratamento de seca em duas linhagens de plantas Arabidopsis que superexpressam G2133 e em controles do tipo selvagem. A figura 10A mostra plantas da linhagem 5 de 35S::G2133 (esquerda) e plantas de controle (direita). A
38/1027 figura 10B mostra plantas da linhagem 3 de 35S::G2133 (esquerda) e plantas de controle (direita) . Cada vaso continha várias plantas cultivadas sob 24 horas de luz. Todas foram privadas de água durante oito dias e são mostradas após a reidratação. Todas as plantas das linhagens que superexpressavam G2133 se recuperaram e todas as plantas de controle morreram ou ficaram gravemente e adversamente afetadas pelo tratamento de seca.
Descrição Detalhada dos Exemplos de Modalidades [0113]
Em um aspecto importante, a presente invenção se refere a polinucleotídeos e a polipeptídeos, por exemplo, para a modificação de fenótipos de plantas. Ao longo de toda esta divulgação, são referidas várias fontes de informação e/ou são especificamente incorporadas. As fontes de informação incluem artigos de periódicos científicos, documentos de patentes, livros texto e endereços de páginas inativas do browser da World Wide Web, por exemplo. Embora a referência a estas fontes de informação indique claramente que podem ser utilizadas por um versado na técnica, cada um das fontes de informação citadas aqui, é especificamente incorporada em sua totalidade, seja ou não citada uma menção específica de incorporação como referência.
O conteúdo e os ensinamentos de cada uma das fontes de informação pode se basear e ser utilizada para produzir e utilizar as modalidades da invenção.
Tem que ser observado que, como utilizado aqui e nas reivindicações em anexo, as formas singulares de um, uma, a e o incluem a referência no plural a não ser que o contexto indique claramente o contrário. Assim,
39/1027 por exemplo, uma referência a uma planta inclui um grande número de tais plantas e uma referência a um estresse é uma referência a um ou mais estresses e equivalentes dos mesmos conhecidos pelos versados na técnica e assim por diante.
[0115] As sequências de polinucleotídeos da invenção codificam polipeptídeos que são membros de famílias de fatores de transcrição bem-conhecidos, incluindo famílias de fatores de transcrição vegetais, que são divulgadas nas Tabelas 4 - 9. De forma geral, os fatores de transcrição codificados pelas presentes sequências estão envolvidos na diferenciação e na proliferação de células e na regulação do crescimento. Consequentemente, um versado na técnica reconhecería que através da expressão das presentes sequências em uma planta, pode-se alterar a expressão de genes autólogos ou induzir a expressão de genes introduzidos. Afetando a expressão de sequências autólogas similares em uma planta que possui a atividade biológica das presentes sequências ou introduzindo as presentes sequências em uma planta, pode-se alterar o fenótipo de uma planta para um com características melhoradas. As sequências da invenção também podem ser utilizadas para transformar uma planta e introduzir características desejáveis não encontradas no cultivar ou na linhagem do tipo selvagem. As plantas podem então ser selecionadas em relação àquelas que produzem o grau mais desejável de super ou subexpressão de genes alvo de interesse e melhoria coincidente das características.
[0116] As sequências da presente invenção podem ser provenientes de qualquer espécie, particularmente, espécies
40/1027 vegetais, em uma forma que ocorre naturalmente ou de qualquer fonte, seja natural, sintética, semi-sintética ou recombinante. As sequências da invenção também podem incluir fragmentos das presentes sequências de aminoácidos. Neste contexto, um fragmento se refere a um fragmento de uma sequência de polipeptídeo que possui pelo menos 5 até aproximadamente 15 aminoácidos de comprimento, mais preferencialmente pelo menos 14 aminoácidos e que mantém alguma atividade biológica de um fator de transcrição. Quando a sequência de aminoácidos é citada para se referir a uma sequência de aminoácidos de uma molécula de proteína que ocorre naturalmente, não significa que sequência de aminoácidos e termos similares limitam a sequência de aminoácidos à sequência de aminoácidos nativa completa associada com a molécula de proteína citada.
[0117] Como um versado comum na técnica reconhece, os fatores de transcrição podem ser identificados através da presença de uma região ou de um domínio de similaridade ou identidade estrutural com uma sequência consenso específica ou pela presença de um sítio de ligação ao DNA ou de um motivo de sítio de ligação ao DNA consenso específico (ver, por exemplo, Riechmann e outros (2000)
Science 290: 2105-2110). Os fatores de transcrição vegetais podem pertencer a uma das famílias de fatores de transcrição a seguir: família do fator de transcrição do domínio AP2 (APETALA2) (Riechmann e Meyerowitz (1998) Biol. Chem. 379: 633-646); família do fator de transcrição MYB (ENBib; Martin e Paz-Ares (1997) Trends Genet. 13: 67-73);
família do fator de transcrição do domínio MADS (Riechmann e Meyerowitz (1997) Biol. Chem. 378: 1079-1101); a família
41/1027 da proteína WRKY (Ishiguro e Nakamura (1994) Mol. Gen. Genet. 244: 563-571); a família da proteína de repetição da anquirina (Zhang e outros (1992) Plant Cell 4: 1575-1588); a família da proteína de dedos de zinco (Z) (Klug e Schwabe (1995) FASEB J. 9: 597-604); Takatsuji (1998) Cell. Mol. Life Sci. 54:582-596); a família de proteína homeobox (HB) (Buerglin (1994) em Guidebook to the Homeobox Genes, Duboule (ed.) Oxford University Press); as proteínas de ligação ao elemento CAAT (Forsburg e Guarente (1989) Genes Dev. 3: 1166-1178); as proteínas de ligação do promotor escamoso (SPB) (Klein e outros (1996) Mol. Gen. Genet. 1996 250: 7-16); a família de proteínas NAM (Souer e outros (1996) Cell 85: 159-170); as proteínas IAA/AUX (Abel e outros (1995) J. Mol. Biol. 251: 533-549); a família de proteínas HLH/MYC (Littlewood e outros (1994) Prot. Profile 1: 639-709); a proteína de ligação ao DNA (DBP) (Tucker e outros (1994) EMBO J. 13: 2994-3002); a família bZIP de fatores de transcrição (Foster e outros (1994) FASEB J. 8: 192-200); a proteína de ligação P Box (a BPF-1) (da Costa e Silva e outros (1993) Plant J. 4: 125-135); a família do grupo de alta mobilidade (HMG) (Bustin e Reeves (1996) Prog. Nucl. Acids Res. Mol. Biol. 54: 35-100); a família scarecrow (SCR) (Di Laurenzio e outros (1996) Cell 86: 423433); a família GF14 (Wu e outros (1997) Plant Physiol. 114: 1421-1431); a família polycomb (PCOMB) (Goodrich e outros (1997) Nature 386: 44-51); a família do teosinto ramificado (TEO) (Luo e outros (1996) Nature 383: 794-799); a família ABI3 (Giraudat e outros (1992) Plant Cell 4: 1251-1261); a família da tripla hélice (TH) (Dehesh e outros (1990) Science 250: 1397-1399); a família EIL (Chao
42/1027 e outros (1997) Cell 89: 1133-44); a família AT-HOOK (Reeves e Nissen (1990) J. Biol. Chem. 265: 8573-8582); a família S1FA (Zhou e outros (1995) Nucleic Acids Res. 23: 1165-1169); a família bZIPT2 (Lu e Ferl (1995) Plant Physiol. 109: 723); a família YABBY (Bowman e outros (1999) Development 126: 2387-96); a família PAZ (Bohmert e outros (1998) EMBO J. 17: 170-80); uma família de fatores de transcrição em miscelânea (MISC) incluindo a família DPBF (Kim e outros (1997) Plant J. 11: 1237-1251) e a família
SPF1 (Ishiguro e Nakamura (1994) Mol. Gen. Genet. 244: 563571); a família GARP (Hall e outros (1998) Plant Cell 10: 925-936), a família TUBBY (Boggin e outros (1999) Science 286: 2119-2125), a família de choque térmico (Wu (1995) Annu. Rev. Cell Dev. Biol. 11: 441-469), a família ENBP (Christiansen e outros (1996) Plant Mol. Biol. 32: 809821), a família RING-zinco (Jensen e outros (1998) FEBS Letters 436: 283-287), a família PDBP (Janik e outros (1989) Virology 168: 320-329), a família PCF (Cubas e outros Plant J. (1999) 18: 215-22), a família SRS (relacionada com SHI) (Fridborg e outros (1999) Plant Cell 11: 1019-1032), a família CPP (similar ao polycomb rico em cisteína) (Cvitanich e outros (2000) Proc. Natl. Acad. Sci. 97: 8163-8168), a família ARF (fator de resposta à auxina) (Ulmasov e outros (1999) Proc. Natl. Acad. Sci. 96: 58445849), a família SWI/SNF (Collingwood e outros (1999) J. Mol. Endocrinol. 23: 255-275), a família ACBF (Seguin e outros (1997) Plant Mol. Biol. 35: 281-291), a família PCGL (similar a CG-1) (da Costa e Silva e outros (1994) Plant Mol. Biol. 25: 921-924) a família ARID (Vazquez e outros (1999) Development 126: 733-742), a família Jumonji
43/1027 (Balciunas e outros (2000), Trends Biochem. Sci. 25: 274276), a família bZIP-NIN (Schauser e outros (1999) Nature 402: 191-195), a família E2F (Kaelin e outros (1992) Cell 70: 351-364) e a família similar a GRF (Knaap e outros (2000) Plant Physiol. 122: 695-704). Como indicado por qualquer parte da lista anterior e como conhecido na técnica, os fatores de transcrição foram algumas vezes categorizados em classes, família e subfamília de acordo com seu conteúdo estrutural e motivo consenso de sítio de ligação consenso, por exemplo. Muitas das classes e muitas das famílias e subfamílias estão listadas aqui. Entretanto, a inclusão de uma subfamília e não de uma outra ou a inclusão de uma família e não de uma outra, não significa que a invenção não abranja os polinucleotídeos ou os polipeptídeos de uma certa família ou subfamília. A lista fornecida aqui é meramente um exemplo dos tipos de fatores de transcrição e do conhecimento disponível em relação às sequências consenso e aos motivos consensos de sítios de ligação ao DNA que auxiliam a defini-los como conhecidos pelos versados na técnica (cada uma das referências citadas anteriormente é especificamente incorporada aqui como referência). Um fator de transcrição pode incluir, mas não está limitado a qualquer polipeptídeo que possa ativar ou reprimir a transcrição de um único gene ou de um número de genes. Este grupo de polipeptídeos inclui, mas não está limitado às proteínas de ligação ao DNA, às proteínas de ligação à proteína de ligação ao DNA, às proteínas quinases, às proteínas fosfatases, às proteínas metiltransferases, às proteínas de ligação ao GTP e aos receptores e similares.
44/1027 [0118] Em adição aos métodos para a modificação de um fenótipo de planta empregando um ou mais polinucleotídeos e polipeptídeos da invenção descritos aqui, os polinucleotídeos e os polipeptídeos da invenção possuem uma variedade de usos adicionais. Estes usos incluem seu uso na produção recombinante (isto é, expressão) de proteínas; como reguladores da expressão gênica da planta, como sondas para diagnóstico em relação à presença de ácidos nucléicos complementares ou parcialmente complementares (incluindo para a detecção de ácidos nucléicos codificadores naturais); como substratos para reações adicionais, por exemplo, reações de mutação, reações da PCR ou similares; como substratos para clonagem, por exemplo, incluindo reações de digestão ou de ligação; e para a identificação de moduladores exógenos ou endógenos dos fatores de transcrição.
Definições [0119] Molécula de ácido nucléico se refere a um oligonucleotídeo, um polinucleotídeo ou qualquer fragmento do mesmo. Esta pode ser DNA ou RNA de origem genômica ou sintética, de filamento duplo ou de filamento simples e combinada com carboidratos, lipídeos, proteína ou outros materiais para realizar uma atividade particular, tal como, a transformação ou formar uma composição útil, tal como, um ácido nucléico peptídico (PNA).
[0120] Polinucleotídeo é uma molécula de ácido nucléico que compreende um grande número de nucleotídeos polimerizados, por exemplo, pelo menos aproximadamente 15 nucleotídeos polimerizados consecutivos, opcionalmente pelo menos aproximadamente 30 nucleotídeos consecutivos, pelo
45/1027 menos aproximadamente 50 nucleotídeos consecutivos. Um polinucleotídeo pode ser um ácido nucléico, um oligonucleotídeo, um nucleotídeo ou qualquer fragmento dos mesmos. Em muitos exemplos, um polinucleotídeo compreende uma sequência de nucleotídeos que codifica um polipeptídeo (ou proteína) ou um domínio ou fragmento do mesmo. Adicionalmente, o polinucleotídeo pode compreender um promotor, um íntron, uma região intensificadora, um sítio de poliadenilação, um sítio de início da tradução, regiões não-traduzidas a 5' ou a 3', um gene repórter, um marcador selecionável ou similares. O polinucleotídeo pode ser um DNA ou um RNA de filamento simples ou de filamento duplo. O polinucleotídeo compreende opcionalmente bases modificadas
ou uma cadeia principal modificada. O polinucleotídeo pode
ser, por exemplo, DNA ou RNA genômico, um produto da
transcrição ( tal como, um mRNA) , um cDNA, um produto da
PCR, um DNA clonado, um DNA ou um RNA sintético ou
similares. O polinucleotídeo pode ser combinado com
carboidratos, lipídeos, proteína ou outros materiais para
realizar uma atividade particular, tal como, a transformação ou formar uma composição útil tal como, um ácido nucléico peptídico (PNA). O polinucleotídeo pode compreender uma sequência na orientação senso ou antisentido. Oligonucleotídeo é substancialmente equivalente aos termos amplímero, iniciador, oligômero, elemento, alvo e sonda e preferencialmente possui filamento simples.
[0121] Gene ou sequência gênica se refere à sequência codificadora parcial ou completa de um gene, seu complemento e suas regiões não-traduzidas a 5' ou a 3'. Um gene é também uma unidade funcional de herança e em termos
46/1027 físicos é um segmento ou sequência particular de nucleotídeos junto com uma molécula de DNA (ou RNA, no caso de vírus de RNA) envolvida na produção de uma cadeia polipeptídica. A última pode ser submetida ao processamento subsequente, tal como, o processamento e o dobramento para a obtenção de uma proteína ou um polipeptídeo funcional. Um gene pode ser isolado, parcialmente isolado ou encontrado com o genoma de um organismo. Com a finalidade de exemplo, um gene de fator de transcrição codifica um polipeptídeo do fator de transcrição, que pode ser funcional ou requerer processamento para funcionar como um iniciador da transcrição.
[0122] De forma operacional, os genes podem ser definidos através do teste de cis-trans, um teste genético que determina se duas mutações ocorreram no mesmo gene e que podem ser utilizadas para determinar os limites da unidade geneticamente ativa (Rieger e outros (1976) Glossary of Genetics and Cytogenetics: Classical and Molecular, 4a ed., Springer Verlag. Berlim). Um gene inclui geralmente regiões que os precedem (líderes; a montante) e que os sucedem (trailers; a jusante) da região codificadora. Um gene também pode incluir sequências não codificadoras intermediárias, referidas como íntrons, localizadas entre os segmentos codificadores individuais, referidos como exons. A maior parte dos genes possuem uma região promotora associada, uma sequência reguladora 5' do códon de início da transcrição (há alguns genes que não possuem um promotor que pode identificado). A função de um gene também pode ser regulada por intensificadores, operadores e outros elementos reguladores.
47/1027 [0123] Um polinucleotídeo recombinante é um polinucleotídeo que não está em seu estado nativo, por exemplo, o polinucleotídeo compreende uma sequência de nucleotídeos não encontrada na natureza ou o polinucleotídeo está em um contexto sem ser aquele em que é naturalmente encontrado, por exemplo, separado das sequências de nucleotídeos com as quais fica tipicamente em proximidade na natureza ou adjacente (ou contíguo com) sequências de nucleotídeos com as quais não fica tipicamente em proximidade.
Por exemplo, a sequência em
questão pode ser clonada em um vetor ou recombinada de
outra maneira com um ou mais ácidos nucléicos adicionais.
[0124] Um polinucleotídeo isolado é um
polinucleotídeo, seja que ocorre naturalmente ou
recombinante, que está presente fora da célula em que é
tipicamente encontrado na natureza, seja purificado ou não.
Opcionalmente, um polinucleotídeo isolado é submetido a um ou mais procedimentos de enriquecimento ou de purificação, por exemplo, lise celular, extração, centrifugação, precipitação ou similares.
[0125] Um polipeptídeo é uma sequência de aminoácidos que compreende um grande número de resíduos de aminoácidos polimerizados, por exemplo, pelo menos aproximadamente 15 resíduos de aminoácidos polimerizados consecutivos, opcionalmente pelo menos aproximadamente 30 resíduos de aminoácidos polimerizados consecutivos, pelo menos aproximadamente 50 resíduos de aminoácidos polimerizados consecutivos.
Em muitos exemplos, um polipeptídeo compreende uma sequência de resíduos de aminoácidos polimerizados que é um fator de transcrição ou
48/1027 um domínio ou uma parte ou um fragmento do mesmo. Adicionalmente, o polipeptídeo pode compreender 1) um domínio de localização, 2) um domínio de ativação, 3) um domínio de repressão, 4) um domínio de oligomerização ou 5) um domínio de ligação ao DNA ou similar. O polipeptídeo compreende opcionalmente resíduos de aminoácidos modificados, resíduos de aminoácidos que ocorrem naturalmente não codificados por um códon, resíduos de aminoácidos que não ocorrem naturalmente.
aminoácidos, polipeptídeo
Proteína se refere a um oligopeptídeo, ou partes dos mesmos uma sequência um peptídeo, sejam que de um ocorrem naturalmente ou sintéticas.
Parte, como utilizado aqui, se refere a qualquer parte de uma proteína utilizada para qualquer finalidade, mas especialmente para a seleção de uma biblioteca de moléculas que se ligam especificamente a tal parte ou para a produção de anticorpos.
[0128] polipeptídeo
Um polipeptídeo recombinante é um produzido através da tradução de um polinucleotídeo recombinante. Um polipeptídeo sintético é um polipeptídeo criado pela polimerização consecutiva de resíduos de aminoácidos isolados utilizando métodos bem conhecidos na técnica. Um polipeptídeo isolado, seja que ocorre naturalmente ou um polipeptídeo recombinante, é mais enriquecido dentro (ou fora) de uma célula do que o polipeptídeo em seu estado natural em uma célula do tipo selvagem, por exemplo, mais que aproximadamente 5% enriquecido, mais que aproximadamente 10% enriquecido ou mais que aproximadamente 20% enriquecido ou mais que
49/1027 aproximadamente 50% ou mais enriquecido, isto é, alternativamente indicado: 105%, 110%, 120%, 150% ou mais, enriquecido em relação ao tipo selvagem padronizado em 100%. Tal enriquecimento não é o resultado de uma resposta natural de uma planta do tipo selvagem. Alternativamente ou adicionalmente, o polipeptídeo isolado é separado dos outros componentes celulares com os quais está tipicamente associado, por exemplo, através de qualquer um dos vários métodos de purificação contidos aqui.
[0129] Homologia se refere à similaridade de sequência entre uma sequência de referência e pelo menos um fragmento de um inserto de clone recentemente sequenciado ou sua sequência de aminoácidos codificada.
[0130] Complexo de hibridização se refere a um complexo entre duas moléculas de ácido nucléico por causa da formação de pontes de hidrogênio entre as purinas e as pirimidinas.
[0131] Identidade ou similaridade se refere à similaridade entre duas sequências de polinucleotídeos ou entre duas sequências de polipeptídeos, com a identidade sendo uma comparação mais estrita. As expressões identidade percentual e % de identidade se referem à
porcentagem da similaridade de sequências encontradas em
uma comparação de duas ou mais sequências de
polinucleotídeos ou duas ou mais sequências de
polipeptídeos. Similaridade de sequência se refere à
similaridade percentual na sequência de pares de bases (que é determinada através de qualquer método adequado) entre duas ou mais sequências de polinucleotídeos. Duas ou mais sequências podem ter qualquer uma de 0-100% de similaridade
50/1027 ou qualquer valor inteiro entre essa faixa. A identidade ou a similaridade pode ser determinada através da comparação de uma posição em cada sequência que pode ser alinhada com a finalidade de comparação. Quando uma posição na sequência comparada for ocupada pela mesma base de nucleotídeo ou aminoácido, então as moléculas são idênticas em tal posição. Um grau de similaridade ou de identidade entre as sequências de polinucleotídeos é uma função do número de nucleotídeos idênticos ou que combinam nas posições compartilhadas pelas sequências de polipeptídeos. Um grau de homologia ou similaridade das sequências de polipeptídeos é uma função do número de aminoácidos nas posições compartilhadas pelas sequências de polipeptídeos.
[0132] O termo motivo consenso de aminoácidos se refere à posição ou à subsequência de uma sequência polipeptídeos que é substancialmente conservada entre de os fatores de transcrição de polipeptídeos listados na
Listagem de
Sequências.
[0133]
Alinhamento se refere a um número de sequências de
DNA ou de aminoácidos alinhadas através da comparação do comprimento de forma que os componentes em comum (isto é, bases de nucleotídeos ou resíduos de aminoácidos) possam ser facilmente graficamente identificados. O número de componentes em comum está relacionado com a homologia ou a identidade entre as sequências.
Os alinhamentos podem ser utilizados para identificar domínios conservados e relações dentro destes domínios. Um alinhamento pode ser adequadamente determinado através de programas de computador conhecidos na técnica, tal como, MacVector (1999) (Accelrys, Inc., São Diego, CA).
51/1027 [0134] Um domínio conservado ou uma região conservada, como utilizado aqui, se refere a uma região nas sequências de polinucleotídeos ou de polipeptídeos heterólogos em que haja um grau relativamente alto de identidade de sequência entre as sequências distintas.
[0135] Em relação aos polinucleotídeos que codifica os fatores de transcrição divulgados atualmente, uma região conservada possui preferencialmente pelo menos 10 pares de bases (pb) de comprimento.
[0136] Um domínio conservado, em relação aos polipeptídeos divulgados atualmente se refere a um domínio dentro de uma família de fatores de transcrição que exibe um grau maior de homologia de sequência, tal como, pelo menos 26% de similaridade de sequência, pelo menos 16% de identidade de sequência, preferencialmente pelo menos 40% de identidade de sequência, preferencialmente pelo menos 65% de identidade de sequência incluindo substituições conservativas e mais preferencialmente pelo menos 80% de identidade de sequência e ainda mais preferencialmente pelo menos 85% ou pelo menos aproximadamente 86% ou pelo menos aproximadamente 87% ou pelo menos aproximadamente 88% ou pelo menos aproximadamente 90% ou pelo menos aproximadamente 95% ou pelo menos aproximadamente 98% de identidade de sequência de resíduos de aminoácidos de um polipeptídeo de resíduos de aminoácidos consecutivos. Um fragmento ou um domínio pode ser referido como fora do domínio conservado, fora de uma sequência consenso ou fora de um sítio consenso de ligação ao DNA que se sabe que existe ou que existe para uma classe, família ou subfamília particular de fatores de transcrição. Neste caso, o
52/1027 fragmento ou o domínio não incluirá os aminoácidos exatos de uma sequência consenso ou de um sítio consenso de ligação de DNA consenso de uma classe, família ou subfamília de fatores de transcrição ou os aminoácidos exatos de uma sequência particular de fator de transcrição ou de um sítio consenso de ligação ao DNA. Além disso, um fragmento, uma região ou um domínio particular de um polipeptídeo ou de um polinucleotídeo que codifica um polipeptídeo, pode estar fora de um domínio conservado se todos os aminoácidos do fragmento, região ou domínio ficarem fora de um (ou mais) domínio(s) conservado(s) definido(s) para um polipeptídeo ou uma proteína. As sequências que possuem graus menores de identidade, mas atividade biológica comparável, são consideradas como sendo equivalentes.
[0137]
Como um versado comum na técnica reconhece, os domínios conservados podem ser identificados como regiões ou domínios de identidade com uma sequência consenso específica (ver, por exemplo,
Riechmann e outros (2000) supra). Assim, utilizando métodos de alinhamento bem-conhecidos na técnica, os domínios conservados dos fatores de transcrição vegetais para cada um dos seguintes podem ser determinados: a família do domínio do fator de transcrição (APETALA2) (Riechmann e Meyerowitz (1998) supra; a família do fator de transcrição MYB (ENBib; Martin e Paz-Ares (1997) supra); a família do domínio do fator de transcrição MADS (Riechmann e Meyerowitz (1997) supra; Immink e outros (2003) supra); a família de proteínas WRKY (Ishiguro e Nakamura (1994) supra); a família de proteínas de repetição da anquirina (Zhang e outros (1992) supra); a
53/1027 família da proteína de dedos de zinco (Z) (Klug e Schwabe (1995) supra; Takatsuji (1998) supra); a família de proteínas homeobox (HB) (Buerglin (1994) supra); as proteínas de ligação ao elemento CAAT (Forsburg e Guarente (1989) supra); as proteínas de ligação ao promotor escamoso (SPB) (Klein e outros (1996) supra); a família de proteínas NAM (Souer e outros (1996) supra); as proteínas IAA/AUX (Abel e outros (1995) supra); a família de proteínas HLH/MYC (Littlewood e outros (1994) supra); a família de proteínas de ligação ao DNA (DBP) (Tucker e outros (1994) supra); a família dos fatores de transcrição bZIP (Foster e outros (1994) supra); a família das proteínas de ligação ao Box P (the BPF-1) (da Costa e Silva e outros (1993) supra); a família do grupo de alta mobilidade (HMG) (Bustin e Reeves (1996) supra); a família scarecrow (SCR) (Di Laurenzio e outros (1996) supra); a família GF14 (Wu e outros (1997) supra); a família polycomb (PCOMB) (Goodrich e outros (1997) supra); a família do teosinto ramificado (TEO) (Luo e outros (1996) supra); a família ABI3 (Giraudat e outros (1992) supra); a família da tripla hélice (TH) (Dehesh e outros (1990) supra); a família EIL (Chao e outros (1997) Cell supra); a família AT-HOOK (Reeves e Nissen (1990 supra); a família S1FA (Zhou e outros (1995) supra); a família bZIPT2 (Lu e Ferl (1995) supra); a família YABBY (Bowman e outros (1999) supra); a família PAZ (Bohmert e outros (1998) supra); uma família de fatores de transcrição de miscelânea (MISC) incluindo a família DPBF (Kim e outros (1997) supra) e a família SPF1 (Ishiguro e Nakamura (1994) supra); a família GARP (Hall e outros (1998) supra), a família TUBBY (Boggin e outros (1999)
54/1027
supra), a família de choque térmico (Wu (1995 supra), a
família ENBP (Christiansen e outros (1996) supra), a
família RING-zinco ( Jensen e outros (1998) supra), a
família PDBP (Janik e outros (1989) supra), a família PCF
(Cubas e outros (1999) supra), a família SRS (relacionada a
SHI) (Fridborg e outros (1999) supra), a família CPP (similar a polycomb rico em cisteína) (Cvitanich e outros (2000) supra), a família ARF (fator de resposta à auxina) (Ulmasov e outros (1999) supra), a família SWI/SNF (Collingwood e outros (1999) supra), a família ACBF (Seguin e outros (1997) supra), a família PCGL (similar a CG-1) (da
Costa e
Silva e outros (1994) supra) a família ARID (Balciunas (Schauser outros (1999) supra), e outros (2000) supra), outros (1999) supra), a outros (1992) outros (2000) [0138] polipeptídeos
SEQ ID
Tabela possuem família família família
E2F
Jumonj i bZIP-NIN (Kaelin e supra) e a família similar a supra).
Os da
N- ímpar:
5. Ainda, domínios
GRF (Knaap e domínios
SEQ ID No:
1, 3 5, conservados
2N, em que muitos dos conservados
759) para cada um dos
1-335 (que estão listados polipeptídeos da Tabela indicados é, na especificamente pelos sítios de início e de término. Uma comparação das regiões dos polipeptídeos na SEQ ID No: 2N, em que N = 1335 (que é, SEQ ID No: 2, 4, 6, 8 ...760) ou as da Tabela 5, permite que um versado na técnica identifique domínio(s) conservado(s) para qualquer um dos polipeptídeos listados ou referidos nesta divulgação, incluindo aqueles nas Tabelas 4 - 9.
[0139] Complementar se refere à ponte de
55/1027 hidrogênio natural através do pareamento de bases entre purinas e pirimidinas. Por exemplo, a sequência A-C-G-T (5' -> 3') forma pontes de hidrogênio com seus complementos AC-G-T (5' -> 3') ou A-C-G-U (5' -> 3'). Duas moléculas de filamento duplo podem ser consideradas parcialmente complementares, se somente parte dos nucleotídeos se ligarem ou completamente complementares se todos os nucleotídeos se ligarem. O grau de complementaridade entre os filamentos de ácidos nucléicos afeta a eficiência e a resistência da hibridização e as reações de amplificação. Completamente complementar se refere ao caso em que a ligação ocorre entre cada par de bases e seu complemento em um par de sequências e as duas sequências possuem o mesmo número de nucleotídeos.
[0140] Os termos altamente rigorosa ou condição altamente rigorosa se referem às condições que permitem a hibridização de filamentos de DNA cujas sequências são altamente complementares, em que as mesmas condições excluem a hibridização de DNAs com pareamento significativamente errado. As sequências de polinucleotídeos capazes de se hibridizarem sob condições rigorosas com os polinucleotídeos da presente invenção podem ser, por exemplo, variações das sequências de polinucleotídeos divulgadas, incluindo variações alélicas ou de processamento ou sequências que codificam ortólogos ou parálogos dos polipeptídeos divulgados atualmente. Os métodos de hibridização de ácidos nucléicos são divulgados em detalhes por Kashima e outros (1985) Nature 313:402-404 e Sambrook e outros (1989) Molecular Cloning: A Laboratory Manual, 2a Ed., Cold Spring Harbor Laboratory, Cold Spring
56/1027
Harbor, N.Y (Sambrook); e por Haymes e outros, Nucleic Acid Hybridization: A Practical Approach, IRL Press, Washington, D.C. (1985), cujas referências são incorporadas aqui como referência.
[0141] Em geral, o rigor é determinado pela temperatura, pela força iônica e pela concentração dos agentes desnaturantes (por exemplo, formamida) utilizados em um procedimento de hibridização e de lavagem (para uma descrição mais detalhada do estabelecimento e da determinação do rigor, ver abaixo). O grau até o qual dois ácidos nucléicos se hibridizam sob várias condições de rigor está correlacionado com a extensão de sua similaridade. Assim, as sequências de ácidos nucléicos de uma variedade de fontes, tal como, de dentro do genoma de uma planta (como no caso dos parálogos) ou de uma outra planta (como no caso dos ortólogos) que podem realizar funções similares, podem ser isoladas com base em sua capacidade de se hibridizar com as sequências conhecidas do fator de transcrição. Inúmeras variações são possíveis nas condições e nos meios através dos quais a hibridização de ácidos nucléicos pode ser realizada para isolar sequências de fatores de transcrição que possuem similaridade com as sequências de fatores de transcrição conhecidas na técnica e não estão limitadas às explicitamente divulgadas aqui. Tal abordagem pode ser utilizada para isolar sequências de polinucleotídeos que possuem vários graus de similaridade com as sequências de fatores de transcrição divulgadas, tais como, por exemplo, fatores de transcrição que possuem 60% de identidade ou mais preferencialmente mais de aproximadamente 70% de identidade, mais preferencialmente
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72% de identidade ou uma identidade maior com os fatores de transcrição divulgados.
[0142] O termo equivalente descreve membros de um grupo de proteínas homólogas que são conservadas em relação à função por causa de seu último progenitor comum. As proteínas relacionadas são agrupadas em famílias de equivalentes e de outra maneira em famílias de proteínas com outros tipos de homólogos definidos hierarquicamente. Esta definição é fornecida no Institute for Genomic Research (TIGR) world wide web (www) website, tigr.org com o título de Terms associated with TIGRFAMs.
[0143] O termo variação, como utilizado aqui, pode se referir a polinucleotídeos ou a polipeptídeos, que diferem dos polinucleotídeos ou dos polipeptídeos divulgados atualmente, respectivamente, em sequência um dos outros e como apresentado abaixo.
[0144] Em relação às variações de polinucleotídeos, as diferenças entre as variações dos polinucleotídeos e dos polipeptídeos divulgadas atualmente são limitadas de forma que as sequências de nucleotídeo dos primeiros e dos últimos são intimamente similares de forma global e, em muitas regiões, idênticas. Por causa da degeneração do código genético, as diferenças entre as primeiras e as últimas sequências de nucleotídeos podem ser silenciosas (isto é, os aminoácidos codificados pelo polinucleotídeo são os mesmos e a variação da sequência de polinucleotídeo codifica a mesma sequência de aminoácidos que o polinucleotídeos divulgado atualmente). As variações de sequências de nucleotídeos podem codificar sequências de aminoácidos diferentes, em cujo caso tais diferenças de
58/1027 nucleotídeos resultarão em substituições, adições, deleções, inserções, truncamentos ou fusões em relação às sequências de polinucleotídeos similares divulgadas. Estas variações resultam em variações de polinucleotídeos que compartilham pelo menos uma característica funcional. A degeneração do código genético também determina que muitas variações diferentes de polinucleotídeos podem codificar polipeptídeos idênticos e/ou substancialmente similares em adição às sequências ilustradas na Listagem de Sequências.
[0145] Ainda dentro do âmbito da invenção há uma variação de um ácido nucléico de fator de transcrição listado na Listagem de Sequências, ou seja, uma que possui uma sequência que difere de uma das sequências de polinucleotídeos na Listagem de Sequências ou uma sequência complementar, que codifica um polipeptídeo funcionalmente equivalente (isto é, um polipeptídeo que possui algum grau de atividade equivalente ou biológica similar), mas difere em sequência da sequência na Listagem de Sequências, por causa da degeneração do código genético. Estão incluídos nesta definição os polimorfismos que podem ou não ser facilmente detectados utilizando uma sonda de oligonucleotídeo particular do polinucleotídeo que codifica o polipeptídeo e a hibridização imprópria ou inesperada com variações alélicas, com um lócus sem ser o lócus cromossômico normal para a sequência de polinucleotídeo que codifica o polipeptídeo.
[0146] Variação alélica ou variação alélica de polinucleotídeo se refere a qualquer uma de duas ou mais formas alternativas de um gene que ocupa o mesmo lócus cromossômico. As variações alélicas surgem naturalmente
59/1027 através de mutação e podem resultar no polimorfismo fenotípico dentro das populações. As mutações gênicas podem ser silenciosas ou podem codificar polipeptídeos que possuem uma sequência de aminoácidos alterada. Variação alélica e variação alélica de polipeptídeos também podem ser utilizados em relação a polipeptídeos e neste caso o termo se refere a um polipeptídeo codificado por uma variação alélica de um gene.
[0147] Variação de processamento ou variação de processamento de polinucleotídeos como utilizado aqui se refere a formas alternativas do RNA transcrito partindo de um gene. A variação de processamento ocorre naturalmente como um resultado de sítios alternativos que são processados dentro de uma molécula de RNA isolada ou entre moléculas de RNA transcritas separadamente e pode resultar em várias formas diferentes de mRNA transcritos partindo do mesmo gene. Estas variações de processamento podem codificar polipeptídeos que possuem sequências de aminoácidos diferentes, que podem ou não ter funções similares no organismo. Variação de processamento ou variação de processamento de polipeptídeos pode também se referir a um polipeptídeo codificado por uma variação de processamento de um mRNA transcrito.
[0148] Como utilizado aqui, variações de polinucleotídeos também pode se referir a sequências de polinucleotídeos que codificam parálogos e ortólogos das sequências de polipeptídeos divulgadas atualmente. Variações de polipeptídeos pode se referir a sequências de polipeptídeos que são parálogas e ortólogas das sequências de polipeptídeos divulgadas atualmente.
60/1027 [0149] As diferenças entre os polipeptídeos e as variações de polipeptídeos divulgados aqui são limitadas de forma que as sequências dos primeiros e dos últimos são intimamente similares de forma global e, em algumas regiões, idênticas.As sequências de polipeptídeos e as variações similares de polipeptídeos divulgadas aqui podem diferir na sequência de aminoácidos em uma ou mais substituições, adições, deleções, fusões e truncamentos, que podem estar presentes em qualquer combinação. Estas diferenças podem produzir alterações silenciosas e resultar em um fator de transcrição funcionalmente equivalente. Assim, será facilmente considerado pelos versados na técnica, que qualquer uma de uma variedade de sequências de polinucleotídeos é capaz de codificar os fatores de transcrição e polipeptídeos homólogos aos fatores de transcrição da invenção. Uma variação de sequência de polipeptídeos pode ter alterações conservativas, em que um possui propriedades estruturais ou químicas similares. Podem assim ser feitas substituições deliberadas de aminoácidos com base na similaridade na polaridade, na carga, na solubilidade, na hidrofobicidade, na hidrofilicidade e/ou na natureza anfipática dos resíduos, contanto que a atividade funcional ou biológica do fator de transcrição seja mantida. Por exemplo, aminoácidos carregados negativamente podem incluir o ácido aspártico e o ácido glutâmico, aminoácidos carregados positivamente podem incluir a lisina e a arginina e aminoácidos com grupos de extremidade polar não carregada que possuem valores de hidrofilicidade similares podem incluir a leucina, a isoleucina e a valina; a glicina e a alanina; a
61/1027 asparagina e a glutamina; a serina e a treonina; e a fenilalanina e a tirosina (para maiores detalhes sobre as substituições conservativas, ver a Tabela 2) . Mais raramente, uma variação pode possuir alterações nãoconservativas, por exemplo, a substituição de uma glicina por um triptofano. As variações similares de menor importância também podem incluir deleções ou inserções de aminoácidos ou ambas. Os polipeptídeos relacionados podem compreender, por exemplo, adições e/ou deleções de um ou mais sítios de glicosilação ligados ao N ou ligados ao O ou uma adição e/ou uma deleção de um ou mais resíduos de cisteína. O guia na determinação de quais e quantos resíduos de aminoácidos podem ser substituídos, inseridos ou deletados sem abolir a atividade funcional ou biológica pode ser encontrado utilizando programas de computador bemconhecidos na técnica, por exemplo, o software DNASTAR (ver USPN 5.840.544).
[0150] Ligante se refere a qualquer molécula, agente ou composto que se ligará especificamente a um sítio complementar em uma molécula de ácido nucléico ou uma proteína. Tais ligantes estabilizam ou modulam a atividade de moléculas de ácidos nucléicos ou de proteínas da invenção e podem ser compostos de pelo menos um dos seguintes: substâncias inorgânicas e orgânicas incluindo ácidos nucléicos, proteínas, carboidratos, gorduras e lipídeos.
[0151] Modular se refere a uma alteração na atividade (biológica, química ou imunológica) do tempo de vida resultante da ligação específica entre uma molécula e uma molécula de ácido nucléico ou uma proteína.
62/1027 [0152] O termo planta inclui plantas inteiras, órgãos/estruturas vegetativas de brotos (por exemplo, folhas, caules e tubérculos), raízes, flores e órgãos/estruturas florais (por exemplo, brácteas, sépalas, pétalas, estames, carpelos, anteras e óvulos), semente (incluindo embrião, endosperma e revestimento da semente) e fruto (o ovário maduro), tecido vegetal (por exemplo, tecido vascular, tecido enterrado e similares) e células (por exemplo, células guardas, células ovo e similares) e a progênie das mesmas.
A classe de plantas que pode ser utilizada no método da invenção, é geralmente tão ampla quanto a classe de plantas superiores e inferiores tratáveis com técnicas de transformação, incluindo as angiospermas (plantas monocotiledôneas e dicotiledôneas), gimnospermas, samambaias, cavalinhas, psilófitas, licófitas, briófitas e algas pluricelulares. (Ver, por exemplo, a figura 1, adaptada de Daly e outros (2001) Plant Physiol. 127: 1328-1333; a figura 2, adaptada de Ku e outros (2000) Proc. Natl. Acad. Sci. 97: 9121-9126; e ver também Tudge em The Variety of Life, Oxford University Press, Nova York, NY (2000) pp. 547-606).
[0153] Uma planta transgênica se refere a uma planta que contém material genético não encontrado em uma planta do tipo selvagem da mesma espécie, variedade ou cultivar. O material genético pode incluir um transgene, um evento de mutagênese de inserção (tal como, através da mutagênese de inserção por transposon ou de um T-DNA), uma sequência marcadora de ativação, uma sequência mutada, um evento de recombinação homóloga ou uma sequência modificada por quimeraplastia.
63/1027 [0154] Tipicamente, o material genético estranho foi introduzido na planta através da manipulação humana, mas qualquer método pode ser utilizado como um versado na técnica pode reconhecer.
[0155] Uma planta transgênica pode conter um vetor ou um cassete de expressão. O cassete de expressão compreende tipicamente uma sequência, que codifica um polipeptídeo, ligada de forma operacional (isto é, sob o controle regulador de) a sequências reguladoras que podem ser induzidas ou constitutivas apropriadas que permitem a expressão do polipeptídeo. O cassete de expressão pode ser introduzido em uma planta através de transformação ou através de reprodução após a transformação de uma planta parental. Uma planta se refere a uma planta inteira assim como a uma parte da planta, tal como, semente, fruto, folha ou raiz, tecido vegetal, células vegetais ou qualquer outro material vegetal, por exemplo, um explante vegetal, assim como uma progênie da mesma e a sistemas in vitro que imitam componentes ou processos bioquímicos ou celulares em uma célula.
[0156] Planta de controle se refere a uma planta que serve como um padrão de comparação para testar os resultados de um tratamento ou de uma alteração genética ou o grau da expressão alterada de um gene ou produto gênico. Os exemplos de plantas de controle incluem plantas que não são tratadas ou inalteradas geneticamente (isto é, do tipo selvagem).
[0157] Tipo selvagem, como utilizado aqui, se refere a uma célula, um tecido ou uma planta que não foi geneticamente modificada para nocautear ou superexpressar
64/1027 um ou mais dos fatores de transcrição divulgados aqui. As células, os tecidos ou as plantas do tipo selvagem podem ser utilizadas como controles para comparar níveis de expressão e a extensão e a natureza da modificação das características de células, tecidos ou plantas em que a expressão do fator de transcrição é alterada ou expressa de forma ectópica, por exemplo, naquele que foi nocauteado ou superexpresso.
[0158] Fragmento, em relação a um polinucleotídeo, se refere a um clone ou a qualquer parte de uma molécula de polinucleotídeo que mantém uma característica funcional que pode ser utilizada. Os fragmentos úteis incluem oligonucleotídeos e polinucleotídeos que podem ser utilizados nas tecnologias de hibridização ou de amplificação ou na regulação da replicação, da transcrição ou da tradução. Um fragmento de polinucleotídeo se refere a qualquer subsequência de um polinucleotídeo, tipicamente de pelo menos aproximadamente 9 nucleotídeos consecutivos, preferencialmente pelo menos aproximadamente 30 nucleotídeos, mais preferencialmente pelo menos aproximadamente 50 nucleotídeos de qualquer uma das sequências fornecidas aqui. Os exemplos de fragmentos de polinucleotídeo são os primeiros sessenta nucleotídeos consecutivos dos polinucleotídeos dos fatores de transcrição listados na Listagem de Sequências. Os exemplos de fragmentos também incluem fragmentos que compreendem uma região que codifica um domínio conservado de um fator de transcrição.
[0159] Os fragmentos também podem incluir subsequências de polipeptídeos de moléculas de proteínas ou
65/1027 uma subsequência do polipeptídeo. Os fragmentos podem ter usos pelo fato de que podem possuir potencial antigênico. Em alguns casos, o fragmento ou o domínio é uma subsequência do polipeptídeo que realiza pelo menos uma função biológica do polipeptídeo intacto substancialmente da mesma maneira ou até uma extensão similar, como faz o polipeptídeo intacto. Por exemplo, um fragmento de polipeptídeo pode compreender um motivo estrutural ou um domínio funcional que pode ser reconhecido, tal como, um sítio de ligação ao DNA ou um domínio que se liga a uma região promotora do DNA, um domínio de ativação ou um domínio para interações proteína-proteína e pode iniciar a transcrição. Os fragmentos podem variar em tamanho desde tão poucos quanto 3 aminoácidos até o comprimento completo do polipeptídeo intacto, mas possuem preferencialmente pelo menos aproximadamente 30 aminoácidos de comprimento e mais preferencialmente pelo menos aproximadamente 60 aminoácidos de comprimento. Os exemplos de fragmentos de polipeptídeos são os primeiros vinte aminoácidos consecutivos de uma proteína de mamífero codificada pelos primeiros vinte aminoácidos consecutivos dos polipeptídeos do fator de transcrição listados na Listagem de Sequências. Os exemplos de fragmentos incluem ainda fragmentos que compreendem um domínio conservado de um fator de transcrição, por exemplo, os resíduos de aminoácidos 11-80 de G47 (SEQ ID No: 12),
como citado na Tabela 5.
[0160] A invenção abrange ainda a produção de
sequências de DNA que codificam fatores de transcrição e
derivados de fatores de transcrição ou fragmentos dos
mesmos, totalmente através da química sintética. Após a
66/1027 produção, a sequência sintética pode ser inserida em qualquer um dos muitos vetores de expressão disponíveis e sistemas celulares utilizando reagentes bem-conhecidos na técnica. Além disso, a química sintética pode ser utilizada para introduzir mutações em uma sequência que codifica fatores de transcrição ou qualquer fragmento da mesma.
[0161] Derivado se refere à modificação química de uma molécula de ácido nucléico ou de uma sequência de aminoácidos. As modificações químicas podem incluir a substituição do hidrogênio por um grupo alquila, acila ou amino ou pela glicosilação, peguilação ou qualquer processo similar que mantenha ou aumente a atividade biológica ou o tempo de vida da molécula ou da sequência.
[0162] Uma característica se refere a uma característica fisiológica, morfológica, bioquímica ou física de uma planta ou de um material ou uma célula vegetal particular. Em alguns casos, esta característica é visível ao olho humano, tal como, o tamanho da semente ou da planta ou pode ser medida através de técnicas bioquímicas, tal como, a detecção do teor de proteínas, de amido ou de óleos de sementes ou folhas ou através da observação de um processo metabólico ou fisiológico, por exemplo, através da medida da captação de dióxido de carbono ou através da observação do nível de expressão de um gene ou genes, por exemplo, empregando a análise de Northern, a RT-PCR, os ensaios de expressão gênica em microarranjos ou os sistemas de expressão de genes repórteres ou através de observações agrícolas, tal como, tolerância a estresses, rendimento ou tolerância a agentes patogênicos. Entretanto, qualquer técnica pode ser
67/1027 utilizada para medir a quantidade, o nível comparativo ou a diferença em qualquer composto ou macromolécula química nas plantas transgênicas.
[0163] Modificação das características se refere a uma diferença detectável em uma característica em uma planta que expressa de forma ectópica um polinucleotídeo ou um polipeptídeo da presente invenção em relação a uma planta que não faz isso, tal como, uma planta do tipo selvagem.
Em alguns casos, a modificação das características pode ser avaliada de forma quantitativa.
Por exemplo, a modificação de características pode impor pelo um aumento ou um decréscimo de menos aproximadamente
2% em uma característica observada (diferença), pelo menos uma diferença de 5%, pelo menos aproximadamente uma diferença de
10%, pelo menos uma diferença de aproximadamente
20%, pelo menos de aproximadamente
30%, pelo menos de aproximadamente
50%, pelo menos aproximadamente
70% ou pelo menos aproximadamente uma diferença de 100% ou ainda maior comparada com uma planta do tipo selvagem. É sabido que pode haver uma variação natural em uma característica modificada.
Portanto, a modificação da característica observada impõe uma alteração da distribuição normal da característica nas plantas comparadas com a distribuição observada nas plantas do tipo selvagem.
termo perfil do produto da transcrição se refere aos níveis de expressão de um conjunto de genes em uma célula em um estado particular, particularmente através da comparação com os níveis de expressão do mesmo conjunto de genes em uma célula do mesmo tipo em um estado
68/1027 de referência. Por exemplo, o perfil do produto da transcrição de um fator de transcrição particular em uma célula em suspensão é constituído pelos níveis de expressão de um conjunto de genes em uma célula que superexpressa o fator de transcrição comparados com os níveis de expressão do mesmo conjunto de genes em uma célula em suspensão que possui níveis normais de tal fator de transcrição. O perfil do produto da transcrição pode ser apresentado na forma de uma lista dos genes cujo nível de expressão é significativamente diferente entre os dois tratamentos e as proporções de diferenças. As diferenças e as similaridades entre os níveis de expressão podem também ser avaliadas e calculadas utilizando métodos estatísticos e de agrupamento.
[0165] Expressão ectópica ou expressão alterada em referência a um polinucleotídeos indica que o padrão de expressão, por exemplo, em uma planta ou tecido vegetal transgênico, é diferente do padrão de expressão em uma planta do tipo selvagem ou uma planta de referência da mesma espécie. O padrão de expressão pode ser também comparado com um padrão de expressão de referência em uma planta do tipo selvagem da mesma espécie. Por exemplo, o polinucleotídeo ou o polipeptídeo é expresso em um tipo de célula ou de tecido sem ser um tipo de célula ou de tecido em que a sequência é expressa na planta do tipo selvagem ou através da expressão em um momento sem ser no momento em que a sequência é expressa na planta do tipo selvagem ou através de uma resposta a agentes indutores diferentes, tais como hormônios ou sinais ambientais ou em níveis de expressão diferentes (maiores ou menores) comparados com os
69/1027 encontrados em uma planta do tipo selvagem. O termo também se refere a padrões de expressão alterados que são produzidos através da diminuição dos níveis de expressão até abaixo do nível de detecção ou da interrupção completa da expressão. O padrão de expressão resultante pode ser transitório ou estável, constitutivo ou pode ser induzido. Em referência a um polipeptídeo, o termo expressão ectópica ou expressão alterada pode ainda se referir a níveis alterados de atividade resultantes das interações dos polipeptídeos com moduladores exógenos ou endógenos ou de interações com fatores ou como um resultado da modificação química dos polipeptídeos.
[0166] O termo superexpressão como utilizado aqui, se refere a um maior nível de expressão de um gene em uma planta, célula vegetal ou tecido vegetal, comparado à expressão em uma planta, célula ou tecido do tipo selvagem, em qualquer estágio do desenvolvimento ou temporal para o gene. A superexpressão pode ocorrer quando, por exemplo, os genes que codificam um ou mais fatores de transcrição estão sob o controle de um sinal de expressão forte, tal como, um dos promotores descritos aqui (por exemplo, a região de início da transcrição 35S do vírus mosaico da couve-flor). A superexpressão pode ocorrer ao longo de toda uma planta ou em tecidos específicos da planta, dependendo do promotor utilizado, como descrito abaixo.
[0167] A superexpressão pode ocorrer em células vegetais que normalmente não possuem expressão de polipeptídeos funcionalmente equivalentes ou idênticos aos presentes fatores de transcrição. A superexpressão também pode ocorrer em células vegetais em que a expressão
70/1027 endógena dos presentes fatores de transcrição ou de moléculas funcionalmente equivalentes ocorre, mas tal expressão normal ocorre em um nível inferior. A superexpressão resulta assim em uma produção maior que a normal ou superprodução do fator de transcrição na planta, célula ou tecido.
[0168] O termo alteração de fase se refere a uma progressão da planta do embrião para o adulto e, através de algumas definições, à transição em que as plantas que florescem adquirem competência reprodutiva. Acredita-se que a alteração de fase ocorra após um certo número de divisões celulares no cume de uma planta em desenvolvimento ou quando o cume do broto atinge uma distância particular das raízes. Assim, a alteração da sincronia das alterações de fase pode afetar o tamanho de uma planta, que, por sua vez,
pode afetar o rendimento e a biomassa.
[0169] Tolerância resulta de características
específicas que podem ser herdadas de uma planta hospedeira
que permite que um agente patogênico se desenvolva e se
multiplique no hospedeiro enquanto que o hospedeiro,
através da falta de sítios receptores ou através da
inativação ou da compensação para as secreções irritantes do agente patogênico, ainda consegue se desenvolver ou, no caso das plantas de cultivo, produz ainda um bom plantio.
As plantas tolerantes são susceptíveis ao agente patogênico, mas não são mortas pelo mesmo e exibem geralmente poucos danos causados pelo agente patogênico (Agrios (1988) Plant Pathology, 3a ed. Academic Press,
N.Y., p. 129).
[0170] Resistência também referido como
71/1027 resistência verdadeira resulta quando uma planta contém um ou mais genes que tornam a plante e um agente patogênico potencial mais ou menos incompatíveis um com o outro, seja por causa de uma falta de reconhecimento químico entre o hospedeiro e o agente patogênico ou porque a planta hospedeira pode se defender contra o agente patogênico através de mecanismos de defesa já presentes ou ativados em resposta à infecção (Agrios (1988)) Plant Pathology, 3a ed. Academic Press, N.Y., p. 125).
[0171] Uma amostra em relação a um material que contém moléculas de ácidos nucléicos pode compreender um fluido corporal; um extrato de uma célula, um cromossomo, uma organela ou uma membrana isolada de um substrato; uma célula; um tecido; uma impressão de tecido; uma amostra forense; e similares. Neste contexto substrato se refere a qualquer suporte rígido ou semi-rígido ao qual moléculas de ácidos nucléicos ou proteínas ficam ligadas e inclui membranas, filtros, chips, lâminas, placas finas, fibras, esferas magnéticas ou não-magnéticas, géis, capilares ou outros tubos, placas, polímeros e micropartículas com uma variedade de formas de superfície incluindo poços, trincheiras, pinos, canais e poros. Um substrato pode também se referir a um reagente em uma reação química ou biológica ou uma substância sobre a qual há reação (por exemplo, por uma enzima).
[0172] Substancialmente purificado se refere a moléculas de ácido nucléico ou proteínas que são removidas de seu ambiente natural e são isoladas ou separadas e são pelo menos aproximadamente 60% isentas, preferencialmente aproximadamente 75% isentas e mais preferencialmente
72/1027 aproximadamente 90% isentas de outros componentes com os quais estão naturalmente associadas.
Características Que Podem ser Modificadas em Plantas com
Superexpressão ou Nocauteadas [0173]
As modificações de interesse particular incluem aquelas nas sementes (tal como embrião ou endosperma) , no fruto, na raiz, na flor, na folha, do caule, no broto na planta jovem partindo de semente ou similares, incluindo: maior tolerância condições ambientais incluindo o frio, o congelamento, o calor, a seca, a saturação de água, a radiação e o ozônio; maior tolerância a microorganismos, doenças fúngicas ou virais;
maior tolerância a infestações por pragas, incluindo insetos, nematóides, molicutes, plantas superiores parasitas ou similares;
menor sensibilidade a herbicidas;
maior tolerância a metais pesados ou maior capacidade de captação de metais pesados; maior crescimento sob fotocondições fracas (por exemplo, pouca luz e/ou período curto de dia) ou alterações nos níveis de expressão de genes de interesse. Outro fenótipo que pode ser modificado se refere à produção de metabólitos de plantas, tais como variações na produção de taxol, de tocoferol, de tocotrieno, de esteróis, de fitoesteróis, de vitaminas, de monômeros de cera, de antioxidantes, de aminoácidos, de ligninas, de celulose, de taninos, de prenil lipídeos (tais como clorofilas e carotenóides), de glicosinolatos e de terpenóides, proteína ou produção de óleos melhorada com a composição alterada (especialmente nas sementes) ou açúcar (insolúvel ou solúvel) e/ou composição de amido modificados. As características físicas da planta que podem
73/1027 ser modificadas incluem o desenvolvimento celular (tal como, o número de tricomas), o tamanho e o número de frutos e de folhas, os rendimentos de partes vegetais, tais como caules, folhas, inflorescências e raízes, a estabilidade das sementes durante o armazenamento, características de vagem das sementes (por exemplo, susceptibilidade a fraturas), o comprimento e a quantidade dos pelos da raiz, a distância entre nós ou a qualidade do revestimento das sementes. As características de crescimento da planta que podem ser modificadas incluem a taxa de crescimento, a taxa de germinação das sementes, o vigor das plantas e das plantas jovens partindo de semente, a senescência de folhas e flores, a esterilidade dos machos, a apomixia, o tempo de florescência, a abscisão da florescência, a taxa de captação de nitrogênio, a sensibilidade osmótica a concentrações de açucares solúveis, as características de biomassa ou de transpiração, assim como as características de arquitetura tais como a dominância apical, os padrões de ramificação, o número de órgãos, a identidade dos órgãos, a forma ou o tamanho dos órgãos.
Fatores de Transcrição Modificam a Expressão de Genes Endógenos [0174] A expressão de genes que codificam fatores de transcrição que modificam a expressão de genes, polinucleotídeos e proteínas endógenos é bem-conhecida na técnica. Em adição, as plantas transgênicas que compreendem polinucleotídeos isolados que codificam fatores de transcrição também podem modificar a expressão de genes, polinucleotídeos e proteínas endógenos. Os exemplos incluem Peng e outros (1997, Genes Development 11: 3194-3205) e
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Peng e outros (1999, Nature, 400: 256-261). Em adição, muitos outros mostraram que um fator de transcrição de Arabidopsis expresso em uma espécie de planta exógena ativa a mesma resposta fenotípica ou muito similar. Ver, por exemplo, Fu e outros (2001, Plant Cell 13: 1791-1802); Nandi e outros (2000, Curr. Biol. 10: 215-218); Coupland (1995, Nature 377: 482-483); e Weigel e Nilsson (1995, Nature 377: 482-500).
[0175] Em um outro exemplo, Mandel e outros (1992, Cell 71-133-143) e Suzuki e outros (2001, Plant J. 28: 409418) ensinam que um fator de transcrição expresso em uma outra espécie de planta ativa a mesma resposta fenotípica ou muito similar da sequência endógena, como frequentemente previsto nos estudos iniciais de fatores de transcrição de Arabidopsis em Arabidopsis (ver Mandel e outros 1992, supra; Suzuki e outros 2001, supra).
[0176] Outros exemplos incluem Muller e outros (2001, Plant J. 28: 169-179); Kim e outros (2001, Plant J. 25: 247-259); Kyozuka e Shimamoto (2002, Plant Cell Physiol. 43: 130-135); Boss e Thomas (2002, Nature, 416: 847-850); He e outros (2000, Transgenic Res. 9: 223-227); e Robson e outros (2001, Plant J. 28: 619-631).
[0177] Ainda em um outro exemplo, Gilmour e outros (1998, Plant J. 16: 433-442) ensinam um fator de transcrição AP2 de Arabidopsis, CBF1 (SEQ ID No: 2239), que quando superexpresso em plantas transgênicas, aumenta a tolerância ao congelamento da planta. Jaglo e outros (2001, Plant Physiol. 127: 910-917) identificaram ainda sequências em Brassica napus que codificam genes similares ao CBF e que os produtos da transcrição para estes genes se
75/1027 acumulavam rapidamente em resposta a baixas temperaturas.
Foi também descoberto que os produtos da transcrição que codificam proteínas similares a CBF se acumulam rapidamente em resposta a baixas temperaturas no trigo, assim como no tomate. Um alinhamento das proteínas CBF de
Arabidopsis,
B.
napus, trigo, centeio e tomate revelou presença de resíduos de aminoácidos consecutivos conservados,
PKK/RPAGRxKFxETRHP e DSAWR, que agrupa os domínios de ligação ao DNA AP2/EREBP das proteínas e os distinguem de outros membros da família da proteína AP2/EREBP. (Ver Jaglo e outros supra.) [0178] Os fatores de transcrição medeiam respostas celulares e controlam características através da expressão alterada de genes que contam sequências de nucleotídeos que atuam em cis que são alvos do fator de transcrição introduzido. É bem considerado na Técnica que o efeito de um fator de transcrição sobre as respostas celulares ou uma característica celular é determinado através de genes particulares cuja expressão é diretamente ou indiretamente (por exemplo, através de uma cascata de eventos de ligação ao fator de transcrição e alterações transcricionais) alterada pela ligação do fator de transcrição. Em uma análise global da transcrição comparando uma condição padronizada com uma em que um fator de transcrição é superexpresso, o perfil do produto da transcrição resultante associado com a superexpressão do fator de transcrição está relacionado à característica ou ao
processo celular controlado por tal fator de transcrição.
Por exemplo, foi mostrado que o gene PAP2 (e outros genes
na família MYB) controlam a biossíntese da antocianina
76/1027 através da regulação da expressão de genes conhecidos por estarem envolvidos na via biossintética da antocianina (Bruce e outros (2000) Plant Cell 12: 65-79; e Borevitz e outros (2000) Plant Cell 12: 2383-2393). Ainda, os perfis globais dos produtos de transcrição foram utilizados de forma bem-sucedida como ferramentas para diagnósticos para estados celulares específicos (por exemplo, canceroso vs. não-canceroso; Bhattacharjee e outros (2001) Proc. Natl. Acad. Sci. USA 98: 13790-13795; e Xu e outros (2001) Proc Natl Acad Sci, USA 98: 15089-15094). Consequentemente, é evidente para um versado na técnica que a similaridade do perfil do produto de transcrição após a superexpressão de fatores de transcrição diferentes indicariam similaridade da função dos fatores de transcrição.
Polipeptídeos e Polinucleotídeos da Invenção [0179] A presente invenção fornece, entre outras coisas, fatores de transcrição (TFs) e polipeptídeos homólogos aos fatores de transcrição e polinucleotídeos isolados ou recombinantes que codificam os polipeptídeo ou novos polipeptídeos ou polinucleotídeos com variação de sequências que codificam novas variações de fatores de transcrição derivadas das sequências específicas fornecidas aqui. Estes polipeptídeos e polinucleotídeos podem ser empregados para modificar características de uma planta.
[0180] Os exemplos de polinucleotídeos que codificam os polipeptídeos da invenção foram identificados no banco de dados GenBank de Arabidopsis thaliana utilizando programas e parâmetros de análise de sequências disponíveis publicamente. As sequências inicialmente identificadas foram então adicionalmente caracterizadas
77/1027 para identificar sequências que compreendem filamentos de sequências especificadas que correspondem a motivos de sequências presentes nas famílias conhecidas dos fatores de transcrição. Em adição, exemplos adicionais de polinucleotídeos que codificam os polipeptídeos da invenção foram identificados no banco de dados GenBank utilizando programas e parâmetros de análise de sequências disponíveis publicamente. As sequências identificadas inicialmente foram então adicionalmente caracterizadas para identificar sequências que compreendem filamentos de sequências especificadas que correspondem a motivos de sequências presentes nas famílias conhecidas de fatores de transcrição. As sequências de polinucleotídeos que satisfazem tais critérios foram confirmadas como fatores de transcrição.
[0181] Polinucleotídeos adicionais da invenção foram identificados através da seleção de bibliotecas de cDNA de Arabidopsis thaliana e/ou de outra planta com sondas correspondentes a fatores de transcrição conhecidos sob condições de hibridização de baixo rigor. As sequências adicionais, incluindo sequências codificadoras de comprimento completo foram subsequentemente recuperadas através do procedimento de amplificação rápida das extremidades do cDNA (RACE), utilizando um kit disponível comercialmente de acordo com as instruções do fabricante. Quando necessário, várias rodadas de RACE são realizadas para isolar as extremidades a 5' e a 3'. O cDNA de comprimento completo foi então recuperado através de uma reação em cadeia da polimerase extremidade-à-extremidade de rotina (PCR) utilizando iniciadores específicos para as
78/1027 extremidades isoladas a 5' e a 3'. Os exemplos de sequências são fornecidos na Listagem de Sequências.
[0182] Os polinucleotídeos da invenção podem ser ou foram expressos de forma ectópica em plantas superexpressoras ou nocauteadas e as alterações na(s) característica(s) ou traço(s) das plantas foram observadas. Portanto, os polinucleotídeos e os polipeptídeos podem ser empregados para melhorar as características das plantas.
[0183] Os polinucleotídeos da invenção podem ser ou foram expressos de forma ectópica em células vegetais que superexpressam e as alterações nos níveis de expressão de um número de genes, polinucleotídeos e/ou proteínas das células vegetais foram observadas.
Produção de Polipeptídeos [0184] Os polinucleotídeos da invenção incluem sequências que codificam fatores de transcrição e polipeptídeos homólogos dos fatores de transcrição e sequências complementares aos mesmos, assim como fragmentos únicos de sequência codificadora ou de sequência complementar aos mesmos.
Tais polinucleotídeos podem ser, por exemplo,
DNA ou RNA, por exemplo, mRNA, cRNA, RNA sintético,
DNA genômico, cDNA
DNA sintético, oligonucleotídeos etc. Os polinucleotídeos possuem filamento duplo ou filamento simples ou tanto sequências senso (isto é, codificadoras) quanto sequências antisentido (isto é, não codificadora, complementares). Os polinucleotídeos incluem a sequência codificadora de um fator de transcrição ou de um polipeptídeo homólogo do fator de transcrição, isolado ou em combinação com sequências codificadoras adicionais (por exemplo, uma
79/1027 marcação para purificação, um sinal de localização, na forma de uma proteína de fusão, na forma de uma préproteína ou similar), em combinação com sequências não codificadoras (por exemplo, íntrons ou inteínas, elementos reguladores, tais como promotores, intensificadores, terminadores e similares) e/ou em um vetor ou ambiente hospedeiro em que o polinucleotídeo que codifica um fator de transcrição ou um polipeptídeo homólogo do fator de transcrição é um gene endógeno ou exógeno.
[0185] Há uma variedade de métodos para a produção dos polinucleotídeos da invenção. Os procedimentos para a identificação e para o isolamento de clones de DNA são bemconhecidos pelos versados na técnica e são descritos, por exemplo, em Berger e Kimmel, Guide to Molecular Cloning Techniques, Methods in Enzymology, vol. 152 Academic Press, Inc., São Diego, CA (Berger); Sambrook e outros Molecular Cloning - A Laboratory Manual (2a Ed.), Vol. 1-3, Cold Spring Harbor Laboratory, Cold Spring Harbor, Nova York, 1989 (Sambrook) e Current Protocols in Molecular Biology, Ausubel e outros eds., Current Protocols, a joint venture between Greene Publishing Associates, Inc. and John Wiley & Sons, Inc., (supplemented through 2000) (Ausubel).
[0186] Alternativamente, os polinucleotídeos da invenção, podem ser produzidos através de uma variedade de métodos de amplificação in vitro adaptados para a presente invenção através da seleção apropriada de iniciadores específicos ou degenerados. Os exemplos de protocolos suficientes para direcionar os versado através dos métodos de amplificação in vitro, incluindo a reação em cadeia da polimerase (PCR), a reação em cadeia da ligase (LCR), a
80/1027 amplificação pela Qbeta-replicase e e outras técnicas mediadas pela RNA polimerase (por exemplo, NASBA), por exemplo, para a produção dos ácidos nucléicos homólogos da invenção são encontrados em Berger (supra), Sambrook (supra) e Ausubel (supra), assim como Mullis e outros (1987) PCR Protocols A Guide to Methods and Applications (Innis e outros eds) Academic Press Inc. São Diego, CA (1990) (Innis). Os métodos melhorados para a clonagem in vitro de ácidos nucléicos amplificados são descritos em Wallace e outros Patente U.S. N- 5.426.039. Os métodos melhorados para a amplificação de ácidos nucléicos grandes pela PCR estão resumidos em Cheng e outros (1994) Nature 369: 684-685 e nas referências citadas no mesmo, em que amplicons de PCR de até 40 kb são gerados. Um versado considerará que essencialmente qualquer RNA pode ser convertido em um DNA de filamento duplo adequado para a digestão de restrição, para a expansão pela PCR e para o sequenciamento utilizando a transcriptase reversa e uma polimerase. Ver, por exemplo, Ausubel, Sambrook e Berger, todos supra.
[0187] Alternativamente, os polinucleotídeos e os oligonucleotídeos da invenção podem ser montados partindo de fragmentos produzidos através de métodos de síntese em fase sólida. Tipicamente, os fragmentos de até aproximadamente 100 bases são sintetizados individualmente e então enzimaticamente ou quimicamente ligados para produzir uma sequência desejada, por exemplo, um polinucleotídeo que codifica todo ou uma parte de um fator de transcrição. Por exemplo, a síntese química utilizando o método da fosforamidita é descrita, por exemplo, por
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Beaucage e outros (1981) Tetrahedron Letters 22: 1859-1869;
e Matthes e outros (1984) EMBO J. 3: 801-805.
tais métodos, os oligonucleotídeos são
De acordo com sintetizados, purificados, anelados com seu filamento complementar, ligados e então clonados opcionalmente em vetores adequados.
se desejado, os polinucleotídeos e os polipeptídeos da invenção podem ser encomendados customizados de qualquer um de um número de fornecedores comerciais.
Sequências Homólogas [0188] As sequências homólogas, isto é, que compartilham identidade ou similaridade de sequência significativa, com as fornecidas na Listagem de Sequências, derivadas de Arabidopsis thaliana ou de outras plantas de escolha, são também um aspecto da invenção. As sequências homólogas podem ser derivadas de qualquer planta incluindo monocotiledôneas e dicotiledôneas e em particular, espécies de plantas importantes para a agricultura, incluindo, mas não limitadas às plantas de cultivo, tais como a soja, o trigo, o milho, a batata, o algodão, o arroz, a colza, a óleo de semente de colza (incluindo a canola), o girassol, a alfafa, o trevo, a cana-de-açúcar e a turfa; ou frutos e vegetais, tais como a banana a amora-preta, o vacínio, o morango e a framboesa, o cantalupo, a cenoura, a couveflor, o café, o pepino, a berinjela, as uvas, melão, a alface, a manga, o melão, a cebola, a papaia, as ervilhas, as pimentas, o abacaxi, a abóbora, o espinafre, a abóbora, o milho doce, o tabaco, o tomate, o tomate cereja, a melancia, as frutas rosáceas (tais como a maçã, o pêssego, a pêra, a cereja e a ameixa), as brassicas vegetais (tais
82/1027 como brócolis, repolho, couve-flor, couve de Bruxelas e couve-rábano) . Outras plantas de cultivo, incluindo frutas e vegetais, cujos fenótipos podem ser alterados e que compreendem sequências homólogas incluem a cevada a cevada; o centeio; o milhete; o sorgo; a groselha; o abacate; as frutas cítricas tais como laranjas, limões, grapefruit, tangerinas, alcachofra, cerejas; nozes tais como a noz e o amendoim; a endiva; o alho-poró; raízes, tais como, a araruta, a beterraba, a mandioca, o nabo, o rabanete, o inhame e a batata doce; e feijões. A sequências homólogas também podem ser derivadas de espécies madeireiras, tais como o pinheiro, o choupo e o eucalipto ou a menta ou outros labiados. Em adição, as sequências homólogas podem ser derivadas de plantas que são relacionadas de forma evolutiva com plantas de cultivo, mas que podem não ter sido ainda utilizadas como plantas de cultivo. Os exemplos incluem beladona (Atropa belladona), relacionada ao tomate; datura (Datura strommium), relacionada ao peiote; e o teosinto (Zea species), relacionado ao milho.
Ortólogos e Parálogos [0189] As sequências homólogas que são descritas acima podem compreender sequências ortólogas ou parálogas. Vários métodos diferentes são conhecidos pelos versados na técnica para a identificação e para a definição destas sequências funcionalmente homólogas. Três métodos gerais para a definição de ortólogos e parálogos são descritos; um ortólogo, um parálogo ou um homólogo pode ser identificado por um ou mais dos métodos descritos abaixo.
[0190] Os ortólogos e os parálogos são genes relacionados evolutivamente que possuem sequência similar e
83/1027 funções similares. Os ortólogos são genes estruturalmente relacionados em espécies diferentes que são derivados de um evento de especiação. Os parálogos são genes estruturalmente derivados dentro de uma única espécie que são derivados de um evento de duplicação.
[0191] Dentro de uma única espécie de planta, a duplicação pode causar duas cópias de um gene particular, dando origem a dois ou mais genes com sequência similar e frequentemente função similar conhecidos como parálogos. Um parálogo é, portanto, um gene similar formado pela duplicação dentro da mesma espécie. Os parálogos tipicamente se agrupam um ao outro ou no mesmo clado (um grupo de genes similares) quando a filogenia da família gênica é analisada utilizando programas, tal como, CLUSTAL (Thompson e outros (1994) Nucleic Acids Res. 22: 4673-4680; Higgins e outros (1996) Methods Enzymol. 266: 383-402). Os grupos de genes similares também podem ser identificados com a análise de BLAST em pares (Feng e Doolittle (1987) J. Mol. Evol. 25: 351-360). Por exemplo, um clado de todos os fatores de transcrição do domínio MADS muito similares de Arabidopsis compartilha uma função comum no tempo de florescência (Ratcliffe e outros (2001) Plant Physiol. 126: 122-132) e um grupo de fatores de transcrição do domínio AP2 muito similar de Arabidopsis está envolvido na tolerância das plantas ao congelamento (Gilmour e outros (1998) Plant J. 16: 433-442). A análise dos grupos de genes similares com função similar que se encaixam dentro de um clado pode fornecer subsequências que são particulares ao clado. Estas subsequências, conhecidas como sequências consenso, podem não somente ser utilizadas para definir as
84/1027 sequências dentro de cada clado, mas definir as funções destes genes; os genes dentro de um clado podem conter sequências parálogas ou sequências ortólogas que compartilham a mesma função (ver ainda, por exemplo, Mount (2001), em Bioinformatics: Sequência and Genome Analysis Cold Spring Harbor Laboratory Press, Cold Spring Harbor, Nova York, página 543.) [0192] A especiação, a produção de novas espécies partindo de uma espécie parental, também pode dar origem a dois ou mais genes com sequência similar e função similar. Estes genes, denominados ortólogos, possuem frequentemente uma função idêntica dentro de suas plantas hospedeiras e são frequentemente intercambiáveis entre espécies sem perder a função. Devido ao fato de que as plantas possuem os mesmos ancestrais comuns, muitos genes em qualquer espécie de planta terão um gene ortólogo correspondente em uma outra espécie de planta. Uma vez que uma árvore filogenética para uma família de genes de uma espécie foi construída utilizando um programa tal como, CLUSTAL (Thompson e outros (1994) Nucleic Acids Res. 22: 4673-4680; Higgins e outros (1996) supra) as sequências ortólogas potenciais podem ser colocadas na árvore filogenética e sua relação com os genes das espécies de interesse pode ser determinada. As sequências ortólogas também podem ser identificadas através de uma estratégia de BLAST recíproco. Uma vez que uma sequência ortóloga foi identificada, a função do ortólogo pode ser deduzida partindo da função identificada da sequência de referência.
[0193] As sequências dos genes de fatores de transcrição são conservadas ao longo de linhagens de
85/1027 espécies eucarióticas distintas (Goodrich e outros (1993) Cell 75: 519-530; Lin e outros (1991) Nature 353: 569-571; Sadowski e outros (1988) Nature 335: 563-564). As plantas não são uma exceção para esta observação; espécies de plantas distintas possuem fatores de transcrição que possuem sequências e funções similares.
[0194] Os genes ortólogos de organismos diferentes possuem funções altamente conservadas e muito frequentemente, funções essencialmente idênticas (Lee e outros (2002) Genome Res. 12: 493-502; Remm e outros (2001) J. Mol. Biol. 314: 1041-1052) . Os genes parálogos, que divergiram através da duplicação gênica, podem manter funções similares das proteínas codificadas. Em tais casos, os parálogos podem ser utilizados de forma intercambiável em relação a acertas modalidades da presente invenção (por exemplo, a expressão transgênica de uma sequência codificadora). Um exemplo de tais parálogos altamente relacionados é a família CBF, com três membros bem definidos em Arabidopsis e pelo menos um ortólogo em Brassica napus (SEQ ID N-: 2238, 2240, 2242 e 2244, respectivamente), das quais todas controlam as vias envolvidas tanto no estresse ao congelamento quanto à seca (Gilmour e outros (1998) Plant J. 16: 433-442; Jaglo e outros (1998) Plant Physiol. 127: 910-917).
[0195] As referências a seguir representam uma pequena amostragem dos muitos estudos que demonstram que os genes dos fatores de transcrição de várias espécies provavelmente funcionam de forma similar (isto é, regulam sequências alvo similares e controlam as mesmas características) e tais fatores de transcrição podem ser
86/1027 transformados em várias espécies para conferir ou melhorar as características.
[0196] O gene NPR1 de Arabidopsis regula a resistência sistêmica adquirida (SAR); a superexpressão de NPR1 leva a uma maior resistência em Arabidopsis. Quando o NPR1 de Arabidopsis NPR1 ou o ortólogo de NPR1 do arroz foi superexpresso no arroz (que, como uma monocotiledônea, é distinto de Arabidopsis), com o desafio com o agente patogênico causador de ferrugem bacteriano do arroz Xanthomonas oryzae pv. Oryzae, as plantas transgênicas exibiram maior resistência (Chern e outros (2001) Plant J. 27: 101-113). O NPR1 atua através da ativação da expressão de genes do fator de transcrição, tal como, o TGA2 (Fan e Dong (2002) Plant Cell 14: 1377-1389).
[0197] Os genes E2F estão envolvidos na transcrição de genes vegetais para a proliferação de antígeno nuclear celular (PCNA). As plantas E2Fs compartilham um alto grau de similaridade na sequência de aminoácidos entre monocotiledôneas e dicotiledôneas e são ainda similares aos domínios conservados de E2Fs de animais. Tal conservação indica uma similaridade funcional entre E2Fs de plantas e de animais. Os fatores de transcrição do E2F que regulam o desenvolvimento dos meristemas atuam através de elementos comuns em cis e regulam genes relacionados (PCNA) (Kosugi e Ohashi, (2002) Plant J. 29: 45-59).
[0198] O gene ABI5 (insensível ao ABA 5) codifica um fator de zíper de leucina básico necessário para a resposta ao ABA na semente e em tecidos vegetativos. Os experimentos de co-transformação com construções de cDNA do ABI5 em protoplastos de arroz resultaram na transativação
87/1027 específica dos promotores do trigo de Arabidopsis, do feijão e da cevada que podem ser induzidos pelo ABA. Estes resultados demonstram que os fatores de transcrição do ABI5 similares em relação à sequência são alvos importantes de uma via de sinalização conservada do ABA em várias plantas. (Gampala e outros (2001) J. Biol. Chem. 277: 1689-1694).
[0199] As sequências de três genes similares a GAMYB de Arabidopsis foram obtidas com base na similaridade de sequência para os genes GAMYB da cevada, do arroz e de L. temulentum. Foi determinado que estes três genes de Arabadopsis codificam fatores de transcrição (AtMYB33, AtMYB65 e AtMYB101) e poderiam substituir um GAMYB da cevada e controlar a expressão da alfa-amilase (Gocal e outros (2001) Plant Physiol. 127: 1682-1693).
[0200] O gene de controle floral LEAFY de Arabidopsis pode acelerar drasticamente a florescência em várias plantas dicotiledôneas. A expressão constitutiva do LEAFY de Arabidopsis também causava florescência precoce no arroz transgênico (uma monocotiledônea), com uma data de início que era de 26-34 dias mais cedo que as plantas do tipo selvagem. Estas observações indicam que os genes de regulação floral de Arabidopsis são ferramentas úteis para um melhoramento de data de início nas plantas de cultivo de cereais (He e outros (2000) Transgenic Res. 9: 223-227).
[0201] As giberelinas bioativas (GAs) são reguladores endógenos essenciais do crescimento vegetal. A sinalização da GA tende a ser conservada ao longo do reino vegetal. A sinalização da GA é mediada através de GAI, um membro nuclear da família GRAS de fatores de transcrição vegetais. Foi mostrado que o GAI de Arabidopsis GAI
88/1027 funciona no arroz para inibir as vias de resposta à giberelina (Fu e outros (2001) Plant Cell 13: 1791-1802).
[0202] O gene SUPERMAN de Arabidopsis (SUP), codifica um suposto fator de transcrição que mantém o limite entre os estames e os carpelos. Através da superexpressão do SUP de Arabidopsis SUP no arroz, foi mostrado que o efeito da presença do gene nos limites do verticilo era conservado. Isto demonstrou que o SUP é um regulador conservado dos limites do verticilo floral e afeta a proliferação celular (Nandi e outros (2000) Curr. Biol. 10: 215-218).
[0203] Os fatores de transcrição myb do milho, da petúnia e de Arabidopsis que regulam a biossíntese de flavonóides são muito similares geneticamente e afetam a mesma característica em suas espécies nativas, portanto, a sequência e a função destes fatores de transcrição myb se correlacionam uma com a outra nestas espécies diferentes (Borevitz e outros (2000) Plant Cell 12: 2383-2394).
[0204] Os genes do trigo de tamanho reduzido 1 (Rht-B1/Rht-D1) e do milho anão 8 (d8) são ortólogos do gene insensível à giberelina de Arabidopsis (GAI). Ambos estes genes foram utilizados para produzir variedades anãs de grãos que possuíam maior rendimento de grãos. Estes genes codificam proteínas que se parecem com fatores de transcrição nucleares e contêm um domínio similar a SH2, indicando que a fosfotirosina pode participar na sinalização da giberelina. Foi mostrado que plantas transgênicas de arroz contendo um alelo mutante de GAI de Arabidopsis produzem respostas reduzidas à giberelina e são anãs, indicando que os ortólogos mutantes de GAI poderiam
89/1027 ser utilizados para aumentar o rendimento em uma faixa ampla de espécies de plantas de cultivo (Peng e outros (1999) Nature 400: 256-261).
[0205] Os fatores de transcrição que são homólogos às sequências listadas tipicamente compartilharão, pelo menos em um domínio conservado, de pelo menos aproximadamente 70% de identidade de sequência de aminoácidos e com relação aos fatores de transcrição de dedo de zinco, de pelo menos aproximadamente 50% de identidade de sequência de aminoácidos.
Os fatores de intimamente transcrição mais
compartilhar pelo menos
aproximadamente 75% ou
aproximadamente 90% ou
aproximadamente 98% ou mais de
as sequências listadas ou com
relacionados podem
aproximadamente 70% ou
aproximadamente 80% ou
aproximadamente 95% ou
identidade de sequência com as sequências listadas, mas excluindo ou fora de uma sequência consenso ou de um sítio consenso de ligação ao DNA conhecido ou com as sequências listadas excluindo um ou todos os domínios conservados. Os fatores que são mais intimamente relacionados às sequências listadas compartilham, por exemplo, pelo menos aproximadamente 85%, aproximadamente 90% ou aproximadamente 95% ou maior% de identidade de sequência com as sequências listadas ou com as sequências listadas, mas excluindo ou fora de uma sequência consenso ou de um sítio consenso de ligação ao DNA conhecido ou fora de um ou de todos os domínios conservados. No nível de nucleotídeos, as sequências tipicamente compartilharão pelo menos aproximadamente 40% de identidade de sequência de nucleotídeos, preferencialmente pelo menos aproximadamente
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50%, aproximadamente 60%, aproximadamente 70% ou aproximadamente 80% de identidade de sequência e mais preferencialmente aproximadamente 85%, aproximadamente 90%, aproximadamente 95% ou aproximadamente 97% ou uma maior identidade de sequência com uma ou mais das sequências listadas ou com uma sequência listada, mas excluindo ou fora de uma sequência consenso ou de um sítio consenso de ligação ao DNA conhecido ou fora de um ou de todos os domínios conservados. A degeneração do código genético possibilita maiores variações na sequência de nucleotídeos de um polinucleotídeo enquanto mantém a sequência de aminoácidos da proteína codificada. Os domínios conservados dentro de uma família de fatores de transcrição podem exibir um grau maior de homologia de sequência, tal como, pelo menos 65% de identidade de sequência de aminoácidos incluindo substituições conservativas e preferencialmente pelo menos 80% de identidade de sequência e mais preferencialmente pelo menos 85% ou pelo menos aproximadamente 86% ou pelo menos aproximadamente 87% ou pelo menos aproximadamente 88% ou pelo menos aproximadamente 90% ou pelo menos aproximadamente 95% ou pelo menos aproximadamente 98% de identidade de sequência. Os fatores de transcrição que são homólogos às sequências listadas devem compartilhar pelo menos 30% ou pelo menos aproximadamente 60% ou pelo menos aproximadamente 75% ou pelo menos aproximadamente 80% ou pelo menos aproximadamente 90% ou pelo menos aproximadamente 95% de identidade de sequência de aminoácidos ao longo de todo o comprimento do polipeptídeo ou do homólogo.
[0206] A identidade percentual pode ser determinada
91/1027 eletronicamente, por exemplo, utilizando o programa
MEGALIGN (DNASTAR, Inc. Madison, Wis.).
pode criar alinhamentos entre duas ou
O programa MEGALIGN mais sequências de acordo com métodos diferentes, por exemplo, o método clustal (Ver, por exemplo,
Higgins e Sharp (1988) Gene :
237-244.). O algoritmo clustal agrupa sequências em clusters através do exame das distâncias entre todos os pares. Os clusters são alinhados em pares e então em grupos. Outros algoritmos ser utilizados, incluindo ou programas de alinhamento podem
FASTA, BLAST ou ENTREZ, FASTA e
BLAST e que podem ser utilizados para calcular o percentual de similaridade. Estes estão disponíveis como uma parte do pacote para análise de sequências GCG (University of Wisconsin, Madison, Wis.) e podem ser utilizados com ou sem ajustes preestabelecidos. ENTREZ está disponível através do National Center for Biotechnology Information. Em uma modalidade, o percentual de identidade de duas sequências pode ser determinado através do programa GCG com um peso de espaço de 1, por exemplo, cada espaço de aminoácido é pesado como se houvesse uma combinação errada de um único aminoácido ou nucleotídeo entre as duas sequências (ver USPN 6.262.333).
[0207] Outras técnicas para alinhamento são descritas em Methods in Enzymology, vol. 266, Computer Methods for Macromolecular Sequência Analysis (1996), ed. Doolittle, Academic Press, Inc., São Diego, Calif., EUA. Preferencialmente, um programa de alinhamento que permite espaços na sequência é utilizado para alinhar as sequências. O de Smith-Waterman é um tipo de algoritmo que permite espaços nos alinhamentos de sequências (ver Shpaer
92/1027 (1997) Methods Mol. Biol. 70: 173-187). Ainda, o programa GAP utilizando o método de alinhamento de Needleman e Wunsch pode ser utilizado para alinhar sequências. Uma estratégia alternativa de busca utiliza o software MPSRCH, que roda em um computador MASPAR. O MPSRCH utiliza um algoritmo de Smith-Waterman para classificar sequências em um computador masciçamente paralelo. Esta abordagem aumenta a capacidade de captar combinações distantemente relacionadas e é especialmente tolerante a pequenos espaços e erros de sequências de nucleotídeos. As sequências de aminoácidos codificadas por ácidos nucléicos podem ser utilizadas para pesquisar bancos de dados tanto de proteínas quanto de DNA.
percentual de similaridade entre duas sequências de polipeptídeos, por exemplo, a sequência A e a sequência B, é calculado através da divisão do comprimento da sequência
A, menos o número de resíduos de espaço na sequência B, pela soma das combinações de resíduos entre a sequência A e a sequência B, vezes cem.
Os espaços de baixa ou de nenhuma similaridade entre as duas sequências de aminoácidos não são incluídos na determinação do percentual de similaridade. O percentual de identidade entre sequências de polinucleotídeos pode ser contado ou calculado através de outros métodos conhecidos na técnica, por exemplo, o método de Jotun Hein. (Ver, por exemplo, Hein (1990) Methods Enzymol. 183: 626-645.). A identidade entre as sequências também pode ser determinada através de outros métodos conhecidos na técnica, por exemplo, através da variação das condições de hibridização (ver o Pedido de Patente U.S. N 20010010913).
93/1027 [0209] O percentual de identidade entre dois domínios conservados de uma sequência consenso de polipeptídeos do domínio de ligação ao DNA do fator de transcrição pode ser tão baixo quanto 16%, como exemplificado no caso da família GATA1 de fatores de transcrição de dedo de zinco de eucarióticos do tipo Cys2/Cys2. A sequência consenso do domínio de ligação ao DNA da família GATA1 é CX2CX17CX2C, em que X é qualquer resíduo de aminoácido. (Ver, por exemplo, Takatsuji, supra). Outros exemplos de tais sequências consenso conservadas de polipeptídeos com baixo percentual global de identidade de sequência sistema imunológico bem-conhecidos pelos versados na técnica.
[0210] Assim, a invenção fornece métodos para a identificação de uma sequência similar ou paráloga ou ortóloga ou homóloga a um ou mais polinucleotídeos que são citados aqui ou um ou mais polipeptídeos alvo codificados pelos polinucleotídeos ou citados de outra maneira aqui e podem incluir a ligação ou a associação de um fenótipo ou uma função gênica de uma certa planta com uma sequência. Nos métodos, é fornecido um banco de dados (localmente ou através da Internet ou da intranet) e é feita uma busca contra o banco de dados de sequências utilizando as sequências relevantes contidas aqui e fenótipos ou funções gênicas de plantas associadas.
[0211] Em adição, uma ou mais sequências de polinucleotídeos ou um ou mais polipeptídeos codificados pelas sequências de polinucleotídeos podem ser utilizados para a busca contra um BLOCKS (Bairoch e outros (1997) Nucleic Acids Res. 25: 217-221), PFAM e outros bancos de
94/1027 dados que contêm motivos, sequências e funções gênicas previamente identificados e anotados. Os métodos que buscam padrões primários de sequências com penalidades de espaço de estruturas secundárias (Smith e outros (1992) Protein Engineering 5: 35-51) assim como algoritmos, tais como Basic Local Alignment Search Tool (BLAST; Altschul (1993) J. Mol. Evol. 36: 290-300; Altschul e outros (1990) supra), BLOCKS (Henikoff e Henikoff (1991) Nucleic Acids Res. 19: 6565-6572), Hidden Markov Models (HMM; Eddy (1996) Curr. Opin. Str. Biol. 6: 361-365; Sonnhammer e outros (1997) Proteins 28: 405-420) e similares, podem ser utilizados para manipular e analisar sequências de polinucleotídeos e de polipeptídeos codificadas pelos polinucleotídeos. Estes bancos de dados, algoritmos e outros métodos são bemconhecidos na técnica e estão descritos em Ausubel e outros (1997; Short Protocols in Molecular Biology, John Wiley & Sons, Nova York, NY, unidade 7.7) e em Meyers (1995; Molecular Biology and Biotechnology, Wiley VCH, Nova York, NY, p 856-853).
[0212] Um método adicional para a identificação ou para a confirmação de que as sequências homólogas específicas controlam a mesma função é através da comparação do(s) perfil(is) dos produtos da transcrição obtido(s) da superexpressão ou do nocaute de dois ou mais fatores de transcrição relacionados. Uma vez que os perfis dos produtos da transcrição são diagnósticos para estados celulares específicos, um versado na técnica considerará que genes que possuem um perfil de produto da transcrição altamente similar (por exemplo, com mais de 50% de produtos da transcrição regulados em comum, mais preferencialmente
95/1027 com mais de 70% de produtos da transcrição regulados em comum, mais preferencialmente com mais de 90% de produtos da transcrição regulados em comum) terão funções altamente similares. Fowler e outros (2002) Plant Cell 14: 1675-79) mostraram que três genes parálogos da família AP2 (CBF1, CBF2 e CBF3), dos quais cada um é induzido após tratamento com frio e cada um dos quais pode fornecer maior condição de tolerância ao congelamento, possuem perfis de produtos da transcrição altamente similares. Uma vez que foi mostrado que um fator de transcrição fornece uma função específica, seu perfil de produtos da transcrição se torna uma ferramenta para diagnóstico para determinar se supostos parálogos ou ortólogos possuem a mesma função.
[0213] Além disso, os métodos que utilizam alinhamento manual de sequências similares ou homólogas a uma ou mais sequências de polinucleotídeos ou a um ou mais polipeptídeos codificados pelas sequências de polinucleotídeos podem ser utilizados para identificar regiões de similaridade e domínios conservados. Tais métodos manuais são bem-conhecidos pelos versados na podem incluir, por exemplo, comparações de estrutura terciária entre uma sequência de polipeptídeo codificada por um polinucleotídeo que compreende uma função conhecida com uma sequência de polipeptídeo codificada por uma sequência de polinucleotídeo que possui uma função ainda indeterminada. Tais exemplos de estrutura terciária podem compreender alfa hélices, folhas beta, hélices anfipáticas, motivos de zíper de leucina, motivos de dedos de zinco, regiões ricas em prolina, motivos de repetição de cisteínas previstos e similares.
96/1027 [0214] Os ortólogos e os parálogos de fatores de transcrição divulgados aqui podem ser clonados utilizando composições fornecidas pela presente invenção de acordo com métodos bem-conhecidos na técnica. Os cDNAs podem ser clonados utilizando mRNA de uma célula ou tecido vegetal que expressa um dos presentes fatores de transcrição. As fontes apropriadas de mRNA podem ser identificadas através da consulta de Northern blots com sondas planejadas partindo das presentes sequências de fatores de transcrição, após a qual é preparada uma biblioteca partindo do mRNA obtido de uma célula ou tecido positivo. O cDNA que codifica o fator de transcrição é então isolado utilizando, por exemplo, a PCR, utilizando iniciadores planejados partindo de uma sequência gênica de fator de transcrição divulgada aqui ou através do tratamento com sondas com um cDNA parcial ou completo ou com um ou mais conjuntos de sondas degeneradas baseadas nas sequências divulgadas. A biblioteca de cDNA pode ser utilizada para transformar células vegetais. A expressão dos cDNAs de interesse é detectada utilizando, por exemplo, métodos divulgados aqui, tais como microarranjos, Northern blots, PCR quantitativa ou qualquer outra técnica para monitorar alterações na expressão. Os clones genômicos podem ser isolados utilizando técnicas similares a estas.
Identificação de Polinucleotídeos ou de Ácidos Nucléicos através da Hibridização [0215] Os polinucleotídeos homólogos às sequências ilustradas na Listagem de Sequências e nas tabelas podem ser identificados, por exemplo, através da hibridização um com o outro sob condições rigorosas ou altamente rigorosas.
97/1027
Os polinucleotídeos de filamento simples se hibridizam quando se associam com base em uma variedade de forças físico-químicas bem caracterizadas, tais como a ponte de hidrogênio, a exclusão de solventes, o empilhamento de bases e similares.
O rigor de uma hibridização reflete grau de identidade de sequência dos ácidos nucléicos envolvidos, de forma que quanto maior o rigor, mais similares são os dois filamentos de polinucleotídeos.
rigor é influenciado por uma variedade de fatores, incluindo a temperatura, a concentração e a composição de sais, aditivos orgânicos e inorgânicos, solventes etc.
presentes nas soluções tanto de hibridização quanto de lavagem e incubações (e número das mesmas), que são descritos em maiores detalhes nas referências citadas anteriormente.
[0216] São abrangidas pela invenção as sequências de polinucleotídeos que são capazes de se hibridizarem com as sequências de polinucleotídeos reivindicadas, incluindo qualquer um dos polinucleotídeos dos fatores de transcrição dentro da Listagem de Sequências e fragmentos dos mesmos sob várias condições de rigor (Ver, por exemplo, Wahl e Berger (1987) Methods Enzymol. 152: 399-407; e Kimmel (1987) Methods Enzymol. 152: 507-511). Em adição às sequências de nucleotídeos listadas nas Tabelas 4 - 9, o cDNA de comprimento completo, os ortólogos e os parálogos das presentes sequências de nucleotídeos podem ser identificados e isolados utilizando métodos bem-conhecidos. As bibliotecas de cDNA, os ortólogos e os parálogos das presentes sequências de nucleotídeos podem ser selecionados utilizando métodos de hibridização para determinar a sua
98/1027 utilizada como alvo de hibridização ou como sondas para amplificação.
[0217] Em relação à hibridização, as condições que são altamente rigorosas e os meios para conseguí-las, são bem-conhecidos na técnica. Ver, por exemplo, Sambrook e outros (1989) Molecular Cloning: A Laboratory Manual (2a ed., Cold Spring Harbor Laboratory); Berger e Kimmel, eds., (1987) Guide to Molecular Cloning Techniques, Em Methods in Enzymology:152: 467-469; e Anderson e Young (1985)
Quantitative Filter Hybridisation. Em: Hames and Higgins, ed., Nucleic Acid Hybridisation, A Practical Approach. Oxford, IRL Press, 73-111.
[0218] A estabilidade dos duplexes de DNA é afetada por fatores tais como a composição de bases, o comprimento e o grau de pareamentos errados de pares de bases. As condições de hibridização podem ser ajustadas para permitir que os DNAs com relação diferente de sequências se hibridizem. A temperatura de fusão (Tm) é definida como a temperatura quando 50% das moléculas do duplex foram dissociadas em seus filamentos simples constituintes. A temperatura de fusão de um duplex perfeitamente combinado, quando o tampão de hibridização contiver formamida como um agente de desnaturação, pode ser estimada através das equações a seguir:
DNA-DNA:
Tm (°C) = 81,5 + 16,6(log [Na+]) + 0,41(% G+C)- 0,62(% formamida) - 500/L (II) DNA-RNA:
Tm (°C) = 79,8 + 18,5(log [Na+]) + 0,58(% G+C) +
0,12(%G+C)2 - 0,5(% formamida) - 820/L
99/1027 (III) RNA-RNA:
Tm (° C) = 7 9,8 + 18,5(log [Na+]) + 0,58(% G+C) + 0,12(%G+C)2 - 0,35(% formamida) - 820/L em que L é o comprimento do duplex formado, [Na+] é a concentração molar do íon de sódio na solução de hibridização ou de lavagem e% G+C é a porcentagem de bases (guanina + citosina) no híbrido. Para híbridos com combinações imperfeitas, é necessário aproximadamente 1°C para reduzir a temperatura de fusão para cada pareamento errado de 1%.
[0219] Experimentos de hibridização são geralmente realizados em um tampão de pH entre 6,8 até 7,4, embora a taxa de hibridização seja quase independente do pH em forças iônicas que são provavelmente utilizadas no tampão de hibridização (Anderson e outros (1985) supra). Em adição, um ou mais dos seguintes podem ser utilizados para reduzir a hibridização inespecífica: DNA de esperma de salmão submetido ao ultra-som ou um outro DNA não complementar, albumina de soro bovino, pirofosfato de sódio, dodecilsulfato de sódio (SDS), polivinilpirrolidona, ficoll e solução de Denhardt. O sulfato de dextrana e o polietileno glicol 6000 atuam para excluir o DNA da solução ouiginando assim a concentração eficiente do DNA da sonda e o sinal de hibridização dentro de uma certa unidade de tempo. Em alguns casos, condições de rigor até mesmo maior podem ser desejáveis ou necessárias para reduzir a hibridização inespecífica e/ou de fundo. Estas condições podem ser criadas com o uso de temperatura maior, menor força iônica e maior concentração de um agente de desnaturação, tal como, a formamida.
100/1027 [0220] As condições de rigor podem ser ajustadas para selecionar fragmentos moderadamente similares tais como sequências homólogas de organismos distantemente relacionados ou para fragmentos altamente similares tais como genes que duplicam enzimas funcionais de organismos intimamente relacionados. O rigor pode ser ajustado durante a etapa de hibridização ou nas lavagens pós-hibridização. A concentração de sais, a concentração de formamida, a temperatura da hibridização e os comprimentos das sondas são variáveis que podem ser utilizadas para alterar o rigor (como descrito pelas fórmulas acima). Como uma linha de guia geral, o alto rigor é tipicamente realizado a Tm-5°C até Tm-20°C, o rigor moderado a Tm-20°C até Tm-35°C e o baixo rigor a Tm-35°C até Tm-50°C para um duplex >150 pares de bases. A hibridização pode ser realizada em rigor baixo até moderado (25 - 50°C abaixo da Tm), seguida por lavagens pós-hibridização em rigores crescentes. As taxas máximas de hibridização em solução são determinadas empiricamente para ocorrerem a Tm-25°C para um duplex de DNA-DNA e a Tm-15°C
para um duplex de RNA-DNA. Opcionalmente, o grau de
disso ciação pode ser avaliado após cada etapa de lavagem
para determinar a necessidade de etapas de lavagem
subsequentes com maior rigor.
[0221] As condições de alto rigor podem ser utilizadas para selecionar sequências de ácidos nucléicos com altos graus de identidade com as sequências divulgadas. Um exemplo de condições rigorosas de hibridização obtidas em um método baseado em filtro, tal como, Southern ou northern blot para a hibridização de ácidos nucléicos complementares que possuem mais de 100 resíduos
101/1027 complementares é de aproximadamente 5°C até 20°C abaixo do ponto térmico de fusão (Tm) para a sequência específica a uma força iônica e um pH definidos. As condições utilizadas para a hibridização podem incluir aproximadamente 0,02 M até aproximadamente 0,15 M de cloreto de sódio, aproximadamente 0,5% até aproximadamente 5% de caseína, aproximadamente 0,02% de SDS ou aproximadamente 0,1% de Nlaurilsarcosina, aproximadamente 0,001 M até aproximadamente 0,03 M de citrato de sódio, a temperaturas de hibridização entre aproximadamente 50°C e aproximadamente 70°C. Mais preferencialmente, as condições de alto rigor são aproximadamente 0,02 M de cloreto de sódio, aproximadamente 0,5% de caseína, aproximadamente 0,02% de SDS, aproximadamente 0,001 M de citrato de sódio, a uma temperatura de aproximadamente 50°C. As moléculas de ácido nucléico que se hibridizam sob condições rigorosas se hibridizarão tipicamente com uma sonda baseada na molécula inteira de DNA ou em partes selecionadas, por exemplo, a uma única subsequência, do DNA.
[0222] A concentração rigorosa de sais será ordinariamente menor que aproximadamente 750 mM de NaCl e 75 mM de citrato trissódico. As condições rigorosas crescentes podem ser obtidas com menos de aproximadamente 500 mM de NaCl e 50 mM de citrato trissódico, até mesmo um rigor maior com menos de aproximadamente 250 mM de NaCl e 25 mM de citrato trissódico. A hibridização com baixo rigor pode ser obtida na ausência de solvente orgânico, por exemplo, formamida, enquanto que a hibridização com alto rigor pode ser obtida na presença de pelo menos aproximadamente 35% de formamida e mais preferencialmente
102/1027 pelo menos aproximadamente 50% de formamida. As condições rigorosas de temperatura incluirão ordinariamente temperaturas de pelo menos aproximadamente 30°C, mais preferencialmente de pelo menos aproximadamente 37°C e mais preferencialmente de pelo menos aproximadamente 42°C com formamida presente. A variação de parâmetros adicionais, tais como o tempo de hibridização, a concentração do detergente, por exemplo, dodecil sulfato de sódio (SDS) e força iônica, é bem-conhecida pelos versados na técnica. Vários níveis de rigor são realizados através da combinação destas várias condições quando necessário.
[0223] As etapas de lavagem que seguem a hibridização também podem variar em relação ao rigor; as etapas de lavagem pós-hibridização determinam primariamente a especificidade da hibridização, com os fatores mais críticos sendo a temperatura e a força iônica da solução de lavagem final. O rigor da lavagem pode ser aumentado através da diminuição da concentração de sais ou através do aumento da temperatura. A concentração rigorosa de sais para as etapas de lavagem será preferencialmente menor que de 30 mM NaCl e 3 mM de citrato trissódico e mais preferencialmente menor que aproximadamente 15 mM de NaCl e 1,5 mM de citrato trissódico.
[0224] Assim, as condições de hibridização e de lavagem que podem ser utilizadas para ligar e remover polinucleotídeos com menos que a homologia necessária às sequências de ácidos nucléicos ou seus complementos que codificam os fatores de transcrição, incluem, por exemplo: 6X SSC a 65°C;
50% de formamida, 4X SSC a 42°C; ou
103/1027
0,5X SSC, 0,1% SDS a 65°C;
com, por exemplo, duas etapas de lavagem de 10 - 30 minutos cada. As variações úteis sobre estas condições serão facilmente evidentes para o versado na técnica.
[0225] Um versado na técnica não esperaria uma variação substancial entre as espécies de polinucleotídeos abrangidos dentro do âmbito da presente invenção porque as condições altamente rigorosas apresentadas nas fórmulas anteriores fornecem polinucleotídeos estruturalmente similares.
[0226] Se desejado, pode-se empregar etapas de lavagem com rigor ainda maior, incluindo aproximadamente 0,2x SSC, 0,1% SDS a 65°C e lavando duas vezes, cada etapa de lavagem sendo de aproximadamente 30 min ou aproximadamente 0,1 x SSC, 0,1% SDS a 65°C e lavando duas vezes durante 30 min. A temperatura para as soluções de lavagem estarão comumente a pelo menos aproximadamente 25°C e para um rigor maior a pelo menos aproximadamente 42°C. O rigor da hibridização pode ser adicionalmente aumentado através da utilização das mesmas condições que nas etapas de hibridização, com a temperatura de lavagem aumentada em aproximadamente 3°C até aproximadamente 5°C e o rigor pode ser ainda maior através da utilização das mesmas condições exceto pelo fato de que a temperatura de lavagem é aumentada em aproximadamente 6°C até aproximadamente 9°C. Para a identificação de homólogos menos intimamente relacionados, as etapas de lavagem podem ser realizadas a uma temperatura menor, por exemplo, a 50oC.
[0227] Um exemplo de uma etapa de lavagem de baixo rigor emprega uma solução e condições de pelo menos 25°C em
104/1027 mM de NaCl, 3 mM citrato trissódico e 0,1% SDS ao longo de 30 min. O rigor maior pode ser obtido a 42°C em 15 mM de NaCl, com 1,5 mM citrato trissódico e 0,1% SDS ao longo de 30 min. Condições de lavagem com rigor ainda maior são obtidas a 65°C - 68°C em uma solução de 15 mM de NaCl, 1,5 mM de citrato trissódico e 0,1% SDS. Os procedimentos de lavagem empregarão geralmente pelo menos duas etapas finais de lavagem. As variações adicionais sobre estas condições serão facilmente evidentes para os versados na técnica (ver, por exemplo, o Pedido de Patente U.S. N20010010913).
[0228] As condições rigorosas podem ser selecionadas de forma que um oligonucleotídeo que é perfeitamente complementar ao oligonucleotídeo codificador se hibridiza com o oligonucleotídeo codificador com uma razão de sinal em relação ao ruído pelo menos aproximadamente 5 - 10x maior que a razão para a hibridização do oligonucleotídeo perfeitamente complementar com um ácido nucléico que codifica um fator de transcrição conhecido como o da data de depósito do pedido de patente. Pode ser desejável selecionar condições para um ensaio particular de forma que uma razão de sinal em relação ao ruído maior, que é, aproximadamente 15x ou mais, seja obtida. Consequentemente, um ácido nucléico de objetivo se hibridizará com um único oligonucleotídeo codificador com uma razão de sinal em relação ao ruído pelo menos 2x ou superior quando comparado com a hibridização do oligonucleotídeo codificador com um ácido nucléico que codifica o polipeptídeo conhecido. O sinal particular dependerá da marcação utilizada no ensaio relevante, por
105/1027 exemplo, uma marcação fluorescente, uma marcação colorimétrica, uma marcação radioativa ou similar. A hibridização ou as sondas para PCR marcadas para a detecção de sequências de polinucleotídeos relacionadas podem ser produzidas através da marcação de oligonucleotídeos, da translação de pequenos cortes, da marcação das extremidades ou da amplificação pela PCR utilizando um nucleotídeo marcado.
[0229] São abrangidas pela invenção as sequências de polinucleotídeos que codificam polipeptídeos capazes de regular a transcrição, as ditas sequências de nucleotídeos sendo capazes de se hibridizarem com as sequências de polinucleotídeos reivindicadas, incluindo as listadas na Listagem de Sequências ou polinucleotídeos que codificam os polipeptídeos listados na Listagem de Sequências e especificamente as SEQ ID N-: 1-2237 e fragmentos das mesmas sob várias condições de rigor. (Ver, por exemplo, Wahl e Berger (1987) Methods Enzymol. 152: 399-407; Kimmel (1987) Methods Enzymol. 152: 507-511.). As estimativas da homologia são fornecidas através da hibridização de DNA-DNA ou de DNA-RNA sob condições de rigor como é bem entendido pelos versados na técnica (Hames e Higgins, Eds. (1985) Nucleic Acid Hybridisation, IRL Press, Oxford, Reino Unido). As condições rigorosas podem ser ajustadas para selecionar fragmentos moderadamente similares, tais como sequências homólogas de organismos relacionados de forma distante, até fragmentos altamente similares, tais como genes que duplicam enzimas funcionais de organismos intimamente relacionados. As lavagens pós-hibridização determinam as condições rigorosas.
106/1027
Identificação de Polinucleotídeos ou Ácidos Nucléicos com Bibliotecas de Expressão [0230] Em adição aos métodos de hibridização, os polipeptídeos homólogos aos fatores de transcrição podem ser obtidos através da seleção de uma biblioteca de expressão utilizando anticorpos específicos para um ou mais fatores de transcrição. Com a condição contida aqui dos fatores de transcrição e das sequências de ácidos nucléicos homólogas dos fatores de transcrição divulgados, o(s) polipeptídeo(s) codificado(s) pode(m) ser expresso(s) e purificado(s) em um sistema de expressão heteróloga (por exemplo, E. coli) e utilizado(s) para produzir anticorpos (monoclonais ou policlonais) específicos para o(s) polipeptídeo(s) em questão. Os anticorpos também podem ser produzidos contra peptídeos sintéticos derivados do fator de transcrição ou do homólogo do fator de transcrição, sequências de aminoácidos. Os métodos de produção de anticorpos são bem-conhecidos na técnica e estão descritos em Harlow e Lane (1988), Antibodies: A Laboratory Manual, Cold Spring Harbor Laboratory, Nova York. Tais anticorpos podem então ser utilizados para selecionar uma biblioteca de expressão produzida partindo da planta da qual é desejado clonar homólogos de fatores de transcrição, utilizando os métodos descritos acima. Os cDNAs selecionados podem ser confirmados através do sequenciamento e da atividade enzimática.
Variações de Sequências [0231] Será facilmente considerado pelos versados na técnica, que qualquer uma de uma variedade de sequências de polinucleotídeos é capaz de codificar fatores de
107/1027 transcrição e polipeptídeos homólogos de fatores de transcrição da invenção. Por causa da degeneração do código
genético, muitos polinucleotídeoss diferentes podem
codificar polipeptídeos idênticos e/ou substancialmente
similares em adição aos ilustrados na Listagem de Sequências. Os ácidos nucléicos que possuem uma sequência que difere das sequências mostradas na Listagem de Sequências ou sequências complementares, que codificam peptídeos funcionalmente equivalentes (isto é, peptídeos que possuem algum grau de atividade biológica equivalente ou similar), mas diferem em relação à sequência da sequência mostrada na Listagem de Sequências por causa da degeneração do código genético, também estão dentro do âmbito da invenção.
[0232] As sequências de polinucleotídeos alteradas codificando polipeptídeos incluem as sequências com deleções, inserções ou substituições de nucleotídeos diferentes, resultando em um polinucleotídeo que codifica um polipeptídeo com pelo menos uma característica funcional dos presentes polipeptídeos. Estão incluídos dentro desta definição os polimorfismos que podem ou não ser facilmente detectados utilizando uma sonda de oligonucleotídeo particular do polinucleotídeo que codifica os presentes polipeptídeos e a hibridização imprópria ou inesperada com variações alélicas, com um lócus sem ser o lócus cromossômico normal para a sequência de polinucleotídeos que codifica os presentes polipeptídeos.
[0233] A variação alélica se refere a qualquer uma das duas ou mais formas alternativas de um gene de ocupar o mesmo lócus cromossômico. A variação alélica ocorre
108/1027 naturalmente através de mutação e pode resultar no polimorfismo fenotípicos dentro das populações. As mutações gênicas podem ser silenciosas (isto é, nenhuma alteração no polipeptídeo codificado) ou podem codificar polipeptídeos que possuem uma sequência de aminoácidos alterada. O termo variação alélica é também utilizada aqui para determinar uma proteína codificada por uma variação alélica de um gene. A variação de processamento se refere a formas alternativas de RNA transcrito partindo de um gene. A variação de processamento ocorre naturalmente através do uso de sítios alternativos de processamento dentro de uma de RNA transcrita ou menos de RNA transcritas separadamente comumente entre e podem resultar em vários mRNAs transcritos do mesmo gene.
As variações de processamento podem codificar polipeptídeos que possuem uma sequência de aminoácidos alterada. O termo variação de processamento é também utilizado aqui para representar uma proteína codificada por uma variação de processamento de um mRNA transcrito partindo de um gene.
[0234]
Os versados na técnica reconheceriam que, por exemplo, G47, SEQ ID No: 12, representa um único fator de transcrição; pode-se esperar que ocorra variação alélica e processamento alternativo. As variações alélicas da SEQ ID No: 11 podem ser clonadas através do tratamento de bibliotecas de cDNA ou genômicas com sonda de organismos individuais diferentes de acordo com os procedimentos padronizados. As variações alélicas da sequência de DNA mostrada na SEQ ID No: 11, incluindo as que contêm mutações silenciosas e aquelas nas quais as mutações resultam em alterações de aminoácidos, estão dentro do âmbito da
109/1027 presente invenção, como estão as proteínas que são variações alélicas da SEQ ID No: 12. Os cDNAs generados de mRNAs processados alternativamente, que mantêm as propriedades do fator de transcrição estão incluídos dentro do âmbito da presente invenção, como estão os polipeptídeos codificados por tais cDNAs e mRNAs. As variações alélicas e as variações de processamento destas sequências podem ser clonadas através da utilização de sondas em bibliotecas de cDNA ou genômicas de organismos ou tecidos individuais diferentes de acordo com os procedimentos padronizados conhecidos na técnica (ver USPN 6.388.064).
[0235] Assim, em adição às sequências apresentadas na Listagem de Sequências, a invenção abrange ainda moléculas de ácidos nucléicos relacionadas que incluem variações alélicas ou de processamento da SEQ ID No: 2N 1, em que N = 1- 335, sequências que são ortólogas às SEQ ID N-: 761-1348, 1557-2101 e 2124-2237), sequências que são ortólogas até parálogas às SEQ ID N-: 1349-1556, sequências variantes que mostraram conferir uma característica alterada na Tabela 4 (SEQ ID N-: 2102-2123) listadas na Listagem de Sequências e sequências que são complementares a qualquer uma das sequências de nucleotídeos anteriores. As moléculas de ácidos nucléicos também incluem sequências de nucleotídeos que codificam um polipeptídeo que compreende ou que consiste essencialmente em uma substituição, uma modificação, uma adição e/ou uma deleção de um ou mais resíduos de aminoácidos comparado aos polipeptídeos que são apresentados na Listagem de Sequências. Tais polipeptídeos relacionados podem compreender, por exemplo, adições e/ou deleções de um ou
110/1027 mais sítios de ligação ligados ao N ou ligados ao O ou uma adição e/ou uma deleção de um ou mais resíduos de cisteína.
[0236] Por exemplo, a Tabela 1 ilustra, por exemplo, todos os códons AGC, AGT, TCA, TCC, TCG e TCT que codificam o mesmo aminoácido: serina. Consequentemente, em cada posição na sequência em que há um códon que codifica a serina, qualquer uma das sequências de trinucleotídeos acima pode ser utilizada sem alterar o polipeptídeo codificado.
Tabela 1
Aminoácido Códons Possíveis
Alanina Ala A GCA GCC GCG GCU
Cisteína Cys C TGC TGT
Ácido aspártico Asp D GAC GAT
Ácido glutâmico Glu E GAA GAG
Fenilalanina Phe F TTC TTT
Glicina Gly G GGA GGC GGG GGT
Histidina His H CAC CAT
Isoleucina Ile I ATA ATC ATT
Lisina Lys K AAA AAG
Leucina Leu L TTA TTG CTA CTC CTG CTT
Metionina Met M ATG
Asparagina Asn N AAC AAT
Prolina Pro P CCA CCC CCG CCT
Glutamina Gln Q CAA CAG
Arginina Arg R AGA AGG CGA CGC CGG CGT
Serina Ser S AGC AGT TCA TCC TCG TCT
111/1027
Treonina Thr T ACA ACC ACG ACT
Valina Val V GTA GTC GTG GTT
Triptofano Trp W TGG
Tirosina Tyr Y TAC TAT
[0237] As alterações de sequências que não modificam a sequência de aminoácidos codificada pelo polinucleotídeo são denominadas variações silenciosas. Com a exceção dos códons ATG e TGG, que codificam a metionina e o triptofano, respectivamente, qualquer um dos códons possíveis para o mesmo aminoácido pode ser substituído por uma variedade de técnicas, por exemplo, a mutagênese direcionada ao sítio, disponíveis na técnica. Consequentemente, qualquer uma e todas as tais variações de uma sequência selecionada da tabela acima são uma característica da invenção.
[0238]
Em adição às variações silenciosas, outras variações conservativas que alteram um ou alguns aminoácidos no polipeptídeo codificado, podem ser feitas sem alterar a função do polipeptídeo, estas variações conservativas são, similarmente, uma característica da invenção.
[0239]
Por exemplo, as substituições, as deleções e as inserções introduzidas nas sequências fornecidas na
Listagem de
Sequências, são também imaginadas pela invenção. Tais modificações de sequências podem ser engenheiradas em uma sequência através da mutagênese direcionada ao sítio (Wu (ed.) Methods Enzymol.
(1993) vol.
217, Academic
Press) ou de outros métodos citados abaixo.
As substituições de aminoácidos são tipicamente de resíduos isolados; as inserções geralmente serão na ordem de
112/1027 aproximadamente 1 até 10 resíduos de aminoácidos; e as deleçãos variarão de aproximadamente 1 até 30 resíduos. Em modalidades preferidas, as deleções ou as inserções são feitas em pares adjacentes, por exemplo, uma deleção de dois resíduos ou a inserção de dois resíduos. As substituições, as deleções, as inserções ou qualquer combinação das mesmas podem ser associadas para chegar a uma sequência. As mutações que são feitas no polinucleotídeo que codifica o fator de transcrição não devem deslocar a sequência do quadro de leitura e não devem criar regiões complementares que possam produzir uma estrutura secundária de mRNA. Preferencialmente, o polipeptídeo codificado pelo DNA realiza a função desejada.
[0240] As substituições conservativas são aquelas em que pelo menos um resíduo na sequência de aminoácidos foi removido e um resíduo diferente foi inserido em seu lugar. Tais substituições são geralmente feitas de acordo com a Tabela 2 quando é desejado manter a atividade da proteína. A Tabela 2 mostra os aminoácidos que podem ser substituídos por um aminoácido em uma proteína e que são tipicamente considerados como substituições conservativas.
Tabela 2
Resíduo Substituições Conservativas
Ala Ser
Arg Lys
Asn Gln; His
Asp Glu
Gln Asn
Cys Ser
Glu Asp
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Gly Pro
His Asn; Gln
Ile Leu, Val
Leu Ile; Val
Lys Arg; Gln
Met Leu; Ile
Phe Met; Leu; Tyr
Ser Thr; Gly
Thr Ser; Val
Trp Tyr
Tyr Trp; Phe
Val Ile; Leu
[0241] As substituições similares são aquelas em que pelo menos um resíduo na sequência de aminoácidos foi removido e um resíduo diferente é inserido em seu lugar. Tais substituições são geralmente feitas de acordo com a Tabela 3 quando é desejado manter a atividade da proteína. A Tabela 3 mostra os aminoácidos que podem ser substituídos por um aminoácido em uma proteína e que são tipicamente considerados como substituições estruturais e funcionais. Por exemplo, um resíduo da coluna 1 da Tabela 3 pode ser substituído por um resíduo na coluna 2; em adição, um resíduo na coluna 2 da Tabela 3 pode ser substituído pelo resíduo da coluna 1.
Tabela 3
Resíduo Substituições Similares
Ala Ser; Thr; Gly; Val; Leu; Ile
Arg Lys; His; Gly
Asn Gln; His; Gly; Ser; Thr
114/1027
Asp Glu, Ser; Thr
Gln Asn; Ala
Cys Ser; Gly
Glu Asp
Gly Pro; Arg
His Asn; Gln; Tyr; Phe; Lys; Arg
Ile Ala; Leu; Val; Gly; Met
Leu Ala; Ile; Val; Gly; Met
Lys Arg; His; Gln; Gly; Pro
Met Leu; Ile; Phe
Phe Met; Leu; Tyr; Trp; His; Val; Ala
Ser Thr; Gly; Asp; Ala; Val; Ile; His
Thr Ser; Val; Ala; Gly
Trp Tyr; Phe; His
Tyr Trp; Phe; His
Val Ala; Ile; Leu; Gly; Thr; Ser; Glu
[0242] As substituições que são menos conservativas que aquelas na Tabela 2 podem ser selecionadas através da escolha de resíduos que diferem mais significativamente em seu efeito de manter (a) a estrutura da estrutura básica do polipeptídeo na área da substituição, por exemplo, como uma conformação em folha ou em hélice, (b) a carga ou a hidrofobicidade da molécula no sítio alvo ou (c) o volume da cadeia lateral. As substituições que em geral são esperadas que produzam as maiores alterações nas propriedades da proteína serão aquelas em que (a) um
115/1027 resíduo hidrofílico, por exemplo, serila ou treonila, é substituído por um resíduo hidrofóbico, por exemplo, leucila, isoleucila, fenilalanila, valila ou alanila; (b) uma cisteína ou uma prolina é substituída por qualquer outro resíduo; (c) um resíduo que possui uma cadeia lateral eletropositiva, por exemplo, lisila, arginila ou histidila, é substituído por um resíduo eletronegativo, por exemplo, glutamila ou aspartila; ou (d) um resíduo que possui uma cadeia lateral volumosa, por exemplo, a fenilalanina, é substituído por um que não possui uma cadeia lateral, por exemplo, a glicina.
Modificações Adicionais de Sequências da Invenção Mutação/Evolução Forçada [0243] Em adição à produção de substituições silenciosas ou conservativas como citado acima, a presente invenção inclui opcionalmente métodos de modificação das sequências da Listagem de Sequências.
Nos métodos, modificação dos ácidos nucléicos ou de proteínas utilizada para alterar as sequências fornecidas para produzi novas sequências e/ou modificar quimicamente ou enzimaticamente certas sequências para alterar as propriedades dos ácidos nucléicos ou proteínas.
Assim, em uma modalidade, certas sequências de ácidos nucléicos são modificadas, por exemplo, de acordo com os métodos padronizados de mutagênese ou de evolução artificial para produzir sequências modificadas. As sequências modificadas podem ser criadas utilizando polinucleotídeos naturais purificados isolados de qualquer organismo ou podem ser sintetizadas partindo de compostos purificados e produtos químicos utilizando meios químicos
116/1027 bem-conhecidos pelos versados na técnica. Por exemplo, Ausubel, supra, fornece detalhes adicionais sobre métodos de mutagênese. Os métodos de evolução forçada artificial são descritos, por exemplo, por Stemmer (1994) Nature 370: 389-391, Stemmer (1994) Proc. Natl. Acad. Sci. 91: 1074710751 Patentes U.S. N— 5.811.238, 5.837.500 e 6.242.568. Os métodos para engenheirar fatores de transcrição sintéticos e outros polipeptídeos são descritos, por exemplo, por Zhang e outros (2000) J. Biol. Chem. 275: 33850-33860, Liu e outros (2001) J. Biol. Chem. 276: 1132311334 e Isalan e outros (2001) Nature Biotechnol. 19: 656
660. Muitos outros métodos de mutação e de evolução também estão disponíveis e espera-se que estejam dentro da perícia do técnico.
[0245] Similarmente, a alteração química ou enzimática de ácidos nucléicos e polipeptídeos expressos pode ser realizada através de métodos padronizados. Por exemplo, a sequência pode ser modificada através da adição de lipídeos, açúcares, peptídeos, compostos orgânicos ou inorgânicos, através da inclusão de nucleotídeos ou aminoácidos modificados ou similares.
Por exemplo, as de modificação de proteínas são ilustradas em
Ausubel, supra. Detalhes adicionais sobre modificações químicas e enzimáticas podem ser encontrados aqui. Estes métodos de modificação podem ser utilizados para modificar qualquer sequência fornecida ou para modificar qualquer sequência produzida através de vários métodos de modificação por mutação e por evolução forçada citados aqui.
[0246]
Consequentemente invenção fornece
117/1027 modificação de qualquer ácido nucléico fornecido através de mutação, evolução, modificação química ou enzimática ou outros métodos disponíveis, assim como para os produtos obtidos através da prática de tais métodos, por exemplo, utilizando as sequências contidas aqui como um substrato de partida para as várias abordagens de modificação.
[0247] Por exemplo, os códons que contêm sequências codificadoras otimizadas preferidos por um hospedeiro procariótico ou eucariótico particular podem ser utilizados, por exemplo, para aumentar a taxa de tradução ou para produzir produtos da transcrição de RNA recombinantes que possuem propriedades desejáveis, tal como, uma meia-vida mais longa, quando comparados com os produtos da transcrição produzidos utilizando uma sequência não otimizada. Os códons de término da tradução também podem ser modificados para refletir as preferências do hospedeiro. Por exemplo, os códons de términos preferidos para Saccharomyces cerevisiae e mamíferos são TAA e TGA, respectivamente. O códon de término preferido pra as plantas monocotiledôneas é TGA, enquanto que os insetos e E. coli preferem utilizar TAA como o códon de término.
[0248] As sequências de polinucleotídeos da presente invenção podem também ser engenheiradas com a finalidade de alterar uma sequência codificadora por uma variedade de razões, incluindo, mas não limitadas às alterações que modificam a sequência para facilitar a clonagem, o processamento e/ou a expressão do produto gênico. Por exemplo, as alterações são opcionalmente introduzidas utilizando técnicas que são bem-conhecidas na técnica, por exemplo, a mutagênese direcionada ao sítio,
118/1027 para inserir novos sítios de restrição, para alterar os padrões de glicosilação, para alterar a preferência de códons, para introduzir sítios de processamento etc.
[0249] Além disso, um fragmento ou um domínio derivado de qualquer um dos polipeptídeos da invenção pode ser combinado com domínios derivados de outros fatores de transcrição ou domínios sintéticos para modificar a atividade biológica de um fator de transcrição. Por exemplo, um domínio de ligação ao DNA derivado de um fator de transcrição da invenção pode ser combinado com o domínio de ativação de um outro domínio de ativação ou com um domínio de ativação sintético. Um domínio de ativação da transcrição auxilia na iniciação da transcrição partindo do sítio de ligação ao DNA. Os exemplos incluem a região de ativação da transcrição de VP16 ou de GAL4 (Moore e outros (1998) Proc. Natl. Acad. Sci. 95: 376-381; Aoyama e outros (1995) Plant Cell 7: 1773-1785), peptídeos derivados de sequências bacterianas (Ma e Ptashne (1987) Cell 51: 113119) e peptídeos sintéticos (Giniger e Ptashne (1987) Nature 330: 670-672).
Expressão e Modificação de Polipeptídeos [0250] Tipicamente, as sequências de polinucleotídeos da invenção são incorporadas em moléculas de DNA (ou RNA) recombinantes que direcionam a expressão de polipeptídeos da invenção em células hospedeiras apropriadas, plantas transgênicas, sistemas de tradução in vitro ou similares. Devido à degeneração inerente do código genético, as sequências de ácidos nucléicos que codificam substancialmente a mesma ou uma sequência de aminoácidos funcionalmente equivalente podem ser substituídas por
119/1027 qualquer sequência listada para fornecer a clonagem e a expressão do homólogo relevante.
[0251]
As plantas transgênicas da presente invenção que compreendem sequências de polinucleotídeos recombinantes são geralmente derivadas de plantas parentais, que podem por si só ser plantas nãotransformadas ou não-transgênicas.
Estas plantas transgênicas podem ter um gene de fator de transcrição nocauteado (por exemplo, com uma inserção genômica através da recombinação homóloga, uma constructo antisentido ou de ribozima) ou expresso até uma extensão normal ou do tipo selvagem. Entretanto, as plantas da progênie transcrição com superexpressão exibirão maiores níveis de mRNA, em que o mRNA codifica um fator de transcrição, que é, uma proteína de ligação ao DNA que é capaz de se ligar a uma sequência reguladora do DNA e induzir a transcrição e preferencialmente, a expressão de um gene de característica vegetal. Preferencialmente, o nível de expressão do mRNA será pelo menos três vezes maior que o da planta parental ou mais preferencialmente pelo menos dez vezes maior que os níveis de mRNA comparados com os da dita planta parental e mais preferencialmente pelo menos quarenta vezes maior comparados com os da dita planta parental.
Vetores, Promotores e Sistemas de Expressão [0252] A presente invenção inclui construções recombinantes que compreendem uma ou mais das sequências de ácidos nucléicos contidas aqui. As construções compreendem tipicamente um vetor, tal como, um plasmídeo, um cosmídeo, um fago, um vírus (por exemplo, um vírus vegetal), um cromossomo artificial de bactéria (BAC), um cromossomo
120/1027 artificial de levedura (YAC) ou similares, nos quais uma sequência de ácido nucléico da invenção foi inserida, em uma orientação para frente ou inversa. Em um aspecto preferido desta modalidade, a construção compreende ainda sequências reguladoras, incluindo, por exemplo, um promotor, ligado de forma operacional à sequência. Números maiores de vetores e de promotores adequados são conhecidos pelos versados na técnica e estão disponíveis comercialmente.
[0253] Os textos gerais que descrevem técnicas de biologia molecular úteis aqui, incluindo o uso e a produção de vetores, promotores e muitos outros tópicos relevantes, incluem Berger, Sambrook, supra e Ausubel, supra. Qualquer uma das sequências identificadas pode ser incorporada em um cassete ou um vetor, por exemplo, para a expressão em plantas. Um número de vetores de expressão adequados para a transformação estável de células vegetais ou para o estabelecimento de plantas transgênicas foi descrito incluindo os descritos em Weissbach e Weissbach (1989) Methods for Plant Molecular Biology, Academic Press e Gelvin e outros (1990) Plant Molecular Biology Manual, Kluwer Academic Publishers. Os exemplos específicos incluem os derivados de um plasmídeo Ti de Agrobacterium tumefaciens, assim como os divulgados por Herrera-Estrella e outros (1983) Nature 303: 209, Bevan (1984) Nucleic Acids Res. 12: 8711-8721, Klee (1985) Bio/Technology 3: 637-642, para plantas dicotiledôneas.
[0254] Alternativamente, os vetores sem ser Ti podem ser utilizados para transferir o DNA em plantas e células dicotiledôneas através da utilização de técnicas de
121/1027 distribuição de DNA livre. Tais métodos podem envolver, por exemplo, o uso de lipossomos, a eletroporação, o bombardeio de microprojéteis, filamentos de carbureto de silício e vírus. Utilizando estes métodos, plantas transgênicas tais como o trigo, o arroz (Christou (1991) Bio/Technology 9: 957-962) e o milho (Gordon-Kamm (1990) Plant Cell 2: 603618) podem ser produzidas. Um embrião imaturo também pode ser um bom tecido alvo para as monocotiledôneas para direcionar as técnicas de distribuição de DNA através da utilização da pistola de partículas (Weeks e outros (1993) Plant Physiol. 102: 1077-1084; Vasil (1993) Bio/Technology 10: 667-674; Wan e Lemeaux (1994) Plant Physiol. 104: 37-48 e para a transferência de DNA mediada por Agrobacterium (Ishida e outros (1996) Nature Biotechnol. 14: 745-750).
[0255] Tipicamente, os vetores de transformação de plantas incluem uma ou mais sequências codificadoras de plantas (genômicas ou cDNA) sob o controle transcricional de sequências reguladoras a 5' e a 3' e um marcador selecionável dominante. Tais vetores de transformação de plantas contêm ainda tipicamente um promotor (por exemplo, uma região reguladora que controla a expressão que pode ser induzida ou constitutiva, regulada pelo ambiente ou pelo desenvolvimento ou específica à célula ou ao tecido), um sítio de início da transcrição, um sinal de processamento de RNA (tais como sítios de processamento de íntrons), um sítio de término da transcrição e/ou um sinal de poliadenilação.
[0256] Uma utilidade potencial para os polinucleotídeos dos fatores de transcrição divulgados aqui é o isolamento de elementos promotores partindo destes
122/1027 genes que podem ser utilizados para programar a expressão em plantas de quaisquer genes. Cada gene de fator de transcrição divulgado aqui é expresso de uma forma única, que é determinada por elementos promotores localizados a montante do início da tradução e adicionalmente dentro de um íntron do gene do fator de transcrição ou a jusante do códon de término do gene. Como é bem-conhecido na técnica, para uma parte significativa dos genes, as sequências promotoras ficam localizadas inteiramente na região diretamente a montante do início da tradução. Em tais casos, tipicamente as sequências promotoras ficam localizadas dentro de 2,0 kb do início da tradução ou dentro de 1,5 kb do início da tradução, frequentemente dentro de 1,0 kb do início da tradução e algumas vezes dentro de 0,5 kb do início da tradução.
[0257] As sequências promotoras podem ser isoladas de acordo com métodos conhecidos por um versado na técnica.
[0258] Os exemplos de promotores constitutivos de plantas que podem ser úteis para a expressão da sequência do TF incluem: o promotor 35S do vírus mosaico da couveflor (CaMV), que confere uma expressão em alto nível constitutiva na maior parte dos tecidos vegetais (ver, por exemplo, Odell e outros (1985) Nature 313: 810-812); o promotor da nopalina sintase (An e outros (1988) Plant Physiol. 88: 547-552); e o promotor da octopina sintase (Fromm e outros (1989) Plant Cell 1: 977-984) .
[0259] Uma variedade de promotores gênicos de plantas que regulam a expressão em resposta a sinais ambientais, hormonais, químicos, de desenvolvimento e de uma maneira ativa no tecido pode ser utilizada para a
123/1027 expressão de uma sequência do TF nas plantas. A escolha de um promotor se baseia enormemente no fenótipo de interesse e é determinada por fatores, tais como o tecido (por exemplo, semente, fruto, raiz, pólen, tecido vascular, flor, carpelo etc.), a capacidade de indução (por exemplo, em resposta a feridas, calor, frio, seca, luz, agentes patogênicos etc.), a sincronia, o estágio do desenvolvimento e similares. Vários promotores conhecidos foram caracterizados e podem ser favoravelmente empregados para promover a expressão de um polinucleotídeo da invenção planta ou célula transgênica os promotores específicos específicos à semente (tal faseolina ou de DC3 descrito em uma exemplo, promotores napina, da 5.773.697), ativos durante promotor dru 1 2A11 (Patente poligalacturonase Mol. Biol. 11: tais como os 5.837.848 e como PTA29, promotores (1998) Plant flores (Kaiser 243), ao pólen 26: 1947-1959),
Cell 2: 837-848), (1993) Plant Mol. Biol. 22:
os promotores específicos o amadurecimento dos frutos (Patente U.S. No 5.783.393)
U.S. N 4.943.674) e o do tomate (Bird e outros
651-662), os promotores divulgados nas Patente
5.905.186, os promotores
PTA26 e PTA13 (Patente U.S. ativos no tecido vascular
Mol. Biol. 37: 977-988), e outros (1995) Plant (Baerson e outros de interesse. Por ao tecido incluem: como, o promotor da na Patente U.S. Nao fruto que são (tal como, o ou o promotor promotor da (1988) Plant específicos à raiz, U.S. N— 5.618.988, ativos no pólen, tais No 5.792.929), os (Ringli e Keller os específicos às
Mol. Biol. 28: 231(1994) Plant Mol. Biol.
(Ohl e outros (1990) Plant aos óvulos (Baerson e outros 255-267), os promotores que aos carpelos ao pólen e
124/1027 podem ser induzidos pela auxina (tais como os descritos em van der Kop e outros (1999) Plant Mol. Biol. 39: 979-990 ou Baumann e outros, (1999) Plant Cell 11: 323-334), o promotor que pode ser induzido pela citoquinina (GuevaraGarcia (1998) Plant Mol. Biol. 38: 743-753), os promotores que respondem à giberelina (Shi e outros (1998) Plant Mol. Biol. 38: 1053-1060, Willmott e outros (1998) Plant Molec. Biol. 38: 817-825) e similares. Os promotores adicionais são aqueles que ativam a expressão em resposta ao calor (Ainley e outros (1993) Plant Mol. Biol. 22: 13-23), à luz (por exemplo, o promotor rbcS-3A da ervilha, Kuhlemeier e outros (1989) Plant Cell 1: 471-478 e o promotor rbcS do milho, Schaffner e Sheen (1991) Plant Cell 3: 997-1012); a feridas (por exemplo, wunI, Siebertz e outros (1989) Plant Cell 1: 961-968); a agentes patogênicos (tal como, o promotor PR-1 descrito em Buchel e outros (1999) Plant Mol. Biol. 40: 387-396 e o promotor PDF1.2 descrito em Manners e outros (1998) Plant Mol. Biol. 38: 1071-1080) e a reagentes químicos, tal como, o jasmonato de metila ou o ácido salicílico (Gatz (1997) Annu. Rev. Plant Physiol. Plant Mol. Biol. 48: 89-108). Em adição, a sincronia da expressão pode ser controlada através do uso de promotores, tais como aqueles que atuam na senescência (Gan e Amasino (1995) Science 270: 1986-1988); ou no desenvolvimento tardio das sementes (Odell e outros (1994) Plant Physiol. 106: 447458).
[0260] Os vetores de expressão de plantas também podem incluir sinais de processamento do RNA que podem ser posicionados dentro, a montante ou a jusante da sequência codificadora. Em adição, os vetores de expressão podem
125/1027 incluir sequências reguladoras adicionais da região nãotraduzida a 3' de genes de plantas, por exemplo, uma região de término a 3' para aumentar a estabilidade do mRNA, tal como, a região de término de PI-II da batata ou as regiões de término a 3' da octopina ou da nopalina sintase.
Elementos Adicionais da Expressão [0261] Os sinais de início específicos podem auxiliar na tradução eficiente de sequências codificadoras. Estes sinais podem incluir, por exemplo, o códon de início ATG e as sequências adjacentes. Nos casos em que uma sequência codificadora, seu códon de início e sequências a montante são inseridos no vetor de expressão apropriado, podem não ser necessário nenhum sinal de controle adicional. Entretanto, nos casos em que somente a sequência codificadora (por exemplo, uma sequência codificadora de uma proteína madura) ou uma parte da mesma, é inserida, sinais exógenos de controle da transcrição incluindo o códon de início ATG podem ser fornecidos separadamente. O códon de início é fornecido no quadro de leitura correto para facilitar a transcrição. Os elementos transcricionais exógenos e os códons de início podem ter várias origens, tanto naturais quanto sintéticas. A eficiência da expressão pode ser aumentada através da inclusão de intensificadores apropriados para o sistema celular em uso.
Hospedeiros de Expressão [0262] A presente invenção também se refere a células hospedeiras que são transduzidas com vetores da invenção e à produção de polipeptídeos da invenção (incluindo fragmentos dos mesmos) através de técnicas recombinantes. As células hospedeiras são engenheiradas
126/1027 geneticamente (isto é, são introduzidos ácidos nucléicos, por exemplo, transduzidos, transformados ou transfectados) com os vetores desta invenção, que podem ser, por exemplo, um vetor de clonagem ou um vetor de expressão que compreende os ácidos nucléicos relevantes contidos aqui. O vetor é opcionalmente um plasmídeo, uma partícula viral, um fago, um ácido nucléico nu etc. As células hospedeiras engenheiradas podem ser cultivadas em meios nutricionais convencionais modificados quando apropriado para a ativação dos promotores, para a seleção de transformantes ou para a amplificação do gene relevante. As condições de cultivo, tais como a temperatura, o pH e similares, são aquelas previamente utilizadas com a célula hospedeira selecionada para a expressão e serão evidentes para os versados na
técnica e nas referências citadas aqui, incluindo,
Sambrook, supra e Ausubel, supra.
[0263] A célula hospedeira pode ser uma célula
eucariótica, tal como, uma célula de levedura ou uma célula
vegetal ou a célula hospedeira pode ser uma célula
procariótica, tal como, uma célula bacteriana. Os protoplastos vegetais também são adequados para algumas aplicações. Por exemplo, os fragmentos de DNA são introduzidos nos tecidos vegetais, células vegetais cultivadas ou protoplastos vegetais através de métodos padronizados incluindo a eletroporação (Fromm e outros (1985) Proc. Natl. Acad. Sci. 82: 5824-5828), a infecção por vetores virais tal como, o vírus mosaico da couve-flor (CaMV) (Hohn e outros (1982) Molecular Biology of Plant Tumors Academic Press, Nova York, NY, pp. 549-560; Patente U.S. N- 4.407.956), a penetração por balística em alta
127/1027 velocidade por partículas pequenas com o ácido nucléico dentro da matriz de esferas ou partículas pequenas ou na superfície (Klein e outros (1987) Nature 327: 70-73), o uso de pólen como vetor (WO 85/01856) ou o uso de Agrobacterium tumefaciens ou A. rhizogenes carregando um plasmídeo de TDNA no qual fragmentos de DNA são clonados. O plasmídeo de T-DNA é transmitido para as células vegetais após a infecção por Agrobacterium tumefaciens e uma parte é integrada de forma estável no genoma da planta (Horsch e outros (1984) Science 233: 496-498; Fraley e outros (1983) Proc. Natl. Acad. Sci. 80: 4803-4807).
[0264] A célula pode incluir um ácido nucléico da invenção que codifica um polipeptídeo, em que a célula expressa um polipeptídeo da invenção. A célula pode ainda incluir sequências de vetores ou similares. Além disso, as células e as plantas transgênicas que incluem qualquer polipeptídeo ou ácido nucléico acima ou contido ao longo de toda esta especificação, por exemplo, produzido através da transdução de um vetor da invenção, constituem uma característica adicional da invenção.
[0265] Para a produção de alto rendimento a longo prazo das proteínas recombinantes, pode ser utilizada a expressão estável. Células hospedeiras transformadas com uma sequência de nucleotídeos que codifica um polipeptídeo da invenção são opcionalmente cultivadas sob condições adequadas para a expressão e para a recuperação da proteína codificada da cultura de células. A proteína ou o fragmento da mesma produzido por uma célula recombinante pode ser secretado, ligado à membrana ou contido de forma intracelular, dependendo da sequência e/ou do vetor
128/1027 utilizado. Como será entendido pelos versados na técnica, os vetores de expressão que contêm polinucleotídeos que codificam proteínas maduras da invenção podem ser planejados com sequências sinais que direcionam a secreção dos polipeptídeos maduros através de uma membrana de célula procariótica ou eucariótica.
Resíduos de Aminoácidos Modificados [0266] Os polipeptídeos da invenção podem conter um ou mais resíduos de aminoácidos modificados. A presença de aminoácidos modificados pode ser vantajosa, por exemplo, no aumento da meia-vida do polipeptídeo, na redução da antigenicidade ou da estabilidade similares. O(s) da toxicidade do polipeptídeo, no aumento de armazenamento do polipeptídeo ou resíduo(s) de aminoácido(s) é(são) modificado(s), por exemplo, de forma co-tradução ou póstradução durante produção recombinante ou modificado(s) através de meios sintéticos ou químicos.
Os exemplos não limitantes de um resíduo de aminoácido incluem a incorporação ou outro uso de aminoácidos acetilados, aminoácidos glicosilados, aminoácidos sulfatados, aminoácidos prenilados (por exemplo, farnesilados, geranilgeranilados) , aminoácidos modificados com PEG (por exemplo,
PEGuilados) , aminoácidos biotinilados, aminoácidos carboxilados, aminoácidos fosforilados etc.
As referências adequadas para guiar um versado na técnica na modificação de resíduos de aminoácidos são abundantes por toda a literatura.
[0268] Os resíduos de aminoácidos modificados podem prevenir ou aumentar a afinidade do polipeptídeo por uma outra molécula, incluindo, mas não limitada ao
129/1027 polinucleotídeo, às proteínas, aos carboidratos, aos lipídeos e aos derivados de lipídeos e outros compostos orgânicos ou sintéticos.
Identificação de Fatores Adicionais [0269] Um fator de transcrição fornecido pela presente invenção também pode ser utilizado para identificar moléculas endógenas ou exógenas adicionais que podem afetar um fenótipo ou uma característica de interesse. Por um lado, tais moléculas incluem compostos orgânicos (moléculas pequenas ou grandes) e/ou inorgânicos que afetam a expressão (isto é, regulam) de um fator de transcrição particular. Alternativamente, tais moléculas incluem moléculas endógenas que sofrem atuação após um nível de transcrição por um fator de transcrição da invenção para modificar um fenótipo quando desejado. Por exemplo, os fatores de transcrição podem ser empregados para a identificação de um ou mais genes a jusante que estão sujeitos a um efeito regulador do fator de transcrição. Em uma abordagem, um fator de transcrição ou um homólogo de fator de transcrição da invenção é expresso em uma célula hospedeira, por exemplo, uma célula, um tecido ou um explante vegetal transgênico e produtos de expressão, RNA ou proteína, de alvos prováveis ou aleatórios é monitorado, por exemplo, através da hibridização a um microarranjo de sondas de ácidos nucléicos correspondentes aos genes expressos em um tecido ou tipo de célula de interesse, através da eletroforese em gel bidimensional de produtos da proteína ou através de qualquer outro método conhecido na técnica para avaliar a expressão de produtos gênicos no nível de RNA ou de
130/1027 proteína. Alternativamente, um fator de transcrição da invenção pode ser utilizado para identificar sequências promotoras (tais como sítios de ligação nas sequências de DNA) envolvidas na regulação de um alvo a jusante. Após a identificação de uma sequência promotora, as interações entre o fator de transcrição e a sequência promotora podem ser modificadas através da alteração de nucleotídeos específicos na sequência promotora ou de aminoácidos específicos no fator de transcrição que interagem com a sequência promotora para alterar uma característica da planta. Tipicamente, os sítios de ligação ao DNA do fator de transcrição são identificados através de ensaios de alteração no
Após a identificação das regiões promotoras, as sequências das regiões promotoras podem ser empregadas em arranjos de DNA de filamento duplo para identificar moléculas que afetam as interações dos fatores de transcrição com seus promotores (Bulyk e outros (1999)
Nature Biotechnol.
17: 573-577).
Os fatores de transcrição identificados também são úteis para identificar proteínas que modificam a atividade do fator de transcrição. Tais modificações podem ocorrer através da modificação covalente, tal como, através da fosforilação ou através de interações proteína-proteína (homo ou heteropolímero). Qualquer método adequado para detectar as interações proteína-proteína pode ser empregado. Entre os métodos que podem ser empregados estão a co-imunoprecipitação, a ligação cruzada e a copurificação através de gradientes ou colunas cromatográficas e o sistema de levedura de dois híbridos.
[0271] O sistema de dois híbridos detecta
131/1027 interações de proteínas in vivo e é descrito em Chien e outros ((1991) Proc. Natl. Acad. Sci. 88: 9578-9582) e está disponível comercialmente na Clontech (Palo Alto, Calif.). Em tal sistema, são construídos plasmídeos que codificam duas proteínas híbridas: uma consiste do domínio de ligação ao DNA de uma proteína ativadora da transcrição fundido com o polipeptídeo do TF e a outra consiste do domínio de ativação da proteína ativadora da transcrição fundido com uma proteína desconhecida que é codificada por um cDNA que foi recombinado no plasmídeo como parte de uma biblioteca de cDNA. O plasmídeo de fusão do domínio de ligação ao DNA e a biblioteca de cDNA são transformados em uma cepa da levedura Saccharomyces cerevisiae que contém um gene repórter (por exemplo, lacZ) cuja região reguladora contém o sítio de ligação do ativador da transcrição. Nenhuma das duas proteínas sozinhas pode ativar a transcrição do gene repórter. A interação das duas proteínas híbridas reconstitui a proteína ativadora funcional e resulta na expressão do gene repórter, que é detectado através de um ensaio para o produto do gene repórter. Então, os plasmídeos da biblioteca responsáveis pela expressão do gene repórter são isolados e sequenciados para identificar as proteínas codificadas pelos plasmídeos da biblioteca. Após a identificação de proteínas que interagem com os fatores de transcrição, podem ser realizados os ensaios para os compostos que interferem com as interações proteína-proteína do TF.
Identificação de Moduladores [0272] Em adição às moléculas intracelulares descritas anteriormente, as moléculas extracelulares que
132/1027 alteram a atividade ou a expressão de um fator de transcrição, diretamente ou indiretamente, podem ser identificadas. Por exemplo, os métodos podem vincular primeiro a colocação de uma molécula candidata em contato com uma planta ou célula vegetal. A molécula pode ser introduzida através da administração tópica, tal como, borrifando ou mergulhando uma planta ou incubando uma planta em uma solução que contém a molécula e então o efeito da molécula sobre a expressão ou a atividade do polipeptídeo do TF ou a expressão do polinucleotídeo é monitorada. As alterações na expressão do polipeptídeo do TF podem ser monitoradas através do uso de anticorpos policlonais ou monoclonais, de eletroforese em gel ou similares. As alterações na expressão da sequência de polinucleotídeo correspondente podem ser detectadas através do uso de microarranjos, Northerns, PCR quantitativa ou qualquer outra técnica para monitorar alterações na expressão do mRNA. Estas técnicas são exemplificadas em Ausubel e outros (eds.) Current Protocols in Molecular Biology, John Wiley & Sons (1998 e supplements through 2001). As alterações na atividade do fator de transcrição podem ser monitoradas, diretamente ou indiretamente, através do ensaio da função do fator de transcrição, por exemplo, medindo a expressão de promotores conhecidos por serem controlados pelo fator de transcrição (utilizando construções promotor-repórter), medindo os níveis dos produtos da transcrição utilizando microarranjos, Northern blots, PCR quantitativa etc. Tais alterações nos níveis de expressão podem ser correlacionadas com caracteísticas vegetais modificadas e assim as moléculas identificadas
133/1027 podem ser úteis para mergulhar ou borrifar o fruto, o vegetal e as plantas de cultivo em grãos para modificar as características nas plantas.
[0273] Essencialmente qualquer composição disponível pode ser testada em relação à atividade moduladora da expressão ou da atividade de qualquer ácido nucléico ou polipeptídeo contido aqui. Assim, as bibliotecas disponíveis de compostos tais como reagentes químicos, polipeptídeos, ácidos nucléicos e similares podem ser testadas em relação à atividade moduladora. Frequentemente, os compostos moduladores potenciais podem ser dissolvidos em soluções aquosas ou orgânicas (por exemplo, baseadas em DMSO) para a fácil distribuição na célula ou na planta de interesse em que a atividade do modulador deve ser testada. Opcionalmente, os ensaios são planejados para selecionar grandes bibliotecas de composições moduladoras através da automatização das etapas de ensaio e fornecendo compostos de qualquer fonte conveniente para os ensaios, que são tipicamente rodados em paralelo (por exemplo, em formatos de microtitulação em placas micrométricas em ensaios robóticos).
[0274] Em uma modalidade, os métodos de seleção de alta circulação envolvem o fornecimento de uma biblioteca combinatória contendo um grande número de compostos potenciais (compostos moduladores potenciais). Tais bibliotecas químicas combinatórias são então selecionadas em um ou mais ensaios, como descrito aqui, para identificar os membros da biblioteca (espécies ou subclasses químicas particulares) que exibem uma atividade característica desejada. Os compostos identificados desta forma podem
134/1027 servir como compostos alvos.
[0275] Uma biblioteca combinatória pode ser, por exemplo, uma coleção de vários compostos químicos gerados através da síntese química ou da síntese biológica. Por exemplo, uma biblioteca química combinatória, tal como, uma biblioteca de polipeptídeos é formada através da combinação de um conjunto de blocos de construção químicos (por exemplo, em um exemplo, aminoácidos) em cada forma possível para um certo comprimento de composto (isto é, o número de aminoácidos em um composto polipeptídico de um conjunto de comprimentos). Os exemplos de bibliotecas incluem bibliotecas peptídicas, bibliotecas de ácidos nucléicos, bibliotecas de anticorpos (ver, por exemplo, Vaughn e outros (1996) Nature Biotechnol. 14: 309-314 e PCT/US96/10287), bibliotecas de carboidratos (ver, por exemplo, Liang e outros Science (1996) 274: 1520-1522 e Patente U.S. No 5.593.853), bibliotecas de ácidos nucléicos (ver, por exemplo, Patente U.S. N 5.539.083) e bibliotecas de moléculas orgânicas pequenas (ver, por exemplo, benzodiazepinas, em Baum Chem.
& Engineering
News Jan 18,
1993, página 33;
isoprenóides,
Patente U.S.
No
5.569.588;
tiazolidinonas metatiazanonas,
Patente U.S.
No
5.549.974;
pirrolidinas,
Patente U.S. N—
5.525.735
5.519.134;
compostos de morfolino, Patente
U.S. N
5.506.337) e similares.
[0276]
A preparação e a seleção de bibliotecas combinatórias e outras são bem-conhecidas pelos versados na técnica. Tais bibliotecas químicas combinatórias incluem, mas não estão limitadas a bibliotecas de peptídeos (ver, por exemplo, Patente U.S. N- 5.010.175; Furka, (1991) Int.
135/1027
J. Pept. Prot. Res. 37: 487-493; and Houghton e outros (1991) Nature 354: 84-88). Outros reagentes químicos para gerar bibliotecas de diversidade química também podem ser utilizados.
[0277] Em adição, como citado, o equipamento para a seleção de compostos para a seleção de alta circulação está geralmente disponível, por exemplo, utilizando qualquer um de um número de sistemas robóticos bem-conhecidos que também foram desenvolvidos para reagentes químicos em fase de solução úteis nos sistemas de ensaio. Estes sistemas incluem estações de trabalho automatizadas incluindo um aparato de síntese automatizado e sistemas robóticos que utilizam braços robóticos. Qualquer um dos dispositivos anteriores é adequado para uso com a presente invenção, por exemplo, para a seleção de alta circulação de moduladores potenciais. A natureza e a implementação de modificações nestes dispositivos (se alguma) de forma que possam operar como discutido aqui serão evidentes para os versados na técnica relevante.
[0278] Na verdade, sistemas inteiros de seleção de alta circulação estão disponíveis comercialmente. Estes sistemas tipicamente automatizam procedimentos inteiros incluindo toda a pipetagem das amostras e dos reagentes, o descarte de líquidos, as incubações cronometradas e as leituras finais da microplaca no(s) detector(es) apropriado(s) para o ensaio. Estes sistemas que podem ser configurados fornecem alta circulação e início rápido assim como um alto grau de flexibilidade e customização. Similarmente, implementações de seleção de microfluidos também estão disponíveis comercialmente.
136/1027 [0279] Os fabricantes de tais sistemas fornecem protocolos detalhados para vários experimentos de alta circulação. Assim, por exemplo, a Zymark Corp. fornece boletins técnicos descrevendo os sistemas de seleção para a detecção da modulação da transcrição gênica, ligação ao ligante e similares. Os sistemas integrados contidos aqui, em adição ao fornecimento do alinhamento de sequências e, opcionalmente, da síntese de ácidos nucléicos relevantes, podem incluir tais aparatos de seleção para identificar moduladores que possuem um efeito sobre um ou mais polinucleotídeos ou polipeptídeos de acordo com a presente invenção.
[0280] Em alguns ensaios é desejável ter controles positivos para garantir que os componentes dos ensaios estejam operando apropriadamente. Pelo menos dois tipos de controles positivos são apropriados. Ou seja, ativadores ou inibidores transcricionais conhecidos podem ser incubados com células ou plantas, por exemplo, em uma amostra do ensaio e o aumento/decréscimo resultante na transcrição pode ser detectado através da medida do aumento resultante nos níveis de RNA e/ou de proteína, por exemplo, de acordo com os métodos contidos aqui. Será considerado que os moduladores também podem ser combinados com ativadores ou inibidores da transcrição para descobrir moduladores que inibem a ativação da transcrição ou a repressão da transcrição. A expressão dos ácidos nucléicos e das proteínas contidas aqui ou de quaisquer ácidos nucléicos ou proteínas ativadas pelos ácidos nucléicos ou proteínas contidas aqui ou ambos, pode ser monitorada.
[0281] Em uma modalidade, a invenção fornece um
137/1027 método para a identificação de composições que modulam a atividade ou a expressão de um polinucleotídeo ou de um polipeptídeo da invenção. Por exemplo, um composto de teste, seja uma molécula pequena ou grande, é colocado em contato com uma célula, uma planta (ou tecido ou explante vegetal) ou composição que compreende o polinucleotídeo ou o polipeptídeo de interesse e um efeito resultante sobre a célula, a planta (ou tecido ou explante) ou composição é avaliado através do monitoramento, diretamente ou indiretamente, de um ou mais de: nível de expressão do polinucleotídeo ou do polipeptídeo, atividade (ou modulação da atividade) do polinucleotídeo ou do polipeptídeo. Em alguns casos, uma alteração em um fenótipo de planta pode ser detectada após o contato de uma planta (ou célula, ou tecido ou explante vegetal) com um suposto modulador, por exemplo, através da modulação da expressão ou da atividade de um polinucleotídeo ou de um polipeptídeo da invenção. A modulação da expressão ou da atividade de um polinucleotídeo ou de um polipeptídeo da invenção pode ser também causada por elementos moleculares em uma via de transdução de sinal de segundo mensageiro e tal modulação pode afetar elementos similares na mesma ou em uma outra via de transdução de sinal de segundo mensageiro.
Subsequências
[0282] São também considerados os usos de
polinucleotídeos, também referidos aqui como
oligonucleotídeos, tipicamente possuindo pelo menos 12
bases, preferencialmente pelos menos 15, mais preferencialmente pelo menos 20, 30 ou 50 bases, que se hibridizam sob condições pelo menos altamente rigorosas (ou
138/1027 condições com rigor ultra-alto ou com rigor ultra ultraalto) com uma sequência de polinucleotídeo descrita acima.
Os polinucleotídeos podem ser utilizados como sondas, iniciadores, agentes senso e anti-sentido e similares, de acordo com os métodos citados supra.
[0283] As subsequências dos polinucleotídeos da invenção, incluindo, fragmentos de polinucleotídeos e oligonucleotídeos são úteis como sondas e iniciadores para ácidos nucléicos. Um oligonucleotídeo adequado para uso como sonda ou iniciador possui pelo menos aproximadamente 15 nucleotídeos de comprimento, mais frequentemente pelo menos aproximadamente 18 nucleotídeos, frequentemente pelo menos aproximadamente 21 nucleotídeos, frequentemente pelo menos aproximadamente 30 nucleotídeos ou aproximadamente 40 nucleotídeos ou mais de comprimento. Uma sonda de ácido nucléico é útil em protocolos de hibridização, por exemplo, para identificar homólogos de polipeptídeos adicionais da invenção, incluindo protocolos para experimentos com microarranjos. Os iniciadores podem ser anelados com um filamento de DNA complementar alvo através da hibridização de ácidos nucléicos para formar um híbrido entre o iniciador e o filamento de DNA alvo e então é estendido ao longo do filamento de DNA alvo através de uma enzima DNA polimerase. Os pares de iniciadores podem ser utilizados para a amplificação de uma sequência de ácido nucléico, por exemplo, através da reação em cadeia da polimerase (PCR) ou outros métodos de amplificação de ácidos nucléicos. Ver Sambrook, supra e Ausubel, supra.
[0284] Em adição, a invenção inclui um polipeptídeo isolado ou recombinante incluindo uma subsequência de pelo
139/1027 menos aproximadamente 15 aminoácidos contíguos codificados pelos polinucleotídeos recombinantes ou isolados da invenção. Por exemplo, tais polipeptídeos ou domínios ou fragmentos dos mesmos, podem ser utilizados como imunógenos, por exemplo, para produzir anticorpos específicos para a sequência de polipeptídeo ou como sondas para detectar uma sequência de interesse. Uma subsequência pode variar em tamanho de aproximadamente 15 aminoácidos em comprimento até e incluindo o comprimento completo do polipeptídeo.
[0285] Para ser abrangido pela presente invenção, um polipeptídeo expresso que compreende tal subsequência de polipeptídeo realiza pelo menos uma função biológica do polipeptídeo intacto substancialmente da mesma maneira ou até uma extensão similar, como o polipeptídeo intacto. Por exemplo, um fragmento de polipeptídeo pode compreender um motivo estrutural ou um domínio funcional que pode ser reconhecido tal como, um domínio de ligação ao DNA que ativa a transcrição, por exemplo, através da ligação com uma região promotora de DNA específica de um domínio de ativação ou de um domínio para interações proteínaproteína.
Produção de Plantas Transgênicas
Modificação de Características [0286] Os polinucleotídeoss da invenção são favoravelmente empregados para produzir plantas transgênicas com várias características ou características, que foram modificadas de uma maneira desejável, por exemplo, para melhorar as características de semente de uma planta. Por exemplo, a alteração de níveis ou de padrões da
140/1027 expressão (por exemplo, padrões de expressão espaciais ou temporais) de um ou mais dos fatores de transcrição (ou homólogos dos fatores de transcrição) da invenção, quando comparados com os níveis da mesma proteína encontrada em uma planta do tipo selvagem, pode ser utilizada para modificar as características de uma planta. Um exemplo ilustrativo da modificação de traços, características melhoradas, através da alteração dos níveis de expressão de um fator de transcrição particular é descrito adicionalmente nos Exemplos e na Listagem de Sequências.
Arabidopsis como um sistema modelo [0287] A Arabidopsis thaliana é o objetivo de atenção de cultivo rápido como um modelo para a genética e para o metabolismo em plantas. A Arabidopsis possui um genoma pequeno e estudos bem documentados estão disponíveis. É fácil cultivar em grandes números e mutantes que definem mecanismos controlados geneticamente importantes estão disponíveis ou podem ser facilmente obtidos. Vários métodos para a introdução e para a expressão de genes homólogos isolados estão disponíveis (ver Koncz e outros, eds., Methods in Arabidopsis Research (1992) World Scientific, Nova Jersey, NJ, em Preface). Devido ao seu tamanho pequeno, ao ciclo de vida curto, à autogamia obrigatória e à alta fertilidade, a Arabidopsis é também um organismo de escolha para o isolamento de mutantes e estudos nas vias morfogenéticas e de desenvolvimento e de controle destas vias através de fatores de transcrição (Koncz supra, p. 72) . Um número de estudos que introduzem fatores de transcrição em A. thaliana demonstrou a utilidade desta planta para o
141/1027 entendimento dos mecanismos da regulação gênica e da alteração de características nas plantas (Ver, por exemplo, Koncz supra e Patente U.S. N- 6.417.428).
Genes homólogos introduzidos em plantas transgênicas.
Os genes homólogos que podem ser derivados de qualquer planta ou de qualquer fonte seja natural, sintética, semi-sintética ou recombinante e que compartilham uma identidade ou uma similaridade significativa com os fornecidos pela presente invenção, podem ser introduzidos em plantas, por exemplo, plantas de cultivo, para conferir características desejáveis ou melhoradas. Consequentemente, podem ser produzidas plantas transgênicas que compreendem um vetor ou cassete de expressão recombinante com um promotor ligado de forma operacional a uma ou mais sequências homólogas às sequências divulgadas aqui. O promotor pode ser, por exemplo, um promotor vegetal ou viral.
[0289] A invenção fornece assim métodos para a preparação de plantas transgênicas e para a modificação de características da planta. Estes métodos incluem a introdução em uma planta de um vetor ou cassete de expressão recombinante que compreende um promotor funcional ligado de forma operacional a uma ou mais sequências homólogas às sequências divulgadas aqui. Plantas e kits para a produção destas plantas que resultam da aplicação destes métodos também são abrangidos pela presente invenção.
Fatores de transcrição de interesse para a modificação das características das plantas [0290] Concorrentemente, a existência de uma série
142/1027 de grupos de maturidade para latitudes diferentes representa uma barreira grande para a introdução de novas características valiosas. Qualquer característica (por
exemplo, resistência à doenças) tem que ser reproduzida em
cada um dos diferentes grupos de maturidade diferentes
separadamente, um exercício e trabalhos caros. A
disponibilidade de uma única linhagem, que pudesse ser cultivada em qualquer latitude, aumentaria, portanto, enormemente o potencial para a introdução de novas características em espécies de cultivo tais como a soja e o algodão.
[0291] Para muitos dos efeitos, características e utilidades específicas listadas na Tabela 4 e na Tabela 6 que podem ser conferidas em plantas, um ou mais genes de fatores de transcrição podem ser utilizados para aumentar ou diminuir, avançar ou retardar, ou melhorar ou verificar efeitos deletérios para uma certa característica.
Por exemplo, a superexpressão de um gene de fator de transcrição que ocorre naturalmente em uma planta pode causar o florescimento precoce em relação às plantas naotransformadas ou do tipo selvagem. Através do nocaute do gene ou da supressão do gene (como, por exemplo, a supressão anti-sentido) a planta pode sofrer florescimento retardado. Similarmente, a superexpressão ou a supressão de um ou mais genes pode conferir diferenças significativas na obtenção de produtos vegetais, tais como proporções diferentes de ácidos graxos. Assim, a supressão de um gene que faz com que a planta fique mais sensível ao frio pode aumentar a tolerância de uma planta ao frio. Mais de um gene de fator de transcrição podem ser introduzidos em uma
143/1027 planta, através da transformação da planta com um ou mais vetores que compreendem dois ou mais ou através da reprodução seletiva de fatores de transcrição plantas para produzir cruzamentos híbridos que compreendem mais de um fator de transcrição introduzido.
Uma listagem de efeitos utilidades específicas que os genes de fatores de transcrição divulgados aqui possuem sobre as plantas, que são determinados através da observação direta ou da análise com ensaios, é fornecida na Tabela 4. A Tabela 4 mostra os polinucleotídeos identificados pela SEQ ID No: ; pela Gene
ID N (GID) ; e se o polinucleotídeo foi testado em um ensaio transgênico.
A primeira coluna mostra a SEQ
ID
No:
do polinucleotídeo;
a segunda coluna mostra o
GID;
terceira coluna mostra se o gene estava superexpresso (OE) ou nocauteado (NO) nos estudos com as plantas; a quarta coluna mostra a categoria da característica modificada resultante do nocaute ou da superexpressão do polinucleotídeo na planta transgênica; e a quinta coluna (Observações
Experimentais), inclui observações específicas feitas em relação ao polinucleotídeo da respectiva primeira coluna.
Tabela 4.
Características, categorias de características e efeitos e utilidades que os genes do fator de transcrição possuem sobre as plantas.
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
1 G2 OE Tempo de florescência Florescência tardia
3 G12 OE/KO Morfologia; morte celular programada alterada Morte celular das folhas e dos hipocotilédones; plantas jovens
144/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
Regulador do crescimento; sensibilidade alterada ao etileno Des e morf; Morfologia: outra partindo de semente nocauteadas germinadas na escuridão em meios contendo ácido 1aminociclopropano1-carboxílico tinham seu desenvolvimento mais interrompido que os controles Formação de lesões necróticas
5 G15 OE Des e morf; flor Morfologia alterada das flores
OE Tempo de florescência Florescência tardia
1381 G354 OE Estresse abiótico; seca Maior tolerância à seca em um ensaio com base no solo
7 G3 0 OE Folha; forma alterada Cotilédones,
Folha; folhas verde pecíolos e
escuras hipocotilédones
Folha; folhas longos, folhas
brilhosas verde escuras,
Resposta à luz; brilhosas;
Pecíolos longos impedimento à
Resposta à luz; sombra
Hipocotilédones
longos
Resposta à luz;
Cotilédones longos
9 G46 OE Des e morf; Tamanho Maior biomassa
OE Estresse abiótico; Maior tolerância à
145/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
Seca seca em um ensaio
com base no solo
11 G47 OE Tempo de florescência Florescência
tardia
OE Estresse abiótico; Melhor crescimento
estresse osmótico de raízes sob
estresse osmótico
OE Des e morf; Arquitetura e
Arquitetura desenvolvimento da
inflorescência
alterados
OE Des e morf; caule Estrutura alterada
de tecidos
vasculares
OE Estresse abiótico; Maior tolerância à
seca seca em um ensaio
com base no solo
13 G129 OE Tempo de florescência Florescência
Folha: formato precoce
alterado Formato folhar
Flor: transformação Transformação
homeótica homeótica
15 e 2102 G131 OE Des e morf; tamanho Plantas pequenas
Tempo de florescência Florescência
precoce
OE Des e morf; Folha Folhas enroladas
OE Des e morf; Flor Perda da definição
floral, flores
146/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
terminais
OE Des e morf; Definição alterada
Inflorescência da inflorescência
17 G133 OE Flor: transformação Transformação
homeótica homeótica
19 G134 OE Flor: transformação Transformação
homeótica homeótica
Estresse abiótico; Maior
sensibilidade ao frio sensibilidade ao
frio
21 G135 OE Des e morf; Folha Folhas enroladas
OE Des e morf; Definição alterada
Inflorescência da inflorescência;
flores terminais
OE Des e morf; Flor Perda da definição
floral,
OE Tempo de florescência Florescência
precoce
23 G136 OE Morfologia; Desenvolvimento
desenvolvimento alterado da flor
alterado da flor (pétalas
Tempo de florescência pequeninas)
Folha; formato Florescência
alterado precoce
Morfologia: tamanho Folhas enroladas
para baixo
pequenas
Planta pequena
147/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
25 G137 OE Tempo de florescência Florescência
Inflorescência; precoce
Flores terminais Formação de flores
Folha; formato terminais
alterado Enrolamento das
folhas
27 G138 OE Tempo de florescência Florescência
precoce
29 G139 OE Expressão; seca Este gene foi
induzido nas
folhas em roseta
em respostas aos
tratamentos de
seca
31 G140 OE Flor: transformação Transformação
homeótica homeótica
Tempo de florescência Florescência
precoce
33 G142 OE Tempo de florescência Florescência
precoce
35 G145 OE Tempo de florescência Florescência
Inflorescência; precoce
flores terminais Flor terminal
37 G146 OE Tempo de florescência Florescência
precoce
39 G148 OE Tempo de florescência Florescência
Inflorescência; precoce
flores terminais Flor terminal
148/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
41 G151 OE Semente; Semente Tamanho maior de
grande sementes que as
dos controles
43 G153 OE Tempo de florescência Florescência
precoce
OE Estresse abiótico; Sensibilidade
Captação de alterada a C/N
nutrientes
45 G155 OE Sensibilidade Maior
alterada a açúcares sensibilidade à
Tempo de florescência glicose
Estresse abiótico; Florescência
estresse osmótico precoce
Inflorescência; Flor Maior
terminal sensibilidade ao
manitol
Flor terminal
47 G171 OE Expressão; calor A expressão foi
induzida nas
folhas pelo calor
OE Expressão; A expressão foi
resfriamento induzida nas
folhas pelo frio
OE Expressão; Fusarium A expressão foi
induzida nas
folhas por
Fusarium
49 G172 OE Tempo de florescência Florescência
precoce
149/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
51 G173 OE Tempo de florescência Florescência
tardia
53 G2 0 0 OE Nutriente; tolerância As plantas jovens
a baixos teores de N partindo de
Sensibilidade a C/N semente continham
Folha; formato menos antocianina
alterado e eram mais verdes
Folha; folha verdes em meio com alto
claras teor de sacarose
Tempo de florescência isento de
nitrogênio e em
meios similares
suplementados com
glutamina; as
plantas maduras
possuíam folhas
apontadas verde
claras pequenas;
Florescência
precoce
55 G224 OE Folha: formato Formato alterado
alterado da folha
Estresse abiótico; Maior tolerância
tolerância ao frio ao frio
Sensibilidade Vigor da planta
alterada a açúcares jovem partindo de
semente em alto
teor de glicose
57 G244 OE Expressão; auxina A expressão foi
150/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
induzida pela
auxina
OE Expressão; seca A expressão foi
induzida pela seca
OE Expressão; ABA A expressão foi
induzida pelo
ácido abscísico
59 G246 OE Resposta à luz; Impedimento à
impedimento à sombra sombra
Tempo de florescência Florescência
precoce
61 G253 OE Tamanho; plantas Tamanho reduzido
pequenas da planta
OE Des e morf; Folha Folhas com formato
de coração e
verde-escuras
OE Des e morf; Internodos curtos
Inflorescência da inflorescência
63 G268 OE Tamanho da planta; Maior biomassa
plantas grandes
65 G2 8 7 OE Des e morf; Tamanho Maior biomassa
67 G309 OE Tempo de florescência Florescência
tardia
OE Tamanho da planta; Tamanho reduzido
plantas pequenas da planta
OE Folha; coloração Folhas verde
alterada escuras
69 G314 OE Des e morf; Tamanho Maior biomassa
151/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
71 G319 OE Tamanho da planta; Maior tamanho;
Maior tamanho Florescência
Tempo de florescência tardia; folhas
Folha; formato amplas curtas
alterado enrrugadas
73 e 2103 G32 4 OE Tempo de florescência Florescência
tardia
OE Tamanho; plantas Maior biomassa
grandes
75 G3 4 4 OE Estresse abiótico; Mais sensíveis ao
congelamento congelamento no
ensaio de
germinação
OE Regulador do Fenótipo de
crescimento; sensibilidade
Sensibilidade alterada a
alterada a açúcares açúcares: mais
sensíveis à
glicose em um
ensaio de
germinação
77 G351 OE Resposta alterada à Orientação folhar
luz e coloração verde
clara
1379 G353 OE Estresse abiótico; As plantas jovens
estresse osmótico partindo de
semente eram
maiores e mais
verdes em meios
152/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
contendo PEG
79 G355 OE Nutriente; Tolerância a Maior crescimento sob
baixo teores de PO4 fosfato limitado no
Estresse abiótico; ensaio de crescimento
tolerância ao cloreto de da raiz e melhor
sódio crescimento com alto
teor de NaCl
81 G366 OE Des e morf; Letal quando Letal quando
superexpresso superexpresso
83 G370 KO Estresse abiótico; Folhas arredondadas
OE estresse osmótico curtas; as flores
Folha; formato alterado exibiam um aumento
Morfologia; maior surpreendente na
densidade de tricoma densidade de tricoma
Morfologia; sincronia nas sépalas e
alterada da mudança de tricomas ectópicos
fase carregados nas
pétalas, anteras e
carpelos; rosetas
aéreas ocorrem quando
se desenvolve um
meristema secundário
da inflorescência; o
nocaute era mais
sensível ao estresse
osmótico em um ensaio
de germinação e
produzia plantas
brilhosas, pequenas
153/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
com rosetas em
arbustos
85 G372 OE Folha; formato alterado Formato alterado da
Tempo de florescência folha
Florescência tardia
87 G374 KO Des e morf; Letal ao Letalidade nos
embrião estágios iniciais do
desenvolvimento de
embriões
89 G380 OE Tempo de florescência Florescência tardia
91 e 2104 G386 OE Bioquím: misc; Maior produção de
Bioquímica: outro pigmento
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
93 G416 OE Tempo de florescência Florescência precoce
95 G434 OE Tempo de florescência Florescência tardia
97 G438 OE Folha; Formato alterado Folhas mais chatas,
da folha maiores que as de
Tamanho da planta; Maior controles nos
tamanho estágios tardios do
desenvolvimento
99 G446 OE Arquitetura alterada Ramificação alterada
Folha; formato alterado Formato alterado da
folha
101 G468 OE Folha; formato alterado Folhas enrugadas
103 G478 OE Resposta alterada à luz Pecíolos longos
Sensibilidade alterada a Mais sensíveis à
açúcares glicose
154/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
105 G485 KO Tempo de florescência Florescência tardia
OE Tempo de florescência Florescência precoce
107 G521 OE Folha; expansão celular Expansão celular
109 G549 OE Des e morf; Definição alterada da
Inflorescência inflorescência
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Tempo de florescência Florescência precoce
111 G550 OE Morfologia; flores As flores precoces
alteradas eram pequenas com
Estresse abiótico; fraca formação de
tolerância ao calor órgãos, as flores
Expressão; cloreto de tardias eram normais;
sódio menos tolerantes ao
Expressão; auxina estresse ao calor em
Pigmento; alto teor de um ensaio de
antocianina crescimento; alto
nível de antocianina;
a expressão de G550 é
induzida em resposta
ao estresse ao calor,
à auxina e salino
113 G571 OE Sensibilidade a Este gene é também
hormônios; resposta fortemente induzido
alterada ao ABA nas folhas da roseta
Estresse abiótico; seca pelo ABA, seca,
Estresse abiótico; estresse osmótico e
estresse osmótico Erysiphe
Expressão; Erysiphe
155/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
115 G581 OE Nutriente; tolerância a As linhagens de
baixos teores de N superexpressão
Semente; coloração germinaram melhor em
alterada placas contendo baixo
Semente; Semente grande teor de N ou em
Tempo de florescência placas com baixo teor
Pigmento; Maior teor de de N suplementadas
antocianina com glutamina, as
plantas jovens
partindo de semente
também possuíam menor
acúmulo de
antocianina quando
comparadas com os
controles do tipo
selvagem; maior
tamanho de semente,
coloração alterada de
semente; Florescência
tardia
117 G600 OE Folha; folhas verde Folhas da roseta
claras pequenas, chatas,
Tempo de florescência curtas e acinzentadas
Tamanho da planta; ou verde claras;
plantas pequenas Florescência precoce;
plantas menores
119 e 2105 G624 OE Captação de nutrientes; Melhor crescimento da
tolerância a baixo teor raiz em meios isentos
de PO4 de fosfato
156/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
tolerância ao cloreto de cloreto de sódio
sódio
OE Maior tamanho Maior biomassa
OE Tempo de florescência Florescência tardia
121 G627 OE Tempo de florescência Florescência precoce
123 G646 OE Folha; formato alterado Folhas verde escuras
muito estreitas
enroladas para baixo
125 e 2106 G651 OE Des e morf; Folha Formato alterado da
folha e folhas
cinzentas
OE Estresse abiótico; Frio Maior sensibilidade
ao frio em um ensaio
de germinação
OE Des e morf; Raiz Ramificação alterada
da raiz
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf Flor Morfologia altered da
flor
127 G652 OE/KO Bioquímica da folha; O nocaute aumentou o
maior teor de glicosinolato M39480
glicosinolatos na folha e o a-
Bioquímica da semente; tocoferol da semente,
maior teor de prenil diminuição do óleo da
lipídeos na semente semente; as que
Bioquímica da semente; superexpressavam
157/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
Menor teor de óleos na exibiam senescência
semente retardada
Senescência retardada
129 G707 OE Estresse abiótico; Sensibilidade
Captação de nutrientes alterada a C/N
OE Des e morf; Folha Folhas verde escuras
OE Bioquím: misc; Maior produção de
Bioquímica: outro pigmento
OE Tempo de florescência Florescência tardia
131 G728 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
tolerância ao frio frio
133 G730 OE Des e morf; Raiz Crescimento radicular
secundário reduzido
OE Des e morf; Morfologia: Abaxialização das
outro superfícies adaxiais
135 G738 OE Tempo de florescência Florescência tardia;
Tamanho da planta; plantas jovens
plantas pequenas pequenas partindo de
Pigmento; Alto teor de sementes; altos
antocianina níveis de antocianina
nos pecíolos
folhares; plantas
menores
137 e 2107 G744 OE Tempo de florescência Florescência tardia
131 G752 OE Tempo de florescência Florescência tardia
141 G807 OE Estresse abiótico; O vigor das plantas
OE tolerância ao jovens partindo de
OE congelamento semente foi aumentado
158/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
OE Expressão; calor nos transformantes T1
OE Expressão: auxina e na progênie T2, as
OE Crescimento rápido plantas jovens
Resposta à luz; pecíolos partindo de sementes
longos eram maiores de forma
Resposta à luz; que podia ser
Hipocotilédones longos reproduzida, cresciam
mais rápido e exibiam
hipocotilédones e
pecíolos mais longos
que os controles;
expressão deste gene
moderadamente após o
choque térmico e o
tratamento com a
auxina
143 G811 OE Folha; Folhas verde Folhas verde escuras
escuras Tamanho reduzido
Tamanho; plantas pequenas
145 G839 OE Nutriente; tolerância a Maior tolerância ao
baixos teores de N meio com nitrogênio
Tempo de florescência limitado
Florescência tardia
147 G846 OE Des e morf Flor Letal ao gameta
149 G852 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Tamanho; plantas grandes Planta grande
151 G905 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Sensibilidade alterada a Vigor das plantas
açúcares jovens partindo de
159/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
Folha; formato alterado semente em alto teor de glicose Formato alterado da folha
153 G916 OE Regulador do crescimento; Sensibilidade alterada a açúcares Nutriente; tolerância a baixos teores de N Resposta à luz; Hipocotilédones longos Morfologia; Cotilédones estreitos Estresse abiótico: tolerância à seca Plantas jovens partindo de semente maiores que as do tipo selvagem em altos teores de glicose, as plantas jovens partindo de semente eram maiores e possuíam menos antocianina em placas com altos teores de sacarose que eram deficientes em relação ao nitrogênio, com ou sem suplementação com glutamina; de forma desproporcional hipocotilédones longos e cotilédones estreitos Maior tolerância à seca em um ensaio com base no solo
155 G926 KO Sensibilidade a hormônios Sensibilidade
160/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
reduzida ao ABA
KO Estresse abiótico; Maior tolerância ao
Estresse osmótico estresse osmótico
(sal e sacarose)
KO Estresse abiótico; Seca Maior tolerância à
seca em um ensaio com
base no solo
157 G957 OE Folha; formato alterado Folhas enroladas
rugosas
159 G961 OE Des e morf; Semente Desenvolvimento e
germinação alterados
da semente
KO Bioquímica da semente; Mais óleo da semente
Óleo da semente
161 G975 OE Bioquímica da folha; Mais cera nas folhas
Ácidos graxos da folha
Estresse abiótico; Seca Maior tolerância à
seca em um ensaio com
base no solo
163 G1011 OE Morfologia; flores A abscisão dos órgãos
alteradas florais foi
Folha; formato alterado retardada, com
Tempo de florescência estames, pétalas e
Morfologia; maior sépalas persistindo
densidade de tricoma após a polinização;
maior densidade de
tricoma nas sepalas e
tricomas ectópicos
161/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
nos carpelos; folhas
arredondadas;
Florescência precoce
165 G1013 OE Crescimento lento Taxa de crescimento
Alterações nas flores lenta
Resposta alterada à luz Várias alterações nas
Folha; formato alterado flores
Sensibilidade alterada a Resposta à luz:
C/N orientação das folhas
Formato alterado da
folha
Sensibilidade a C/N:
melhor germinação
167 G1017 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
Tolerância ao cloreto de cloreto de sódio
sódio
169 G1033 OE Senescência prematura Senescência prematura
Sensibilidade alterada a da folha
açúcares Maior vigor da planta
Estresse abiótico; jovem partindo de
tolerância ao estresse semente em sacarose
osmótico Maior tolerância à
sacarose
171 e 2108 G1037 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
Tolerância ao cloreto de cloreto de sódio
sódio
173 G1082 OE Resposta à luz; Hipocotilédones mais
Hipocotilédones longos longos que dos
controles
162/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
175 G1100 OE Folha; formato alterado Folhas apontadas
Folha; folhas verde verde escuras,
escuras rosetas verde escuras
Morfologia; flores grandes; Crescimento
alteradas interrompido da
Estresse abiótico inflorescência e
Expressão; SA flores anormais;
Expressão; seca Taxa mais lenta de
crescimento; Este
gene é fortemente e
especificamente
induzido pela seca e
pelo ácido salicílico
177 G1108 OE Sensibilidade alterada a Menos sensível à
açúcares glicose
179 G1113 OE Maior tamanho da planta Maior biomassa
OE Tempo de florescência Florescência tardia
181 G1128 OE Folha; formato alterado Folhas contorcidas
Folha; Folhas verde estreitas verde
escuras escuras; senescência
Morfologia; Alterações na pré-matura de folhas
flor e flores; pouco ou
Taxa de crescimento; taxa nenhum
alterada de senescência desenvolvimento de
Semente; desenvolvimento sementes
alterado
183 G1136 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Nutriente; sensibilidade Maior sensibilidade
a baixos teores de N ao nitrogênio
163/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
185 G1142 OE Tempo de florescência Folha; formato alterado Florescência tardia Formato alterado da folha
187 e 2109 G1150 OE Estresse abiótico; Captação de nutrientes Sensibilidade alterada a C/N
OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Tamanho Maior biomassa
189 G1206 OE Estresse abiótico; tolerância à seca Maior vigor de plantas jovens partindo de semente sob condições de seca, plantas jovens partindo de semente maiores e mais verdes que os controles
191 G1247 OE Tamanho; planta pequena Folha; formato alterado Formato alterado da folha Tamanho reduzido da planta
193 G1274 OE Estresse abiótico; Frio Mais tolerante ao frio em um ensaio de germinação
OE Estresse abiótico; Congelamento Mais tolerante ao congelamento em um ensaio de crescimento de planta jovem partindo de semente
OE Estresse abiótico; Seca Maior tolerância à
164/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
seca em um ensaio com
base no solo
OE Des e morf; Arquitetura alterada
Inflorescência da inflorescência
OE Estresse abiótico; Maior tolerância a
Captação de nutrientes baixos teores de
nitrogênio
OE Estresse abiótico; Sensibilidade
Captação de nutrientes alterada a C/N
OE Des e morf; Folha Folhas grandes
195 G1276 OE Tempo de florescência Florescência tardia
197 G1289 OE Tamanho da planta; Todas as linhagens
pequeno com superexpressão
exibiam tamanho
reduzido
199 G1313 OE Tamanho; planta grande Maior tamanho de
planta jovem partindo
de semente
201 G1327 OE Folha; Folhas verde Folhas verde escuras
escuras
203 G1340 OE Tamanho da planta; Todas as linhagens
pequeno com superexpressão
exibiam tamanho
reduzido
205 G1341 OE Des e morf; Folha Folhas verde escuras,
Enrolamento das
folhas
207 G1357 OE Tempo de florescência Florescência tardia
165/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
OE Sensibilidade a hormônios Insensível ao ABA
OE Estresse abiótico; Mais tolerante ao
Congelamento estresse ao
congelamento em um
ensaio de crescimento
OE Des e morf; Folha Formato alterado da
folha e folhas verde
escuras
OE Estresse abiótico; Seca Maior tolerância à
seca em um ensaio com
base no solo
209 G1361 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Folha; formato alterado Formato alterado da
folha
211 G1384 OE Des e morf; Letal quando Letal quando
superexpresso superexpresso
213 G1389 OE Folha; formato alterado As folhas internas à
Folha; Folhas verde roseta eram verde-
escuras escuras, estreitas e
enroladas nas plantas
T1
215 G1412 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
Estresse osmótico estresse osmótico
OE Sensibilidade a hormônios Insensível ao ABA
217 G1420 OE Morfologia; Cotilédones Órgãos florais longos
longos (sépala e pétala),
Folha; formato alterado suavemente serrados,
Folha; Folhas verde estretitos, folhas
166/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
escuras verde escuras
Regulador do crescimento; (incluindo o
Sensibilidade alterada a pedicelo); fraco
açúcares crescimento em
Morfologia; flor alterada glicose; cotilédones
estreitos longos
219 G1423 OE Folha; Folhas verde Coloração da folha
escuras verde escura
Tamanho da planta; comparada com o tipo
plantas pequenas selvagem, indicando
uma alteração nos
níveis de clorofila,
carotenóides ou
flavonóides; os
transformantes eram
distintivamente
pequenos
221 G1446 OE Tempo de florescência Florescência tardia
223 G1451 OE Folha; folhas grandes Tamanho grande da
Tempo de florescência folha
Tamanho; planta grande Florescência tardia
Maior tamanho da
planta
225 G1452 OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Folha Formato alterado da
folha, Folhas verde
escuras
167/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
OE Estresse abiótico; Melhor germinação em
Estresse osmótico sacarose e sal
Estresse abiótico; seca Maior tolerância à
seca em um ensaio com
base no solo
OE Sensibilidade a hormônios Sensibilidade
reduzida ao ABA
OE Des e morf; Tricoma Densidade reduzida de
tricoma
227 G1468 OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; tamanho Maior biomassa
OE Des e morf; Folha Folhas acinzentadas e
estreitas
OE Des e morf; Morfologia: Taxa lenta de
outro crescimento
229 G1474 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Inflorescência; Arquitetura alterada
Arquitetura alterada da inflorescência
Tamanho; plantas pequenas Tamanho reduzido da
planta
231 G1476 OE Crescimento rápido Taxa de crescimento
Folha; formato alterado maior de planta jovem
partindo de semente;
folhas contorcidas
arredondadas
233 G1482 OE Mais pigmento Maior teor de
antocianinas na folha
235 G1483 OE Estresse abiótico; Sensibilidade
168/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
Captação de nutrientes alterada a C/N
237 G1493 OE Sensibilidade alterada a Vigor da planta jovem
açúcares partindo de semente
Folha; formato alterado em alto teor de
Tempo de florescência glicose
Formato alterado da
folha
Florescência tardia
239 G1507 OE Expressão: resposta Este gene é induzido
alterada ao ABA pelo ABA, pelo calor,
Expressão; calor por Fusarium e pelo
Expressão; Fusarium ácido salicílico
Expressão: resposta
alterada a SA
241 G1510 OE Folha; Folhas verde Folhas verde escuras
escuras Hipocotilédones
Resposta alterada à luz longos
243 G1535 OE Crescimento lento Taxa lenta de
Folha; formato alterado crescimento
Sensibilidade alterada a Formato e coloração
açúcares alterados da folha
Sensibilidade alterada a Planta jovem partindo
C/N de semente verde
escura em alto teor
de glicose
Sensibilidade a C/N:
mais antocianina em
meios limitados em
relação ao nitrogênio
169/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
245 G1538 OE Tempo de florescência Florescência precoce;
Estresse abiótico; maior tolerância ao
tolerância ao cloreto de estresse salino em um
sódio ensaio de crescimento
Folha; formato alterado de raiz; plantas
Expressão; heat jovens partindo de
Expressão; SA semente maiores com
maior crescimento de
raízes secundárias
que as do tipo
selvagem; pecíolos
folhares mais longos;
expressão induzida em
folhas por
tratamentos térmicos
e com o ácido
salicílico
247 G1539 OE Estrutura alterada do Estrutura alterada do
tricoma tricoma
Diferenciação celular Diferenciação celular
alterada alterada
Flor; desenvolvimento Desenvolvimento
alterado do carpelo ectópico do carpelo
249 G1549 OE Tamanho; planta pequena Tamanho reduzido da
Crescimento lento planta
Folha; formato alterado Taxa lenta de
crescimento
Formato e coloração
alterados da folha
170/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
251 G1554 OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Folha Folhas verde escuras
253 G1556 OE Des e morf; Letal quando Letal quando
superexpresso superexpresso
255 G1557 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
tolerância ao cloreto de cloreto de sódio
sódio
257 G1585 OE Des e morf Diferenciação celular
Folha; formato alterado alterada
Formato alterado da
folha
259 G1591 OE Flor; desenvolvimento Desenvolvimento
alterado do carpelo ectópico do carpelo
Morfologia; diferenciação Diferenciação celular
celular alterada alterada
261 G1593 OE Inflorescência; Arquitetura alterada
Arquitetura alterada da inflorescência
Folha; formato e Formato e coloração
coloração alterados alterados da folha
263 G1660 OE Estresse abiótico; Maior crescimento
tolerância ao cloreto de radicular e vigor da
sódio planta jovem partindo
de semente em altos
teores de sal
265 G1718 OE Folha; coloração alterada Folhas cinzentas
pálidas
267 G1730 OE Estresse abiótico; Plantas jovens
tolerância ao estresse partindo de semente
171/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
osmótico grandes e verdes em
manitol e glicose
269 G1743 OE Inflorescência; Arquitetura alterada
Arquitetura alterada da inflorescência
Folha; formato e Formato alterado da
coloração alterados folha, Folhas verde
escuras
271 G1753 OE Sensibilidade alterada a Arquitetura alterada
açúcares da inflorescência
Estresse abiótico; Melhor germinação em
tolerância ao estresse meios com alto teor
osmótico de sacarose
Inflorescência;
Arquitetura alterada
273 G1772 OE Tamanho; planta pequena Tamanho reduzido da
planta
275 G1779 OE Estresse abiótico; As plantas maduras
congelamento possuem maior
tolerância ao
estresse ao
congelamento durante
um período de tempo
mais longo
277 G1792 OE Doença; Erysiphe Maior resistência a
Erysiphe
OE Doença; Fusarium Maior resistência a
Fusarium
OE Doença; Botrytis Maior resistência a
Botrytis
172/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
OE Des e morf; Folha Folhas brilhosas
verde-escuras
OE Captação de nutrientes; Maior tolerância a
tolerância a baixos baixos teores de
teores de N nitrogênio
OE Estresse abiótico; Seca Maior tolerância à
seca em um ensaio com
base no solo
279 G1796 OE Inflorescência; Alterações no carpelo
Internodos curtos da flor (carpelos
Folha; formato alterado similares a clavas
Folha; Folhas verde espessadas);
escuras internodos curtos;
folhas verde
enroladas
281 G1797 OE Tempo de florescência Florescência precoce
OE Des e morf Flor Os órgãos florais
persistiram após a
fertilização
283 G1798 OE Tempo de florescência Florescência precoce
OE Des e morf; Vários defeitos na
Inflorescência inflorescência
285 G1808 OE Estresse abiótico; As plantas maduras
congelamento com superexpressão
eram menos tolerantes
ao frio
287 G1816 OE Tricoma; folhas lisas Folhas lisas
Estresse abiótico; Maior tolerância a
173/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
tolerância ao estresse altos teores de
osmótico glicose
Raiz; mais pelos Mais pêlos
Sensibilidade alterada a radiculares
açúcares Maior tolerância a
Sensibilidade alterada a altos teores de
C/N glicose
Sensibilidade a C/N:
maior tolerância a
baixos teores de
nitrogênio
289 G1823 OE Tempo de florescência Florescência precoce
291 G1825 OE Tempo de florescência Florescência precoce
Folha; formato alterado Formato alterado da
folha
293 G1832 OE Des e morf; Letal quando Letal quando
superexpresso superexpresso
295 G1837 OE Estresse abiótico; Maior crescimento
tolerância ao cloreto de radicular e vigor da
sódio planta jovem partindo
de semente em altos
teores de sal
OE Estresse abiótico; Maior tolerância,
tolerância ao melhor crescimento de
congelamento plantas jovens
partindo de semente
sob condições de
congelamento
297 G1840 OE Des e morf; Morfologia: Formação de lesões
174/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
outro necróticas
299 G1846 OE Folha; formato alterado Folhas verde escuras,
Folha; Folhas verde inflorescências
escuras fracamente
desenvolvidas
301 G1850 OE Des e morf; Letal quando Letal quando
superexpresso superexpresso
303 G1863 KO Estresse abiótico; Menor germinação sob
OE cloreto de sódio estresse salino
Folha; formato e Formato e coloração
coloração alterados alterados da folha
Tempo de florescência Florescência tardia
305 G1893 OE Sensibilidade a Insensibilidade ao
hormônios; resposta ABA; cotilédones
alterada ao ABA; retangulares; plantas
morfologia alterada dos jovens partindo de
cotilédones semente contêm mais
Folha; formato alterado antocianina; folhas
eram pequenas com
margens serradas
307 G1917 OE Folha; formato alterado Folhas são alongadas
e enroladas; com
margens serradas com
rufos
309 G1923 OE Estresse abiótico; calor Este gene é regulado
OE Estresse abiótico; para mais através da
estresse osmótico infecção com Fusarium
OE Expressão; Fusarium e Erysiphe, assim
OE Expressão; Erysiphe como com os
175/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
OE Sensibilidade a tratamentos com a
hormônios; auxina auxina, com o calor e
com o estresse
osmótico
311 G1928 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
tolerância ao frio frio
313 G1932 OE Folha; formato alterado Folhas eram verde-
Folha; Folhas verde escuras com margens
escuras folhares recortadas
315 G1938 OE Folha; formato alterado Folhas contorcidas
Folha; Folhas verde enroladas, Folhas
escuras verde escuras; Taxa
Estresse abiótico; lenta de crescimento;
estresse osmótico mais sensíveis ao
Tamanho da planta; estresse osmótico
plantas pequenas
317 G1945 OE Folha; formato alterado Formato alterado da
Tempo de florescência folha
Florescência tardia
319 G1957 OE Des e morf; Letal quando Letal por causa de
superexpresso defeitos no meristema
321 G1968 OE Nutriente; tolerância a A superexpressão
baixos teores de N resultou em uma maior
tolerância ao
estresse ao
congelamento em um
ensaio de crescimento
comparada à de
plantas de controle;
176/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
as linhagens de
superexpressão
continham mais
antocioninas quando
cultivadas sob baixos
teores de nitrogênio
ou baixos teores de
nitrogênio mais
glutamato, em um
ensaio de germinação
323 G1983 OE Folha; formato alterado Folhas verde escuras;
Folha; Folhas verde Florescência tardia;
escuras plantas pequenas
Tempo de florescência
Tamanho; plantas pequenas
325 G1985 OE Des e morf; alteração de Alteração de fase e
fase e reversão floral reversão floral
Des e morf; rosetas Rosetas aéreas
aéreas
327 G1988 OE Nutriente; Tolerância a Melhor crescimento em
baixos teores de N baixos teores de
Nutriente; Tolerância a nitrogênio mais
baixos níveis de PO4 glutamina, melhor
Tempo de florescência crescimento em baixos
Resposta à luz; Pecíolo teores de fosfato;
longo hipocotilédone longo,
Resposta à luz; pecíolo longo,
Hipocotilédone longo Florescência precoce
329 G1990 OE Des e morf; Morfologia: Letal quando
177/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
outro superexpresso
331 G1993 OE Folha; formato alterado Pecíolos curtos e
Tamanho; tamanho pequeno formato arredondado
da planta da folha
Tamanho reduzido da
planta
333 G1995 OE Morfologia; maior número Maior número de
de tricomas tricomas nas sépalas,
Nutriente; Tolerância a tricomas ectópicos no
baixos teores de N rendimento dos
Nutriente; Tolerância a carpelos maior
baixos níveis de PO4 produção de folha,
Inflorescência; rosetas flor e produtos da
aéreas alteradas epiderme dos óvulos
Morfologia; sincronia externos;
alterada da mudança de ligeiramente menos
fase tolerante a baixos
níveis de nitrogênio
e a baixos níveis de
fósforo; as rosetas
aéreas ocorriam
quando um meristema
secundário de
inflorescência se
desenvolvia de uma
maneira que podia ser
comparada com o
meristema primário do
broto durante a fase
178/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
vegetativa de crescimento, com estruturas similares às rosetas aéreas e órgãos florais sendo similares à bráctea
335 G1998 OE Tempo de florescência Florescência tardia
337 G1999 OE Tempo de florescência Florescência tardia
339 G2035 OE Estresse abiótico; tolerância ao cloreto de sódio Maior vigor de planta jovem partindo de semente em altos teores de cloreto de sódio
341 e 2110 G2041 OE Estresse abiótico; Tolerância ao cloreto de sódio Maior tolerância ao cloreto de sódio
343 G2051 OE Estresse abiótico; Frio Maior tolerância ao frio em um ensaio de germinação
345 G2060 OE Estresse abiótico; tolerância ao cloreto de sódio Maior crescimento radicular e vigor da planta jovem partindo de semente em altos teores de sal
347 G2063 OE Estresse abiótico; tolerância ao frio Maior vigor de planta jovem partindo de semente no frio
349 G2070 OE Estresse abiótico; As plantas maduras
179/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
congelamento com superexpressão
OE Estresse abiótico; calor eram menos tolerantes
OE Expressão; resposta ao frio; o gene era
alterada ao ABA induzido pelo ABA,
pelo frio e pelo
calor
351 G2071 OE Tempo de florescência Florescência precoce
353 G2084 OE Folha; formato alterado Pecíolos curtos e
folhas verde escuras
ligeiramente
arredondadas
355 G2085 OE Folha; formato e Formato alterado da
coloração alterados folha, Folhas verde
Semente; Maior tamanho, escuras
coloração alterada Maior tamanho de
Tricoma; maior densidade semente, coloração
alterada de semente
Maior densidade de
tricoma
357 e 2111 G2106 OE Tempo de florescência Florescência tardia
359 G2109 OE Sensibilidade a Muito menos sensível
hormônios; resposta ao ABA em um ensaio
alterada ao ABA de germinação que a
do tipo selvagem
361 G2111 OE Sensibilidade aos Resposta alterada à
açúcares; Sensibilidade sensibilidade aos
aos açúcares açúcares; menor
crescimento e plantas
jovens partindo de
180/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
semente pequenas
pálidas em meio com
glicose
363 G2129 OE Tempo de florescência Florescência precoce
1495 G2133 OE Estresse abiótico; seca Maior tolerância à
seca em um ensaio com
base no solo
365 G2142 OE Estresse abiótico; Mais tolerante à
Tolerância a baixos falta de fosfato em
níveis de PO4 um ensaio de
crescimento de raiz
OE Tempo de florescência Tempo de florescência
acelerado
367 G2146 OE Sensibilidade a Insensível ao ABA em
hormônios; resposta um ensaio de
alterada ao ABA germinação;
Tempo de florescência florescência tardia;
Inflorescência; mais internodos
Internodos curtos ramificados curtos,
Folha; Folhas verde inflorescências que
escuras eram mais curtas e
mais parecidas com
arbustos que o tipo
selvagem; aparência
verde escura
369 G2184 OE Tempo de florescência Florescência precoce
371 G2207 OE Sensibilidade a Maior tolerância ao
hormônios; resposta estresse osmótico sob
alterada ao ABA Estresse altos teores de sal
181/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
abiótico; tolerância ao ou de sacarose e
cloreto de sódio menos sensível ao ABA
Estresse abiótico; em ensaios de
tolerância osmótica germinação;
Tempo de florescência florescência tardia;
Folha; formato alterado folhas verde escuras
Folha; folhas verde estreitas
escuras
373 G2213 OE Des e morf; Morfologia: Letal quando
outro superexpresso
375 G2226 OE Inflorescência; Arquitetura alterada
Arquitetura alterada da inflorescência
Tamanho; plantas pequenas Tamanho reduzido da
Folha; formato e planta
coloração alterados Formato alterado da
folha, Folhas verde
escuras
377 G2227 OE Tamanho; tamanho pequeno Tamanho reduzido da
da planta planta
Folha; formato alterado Formato alterado da
folha
379 G2239 OE Sensibilidade alterada a Sensibilidade a C/N:
C/N Melhor germinação a
baixos teores de
nitrogênio com
sacarose ou sacarose
mais glutamina
381 G2251 OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
182/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
OE Des e morf; Folha Folhas arredondadas e
verde-escuras
OE Des e morf; Internodos curtos da
Inflorescência inflorescência
OE Tempo de florescência Florescência tardia
383 G2269 OE Tempo de florescência Florescência tardia
385 G2298 OE Des e morf; Letal quando Letal quando
superexpresso superexpresso
387 G2311 OE Tempo de florescência Florescência precoce
389 G2317 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
tolerância ao frio frio
Estresse abiótico; Maior vigor de planta
cloreto de sódio jovem partindo de
semente em altos
teores de cloreto de
sódio
391 e 2112 G2319 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
Tolerância ao cloreto de cloreto de sódio
sódio
OE Tempo de florescência Florescência tardia
393 G2334 OE Des e morf; Tamanho Maior biomassa
OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Folha Folhas verde escuras
e formato alterado da
folha
395 G2371 OE Folha; coloração alterada Folhas verde escuras
Semente; coloração Coloração alterada de
alterada semente
183/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
397 G2372 OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf; Folha Folhas verde escuras
OE Tempo de florescência Florescência precoce
OE Des e morf; Definição alterada da
Inflorescência inflorescência e
fertilidade reduzida
399 G2375 OE Folha; formato alterado Folhas estreitas
Tamanho da planta; pequenas; as plantas
plantas pequenas eram distintivamente
menores que as do
tipo selvagem
401 G2382 OE Sensibilidade a Insensível ao ABA em
hormônios; resposta ensaios de germinação
alterada ao ABA
403 G2394 OE Estresse abiótico; Maior germinação em
tolerância ao cloreto de altos teores de
sódio cloreto de sódio
405 G2404 OE Estresse abiótico; Maior crescimento de
tolerância ao cloreto de raiz em altos teores
sódio de cloreto de sódio
407 G2432 OE Resposta à luz; Impedimento à sombra;
Impedimento à sombra folhas estreitas
alterado apontando para cima;
Folha; formato alterado florescência
Tempo de florescência retardada, flores
Morfologia; Cotilédones estéreis; cotilédones
estreitos estreitos; raízes
184/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
fracamente
desenvolvidas
409 G2443 OE Tempo de florescência Florescência precoce
411, 2113 e G2453 OE Bioquím: misc; Maior produção de
2114 Bioquímica: outro pigmento
OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
Tolerância ao cloreto de cloreto de sódio
sódio
OE Des e morf; Folha Formato alterado da
folha e Folhas verde
escuras
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
413 G2455 OE Folha; formato alterado As folhas são
estreitas e enroladas
para baixo
415 G2456 OE Des e morf; Folha Folhas enroladas e
verde-escuras
OE Bioquím: misc; Maior produção de
Bioquímica: outro pigmento
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
417 G2457 OE Alterações nas flores Várias alterações nas
Folha; formato alterado flores
Estresse abiótico; Formato alterado da
tolerância ao cloreto de folha
sódio Maior crescimento de
raiz e menor
185/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
branqueamento em
altos teores de
cloreto de sódio
419 G2459 OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf; Folha Folhas enroladas
OE Bioquím: misc; Maior produção de
Bioquímica: outro pigmento
421 G2467 OE Senescência prematura Senescência precoce
423 G2492 OE Tamanho; plantas pequenas Tamanho reduzido da
planta
425 G2505 OE Estresse abiótico; Maior tolerância à
tolerância à seca seca em um ensaio com
base no solo
427 G2515 OE Tempo de florescência Florescência precoce
OE Des e morf; Definição alterada da
Inflorescência inflorescência
OE Des e morf Flor Morfologia alterada
das flores
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido
429 G2525 OE Estresse abiótico; Maior sensibilidade
sensibilidade ao frio ao frio
431 G2536 OE Folha; Tamanho grande da Tamanho grande da
folha folha
Tamanho; grande Maior tamanho da
Tamanho da planta planta
Senescência retardada Senescência retardada
433 G2543 OE Estresse abiótico; Maior sensibilidade
186/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
sensibilidade ao frio ao frio
435 G2550 OE Folha; formato e Formato alterado da
coloração alterados folha, Folhas verde
Inflorescência; escuras
Arquitetura alterada Arquitetura alterada
da inflorescência
437 e 2115 G2559 OE Tempo de florescência Florescência tardia
439 G2565 OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf; Folha Coloração acinzentada
da folha e formato
folhar alterado
441 G2567 OE Estresse abiótico; Maior tolerância,
tolerância ao melhor crescimento
congelamento sob condições de
congelamento
443 G2570 OE Des e morf; Morfologia: Letal quando
outro superexpresso
445 G2571 OE Inflorescência; Alterações na
alterações na ramificação coloração, nos
Folha; formato alterado padrões de
ramificação e no
desenvolvimento
folhar e floral,
ramificação, símpodos
na inflorescência,
similares aos
mostrados pelas
plantas de tomate
187/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
447 G2574 OE Senescência prematura Senescência prematura
Tamanho; plantas pequenas das folhas
Tamanho reduzido da
planta
449 G2575 OE Des e morf; Folha Formato alterado da
folha
OE Des e morf; Arquitetura alterada
Inflorescência da inflorescência
451 G2579 OE Des e morf; Síliqua Tamanho e forma
alterados da síliqua
OE Des e morf Flor Maior tamanho do
carpelo e estéril
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf; Folha Formato alterado da
folha
OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
Congelamento congelamento em um
ensaio de crescimento
com base em placas
453 G2585 OE Semente; Semente grande Maior tamanho de
semente que o dos
controles
455 G2587 OE Des e morf; Letal quando Letal quando
superexpresso superexpresso
457 G2592 OE Estresse abiótico; Maior sensibilidade
sensibilidade ao frio ao frio
459 G2597 OE Estresse abiótico; Este gene foi
188/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
congelamento induzido no tecido
folhar após os
tratamentos com frio
a 4°C
461 G2603 OE Estresse abiótico; Maior sensibilidade
sensibilidade ao frio ao frio
463 G2604 OE Estresse abiótico; Sensibilidade
Captação de nutrientes alterada a C/N
OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Folha Superfície folhar
alterada, folhas
cinzentas
465 G2616 OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf; Arquitetura da
Inflorescência inflorescência e
desenvolvimento
floral alterados
467 G2617 OE Sensibilidade a Mais insensível ao
hormônios; resposta ABA que o tipo
alterada ao ABA selvagem em um ensaio
Crescimento rápido de germinação; maior
Folha; formato alterado taxa de crescimento
para plantas jovens
partindo de semente e
para plantas no
estágio inicial;
pecíolos curtos,
pedicelos curtos e
189/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
folhas enrugadas,
enroladas,
arredondadas
469 G2628 OE Tempo de florescência Florescência precoce
OE Folha; formato alterado Folhas arredondadas;
OE Tamanho da planta; Plantas pequenas
plantas pequenas
471 G2632 OE Estresse abiótico; Maior sensibilidade
Congelamento ao congelamento em um
ensaio com base no
crescimento
473 G2633 OE Tempo de florescência Florescência precoce
475 G2636 OE Folha; formato alterado Alterações no padrão
Morfologia; da iniciação folhar
desenvolvimento alterado de rosetas através do
do meristema meristema do broto;
Morfologia; cotilédones folhas em lóbulos;
em lóbulos brotos adventícios na
superfície adaxial de
cotilédones em
lóbulos
477 e 2116 G2639 OE Des e morf; Internodos curtos da
Inflorescência inflorescência
OE Tempo de florescência Florescência precoce
OE Des e morf Flor Morfologia floral
alterada e fracamente
fértil
479 G2640 OE Des e morf Flor Morfologia floral
190/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
alterada e fraca fertilidade
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da planta
OE Des e morf; Folha Folhas verde escuras com superfícies brilhosas
OE Des e morf; Inflorescência Internodos curtos da inflorescência
481 G2649 OE Des e morf; Inflorescência Internodos curtos da inflorescência
OE Des e morf; Folha Superfície folhar brilhosa verde escura e forma alongada da folha
OE Des e morf Flor Morfologia floral alterada e fracamente fértil
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da planta
483 G2650 OE Tempo de florescência Resposta à luz; Pecíolos longos Resposta à luz; Hipocotilédones longos Resposta à luz; Folhas voltadas para cima Estresse abiótico; Florescência precoce; As plantas T2 desenvolveram números excessivos de folhas auxiliares em rosetas, folhas estreitas longas; pecíolos alongados;
191/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
tolerância ao congelamento Tamanho; Maior tamanho da planta Morfologia; Mais meristemas Hipocotilédones longos; as folhas foram mantidas em uma orientação mais para cima que as dos controles (potential impedimento à sombra); plantas jovens partindo de semente e plantas maduras maiores que as de controle; plantas jovens partindo de semente maiores que as de controle sob condições de congelamento; maior número de meristemas auxiliares nas rosetas
485 G2655 OE Des e morf; Raiz Raízes fracamente desenvolvidas e esverdeadas
487 G2661 OE Regulador do crescimento; Sensibilidade alterada a açúcares Folha; Folhas verde escuras Melhor germinação em glicose com cotilédones mais verdes que os do tipo selvagem; plantas
192/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
mais escuras
489 e 2117 G2679 OE Des e morf; Morfologia: Maior vigor de planta
outro jovem partindo de
semente
491 G2682 OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf; Folha Folhas enroladas
493 G2686 OE Folha; formato alterado Folhas arredondadas
com margens
ligeiramente lobadas
495 G2690 OE Folha; formato alterado Folhas verde escuras,
Folha; Folhas verde estreitas que se
escuras enrolam para baixo
nas margens
497 G2691 OE Estresse abiótico; Maior germinação em
tolerância ao cloreto de altos teores de sais
sódio
499 G2694 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Tamanho; Maior tamanho Maior tamanho de
Folha; formato e planta jovem partindo
coloração alterados de semente
Des e morf; Alterações Arquitetura alterada
nas flores da inflorescência
Inflorescência; Formato alterado da
Arquitetura alterada da folha, Folhas verde
inflorescência escuras
Resposta alterada à luz Várias alterações nas
flores
Pecíolos longos e
193/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
Orientação das folhas
501 G2699 OE Folha; formato alterado e Pecíolos longos e
tamanho folhas grandes
503 G2702 OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf; Folha Formato alterado da
folha
505 G2717 OE Estresse abiótico; Maior tolerância ao
Estresse osmótico estresse osmótico
OE Estresse abiótico; (sal e sacarose)
tolerância ao cloreto de
OE sódio Maior tolerância à
Estresse abiótico; seca em um ensaio com
tolerância à seca base no solo
OE Sensibilidade a Insensível ao ABA em
hormônios; resposta ensaios de germinação
alterada ao ABA
OE Tamanho; Maior tamanho da Plantas jovens
planta partindo de semente
maiores
507 G2718 OE Des e morf; Raiz Maior densidade de
pelos da raiz
OE Des e morf; Tricoma Densidade reduzida de
tricoma
OE Estresse abiótico; Maior tolerância a
Captação de nutrientes baixos teores de
nitrogênio
OE Bioquím: misc; Produção reduzida de
194/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
Bioquímica: outro pigmentos
509 G2723 OE Tempo de florescência Florescência tardia
511 G2741 OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Tamanho Maior biomassa
513 G2743 OE Morfologia; Florescência
Desenvolvimento alterado retardada;
da flor Desenvolvimento
Tempo de florescência alterado da flor (as
sépalas, as pétalas e
os estames tinham
tamanho reduzido, a
produção de pólen era
fraca)
515 G2747 OE Raiz; formação reduzida Pecíolos longos e
das raízes lâminas folhares
Folha; formato alterado alongadas
ligeiramente
estreitas, pouca ou
nenhuma formação de
raízes secundárias
517 G2754 OE Des e morf Impedimento à sombra
Tempo de florescência Florescência precoce
519 G2757 OE Tamanho; tamanho pequeno Tamanho reduzido da
da planta planta
521 G2763 OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Estresse abiótico; Mais sensíveis às
congelamento temperaturas de
congelamento durante
195/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
o crescimento
OE Regulador do crescimento; Sensibilidade alterada a açúcares Mais sensíveis à glicose
OE Pigmento; alto teor de antocianina Maior acúmulo de antocianina em plantas jovens partindo de semente
OE Folha; Folhas verde escuras Folhas verde escuras
523 G2765 OE Crescimento lento Crescimento retardado em estágios iniciais
525 e 2118 G2768 OE Des e morf; Folha Maior tamanho da folha
OE Des e morf Flor Maior número de pétalas, perda da definição floral
527 e 2119 G2771 OE Des e morf; Folha Formato alterado da folha e Folhas verde escuras
OE Estresse abiótico; Congelamento Menor quantidade de antocianinas em um ensaio de crescimento sob congelamento
OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Resposta à luz Hipocotilédone alongado e pálido na coloração
196/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
529 G2776 OE Estresse abiótico; Plantas jovens
tolerância osmótica partindo de semente
Regulador do crescimento; cultivadas em um alto
Sensibilidade alterada a teor de glicose eram
açúcares maiores com
cotilédones verdes
comparadas com as
plantas jovens
partindo de semente
do tipo selvagem
531 G2777 OE Tempo de florescência Florescência precoce
533 G2779 OE Des e morf Coloração pálida da
Tempo de florescência folha
Florescência precoce
535 G2783 OE Senescência prematura Senescência precoce
Tamanho; planta pequena Tamanho reduzido da
planta
537 e 2120 G2784 OE Des e morf; Arquitetura alterada
Inflorescência da inflorescência
OE Des e morf; Morfologia: Taxa lenta de
outro crescimento
OE Des e morf; Folha Folhas verde escuras
e enroladas
OE Estresse abiótico; Frio Maior tolerância ao
frio em um ensaio de
germinação
539 G2790 OE Estresse abiótico; As plantas maduras
congelamento com superexpressão
197/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
eram menos tolerantes
ao frio
541 e 2121 G2802 OE Tempo de florescência Florescência precoce
e tardia
543 G2805 OE Tempo de florescência Florescência precoce
545 G2826 OE Morfologia; maior As flores possuíam
densidade de tricoma maior densidade de
Inflorescência; rosetas tricomas nas sépalas
aéreas ectópicas e possuíam tricomas
Morfologia; sincronia ectópicos nos
alterada da mudança de carpelos; as de
fase superexpressão
desenvolveram rosetas
aéreas nos nós de co-
florescência,
indicando uma
interrupção na
alteração de fase na
inflorescência
547 G2830 OE Sensibilidade alterada a Sensibilidade a C/N
C/N
549 G2832 OE Tempo de florescência Florescência precoce
Folha; coloração alterada Coloração folhar
cinza pálido
551 G2834 OE Taxa lenta de crescimento Taxa lenta de
crescimento
553 G2837 OE Folha; formato e Formato alterado da
coloração alterados folha, Folhas verde
escuras
198/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
555 G2838 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Tamanho; planta grande Maior tamanho de
Folha; coloração alterada planta jovem partindo
Tricoma; maior densidade de semente
Flor; várias alterações Rosetas aéreas
Folhas verde escuras
Maior densidade de
tricoma
Várias alterações nas
flores
557 G2839 OE Estresse abiótico; Melhor germinação em
tolerância ao estresse altos teores de
OE osmótico sacarose; maior
OE Folha; formato alterado resistência ao
Regulador do crescimento: estresse osmótico;
Sensibilidade alterada a folhas contorcidas
OE açúcares pequenas que possuem
Inflorescência; Alteração enrolamentos para
da arquitetura cima nas margens,
pecíolos curtos;
Flores fracamente
desenvolvidas com
pedicelos curtos
apontando para baixo
559 G2846 OE Folha; formato e Formato alterado da
coloração alterados folha, Folhas verde
Tempo de florescência escuras
Tamanho; planta pequena Florescência tardia
Tamanho reduzido da
199/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
planta
561 G2847 OE Folha; coloração alterada Folhas verde escuras
Tamanho; planta pequena Tamanho reduzido da
planta
563 G2850 OE Folha; formato e Folhas verde escuras,
coloração alterados enroladas
565 G2851 OE Folha; folhas pequenas Folhas pequenas,
Folha; formato alterado verde-escuras,
Folha; Folhas verde enroladas e
escuras enrugadas; plantas
Crescimento lento pequenas, crescimento
lento
567 G2854 OE Sensibilidade a Melhor germinação em
hormônios; resposta meios com altos
alterada ao ABA teores de ABA e
Regulador do crescimento; contendo sacarose
Sensibilidade alterada a
açúcares
569 G2859 OE Folha; formato e Formato alterado da
coloração alterados folha e folhas verde
Inflorescência; claras
Arquitetura alterada Arquitetura da
Resposta alterada à luz inflorescência
Hipocotilédones,
cotitilédones longos;
plantas verdes claras
571 G2865 OE Sensibilidade a Insensível ao ABA em
hormônios; resposta ensaios de germinação
alterada ao ABA
200/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
573 G2866 OE Des e morf; Folha Folhas enroladas
575 G2869 OE Des e morf; Morfologia: Letal quando
outro superexpresso
577 G2884 OE Des e morf; Morfologia: Desenvolvimento
outro anormal do embrião
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da
planta
OE Des e morf Flor Vários defeitos nas
flores e baixa
fertilidade
OE Des e morf; Resposta à Hipocotilédones
luz longos e verdes
579 G2885 OE Des e morf; diferenciação Diferenciação celular
celular alterada
Estresse abiótico; Menor tolerância ao
tolerância ao frio frio
581 G2887 OE Des e morf; Letal quando Letal quando
superexpresso superexpresso
583 G2888 OE Folha; formato alterado Formato alterado da
folha
585 G2898 OE Sensibilidade aos Melhor germinação em
açúcares meios com altos
teores de glicose
587 e 2122 G2907 OE Des e morf; Senescência Senescência acelerada
589 G2913 OE Nutriente; tolerância a Menos antocianina em
baixos teores de N meios com nitrogênio
limitado
591 G2930 OE Estresse abiótico; As plantas maduras
201/1027
SEQ ID N : GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
tolerância ao possuem maior
congelamento tolerância ao
estresse ao
congelamento
593 G2933 OE Semente; Semente grande Sementes grandes;
Estresse abiótico; plantas maiores; mais
tolerância ao tolerantes ao
congelamento estresse ao
congelamento nas
etapas de crescimento
595 G2934 OE Tamanho; planta pequena Tamanho reduzido da
planta
597 G2958 OE Inflorescência; Arquitetura alterada
Arquitetura alterada da inflorescência
Folha; formato e Formato alterado da
coloração alterados folha, Folhas verde
Tamanho; plantas pequenas escuras
Tamanho reduzido da
planta
599 G2964 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Des e morf; rosetas Rosetas aéreas
aéreas
601 G2967 OE Tempo de florescência Florescência precoce
603 G2969 OE Sensibilidade a Maior tolerância à
hormônios; resposta sacarose e ABA em
alterada ao ABA ensaios de germinação
605 G2972 OE Nutriente; Tolerância a As linhagens de
baixos níveis de PO4 superexpressão
possuíam maior
202/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
tolerância a
condições de baixo
teor de fosfato
607 G2979 OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Tamanho Maior biomassa
OE Des e morf Flor Tamanho e número
maiores de órgãos
florais
609 G2981 OE Nutriente; Tolerância a Plantas jovens
baixos teores de N partindo de semente
mais verdes maiores
em meio com baixo
teor de nitrogênio
suplementado com
glutamina
611 G2982 OE Estresse abiótico; As plantas
tolerância à seca transformadas com
este gene exibiam
maior tolerância ao
estresse de
desidratação em um
ensaio com base no
solo
613 G2983 OE Flor; formação ectópica Formação ectópica dos
dos carpelos carpelos
Des e morf; proliferação Proliferação celular
celular alterada alterada
Altered raiz Padrão de
203/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
Des e morf; diferenciação celular alterada, morte das células de tricomas crescimento, proliferação e densidade dos pêlos radiculares alterados Diferenciação celular alterada, morte das células de tricomas
615 G2990 OE Nutriente; tolerância a baixos teores de N Resposta alterada à falta de nitrogênio, incluindo maior crescimento da raiz e maior produção de antocianina em algumas linhagens, mais branqueamento em outros quando crescidas em baixos teores de nitrogênio, indicando que este gene está envolvido na resposta à limitação de nutrientes
617 G2992 OE Sensibilidade a hormônios; resposta alterada ao ABA Tempo de florescência Estresse abiótico; tolerância ao cloreto de Maior capacidade de germinar em altos teores de Nacl e altos teores de ABA; menos tolerante a baixos teores de
204/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
sódio nitrogênio;
Nutriente; Tolerância a Florescência precoce;
baixos teores de N menos raízes
Raiz; Menos raízes laterais; Formato
laterais alterado da folha;
Folha; formato alterado plantas menores
Tamanho da planta;
plantas pequenas
619 G2993 OE Des e morf; Resposta à Hipocotilédones
luz alongados e
orientação alterada
das folhas
OE Des e morf; Raiz Branqueamento
alterado da raiz
OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Estresse abiótico; Maior sensibilidade
Estresse osmótico to estresse osmótico
OE Estresse abiótico; Maior sensibilidade
Congelamento ao congelamento em um
ensaio de crescimento
621 G2996 OE Estresse abiótico; Maior sensibilidade
estresse osmótico ao manitol em ensaios
de inibição do
crescimento da raiz,
(nenhum crescimento
de raízes
secundárias)
indicando que este
gene influencia a
205/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
resposta ao estresse
osmótico
623 G2998 OE Estresse abiótico; Melhor germinação em
tolerância ao cloreto de altos teores de NaCl;
sódio Florescência tardia
625 G2999 OE Estresse abiótico; Maior tolerância a
tolerância ao cloreto de altos teores de
OE sódio cloreto de sódio
Estresse abiótico: Maior tolerância à
tolerância à seca seca em um ensaio com
base no solo
OE Tempo de florescência
627 G3002 OE Tempo de florescência Florescência precoce
629 e 2123 G3003 OE Tempo de florescência Florescência tardia
631 G3008 OE Folha tamanho Tamanho grande da
folha
633 G3017 OE Tamanho da folha Tamanho reduzido da
planta
635 G3021 OE Tempo de florescência Florescência tardia
Folha; formato e Arquitetura alterada
coloração alterados da inflorescência
Inflorescência; Formato alterado da
Arquitetura alterada folha, Folhas verde
escuras
637 G3032 OE Des e morf; Resposta à Orientação alterada
luz das folhas
OE Tempo de florescência Florescência precoce
639 G3044 OE Tempo de florescência Florescência precoce
206/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
OE Folha; formato alterado Folhas serradas estreitas
OE Folha; folhas verde claras Folhas pálidas
641 G3054 OE Sensibilidade a hormônios; resposta alterada ao ABA Sensibilidade reduzida ao ABA
643 G3055 OE Sensibilidade a hormônios; resposta alterada ao ABA Insensível ao ABA em ensaios de germinação
645 G3059 OE Des e morf; Senescência Senescência acelerada
OE Des e morf; Folha Folhas verde escuras e Formato alterado da folha
OE Des e morf; Inflorescência Arquitetura alterada da inflorescência
OE Des e morf; Morfologia: outro Forma alterada dos cotilédones
OE Des e morf; Tamanho Tamanho reduzido da planta
647 G3060 OE Tempo de florescência Algumas linhagens floresceram precocemente e outras floresceram mais tarde
649 G3061 OE Tempo de florescência Florescência precoce
651 G3067 OE Sensibilidade a hormônios; resposta Insensível ao ABA em ensaios de germinação
207/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
alterada ao ABA
653 G3070 OE Des e morf; Folha Coloração cinzenta da
folha
655 G3076 OE Estresse abiótico; Seca Maior tolerância à
seca
657 G3083 OE Estresse abiótico; Maior germinação em
tolerância ao cloreto de altos teores de sais
sódio
659 G3084 OE Folha; formato alterado Formato alterado da
folha
661 G3086 OE Tempo de florescência Florescência precoce
Estresse abiótico; Maior tolerância ao
tolerância ao calor calor
Estresse abiótico; Maior tolerância a
tolerância ao cloreto de altos teores de
sódio cloreto de sódio
Estresse abiótico: Maior tolerância à
tolerância à seca seca em um ensaio com
base no solo
663 G3091 OE Des e morf; Morfologia: Taxa de crescimento
outro retardada
OE Des e morf; Folha Formato alterado da
folha e Folhas verde
escuras
665 G3094 OE Des e morf; Folha Folhas serradas e
pecíolos longos
OE Des e morf Flor Morfologia alterada
das flores
208/1027
SEQ ID No: GID OE/KO Categoria Observações Experimentais
667 G3095 OE Des e morf; Folha Formato alterado da folha e Folhas verde escuras
OE Des e morf; Morfologia: outro Taxa lenta de crescimento
669 G3111 OE Des e morf; Folha Formato alterado da folha e Folhas verde escuras
OE Tempo de florescência Florescência tardia
OE Des e morf; Senescência Senescência acelerada
[0293] A Tabela 5 mostra os polipeptídeos identificados pela SEQ ID N-:; pela Gene ID (GID) N-; a família do fator de transcrição à qual o polipeptídeo pertence e os domínios conservados do polipeptídeo. A primeira coluna mostra a SEQ ID No: do polipeptídeo; a terceira coluna mostra a família do fator de transcrição à qual o polinucleotídeo pertence; e a quarta coluna mostra as posições dos resíduos de aminoácidos do domínio conservado nas coordenadas dos aminoácidos (AA).
Tabela 5. Famílias de genes e domínios conservados
Polipeptídeo SEQ ID No: GID No. Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
2 G2 129-195, 221-288 AP2
4 G12 27-94 AP2
6 G15 281-357, 383-451 AP2
8 G3 0 17-35 AP2
209/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID n . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
10 G46 107-175 AP2
12 G47 11-80 AP2
14 G129 18-73 MADS
16 G131 1-57 MADS
18 G133 1-57 MADS
20 G134 1-57 MADS
22 G135 1-57 MADS
24 G136 18-74 MADS
26 G137 1-57 MADS
28 G138 1-57 MADS
30 G139 1-57 MADS
32 G140 16-72 MADS
34 G142 2-57 MADS
36 G145 1-57 MADS
38 G146 1-57 MADS
40 G148 1-57 MADS
42 G151 2-57 MADS
44 G153 1-57 MADS
46 G155 1-57 MADS
48 G171 1-57 MADS
50 G172 12-68 MADS
52 G173 1-57 MADS
54 G200 12-116 MYB-(R1)R2R3
56 G224 7-114 PMR
210/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID N . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
58 G244 14-114 MYB-(R1)R2R3
60 G246 57-159 MYB-(R1)R2R3
62 G253 16-116 MYB-(R1)R2R3
64 G268 186-689 AKR
6 6 G287 293-354 MISC
68 G3 0 9 226-506 SCR
70 G314 54-300 SCR
72 G319 12-42 Similar a Z- CO-
74 G324 245-291 RING/C3H2C3
76 G344 166-192 GATA/Zn
78 G351 77-97, 118-140 Z-C2H2
1380 G353 41-61, 84-104 Z-C2H2
1382 G354 42-62, 88-109 Z-C2H2
80 G355 49-69, 94-116 Z-C2H2
82 G366 40-60 Z-C2H2
84 G370 97-117 Z-C2H2
86 G372 141-180 RING/C3HC4
88 G374 35-67, 286-318 Z-ZPF
90 G3 8 0 637-677 RING/C3H2C3
92 G386 133-193 HB
94 G416 451-511 HB
96 G434 39-99 HB
98 G438 22-85 HB
100 G446 53-389 ARF
211/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID n . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
102 G468 86-102, 141-171 IAA
104 G478 186-281 SBP
106 G485 21-116 CAAT
108 G521 7-156 NAC
110 G549 1-395 MISC
112 G550 134-180 Z-Dof
114 G571 160-220, 441-452 bZIP
116 G581 339-396 HLH/MYC
118 G600 115-290 DBP
120 G624 327-406 ABI3/VP-1
122 G627 1-57 MADS
124 G6 4 6 55-97 Z-Dof
126 G651 5-31, 162-182, 208-231 Z-C2H2
128 G652 28-49, 137-151, 182-196 Z-CLDSH
130 G707 109-169 HB
132 G728 206-255 GARP
134 G730 169-217 GARP
136 G738 351-393 Z-Dof
138 G744 176-217 RING/C3H2C3
140 G752 439-479 RING/C3H2C3
142 G807 12-76 HS
144 G811 18-108 HS
146 G839 60-185, 290-353 AKR
212/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID N . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
148 G846 222-531, 679-719, 840-923 SWI/SNF
150 G852 225-593 SCR
152 G905 118-159 RING/C3H2C3
154 G916 293-349 WRKY
156 G926 174-226 CAAT
158 G957 12-182 NAC
160 G961 12-180 NAC
162 G975 4-71 AP2
164 G1011 2-57 MADS
166 G1013 114-170 WRKY
168 G1017 9-382 ARF
170 G1033 52-123 HMG
172 G1037 11-134, 200-248 GARP
174 G1082 1-53, 503-613 BZIPT2
176 G1100 96-137 RING/C3H2C3
178 G1108 363-403 RING/C3H2C3
180 G1113 85-128 RING/C3H2C3
182 G1128 181-247 AT-hook
184 G1136 397-474 HLH/MYC
186 G1142 63-123 HLH/MYC
188 G1150 887-907 PAZ
190 G1206 494-668 ENBP
192 G1247 18-141 MYB-(R1)R2R3
194 G1274 111-164 WRKY
213/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID n . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
196 G1276 158-224, 250-316 AP2
198 G1289 207-286, 464-493 AKR
200 G1313 32-135 MYB-(R1)R2R3
202 G1327 14-116 MYB-(R1)R2R3
204 G1340 54-142 TH
206 G1341 1-34, 288-398 BZIPT2
208 G1357 16-153 NAC
210 G1361 59-200 NAC
212 G1384 127-194 AP2
214 G1389 30-87 TEO
216 G1412 13-162 NAC
218 G1420 221-280 WRKY
220 G1423 6-62 MADS
222 G1446 1-405 MISC
224 G1451 22-357 ARF
226 G1452 30-177 NAC
228 G1468 95-115,170-190 Z-C2H2
230 G1474 41-68 Z-C2H2
232 G1476 37-57 Z-C2H2
234 G1482 5-63 similar a Z- CO
236 G1483 17-66 Similar a Z- CO
238 G1493 242-289 GARP
240 G1507 219-247 RING/C3HC4
214/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID N . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
242 G1510 230-263 GATA/Zn
244 G1535 109-169 HB
246 G1538 66-126 HB
248 G1539 76-136 HB
250 G1549 75-135 HB
252 G1554 238-287 GARP
254 G1556 19-67 GARP
256 G1557 19-67 GARP
258 G1585 55-115 HB
260 G1591 8-68 HB
262 G1593 227-290 HB
264 G1660 362-476 DBP
266 G1718 113-153 RING/C3H2C3
268 G1730 103-144 RING/C3H2C3
270 G1743 94-136 RING/C3H2C3
272 G1753 12-80 AP2
274 G1772 123-176 RING/C3HC4
276 G1779 190-239 GATA/Zn
278 G1792 17-85 AP2
280 G1796 54-121 AP2
282 G1797 1-57 MADS
284 G1798 1-57 MADS
286 G1808 140-200 bZIP
288 G1816 31-81 Relacionado a MYB
215/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID N . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
290 G1823 205-252 GARP
292 G1825 55-103 GARP
294 G1832 67-87, 150-166, 213-233 Z-C2H2
296 G1837 1-53, 398-507 BZIPT2
298 G1840 87-154 AP2
300 G1846 16-83 AP2
302 G1850 56-149 HS
304 G1863 77-186 similar a GRF
306 G1893 73-185 Z-C2H2
308 G1917 153-179 GATA/Zn
310 G1923 23-153 NAC
312 G1928 101-121, 178-198 Z-C2H2
314 G1932 9-76 AP2
316 G1938 74-143 PCF
318 G1945 49-71 AT-hook
320 G1957 52-143 ABI3/VP-1
322 G1968 64-84, 368-390 Z-C2H2
324 G1983 71-147 Z-C3H
326 G1985 37-57 Z-C2H2
328 G1988 5-50 Similar a Z- CO
330 G1990 184-204, 261-283 Z-C2H2
332 G1993 23-43 Z-C2H2
334 G1995 93-113 Z-C2H2
216/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID n . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
336 G1998 5-71 Similar a Z- CO
338 G1999 15-55 Similar a Z- CO
340 G2035 93-259 AKR
342 G2041 670-906, 1090- 1175 SWI/SNF
344 G2051 7-158 NAC
346 G2060 204-263 WRKY
348 G2063 7-63 MADS
350 G2070 45-137 bZIP
352 G2071 307-358 bZIP
354 G2084 41-172 RING/C3HC4
356 G2085 214-241 GATA/Zn
358 G2106 56-139, 165-233 AP2
360 G2109 1-57 MADS
362 G2111 1-57 MADS
364 G2129 71-140 bZIP
1496 G2133 11-83 AP2
366 G2142 43-120 HLH/MYC
368 G2146 136-200 HLH/MYC
370 G2184 17-147 NAC
372 G2207 180-227, 546-627 bZIP-NIN
374 G2213 156-205 bZIP-NIN
376 G2226 103-144 RING/C3H2C3
217/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID n . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
378 G2227 199-239 RING/C3H2C3
380 G2239 128-169 RING/C3H2C3
382 G2251 89-132 RING/C3H2C3
384 G2269 136-177 RING/C3H2C3
386 G2298 4-71 AP2
388 G2311 5-58 Relacionado a MYB
390 G2317 48-110 Relacionado a MYB
392 G2319 32-120 Relacionado a MYB
394 G2334 82-118, 150-194 Similar a GRF
396 G2371 25-127 ABI3/VP-1
398 G2372 18-378 ARF
400 G2375 51-148 TH
402 G2382 90-177, 246-333 TH
404 G2394 355-395 RING/C3H2C3
406 G2404 319-359 RING/C3H2C3
408 G2432 64-106 Z-Dof
410 G2443 20-86 Similar a Z- CO
412 G2453 130-176 YABBY
414 G2455 136-153 YABBY
416 G2456 148-195 YABBY
418 G2457 110-127 YABBY
218/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID n . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
420 G2459 50-97 YABBY
422 G2467 25-118 HS
424 G2492 616-860 ENBP
426 G2505 9-137 NAC
428 G2515 1-57 MADS
430 G2525 196-308 DBP
432 G2536 5-135 NAC
434 G2543 31-91 HB
436 G2550 345-408 HB
438 G2559 60-170 DBP
440 G2565 243-292 GARP
442 G2567 18-384 ARF
444 G2570 235-283 GARP
446 G2571 133-200 AP2
448 G2574 225-284 WRKY
450 G2575 137-192 WRKY
452 G2579 52-119 AP2
454 G2585 103-162 WRKY
456 G2587 108-165 WRKY
458 G2592 119-429 TUBBY
460 G2597 62-200 TUBBY
462 G2603 104-389 TUBBY
464 G2604 34-64, 73-103 Similar a Z- LSD
466 G2616 79-139 HB
219/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID N . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
468 G2617 57-77 Z-C2H2
470 G2628 36-105 bZIP
472 G2632 170-221 CAAT
474 G2633 123-490 SCR
476 G2636 14-146 NAC
478 G2639 114-167 SRS
480 G2640 146-189 SRS
482 G2649 112-155 SRS
484 G2650 34-91 TEO
486 G2655 106-180 HLH/MYC
488 G2661 40-100 HLH/MYC
490 G2679 107-177 CPP
492 G2682 67-181 CPP
494 G2686 122-173 WRKY
496 G2690 46-113 AP2
498 G2691 78-145 AP2
500 G2694 1-446 OUTRO
502 G2699 54-407 SCR
504 G2702 31-131 MYB-(R1)R2R3
506 G2717 5-58 Relacionado a MYB
508 G2718 21-76 Relacionado a MYB
510 G2723 12-174 Relacionado a MYB
220/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID n . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
512 G2741 140-205 GARP
514 G2743 201-249 GARP
516 G2747 19-113 ABI3/VP-1
518 G2754 198-393, 554-638 SWI/SNF
520 G2757 35-123, 348-434 TH
522 G2763 140-210 HLH/MYC
524 G2765 124-190 HLH/MYC
526 G2768 288-346 DBP
528 G2771 333-433 HLH/MYC
530 G2776 144-210 HLH/MYC
532 G2777 278-350 HLH/MYC
534 G2779 144-213 HLH/MYC
536 G2783 63-124, 151-235, 262-318 Similar a ACBF
538 G2784 139-260 DBP
540 G2790 137-200 HLH/MYC
542 G2802 48-196 NAC
544 G2805 2-169 NAC
546 G2826 75-95 Z-C2H2
548 G2830 245-266 Z-C2H2
550 G2832 11-31, 66-86, 317-337 Z-C2H2
552 G2834 246-266, 335-356 Z-C2H2
554 G2837 140-160 Z-C2H2
556 G2838 57-77 Z-C2H2
221/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID N . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
558 G2839 34-60, 85-113 Z-C2H2
560 G2846 266-329 HLH/MYC
562 G2847 205-268 HLH/MYC
564 G2850 318-381 HLH/MYC
566 G2851 248-309 HLH/MYC
568 G2854 110-250 Similar a ACBF
570 G2859 145-226 HLH/MYC
572 G2865 86-162 HLH/MYC
574 G2866 84-100, 139-168 IAA
576 G2869 26-409 ARF
578 G2884 228-276 GARP
580 G2885 196-243 GARP
582 G2887 4-180 NAC
584 G2888 41-61, 120-140 Z-C2H2
586 G2898 62-133 HMG
588 G2907 12-120, 854-923 PCGL
590 G2913 43-127 ARID
592 G2930 53-133 HLH/MYC
594 G2933 65-137 HLH/MYC
596 G2934 37-110 HLH/MYC
598 G2958 88-104, 143-172 IAA
600 G2964 41-63, 201-235 Z-C3H
602 G2967 66-88, 358-385 Z-C2H2
604 G2969 128-150 Z-C2H2
222/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID n . Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
606 G2972 8-32, 129-149, 277-294 Z-C2H2
608 G2979 192-211 E2F
610 G2981 155-173 E2F
612 G2982 107-124 E2F
614 G2983 88-148 HB
616 G2990 54-109, 203-263 ZF-HB
618 G2992 29-84, 159-219 ZF-HB
620 G2993 85-138, 221-285 ZF-HB
622 G2996 75-126, 194-254 ZF-HB
624 G2998 74-127, 243-303 ZF-HB
626 G2999 82-131, 201-261 ZF-HB
628 G3002 6-50, 104-168 ZF-HB
630 G3003 131-280 Z-C2H2
632 G3008 10-275 EIL
634 G3017 133-201 HLH/MYC
636 G3021 110-155 HLH/MYC
638 G3032 285-333 GARP
640 G3044 222-311 HLH/MYC
642 G3054 77-96, 149-168 Z-C3H
644 G3055 97-115, 178-197, 266-287 Z-C3H
646 G3059 219-287 Z-C3H
648 G3060 42-61, 219-237 Z-C3H
650 G3061 73-90, 174-193 Z-C2H2
223/1027
Polipeptídeo SEQ ID No: GID No. Família Domínios Conservados em Coordenadas de Aminoácidos
652 G3067 198-219 Z-C2H2
654 G3070 129-150 Z-C2H2
656 G3076 70-100, 182-209 bZIP-ZW2
658 G3083 75-105, 188-215 bZIP-ZW2
660 G3084 94-110, 148-177 IAA
662 G3086 297-376 HLH/MYC
664 G3091 34-131 PLATZ
6 6 6 G3094 7-143 PLATZ
668 G3095 16-151 PLATZ
670 G3111 111-152 RING/C3H2C3
[0294] Os exemplos de algumas das utilidades que podem ser desejáveis nas plantas e que podem ser fornecidas através da transformação das plantas com as sequências divulgadas aqui, estão listados na Tabela 6. Muitos dos fatores de transcrição listados na Tabela 6 podem ser ligados de forma operacional com um promotor específico que faz com que o fator de transcrição seja expresso em resposta a sinais ambientais, específicos ao tecido ou temporais. Por exemplo, G370 induz tricomas ectópicos nas flores, mas também produz plantas pequenas. Os primeiros podem ser desejáveis para produzir resistência a insetos ou a herbívoros ou maior rendimento de algodão, mas o último pode ser indesejável em relação ao rendimento uma vez que pode reduzir a biomassa. Entretanto, através da ligação operacional de G370 com um promotor específico às flores,
224/1027 pode-se atingir os benefícios desejáveis do gene sem afetar a biomassa global até um grau significativo. Para exemplos de promotores específicos às flores, ver Kaiser e outros (supra). Para exemplos de outros promotores específicos ao tecido, específicos ao tempo ou que podem ser induzidos, ver a discussão anterior sob o título de Vetores, Promotores e Sistemas de Expressão.
Tabela 6. Genes, traços e utilidades que afetam as características das plantas
Categoria da Característica Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de Utilidade
transcrição têm impacto as caracterí que sobre sticas
Estresse abiótico Efeito do congelamento sobre as plantas
Maior G2632; G2763; Maior taxa de
sensibilidade G2790; G2885; crescimento,
Maior tolerância G2993 plantação mais
G1274; G1357; cedo, rendimento
G1779; G1928;
G2063; G2567;
G2579; G2650;
G2771; G2933 G2930;
Germinação no frio
Maior G134; G344; G651; Manipulação da
sensibilidade G1808; G2070; resposta ao
G2525; G2543; estresse à
G2592; G2993 temperatura
Maior tolerância G224; G728; G807; Plantação mais
G1274; G1837; cedo; maior
G2051; G2317; sobrevivência,
G2603; G2784 rendimento
Seca
Maior tolerância G46; G47; G926; Melhor
G975; G1206; sobrevivência,
G1274; G1357; vigor, aparência,
G1452; G1792; rendimento, faixa
225/1027
Categoria da Alteração(ões) Genes do fator de Utilidade
Característica Fenotípica(s) transcrição que
têm impacto sobre
as características
G2133; G2505;
G2717; G2982;
G2999; G3086 G3076;
Congelamento G1206; G2982 Melhor
sobrevivência,
vigor, aparência,
rendimento
Calor Melhor germinação,
Maior G550 taxa de
sensibilidade G3086 crescimento,
plantação tardia,
Maior tolerância rendimento
Estresse osmótico
Maior G155; G370 (KO); Manipulação da
sensibilidade G1863; G1938; resposta ao
G2993; G2996 estresse abiótico
Maior tolerância G47; G353; G916; Melhor taxa de
G926; G1033; germinação,
G1412; G1452; sobrevência,
G1730; G1753; rendimento
G1816; G2207;
G2661; G2717;
G2776; G2854; G2969 G2839;
Tolerância a sal
Resposta alterada (uma linhagem mais tolerante, uma linhagem mais sensível) G2394
Maior tolerância G355; G624; G1017; Melhor taxa de
G1037; G1538; germinação,
G1557; G1660; sobrevência,
G1837; G2035; rendimento; faixa
G2041; G2060; de crescimento
G2207; G2317; estendida
G2319; G2394;
226/1027
Categoria da Alteração(ões) Genes do fator de Utilidade
Característica Fenotípica(s) transcrição que
têm impacto sobre
as características
G2404; G2453;
G2457; G2691;
G2717; G2992;
G2998; G3083; G3086 G2999;
Estresse ao
nitrogênio
Sensibilidade à G707; G1136;
limitação ao N G1483; G1535;
G1968; G1995;
G2718; G2992 G2990;
Menos sensível à G153; G200; G581; Melhor rendimento e
limitação ao N G839; G916; G1013; tolerância ao
G1150; G1274; estresse a
G1792; G1816; nutrientes, menor
G1988; G2239; utilização de
G2604; G2718; fertilizantes
G2830; G2981 G2913;
Estresse ao
fosfato G1995
Sensibilidade à
limitação ao PO4
Menos sensível à G355; G624; G1988; Melhor rendimento e
limitação ao PO4 G2142; G2972 tolerância ao estresse a nutrientes, menor utilização de fertilizantes
Expressão alterada Induzida pelo ABA G224; G244; G355; Modificação do
G571; G1037; desenvolvimento das
G1482; G1507; sementes, dormência
G2070; G2085 das sementes, tolerância ao frio e à desidratação
Alterada pela G151; G153; G224; Regulação da
auxina G244;G550; G807; divisão celular, do
227/1027
Categoria da Alteração(ões) Genes do fator de Utilidade
Característica Fenotípica(s) transcrição que
têm impacto sobre
as características
G1037; G1274; crescimento e da
G1384; G1482; maturação,
G1535; G1923 particularmente nas
pontas dos brotos
Induzida pelo G140; G224; G374; Elasticidade ao
ácido salicílico 1037; G1100; calor ou a
G1274; G1507; condições
G1538; G2070 fisiológicas que
resultam em altos
níveis de ácido
salicílico
Após desafio com G314; G571; G1274; Rendimento,
Erysiphe G1923; G2070; aparência,
G2085 survival, faixa
extensa
Após desafio com G140; G153; G171; Rendimento,
Fusarium G224; G434; G1384; aparência,
G1507; G1923 survival, faixa
extensa
Induzida pelo G153; G171; G224; Germinação, taxa de
calor G434; G550; G807; crescimento,
G961; G1037; plantação tardia
G1384; G1412;
G1482; G1507;
G1538; G1850;
G1923; G2070
Frio G171; G224; G314; Maior taxa de
G1274; G1730; crescimento,
G2070; G2085; plantação mais
G2597 cedo, rendimento
Estresse osmótico G571; G1274; Manipulação da
G1412; G1482; resposta ao
G1730; G1923; estresse abiótico
G2085
Seca G139; G244; G434; Melhor
G571; G1100; G1412 sobrevivência,
vigor, aparência,
rendimento
Sal G224; G550; G1037 Melhor taxa de
228/1027
Categoria da Característica Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de transcrição que têm impacto sobre as características Utilidade
germinação, sobrevência, rendimento; faixa de crescimento estendida
Herbicida Resistência Glifosato G2133 Produção de plantas resistentes ao glifosato e aumento da resistência da planta ao estresse oxidativo
Sensibilidade a hormônios Sensibilidade ao ácido abscísico (ABA)
Sensibilidade reduzida ou Insensível ao ABA G12 (KO); G926; G1357; G1412; G1452; G1893; G2109; G2146; G2207; G2382; G2617; G2717; G2854; G2865; G2969; G2992; G3054; G3055; G3067 Modificação do desenvolvimento das sementes, maior dormência das sementes, tolerância ao frio e à desidratação
Sensibilidade ao 1Aminociclopropano1-carboxilato (ACC) Maior sensibilidade ao ACC, o precursor imediato do etileno G12 Regulação do estresse oxidativo e da morte celular programada, retardo do superamadurecimento do fruto
Doença Botrytis Maior resistência ou tolerância G1792 Maior rendimento, aparência,
229/1027
Categoria da Característica Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de transcrição que têm impacto sobre as características Utilidade
sobrevivência, faixa extensa
Fusarium Maior resistência ou tolerância G1792 Maior rendimento, aparência, sobrevivência, faixa extensa
Erysiphe Maior resistência ou tolerância G1792 Maior rendimento, aparência, sobrevivência, faixa extensa
Regulador do crescimento Sensibilidade alterada a açúcares Menor tolerância aos açúcares Maior tolerância aos açúcares G155; G344; G478; G1420; G2111; G2763 G224; G905; G916; G1033; G1108; G1493; G1535; G1753; G1816; G2661; G2776; G2839; G2854; G2898 Alteração do equilíbrio de energia, da taxa fotossintética, de acúmulo de carboidrato, da produção de biomassa, das relações fonteescoadouro, da senescência; Alteração do acúmulo de compostos de armazenamento nas sementes
Sensibilidade alterada a C/N G153; G200; G581; G707; G916; G1013; G1150; G1274; G1483; G1535; G1816; G1988; G2239; G2604; G2830; G2913; G2981 Alteração ou controle do fracionamento do assimilado
Tempo de Florescência G129; G131; G135; Tempo de geração
230/1027
Categoria Característica da Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de Utilidade
transcrição têm impacto as caracterí que sobre sticas
florescência precoce G136; G137; G138; mais rápido;
G140; G142; G145; sincronia da
G146; G148; G153; florescência;
G155; G172; G200; colheitas
G246; G416; G485 adicionais dentro
(OE); G549; G600; de uma estação de
G627;G1011; G1037 cultivo,
(KO); G1142 (KO); encurtamento dos
G1538; G1797; programas de
G1798; G1823; cruzamento
G1825; G1988;
G2071; G2129;
G2142; G2184;
G2311; G2372;
G2443; G2515;
G2628; G2633;
G2639; G2650;
G2754; G2777;
G2779; G2802
(clone anti-
sentido); G2805;
G2832; G2967;
G2992; G3002;
G3032; G3044;
G3060; G3086 G3061;
Florescência G2; G15; G47; Maior rendimento ou
tardia G173; G309; G319; biomassa, risco
G324; G372; G380; diminuído do escape
G434; G485 (KO); de pólen
G571 (KO); G581; transgênico,
G624; G707; G738; sincronia da
G744; G752; G839; florescência
G852; G905; G1113;
G1136; G1142;
G1150; G1276;
G1357; G1361;
G1446; G1451;
G1452; G1468;
G1474; G1493;
G1549; G1554;
G1863; G1945;
231/1027
Categoria da Alteração(ões) Genes do fator de Utilidade
Característica Fenotípica(s) transcrição que
têm impacto sobre
as características
G1983; G1998;
G1999; G2106;
G2146; G2207;
G2251; G2269;
G2319; G2334;
G2432; G2559;
G2604; G2694;
G2723; G2741;
G2743; G2763;
G2771; G2802
(sense clone);
G2838; G2846;
G2964; G2979;
G2993; G2998;
G3003; G3060; G3111 G3021;
Desenvolvimento e Estrutura alterada
Morfologia da flor Modificação
ornamental da
arquitetura da
planta, fertilidade maior ou reduzida para diminuir o
escape de pólen
transgênico, maior
tamanho, formato,
número ou
rendimento de
frutos
Estame G15; G129; G133;
G1420; G2694; G2768 G2455;
Sépala G129; G134; G140;
G1420; G2979; G3094 G2694;
Pétala G129; G133; G134;
G140; G2768; G3094 G1420;
Pedicelo G1420; G1539;
232/1027
Categoria da Alteração(ões) Genes do fator de Utilidade
Característica Fenotípica(s) transcrição que
têm impacto sobre
as características
G1591; G2979; G2983 G2839;
Carpelo G129; G133; G446;
G1539; G1591;
G1796; G2455;
G2579; G2617;
G2694; G2983 G2768;
Várias alterações G15; G550; G651;
G730; G1013;
G1100; G1128;
G1420; G1549;
G1798; G1825;
G1995; G2226;
G2457; G2455;
G2515; G2575;
G2616; G2639;
G2640; G2649;
G2694; G2743;
G2826; G2838;
G2859; G3094 G2884;
Alterações na G129; G133; G134;
identidade dos G140
órgãos
Órgãos florais G15; G2979
maiores
Maior número de G2768;G2979
órgãos nas flores
Flores terminais G1798; G2515
Órgãos florais que persistem após a fertilização G1011; G1797
Síliquas G15; G2579; G2884
Rosetas amplas, grandes G1274
Perda da definição G131; G135; G2768
floral
233/1027
Categoria da Alteração(ões) Genes do fator de Utilidade
Característica Fenotípica(s) transcrição que
têm impacto sobre
as características
Fertilidade G15; G549; G651;
reduzida G846; G1100;
G1798; G2372;
G2579; G2616;
G2639; G2640;
G2649; G2884 G2768;
Gameta letal G846
Desenvolvimento G438 (KO); G916; Modificação
alterado do G1585; G1957; ornamental da
meristema do broto G2636; G2650; arquitetura da
G2885 planta, manipulação do cresci-mento e do desenvolvimento, maiores números de folhas, modulação dos padrões de ramificação para fornecer maior rendimento ou biomassa
Alteração na
arquitetura inflorescência da Modificação ornamental da
Padrão alterado de G47; G446; G2571; arquitetura floral;
ramificação da G2146; G2571; sincronia da
inflorescência G2694; G2784; florescência;
G2859 hábito vegetal
Inflorescências G47; G253; G1274; G1593; alterado para rendimento ou
com internodos G1474;
curtos/em arbustos G1743; G1753; vantagem na
G1796; G2226; G2251; G2616; G2640; G2146; G2550; G2575; G2639; G2649; capacidade de colheita; redução na produção de pólen de plantas modificadas
G2958; G3021 geneticamente;
Flores terminais G131; G135; G145; G148; G137; Manipulação das características da
G155;
234/1027
Categoria Característica da Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de Utilidade
transcrição têm impacto as caracterí que sobre sticas
G549; G1798; estação e de hábito
G2372; G2515 anual ou perene;
Definição alterada G131; G135; G549; Manipulação do
da inflorescência G2372; G2515 crescimento
determinado vs.
indeterminado
Desenvolvimento de G1985; G1995;
rosetas aéreas G2826; G2838
Pedicelos voltados G2839
para baixo
Transformação G129, G133, G134;
homeótica G140
Várias alterações G446; G549; G1798;
na inflorescência G2616; G2694;
G2784; G3059 G2839;
Padrão alterado de G47; G438 (KO) Modificação
ramificação ornamental da
arquitetura da
planta, maior
resistência ao
confinamento
Morfologia G47 Modulação do teor
alterada do caule de lignina;
e da estrutura do melhoramento da
tecido vascular madeira, da
palatabilidade de frutos e vegetais
Dominância apical
Dominância apical G47 Modificação
reduzida ornamental da
arquitetura da
planta; maior
resistência ao
confinamento
Densidade alterada Modificação
do tricoma; ornamental da
desenvolvimento ou arquitetura da
estrutura planta, maior
235/1027
Categoria da Característica Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de transcrição que têm impacto sobre as características Utilidade
Tricomas ectópicos Desenvolvimento alterado do tricoma Maior número ou densidade de tricomas Tricomas reduzidos ou nenhum G370; G2826 G1539; G2983 G370; G1995; G2085; G2826; G2838 G1452; G1816; G2718 produtividade do produto vegetal (por exemplo, diterpenos, algodão), resistência a insetos e herbívoros
Desenvolvimento radicular Menor crescimento radicular ou desenvolvimento de raízes secundárias G651; G730; G2655; G2747; G2992; G2993 Modificação da arquitetura da raiz e da massa
Menor ramificação radicular Maior ramificação radicular Resposta gravitrópica anormal Mais pêlos radiculares G651; G2993 G2747; G2992 G2983 G1816; G2718; G2983 Influência na captação de água e nutrientes Maior ancoragem Manipulação do desenvolvimento da raiz Maior rendimento, tolerância ao estresse; ancoragem
Forma alterada dos cotilédones G916; G1420; G1893; G2432; G2636; G2859; G3059 Aplicações ornamentais
Forma, cor, desenvolvimento de hipocotilédones G807; G916; G1510; G1988; G2771; G2859; G2884; Aplicações ornamentais; Resposta alterada à
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Categoria da Alteração(ões) Genes do fator de Utilidade
Característica Fenotípica(s) transcrição que
têm impacto sobre
as características
alterados G2993 luz (ver Light Response, abaixo)
Desenvolvimento, G961 Modificação das
amadurecimento e propriedades de
germinação germinação de
alterados sementes e do
desempenho
Crescimento lento G652; G1013; Aplicações
G1100; G1468; ornamentais
G1535; G1549;
G1779; G1938;
G2765; G2784;
G2826; G2834;
G2851; G3095 G3091;
Crescimento rápido G807; G1476; G2617 Aparência, biomassa, rendimento
Diferenciação G1539; G1585; Maior
celular e G1591; G2885; desenvolvimento dos
proliferação G2983 carpelos ou dos
celular frutos;
Maior regeneração de brotos partindo
de calos na
transformação ou em
sistemas de
micropropagação
Expansão celular G521 Controle do
alongamento celular
Alteração de fase G370; G1985; Maior rendimento,
e reversão floral G1995; G2826; biomassa,
G2838 manipulação das
características da
estação e do hábito anual ou perene,
plasticidade do
desenvolvimento em
resposta ao
estresse ambiental
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Categoria da Característica Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de Utilidade
transcrição têm impacto as caracterí que sobre sticas
Senescência
Senescência G652; G1033; Melhoria na
acelerada ou G1128; G1772; resposta à doença,
prematura G2467; G2574; amadurecimento de
G2783; G3059; G3111 G2907; frutos
Senescência G571; G652 (KO);
reduzida ou G2536
retardada
Desenvolvimento G2884
anormal do embrião
Embrião letal G374 Herbicida alvo
quando nocauteado
Gameta letal G846 Potencial de
prevenir o escape
de pólen GMO
Morte celular G12
programada alterada
Letalidade quando G366; G1384; Herbicida alvo;
superexpresso G1556; G1832; desgaste de tecidos
G1850; G1957; ou órgãos
G1990; G2213; específicos tal
G2298; G2505; como, estame para
G2570; G2587; previnir o escape
G2869; G2887 de pólen
Necrose, Formação G12; G1840 Resistência a
de lesões doenças
necróticas
Tamanho da planta Maior tamanho da G46; G268; G287; Maior rendimento,
planta ou da G314; G319; G324; biomassa, aparência
biomassa G438; G624; G852;
G1113; G1150;
G1451; G1468;
G2334; G2536;
G2650; G2741;
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Categoria da Alteração(ões) Genes do fator de Utilidade
Característica Fenotípica(s) transcrição que
têm impacto sobre
as características
G2979
Semente grande G1313; G2679; Maior sobrevivência
G2694; G2838 e vigor de plantas
jovens partindo de
semente, rendimento
Nanismo ou plantas G131; G136; G253; Nanismo,
mais compactas G309; G370; G386; resistência ao
G549; G550; G600; confinamento,
G651; G652; G707; manipulação de
G738; G811; G1011; respostas à
G1100; G1247; giberelina
G1289; G1340;
G1423; G1474;
G1483; G1549;
G1554; G1593;
G1753; G1772;
G1779; G1798;
G1938; G1983;
G1993; G2085;
G2226; G2227;
G2251; G2372;
G2375; G2453;
G2456; G2459;
G2492; G2515;
G2550; G2565;
G2574; G2575;
G2579; G2616;
G2628; G2640;
G2649; G2682;
G2702; G2757;
G2783; G2839;
G2846; G2847;
G2850; G2884;
G2934; G2958;
G2979; G2992;
G3017; G3091; G3111 G3059;
Morfologia da Folhas verde G30; G253; Maior
folha escuras G309; G707; fotossíntese,
G811; G957; biomassa,
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Categoria Característica da Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de transcrição que têm impacto sobre as características Utilidade
G1100; G1128; aparência,
G1327; G1341; rendimento;
G1357; G1389; valor
G1420; g1423; nutricional
G1452; G1482;
G1510; G1535;
G1549; G1554;
G1593; G1743;
G1792; G1796;
G1846; G1863;
G1932; G1938;
G1983; G2085;
G2146; G2207;
G2226; G2251;
G2334; G2371;
G2372; G2453;
G2456; G2457;
G2459; G2550;
G2640; G2649;
G2661; G2690;
G2694; G2771;
G2763; G2784;
G2837; G2838;
G2846; G2847;
G2850; G2851;
G2958; G2993;
G3021; G3059;
G3091; G3095;
G3111
Alteração na G30; G129; Aplicações
forma da folha G131; G135; ornamentais
G136; G13 7;
G140; G148;
G200; G22 4;
G2 53; G319;
G370; G372;
G43 8; G446;
G468; G600;
G646; G651;
G707; G905;
G957; G1011;
G1013; G1100;
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Categoria da Característica Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de transcrição que têm impacto sobre as características Utilidade
G1113; G1128; G1142; G1247; G1341; G1357; G1361; G1389; G1420; G1452; G1468; G1474; G1476; G1493; G1535; G1538; G1549; G1557; G1585; G1593; G1743; G1796; G1798; G1825; G1846; G1863; G1893; G1917; G1932; G1938; G1945; G1983; G1993; G2084; G2085; G2207; G2226; G2227; G2251; G2334; G2375; G2432; G2453; G2455; G2456; G2457; G2536; G2550; G2565; G2575; G2579; G2604; G2617; G2628; G2636; G2639; G2640; G2649; G2682; G2686; G2690; G2694; G2699; G2702; G2747; G2768; G2771; G2784; G2837; G2839; G2846; G2850; G2851; G2859; G2866; G2888; G2958; G2992; G3021; G3044; G3059; G3084; G3091; G3094;
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Categoria da Característica Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de transcrição que têm impacto sobre as características Utilidade
G3095; G3111
Maior tamanho e massa folhar G268; G324; G438; G852; G1113; G1274; G1451; G2536; G2699; G2768; G3008 Maior rendimento, aplicações ornamentais
Folhas verde claras ou cinzentas G351; G600; G651; G1468; G1718; G2565; G2604; G2779; G2859; G3044; G3070 Aplicações ornamentais
Folhas brilhosas G30; G370 (KO); G975; G1792; G2640; G2649 Aplicações ornamentais, manipulação da composição, da quantidade ou da distribuição de ceras
Polaridade alterada abaxial/adaxial G730 Modificação do crescimento e da forma da planta
Morfologia da semente Coloração alterada de sementes G581; G961; G2085; G2371 Aparência
Tamanho e forma da semente
Formato alterado da semente G652; G916; G961 Aparência
Semente grande G151; G581; G2085; G2585; G2933
Bioquímica da folha Mais cera nas folhas G975 Resistência a insetos, agentes patogênicos
Ácidos graxos da folha
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Categoria Característica da Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de transcrição que têm impacto sobre as características Utilidade
Aumento do teor de G975
ácidos graxos da
folha
Bioquímica da Teor de óleos da
semente semente
Maior teor de G961 (KO); G1451 Maior rendimento de
óleos (KO); G2830 (KO) óleos, maior teor
calórico de
alimentos e de
produtos
alimentícios para
animais
Prenil lipídeos da G652 (KO) Aumento no alfa-
semente tocoferol (vitamin
E)
Resposta à Cotilédones G30; G2754; G2859 Maiores densidades
luz/Impedimento à alterados de plantio e melhor
sombra rendimento
Hipocotilédones G30; G807; G916;
alterados G1082; G1510;
G1988; G2650;
G2754; G2771;
G2859; G2884;
G2993
Orientação G351; G1013;
alterada das G2650; G2694;
folhas G2993; G3032
Pecíolo alterado G478; G807; G1988;
G2650; G2694;
G2754
Impedimento à G30; G246; G353;
sombra G354; G2432;
G2650; G2754
Pigmento Maiores níveis de G253; G386; G707; Maiores benefícios
antocianina G1482; G2453; na saúde, aparência
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Categoria da Característica Alteração(ões) Fenotípica(s) Genes do fator de transcrição que têm impacto sobre as características Utilidade
Menores níveis de antocianina G2456; G2459 G581; G2604; G2718 ornamental melhorada, maior resistência aos estresses, atração de animais polinizadores e que dispersam sementes
Abreviações: N = nitrogênio P = fosfato ABA = ácido abscísico C/N = equilíbrio de carbono/nitrogênio
Descrição detalhada dos genes, dos traços e das utilidades que afetam as características das plantas [0295] As descrições a seguir dos traços e das utilidades associadas com os presentes fatores de transcrição oferecem uma descrição mais compreensiva do que é fonecido na Tabela 6.
Estresse abiótico, considerações gerais [0296] Os fatores de transcrição de plantas podem modular a expressão gênica e, por sua vez, ser modulados através da experiência ambiental de uma planta. Alterações significativas no ambiente de uma planta resulta invariavelmente em uma modificação no padrão de expressão gênica dos fatores de transcrição da planta. Os padrões alterados de expressão gênica de fatores de transcrição geralmente resultam em modificações fenotípicas na planta. O(s) produto(s) gênico(s) dos fatores de transcrição nas plantas transgênicas difere(m) então em quantidades ou proporções daquele(s) encontrado(s) nas plantas do tipo selvagem ou não-transformadas e estes fatores de
244/1027 transcrição provavelmente representam polipeptídeos que são utilizados para alterar a resposta à modificação ambiental.
Com a finalidade de exemplo, é bem aceito na técnica que métodos analíticos baseados nos padrões alterados de expressão possam ser utilizados para selecionar modificações fenotípicas em uma planta de forma muito mais eficiente do que pode ser conseguido utilizando métodos tradicionais.
[0297] Estresse abiótico: congelamento do estágio adulto. A maior tolerância ao congelamento produzida através da modificação dos níveis de expressão de fatores de transcrição tal como, G1274, G1357, G1779, G1928, G2063,
G2567, G2579, G2650, G2771, G2930 ou G2933, por exemplo, em plantas pode estender a faixa de crescimento eficiente de espécies de cultivo sensíveis ao congelamento permitindo um plantio mais cedo e uma colheita tardia. A maior tolerância ao congelamento pode ser conferida através da maior expressão da glicerol-3-fosfato acetiltransferase nos cloroplastos (ver, por exemplo, Wolter e outros (1992) EMBO J. 4685-4692 e Murata e outros (1992) Nature 356: 710-713).
[0298] A tolerância ao congelamento também poderia servir como um modelo para entender como as plantas se adaptam ao déficit hídrico. Os estresses tanto ao congelamento quanto hídrico compartilham vias de transdução de sinais e mecanismos de tolerância/adaptação similares. Por exemplo, a aclimatação às temperaturas de congelamento pode ser induzida através do estresse hídrico ou do tratamento com o ácido abscísico. Os genes induzidos pela temperatura baixa incluem as dehidrinas (ou proteínas LEA). As dehidrinas também são induzidas pela salinidade, pelo
245/1027 ácido abscísico, pelo estresse hídrico e durante os estágios tardios da embriogênese.
[0299] Um outro impacto grande do congelamento ocorre durante o armazenamento pós-colheita. Por exemplo, alguns frutos e vegetais não ficam bem armazenados a baixas temperaturas (por exemplo, bananas, abacates, melões e tomates). O processo de amadurecimento normal do tomate é prejudicado se for exposto a temperaturas baixas. Os genes que conferem resistência às temperaturas de congelamento podem aumentar a tolerância durante o armazenamento póscolheita.
[0300] Estresse abiótico: germinação no frio. A utilidade potencial dos genes de fatores de transcrição divulgados aqui que aumentam a tolerância ao frio é conferir melhor germinação e crescimento em condições de frio. As plantas com níveis de expressão modificados de G224, G728, G807, G1274, G1837, G2051, G2317, G2603 ou G2784 exibem menor sensibilidade à germinação em condições frias, indicando uma função na regulação de respostas ao frio. Estas plantas poderiam ser engenheiradas para manipular a resposta ao estresse a baixas temperaturas. Os genes que permitissem a germinação e o vigor das plantas jovens partindo de semente no frio teriam utilidade altamente significativa em permitir que as sementes sejam plantadas mais cedo na estação com uma alta taxa de sobrevivência. Os genes dos fatores de transcrição que conferem melhor sobrevivência em climas frios permitem que um agricultor altere o tempo do plantio na primavera e estenda a estação de cultivo adicionalmente no outono para rendimentos maiores do plantio. A germinação de sementes e
246/1027 a sobrevivência a temperaturas significativamente abaixo daquelas da temperatura média necessária para a germinação das sementes e para a sobrevivência de plantas nãotransformadas aumentaria a faixa potencial de uma planta de cultivo em regiões que de outra maneira seu desenvolvimento falharia.
Estresse abiótico: tolerância a sais e à seca [0301]
As plantas estão sujeitas a uma faixa de desafios ambientais. Vários destes, incluindo estresse salino, o estresse osmótico geral, o estresse seca e o estresse ao congelamento, têm capacidade de ter um impacto sobre a disponibilidade de água para uma planta inteira e para as células. De forma não surpreendente, então, as respostas das plantas a este conjunto de estresses estão relacionadas. Em uma revisão recente, Zhu observa que (Zhu (2002) Ann. Rev.
Plant Biol.
53: 247-273) a maior parte dos estudos sobre a sinalização do estresse hídrico se concentrou primariamente no estresse salino porque as respostas da planta ao sal e à seca estão intimamente relacionadas e os mecanismos se sobrepõem.
Muitos exemplos de respostas similares é, as vias genéticas para este conjunto de estresses foram documentadas) . Por exemplo, foi mostrado que os fatores de transcrição
CBF condicionam a resistência ao sal, ao congelamento e à seca (Kasuga e outros (1999) Nature
Biotech. 17:
O gene rd29B de Arabidopsis é induzido em uma resposta tanto ao estresse salino quanto ao de desidratação, um processo que é mediado em grande parte através de um processo de transdução de sinal do ABA (Uno e outros (2000) Proc. Natl. Acad. Sci. USA 97: 11632-11637),
247/1027 resultando na atividade alterada dos fatores de transcrição que se ligam a um elemento a montante dentro do promotor rd29B. Na Mesembryanthemum crystallinum (planta do gelo), Patharker e Cushman mostraram que uma proteína quinase dependente de cálcio (McCDPK1) é induzida através da exposição aos estresses tanto hídrico quanto salino (Patharker e Cushman (2000) Plant J. 24: 679-691). Foi também mostrado que a quinase induzida pelo estresse fosforila um fator de transcrição, presumidamente alterando a sua atividade, embora os níveis do produto da transcrição do fator de transcrição alvo não sejam alterados em resposta ao estresse salino ou hídrico. Similarmente, Saijo e outros demonstraram que uma proteína quinase dependente da calmodulina induzida pelo sal/seca no arroz (OsCDPK7) conferia maior tolerância aos sais e à seca ao arroz quando superexpressa (Saijo e outros (2000) Plant J. 23: 319-327).
[0302] A exposição à desidratação ativa estratégias de sobrevivência similares nas plantas como faz o estresse ao congelamento (ver, por exemplo, Yelenosky (1989) Plant Physiol 89: 444-451) e o estresse à seca induz tolerância ao estresse ao congelamento (ver, por exemplo, Siminovitch e outros (1982) Plant Physiol 69: 250-255; e Guy e outros (1992) Planta 188: 265-270). Em adição à indução das proteínas de aclimatação ao frio, estratégias que permitem que a planta sobreviva em condições de baixo teor de água podem incluir, por exemplo, menor área de superfície ou superfície de óleo ou produção de cera.
[0303] Consequentemente, um versado na técnica esperaria que algumas vias envolvidas na resistência a um destes estresses e assim reguladas por um fator de
248/1027 transcrição individual, também estivessem envolvidas na resistência a um outro destes estresses, reguladas pelos mesmos ou por fatores de transcrição homólogos.
Evidentemente, as vias gerais de resistência estão relacionadas, não idênticas e, portanto, nem todos os fatores de transcrição que controlam a resistência a um estresse controlarão a resistência a outros estresses. Contudo, se um fator de transcrição condiciona a resistência a um destes estresses, seria evidente para os versados na técnica testar a resistência destes estresses relacionados. A modificação da expressão de um número de genes de fatores de transcrição divulgados aqui que mostraram conferir maior tolerância à seca, por exemplo,
G46, G47,
G926, G975, G1206, G1274,
G1357,
G1452,
G1792,
G2133, G2505,
G2717, G2982, G2999, G3076 e
G3086 e maior tolerância ao sal, por exemplo, G355, G624,
G1017,
G1037,
G1538,
G1557,
G1660,
G1837, G2035, G2041,
G2060,
G2207,
G2317,
G2319,
G2404,
G2453, G2457, G2691,
G2717,
G2992,
G2998,
G2999,
G3083
G3086, durante a germinação, o estágio de plantas jovens partindo de semente e ao longo de todo ciclo de vida da planta, pode ser assim utilizado para aumentar a tolerância de uma planta a condições de baixo teor de água e fornecer os benefícios da maior sobrevivência, maior rendimento e uma faixa maior de plantação geográfica e temporal.
[0304]
Estresse abiótico:
tolerância ao congelamento e estresse osmótico. A modificação da expressão de um número de genes de fatores e transcrição divulgados aqui, G47, G353, G916, G926, G1033, G1206,
G1412, G1452, G1730, G1753, G1816, G2207, G2661, G2717,
249/1027
G2776, G2839, G2854, G2969 ou G2982, por exemplo, pode ser utilizada para aumentar a taxa de germinação ou o crescimento sob condições osmóticas adversas, que teriam impacto sobre a sobrevivência e o rendimento de sementes e plantas. Os estresses osmóticos podem ser regulados através de mecanismos de controle molecular que incluem genes que controlam o movimento da água e de íons, proteínas funcionais e estruturais induzidas pelo estresse, percepção e transdução de sinais e eliminação de radicais livres e muitos outros (Wang e outros (2001) Acta Hort. (ISHS) 560: 285-292). Os instigadores do estresse osmótico incluem alto teor de congelamento, seca e salinidade, dos quais cada um é discutido em maiores detalhes abaixo.
[0305] De muitas maneiras, o congelamento, o alto teor de sal e a seca possuem efeitos similares sobre as plantas, nem um pouco é a indução de polipeptídeos comuns que respondem a estes estresses diferentes. Por exemplo, o congelamento é similar ao déficit hídrico pelo fato de que o congelamento reduz a quantidade de água disponível para uma planta. A exposição a temperaturas de congelamento pode levar à desidratação celular como células folhares de água e formar cristais de gelo nos espaços intracelulares (Buchanan, supra) . Como com a alta concentração de sais e o congelamento, os problemas para as plantas causados pela baixa disponibilidade de água incluem estresses mecânicos causados pela eliminação da água celular. Assim, a incorporação de fatores de transcrição que modificam a resposta de uma planta ao estresse osmótico, por exemplo, em uma planta de cultivo ou ornamental, pode ser útil na redução de danos ou perdas. Os efeitos específicos causados
250/1027 pelo congelamento, pelo alto teor de sais e pela seca sao referidos abaixo.
[0306] Estresse abiótico: tolerância ao estresse ao calor. A germinação de muitas plantas de cultivo é também sensível a altas temperaturas. Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo, por exemplo, G3086, que fornece maior tolerância ao calor, são geralmente úteis na produção de plantas que germinam e crescem em condições quentes, podem encontrar uso particular para as plantas de cultivo que são plantadas tardiamente na estação ou estender a faixa de uma planta permitindo o crescimento em climas relativamente quentes.
[0307]
Captação e utilização de nutrientes:
nitrogênio e fósforo.
Os genes de fatores de transcrição divulgados atualmente introduzidos nas plantas fornecem um meio de melhorar a captação de nutrientes essenciais, incluindo compostos de nitrogênio, fosfatos, potássio e traços minerais. O maior desempenho, por exemplo, de G153,
G200, G581, G839, G916, G1013, G1150, G1274, G1792, G1816,
G1988, G2239, G2604, G2718, G2830, G2913 e G2981 e outras linhagens de superexpressão sob baixas condições de nitrogênio ou G355, G624, G1988, G2142 e G2972 sob baixas condições de fósforo indicam que estes genes e seus homólogos poderiam ser utilizados para engenheirar plantas de cultivo que pudessem se desenvolver sob condições de disponibilidade reduzida de nutrientes. O fósforo, em particular, tende a ser um nutriente limitante nos solos e é geralmente adicionado como um componente nos fertilizantes. Plantas jovens possuem uma captação rápida de fosfato e fosfato suficiente é importante para o
251/1027 rendimento de plantas de cultivo radiculares tais como a cenoura, a batata e a pastinaga.
[0308] O efeito destas modificações é aumentar a germinação das plantas jovens partindo de semente e a faixa de plantas ornamentais e de cultivo. As utilidades dos genes de fatores de transcrição divulgados aqui que conferem tolerância a condições de baixos teores de nutrientes também incluem reduções nos gastos para o agricultor através da redução das quantidades de fertilizante necessárias, benefícios ambientais de menor escoamento de fertilizantes nas bacias hidrográficas; e maior rendimento e tolerância aos estresses.
Em adição, através do fornecimento de maior capacidade de captar nitrogênio, estes genes podem ser utilizados para alterar as quantidades e/ou a composição de proteínas na semente de forma que poderia ter impacto sobre o rendimento assim como o valor nutricional e a produção de vários produtos alimentícios.
[0309] Menor sensibilidade aos herbicidas. Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G2133 e seus equivalentes que conferem resistência ou tolerância a herbicidas (por exemplo, o glifosato) encontrarão uso no fornecimento de meios para aumentar as aplicações de herbicidas sem prejudicar as plantas desejáveis. Isto permitiria o maior uso de um herbicida particular em um ambiente local, com o efeito de maiores danos às espécies indesejáveis e menos malefícios a cultivares desejáveis transgênicos.
[0310] Foi mostrado que os nocautes de um número de genes de fatores de transcrição divulgados aqui eram letais
252/1027 para os embriões em desenvolvimento. Assim, estes genes são potencialmente úteis como alvos para herbicidas.
[0311] Expressão e sensibilidade a hormônios alteradas: ácido abscísico e auxina. A alteração dos níveis de expressão de um número dos fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G12, G224, G244, G355, G571, G926, G1037, G1357, G1412, G1452, G1482, G1507, G1893, G2070, G2085, G2109, G2146, G2207, G2382, G2617, G2717, G2854, G2865, G2969, G2992, G3054, G3055 ou G3067, pode ser utilizada para reduzir a sensibilidade de uma planta ao ABA ou tornar uma planta insensível à exposição ao ABA. O ABA desempenha funções reguladoras em um hospedeiro de processos fisiológicos em todas as plantas superiores assim como nas inferiores (Davies e outros (1991) Abscisic Acid: Physiology and Biochemistry. Bios Scientific Publishers, Oxford, Reino Unido; Zeevaart e outros (1988) Ann. Rev. Plant Physiol. Plant Mol. Biol. 49: 439-473; Shimizu-Sato e outros (2001) Plant Physiol 127: 1405-1413). O ABA medeia as respostas de tolerância aos estresses nas plantas superiores, é um composto sinal importante que regula a abertura dos estômatos e, junto com outros compostos de sinalização vegetal, é implicado na mediação de respostas a agentes patogênicos e feridas ou danos oxidativos (por exemplo, ver Larkindale e outros (2002) Plant Physiol. 128: 682-695). Nas sementes, o ABA promove o desenvolvimento das sementes, a maturação do embrião, a síntese de produtos de armazenamento (proteínas e lipídeos), a tolerância à dessecação e está envolvido na manutenção da dormência (inibição da germinação) e na apoptose (Zeevaart e outros (1988) Ann. Rev. Plant Physiol. Plant Mol. Biol. 49: 439
253/1027
473; Davies (1991), supra; Thomas (1993) Plant Cell 5: 1401-1410; and Bethke e outros (1999) Plant Cell 11: 10331046). O ABA tabém afeta a arquitetura da planta, incluindo o crescimento e a morfologia das raízes e as proporções raiz-para-broto. A ação e o metabolismo do ABA é modulado não somente por sinais ambientais, mas também por sinais endógenos gerados através de um retorno metabólico, transporte, interação hormonal e estágio do desenvolvimento. A manipulação dos níveis do ABA e consequentemente através da extensão da sensibilidade ao ABA, foi descrito como um meio muito promissor para melhorar a produtividade, o desempenho e a arquitetura nas plantas Zeevaart (1999) em: Biochemistry and Molecular Biology of Plant Hormones, Hooykaas e outros eds, Elsevier Science pp 189-207; e Cutler e outros (1999) Trends Plant Sci. 4: 472-478) .
[0312] Foi mostrado que um número de genes era induzido pela aclimatação ao frio em plantas superiores, incluindo, por exemplo, G171, G224, G1274, G1730, G2085 e
G2597 e acredita-se que as proteínas codificadas por estes genes desempenham uma função na proteção das células vegetais de danos, incluindo o congelamento (Nagao e outros (2002) Plant Cell Physiol. 43: S168-S168) . Uma vez que o
ABA medeia a conversão dos meristemas apicais em brotos dormentes, a expressão alterada do ABA pode aumentar a proteção dos brotos de danos mecânicos durante o inverno. A resposta de uma planta ao ABA também afeta a inibição da germinação durante turnos quentes prematuros. O ABA é também importante na proteção de plantas da tolerância à seca. Assim, afetando a sensibilidade ao ABA, os genes
254/1027 introduzidos de fatores de transcrição podem afetar a sensibilidade ao frio, o rendimento e a sobrevivência e as plantas com o G12 nocauteado ou plantas que superexpressam G926, G1357, G1412, G1452, G1893, G2109, G2146, G2207, G2382, G2617, G2717, G2854, G2865, G2969, G2992, G3054, G3055 e G3067, podem ter respostas modificadas ao ABA que influenciam no desenvolvimento e na dormência das sementes, assim como na tolerância ao frio e à desidratação e a sobrevivência.
[0313] Auxina se refere a uma classe de hormônios vegetais, incluindo o ácido indolacético (IAA), que possui uma variedade de efeitos, tais como a resposta fototrópica através do estímulo do alongamento das células, o estímulo do crescimento secudário e o desenvolvimento de traços folhares e de fruto. Especificamente, a auxina está envolvida na regulação da divisão celular, particularmente nas extremidades dos brotos. Os genes de fatores de transcrição que regulam a resposta de uma planta à auxina fornecem assim um meio para controlar o desenvolvimento de extremidades de brotos e o crescimento secundário, que por sua vez pode ser utilizado para manipular o crescimento e o desenvolvimento da planta.
[0314] Resistência ou tolerância a doenças: Erysiphe, Fusarium, Botrytis e outros agentes patogênicos. Um número dos genes de fatores de transcrição divulgados aqui foi induzido para ser expresso (por exemplo, G140, G171, G224, G434, G571, G1100, G1274, G1384, G1507, G1538, G1923 e G2085) ou mostrou fornecer resistência ou tolerância (por exemplo, G1792) após um desafio com mais de um agente patogênico, incluindo os agentes patogênicos
255/1027 fúngicos Fusarium oxysporum, Botrytis cinerea e Erysiphe orontii. A modificação dos níveis de expressão de um ou mais genes de fatores de transcrição pode fornecer algum benefício à planta para auxiliar a prevenir ou superar a infestação. Os mecanismos através dos quais os fatores de transcrição atuam poderiam incluir a alteração das características de superfície tais como a composição e a espessura das ceras, dos óleos ou da parede celular ou através da ativação de vias de transdução de sinal que regulam defesas das plantas em resposta a ataques por agentes patogênicos (incluindo, por exemplo, espécies reativas do oxigênio, proteínas antifúngicas, defensinas, tioninas, glucanases e quitinases). Um outro meio de combater os fungos e outros agentes patogênicos é através da aceleração da morte celular ou da senescência local, mecanismos utilizados para prevenir o espalhamento de microorganismos patogênicos ao longo de uma planta. Por exemplo, o melhor exemplo conhecido de morte celular acelerada é a resposta hipersensível mediada pelo gene, que causa morte celular localizada em um sítio de infecção e inicia uma resposta de defesa sistêmica. Devido ao fato de que muitas defesas, moléculas de sinalização e vias de transdução de sinal são comuns para a defesa contra agentes patogênicos e pragas diferentes, tais como fungos, bactérias, oomicetos, nematódeos e insetos, os fatores de transcrição que estão implicados nas respostas de defesa contra os agentes patogênicos fúngicos testados podem também funcionar na defesa contra outros agentes patogênicos e pragas.
Regulador de crescimento: sensibilidade aos açúcares.
256/1027 [0315] Em adição a sua função importante como uma fonte de energia e componente estrutural da célula vegetal, os açúcares são moléculas reguladoras centrais que controlam vários aspectos da fisiologia, do metabolismo e do desenvolvimento das plantas (Hsieh e outros (1998) Proc. Natl. Acad. Sci. 95: 13965-13970). Acredita-se que este controle seja conseguido através da regulação da expressão gênica e, em plantas superiores, foi mostrado que os açúcares reprimem ou ativam genes vegetais envolvidos em muitos processos essenciais tais como a fotossíntes, o metabolismo do glioxilato, a respiração, a síntese e a degradação do amido e da sacarose, a resposta a agentes patogênicos, a resposta a feridas, a regulação do ciclo celular, a pigmentação, a florescência e a senescência. Os mecanismos através dos quais os açúcares controlam a expressão gênica não são entendidos.
[0316] Vários mutantes sensíveis aos açúcares resultaram como sendo alélicos aos mutantes para o ácido abscísico (ABA) e para o etileno. O ABA é encontrado em todos os organismos fotossintéticos e atua como um regulador importante da transpiração, de respostas a estresses, da embriogênese e da germinação de sementes. A maioria dos efeitos do ABA está relacionado ao composto que atua como um sinal de menor disponibilidade de água, através do qual ativa uma redução na perda de água, retarda o crescimento e medeia respostas adaptativas. Entretanto, o ABA também influencia no crescimento e no desenvolvimento da planta através de interações com outros fitohormônios. Estudos fisiológicos e moleculares indicam que o milho e a Arabidopsis possuem vias quase idênticas em relação à
257/1027 biossíntese do ABA e à transdução de sinais. Para uma revisão adicional, ver Finkelstein e Rock ((2002) Abscisic acid biosynthesis and response (Em The Arabidopsis Book, Editors: Somerville and Meyerowitz (American Society of Plant Biologists, Rockville, MD).
[0317] Isto implica potencialmente G155, G224,
G344, G478, G905, G916, G1033, G1108, G1420, G1493, G1535,
G1753, G1816, G2111, G2661, G2763, G2776, G2839, G2854,
G2898 e fatores de transcrição relacionados na sinalização de hormônios com base no fenótipo de sensibilização do açúcar sacarose de linhagens transgênicas que superexpressam estes polipeptídeos.
Por outro lado, o tratamento com a sacarose utilizado nestes experimentos (9,5% em p/v) poderia ser também um estresse osmótico.
Portanto, estes dados poderiam ser interpretados como uma indicação de que estas linhagens transgênicas de superexpressão são mais tolerantes ao estresse osmótico.
Entretanto, é bem sabido que as respostas da planta ao ABA, ao estresse osmótico e a outros podem estar ligadas e estes tratamentos diferentes podem ainda atuar de forma sinérgica para aumentar o grau de uma resposta. Por exemplo, Xiong,
Ishitani e Zhu ((1999) Plant Physiol.
119:
205-212) mostraram que estudos genéticos e moleculares podem ser utilizados para mostrar a interação extensa entre o estresse osmótico, o estresse à temperatura e as respostas ao ABA nas plantas. Estes investigadores analisaram a expressão de RD29A-LUC em resposta a vários regimes de tratamento em Arabidopsis. O promotor RD29A contém tanto o elemento de resposta ao ABA quanto o de resposta à desidratação - também denominado de repetição C - e pode
258/1027 ser ativado através do estresse osmótico, do tratamento a baixas temperaturas com o ABA; a transcrição do gene RD29A em resposta aos estresses osmótico e frio é mediada por vias tanto dependentes do ABA quanto independentes do ABA (Xiong, Ishitani e Zhu (1999) supra). LUC se refere à sequência codificadora da luciferase do vagalume, que, neste caso, foi controlada pelo promotor RD29A de resposta ao estresse. Os resultados revelaram tanto interações positivas quanto negativas, dependendo da natureza e da duração dos tratamentos. Foi descoberto que o estresse a baixas temperaturas prejudica a sinalização osmótica, mas o estresse moderado ao calor aumenta enormemente a indução ao estresse osmótico, atuando assim de forma sinérgica com as vias de sinalização osmótica. Neste estudo, os autores relataram que o estresse osmótico e o ABA poderiam atuar de forma sinérgica mostrando que os tratamentos induzem simultaneamente a expressão do transgene e do gene endógeno. Resultados similares foram relatados por Bostock e Quatrano ((1992) Plant Physiol. 98: 1356-1363), que descobriram que o estresse osmótico e o ABA atuam de forma sinérgica e induzem a expressão do gene Em do milho. Ishitani e outros (1997) Plant Cell 9: 1935-1949) isolaram um grupo de mutações em genes isolados de Arabidopsis que conferem maiores respostas tanto ao estresse osmótico quanto ao ABA. A natureza da recuperação destes mutantes do tratamento com estresse osmótico e com o ABA indicou que, embora haja vias de sinalização separadas para o estresse osmótico e para o ABA, as vias compartilham um número de componentes; estes componentes comuns podem mediar interações sinérgicas entre o estresse osmótico e o ABA.
259/1027
Assim, ao contrário da crença mantida anteriormente de que as vias de sinalização de estresse dependentes do ABA e independentes do ABA atuam de uma maneira paralela, os presentes dados revelam que estas vias interagem e convergem para ativar a expressão gênica ao estresse.
[0318] Devido ao fato de que os açúcares são moléculas sinalizadoras importantes, a capacidade de controlar a concentração de um açúcar sinalizador ou de como a planta percebe e responde a um açúcar poderia ser utilizada para controlar o desenvolvimento, a fisiologia ou o metabolismo da planta. Por exemplo, foi mostrado que o fluxo de sacarose (um açúcar dissacarídeo utilizado para o transporte sistêmico de carbono e para a energia na maior parte das plantas) afeta a expressão gênica e altera o acúmulo de compostos de armazenamento nas sementes. A manipulação da via de sinalização da sacarose nas sementes pode, portanto, fazer com que as sementes tenham mais proteína, óleo ou carboidrato, dependendo do tipo de manipulação. Similarmente, nos tubérculos, a sacarose é convertida em amido que é utilizado como um armazenamento de energia. Acredita-se que as vias de sinalização de açúcares podem determinar parcialmente os níveis de amido sintetizado nos tubérculos. A manipulação da sinalização de açúcares nos tubérculos poderia levar a tubérculos com maior conteúdo de amido.
[0319] Assim, os genes de fatores de transcrição divulgados aqui que manipulam a via de transdução de sinal dos açúcares pode levar à expressão gênica alterada para produzir plantas com características desejáveis. Em particular, a manipulação das vias de transdução dos
260/1027 açúcares poderia ser utilizada para alterar as relações fonte-escoadouro nas sementes, nos tubérculos e outros órgãos de armazenamento levando a um aumento no rendimento.
[0320] Regulador do crescimento: equilíbrio de carbono e de nitrogênio. Um número de linhagens que superexpressam os fatores de transcrição, incluindo G153, G200, G581, G707, G916, G1013, G1150, G1274, G1483, G1535,
G1816, G1988, G2239, G2604, G2830, G2913 e G2981, pode ser utilizado para produzir plantas com sensibilidade alterada ao C/N. Estas plantas podem ser utilizadas, por exemplo, para produzir menos antocianina em altos níveis de sacarose mais glutamina, indicando que estes genes podem ser utilizados para modificar a condição de carbono e de nitrogênio e consequentemente assimilar a divisão de compartimentos (assimilar com divisão de compartimentos se refere à maneira em que um elemento essencial, tal como, o nitrogênio é distribuído entre conjuntos diferentes dentro de uma planta, geralmente em uma forma reduzida, com a finalidade de transportar para vários tecidos).
[0321] Tempo de florescência: florescência precoce e tardia. Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui que aceleram a florescência, que incluem G129, G131,
G135, G136, G137, G138, G140,
G155, G172, G200, G246, G416,
G1037, G1142, G1538, G1797,
G2071, G2129, G2142, G2184,
G2628, G2633, G2639, G2650,
G2805, G2832, G2967, G2992,
G3061 e G3086, poderiam ter
G142, G145, G146, G148, G153,
G485, G549, G600, G627, G1011,
G1798 , G1823, G1 825, G1988,
G2311 , G2372, G2 443, G2515,
G2754 , G2777, G2 779, G2802,
G3002 , G3032, G3 044, G3060,
aplicações valiosas em tais programas, uma vez que permitem tempos de geração muito
261/1027 mais rápidos. Em um número de espécies, por exemplo, brócolis, couve-flor, em que as partes reprodutivas das plantas constituem a planta de cultivo e os tecidos vegetativos sao descartados, seria vantajoso acelerar o tempo até a florescência. A aceleração da florescência poderia encurtar os programas de plantas de cultivo e de cruzamentos arbóreos. Adicionalmente, em alguns casos, um tempo de geraçao mais rápido permitiria que colheitas adicionais de uma planta de cultivo fossem feitas dentro de uma certa estaçao de cultivo. Já foi mostrado que um número de genes de Arabidopsis acelera a florescência quando constitutivamente expressos. Estes incluem LEAFY,
APETALA1 e CONSTANS (Mandel e outros (1995) Nature
377:
522-524;
Weigel e Nilsson (1995) Nature 377: 495-500;
Simon e outros [0322]
Através da regulaçao da expressao da florescência potencial utilizando promotores que podem ser induzidos, a florescência poderia ser ativada através da aplicaçao de um indutor químico.
Isto permitiria que florescência fosse sincronizada ao longo de uma planta de cultivo e facilitaria uma colheita mais eficiente. Tais sistemas que podem ser induzidos poderiam também ser utilizados para ajustar a florescência de variedades de plantas de cultivo em latitudes diferentes. No momento, espécies tais como a soja e o algodao estao disponíveis como uma série de grupos de maturidade que sao adequados para latitudes diferentes com base em seu tempo de florescência (que é controlado pelo período de tempo do dia). Um sistema em que a florescência poderia ser controlada quimicamente permitiria que um único grupo de
262/1027 maturidade de rendimento do norte fosse cultivado em qualquer latitude. Nas regiões do sul, tais plantas poderiam ser cultivadas durante períodos mais longos antes que a florescência fosse induzida, aumentando assim os rendimentos. Nas áreas mais ao norte, a indução poderia ser utilizada para garantir que a planta de cultivo floresceria antes dos primeiros congelamentos do inverno.
[0323] Em um número considerável de espécies, por exemplo, plantas de cultivo radiculares, em que as partes vegetativas das plantas constituem a planta de cultivo e os tecidos reprodutivos são descartados, é vantajoso identificar e incorporar genes de fatores de transcrição que retardam ou previnem a florescência com a finalidade de prevenir que os recursos sejam desviados para o desenvolvimento reprodutivo. Por exemplo, foi mostrado que G2, G15, G47, G173, G309, G319, G324, G372, G380, G434,
G485, G905, G571, G581, G624, G707, G738, G1150, G744, G752, G839, G852, G1361,
G1113, G1136, G1142, G1276, G1357,
G1446, G1451, G1452, G1468, G1474, G1493, G1549, G1554,
G1863, G1945, G1983, G1998, G1999, G2106, G2146, G2207,
G2251, G2269, G2319, G2334, G2432, G2559, G2604, G2694,
G2723, G2741, G2743, G2763, G2771, G2802, G2838, G2846,
G2964, G2979, G2993, G2998, G3003, G3021, G3060 e G3111
retardam o tempo de florescência nas plantas. A extensão do desenvolvimento vegetativo com os genes de fatores de transcrição divulgados aqui poderia assim causar grandes aumentos nos rendimentos. A prevenção da florescência pode auxiliar a maximizar os rendimentos vegetativos e prevenir o escape de pólen de organismos modificados geneticamente (GMO).
263/1027 [0324] Os fatores de transcrição divulgados aqui que estendem o tempo de florescência possuem utilidade na engenharia de plantas com flores que duram mais para a indústria da horticultura e para estender o tempo em que a planta fica fértil.
Estrutura floral e inflorescência alteradas: rosetas aéreas, arquitetura, ramificação, internodos curtos, flores terminais e alteração de fase.
[ 0325] Os fatores de transcrição transgênicos
divulgados aqui, tais como G15, G129, G131 , G133, G134,
G135, G140, G446, G549, G550, G651 , G730, G846, G1011,
G1013, G1100, G1128, G1274, G1420, G1539, G1549, G1591,
G1796, G1797, G1798, G1825, G1995, G2226, G2372, G2455,
G2457, G2515, G2575, G2579, G2616, G2617, G2639, G2640,
G2649, G2694, G2743, G2768, G2826, G2838, G2839, G2859,
G2884, G2979, G2983 e G3094 foram utilizados para criar
plantas com flores maiores ou arranjos de flores que são distintos dos cultivares do tipo selvagem ou nãotransformados. Isto provavelmente teria o maior valor para a indústria da horticultura ornamental, em que flores maiores ou configurações florais interessantes são geralmente preferidas e comandam os preços mais altos.
[0326] A estrutura floral pode ter efeitos vantajosos ou deletérios sobre a fertilidade e poderia ser utilizada, por exemplo, para diminuir a fertilidade através da ausência, da redução ou da seleção de componentes reprodutivos. Na verdade, foi mostrado que as plantas que superexpressam um número considerável dos genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G15, G549, G651, G846, G1100, G1798, G2372, G2579, G2616, G2639, G2640,
264/1027
G2649, G2768 e G2884, possuem uma fertilidade reduzida comparada com a das plantas de controle. Estas poderiam ser características desejáveis, uma vez que a baixa fertilidade poderia ser explorada para prevenir ou minimizar o escape do pólen de organismos geneticamente modificados (GMOs) para o ambiente.
[0327] As alterações na arquitetura dos brotos observadas nas linhagens em que a expressão de G47, G446, G2571, G2146, G2571, G2694, G2784 ou G2859, por exemplo, foi modificada indica que estes genes podem ser utilizados para manipular os padrões de ramificação da inflorescência. Isto poderia influenciar o rendimento e oferecer o potencial para técnicas de colheita mais eficientes. Por exemplo, uma mutação de autopoda do tomate resulta em um padrão de crescimento determinado e facilita a colheita mecânica (Pnueli e outros (2001) Plant Cell 13(12): 2687702).
[0328] Embora a fertilidade de plantas que superexpressam algumas das linhagens em que os níveis de expressão dos presentes fatores de transcrição (por exemplo, G2579) eram muito fracos, as síliquas destas plantas pareciam crescer muito mais extensamente em muitos exemplos, indicação de que estes genes pode ser produtores de efeitos partenocárpicos (desenvolvimento do fruto na ausência de um conjunto de sementes) e podem ter utilidade na produção de frutos sem sementes.
[0329] Uma aplicação interessante para a manipulação da estrutura floral, por exemplo, através de fatores de transcrição introduzidos poderia ser na maior produção de flores ou partes florais comestíveis, incluindo
265/1027 o açafrão, que é derivado dos estigmas Crocus sativus.
[0330] Um número dos fatores de transcrição divulgados aqui pode afetar a sincronia de alterações de fases nas plantas (por exemplo, G370, G1985, G1995, G2826 e G2838). Uma vez que a sincronia ou as alterações de fases geralmente afetam o tamanho eventual de uma planta, estes genes podem provar ser benéficos através do fornecimento de meios para aumentar o rendimento e a biomassa.
Desenvolvimento e morfologia gerais: meristema dos brotos e padrões de ramificação.
[0331] Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui, quando introduzidos nas plantas, podem ser utilizados para modificar os padrões de ramificação (por exemplo, através do nocaute de G438 e da superexpressão de G916, G1585, G1957, G2636, G2650 e G2885), por exemplo, causando bifurcações de caules nos brotos em desenvolvimento em que os meristemas dos brotos se dividem para formar dois ou três brotos separados. Estes fatores de transcrição e seus equivalentes funcionais podem ser utilizados assim para manipular a ramificação. Isto forneceria uma aparência exclusiva, que pode ser desejável nas aplicações ornamentais e pode ser utilizada para modificar a ramificação lateral para uso na indústria florestal. Uma redução na formação de ramificações laterais poderia reduzir a formação de nós. De forma inversa, o aumento do número de ramificações laterais poderia fornecer utilidade quando uma planta for utilizada como um visor ou proteção contra o vento. Os fatores de transcrição que fazem com que os brotos primários fiquem torcidos em cada nó de co-florescência (por exemplo, G47) podem ser
266/1027 utilizados para manipular a estrutura da planta e fornecer uma aparência ornamental exclusiva.
Desenvolvimento e morfologia gerais: dominância
apical:
[0332] A expressão modificada dos fatores de
transcrição divulgados aqui (por exemplo, G47 e seus
equivalentes) que reduz a dominância apical poderia ser
utilizada na horticultura ornamental, por exemplo, para
modificar a arquitetura da planta, por exemplo, para
produzir uma estatura menor de maior aparência de arbusto que a do tipo selvagem. A última forma possui utilidade ornamental assim como fornece maior resistência a confinamento.
Desenvolvimento e morfologia: tricomas.
[0333] Vários dos genes de fatores de transcrição divulgados aqui foram utilizados para modificar o número, a densidade de tricomas, a morte celular dos tricomas ou a quantidade de produtos de tricomas obtida pelas plantas. Estes incluem G370, G1452, G1539, G1816, G1995, G2085, G2718, G2826, G2838 e G2983. Na maioria dos casos em que é impossível engenheirar as vias metabólicas, o aumento na densidade ou no tamanho dos tricomas nas folhas pode ser a única maneira de aumentar a produtividade da planta. Assim, aumentando a densidade, o tamanho ou o tipo de tricomas, os genes que afetam os tricomas e seus homólogos teriam utilidades importantes nas práticas de plantio molecular e de aumento no rendimento de fibras do algodão.
[0334] Se os efeitos sobre a padronização dos tricomas refletirem uma alteração geral nos processos heterocrônicos, os fatores de transcrição que afetam os
267/1027 tricomas ou seus homólogos podem ser utilizados para modificar a forma em que os meristemas e/ou as células se desenvolvem durante fases diferentes do ciclo de vida da planta. Em particular, a alteração da sincronia das alterações de fases poderia produzir efeitos positivos sobre o rendimento e a produção de biomassa.
Desenvolvimento e morfologia gerais: morfologia dos caules e estrutura alterada dos tecidos vasculares.
[0335] As plantas em que a expressão do gene do fator de transcrição que modifica a morfologia do caule ou o teor de lignina é modificada podem ser utilizadas para afetar a arquitetura global da planta e a distribuição de células de fibras lignificadas dentro do caule.
[0336] A modulação do teor de lignina poderia permitir que a qualidade da madeira utilizada para móveis ou construção fosse maior. A lignina é rica em energia; o aumento da composição da lignina poderia, portanto, ser valioso no aumento do conteúdo de energia da madeira utilizada para combustível. De forma inversa, as indústrias de pasta e de papel buscam madeira com um teor reduzido de lignina. Atualmente, a lignina tem que ser removida em um processo oneroso que envolve o uso de muitos reagentes químicos poluentes. Consequentemente, a lignina é uma barreira grave para a produção eficiente de pasta e de papel (Tzfira e outros (1998) TIBTECH 16: 439-446; Robinson (1999) Nature Biotechnology 17: 27-30). Em adição às aplicações da biotecnologia para as florestas, a alteração do teor de lignina através da expressão ou da repressão seletiva de fatores de transcrição nos frutos e nos vegetais poderia melhorar a sua propriedade de sabor.
268/1027 [0337] Os fatores de transcrição que modificam a estrutura do caule, incluindo G47 e seus equivalentes, podem ser utilizados para atingir a redução do desenvolvimento de brotos de ordem superior, resultanto na modificação significativa da arquitetura da planta. A superexpressão dos genes que codificam estes fatores de transcrição em plantas para madeireiras poderia resultar em árvores que não possuem ramos laterais e possuem menos nós na madeira. A alteração dos padrões de ramificação poderia ainda ter aplicações entre as plantas de cultivo ornamentais e agrícolas. Por exemplo, poderia haver aplicações em qualquer espécie em que os brotos secundários tivessem atualmente que ser removidos manualmente ou em que alterações no padrão de ramificação pudessem aumentar o rendimento ou facilitar uma colheita mais eficiente.
Desenvolvimento e morfologia gerais: desenvolvimento alterado das raízes.
[0338] Através da modificação da estrutura ou do desenvolvimento de raízes através da modificação dos níveis de expressão de um ou mais genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G651, G730, G1816, G2655, G2718, G2747, G2983, G2992, G2993 e seus equivalentes, podem ser produzidas plantas que possuem a capacidade de se desenvolver em solos de outra maneira improdutivos. Por exemplo, as raízes da uva que se estendem adicionalmente em solos rochosos forneceriam maior ancoragem, maior cobertura com maior ramificação ou poderiam permanecer viáveis em solos alagados, aumentando assim a faixa de plantio eficiente da planta de cultivo e/ou aumentando o rendimento e a sobrevivência. Pode ser vantajoso manipular uma planta
269/1027 para produzir raízes curtas, como quando um solo em que a planta será cultivada é ocasionalmente inundado ou quando fungos patogênicos ou nematódeos causadores de doenças são prevalecentes.
[0339] Em adição, os fatores de transcrição divulgados aqui incluindo G1816, G2718, G2983 e seus equivalentes, podem ser utilizados para aumentar a densidade de pêlos radiculares e assim aumentar a tolerância a estresses abióticos, melhorando dessa forma o rendimento e a qualidade.
Desenvolvimento_____e_____morfologia :______cotilédone, hipocotilédone.
[0340] Os fenótipos morfológicos exibidos por plantas que superexpressam vários dos genes de fatores de transcrição na Tabela 6 indicam que estes genes, incluindo aqueles que produzem cotilédones (por exemplo, G916, G1420, G1893, G2432, G2636, G2859 e G3059) e hipocotilédones (G807, G916, G1510, G1988, G2771, G2859, G2884, G2993) alterados, podem ser utilizados para manipular respostas à luz tal como, o impedimento à sombra. Como estes genes também alteram a arquitetura da planta, podem encontrar uso na indústria da horticultura ornamental.
Desenvolvimento e morfologia: taxa de desenvolvimento, de amadurecimento e de germinação das sementes.
[0341] Foi mostrado que um número de genes de fatores de transcrição divulgados aqui (por exemplo, G961) modifica a taxa de desenvolvimento e de germinação das sementes, incluindo quando as sementes estão em condições normalmente desfavoráveis para a germinação (por exemplo, estresse ao frio, ao calor ou ao sal ou na presença do ABA)
270/1027 e pode, junto com os equivalentes funcionais, ser assim utilizados para modificar e melhorar as taxas de germinação sob condições adversas.
Taxa de crescimento e desenvolvimento: crescimento rápido.
[0342] Um número de genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G807, G1476 e G2617, poderia ser utilizado para acelerar o crescimento das plantas jovens partindo de semente e dessa forma permitir que uma planta de cultivo se torne estabelecida mais rapidamente. Isto minimizaria a exposição às condições de estresse nos estágios iniciais de crescimento quando as plantas são mais sensíveis. Adicionalmente, isto pode permitir que uma planta de cultivo cresça mais rápido que as espécies daninhas competidoras.
[0343] Foi também mostrado que um número destes fatores de transcrição aumenta a taxa de crescimento de plantas maduras até uma extensão significativa, incluindo o crescimento e o desenvolvimento mais rápidos de órgãos reprodutivos. Isto fornece utilidade para regiões com estações curtas de cultivo. A aceleração do crescimento da planta também melhoraria o rendimento inicial ou aumentaria a biomassa em um estágio mais precoce, quando tal é desejável (por exemplo, na produção de plantas de cultivo vegetais ou produtos para florestas).
Desenvolvimento e morfologia gerais: taxa lenta de crescimento.
[0344] Foi mostrado que um número de genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G652, G1013, G1100, G1468, G1535, G1549, G1779, G1938, G2765,
271/1027
G2784, G2826, G2834, G2851, G3091 e G3095, possui efeitos significativos sobre o retardo da taxa de crescimento e do desenvolvinto da planta. Estas observações incluíram, por exemplo, o crescimento e o desenvolvimento retardados de órgãos reprodutivos. As plantas de crescimento lento podem ser altamente desejáveis para os horticultores ornamentais, para o fornecimento de plantas domésticas que exibem pouca alteração em sua aparência ao longo do tempo ou plantas externas para as quais o crescimeno do tipo selvagem ou rápido é indesejável (por exemplo, palmeiras ornamentais). O crescimento lento pode fornecer ainda um período de frutificação prolongado, estendendo assim a estação de colheita, particularmente em regiões com estações de cultivo longas. O crescimento lento poderia também fornecer um período prolongado em que o pólen fica disponível para uma melhor autofertilização ou fertilização cruzada ou fertilização cruzada de cultivares que normalmente florescem ao longo de períodos de tempo não-sobrepostos. O último aspecto pode ser particularmente útil para plantas que compreendem dois ou mais cultivares distintos enxertados (por exemplo, árvores frutíferas) com períodos de florescência normalmente não-sobrepostos.
Desenvolvimento e morfologia gerais: senescência.
[0345] Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui podem ser utilizados para alterar as respostas de senescência nas plantas.
Embora se acredite que a senescência folhar seja uma adaptação evolutiva para reciclar nutrientes, a capacidade de controlar a senescência em uma unidade agrícola possui valor significativo. Por exemplo, um retardo na senescência
272/1027 folhar em alguns híbridos do milho está associado com um aumento significativo nos rendimentos e um retardo de alguns dias na senescência de plantas de soja pode ter um grande impacto sobre o rendimento. Em uma unidade experimental, plantas de tabaco engenheiradas para inibir a senescência folhar tinham um tempo de vida fotossintética maior e produziam um aumento de 50% no peso seco e no rendimento de sementes (Gan and Amasino (1995) Science 270: 1986-1988). A senescência floral retardada causada pelo nocaute de G652 ou pela superexpressão de G571, G2536, por exemplo, pode gerar plantas que mantêm suas florações mais tempo e isso pode ter interesse potencial para a indústria de horticultura ornamental e a senescência folhar e de fruto retardada poderia aumentar o tempo de prateleira póscolheita do produto.
[0346] A senescência prematura causada, por exemplo, por G652, G1033, G1128, G1772, G2467, G2574, G2783, G2907, G3059, G3111 e seus equivalentes pode ser utilizada para aumentar a resposta de uma planta a doenças e ao amadurecimento acelerado dos frutos.
Taxa de crescimento e desenvolvimento: letalidade e necrose.
[0347] A superexpressão de fatores de transcrição, por exemplo, G12, G366, G1384, G1556, G1840, G1832, G1840, G1850, G1957, G1990, G2213, G2298, G2505, G2570, G2587, G2869, G2887 e de seus equivalentes que possuem uma função na regulação da morte celular pode ser utilizada para induzir a letalidade em tecidos específicos ou a necrose em resposta ao ataque de agentes patogênicos. Por exemplo, se um gene do fator de transcrição que induz a letalidade ou a
273/1027 necrose estivesse especificamente ativo nos gametas (por exemplo, G846), nos embriões (por exemplo, nocautes de
G374) ou nos órgãos reprodutivos, sua expressão nestes tecidos levaria ao desgaste e subsequente esterilidade dos machos e das fêmeas. Alternativamente, sob a expressão regulada por agentes patogênicos, um fator de transcrição indutor da necrose pode restringir o espalhamento de uma infecção por agente patogênico ao longo de uma planta.
Tamanho da planta: plantas grandes e maior biomassa.
[0348] Foi mostrado que as plantas que superexpressam G46,
G268, G287, G314, G319, G324, G438,
G624, G852, G1113,
G1150, G1451, G1468, G2334,
G2536,
G2650, G2741 e G2979, por exemplo, são maiores que as de controle. Para algumas plantas ornamentais, a capacidade de fornecer variedades maiores com estes genes ou seus equivalentes pode ser altamente desejável. De forma mais significativa, as espécies de plantas de cultivo que superexpressam estes genes provenientes de espécies diferentes também produziriam rendimentos maiores em cultivares maiores, particularmente aqueles em que a parte vegetativa da planta é comestível.
[0349] A superexpressão destes genes pode conferir maior tolerância aos estresses assim como maior biomassa e a maior biomassa parece estar relacionada com o mecanismo particular de tolerância aos estresses exibido por estes genes. A decisão para que um órgão lateral continue a crescer e a expansão versus a entrada nas fases de desenvolvimento tardias (inibição do crescimento e senescência) são controladas geneticamente e hormonalmente, incluindo a regulação em uma barreira do tamanho do órgão
274/1027 (por exemplo, Mizukami (1001) Curr Opinion Plant Biol 4:
533-39; Mizukami e Fisher (2000) Proc. Natl. Acad. Sci. 97:
942-47; Hu e outros Plant Cell 15: 1591) . O tamanho do
órgão é controlado pela competência meristemática de
células do órgão, com a maior competência meristemática
levando a um maior tamanho de órgãos (tanto folhas quanto
caules) Os hormônios vegetais podem ter impacto sobre o
tamanho dos órgãos, com a superexpressão da via do etileno
levando ao tamanho reduzido dos órgãos. Há ainda sugestões
de que a auxina desempenha uma função determinante no
tamanho dos órgãos. As respostas ao estresse podem ter
impacto sobre os níveis de hormônios nos tecidos vegetais,
incluindo os níveis de ABA e de etileno. Assim, a superexpressão de G1073 parece alterar as aplicações ambientais (por exemplo, estresse) para a barreira do tamanho dos órgãos, aumentando assim o tamanho dos órgãos.
Tamanho da planta: plantas jovens grandes partindo de semente.
[0350] Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui, que produzem plantas jovens grandes partindo de semente podem ser utilizados para produzir plantas de cultivo que se estabelecem mais rapidamente. As plantas jovens grandes partindo de semente são geralmente mais firmes, menos vulneráveis ao estresse e mais capazes de competir com as espécies daninhas. As plantas jovens partindo de semente em que a expressão de algum dos fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G1313, G2679, G2694 e G2838, por exemplo, foi modificada, mostraram possuir cotilédones maiores e/ou eram mais avançadas em relação ao desenvolvimento que as plantas de controle. É
275/1027 provável que o rápido desenvolvimento das plantas jovens partindo de semente tornado possível através da manipulação destes genes ou de seus equivalentes reduza a perda causada por doenças particularmente prevalecentes no estágio de planta jovem partindo de semente (por exemplo, o apodrecimento) e é assim importante para a capacidade de sobrevivência das plantas que germinam no campo ou em ambientes controlados.
Tamanho da planta: plantas anãs.
[0351] Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G131, G136, G253, G309, G370, G386, G549, G550, G600, G651, G652, G707, G738, G811,
G1011, G1100, G1247, G1289, G1340, G1423, G1474, G1483,
G1549, G1554, G1593, G1753, G1772, G1779, G1798, G1938,
G1983, G1993, G2085, G2226, G2227, G2251, G2372, G2375,
G2453, G2456, G2459, G2492, G2515, G2550, G2565, G2574,
G2575, G2579, G2616, G2628, G2640, G2649, G2682, G2702,
G2757, G2783, G2839, G2846, G2847, G2850, G2884, G2934,
G2958, G2979, G2992, G3017, G3059, G3091 e G3111 e seus
equivalentes podem ser utilizados para diminuir a estatura da planta e podem produzir plantas que são mais resistentes a danos causados pelo vento e pela chuva, possuem maior resistência ao confinamento ou mais resistentes ao calor ou a baixa umidade ou ao déficit hídrico. As plantas anãs possuem ainda interesse significativo para a indústria de horticultura ornamental e particularmente para aplicações de jardins residenciais para as quais a disponibilidade de espaço pode ser limitada.
Taxa de crescimento e desenvolvimento: Proliferação e diferenciação celular.
276/1027 [0352] Os fatores de transcrição podem ser utilizados para regular a proliferação e/ou a diferenciação celular em plantas. O controle destes processos poderia ter aplicações valiosas em sistemas de transformação de plantas, de cultura de células ou de micropropagação, assim como no controle da proliferação de tecidos ou tipos celulares particulares úteis. Os fatores de transcrição que induzem a proliferação de células não-diferenciadas, tais como G1539, G1585, G1591, G2885 e G2983, podem ser ligados de forma operacional a um promotor que pode ser induzido para promover a formação de calos que podem ser utilizados para a transformação ou para a produção de culturas de células em suspensão.
Os fatores de transcrição que promovem a diferenciação de brotos partindo de calos são atualmente problemáticos.
Em adição, os fatores de transcrição que regulam a diferenciação de tecidos específicos poderiam ser utilizados para aumentar proporção destes tecidos em uma planta. Os fatores de transcrição podem promover a diferenciação do tecido do carpelo e estes genes poderiam ser aplicados em espécies comerciais para induzir a formação de maiores números de carpelos ou frutos. Poderia haver uma aplicação particular no açafrão, um dos temperos mais onerosos do mundo. Os filamentos de açafrão ou fios, são na realidade estigmas secos da flor do açafrão, Crocus sativus Linneaus. Cada flor contém somente três estigmas e mais de 75.000 destas flores são necessários para produzir apenas 453 gramas (uma libra) de filamentos de açafrão. Um aumento no número de carpelos aumentaria a quantidade de tecido estigmático e aumentaria o rendimento.
277/1027
Taxa de crescimento e desenvolvimento: expansão celular.
[0353] O crescimento da planta resulta de uma combinaçao de divisao celular e expansao celular. Os fatores de transcriçao podem ser úteis na regulaçao da expansao celular. A regulaçao alterada da expansao celular (por exemplo, pelo G521) poderia afetar o comprimento do caule, uma característica agronômica importante. Por exemplo, os cultivares curtos de trigo contribuíram para a Revoluçao Verde, porque as plantas que colocam menos recursos no alongamento do caule distribuem mais recursos no desenvolvimento de sementes e produzem maior rendimento. Estas plantas sao também menos vulneráveis aos danos causados pelo vento e pela chuva. Foi descoberto que estes cultivares têm alterações em sua sensibilidade às giberelinas, hormônios que regulam o alongamento do caule através do controle tanto da expansao celular quanto da divisao celular. A expansao celular alterada nas folhas poderia também produzir formas novas e ornamentais de plantas.
Morfologia folhar: folhas escuras.
[0354] Os componentes que afetam a coloração nas folhas incluem as clorofilas (geralmente verdes), as antocianinas (geralmente de vermelho até azul) e os carotenóides (geralmente de amarelo até vermelho). Os genes de fatores de transcrição que aumentam estes pigmentos nas
folhas, incluindo G30, G253, G309, G7 07, G811, G957, G1100,
G1128, G1327, G1341, G1357, G1389, G1420, g1423, G1452,
G1482, G1510, G1535, G1549, G1554, G1593, G1743, G1792,
G1796, G1846, G1863, G1932, G1938, G1983, G2085, G2146,
278/1027
G2207, G2226, G2251, G2334, G2371, G2372, G2453, G2456,
G2457, G2459, G2550, G2640, G2649, G2661, G2690, G2694,
G2771, G2763, G2784, G2837, G2838, G2846, G2847, G2850,
G2851, G2958, G2993, G3021, G3059, G3091, G3095 e G3111,
podem afetar positivamente o valor de uma planta para a
indústria de horticultura ornamental. As variedades diversificadas, em particular, exibiriam maior contraste.
Outros usos que resultam da superexpressão de genes de fatores de transcrição incluem melhorias no valor nutricional de matérias alimentícias. Por exemplo, a luteína é um agente nutracêutico importante;
as dietas ricas em degeneração luteína mostraram auxiliar na prevenção da macular relacionada com a idade (ARMD), a causa principal da cegueira em pessoas idosas. Foi mostrado em estudos clínicos que o consumo de vegetais com folhas verde escuras reduz o risco da ARMD.
[0355] Níveis maiores de clorofila e de carotenóides poderiam ainda aumentar o rendimento nas plantas de cultivo. A luteína, como outras xantofilas tais como a zeaxantina e a violaxantina, é um componente essencial na proteção da planta contra os efeitos danificadores da luz excessiva. Especificamente, a luteína contribui, diretamente ou indiretamente, para o aumento rápido do decaimento não-fotoquímico em plantas expostas à luz forte. As plantas de cultivo engenheiradas para conter altos níveis de luteína poderiam, portanto, ter maior fotoproteção, levando a menos danos oxidativos e melhor crescimento sob luz forte (por exemplo, durante dias longos de verão ou em altitudes maiores ou latitudes menores que aquelas em que uma planta não-transformada se
279/1027 desenvolvería). Adicionalmente, os níveis elevados de clorofila aumentam a capacidade fotossintética.
[0356] Morfologia folhar: alterações na forma da folha. Os fatores de transcrição divulgados aqui produzem efeitos notáveis e distintos sobre o desenvolvimento e a forma das folhas e incluem G30 e muitos outros (ver a
Tabela 6,
Alteração na forma das folhas).
Em estágios iniciais de crescimento, as plantas jovens partindo de semente transgênicas desenvolveram folhas estreitas apontando para cima com pecíolos longos, indicando possivelmente uma interrupção nos processos controlados pelo relógio circadiano ou nos movimentos nictinásticos. Outros genes de fatores de transcrição podem ser utilizados para alterar a forma das folhas de uma maneira significativa da do tipo selvagem, alguns dos quais encontram uso em aplicações ornamentais.
[0357] Morfologia folhar: tamanho alterado da folha. Folhas grandes, tais como as produzidas nas plantas que superexpressam G268, G324, G438, G852, G1113, G1274,
G1451, G2536, G2699, G2768 e G3008, geralmente aumentam a biomassa da planta. Isto fornece vantagens para as plantas de cultivo em que a parte vegetativa da planta é a parte que pode ser comercializada.
[0358] Morfologia folhar: folhas verde claras e cinzentas. Os genes de fatores de transcrição tais como G351, G600, G651, G1468, G1718, G2565, G2604, G2779, G2859,
G3044 e G3070 que fonecem uma aparência alterada podem afetar positivamente o valor de uma planta para a indústria de horticultura ornamental.
[0359]
Morfologia folhar: folhas brilhosas. Os
280/1027 genes de fatores de transcrição tais como G30, G370 (quando nocauteados), G975, G1792, G2640, G2649 e seus equivalentes que induzem a formação de folhas brilhosas, geralmente o fazem através do aumento do nível de cera epidérmica. Assim, os genes poderiam ser utilizados para engenheirar alterações na composição e na quantidade de componentes da superfície folhar, incluindo as ceras. A capacidade de manipular a composição, a quantidade ou a distribuição da cera poderia modificar a tolerância das plantas à seca a à baixa umidade ou a resistência a insetos ou agentes patogênicos. Adicionalmente, a cera pode ser uma comodidade valiosa em algumas espécies e a alteração de seu acúmulo e/ou composição poderia aumentar o rendimento.
[0360] Morfologia das sementes: coloração alterada das sementes. Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G581, G961, G2085 e G2371, foram utilizados para modificar a coloração das sementes, que, junto com os equivalentes destes genes, poderia fornecer um atrativo adicional para as sementes ou para os produtos das sementes.
[0361] Morfologia das sementes: tamanho e forma alterados da semente. A introdução de genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G151, G581, G2085, G2585 ou G2933, nas plantas que aumentam o tamanho de sementes pode ter um impacto significativo sobre o rendimento e a aparência, particularmente quando o produto for a própria semente (por exemplo, no caso de grãos, legumes, nozes etc.). O tamanho da semente, em adição à integridade, a espessura e a permeabilidade do revestimento da semente, ao teor de água na semente e a um número de
281/1027 outros componentes incluindo antioxidantes e oligossacarídeos, também afeta a longevidade da semente no armazenamento, com as sementes maiores sendo frequentemente mais desejáveis para o armazenamento prolongado.
[0362] Os genes de fatores de transcrição que alteram a forma da semente, incluindo G652, G916, G961 e seus equivalentes podem ter tanto aplicações ornamentais quanto melhorar ou ampliar o atrativo de produtos de sementes.
[0363] Bioquímica das folhas e das sementes. A superexpressão de genes de fatores de transcrição, incluindo G975 e seus equivalentes, que resulta em maior cera na folha poderia ser utilizada para manipular a composição, a quantidade ou a distribuição da cera. Estes fatores de transcrição podem aumentar o rendimento nas plantas e nas plantas de cultivo das quais a cera é um produto valioso. Os genes podem também ser utilizados para modificar a tolerância da planta à seca e/ou à baixa umidade ou a resistência a insetos, assim como a aparência da planta (folhas brilhosas). O efeito da maior deposição de cera nas folhas de uma planta pode aumentar a eficiência de uso da água. A manipulação destes genes pode reduzir o revestimento de cera nas sementes do girassol; esta cera suja o sistema de extração de óleo durante o processamento da semente de girassol para óleo. Para a última finalidade ou qualquer outra em que a redução da cera é valiosa, seria valiosa a supressão anti-sentido ou a co-supressão dos genes de fatores de transcrição de uma maneira específica ao tecido.
[0364] Os prenil lipídeos desempenham uma função na
282/1027 ancoragem de proteínas em membranas ou em organelas membranosas. Assim, a modificação do teor de prenil lipídeos das sementes e folhas poderia afetar a integridade e a função da membrana. Um grupo importante de prenil lipídeos, os tocoferóis, possuem tanto atividade antioxidante quanto de vitamina E. Foi mostrado que os genes de fatores de transcrição (por exemplo, um nocaute de G652) modificam o teor de prenil lipídeos das folhas nas plantas e estes genes e seus equivalentes pode ser assim utilizados para alterar o teor de prenil lipídeos das folhas.
[0365] A superexpressão dos fatores de transcrição resultou em plantas com um teor alterado de açúcares insolúveis na folha. Estes fatores de transcrição e seus equivalentes que alteram a composição da parede celular vegetal possuem várias aplicações potenciais incluindo a alteração da digestibilidade do alimento, da resistência à tensão da planta, da qualidade da madeira, da resistência a agentes patogênicos e na produção de pasta. Em particular, a hemicelulose não é desejável nas pastas para papel por causa de sua falta de resistência comparada com a celulose. Assim, a modulação das quantidades de celulose vs. hemicelulose na parede da célula vegetal é desejável para a indústria de papel/madeira para construção. O aumento do teor de carboidratos insolúveis em vários frutos, vegetais e outros produtos de consumo comestíveis resultará em um maior teor de fibras. O maior teor de fibras não somente forneceria benefícios para a saúde nos produtos alimentícios, mas poderia ainda aumentar a digestibilidade de plantios de forragem. Em adição, o teor de hemicelulose
283/1027 e de pectina dos frutos e das bagas afeta a qualidade de
geléia e de molho produzidos partindo dos mesmos.
Alterações no teor de hemicelulose e de pectina poderiam
resultar em um produto superior para o consumidor.
[0366] Foi mostrado que um número dos genes de
fatores de transcriçã o divulgados aqui pode alterar a
composição de ácidos graxos nas plantas (por exemplo, G975) e sementes e folhas em particular. Esta modificação sugere várias utilidades, incluindo o aumento do valor nutricional de sementes ou de plantas inteiras. Foi mostrado que as proporções de ácidos graxos dietéticos possuem um efeito, por exemplo, sobre a integridade e o remodelamento dos ossos (ver, por exemplo, Weiler (2000) Pediatr. Res. 47:5 692-697). A proporção dos ácidos graxos dietéticos pode alterar os grupos de precursores de ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa que servem como precursores para a síntes e de prostaglandinas. No tecido conjuntivo de mamíferos, as prostaglandinas servem como sinais que regulam o equilíbrio entre a reabsorção e a formação no osso e na cartilagem. Assim as proprorções alteradas de ácidos graxos dietéticos nas sementes podem afetar a etiologia e o resultado da perda óssea.
[0367] Os fatores de transcrição que reduzem os ácidos graxos das folhas, por exemplo, os ácidos graxos 16:3, podem ser utilizados para controlar o desenvolvimento da membrana tilacóide, incluindo o desenvolvimento do proplastídeo em cloroplasto. Os genes que codificam estes fatores de transcrição poderiam assim ser úteis para o controle da transição de plastídeos para cromoplastos nos frutos e nos vegetais. Pode ainda ser desejável alterar a
284/1027 expressão destes genes para prevenir que o cotilédone fique verde em Brassica napus ou B. campestris para evitar um óleo verde causado pelo início do congelamento.
[0368] Os genes de fatores de transcrição que aumentam a produção de ácidos graxos nas folhas, incluindo G975 e seus equivalentes poderiam ser potencialmente utilizados para manipular a composição de sementes, que é muito importante para o valor nutricional e para a obtenção de vários produtos alimentícios. Um número de genes de fatores de transcrição está envolvido na mediação de um aspecto da resposta reguladora à temperatura. Estes genes podem ser utilizados para alterar a expressão das dessaturases que levam à produção de ácidos graxos 18:3 e 16:3, cujo equilíbrio afeta a fluidez da membrana e diminui os danos nas membranas celulares e nas estruturas fotossintéticas a temperaturas altas e baixas.
[0369] A linhagem nocauteada para G652 possuía um aumento que podia ser reproduzido no glicosinolato folhar M39480. É também mostrado um aumento que pode ser reproduzido no alfa-tocoferol das sementes. Um número de glicosinolatos mostrou possuir atividade anticâncer; assim, o aumento dos níveis ou da composição destes compostos através da modificação da expressão de fatores de transcrição (por exemplo, G652), pode ter um efeito benéfico sobre a dieta humana.
[0370] Os glicosinolatos são componentes indesejáveis das sementes oleosas utilizadas na alimentação animal uma vez que produzem efeItos tóxicos. As variedades com baixo teor de glicosinolatos da canola, por exemplo, foram desenvolvidas para combater este problema. Os
285/1027 glicosinolatos fazem parte da defesa natural de uma planta contra os insetos. A modificação da composição ou da quantidade dos glicosinolatos através da introdução de fatores de transcrição que afetam estas características pode, portanto, fornecer maior proteção dos herbívoros. Além disso, em plantas de cultivo comestíveis, promotores específicos ao tecido podem ser utilizados para garantir que estes compostos se acumulam especificamente em tecidos,
tal como, a epiderme, que não é utilizada para consumo.
[0371] Os genes de fatores de transcrição
divulgados atualmente que modificam os níveis de
fitoesteróis nas plantas podem ter pelo menos duas
utilidades. Em primeiro lugar, os fitoester óis são uma
de para a produção fonte importante de precursores hormônios esteróides humanos. Assim, a regulação da expressão ou da atividade dos fatores de transcrição poderia levar a níveis elevados de precursores de esteróides humanos para a semi-síntese de esteróides. Por exemplo, os fatores de transcrição que causam níveis elevados de campesterol em folhas ou sitoesteróis e estigmaesteróis nas plantas de cultivo, seriam úteis para esta finalidade. Os fitoesteróis e seus derivados hidrogenados fitoestanóis também provaram ter propriedades que diminuem o colesterol e os genes de fatores de transcrição que modificam a expressão destes compostos em plantas poderiam assim fornecer vantagens para a saúde.
[0372] A composição das sementes, particularmente em relação às quantidades e/ou à composição de óleos da semente, é muito importante para o valor nutricional e calórico e para a obtenção de vários alimentos e produtos
286/1027 alimentícios. A modificação da expressão dos genes de fatores de transcrição que alteram o teor de óleos das sementes pode ser utilizada para aumentar a estabilidade térmica dos óleos ou para aumentar a qualidade nutricional do óleo das sementes, por exemplo, através da redução do número de calorias na semente diminuindo o teor de óleos ou de ácidos graxos ou aumentando o número de calorias nos alimentos para animais através do aumento do teor de ácidos graxos ou de óleos da semente (por exemplo, através do nocaute de G961, G1451 ou G2830).
[0373] Assim como com os óleos das sementes, a composição das sementes, particularmente em relação às quantidades e/ou à composição das proteínas, é muito importante para o valor nutricional e para a obtenção de vários alimentos e produtos alimentícios. Os genes de fatores de transcrição podem ser utilizados para modificar as concentrações de proteínas nas sementes, que modificaria o teor calórico das sementes ou forneceria benefícios nutricionais e poderiam ser utilizadas para prolongar o armazenamento, aumentar a resistência das sementes a pragas ou doenças ou modificar as taxas de germinação.
[0374] Os prenil lipídeos desempenham uma função na ancoragem das proteínas em membranas ou organelas membranosas. Assim, os genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G652 e equivalentes, que modificam o teor de prenil lipídeos das sementes e das folhas (no caso do G652, quando este gene é nocauteado) poderiam afetar a integridade e a função das membranas. Foi mostrado que os genes de fatores de transcrição modificam a composição de tocoferóis das plantas. O α-tocoferol é mais
287/1027 bem-conhecido como a vitamina E. Os tocoferóis tais como o α- e o γ-tocoferóis possuem ambos atividade antioxidante.
[0375] Resposta à luz/impedimento à sombra: desenvolvimento alterado de cotilédones, hipocotilédones, pecíolos, orientação alterada das folhas, fotomorfogênese constitutiva, fotomorfogênese em pouca luz. Os genes de fatores de transcrição divulgados aqui, incluindo G30; G246; G351, G353; G354; G478, G807, G916, G1013, G1082, G1510, G1988, G2432; G2650; G2694, G2754, G2771, G2859, G2884, G2993, G3032 e seus equivalentes que podem modificar a resposta de uma planta à luz podem ser úteis para a modificação do crescimento ou do desenvolvimento da planta, por exemplo, a fotomorfogênese em luz fraca ou o tempo acelerado de florescência em resposta a várias intensidades, qualidade ou duração da luz à qual uma planta não-transformada não responderia similarmente. Os exemplos de tais respostas que foram demonstrados incluem o número e o arranjo das folhas e surgimentos de brotos florais precoces. A eliminação das respostas ao sombreamento pode levar a densidades maiores de plantio com um aumento subsequente do rendimento. Como estes genes também podem alterar a arquitetura das plantas, podem ser úteis na indústria de horticultura ornamental
Pigmento: maior nível de antocianina em vários órgãos e tecidos vegetais.
[0376] G253, G386, G581, G707, G1482, G2453, G2456, G2459, G2604, G2718 e equivalentes podem ser utilizados para alterar os níveis de antocianina em um ou mais tecidos e dependendo do órgão em que estes genes são expressos podem ser utilizados para alterar a produção de antocianina
288/1027 em várias espécies de plantas. A expressão dos genes de fatores de transcrição divulgados aqui que aumentam a produção de flavonóides nas plantas, incluindo as antocianinas e os taninos condensados, pode ser utilizada para alterar a produção de pigmentos com finalidades de horticultura e possivelmente aumentar a resistência aos estresses. Foi mostrado que um número de flavonóides possui atividade antimicrobiana e poderia ser utilizado para engenheirar resistência a agentes patogênicos. Vários compostos flavonóides possuem efeitos promotores da saúde tais como a inibição do crescimento de tumores, a prevenção da perda óssea e a prevenção da oxidação de lipídeos. Os níveis aumentados de taninos condensados, em legumes de forragem seriam uma característica agronômica importante porque previniriam intumescimento da pastagem através do colapso de espumas de proteínas dentro do rúmen. Para uma revisão sobre as utilidades dos flavonóides e de seus derivados, se referir a Dixon e outros (1999) Trends Plant Sci. 4: 394-400.
Supressão anti-sentido e Co-supressão [0377] Em adição à expressão dos ácidos nucléicos da invenção como ácidos nucléicos para substituição gênica ou para modificação de fenótipos da planta, os ácidos nucléicos também são úteis para a supressão sentido e antisentido da expressão, por exemplo, para regular para menos a expressão de um ácido nucléico da invenção, por exemplo, como um mecanismo adicional para modular o fenótipo da planta. Ou seja, os ácidos nucléicos da invenção ou as subsequências ou sequências anti-sentido dos mesmos, podem ser utilizadas para bloquear a expressão de ácidos
289/1027 nucléicos homólogos que ocorrem naturalmente. Uma variedade de tecnologias senso e anti-sentido é conhecida na técnica, por exemplo, como apresentado em Lichtenstein e Nellen (1997) Antisense Technology: A Practical Approach IRL Press at Oxford University Press, Oxford, Reino Unido. A regulação anti-sentido é também descrita em Crowley e outros (1985) Cell 43: 633-641; Rosenberg e outros (1985) Nature 313: 703-706; Preiss e outros (1985) Nature 313: 2732; Melton (1985) Proc. Natl. Acad. Sci. 82: 144-148; Izant e Weintraub (1985) Science 229: 345-352; e Kim e Wold (1985) Cell 42: 129-138. Métodos adicionais para a regulação anti-sentido são conhecidos na técnica. A regulação anti-sentido tem sido utilizada para reduzir ou inibir a expressão de genes vegetais, por exemplo, na Publicação de Patente Européia No 271988. O RNA antisentido pode ser utilizado para reduzir a expressão gênica para produzir uma alteração fenotípica visível ou bioquímica em uma planta (Smith e outros (1988) Nature, 334: 724-726; Smith e outros (1990) Plant Mol. Biol. 14: 369-379). Em geral, as sequências senso ou anti-sentido são introduzidas em uma célula, em que são opcionalmente amplificadas, por exemplo, através da transcrição. Tais sequências incluem tanto sequências de oligonucleotídeos simples quanto sequências catalíticas tais como as ribozimas.
[0378] Por exemplo, uma redução ou uma eliminação da expressão (isto é, um nocaute) de um fator de transcrição ou de um polipeptídeo homólogo ao fator de transcrição em uma planta transgênica, por exemplo, para modificar uma característica da planta, pode ser obtida
290/1027 através da introdução de uma constructo anti-sentido correspondente ao polipeptídeo de interesse na forma de um cDNA. Para a supressão anti-sentido, o fator de transcrição ou o cDNA homólogo é disposto na orientação inversa (em relação à sequência codificadora) em relação à sequência promotora no vetor de expressão. A sequência introduzida não precisa ser o cDNA ou o gene de comprimento completo e não precisa ser idêntica ao cDNA ou ao gene encontrado no tipo de planta que será transformado. Tipicamente, a sequência anti-sentido precisa apenas ser capaz de se hibridizar com o gene alvo ou com o RNA de interesse. Assim, quando a sequência introduzida tiver um tamanho menor, será necessário um grau maior de homologia com a sequência endógena do fator de transcrição para a supressão anti-sentido eficiente. Embora as sequências anti-sentido de vários comprimentos possam ser utilizadas, preferencialmente, a sequência anti-sentido introduzida no vetor terá pelo menos 30 nucleotídeos de comprimento e uma maior supressão anti-sentido será tipicamente observada à medida que o comprimento da sequência anti-sentido aumenta. Preferencialmente, o comprimento da sequência anti-sentido no vetor será maior que 100 nucleotídeos. A transcrição de uma constructo anti-sentido como descrito resulta na produção de moléculas de RNA que são o complemento inverso de moléculas de mRNA transcritas partindo do gene endógeno do fator de transcrição na célula vegetal.
[0379] A supressão da expressão gênica endógena do fator de transcrição também pode ser conseguida utilizando a interferência do RNA ou RNAi. A RNAi é uma técnica de sileciamento gênico direcionado pós-transcrição que utiliza
291/1027
RNA de filamento duplo (dsRNA) para incitar a degradação do RNA mensageiro (mRNA) contendo a mesma sequência que o dsRNA (Constans, (2002) The Scientist 16:36). Os RNAs interferentes pequenos ou siRNAs são produzidos em pelo menos duas etapas: uma ribonuclease endógena cliva o dsRNA maior em RNAs mais curtos de 21-23 nucleotídeos de comprimento. Os segmentos de siRNA medeiam então a degradação do mRNA (padrão Zamore, (2001) Nature Struct. Biol., 8:746-50). A RNAi tem sido utilizada para a determinação da função gênica de uma maneira similar à dos oligonucleotídeos anti-sentido (Constans, (2002) The Scientist 16:36). Os vetores de expressão que expressam continuamente os siRNAs transfectados transitoriamente e estavelmente foram engenheirados para expressar pequenos
RNAs em grampo de cabelo (shRNAs) que são processados in vivo em moléculas similares aos siRNAs capazes de realizar o silenciamento específico ao gene (Brummelkamp e outros, (2002) Science 296:550-553 e Paddison e outros (2002) Genes & Dev. 16:948-958). O silenciamento gênico póstranscricinoal através do RNA de filamento duplo é discutido em detalhes adicionais por Hammond e outros (2001) Nature Rev Gen 2: 110-119, Fire e outros (1998) Nature 391: 806-811 e Timmons e Fire (1998) Nature 395: 854. Os vetores em que o RNA codificado por um cDNA de fator de transcrição ou homólogo do fator de transcrição é superexpresso, podem ser também utilizados para a obtenção da co-supressão de um gene endógeno correspondente, por exemplo, da maneira descrita na Patente U.S. N- 5.231.020 a Jorgensen. Tal co-supressão (também denominada de supressão senso) não requer que o cDNA do fator de transcrição
292/1027 inteiro seja introduzido nas células vegetais, nem requer que a sequência introduzida seja exatamente idêntica ao gene endógeno do fator de transcrição de interesse. Entretanto, como com a supressão anti-sentido, a eficiência supressora será aumentada à medida que a especificidade de hibridização é aumentada, por exemplo, quando a sequência introduzida é alongada e/ou quando a similaridade de sequência entre a sequência introduzida e o gene endógeno do fator de transcrição é maior.
[0380] Os vetores que expressam uma forma que não pode ser traduzida do mRNA do fator de transcrição, por exemplo, sequências que compreendem um ou mais códons de término (ou mutação sem sentido) podem também ser utilizados para suprimir a expressão de um fator de transcrição endógeno, reduzindo ou eliminando assim a sua atividade e modificando uma ou mais características. Os métodos para a produção de tais constructos são descritos na Patente U.S. N- 5.583.021. Preferencialmente, tais constructos são produzidos através da introdução de um códon de término prematuro no gene do fator de transcrição. Alternativamente, uma característica da planta pode ser modificada através do silenciamento gênico utilizando RNA de filamento duplo (Sharp (1999) Genes and Development 13: 139-141). Um outro método para inibir a expressão de um gene é através da mutagênese de inserção utilizando o T-DNA de Agrobacterium tumefaciens. Após gerar mutantes de inserção, os mutantes podem ser selecionados para identificar aqueles que contêm a inserção em um fator de transcrição ou em um gene homólogo do fator de transcrição. As plantas contendo um único evento de inserção de
293/1027 transgene no gene desejado podem ser cruzadas para gerar plantas homozigotas para a mutação. Tais métodos são bemconhecidos pelos versados na técnica (Ver, por exemplo,
Koncz e outros (1992) Methods in Arabidopsis Research,
World Scientific Publishing Co. Pte. Ltd., River Edge, NJ).
[0381] Alternativamente, o fenótipo de uma planta pode ser alterado através da eliminação de um gene endógeno, tal como, um fator de transcrição ou um homólogo de fator de transcrição, por exemplo, através da recombinação homóloga (Kempin e outros (1997) Nature 389: 802-803).
[0382] Uma característica da planta também pode ser modificada utilizando o sistema Cre-lox (por exemplo, como descrito na Patente U.S. N- 5.658.772) . Um genoma vegetal pode ser modificado para incluir os primeiro e segundo sítios lox que são então colocados em contato com uma recombinase Cre. Se os sítios lox estiverem na mesma orientação, a sequência de DNA intermediária entre os dois sítios é cortada. Se os sítios lox estiverem na orientação oposta, a sequência intermediária é invertida.
[0383] Os polinucleotídeos e os polipeptídeos desta invenção também podem ser expressos em uma planta na ausência de um cassete de expressão através da manipulação da atividade ou do nível de expressão do gene endógeno através de outros meios, tais como, por exemplo, através da expressão de forma ectópica de um gene através da marcação de atividade do T-DNA (Ichikawa e outros (1997) Nature 390 698-701; Kakimoto e outros (1996) Science 274: 982-985). Este método vincula a transformação de uma planta com um gene marcador contendo vários intensificadores da
294/1027 transcrição e uma vez que a marcação foi inserida no genoma, a expressão de uma sequência codificadora do gene flanqueador fica desregulada. Em um outro exemplo, a maquinaria transcricional em uma planta pode ser modificada de forma que aumente os níveis de transcrição de um polinucleotídeo da invenção (Ver, por exemplo, as Publicações PCT WO 96/06166 e WO 98/53057 que descrevem a modificação da especificidade de ligação ao DNA de proteínas dedo de zinco através da alteração de aminoácidos particulares no motivo de ligação ao DNA).
[0384] A planta transgênica pode ainda incluir a maquinaria necessária para expressar ou alterar a atividade de um polipeptídeo codificado por um gene endógeno, por exemplo, através da alteração do estado de fosforilação para mantê-lo em um estado ativado.
[0385] As plantas transgênicas (ou células vegetais ou explantes vegetais ou tecidos vegetais) que incorporam os polinucleotídeos da invenção e/ou expressam os polipeptídeos da invenção podem ser produzidas através de uma variedade de técnicas bem estabelecidas como descrito anteriormente. Após a construção de um vetor, mais tipicamente um cassete de expressão, incluindo um polinucleotídeo, por exemplo, que codifica um fator de transcrição ou um homólogo do fator de transcrição, da invenção, podem ser utilizadas técnicas padronizadas para introduzir o polinucleotídeo em uma planta, uma célula vegetal, um explante vegetal ou um tecido vegetal de interesse. Opcionalmente, a célula, o explante ou o tecido vegetal pode ser regenerado para produzir uma planta transgênica.
295/1027 [0386] A planta pode ser qualquer planta superior, incluindo plantas gimnospermas, monocotiledôneas e dicotiledôneas. Os protocolos adequados estão disponíveis para Leguminosae (alfalfa, soja, trevo, etc.), Umbelliferae (cenoura, aipo, pastinaga), Cruciferae (repolho, rabanete, semente de colza, brócolis etc.), Curcurbitaceae (melões e pepino), Gramineae (trigo, milho, arroz, cevada, milhete etc.), Solanaceae (batata, tomate, tabaco, pimentas etc.) e várias outras plantas de cultivo. Ver os protocolos descritos em Ammirato e outros, eds., (1984) Handbook of Plant Cell Culture -Crop Species, Macmillan Publ. Co., Nova York, NY; Shimamoto e outros (1989) Nature 338: 274-276; Fromm e outros (1990) Bio/Technol. 8: 833-839; e Vasil e outros (1990) Bio/Technol. 8: 429-434.
[0387] A transformação e a regeneração de células vegetais tanto monocotiledôneas quanto dicotiledônea é agora rotina e a seleção da técnica de transformação mais apropriada será determinada pelo versado. A escolha do método variará com o tipo de planta que será transformada; os versados na técnica reconhecerão a adequabilidade de métodos particulares para certos tipos de plantas. Os métodos adequados podem incluir, mas não estão limitados a: eletroporação de protoplastos vegetais; transformação mediada por lipossomos; transformação mediada por polietileno glicol (PEG); transformação utilizando vírus; microinjeção de células vegetais; bombardeio de microprojéteis de células vegetais; infiltração a vácuo; e transformação mediada por Agrobacterium tumefaciens. Transformação significa a introdução de uma sequência de nucleotídeos em uma planta de forma a causar a expressão
296/1027 estável ou transitória da sequência.
[0388] Os exemplos bem-sucedidos da modificação de características das plantas através da transformação com sequências clonadas que servem para ilustrar o conhecimento atual neste campo de tecnologia e que são incorporados aqui como referência, incluem: as Patentes U.S. N—
5.571.706;
5.677.175;
5.510.471;
5.750.386; 5.597.945;
5.589.615;
5.750.871;
5.268.526;
5.780.708; 5.538.880;
5.773.269;
5.736.369 e
5.610.042.
[0389]
Após a transformação, as plantas são preferencialmente selecionadas utilizando um marcador selecionável dominante incorporado no vetor de transformação.
Tipicamente, tal marcador conferirá resistência a antibióticos ou a herbicidas nas plantas transformadas e a seleção dos transformantes pode ser realizada através da exposição das plantas a concentrações apropriadas do anticorpo ou do herbicida.
[0390] Após as plantas transformadas serem selecionadas e cultivadas até a maturidade, as plantas exibindo uma característica modificada são identificadas. A característica modificada pode ser qualquer uma das características descritas anteriormente. Adicionalmente, a confirmação de que a característica modificada é causada pelas alterações nos níveis ou na atividade de expressão do polipeptídeo ou do polinucleotídeo da invenção pode ser determinada através da análise da expressão do mRNA utilizando Northern blots, RT-PCR ou microensaios ou a expressão de proteínas utilizando imunoblots ou Western blots ou ensaios de modificação no gel.
Sistemas Integrados - Identidade de Sequência
297/1027 [0391] Adicionalmente, a presente invenção pode ser um sistema integrado, um computador ou um meio que pode ser lido pelo computador que compreende um conjunto de instruções para a determinação da identidade de uma ou mais sequências em um banco de dados. Em adição, o conjunto de instruções pode ser utilizado para gerar ou identificar sequências que satisfazem quaisquer critérios especificados. Além disso, o conjunto de instruções pode ser utilizado para associar ou ligar certos benefícios funcionais, tais como características melhoradas, a uma ou mais sequências identificadas.
[0392] Por exemplo, o conjunto de instruções pode incluir, por exemplo, um programa para comparação de sequências ou outro de alinhamento, por exemplo, um programa disponível tal como, por exemplo, o Wisconsin Package Versão 10.0, tal como, BLAST, FASTA, PILEUP, FINDPATTERNS ou similares (GCG, Madison, WI) . Podem ser feitas buscas em bancos de dados de sequências públicos tais como GenBank, EMBL, Swiss-Prot e PIR ou em bancos de dados de sequências privados tal como, o banco de dados de sequências PHYTOSEQ (Incyte Genomics, Palo Alto, CA).
[0393] O alinhamento de sequências para comparação pode ser realizado através do algoritmo de homologia local de Smith e Waterman (1981) Adv. Appl. Math. 2: 482-489, através o algoritmo de alinhamento por homologia de Needleman e Wunsch (1970) J. Mol. Biol. 48: 443-453, através do método de busca por similaridade de Pearson e Lipman (1988) Proc. Natl. Acad. Sci. 85: 2444-2448, através de implementações computadorizadas destes algoritmos. Após o alinhamento, as comparações de sequências entre dois (ou
298/1027 mais) polinucleotídeos ou polipeptídeos são tipicamente realizadas através da comparação de sequências das duas sequências ao longo de uma janela de comparação para identificar e localizar regiões locais de similaridade de sequências. A janela de comparação pode ser um segmento de pelo menos aproximadamente 20 posições contíguas, geralmente aproximadamente 50 até aproximadamente 200, mais geralmente aproximadamente 100 até aproximadamente 150 posições contíguas. Uma descrição do método é fornecida em Ausubel e outros supra.
[0394] Uma variedade de métodos para a determinação das relações entre sequências pode ser utilizada, incluindo o alinhamento manual e o alinhamento e análise de sequências auxiliados por computador. Esta última abordagem é uma abordagem preferida na presente invenção, por causa da maior circulação fornecida pelos métodos auxiliados pelo computador. Como citado anteriormente, uma variedade de programas de computador para a realização do alinhamento de sequências está disponível ou pode ser produzida por um versado.
[0395] Um exemplo de algoritmo que é adequado para a determinação da identidade de sequência e da similaridade de sequência é o algoritmo de BLAST, que é descrito em Altschul e outros (1990) J. Mol. Biol. 215: 403-410. O software para a realização da análise de BLAST está disponível publicamente, por exemplo, através da National Library of Medicine's National Center for Biotechnology Information (ncbi.nlm.nih; ver na world wide web (www) National Institutes of Health website do governo dos EUA (gov)). Este algoritmo envolve primeiro a identificação de
299/1027 pares de sequência de alto escore (HSPs) através da identificação de palavras curtas de comprimento W na sequência de busca, que combinam ou satisfazem algum escore T limite de valor positivo quando alinhadas com uma palavra do mesmo comprimento em uma sequência do banco de dados. T é referido como o limiar do escore da palavra vizinha (Altschul e outros supra). Estes encontros iniciais de palavras vizinhas atuam como sementes para iniciar as buscas para encontrar HSPs mais longas contendo as mesmas. Os encontros de palavras são então estendidos em ambas as direções junto com cada sequência para e até onde o escore do alinhamento cumulativo pode ser aumentado. Os escores cumulativos são calculados utilizando, para sequências de nucleotídeos, os parâmetros M (escore de recompensa para um par de resíduos que combinam; sempre > 0) e N (escore de penalidade para resíduos com pareamento errado; sempre < 0). Para as sequências de aminoácidos, é utilizada uma matriz de escore para calcular o escore cumulativo. A extensão dos encontros de palavras em cada direção é interrompida quando: o escore de alinhamento cumulativo diminui na quantidade X de seu valor máximo atingido; o escore cumulativo vai para zero ou abaixo, por causa do acúmulo de um ou mais alinhamentos de resíduos com escore negativo; ou o final de qualquer uma das sequências é atingido. Os parâmetros dos algoritmos de BLAST W, T e X determinam a sensibilidade e a velocidade do alinhamento. O programa BLASTN (para sequências de nucleotídeos) utiliza como parâmetros preestabelecidos um comprimento de palavras (W) de 11, uma expectativa (E) de 10, uma interrupção de 100, M = 5, N = -4 e uma comparação de ambos os filamentos.
300/1027
Para as sequências de aminoácidos, o programa BLASTP utiliza como parâmetros preestabelecidos um comprimento de palavras (W) de 3, uma expectativa (E) de 10 e a matriz de escore BLOSUM62 (ver Henikoff e Henikoff (1992) Proc. Natl. Acad. Sci. 89: 10915-10919). A não ser que seja indicado de outra forma, identidade de sequência se refere aqui à% de identidade de sequência gerada partindo de um tblastx utilizando a versão de NCBI do algoritmo nos ajustes preestabelecidos utilizando alinhamentos com espaços com o filtro desligado (ver, por exemplo, o website de NIH NLM NCBI em ncbi.nlm.nih, supra).
[0396] Em adição ao cálculo do percentual de identidade de sequência, o algoritmo de BLAST também realiza uma análise estatística da similaridade entre duas sequências (ver, por exemplo, Karlin e Altschul (1993) Proc. Natl. Acad. Sci. 90: 5873-5787). Uma medida de similaridade fornecida pelo algoritmo de BLAST é a probabilidade da menor soma (P(N)), que fornece uma indicação da probabilidade através da qual uma combinação entre duas sequências de nucleotídeos ou de aminoácidos ocorreria ao acaso. Por exemplo, um ácido nucléico é considerado similar a uma sequência de referência (e, portanto, neste contexto, homólogo) se a probabilidade da menor soma em uma comparação do ácido nucléico ao ácido nucléico de referência for menor que aproximadamente 0,1 ou menor que aproximadamente 0,01 e ou ainda menor que aproximadamente 0,001. Um exemplo adicional de um algoritmo de alinhamento de sequência útil é PILEUP. PILEUP cria um alinhamento múltiplo de sequências partindo de um grupo de sequências relacionadas utilizando alinhamentos em pares
301/1027 progressivos. O programa pode alinhar, por exemplo, até 300 sequências de um comprimento máximo de 5.000 letras.
[0397] O sistema ou o computador integrado tipicamente inclui uma interface de entrada do usuário permitindo que um usuário visualize seletivamente um ou mais registros de sequências correspondentes a um ou mais filamentos de caracteres, assim como um conjunto de instruções que alinha o um ou mais filamentos de caracteres um com o outro ou com um filameto de caracteres adicional para identificar uma ou sequência. O sistema pode mais regiões de similaridade de incluir uma ligação de um ou mais filamentos com um fenótipo ou função gênica de caracteres
particular. Tipicamente, o sistema inclui um elemento de
saída que pode ser lido pelo usuário que exibe um
alinhamento produzido pelo conjunto de instruções de
alinhamento.
[0398] Os métodos desta invenção podem ser
implementado s em um ambiente de computador localizado ou
distribuído.
métodos podem
Em um ambiente distribuído, os ser implementados em um único computador compreendendo vários processadores ou em vários computadores. Os computadores podem estar ligados, por exemplo, através de um condutor comum, mas preferencialmente o(s) computador(es) é(são) nós em uma rede. A rede pode ser uma rede generalizada ou uma dedicada local ou de área ampla e, em certas modalidades preferidas, os computadores podem ser componentes de uma intranet ou de uma internet.
[0399] Assim, a invenção fornece métodos para a identificação de uma sequência similar ou homóloga a um ou mais polinucleotídeos como citado aqui ou um ou mais
302/1027 polipeptídeos alvo codificados pelos polinucleotídeos ou citados diferentemente aqui e pode incluir a ligação ou a associação de um certo fenótipo ou função gênica vegetal com uma sequência. Nos métodos, é fornecido um banco de dados de sequências (localmente ou através de uma inter ou intranet) e é feita uma busca contra o banco de dados de sequências utilizando as sequências relevantes contidas aqui e fenótipos ou funções gênicas vegetais associadas.
[0400] Qualquer sequência contida aqui pode ser inserida no banco de dados, antes ou depois da busca no banco de dados. Isto é responsável tanto pela expansão do banco de dados quanto, se feito antes da etapa de busca, pela inserção de sequências de controle no banco de dados. As sequências de controle podem ser detectadas através da busca para garantir a integridade geral tanto do banco de dados quando da busca. Como citado, a busca pode ser realizada utilizando um web browser com base na interface. Por exemplo, o banco de dados pode ser um banco de dados público centralizado tal como, os citados aqui e a busca pode ser feita partindo de um terminal remoto ou de um computador através de uma internet ou intranet.
[0401] Qualquer sequência contida aqui pode ser utilizada para identificar uma sequência similar, homóloga, paráloga ou ortóloga em uma outra planta. Isto fornece meios para a identificação de sequências endógenas em outras plantas que podem ser úteis para alterar uma característica de plantas da progênie, que resulta do cruzamento de duas plantas de linhagens diferentes. Por exemplo, as sequências que codificam um ortólogo de qualquer uma das sequências contidas aqui que ocorrem
303/1027 naturalmente em uma planta com uma característica desejada podem ser identificadas utilizando as sequências divulgadas aqui. A planta é então cruzada com uma segunda planta da mesma espécie, mas que não possui a característica desejada para produzir uma progênie que pode ser então utilizada em experimentos adicionais de cruzamento para produzir a característica desejada na segunda planta. Portanto, a planta da progênie resultante não contém transgenes; a expressão da sequência endógena pode ser ainda regulada através do tratamento com um reagente químico particular ou outros meios, tal como,
EMR. Alguns exemplos de tais compostos bem-conhecidos na técnica incluem: etileno;
citoquininas;
compostos fenólicos, que estimulam a transcrição dos genes necessários para a infecção;
monossacarídeos específicos e ambientes ácidos que potencializam a indução do gene vir; polissacarídeos ácidos que induzem um ou mais genes cromossômicos;
e opinas;
outros mecanismos incluem o tratamento de luz ou de escuridão (para uma revisão de exemplos de tais tratamentos, ver,
Winans (1992) Microbiol. Rev.
:
12-31;
Eyal e outros
Plant Mol. Biol. 19: 589-599;
Chrispeels e outros (2000) Plant Mol. Biol. 42: 279-290;
Piazza e outros (2002) Plant Physiol. 128: 1077-1086).
[0402] A Tabela 7 lista sequências descobertas como sendo ortólogas a um número de fatores de transcrição representativo da presente invenção. Os títulos das colunas incluem os fatores de transcrição listados (a) pela SEQ ID No: da sequência de Arabidopsis que foi utilizada para descobrir a sequência ortóloga sem ser de Arabidopsis; (b) pelo identificador de sequências GID da sequência de
304/1027
Arabidopsis; (c) pelo Número de Acesso do Sequência Identifier ou do GenBank da sequência ortóloga; (d) pelas espécies das quais a sequência ortóloga é derivada; (e) pela SEQ ID No: de sequência não ortóloga de Arabidopsis e (e) pela comparação em pares com a probabilidade da menor soma de cada sequência ortóloga à sequência similar de Arabidopsis determinada através da análise BLAST.
Tabela 7. Ortólogos de Genes de Fatores de Transcrição Representativos de Arabidopsis
SEQ ID N : de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID N Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID N : da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
2 G2 Petunia x hybrida AF132001 1,00E-122
2 G2 Pisum sativum AF325506 1,00E-121
2 G2 Antirrhinum majus AY223518 1,00E-120
2 G2 Malus x domestica AF332215 1,00E-119
2 G2 Lycopersicon esculentum BM412075 1,00E-105
2 G2 Picea abies AF253970 1,00E-103
2 G2 Solanum tuberosum BQ120583 3,00E-98
2 G2 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB649669 1,00E-96
2 G2 Lactuca sativa BU000526 1,00E-93
2 G2 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB624207 5,00E-92
2 G2 Petunia x gi5081555 2,70E-123
305/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
hybrida
2 G2 Pisam sativum gi13173164 1,50E-117
2 G2 Antirrhinum majus gi28894443 8,20E-113
2 G2 Malus x domestica gi21717332 2,00E-111
2 G2 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32483001 6,90E-105
2 G2 Picea abies gi11181610 8,20E-102
2 G2 Hordeum vulgare gi18476518 3,00E-85
2 G2 Zea mays gi2944040 1,00E-84
2 G2 Hyacinthus orientalis gi5360996 1,90E-79
2 G2 Glycine max gi25898745 2,60E-46
3 G12 Glycine max BG045111,1 671
3 G12 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER22720_1 672
3 G12 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER22720_2 673
3 G12 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER272_47 674
3 G12 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER272_51 675
3 G12 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER59385_1 676
3 G12 Glycine max LIB3093-031- Q1-K1-C10 677
3 G12 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER160586_ 1 678
306/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
3 G12 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER76674_1 679
3 G12 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER76674_4 680
3 G12 Oryza sativa OSC102287,C1,p 11,fg 681
3 G12 Oryza sativa OSC15346,C1,p7 1,fg 682
3 G12 Oryza sativa OSC32395,C1,p3 ,fg 683
3 G12 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER88196_1 684
3 G12 Oryza sativa Os_S32369 1557
3 G12 Oryza sativa Os_S80194 1558
3 G12 Glycine max Gma_S5071803 1632
3 G12 Medicago truncatula Mtr_S5349908 1690
3 G12 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 49683 1937
3 G12 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54594 1938
3 G12 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-47313 1939
4 G12 Brassica oleracea BH429963 4,00E-85
4 G12 Gossypium arboreum BQ405872 3,00E-51
4 G12 Medicago truncatula BG648561 2,00E-47
4 G12 Thellungiella halophila BM985484 5,00E-47
4 G12 Brassica napus CD834636 6,00E-46
4 G12 Glycine max BG046836 5,00E-40
307/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
4 G12 Lupinus albus CA526351 1,00E-39
4 G12 Oryza sativa OSJN00057 1,00E-39
4 G12 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK061095 1,00E-39
4 G12 Helianthus argophyllus CF089073 2,00E-39
4 G12 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21740879 8,40E-40
4 G12 Oryza sativa gi5091503 1,30E-38
4 G12 Glycine max gi31324058 2,60E-36
4 G12 Lycopersicon esculentum gi27436378 7,30E-22
4 G12 Zea mays gi21908034 7,30E-22
4 G12 Catharanthus roseus gi8980313 3,40E-20
4 G12 Stylosanthes hamata gi4099921 4,80E-19
4 G12 Fagus sylvatica gi18496063 2,70E-18
4 G12 Hordeum vulgare gi27960757 8,40E-18
4 G12 Nicotiana tabacum gi10798644 9,30E-18
6 G15 Brassica napus BD274518 1,0e-999
6 G15 Glycine max AX555216 1,00E-131
6 G15 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106306 1,00E-116
308/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
6 G15 Oryza sativa AX555220 1,00E-116
6 G15 Nuphar advena CD475882 1,00E-91
6 G15 Zea mays AY109146 5,00E-89
6 G15 Brassica oleracea BZ056530 1,00E-88
6 G15 Physcomitrella patens subesp. patens BJ188928 3,00E-84
6 G15 Lactuca sativa BQ864461 1,00E-76
6 G15 Triticum aestivum BJ312281 6,00E-73
6 G15 Glycine max gi25898745 1,50E-132
6 G15 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28201307 1,70E-122
6 G15 Oryza sativa gi25898752 6,90E-118
6 G15 Brassica napus gi21069051 1,00E-88
6 G15 Zea mays gi2652938 7,00E-84
6 G15 Malus x domestica gi21717332 1,50E-45
6 G15 Picea abies gi11181612 1,70E-45
6 G15 Pisum sativum gi13173164 1,90E-45
6 G15 Hordeum vulgare gi18476518 3,40E-43
6 G15 Antirrhinum majus gi28894443 9,10E-43
7 G30 Oryza sativa G3381 2126 5,00E-33
7 G30 Glycine max AW308784,1 685
7 G30 Glycine max BG790680,1 686
7 G30 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER602185_ 687
309/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
1
7 G30 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER91218_1 688
7 G30 Glycine max LIB5118-009- Q1-PF1-F2 689
7 G30 Oryza sativa OSC20174,C1,p2 ,fg 690
7 G30 Zea mays LIB4756-134- A1-K1-G10 691
7 G30 Oryza sativa Os_S102414 1559
7 G30 Glycine max Gma_S5001644 1633
7 G30 Zea mays Zm_S11513768 1754
7 G30 Triticum aestivum Ta_S274849 1834
8 G30 Brassica oleracea BH517030 1,00E-37
8 G30 Lycopersicon esculentum AI776626 2,00E-35
8 G30 Triticum aestivum BT009060 2,00E-33
8 G30 Sorghum bicolor BZ337899 1,00E-32
8 G30 Eucalyptus grandis CB967722 1,00E-31
8 G30 Zea mays CC349655 1,00E-31
8 G30 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004623 3,00E-31
8 G30 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01005323 3,00E-31
310/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
8 G30 Oryza sativa AP003891 3,00E-31
8 G30 Glycine max BG790680 4,00E-29
8 G30 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28071302 3,60E-32
8 G30 Lycopersicon esculentum gi2213783 7,90E-26
8 G30 Catharanthus roseus gi8980313 4,70E-24
8 G30 Matricaria chamomilla gi17385636 1,10E-23
8 G30 Oryza sativa gi12597874 1,80E-23
8 G30 Mesembryanthem um crystallinum gi32401273 3,70E-23
8 G30 Nicotiana tabacum gi1732406 5,20E-23
8 G30 Nicotiana sylvestris gi8809571 8,70E-22
8 G30 Cicer arietinum gi24817250 1,10E-21
8 G30 Glycine max gi21304712 1,40E-21
9 G46 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER15812_1 692
9 G46 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER15812 2 693
9 G46 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER164789_ 1 694
9 G46 Glycine max GLYMA-28NOV01CLUSTER164789_ 2 695
311/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
9 G46 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER2315_2 696
9 G46 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER605 217 697
9 G46 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER605_219 698
9 G46 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER91242_1 699
9 G46 Oryza sativa OSC101836,C1,p 4,fg 700
9 G46 Zea mays LIB3062-015- Q1-K1-F11 701
9 G46 Lycopersicon esculentum Les_S5295471 1925
9 G46 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 44432 1940
9 G46 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 49046 1941
9 G46 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 49310 1942
10 G46 Brassica oleracea BH970151 3,00E-83
10 G46 Brassica napus CD834612 3,00E-70
10 G46 Lycopersicon esculentum AY192370 3,00E-38
10 G46 Solanum tuberosum BG592132 2,00E-37
10 G46 Medicago truncatula BF637755 4,00E-32
10 G46 Glycine max BQ740307 7,00E-31
10 G46 Lotus japonicus AV423260 4,00E-30
10 G46 Populus BU814218 8,00E-30
312/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
tremula x Populus tremuloides
10 G46 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU871861 8,00E-30
10 G46 Vitis vinifera BM436925 2,00E-29
10 G46 Brassica oleracea gi15054374 2,50E-47
10 G46 Lycopersicon esculentum gi28274834 4,20E-38
10 G46 Nicotiana tabacum gi1208497 5,90E-31
10 G46 Nicotiana sylvestris gi8809575 3,50E-29
10 G46 Oryza sativa gi14140141 4,50E-29
10 G46 Matricaria chamomilla gi17385636 1,80E-28
10 G46 Mesembryanthem um crystallinum gi32401273 5,00E-28
10 G46 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433532 1,00E-27
10 G46 Catharanthus roseus gi8980313 1,20E-24
10 G46 Glycine max gi21304712 6,80E-22
11 G47 Glycine max G3643 2225 2,00E-29
11 G47 Oryza sativa G3644 2227 3,00E-25
11 G47 Brassica rapa G3645 2229 1,00E-63
11 G47 Brassica oleracea G3646 2231 2,00E-46
313/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
11 G47 Zinnia elegans G3647 2233 3,00E-33
11 G47 Oryza sativa G3649 2235 4,00E-23
11 G47 Oryza sativa G3651 2237 3,00E-20
11 G47 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER115749_ 1 702
11 G47 Oryza sativa OSC21268,C1,p1 2,fg 703
11 G47 Hordeum vulgare Hv_S7318 1718
12 G47 Brassica rapa subesp. pekinensis BG543936 2,00E-60
12 G47 Brassica oleracea BH420519 4,00E-43
12 G47 Zinnia elegans AU292603 5,00E-30
12 G47 Medicago truncatula BE320193 2,00E-24
12 G47 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000718 2,00E-22
12 G47 Oryza sativa AP003379 2,00E-22
12 G47 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC124836 1,00E-20
12 G47 Zea mays BZ403609 2,00E-20
12 G47 Solanum tuberosum BQ513932 7,00E-17
12 G47 Pinus taeda BQ698717 1,00E-16
12 G47 Oryza sativa (grupo do gi20161239 8,50E-24
314/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
cultivar japonica)
12 G47 Oryza sativa gi14140155 8,30E-17
12 G47 Lycopersicon esculentum gi25992102 2,80E-16
12 G47 Glycine max gi31324058 2,80E-16
12 G47 Zea mays gi21908034 8,60E-15
12 G47 Brassica napus gi20303011 2,30E-14
12 G47 Atriplex hortensis gi8571476 3,70E-14
12 G47 Catharanthus roseus gi8980313 2,60E-13
12 G47 Hordeum vulgare gi19071243 5,40E-13
12 G47 Matricaria chamomilla gi17385636 1,40E-12
14 G129 Brassica napus BNABAG1X 1,00E-133
14 G129 Vitis vinifera CB969483 3,00E-94
14 G129 Silene latifolia SLSLM1 1,00E-93
14 G129 Panax ginseng PGORFGAG2 1,00E-92
14 G129 Gossypium hirsutum AY083173 3,00E-92
14 G129 Malus x domestica MDO251118 5,00E-92
14 G129 Corylus avellana AF027376 2,00E-91
14 G129 Lycopersicon esculentum TOMTAG1A 3,00E-91
14 G129 Betula pendula BPE252071 2,00E-90
14 G129 Nicotiana tabacum TOBNAG1A 3,00E-90
315/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
14 G129 Brassica napus gi167126 3,30E-125
14 G129 Populus balsamifera subesp. trichocarpa gi2981131 1,00E-89
14 G129 Silene latifolia gi602900 2,20E-89
14 G129 Panax ginseng gi3913005 9,30E-89
14 G129 Malus x domestica gi16973298 2,50E-88
14 G129 Gossypium hirsutum gi19743774 2,50E-88
14 G129 Corylus avellana gi4103757 6,60E-88
14 G129 Lycopersicon esculentum gi3913004 1,70E-87
14 G129 Betula pendula gi8745072 3,60E-87
14 G129 Helianthus annuus gi27657747 9,60E-87
16 G131 Brassica oleracea BOU67452 1,00E-139
16 G131 Brassica oleracea var. botrytis BOL505845 1,00E-139
16 G131 Sinapis alba SAAP1 1,00E-137
16 G131 Brassica rapa subesp. pekinensis BCA251300 1,00E-109
16 G131 Pisum sativum PSA279089 4,00E-97
16 G131 Betula pendula BPMIADS3GN 1,00E-95
16 G131 Populus tremuloides AF034094 3,00E-92
16 G131 Daucus carota DCA271147 2,00E-90
316/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
16 G131 Malus x domestica MDAJ759 3,00E-90
16 G131 Heuchera americana AY306148 2,00E-88
16 G131 Brassica oleracea gi1561780 6,20E-131
16 G131 Brassica oleracea var. botrytis gi23304680 6,20E-131
16 G131 Sinapis alba gi1076477 3,90E-129
16 G131 Brassica rapa subesp. pekinensis gi6469345 8,30E-104
16 G131 Pisum sativum gi13446154 2,30E-92
16 G131 Betula pendula gi1483228 2,10E-91
16 G131 Populus tremuloides gi28381537 4,00E-88
16 G131 Antirrhinum majus gi16052 3,30E-86
16 G131 Daucus carota gi22091473 5,30E-86
16 G131 Heuchera americana gi32478021 3,40E-84
18 G133 Brassica oleracea BOU67453 1,00E-125
18 G133 Brassica napus AF124814 1,00E-118
18 G133 Petunia x hybrida PHGP 2,00E-74
18 G133 Antirrhinum majus AJ559554 8,00E-74
18 G133 Nicotiana tabacum NTMADSBOX 8,00E-73
18 G133 Vitis vinifera CB971393 1,00E-71
18 G133 Solanum STPD4 5,00E-70
317/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
tuberosum
18 G133 Medicago sativa ALFMBP 1,00E-69
18 G133 Glycine max AX478039 1,00E-69
18 G133 Chrysanthemum x morifolium AY173060 2,00E-68
18 G133 Brassica oleracea gi1561782 5,30E-118
18 G133 Brassica napus gi6841082 1,50E-111
18 G133 Brassica oleracea var. botrytis gi7446540 1,20E-109
18 G133 Petunia x hybrida gi22665 4,00E-72
18 G133 Antirrhinum majus gi100479 1,70E-71
18 G133 Nicotiana tabacum gi1370276 1,20E-70
18 G133 Solanum tuberosum gi431226 1,60E-68
18 G133 Medicago sativa gi1870206 8,90E-68
18 G133 Chrysanthemum x morifolium gi27804367 1,00E-66
18 G133 Gerbera hybrida gi4218171 2,10E-66
20 G134 Cucumis sativus AF043255 2,00E-67
20 G134 Malus x domestica MDO291490 2,00E-66
20 G134 Petunia x hybrida PHFBP3 6,00E-64
20 G134 Vitis vinifera CB970125 2,00E-62
318/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
20 G134 Lactuca sativa BU013737 3,00E-62
20 G134 Gerbera hybrida GHY9726 3,00E-62
20 G134 Betula pendula BPE488589 3,00E-61
20 G134 Eucalyptus grandis AF029976 6,00E-61
20 G134 Chrysanthemum x morifolium AY173061 1,00E-60
20 G134 Silene latifolia SLSLM2 3,00E-60
20 G134 Cucumis sativus gi4105097 1,50E-65
20 G134 Malus x domestica gi12666533 7,40E-64
20 G134 Petunia x hybrida gi2129971 1,60E-61
20 G134 Gerbera hybrida gi4218173 6,90E-61
20 G134 Betula pendula gi28874430 6,20E-60
20 G134 Chrysanthemum x morifolium gi27804369 2,70E-59
20 G134 Eucalyptus grandis gi3114586 5,60E-59
20 G134 Tulipa gesneriana gi30172225 2,40E-58
20 G134 Silene latifolia gi602902 2,40E-58
20 G134 Helianthus annuus gi27657749 3,10E-58
22 G135 Brassica rapa subesp. pekinensis BCA251300 1,00E-115
22 G135 Brassica BNADBDA 1,00E-109
319/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
oleracea
22 G135 Brassica oleracea var. botrytis BOL505847 1,00E-109
22 G135 Sinapis alba SAAP1 1,00E-107
22 G135 Malus x domestica MDAJ759 3,00E-83
22 G135 Pisum sativum PSA279089 3,00E-83
22 G135 Nicotiana tabacum AF009127 5,00E-81
22 G135 Betula pendula BPMADS3GN 8,00E-80
22 G135 Nicotiana sylvestris AF068726 8,00E-80
22 G135 Populus tremuloides AF034093 2,00E-79
22 G135 Brassica rapa subesp. pekinensis gi6469345 2,00E-109
22 G135 Brassica oleracea gi1561784 1,70E-103
22 G135 Brassica oleracea var. botrytis gi23304680 9,60E-103
22 G135 Sinapis alba gi1076477 1,20E-102
22 G135 Pisum sativum gi13446154 8,30E-81
22 G135 Nicotiana tabacum gi4102113 1,80E-78
22 G135 Betula pendula gi1483228 1,60E-77
22 G135 Populus tremuloides gi28381535 1,60E-77
22 G135 Nicotiana sylvestris gi5070144 2,00E-77
22 G135 Daucus carota gi22091473 3,00E-76
320/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
24 G136 Brassica napus AY036062 1,00E-126
24 G136 Liquidambar styraciflua AF103903 1,00E-89
24 G136 Vitis vinifera AF265562 1,00E-88
24 G136 Rosa rugosa AB025643 3,00E-88
24 G136 Medicago truncatula CB066648 4,00E-88
24 G136 Malus x domestica MDO251117 6,00E-88
24 G136 Gossypium arboreum BQ411600 4,00E-86
24 G136 Nicotiana tabacum TOBNAG1A 8,00E-84
24 G136 Panax ginseng PGORFGAG2 2,00E-83
24 G136 Betula pendula BPE252071 3,00E-83
24 G136 Brassica napus gi12655901 1,70E-119
24 G136 Liquidambar styraciflua gi5031217 9,60E-87
24 G136 Rosa rugosa gi6970411 3,70E-85
24 G136 Malus x domestica gi16973296 9,90E-85
24 G136 Vitis vinifera gi14279306 1,10E-83
24 G136 Nicotiana tabacum gi3913007 1,30E-80
24 G136 Betula pendula gi8745072 2,20E-80
24 G136 Panax ginseng gi3913005 3,60E-80
24 G136 Corylus avellana gi4103757 5,80E-80
24 G136 Petunia integrifolia gi848999 5,80E-80
26 G137 Brassica oleracea var. BOL508053 1,00E-130
321/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
botrytis
26 G137 Malus domestica U78947 1,00E-105
26 G137 Malus x domestica MDAJ1681 1,00E-104
26 G137 Cucumis sativus AF135962 1,00E-102
26 G137 Vitis vinifera AF373601 1,00E-100
26 G137 Populus tremuloides AF185574 1,00E-100
26 G137 Fragaria x ananassa AF484683 6,00E-93
26 G137 Gossypium arboreum BG440326 2,00E-90
26 G137 Prunus persica BU048398 4,00E-89
26 G137 Antirrhinum majus AMDEFH49G 2,00E-87
26 G137 Brassica oleracea var. botrytis gi23304688 2,10E-123
26 G137 Malus x domestica gi3290209 7,70E-101
26 G137 Malus domestica gi7488622 7,70E-101
26 G137 Cucumis sativus gi6683777 1,70E-98
26 G137 Populus tremuloides gi28372802 1,30E-96
26 G137 Vitis vinifera gi20385584 1,70E-96
26 G137 Fragaria x ananassa gi28628841 1,90E-90
26 G137 Antirrhinum majus gi1239961 2,90E-85
322/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
26 G137 Lycopersicon esculentum gi24967143 1,10E-83
26 G137 Petunia x hybrida gi13384048 3,00E-83
28 G138 Brassica oleracea var. botrytis BOL508052 1,00E-114
28 G138 Petunia x hybrida AF335236 2,00E-72
28 G138 Lycopersicon esculentum AY294329 3,00E-72
28 G138 Nicotiana tabacum AF068723 5,00E-72
28 G138 Capsicum annuum AF129875 1,00E-70
28 G138 Malus domestica U78947 3,00E-70
28 G138 Malus x domestica MDAJ1681 1,00E-69
28 G138 Pinus radiata PRU42399 2,00E-69
28 G138 Antirrhinum majus AMDEFH49G 2,00E-69
28 G138 Daucus carota DCA271151 8.00E-69
28 G138 Brassica oleracea var. botrytis gi23304686 4,20E-109
28 G138 Petunia x hybrida gi13384050 5,90E-71
28 G138 Nicotiana tabacum gi8567991 1,20E-70
28 G138 Lycopersicon esculentum gi31747208 2,60E-70
28 G138 Capsicum gi6651033 4,80E-69
323/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
annuum
28 G138 Antirrhinum majus gi1239961 2,10E-68
28 G138 Malus x domestica gi3290209 4,30E-68
28 G138 Malus domestica gi7488622 4,30E-68
28 G138 Daucus carota gi22091481 8,90E-68
28 G138 Pinus radiata gi1206003 1,50E-67
30 G139 Brassica oleracea var. botrytis BOL508053 1,00E-115
30 G139 Populus tremuloides AF185574 1,00E-100
30 G139 Cucumis sativus AF135962 4,00E-97
30 G139 Malus domestica U78947 2,00E-96
30 G139 Malus x domestica MDAJ1681 5,00E-96
30 G139 Vitis vinifera AF373601 9,00E-92
30 G139 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU869391 9,00E-89
30 G139 Fragaria x ananassa AF484683 8,00E-88
30 G139 Prunus persica BU048398 1,00E-86
30 G139 Antirrhinum majus AMDEFH49G 8,00E-85
30 G139 Brassica oleracea var. botrytis gi23304688 6,00E-110
324/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
30 G139 Populus tremuloides gi28372802 2,20E-96
30 G139 Cucumis sativus gi6683777 2,00E-93
30 G139 Malus x domestica gi3290209 2,60E-93
30 G139 Malus domestica gi7488622 2,60E-93
30 G139 Vitis vinifera gi20385584 1,00E-89
30 G139 Fragaria x ananassa gi28628841 6,80E-86
30 G139 Antirrhinum majus gi1239961 1,30E-82
30 G139 Petunia x hybrida gi13384048 2,00E-79
30 G139 Lycopersicon esculentum gi24967143 2,30E-78
32 G140 Brassica napus CD818823 1,00E-112
32 G140 Liquidambar styraciflua AF103903 7,00E-88
32 G140 Vitis vinifera AF265562 9,00E-88
32 G140 Medicago truncatula CB066648 2,00E-87
32 G140 Gossypium arboreum BQ411600 2,00E-85
32 G140 Malus x domestica MDO251117 4,00E-83
32 G140 Rosa rugosa AB025643 5,00E-83
32 G140 Nicotiana tabacum TOBNAG1A 1,00E-80
32 G140 Petunia integrifolia PETFHPP 1,00E-80
32 G140 Citrus CB290594 2,00E-80
325/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
sinensis
32 G140 Brassica napus gi12655901 4,10E-102
32 G140 Liquidambar styraciflua gi5031217 6,10E-85
32 G140 Vitis vinifera gi14279306 8,00E-83
32 G140 Rosa rugosa gi6970411 3,10E-81
32 G140 Malus x domestica gi16973296 4,60E-80
32 G140 Nicotiana tabacum gi3913007 3,70E-78
32 G140 Petunia integrifolia gi848999 2,00E-77
32 G140 Petunia x hybrida gi2129972 5,40E-77
32 G140 Panax ginseng gi3913005 5,40E-77
32 G140 Lycopersicon esculentum gi3913004 8,80E-77
34 G142 Brassica oleracea var. botrytis BOL508409 1,00E-127
34 G142 Vitis vinifera AF373602 1,00E-88
34 G142 Malus domestica MDAJ763 3,00E-84
34 G142 Petunia x hybrida AB031035 2,00E-77
34 G142 Agapanthus praecox AB079261 1,00E-76
34 G142 Chrysanthemum x morifolium AY173062 8,00E-75
34 G142 Oryza sativa OSU78782 6,00E-74
34 G142 Oryza sativa (grupo do cultivar AK069103 6,00E-74
326/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
34 G142 Zea mays MZEMADSB 3,00E-73
34 G142 Triticum aestivum AB007505 3,00E-72
34 G142 Brassica oleracea var. botrytis gi23304710 6,50E-120
34 G142 Vitis vinifera gi20385586 3,30E-86
34 G142 Malus domestica gi3646340 1,20E-81
34 G142 Petunia x hybrida gi7544096 1,60E-75
34 G142 Agapanthus praecox gi29467050 1,50E-74
34 G142 Oryza sativa gi2286109 2,20E-73
34 G142 Chrysanthemum x morifolium gi27804371 4,50E-73
34 G142 Zea mays gi7446515 1,50E-72
34 G142 Lolium perenne gi28630959 8,40E-72
34 G142 Triticum aestivum gi3688591 2,20E-71
36 G145 Sinapis alba SAMADSD 1,00E-127
36 G145 Vitis vinifera CB980340 5,00E-98
36 G145 Lycopersicon esculentum AY294330 5,00E-97
36 G145 Nicotiana sylvestris AF068722 8,00E-96
36 G145 Pisum sativum PSAJ3318 1,00E-95
36 G145 Brassica napus CD814473 2,00E-95
36 G145 Petunia x hybrida PETTRNSFB 2,00E-95
36 G145 Antirrhinum AMDEFH200 3,00E-95
327/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
majus
36 G145 Gossypium hirsutum AF538965 5,00E-95
36 G145 Populus trenuiloides AY235222 7,00E-95
36 G145 Sinapis alba gi1617211 7,30E-121
36 G145 Vitis vinifera gi20385588 6,00E-94
36 G145 Lycopersicon esculentun gi31747210 2,00E-93
36 G145 Pisun sativum gi3184054 6,90E-93
36 G145 Nicotiana sylvestris gi5070138 2,30E-92
36 G145 Petunia x hybrida gi1181186 4,80E-92
36 G145 Populus tremuloides gi30314024 7,90E-92
36 G145 Antirrhinum majus gi1239959 1,60E-91
36 G145 Gossypium hirsutum gi23194451 2,10E-91
36 G145 Chrysanthenun x morifolium gi27804361 1,50E-88
38 G146 Brassica napus CD818636 1,00E-104
38 G146 Gossypium hirsutum AF538966 1,00E-91
38 G146 Gossypium arboreum BG441292 1,00E-90
38 G146 Medicago truncatula BI311053 3,00E-89
38 G146 Cucumis sativus AF022377 4,00E-89
38 G146 Vitis vinifera CB975703 1,00E-88
38 G146 Momordica AY178837 1,00E-87
328/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
charantia
38 G146 Glycine max AW184799 2,00E-82
38 G146 Phaseolus coccineus CA902463 5,00E-79
38 G146 Malus domestica MDAJ762 7,00E-79
38 G146 Gossypium hirsutum gi23194453 8,40E-88
38 G146 Cucumis sativus gi4103342 1,40E-85
38 G146 Vitis vinifera gi20385590 2,60E-84
38 G146 Momordica charantia gi27763670 8,90E-84
38 G146 Agapanthus praecox gi29467048 1,30E-75
38 G146 Petunia x hybrida gi1568513 1,00E-73
38 G146 Hyacinthus orientalis gi21955182 6,60E-72
38 G146 Panax ginseng gi3913005 7,50E-71
38 G146 Lycopersicon esculentum gi24967137 1,60E-70
38 G146 Populus balsamifera subesp. trichocarpa gi2981133 8,70E-70
39 G148 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER24877_1 704
39 G148 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER99362_1 705
39 G148 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER865_1 706
39 G148 Oryza sativa OSC101589,C1,p 707
329/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
14,fg
39 G148 Zea mays LIB4766-083- R1-K1-A9 708
39 G148 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER914_1 709
39 G148 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER914_14 710
39 G148 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER914 2 711
39 G148 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER914_3 712
39 G148 Oryza sativa Os_S31752 1560
39 G148 Oryza sativa Os_S63871 1561
39 G148 Oryza sativa Os_S65486 1562
39 G148 Zea mays Zm_S11418374 1755
39 G148 Zea mays Zm_S11418375 1756
39 G148 Triticum aestivum Ta_S66204 1835
39 G148 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 44128 1943
39 G148 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-42436 1944
40 G148 Brassica oleracea var. botrytis BOL508409 3,00E-74
40 G148 Malus domestica MDAJ763 2,00E-65
40 G148 Vitis vinifera AF373602 3,00E-64
40 G148 Petunia x hybrida AB031035 1,00E-59
40 G148 Chrysanthemum x morifolium AY173062 1,00E-58
40 G148 Oryza sativa OSU78782 3,00E-57
330/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
40 G148 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK069103 3,00E-57
40 G148 Triticum aestivum AB007505 1,00E-56
40 G148 Lolium perenne AY198329 1,00E-55
40 G148 Poa annua AF372840 5,00E-55
40 G148 Brassica oleracea var. botrytis gi23304710 1,70E-73
40 G148 Malus domestica gi3646340 6,50E-65
40 G148 Vitis vinifera gi20385586 7,40E-64
40 G148 Petunia x hybrida gi7544096 7,10E-59
40 G148 Chrysanthemum x morifolium gi27804371 2,20E-57
40 G148 Triticum aestivum gi3688591 3,50E-57
40 G148 Oryza sativa gi2286109 4,50E-57
40 G148 Lolium perenne gi28630959 5,20E-56
40 G148 Poa annua gi13958339 8,40E-56
40 G148 Agapanthus praecox gi29467050 9,70E-55
42 G151 Brassica napus BNU22681 1,00E-94
42 G151 Selaginella remotifolia AB086021 5,00E-39
42 G151 Lycopodium annotinum AF425598 5,00E-37
42 G151 Helianthus annuus BQ970680 2,00E-36
42 G151 Pinus radiata PRU42400 9,00E-36
331/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
42 G151 Gnetum parvifolium AB022665 1,00E-35
42 G151 Gnetum gnemon GGN132215 1,00E-35
42 G151 Pinus resinosa PRMADS1 2,00E-35
42 G151 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AY177696 6,00E-35
42 G151 Oryza sativa OSU78782 8,00E-35
42 G151 Brassica napus gi3831486 9,40E-96
42 G151 Selaginella remotifolia gi29467138 2,20E-39
42 G151 Lycopodium annotinum gi21396795 1,80E-37
42 G151 Pinus radiata gi1206005 1,60E-36
42 G151 Gnetum gnemon gi5019456 2,60E-36
42 G151 Gnetum parvifolium gi6092009 2,60E-36
42 G151 Pinus resinosa gi1702951 3,40E-36
42 G151 Oryza sativa gi2286109 5,50E-36
42 G151 Zea mays gi7446514 5,50E-36
42 G151 Lolium perenne gi28630959 1,10E-35
43 G153 Oryza sativa G3479 2189 2,00E-59
43 G153 Glycine max G3484 2191 3,00E-77
43 G153 Glycine max G3485 2193 9,00E-63
43 G153 Zea mays G3487 2195 5,00E-63
43 G153 Zea mays G3488 2197 2,00E-61
43 G153 Zea mays G3489 2199 6,00E-66
43 G153 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER393266_ 1 713
332/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
43 G153 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER84992_1 714
43 G153 Oryza sativa OSC19180,C1,p1 4,fg 715
43 G153 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER124_1 716
43 G153 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER226078_ 2 717
43 G153 Zea mays uC- zmflMo17202h01 718
43 G153 Glycine max Gma_S5139103 1634
43 G153 Zea mays Zm_S11418691 1757
43 G153 Zea mays Zm_S11433900 1758
43 G153 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-362903 1945
43 G153 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-8562 1946
44 G153 Antirrhinum majus AMDEFH125 1,00E-67
44 G153 Zea mays AF112149 8,00E-63
44 G153 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AY177696 1,00E-62
44 G153 Glycine max AW706936 5,00E-59
44 G153 Medicago truncatula BQ164807 5,00E-59
44 G153 Lycopersicon esculentum AW218280 5,00E-56
44 G153 Solanum tuberosum BM405213 2,00E-55
44 G153 Medicago MSU91964 6,00E-54
333/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
sativa
44 G153 Triticum aestivum AX658813 3,00E-49
44 G153 Mesembryanthem um crystallinum BE034403 3,00E-48
44 G153 Antirrhinum majus gi1816459 2,10E-66
44 G153 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi30313677 2,90E-62
44 G153 Zea mays gi29611976 7,70E-62
44 G153 Medicago sativa gi1928874 1,30E-52
44 G153 Ipomoea batatas gi15081463 6,90E-45
44 G153 Oryza sativa gi7592642 9,10E-43
44 G153 Lolium perenne gi28630953 8,20E-42
44 G153 Lolium temulentum gi4204232 1,70E-41
44 G153 Triticum aestivum gi30721847 2,80E-41
44 G153 Hordeum vulgare gi9367313 2,80E-41
45 G155 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER112511_ 1 719
45 G155 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER2290_5 720
45 G155 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER24178_1 721
45 G155 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER24178_4 722
334/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
45 G155 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER862_1 723
45 G155 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER862_2 724
45 G155 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER862 3 725
45 G155 Glycine max LIB4127-088- Q1-N1-F3 726
45 G155 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER117 2 727
45 G155 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER397_1 728
45 G155 Oryza sativa OSC101428,C1,p 6,fg 729
45 G155 Oryza sativa OSC22851,C1,p5 ,fg 730
45 G155 Oryza sativa OSC23163,C1,p8 ,fg 731
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER444_10 732
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER444_17 733
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER444_19 734
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER444_20 735
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER444_25 736
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER444_29 737
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER444_38 738
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- 739
335/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
CLUSTER49_1
45 G155 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER49 2 740
45 G155 Oryza sativa Os_S60917 1563
45 G155 Oryza sativa Os_S65478 1564
45 G155 Oryza sativa Os_S65480 1565
45 G155 Oryza sativa Os_S81123 1566
45 G155 Glycine max Gma_S5001655 1635
45 G155 Hordeum vulgare Hv_S74097 1719
45 G155 Hordeum vulgare Hv_S74098 1720
45 G155 Hordeum vulgare Hv_S74100 1721
45 G155 Zea mays Zm_S11355421 1759
45 G155 Zea mays Zm_S11374058 1760
45 G155 Zea mays Zm_S11418377 1761
45 G155 Zea mays Zm_S11418747 1762
45 G155 Zea mays Zm_S11435147 1763
45 G155 Zea mays Zm_S11527666 1764
45 G155 Triticum aestivum Ta_S185481 1836
45 G155 Triticum aestivum Ta_S210240 1837
45 G155 Triticum aestivum Ta_S66203 1838
45 G155 Lycopersicon esculentum Les_S5931544 1926
45 G155 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 44980 1947
45 G155 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 45332 1948
336/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
45 G155 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-329711 1949
45 G155 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-457556 1950
45 G155 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-477293 1951
45 G155 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-67345 1952
46 G155 Brassica oleracea var. botrytis BOL505844 1,00E-123
46 G155 Sinapis alba SAU25695 1,00E-120
46 G155 Brassica napus CD841921 1,00E-119
46 G155 Betula pendula BPMADS5GN 3,00E-82
46 G155 Nicotiana sylvestris AF068725 1,00E-79
46 G155 Nicotiana tabacum AF385746 2,00E-79
46 G155 Malus x domestica MDU78948 3,00E-78
46 G155 Capsicum annuum AF130118 4,00E-78
46 G155 Petunia x hybrida AF176783 1,00E-77
46 G155 Lycopersicon esculentum AW442282 1,00E-77
46 G155 Brassica oleracea var. botrytis gi23304678 2,00E-116
46 G155 Sinapis alba gi1049024 2,40E-113
46 G155 Betula pendula gi1483232 2,00E-79
46 G155 Nicotiana sylvestris gi5070142 5,40E-77
337/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
46 G155 Nicotiana tabacum gi27373049 8,80E-77
46 G155 Capsicum annuum gi14518447 7,90E-76
46 G155 Petunia x hybrida gi6606306 1,30E-75
46 G155 Malus x domestica gi3947985 3,40E-75
46 G155 Petunia sp. gi6731756 7,10E-75
46 G155 Lycopersicon esculentum gi23428887 1,90E-74
48 G171 Brassica oleracea BZ059285 2,00E-86
48 G171 Lotus japonicus AG231874 1,00E-15
48 G171 Glycine max BE610209 1,00E-11
48 G171 Medicago truncatula AC135316 3,00E-10
48 G171 Zea mays CC654475 6,00E-10
48 G171 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000422 1,00E-09
48 G171 Oryza sativa AP002480 1,00E-09
48 G171 Vitis vinifera CB980345 2,00E-09
48 G171 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP006531 9,00E-08
48 G171 Lycopersicon esculentum BI930829 2,00E-07
48 G171 Oryza sativa gi8096379 4,10E-11
48 G171 Oryza sativa gi15623935 6,90E-09
338/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
48 G171 Malus x domestica gi32452884 5,60E-07
48 G171 Petunia x hybrida gi13384058 5,60E-07
48 G171 Lycopodium annotinum gi30525823 8,10E-07
48 G171 Ceratopteris richardii gi2252482 1,40E-06
48 G171 Cichorium intybus gi3986689 3,00E-06
48 G171 Brassica napus gi3831486 3,60E-06
48 G171 Ipomoea nil gi27372827 3,80E-06
48 G171 Rosa rugosa gi9857312 5,30E-06
50 G172 Brassica oleracea BH583694 9,00E-52
50 G172 Medicago truncatula AC144481 5,00E-09
50 G172 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01005416 3,00E-08
50 G172 Oryza sativa AC098572 3,00E-08
50 G172 Lotus japonicus AP006142 5,00E-08
50 G172 Lotus corniculatus var. japonicus AP006379 1,00E-06
50 G172 Lycopersicon esculentum BH014401 9,00E-06
50 G172 Zea mays CC690653 2,00E-05
339/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
50 G172 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004784 4,00E-05
50 G172 Sorghum bicolor BZ627051 6,00E-05
50 G172 Brassica rapa gi30523366 5,60E-06
50 G172 Brassica napus gi17933454 1,00E-05
50 G172 Brassica oleracea var. capitata gi30523252 1,00E-05
50 G172 Zea mays gi1076827 1,10E-05
50 G172 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi30313673 2,10E-05
50 G172 Lolium perenne gi28630955 6,40E-05
50 G172 Lolium temulentum gi4204234 6,40E-05
50 G172 Oryza sativa gi15290141 7,10E-05
50 G172 Raphanus sativus gi30523250 0,0001
50 G172 Cucumds sativus gi8216957 0,00014
52 G173 Brassica oleracea BZ519961 3,00E-20
52 G173 Zea mays AX540653 8,00E-17
52 G173 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01022896 1,00E-07
52 G173 Oryza sativa AC093312 5,00E-07
52 G173 Medicago AC135316 3,00E-06
340/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
truncatula
52 G173 Glycine max AW508033 1,00E-05
52 G173 Physcomitrella patens PPA419330 3,00E-05
52 G173 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005734 2,00E-04
52 G173 Triticum aestivum BJ303010 7,00E-04
52 G173 Lotus japonicus AG231874 0,001
52 G173 Physcomitrella patens gi22474466 1,30E-08
52 G173 Ipomoea batatas gi13448658 1,40E-08
52 G173 Oryza sativa gi8096379 1,90E-08
52 G173 Magnolia praecocissima gi16549058 1,40E-06
52 G173 Sinapis alba gi1617211 1,90E-06
52 G173 Gnetum gnemon gi27151621 1,90E-06
52 G173 Physcomitrella patens subesp. patens gi22090622 3,00E-06
52 G173 Cichorium intybus gi3986689 3,30E-06
52 G173 Nicotiana sylvestris gi5070144 4,70E-06
52 G173 Papaver nudicaule gi3170500 4,70E-06
53 G200 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER46239_2 741
53 G200 Oryza sativa 1945280 742
341/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
53 G200 Oryza sativa OSC1073,C1,p11 ,fg 743
53 G200 Oryza sativa rsicem_4884,y1 ,abd 744
53 G200 Zea mays LIB4980-049- R1-K1-C12 745
53 G200 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER286_1 746
53 G200 Oryza sativa Os_S60479 1567
53 G200 Medicago truncatula Mtr_S5340749 1691
53 G200 Zea mays Zm_S11327053 1765
53 G200 Zea mays Zm_S11454145 1766
53 G200 Zea mays Zm_S11529138 1767
53 G200 Zea mays Zm_S11529143 1768
53 G200 Zea mays Zm_S11529165 1769
53 G200 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 57276 1953
53 G200 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-385670 1954
54 G200 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU876112 8,00E-79
54 G200 Beta vulgaris BQ587622 8,00E-73
54 G200 Gossypium arboreum BG441590 6,00E-70
54 G200 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK061437 1,00E-68
54 G200 Oryza sativa OSMYB1308 1,00E-68
54 G200 Poncirus CD576612 3,00E-68
342/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
trifoliata
54 G200 Nuphar advena CD474802 2,00E-66
54 G200 Brassica oleracea BH976962 4,00E-66
54 G200 Lycopersicon esculentum LETHM6 5,00E-65
54 G200 Zea mays AY107969 5,00E-65
54 G200 Oryza sativa gi1945281 5,80E-68
54 G200 Antirrhinum majus gi256828 6,00E-62
54 G200 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33087065 7,50E-62
54 G200 Lycopersicon esculentum gi1430848 1,00E-59
54 G200 Zea mays gi19072744 8,40E-56
54 G200 Dendrobium sp. XMW-2002-1 gi28628947 1,60E-53
54 G200 Lotus corniculatus var. japonicus gi30024598 5,90E-50
54 G200 Petunia x hybrida gi20561 1,20E-49
54 G200 Nicotiana tabacum gi6552389 2,40E-49
54 G200 Glycine max gi5139802 8,60E-47
56 G224 Brassica oleracea BH442040 2,00E-38
56 G224 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01016190 4,00E-08
343/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
56 G224 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005575 5,00E-08
56 G224 Lotus japonicus AP004985 9,00E-07
56 G224 Medicago truncatula AC135101 2,00E-06
56 G224 Prunus persica BU040633 6,00E-06
56 G224 Brassica rapa subesp. pekinensis BQ791286 2,00E-05
56 G224 Oryza sativa OSJN00182 2,00E-05
56 G224 Brassica napus CD832269 2,00E-05
56 G224 Vitis vinifera CB345908 5,00E-05
56 G224 Oryza sativa gi8096405 1,40E-06
56 G224 Antirrhinum hispanicum gi13161528 3,60E-06
56 G224 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433564 8,80E-06
56 G224 Prunus mume gi29420809 0,0019
56 G224 Prunus dulcis gi28866899 0,014
56 G224 Lycopersicon esculentum gi9858770 0,91
56 G224 Daucus carota gi20066308 0,99
56 G224 Lotus japonicus gi28624856 1
58 G244 Brassica oleracea BH667251 1,00E-120
58 G244 Oryza sativa AX755614 5,00E-88
58 G244 Hordeum BI959020 6,00E-88
344/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgare
58 G244 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009672 7,00E-79
58 G244 Sorghum bicolor AF474126 6,00E-69
58 G244 Vitis vinifera CB971781 8,00E-68
58 G244 Lycopersicon esculentum AW624307 3,00E-54
58 G244 Solanum tuberosum BG592600 3,00E-53
58 G244 Mesembryanthem um crystallinum BG269414 1,00E-52
58 G244 Populus x canescens AY129246 2,00E-52
58 G244 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32487951 2,60E-90
58 G244 Sorghum bicolor gi19073322 7,20E-66
58 G244 Oryza sativa gi1946267 1,20E-55
58 G244 Populus x canescens gi22795039 3,40E-52
58 G244 Gossypium hirsutum gi13346188 4,30E-52
58 G244 Antirrhinum majus gi485867 3,20E-51
58 G244 Lotus corniculatus var. japonicus gi30024600 8,00E-51
58 G244 Petunia x gi20563 1,70E-50
345/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
hybrida
58 G244 Zea mays gi127582 3,50E-50
58 G244 Boea crassifolia gi30575840 5,70E-50
60 G246 Lycopersicon esculentum AW624217 3,00E-36
60 G246 Brassica napus CD841933 1,00E-35
60 G246 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK107461 1,00E-34
60 G246 Solanum tuberosum BQ514458 2,00E-34
60 G246 Oryza sativa AX699697 2,00E-33
60 G246 Physcomitrella patens AX288143 6,00E-33
60 G246 Medicago truncatula BQ165917 3,00E-32
60 G246 Zinnia elegans AU287803 4,00E-32
60 G246 Citrus sinensis BQ623005 5,00E-32
60 G246 Populus tremula x Populus tremuloides POP567345 1,00E-31
60 G246 Oryza sativa gi6539552 1,50E-35
60 G246 Populus tremula x Populus tremuloides gi31980093 8,30E-33
60 G246 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21321780 3,60E-32
346/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
60 G246 Solanum tuberosum gi9954112 1,00E-25
60 G246 Nicotiana tabacum gi27529846 2,20E-25
60 G246 Papaver rhoeas gi7230673 1,10E-22
60 G246 Physcomitrella patens gi8745321 1,30E-22
60 G246 Adiantum raddianum gi7677136 3,30E-22
60 G246 Hordeum vulgare gi8745325 1,80E-21
60 G246 Secale cereale gi7677132 3,80E-21
62 G253 Brassica napus CD841933 3,00E-26
62 G253 Lycopersicon esculentum AW624217 3,00E-26
62 G253 Solanum tuberosum BQ514458 2,00E-25
62 G253 Medicago truncatula BQ165917 4,00E-25
62 G253 Citrus sinensis BQ623005 6,00E-25
62 G253 Triticum aestivum BQ838360 2,00E-24
62 G253 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK107461 2,00E-24
62 G253 Physcomitrella patens AX288143 4,00E-24
62 G253 Zinnia elegans AU287803 8,00E-24
62 G253 Papaver rhoeas AF236059 2,00E-23
62 G253 Oryza sativa (grupo do gi21321780 1,50E-28
347/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
cultivar japonica)
62 G253 Oryza sativa gi6979341 7,10E-27
62 G253 Papaver rhoeas gi7230673 3,20E-24
62 G253 Populus tremula x Populus tremuloides gi31980093 4,10E-24
62 G253 Adiantum raddianum gi7677136 9,70E-23
62 G253 Solanum tuberosum gi9954114 1,10E-22
62 G253 Nicotiana tabacum gi16326137 2,40E-22
62 G253 Physcomitrella patens gi8745321 2,00E-21
62 G253 Craterostigma plantagineum gi1002800 7,80E-21
62 G253 Hordeum vulgare gi8745325 1,00E-20
64 G268 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK070193 1,0e-999
64 G268 Zea mays AY104480 1,00E-146
64 G268 Oryza sativa AX654858 1,00E-125
64 G268 Malus domestica AF220204 1,00E-116
64 G268 Glycine max CA785038 1,00E-112
64 G268 Solanum tuberosum BM406566 1,00E-111
64 G268 Lactuca sativa BQ863563 1,00E-101
64 G268 Lycopersicon BI936015 1,00E-101
348/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum
64 G268 Medicago truncatula BE203572 1,00E-100
64 G268 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB621547 1,00E-100
64 G268 Oryza sativa gi15408875 4,90E-250
64 G268 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160625 4,90E-250
64 G268 Malus x domestica gi6752888 2,40E-113
64 G268 Narcissus pseudonarcissu s gi18419598 8,90E-52
64 G268 Pinus pinaster gi20218829 1,70E-09
64 G268 Nicotiana alata gi1247388 0,00015
64 G268 Bromheadia finlaysoniana gi2108256 0,00025
64 G268 Lycopersicon esculentum gi1345539 0,00031
64 G268 Antirrhinum majus gi16029 0,00064
64 G268 Volvox carteri gi21992 0,0024
66 G287 Vicia faba VFPTF2 5,00E-99
66 G287 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK069464 1,00E-80
66 G287 Brassica oleracea BZ074994 6,00E-63
349/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
66 G287 Lactuca sativa BQ869065 1,00E-61
66 G287 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB620939 1,00E-58
66 G287 Amborella trichopoda CD482217 2,00E-52
66 G287 Solanum tuberosum BG599712 1,00E-40
66 G287 Medicago truncatula BG648535 2,00E-32
66 G287 Triticum aestivum CD897359 1,00E-29
66 G287 Oryza sativa AP002536 2,00E-14
66 G287 Vicia faba gi2104683 5,80E-99
66 G287 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28301944 3,90E-09
66 G287 Oryza sativa gi15451572 0,004
66 G287 Lycopersicon esculentum gi13620220 0,47
66 G287 Brassica nigra gi20148766 0,47
66 G287 Nicotiana tabacum gi119714 0,57
66 G287 Spermatozopsis similis gi4584086 0,75
66 G287 Prunus armeniaca gi2688826 0,99
66 G287 Petunia x hybrida gi21105740 1
68 G309 Gossypium hirsutum AY208992 1,00E-180
350/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
68 G309 Vitis vinifera AF378125 1,00E-176
68 G309 Lycopersicon esculentum AY269087 1,00E-175
68 G309 Brassica napus AX081276 1,00E-164
68 G309 Zea mays ZMA242530 1,00E-158
68 G309 Hordeum vulgare AF460219 1,00E-157
68 G309 Triticum aestivum BD074479 1,00E-157
68 G309 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01015042 1,00E-137
68 G309 Oryza sativa AC087797 1,00E-137
68 G309 Zea mays subesp. mays AF413202 1,00E-137
68 G309 Vitis vinifera gi20334379 2,10E-170
68 G309 Calycadenia multiglandulos a gi20257451 1,10E-155
68 G309 Brassica napus gi13170126 2,30E-155
68 G309 Hordeum vulgare gi18254373 5,30E-153
68 G309 Triticum aestivum gi5640157 1,10E-152
68 G309 Carlquistia muirii gi20257447 1,20E-151
68 G309 Argyroxiphi um kauense gi20257461 1,50E-151
68 G309 Madia sativa gi20257442 5,00E-151
68 G309 Argyroxiphi um sandwicense subesp. gi20257457 5,00E-151
351/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
macrocephal um
68 G309 Dubautia raillardioides gi20257473 1,30E-150
70 G314 Lotus japonicus AP006085 7,00E-94
70 G314 Rbdicago truncatula AC137703 1,00E-90
70 G314 Oryza sativa AP003823 8,00E-82
70 G314 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000614 8,00E-82
70 G314 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005149 8,00E-82
70 G314 Brassica oleracea BZ432637 1,00E-72
70 G314 Solanum tuberosum BF052580 1,00E-47
70 G314 Lycopersicon esculentum BG123921 2,00E-47
70 G314 Glycine max BH152995 2,00E-35
70 G314 Zea mays CC732802 4,00E-22
70 G314 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28564823 7,40E-80
70 G314 Oryza sativa gi14719333 1,30E-26
70 G314 Lycopersicon esculentum gi13620224 1,60E-25
70 G314 Brassica napus gi13170126 2,00E-19
70 G314 Zea mays subesp. mays gi15866286 7,40E-18
352/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
71 G319 Oryza sativa Os_S76767 1568
71 G319 Zea mays Zm_S11428226 1770
71 G319 Triticum aestivum Ta_S281561 1839
71 G319 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50683 1955
72 G319 Brassica oleracea BZ004068 4,00E-37
72 G319 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK098865 3,00E-14
72 G319 Oryza minuta CB211383 3,00E-14
72 G319 Oryza sativa AB001888 6,00E-14
72 G319 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CA763406 8,00E-14
72 G319 Triticum aestivum AX658811 8,00E-14
72 G319 Sorghum bicolor CD208331 1,00E-13
72 G319 Zea mays CD650991 2,00E-13
72 G319 Glycine max BE058171 4,00E-13
72 G319 Beta vulgaris BQ589272 7,00E-13
72 G319 Oryza sativa gi3618320 1,40E-17
72 G319 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23589949 1,90E-11
72 G319 Malus x domestica gi4091804 2,20E-10
72 G319 Brassica nigra gi22854920 5,80E-10
353/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
72 G319 Hordeum vulgare gi21667475 1,90E-09
72 G319 Raphanus sativus gi3341723 4,90E-09
72 G319 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21655156 8,70E-09
72 G319 Brassica napus gi30984027 1,30E-08
72 G319 Pinus radiata gi4557093 4,10E-08
72 G319 Ipomoea nil gi10946337 4,80E-08
74 G324 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK068618 1,00E-157
74 G324 Oryza sativa AP004141 9,00E-95
74 G324 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001748 2,00E-94
74 G324 Brassica oleracea BH487952 2,00E-91
74 G324 Brassica napus CD837146 5,00E-89
74 G324 Lycopersicon esculentum AW979372 5,00E-87
74 G324 Phaseolus coccineus CA906556 1,00E-72
74 G324 Medicago truncatula CB892723 3,00E-71
74 G324 Solanum tuberosum BG889245 4,00E-70
74 G324 Triticum aestivum BJ245931 1,00E-69
354/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
74 G324 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21742100 2,20E-06
74 G324 Populus x canescens gi22795037 0,00055
74 G324 Oryza sativa gi15289911 0,0058
74 G324 Rosa hybrid cultivar gi15029364 0,084
74 G324 Ipomoea nil gi11127996 0,087
74 G324 Oryza sativa subesp. japonica gi7592844 0,088
74 G324 Lycopersicon esculentum gi4090943 0,17
74 G324 Brassica rapa subesp. pekinensis gi27357054 0,18
74 G324 Brassica oleracea gi1418353 0,22
74 G324 Zea diploperennis gi1076786 0,25
76 G344 Brassica oleracea BZ490921 2,00E-42
76 G344 Medicago truncatula BE124805 3,00E-40
76 G344 Lactuca sativa BQ865907 2,00E-37
76 G344 Vitis vinifera BQ800135 5,00E-36
76 G344 Populus tremula x Populus tremuloides BU836743 4,00E-33
76 G344 Glycine max BI470689 9,00E-33
355/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
76 G344 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU876397 1,00E-30
76 G344 Lycopersicon esculentum AW030365 1,00E-29
76 G344 Zea mays CC605963 1,00E-29
76 G344 Helianthus annuus CD855694 2,00E-29
76 G344 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488102 1,00E-38
76 G344 Oryza sativa gi14165317 6,10E-35
76 G344 Nicotiana tabacum gi12711287 1,70E-27
76 G344 Nicotiana plumbaginifoli a gi1076609 4,30E-20
76 G344 Atropa belladonna gi14329812 0,93
76 G344 Glycine max gi26522778 0,99
76 G344 Ricinus communis gi112762 1
78 G351 Brassica oleracea BH552655 2,00E-51
78 G351 Brassica napus BQ704580 1,00E-47
78 G351 Lotus japonicus AP004523 6,00E-43
78 G351 Vitis aestivalis CB288865 6,00E-42
78 G351 Datisca glomerata AF119050 1,00E-41
356/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
78 G351 Petunia x hybrida PETZFP4 2,00E-39
78 G351 Vitis vinifera BM437679 2,00E-38
78 G351 Medicago sativa MSY18788 4,00E-38
78 G351 Glycine max GMU68763 3,00E-37
78 G351 Lycopersicon esculentum BI421491 3,00E-37
78 G351 Petunia x hybrida gi439493 3,10E-41
78 G351 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28849865 3,00E-35
78 G351 Datisca glomerata gi4666360 2,70E-34
78 G351 Brassica rapa gi2058506 6,70E-32
78 G351 Glycine max gi1763063 3,70E-30
78 G351 Medicago sativa gi7228329 3,40E-27
78 G351 Triticum aestivum gi485814 1,90E-25
78 G351 Oryza sativa gi12698882 7,70E-25
78 G351 Nicotiana tabacum gi2981169 9,00E-20
78 G351 Pisum sativum gi2129892 3,40E-14
79 G355 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER22443_1 747
79 G355 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER22443_2 748
79 G355 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER23033_1 749
79 G355 Glycine max GLYMA-28NOV01- 750
357/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
CLUSTER32665_1
79 G355 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER32665 2 751
79 G355 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER69201_1 752
79 G355 Oryza sativa Os_S97951 1569
79 G355 Glycine max Gma_S5045942 1636
79 G355 Medicago truncatula Mtr_S5425959 1692
79 G355 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 46187 1956
79 G355 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 47520 1957
79 G355 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-6966 1958
80 G355 Brassica oleracea BH566556 6,00E-59
80 G355 Medicago truncatula AC125368 2,00E-36
80 G355 Glycine max BI967719 4,00E-31
80 G355 Petunia x hybrida AB006599 6,00E-31
80 G355 Populus tremula x Populus tremuloides BU862641 5,00E-29
80 G355 Lycopersicon esculentum BI422808 1,00E-28
80 G355 Vitis vinifera CA818230 4,00E-28
80 G355 Solanum tuberosum BQ121106 6,00E-27
80 G355 Lotus japonicus AP006100 1,00E-24
358/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
80 G355 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x Populus deltoides CB239372 2,00E-22
80 G355 Petunia x hybrida gi2346974 6,50E-33
80 G355 Pisum sativum gi2129892 1,20E-23
80 G355 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29124132 2,70E-20
80 G355 Oryza sativa gi18652814 4,00E-17
80 G355 Nicotiana tabacum gi2981169 1,40E-15
80 G355 Medicago sativa gi7228329 2,00E-15
80 G355 Datisca glomerata gi4666360 2,90E-14
80 G355 Triticum aestivum gi485814 8,60E-14
80 G355 Glycine max gi1763063 2,10E-13
80 G355 Brassica rapa gi2058504 1,10E-07
82 G366 Brassica oleracea BZ046051 8,00E-40
82 G366 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005415 2,00E-10
82 G366 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000097 3,00E-10
359/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
82 G366 Hordeum vulgare BI960158 4,00E-10
82 G366 Lycopersicon esculentum AW035599 5,00E-10
82 G366 Zea mays CC701812 5,00E-10
82 G366 Medicago truncatula BI308410 8,00E-10
82 G366 Vitis vinifera CB979728 1,00E-09
82 G366 Glycine max CA784474 1,00E-09
82 G366 Phaseolus coccineus CA902532 1,00E-09
82 G366 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29027767 6,20E-12
82 G366 Sorghum bicolor gi18390109 5,40E-09
82 G366 Oryza sativa gi15528588 1,20E-08
82 G366 Petunia x hybrida gi2346978 2,70E-05
82 G366 Zea ramosa gi18674684 0,012
82 G366 Triticum aestivum gi485814 0,09
82 G366 Brassica rapa gi2058504 0,27
82 G366 Medicago sativa gi7228329 0,27
82 G366 Glycine max gi1763063 0,35
82 G366 Pisum sativum gi2129892 0,44
83 G370 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER166362_ 1 753
83 G370 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER180202_ 754
360/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
1
83 G370 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER726571_ 1 755
83 G370 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER74662_1 756
83 G370 Glycine max uCgmflminsoy032f 06b1 757
83 G370 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER173260_ 2 758
83 G370 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER200967_ 1 759
83 G370 Oryza sativa OSC100895,C1,p 14,fg 760
83 G370 Oryza sativa OSC23411,C1,p1 ,fg 761
83 G370 Oryza sativa OSC2409,C1,p2, fg 762
83 G370 Oryza sativa OSC25680,C1,p1 ,fg 763
83 G370 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER436044_ 1 764
83 G370 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER518126_ 1 765
83 G370 Oryza sativa Os_S111189 1570
83 G370 Glycine max Gma_S5146649 1637
83 G370 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54039 1959
83 G370 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 1960
361/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum 54252
83 G370 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-392715 1961
84 G370 Brassica oleracea BZ473777 1,00E-98
84 G370 Vitis vinifera CD714231 5,00E-32
84 G370 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK068762 4,00E-31
84 G370 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009505 6,00E-30
84 G370 Lycopersicon esculentum BG123251 8,00E-30
84 G370 Oryza sativa AC105732 4,00E-26
84 G370 Gossypium arboreum BF272143 3,00E-25
84 G370 Hordeum vulgare BF616974 8,00E-25
84 G370 Sorghum bicolor BE357942 1,00E-23
84 G370 Zea mays BH875187 4,00E-23
84 G370 Sorghum bicolor gi18390109 6,80E-22
84 G370 Oryza sativa gi15528588 1,10E-09
84 G370 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29027767 1,90E-07
84 G370 Petunia x hybrida gi14275902 3,10E-05
84 G370 Glycine max gi5524682 0,0016
362/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
84 G370 Solanum tuberosum gi13161908 0,0016
84 G370 Medicago sativa gi7228329 0,0072
84 G370 Datisca glomerata gi4666360 0,018
84 G370 Zea ramosa gi18674684 0,05
84 G370 Petroselinum crispum gi9650824 0,15
85 G372 Oryza sativa OSC5500,C1,p4, fg 766
85 G372 Oryza sativa OSC5501,C1,p10 ,fg 767
86 G372 Cucurbita pepo CD726821 1,00E-76
86 G372 Brassica oleracea BH426533 5,00E-63
86 G372 Medicago truncatula CB892663 6,00E-49
86 G372 Glycine max CA800122 4,00E-48
86 G372 Solanum tuberosum BG596951 4,00E-45
86 G372 Lactuca sativa BQ853373 1,00E-38
86 G372 Prunus persica BU040110 8,00E-38
86 G372 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BI120429 3,00E-36
86 G372 Lotus japonicus AV411356 4,00E-36
86 G372 Helianthus annuus BU025620 2,00E-35
86 G372 Oryza sativa (grupo do gi28564640 3,30E-25
363/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
cultivar japonica)
86 G372 Oryza sativa gi15289911 6,80E-21
86 G372 Populus x canescens gi22795037 6,50E-19
86 G372 Brassica rapa subesp. pekinensis gi27357054 0,00023
86 G372 Triticum aestivum gi32400766 0,00056
86 G372 Cicer arietinum gi10334499 0,0007
86 G372 Ipomoea nil gi11127996 0,0015
86 G372 Rosa hybrid cultivar gi15029364 0,0015
86 G372 Arabis genmifera gi22775495 0,0023
86 G372 Pinus pinaster gi18129286 0,0041
88 G374 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK069434 1,0e-999
88 G374 Zea mays AY109632 1,00E-176
88 G374 Brassica napus CD831794 1,00E-108
88 G374 Lactuca sativa BQ852311 1,00E-103
88 G374 Helianthus annuus BQ968130 1,00E-97
88 G374 Medicago truncatula BG646959 2,00E-90
88 G374 Solanum tuberosum BI177742 3,00E-90
88 G374 Lycopersicon esculentum BG128229 9,00E-84
364/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
88 G374 Hordeum vulgare BG344938 2,00E-79
88 G374 Beta vulgaris BQ592292 5,00E-77
88 G374 Viola cornuta gi31540598 0,42
88 G374 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29371983 0,83
90 G380 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071468 1,00E-63
90 G380 Oryza sativa AX652813 2,00E-62
90 G380 Medicago truncatula BG581311 2,00E-60
90 G380 Solanum tuberosum BG592404 7,00E-58
90 G380 Lycopersicon esculentum AW625867 1,00E-56
90 G380 Lactuca sativa BQ993132 4,00E-54
90 G380 Gossypium arboreum BQ411449 8,00E-54
90 G380 Ipomoea nil BJ578890 2,00E-53
90 G380 Glycine max BM143561 8,00E-51
90 G380 Brassica napus CD827948 4,00E-49
90 G380 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21740878 5,50E-60
90 G380 Pisum sativum gi4240031 1,20E-33
90 G380 Glycine max gi1076498 1,40E-30
90 G380 Oryza sativa gi8570055 1,10E-25
90 G380 Lotus gi1086225 2,30E-25
365/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonicus
90 G380 Cicer arietinum gi10334499 5,00E-16
90 G380 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi29164825 1,40E-10
90 G380 Thellungiella halophila gi20340241 3,30E-08
90 G380 Triticum aestivum gi32400766 1,40E-06
90 G380 Zea mays gi21645888 0,00012
92 G386 Picea abies AF328842 1,0e-999
92 G386 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AB101648 1,0e-999
92 G386 Oryza sativa AX658854 1,0e-999
92 G386 Zea mays ZMA17898 1,0e-999
92 G386 Malus domestica AF067961 1,0e-999
92 G386 Phalaenopsis sp. SM9108 PSU34743 1,0e-999
92 G386 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007245 1,0e-999
92 G386 Gossypium hirsutum AF530913 1,00E-179
92 G386 Helianthus annuus HNNHAHR 1,00E-145
92 G386 Sorghum bicolor AF466200 1,00E-142
92 G386 Picea abies gi19070143 1,20E-253
366/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
92 G386 Zea mays gi5531484 3,60E-240
92 G386 Malus x domestica gi3925363 2,40E-232
92 G386 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32482878 1,00E-218
92 G386 Phalaenopsis sp. SM9108 gi1173622 1,20E-210
92 G386 Phalaenopsis sp. gi2147484 1,20E-210
92 G386 Oryza sativa gi19072102 3,70E-197
92 G386 Sorghum bicolor gi18481701 5,00E-177
92 G386 Gossypium hirsutum gi22475195 5,20E-159
92 G386 Helianthus annuus gi1208940 7,30E-121
94 G416 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK098855 1,00E-83
94 G416 Vitis vinifera CB341898 2,00E-72
94 G416 Zea mays ZMHOX2AGN 3,00E-64
94 G416 Hedyotis terminalis CB076461 5,00E-62
94 G416 Petroselinum crispum PUMPRHPA 5,00E-55
94 G416 Oryza sativa CA753304 7,00E-54
94 G416 Hordeum vulgare BG365916 8,00E-52
94 G416 Sorghum propinquum BF704605 4,00E-48
367/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
94 G416 Glycine max BM086637 3,00E-47
94 G416 Lotus japonicus AP004517 2,00E-44
94 G416 Zea mays gi1170434 1,30E-78
94 G416 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22830607 1,40E-66
94 G416 Petroselinum crispum gi1346791 1,10E-59
94 G416 Nicotiana tabacum gi8096269 3,70E-08
94 G416 Lycopersicon esculentum gi9858781 2,70E-05
94 G416 Oryza sativa gi25172773 4,30E-05
94 G416 Cicer arietinum gi3129939 5,90E-05
94 G416 Medicago sativa gi1279563 8,10E-05
94 G416 Cucurbita maxima gi17221648 9,00E-05
94 G416 Raphanus sativus gi9049359 0,00024
96 G434 Zea mays ZMA17898 1,00E-126
96 G434 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AB101648 1,00E-125
96 G434 Oryza sativa AX658854 1,00E-124
96 G434 Picea abies AF328842 1,00E-122
96 G434 Phalaenopsis sp. SM9108 PSU34743 1,00E-117
96 G434 Malus AF067961 1,00E-111
368/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
domestica
96 G434 Gossypium hirsutum AF530913 1,00E-103
96 G434 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007245 1,00E-96
96 G434 Helianthus annuus HNNHAHR 4,00E-82
96 G434 Gossypium arboreum BG444723 7,00E-61
96 G434 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31339103 1,90E-123
96 G434 Zea mays gi5531484 1,70E-122
96 G434 Oryza sativa gi19072102 6,70E-115
96 G434 Phalaenopsis sp. SM9108 gi1173622 1,80E-114
96 G434 Phalaenopsis sp. gi2147484 1,80E-114
96 G434 Malus x domestica gi3925363 1,10E-110
96 G434 Picea abies gi12002853 1,40E-110
96 G434 Gossypium hirsutum gi22475195 2,90E-101
96 G434 Sorghum bicolor gi18481701 6,50E-100
96 G434 Helianthus annuus gi1208940 5,40E-77
97 G438 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER24488_2 768
97 G438 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER26184_1 769
369/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
97 G438 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER26184_2 770
97 G438 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER26184_4 771
97 G438 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER501573_ 1 772
97 G438 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER5380_1 773
97 G438 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER5380_2 774
97 G438 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER75018_1 775
97 G438 Glycine max LIB4164-014- Q1-K1-A6 776
97 G438 Glycine max LIB4390-042- R1-K2-D5 777
97 G438 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER146698_ 1 778
97 G438 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER146698_ 2 779
97 G438 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER270598_ 1 780
97 G438 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER42938_1 781
97 G438 Oryza sativa OSC14111,C1,p2 ,fg 782
97 G438 Oryza sativa OSC18647,C1,p1 9,fg 783
97 G438 Oryza sativa OSC19346,C1,p1 4,fg 784
370/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
97 G438 Oryza sativa OSC19540,C1,p1 ,fg 785
97 G438 Oryza sativa rsicek_3640,y1 ,abd 786
97 G438 Oryza sativa rsicek_9941,y1 ,abd 787
97 G438 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER301 638 788
97 G438 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER301 668 789
97 G438 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER47950 1 790
97 G438 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER495 335 791
97 G438 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER495 404 792
97 G438 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER495 514 793
97 G438 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER745568_ 1 794
97 G438 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER83671_1 795
97 G438 Zea mays uC- zmflteosinte08 3g09b1 796
97 G438 Zea mays uC- zmrob73075f05b 1 797
97 G438 Oryza sativa Os_S120953 1571
97 G438 Oryza sativa Os_S19524 1572
97 G438 Oryza sativa Os_S23391 1573
97 G438 Oryza sativa Os_S42908 1574
371/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
97 G438 Glycine max Gma_S4876016 1638
97 G438 Glycine max Gma_S4999094 1639
97 G438 Glycine max Gma_S5075763 1640
97 G438 Medicago truncatula Mtr_S5308980 1693
97 G438 Medicago truncatula Mtr_S5411708 1694
97 G438 Hordeum vulgare Hv_S197562 1722
97 G438 Hordeum vulgare Hv_S224721 1723
97 G438 Hordeum vulgare Hv_S69222 1724
97 G438 Zea mays Zm_S11477054 1771
97 G438 Zea mays Zm_S11521524 1772
97 G438 Zea mays Zm_S11522470 1773
97 G438 Zea mays Zm_S11523253 1774
97 G438 Zea mays Zm_S11526859 1775
97 G438 Triticum aestivum Ta_S130807 1840
97 G438 Triticum aestivum Ta_S131992 1841
97 G438 Triticum aestivum Ta_S132089 1842
97 G438 Triticum aestivum Ta_S25579 1843
97 G438 Triticum aestivum Ta_S50749 1844
97 G438 Triticum aestivum Ta_S6425 1845
97 G438 Lycopersicon esculentum Les_S5289520 1927
372/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50207 1962
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50208 1963
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50279 1964
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50602 1965
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50986 1966
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52670 1967
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 53069 1968
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54002 1969
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54245 1970
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 58239 1971
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 58887 1972
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-333165 1973
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-333872 1974
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-340997 1975
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-388971 1976
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-401049 1977
97 G438 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 1978
373/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum SINGLET-451497
97 G438 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-452871 1979
98 G438 Zinnia elegans ZEL312053 1,0e-999
98 G438 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK102830 1,0e-999
98 G438 Physcomitrella patens AB032182 1,0e-999
98 G438 Zea mays AY105765 1,0e-999
98 G438 Oryza sativa AX699680 1,0e-999
98 G438 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01006159 1,00E-165
98 G438 Medicago truncatula CB894606 1,00E-128
98 G438 Lactuca sativa BU002601 1,00E-120
98 G438 Poncirus trifoliata CD574584 1,00E-113
98 G438 Mesembryanthem um crystallinum BE035416 1,00E-106
98 G438 Zinnia elegans gi18076736 1,0e-999
98 G438 Oryza sativa gi13384370 1,0e-999
98 G438 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31432701 1,0e-999
98 G438 Physcomitrella patens gi7209912 6,00E-238
98 G438 Ceratopteris richardii gi3868829 4,20E-35
374/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
98 G438 Sorghum bicolor gi18481701 5,00E-21
98 G438 Phalaenopsis sp. SM9108 gi1173622 1,00E-20
98 G438 Phalaenopsis sp. gi2147484 1,00E-20
98 G438 Picea abies gi12002853 1,80E-20
98 G438 Zea mays gi8920427 4,00E-20
100 G446 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK103312 1,0e-999
100 G446 Oryza sativa AX654320 1,00E-168
100 G446 Mangifera indica AY255705 1,00E-116
100 G446 Medicago truncatula CB894037 1,00E-114
100 G446 Prunus persica AF467900 1,00E-102
100 G446 Zea mays AY105215 9,00E-99
100 G446 Beta vulgaris BQ594500 6,00E-87
100 G446 Populus balsamifera subesp. trichocarpa AI166599 8,00E-84
100 G446 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB631221 8,00E-81
100 G446 Pinus pinaster BX250119 1,00E-80
100 G446 Prunus persica gi27450533 2,70E-277
100 G446 Oryza sativa gi19352037 4,80E-203
100 G446 Oryza sativa (grupo do gi32489051 5,70E-198
375/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
cultivar japonica)
100 G446 Mangifera indica gi30027167 5,50E-121
100 G446 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi26251300 2,50E-115
100 G446 Mirabilis jalapa gi23343944 5,10E-20
100 G446 Marchantia polymorpha gi25272004 7,40E-11
100 G446 Pisum sativum gi871511 1,90E-06
100 G446 Lycopersicon esculentum gi1217664 8,30E-06
100 G446 Zea mays gi18697008 9,10E-06
102 G468 Populus tremula x Populus tremuloides PTR306827 1,00E-37
102 G468 Glycine max BU965031 4,00E-33
102 G468 Medicago truncatula BF649039 9,00E-26
102 G468 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK103865 4,00E-25
102 G468 Hordeum vulgare BG301068 2,00E-19
102 G468 Triticum aestivum BJ228821 5,00E-19
102 G468 Zea mays BF727992 7,00E-18
102 G468 Helianthus annuus BU018212 1,00E-17
376/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
102 G468 Lycopersicon esculentum BI209073 3,00E-17
102 G468 Cycas rumphii CB089859 3,00E-17
102 G468 Populus tremula x Populus tremuloides gi20269055 4,70E-39
102 G468 Oryza sativa gi8096369 7,90E-26
102 G468 Triticum aestivum gi32400272 2,70E-20
102 G468 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi30962267 3,40E-20
102 G468 Vitis vinifera gi29465672 6,20E-20
102 G468 Glycine max gi2388689 8,10E-20
102 G468 Cucumis sativus gi6136832 1,50E-19
102 G468 Pinus taeda gi32396293 3,80E-19
102 G468 Mirabilis jalapa gi23343936 1,00E-18
102 G468 Pisum sativum gi1352057 1,70E-18
104 G478 Brassica napus CD839423 1,00E-81
104 G478 Antirrhinum majus AMA011621 5,00E-75
104 G478 Poncirus trifoliata CD574568 1,00E-66
104 G478 Brassica oleracea BH693623 2,00E-58
104 G478 Capsicum annuum CA516164 7,00E-56
104 G478 Glycine max AI443033 2,00E-48
104 G478 Medicago BQ146536 4,00E-46
377/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
truncatula
104 G478 Lycopersicon esculentum BI933324 3,00E-45
104 G478 Zea mays ZMA011617 7,00E-44
104 G478 Hedyotis terminalis CB078220 3,00E-37
104 G478 Antirrhinum majus gi25458128 7,40E-64
104 G478 Zea mays gi5931784 2,30E-44
104 G478 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488855 3,80E-37
104 G478 Betula pendula gi30577628 3,00E-28
104 G478 Oryza sativa gi8468036 4,00E-24
104 G478 Mitochondrion Beta vulgaris var. altissima gi9087308 8,10E-13
104 G478 Lycopersicon esculentum gi7489001 0,00037
104 G478 Solanum tuberosum gi13161908 0,12
104 G478 Glycine max gi5524682 0,15
104 G478 Triticum aestivum gi4101568 0,67
105 G485 Oryza sativa G3394 2135 2,00E-50
105 G485 Oryza sativa G3395 2137 3,00E-46
105 G485 Oryza sativa G3396 2139 2,00E-42
105 G485 Oryza sativa G3397 2141 1,00E-55
105 G485 Oryza sativa G3398 2143 3,00E-60
105 G485 Oryza sativa G3429 2145 3,00E-18
105 G485 Zea mays G3434 2149 1,00E-49
378/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
105 G485 Zea mays G3435 2151 1,00E-57
105 G485 Zea mays G3436 2153 9,00E-60
105 G485 Zea mays G3437 2155 3,00E-53
105 G485 Glycine max G3470 2171 7,00E-46
105 G485 Glycine max G3471 2173 1,00E-46
105 G485 Glycine max G3472 2175 3,00E-57
105 G485 Glycine max G3473 2177 2,00E-53
105 G485 Glycine max G3474 2179 5,00E-58
105 G485 Glycine max G3475 2181 5,00E-56
105 G485 Glycine max G3476 2183 9,00E-57
105 G485 Glycine max G3477 2185 7,00E-46
105 G485 Glycine max G3478 2187 3,00E-56
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER24839_1 798
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER31103_1 799
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33504_1 800
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33504_3 801
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33504_4 802
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33504_5 803
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33504_6 804
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER4778 1 805
105 G485 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER4778 3 806
105 G485 Oryza sativa OSC12630,C1,p5 807
379/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
,fg
105 G485 Oryza sativa OSC1404,C1,p3, fg 808
105 G485 Oryza sativa OSC30077,C1,p6 ,fg 809
105 G485 Oryza sativa OSC512,C1,p2,f g 810
105 G485 Oryza sativa OSC5489,C1,p2, fg 811
105 G485 Oryza sativa sicef_0681,z1, abd 812
105 G485 Zea mays LIB3732-044- Q6-K6-C4 813
105 G485 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER719_1 814
105 G485 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER719 10 815
105 G485 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER719 2 816
105 G485 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER719 3 817
105 G485 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER719 4 818
105 G485 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER719 5 819
105 G485 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER90408 1 820
105 G485 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER90408 2 821
105 G485 Glycine max Gma_S4904793 1641
105 G485 Hordeum vulgare Hv_S138973 1725
105 G485 Hordeum Hv_S17617 1726
380/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgare
105 G485 Zea mays Zm_S11418173 1776
105 G485 Zea mays Zm_S11434692 1777
105 G485 Zea mays Zm_S11509886 1778
105 G485 Triticum aestivum Ta_S198814 1846
105 G485 Triticum aestivum Ta_S45374 1847
105 G485 Triticum aestivum Ta_S50443 1848
105 G485 Triticum aestivum Ta_S93629 1849
105 G485 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 46859 1980
105 G485 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 47447 1981
106 G485 Poncirus trifoliata CD574709 9,00E-62
106 G485 Solanum tuberosum BQ505706 4,00E-60
106 G485 Lactuca sativa BQ996905 2,00E-58
106 G485 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01003638 3,00E-57
106 G485 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005193 3,00E-57
106 G485 Beta vulgaris BQ592365 9,00E-57
106 G485 Zea mays CD438068 9,00E-57
106 G485 Physcomitrella patens AX288144 3,00E-56
381/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
106 G485 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU880488 1,00E-55
106 G485 Glycine max AX584277 6,00E-55
106 G485 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi30409461 4,60E-48
106 G485 Zea mays gi115840 9,50E-48
106 G485 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi30349365 1,10E-39
106 G485 Oryza sativa gi15408794 1,60E-38
106 G485 Phaseolus coccineus gi22536010 2,90E-37
106 G485 Gossypium barbadense gi28274147 6,30E-35
106 G485 Vernonia galamensis gi16902054 2,70E-34
106 G485 Glycine max gi16902050 1,20E-33
106 G485 Argemone mexicana gi16902056 1,10E-32
106 G485 Triticum aestivum gi16902058 2,90E-30
108 G521 Brassica oleracea BH662589 2,00E-78
108 G521 Prunus persica BU044475 3,00E-71
108 G521 Petunia x hybrida AF509865 2,00E-67
108 G521 Brassica napus CD828428 3,00E-67
108 G521 Medicago AF254124 1,00E-66
382/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
truncatula
108 G521 Hordeum vulgare subesp. spontaneum BJ481205 3,00E-65
108 G521 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK068153 5,00E-65
108 G521 Hordeum vulgare BQ469035 1,00E-63
108 G521 Oryza sativa AX654724 3,00E-63
108 G521 Sorghum propinquum BG241938 7,00E-62
108 G521 Petunia x hybrida gi21105732 7,20E-66
108 G521 Medicago truncatula gi7716952 6,50E-65
108 G521 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27452910 1,70E-48
108 G521 Oryza sativa gi6730946 4,10E-40
108 G521 Glycine max gi22597158 1,10E-37
108 G521 Phaseolus vulgaris gi15148914 4,80E-37
108 G521 Brassica napus gi31322572 1,00E-36
108 G521 Lycopersicon esculentum gi6175246 4,30E-36
108 G521 Solanum tuberosum gi14485513 5,50E-36
108 G521 Triticum sp. gi4218535 1,90E-33
110 G549 Brassica oleracea BOBOFHA 1,0e-999
383/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
110 G549 Lycopersicon esculentum AF197934 1,00E-152
110 G549 Petunia x hybrida AF030171 1,00E-150
110 G549 Antirrhinum majus subesp. majus AMAFLO 1,00E-146
110 G549 Pisum sativum AF010190 1,00E-145
110 G549 Eschscholzia californica subesp. californica AY188789 1,00E-144
110 G549 Cucumis sativus AF059320 1,00E-143
110 G549 Malus x domestica AB056159 1,00E-139
110 G549 Salix discolor AY230817 1,00E-138
110 G549 Acacia mangium AY229890 1,00E-137
110 G549 Brassica oleracea gi22755 3,40E-201
110 G549 Brassica oleracea var. botrytis gi487029 3,40E-201
110 G549 Jonopsidium acaule gi6003582 1,30E-192
110 G549 Nicotiana tabacum gi561688 1,30E-144
110 G549 Lycopersicon esculentum gi7658233 2,80E-144
110 G549 Petunia x hybrida gi2625050 8,40E-143
110 G549 Antirrhinum majus gi100482 1,30E-137
384/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
110 G549 Antirrhinum majus subesp. majus gi166430 1,30E-137
110 G549 Eschscholzia californica subesp. californica gi30313799 1,90E-136
110 G549 Platanus racemosa gi8574519 2,20E-135
112 G550 Brassica oleracea BH930799 1,00E-84
112 G550 Medicago truncatula AC140025 6,00E-82
112 G550 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005167 8,00E-74
112 G550 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004298 1,00E-73
112 G550 Cucurbita maxima D45066 7,00E-72
112 G550 Oryza sativa AX659956 2,00E-67
112 G550 Lycopersicon esculentum BM412713 6,00E-53
112 G550 Lactuca sativa BQ860203 4,00E-52
112 G550 Poncirus trifoliata CD575555 1,00E-48
112 G550 Glycine max BM953958 4,00E-45
112 G550 Oryza sativa gi7242908 2,80E-66
112 G550 Oryza sativa (grupo do cultivar gi19071625 1,00E-57
385/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
112 G550 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21538791 9,10E-43
112 G550 Cucurbita maxima gi1669341 8,20E-42
112 G550 Dendrobium grex Madame Thong-In gi3929325 8,30E-33
112 G550 Hordeum vulgare gi3777436 2,30E-24
112 G550 Zea mays gi1346559 1,80E-23
112 G550 Nicotiana tabacum gi1360078 2,40E-23
112 G550 Pisum sativum gi6092016 2,40E-23
112 G550 Solanum tuberosum gi7688355 1,40E-22
114 G571 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK103174 1,00E-116
114 G571 Oryza sativa AX653996 1,00E-103
114 G571 Phaseolus vulgaris AF402608 1,00E-100
114 G571 Triticum aestivum WHTHBP1BC1 1,00E-100
114 G571 Nicotiana tabacum AF031487 3,00E-98
114 G571 Zea mays ZMOCSBFB 2,00E-96
114 G571 Oryza sp. BD261827 1,00E-94
114 G571 Physcomitrella patens AX180962 3,00E-93
386/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
114 G571 Vicia faba VFACREBL 7,00E-89
114 G571 Glycine max BQ611848 7,00E-88
114 G571 Phaseolus vulgaris gi15148924 1,50E-95
114 G571 Nicotiana tabacum gi6288682 8,50E-95
114 G571 Zea mays gi297018 4,80E-92
114 G571 Oryza sativa gi13872972 7,90E-92
114 G571 Triticum aestivum gi1076782 1,00E-91
114 G571 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33146487 4,30E-91
114 G571 Glycine max gi7488719 9,10E-75
114 G571 Vicia faba gi100099 1,90E-74
114 G571 Nicotiana sp. gi19680 1,10E-71
114 G571 Solanum tuberosum gi7489280 1,20E-70
116 G581 Gerbera hybrida GHY7709 3,00E-73
116 G581 Lotus uliginosus AF503362 1,00E-57
116 G581 Brassica oleracea BZ019501 3,00E-57
116 G581 Gossypium hirsutum AF336279 5,00E-54
116 G581 Antirrhinum majus AMADEL 5,00E-53
116 G581 Oryza sativa AB021080 7,00E-52
116 G581 Perilla frutescens AB024050 2,00E-51
387/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
116 G581 Petunia x hybrida AF020545 3,00E-51
116 G581 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU875274 2,00E-49
116 G581 Medicago truncatula BI308638 6,00E-48
116 G581 Lotus uliginosus gi20467247 6,80E-92
116 G581 Gossypium hirsutum gi13346182 2,40E-81
116 G581 Perilla frutescens gi4519199 6,40E-79
116 G581 Antirrhinum majus gi166428 8,30E-75
116 G581 Zea mays gi100897 3,50E-69
116 G581 Oryza sativa gi1086540 1,20E-63
116 G581 Gerbera hybrida gi3650292 5,20E-63
116 G581 Lotus japonicus gi20467249 6,70E-61
116 G581 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488805 8,80E-57
116 G581 Petunia x hybrida gi3127045 8,00E-51
118 G600 Brassica oleracea BZ035190 2,00E-41
118 G600 Helianthus annuus BQ914741 2,00E-25
118 G600 Medicago truncatula AW688852 3,00E-24
388/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
118 G600 Glycine max AW703971 3,00E-22
118 G600 Populus tremula x Populus tremuloides BU830207 1,00E-18
118 G600 Vitis vinifera CB913112 2,00E-17
118 G600 Gossypium arboreum BQ413633 3,00E-15
118 G600 Lactuca sativa BQ859538 3,00E-11
118 G600 Hedyotis centranthoides CB086932 4,00E-11
118 G600 Zea mays CA830375 2,00E-09
118 G600 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31432245 1,30E-20
118 G600 Oryza sativa gi11034640 1,50E-06
118 G600 Lycopersicon esculentum gi9858781 4,50E-06
118 G600 Medicago sativa gi3334756 5,50E-06
118 G600 Nicotiana plumbaginifoli a gi3850821 2,50E-05
118 G600 Cucurbita maxima gi17221648 7,00E-05
118 G600 Zea mays gi11340599 9,80E-05
118 G600 Chlamydomonas reinhardtii gi28207761 0,002
118 G600 Nicotiana tabacum gi8096269 0,0023
118 G600 Pisum sativum gi7440062 0,027
119 G624 Glycine max Gma_S4875227 1642
389/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
120 G624 Zea mays AY103971 1,00E-56
120 G624 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101356 7,00E-48
120 G624 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB620477 8,00E-42
120 G624 Solanum tuberosum BQ517157 2,00E-41
120 G624 Sorghum bicolor BE600697 8,00E-41
120 G624 Hordeum vulgare BG367957 2,00E-39
120 G624 Lactuca sativa BQ865528 3,00E-34
120 G624 Lycopersicon esculentum AW737389 6,00E-34
120 G624 Zinnia elegans AU293844 1,00E-31
120 G624 Glycine max BF070672 3,00E-25
120 G624 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23617202 4,50E-95
120 G624 Oryza sativa gi391885 3,90E-13
120 G624 Daucus carota gi5578746 4,30E-13
120 G624 Mesembryanthem um crystallinum gi3219155 7,30E-13
120 G624 Fagopyrum esculentum gi32469224 1,90E-12
120 G624 Solanum tuberosum gi27528486 4,20E-12
390/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
120 G624 Zea mays gi100922 5,60E-12
120 G624 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi1730475 6,30E-12
120 G624 Eragrostis tef gi17906977 6,30E-12
120 G624 Craterostigma plantagineum gi2288899 7,10E-12
121 G627 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER65192_1 822
121 G627 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER65192 2 823
121 G627 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER495 1 824
121 G627 Oryza sativa Os_S65371 1575
121 G627 Medicago truncatula Mtr_S5455444 1695
121 G627 Hordeum vulgare Hv_S12327 1727
121 G627 Triticum aestivum Ta_S329524 1850
121 G627 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 58075 1982
122 G627 Populus tremuloides AF377868 3,00E-60
122 G627 Eucalyptus globulus subesp. globulus AF086642 1,00E-59
122 G627 Petunia x hybrida AF335239 1,00E-58
122 G627 Pimpinella brachycarpa AF082531 1,00E-58
391/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
122 G627 Populus tremula x Populus tremuloides BU896825 3,00E-58
122 G627 Cardamine flexuosa AY257542 2,00E-57
122 G627 Nicotiana tabacum NTTOB 3,00E-57
122 G627 Sinapis alba SAU25696 4,00E-57
122 G627 Brassica rapa subesp. pekinensis AY257541 7,00E-57
122 G627 Oryza sativa AF141965 3,00E-55
122 G627 Populus tremuloides gi31295609 1,00E-59
122 G627 Eucalyptus globulus subesp. globulus gi4322475 2,70E-59
122 G627 Pimpinella brachycarpa gi3493647 8,20E-58
122 G627 Petunia x hybrida gi13384056 1,00E-57
122 G627 Sinapis alba gi1049022 2,50E-56
122 G627 Nicotiana tabacum gi1076646 2,50E-56
122 G627 Cardamine flexuosa gi30171309 2,50E-56
122 G627 Brassica rapa subesp. pekinensis gi30171307 3,20E-56
122 G627 Elaeis guineensis gi6635740 2,00E-54
122 G627 Oryza sativa gi5295990 5,30E-54
392/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
124 G646 Brassica oleracea BH437513 3,00E-71
124 G646 Oryza sativa AB028129 2,00E-53
124 G646 Brassica napus CD813699 1,00E-52
124 G646 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01002346 2,00E-51
124 G646 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK060659 1,00E-50
124 G646 Populus tremula BU821375 8,00E-49
124 G646 Vitis vinifera CB910264 1,00E-48
124 G646 Nicotiana tabacum NTA9594 2,00E-46
124 G646 Glycine max BE611146 1,00E-44
124 G646 Solanum tuberosum BG592323 9,00E-43
124 G646 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32482863 4,90E-51
124 G646 Oryza sativa gi4996640 4,90E-51
124 G646 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20372847 9,50E-50
124 G646 Nicotiana tabacum gi1360084 2,70E-42
124 G646 Pisum sativum gi6092016 2,30E-35
124 G646 Triticum aestivum gi3790264 4,70E-33
393/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
124 G646 Solanum tuberosum gi7688355 3,20E-32
124 G646 Hordeum vulgare gi3777436 8,50E-32
124 G646 Zea mays gi2393775 2,00E-31
124 G646 Cucurbita maxima gi1669341 2,70E-27
125 G651 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER252329_ 1 825
125 G651 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28671_1 826
125 G651 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28671_2 827
125 G651 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER38144_1 828
125 G651 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER12764_1 829
125 G651 Oryza sativa OSC100181,C1,p 3,fg 830
125 G651 Oryza sativa OSC100807,C1,p 14,fg 831
125 G651 Oryza sativa OSC12064,C1,p2 6,fg 832
125 G651 Oryza sativa OSC4083,C1,p1, fg 833
125 G651 Zea mays LIB4171-012- R1-K1-B10 834
125 G651 Oryza sativa Os_S113261 1576
125 G651 Zea mays Zm_S11367031 1779
125 G651 Zea mays Zm_S11431995 1780
125 G651 Zea mays Zm_S11525554 1781
125 G651 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 1983
394/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum 50411
125 G651 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-34777 1984
125 G651 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-7514 1985
126 G651 Petunia x hybrida AB035133 4,00E-44
126 G651 Brassica oleracea BZ474306 3,00E-40
126 G651 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005072 5,00E-31
126 G651 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000406 5,00E-31
126 G651 Lactuca sativa BU015249 9,00E-31
126 G651 Vitis vinifera CA808162 3,00E-29
126 G651 Oryza sativa AC037426 3,00E-29
126 G651 Glycine max BU548087 1,00E-25
126 G651 Zea mays BZ372896 1,00E-25
126 G651 Solanum tuberosum BQ508073 3,00E-25
126 G651 Petunia x hybrida gi2346986 5,50E-36
126 G651 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21740840 1,60E-32
126 G651 Medicago sativa gi7228329 1,70E-16
126 G651 Glycine max gi1763063 1,20E-15
395/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
126 G651 Datisca glomerata gi4666360 3,20E-15
126 G651 Oryza sativa gi15623826 8,80E-13
126 G651 Brassica rapa gi2058504 1,20E-12
126 G651 Nicotiana tabacum gi2981169 6,40E-12
126 G651 Triticum aestivum gi485814 2,30E-11
126 G651 Pisum sativum gi2129892 3,40E-10
127 G652 Glycine max BG362937,1 835
127 G652 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3357_10 836
127 G652 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3357_14 837
127 G652 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3357_15 838
127 G652 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3357_8 839
127 G652 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3357 9 840
127 G652 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER380953_ 1 841
127 G652 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER4027_1 842
127 G652 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER51249 2 843
127 G652 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER7171_1 844
127 G652 Oryza sativa OSC100158,C1,p 6,fg 845
127 G652 Oryza sativa OSC101188,C1,p 2,fg 846
396/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
127 G652 Oryza sativa OSC101621,C1,p 8,fg 847
127 G652 Oryza sativa OSC19412,C1,p4 ,fg 848
127 G652 Oryza sativa OSC20041,C1,p3 ,fg 849
127 G652 Oryza sativa OSC21434,C1,p2 7,fg 850
127 G652 Oryza sativa OSC24160,C1,p7 ,fg 851
127 G652 Oryza sativa OSC24791,C1,p2 ,fg 852
127 G652 Oryza sativa uC- osflcyp173f05b 1 853
127 G652 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER447_18 854
127 G652 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER447_20 855
127 G652 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER447_21 856
127 G652 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER447 23 857
127 G652 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER55_18 858
127 G652 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER55_22 859
127 G652 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER55_44 860
127 G652 Oryza sativa Os_S118507 1577
127 G652 Oryza sativa Os_S42588 1578
127 G652 Oryza sativa Os_S46064 1579
127 G652 Glycine max Gma_S4871214 1643
397/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
127 G652 Glycine max Gma_S4965905 1644
127 G652 Glycine max Gma_S5135351 1645
127 G652 Hordeum vulgare Hv_S107672 1728
127 G652 Hordeum vulgare Hv_S142991 1729
127 G652 Hordeum vulgare Hv_S147464 1730
127 G652 Zea mays Zm_S11487070 1782
127 G652 Triticum aestivum Ta_S109795 1851
127 G652 Triticum aestivum Ta_S2509 1852
127 G652 Triticum aestivum Ta_S45732 1853
127 G652 Triticum aestivum Ta_S60357 1854
127 G652 Triticum aestivum Ta_S75244 1855
127 G652 Lycopersicon esculentum Les_S5162139 1928
127 G652 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56979 1986
127 G652 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-39394 1987
128 G652 Brassica oleracea BH926980 7,00E-90
128 G652 Nicotiana sylvestris NSGRP2MR 2,00E-71
128 G652 Zea mays AI812203 1,00E-64
128 G652 Solanum tuberosum BM408211 5,00E-64
128 G652 Oryza sativa AP003879 9,00E-64
398/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
128 G652 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101577 9,00E-64
128 G652 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000576 1,00E-62
128 G652 Triticum aestivum AB066265 2,00E-62
128 G652 Aegilops speltoides BQ840577 3,00E-62
128 G652 Pinus pinaster BX249354 9,00E-61
128 G652 Nicotiana sylvestris gi121631 1,10E-67
128 G652 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29467522 6,00E-62
128 G652 Triticum aestivum gi21322752 2,00E-61
128 G652 Chlamydomonas reinhardtii gi30527347 2,40E-26
128 G652 Phaseolus vulgaris gi121628 6,20E-26
128 G652 Nicotiana tabacum gi395147 8,70E-25
128 G652 Brassica napus gi17821 1,80E-23
128 G652 Petunia x hybrida gi121627 2,20E-23
128 G652 Petunia sp. gi225181 2,20E-23
128 G652 Oryza sativa gi15528745 2,50E-22
130 G707 Picea abies AF328842 1,0e-999
399/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
130 G707 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AB101648 1,0e-999
130 G707 Oryza sativa AX658854 1,0e-999
130 G707 Zea mays ZMA250985 1,0e-999
130 G707 Malus domestica AF067961 1,0e-999
130 G707 Phalaenopsis sp. SM9108 PSU34743 1,0e-999
130 G707 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007245 1,0e-999
130 G707 Gossypium hirsutum AF530913 1,00E-172
130 G707 Sorghum bicolor AF466200 1,00E-141
130 G707 Helianthus annuus HNNHAHR 1,00E-138
130 G707 Picea abies gi19070143 3,20E-237
130 G707 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31339101 1,00E-231
130 G707 Malus x domestica gi3925363 4,10E-230
130 G707 Phalaenopsis sp. SM9108 gi1173622 2,40E-200
130 G707 Phalaenopsis sp. gi2147484 2,40E-200
130 G707 Oryza sativa gi19072102 2,90E-197
130 G707 Zea mays gi8920421 1,10E-195
400/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
130 G707 Sorghum bicolor gi18481701 5,90E-190
130 G707 Gossypium hirsutum gi22475195 4,80E-168
130 G707 Helianthus annuus gi1208940 3,70E-127
132 G728 Brassica oleracea BH471284 4,00E-41
132 G728 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK105625 1,00E-40
132 G728 Lycopersicon esculentum AW032021 3,00E-30
132 G728 Prunus persica BU040714 4,00E-28
132 G728 Prunus armeniaca CB820349 1,00E-27
132 G728 Populus tremula x Populus tremuloides BU886442 2,00E-27
132 G728 Triticum aestivum BU100819 2,00E-27
132 G728 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x Populus deltoides CB239440 2,00E-26
132 G728 Vitis vinifera CB979887 2,00E-25
132 G728 Triticum monococcum BQ803556 6,00E-25
132 G728 Oryza sativa (grupo do cultivar gi33146555 2,40E-41
401/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
132 G728 Oryza sativa gi11034542 5,70E-35
132 G728 Nicotiana tabacum gi4519671 1,00E-11
132 G728 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 2,80E-11
132 G728 Zea mays gi15667625 5,40E-11
132 G728 Miesembryanthem um crystallinum gi6942190 1,30E-10
132 G728 Solanum bulbocastanum gi32470629 1,70E-09
132 G728 Oryza glaberrima gi31338862 2,70E-08
132 G728 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 4,50E-08
132 G728 Glycine max gi23821873 0,064
134 G730 Brassica oleracea BH976893 2,00E-73
134 G730 Medicago truncatula CA922031 1,00E-41
134 G730 Vitis vinifera CB005926 4,00E-36
134 G730 Lactuca sativa BU004983 5,00E-34
134 G730 Glycine max BG363182 2,00E-31
134 G730 Triticum aestivum CA498340 4,00E-30
134 G730 Solanum tuberosum BQ115344 1,00E-28
134 G730 Brassica napus CD817870 3,00E-28
134 G730 Populus tremula x AI163121 6,00E-27
402/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
Populus tremuloides
134 G730 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK108408 1,00E-26
134 G730 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29467563 6,40E-41
134 G730 Nicotiana tabacum gi4519671 1,80E-15
134 G730 Mesembryan them um crystallinum gi6942190 5,20E-15
134 G730 Solanum bulbocastanum gi32470629 8,00E-13
134 G730 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 1,90E-12
134 G730 Oryza sativa gi11034542 1,70E-08
134 G730 Oryza glaberrima gi31338862 6,40E-08
134 G730 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 4,00E-07
134 G730 Zea mays gi15667625 1,00E-05
134 G730 Theophrasta americana gi12004107 0,41
136 G738 Medicago truncatula BF636532 5,00E-37
136 G738 Brassica oleracea BH568823 7,00E-36
136 G738 Glycine max BE555532 1,00E-35
403/1027
SEQ ID N2: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID N : da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
136 G738 Nicotiana tabacum NTA9594 2,00E-34
136 G738 Lycopersicon esculentum AI894846 7,00E-33
136 G738 Capsicum annuum CA847307 8,00E-32
136 G738 Vitis vinifera CB910264 1,00E-31
136 G738 Solanum tuberosum BM113542 6,00E-31
136 G738 Zea mays CC698952 6,00E-31
136 G738 Oryza sativa OSJN00155 4,00E-30
136 G738 Nicotiana tabacum gi3341468 3,90E-35
136 G738 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20372847 6,00E-33
136 G738 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32482863 2,50E-31
136 G738 Oryza sativa gi4996640 2,50E-31
136 G738 Pisum sativum gi6092016 8,30E-30
136 G738 Solanum tuberosum gi7688355 2,10E-27
136 G738 Zea mays gi2393775 2,70E-27
136 G738 Triticum aestivum gi3790264 7,10E-27
136 G738 Hordeum vulgare gi3777436 4,10E-24
136 G738 Cucurbita maxima gi1669341 2,00E-22
138 G744 Oryza sativa AK070302 2,00E-63
404/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
138 G744 Lactuca sativa BQ856329 5,00E-59
138 G744 Vitis vinifera CA817874 2,00E-57
138 G744 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CA767518 5,00E-55
138 G744 Brassica oleracea BH430310 6,00E-54
138 G744 Triticum aestivum BJ258750 1,00E-51
138 G744 Zea mays AW257837 1,00E-50
138 G744 Hordeum vulgare subesp. vulgare BF628902 2,00E-47
138 G744 Pinus pinaster BX252059 1,00E-44
138 G744 Brassica napus AI352966 6,00E-42
138 G744 Oryza sativa gi18855037 2,40E-35
138 G744 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433346 8,10E-35
138 G744 Zea mays gi18092342 1,20E-13
138 G744 Nicotiana tabacum gi12003386 5,40E-13
138 G744 Cucumis melo gi17016985 1,40E-12
138 G744 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 8,20E-11
138 G744 Hordeum gi2894379 2,00E-09
405/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgare
138 G744 Medicago sativa gi23451086 5,60E-08
138 G744 Glycine max gi1076498 1,00E-06
138 G744 Pisum sativum gi4240031 1,40E-06
140 G752 Brassica oleracea BZ499460 1,00E-70
140 G752 Medicago truncatula CA920567 2,00E-58
140 G752 Poncirus trifoliata CD573735 7,00E-55
140 G752 Zea mays CD436549 1,00E-54
140 G752 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK066069 6,00E-54
140 G752 Oryza sativa AX653661 6,00E-54
140 G752 Lycopersicon esculentum BI923342 2,00E-52
140 G752 Hordeum vulgare subesp. spontaneum AV946923 1,00E-49
140 G752 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB627816 2,00E-49
140 G752 Glycine max AI438025 5,00E-48
140 G752 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21740878 4,30E-29
140 G752 Pisum sativum gi4240031 1,50E-27
140 G752 Glycine max gi1076498 3,30E-27
406/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
140 G752 Lotus japonicus gi1086225 8,40E-26
140 G752 Oryza sativa gi8570055 8,70E-23
140 G752 Cicer arietinum gi10334499 1,10E-13
140 G752 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi29164825 2,60E-07
140 G752 Triticum aestivum gi32400766 1,00E-05
140 G752 Zea mays gi18092342 1,60E-05
140 G752 Tulipa gesneriana gi23386073 0,00011
141 G807 Oryza sativa G3491 2201 1E-114
141 G807 Glycine max G3494 2203 1E-116
141 G807 Glycine max G3495 2205 1E-117
141 G807 Glycine max G3512 2207 1E-118
141 G807 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER700_1 861
141 G807 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER700_2 862
141 G807 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER700_3 863
141 G807 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER7494_1 864
141 G807 Oryza sativa OSC19953,C1,p7 ,fg 865
141 G807 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER20750_1 866
141 G807 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER8272_1 867
141 G807 Oryza sativa Os_S33091 1580
407/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
141 G807 Hordeum vulgare Hv_S99692 1731
141 G807 Zea mays Zm_S11426353 1783
141 G807 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 57622 1988
141 G807 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-334447 1989
142 G807 Lycopersicon peruvianum LPHSF8 1,00E-112
142 G807 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106118 1,00E-111
142 G807 Brassica napus CD814788 6,00E-96
142 G807 Medicago truncatula AC087771 4,00E-82
142 G807 Solanum tuberosum BG890899 1,00E-80
142 G807 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01005302 6,00E-80
142 G807 Oryza sativa AC120506 5,00E-79
142 G807 Lycopersicon esculentum LEHSF8 4,00E-78
142 G807 Glycine max AW569256 2,00E-76
142 G807 Populus tremula x Populus tremuloides BU834690 1,00E-73
142 G807 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29126355 4,80E-101
408/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
142 G807 Lycopersi con peruvianum gi100264 1,30E-100
142 G807 Lycopersicon esculentum gi100225 1,60E-100
142 G807 Nicotiana tabacum gi5821138 2,90E-56
142 G807 Phaseolus acutifolius gi16118447 1,10E-52
142 G807 Medicago sativa gi20162459 2,80E-50
142 G807 Glycine max gi662924 1,90E-49
142 G807 Zea mays gi2130134 1,40E-48
142 G807 Oryza sativa gi14209551 1,70E-48
142 G807 Helianthus annuus gi25052685 1,80E-46
144 G811 Solanum tuberosum BG889138 8,00E-70
144 G811 Lycopersicon esculentum AW738534 1,00E-64
144 G811 Lactuca sativa BQ854304 3,00E-64
144 G811 Glycine max BE347442 2,00E-52
144 G811 Euphorbia esula AW874988 2,00E-50
144 G811 Capsicum annuum CA514873 4,00E-50
144 G811 Vitis vinifera CB920522 4,00E-48
144 G811 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106488 1,00E-47
144 G811 Triticum aestivum CD909725 7,00E-47
144 G811 Oryza sativa AX652911 2,00E-46
409/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
144 G811 Oryza sativa gi15624016 1,60E-47
144 G811 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161000 1,60E-47
144 G811 Lycopersi con peruvianum gi100264 3,60E-39
144 G811 Lycopersicon esculentum gi100225 4,70E-39
144 G811 Glycine max gi2129831 5,40E-39
144 G811 Nicotiana tabacum gi5821138 4,30E-36
144 G811 Medicago sativa gi20162459 8,80E-36
144 G811 Zea mays gi2130134 3,90E-35
144 G811 Phaseolus acutifolius gi16118447 1,70E-32
144 G811 Helianthus annuus gi25052685 2,80E-32
145 G839 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16158_1 868
145 G839 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER66623_1 869
145 G839 Glycine max LIB4164-057- R1-N1-A5 870
145 G839 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER117082_ 1 871
145 G839 Oryza sativa OSC2170,C1,p5, fg 872
145 G839 Oryza sativa OSC28351,C1,p1 ,fg 873
145 G839 Oryza sativa rsicek_9913,y1 874
410/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
, abd
145 G839 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER1121_63 875
145 G839 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER7249 1 876
145 G839 Glycine max Gma_S4891477 1646
145 G839 Glycine max Gma_S6669519 1647
145 G839 Zea mays Zm_S11525703 1784
145 G839 Triticum aestivum Ta_S276434 1856
145 G839 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 53309 1990
145 G839 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 58458 1991
145 G839 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-453084 1992
146 G839 Nicotiana tabacum BD260600 1,00E-176
146 G839 Helianthus annuus BD260596 1,00E-171
146 G839 Zea mays AX041006 1,00E-158
146 G839 Triticum aestivum BD263897 1,00E-154
146 G839 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK067198 1,00E-149
146 G839 Oryza sativa AX653720 1,00E-137
146 G839 Beta vulgaris BD260595 1,00E-110
146 G839 Lycopersicon esculentum BD260557 1,00E-110
146 G839 Brassica napus AF527176 7,00E-97
146 G839 Brassica BH483537 3,00E-90
411/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
oleracea
146 G839 Zea mays gi11340603 2,00E-153
146 G839 Triticum aestivum gi18616497 5,20E-145
146 G839 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22535593 2,30E-144
146 G839 Oryza sativa gi18616493 2,80E-131
146 G839 Nicotiana tabacum gi21552981 2,00E-111
146 G839 Brassica napus gi22003730 1,80E-94
146 G839 Chlamydomonas reinhardtii gi30025990 0,14
146 G839 Nicotiana alata gi26418416 0,22
146 G839 Pennisetum ciliare gi549986 0,64
146 G839 Gossypium herbaceum gi29837373 0,9
148 G846 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100130 1,0e-999
148 G846 Oryza sativa AX652964 1,0e-999
148 G846 Medicago truncatula CB893601 1,00E-102
148 G846 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01003006 5,00E-98
148 G846 Triticum aestivum BQ842184 1,00E-92
148 G846 Helianthus BU028886 5,00E-89
412/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
annuus
148 G846 Lactuca sativa BQ869409 8,00E-87
148 G846 Brassica oleracea BZ039976 6,00E-83
148 G846 Lycopersicon esculentum BE433450 1,00E-74
148 G846 Populus tremula x Populus tremuloides BU894371 1,00E-70
148 G846 Oryza sativa gi15289872 3,50E-215
148 G846 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489674 3,50E-176
148 G846 Zea mays gi18463957 1,10E-33
148 G846 Triticum monococcum gi23193487 1,80E-28
148 G846 Hordeum vulgare subesp. Vulgare gi23193479 2,90E-28
148 G846 Hordeum vulgare gi23193481 3,70E-28
148 G846 Rosa hybrid cultivar gi15029364 0,0017
148 G846 Populus x canescens gi22795037 0,013
148 G846 Glycine max gi25172766 0,018
148 G846 Arabis gemmifera gi22775495 0,022
150 G852 Oryza sativa (grupo do cultivar AK060833 1,00E-155
413/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
150 G852 Brassica oleracea BZ426102 1,00E-121
150 G852 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB628520 1,00E-115
150 G852 Oryza sativa AP003747 1,00E-112
150 G852 Medicago truncatula AC137079 1,00E-107
150 G852 Zea mays AY109543 1,00E-105
150 G852 Glycine max BQ629578 4,00E-89
150 G852 Triticum aestivum BQ744552 2,00E-88
150 G852 Vitis vinifera CB980495 2,00E-86
150 G852 Solanum tuberosum BQ510154 5,00E-86
150 G852 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161431 5,00E-149
150 G852 Lilium longiflorum gi32813435 1,20E-55
150 G852 Oryza sativa gi14719333 2,20E-54
150 G852 Vitis vinifera gi20334379 5,20E-53
150 G852 Zea mays gi10178637 1,10E-52
150 G852 Pisum sativum gi13365610 7,20E-50
150 G852 Lycopersicon esculentum gi31322802 1,50E-49
150 G852 Brassica rapa subesp. pekinensis gi28143934 5,80E-48
150 G852 Gossypium gi29122893 2,00E-47
414/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
hirsutum
150 G852 Carlquistia muirii gi20257447 2,50E-47
152 G905 Brassica oleracea BZ481426 7,00E-97
152 G905 Medicago truncatula AC136503 2,00E-52
152 G905 Cucumis melo AF499727 3,00E-48
152 G905 Citrus sinensis CB290516 9,00E-41
152 G905 Poncirus trifoliata CD576402 4,00E-39
152 G905 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU878367 2,00E-38
152 G905 Capsicum annuum BM063816 2,00E-37
152 G905 Gossypium hirsutum AI730749 5,00E-37
152 G905 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01018235 2,00E-36
152 G905 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004164 2,00E-36
152 G905 Cucumis melo gi28558782 6,50E-49
152 G905 Oryza sativa gi21740711 4,70E-30
152 G905 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24756877 4,30E-29
415/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
152 G905 Medicago sativa gi23451086 6,90E-19
152 G905 Nicotiana tabacum gi12003386 1,20E-18
152 G905 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 5,80E-15
152 G905 Zea mays gi21645888 1,00E-14
152 G905 Hordeum vulgare gi2894379 2,00E-12
152 G905 Solanum tuberosum gi24745601 8,70E-11
152 G905 Thellungiella halophila gi20340241 1,10E-09
153 G916 Glycine max BE021411,1 877
153 G916 Glycine max BG652320,1 878
153 G916 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER191657_ 1 879
153 G916 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3354_1 880
153 G916 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3354_2 881
153 G916 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3354_3 882
153 G916 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3354_4 883
153 G916 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER47179_1 884
153 G916 Oryza sativa OSC101573,C1,p 8,fg 885
153 G916 Oryza sativa OSC1429,C1,p2, 886
416/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
fg
153 G916 Oryza sativa OSC18885,C1,p1 7,fg 887
153 G916 Oryza sativa rsicee_8920,y1 ,abd 888
153 G916 Glycine max Gma_S4878547 1648
153 G916 Glycine max Gma_S6668474 1649
153 G916 Hordeum vulgare Hv_S119532 1732
153 G916 Zea mays Zm_S11388469 1785
153 G916 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 47034 1993
153 G916 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 47543 1994
153 G916 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52279 1995
153 G916 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-18500 1996
153 G916 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-1941 1997
153 G916 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-20683 1998
154 G916 Oryza sativa AX653053 7,00E-97
154 G916 Citrus sinensis BQ625082 2,00E-81
154 G916 Medicago truncatula CB893379 3,00E-80
154 G916 Glycine max BU926713 5,00E-77
154 G916 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004053 4,00E-76
154 G916 Oryza sativa AC120986 1,00E-75
417/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
154 G916 Lycopersicon esculentum AI895084 5,00E-71
154 G916 Prunus persica BU047549 1,00E-69
154 G916 Glycine clandestina BG838724 7,00E-66
154 G916 Brassica oleracea BH710263 1,00E-58
154 G916 Oryza sativa gi11320830 1,50E-98
154 G916 Nicotiana tabacum gi30013667 3,90E-42
154 G916 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160973 1,50E-33
154 G916 Avena fatua gi1159879 2,80E-30
154 G916 Petroselinum crispum gi11493822 5,30E-27
154 G916 Pimpinella brachycarpa gi3420906 2,30E-23
154 G916 Capsella rubella gi32454266 1,00E-22
154 G916 Lycopersicon esculentum gi13620227 2,00E-21
154 G916 Ipomoea batatas gi1076685 4,50E-21
154 G916 Avena sativa gi4894965 9,60E-21
155 G926 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3291_14 889
155 G926 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER3291_6 890
418/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
155 G926 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER2283_3 891
155 G926 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER56491 1 892
155 G926 Oryza sativa uCosrocyp029g09a 1 893
155 G926 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER15892 1 894
155 G926 Triticum aestivum Ta_S91478 1857
155 G926 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52928 1999
155 G926 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 57779 2000
155 G926 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-15562 2001
156 G926 Prunus dulcis BU573158 1,00E-56
156 G926 Medicago truncatula BI310587 3,00E-55
156 G926 Citrus sinensis BQ624240 1,00E-47
156 G926 Brassica oleracea BH443554 4,00E-44
156 G926 Helianthus paradoxus CF082573 5,00E-40
156 G926 Brassica napus BNU33885 2,00E-39
156 G926 Lycopersicon esculentum BF113081 1,00E-37
156 G926 Solanum tuberosum BG886494 3,00E-36
156 G926 Glycine max AW472517 4,00E-36
156 G926 Gossypium BQ407583 7,00E-36
419/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
arboreum
156 G926 Brassica napus gi1173616 1,20E-40
156 G926 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27552556 2,60E-36
156 G926 Oryza sativa gi2826786 1,30E-27
156 G926 Vitis riparia gi7141243 7,10E-27
156 G926 Nicotiana tabacum gi4731314 5,00E-19
156 G926 Vicia faba gi2104675 0,0075
156 G926 Hordeum vulgare gi21667471 0,71
156 G926 Phaseolus vulgaris gi13775107 0,74
156 G926 Solanum tuberosum gi1096930 0,76
156 G926 Zea mays gi1839593 0,84
158 G957 Brassica oleracea BH998192 1,00E-86
158 G957 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU879250 6,00E-82
158 G957 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK109860 2,00E-74
158 G957 Hordeum vulgare BE060921 1,00E-68
158 G957 Nbdicago truncatula BF645745 3,00E-68
158 G957 Lycopersicon esculentum BF098091 3,00E-67
420/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
158 G957 Oryza sativa AB028186 4,00E-66
158 G957 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001925 1,00E-63
158 G957 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x Populus deltoides CA826386 2,00E-63
158 G957 Triticum aestivum BQ483881 1,00E-60
158 G957 Oryza sativa gi11875152 5,40E-78
158 G957 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28190666 5,40E-78
158 G957 Phaseolus vulgaris gi15148914 8,80E-45
158 G957 Glycine max gi22597158 7,90E-44
158 G957 Petunia x hybrida gi1279640 4,40E-43
158 G957 Brassica napus gi31322568 6,40E-42
158 G957 Lycopersicon esculentum gi6175246 7,40E-41
158 G957 Solanum tuberosum gi14485513 3,50E-40
158 G957 Triticum sp. gi4218537 8,40E-40
158 G957 Triticum monococcum gi6732160 8,40E-40
159 G961 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER264630_ 1 895
421/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
159 G961 Glycine max jC- gmXLIB3563P021 ad08d2 896
159 G961 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER6410_1 897
159 G961 Oryza sativa OSC21400,C1,p3 ,fg 898
159 G961 Zea mays LIB4743-075- R1-K1-G11 899
159 G961 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER13382_1 900
159 G961 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER13382_2 901
159 G961 Glycine max Gma_S5137324 1650
159 G961 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-366637 2002
160 G961 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK109860 1,00E-88
160 G961 Brassica oleracea BZ522709 6,00E-84
160 G961 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU879250 3,00E-81
160 G961 Hordeum vulgare BE060921 3,00E-72
160 G961 Lycopersicon esculentum BF098091 3,00E-70
160 G961 Glycine max BU547985 4,00E-69
160 G961 Medicago truncatula BF645892 3,00E-67
160 G961 Oryza sativa AP002542 3,00E-66
422/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
160 G961 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001925 3,00E-66
160 G961 Triticum aestivum CD878476 2,00E-63
160 G961 Oryza sativa gi11875152 5,00E-83
160 G961 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28190666 5,00E-83
160 G961 Glycine max gi22597158 1,10E-46
160 G961 Phaseolus vulgaris gi15148914 1,30E-45
160 G961 Petunia x hybrida gi1279640 2,00E-45
160 G961 Triticum sp. gi4218537 3,00E-44
160 G961 Triticum monococcum gi6732160 3,00E-44
160 G961 Brassica napus gi31322582 7,90E-44
160 G961 Zea mays gi32527660 7,10E-43
160 G961 Lycopersicon esculentum gi6175246 2,80E-41
161 G975 Glycine max AW705973,1 902
161 G975 Glycine max BE610471,1 903
161 G975 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER232634_ 1 904
161 G975 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER8245_1 905
161 G975 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER84865_1 906
161 G975 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- 907
423/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
CLUSTER256875_ 1
161 G975 Oryza sativa OSC33871,C1,p4 ,fg 908
161 G975 Oryza sativa rsicek_16488,y 1,abd 909
161 G975 Zea mays BG874224,1 910
161 G975 Zea mays ZEAMA-08NOV01CLUSTER277338_ 1 911
161 G975 Hordeum vulgare Hv_S31912 1733
161 G975 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52816 2003
161 G975 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-14957 2004
161 G975 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-330976 2005
161 G975 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-335836 2006
162 G975 Brassica napus CD838135 2,00E-91
162 G975 Brassica oleracea BH477624 2,00E-69
162 G975 Triticum aestivum CA486875 4,00E-64
162 G975 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK061163 3,00E-62
162 G975 Oryza sativa AX699685 2,00E-61
162 G975 Rosa chinensis BI978981 3,00E-60
162 G975 Amborella trichopoda CD484088 3,00E-59
424/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
162 G975 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU978490 2,00E-58
162 G975 Vitis aestivalis CB289393 7,00E-58
162 G975 Lycopersicon esculentum BG642554 1,00E-56
162 G975 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32479658 2,20E-30
162 G975 Lycopersicon esculentum gi18650662 2,20E-25
162 G975 Lupinus polyphyllus gi131754 2,60E-22
162 G975 Nicotiana tabacum gi3065895 1,10E-19
162 G975 Atriplex hortensis gi8571476 1,10E-19
162 G975 Zea mays gi21908036 1,00E-18
162 G975 Stylosanthes hamata gi4099914 1,30E-18
162 G975 Hordeum vulgare gi27960757 1,70E-18
162 G975 Oryza sativa gi10567106 2,00E-18
162 G975 Nicotiana sylvestris gi8809573 1,20E-17
163 G1011 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER36089_1 912
163 G1011 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER36089_2 913
163 G1011 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER36089_3 914
425/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
163 G1011 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER36089_4 915
163 G1011 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER36089_6 916
163 G1011 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER475715_ 2 917
163 G1011 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER475_3 918
163 G1011 Oryza sativa OSC101782,C1,p 2,fg 919
163 G1011 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER48_1 920
163 G1011 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER48_2 921
163 G1011 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER48_4 922
163 G1011 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER48_5 923
163 G1011 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER8143_1 924
163 G1011 Oryza sativa Os_S60918 1581
163 G1011 Glycine max Gma_S5094568 1651
163 G1011 Medicago truncatula Mtr_S5357829 1696
163 G1011 Zea mays Zm_S11418746 1786
163 G1011 Zea mays Zm_S11527819 1787
163 G1011 Triticum aestivum Ta_S203038 1858
163 G1011 Triticum aestivum Ta_S304256 1859
163 G1011 Triticum aestivum Ta_S424724 1860
426/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
163 G1011 Lycopersicon esculentum Les_S5295933 1929
163 G1011 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50586 2007
163 G1011 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52410 2008
163 G1011 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-366830 2009
163 G1011 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-394847 2010
164 G1011 Petunia x hybrida AF335240 1,00E-58
164 G1011 Sinapis alba SAU25696 5,00E-58
164 G1011 Brassica rapa subesp. pekinensis AY257541 1,00E-57
164 G1011 Lycopersicon esculentum AI486684 1,00E-57
164 G1011 Cardamine flexuosa AY257542 2,00E-57
164 G1011 Vitis vinifera CA808988 3,00E-57
164 G1011 Populus tremuloides AF377868 9,00E-57
164 G1011 Pimpinella brachycarpa AF082531 8,00E-56
164 G1011 Eucalyptus grandis AY263808 2,00E-55
164 G1011 Draba nemorosa var. hebecarpa AY257543 8,00E-55
164 G1011 Petunia x hybrida gi13384058 3,90E-58
164 G1011 Sinapis alba gi1049022 4,50E-57
164 G1011 Brassica rapa gi30171307 5,70E-57
427/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
subesp. pekinensis
164 G1011 Cardamine flexuosa gi30171309 1,90E-56
164 G1011 Populus tremuloides gi31295609 1,40E-55
164 G1011 Pimpinella brachycarpa gi3493647 7,60E-55
164 G1011 Nicotiana tabacum gi1076646 1,60E-54
164 G1011 Eucalyptus grandis gi30575600 1,60E-54
164 G1011 Draba nemorosa var. hebecarpa gi30171311 1,10E-53
164 G1011 Eucalyptus occidentalis gi30983946 1,10E-53
165 G1013 Oryza sativa OSC102289,C1,p 7,fg 925
166 G1013 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK110625 6,00E-36
166 G1013 Lotus japonicus AV419754 5,00E-21
166 G1013 Glycine max BU082967 3,00E-17
166 G1013 Oryza sativa BI799118 4,00E-17
166 G1013 Amborella trichopoda CD483414 6,00E-17
166 G1013 Zea mays BM269291 1,00E-16
166 G1013 Triticum aestivum BE445081 1,00E-16
166 G1013 Beta vulgaris BQ490186 1,00E-16
166 G1013 Prunus persica BU044499 1,00E-16
428/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
166 G1013 Hordeum vulgare CB868568 1,00E-16
166 G1013 Oryza sativa gi15289994 2,40E-39
166 G1013 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160927 2,40E-39
166 G1013 Nicotiana tabacum gi14530683 1,30E-18
166 G1013 Solanum tuberosum gi24745606 1,30E-18
166 G1013 Cucumis sativus gi7484759 2,90E-17
166 G1013 Capsella rubella gi13620168 3,00E-17
166 G1013 Ipomoea batatas gi1076685 7,30E-17
166 G1013 Petroselinum crispum gi1432058 3,70E-16
166 G1013 Retama raetam gi18158619 5,30E-16
166 G1013 Lycopersicon esculentum gi13620227 5,50E-16
168 G1017 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100322 1,0e-999
168 G1017 Oryza sativa AB071299 1,0e-999
168 G1017 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01008877 1,00E-170
168 G1017 Lotus japonicus AP004505 1,00E-139
168 G1017 Physcomitrella AX288142 1,00E-130
429/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
patens
168 G1017 Zea mays CC657791 1,00E-104
168 G1017 Brassica oleracea BH736206 1,00E-101
168 G1017 Medicago truncatula BG646821 3,00E-98
168 G1017 Vitis vinifera CB979491 2,00E-87
168 G1017 Triticum aestivum BJ258796 5,00E-70
168 G1017 Oryza sativa gi19352051 1,40E-194
168 G1017 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi13384374 7,90E-179
168 G1017 Mangifera indica gi30027167 5,50E-73
168 G1017 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi26251300 3,10E-72
168 G1017 Prunus persica gi27450533 5,00E-70
168 G1017 Marchantia polymorpha gi25272004 2,60E-11
168 G1017 Mirabilis jalapa gi23343944 0,00011
168 G1017 Zea mays gi18697008 0,00015
168 G1017 Pisum sativum gi1352057 0,01
168 G1017 Populus tremula x Populus tremuloides gi20269063 0,1
170 G1033 Brassica napus CD822227 6,00E-72
170 G1033 Medicago BI264539 8,00E-60
430/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
truncatula
170 G1033 Glycine max BI967499 3,00E-59
170 G1033 Hedyotis centranthoides CB087944 7,00E-58
170 G1033 Phaseolus coccineus CA902244 7,00E-56
170 G1033 Pisum sativum CD860485 5,00E-54
170 G1033 Helianthus annuus CD856695 5,00E-54
170 G1033 Capsicum annuum BM063385 9,00E-53
170 G1033 Vitis vinifera CA818147 2,00E-52
170 G1033 Lycopersicon esculentum AI776807 2,00E-52
170 G1033 Ipomoea nil gi1052956 6,10E-37
170 G1033 Nicotiana tabacum gi2196548 7,80E-37
170 G1033 Solanum tuberosum gi2894109 7,00E-36
170 G1033 Pisum sativum gi436424 1,10E-35
170 G1033 Glycine max gi123379 3,90E-35
170 G1033 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi23345287 4,50E-34
170 G1033 Oryza sativa gi3885888 4,50E-34
170 G1033 Zea mays gi2196672 1,50E-33
170 G1033 Vicia faba gi541981 2,50E-33
170 G1033 Triticum aestivum gi100791 3,10E-33
171 G1037 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33215_1 926
431/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
171 G1037 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER35769_1 927
171 G1037 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER35769_2 928
171 G1037 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER78853_1 929
171 G1037 Oryza sativa LIB4309-004- Q1-K1-F10 930
171 G1037 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER7899_1 931
171 G1037 Oryza sativa OSC101221,C1,p 7,fg 932
171 G1037 Oryza sativa OSC101630,C1,p 9,fg 933
171 G1037 Oryza sativa OSC101746,C1,p 5,fg 934
171 G1037 Oryza sativa OSC101754,C1,p 6,fg 935
171 G1037 Oryza sativa OSC15521,C1,p1 ,fg 936
171 G1037 Oryza sativa OSC22451,C1,p8 ,fg 937
171 G1037 Oryza sativa rsicek_16168,y 1,abd 938
171 G1037 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER1091_1 939
171 G1037 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER586757_ 1 940
171 G1037 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER724_633 941
171 G1037 Glycine max Gma_S4903453 1652
171 G1037 Zea mays Zm_S11418484 1788
432/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
171 G1037 Zea mays Zm_S11440157 1789
171 G1037 Triticum aestivum Ta_S103284 1861
171 G1037 Triticum aestivum Ta_S349182 1862
171 G1037 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-68090 2011
172 G1037 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101165 1,00E-100
172 G1037 Zea mays AB062095 4,00E-94
172 G1037 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB630542 6,00E-90
172 G1037 Brassica oleracea BH007675 6,00E-87
172 G1037 Solanum tuberosum BM407041 6,00E-77
172 G1037 Medicago truncatula BG450692 7,00E-71
172 G1037 Lactuca sativa BQ858556 4,00E-62
172 G1037 Stevia rebaudiana BG523436 1,00E-60
172 G1037 Vitis vinifera CD800109 2,00E-58
172 G1037 Oryza sativa AP004552 1,00E-56
172 G1037 Zea mays gi14189890 1,80E-92
172 G1037 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24308616 3,80E-76
172 G1037 Oryza gi31338862 5,40E-45
433/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
glaberrima
172 G1037 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 1,80E-44
172 G1037 Oryza sativa gi15289981 1,30E-20
172 G1037 Dianthus caryophyllus gi13173408 1,00E-10
172 G1037 Nicotiana tabacum gi4519671 6,80E-09
172 G1037 Mesembryan them um crystallinum gi6942190 2,20E-07
172 G1037 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 3,30E-07
172 G1037 Solanum bulbocastanum gi32470629 2,60E-06
174 G1082 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100643 1,00E-144
174 G1082 Brassica oleracea BH666792 1,00E-90
174 G1082 Solanum tuberosum BI179090 7,00E-77
174 G1082 Glycine max CA785487 3,00E-75
174 G1082 Helianthus annuus BU026443 4,00E-67
174 G1082 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU883184 2,00E-63
174 G1082 Hordeum vulgare subesp. CA030236 3,00E-60
434/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgare
174 G1082 Triticum aestivum BJ288629 2,00E-55
174 G1082 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001043 5,00E-54
174 G1082 Lactuca sativa BQ860209 6,00E-54
174 G1082 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32483081 4,10E-79
174 G1082 Gossypium hirsutum gi22858664 2,10E-46
174 G1082 Oryza sativa gi13124871 1,10E-43
174 G1082 Marsilea quadrifolia gi22550110 1,10E-15
174 G1082 Catharanthus roseus gi1486263 2,70E-07
174 G1082 Lupinus angustifolius gi28912428 2,50E-05
174 G1082 Glycine max gi347455 3,10E-05
174 G1082 Vigna unguiculata gi1076556 3,80E-05
174 G1082 Lycopersicon esculentum gi100210 6,10E-05
174 G1082 Nicotiana tabacum gi296617 7,70E-05
176 G1100 Brassica oleracea BZ515453 8,00E-61
176 G1100 Medicago truncatula CB892846 1,00E-41
176 G1100 Cucumis melo AF499727 2,00E-41
435/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
176 G1100 Solanum tuberosum BG590574 3,00E-31
176 G1100 Citrus sinensis CB290516 1,00E-30
176 G1100 Zea mays CC605834 3,00E-30
176 G1100 Poncirus trifoliata CD576402 3,00E-30
176 G1100 Gossypium hirsutum AI730749 2,00E-29
176 G1100 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005399 1,00E-28
176 G1100 Glycine max BQ094213 1,00E-28
176 G1100 Cucumis melo gi28558782 6,50E-45
176 G1100 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24756877 2,10E-27
176 G1100 Oryza sativa gi21740711 3,80E-25
176 G1100 Medicago sativa gi23451086 7,00E-20
176 G1100 Nicotiana tabacum gi12003386 3,50E-15
176 G1100 Zea mays gi21645888 1,80E-12
176 G1100 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 2,70E-12
176 G1100 Hordeum vulgare gi2894379 4,90E-12
176 G1100 Solanum tuberosum gi24745601 4,80E-10
436/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
176 G1100 Cicer arietinum gi4651204 2,90E-08
178 G1108 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK066424 1,00E-113
178 G1108 Zea mays BG837939 1,00E-91
178 G1108 Brassica oleracea BZ486328 1,00E-89
178 G1108 Lactuca sativa BQ852089 3,00E-80
178 G1108 Triticum aestivum BJ319065 2,00E-78
178 G1108 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB634885 5,00E-78
178 G1108 Lycopersicon esculentum BI921710 1,00E-75
178 G1108 Oryza sativa AX699700 1,00E-73
178 G1108 Hordeum vulgare subesp. vulgare AL505242 8,00E-71
178 G1108 Solanum tuberosum BQ512426 6,00E-69
178 G1108 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi15289774 6,00E-78
178 G1108 Phacelia tanacetifolia gi5002214 1,40E-28
178 G1108 Medicago sativa gi23451086 5,10E-12
178 G1108 Oryza sativa gi14164470 1,10E-11
437/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
178 G1108 Cicer arietinum gi4651204 2,60E-10
178 G1108 Nicotiana tabacum gi12003386 1,40E-09
178 G1108 Thellungiella halophila gi20340241 1,50E-09
178 G1108 Hordeum vulgare gi2894379 2,80E-09
178 G1108 Cucumis melo gi17016985 2,30E-08
178 G1108 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 3,10E-08
180 G1113 Brassica napus AI352907 7,00E-49
180 G1113 Brassica rapa subesp. pekinensis BG543052 1,00E-26
180 G1113 Ipomoea nil BJ574282 2,00E-25
180 G1113 Populus tremula BU893088 3,00E-25
180 G1113 Lactuca sativa BQ849490 3,00E-25
180 G1113 Populus tremula x Populus tremuloides BU885427 4,00E-25
180 G1113 Gossypium hirsutum AI729600 8,00E-24
180 G1113 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x Populus deltoides CA825344 8,00E-24
180 G1113 Lycopersicon AW034559 1,00E-23
438/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum
180 G1113 Capsicum annuum CA847343 3,00E-23
180 G1113 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488512 6,10E-19
180 G1113 Oryza sativa gi14164467 2,40E-12
180 G1113 Hordeum vulgare subesp. Vulgare gi20152976 4,90E-12
180 G1113 Thellungiella halophila gi20340241 1,30E-11
180 G1113 Medicago sativa gi23451086 2,60E-11
180 G1113 Cucumis melo gi28558782 1,80E-10
180 G1113 Glycine max gi22597166 6,50E-10
180 G1113 Nicotiana tabacum gi12003386 2,90E-09
180 G1113 Zea mays gi18092342 1,30E-08
180 G1113 Pisum sativum gi4240031 2,40E-08
181 G1128 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER83680_3 942
181 G1128 Oryza sativa OSC795,C1,p2,f g 943
181 G1128 Glycine max Gma_S4918384 1653
181 G1128 Triticum aestivum Ta_S190134 1863
182 G1128 Brassica oleracea BH586480 1,00E-82
182 G1128 Glycine max BU926769 7,00E-60
182 G1128 Oryza sativa AK068379 3,00E-58
439/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
182 G1128 Gossypium arboreum BG441060 5,00E-53
182 G1128 Populus trenula x Populus trenuloides BU814921 1,00E-50
182 G1128 Solanum tuberosun BQ508721 4,00E-48
182 G1128 Hordeun vulgare BQ765321 3,00E-47
182 G1128 Populus balsanifera subesp. Trichocarpa BI139442 6,00E-47
182 G1128 Medicago truncatula BG589060 1,00E-46
182 G1128 Zinnia elegans AU289368 4,00E-45
182 G1128 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi12643044 5,20E-51
182 G1128 Pisun sativum gi2213534 2,50E-45
182 G1128 Antirrhinum najus gi4165183 3,40E-38
182 G1128 Vitis vinifera gi30421132 0,0005
182 G1128 Zea mays gi9837562 0,0019
182 G1128 Oryza sativa gi21740825 0,0026
182 G1128 Spinacia oleracea gi6492266 0,0033
182 G1128 Nicotiana tabacum gi6492262 0,068
440/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
182 G1128 Volvox carteri f. nagariensis gi4324621 0,078
182 G1128 Lycopersicon esculentum gi15144504 0,11
184 G1136 Phaseolus vulgaris PVU18348 1,00E-156
184 G1136 Gossypium raimondii CA994239 1,00E-138
184 G1136 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AE017122 1,00E-100
184 G1136 Oryza sativa AC060755 1,00E-100
184 G1136 Brassica oleracea BZ466433 7,00E-86
184 G1136 Zea mays AF061107 1,00E-80
184 G1136 Lycopersicon esculentum AF011557 2,00E-73
184 G1136 Solanum tuberosum BI434651 2,00E-72
184 G1136 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004195 6,00E-69
184 G1136 Medicago truncatula CB893334 1,00E-68
184 G1136 Phaseolus vulgaris gi1142619 2,00E-155
184 G1136 Oryza sativa gi12643064 6,80E-128
184 G1136 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433653 6,80E-128
184 G1136 Zea mays gi4321762 2,30E-127
441/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
184 G1136 Lycopersicon esculentum gi6175252 6,40E-58
184 G1136 Petunia x hybrida gi10998404 7,40E-36
184 G1136 Perilla frutescens gi28375728 2,90E-34
184 G1136 Antirrhinum majus gi166428 6,30E-26
184 G1136 Gossypium hirsutum gi13346182 4,60E-25
184 G1136 Gerbera hybrida gi3650292 6,00E-19
185 G1142 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER228631_ 1 944
185 G1142 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER228631_ 2 945
185 G1142 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER251531_ 1 946
185 G1142 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER137582_ 1 947
185 G1142 Zea mays Zm_S11428899 1790
185 G1142 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-12268 2012
186 G1142 Brassica oleracea BZ072414 6,00E-71
186 G1142 Brassica napus CD829735 4,00E-67
186 G1142 Populus tremula x Populus tremuloides BU813371 3,00E-63
442/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
186 G1142 Glycine max BQ094663 2,00E-62
186 G1142 Medicago truncatula BF647687 2,00E-60
186 G1142 Populus tremula BU891490 4,00E-55
186 G1142 Lycopersicon esculentum AW622727 4,00E-43
186 G1142 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106649 1,00E-38
186 G1142 Populus tremuloides CA931085 2,00E-33
186 G1142 Oryza sativa subesp. japonica AU093196 2,00E-30
186 G1142 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32129332 1,40E-39
186 G1142 Oryza sativa gi8570062 2,70E-27
186 G1142 Pennisetum glaucum gi527657 5,20E-07
186 G1142 Phyllostachys acuta gi527661 1,40E-06
186 G1142 Lycopersicon esculentum gi6175252 2,10E-06
186 G1142 Sorghum bicolor gi527665 2,00E-05
186 G1142 Oryza australiensis gi1086526 2,40E-05
186 G1142 Oryza eichingeri gi1086528 4,00E-05
186 G1142 Gossypium gi13346180 6,60E-05
443/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
hirsutum
186 G1142 Oryza rufipogon gi1086536 6,70E-05
188 G1150 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007141 1,00E-174
188 G1150 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC135597 1,00E-174
188 G1150 Zea mays AY109385 1,00E-157
188 G1150 Brassica oleracea BH475694 1,00E-112
188 G1150 Triticum aestivum BT008960 1,00E-103
188 G1150 Medicago truncatula BI309506 4,00E-99
188 G1150 Oryza sativa BI118817 2,00E-81
188 G1150 Glycine max BU761598 2,00E-80
188 G1150 Lycopersicon esculentum BG125123 6,00E-69
188 G1150 Solanum tuberosum BG351593 9,00E-68
188 G1150 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31712081 5,60E-170
188 G1150 Oryza sativa gi6539559 2,20E-97
188 G1150 Zea mays gi18542175 8,40E-36
188 G1150 Pisum sativum gi15021750 1,90E-05
188 G1150 Vicia faba gi425682 6,60E-05
188 G1150 Phaseolus gi169349 0,0015
444/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgaris
188 G1150 Adiantam capillusveneris gi4033606 0,0019
188 G1150 Medicago truncatula gi2598593 0,007
188 G1150 Lycopersicon esculentum gi170454 0,0072
188 G1150 Solanum tuberosum gi688080 0,011
189 G1206 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER11328_1 948
189 G1206 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER11328_2 949
189 G1206 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER11328_4 950
189 G1206 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER240450_ 1 951
189 G1206 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER48180_5 952
189 G1206 Oryza sativa 15855173 953
189 G1206 Oryza sativa AU172577,1 954
189 G1206 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER100143_ 1 955
189 G1206 Oryza sativa OSC101221,C1,p 21,fg 956
189 G1206 Oryza sativa OSC17045,C1,p1 ,fg 957
189 G1206 Oryza sativa OSC24705,C1,p1 2,fg 958
189 G1206 Oryza sativa OSC773,C1,p2,f g 959
445/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
189 G1206 Oryza sativa rsicem_13769,y 1,abd 960
189 G1206 Zea mays LIB3912-033- Q6-K6-A12 961
189 G1206 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER231432_ 1 962
189 G1206 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER30971_1 963
189 G1206 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER30971_3 964
189 G1206 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER73342_1 965
189 G1206 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER73342_2 966
189 G1206 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER998548_ 1 967
189 G1206 Glycine max Gma_S4861534 1654
189 G1206 Glycine max Gma_S4881720 1655
189 G1206 Glycine max Gma_S5117867 1656
189 G1206 Medicago truncatula Mtr_S5329905 1697
189 G1206 Medicago truncatula Mtr_S5408746 1698
189 G1206 Zea mays Zm_S11526858 1791
189 G1206 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 48203 2013
189 G1206 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-385084 2014
189 G1206 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-463300 2015
189 G1206 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2016
446/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum SINGLET-471325
190 G1206 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK059445 1,00E-133
190 G1206 Vicia sativa VSENBP1GN 1,00E-123
190 G1206 Pisum sativum PSPD3BIPR 1,00E-122
190 G1206 Brassica napus CD815167 1,00E-109
190 G1206 Brassica oleracea BH582293 1,00E-107
190 G1206 Mesembryanthem um crystallinum CA838861 2,00E-84
190 G1206 Solanum tuberosum BQ507789 1,00E-74
190 G1206 Zea mays AY106688 5,00E-74
190 G1206 Zinnia elegans AU290850 5,00E-71
190 G1206 Medicago truncatula AW775140 5,00E-70
190 G1206 Vicia sativa gi1360637 1,20E-172
190 G1206 Medicago truncatula gi11358945 2,40E-169
190 G1206 Pisum sativum gi2213540 1,50E-166
190 G1206 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21104742 0,083
190 G1206 Medicago sativa gi1279563 0,088
190 G1206 Nicotiana tabacum gi8096269 0,29
190 G1206 Ananas comosus gi31323668 0,38
190 G1206 Gossypium gi11291753 0,83
447/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
hirsutum
190 G1206 Populus tremuloides gi9651406 0,83
190 G1206 Cicer arietinum gi3860319 0,94
192 G1247 Brassica oleracea BZ440977 3,00E-31
192 G1247 Petunia x hybrida PHMYBPH33 5,00E-28
192 G1247 Lactuca sativa BQ996568 6,00E-28
192 G1247 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK063951 1,00E-27
192 G1247 Oryza sativa OSGAMYB 1,00E-27
192 G1247 Vitis vinifera CB004589 1,00E-27
192 G1247 Lolium temulentum AF114162 2,00E-27
192 G1247 Hordeum vulgare HVRNAGAM1 2,00E-27
192 G1247 Triticum aestivum AB044084 2,00E-27
192 G1247 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA013607 2,00E-27
192 G1247 Triticum aestivum gi8247759 9,60E-31
192 G1247 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489825 4,40E-29
192 G1247 Zea mays gi19072736 2,90E-28
192 G1247 Oryza sativa gi1707640 1,80E-27
448/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
192 G1247 Sorghum bicolor gi19073322 4,00E-27
192 G1247 Hordeum vulgare gi1200239 5,50E-27
192 G1247 Petunia x hybrida gi20565 8,30E-27
192 G1247 Lolium temulentum gi4877649 1,30E-26
192 G1247 Lycopersicon esculentum gi1430846 2,20E-26
192 G1247 Nicotiana tabacum gi11066263 3,70E-26
193 G1274 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16030_1 968
193 G1274 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER305171_ 1 969
193 G1274 Oryza sativa OSC100386,C1,p 11,fg 970
193 G1274 Oryza sativa OSC100526,C1,p 1,fg 971
193 G1274 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER139642_ 1 972
193 G1274 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER139642_ 2 973
193 G1274 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER2967_14 974
193 G1274 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER452657_ 1 975
193 G1274 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 51404 2017
449/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
193 G1274 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 57064 2018
194 G1274 Glycine max BQ742659 1,00E-33
194 G1274 Solanum tuberosum BQ516647 2,00E-32
194 G1274 Lycopersicon esculentum BI209002 2,00E-32
194 G1274 Hordeum vulgare BE216050 4,00E-31
194 G1274 Capsicum annuum CA524920 2,00E-30
194 G1274 Stevia rebaudiana BG525040 3,00E-30
194 G1274 Sorghum bicolor CD233113 3,00E-29
194 G1274 Zea mays BMI334368 2,00E-28
194 G1274 Hordeum vulgare subesp. Spontaneum BJ478103 3,00E-28
194 G1274 Hordeum vulgare subesp. vulgare BJ456908 3,00E-28
194 G1274 Oryza sativa gi9558431 1,10E-28
194 G1274 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21104763 4,90E-28
194 G1274 Nicotiana tabacum gi29536791 6,00E-23
194 G1274 Capsella rubella gi32454266 1,70E-22
194 G1274 Solanum gi24745606 8,70E-22
450/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
tuberosum
194 G1274 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi23305051 1,40E-21
194 G1274 Pimpinella brachycarpa gi3420906 1,70E-21
194 G1274 Lycopersicon esculentum gi13620227 3,90E-21
194 G1274 Cucumis sativus gi7484759 5,70E-21
194 G1274 Ipomoea batatas gi1076685 7,00E-21
195 G1276 Medicago truncatula Mtr_S7094215 1699
195 G1276 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-449521 2019
196 G1276 Hyacinthus orientalis AF134116 5,00E-68
196 G1276 Pisum sativum AF325506 2,00E-63
196 G1276 Brassica oleracea BH541466 4,00E-62
196 G1276 Antirrhinum majus AY223518 9,00E-62
196 G1276 Petunia x hybrida AF132002 9,00E-62
196 G1276 Zea mays AF048900 5,00E-61
196 G1276 Malus x domestica AF332215 2,00E-60
196 G1276 Hordeum vulgare AY069953 9,00E-60
196 G1276 Glycine max CA783794 3,00E-59
196 G1276 Lycopersicon BI933811 3,00E-59
451/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum
196 G1276 Hyacinthus orientalis gi5360996 1,00E-66
196 G1276 Pisum sativum gi13173164 6,60E-65
196 G1276 Antirrhinum majus gi28894443 2,20E-62
196 G1276 Zea mays gi2944040 3,60E-62
196 G1276 Hordeum vulgare gi18476518 1,60E-61
196 G1276 Petunia x hybrida gi5081557 5,40E-61
196 G1276 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24059986 2,30E-60
196 G1276 Malus x domestica gi21717332 7,30E-57
196 G1276 Picea abies gi11181610 4,00E-56
196 G1276 Fragaria x ananassa gi30314933 1,30E-36
198 G1289 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK069906 1,0e-999
198 G1289 Zea mays AY104480 1,00E-177
198 G1289 Brassica napus CD842929 1,00E-124
198 G1289 Oryza sativa CNS08C8Z 1,00E-123
198 G1289 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01003696 1,00E-123
198 G1289 Malus domestica AF220204 1,00E-106
452/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
198 G1289 Descurainia sophia BU238049 1,00E-104
198 G1289 Vitis vinifera CB974203 1,00E-100
198 G1289 Lactuca sativa BQ861345 2,00E-95
198 G1289 Glycine max BI786110 1,00E-90
198 G1289 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi15624052 1,60E-176
198 G1289 Oryza sativa gi15408875 6,30E-122
198 G1289 Malus x domestica gi6752888 5,90E-103
198 G1289 Narcissus pseudonarcissu s gi18419598 3,60E-24
198 G1289 Pinus pinaster gi20218829 4,70E-09
198 G1289 Lycopersicon esculentum gi15144514 0,0032
198 G1289 Prunus persica gi27450532 0,0035
198 G1289 Ricinus communis gi2246458 0,0043
198 G1289 Nicotiana tabacum gi17044043 0,0055
198 G1289 Glycine max gi1399380 0,013
199 G1313 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER110578_ 1 976
199 G1313 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER1200_1 977
199 G1313 Oryza sativa OSC101811,C1,p 1,fg 978
199 G1313 Oryza sativa OSC102408,C1,p 25,fg 979
453/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
199 G1313 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER163873_ 1 980
199 G1313 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER163873_ 4 981
199 G1313 Oryza sativa Os_S60589 1582
199 G1313 Oryza sativa Os_S60753 1583
199 G1313 Hordeum vulgare Hv_S73931 1734
200 G1313 Hordeum vulgare HVRNAGAM1 4,00E-72
200 G1313 Lolium temulentum AF114162 7,00E-72
200 G1313 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK063951 4,00E-71
200 G1313 Oryza sativa AX699725 4,00E-71
200 G1313 Avena sativa ASA133638 4,00E-71
200 G1313 Vitis vinifera CB005976 3,00E-66
200 G1313 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA014662 2,00E-58
200 G1313 Triticum aestivum BQ245589 8,00E-58
200 G1313 Zea mays CD439889 3,00E-55
200 G1313 Petunia x hybrida PHMYBPH33 7,00E-54
200 G1313 Hordeum vulgare gi13236696 4,00E-72
200 G1313 Oryza sativa gi18844771 8,40E-72
454/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
200 G1313 Oryza sativa gi1707640 1,40E-71
200 G1313 Lolium temulentum gi4877649 2,20E-71
200 G1313 Avena sativa gi4581969 1,60E-70
200 G1313 Triticum aestivum gi8247759 1,40E-55
200 G1313 Petunia x hybrida gi20565 3,80E-53
200 G1313 Nicotiana tabacum gi11066265 2,60E-52
200 G1313 Lotus corniculatus var. japonicus gi30024602 2,40E-41
200 G1313 Glycine max gi30024604 1,50E-40
202 G1327 Oryza sativa AX652823 1,00E-52
202 G1327 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB619057 3,00E-52
202 G1327 Petunia x hybrida PHMYBPH22 4,00E-52
202 G1327 Brassica napus CD834677 1,00E-50
202 G1327 Glycine max AB029160 6,00E-50
202 G1327 Sorghum bicolor CD214131 8,00E-50
202 G1327 Triticum aestivum BJ312394 8,00E-50
202 G1327 Hordeum vulgare BG343209 8,00E-50
202 G1327 Nicotiana AB028650 8,00E-50
455/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
tabacum
202 G1327 Solanum tuberosum BQ514539 1,00E-49
202 G1327 Petunia x hybrida gi20561 1,10E-51
202 G1327 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33087073 2,40E-51
202 G1327 Zea mays gi127580 6,30E-51
202 G1327 Oryza sativa gi1946265 1,00E-50
202 G1327 Nicotiana tabacum gi6552361 1,30E-50
202 G1327 Glycine max gi5139802 1,20E-49
202 G1327 Vitis labrusca x Vitis vinifera gi22266675 3,10E-49
202 G1327 Lycopersicon esculentum gi1370140 4,00E-49
202 G1327 Sorghum bicolor gi19548405 5,10E-49
202 G1327 Populus x canescens gi22795039 3,60E-48
204 G1340 Brassica oleracea BZ504572 5,00E-64
204 G1340 Populus tremula x Populus tremuloides BU832210 7,00E-56
204 G1340 Gossypium arboreum BQ407507 1,00E-53
204 G1340 Oryza sativa (grupo do cultivar AC135792 1,00E-51
456/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
204 G1340 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01006150 3,00E-47
204 G1340 Lotus corniculatus var. japonicus AP006423 2,00E-41
204 G1340 Oryza sativa OSIG00051 1,00E-40
204 G1340 Solanum tuberosum BQ510169 3,00E-37
204 G1340 Zea mays CC658096 1,00E-34
204 G1340 Sorghum bicolor BZ346856 7,00E-29
204 G1340 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488407 3,20E-56
204 G1340 Lycopersicon esculentum gi1345538 0,00087
204 G1340 Oryza sativa gi13786451 0,0023
204 G1340 Glycine max gi18182309 0,0075
204 G1340 Triticum aestivum gi5292165 0,0099
204 G1340 Nicotiana tabacum gi6691123 0,011
204 G1340 Solanum tuberosum gi688080 0,013
204 G1340 Volvox carteri gi21992 0,023
204 G1340 Vicia faba gi425682 0,03
204 G1340 Bromheadia finlaysoniana gi2108258 0,046
206 G1341 Gossypium AY125487 1,0e-999
457/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
hirsutum
206 G1341 Oryza sativa AF268596 1,00E-103
206 G1341 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK064970 1,00E-101
206 G1341 Poncirus trifoliata CD575941 5,00E-95
206 G1341 Medicago truncatula CF068570 5,00E-90
206 G1341 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000469 1,00E-88
206 G1341 Helianthus annuus CD852109 1,00E-85
206 G1341 Zea mays BZ968534 2,00E-72
206 G1341 Triticum aestivum BJ301302 2,00E-69
206 G1341 Brassica napus CD825286 2,00E-61
206 G1341 Gossypium hirsutum gi22858664 3,10E-191
206 G1341 Oryza sativa gi13124871 1,80E-95
206 G1341 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433523 1,80E-95
206 G1341 Marsilea quadrifolia gi22550110 4,50E-24
206 G1341 Volvox carteri gi226743 1,20E-12
206 G1341 Volvox carteri f. nagariensis gi6523547 2,10E-12
206 G1341 Lupinus angustifolius gi28912428 1,10E-11
458/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
206 G1341 Lycopersicon esculentum gi7488999 1,30E-10
206 G1341 Adiantum capillusveneris gi4033606 2,80E-10
206 G1341 Cicer arietinum gi3204132 3,50E-10
207 G1357 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER80398_1 982
207 G1357 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52387 2020
208 G1357 Brassica oleracea BH590226 3,00E-94
208 G1357 Medicago truncatula BF645605 5,00E-59
208 G1357 Sorghum bicolor BI140703 8,00E-44
208 G1357 Hordeum vulgare subesp. spontaneum BJ481205 8,00E-44
208 G1357 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU967516 8,00E-44
208 G1357 Hordeum vulgare BQ469035 8,00E-44
208 G1357 Petunia x hybrida AF509874 9,00E-42
208 G1357 Triticum aestivum BJ257015 9,00E-42
208 G1357 Oryza sativa AX654515 3,00E-41
208 G1357 Oryza sativa (grupo do AK099540 5,00E-41
459/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
cultivar japonica)
208 G1357 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi19225018 1,50E-42
208 G1357 Petunia x hybrida gi21105751 2,40E-42
208 G1357 Medicago truncatula gi7716952 7,20E-42
208 G1357 Oryza sativa gi6730946 3,50E-41
208 G1357 Glycine max gi22597158 1,10E-37
208 G1357 Brassica napus gi31322582 4,30E-36
208 G1357 Phaseolus vulgaris gi15148914 7,00E-36
208 G1357 Lycopersicon esculentum gi6175246 2,20E-32
208 G1357 Triticum sp. gi4218537 2,80E-32
208 G1357 Triticum monococcum gi6732160 2,80E-32
210 G1361 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK102794 1,00E-103
210 G1361 Brassica oleracea BH541034 7,00E-97
210 G1361 Brassica napus AF319771 1,00E-96
210 G1361 Hordeum vulgare BI960052 5,00E-90
210 G1361 Populus tremula x Populus tremuloides BI129724 2,00E-88
210 G1361 Oryza sativa AAAA01011028 4,00E-86
460/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar indica)
210 G1361 Glycine max BM527360 4,00E-86
210 G1361 Zea mays CC340048 3,00E-84
210 G1361 Medicago truncatula BG646679 2,00E-83
210 G1361 Sorghum bicolor CD235886 2,00E-72
210 G1361 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi18461166 3,10E-97
210 G1361 Brassica napus gi12751304 1,30E-91
210 G1361 Oryza sativa gi9049470 2,20E-70
210 G1361 Triticum monococcum gi6732156 6,10E-12
210 G1361 Lycopersicon esculentum gi6175246 3,40E-11
210 G1361 Glycine max gi22597158 2,90E-10
210 G1361 Triticum sp. gi4218537 8,10E-10
210 G1361 Phaseolus vulgaris gi15148914 7,40E-09
210 G1361 Petunia x hybrida gi1279640 1,00E-08
210 G1361 Medicago truncatula gi7716952 2,20E-08
212 G1384 Solanum tuberosum BQ115095 7,00E-49
212 G1384 Lycopersicon esculentum AF506825 7,00E-49
212 G1384 Brassica oleracea BH517407 1,00E-46
461/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
212 G1384 Brassica napus CD829462 9,00E-46
212 G1384 Prunus persica BU046010 2,00E-45
212 G1384 Hedyotis centranthoides CB083964 2,00E-44
212 G1384 Atriplex hortensis AF274033 5,00E-44
212 G1384 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK105877 6,00E-44
212 G1384 Oryza sativa AP004119 6,00E-44
212 G1384 Glycine max BE807772 1,00E-43
212 G1384 Lycopersicon esculentum gi27436378 1,50E-49
212 G1384 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32140997 1,90E-43
212 G1384 Zea mays gi21908036 4,50E-41
212 G1384 Atriplex hortensis gi8571476 4,20E-38
212 G1384 Oryza sativa gi5091503 3,60E-22
212 G1384 Nicotiana tabacum gi1208498 1,00E-20
212 G1384 Prunus armeniaca gi3264767 1,70E-20
212 G1384 Mesembryanthem um crystallinum gi32401273 1,50E-19
212 G1384 Solanum tuberosum gi28268684 5,00E-19
212 G1384 Glycine max gi31324058 1,00E-18
214 G1389 Brassica BH720211 2,00E-96
462/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
oleracea
214 G1389 Medicago truncatula AC144893 8,00E-47
214 G1389 Lotus japonicus AP006146 3,00E-46
214 G1389 Lactuca sativa BQ996587 3,00E-39
214 G1389 Lupinus albus LAL426419 8,00E-39
214 G1389 Glycine max AW760150 2,00E-38
214 G1389 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AB071805 3,00E-38
214 G1389 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01005156 3,00E-38
214 G1389 Oryza sativa AP003104 3,00E-38
214 G1389 Gossypium arboreum BG440212 5,00E-38
214 G1389 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20975253 3,00E-45
214 G1389 Lupinus albus gi20269127 2,80E-44
214 G1389 Oryza sativa gi14164473 1,20E-43
214 G1389 Lycopersicon esculentum gi12002867 1,90E-39
214 G1389 Pueraria montana var. lobata gi21624281 6,10E-21
214 G1389 Digitalis purpurea gi6358561 8,30E-21
214 G1389 Misopates orontium gi6358605 1,50E-20
463/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
214 G1389 Antirrhinum majus subesp. linkianum gi6358551 2,80E-20
214 G1389 Antirrhinum microphyll um gi32481583 3,40E-20
214 G1389 Antirrhinum graniticum gi6358548 3,40E-20
215 G1412 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16227_1 983
215 G1412 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16227_2 984
215 G1412 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16227_3 985
215 G1412 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16227_5 986
215 G1412 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER444_125 987
215 G1412 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER444_267 988
215 G1412 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER444_320 989
215 G1412 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER444_337 990
215 G1412 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER721_119 991
215 G1412 Glycine max Gma_S5050636 1657
215 G1412 Lycopersicon esculentum Les_S5295623 1930
215 G1412 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 45948 2021
215 G1412 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 48215 2022
216 G1412 Brassica napus AY245887 1,00E-149
464/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
216 G1412 Citrus sinensis CB290927 1,00E-106
216 G1412 Lycopersicon esculentum AF011555 1,00E-103
216 G1412 Mesembryanthem um crystallinum BE034140 1,00E-100
216 G1412 Beta vulgaris BQ586991 5,00E-98
216 G1412 Solanum tuberosum BQ516602 1,00E-96
216 G1412 Lactuca sativa BQ854150 2,00E-95
216 G1412 Medicago truncatula AJ498717 4,00E-94
216 G1412 Vitis vinifera CB915147 2,00E-93
216 G1412 Glycine max BG510868 7,00E-84
216 G1412 Brassica napus gi31322582 2,00E-141
216 G1412 Lycopersicon esculentum gi6175246 2,70E-98
216 G1412 Oryza sativa gi15528779 1,80E-62
216 G1412 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161457 8,80E-61
216 G1412 Petunia x hybrida gi21105748 2,30E-60
216 G1412 Solanum tuberosum gi14485513 9,10E-59
216 G1412 Triticum sp. gi4218535 1,30E-57
216 G1412 Triticum monococcum gi6732158 1,30E-57
216 G1412 Phaseolus vulgaris gi15148914 4,60E-55
216 G1412 Glycine max gi22597158 1,70E-50
465/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
217 G1420 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER227245_ 1 992
217 G1420 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER90086_1 993
217 G1420 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER22982_1 994
217 G1420 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER453197_ 1 995
218 G1420 Brassica rapa L35779 1,00E-62
218 G1420 Vitis vinifera BQ799236 2,00E-55
218 G1420 Glycine max BF425463 1,00E-50
218 G1420 Brassica oleracea BH451149 2,00E-47
218 G1420 Populus tremula x Populus tremuloides BU884581 1,00E-44
218 G1420 Lycopersicon esculentum AW034229 3,00E-44
218 G1420 Amborella trichopoda CD483414 2,00E-42
218 G1420 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK108745 8,00E-40
218 G1420 Medicago truncatula BF645445 2,00E-39
218 G1420 Oryza sativa AX654272 6,00E-39
218 G1420 Oryza sativa gi11761085 7,40E-41
218 G1420 Oryza sativa (grupo do cultivar gi22830985 3,90E-35
466/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
218 G1420 Lycopersicon esculentum gi13620227 1,40E-33
218 G1420 Nicotiana tabacum gi14530681 4,40E-32
218 G1420 Capsella rubella gi32454266 5,70E-32
218 G1420 Pimpinella brachycarpa gi3420906 5,80E-30
218 G1420 Petroselinum crispum gi5917653 2,90E-28
218 G1420 Avena fatua gi1159877 5,60E-27
218 G1420 Solanum tuberosum gi24745606 5,60E-27
218 G1420 Retama raetam gi18158619 3,10E-24
220 G1423 Brassica oleracea BH449565 1,00E-53
220 G1423 Lycopersicon esculentum BI929334 2,00E-10
220 G1423 Medicago truncatula AC139746 1,00E-08
220 G1423 Lotus corniculatus var. japonicus CB827123 1,00E-08
220 G1423 Lotus japonicus AP006142 1,00E-08
220 G1423 Oryza sativa CNS07YPB 1,00E-07
220 G1423 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01005416 3,00E-07
220 G1423 Brassica napus CD815249 3,00E-07
220 G1423 Sorghum BZ627051 7,00E-07
467/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
bicolor
220 G1423 Gossypium arboreum BQ412101 7,00E-07
220 G1423 Oryza sativa gi15290141 3,80E-06
220 G1423 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi30313673 4,30E-06
220 G1423 Brassica oleracea var. capitata gi30523252 4,50E-05
220 G1423 Zea mays gi29372756 4,90E-05
220 G1423 Raphanus sativus gi30523250 5,10E-05
220 G1423 Ceratopteris richardii gi1944532 5,90E-05
220 G1423 Brassica napus gi17933454 6,00E-05
220 G1423 Brassica rapa gi30523360 6,00E-05
220 G1423 Petunia x hybrida gi13384062 6,20E-05
220 G1423 Hordeum vulgare gi9367234 8,70E-05
222 G1446 Brassica rapa AC137926 1,00E-113
222 G1446 Brassica oleracea BH602216 3,00E-66
222 G1446 Lotus japonicus AP004983 8,00E-37
222 G1446 Medicago truncatula BI309565 2,00E-25
222 G1446 Lactuca sativa BU005471 2,00E-19
222 G1446 Glycine max BM525749 2,00E-18
222 G1446 Lycopersicon esculentum BI934904 2,00E-18
468/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
222 G1446 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC137991 3,00E-17
222 G1446 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01014243 4,00E-17
222 G1446 Solanum tuberosum BG594881 2,00E-16
222 G1446 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21104742 0,00012
222 G1446 Nicotiana tabacum gi8096269 0,0003
222 G1446 Raphanus sativus gi9049359 0,0012
222 G1446 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi23345287 0,0016
222 G1446 Oryza sativa gi3885888 0,0016
222 G1446 Boea crassifolia gi13992713 0,0023
222 G1446 Phaseolus vulgaris gi1326161 0,0037
222 G1446 Zea mays gi123378 0,017
222 G1446 Cucurbita maxima gi17221648 0,023
222 G1446 Lycopersicon esculentum gi135171 0,051
223 G1451 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER34672_1 996
469/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
223 G1451 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER34672_2 997
223 G1451 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER11409 1 998
223 G1451 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER2788_1 999
223 G1451 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER294601_ 1 1000
223 G1451 Oryza sativa OSC100137,C1,p 3,fg 1001
223 G1451 Oryza sativa OSC100815,C1,p 16,fg 1002
223 G1451 Oryza sativa OSC17225,C1,p4 ,fg 1003
223 G1451 Oryza sativa OSC21362,C1,p3 ,fg 1004
223 G1451 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER16365_1 1005
223 G1451 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER16500_1 1006
223 G1451 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER36166_1 1007
223 G1451 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER9201 1 1008
223 G1451 Oryza sativa Os_S113016 1584
223 G1451 Oryza sativa Os_S113019 1585
223 G1451 Oryza sativa Os_S113021 1586
223 G1451 Glycine max Gma_S4864163 1658
223 G1451 Glycine max Gma_S4867879 1659
223 G1451 Medicago truncatula Mtr_S5443860 1700
223 G1451 Hordeum Hv_S73176 1735
470/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgare
223 G1451 Zea mays Zm_S11325188 1792
223 G1451 Zea mays Zm_S11325542 1793
223 G1451 Zea mays Zm_S11486245 1794
223 G1451 Zea mays Zm_S11521797 1795
223 G1451 Zea mays Zm_S11523792 1796
223 G1451 Zea mays Zm_S11526178 1797
223 G1451 Triticum aestivum Ta_S132434 1864
223 G1451 Triticum aestivum Ta_S133054 1865
223 G1451 Triticum aestivum Ta_S142068 1866
223 G1451 Lycopersicon esculentum Les_S5190833 1931
223 G1451 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 47770 2023
223 G1451 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 49633 2024
223 G1451 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52521 2025
223 G1451 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56226 2026
223 G1451 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 58048 2027
223 G1451 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-339069 2028
223 G1451 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-360353 2029
223 G1451 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-62180 2030
224 G1451 Oryza sativa AB071298 1,0e-999
471/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
224 G1451 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071455 1,0e-999
224 G1451 Zea mays AY105215 1,00E-157
224 G1451 Medicago truncatula CB894037 1,00E-110
224 G1451 Poncirus trifoliata CD576399 1,00E-109
224 G1451 Lactuca sativa BQ862285 1,00E-107
224 G1451 Solanum tuberosum BG597435 1,00E-107
224 G1451 Triticum aestivum BJ303602 1,00E-103
224 G1451 Mangifera indica AY255705 5,00E-99
224 G1451 Populus tremuloides CA930279 2,00E-92
224 G1451 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488726 2,20E-247
224 G1451 Oryza sativa gi19352049 4,50E-247
224 G1451 Prunus persica gi27450533 2,20E-159
224 G1451 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi26251300 2,20E-116
224 G1451 Mangifera indica gi30027167 4,10E-115
224 G1451 Mirabilis jalapa gi23343944 2,90E-28
224 G1451 Marchantia polymorpha gi25272004 2,30E-12
472/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
224 G1451 Populus tremula x Populus tremuloides gi20269053 8,60E-10
224 G1451 Vigna radiata gi287566 3,80E-06
224 G1451 Glycine max gi114733 1,40E-05
225 G1452 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER80398_1 982
225 G1452 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52387 2020
226 G1452 Medicago truncatula BF645605 5,00E-65
226 G1452 Sorghum bicolor BI140703 7,00E-43
226 G1452 Hordeum vulgare BQ469035 1,00E-42
226 G1452 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU967516 1,00E-42
226 G1452 Hordeum vulgare subesp. spontaneum BJ481205 1,00E-42
226 G1452 Triticum aestivum BQ620568 3,00E-42
226 G1452 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB630990 3,00E-42
226 G1452 Oryza sativa AX654172 8,00E-42
226 G1452 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB657109 1,00E-41
473/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
226 G1452 Lactuca sativa BQ997138 4,00E-41
226 G1452 Oryza sativa gi6730946 1,30E-44
226 G1452 Petunia x hybrida gi21105746 1,20E-41
226 G1452 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27452910 5,10E-41
226 G1452 Medicago truncatula gi7716952 5,80E-41
226 G1452 Glycine max gi22597158 5,30E-38
226 G1452 Phaseolus vulgaris gi15148914 7,00E-36
226 G1452 Brassica napus gi31322578 2,30E-35
226 G1452 Triticum sp. gi4218537 3,90E-35
226 G1452 Triticum monococcum gi6732160 3,90E-35
226 G1452 Lycopersicon esculentum gi6175246 7,20E-34
227 G1468 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER310714_ 1 1009
227 G1468 Oryza sativa OSC100112,C1,p 1,fg 1010
227 G1468 Oryza sativa OSC100807,C1,p 13,fg 1011
227 G1468 Oryza sativa OSC101260,C1,p 1,fg 1012
227 G1468 Oryza sativa Os_S109216 1587
227 G1468 Oryza sativa Os_S114084 1588
227 G1468 Oryza sativa Os_S16324 1589
227 G1468 Oryza sativa Os_S76625 1590
474/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
227 G1468 Oryza sativa Os_S79274 1591
227 G1468 Glycine max Gma_S5105862 1660
227 G1468 Glycine max Gma_S5112587 1661
227 G1468 Medicago truncatula Mtr_S5310408 1701
227 G1468 Medicago truncatula Mtr_S5369405 1702
227 G1468 Hordeum vulgare Hv_S19455 1736
227 G1468 Hordeum vulgare Hv_S206003 1737
227 G1468 Hordeum vulgare Hv_S30762 1738
227 G1468 Zea mays Zm_S11376904 1798
227 G1468 Zea mays Zm_S11394555 1799
227 G1468 Zea mays Zm_S11433720 1800
227 G1468 Zea mays Zm_S11525354 1801
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S124759 1867
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S126524 1868
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S170737 1869
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S306243 1870
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S318815 1871
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S318948 1872
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S324081 1873
227 G1468 Triticum Ta_S327698 1874
475/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
aestivum
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S331818 1875
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S347368 1876
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S51995 1877
227 G1468 Triticum aestivum Ta_S62789 1878
227 G1468 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 58660 2031
228 G1468 Brassica oleracea BH517020 2,00E-98
228 G1468 Petunia x hybrida AB000453 1,00E-37
228 G1468 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK069623 2,00E-27
228 G1468 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01005957 5,00E-27
228 G1468 Oryza sativa OSJN00060 1,00E-26
228 G1468 Zea mays CC671589 4,00E-23
228 G1468 Datisca glomerata AF119050 5,00E-19
228 G1468 Vitis aestivalis CB289561 1,00E-18
228 G1468 Vitis vinifera BM437679 2,00E-18
228 G1468 Medicago truncatula AC126007 2,00E-18
228 G1468 Petunia x hybrida gi1786138 1,00E-36
476/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
228 G1468 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32482980 2,30E-30
228 G1468 Datisca glomerata gi4666360 3,50E-21
228 G1468 Glycine max gi1763063 6,70E-20
228 G1468 Pisum sativum gi2129892 6,50E-17
228 G1468 Nicotiana tabacum gi2981169 1,10E-16
228 G1468 Oryza sativa gi15623826 5,70E-12
228 G1468 Brassica rapa gi2058504 8,30E-11
228 G1468 Triticum aestivum gi485814 2,10E-10
228 G1468 Medicago sativa gi7228329 3,00E-08
230 G1474 Brassica oleracea BZ030450 1,00E-78
230 G1474 Medicago truncatula AC135233 1,00E-25
230 G1474 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001411 2,00E-22
230 G1474 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005869 6,00E-22
230 G1474 Hordeum vulgare BG308988 1,00E-20
230 G1474 Zea mays CC652748 7,00E-20
230 G1474 Glycine max BG363109 3,00E-19
230 G1474 Oryza sativa AC133008 3,00E-19
477/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
230 G1474 Helianthus annuus BQ977193 8,00E-18
230 G1474 Brassica rapa subesp. pekinensis BZ614339 2,00E-14
230 G1474 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489630 5,50E-20
230 G1474 Zea ramosa gi18674684 3,40E-12
230 G1474 Petunia x hybrida gi14275902 2,40E-10
230 G1474 Oryza sativa gi15528588 3,90E-05
230 G1474 Sorghum bicolor gi18390109 0,00065
230 G1474 Medicago sativa gi7228329 0,022
230 G1474 Nicotiana tabacum gi2981169 0,081
230 G1474 Glycine max gi1763063 0,11
230 G1474 Brassica rapa gi2058506 0,17
230 G1474 Pisum sativum gi2129892 0,21
231 G1476 Oryza sativa OSC101556,C1,p 17,fg 1013
232 G1476 Brassica oleracea BZ450400 2,00E-51
232 G1476 Lotus japonicus AP006103 2,00E-11
232 G1476 Lotus corniculatus var. japonicus CB826842 9,00E-11
232 G1476 Medicago truncatula AC145202 9,00E-11
478/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
232 G1476 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004336 2,00E-10
232 G1476 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01025258 2,00E-10
232 G1476 Zea mays BH871177 4,00E-09
232 G1476 Oryza sativa AP004020 1,00E-08
232 G1476 Petunia x hybrida AB035093 1,00E-08
232 G1476 Glycine max AI973860 9,00E-08
232 G1476 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27261062 2,30E-14
232 G1476 Petunia x hybrida gi14275902 2,90E-14
232 G1476 Zea ramosa gi18674684 1,70E-09
232 G1476 Oryza sativa gi9558464 1,60E-07
232 G1476 Sorghum bicolor gi18390109 5,30E-06
232 G1476 Datisca glomerata gi4666360 0,0047
232 G1476 Pisum sativum gi2129892 0,0057
232 G1476 Medicago sativa gi7228329 0,011
232 G1476 Brassica rapa gi2058504 0,011
232 G1476 Nicotiana tabacum gi2981169 0,02
233 G1482 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER228559_ 1014
479/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
1
233 G1482 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER228559_ 2 1015
233 G1482 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER38097 1 1016
233 G1482 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER39971 1 1017
233 G1482 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER39971 2 1018
233 G1482 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER17570 1 1019
233 G1482 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER17570 2 1020
233 G1482 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER687_1 1021
233 G1482 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER99743 1 1022
233 G1482 Oryza sativa OSC101266,C1,p 1,fg 1023
233 G1482 Oryza sativa OSC15654,C1,p3 ,fg 1024
233 G1482 Zea mays 15631093 1025
233 G1482 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER35072_1 1026
233 G1482 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER35072_2 1027
233 G1482 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER366705_ 1 1028
233 G1482 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER439033_ 1 1029
233 G1482 Zea mays ZEAMA-08NOV01- 1030
480/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
CLUSTER439033_ 2
233 G1482 Oryza sativa Os_S60490 1592
233 G1482 Medicago truncatula Mtr_S10820905 1703
233 G1482 Zea mays Zm_S11432778 1802
233 G1482 Triticum aestivum Ta_S288030 1879
233 G1482 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 47593 2032
234 G1482 Solanum tuberosum BM406201 1,00E-60
234 G1482 Medicago truncatula CB894280 2,00E-57
234 G1482 Robinia pseudoacacia BI678186 1,00E-52
234 G1482 Glycine max BM954087 6,00E-52
234 G1482 Lotus japonicus BI420251 1,00E-48
234 G1482 Zinnia elegans AU288043 2,00E-45
234 G1482 Populus tremula BU892726 2,00E-45
234 G1482 Lycopersicon esculentum BM409788 2,00E-44
234 G1482 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071507 1,00E-43
234 G1482 Oryza sativa AB001884 5,00E-43
234 G1482 Oryza sativa gi3618312 1,90E-45
234 G1482 Oryza sativa (grupo do cultivar gi32488104 2,00E-38
481/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
234 G1482 Brassica nigra gi11037311 4,90E-18
234 G1482 Raphanus sativus gi3341723 8,00E-17
234 G1482 Brassica napus gi30984027 2,70E-15
234 G1482 Malus x domestica gi4091806 7,40E-15
234 G1482 Ipomoea nil gi10946337 2,00E-14
234 G1482 Hordeum vulgare gi21667485 2,90E-13
234 G1482 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21655154 1,50E-11
234 G1482 Pinus radiata gi4557093 3,10E-10
236 G1483 Brassica oleracea BZ463417 3,00E-57
236 G1483 Sorghum bicolor CD212257 6,00E-34
236 G1483 Glycine max CA802403 1,00E-33
236 G1483 Zinnia elegans AU293301 3,00E-33
236 G1483 Oryza sativa AB001886 4,00E-33
236 G1483 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB658637 4,00E-33
236 G1483 Lycopersicon esculentum BI935213 4,00E-32
236 G1483 Populus tremula x Populus tremuloides BU864618 6,00E-32
236 G1483 Beta vulgaris BQ589815 7,00E-32
482/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
236 G1483 Ipomoea nil BJ559082 2,00E-31
236 G1483 Oryza sativa gi3618316 7,20E-34
236 G1483 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488104 6,00E-30
236 G1483 Brassica nigra gi22854916 1,20E-12
236 G1483 Malus x domestica gi4091806 4,70E-12
236 G1483 Brassica napus gi2303681 7,90E-12
236 G1483 Raphanus sativus gi3341723 1,40E-11
236 G1483 Hordeum vulgare gi21667475 2,90E-11
236 G1483 Ipomoea nil gi10946337 3,50E-09
236 G1483 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21655160 1,90E-08
236 G1483 Pinus radiata gi4557093 4,30E-07
238 G1493 Medicago truncatula CB891281 9,00E-98
238 G1493 Zea mays AB060130 5,00E-95
238 G1493 Brassica napus CD825309 7,00E-84
238 G1493 Vitis vinifera CD800109 9,00E-84
238 G1493 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100530 7,00E-81
238 G1493 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB630542 3,00E-77
483/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
238 G1493 Brassica oleracea BH687265 2,00E-74
238 G1493 Glycine max AW596288 4,00E-70
238 G1493 Poncirus trifoliata CD574729 6,00E-69
238 G1493 Lactuca sativa BQ858556 1,00E-66
238 G1493 Zea mays gi13661174 1,00E-84
238 G1493 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24308616 9,20E-82
238 G1493 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 2,20E-42
238 G1493 Oryza glaberrima gi31338862 2,20E-42
238 G1493 Oryza sativa gi15289981 9,60E-19
238 G1493 Solanum bulbocastanum gi32470629 1,00E-10
238 G1493 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 1,20E-09
238 G1493 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 8,00E-09
238 G1493 Nicotiana tabacum gi4519671 2,50E-08
238 G1493 Dianthus caryophyllus gi13173408 1,40E-07
240 G1507 Glycine max BE440901 3,00E-61
240 G1507 Triticum aestivum BQ295376 6,00E-56
240 G1507 Triticum BF199732 1,00E-54
484/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
monococcum
240 G1507 Ipomoea nil BJ569796 4,00E-54
240 G1507 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK068931 3,00E-53
240 G1507 Zea mays AY103800 6,00E-53
240 G1507 Lactuca sativa BQ987329 2,00E-51
240 G1507 Beta vulgaris BQ591642 4,00E-51
240 G1507 Hordeum vulgare BU993000 1,00E-49
240 G1507 Medicago truncatula CA991109 7,00E-49
240 G1507 Oryza sativa gi13174240 6,30E-51
240 G1507 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24960749 3,50E-07
240 G1507 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21655156 7,50E-07
240 G1507 Brassica rapa subesp. pekinensis gi28193631 1,20E-06
240 G1507 Raphanus sativus gi3341723 2,10E-06
240 G1507 Brassica nigra gi11037313 7,30E-06
240 G1507 Brassica napus gi30984027 9,90E-06
240 G1507 Hordeum vulgare gi21667485 9,60E-05
240 G1507 Malus x domestica gi4091806 0,00013
485/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
240 G1507 Ipomoea nil gi10946337 0,00068
241 G1510 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER159728_ 1 1031
241 G1510 Oryza sativa OSC101036,C1,p 2,fg 1032
241 G1510 Glycine max Gma_S5061040 1662
241 G1510 Triticum aestivum Ta_S206702 1880
241 G1510 Lycopersicon esculentum Les_S5271097 1932
241 G1510 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56179 2033
242 G1510 Brassica oleracea BZ493938 8,00E-58
242 G1510 Brassica napus CB686317 3,00E-31
242 G1510 Vitis vinifera BM437179 5,00E-23
242 G1510 Glycine max BF425622 5,00E-23
242 G1510 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK099607 7,00E-23
242 G1510 Sorghum bicolor CD213245 9,00E-20
242 G1510 Medicago truncatula BQ165696 2,00E-18
242 G1510 Populus tremula x Populus tremuloides BU863159 5,00E-18
242 G1510 Triticum aestivum AL816777 4,00E-17
242 G1510 Oryza sativa AC087597 3,00E-15
486/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
242 G1510 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28372691 7,00E-19
242 G1510 Oryza sativa gi14165317 5,10E-10
242 G1510 Nicotiana tabacum gi12711287 3,70E-07
242 G1510 Nicotiana plumbaginifoli a gi1076609 4,20E-05
242 G1510 Fagopyrum sp. C97107 gi31088153 0,013
242 G1510 Fagopyrum rubifolium gi31088139 0,016
242 G1510 Fagopyrum gracilipes gi31088119 0,032
242 G1510 Fagopyrum sp. C97106 gi31088151 0,032
242 G1510 Fagopyrum capillatum gi31088129 0,032
242 G1510 Fagopyrum callianthum gi31088131 0,04
244 G1535 Gossypium hirsutum AF530914 1,0e-999
244 G1535 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AB101646 1,0e-999
244 G1535 Oryza sativa AX699728 1,0e-999
244 G1535 Zea mays ZMA250986 1,0e-999
244 G1535 Picea abies AF172931 1,00E-147
244 G1535 Phalaenopsis sp. SM9108 PSU34743 1,00E-147
487/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
244 G1535 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007245 1,00E-123
244 G1535 Malus domestica AF067961 1,00E-110
244 G1535 Sorghum bicolor AF466200 1,00E-106
244 G1535 Helianthus annuus HNNHAHR 2,00E-97
244 G1535 Gossypium hirsutum gi22475197 1,50E-186
244 G1535 Oryza sativa gi18266646 9,30E-174
244 G1535 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31339099 9,30E-174
244 G1535 Phalaenopsis sp. SM9108 gi1173622 1,10E-146
244 G1535 Phalaenopsis sp. gi2147484 1,10E-146
244 G1535 Picea abies gi12002853 9,90E-146
244 G1535 Sorghum bicolor gi18481701 1,60E-141
244 G1535 Zea mays gi5531484 6,50E-134
244 G1535 Malus x domestica gi3925363 3,10E-104
244 G1535 Helianthus annuus gi1208940 1,40E-97
246 G1538 Brassica oleracea BH555867 3,00E-57
246 G1538 Lycopersicon esculentum AI897201 1,00E-37
488/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
246 G1538 Solanum tuberosum BQ506359 3,00E-36
246 G1538 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BI138094 3,00E-36
246 G1538 Glycine max BE660082 8,00E-36
246 G1538 Brassica napus CD818428 2,00E-35
246 G1538 Medicago truncatula BE204081 1,00E-34
246 G1538 Helianthus argophyllus CF087358 1,00E-33
246 G1538 Gossypium arboreum BG447432 3,00E-31
246 G1538 Beta vulgaris BQ584396 4,00E-30
246 G1538 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33146844 2,10E-27
246 G1538 Lycopersicon esculentum gi1161575 1,10E-21
246 G1538 Craterostigma plantagineum gi18034441 2,10E-20
246 G1538 Ceratopteris richardii gi3868841 2,70E-20
246 G1538 Oryza sativa gi5006853 3,40E-20
246 G1538 Daucus carota gi4433048 2,40E-19
246 G1538 Nicotiana tabacum gi22651698 3,00E-19
246 G1538 Brassica rapa subesp. pekinensis gi8133126 3,90E-19
246 G1538 Phaseolus gi15148916 5,00E-19
489/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgaris
246 G1538 Physcomitrella patens gi21623495 1,30E-18
247 G1539 Glycine max BE800562,1 1033
247 G1539 Glycine max uC- gmflminsoy098c 11b1 1034
248 G1539 Brassica oleracea BH725803 3,00E-46
248 G1539 Lactuca sativa BU006325 1,00E-38
248 G1539 Ipomoea nil BJ555660 4,00E-35
248 G1539 Medicago truncatula AC137078 9,00E-32
248 G1539 Glycine max BE800562 1,00E-25
248 G1539 Vigna radiata AF322401 2,00E-25
248 G1539 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009392 3,00E-24
248 G1539 Populus tremula x Populus tremuloides BI128104 5,00E-24
248 G1539 Lycopersicon esculentum BG134747 5,00E-24
248 G1539 Zea mays CC337134 2,00E-23
248 G1539 Lycopersicon esculentum gi28070968 3,30E-31
248 G1539 Petunia x hybrida gi22087128 7,10E-27
248 G1539 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21740884 1,30E-25
490/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
248 G1539 Oryza sativa gi10241438 4,20E-25
248 G1539 Populus tremula x Populus tremuloides gi3955021 4,50E-12
248 G1539 Narcissus pseudonarcissu s gi18419580 0,00089
248 G1539 Zinnia elegans gi18076738 0,0053
248 G1539 Ceratopteris richardii gi3868829 0,074
248 G1539 Juniperus rigida gi9280017 0,49
248 G1539 Physcomitrella patens gi7209912 0,53
250 G1549 Brassica napus CD842307 2,00E-30
250 G1549 Medicago truncatula AC139525 2,00E-29
250 G1549 Brassica oleracea BZ482689 5,00E-28
250 G1549 Glycine max BI787228 1,00E-21
250 G1549 Physcomitrella patens AB028079 2,00E-21
250 G1549 Ipomoea batatas BM878740 5,00E-21
250 G1549 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU881786 7,00E-21
250 G1549 Lycopersicon esculentum AI488741 9,00E-21
250 G1549 Oryza sativa AX654801 9,00E-21
250 G1549 Oryza sativa AK105484 1,00E-20
491/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
250 G1549 Physcomitrella patens gi7415628 7,60E-23
250 G1549 Lycopersicon esculentum gi1161575 8,70E-22
250 G1549 Daucus carota gi1435021 8,70E-22
250 G1549 Oryza sativa gi5006853 8,70E-22
250 G1549 Ceratopteris richardii gi3868839 2,30E-21
250 G1549 Glycine max gi6091551 6,10E-21
250 G1549 Brassica rapa subesp. pekinensis gi8133126 1,00E-20
250 G1549 Nicotiana tabacum gi22651698 1,30E-20
250 G1549 Phaseolus vulgaris gi15148916 1,60E-20
250 G1549 Helianthus annuus gi349379 4,30E-20
252 G1554 Brassica oleracea BZ436074 1,00E-70
252 G1554 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK109808 5,00E-68
252 G1554 Lycopersicon pennellii AW398166 4,00E-38
252 G1554 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01012151 5,00E-34
252 G1554 Lycopersicon BE450553 1,00E-33
492/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum
252 G1554 Solanum tuberosum BM111266 2,00E-33
252 G1554 Oryza sativa AP002523 6,00E-33
252 G1554 Populus tremuloides CA926221 1,00E-31
252 G1554 Medicago truncatula CF068634 2,00E-31
252 G1554 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU988945 8,00E-31
252 G1554 Oryza sativa gi11034542 4,00E-72
252 G1554 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33146555 5,70E-44
252 G1554 Nicotiana tabacum gi4519671 6,20E-13
252 G1554 Zea mays gi14189890 3,00E-12
252 G1554 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 7,70E-11
252 G1554 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 7,80E-11
252 G1554 Oryza glaberrima gi31338862 6,80E-09
252 G1554 Solanum bulbocastanum gi32470629 8,30E-09
252 G1554 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 4,20E-08
252 G1554 Nicotiana gi1087017 0,0056
493/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
alata
254 G1556 Oryza sativa AU172823 3,00E-18
254 G1556 Medicago truncatula BE319599 3,00E-18
254 G1556 Gossypium hirsutum AI730937 4,00E-18
254 G1556 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK107297 4,00E-18
254 G1556 Solanum tuberosum BG597254 1,00E-17
254 G1556 Lycopersicon esculentum AW219675 1,00E-17
254 G1556 Beta vulgaris BQ585483 4,00E-17
254 G1556 Sorghum bicolor BG240038 8,00E-17
254 G1556 Hordeum vulgare BQ465062 1,00E-16
254 G1556 Triticum aestivum CD913537 1,00E-16
254 G1556 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21741799 2,70E-18
254 G1556 Solanum bulbocastanum gi32470629 2,30E-17
254 G1556 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 2,80E-15
254 G1556 Nicotiana tabacum gi4519671 4,70E-13
254 G1556 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 2,50E-12
494/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
254 G1556 Zea mays gi13940496 1,20E-09
254 G1556 Oryza sativa gi13940500 2,20E-09
254 G1556 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 1,10E-06
254 G1556 Oryza glaberrima gi31338862 1,10E-06
254 G1556 Lycopersicon esculentum gi22900937 0,96
255 G1557 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER70177_1 1035
256 G1557 Gossypium hirsutum AI730937 2,00E-24
256 G1557 Beta vulgaris BQ585483 2,00E-24
256 G1557 Solanum tuberosum BG597254 3,00E-24
256 G1557 Mesembryanthem um crystallinum BE036811 1,00E-23
256 G1557 Medicago truncatula BG646240 1,00E-23
256 G1557 Lycopersicon esculentum BG643313 3,00E-23
256 G1557 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK107297 4,00E-22
256 G1557 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU872452 8,00E-22
256 G1557 Oryza sativa AU172823 1,00E-21
256 G1557 Hordeum BQ465062 7,00E-21
495/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgare
256 G1557 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21741799 2,90E-23
256 G1557 Nicotiana tabacum gi4519671 3,60E-16
256 G1557 Solanum bulbocastanum gi32470629 1,20E-15
256 G1557 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 3,60E-15
256 G1557 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 3,50E-13
256 G1557 Oryza sativa gi11034542 3,20E-09
256 G1557 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 1,80E-07
256 G1557 Oryza glaberrima gi31338862 1,80E-07
256 G1557 Zea mays gi13661174 1,80E-07
256 G1557 Triticum aestivum gi100791 0,99
258 G1585 Brassica oleracea BZ441174 6,00E-57
258 G1585 Ipomoea nil BJ559013 3,00E-37
258 G1585 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009903 2,00E-29
258 G1585 Oryza sativa AP003760 2,00E-29
258 G1585 Zea mays AQ844430 5,00E-29
258 G1585 Oryza sativa AC121360 9,00E-29
496/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
258 G1585 Pinus taeda AW981538 2,00E-24
258 G1585 Hordeum vulgare subesp. vulgare BQ467157 3,00E-18
258 G1585 Brassica napus CD827898 4,00E-18
258 G1585 Triticum aestivum CD923002 5,00E-18
258 G1585 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161583 1,50E-47
258 G1585 Petunia x hybrida gi22087128 1,50E-13
258 G1585 Populus tremula x Populus tremuloides gi3955019 2,70E-12
258 G1585 Lycopersicon esculentum gi28070968 3,90E-12
258 G1585 Oryza sativa gi10241438 3,10E-11
258 G1585 Narcissus pseudonarcissu s gi18419580 3,00E-05
258 G1585 Prunus armeniaca gi5031277 0,027
258 G1585 Daucus carota gi1076569 0,53
258 G1585 Picea abies gi19070143 0,63
258 G1585 Zea mays gi8920423 0,71
260 G1591 Brassica oleracea BZ084919 2,00E-35
497/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
260 G1591 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CNS09S4R 3,00E-35
260 G1591 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009392 3,00E-35
260 G1591 Zea mays CC337119 1,00E-33
260 G1591 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU998450 2,00E-31
260 G1591 Oryza sativa AC078977 1,00E-29
260 G1591 Ipomoea nil BJ553325 1,00E-21
260 G1591 Medicago truncatula AC137078 1,00E-21
260 G1591 Lactuca sativa BU006325 2,00E-21
260 G1591 Lycopersicon esculentum BI204369 3,00E-20
260 G1591 Oryza sativa gi8099120 7,50E-31
260 G1591 Petunia x hybrida gi22087128 4,10E-23
260 G1591 Lycopersicon esculentum gi28070968 8,40E-23
260 G1591 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi18461215 2,80E-22
260 G1591 Populus tremula x Populus tremuloides gi3955019 3,00E-12
260 G1591 Chlamydomonas gi16209575 0,00053
498/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
reinhardtii
260 G1591 Gossypium hirsutum gi5731257 0,0021
260 G1591 Narcissus pseudonarcissu s gi18419580 0,0022
260 G1591 Dicentra eximia gi3170468 0,0027
260 G1591 Zinnia elegans gi18076738 0,012
262 G1593 Solanum tuberosum AF406697 4,00E-67
262 G1593 Lycopersicon esculentum AF375966 4,00E-67
262 G1593 Medicago truncatula AW688195 1,00E-57
262 G1593 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK070465 4,00E-57
262 G1593 Citrus sinensis CB292855 1,00E-56
262 G1593 Glycine max BQ629874 1,00E-56
262 G1593 Prunus persica BU043836 6,00E-55
262 G1593 Vitis vinifera CB343619 3,00E-54
262 G1593 Mesembryanthem um crystallinum CA839352 6,00E-54
262 G1593 Malus x domestica AF053769 1,00E-49
262 G1593 Solanum tuberosum gi22652115 9,50E-68
262 G1593 Lycopersicon esculentum gi31323447 2,20E-64
499/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
262 G1593 Malus x domestica gi7239157 3,00E-52
262 G1593 Gnetum gnemon gi31746344 5,40E-52
262 G1593 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20219036 6,80E-51
262 G1593 Hordeum vulgare gi13752407 1,80E-48
262 G1593 Oryza sativa gi15408891 3,20E-47
262 G1593 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi19352101 3,20E-47
262 G1593 Zea mays gi19743685 4,90E-37
262 G1593 Dendrobium grex Madame Thong-In gi3929314 4,30E-12
263 G1660 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER30666_1 1036
263 G1660 Glycine max uCgmflLIB3275P05 9b07b1 1037
263 G1660 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER6548_1 1038
263 G1660 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER93242 1 1039
263 G1660 Oryza sativa OSC100113,C1,p 9,fg 1040
263 G1660 Oryza sativa OSC101572,C1,p 8,fg 1041
263 G1660 Oryza sativa OSC34319,C1,p4 ,fg 1042
263 G1660 Zea mays 700167489_FLI 1043
500/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
263 G1660 Zea mays LIB3279-010- H4_FLI 1044
263 G1660 Zea mays LIB4767-001- R1-M1-D1 1045
263 G1660 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER43109 1 1046
263 G1660 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER64649 1 1047
263 G1660 Oryza sativa Os_S94670 1593
263 G1660 Zea mays Zm_S11454293 1803
263 G1660 Zea mays Zm_S11520265 1804
263 G1660 Triticum aestivum Ta_S142271 1881
263 G1660 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-35095 2034
263 G1660 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-53090 2035
264 G1660 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK102604 1,00E-109
264 G1660 Brassica oleracea BZ431607 1,00E-108
264 G1660 Brassica napus CD818917 2,00E-95
264 G1660 Oryza sativa BE040229 2,00E-62
264 G1660 Ipomoea nil BJ576287 1,00E-54
264 G1660 Lycopersicon esculentum AW443990 7,00E-54
264 G1660 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001098 2,00E-52
264 G1660 Zea mays CB886289 3,00E-50
501/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
264 G1660 Hordeum vulgare BM377843 3,00E-50
264 G1660 Triticum aestivum BJ238027 6,00E-47
264 G1660 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27452912 7,70E-62
264 G1660 Zea mays gi23928441 3,30E-22
264 G1660 Solanum tuberosum gi1881585 1,60E-17
264 G1660 Lycopersicon esculentum gi4731573 1,20E-16
264 G1660 Nicotiana tabacum gi8096269 0,0017
264 G1660 Cucurbita maxima gi17221648 0,002
264 G1660 Cicer arietinum gi7208779 0,0026
264 G1660 Oryza sativa gi11875196 0,006
264 G1660 Plastid Oenoutroa elata subesp. hookeri gi13276714 0,0063
264 G1660 Oenoutroa elata subesp. hookeri gi23822375 0,0063
266 G1718 Brassica rapa subesp. pekinensis BG543482 2,00E-77
266 G1718 Brassica oleracea BH533325 2,00E-65
266 G1718 Citrus sinensis CB292402 2,00E-47
502/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
266 G1718 Vitis vinifera CA812994 3,00E-47
266 G1718 Populus tremula BU889204 4,00E-47
266 G1718 Populus tremula x Populus tremuloides BU835838 3,00E-46
266 G1718 Populus tremuloides CA925038 8,00E-46
266 G1718 Euphorbia esula BE056347 1,00E-44
266 G1718 Medicago truncatula BG452491 4,00E-44
266 G1718 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU869861 7,00E-44
266 G1718 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32129334 1,60E-21
266 G1718 Oryza sativa gi6539567 4,30E-20
266 G1718 Cicer arietinum gi4651204 6,50E-17
266 G1718 Tulipa gesneriana gi23386073 3,30E-14
266 G1718 Cucumis melo gi17016985 3,40E-11
266 G1718 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 1,40E-08
266 G1718 Thellungiella halophila gi20340241 1,60E-08
266 G1718 Oryza sativa gi29164825 2,40E-08
503/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar indica)
266 G1718 Medicago sativa gi23451086 1,30E-07
266 G1718 Lotus japonicus gi1086225 2,30E-07
267 G1730 Zea mays LIB5074-010- R1-XP1-A11 1048
268 G1730 Brassica oleracea BZ472679 6,00E-67
268 G1730 Medicago truncatula AC126787 1,00E-27
268 G1730 Brassica napus CD814199 4,00E-27
268 G1730 Zea mays BZ715596 4,00E-21
268 G1730 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK108491 5,00E-21
268 G1730 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009602 7,00E-21
268 G1730 Oryza sativa AX653298 1,00E-18
268 G1730 Cucumis melo AF499727 2,00E-18
268 G1730 Solanum tuberosum BG593372 5,00E-18
268 G1730 Lycopersicon esculentum AW032769 2,00E-17
268 G1730 Cucumis melo gi28558782 6,70E-23
268 G1730 Oryza sativa gi12643047 1,90E-19
268 G1730 Oryza sativa (grupo do cultivar gi31433649 1,90E-19
504/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
268 G1730 Nicotiana tabacum gi12003386 5,10E-17
268 G1730 Zea mays gi21645888 1,40E-16
268 G1730 Medicago sativa gi23451086 1,30E-14
268 G1730 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 5,70E-14
268 G1730 Hordeum vulgare gi2894379 1,10E-09
268 G1730 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi29164825 4,10E-09
268 G1730 Thellungiella halophila gi20340241 1,10E-08
270 G1743 Brassica oleracea BH985728 1,00E-89
270 G1743 Populus tremula BU891914 3,00E-61
270 G1743 Populus tremula x Populus tremuloides BU885427 3,00E-61
270 G1743 Lycopersicon esculentum AW034559 1,00E-56
270 G1743 Ipomoea nil BJ561648 1,00E-56
270 G1743 Gossypium hirsutum CA993166 1,00E-55
270 G1743 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x CA825344 2,00E-54
505/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
Populus deltoides
270 G1743 Vitis vinifera CB918599 3,00E-53
270 G1743 Lactuca sativa BQ849490 4,00E-53
270 G1743 Capsicum annuum CA847343 2,00E-52
270 G1743 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488512 1,80E-35
270 G1743 Oryza sativa gi6069662 1,30E-18
270 G1743 Thellungiella halophila gi20340241 1,70E-16
270 G1743 Zea mays gi18092342 6,30E-12
270 G1743 Medicago sativa gi23451086 1,20E-10
270 G1743 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 1,50E-10
270 G1743 Nicotiana tabacum gi12003386 2,20E-09
270 G1743 Cucumis melo gi28558782 2,20E-09
270 G1743 Hordeum vulgare gi2894379 2,70E-08
270 G1743 Cicer arietinum gi4651204 8,50E-08
271 G1753 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER91438_1 1049
271 G1753 Oryza sativa OSC101736,C1,p 16,fg 1050
272 G1753 Brassica oleracea BZ063578 4,00E-78
506/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
272 G1753 Lycopersicon esculentum AW030833 4,00E-35
272 G1753 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009545 9,00E-35
272 G1753 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005775 1,00E-34
272 G1753 Poncirus trifoliata CD576150 1,00E-33
272 G1753 Oryza sativa AX653721 4,00E-33
272 G1753 Helianthus annuus BQ976989 5,00E-33
272 G1753 Zea mays BZ737969 1,00E-32
272 G1753 Nicotiana tabacum AF211531 4,00E-32
272 G1753 Vitis vinifera CB035846 1,00E-31
272 G1753 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21742362 1,00E-34
272 G1753 Oryza sativa gi14140155 2,70E-34
272 G1753 Nicotiana tabacum gi12003384 1,90E-33
272 G1753 Brassica napus gi20303011 5,10E-33
272 G1753 Lycopersicon esculentum gi18535580 1,60E-31
272 G1753 Prunus avium gi23495458 1,40E-30
272 G1753 Hordeum vulgare gi19071243 1,40E-28
272 G1753 Zea mays gi21908034 1,70E-25
507/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
272 G1753 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152903 5,50E-20
272 G1753 Gossypium hirsutum gi32481079 1,30E-18
274 G1772 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK073139 1,0e-999
274 G1772 Thellungiella halophila BM985639 1,00E-134
274 G1772 Lactuca sativa BQ996439 1,00E-119
274 G1772 Vitis vinifera CD008605 6,00E-99
274 G1772 Brassica oleracea BH998711 6,00E-93
274 G1772 Glycine max BM887188 1,00E-90
274 G1772 Helianthus annuus BU026535 9,00E-89
274 G1772 Zea mays BM661323 1,00E-84
274 G1772 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01003274 4,00E-73
274 G1772 Oryza sativa AC103891 5,00E-73
274 G1772 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20330766 1,30E-191
274 G1772 Nicotiana plumbaginifoli a gi1666171 2,20E-34
274 G1772 Brassica rapa subesp. gi27804453 0,16
508/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
pekinensis
274 G1772 Calycanthus floridus gi8163958 0,64
274 G1772 Picea glauca gi1350524 0,66
274 G1772 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi23954355 0,84
274 G1772 Adiantum capillusveneris gi30266733 0,95
274 G1772 Macrotyloma axillare gi124034 0,98
274 G1772 Canavalia lineata gi543526 1
274 G1772 Glycine max gi2306979 1
275 G1779 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER185518_ 1 1051
275 G1779 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER264928_ 1 1052
275 G1779 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER76652_1 1053
275 G1779 Oryza sativa OSC21832,C1,p4 ,fg 1054
275 G1779 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER78309_1 1055
275 G1779 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-56681 2036
276 G1779 Brassica oleracea BH558232 3,00E-36
276 G1779 Vitis vinifera BM437179 2,00E-26
276 G1779 Glycine max BF425622 1,00E-24
509/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
276 G1779 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK099607 5,00E-21
276 G1779 Sorghum bicolor CD213245 3,00E-20
276 G1779 Medicago truncatula BQ165696 2,00E-19
276 G1779 Populus tremula x Populus tremuloides BU863159 2,00E-18
276 G1779 Brassica napus CB686317 9,00E-18
276 G1779 Poncirus trifoliata CD576018 3,00E-17
276 G1779 Triticum aestivum AL816777 2,00E-16
276 G1779 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28564714 1,20E-20
276 G1779 Oryza sativa gi5091599 2,80E-08
276 G1779 Nicotiana tabacum gi12711287 2,90E-07
276 G1779 Nicotiana plumbaginifoli a gi1076609 3,50E-05
276 G1779 Lycopersicon esculentum gi1418988 0,36
276 G1779 Eutrema wasabi gi23200602 0,55
276 G1779 Amicia glandulosa gi30313971 0,62
276 G1779 Ipomoea batatas gi604324 0,8
510/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
276 G1779 Triticum aestivum gi23451222 1
276 G1779 Gnetum gnemon gi31746346 1
277 G1792 Oryza sativa G3380 2124 5,00E-29
277 G1792 Oryza sativa G3383 2128 3,00E-33
277 G1792 Oryza sativa G3515 2209 7,00E-30
277 G1792 Zea mays G3516 2211 2,00E-31
277 G1792 Zea mays G3517 2213 9,00E-33
277 G1792 Glycine max G3518 2215 9,00E-35
277 G1792 Glycine max G3519 2217 3,00E-35
277 G1792 Glycine max G3520 2219 3,00E-36
277 G1792 Glycine max AW308784,1 685
277 G1792 Glycine max BG790680,1 686
277 G1792 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER602185_ 1 687
277 G1792 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER91218_1 688
277 G1792 Glycine max LIB5118-009- Q1-PF1-F2 689
277 G1792 Oryza sativa OSC20174,C1,p2 ,fg 690
277 G1792 Zea mays LIB4756-134- A1-K1-G10 691
277 G1792 Glycine max Gma_S5001644 1633
277 G1792 Zea mays Zm_S11513768 1754
278 G1792 Lycopersicon esculentum AI776626 7,00E-35
278 G1792 Solanum tuberosum BQ045702 1,00E-32
278 G1792 Glycine max BM178875 9,00E-32
511/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
278 G1792 Medicago truncatula BF649790 2,00E-31
278 G1792 Eucalyptus grandis CB967722 1,00E-30
278 G1792 Brassica oleracea BZ020356 1,00E-30
278 G1792 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01002491 4,00E-30
278 G1792 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AE017099 4,00E-30
278 G1792 Oryza sativa AC025907 4,00E-30
278 G1792 Sorghum bicolor BZ337899 4,00E-30
278 G1792 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31432356 1,10E-30
278 G1792 Lycopersicon esculentum gi23452024 4,90E-26
278 G1792 Nicotiana tabacum gi1732406 2,60E-25
278 G1792 Oryza sativa gi12597874 4,50E-25
278 G1792 Mesembryanthem um crystallinum gi32401273 9,40E-25
278 G1792 Catharanthus roseus gi8980313 2,20E-23
278 G1792 Nicotiana sylvestris gi8809571 2,20E-23
278 G1792 Matricaria gi17385636 1,40E-21
512/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
chamomilla
278 G1792 Glycine max gi21304712 3,80E-21
278 G1792 Atriplex hortensis gi8571476 1,30E-20
279 G1796 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER50695_1 1056
279 G1796 Oryza sativa Os_S43212 1594
279 G1796 Zea mays Zm_S11435953 1805
279 G1796 Triticum aestivum Ta_S369485 1882
280 G1796 Brassica oleracea BH503101 2,00E-54
280 G1796 Medicago truncatula AC119414 2,00E-35
280 G1796 Oryza sativa AP004079 2,00E-25
280 G1796 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000133 2,00E-25
280 G1796 Zea mays CD437690 3,00E-24
280 G1796 Lactuca sativa BQ987300 4,00E-24
280 G1796 Sorghum bicolor CD228394 4,00E-24
280 G1796 Lupinus albus CA411234 6,00E-24
280 G1796 Glycine max CA800025 8,00E-24
280 G1796 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005845 2,00E-23
280 G1796 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32487928 6,40E-26
513/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
280 G1796 Zea mays gi27802487 1,80E-24
280 G1796 Nicotiana tabacum gi1208496 1,10E-23
280 G1796 Oryza sativa gi10567106 2,20E-23
280 G1796 Stylosanthes hamata gi4099914 3,70E-23
280 G1796 Nicotiana sylvestris gi8809573 1,20E-22
280 G1796 Lycopersicon esculentum gi30526297 2,60E-22
280 G1796 Thellungiella halophila gi20340233 4,20E-22
280 G1796 Mesembryan them um crystallinum gi32401273 7,80E-21
280 G1796 Solanum tuberosum gi28268684 1,30E-20
282 G1797 Petunia x hybrida AF335240 5,00E-52
282 G1797 Lycopersicon esculentum AI486684 7,00E-49
282 G1797 Eucalyptus grandis AY263808 8,00E-47
282 G1797 Eucalyptus occidentalis AY273872 7,00E-46
282 G1797 Populus tremuloides CA925124 8,00E-45
282 G1797 Brassica rapa subesp. pekinensis AY257541 5,00E-44
282 G1797 Sinapis alba SAU25696 5,00E-44
282 G1797 Pimpinella brachycarpa AF082531 5,00E-44
514/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
282 G1797 Cardamine flexuosa AY257542 2,00E-43
282 G1797 Nicotiana tabacum NTTOB 5,00E-43
282 G1797 Petunia x hybrida gi13384058 4,40E-50
282 G1797 Eucalyptus grandis gi30575600 8,60E-47
282 G1797 Eucalyptus occidentalis gi30983946 6,00E-46
282 G1797 Brassica rapa subesp. pekinensis gi30171307 4,90E-44
282 G1797 Populus tremuloides gi31295609 4,90E-44
282 G1797 Sinapis alba gi1049022 1,60E-43
282 G1797 Pimpinella brachycarpa gi3493647 1,60E-43
282 G1797 Cardamine flexuosa gi30171309 2,70E-43
282 G1797 Nicotiana tabacum gi1076646 1,50E-42
282 G1797 Draba nemorosa var. hebecarpa gi30171311 1,00E-41
284 G1798 Petunia x hybrida AF335240 5,00E-53
284 G1798 Lycopersicon esculentum AI486684 3,00E-52
284 G1798 Brassica rapa subesp. pekinensis AY257541 3,00E-48
284 G1798 Sinapis alba SAU25696 3,00E-47
284 G1798 Cardamine AY257542 5,00E-47
515/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
flexuosa
284 G1798 Pimpinella brachycarpa AF082531 5,00E-47
284 G1798 Populus tremuloides CA925124 1,00E-44
284 G1798 Eucalyptus grandis AY263807 1,00E-43
284 G1798 Nicotiana tabacum NTTOB 1,00E-43
284 G1798 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK104921 5,00E-43
284 G1798 Petunia x hybrida gi13384058 1,30E-52
284 G1798 Brassica rapa subesp. Pekinensis gi30171307 4,60E-48
284 G1798 Sinapis alba gi1049022 2,50E-47
284 G1798 Cardamine flexuosa gi30171309 1,40E-46
284 G1798 Pimpinella brachycarpa gi3493647 1,40E-46
284 G1798 Populus tremuloides gi31295609 2,30E-44
284 G1798 Oryza sativa gi5295990 6,20E-44
284 G1798 Eucalyptus grandis gi30575598 1,00E-43
284 G1798 Zea mays gi12002139 1,30E-43
284 G1798 Nicotiana tabacum gi1076646 5,60E-43
286 G1808 Brassica oleracea BH950967 1,00E-85
516/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
286 G1808 Lycopersicon esculentum BF051268 2,00E-30
286 G1808 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU870843 2,00E-29
286 G1808 Glycine max BM269595 6,00E-21
286 G1808 Brassica napus CD833815 3,00E-17
286 G1808 Gossypium hirsutum CA992680 6,00E-14
286 G1808 Zinnia elegans AU294545 4,00E-12
286 G1808 Solanum tuberosum BQ519273 9,00E-12
286 G1808 Medicago truncatula CA918476 1,00E-11
286 G1808 Phaseolus vulgaris AF350505 2,00E-11
286 G1808 Phaseolus vulgaris gi13430400 2,90E-14
286 G1808 Phaseolus acutifolius gi12829956 6,10E-14
286 G1808 Petroselinum crispum gi9650828 7,70E-14
286 G1808 Glycine max gi22597162 1,30E-13
286 G1808 Nicotiana tabacum gi16580130 1,10E-12
286 G1808 Capsicum chinense gi24460973 1,80E-12
286 G1808 Zea mays gi1060935 2,00E-11
286 G1808 Lycopersicon esculentum gi5901747 8,10E-11
286 G1808 Zea perennis gi27652122 1,30E-10
286 G1808 Oryza sativa gi14289165 1,40E-10
517/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
287 G1816 Oryza sativa G3392 2131 2,00E-16
287 G1816 Oryza sativa G3392 2133 2,00E-15
287 G1816 Zea mays G3431 2147 1,00E-13
287 G1816 Zea mays G3444 2157 1,00E-13
287 G1816 Glycine max G3445 2159 5,00E-12
287 G1816 Glycine max G3446 2161 5,00E-12
287 G1816 Glycine max G3447 2163 5,00E-12
287 G1816 Glycine max G3448 2165 1,00E-13
287 G1816 Glycine max G3449 2167 3,00E-14
287 G1816 Glycine max G3450 2168 3,00E-22
287 G1816 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER31802_1 1057
287 G1816 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER586 102 1058
287 G1816 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER586 116 1059
287 G1816 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER8724 1 1060
287 G1816 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER8724_2 1061
287 G1816 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER30974_2 1062
287 G1816 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER30974_3 1063
287 G1816 Oryza sativa OSC20053,C1,p5 ,fg 1064
287 G1816 Oryza sativa OSC20055,C1,p5 ,fg 1065
287 G1816 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER69699 1 1066
287 G1816 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER69699_2 1067
518/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
287 G1816 Glycine max Gma_S4901946 1663
287 G1816 Triticum aestivum Ta_S45274 1883
288 G1816 Vitis vinifera BM437313 8,00E-28
288 G1816 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU872107 2,00E-27
288 G1816 Populus tremula x Populus tremuloides BU831849 2,00E-27
288 G1816 Vitis aestivalis CB289238 7,00E-27
288 G1816 Glycine max AI495284 7,00E-19
288 G1816 Brassica napus CD843377 6,00E-15
288 G1816 Nuphar advena CD473522 1,00E-14
288 G1816 Pinus pinaster AL750151 3,00E-14
288 G1816 Lactuca sativa BU015255 5,00E-14
288 G1816 Brassica oleracea BH961028 8,00E-14
288 G1816 Gossypioides kirkii gi23476295 4,90E-12
288 G1816 Gossypium raimondii gi14269333 2,70E-11
288 G1816 Gossypium herbaceum gi14269335 2,70E-11
288 G1816 Gossypium hirsutum gi14269337 2,70E-11
288 G1816 Solanum tuberosum gi9954118 1,50E-10
288 G1816 Oryza sativa gi2605619 2,40E-10
288 G1816 Cucumls gi20514371 3,10E-10
519/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
sativus
288 G1816 Zea mays subesp. parvi gl umi s gi15042108 4,00E-10
288 G1816 Zea luxurians gi15042124 4,00E-10
288 G1816 Anthurium andraeanum gi29824962 5,20E-10
290 G1823 Zea mays AB060130 3,00E-81
290 G1823 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK065276 8,00E-74
290 G1823 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB630542 5,00E-68
290 G1823 Lactuca sativa BQ858556 3,00E-64
290 G1823 Brassica oleracea BH485050 3,00E-58
290 G1823 Solanum tuberosum BM407041 3,00E-56
290 G1823 Medicago truncatula CB891281 3,00E-54
290 G1823 Vitis vinifera CD800109 3,00E-52
290 G1823 Sorghum bicolor CD424269 1,00E-51
290 G1823 Stevia rebaudiana BG523436 1,00E-47
290 G1823 Zea mays gi15667625 3,10E-79
290 G1823 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24308616 3,70E-78
290 G1823 Oryza sativa gi31338860 4,50E-41
520/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar indica)
290 G1823 Oryza glaberrima gi31338862 4,50E-41
290 G1823 Oryza sativa gi15289981 2,40E-19
290 G1823 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 4,80E-11
290 G1823 Nicotiana tabacum gi4519671 1,40E-09
290 G1823 Solanum bulbocastanum gi32470629 6,40E-09
290 G1823 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 3,80E-08
290 G1823 Dianthus caryophyllus gi13173408 6,50E-07
292 G1825 Lycopersicon esculentum BG643313 4,00E-28
292 G1825 Medicago truncatula BG646240 3,00E-27
292 G1825 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK073606 6,00E-27
292 G1825 Oryza sativa AU172823 6,00E-27
292 G1825 Gossypium hirsutum AI730937 1,00E-25
292 G1825 Triticum aestivum BJ288732 3,00E-25
292 G1825 Hordeum vulgare BQ465062 1,00E-24
292 G1825 Lactuca sativa BQ867305 2,00E-22
292 G1825 Beta vulgaris BQ585483 3,00E-22
521/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
292 G1825 Solanum tuberosum BQ507198 8,00E-22
292 G1825 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21741799 8,70E-22
292 G1825 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 2,50E-18
292 G1825 Nicotiana tabacum gi4519671 1,10E-16
292 G1825 Solanum bulbocastanum gi32470629 2,20E-16
292 G1825 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 4,80E-14
292 G1825 Oryza sativa gi15289981 1,10E-08
292 G1825 Zea mays gi14189890 5,10E-08
292 G1825 Oryza glaberrima gi31338862 1,00E-06
292 G1825 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 1,40E-06
292 G1825 Juglans nigra x Juglans regia gi20068283 0,13
294 G1832 Brassica oleracea BZ063396 4,00E-42
294 G1832 Lotus japonicus AP004945 2,00E-29
294 G1832 Zea mays BZ413336 2,00E-24
294 G1832 Petunia x hybrida AB000455 1,00E-23
294 G1832 Oryza sativa AP003988 8,00E-22
522/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
294 G1832 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007143 7,00E-21
294 G1832 Vitis vinifera CD010326 2,00E-17
294 G1832 Oryza sativa OSJN00060 2,00E-16
294 G1832 Thellungiella halophila BM985806 7,00E-16
294 G1832 Glycine max GMU68763 3,00E-15
294 G1832 Petunia x hybrida gi1786142 1,30E-31
294 G1832 Brassica rapa gi2058504 7,00E-20
294 G1832 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21740840 2,10E-19
294 G1832 Glycine max gi1763063 7,50E-16
294 G1832 Medicago sativa gi7228329 1,80E-14
294 G1832 Datisca glomerata gi4666360 3,10E-13
294 G1832 Nicotiana tabacum gi2981169 4,70E-12
294 G1832 Triticum aestivum gi485814 7,00E-12
294 G1832 Oryza sativa gi12698882 1,20E-11
294 G1832 Pisum sativum gi2129892 4,00E-09
296 G1837 Brassica oleracea BH675531 5,00E-59
296 G1837 Oryza sativa AK100643 4,00E-34
523/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
(grupo do cultivar japonica)
296 G1837 Populus tremuloides CA925570 1,00E-30
296 G1837 Oryza sativa AP003238 7,00E-30
296 G1837 Gossypium hirsutum AY125487 7,00E-27
296 G1837 Ipomoea batatas CB329929 1,00E-26
296 G1837 Helianthus annuus BU026443 6,00E-26
296 G1837 Lactuca sativa BU007581 7,00E-26
296 G1837 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA030236 4,00E-25
296 G1837 Hordeum vulgare BQ470403 3,00E-24
296 G1837 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20146230 2,20E-36
296 G1837 Gossypium hirsutum gi22858664 2,40E-29
296 G1837 Oryza sativa gi13124871 2,60E-29
296 G1837 Marsilea quadrifolia gi22550110 1,30E-11
296 G1837 Lycopersicon esculentum gi15144510 0,00029
296 G1837 Zea mays gi18568274 0,013
296 G1837 Nicotiana tabacum gi14423763 0,016
296 G1837 Hordeum gi20152975 0,024
524/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
vulgare subesp. vulgare
296 G1837 Cucurbita maxima gi17221648 0,07
296 G1837 Nicotiana alata gi7649694 0,089
297 G1840 Triticum aestivum Ta_S359268 1884
298 G1840 Brassica oleracea BH560552 2,00E-47
298 G1840 Medicago truncatula AW559374 2,00E-19
298 G1840 Vitis vinifera CB003361 3,00E-19
298 G1840 Vitis aestivalis CB289747 9,00E-19
298 G1840 Glycine max AW152963 1,00E-17
298 G1840 Zea mays CC729672 3,00E-15
298 G1840 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01012262 4,00E-15
298 G1840 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004399 4,00E-15
298 G1840 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU998389 4,00E-14
298 G1840 Hordeum vulgare BQ469024 9,00E-14
298 G1840 Oryza sativa (grupo do cultivar gi20160854 6,80E-14
525/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
298 G1840 Zea mays gi21908036 3,20E-13
298 G1840 Lycopersicon esculentum gi18535580 2,40E-12
298 G1840 Nicotiana tabacum gi10798644 1,00E-11
298 G1840 Oryza sativa gi14018047 1,40E-11
298 G1840 Solanum tuberosum gi28268684 1,60E-11
298 G1840 Thellungiella halophila gi20340233 2,70E-11
298 G1840 Narcissus pseudonarcissu s gi18266198 4,40E-11
298 G1840 Hordeum vulgare gi27960760 8,20E-11
298 G1840 Fagus sylvatica gi18496063 1,10E-10
300 G1846 Brassica oleracea BH486983 1,00E-68
300 G1846 Vitis vinifera CB971990 4,00E-48
300 G1846 Solanum tuberosum BG593364 3,00E-45
300 G1846 Medicago truncatula AC137546 5,00E-43
300 G1846 Glycine max BM271306 6,00E-43
300 G1846 Vitis aestivalis CB288995 2,00E-42
300 G1846 Lycopersicon esculentum AF500012 2,00E-39
300 G1846 Beta vulgaris BQ594833 2,00E-39
300 G1846 Lactuca sativa BQ988768 3,00E-39
300 G1846 Oryza sativa AX653721 3,00E-34
526/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
300 G1846 Lycopersicon esculentum gi25992102 1,40E-39
300 G1846 Oryza sativa gi14140155 3,90E-35
300 G1846 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21742358 9,30E-34
300 G1846 Zea mays gi21908034 1,60E-31
300 G1846 Brassica napus gi17352283 1,70E-25
300 G1846 Nicotiana tabacum gi12003382 2,80E-25
300 G1846 Prunus avium gi23495460 3,70E-23
300 G1846 Hordeum vulgare gi19071243 2,00E-22
300 G1846 Gossypium hirsutum gi32481079 2,30E-21
300 G1846 Fagus sylvatica gi18496063 2,70E-19
302 G1850 Lotus japonicus AP006148 6,00E-81
302 G1850 Medicago truncatula BG646618 7,00E-76
302 G1850 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106525 2,00E-75
302 G1850 Glycine max GMHSF29 7,00E-68
302 G1850 Phaseolus coccineus CA902448 4,00E-66
302 G1850 Beta vulgaris BQ583051 6,00E-66
302 G1850 Brassica napus CD814489 4,00E-64
302 G1850 Citrus sinensis CB292708 9,00E-62
527/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
302 G1850 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01022757 1,00E-60
302 G1850 Triticum aestivum CD894087 1,00E-55
302 G1850 Glycine max gi2129829 2,10E-66
302 G1850 Lycopersicon peruvianum gi100267 1,50E-49
302 G1850 Nicotiana tabacum gi5821136 1,10E-48
302 G1850 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32482876 4,60E-48
302 G1850 Oryza sativa gi16580739 1,60E-42
302 G1850 Lycopersicon esculentum gi100225 9,00E-38
302 G1850 Helianthus annuus gi25052685 7,80E-35
302 G1850 Zea mays gi2130134 1,40E-33
302 G1850 Phaseolus acutifolius gi16118447 1,80E-33
302 G1850 Medicago sativa gi20162459 8,50E-32
304 G1863 Brassica oleracea BH582941 5,00E-61
304 G1863 Oryza sativa AF201895 2,00E-34
304 G1863 Solanum tuberosum BM404872 3,00E-34
304 G1863 Medicago truncatula AW981431 1,00E-33
304 G1863 Glycine max BI786182 1,00E-33
528/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
304 G1863 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK103508 2,00E-33
304 G1863 Lactuca sativa BQ852906 4,00E-33
304 G1863 Lycopersicon esculentum AW442227 2,00E-32
304 G1863 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA029723 4,00E-32
304 G1863 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004865 1,00E-31
304 G1863 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32492205 1,90E-43
304 G1863 Oryza sativa gi6573149 2,40E-39
304 G1863 Solanum bulbocastanum gi32470630 3,90E-39
304 G1863 Sorghum bicolor gi18390099 1,50E-37
304 G1863 Lycopersicon esculentum gi19171209 0,15
304 G1863 Pisum sativum gi7008009 0,75
304 G1863 Zea mays gi1061308 0,85
304 G1863 Glycine max gi2129829 0,98
304 G1863 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi4680184 0,99
304 G1863 Brassica rapa gi12655953 1
529/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
305 G1893 Glycine max AW278047,1 1068
305 G1893 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER111370_ 1 1069
305 G1893 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER118579_ 1 1070
305 G1893 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER118579_ 2 1071
305 G1893 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER149196_ 1 1072
305 G1893 Oryza sativa LIB4309-019- R1-N1-A5 1073
305 G1893 Oryza sativa OSC101916,C1,p 4,fg 1074
305 G1893 Oryza sativa OSC102096,C1,p 3,fg 1075
305 G1893 Oryza sativa OSC22542,C1,p1 ,fg 1076
305 G1893 Oryza sativa OSC25365,C1,p1 ,fg 1077
305 G1893 Oryza sativa OSC33187,C1,p5 ,fg 1078
305 G1893 Oryza sativa OSC5704,C1,p2, fg 1079
305 G1893 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER288538_ 1 1080
305 G1893 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER344060_ 1 1081
305 G1893 Glycine max Gma_S5146217 1664
530/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
305 G1893 Zea mays Zm_S11445592 1806
305 G1893 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-43508 2037
306 G1893 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071104 1,00E-97
306 G1893 Medicago truncatula CA921097 4,00E-90
306 G1893 Helianthus annuus CD849311 8,00E-90
306 G1893 Glycine max BU547066 9,00E-89
306 G1893 Gossypium arboreum BQ415977 8,00E-87
306 G1893 Populus tremula x Populus tremuloides BU825617 2,00E-85
306 G1893 Triticum turgidum BF293596 7,00E-83
306 G1893 Eschscholzia californica CD476634 7,00E-80
306 G1893 Brassica oleracea BH503569 1,00E-79
306 G1893 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004319 5,00E-71
306 G1893 Oryza sativa gi15290024 2,20E-78
306 G1893 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161636 2,20E-78
306 G1893 Glycine max gi18376601 1,30E-76
531/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
306 G1893 Lycopersicon esculentum gi15984226 2,80E-25
306 G1893 Solanum tuberosum gi563623 1,90E-14
306 G1893 Zea mays gi3170601 3,40E-13
306 G1893 Nicotiana tabacum gi4519673 0,31
306 G1893 Brassica rapa subesp. pekinensis gi29569129 0,79
306 G1893 Chloroplast Fagopyrum sp. C97106 gi13366059 0,94
306 G1893 Pisum sativum gi2129892 0,97
308 G1917 Brassica oleracea BH700529 1,00E-76
308 G1917 Gossypium arboreum BG440881 4,00E-53
308 G1917 Brassica napus CD838237 6,00E-45
308 G1917 Glycine max AW569177 2,00E-32
308 G1917 Medicago truncatula BE240450 7,00E-28
308 G1917 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK073464 7,00E-25
308 G1917 Vitis vinifera CD009085 1,00E-20
308 G1917 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000157 6,00E-19
308 G1917 Oryza sativa 10A19I 6,00E-19
308 G1917 Physcomitrella AW497013 4,00E-12
532/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
patens
308 G1917 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20521225 1,90E-26
308 G1917 Oryza sativa gi5091599 1,30E-13
308 G1917 Nicotiana tabacum gi12711287 3,20E-07
308 G1917 Nicotiana pl umbagini foli a gi1076609 7,00E-05
308 G1917 Pisum sativum gi7008009 0,0064
308 G1917 Glycine max gi913654 0,018
308 G1917 Medicago sativa gi166376 0,022
308 G1917 Cicer arietinum gi3893085 0,061
308 G1917 Silene latifolia gi1628463 0,075
308 G1917 Lycopersicon esculentum gi19322 0,083
310 G1923 Medicago truncatula BF649854 5,00E-60
310 G1923 Lycopersicon esculentum BI422020 3,00E-59
310 G1923 Oryza sativa AX654704 7,00E-57
310 G1923 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK073539 7,00E-57
310 G1923 Phaseolus coccineus CA897028 9,00E-49
310 G1923 Sorghum bicolor CB927306 1,00E-48
533/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
310 G1923 Glycine max BU926268 3,00E-48
310 G1923 Vitis vinifera CA810372 1,00E-42
310 G1923 Zea mays CC629895 5,00E-42
310 G1923 Brassica napus CD841307 2,00E-39
310 G1923 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20303588 3,50E-57
310 G1923 Oryza sativa gi15528779 1,80E-39
310 G1923 Brassica napus gi31322568 2,90E-39
310 G1923 Phaseolus vulgaris gi15148914 1,80E-37
310 G1923 Petunia x hybrida gi21105748 3,80E-37
310 G1923 Solanum tuberosum gi14485513 6,10E-37
310 G1923 Lycopersicon esculentum gi6175246 3,40E-36
310 G1923 Glycine max gi22597158 9,00E-36
310 G1923 Triticum sp. gi4218537 1,00E-34
310 G1923 Triticum monococcum gi6732160 1,00E-34
311 G1928 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER1575_1 1082
311 G1928 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER1575_2 1083
311 G1928 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER37555_1 1084
311 G1928 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER2748_3 1085
311 G1928 Oryza sativa OSC18621,C1,p1 5,fg 1086
534/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
311 G1928 Oryza sativa OSC8169,C1,p1, fg 1087
311 G1928 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER31066_1 1088
311 G1928 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER483 4 1089
311 G1928 Glycine max Gma_S4880916 1665
311 G1928 Medicago truncatula Mtr_S5366182 1704
311 G1928 Hordeum vulgare Hv_S151736 1739
311 G1928 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 47862 2038
311 G1928 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 48122 2039
311 G1928 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54189 2040
311 G1928 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-14800 2041
311 G1928 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-332512 2042
312 G1928 Brassica napus BQ704702 1,00E-125
312 G1928 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK105663 1,00E-107
312 G1928 Solanum tuberosum STPCP1 1,00E-104
312 G1928 Lycopersicon esculentum BI932742 1,00E-96
312 G1928 Triticum aestivum BT009453 1,00E-91
312 G1928 Brassica BH958905 6,00E-88
535/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
oleracea
312 G1928 Oryza sativa AX699673 5,00E-86
312 G1928 Medicago truncatula BG645203 2,00E-85
312 G1928 Prunus persica BU039744 2,00E-84
312 G1928 Glycine max CA938031 6,00E-83
312 G1928 Oryza sativa gi10934090 2,40E-108
312 G1928 Solanum tuberosum gi563623 6,70E-95
312 G1928 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160482 1,00E-84
312 G1928 Lycopersicon esculentum gi9858780 1,70E-82
312 G1928 Zea mays gi3170601 4,20E-78
312 G1928 Glycine max gi18376601 6,60E-18
312 G1928 Capsella rubella gi32454266 3,60E-06
312 G1928 Chlamydomonas reinhardtii gi16209575 5,50E-06
312 G1928 Petunia x hybrida gi2346972 0,0062
312 G1928 Nicotiana tabacum gi100367 0,076
314 G1932 Brassica oleracea BZ451301 2,00E-45
314 G1932 Populus tremula x Populus tremuloides BU831322 3,00E-43
314 G1932 Prunus persica BU044042 3,00E-39
314 G1932 Lotus AP006411 2,00E-37
536/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
corniculatus var. japonicus
314 G1932 Medicago truncatula CF069961 1,00E-35
314 G1932 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x Populus deltóides CA825154 3,00E-32
314 G1932 Helianthus annuus AJ412445 5,00E-31
314 G1932 Lotus japonicus AV422273 3,00E-30
314 G1932 Glycine max BM732568 4,00E-30
314 G1932 Lactuca sativa BQ873409 8,00E-29
314 G1932 Stylosanthes hamata gi4099921 5,70E-33
314 G1932 Nicotiana tabacum gi1208496 2,80E-29
314 G1932 Lycopersicon esculentum gi30526297 5,70E-29
314 G1932 Nicotiana sylvestris gi8809573 6,40E-28
314 G1932 Oryza sativa gi10567106 2,10E-27
314 G1932 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160965 2,10E-27
314 G1932 Thellungiella halophila gi20340233 5,60E-27
314 G1932 Solanum tuberosum gi28268684 9,30E-22
314 G1932 Zea mays gi27802487 1,30E-20
537/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
314 G1932 Prunus armeniaca gi3264767 3,40E-20
316 G1938 Brassica oleracea BH464032 1,00E-76
316 G1938 Vitis vinifera CB972449 6,00E-67
316 G1938 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004672 3,00E-52
316 G1938 Medicago truncatula BF642346 2,00E-47
316 G1938 Lactuca sativa BQ874162 8,00E-45
316 G1938 Solanum tuberosum BQ507674 3,00E-43
316 G1938 Glycine max CA937850 1,00E-42
316 G1938 Zea mays AX540653 5,00E-42
316 G1938 Beta vulgaris BQ588349 4,00E-33
316 G1938 Gossypium arboreum BG445379 7,00E-33
316 G1938 Gossypium hirsutum gi5731257 3,20E-32
316 G1938 Oryza sativa gi2580440 2,00E-29
316 G1938 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20975251 2,60E-29
316 G1938 Sophora flavescens gi21624283 2,20E-05
316 G1938 Pueraria montana var. lobata gi21624275 0,0003
316 G1938 Bothriochloa odorata gi13649873 0,00045
538/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
316 G1938 Capillipedium parviflorum gi13649864 0,00058
316 G1938 binaria vulgaris gi29788713 0,00059
316 G1938 Antirrhinum cornutum gi31296478 0,0013
316 G1938 Populus balsamifera subesp. trichocarpa gi12061239 0,0016
318 G1945 Brassica rapa subesp. pekinensis BG543096 2,00E-85
318 G1945 Pisum sativum CD860359 9,00E-69
318 G1945 Brassica oleracea BH480897 1,00E-66
318 G1945 Glycine max CD397129 4,00E-66
318 G1945 Medicago truncatula BG647027 4,00E-66
318 G1945 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000383 7,00E-56
318 G1945 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005755 9,00E-56
318 G1945 Helianthus annuus BU023570 3,00E-52
318 G1945 Zea mays BZ412041 7,00E-51
318 G1945 Oryza sativa AP004020 2,00E-48
318 G1945 Oryza sativa (grupo do cultivar gi32489626 1,60E-47
539/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
japonica)
318 G1945 Antirrhinum majus gi4165183 1,20E-21
318 G1945 Pisum sativum gi2213534 2,20E-14
318 G1945 Helianthus hirsutus gi27526446 0,091
318 G1945 Helianthus tuberosus gi27526452 0,12
318 G1945 Helianthus niveus gi27526450 0,12
318 G1945 Helianthus ciliaris gi14588999 0,2
318 G1945 Helianthus praecox gi18073228 0,25
318 G1945 Helianthus debilis gi27526440 0,46
318 G1945 Lycopersicon esculentum gi1345538 0,46
320 G1957 Brassica oleracea BZ468915 1,00E-101
320 G1957 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01011764 1,00E-55
320 G1957 Oryza sativa AX654655 2,00E-55
320 G1957 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106367 4,00E-55
320 G1957 Lactuca sativa BU005803 1,00E-52
320 G1957 Lycopersicon esculentum BI934637 4,00E-50
320 G1957 Glycine max AW760132 1,00E-49
540/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
320 G1957 Zea mays CC648948 4,00E-48
320 G1957 Solanum tuberosum BQ119486 2,00E-45
320 G1957 Prunus dulcis BU645464 3,00E-39
320 G1957 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21426118 1,40E-55
320 G1957 Marchantia polymorpha gi25272004 1,30E-35
320 G1957 Oryza sativa gi19352051 2,40E-10
320 G1957 Pisum sativum gi22335711 3,90E-08
320 G1957 Eragrostis tef gi17906977 1,10E-07
320 G1957 Mangifera indica gi31747324 1,60E-07
320 G1957 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi1730475 3,10E-07
320 G1957 Phaseolus vulgaris gi1046278 3,10E-07
320 G1957 Prunus persica gi27450533 3,30E-07
320 G1957 Daucus carota gi5578746 1,20E-06
321 G1968 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER38154_1 1090
321 G1968 Glycine max uCgmflminsoy034g 08b1 1091
321 G1968 Oryza sativa OSC102229,C1,p 13,fg 1092
321 G1968 Oryza sativa OSC27802,C1,p1 ,fg 1093
321 G1968 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2043
541/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
esculentum SINGLET-336915
322 G1968 Brassica oleracea BH950957 9,00E-85
322 G1968 Petunia x hybrida AB003672 2,00E-69
322 G1968 Limnanthes alba BV007314 7,00E-32
322 G1968 Medicago truncatula CB892199 2,00E-18
322 G1968 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000555 7,00E-16
322 G1968 Oryza sativa AP003840 1,00E-15
322 G1968 Triticum aestivum CA596598 1,00E-14
322 G1968 Solanum tuberosum BG096505 3,00E-14
322 G1968 Sorghum bicolor BZ628830 2,00E-12
322 G1968 Zea mays CC642714 2,00E-12
322 G1968 Petunia x hybrida gi1786146 9,60E-58
322 G1968 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22775640 2,30E-19
322 G1968 Pisum sativum gi2129892 3,00E-09
322 G1968 Glycine max gi1763063 5,80E-09
322 G1968 Medicago sativa gi7228329 1,50E-08
322 G1968 Brassica rapa gi2058504 1,60E-07
322 G1968 Oryza sativa gi15623826 1,40E-06
542/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
322 G1968 Datisca glomerata gi4666360 2,40E-05
322 G1968 Triticum aestivum gi485814 9,80E-05
322 G1968 Nicotiana tabacum gi2981169 0,012
323 G1983 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER30038_1 1094
323 G1983 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER30038_2 1095
323 G1983 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER10519_1 1096
323 G1983 Oryza sativa Os_S120617 1595
323 G1983 Oryza sativa Os_S16654 1596
323 G1983 Oryza sativa Os_S 44308 1597
323 G1983 Oryza sativa Os_S71743 1598
323 G1983 Oryza sativa Os_S75089 1599
323 G1983 Oryza sativa Os_S77891 1600
323 G1983 Zea mays Zm_S11326674 1807
323 G1983 Zea mays Zm_S11446637 1808
323 G1983 Zea mays Zm_S11525047 1809
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S119681 1885
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S137934 1886
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S142014 1887
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S142165 1888
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S143760 1889
323 G1983 Triticum Ta_S147217 1890
543/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
aestivum
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S147350 1891
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S383385 1892
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S412629 1893
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S66264 1894
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S75983 1895
323 G1983 Triticum aestivum Ta_S78150 1896
323 G1983 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-21519 2044
324 G1983 Brassica oleracea BZ436393 1,00E-120
324 G1983 Brassica napus CD837762 1,00E-113
324 G1983 Lactuca sativa BQ850782 8,00E-64
324 G1983 Solanum tuberosum BG599598 5,00E-61
324 G1983 Populus tremula x Populus tremuloides BU866147 2,00E-60
324 G1983 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01006041 5,00E-58
324 G1983 Oryza sativa AP002746 2,00E-56
324 G1983 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106392 2,00E-56
544/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
324 G1983 Glycine max AW568218 2,00E-56
324 G1983 Medicago truncatula AC144766 3,00E-54
324 G1983 Oryza sativa gi9988428 2,20E-55
324 G1983 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28273376 1,40E-51
324 G1983 Brassica oleracea gi15054380 0,00024
324 G1983 Glycine max gi18736 0,021
324 G1983 Pinus pinaster gi18129298 0,49
324 G1983 Atropa belladonna gi14329820 0,58
324 G1983 Pisum sativum gi31580860 0,58
324 G1983 Pyrus communis gi559557 0,78
324 G1983 Zea mays gi4321762 0,81
324 G1983 Gossypioides kirkii gi29836513 0,84
325 G1985 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER65388_1 1097
326 G1985 Medicago truncatula BE124794 3,00E-13
326 G1985 Lotus japonicus AP006103 5,00E-12
326 G1985 Lotus corniculatus var. japonicus CB826842 3,00E-11
326 G1985 Brassica oleracea BH732988 3,00E-11
326 G1985 Brassica rapa subesp. pekinensis BZ614339 5,00E-10
545/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
326 G1985 Petunia x hybrida AB035093 1,00E-09
326 G1985 Glycine max AI973860 1,00E-09
326 G1985 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001411 3,00E-09
326 G1985 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005869 3,00E-09
326 G1985 Zea mays CC652748 4,00E-09
326 G1985 Petunia x hybrida gi14275902 1,60E-15
326 G1985 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489630 6,50E-13
326 G1985 Zea ramosa gi18674684 2,90E-11
326 G1985 Oryza sativa gi15528588 2,70E-05
326 G1985 Sorghum bicolor gi18390109 0,00088
326 G1985 Brassica rapa gi2058504 0,001
326 G1985 Pisum sativum gi2129892 0,0076
326 G1985 Datisca glomerata gi4666360 0,051
326 G1985 Nicotiana tabacum gi2981169 0,053
326 G1985 Medicago sativa gi7228329 0,07
327 G1988 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER75453_1 1098
327 G1988 Glycine max GLYMA-28NOV01- 1099
546/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
CLUSTER75453_2
327 G1988 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER153439_ 2 1100
327 G1988 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER10890_1 1101
327 G1988 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER10890_3 1102
327 G1988 Zea mays ZEAMA-08NOV01CLUSTER201962_ 1 1103
327 G1988 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER3040_3 1104
327 G1988 Oryza sativa Os_S91481 1601
327 G1988 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-5090 2045
328 G1988 Brassica oleracea BH478747 5,00E-23
328 G1988 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU873581 7,00E-22
328 G1988 Citrus unshiu C95300 2,00E-18
328 G1988 Lycopersicon esculentum AW034552 2,00E-18
328 G1988 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000340 1,00E-17
328 G1988 Beta vulgaris BQ594583 1,00E-16
328 G1988 Zea mays CC655765 2,00E-15
328 G1988 Glycine max BI469275 8,00E-15
328 G1988 Prunus persica BU046688 7,00E-14
547/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
328 G1988 Vitis vinifera CD719941 2,00E-13
328 G1988 Malus x domestica gi4091806 2,60E-07
328 G1988 Brassica napus gi30984027 1,10E-06
328 G1988 Brassica nigra gi22854920 1,10E-06
328 G1988 Raphanus sativus gi3341723 2,70E-06
328 G1988 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488104 4,80E-06
328 G1988 Ipomoea nil gi10946337 5,10E-06
328 G1988 Oryza sativa gi11094211 2,20E-05
328 G1988 Hordeum vulgare gi21667475 4,50E-05
328 G1988 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21655168 0,00018
328 G1988 Pinus radiata gi4557093 0,0016
330 G1990 Brassica oleracea BH009262 2,00E-99
330 G1990 Petunia x hybrida AB000452 9,00E-44
330 G1990 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU879483 1,00E-42
330 G1990 Lotus japonicus AP004479 4,00E-39
330 G1990 Medicago truncatula AC126007 7,00E-35
330 G1990 Oryza sativa AP003989 2,00E-32
548/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
330 G1990 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004471 2,00E-32
330 G1990 Ipomoea nil BJ573446 6,00E-32
330 G1990 Pisum sativum PSZINCFIN 1,00E-31
330 G1990 Populus tremula x Populus tremuloides BU887507 3,00E-31
330 G1990 Pisum sativum gi2129892 3,90E-42
330 G1990 Petunia x hybrida gi100396 1,30E-40
330 G1990 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480087 1,40E-23
330 G1990 Oryza sativa gi15623820 1,10E-18
330 G1990 Triticum aestivum gi485814 2,30E-18
330 G1990 Brassica rapa gi2058506 2,50E-15
330 G1990 Glycine max gi1763063 3,30E-14
330 G1990 Datisca glomerata gi4666360 1,80E-08
330 G1990 Medicago sativa gi7228329 2,20E-06
330 G1990 Nicotiana tabacum gi2981169 1,40E-05
332 G1993 Lotus japonicus AP006103 7,00E-12
332 G1993 Medicago truncatula CF069502 1,00E-11
332 G1993 Lotus CB826842 3,00E-11
549/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
corniculatus var. japonicus
332 G1993 Petunia x hybrida AB035093 6,00E-10
332 G1993 Brassica oleracea BH732988 6,00E-10
332 G1993 Glycine max AI973860 1,00E-09
332 G1993 Brassica rapa subesp. pekinensis BZ614339 7,00E-09
332 G1993 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001411 3,00E-08
332 G1993 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005869 3,00E-08
332 G1993 Zea mays BZ735433 5,00E-08
332 G1993 Petunia x hybrida gi14275902 4,30E-15
332 G1993 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27261062 8,20E-13
332 G1993 Zea ramosa gi18674684 6,00E-11
332 G1993 Oryza sativa gi15528588 3,50E-08
332 G1993 Sorghum bicolor gi18390109 8,80E-06
332 G1993 Brassica rapa gi2058504 0,0056
332 G1993 Medicago sativa gi7228329 0,084
332 G1993 Datisca glomerata gi4666360 0,12
550/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
332 G1993 Nicotiana tabacum gi2981169 0,14
332 G1993 Pisum sativum gi2129892 0,38
333 G1995 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER166362_ 1 753
333 G1995 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER180202_ 1 754
333 G1995 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER726571_ 1 755
333 G1995 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER74662_1 756
333 G1995 Glycine max uCgmflminsoy032f 06b1 757
333 G1995 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER200967_ 1 759
333 G1995 Oryza sativa OSC100895,C1,p 14,fg 760
333 G1995 Oryza sativa OSC23411,C1,p1 ,fg 761
333 G1995 Oryza sativa OSC2409,C1,p2, fg 762
333 G1995 Oryza sativa OSC25680,C1,p1 ,fg 763
333 G1995 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER436044_ 1 764
333 G1995 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER518126_ 1 765
551/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
333 G1995 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54039 1959
333 G1995 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54252 1960
333 G1995 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-392715 1961
334 G1995 Brassica oleracea BZ475765 1,00E-68
334 G1995 Lycopersicon esculentum BG123251 3,00E-30
334 G1995 Vitis vinifera CD716644 1,00E-29
334 G1995 Gossypium arboreum BF272143 2,00E-27
334 G1995 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005538 4,00E-24
334 G1995 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009505 9,00E-23
334 G1995 Oryza sativa AC105732 1,00E-18
334 G1995 Zea mays BH875187 2,00E-18
334 G1995 Hordeum vulgare BF616974 3,00E-18
334 G1995 Sorghum bicolor BE360413 4,00E-17
334 G1995 Sorghum bicolor gi18390109 4,30E-20
334 G1995 Oryza sativa gi15528588 5,80E-08
334 G1995 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32482926 1,90E-07
552/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
334 G1995 Petunia x hybrida gi2346976 1,30E-05
334 G1995 Glycine max gi1763063 0,0043
334 G1995 Medicago sativa gi7228329 0,007
334 G1995 Zea ramosa gi18674684 0,0093
334 G1995 Datisca glomerata gi4666360 0,082
334 G1995 Brassica rapa gi2058506 0,098
334 G1995 Triticum aestivum gi485814 0,24
336 G1998 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071630 3,00E-53
336 G1998 Oryza sativa AB001888 3,00E-53
336 G1998 Triticum aestivum BJ209915 1,00E-30
336 G1998 Hordeum vulgare BE558327 4,00E-30
336 G1998 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01003074 2,00E-29
336 G1998 Zea mays BZ985999 4,00E-29
336 G1998 Oryza minuta CB210857 1,00E-28
336 G1998 Lactuca sativa BU009733 3,00E-28
336 G1998 Medicago truncatula BG644908 1,00E-27
336 G1998 Solanum tuberosum BQ121038 5,00E-27
336 G1998 Oryza sativa gi3618320 9,60E-58
336 G1998 Brassica nigra gi22854986 1,70E-25
553/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
336 G1998 Raphanus sativus gi3341723 1,00E-23
336 G1998 Ipomoea nil gi10946337 1,00E-23
336 G1998 Malus x domestica gi4091806 1,20E-22
336 G1998 Brassica napus gi2895184 2,80E-22
336 G1998 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23589949 1,20E-21
336 G1998 Hordeum vulgare gi21667475 1,80E-21
336 G1998 Pinus radiata gi4557093 2,50E-20
336 G1998 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21655154 1,60E-18
338 G1999 Medicago truncatula BE316747 3,00E-22
338 G1999 Lactuca sativa BQ995915 1,00E-20
338 G1999 Lycopersicon esculentum AI772841 5,00E-20
338 G1999 Brassica oleracea BH927868 9,00E-20
338 G1999 Mesembryanthem um crystallinum CA840421 2,00E-19
338 G1999 Brassica napus A50832 2,00E-18
338 G1999 Beta vulgaris BQ489587 1,00E-17
338 G1999 Eschscholzia californica CD477071 2,00E-16
338 G1999 Glycine max CD401749 1,00E-15
338 G1999 Ipomoea nil BJ554943 3,00E-15
554/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
338 G1999 Oryza sativa gi13702811 1,10E-27
338 G1999 Malus x domestica gi4091806 2,10E-20
338 G1999 Raphanus sativus gi3341723 4,80E-19
338 G1999 Brassica nigra gi22854916 8,80E-18
338 G1999 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23589949 1,30E-17
338 G1999 Brassica napus gi2895184 1,30E-17
338 G1999 Hordeum vulgare gi21667471 2,70E-17
338 G1999 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21655168 5,00E-17
338 G1999 Pinus radiata gi4557093 6,00E-17
338 G1999 Ipomoea nil gi10946337 2,80E-16
340 G2035 Medicago truncatula AC140035 1,00E-115
340 G2035 Brassica oleracea BZ428219 1,00E-106
340 G2035 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100495 1,00E-102
340 G2035 Zea mays AX660947 1,00E-100
340 G2035 Vitis vinifera CB979115 5,00E-96
340 G2035 Oryza sativa AC084405 9,00E-95
340 G2035 Glycine max AW186423 7,00E-92
340 G2035 Oryza sativa (grupo do AAAA01010916 1,00E-89
555/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
cultivar indica)
340 G2035 Lycopersicon esculentum BF113841 4,00E-82
340 G2035 Lactuca sativa BQ865775 3,00E-81
340 G2035 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24796797 4,60E-103
340 G2035 Oryza sativa gi14140292 3,30E-09
340 G2035 Populus tremula x Populus tremuloides gi9955730 4,10E-05
340 G2035 Nicotiana paniculata gi5834502 5,20E-05
340 G2035 Solanum tuberosum gi2225999 0,00011
340 G2035 Samanea saman gi5081693 0,00029
340 G2035 Chlamydomonas reinhardtii gi30025990 0,0011
340 G2035 Vicia faba gi2293112 0,0045
340 G2035 Triticum aestivum gi18616499 0,013
340 G2035 Brassica napus gi22003730 0,022
341 G2041 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER244491_ 1 1105
341 G2041 Glycine max LIB4280-051- Q1-K1-E4 1106
341 G2041 Oryza sativa rsicem_7360,y1 ,abd 1107
341 G2041 Zea mays Zm_S11428605 1810
556/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
341 G2041 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 47127 2046
341 G2041 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-389924 2047
342 G2041 Glycine max AX196296 1,0e-999
342 G2041 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01023044 1,00E-161
342 G2041 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004333 1,00E-161
342 G2041 Oryza sativa AC107085 8,00E-90
342 G2041 Lotus corniculatus var. japonicus AP006426 7,00E-89
342 G2041 Medicago truncatula BZ286591 9,00E-89
342 G2041 Helianthus annuus CD853758 2,00E-88
342 G2041 Lactuca sativa BQ853515 6,00E-87
342 G2041 Capsicum annuum BM067036 3,00E-82
342 G2041 Lycopersicon esculentum BI925244 8,00E-79
342 G2041 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33146888 1,50E-152
342 G2041 Oryza sativa gi14140291 5,60E-34
342 G2041 Zea mays gi18463957 1,50E-19
342 G2041 Hordeum vulgare gi23193481 4,40E-08
557/1027
SEQ ID No: de Arabidopsis Sequência Utilizada para Descobrir Ortólogos GID No Espécies das Quais o Ortólogo é Derivado Identificador de Sequência ou Número de Acesso SEQ ID No: da Sequência Ortóloga Menor Soma da Probabilidade para o Ortólogo, Quando Conhecida
342 G2041 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi23193479 1,40E-07
342 G2041 Triticum monococcum gi23193487 2,60E-07
342 G2041 Brassica napus gi4106378 0,12
342 G2041 Medicago sativa gi1279563 1
342 G2041 Nicotiana tabacum gi8096269 1
342 G2041 Triticum aestivum gi32400814 1
343 G2051 Medicago truncatula Mtr_S5387033 1705
343 G2051 Hordeum vulgare Hv_S171660 1740
344 G2051 Brassica oleracea BH456374 6,00E-78
344 G2051 Petunia x hybrida AF509874 4,00E-69
344 G2051 Lycopersicon esculentum AW222093 2,00E-57
344 G2051 Oryza sativa AX654515 1,00E-51
344 G2051 Medicago truncatula BQ165266 7,00E-51
344 G2051 Sorghum bicolor BG933492 8,00E-50
344 G2051 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK099540 5,00E-43
558/1027
344 G2051 Hordeum vulgare subesp. spontaneum BJ481205 5,00E-42
344 G2051 Hordeum vulgare BQ469035 5,00E-42
344 G2051 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU967516 5,00E-42
344 G2051 Petunia x hybrida gi21105751 9,50E-70
344 G2051 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi19225018 3,40E-59
344 G2051 Oryza sativa gi6730946 1,20E-45
344 G2051 Brassica napus gi31322582 3,50E-41
344 G2051 Lycopersicon esculentum gi6175246 8,40E-40
344 G2051 Phaseolus vulgaris gi15148914 1,10E-39
344 G2051 Solanum tuberosum gi14485513 3,30E-38
344 G2051 Medicago truncatula gi7716952 3,30E-38
559/1027
344 G2051 Glycine max gi22597158 8,70E-38
344 G2051 Triticum sp. gi4218537 8,70E-38
345 G2060 Oryza sativa Os_S109370 1602
345 G2060 Medicago truncatula Mtr_S5408429 1706
345 G2060 Triticum aestivum Ta_S317703 1897
346 G2060 Oryza sativa AX653450 4,00E-49
346 G2060 Brassica oleracea BH456149 7,00E-48
346 G2060 Lycopersicon esculentum BI422854 1,00E-39
346 G2060 Nicotiana tabacum AY220477 1,00E-36
346 G2060 Citrus sinensis BQ625082 2,00E-35
346 G2060 Lactuca sativa BQ870137 3,00E-35
346 G2060 Hordeum vulgare BM370908 9,00E-35
346 G2060 Medicago truncatula CB893379 2,00E-34
346 G2060 Glycine max CA782643 8,00E-34
346 G2060 Cryptomeria japonica AU083645 2,00E-33
346 G2060 Oryza sativa gi11320830 2,60E-40
560/1027
346 G2060 Nicotiana tabacum gi30013667 5,30E-38
346 G2060 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160973 2,10E-27
346 G2060 Petroselinum crispum gi11493822 4,50E-21
346 G2060 Avena fatua gi1159879 3,00E-19
346 G2060 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi23305051 2,60E-17
346 G2060 Pimpinella brachycarpa gi3420906 2,60E-16
346 G2060 Avena sativa gi4894965 7,10E-16
346 G2060 Ipomoea batatas gi1076685 1,20E-15
346 G2060 Solanum tuberosum gi24745606 2,20E-15
348 G2063 Brassica oleracea BH923036 3,00E-45
348 G2063 Medicago truncatula AC139746 1,00E-18
348 G2063 Lotus corniculatus AP006395 2,00E-18
561/1027
var. japoni cus
348 G2063 Gossypium arboreum BQ403135 2,00E-17
348 G2063 Oryza sativa AP004093 4,00E-17
348 G2063 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004863 4,00E-17
348 G2063 Lotus japonicus AP006142 5,00E-16
348 G2063 Sorghum bicolor BZ627051 8,00E-16
348 G2063 Zea mays CC690653 5,00E-15
348 G2063 Brassica napus CD813986 1,00E-14
348 G2063 Oryza sativa gi15290141 1,90E-17
348 G2063 Antirrhinum majus gi264223 5,80E-17
348 G2063 Picea abies gi25307922 2,00E-15
348 G2063 Gossypium hirsutum gi19743774 3,20E-15
348 G2063 Malus x domestica gi16973298 5,30E-15
348 G2063 Phalaenopsis equestris gi18650789 1,10E-14
348 G2063 Oryza sativa (grupo do gi33090203 1,40E-14
562/1027
cultivar japonica)
348 G2063 Petunia x hybrida gi17827467 1,80E-14
348 G2063 Nicotiana tabacum gi3913007 1,80E-14
348 G2063 Cucumis sativus gi13810204 2,30E-14
350 G2070 Brassica oleracea BH598265 1,00E-44
350 G2070 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU870843 2,00E-14
350 G2070 Lycopersicon esculentum BI922075 1,00E-12
350 G2070 Brassica napus CD833815 1,00E-12
350 G2070 Glycine max BM269595 6,00E-11
350 G2070 Ipomoea nil BJ572296 2,00E-10
350 G2070 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01003396 6,00E-10
350 G2070 Prunus armeniaca CB821535 1,00E-09
350 G2070 Nicotiana AY045572 1,00E-09
563/1027
tabacum
350 G2070 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005785 1,00E-09
350 G2070 Nicotiana tabacum gi16580134 3,00E-12
350 G2070 Phaseolus vulgaris gi13430400 1,00E-11
350 G2070 Phaseolus acutifolius gi12829956 2,70E-11
350 G2070 Petroselinum crispum gi9650826 1,00E-09
350 G2070 Hordeum vulgare gi1869928 1,40E-09
350 G2070 Antirrhinum majus gi2244742 3,60E-09
350 G2070 Capsicum chinense gi4457221 9,40E-09
350 G2070 Glycine max gi1905785 1,00E-08
350 G2070 Oryza sativa gi18698991 1,10E-08
350 G2070 Zea mays gi1060935 1,20E-08
352 G2071 Vitis vinifera VVI237992 4,00E-87
352 G2071 Phaseolus vulgaris AF369792 3,00E-77
564/1027
352 G2071 Brassica oleracea BZ007832 4,00E-75
352 G2071 Nicotiana tabacum AB063648 2,00E-74
352 G2071 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK072062 9,00E-65
352 G2071 Hordeum vulgare subesp. vulgare AY150676 3,00E-58
352 G2071 Oryza sativa AB023288 1,00E-52
352 G2071 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01010740 4,00E-47
352 G2071 Helianthus annuus AF001453 8,00E-40
352 G2071 Triticum aestivum AF519804 6,00E-38
352 G2071 Vitis vinifera gi7406677 2,30E-87
352 G2071 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi27469352 1,40E-64
352 G2071 Nicotiana gi14571808 1,50E-58
565/1027
tabacum
352 G2071 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33087069 3,20E-53
352 G2071 Oryza sativa gi5821255 3,20E-53
352 G2071 Phaseolus vulgaris gi13775111 1,80E-46
352 G2071 Triticum aestivum gi21693585 2,50E-31
352 G2071 Helianthus annuus gi2228771 1,10E-30
352 G2071 Zea mays gi15422222 7,60E-08
352 G2071 Populus x generosa gi13435335 2,50E-07
354 G2084 Brassica oleracea BH426816 2,00E-77
354 G2084 Triticum aestivum CD937226 3,00E-41
354 G2084 Poncirus trifoliata CD574564 8,00E-41
354 G2084 Vitis vinifera CB981408 1,00E-40
354 G2084 Oryza sativa AP003314 5,00E-40
354 G2084 Oryza sativa (grupo do cultivar AAAA01013746 5,00E-40
566/1027
indica)
354 G2084 Zea mays CD434392 9,00E-40
354 G2084 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK066561 1,00E-39
354 G2084 Sorghum bicolor BE356071 1,00E-39
354 G2084 Brassica napus CD837858 3,00E-37
354 G2084 Oryza sativa gi11034559 3,20E-40
354 G2084 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21104687 3,20E-40
354 G2084 Pinus pinaster gi18129286 0,65
354 G2084 Pinus thunbergii gi1262717 0,94
354 G2084 Chloroplast Pinus thunbergii gi7484547 0,94
354 G2084 Glycine max gi21439778 0,98
354 G2084 Nicotiana tabacum gi478508 1
354 G2084 Chloroplast Nicotiana sylvestris gi544746 1
567/1027
354 G2084 Chloroplast Nicotiana tabacum gi544747 1
354 G2084 Ipomoea batatas gi100467 1
355 G2085 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER62196_1 1108
355 G2085 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER65589_1 1109
355 G2085 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER65589_2 1110
355 G2085 Glycine max jC- gmXLIB3563P057 de07d2 1111
355 G2085 Oryza sativa OSC102337,C1,p 1,fg 1112
355 G2085 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER841917_ 1 1113
355 G2085 Medicago truncatula Mtr_S10820675 1707
356 G2085 Glycine max BI498544 1,00E-58
356 G2085 Medicago truncatula CA991109 1,00E-54
356 G2085 Vitis vinifera BM437375 1,00E-46
356 G2085 Triticum BQ295376 1,00E-44
568/1027
aestivum
356 G2085 Triticum monococcum BF199732 9,00E-44
356 G2085 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK068931 2,00E-43
356 G2085 Zea mays AY103800 3,00E-43
356 G2085 Brassica oleracea BH723453 3,00E-40
356 G2085 Hordeum vulgare BU993000 5,00E-39
356 G2085 Ipomoea nil BJ572579 1,00E-38
356 G2085 Oryza sativa gi13174240 3,90E-42
356 G2085 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24960749 1,80E-07
356 G2085 Brassica rapa subesp. pekinensis gi28193631 2,90E-06
356 G2085 Nicotiana tabacum gi12711287 0,00075
356 G2085 Hordeum vulgare subesp. gi21655162 0,0033
569/1027
vulgare
356 G2085 Nicotiana pl umbagini foli a gi1076609 0,019
356 G2085 Brassica nigra gi22854920 0,02
356 G2085 Brassica napus gi30984027 0,091
356 G2085 Raphanus sativus gi3341723 0,1
356 G2085 Pisum sativum gi27530710 0,13
358 G2106 Citrus sinensis BQ625052 8,00E-92
358 G2106 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106769 3,00E-88
358 G2106 Zea mays AY103852 3,00E-74
358 G2106 Brassica napus CD832004 6,00E-74
358 G2106 Lycopersicon esculentum AW030921 3,00E-70
358 G2106 Physcomltrella patens subesp. patens BJ178045 5,00E-68
358 G2106 Glycine max CA783156 5,00E-67
358 G2106 Oryza sativa AX555220 6,00E-66
358 G2106 Nuphar advena CD475882 3,00E-65
570/1027
358 G2106 Lactuca sativa BQ864461 7,00E-58
358 G2106 Brassica napus gi21069053 5,10E-65
358 G2106 Oryza sativa gi25898749 7,40E-64
358 G2106 Glycine max gi25898747 7,40E-64
358 G2106 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161013 2,00E-63
358 G2106 Zea mays gi2652938 1,10E-62
358 G2106 Antirrhinum majus gi28894443 1,90E-39
358 G2106 Malus x domestica gi21717332 2,30E-35
358 G2106 Hordeum vulgare gi18476518 2,40E-35
358 G2106 Picea abies gi11181612 4,00E-34
358 G2106 Petunia x hybrida gi5081555 7,20E-34
359 G2109 Oryza sativa uC- osflM202145h04 b1 1114
359 G2109 Zea mays LIB3066-034- Q1-K1-B12 1115
359 G2109 Oryza sativa Os_S114273 1603
359 G2109 Oryza sativa Os_S29604 1604
571/1027
359 G2109 Zea mays Zm_S11374620 1811
359 G2109 Triticum aestivum Ta_S302577 1898
360 G2109 Brassica napus CD815586 1,00E-50
360 G2109 Beta vulgaris BQ583447 5,00E-45
360 G2109 Ceratopteris richardii BE643398 9,00E-33
360 G2109 Nicotiana tabacum AY183721 2,00E-31
360 G2109 Physcomitrella patens PPA419329 5,00E-28
360 G2109 Physcomitrella patens subesp. patens AB067689 1,00E-22
360 G2109 Brassica oleracea BH451078 6,00E-20
360 G2109 Zinnia elegans AU287699 9,00E-17
360 G2109 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC120888 1,00E-16
360 G2109 Oryza sativa AC108870 1,00E-16
360 G2109 Nicotiana tabacum gi27802107 1,40E-34
360 G2109 Physcomitrella patens gi22474457 8,50E-32
572/1027
360 G2109 Physcomitrella patens subesp. patens gi22090622 9,30E-29
360 G2109 Gerbera hybrid cv. 'Terra Regina' gi29500904 6,10E-21
360 G2109 Triticum aestivum gi30721847 1,50E-20
360 G2109 Populus balsamifera subesp. trichocarpa gi10835358 1,70E-20
360 G2109 Zea mays gi29372764 3,60E-20
360 G2109 Triticum monococcum gi30090030 4,00E-20
360 G2109 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31712055 4,20E-20
360 G2109 Papaver nudicaule gi3170464 9,70E-20
362 G2111 Glycine max AW508033 3,00E-35
362 G2111 Brassica oleracea BH455618 2,00E-32
362 G2111 Medicago truncatula AC137602 2,00E-29
573/1027
362 G2111 Antirrhinum majus AJ558896 9,00E-27
362 G2111 Gossypium arboreum BE054256 4,00E-25
362 G2111 Gossypium hirsutum BH023181 9,00E-24
362 G2111 Zea mays CC654475 5,00E-23
362 G2111 Oryza sativa AP002070 9,00E-22
362 G2111 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000422 9,00E-22
362 G2111 Lotus japonicus AP004625 2,00E-18
362 G2111 Oryza sativa gi8096379 1,80E-23
362 G2111 Gerbera hybrid cv. 'Terra Regina' gi29500904 7,70E-14
362 G2111 Nicotiana tabacum gi4102113 1,30E-13
362 G2111 Brassica oleracea var. botrytis gi23304676 1,60E-13
362 G2111 Lycopersicon esculentum gi20219014 8,90E-13
362 G2111 Sinapis alba gi1076477 1,10E-12
574/1027
362 G2111 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21742221 1,80E-12
362 G2111 Lolium perenne gi28630953 1,80E-12
362 G2111 Triticum monococcum gi30090030 2,40E-12
362 G2111 Triticum aestivum gi30721847 2,40E-12
364 G2129 Brassica napus CD833815 8,00E-49
364 G2129 Brassica oleracea BH972911 4,00E-38
364 G2129 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU870843 4,00E-26
364 G2129 Glycine max BM269595 3,00E-22
364 G2129 Lycopersicon esculentum BF051268 3,00E-21
364 G2129 Beta vulgaris BQ582406 2,00E-11
364 G2129 Gossypium arboreum BQ407558 4,00E-11
364 G2129 Medicago truncatula BG648225 4,00E-10
364 G2129 Oryza sativa (grupo do AK098869 1,00E-09
575/1027
cultivar japonica)
364 G2129 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CA759739 1,00E-09
364 G2129 Nicotiana tabacum gi16580130 1,30E-11
364 G2129 Petroselinum crispum gi9650828 2,70E-11
364 G2129 Capsicum chinense gi24460973 4,40E-11
364 G2129 Phaseolus vulgaris gi13430400 7,20E-11
364 G2129 Lycopersicon esculentum gi5901747 7,20E-11
364 G2129 Phaseolus acutifolius gi12829956 1,20E-10
364 G2129 Antirrhinum majus gi2244742 1,20E-10
364 G2129 Zea mays gi1352613 1,90E-10
364 G2129 Glycine max gi22597162 3,10E-10
364 G2129 Sorghum bicolor gi1076760 3,60E-10
365 G2142 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER10684_8 1116
576/1027
365 G2142 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER137024_ 1 1117
365 G2142 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER49853_1 1118
365 G2142 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER49853_4 1119
365 G2142 Glycine max LIB3242-451- P1-J1-G8 1120
365 G2142 Glycine max jC- gmXLIB3563P042 ag07d1 1121
365 G2142 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER54709_1 1122
365 G2142 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER8097_1 1123
365 G2142 Zea mays 700164501H1 1124
365 G2142 Glycine max Gma_S4891278 1666
365 G2142 Medicago truncatula Mtr_S5397469 1708
365 G2142 Zea mays Zm_S11527973 1812
365 G2142 Triticum aestivum Ta_S115402 1899
65 G2142 Triticum aestivum Ta_S146851 1900
365 G2142 Triticum Ta_S308126 1901
577/1027
aestivum
365 G2142 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 48174 2048
365 G2142 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50424 2049
365 G2142 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56397 2050
365 G2142 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56608 2051
366 G2142 Brassica napus CD813318 8,00E-90
366 G2142 Medicago truncatula BF650735 2,00E-59
366 G2142 Populus tremula x Populus tremuloides BU837621 4,00E-59
366 G2142 Glycine max BU080678 3,00E-58
366 G2142 Beta vulgaris BQ594352 4,00E-54
366 G2142 Solanum tuberosum BF186943 6,00E-53
366 G2142 Lycopersicon esculentum AI490572 1,00E-52
366 G2142 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101896 7,00E-48
578/1027
366 G2142 Stevia rebaudiana BG524015 2,00E-44
366 G2142 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU989763 8,00E-42
366 G2142 Pennisetum glaucum gi527655 3,10E-10
366 G2142 Sorghum bicolor gi527665 3,90E-08
366 G2142 Phyllostachys acuta gi527661 6,50E-08
366 G2142 Tripsacum australe gi527663 1,80E-07
366 G2142 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488806 3,20E-07
366 G2142 Oryza sativa gi15451582 3,50E-07
366 G2142 Oryza rufipogon gi2130061 6,40E-07
366 G2142 Oryza australiensis gi1086526 1,40E-06
366 G2142 Oryza officinalis gi1086534 2,90E-06
366 G2142 Oryza gi1086530 3,80E-06
579/1027
longistaminata
368 G2146 Brassica rapa subesp. pekinensis BG543943 8,00E-48
368 G2146 Brassica oleracea BH978369 2,00E-42
368 G2146 Lotus japonicus BI418128 6,00E-29
368 G2146 Glycine max CD398757 4,00E-28
368 G2146 Poncirus trifoliata CD575942 2,00E-27
368 G2146 Gossypium arboreum BE054359 8,00E-26
368 G2146 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK103709 1,00E-25
368 G2146 Oryza sativa AF461424 1,00E-25
368 G2146 Ipomoea nil BJ574783 7,00E-25
368 G2146 Populus tremula x Populus tremuloides BU832777 3,00E-24
368 G2146 Oryza sativa (grupo do cultivar gi24059889 2,90E-23
580/1027
japonica)
368 G2146 Oryza sativa gi5852091 0,015
368 G2146 Tulipa gesneriana gi5923912 0,019
368 G2146 Petunia x hybrida gi3127045 0,85
368 G2146 Gerbera hybrida gi3650292 0,99
368 G2146 Oryza rufipogon gi1086538 1
368 G2146 Sorghum bicolor gi527667 1
370 G2184 Petunia x hybrida AF509870 1,00E-113
370 G2184 Brassica napus CD836672 4,00E-92
370 G2184 Lactuca sativa BQ864249 3,00E-77
370 G2184 Solanum tuberosum BG350410 9,00E-75
370 G2184 Populus tremula x Populus tremuloides BU863110 2,00E-71
370 G2184 Brassica oleracea BH526845 1,00E-65
370 G2184 Medicago truncatula AW736414 1,00E-63
581/1027
370 G2184 Citrus sinensis CB293271 3,00E-62
370 G2184 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK099237 2,00E-57
370 G2184 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB633792 2,00E-57
370 G2184 Petunia x hybrida gi21105742 1,10E-106
370 G2184 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27452910 7,00E-58
370 G2184 Medicago truncatula gi7716952 4,60E-52
370 G2184 Oryza sativa gi6730946 8,30E-47
370 G2184 Brassica napus gi31322578 2,20E-39
370 G2184 Lycopersicon esculentum gi6175246 3,60E-39
370 G2184 Phaseolus vulgaris gi15148914 1,20E-38
370 G2184 Glycine max gi22597158 3,30E-38
370 G2184 Triticum sp. gi4218537 2,90E-37
582/1027
370 G2184 Triticum monococcum gi6732160 2,90E-37
371 G2207 Oryza sativa Os_S17837 1605
371 G2207 Oryza sativa Os_S6232 1606
371 G2207 Glycine max Gma_S5129383 1667
371 G2207 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50991 2052
371 G2207 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-399437 2053
372 G2207 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100046 1,00E-172
372 G2207 Oryza sativa AX654056 1,00E-168
372 G2207 Lotus japonicus LJA239041 1,00E-148
372 G2207 Pisum sativum PSA493066 1,00E-130
372 G2207 Brassica oleracea BZ078380 1,00E-123
372 G2207 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01002068 2,00E-76
372 G2207 Brassica nigra AY061812 7,00E-71
372 G2207 Zea mays CC644684 6,00E-70
583/1027
372 G2207 Gossypium arboreum BF269998 4,00E-58
372 G2207 Lycopersicon esculentum BI931640 7,00E-55
372 G2207 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20503001 1,00E-166
372 G2207 Lotus japonicus gi6448579 3,90E-160
372 G2207 Pisum sativum gi23504759 4,50E-124
372 G2207 Oryza sativa gi7339715 1,00E-122
372 G2207 Chlamydomonas incerta gi2190980 4,70E-06
372 G2207 Chlamydomonas reinhardtii gi1928929 0,00049
372 G2207 Bromheadia finlaysoniana gi2108256 0,55
372 G2207 Lycopersicon esculentum gi100214 0,73
372 G2207 Nicotiana tabacum gi322758 0,81
372 G2207 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi2407271 0,96
584/1027
374 G2213 Brassica oleracea BH427528 2,00E-19
374 G2213 Gossypium hirsutum AI726978 2,00E-18
374 G2213 Zea mays AY106664 1,00E-16
374 G2213 Glycine max BE821577 1,00E-15
374 G2213 Triticum monococcum BQ802007 2,00E-15
374 G2213 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004258 7,00E-15
374 G2213 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01008029 7,00E-15
374 G2213 Oryza sativa AP003933 7,00E-15
374 G2213 Chlamydomonas reinhardtii BU648678 4,00E-12
374 G2213 Hordeum vulgare BQ459689 2,00E-11
374 G2213 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161719 3,80E-28
374 G2213 Oryza sativa gi7339715 1,60E-08
585/1027
374 G2213 Chlamydomonas reinhardtii gi1928929 6,90E-07
374 G2213 Chlamydomonas incerta gi2190980 2,50E-06
374 G2213 Pisum sativum gi23504757 9,10E-05
374 G2213 Lotus japonicus gi6448579 0,00014
374 G2213 Cicer arietinum gi6002283 0,26
374 G2213 Allium cepa gi19979631 0,82
374 G2213 Brassica napus gi2809204 0,82
376 G2226 Thellungiella halophila BM985667 3,00E-71
376 G2226 Brassica napus CD834580 9,00E-70
376 G2226 Glycine max CA784214 2,00E-52
376 G2226 Gossypium arboreum BF278307 4,00E-47
376 G2226 Gossypium hirsutum AI727363 3,00E-46
376 G2226 Medicago truncatula BF648350 7,00E-46
376 G2226 Lactuca sativa BU010488 1,00E-37
376 G2226 Solanum tuberosum BG599025 5,00E-37
376 G2226 Capsicum CA525749 2,00E-36
586/1027
annuum
376 G2226 Hevea brasiliensis CB376421 2,00E-35
376 G2226 Thellungiella halophila gi20340241 2,30E-69
376 G2226 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488512 4,90E-12
376 G2226 Oryza sativa gi6069662 2,70E-11
376 G2226 Cucumis melo gi28558782 1,00E-08
376 G2226 Medicago sativa gi23451086 1,20E-08
376 G2226 Glycine max gi22597166 2,70E-08
376 G2226 Hordeum vulgare gi2894379 5,80E-08
376 G2226 Pisum sativum gi4240031 2,30E-07
376 G2226 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 2,60E-07
376 G2226 Zea mays gi21645888 2,80E-07
378 G2227 Brassica oleracea BZ520300 1,00E-123
378 G2227 Medicago truncatula AC144609 2,00E-87
587/1027
378 G2227 Oryza sativa AC079022 3,00E-81
378 G2227 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK067221 7,00E-69
378 G2227 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01002581 7,00E-69
378 G2227 Lycopersicon esculentum AW035988 1,00E-67
378 G2227 Lactuca sativa BQ858069 6,00E-67
378 G2227 Vitis aestivalis CB288974 9,00E-66
378 G2227 Glycine max BM188705 5,00E-62
378 G2227 Zea mays CC429342 1,00E-60
378 G2227 Oryza sativa gi14719329 1,20E-79
378 G2227 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29893617 6,70E-63
378 G2227 Cicer arietinum gi4651204 5,10E-21
378 G2227 Tulipa gesneriana gi23386073 6,30E-19
378 G2227 Cucumis melo gi28558782 8,40E-10
588/1027
378 G2227 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 1,40E-07
378 G2227 Thellungiella halophila gi20340241 9,80E-07
378 G2227 Glycine max gi22597166 3,70E-06
378 G2227 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi29164825 8,60E-06
378 G2227 Medicago sativa gi23451086 1,70E-05
379 G2239 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER12957_1 1125
379 G2239 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER12957_2 1126
379 G2239 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER12957_5 1127
379 G2239 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER135837_ 1 1128
379 G2239 Glycine max uC- gmflLIB3275P13 1g04a1 1129
379 G2239 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER139279 1130
589/1027
1
379 G2239 Oryza sativa OSC100308,C1,p 4,fg 1131
379 G2239 Oryza sativa OSC101055,C1,p 3,fg 1132
379 G2239 Oryza sativa OSC102053,C1,p 4,fg 1133
379 G2239 Oryza sativa OSC20507,C1,p2 ,fg 1134
379 G2239 Zea mays LIB4828-050- R1-N1-D2 1135
379 G2239 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER495748_ 1 1136
380 G2239 Brassica oleracea BH582110 1,00E-120
380 G2239 Cucumis melo AF499727 3,00E-73
380 G2239 Medicago truncatula AC136503 4,00E-71
380 G2239 Poncirus trifoliata CD576402 8,00E-57
380 G2239 Citrus sinensis CB290516 1,00E-56
380 G2239 Oryza sativa (grupo do cultivar AAAA01004423 4,00E-55
590/1027
indica)
380 G2239 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005399 4,00E-55
380 G2239 Oryza sativa AX653298 5,00E-51
380 G2239 Gossypium hirsutum AI730749 6,00E-51
380 G2239 Capsicum annuum BM063816 1,00E-49
380 G2239 Cucumis melo gi28558782 3,30E-70
380 G2239 Oryza sativa gi21740711 2,10E-38
380 G2239 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24756877 4,00E-33
380 G2239 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 3,50E-21
380 G2239 Nicotiana tabacum gi12003386 2,20E-20
380 G2239 Medicago sativa gi23451086 2,20E-17
380 G2239 Zea mays gi21645888 1,20E-16
380 G2239 Hordeum gi2894379 3,20E-16
591/1027
vulgare
380 G2239 Solanum tuberosum gi24745601 4,70E-16
380 G2239 Thellungiella halophila gi20340241 4,30E-10
382 G2251 Brassica rapa subesp. pekinensis BG543052 2,00E-67
382 G2251 Populus tremula BU893088 4,00E-48
382 G2251 Populus tremula x Populus tremuloides BU894285 3,00E-47
382 G2251 Glycine max BE440750 5,00E-45
382 G2251 Gossypium hirsutum AI729600 2,00E-44
382 G2251 Lycopersicon esculentum AW034559 8,00E-44
382 G2251 Capsicum annuum CA847343 1,00E-43
382 G2251 Lactuca sativa BQ849490 2,00E-43
382 G2251 Brassica oleracea BZ013045 4,00E-43
382 G2251 Ipomoea nil BJ572086 3,00E-42
382 G2251 Oryza sativa gi32488512 3,50E-29
592/1027
(grupo do cultivar japonica)
382 G2251 Oryza sativa gi6069662 3,50E-18
382 G2251 Thellungiella halophila gi20340241 6,20E-12
382 G2251 Medicago sativa gi23451086 7,00E-12
382 G2251 Cucumis melo gi28558782 3,00E-10
382 G2251 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 3,10E-10
382 G2251 Zea mays gi21645888 3,70E-08
382 G2251 Glycine max gi1076498 1,00E-07
382 G2251 Hordeum vulgare gi2894379 8,20E-07
382 G2251 Nicotiana tabacum gi12003386 9,40E-07
384 G2269 Brassica oleracea BH433947 7,00E-72
384 G2269 Brassica napus CD838796 1,00E-67
384 G2269 Gossypium hirsutum AI727683 8,00E-60
384 G2269 Glycine max CA939042 8,00E-60
593/1027
384 G2269 Gossypium arboreum BG444995 1,00E-56
384 G2269 Zea mays CC694850 2,00E-47
384 G2269 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC109596 4,00E-47
384 G2269 Oryza sativa AC108499 4,00E-47
384 G2269 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000476 7,00E-45
384 G2269 Ipomoea nil BJ568099 1,00E-42
384 G2269 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160500 2,30E-44
384 G2269 Gossypium barbadense gi30983938 3,00E-21
384 G2269 Oryza sativa gi5091511 9,50E-16
384 G2269 Nicotiana tabacum gi12003386 1,10E-12
384 G2269 Cucumis melo gi28558782 3,20E-12
384 G2269 Hordeum vulgare gi2894379 4,10E-12
384 G2269 Hordeum gi20152976 6,00E-12
594/1027
vulgare subesp. vulgare
384 G2269 Medicago sativa gi23451086 2,00E-11
384 G2269 Zea mays gi21645888 4,40E-09
384 G2269 Cicer arietinum gi4651204 6,60E-09
386 G2298 Brassica oleracea BH498020 2,00E-69
386 G2298 Beta vulgaris BQ487577 9,00E-35
386 G2298 Populus tremula x Populus tremuloides BU861348 2,00E-34
386 G2298 Lycopersicon esculentum AI489478 1,00E-33
386 G2298 Glycine max BE807652 1,00E-33
386 G2298 Lotus japonicus AV424732 8,00E-33
386 G2298 Phaseolus vulgaris BQ481785 1,00E-32
386 G2298 Solanum tuberosum BI920063 1,00E-32
386 G2298 Populus balsamifera CA826218 4,00E-32
595/1027
subesp. trichocarpa x Populus deltoides
386 G2298 Brassica napus CD819945 1,00E-30
386 G2298 Atriplex hortensis gi8571476 1,20E-21
386 G2298 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21742362 1,80E-21
386 G2298 Oryza sativa gi14140155 6,40E-21
386 G2298 Zea mays gi21908036 1,90E-19
386 G2298 Prunus armeniaca gi3264767 2,30E-19
386 G2298 Lycopersicon esculentum gi27436378 4,50E-18
386 G2298 Glycine max gi31324058 4,50E-18
386 G2298 Stylosanthes hamata gi4099914 1,70E-17
386 G2298 Nicotiana tabacum gi10798644 1,10E-16
386 G2298 Triticum aestivum gi15488459 1,70E-16
388 G2311 Brassica napus CD822731 1,00E-57
388 G2311 Gossypium BE053309 2,00E-51
596/1027
arboreum
388 G2311 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) OSA495797 1,00E-47
388 G2311 Zea mays AF461815 1,00E-45
388 G2311 Glycine max BU761883 1,00E-44
388 G2311 Populus tremula x Populus tremuloides BU827154 2,00E-42
388 G2311 Petroselinum crispum PCU67132 1,00E-41
388 G2311 Medicago truncatula AW329290 6,00E-41
388 G2311 Ipomoea nil BJ554376 3,00E-39
388 G2311 Triticum aestivum CA502640 5,00E-38
388 G2311 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20804653 4,00E-49
388 G2311 Zea mays gi18463961 2,90E-46
388 G2311 Petroselinum crispum gi2224897 2,00E-22
388 G2311 Fritillaria gi15281594 8,70E-11
597/1027
liliacea
388 G2311 Triticum aestivum gi2980891 2,30E-09
388 G2311 Euphorbia esula gi6752901 5,50E-09
388 G2311 Vicia faba gi30420970 2,60E-08
388 G2311 Fritillaria agrestis gi2641211 3,00E-08
388 G2311 Pisum sativum gi4106696 7,10E-08
388 G2311 Lathyrus aphaca gi21465093 7,30E-08
389 G2317 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER2162_3 1137
389 G2317 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER2162_4 1138
389 G2317 Oryza sativa Os_S96262 1607
389 G2317 Glycine max Gma_S4915353 1668
389 G2317 Medicago truncatula Mtr_S5363423 1709
389 G2317 Hordeum vulgare Hv_S60108 1741
389 G2317 Lycopersicon esculentum Les_S5190181 1933
390 G2317 Medicago truncatula BG453991 5,00E-51
598/1027
390 G2317 Zinnia elegans AU292197 2,00E-42
390 G2317 Triticum aestivum BT009406 1,00E-41
390 G2317 Solanum tuberosum BM110307 1,00E-41
390 G2317 Oryza sativa AX658868 3,00E-41
390 G2317 Glycine max BM093706 6,00E-41
390 G2317 Lycopersicon esculentum AI774224 1,00E-39
390 G2317 Hordeum vulgare subesp. Vulgare BJ472642 7,00E-39
390 G2317 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101209 4,00E-37
390 G2317 Sorghum bicolor CD219576 7,00E-37
390 G2317 Phaseolus vulgaris gi21213868 2,60E-36
390 G2317 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21742243 5,50E-36
390 G2317 Oryza sativa gi15528628 6,00E-23
599/1027
390 G2317 Hordeum vulgare gi12406993 1,10E-07
390 G2317 Hevea brasiliensis gi12005328 4,90E-07
390 G2317 Antirrhinum majus gi18874263 1,80E-06
390 G2317 Malus xiaojinensis gi28629811 3,80E-06
390 G2317 Glycine max gi19911577 3,90E-06
390 G2317 Zea mays gi20067661 1,00E-05
390 G2317 Lycopersicon esculentum gi6688529 2,60E-05
391 G2319 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33063_1 1139
391 G2319 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33063_2 1140
391 G2319 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER33063_4 1141
391 G2319 Glycine max jC- gmst024169f06b 1 1142
391 G2319 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-335798 2054
392 G2319 Lycopersicon esculentum BI921951 7,00E-93
392 G2319 Triticum BT008954 2,00E-71
600/1027
aestivum
392 G2319 Gossypium arboreum BQ403368 4,00E-71
392 G2319 Zea mays AX756404 8,00E-70
392 G2319 Mesembryan them um crystallinum CA840558 7,00E-69
392 G2319 Citrus sinensis CB290239 2,00E-65
392 G2319 Populus tremula x Populus tremuloides BU887003 1,00E-62
392 G2319 Glycine max CD487127 2,00E-58
392 G2319 Hordeum vulgare subesp. vulgare AV909036 1,00E-56
392 G2319 Medicago truncatula BF005534 7,00E-55
392 G2319 Oryza sativa gi15528628 2,70E-38
392 G2319 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21742243 1,80E-25
392 G2319 Phaseolus gi21213868 5,00E-25
601/1027
vulgaris
392 G2319 Hordeum vulgare gi12406993 8,80E-08
392 G2319 Hevea brasiliensis gi12005328 2,50E-06
392 G2319 Glycine max gi19911577 3,30E-06
392 G2319 Lycopersicon esculentum gi6688529 5,20E-06
392 G2319 Solanum tuberosum gi7705206 9,00E-06
392 G2319 Zea mays gi20067661 1,90E-05
392 G2319 Malus xiaojinensis gi28629811 2,00E-05
393 G2334 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 57794 2055
394 G2334 Brassica oleracea BZ428330 5,00E-61
394 G2334 Medicago truncatula AW981431 1,00E-30
394 G2334 Glycine max BI786182 3,00E-30
394 G2334 Solanum tuberosum BE922572 7,00E-30
394 G2334 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK110934 7,00E-30
602/1027
394 G2334 Amborella trichopoda CD483211 3,00E-29
394 G2334 Lycopersicon esculentum AW650563 4,00E-29
394 G2334 Oryza sativa AF201895 6,00E-29
394 G2334 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA029723 6,00E-29
394 G2334 Zea mays CA828910 2,00E-28
394 G2334 Oryza sativa gi6573149 6,20E-37
394 G2334 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24413958 1,80E-35
394 G2334 Sorghum bicolor gi18390099 6,00E-33
394 G2334 Solanum bulbocastanum gi32470646 5,90E-32
394 G2334 Nicotiana alata gi1087017 0,79
394 G2334 Petunia x hybrida gi14522848 0,94
394 G2334 Picea abies gi10764150 0,98
394 G2334 Oryza sativa (grupo do gi4680183 1
603/1027
cultivar indica)
394 G2334 Lycopersicon esculentum gi1418988 1
394 G2334 Pyrus pyrifolia gi8698889 1
396 G2371 Brassica oleracea BH518264 2,00E-83
396 G2371 Brassica napus CD815763 8,00E-71
396 G2371 Capsicum annuum BM063508 7,00E-50
396 G2371 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK072663 2,00E-45
396 G2371 Solanum tuberosum BQ115437 9,00E-45
396 G2371 Lycopersicon esculentum BI921667 3,00E-44
396 G2371 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01005658 1,00E-43
396 G2371 Triticum aestivum BE499367 3,00E-43
396 G2371 Glycine max AW781777 4,00E-43
604/1027
396 G2371 Lycopersicon pennellii AW617994 6,00E-41
396 G2371 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21426118 2,20E-42
396 G2371 Marchantia polymorpha gi25272004 7,20E-32
396 G2371 Oryza sativa gi19352041 3,20E-07
396 G2371 Mangifera indica gi31747324 5,40E-06
396 G2371 Prunus persica gi27450533 7,40E-06
396 G2371 Eragrostis tef gi17906977 9,80E-06
396 G2371 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi1730475 1,30E-05
396 G2371 Phaseolus vulgaris gi1046278 5,70E-05
396 G2371 Mbsembryan them um crystallinum gi3219155 0,00012
396 G2371 Zea mays gi100922 0,00015
398 G2372 Oryza sativa AB071299 3,00E-97
398 G2372 Oryza sativa (grupo do AAAA01008877 3,00E-97
605/1027
cultivar indica)
398 G2372 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100322 2,00E-96
398 G2372 Physcomitrella patens AX288142 5,00E-93
398 G2372 Brassica oleracea BZ495025 1,00E-87
398 G2372 Lotus japonicus AP004505 5,00E-77
398 G2372 Gossypium arboreum BG443827 2,00E-68
398 G2372 Zea mays CC657791 2,00E-66
398 G2372 Vitis vinifera CB979491 7,00E-59
398 G2372 Medicago truncatula BG646821 3,00E-58
398 G2372 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi13384374 3,10E-97
398 G2372 Oryza sativa gi19352051 1,50E-95
398 G2372 Prunus persica gi27450533 1,60E-50
398 G2372 Oryza sativa (grupo do gi26251300 3,40E-46
606/1027
cultivar indica)
398 G2372 Mangifera indica gi30027167 1,10E-42
398 G2372 Marchantia polymorpha gi25272004 1,30E-10
398 G2372 Chamaecyparis nootkatensis gi30421190 0,97
400 G2375 Brassica oleracea BH685171 2,00E-84
400 G2375 Medicago truncatula BG648693 1,00E-56
400 G2375 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004311 6,00E-42
400 G2375 Nicotiana tabacum E64987 1,00E-28
400 G2375 Malus x domestica AU301396 2,00E-28
400 G2375 Pinus taeda BG040491 7,00E-26
400 G2375 Zea mays AY109868 3,00E-25
400 G2375 Lycopersicon esculentum BG123901 1,00E-24
400 G2375 Solanum tuberosum BQ118023 1,00E-23
607/1027
400 G2375 Oryza sativa OSJN00077 7,00E-23
400 G2375 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21740920 4,60E-48
400 G2375 Oryza sativa gi20249 4,90E-15
400 G2375 Nicotiana tabacum gi170271 2,20E-14
400 G2375 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi27368895 3,40E-12
400 G2375 Pisum sativum gi13646986 1,20E-11
400 G2375 Glycine max gi18182311 5,40E-07
400 G2375 Cucurbita maxima gi17221648 3,70E-06
400 G2375 Lycopersicon esculentum gi9858781 0,00023
400 G2375 Daucus carota gi2190187 0,00051
400 G2375 Fagopyrum urophyllum gi31088123 0,007
401 G2382 Medicago truncatula Mtr_S7091755 1710
401 G2382 Triticum aestivum Ta_S282850 1902
401 G2382 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2056
608/1027
esculentum 47842
401 G2382 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 57633 2057
402 G2382 Brassica oleracea BH542030 1,00E-104
402 G2382 Brassica napus CD814588 2,00E-63
402 G2382 Vitis vinifera CB347529 2,00E-57
402 G2382 Ipomoea nil BJ575415 4,00E-45
402 G2382 Lycopersicon esculentum AW441337 2,00E-40
402 G2382 Medicago truncatula CA921647 6,00E-40
402 G2382 Lactuca sativa BU006964 3,00E-39
402 G2382 Vitis aestivalis CB289221 1,00E-34
402 G2382 Oryza sativa AP003453 9,00E-34
402 G2382 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000618 8,00E-32
402 G2382 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi15624003 4,00E-33
402 G2382 Nicotiana tabacum gi18149189 6,90E-23
609/1027
402 G2382 Oryza sativa gi12597883 3,80E-08
402 G2382 Chloroplast Panicum koolauense gi16551225 8,60E-07
402 G2382 Chloroplast Paspalum fimbriatum gi16551261 5,90E-05
402 G2382 Chloroplast Mesosetum chaseae gi16551247 0,00022
402 G2382 Chloroplast Thrasya petrosa gi16551309 0,00027
402 G2382 Chloroplast Tatianyx arnacites gi16551305 0,00072
402 G2382 Chloroplast Al toparadi si um chapadense gi16551207 0,00078
402 G2382 Chloroplast Thrasya glaziovii gi16551307 0,0011
404 G2394 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071804 1,00E-108
404 G2394 Zea mays BG837939 2,00E-85
610/1027
404 G2394 Oryza sativa AX699700 3,00E-72
404 G2394 Triticum aestivum BJ319065 7,00E-72
404 G2394 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB634885 3,00E-69
404 G2394 Lactuca sativa BQ852089 4,00E-69
404 G2394 Lycopersicon esculentum BI921710 1,00E-67
404 G2394 Hordeum vulgare subesp. vulgare AL505242 9,00E-64
404 G2394 Hordeum vulgare BU991885 3,00E-60
404 G2394 Solanum tuberosum BQ512426 3,00E-57
404 G2394 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi15289774 1,50E-74
404 G2394 Phacelia tanacetifolia gi5002214 1,50E-24
404 G2394 Oryza sativa gi14164470 1,40E-13
404 G2394 Hordeum vulgare gi20152976 1,80E-12
611/1027
subesp. vulgare
404 G2394 Cicer arietinum gi10334499 6,90E-12
404 G2394 Cucumis melo gi17016985 8,10E-12
404 G2394 Thellungiella halophila gi20340241 7,80E-11
404 G2394 Nicotiana tabacum gi12003386 8,80E-10
404 G2394 Zea mays gi21645888 1,10E-09
404 G2394 Hordeum vulgare gi2894379 2,30E-09
406 G2404 Brassica oleracea BH418639 3,00E-61
406 G2404 Descurainia sophia BU238407 1,00E-47
406 G2404 Medicago truncatula BQ148493 3,00E-45
406 G2404 Brassica napus CD815525 3,00E-41
406 G2404 Vitis vinifera CB983093 1,00E-39
406 G2404 Glycine max BQ741279 6,00E-39
406 G2404 Nicotiana tabacum BP129655 3,00E-36
406 G2404 Solanum tuberosum BQ507078 5,00E-36
612/1027
406 G2404 Populus tremula x Populus tremuloides BI131425 5,00E-33
406 G2404 Oryza sativa AU101377 2,00E-31
406 G2404 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi18565429 3,90E-41
406 G2404 Pisum sativum gi4240031 8,40E-29
406 G2404 Lotus japonicus gi1086225 3,10E-27
406 G2404 Oryza sativa gi8570055 5,10E-26
406 G2404 Glycine max gi1076498 1,00E-25
406 G2404 Cicer arietinum gi10334499 1,80E-14
406 G2404 Thellungiella halophila gi20340241 9,50E-09
406 G2404 Cucumis melo gi17016985 1,20E-07
406 G2404 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi29164825 1,50E-07
406 G2404 Hordeum vulgare gi2894379 4,80E-06
407 G2432 Glycine max GLYMA-28NOV01- 1143
613/1027
CLUSTER68229_1
407 G2432 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER68229_2 1144
407 G2432 Oryza sativa OSC2225,C1,p2, fg 1145
407 G2432 Oryza sativa Os_S60255 1608
407 G2432 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-18277 2058
408 G2432 Brassica oleracea BH959523 7,00E-85
408 G2432 Brassica napus CD824503 6,00E-76
408 G2432 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU868493 7,00E-47
408 G2432 Lycopersicon esculentum AW648389 7,00E-39
408 G2432 Vitis vinifera CA810654 1,00E-36
408 G2432 Medicago truncatula BE323614 2,00E-35
408 G2432 Glycine max BE474759 3,00E-31
408 G2432 Hordeum vulgare subesp. vulgare HVU312330 1,00E-30
408 G2432 Beta vulgaris BQ584245 2,00E-29
614/1027
408 G2432 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB622873 3,00E-29
408 G2432 Oryza sativa gi15451553 3,40E-33
408 G2432 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31431991 3,40E-33
408 G2432 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21538791 3,70E-30
408 G2432 Cucurbita maxima gi1669341 1,10E-28
408 G2432 Dendrobium grex Madame Thong-In gi3929325 6,60E-24
408 G2432 Hordeum vulgare gi3777436 1,20E-22
408 G2432 Zea mays gi1346559 2,00E-22
408 G2432 Pisum sativum gi6092016 5,40E-22
408 G2432 Nicotiana tabacum gi3341468 1,10E-21
408 G2432 Triticum aestivum gi3790264 1,10E-21
615/1027
410 G2443 Brassica napus A50832 1,00E-148
410 G2443 Brassica nigra AF269127 1,00E-131
410 G2443 Brassica oleracea BH650127 1,00E-93
410 G2443 Ipomoea nil AF300700 2,00E-86
410 G2443 Oryza sativa AB041838 1,00E-65
410 G2443 Malus domestica AF052585 7,00E-62
410 G2443 Raphanus sativus AF052690 2,00E-59
410 G2443 Pinus radiata AF001136 2,00E-58
410 G2443 Medicago truncatula AC127169 7,00E-57
410 G2443 Mesembryanthem um crystallinum BM300894 2,00E-54
410 G2443 Brassica napus gi2303681 1,80E-140
410 G2443 Brassica nigra gi11037308 9,00E-139
410 G2443 Oryza sativa gi11094203 1,90E-65
410 G2443 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23589949 1,90E-65
410 G2443 Hordeum vulgare gi21667475 1,10E-60
616/1027
410 G2443 Malus x domestica gi4091804 2,10E-59
410 G2443 Raphanus sativus gi3341723 1,80E-56
410 G2443 Ipomoea nil gi10946337 1,90E-51
410 G2443 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi21655154 6,60E-51
410 G2443 Pinus radiata gi4557093 2,90E-39
411 G2453 Glycine max BF070025,1 1146
411 G2453 Oryza sativa Os_S112425 1609
411 G2453 Zea mays Zm_S11447234 1813
412 G2453 Chrysanthemum x morifolium AY173066 1,00E-33
412 G2453 Lactuca sativa BQ995044 3,00E-33
412 G2453 Glycine max CA935182 1,00E-32
412 G2453 Hordeum vulgare BI949633 2,00E-32
412 G2453 Antirrhinum majus AJ559762 6,00E-32
412 G2453 Lycopersicon esculentum BI931349 1,00E-31
412 G2453 Solanum tuberosum BQ117114 1,00E-31
617/1027
412 G2453 Mentha x piperita AW255624 2,00E-31
412 G2453 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AU094883 2,00E-31
412 G2453 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU968850 2,00E-31
412 G2453 Chrysanthemum x morifolium gi27804377 1,70E-34
412 G2453 Zea mays gi32330681 2,00E-34
412 G2453 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22267600 1,40E-33
412 G2453 Oryza sativa gi11280864 3,60E-32
412 G2453 Daucus carota gi3551257 0,81
412 G2453 Vicia faba gi2104679 0,82
412 G2453 Brassica rapa subesp. pekinensis gi29123372 0,9
412 G2453 Nicotiana tabacum gi2196548 0,97
412 G2453 Oryza sativa (grupo do gi23345287 1
618/1027
cultivar indica)
412 G2453 Narcissus pseudonarcissu s gi18419623 1
414 G2455 Brassica napus CD830903 3,00E-63
414 G2455 Lycopersicon esculentum BM410884 3,00E-58
414 G2455 Glycine max BU579031 2,00E-56
414 G2455 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU871780 9,00E-56
414 G2455 Populus tremula x Populus tremuloides BU864185 2,00E-53
414 G2455 Prunus persica BU044242 3,00E-50
414 G2455 Cycas rumphii CB093475 1,00E-48
414 G2455 Nuphar advena CD472928 9,00E-48
414 G2455 Antirrhinum majus AJ559762 1,00E-46
414 G2455 Triticum aestivum BJ264502 5,00E-44
414 G2455 Chrysanthemum x morifolium gi27804377 5,60E-43
619/1027
414 G2455 Zea mays gi32330677 6,40E-43
414 G2455 Oryza sativa gi11280864 7,10E-43
414 G2455 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33146736 9,10E-43
414 G2455 Glycine max gi5019730 0,16
414 G2455 Brassica rapa subesp. pekinensis gi29123372 0,2
414 G2455 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi2570503 0,69
416 G2456 Glycine max CA800830 3,00E-67
416 G2456 Chrysanthemum x morifolium AY173066 5,00E-63
416 G2456 Lycopersicon esculentum AW623191 6,00E-62
416 G2456 Populus tremula x Populus tremuloides BU830431 5,00E-61
416 G2456 Solanum tuberosum BQ117114 2,00E-58
416 G2456 Zea mays AY313904 6,00E-58
620/1027
416 G2456 Lactuca sativa BQ995044 1,00E-57
416 G2456 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106784 2,00E-57
416 G2456 Nuphar advena CD475930 1,00E-52
416 G2456 Populus trenuiloides CA931450 8,00E-50
416 G2456 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22267600 1,20E-61
416 G2456 Zea mays gi32330681 8,50E-61
416 G2456 Chrysanthenun x norifoliun gi27804377 8,80E-61
416 G2456 Oryza sativa gi11280863 7,90E-37
416 G2456 Brassica rapa subesp. pekinensis gi29123372 0,027
416 G2456 Triticum aestivum gi32400832 0,037
416 G2456 Solanum tuberosum gi9954112 0,038
416 G2456 Phaseolus vulgaris gi457750 0,04
416 G2456 Volvox carteri gi6523547 0,22
621/1027
f. nagariensis
416 G2456 Capsella rubella gi8919877 0,45
417 G2457 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER62346_1 1147
417 G2457 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER47850_1 1148
417 G2457 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER504_1 1149
417 G2457 Oryza sativa OSC102186,C1,p 13,fg 1150
417 G2457 Oryza sativa OSC29392,C1,p1 ,fg 1151
417 G2457 Oryza sativa OSC7136,C1,p1, fg 1152
417 G2457 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER603_35 1153
417 G2457 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER779_19 1154
417 G2457 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER779_20 1155
417 G2457 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER779_24 1156
417 G2457 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER779_9 1157
417 G2457 Hordeum Hv_S18520 1742
622/1027
vulgare
417 G2457 Zea mays Zm_S11528333 1814
417 G2457 Triticum aestivum Ta_S241823 1903
417 G2457 Triticum aestivum Ta_S417975 1904
418 G2457 Antirrhinum majus AJ559642 6,00E-55
418 G2457 Lycopersicon esculentum AI483816 7,00E-53
418 G2457 Hedyotis centranthoides CB088054 9,00E-53
418 G2457 Zea mays AY104291 1,00E-41
418 G2457 Triticum aestivum BT008985 5,00E-41
418 G2457 Hordeum vulgare subesp. vulgare BQ462679 3,00E-40
418 G2457 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU880953 5,00E-30
418 G2457 Oryza sativa (grupo do cultivar AK104918 5,00E-30
623/1027
japonica)
418 G2457 Populus tremula x Populus tremuloides BU864185 5,00E-30
418 G2457 Prunus persica BU043103 2,00E-29
418 G2457 Zea mays gi32330677 8,50E-32
418 G2457 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22267600 9,50E-31
418 G2457 Oryza sativa gi11280863 4,70E-30
418 G2457 Chrysanthemum x morifolium gi27804377 1,70E-18
418 G2457 Brassica rapa subesp. Pekinensis gi29123372 1,70E-16
418 G2457 Sesbania rostrata gi169880 0,3
418 G2457 Lycopersicon esculentum gi4467884 0,45
418 G2457 Dianthus caryophyllus gi2406586 0,63
418 G2457 Vicia faba gi4468042 0,81
418 G2457 Pisum sativum gi100057 0,96
419 G2459 Glycine max GLYMA-28NOV01- 1147
624/1027
CLUSTER62346_1
419 G2459 Oryza sativa LIB4370-016- R1-K1-B3 1158
419 G2459 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER47850_1 1148
419 G2459 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER504_1 1149
419 G2459 Oryza sativa OSC102186,C1,p 13,fg 1150
419 G2459 Oryza sativa OSC29392,C1,p1 ,fg 1151
419 G2459 Oryza sativa OSC7136,C1,p1, fg 1152
419 G2459 Oryza sativa jC- osflLIB3479001 b04b1 1159
419 G2459 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER603_34 1160
419 G2459 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER603_35 1153
419 G2459 Triticum aestivum Ta_S241823 1903
419 G2459 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-70658 2059
420 G2459 Brassica napus CD830187 4,00E-84
420 G2459 Glycine max CA800542 4,00E-68
625/1027
420 G2459 Lycopersicon esculentum AI484101 2,00E-66
420 G2459 Antirrhinum majus AJ559762 6,00E-61
420 G2459 Mentha x piperita AW255624 4,00E-58
420 G2459 Solanum tuberosum BQ516639 2,00E-56
420 G2459 Ipomoea nil BJ575190 6,00E-51
420 G2459 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU880953 2,00E-49
420 G2459 Populus tremula x Populus tremuloides BU864185 2,00E-48
420 G2459 Nuphar advena CD474192 1,00E-47
420 G2459 Oryza sativa gi11280864 1,30E-45
420 G2459 Zea mays gi32330677 7,30E-44
420 G2459 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22267600 1,20E-43
420 G2459 Chrysanthemum x morifolium gi27804377 1,20E-26
626/1027
420 G2459 Brassica rapa subesp. pekinensis gi29123372 0,013
420 G2459 Nicotiana tabacum gi4206787 0,68
420 G2459 Narcissus pseudonarcissu s gi18419623 1
420 G2459 Pinus koraiensis gi29469765 1
422 G2467 Brassica oleracea BH657157 7,00E-72
422 G2467 Citrus sinensis CB291749 8,00E-63
422 G2467 Oryza sativa AX653477 1,00E-59
422 G2467 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK068660 2,00E-59
422 G2467 Hordeum vulgare subesp. vulgare AV833112 5,00E-51
422 G2467 Lycopersi con peruvianum LPHSF30 3,00E-50
422 G2467 Medicago truncatula BE319312 2,00E-49
627/1027
422 G2467 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01016817 5,00E-49
422 G2467 Zea mays CC610706 5,00E-49
422 G2467 Helianthus annuus BQ916240 9,00E-48
422 G2467 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28971956 2,20E-58
422 G2467 Lycopersi con peruvianum gi100265 5,70E-50
422 G2467 Helianthus annuus gi25052685 7,90E-44
422 G2467 Glycine max gi2129828 9,10E-43
422 G2467 Oryza sativa gi16580739 1,70E-42
422 G2467 Phaseolus acutifolius gi16118447 6,20E-37
422 G2467 Nicotiana tabacum gi5821138 1,00E-36
422 G2467 Lycopersicon esculentum gi100225 1,30E-36
422 G2467 Medicago sativa gi20162459 1,10E-35
422 G2467 Pisum sativum gi3550552 4,50E-34
628/1027
424 G2492 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK073195 1,00E-126
424 G2492 Pisum sativum PSPD3BIPR 3,00E-72
424 G2492 Vicia sativa VSENBP1GN 2,00E-71
424 G2492 Lactuca sativa BU008717 4,00E-69
424 G2492 Vitis vinifera CB348303 8,00E-67
424 G2492 Mesembryan them um crystallinum CA838861 9,00E-65
424 G2492 Zea mays AY106688 2,00E-64
424 G2492 Brassica oleracea BH582293 1,00E-60
424 G2492 Triphysaria versicolor BM357136 1,00E-60
424 G2492 Ipomoea nil BJ577989 6,00E-59
424 G2492 Medicago truncatula gi11358945 2,50E-153
424 G2492 Pisum sativum gi2213540 3,00E-151
424 G2492 Vicia sativa gi1360637 1,30E-150
424 G2492 Nicotiana tabacum gi8096269 7,20E-10
424 G2492 Brassica oleracea gi15054376 9,90E-08
629/1027
424 G2492 Oryza sativa gi6942229 6,40E-06
424 G2492 Zea mays gi4138732 3,90E-05
424 G2492 Saccharum hybrid cultivar CP722086 gi21902142 0,00016
424 G2492 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29367369 0,00062
424 G2492 Saccharum hybrid cultivar CP65- 357 gi18873729 0,0016
425 G2505 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER81568_1 1161
425 G2505 Zea mays LIB5116-010- A1-PF1-D6 1162
426 G2505 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU879250 7,00E-72
426 G2505 Medicago truncatula BF645892 5,00E-70
426 G2505 Sorghum bicolor CD230282 6,00E-68
426 G2505 Oryza sativa AK109860 2,00E-67
630/1027
(grupo do cultivar japonica)
426 G2505 Oryza sativa AB028186 6,00E-66
426 G2505 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x Populus deltoides CA826386 2,00E-63
426 G2505 Lycopersicon esculentum BF098091 5,00E-62
426 G2505 Triticum aestivum BQ483881 7,00E-62
426 G2505 Hordeum vulgare BE060921 4,00E-61
426 G2505 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001925 1,00E-56
426 G2505 Oryza sativa gi11875152 1,70E-66
426 G2505 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28190666 1,70E-66
426 G2505 Petunia x hybrida gi1279640 5,80E-48
631/1027
426 G2505 Glycine max gi22597158 7,50E-48
426 G2505 Zea mays gi32527660 4,50E-46
426 G2505 Phaseolus vulgaris gi15148914 6,00E-46
426 G2505 Triticum sp. gi4218537 5,40E-45
426 G2505 Triticum monococcum gi6732156 5,40E-45
426 G2505 Lycopersicon esculentum gi6175246 1,30E-43
426 G2505 Brassica napus gi31322582 3,10E-42
428 G2515 Betula pendula BPMADS5GN 1,00E-59
428 G2515 Vitis vinifera AY275713 1,00E-56
428 G2515 Petunia x hybrida AF176782 2,00E-55
428 G2515 Petunia sp. A81451 2,00E-55
428 G2515 Chrysanthemum x morifolium AY173055 2,00E-55
428 G2515 Nicotiana tabacum AF385746 4,00E-55
428 G2515 Capsicum annuum AF130118 4,00E-55
428 G2515 Eucalyptus globulus AF306349 1,00E-54
428 G2515 Antirrhinum majus AY040247 2,00E-54
632/1027
428 G2515 Daucus carota DCA271147 3,00E-54
428 G2515 Betula pendula gi1483232 6,40E-58
428 G2515 Vitis vinifera gi30526323 8,40E-56
428 G2515 Chrysanthemum x morifolium gi27804357 2,60E-54
428 G2515 Capsicum annuum gi14518447 2,60E-54
428 G2515 Petunia x hybrida gi6634708 3,30E-54
428 G2515 Petunia sp. gi6731756 3,30E-54
428 G2515 Nicotiana tabacum gi27373049 5,30E-54
428 G2515 Eucalyptus globulus gi11120557 6,80E-54
428 G2515 Nicotiana sylvestris gi5070142 2,30E-53
428 G2515 Daucus carota gi22091473 2,90E-53
430 G2525 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC145379 3,00E-86
430 G2525 Solanum tuberosum BQ115041 6,00E-76
430 G2525 Suaeda maritima subesp. salsa BE231373 2,00E-69
633/1027
430 G2525 Brassica oleracea BH432132 2,00E-67
430 G2525 Hordeum vulgare subesp. vulgare CB878456 3,00E-65
430 G2525 Lactuca sativa BU013946 1,00E-63
430 G2525 Medicago truncatula BE325206 1,00E-62
430 G2525 Gossypium hirsutum AI728383 6,00E-60
430 G2525 Zea mays CC641341 2,00E-58
430 G2525 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009282 5,00E-58
430 G2525 Oryza sativa gi18873845 1,20E-44
430 G2525 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433498 1,20E-44
430 G2525 Spermatozopsis similis gi3417441 0,14
430 G2525 Nicotiana tabacum gi237857 0,3
430 G2525 Oryza sativa (grupo do gi5679839 0,46
634/1027
cultivar indica)
430 G2525 Chlamydomonas reinhardtii gi3342148 0,58
430 G2525 Brassica juncea gi32527767 0,94
430 G2525 Zea mays gi100920 0,99
430 G2525 Helianthus praecox gi18073228 1
430 G2525 Helianthus niveus gi27526450 1
431 G2536 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER325924_ 1 1163
431 G2536 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER325924_ 2 1164
431 G2536 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER325924_ 3 1165
431 G2536 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER90132_1 1166
431 G2536 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER90912_1 1167
431 G2536 Oryza sativa BE039729,1 1168
431 G2536 Oryza sativa BE039742,1 1169
635/1027
431 G2536 Oryza sativa OSC12121,C1,p1 0,fg 1170
431 G2536 Oryza sativa OSC8882,C1,p8, fg 1171
431 G2536 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER460898_ 1 1172
431 G2536 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56029 2060
431 G2536 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-36423 2061
432 G2536 Populus tremula x Populus tremuloides BU815065 5,00E-57
432 G2536 Nicotiana tabacum AB021178 1,00E-53
432 G2536 Medicago truncatula BG647353 2,00E-52
432 G2536 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x Populus deltoides CA825708 1,00E-48
432 G2536 Lycopersicon esculentum AW030267 3,00E-47
636/1027
432 G2536 Brassica oleracea BZ032987 1,00E-45
432 G2536 Glycine max BM886486 1,00E-45
432 G2536 Lactuca sativa BQ875839 4,00E-44
432 G2536 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK063703 2,00E-43
432 G2536 Zea mays CC673415 2,00E-42
432 G2536 Nicotiana tabacum gi25457840 1,00E-50
432 G2536 Oryza sativa gi15290110 6,50E-45
432 G2536 Brassica napus gi31322582 5,10E-30
432 G2536 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24899399 8,10E-28
432 G2536 Petunia x hybrida gi21105734 3,40E-27
432 G2536 Solanum tuberosum gi14485513 1,20E-26
432 G2536 Glycine max gi22597158 1,50E-26
432 G2536 Lycopersicon esculentum gi6175246 1,50E-26
432 G2536 Phaseolus vulgaris gi15148914 6,40E-26
637/1027
432 G2536 Triticum sp. gi4218535 8,50E-24
434 G2543 Phalaenopsis sp. SM9108 PSU34743 1,0e-999
434 G2543 Picea abies AF172931 1,0e-999
434 G2543 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AB101645 1,00E-173
434 G2543 Gossypium hirsutum AF530914 1,00E-173
434 G2543 Oryza sativa AB077993 1,00E-172
434 G2543 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007245 1,00E-170
434 G2543 Zea mays ZMA250987 1,00E-170
434 G2543 Malus domestica AF067961 1,00E-146
434 G2543 Helianthus annuus HNNHAHR 1,00E-118
434 G2543 Vitis vinifera CB002690 2,00E-93
434 G2543 Phalaenopsis sp. SM9108 gi1173622 5,10E-175
434 G2543 Phalaenopsis sp. gi2147484 5,10E-175
434 G2543 Picea abies gi12002853 4,80E-172
638/1027
434 G2543 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488795 4,70E-165
434 G2543 Gossypium hirsutum gi22475197 6,00E-165
434 G2543 Sorghum bicolor gi18481701 7,70E-165
434 G2543 Oryza sativa gi19072102 5,40E-164
434 G2543 Zea mays gi8920427 4,40E-162
434 G2543 Malus x domestica gi3925363 2,10E-139
434 G2543 Helianthus annuus gi1208940 1,90E-106
435 G2550 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER39853_1 1173
435 G2550 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER39853_2 1174
435 G2550 Oryza sativa uC- osroM202005g06 b1 1175
435 G2550 Oryza sativa Os_S107153 1610
435 G2550 Medicago truncatula Mtr_S5360919 1711
435 G2550 Medicago truncatula Mtr_S7094331 1712
639/1027
435 G2550 Zea mays Zm_S11465618 1815
435 G2550 Triticum aestivum Ta_S146249 1905
436 G2550 Solanum tuberosum AF406703 9,00E-90
436 G2550 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK069994 6,00E-89
436 G2550 Brassica oleracea BZ485520 1,00E-82
436 G2550 Lycopersicon esculentum AF375966 2,00E-77
436 G2550 Sorghum bicolor BMI324585 5,00E-74
436 G2550 Malus x domestica AF053769 2,00E-70
436 G2550 Oryza minuta CB213421 3,00E-70
436 G2550 Hordeum vulgare BG344928 5,00E-70
436 G2550 Medicago truncatula AW688195 8,00E-67
436 G2550 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB618008 3,00E-66
640/1027
436 G2550 Solanum tuberosum gi22652127 1,40E-87
436 G2550 Oryza sativa gi12656811 1,60E-84
436 G2550 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20219036 1,20E-83
436 G2550 Lycopersicon esculentum gi31323447 4,40E-75
436 G2550 Hordeum vulgare gi13752407 1,70E-72
436 G2550 Malus x domestica gi7239157 9,40E-72
436 G2550 Gnetum gnemon gi31746344 5,50E-66
436 G2550 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi19352101 4,00E-49
436 G2550 Zea mays gi19743685 1,90E-42
436 G2550 Helianthus annuus gi20977644 6,30E-12
438 G2559 Solanum tuberosum STU72489 1,00E-59
438 G2559 Lycopersicon esculentum AF123265 2,00E-59
438 G2559 Antirrhinum AJ559687 3,00E-54
641/1027
majus
438 G2559 Vitis vinifera CB344101 2,00E-53
438 G2559 Glycine max CA799179 3,00E-53
438 G2559 Ipomoea nil BJ573275 9,00E-53
438 G2559 Citrus sinensis CB292623 2,00E-52
438 G2559 Gossypium arboreum BQ411282 6,00E-52
438 G2559 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK105097 8,00E-52
438 G2559 Medicago truncatula BM779097 1,00E-51
438 G2559 Solanum tuberosum gi1881585 7,10E-59
438 G2559 Lycopersicon esculentum gi4731573 3,90E-58
438 G2559 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489830 1,50E-51
438 G2559 Lotus japonicus gi2367429 9,80E-05
438 G2559 Zea mays gi23928441 0,00023
438 G2559 Plastid gi13276714 0,00077
642/1027
Oenoutroa elata subesp. Hookeri
438 G2559 Oenoutroa elata subesp. hookeri gi23822375 0,00077
438 G2559 Nicotiana tabacum gi8096269 0,0013
438 G2559 Cicer arietinum gi3129939 0,0014
438 G2559 Solanum berthaultii gi1216214 0,002
440 G2565 Mesembryanthem um crystallinum AF219972 5,00E-67
440 G2565 Nicotiana tabacum AB017693 1,00E-60
440 G2565 Triticum aestivum BQ806133 3,00E-55
440 G2565 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK109510 6,00E-55
440 G2565 Beta vulgaris BQ587750 1,00E-52
440 G2565 Medicago truncatula AW684291 1,00E-51
643/1027
440 G2565 Zea mays AY107734 2,00E-51
440 G2565 Glycine max AW507631 2,00E-51
440 G2565 Lycopersicon esculentum AW030183 8,00E-51
440 G2565 Hordeum vulgare BU993345 8,00E-46
440 G2565 Mesembryan them um crystallinum gi6942190 3,50E-66
440 G2565 Nicotiana tabacum gi4519671 2,80E-57
440 G2565 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29647445 3,90E-42
440 G2565 Solanum bulbocastanum gi32470629 6,00E-30
440 G2565 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 2,30E-24
440 G2565 Oryza sativa gi11034542 1,30E-09
440 G2565 Zea mays gi15667625 2,60E-08
440 G2565 Oryza glaberrima gi31338862 2,70E-07
440 G2565 Oryza sativa (grupo do cultivar gi31338860 7,40E-07
644/1027
indica)
440 G2565 Pachysandra terminalis gi32478053 0,0038
441 G2567 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER105903_ 1 1176
441 G2567 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER25797_1 1177
441 G2567 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER25797_2 1178
441 G2567 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER25797_4 1179
441 G2567 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER30315_1 1180
441 G2567 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER67014_1 1181
441 G2567 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER14787_2 1182
441 G2567 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER14787_3 1183
441 G2567 Oryza sativa OSC100544,C1,p 6,fg 1184
441 G2567 Oryza sativa OSC100702,C1,p 11,fg 1185
441 G2567 Oryza sativa OSC19346,C1,p1 8,fg 1186
645/1027
441 G2567 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER28837_1 1187
441 G2567 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER536_181 6 1188
441 G2567 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER536_BYH AND_1816 1189
441 G2567 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER64018_1 1190
441 G2567 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER64018_4 1191
441 G2567 Oryza sativa Os_S45221 1611
441 G2567 Oryza sativa Os_S99383 1612
441 G2567 Glycine max Gma_S5079377 1669
441 G2567 Hordeum vulgare Hv_S31206 1743
441 G2567 Zea mays Zm_S11521593 1816
441 G2567 Triticum aestivum Ta_S114520 1906
441 G2567 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-357264 2062
441 G2567 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-360651 2063
441 G2567 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-463424 2064
646/1027
442 G2567 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100322 1,0e-999
442 G2567 Oryza sativa AB071299 1,0e-999
442 G2567 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01008877 1,00E-172
442 G2567 Lotus japonicus AP004505 1,00E-140
442 G2567 Physcomitrella patens AX288142 1,00E-131
442 G2567 Brassica oleracea BZ016919 1,00E-124
442 G2567 Medicago truncatula BG646821 1,00E-104
442 G2567 Brassica napus CD843527 1,00E-100
442 G2567 Zea mays CC657791 2,00E-99
442 G2567 Vitis vinifera CB979491 2,00E-90
442 G2567 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi13384374 3,80E-186
442 G2567 Oryza sativa gi19352051 3,30E-164
442 G2567 Prunus persica gi27450533 8,50E-72
647/1027
442 G2567 Oryza sativa gi26251300 4,30E-70
(grupo cultivar indica) do
442 G2567 Mangifera indica gi30027167 2,00E-68
442 G2567 Marchantia polymorpha gi25272004 5,40E-13
442 G2567 Mirabilis jalapa gi23343944 3,20E-05
442 G2567 Zea mays gi18697008 0,014
442 G2567 Cucumis sativus gi6136830 0,049
442 G2567 Nicotiana tabacum gi4887014 0,087
444 G2570 Brassica oleracea BH973299 3,00E-49
444 G2570 Zea mays AB060130 3,00E-32
444 G2570 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101165 1,00E-28
444 G2570 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB630542 1,00E-25
648/1027
444 G2570 Medicago truncatula CB891281 3,00E-22
444 G2570 Brassica napus CD825309 2,00E-20
444 G2570 Solanum tuberosum BM407041 3,00E-20
444 G2570 Triticum aestivum BQ743733 2,00E-17
444 G2570 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA014844 5,00E-17
444 G2570 Stevia rebaudiana BG525366 9,00E-17
444 G2570 Zea mays gi13661174 3,10E-31
444 G2570 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24308616 4,60E-31
444 G2570 Oryza glaberrima gi31338862 1,90E-23
444 G2570 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 2,50E-23
444 G2570 Oryza sativa gi15289981 4,10E-16
444 G2570 Dianthus gi13173408 1,50E-08
649/1027
caryophyllus
444 G2570 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 2,40E-07
444 G2570 Solanum bulbocastanum gi32470629 8,30E-06
444 G2570 Nicotiana tabacum gi4519671 1,50E-05
444 G2570 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 0,00022
445 G2571 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER96988_1 1192
445 G2571 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER96988_2 1193
445 G2571 Oryza sativa OSC1398,C1,p2, fg 1194
445 G2571 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56732 2065
446 G2571 Brassica oleracea BZ432711 1,00E-103
446 G2571 Glycine max AW759250 2,00E-48
446 G2571 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01008818 6,00E-48
446 G2571 Oryza sativa AC104284 8,00E-48
650/1027
446 G2571 Medicago truncatula BQ140137 1,00E-44
446 G2571 Zea mays CC342129 8,00E-41
446 G2571 Lactuca sativa BQ849477 2,00E-38
446 G2571 Sorghum bicolor CD236030 3,00E-38
446 G2571 Atriplex hortensis AF274033 3,00E-34
446 G2571 Prunus persica BU046010 2,00E-33
446 G2571 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi19920190 2,60E-36
446 G2571 Atriplex hortensis gi8571476 1,90E-35
446 G2571 Lycopersicon esculentum gi27436378 1,30E-34
446 G2571 Zea mays gi21908036 9,10E-27
446 G2571 Oryza sativa gi5091503 3,90E-26
446 G2571 Solanum tuberosum gi1688233 1,30E-20
446 G2571 Nicotiana sylvestris gi8809571 5,50E-20
446 G2571 Nicotiana tabacum gi1208498 1,50E-19
651/1027
446 G2571 Glycine max gi21304712 1,10E-18
446 G2571 Prunus armeniaca gi3264767 7,70E-18
448 G2574 Brassica oleracea BZ016708 1,00E-82
448 G2574 Oryza sativa AX653450 5,00E-80
448 G2574 Nicotiana tabacum AY220477 3,00E-68
448 G2574 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001635 2,00E-64
448 G2574 Lycopersicon esculentum BI922133 6,00E-56
448 G2574 Hordeum vulgare BM370908 2,00E-47
448 G2574 Medicago truncatula CB893379 4,00E-47
448 G2574 Glycine max BU926713 4,00E-44
448 G2574 Citrus sinensis BQ625082 4,00E-44
448 G2574 Zea mays AX660892 6,00E-44
448 G2574 Oryza sativa gi11320830 4,10E-61
448 G2574 Nicotiana tabacum gi30013667 5,60E-59
652/1027
448 G2574 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160973 4,10E-37
448 G2574 Petroselinum crispum gi11493822 6,80E-30
448 G2574 Avena fatua gi1159879 5,10E-26
448 G2574 Avena sativa gi4894965 2,10E-22
448 G2574 Glycine max gi32493108 2,20E-20
448 G2574 Ipomoea batatas gi1076685 5,20E-20
448 G2574 Capsella rubella gi32454266 8,00E-20
448 G2574 Lycopersicon esculentum gi13620227 2,20E-18
450 G2575 Lycopersicon esculentum BI205259 1,00E-48
450 G2575 Medicago truncatula BI308031 5,00E-45
450 G2575 Vitis vinifera CD010167 1,00E-44
450 G2575 Sorghum bicolor BE362650 2,00E-43
450 G2575 Oryza sativa AX653470 2,00E-43
450 G2575 Triticum aestivum CD883886 7,00E-42
450 G2575 Amborella trichopoda CD483414 1,00E-41
653/1027
450 G2575 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK108745 3,00E-41
450 G2575 Glycine max CA784851 3,00E-41
450 G2575 Populus tremula x Populus tremuloides BU884581 3,00E-38
450 G2575 Oryza sativa gi11761085 6,50E-45
450 G2575 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22830985 4,30E-36
450 G2575 Nicotiana tabacum gi25348323 2,00E-30
450 G2575 Solanum tuberosum gi24745606 3,00E-28
450 G2575 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi23305051 6,80E-28
450 G2575 Lycopersicon esculentum gi13620227 9,90E-27
450 G2575 Cucumis sativus gi7484759 1,70E-26
450 G2575 Pimpinella brachycarpa gi3420906 1,80E-26
450 G2575 Avena fatua gi1159877 1,90E-26
450 G2575 Avena sativa gi4894965 2,10E-26
654/1027
451 G2579 Oryza sativa OSC101983,C1,p 6,fg 1195
451 G2579 Zea mays LIB3076-043- Q1-K1-H9 1196
451 G2579 Zea mays Zm S11519895 1817
452 G2579 Brassica oleracea BZ471318 2,00E-82
452 G2579 Oryza sativa AP004016 3,00E-34
452 G2579 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004570 3,00E-34
452 G2579 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001296 3,00E-34
452 G2579 Zea mays AY178191 1,00E-32
452 G2579 Sorghum bicolor BZ338708 1,00E-23
452 G2579 Medicago truncatula AC119414 1,00E-21
452 G2579 Beta vulgaris BQ488935 1,00E-19
452 G2579 Lotus japonicus AV411846 2,00E-19
452 G2579 Glycine max BE059333 7,00E-19
452 G2579 Zea mays gi27802487 5,50E-38
452 G2579 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23307521 1,50E-35
655/1027
452 G2579 Stylosanthes hamiata gi4099921 1,30E-19
452 G2579 Cicer arietinum gi24817250 5,50E-19
452 G2579 Nicotiana tabacum gi4587373 8,70E-19
452 G2579 Oryza sativa gi12597874 1,90E-18
452 G2579 Lycopersicon esculentum gi2213785 5,90E-18
452 G2579 Prunus armeniaca gi3264767 5,90E-18
452 G2579 Thellungiella halophila gi20340233 9,90E-18
452 G2579 Nicotiana sylvestris gi8809573 1,30E-17
453 G2585 Oryza sativa OSC102182,C1,p 9,fg 1197
453 G2585 Oryza sativa OSC5912,C1,p4, fg 1198
453 G2585 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER221367_ 1 1199
454 G2585 Brassica oleracea BH574869 1,00E-71
454 G2585 Populus tremula x Populus tremuloides BU814191 9,00E-23
454 G2585 Glycine max BQ612521 8,00E-22
454 G2585 Lycopersicon BG127023 4,00E-21
656/1027
esculentum
454 G2585 Solanum tuberosum BQ118881 1,00E-19
454 G2585 Medicago truncatula AW776895 2,00E-19
454 G2585 Gossypium hirsutum CA992948 2,00E-19
454 G2585 Nicotiana tabacum AF193771 3,00E-19
454 G2585 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC144737 5,00E-18
454 G2585 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01016983 5,00E-18
454 G2585 Nicotiana tabacum gi11358951 3,30E-22
454 G2585 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi18844822 5,30E-17
454 G2585 Matricaria chamomilla gi17385638 6,50E-17
454 G2585 Solanum tuberosum gi24745606 1,90E-12
454 G2585 Oryza sativa gi14209559 1,20E-11
454 G2585 Petroselinum crispum gi11493824 1,70E-11
657/1027
454 G2585 Retamia raetam gi18158619 1,10E-09
454 G2585 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi23305051 3,30E-09
454 G2585 Solanum dulcamara gi16588566 8,20E-09
454 G2585 Capsella rubella gi27817201 1,10E-08
456 G2587 Lycopersicon esculentum BG642706 5,00E-23
456 G2587 Solanum tuberosum BE472874 1,00E-22
456 G2587 Medicago truncatula AW560120 6,00E-22
456 G2587 Populus tremula x Populus tremuloides BU816132 1,00E-20
456 G2587 Glycine max BQ612521 3,00E-20
456 G2587 Nicotiana tabacum AF193770 6,00E-19
456 G2587 Gossypium hirsutum CA992948 7,00E-18
456 G2587 Triticum aestivum BG605176 2,00E-16
456 G2587 Vitis vinifera CA813725 6,00E-16
456 G2587 Lactuca sativa BQ875950 8,00E-16
456 G2587 Nicotiana tabacum gi7406995 5,40E-22
658/1027
456 G2587 Matricaria chamomilla gi17385638 1,10E-16
456 G2587 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi18844816 5,90E-16
456 G2587 Petroselinum crispum gi11493824 5,20E-13
456 G2587 Oryza sativa gi15289994 1,30E-11
456 G2587 Solanum tuberosum gi24745606 3,00E-11
456 G2587 Capsella rubella gi27817201 2,90E-09
456 G2587 Solanum dulcamiara gi16588566 5,10E-09
456 G2587 Avena fatua gi1159879 1,80E-08
456 G2587 Dactylis glomerata gi11993901 2,20E-08
458 G2592 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK103583 1,00E-154
458 G2592 Lemna paucicostata AB023895 1,00E-131
458 G2592 Zea mays AY109994 1,00E-128
458 G2592 Cicer arietinum CAR400860 1,00E-105
458 G2592 Solanum tuberosum BG351697 1,00E-104
458 G2592 Lotus AP004525 1,00E-103
659/1027
japonicus
458 G2592 Medicago truncatula CB894562 1,00E-100
458 G2592 Helianthus annuus BQ970590 3,00E-96
458 G2592 Gossypium arboreum BQ406633 3,00E-93
458 G2592 Oryza sativa AC105318 7,00E-93
458 G2592 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480039 1,10E-146
458 G2592 Oryza sativa gi5777631 1,10E-146
458 G2592 Lemna paucicostata gi5689214 2,90E-124
458 G2592 Cicer arietinum gi7635492 7,70E-101
458 G2592 Pyrus conmunis gi18252343 2,90E-56
458 G2592 Chloroplast Pinus thunbergii gi1262738 1
460 G2597 Brassica oleracea BH974513 6,00E-35
460 G2597 Vitis vinifera CB977099 6,00E-35
460 G2597 Glycine max AW760239 2,00E-33
460 G2597 Helianthus annuus BQ966485 9,00E-33
460 G2597 Lactuca sativa BQ853988 1,00E-32
460 G2597 Lotus corniculatus CB827195 2,00E-32
660/1027
var. japoni cus
460 G2597 Medicago truncatula BI309254 2,00E-31
460 G2597 Lycopersicon esculentum AI895129 4,00E-30
460 G2597 Solanum tuberosum BE919865 7,00E-30
460 G2597 Lupinus albus CA410490 8,00E-29
460 G2597 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23495868 4,20E-39
460 G2597 Lemna paucicostata gi5689214 5,90E-35
460 G2597 Oryza sativa gi5777631 3,60E-33
460 G2597 Cicer arietinum gi7635492 4,70E-33
460 G2597 Pyrus communis gi18252343 0,018
462 G2603 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK060587 1,00E-116
462 G2603 Brassica oleracea BZ462499 3,00E-95
462 G2603 Zea mays AY106234 9,00E-95
462 G2603 Lemna paucicostata AB023895 2,00E-92
462 G2603 Cicer arietinum CAR400860 3,00E-92
462 G2603 Descurainia BU238485 1,00E-84
661/1027
sophia
462 G2603 Brassica napus CD819805 2,00E-83
462 G2603 Medicago truncatula BF004440 2,00E-76
462 G2603 Vitis vinifera CB977099 3,00E-75
462 G2603 Triticum aestivum CA485505 6,00E-73
462 G2603 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23495868 9,40E-112
462 G2603 Lemna paucicostata gi5689214 4,80E-91
462 G2603 Cicer arietinum gi7635492 1,90E-88
462 G2603 Oryza sativa gi5777631 2,70E-84
462 G2603 Pyrus communis gi18252343 6,90E-61
464 G2604 Medicago truncatula BF519786 2,00E-74
464 G2604 Solanum tuberosum BQ118459 8,00E-74
464 G2604 Lycopersicon esculentum BF051817 5,00E-73
464 G2604 Populus tremula x Populus tremuloides BU863675 5,00E-73
464 G2604 Populus tremula BU892953 5,00E-73
464 G2604 Glycine max CD487599 3,00E-72
662/1027
464 G2604 Helianthus paradoxus CF079899 2,00E-70
464 G2604 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB680709 9,00E-67
464 G2604 Sorghum propinquum BG488424 6,00E-66
464 G2604 Triticum aestivum BJ302536 6,00E-66
464 G2604 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29467554 6,50E-65
464 G2604 Zea mays gi13509835 3,40E-43
464 G2604 Brassica oleracea gi17981380 2,40E-35
464 G2604 Triticum aestivum gi32400832 2,20E-25
464 G2604 Oryza sativa gi11034561 1,80E-21
464 G2604 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi23954355 0,067
464 G2604 Phaseolus vulgaris gi6863082 0,087
464 G2604 Vigna angularis gi224356 0,18
464 G2604 Gossypium barbadense gi28274033 0,18
663/1027
464 G2604 Lycopersicon esculentum gi575950 0,18
466 G2616 Brassica oleracea BH511341 2,00E-47
466 G2616 Populus tremula x Populus tremuloides BD194427 6,00E-37
466 G2616 Lycopersicon esculentum BI930760 1,00E-36
466 G2616 Solanum tuberosum BE472904 4,00E-36
466 G2616 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK102788 2,00E-35
466 G2616 Helianthus annuus AJ412302 2,00E-35
466 G2616 Prunus persica BU045784 9,00E-35
466 G2616 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA032614 2,00E-34
466 G2616 Glycine max BM520826 4,00E-34
466 G2616 Medicago truncatula BE202697 1,00E-33
466 G2616 Populus tremula x Populus tremuloides gi3955021 2,60E-38
664/1027
466 G2616 Oryza sativa gi15128400 1,30E-36
466 G2616 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21104626 4,80E-19
466 G2616 Petunia x hybrida gi22087128 1,80E-11
466 G2616 Lycopersicon esculentum gi28070968 3,20E-11
466 G2616 Narcissus pseudonarcissu s gi18419580 7,20E-11
466 G2616 Ceratopteris richardii gi3868847 0,00018
466 G2616 Craterostigma plantagineum gi3171739 0,002
466 G2616 Capsella rubella gi8919876 0,0025
466 G2616 Physcomitrella patens gi7415620 0,0068
467 G2617 Oryza sativa jC- osroLIB3475060 d09b1 1200
468 G2617 Brassica oleracea BH732988 3,00E-66
468 G2617 Brassica rapa subesp. pekinensis BZ614339 2,00E-54
468 G2617 Medicago truncatula AC135233 2,00E-19
665/1027
468 G2617 Oryza sativa AC133008 4,00E-19
468 G2617 Glycine max BG363109 4,00E-19
468 G2617 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK108829 7,00E-19
468 G2617 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01006129 7,00E-19
468 G2617 Zea mays BZ735433 2,00E-18
468 G2617 Hordeum vulgare BF255914 9,00E-16
468 G2617 Helianthus annuus BQ977193 1,00E-13
468 G2617 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489630 2,60E-18
468 G2617 Zea ramosa gi18674684 6,20E-14
468 G2617 Petunia x hybrida gi14275902 9,10E-12
468 G2617 Oryza sativa gi15528588 1,80E-05
468 G2617 Sorghum bicolor gi18390109 0,00014
468 G2617 Datisca glomerata gi4666360 0,006
468 G2617 Pisum sativum gi2129892 0,0097
468 G2617 Triticum aestivum gi485814 0,02
666/1027
468 G2617 Brassica rapa gi2058504 0,021
468 G2617 Glycine max gi1763063 0,029
470 G2628 Brassica oleracea BH962006 1,00E-21
470 G2628 Mesembryan them um crystallinum BF479304 4,00E-08
470 G2628 Lycopersicon esculentum BE450859 9,00E-08
470 G2628 Nicotiana tabacum BP130848 3,00E-07
470 G2628 Glycine max BF595900 3,00E-07
470 G2628 Phaseolus vulgaris AF350505 8,00E-07
470 G2628 Lotus japonicus BI417596 1,00E-06
470 G2628 Rosa chinensis BI977302 1,00E-06
470 G2628 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01003396 1,00E-06
470 G2628 Medicago truncatula BE943475 2,00E-06
470 G2628 Phaseolus vulgaris gi13430400 6,40E-10
470 G2628 Phaseolus acutifolius gi12829956 1,70E-09
470 G2628 Raphanus sativus gi1033059 2,70E-08
470 G2628 Sinapis alba gi2995462 5,00E-08
667/1027
470 G2628 Petroselinum crispum gi9650826 1,80E-07
470 G2628 Brassica napus gi633154 2,40E-07
470 G2628 Glycine max gi169961 3,20E-07
470 G2628 Oryza sativa gi13365774 4,40E-07
470 G2628 Nicotiana tabacum gi10241920 6,00E-07
470 G2628 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi18844791 1,80E-06
472 G2632 Brassica napus BNU33885 1,00E-121
472 G2632 Brassica oleracea BZ466456 2,00E-61
472 G2632 Medicago truncatula BI263541 2,00E-53
472 G2632 Citrus sinensis BQ624240 1,00E-48
472 G2632 Prunus dulcis BU573158 1,00E-48
472 G2632 Helianthus paradoxus CF082573 1,00E-38
472 G2632 Amborella trichopoda CD484119 5,00E-36
472 G2632 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK069854 8,00E-36
472 G2632 Lycopersicon esculentum BF113081 1,00E-35
472 G2632 Triticum BT009512 5,00E-34
668/1027
aestivum
472 G2632 Brassica napus gi1173618 1,10E-115
472 G2632 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27552556 5,30E-38
472 G2632 Vitis riparia gi7141243 1,50E-30
472 G2632 Oryza sativa gi2826786 2,00E-29
472 G2632 Nicotiana tabacum gi4731314 7,00E-20
472 G2632 Triticum aestivum gi1076781 0,05
472 G2632 Antirrhinum majus gi28894445 0,056
472 G2632 Solanum tuberosum gi7688355 0,27
472 G2632 Vigna unguiculata gi9857292 0,38
472 G2632 Zea mays gi829240 0,79
474 G2633 Medicago truncatula AC121232 1,00E-160
474 G2633 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AE017084 1,00E-159
474 G2633 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01002412 1,00E-159
474 G2633 Oryza sativa AP003747 1,00E-154
669/1027
474 G2633 Zea mays AY109543 1,00E-145
474 G2633 Vitis vinifera CB980495 1,00E-124
474 G2633 Solanum tuberosum BG595264 1,00E-103
474 G2633 Brassica oleracea BH591768 1,00E-103
474 G2633 Glycine max CA800623 1,00E-102
474 G2633 Lycopersicon esculentum BI422927 4,00E-94
474 G2633 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20043021 8,30E-152
474 G2633 Brassica rapa subesp. Pekinensis gi28143934 9,60E-71
474 G2633 Vitis vinifera gi20334379 6,90E-61
474 G2633 Lycopersicon esculentum gi31322802 1,10E-60
474 G2633 Lilium longiflorum gi32813435 3,80E-60
474 G2633 Oryza sativa gi14719333 2,20E-57
474 G2633 Gossypium hirsutum gi29122893 7,30E-57
474 G2633 Argyroxiphi um sandwicense subesp. macrocephal um gi20257438 9,40E-57
474 G2633 Wilkesia gymnoxiphium gi20257432 1,50E-56
670/1027
474 G2633 Calycadenia multiglandulos a gi20257451 1,50E-56
476 G2636 Petunia x hybrida PHRNANAM 5,00E-80
476 G2636 Lactuca sativa BQ994853 1,00E-71
476 G2636 Medicago truncatula BI308121 2,00E-70
476 G2636 Glycine max AF532619 1,00E-68
476 G2636 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004679 7,00E-65
476 G2636 Oryza sativa AP003542 7,00E-65
476 G2636 Brassica napus CD830372 6,00E-62
476 G2636 Thellungiella halophila BM985861 1,00E-61
476 G2636 Lycopersicon esculentum AI898478 1,00E-61
476 G2636 Solanum tuberosum BQ518471 1,00E-61
476 G2636 Petunia x hybrida gi1279640 1,60E-75
476 G2636 Glycine max gi22597158 3,00E-67
476 G2636 Oryza sativa gi27529810 1,30E-59
476 G2636 Zea mays gi32527660 5,50E-58
476 G2636 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28411877 7,50E-58
671/1027
476 G2636 Triticum sp. gi4218537 4,20E-54
476 G2636 Triticum monococcum gi6732160 4,20E-54
476 G2636 Phaseolus vulgaris gi15148912 1,70E-50
476 G2636 Lycopersicon esculentum gi6175246 3,00E-44
476 G2636 Brassica napus gi31322568 7,90E-44
478 G2639 Brassica oleracea BH678678 1,00E-67
478 G2639 Medicago truncatula BE998137 7,00E-47
478 G2639 Populus tremula x Populus tremuloides BU826518 2,00E-43
478 G2639 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK102444 3,00E-41
478 G2639 Lycopersicon esculentum BI208719 2,00E-38
478 G2639 Oryza sativa AP003683 5,00E-38
478 G2639 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01008013 5,00E-38
478 G2639 Hevea brasiliensis CB376600 1,00E-37
478 G2639 Zea mays CC628094 4,00E-36
672/1027
478 G2639 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA029965 1,00E-33
478 G2639 Oryza sativa gi15528818 2,20E-41
478 G2639 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161862 2,20E-41
478 G2639 Pinus pinaster gi18129286 0,68
478 G2639 Zea mays gi7489714 0,74
478 G2639 Triticum aestivum gi170732 1
478 G2639 Populus tremuloides gi9651406 1
480 G2640 Brassica oleracea BH678678 1,00E-107
480 G2640 Populus tremula x Populus tremuloides BU826518 1,00E-54
480 G2640 Medicago truncatula BE998137 1,00E-52
480 G2640 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK102444 1,00E-42
480 G2640 Hevea brasiliensis CB376600 2,00E-40
480 G2640 Lycopersicon BI205918 3,00E-40
673/1027
esculentum
480 G2640 Oryza sativa AP003683 4,00E-40
480 G2640 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01008013 4,00E-40
480 G2640 Zea mays CC628094 2,00E-37
480 G2640 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA029965 7,00E-35
480 G2640 Oryza sativa gi15528818 1,90E-45
480 G2640 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161862 1,90E-45
480 G2640 Zea mays gi7248461 0,00063
480 G2640 Brassica napus gi17821 0,0011
480 G2640 Triticum aestivum gi21322752 0,0012
480 G2640 Chlamydomonas reinhardtii gi32454910 0,0022
480 G2640 Phaseolus vulgaris gi121628 0,0042
480 G2640 Lycopersicon esculentum gi19322 0,0051
480 G2640 Nicotiana sylvestris gi121631 0,0061
480 G2640 Physcomitrella patens gi21388660 0,01
674/1027
482 G2649 Brassica oleracea BH593456 8,00E-72
482 G2649 Hevea brasiliensis CB376600 3,00E-71
482 G2649 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK102444 9,00E-66
482 G2649 Lycopersicon esculentum AW216650 9,00E-65
482 G2649 Oryza sativa AP004319 4,00E-62
482 G2649 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01008013 1,00E-61
482 G2649 Glycine max BG155693 3,00E-54
482 G2649 Zea mays CC628094 1,00E-51
482 G2649 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA029965 3,00E-44
482 G2649 Medicago truncatula BG645979 3,00E-36
482 G2649 Oryza sativa gi15528818 5,80E-64
482 G2649 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161862 5,80E-64
482 G2649 Nicotiana tabacum gi395147 0,7
675/1027
482 G2649 Zea mays gi100922 0,79
482 G2649 Physcomitrella patens gi14597654 0,91
482 G2649 Lycopersicon esculentum gi1345532 0,95
482 G2649 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi10241429 0,96
482 G2649 Chlamydomonas reinhardtii gi21218057 0,99
482 G2649 Pisum sativum gi3426304 1
483 G2650 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER427 60 1201
483 G2650 Oryza sativa OSC2212,C1,p1, fg 1202
483 G2650 Oryza sativa uC- osrocyp034e01a 1 1203
483 G2650 Zea mays LIB4740-140- A1-K1-E11 1204
483 G2650 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER112147_ 1 1205
483 G2650 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER112147_ 3 1206
483 G2650 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER36738 1 1207
483 G2650 Oryza sativa Os S23789 1613
676/1027
483 G2650 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50042 2066
483 G2650 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-453738 2067
484 G2650 Brassica oleracea BH937292 2,00E-40
484 G2650 Lotus japonicus AG245821 9,00E-31
484 G2650 Glycine max CA799031 3,00E-29
484 G2650 Oryza sativa AU096089 5,00E-29
484 G2650 Hordeum vulgare BG301195 8,00E-29
484 G2650 Zea mays CC637450 1,00E-28
484 G2650 Lactuca sativa BU003054 1,00E-28
484 G2650 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB680333 1,00E-28
484 G2650 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007185 1,00E-28
484 G2650 Medicago truncatula BF521010 2,00E-28
484 G2650 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20804689 2,90E-30
484 G2650 Lupinus albus gi20269127 2,00E-17
484 G2650 Oryza sativa gi14164473 3,50E-17
677/1027
484 G2650 Lycopersicon esculentum gi12002867 3,90E-17
484 G2650 Pueraria montana var. lobata gi21624281 4,00E-17
484 G2650 Arundinella hirta gi13649854 6,10E-13
484 G2650 Linaria vulgaris gi29788739 6,80E-12
484 G2650 Digitalis purpurea gi29788741 6,80E-12
484 G2650 Leymus triticoides gi23307807 1,30E-11
484 G2650 Linaria canadensis gi29788737 1,50E-11
486 G2655 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK107555 4,00E-66
486 G2655 Brassica oleracea BH589305 2,00E-64
486 G2655 Lactuca sativa BQ995023 1,00E-60
486 G2655 Robinia pseudoacacia BI677665 1,00E-52
486 G2655 Glycine max BE021887 1,00E-49
486 G2655 Medicago truncatula CA920255 5,00E-49
486 G2655 Zea mays CC617212 3,00E-47
486 G2655 Oryza sativa (grupo do AAAA01002332 9,00E-47
678/1027
cultivar indica)
486 G2655 Cicer arietinum CAR011013 3,00E-42
486 G2655 Arachis hypogaea CD038481 3,00E-41
486 G2655 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi19920107 2,00E-61
486 G2655 Cucumis melo gi28558779 1,70E-50
486 G2655 Cicer arietinum gi3641870 5,00E-42
486 G2655 Zea mays gi1420924 9,00E-12
486 G2655 Phaseolus vulgaris gi1142621 2,50E-11
486 G2655 Petunia x hybrida gi10998404 6,80E-10
486 G2655 Oryza sativa gi12643064 2,70E-08
486 G2655 Perilla frutescens gi28375728 7,90E-08
486 G2655 Tripsacum australe gi527663 8,90E-08
486 G2655 Mesembryan them um crystallinum gi4206118 2,20E-07
487 G2661 Oryza sativa OSC5501,C1,p4, fg 1208
488 G2661 Brassica oleracea BH704648 1,00E-29
679/1027
488 G2661 Sorghum bicolor BZ341609 1,00E-20
488 G2661 Oryza sativa AP003252 2,00E-20
488 G2661 Zea mays CC336314 2,00E-20
488 G2661 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01005031 5,00E-20
488 G2661 Hordeum vulgare BF263465 3,00E-15
488 G2661 Brassica rapa subesp. pekinensis AT002234 5,00E-15
488 G2661 Glycine max CA783614 7,00E-15
488 G2661 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106119 9,00E-15
488 G2661 Medicago truncatula AC144431 1,00E-14
488 G2661 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160648 1,60E-22
488 G2661 Oryza sativa gi15528743 2,50E-16
488 G2661 Tulipa gesneriana gi5923912 2,70E-07
488 G2661 Pinus taeda gi6166283 3,50E-07
488 G2661 Petunia x hybrida gi3127045 4,20E-07
680/1027
488 G2661 Glycine max gi3399777 1,10E-05
488 G2661 Perilla frutescens gi4519199 2,70E-05
488 G2661 Lycopersicon esculentum gi6175252 5,20E-05
488 G2661 Antirrhinum majus gi166428 7,60E-05
488 G2661 Sorghum bicolor gi527665 0,00017
490 G2679 Glycine max BM525733 2,00E-71
490 G2679 Lycopersicon esculentum BI421583 2,00E-60
490 G2679 Hordeum vulgare CD054855 4,00E-55
490 G2679 Brassica oleracea BZ508263 2,00E-53
490 G2679 Triticum aestivum CA600208 5,00E-52
490 G2679 Beta vulgaris BQ583502 3,00E-40
490 G2679 Triticum monococcum BQ800694 4,00E-40
490 G2679 Medicago truncatula BI308837 7,00E-39
490 G2679 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB626016 7,00E-38
490 G2679 Oryza sativa (grupo do cultivar AK071493 2,00E-37
681/1027
japonica)
490 G2679 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi14587305 3,10E-33
490 G2679 Glycine max gi4218187 2,60E-30
490 G2679 Zea mays gi20152907 0,0046
490 G2679 Oryza sativa gi22535907 0,066
490 G2679 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi29565495 0,066
490 G2679 Ambrosia trifida gi114091 0,085
490 G2679 Aster tripolium gi28804507 0,17
490 G2679 Helianthus tuberosus gi18491030 0,39
490 G2679 Casuarina glauca gi1223652 0,39
490 G2679 Musa acuminata gi12006148 0,4
492 G2682 Glycine max BM525733 4,00E-33
492 G2682 Brassica oleracea BH435758 1,00E-31
492 G2682 Hordeum vulgare CD054855 2,00E-31
492 G2682 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071493 1,00E-30
682/1027
492 G2682 Lycopersicon esculentum BI421583 5,00E-30
492 G2682 Triticum aestivum CA600208 2,00E-26
492 G2682 Zea mays AY103668 2,00E-24
492 G2682 Medicago truncatula BI308837 1,00E-23
492 G2682 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB626016 2,00E-20
492 G2682 Zinnia elegans AU294482 2,00E-20
492 G2682 Glycine max gi4218187 5,90E-28
492 G2682 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi14587305 2,10E-21
492 G2682 Ambrosia trifida gi114091 0,03
492 G2682 Zea mays gi20152909 0,037
492 G2682 Vigna angularis gi350610 0,078
492 G2682 Fritillaria agrestis gi2754855 0,089
492 G2682 Vitis vinifera gi7406673 0,16
492 G2682 Amburana acreana gi25453051 0,24
492 G2682 Hordeum vulgare subesp. gi29786353 0,35
683/1027
vulgare
492 G2682 Oryza sativa gi22535907 0,6
494 G2686 Lycopersicon esculentum BG127023 6,00E-21
494 G2686 Solanum tuberosum BE472874 5,00E-20
494 G2686 Glycine max BQ612521 2,00E-19
494 G2686 Vitis vinifera CA813725 4,00E-19
494 G2686 Populus tremula x Populus tremuloides BU815822 2,00E-18
494 G2686 Nicotiana tabacum AF193770 4,00E-18
494 G2686 Lactuca sativa BQ875950 4,00E-17
494 G2686 Brassica oleracea BH574869 6,00E-17
494 G2686 Capsicum annuum CA847397 5,00E-16
494 G2686 Medicago truncatula AW560120 5,00E-16
494 G2686 Nicotiana tabacum gi7406995 3,40E-20
494 G2686 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20303630 1,90E-16
494 G2686 Matricaria chamomilla gi17385638 1,60E-15
494 G2686 Oryza sativa gi15290030 5,60E-14
684/1027
494 G2686 Petroselinum crispam gi11493824 2,10E-12
494 G2686 Solanum tuberosum gi24745606 6,20E-12
494 G2686 Capsella rubella gi27817201 9,20E-09
494 G2686 Avena sativa gi4894963 4,60E-08
494 G2686 Retama raetam gi18158619 2,40E-07
494 G2686 Solanum dulcamara gi16588566 4,20E-07
496 G2690 Brassica oleracea BH516775 1,00E-105
496 G2690 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK065008 5,00E-39
496 G2690 Oryza sativa AP002913 5,00E-39
496 G2690 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01002497 1,00E-35
496 G2690 Helianthus annuus BQ971511 4,00E-35
496 G2690 Triticum aestivum BT009310 2,00E-34
496 G2690 Zea mays CC616336 3,00E-33
496 G2690 Brassica napus CB686050 3,00E-33
496 G2690 Hordeum vulgare subesp. BU994579 4,00E-28
685/1027
vulgare
496 G2690 Gossyplum arboreum BQ405698 7,00E-27
496 G2690 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi12328553 9,90E-39
496 G2690 Marchantia polymorpha gi25272004 9,70E-15
496 G2690 Solanum tuberosum gi1688233 3,60E-07
496 G2690 Lycopersicon esculentum gi28274830 4,00E-07
496 G2690 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi1730475 5,00E-07
496 G2690 Eragrostis tef gi17906977 1,10E-06
496 G2690 Atriplex hortensis gi8571476 1,20E-06
496 G2690 Daucus carota gi5578746 1,20E-06
496 G2690 Nicotiana tabacum gi3065895 1,80E-06
496 G2690 Zea mays gi21908036 1,90E-06
498 G2691 Brassica oleracea BH591758 7,00E-29
498 G2691 Beta vulgaris BQ591872 2,00E-15
498 G2691 Lycopersicon esculentum BD194704 1,00E-14
498 G2691 Gossypium BF279235 7,00E-13
686/1027
arboreum
498 G2691 Nicotiana tabacum AF058827 7,00E-13
498 G2691 Brassica rapa subesp. pekinensis BQ791746 2,00E-12
498 G2691 Brassica napus BQ704534 3,00E-11
498 G2691 Medicago truncatula AJ503842 9,00E-11
498 G2691 Lactuca sativa BQ873772 9,00E-11
498 G2691 Helianthus argophyllus CF091307 1,00E-10
498 G2691 Lycopersicon esculentum gi2213785 5,00E-19
498 G2691 Nicotiana tabacum gi3065895 5,10E-17
498 G2691 Oryza sativa gi9049421 3,70E-11
498 G2691 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi33087061 1,10E-08
498 G2691 Thellungiella halophila gi20340233 2,00E-07
498 G2691 Narcissus pseudonarcissu s gi18266198 2,50E-07
498 G2691 Solanum tuberosum gi28268684 4,00E-07
498 G2691 Prunus armeniaca gi3264767 3,50E-06
687/1027
498 G2691 Fagus sylvatica gi18496063 6,60E-06
498 G2691 Zea mays gi27802487 1,00E-05
500 G2694 Zea mays BZ743538 4,4
500 G2694 Sorghum bicolor CD463350 5,8
500 G2694 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32479831 0,04
502 G2699 Lotus japonicus AP006085 1,00E-137
502 G2699 Medicago truncatula AC137703 1,00E-132
502 G2699 Oryza sativa AP003823 1,00E-123
502 G2699 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005149 1,00E-123
502 G2699 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000614 1,00E-123
502 G2699 Brassica oleracea BH956190 8,00E-65
502 G2699 Zea mays CC730365 2,00E-62
502 G2699 Solanum tuberosum BF052580 9,00E-50
502 G2699 Lycopersicon esculentum BG123921 2,00E-45
688/1027
502 G2699 Glycine max BE473856 2,00E-33
502 G2699 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28564823 4,10E-118
502 G2699 Lycopersicon esculentum gi13620224 8,30E-33
502 G2699 Brassica napus gi13170126 2,20E-27
502 G2699 Oryza sativa gi13937306 3,90E-27
502 G2699 Zea mays gi5640155 4,00E-27
502 G2699 Lilium longiflorum gi32813435 4,80E-27
502 G2699 Capsella rubella gi13620166 1,10E-26
502 G2699 Triticum aestivum gi5640157 1,70E-26
502 G2699 Hordeum vulgare gi18254373 4,30E-26
502 G2699 Dubautia menziesii gi20257471 2,90E-25
504 G2702 Glycine max AW234074 3,00E-52
504 G2702 Triticum aestivum CA730325 8,00E-47
504 G2702 Medicago truncatula BI311137 2,00E-46
504 G2702 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) BP184381 3,00E-46
504 G2702 Oryza sativa AX699721 5,00E-46
689/1027
504 G2702 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU998112 9,00E-46
504 G2702 Lycopersicon esculentum LETHM1 2,00E-45
504 G2702 Eschscholzia californica CD480267 3,00E-45
504 G2702 Sorghum bicolor CD226268 6,00E-45
504 G2702 Triphysaria versicolor BM356984 6,00E-45
504 G2702 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20146436 7,50E-48
504 G2702 Oryza sativa gi13486737 2,00E-47
504 G2702 Lycopersicon esculentum gi1167486 7,70E-46
504 G2702 Dendrobium sp. XMW-2002-2 gi28628949 6,20E-44
504 G2702 Hordeum vulgare gi19059 1,60E-43
504 G2702 Gossypium hirsutum gi13346194 2,90E-43
504 G2702 Nicotiana tabacum gi6552389 1,20E-40
504 G2702 Fragaria x ananassa gi15082210 2,50E-40
504 G2702 Antirrhinum gi82310 4,40E-40
690/1027
majus
504 G2702 Petunia x hybrida gi20561 5,20E-40
505 G2717 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16793 1 1209
505 G2717 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16793 3 1210
505 G2717 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER23207 1 1211
505 G2717 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER30577 1 1212
505 G2717 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER30577 4 1213
505 G2717 Glycine max LIB3053-003- Q1-N1-A7 1214
505 G2717 Glycine max jC- gmle01810024c1 2a1 1215
505 G2717 Oryza sativa AU075998,1 1216
505 G2717 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER275001_ 1 1217
505 G2717 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER62825 1 1218
505 G2717 Oryza sativa OSC100863,C1,p 7,fg 1219
505 G2717 Oryza sativa OSC17223,C1,p2 ,fg 1220
505 G2717 Oryza sativa OSC21325,C1,p9 ,fg 1221
691/1027
505 G2717 Zea mays LIB3689-236- Q1-K6-H9 1222
505 G2717 Zea mays LIB4758-055- R2-K1-G11 1223
505 G2717 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER25294 1 1224
505 G2717 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER25294 2 1225
505 G2717 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER304 164 1226
505 G2717 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER304 172 1227
505 G2717 Oryza sativa Os S96374 1614
505 G2717 Glycine max Gma S4993926 1670
505 G2717 Hordeum vulgare Hv_S134310 1744
505 G2717 Zea mays Zm S11527070 1818
505 G2717 Triticum aestivum Ta_S167441 1907
505 G2717 Triticum aestivum Ta_S275432 1908
505 G2717 Triticum aestivum Ta_S88094 1909
505 G2717 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 51988 2068
505 G2717 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-393701 2069
506 G2717 Brassica napus CD814949 7,00E-90
506 G2717 Oryza sativa (grupo do AK100618 2,00E-74
692/1027
cultivar japonica)
506 G2717 Lycopersicon esculentum BG127613 3,00E-65
506 G2717 Vitis vinifera CB007263 5,00E-63
506 G2717 Ipomoea nil BJ563043 2,00E-61
506 G2717 Medicago truncatula BF003720 3,00E-61
506 G2717 Pennisetum ciliare BM084769 2,00E-58
506 G2717 Glycine max BU964889 3,00E-55
506 G2717 Solanum tuberosum BQ119267 2,00E-54
506 G2717 Hordeum vulgare BM816006 4,00E-52
506 G2717 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20146249 1,10E-69
506 G2717 Zea mays gi18463961 1,80E-39
506 G2717 Petroselinum crispum gi2224899 7,80E-21
506 G2717 Nicotiana tabacum gi1084419 2,20E-14
506 G2717 Triticum aestivum gi283024 5,10E-14
506 G2717 Fritillaria liliacea gi15281590 1,10E-13
506 G2717 Lycopersicon esculentum gi3021487 5,40E-13
693/1027
506 G2717 Fritillaria agrestis gi2641211 2,70E-12
506 G2717 Medicago truncatula gi32966575 3,10E-11
506 G2717 Lens culinaris gi13540405 6,10E-11
507 G2718 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER31802 1 1057
507 G2718 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER586 102 1058
507 G2718 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER586 116 1059
507 G2718 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER8724 1 1060
507 G2718 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER8724 2 1061
507 G2718 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER30974 3 1063
507 G2718 Oryza sativa OSC20053,C1,p5 ,fg 1064
507 G2718 Oryza sativa OSC20055,C1,p5 ,fg 1065
507 G2718 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER69699 1 1066
507 G2718 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER69699 2 1067
507 G2718 Glycine max Gma S4901946 1663
507 G2718 Triticum aestivum Ta_S45274 1883
508 G2718 Brassica oleracea BH961028 1,00E-24
694/1027
508 G2718 Populus tremula x Populus tremuloides BU831849 3,00E-21
508 G2718 Populus balsamifera subesp. Trichocarpa BU872107 3,00E-21
508 G2718 Vitis vinifera BM437313 6,00E-20
508 G2718 Vitis aestivalis CB289238 3,00E-19
508 G2718 Glycine max BI699876 2,00E-18
508 G2718 Pinus pinaster AL750151 4,00E-16
508 G2718 Hordeum vulgare subesp. vulgare AV911235 1,00E-12
508 G2718 Nuphar advena CD473522 2,00E-12
508 G2718 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB684618 4,00E-12
508 G2718 Solanum tuberosum gi9954118 7,20E-11
508 G2718 Vitis labrusca x Vitis vinifera gi22266671 3,10E-10
508 G2718 Gossypium hirsutum gi23476287 3,10E-10
508 G2718 Gossypium gi23476291 3,10E-10
695/1027
raimiondii
508 G2718 Gossypium herbaceum gi23476293 3,10E-10
508 G2718 Gossypioides kirkii gi23476295 3,10E-10
508 G2718 Fragaria x ananassa gi15082210 5,00E-10
508 G2718 Oryza sativa gi19072770 6,40E-10
508 G2718 Zea luxurians gi15042120 8,20E-10
508 G2718 Zea mays gi19548449 8,20E-10
509 G2723 Oryza sativa rsicek_8958,y1 , abd 1228
510 G2723 Brassica rapa L38243 8,00E-40
510 G2723 Vitis vinifera CB920052 1,00E-26
510 G2723 Populus tremula BU890694 2,00E-26
510 G2723 Phaseolus coccineus CA897021 6,00E-25
510 G2723 Eucalyptus grandis CD669972 3,00E-24
510 G2723 Glycine max. BG726181 5,00E-24
510 G2723 Lycopersicon esculentum AJ320067 3,00E-23
510 G2723 Lotus japonicus AP004546 3,00E-23
510 G2723 Solanum tuberosum BI433702 7,00E-23
510 G2723 Capsicum annuum BM060888 6,00E-22
510 G2723 Lycopersicon gi7981380 2,50E-24
696/1027
esculentum
510 G2723 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161824 1,10E-21
510 G2723 Oryza sativa gi5091605 3,80E-21
510 G2723 Hevea brasiliensis gi12005328 1,20E-14
510 G2723 Antirrhinum majus gi18874265 7,30E-14
510 G2723 Glycine max gi19911577 5,40E-13
510 G2723 Solanum demissum gi15209176 8,30E-13
510 G2723 Lilium longiflorum gi31442292 0,0034
510 G2723 Volvox carteri f. nagariensis gi4633127 0,012
510 G2723 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi10443488 0,64
511 G2741 Glycine max BG508638,1 1229
511 G2741 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER5654 1 1230
511 G2741 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER5654 2 1231
511 G2741 Oryza sativa OSC102289,C1,p 18,fg 1232
511 G2741 Oryza sativa OSC5384,C1,p5, fg 1233
697/1027
511 G2741 Oryza sativa rsicen_25533,y 1,abd 1234
511 G2741 Oryza sativa rsicen_8566,y1 , abd 1235
511 G2741 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER73638 1 1236
511 G2741 Glycine max Gma S4922181 1671
511 G2741 Hordeum vulgare Hv_S24580 1745
511 G2741 Zea mays Zm S11434269 1819
511 G2741 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50878 2070
511 G2741 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-356106 2071
512 G2741 Oryza sativa AP003277 2,00E-56
512 G2741 Brassica oleracea BZ506408 6,00E-48
512 G2741 Zea mays BZ709707 1,00E-47
512 G2741 Glycine max CA953428 4,00E-45
512 G2741 Lycopersicon esculentum BE432293 3,00E-39
512 G2741 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC130607 7,00E-39
512 G2741 Hordeum vulgare BE559431 2,00E-37
512 G2741 Oryza minuta CB210034 2,00E-34
512 G2741 Oryza sativa (grupo do AAAA01011300 5,00E-34
698/1027
cultivar indica)
512 G2741 Lactuca sativa BU000462 1,00E-33
512 G2741 Oryza sativa gi15289981 3,20E-57
512 G2741 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160613 9,30E-29
512 G2741 Zea mays gi13661174 3,00E-25
512 G2741 Oryza glaberrima gi31338862 2,50E-13
512 G2741 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 7,60E-13
512 G2741 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 3,20E-11
512 G2741 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 7,90E-11
512 G2741 Nicotiana tabacum gi4519671 1,20E-09
512 G2741 Solanum bulbocastanum gi32470629 4,30E-09
512 G2741 Pisum sativum gi23504755 0,063
514 G2743 Medicago truncatula CF068634 3,00E-50
514 G2743 Oryza sativa (grupo do cultivar AK064355 2,00E-49
699/1027
japonica)
514 G2743 Solanum tuberosum BQ513305 2,00E-40
514 G2743 Lycopersicon pennellii AW398166 7,00E-40
514 G2743 Populus trenuiloides CA926221 4,00E-38
514 G2743 Brassica oleracea BH485910 9,00E-37
514 G2743 Lycopersicon esculentum BE450553 3,00E-36
514 G2743 Glycine max BM524732 3,00E-33
514 G2743 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU988945 1,00E-30
514 G2743 Prunus armeniaca CB820349 4,00E-27
514 G2743 Oryza sativa gi11034542 1,50E-49
514 G2743 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31415946 4,50E-41
514 G2743 Zea mays gi14189890 4,30E-12
514 G2743 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 5,00E-12
514 G2743 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 1,80E-10
514 G2743 Solanum gi32470629 2,40E-09
700/1027
bulbocastanum
514 G2743 Nicotiana tabacum gi4519671 4,80E-09
514 G2743 Oryza glaberrima gi31338862 1,30E-08
514 G2743 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 8,10E-08
514 G2743 Hordeum vulgare gi12406993 0,079
516 G2747 Brassica oleracea BH542430 1,00E-110
516 G2747 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01011764 1,00E-51
516 G2747 Lycopersicon esculentum BI934304 3,00E-51
516 G2747 Oryza sativa AX654655 7,00E-51
516 G2747 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106367 3,00E-50
516 G2747 Lactuca sativa BU005803 1,00E-49
516 G2747 Zea mays AC144718 9,00E-44
516 G2747 Solanum tuberosum BQ119486 1,00E-43
516 G2747 Capsicum annuum BM063508 1,00E-42
701/1027
516 G2747 Glycine max AW760132 3,00E-39
516 G2747 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21426118 2,80E-52
516 G2747 Marchantia polymorpha gi25272004 7,10E-39
516 G2747 Oryza sativa gi19352041 2,30E-09
516 G2747 Prunus persica gi27450533 7,10E-09
516 G2747 Mangifera indica gi31747324 3,60E-08
516 G2747 Eragrostis tef gi17906977 7,70E-08
516 G2747 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi1730475 1,00E-07
516 G2747 Phaseolus vulgaris gi1046278 9,40E-07
516 G2747 Pisum sativum gi22335711 1,20E-06
516 G2747 Zea mays gi100922 4,00E-06
517 G2754 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER34285 1 1237
517 G2754 Glycine max LIB4167-054- R1-KL-B3 1238
517 G2754 Oryza sativa AU062733,2 1239
517 G2754 Oryza sativa LIB4309-004- Q1-K1-B9 1240
517 G2754 Oryza sativa OSC13803,C1,p1 ,fg 1241
517 G2754 Zea mays ZEAMA-08NOV01- 1242
702/1027
CLUSTER33736 2
517 G2754 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER41889 1 1243
517 G2754 Oryza sativa Os S24071 1615
517 G2754 Hordeum vulgare Hv_S103555 1746
517 G2754 Zea mays Zm S11456823 1820
517 G2754 Zea mays Zm S11521388 1821
517 G2754 Zea mays Zm S11523999 1822
517 G2754 Triticum aestivum Ta_S210098 1910
517 G2754 Triticum aestivum Ta_S272733 1911
518 G2754 Zea mays AF461813 1,0e-999
518 G2754 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100732 1,00E-128
518 G2754 Chenopodium amaran ti col or AX652119 1,00E-111
518 G2754 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000051 2,00E-92
518 G2754 Triticum aestivum CA499811 6,00E-90
518 G2754 Hordeum vulgare subesp. vulgare CB882737 4,00E-86
703/1027
518 G2754 Lactuca sativa BU006379 7,00E-86
518 G2754 Oryza sativa AP004006 6,00E-84
518 G2754 Medicago truncatula BQ122721 1,00E-83
518 G2754 Nicotiana tabacum BP129768 6,00E-77
518 G2754 Zea mays gi18463957 3,30E-251
518 G2754 Oryza sativa gi12083522 1,70E-132
518 G2754 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21952816 5,30E-86
518 G2754 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi23193479 1,20E-83
518 G2754 Hordeum vulgare gi23193481 5,60E-82
518 G2754 Triticum monococcum gi23193487 1,20E-81
518 G2754 Glycine max gi25172762 3,30E-15
518 G2754 Nicotiana tabacum gi8096269 0,54
518 G2754 Lycopersicon esculentum gi4731573 0,87
518 G2754 Alnus glutinosa gi2467082 0,9
520 G2757 Brassica napus CD833979 1,00E-109
520 G2757 Brassica oleracea BH475285 3,00E-85
704/1027
520 G2757 Glycine max AI494758 4,00E-29
520 G2757 Medicago truncatula CB891664 2,00E-27
520 G2757 Ipomoea nil BJ553668 4,00E-26
520 G2757 Oryza sativa AC084763 1,00E-25
520 G2757 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AE017120 1,00E-25
520 G2757 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000681 1,00E-25
520 G2757 Zea mays BZ420052 5,00E-25
520 G2757 Lycopersicon esculentum BG132323 1,00E-24
520 G2757 Oryza sativa gi12597883 3,90E-39
520 G2757 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433545 3,90E-39
520 G2757 Nicotiana tabacum gi18149189 1,50E-14
520 G2757 Zea mays gi5731354 0,97
520 G2757 Glycine max gi18182311 0,99
520 G2757 Zinnia elegans gi531098 0,99
520 G2757 Chloroplast Phaseolus vulgaris gi21309708 1
520 G2757 Phalaenopsis gi1173628 1
705/1027
sp. SM9108
520 G2757 Ranunculus ficaria gi27995073 1
520 G2757 Cucumis melo gi7595346 1
521 G2763 Hordeum vulgare Hv_S114962 1747
522 G2763 Brassica oleracea BH560418 3,00E-75
522 G2763 Thellungiella halophila BM986046 3,00E-73
522 G2763 Poncirus trifoliata CD575942 3,00E-54
522 G2763 Populus tremula x Populus tremuloides BU896429 2,00E-50
522 G2763 Ipomoea nil BJ574783 1,00E-48
522 G2763 Solanum tuberosum BG351877 2,00E-47
522 G2763 Glycine max CD415130 8,00E-43
522 G2763 Lycopersicon esculentum BM409924 9,00E-42
522 G2763 Medicago truncatula AC135100 9,00E-42
522 G2763 Theobroma cacao CA797288 4,00E-41
522 G2763 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24059889 4,80E-21
706/1027
522 G2763 Tulipa gesneriana gi5923912 0,03
522 G2763 Ananas comosus gi25044805 0,034
522 G2763 Oryza sativa gi5852091 0,29
522 G2763 Oryza longistaminata gi1086530 0,66
522 G2763 Zea mays gi1244653 0,76
522 G2763 Oryza rufipogon gi1086536 0,85
522 G2763 Quercus robur gi33111961 0,98
522 G2763 Triticum monococcum gi30090030 1
522 G2763 Glycine max gi3399777 1
524 G2765 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106649 4,00E-61
524 G2765 Lycopersicon esculentum AI488313 5,00E-60
524 G2765 Brassica oleracea BH582059 4,00E-51
524 G2765 Glycine max BE020519 2,00E-50
524 G2765 Oryza sativa subesp. japonica AU093196 4,00E-49
524 G2765 Populus tremula x Populus tremuloides BU813371 1,00E-37
524 G2765 Medicago BF647687 2,00E-37
707/1027
truncatula
524 G2765 Pinus pinaster BX252556 1,00E-32
524 G2765 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU869748 4,00E-32
524 G2765 Zea mays BZ644709 3,00E-31
524 G2765 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32129332 2,30E-30
524 G2765 Oryza sativa gi10800070 3,80E-28
524 G2765 Pennisetum glaucum gi527655 8,40E-09
524 G2765 Perilla frutescens gi28375728 1,30E-08
524 G2765 Sorghum bicolor gi527665 1,40E-08
524 G2765 Oryza australiensis gi1086526 1,80E-08
524 G2765 Oryza rufipogon gi1086536 2,30E-08
524 G2765 Phyllostachys acuta gi527661 3,80E-08
524 G2765 Oryza longistaminata gi1086530 4,90E-08
524 G2765 Oryza officinalis gi1086534 1,00E-07
525 G2768 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER48270 1 1244
708/1027
525 G2768 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER48270 2 1245
525 G2768 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER48270 6 1246
525 G2768 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER777019_ 1 1247
525 G2768 Glycine max LIB4165-033- Q1-K1-E7 1248
525 G2768 Glycine max jC- gmle01810065e0 9d1 1249
525 G2768 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER22 6 1250
525 G2768 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER22 7 1251
525 G2768 Oryza sativa OSC10851,C1,p4 ,fg 1252
525 G2768 Oryza sativa OSC19157,C1,p4 ,fg 1253
525 G2768 Oryza sativa OSC32936,C1,p1 ,fg 1254
525 G2768 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER21189 1 1255
525 G2768 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER21189 3 1256
525 G2768 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER35998 1 1257
525 G2768 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER692790 1258
709/1027
1
525 G2768 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER697 56 1259
525 G2768 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER697 59 1260
525 G2768 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER697 60 1261
525 G2768 Hordeum vulgare Hv_S30775 1748
525 G2768 Triticum aestivum Ta_S127458 1912
525 G2768 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 49806 2072
525 G2768 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 51288 2073
525 G2768 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-13430 2074
526 G2768 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106568 1,00E-146
526 G2768 Beta vulgaris BQ589936 7,00E-72
526 G2768 Brassica oleracea BZ518223 2,00E-64
526 G2768 Medicago truncatula AC119408 2,00E-56
526 G2768 Hordeum vulgare subesp. vulgare BQ758728 2,00E-56
710/1027
526 G2768 Sorghum bicolor CD222928 9,00E-56
526 G2768 Lycopersicon esculentum BI931469 3,00E-53
526 G2768 Oryza sativa AC087545 2,00E-49
526 G2768 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000530 2,00E-49
526 G2768 Ceratopteris richardii BE640922 1,00E-35
526 G2768 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31432245 9,90E-155
526 G2768 Oryza sativa gi14028993 2,00E-08
526 G2768 Nicotiana pl umbaginifoli a gi3850823 1,50E-07
526 G2768 Lycopersicon esculentum gi9858779 3,70E-06
526 G2768 Cucurbita maxima gi17221648 1,10E-05
526 G2768 Ipomoea nil gi11127996 3,80E-05
526 G2768 Rosa hybrid cultivar gi15029364 0,0001
526 G2768 Pisum sativum gi7688063 0,00022
526 G2768 Hordeum vulgare subesp. gi520943 0,00053
711/1027
vulgare
526 G2768 Hordeum vulgare gi629788 0,00053
528 G2771 Glycine max CA783908 1,00E-35
528 G2771 Brassica oleracea BZ510921 3,00E-33
528 G2771 Lycopersicon esculentum BE431510 1,00E-30
528 G2771 Amborella trichopoda CD482068 1,00E-29
528 G2771 Prunus dulcis BU574318 2,00E-29
528 G2771 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK060505 6,00E-28
528 G2771 Solanum tuberosum BG591063 4,00E-27
528 G2771 Populus tremula x Populus tremuloides BU866069 4,00E-27
528 G2771 Oryza minuta CB209966 1,00E-26
528 G2771 Sorghum bicolor BE598711 2,00E-26
528 G2771 Oryza sativa gi31043851 6,10E-27
528 G2771 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi23495742 3,10E-25
528 G2771 Tulipa gi5923912 1,40E-14
712/1027
gesneriana
528 G2771 Oryza rufipogon gi1086538 1,70E-07
528 G2771 Pennisetum glaucum gi527653 1,70E-07
528 G2771 Phyllostachys acuta gi527661 1,70E-07
528 G2771 Sorghum bicolor gi527665 1,70E-07
528 G2771 Gossypium hirsutum gi13346180 1,10E-06
528 G2771 Zea mays gi100921 1,20E-06
528 G2771 Oryza officinalis gi1086534 1,20E-06
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER10667 1 1262
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER249 1 1263
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER27648 1 1264
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER318 3 1265
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER318 5 1266
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER362284_ 1 1267
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER38253 1 1268
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- 1269
713/1027
CLUSTER92523 2
529 G2776 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER92523 4 1270
529 G2776 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER278119_ 1 1271
529 G2776 Oryza sativa OSC21904,C1,p3 ,fg 1272
529 G2776 Oryza sativa OSC22826,C1,p1 1,fg 1273
529 G2776 Oryza sativa OSC6897,C1,p1, fg 1274
529 G2776 Oryza sativa OSC9960,C1,p2, fg 1275
529 G2776 Oryza sativa OSC9961,C1,p3, fg 1276
529 G2776 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER607309_ 1 1277
529 G2776 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER81320 1 1278
529 G2776 Glycine max Gma S4925755 1672
529 G2776 Glycine max Gma S5146563 1673
529 G2776 Triticum aestivum Ta_S121078 1913
529 G2776 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 49159 2075
529 G2776 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-357057 2076
530 G2776 Brassica BZ437288 5,00E-48
714/1027
oleracea
530 G2776 Glycine max AF069738 2,00E-47
530 G2776 Lotus japonicus AI967554 4,00E-46
530 G2776 Lycopersicon esculentum AI896266 1,00E-45
530 G2776 Populus tremula x Populus tremuloides BU884552 4,00E-43
530 G2776 Medicago truncatula AW775712 4,00E-40
530 G2776 Mesembryan them um crystallinum AF097665 2,00E-38
530 G2776 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC145380 2,00E-33
530 G2776 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000416 2,00E-33
530 G2776 Triticum aestivum BQ483543 2,00E-30
530 G2776 Glycine max gi3399777 1,40E-48
530 G2776 Mesembryan them um crystallinum gi4206118 7,40E-41
530 G2776 Oryza sativa gi29788848 4,70E-33
715/1027
(grupo do cultivar japonica)
530 G2776 Oryza sativa gi18542931 6,60E-24
530 G2776 Phaseolus vulgaris gi1142619 6,10E-19
530 G2776 Lycopersicon esculentum gi6175252 5,80E-16
530 G2776 Zea mays gi4321762 4,70E-15
530 G2776 Petunia x hybrida gi10998404 2,30E-14
530 G2776 Pennisetum glaucum gi527653 2,80E-12
530 G2776 Phyllostachys acuta gi527661 7,80E-12
532 G2777 Medicago truncatula BF521311 1,00E-64
532 G2777 Brassica napus CD813382 1,00E-64
532 G2777 Citrus sinensis CB293518 6,00E-56
532 G2777 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071315 2,00E-53
532 G2777 Glycine max AW832440 5,00E-53
532 G2777 Lactuca sativa BQ870016 1,00E-52
532 G2777 Brassica rapa subesp. pekinensis BG544499 3,00E-52
532 G2777 Populus BU831324 4,00E-40
716/1027
tremula x Populus tremuloides
532 G2777 Brassica oleracea BZ432234 4,00E-38
532 G2777 Lycopersicon esculentum BI926824 5,00E-37
532 G2777 Phyllostachys acuta gi527661 1,20E-06
532 G2777 Pennisetum glaucum gi527655 2,00E-06
532 G2777 Lycopersicon esculentum gi23600383 2,10E-06
532 G2777 Sorghum bicolor gi527665 5,30E-06
532 G2777 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi22758263 6,10E-06
532 G2777 Tripsacum australe gi527663 6,80E-06
532 G2777 Phaseolus vulgaris gi1142621 8,60E-06
532 G2777 Oryza rufipogon gi1086536 8,70E-06
532 G2777 Oryza australiensis gi1086526 1,80E-05
532 G2777 Oryza sativa gi15451582 2,10E-05
534 G2779 Glycine max BE347561 4,00E-47
534 G2779 Populus BU811904 2,00E-43
717/1027
tremula x Populus tremuloides
534 G2779 Medicago truncatula CB066613 1,00E-29
534 G2779 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK059041 2,00E-29
534 G2779 Triticum aestivum BJ211785 5,00E-29
534 G2779 Zea mays CB604124 1,00E-28
534 G2779 Lycopersicon esculentum AI490119 3,00E-28
534 G2779 Lotus corniculatus var. japonicus CB828026 3,00E-28
534 G2779 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA003238 7,00E-28
534 G2779 Capsicum annuum CA522636 7,00E-28
534 G2779 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20804997 1,20E-30
534 G2779 Tulipa gesneriana gi5923912 2,30E-30
534 G2779 Oryza sativa gi11862964 7,90E-28
718/1027
534 G2779 Pinus taeda gi6166283 4,20E-10
534 G2779 Glycine max gi3399777 3,00E-05
534 G2779 Gossypium hirsutum gi13346182 5,30E-05
534 G2779 Sorghum bicolor gi527665 0,00018
534 G2779 Brassica napus gi27650307 0,00023
534 G2779 Petunia x hybrida gi10998404 0,0005
534 G2779 Phaseolus vulgaris gi1142621 0,00071
536 G2783 Nicotiana plumbaginifoli a NPL292767 1,00E-127
536 G2783 Zea mays AY107267 1,00E-125
536 G2783 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101593 1,00E-124
536 G2783 Gossypium hirsutum CA993585 1,00E-113
536 G2783 Beta vulgaris BVU313097 1,00E-110
536 G2783 Medicago truncatula CB893695 1,00E-104
536 G2783 Triticum aestivum BT009299 1,00E-102
536 G2783 Nicotiana tabacum AF029351 3,00E-97
536 G2783 Glycine max CA784546 1,00E-96
536 G2783 Gossypium BF278029 8,00E-94
719/1027
arboreum
536 G2783 Nicotiana plumbaginifoli a gi9663767 9,00E-123
536 G2783 Oryza sativa gi12583812 2,50E-120
536 G2783 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488785 2,50E-120
536 G2783 Beta vulgaris gi30524689 1,60E-107
536 G2783 Nicotiana tabacum gi2708532 3,70E-94
536 G2783 Sorghum bicolor gi22208507 2,70E-28
536 G2783 Zea mays gi23928438 5,10E-25
536 G2783 Solanum tuberosum gi17432522 7,90E-22
536 G2783 Nicotiana sylvestris gi100293 5,40E-19
536 G2783 Cucumis sativus gi7528270 6,70E-18
537 G2784 Glycine max Gma S5128871 1674
537 G2784 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-68213 2077
538 G2784 Brassica oleracea BH966813 6,00E-65
538 G2784 Mesembryan them um crystallinum BE034373 2,00E-62
538 G2784 Glycine max BE659785 2,00E-60
720/1027
538 G2784 Populus tremula BU821418 1,00E-42
538 G2784 Lycopersicon esculentum AW218420 2,00E-35
538 G2784 Solanum tuberosum BQ115041 2,00E-31
538 G2784 Oryza sativa OSJN00052 8,00E-31
538 G2784 Zea mays CC656270 8,00E-29
538 G2784 Pinus taeda BF516719 6,00E-27
538 G2784 Medicago truncatula BG589047 2,00E-26
538 G2784 Oryza sativa gi21740764 4,30E-68
538 G2784 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433498 8,30E-30
538 G2784 Chlamydomonas reinhardtii gi18137 0,36
538 G2784 Lycopersicon esculentum gi170408 0,96
538 G2784 Physcomitrella patens gi11181645 0,98
538 G2784 Nicotiana tabacum gi237857 1
540 G2790 Brassica oleracea BH660922 1,00E-35
540 G2790 Medicago truncatula BQ124408 5,00E-27
540 G2790 Oryza sativa (grupo do AK072833 6,00E-27
721/1027
cultivar japonica)
540 G2790 Populus tremula x Populus tremuloides BU895329 9,00E-26
540 G2790 Gossypium arboreum BG440718 1,00E-25
540 G2790 Glycine max BG046947 2,00E-25
540 G2790 Solanum tuberosum BQ514720 4,00E-25
540 G2790 Gossypium hirsutum CA993210 1,00E-24
540 G2790 Lycopersicon esculentum AF096263 2,00E-24
540 G2790 Populus balsamifera subesp. trichocarpa AI166770 4,00E-24
540 G2790 Oryza sativa gi14488370 8,00E-28
540 G2790 Brassica napus gi11045087 3,10E-26
540 G2790 Lycopersicon esculentum gi5669656 1,00E-25
540 G2790 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480231 2,20E-25
540 G2790 Glycine max gi3399777 0,0012
540 G2790 Pennisetum glaucum gi527657 0,002
722/1027
540 G2790 Tulipa gesneriana gi5923912 0,004
540 G2790 Zea mays gi18568238 0,009
540 G2790 Phaseolus vulgaris gi1142621 0,022
540 G2790 Oryza rufipogon gi1086538 0,037
542 G2802 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106152 1,00E-132
542 G2802 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB630225 1,00E-102
542 G2802 Medicago truncatula BQ148509 7,00E-98
542 G2802 Pinus pinaster BX251486 7,00E-84
542 G2802 Hordeum vulgare BI960052 1,00E-77
542 G2802 Brassica oleracea BH656772 3,00E-76
542 G2802 Populus tremula x Populus tremuloides BI129724 3,00E-76
542 G2802 Pinus taeda BF518231 9,00E-74
542 G2802 Glycine max BM527360 1,00E-71
542 G2802 Triticum aestivum BJ315410 6,00E-67
723/1027
542 G2802 Oryza sativa gi9049470 2,30E-85
542 G2802 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi18461166 3,50E-78
542 G2802 Brassica napus gi12751304 1,20E-49
542 G2802 Petunia x hybrida gi21105748 3,70E-09
542 G2802 Triticum monococcum gi6732154 3,10E-08
542 G2802 Solanum tuberosum gi14485513 1,10E-07
542 G2802 Triticum sp. gi4218535 3,30E-06
542 G2802 Phaseolus vulgaris gi15148912 9,00E-06
542 G2802 Lycopersicon esculentum gi6175246 3,50E-05
542 G2802 Medicago truncatula gi7716952 4,20E-05
544 G2805 Brassica oleracea BZ506570 4,00E-27
544 G2805 Gossypium hirsutum CA992724 6,00E-05
544 G2805 Glycine max CA802497 3,00E-04
544 G2805 Lycopersicon esculentum BE460507 0,002
544 G2805 Eschscholzia californica CD480753 0,005
544 G2805 Oryza sativa (grupo do AK062955 0,005
724/1027
cultivar japonica)
544 G2805 Sorghum bicolor BE363054 0,016
544 G2805 Solanum tuberosum BM406262 0,016
544 G2805 Gossypium arboreum BG440924 0,035
544 G2805 Lactuca sativa BQ850404 0,079
544 G2805 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21741263 0,00027
544 G2805 Petunia x hybrida gi21389179 0,00048
544 G2805 Oryza sativa gi13129497 0,0027
544 G2805 Glycine max gi22597158 0,05
544 G2805 Lycopersicon esculentum gi6175246 0,35
544 G2805 Phaseolus vulgaris gi15148914 0,54
544 G2805 Medicago truncatula gi7716952 0,61
544 G2805 Theobroma cacao gi15487902 0,87
544 G2805 Triticum monococcum gi6732156 1
544 G2805 Papaver somniferum gi169002 1
545 G2826 Glycine max GLYMA-28NOV01- 753
725/1027
CLUSTER166362_ 1
545 G2826 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER180202_ 1 754
545 G2826 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER726571_ 1 755
545 G2826 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER74662 1 756
545 G2826 Glycine max uC- gmflminsoy032f 06b1 757
545 G2826 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER173260_ 2 758
545 G2826 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER200967_ 1 759
545 G2826 Oryza sativa OSC100895,C1,p 14,fg 760
545 G2826 Oryza sativa OSC22205,C1,p1 ,fg 1279
545 G2826 Oryza sativa OSC23411,C1,p1 ,fg 761
545 G2826 Oryza sativa OSC2409,C1,p2, fg 762
545 G2826 Oryza sativa OSC25680,C1,p1 ,fg 763
545 G2826 Zea mays ZEAMA-08NOV01- 764
726/1027
CLUSTER436044_ 1
545 G2826 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER518126_ 1 765
545 G2826 Oryza sativa Os S106189 1616
545 G2826 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54039 1959
545 G2826 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54252 1960
545 G2826 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-392715 1961
546 G2826 Brassica oleracea BH725134 7,00E-79
546 G2826 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004859 1,00E-37
546 G2826 Oryza sativa AP003214 2,00E-37
546 G2826 Lotus japonicus BU494379 1,00E-36
546 G2826 Glycine max BI315690 6,00E-35
546 G2826 Lycopersicon esculentum BG135559 1,00E-33
546 G2826 Medicago truncatula BF004070 5,00E-32
546 G2826 Beta vulgaris BQ488216 4,00E-26
546 G2826 Sorghum bicolor BE358938 1,00E-21
546 G2826 Populus BU877646 1,00E-20
727/1027
balsamifera subesp. trichocarpa
546 G2826 Oryza sativa gi15528588 3,00E-35
546 G2826 Sorghum bicolor gi18390109 8,30E-17
546 G2826 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32482926 9,80E-07
546 G2826 Petunia x hybrida gi14275902 1,50E-05
546 G2826 Pisum sativum gi7008009 0,00016
546 G2826 Zea ramosa gi18674684 0,0002
546 G2826 Silene latifolia gi1628463 0,00045
546 G2826 Lycopersicon esculentum gi1345540 0,0006
546 G2826 Nicotiana tabacum gi14516835 0,0017
546 G2826 Rumex obtusifolius gi20152613 0,0022
547 G2830 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER16384 5 1280
548 G2830 Brassica oleracea BH993354 9,00E-65
548 G2830 Glycine max BM177052 5,00E-13
548 G2830 Phaseolus coccineus CA902517 3,00E-08
548 G2830 Lotus AP006108 8,00E-07
728/1027
japonicus
548 G2830 Zea mays BZ652013 5,9
548 G2830 Mesembryanthem um crystallinum BG269090 7,7
548 G2830 Medicago truncatula AC135797 7,7
548 G2830 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BI137362 7,7
548 G2830 Zea mays subesp. mays gi31414978 0,96
548 G2830 Nicotiana tabacum gi8099397 0,99
550 G2832 Brassica oleracea BZ004148 4,00E-39
550 G2832 Petunia x hybrida AB003672 8,00E-36
550 G2832 Limnanthes alba BV007314 2,00E-20
550 G2832 Medicago truncatula CB892199 6,00E-10
550 G2832 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106924 7,00E-10
550 G2832 Oryza sativa (grupo do cultivar AAAA01002475 7,00E-10
729/1027
indica)
550 G2832 Oryza sativa AC037426 7,00E-10
550 G2832 Solanum demissum AC136471 2,00E-08
550 G2832 Lactuca sativa BU015249 7,00E-08
550 G2832 Zea mays CC408365 5,00E-06
550 G2832 Petunia x hybrida gi1786146 9,30E-50
550 G2832 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32482980 9,10E-11
550 G2832 Medicago sativa gi7228329 6,40E-08
550 G2832 Glycine max gi1763063 7,20E-06
550 G2832 Pisum sativum gi2129892 4,10E-05
550 G2832 Nicotiana tabacum gi2981169 8,90E-05
550 G2832 Triticum aestivum gi485814 0,00041
550 G2832 Oryza sativa gi12698882 0,00046
550 G2832 Brassica rapa gi2058504 0,00055
550 G2832 Datisca glomerata gi4666360 0,0066
552 G2834 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001233 1,00E-126
552 G2834 Oryza sativa (grupo do AK072211 1,00E-126
730/1027
cultivar japonica)
552 G2834 Oryza sativa AP003235 1,00E-126
552 G2834 Brassica oleracea BZ014527 1,00E-106
552 G2834 Vitis vinifera BM436747 1,00E-105
552 G2834 Zea mays AY106636 1,00E-101
552 G2834 Ipomoea batatas BM878854 3,00E-95
552 G2834 Glycine max BQ741681 3,00E-94
552 G2834 Solanum tuberosum BE343020 3,00E-92
552 G2834 Lycopersicon esculentum BE459539 1,00E-88
552 G2834 Oryza sativa gi15408708 2,40E-123
552 G2834 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi19571114 2,40E-123
552 G2834 Lycopersicon esculentum gi15984226 3,40E-75
552 G2834 Glycine max gi18376601 2,30E-29
552 G2834 Solanum tuberosum gi563623 1,10E-20
552 G2834 Zea mays gi3170601 1,80E-19
552 G2834 Petunia x hybrida gi14522848 0,51
552 G2834 Nicotiana tabacum gi4519673 0,73
552 G2834 Oryza sativa gi28195113 0,99
731/1027
(grupo do cultivar indica)
552 G2834 Brassica rapa gi7209506 1
554 G2837 Brassica oleracea BZ451120 4,00E-55
554 G2837 Vitis vinifera CD010326 9,00E-13
554 G2837 Glycine max AQ842019 3,00E-09
554 G2837 Zea mays BZ806743 3,00E-06
554 G2837 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01007143 8,00E-06
554 G2837 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP003988 1,00E-05
554 G2837 Brassica napus CB686322 4,00E-05
554 G2837 Lotus japonicus AP004945 9,00E-05
554 G2837 Triticum aestivum CA708862 2,00E-04
554 G2837 Petunia x hybrida AB000454 4,00E-04
554 G2837 Petunia x hybrida gi1786140 2,40E-05
554 G2837 Zea diploperennis gi1076786 0,00014
554 G2837 Pisum sativum gi7440062 0,00027
554 G2837 Oryza sativa gi22002132 0,0003
732/1027
(grupo do cultivar japonica)
554 G2837 Lycopersicon esculentum gi1345540 0,00045
554 G2837 Nicotiana tabacum gi395147 0,0013
554 G2837 Brassica oleracea gi1418351 0,0017
554 G2837 Medicago sativa gi1279563 0,002
554 G2837 Cicer arietinum gi21068672 0,0022
554 G2837 Zea mays gi18568237 0,005
555 G2838 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER166362_ 1 753
555 G2838 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER180202_ 1 754
555 G2838 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER726571_ 1 755
555 G2838 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER74662 1 756
555 G2838 Glycine max uC- gmflminsoy032f 06b1 757
555 G2838 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER200967 759
733/1027
1
555 G2838 Oryza sativa OSC100895,C1,p 14,fg 760
555 G2838 Oryza sativa OSC22205,C1,p1 ,fg 1279
555 G2838 Oryza sativa OSC23411,C1,p1 ,fg 761
555 G2838 Oryza sativa OSC2409,C1,p2, fg 762
555 G2838 Oryza sativa OSC25680,C1,p1 ,fg 763
555 G2838 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER436044_ 1 764
555 G2838 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER518126_ 1 765
555 G2838 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54039 1959
555 G2838 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 54252 1960
555 G2838 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-392715 1961
556 G2838 Vitis vinifera CD714231 7,00E-27
556 G2838 Gossypium arboreum BF272143 2,00E-20
556 G2838 Brassica oleracea BZ444318 5,00E-20
556 G2838 Lycopersicon esculentum BG643969 2,00E-16
734/1027
556 G2838 Zea mays CC712091 1,00E-15
556 G2838 Sorghum bicolor BE360413 7,00E-14
556 G2838 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009505 1,00E-12
556 G2838 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK068762 2,00E-12
556 G2838 Medicago truncatula BE943078 5,00E-12
556 G2838 Glycine max BG047435 5,00E-12
556 G2838 Sorghum bicolor gi18390109 1,70E-14
556 G2838 Oryza sativa gi15528588 5,90E-12
556 G2838 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29027767 2,20E-08
556 G2838 Petunia x hybrida gi14275902 8,70E-05
556 G2838 Zea ramosa gi18674684 0,02
556 G2838 Medicago sativa gi7228329 0,024
556 G2838 Pisum sativum gi2129892 0,06
556 G2838 Glycine max gi1763063 0,095
556 G2838 Datisca glomerata gi4666360 0,33
735/1027
556 G2838 Nicotiana tabacum gi2981169 0,38
557 G2839 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER32534 1 1281
557 G2839 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER37260 1 1282
557 G2839 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER379048_ 1 1283
557 G2839 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER172363_ 1 1284
557 G2839 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER24561 1 1285
557 G2839 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER32611 1 1286
557 G2839 Oryza sativa OSC100424,C1,p 49, fg 1287
557 G2839 Oryza sativa OSC20005,C1,p5 ,fg 1288
557 G2839 Oryza sativa OSC20005,C1,p7 ,fg 1289
557 G2839 Oryza sativa OSC234,C1,p1,f g 1290
557 G2839 Oryza sativa OSC5483,C1,p4, fg 1291
557 G2839 Oryza sativa OSC5499,C1,p15 ,fg 1292
557 G2839 Zea mays LIB3732-060- Q1-K6-F2 1293
736/1027
557 G2839 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER226176_ 1 1294
557 G2839 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER276871_ 2 1295
557 G2839 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER49287 1 1296
557 G2839 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER5148 1 1297
557 G2839 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER536916_ 1 1298
557 G2839 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER72147 1 1299
557 G2839 Oryza sativa Os S109163 1617
557 G2839 Glycine max Gma S4898433 1675
557 G2839 Glycine max Gma S4973977 1676
557 G2839 Medicago truncatula Mtr_S5397852 1713
557 G2839 Hordeum vulgare Hv_S207187 1749
557 G2839 Triticum aestivum Ta_S111267 1914
557 G2839 Triticum aestivum Ta_S200273 1915
557 G2839 Triticum aestivum Ta_S296415 1916
557 G2839 Triticum aestivum Ta_S379755 1917
737/1027
557 G2839 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56766 2078
558 G2839 Brassica oleracea BZ083260 1,00E-51
558 G2839 Brassica rapa subesp. pekinensis BQ790831 6,00E-48
558 G2839 Brassica napus CD842269 7,00E-48
558 G2839 Brassica rapa L46574 7,00E-30
558 G2839 Vitis vinifera CA818230 4,00E-25
558 G2839 Petunia x hybrida AB006600 9,00E-25
558 G2839 Glycine max BU577326 2,00E-23
558 G2839 Solanum tuberosum BQ121105 4,00E-23
558 G2839 Populus tremula x Populus tremuloides BU867080 8,00E-23
558 G2839 Lycopersicon esculentum AI898309 1,00E-22
558 G2839 Petunia x hybrida gi2346976 7,10E-27
558 G2839 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29124132 3,90E-21
558 G2839 Oryza sativa gi15623820 1,30E-20
558 G2839 Glycine max gi1763063 2,40E-16
558 G2839 Nicotiana gi2981169 1,20E-15
738/1027
tabacum
558 G2839 Datisca glomerata gi4666360 3,20E-15
558 G2839 Medicago sativa gi7228329 2,60E-13
558 G2839 Triticum aestivum gi485814 3,80E-13
558 G2839 Brassica rapa gi2058506 4,60E-11
558 G2839 Pisum sativum gi2129892 3,40E-07
560 G2846 Gossypium hirsutum CA993210 4,00E-46
560 G2846 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK069366 2,00E-41
560 G2846 Brassica oleracea BH484306 5,00E-41
560 G2846 Glycine max BU764909 8,00E-37
560 G2846 Sorghum bicolor CB926717 4,00E-34
560 G2846 Triticum aestivum CA600074 1,00E-31
560 G2846 Populus balsamifera subesp. trichocarpa AI166770 5,00E-29
560 G2846 Populus tremula x Populus tremuloides BU894578 7,00E-28
739/1027
560 G2846 Gossypium arboreum BG440718 4,00E-27
560 G2846 Solanum tuberosum BQ514720 2,00E-24
560 G2846 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21741062 6,40E-42
560 G2846 Brassica napus gi11045087 1,60E-24
560 G2846 Oryza sativa gi21740790 1,80E-23
560 G2846 Lycopersicon esculentum gi5669656 2,70E-20
560 G2846 Glycine max gi3399777 3,50E-05
560 G2846 Cucumis melo gi28558779 0,0011
560 G2846 Mesembryan them um crystallinum gi4206118 0,014
560 G2846 Oryza rufipogon gi1086536 0,028
560 G2846 Phyllostachys acuta gi527661 0,039
560 G2846 Tulipa gesneriana gi5923912 0,045
562 G2847 Glycine max BU084566 8,00E-55
562 G2847 Populus balsamifera subesp. trichocarpa AI166770 3,00E-50
562 G2847 Brassica napus CD832456 2,00E-49
562 G2847 Solanum BI175830 1,00E-48
740/1027
tuberosum
562 G2847 Ipomoea nil BJ570931 2,00E-46
562 G2847 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK072848 4,00E-45
562 G2847 Gossypium arboreum BG440718 7,00E-43
562 G2847 Populus tremula x Populus tremuloides BU895329 5,00E-36
562 G2847 Hordeum vulgare BF620349 6,00E-36
562 G2847 Triticum aestivum CA642784 5,00E-31
562 G2847 Brassica napus gi11045087 1,40E-62
562 G2847 Oryza sativa gi21740790 8,90E-29
562 G2847 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480231 8,90E-29
562 G2847 Lycopersicon esculentum gi5669656 1,20E-24
562 G2847 Meserbryanthem um crystallinum gi4206118 1,20E-05
562 G2847 Glycine max gi3399777 0,021
562 G2847 Phyllostachys acuta gi527661 0,066
741/1027
562 G2847 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20372895 0,082
562 G2847 Gossypioides kirkii gi23476285 0,12
562 G2847 Pennisetum glaucum gi527657 0,14
564 G2850 Poncirus trifoliata CD573726 6,00E-68
564 G2850 Lycopersicon esculentum AI899168 1,00E-45
564 G2850 Medicago truncatula AL380393 8,00E-41
564 G2850 Brassica napus CD825720 2,00E-40
564 G2850 Gossypium arboreum BG440718 4,00E-30
564 G2850 Populus balsamifera subesp. trichocarpa AI166770 7,00E-30
564 G2850 Populus tremula x Populus tremuloides BU895329 4,00E-29
564 G2850 Glycine max BU084566 1,00E-28
564 G2850 Solanum tuberosum BQ514720 2,00E-27
564 G2850 Gossypium hirsutum CA993210 4,00E-27
742/1027
564 G2850 Oryza sativa gi14488370 3,10E-26
564 G2850 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21741062 1,60E-25
564 G2850 Brassica napus gi11045087 5,90E-25
564 G2850 Lycopersicon esculentum gi5669656 1,00E-18
564 G2850 Pennisetum glaucum gi527657 2,40E-05
564 G2850 Glycine max gi3399777 8,00E-05
564 G2850 Phyllostachys acuta gi527661 0,0061
564 G2850 Oryza australiensis gi1086526 0,0077
564 G2850 Oryza officinalis gi1086534 0,0077
564 G2850 Tripsacum australe gi527663 0,01
566 G2851 Brassica napus CD832456 7,00E-93
566 G2851 Glycine max BU084566 5,00E-67
566 G2851 Populus balsamifera subesp. trichocarpa AI166770 2,00E-65
566 G2851 Brassica oleracea BH927065 6,00E-56
566 G2851 Solanum tuberosum BI175830 1,00E-55
566 G2851 Gossypium BG440718 1,00E-51
743/1027
arboreum
566 G2851 Ipomoea nil BJ570931 5,00E-51
566 G2851 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK072848 2,00E-50
566 G2851 Populus tremula x Populus tremuloides BU895329 3,00E-42
566 G2851 Hordeum vulgare BF620349 7,00E-39
566 G2851 Brassica napus gi11045087 1,60E-162
566 G2851 Oryza sativa gi21740790 1,10E-27
566 G2851 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480231 1,10E-27
566 G2851 Lycopersicon esculentum gi5669656 4,20E-15
566 G2851 Phyllostachys acuta gi527661 0,0081
566 G2851 Glycine max gi3399777 0,012
566 G2851 Pisum sativum gi13365610 0,018
566 G2851 Pennisetum glaucum gi527657 0,021
566 G2851 Tulipa gesneriana gi5923912 0,077
566 G2851 Phaseolus vulgaris gi1142621 0,09
744/1027
567 G2854 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER907 3 1300
567 G2854 Oryza sativa OSC18775,C1,p1 1301
,fg
567 G2854 Zea mays ZEAMA-08NOV01- 1302
CLUSTER13712 1
567 G2854 Oryza sativa Os S32676 1618
567 G2854 Oryza sativa Os S75860 1619
567 G2854 Glycine max Gma S4975207 1677
567 G2854 Hordeum Hv_S153237 1750
vulgare
567 G2854 Hordeum Hv_S63965 1751
vulgare
567 G2854 Zea mays Zm S11522955 1823
567 G2854 Zea mays Zm S11525357 1824
567 G2854 Triticum Ta_S125786 1918
aestivum
567 G2854 Triticum Ta_S152820 1919
aestivum
567 G2854 Triticum Ta_S267457 1920
aestivum
567 G2854 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2079
esculentum 44207
567 G2854 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2080
esculentum 56600
567 G2854 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2081
esculentum SINGLET-17539
567 G2854 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2082
esculentum SINGLET-333119
567 G2854 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2083
745/1027
esculentum SINGLET-396174
567 G2854 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-49629 2084
568 G2854 Nicotiana plumbaginifoli a NPL292767 1,00E-143
568 G2854 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101593 1,00E-130
568 G2854 Zea mays AY107267 1,00E-128
568 G2854 Beta vulgaris BVU313097 1,00E-110
568 G2854 Gossypium hirsutum CA993585 1,00E-109
568 G2854 Nicotiana tabacum AF029351 1,00E-104
568 G2854 Brassica napus CD832069 1,00E-104
568 G2854 Triticum aestivum BT009299 1,00E-100
568 G2854 Medicago truncatula CB893695 2,00E-97
568 G2854 Prunus persica BU045049 3,00E-92
568 G2854 Nicotiana plumbaginifoli a gi9663767 7,20E-137
568 G2854 Oryza sativa gi12583812 6,80E-125
568 G2854 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488785 6,90E-116
746/1027
568 G2854 Beta vulgaris gi30524689 6,30E-106
568 G2854 Nicotiana tabacum gi2708532 1,30E-98
568 G2854 Sorghum bicolor gi22208507 6,30E-25
568 G2854 Zea mays gi23928438 4,60E-22
568 G2854 Spinacia oleracea gi133247 4,60E-19
568 G2854 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi4680340 4,60E-19
568 G2854 Cucumis sativus gi7528270 5,60E-19
569 G2859 Glycine max BE347561,1 1303
569 G2859 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-452318 2085
570 G2859 Glycine max BE347561 2,00E-47
570 G2859 Populus tremula x Populus tremuloides BU811904 3,00E-47
570 G2859 Populus tremula BU889630 8,00E-32
570 G2859 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA003238 3,00E-30
570 G2859 Sorghum propinquum BG103016 7,00E-30
747/1027
570 G2859 Gossypium arboreum BF273287 1,00E-29
570 G2859 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK101063 2,00E-29
570 G2859 Sorghum bicolor BG048756 2,00E-29
570 G2859 Lycopersicon esculentum AI490119 8,00E-29
570 G2859 Medicago truncatula CB066613 1,00E-28
570 G2859 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20804997 1,40E-30
570 G2859 Tulipa gesneriana gi5923912 4,70E-30
570 G2859 Oryza sativa gi11862964 6,30E-29
570 G2859 Pinus taeda gi6166283 2,40E-11
570 G2859 Brassica napus gi27650307 2,70E-06
570 G2859 Phyllostachys acuta gi527661 3,30E-05
570 G2859 Gossypium hirsutum gi13346182 4,20E-05
570 G2859 Petunia x hybrida gi10998404 6,00E-05
570 G2859 Mesembryanthem um crystallinum gi4206118 0,00012
748/1027
570 G2859 Glycine max gi3399777 0,00024
571 G2865 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER4111 3 1304
571 G2865 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER4111 4 1305
571 G2865 Glycine max Gma S5127199 1678
571 G2865 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 55990 2086
571 G2865 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-18331 2087
572 G2865 Brassica oleracea BH680810 4,00E-39
572 G2865 Glycine max BE057473 6,00E-24
572 G2865 Brassica rapa subesp. pekinensis BZ614080 2,00E-17
572 G2865 Medicago truncatula AL389569 8,00E-14
572 G2865 Lotus corniculatus var. japonicus CB829442 3,00E-12
572 G2865 Hedyotis centranthoides CB086514 2,00E-11
572 G2865 Lycopersicon esculentum AW624871 9,00E-10
572 G2865 Triphysaria versicolor BM356795 1,00E-09
572 G2865 Beta vulgaris BQ592169 3,00E-07
572 G2865 Lotus japonicus AG233200 7,00E-07
749/1027
572 G2865 Oryza sativa gi15528806 1,80E-08
572 G2865 Cucumis melo gi28558779 0,00016
572 G2865 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi17385671 0,00017
572 G2865 Lycopersicon esculentum gi6175252 0,091
572 G2865 Cicer arietinum gi3641870 0,12
572 G2865 Phaseolus vulgaris gi1142621 0,2
572 G2865 Zea mays gi4321762 0,27
572 G2865 Prunus dulcis gi6635842 0,85
572 G2865 Gossypium barbadense gi1000088 0,95
572 G2865 Brassica napus gi27650307 0,97
574 G2866 Populus tremula x Populus tremuloides PTR306827 2,00E-38
574 G2866 Glycine max BU926504 2,00E-32
574 G2866 Medicago truncatula BF649039 9,00E-28
574 G2866 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK103865 6,00E-25
574 G2866 Hordeum vulgare BG301068 5,00E-20
750/1027
574 G2866 Triticum aestivum BJ228821 9,00E-20
574 G2866 Helianthus annuus BU018212 3,00E-18
574 G2866 Zea mays BF727992 9,00E-18
574 G2866 Oryza sativa AU056864 1,00E-17
574 G2866 Cycas rumphii CB089859 7,00E-17
574 G2866 Populus tremula x Populus tremuloides gi20269055 8,40E-40
574 G2866 Oryza sativa gi8096369 4,20E-25
574 G2866 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi30962267 1,40E-19
574 G2866 Cucumis sativus gi6136832 1,80E-19
574 G2866 Triticum aestivum gi32400272 2,30E-19
574 G2866 Zinnia elegans gi20257219 4,70E-19
574 G2866 Vitis vinifera gi29465672 9,10E-19
574 G2866 Vigna radiata gi11131105 1,30E-18
574 G2866 Pisum sativum gi1352057 2,70E-18
574 G2866 Antirrhinum majus gi18071490 4,50E-18
576 G2869 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK070026 1,00E-120
751/1027
576 G2869 Oryza sativa AB071300 1,00E-104
576 G2869 Mangifera indica AY255705 7,00E-84
576 G2869 Zea mays AY107195 1,00E-79
576 G2869 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB631221 3,00E-78
576 G2869 Medicago truncatula BI308096 2,00E-73
576 G2869 Triticum aestivum BQ578824 7,00E-70
576 G2869 Pinus pinaster BX250119 7,00E-65
576 G2869 Poncirus trifoliata CD575895 1,00E-63
576 G2869 Solanum tuberosum BG593647 8,00E-63
576 G2869 Oryza sativa gi19352039 1,90E-124
576 G2869 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20805236 1,90E-124
576 G2869 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi26251300 5,50E-120
576 G2869 Mangifera indica gi30027167 1,90E-116
576 G2869 Prunus persica gi27450533 2,10E-84
576 G2869 Bruguiera gi24371055 1,80E-53
752/1027
sexangula
576 G2869 Stevia rebaudiana gi26324158 1,80E-53
576 G2869 Pisum sativum gi1235582 2,10E-53
576 G2869 Malus x domestica gi1732359 2,30E-53
576 G2869 Zea mays gi7230385 2,30E-53
578 G2884 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100530 1,00E-46
578 G2884 Zea mays AB062095 6,00E-46
578 G2884 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB630542 6,00E-45
578 G2884 Solanum tuberosum BM407041 4,00E-38
578 G2884 Medicago truncatula CB891281 1,00E-32
578 G2884 Brassica napus CD825309 5,00E-32
578 G2884 Vitis vinifera CD800109 8,00E-32
578 G2884 Sorghum bicolor CD424269 7,00E-31
578 G2884 Stevia rebaudiana BG523436 7,00E-30
578 G2884 Lactuca sativa BQ858556 2,00E-29
578 G2884 Zea mays gi14189890 2,50E-47
578 G2884 Oryza sativa (grupo do cultivar gi24308616 3,40E-44
753/1027
japonica)
578 G2884 Oryza glaberrima gi31338862 3,90E-35
578 G2884 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 2,10E-34
578 G2884 Oryza sativa gi15289981 2,70E-13
578 G2884 Nicotiana tabacum gi4519671 3,70E-06
578 G2884 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 1,50E-05
578 G2884 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 0,00012
578 G2884 Solanum bulbocastanum gi32470629 0,00013
578 G2884 Dianthus caryophyllus gi13173408 0,026
579 G2885 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER270810_ 1 1306
579 G2885 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-66716 2088
580 G2885 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100530 5,00E-81
580 G2885 Zea mays AB062095 4,00E-80
580 G2885 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB630542 8,00E-72
580 G2885 Solanum tuberosum BM407041 3,00E-54
580 G2885 Medicago truncatula CB891281 1,00E-49
754/1027
580 G2885 Vitis vinifera CD800109 7,00E-46
580 G2885 Stevia rebaudiana BG523436 2,00E-45
580 G2885 Lactuca sativa BQ858556 2,00E-45
580 G2885 Glycine max AW596288 2,00E-42
580 G2885 Sorghum bicolor CD424269 2,00E-42
580 G2885 Zea mays gi14189890 6,70E-79
580 G2885 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi24308616 9,40E-72
580 G2885 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi31338860 4,20E-40
580 G2885 Oryza glaberrima gi31338862 9,30E-40
580 G2885 Oryza sativa gi15289981 1,80E-18
580 G2885 Nicotiana tabacum gi4519671 1,60E-09
580 G2885 Solanum bulbocastanum gi32470629 4,10E-09
580 G2885 Chlamydomonas reinhardtii gi5916207 4,90E-08
580 G2885 Mesembryanthem um crystallinum gi6942190 1,20E-07
580 G2885 Brassica napus gi10041875 0,00086
582 G2887 Brassica napus CD828428 9,00E-90
582 G2887 Medicago truncatula AF254124 3,00E-73
582 G2887 Petunia x hybrida AF509865 2,00E-70
582 G2887 Prunus persica BU044475 4,00E-70
755/1027
582 G2887 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK068153 8,00E-67
582 G2887 Hordeum vulgare subesp. spontaneum BJ481205 1,00E-63
582 G2887 Oryza sativa AX654724 2,00E-61
582 G2887 Sorghum propinquum BG159075 4,00E-61
582 G2887 Brassica oleracea BH986593 5,00E-61
582 G2887 Solanum tuberosum BQ118148 6,00E-61
582 G2887 Mbdicago truncatula gi7716952 2,20E-71
582 G2887 Petunia x hybrida gi21105732 3,30E-70
582 G2887 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27452910 6,50E-49
582 G2887 Oryza sativa gi6730946 3,90E-42
582 G2887 Glycine max gi22597158 1,80E-39
582 G2887 Phaseolus vulgaris gi15148914 7,80E-37
582 G2887 Brassica napus gi31322572 7,00E-36
582 G2887 Triticum sp. gi4218537 1,90E-35
582 G2887 Triticum monococcum gi6732160 1,90E-35
582 G2887 Solanum tuberosum gi14485513 2,40E-35
584 G2888 Oryza sativa (grupo do cultivar AK106796 8,00E-76
756/1027
japonica)
584 G2888 Brassica oleracea BH707475 1,00E-72
584 G2888 Zea mays BZ821684 3,00E-69
584 G2888 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01002232 8,00E-69
584 G2888 Physcomitrella patens subesp. patens BJ192201 1,00E-67
584 G2888 Glycine max BI972592 4,00E-67
584 G2888 Medicago truncatula BI265111 1,00E-64
584 G2888 Triticum aestivum BQ806659 3,00E-56
584 G2888 Capsicum annuum BM063853 6,00E-56
584 G2888 Phaseolus coccineus CA902521 6,00E-56
584 G2888 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi27357980 2,90E-77
584 G2888 Solanum tuberosum gi563623 7,60E-55
584 G2888 Zea mays gi3170601 3,20E-53
584 G2888 Lycopersicon esculentum gi9858780 1,50E-51
584 G2888 Oryza sativa gi10934090 1,00E-50
584 G2888 Glycine max gi18376601 3,30E-11
584 G2888 Cucurbita maxima gi17221648 0,032
584 G2888 Chlorella vulgaris gi2224373 0,11
584 G2888 Helianthus gi349267 0,16
757/1027
annuus
584 G2888 Petunia x hybrida gi14275902 0,17
586 G2898 Medicago truncatula AJ501279 2,00E-41
586 G2898 Glycine max BG651880 2,00E-41
586 G2898 Solanum tuberosum BQ516260 3,00E-35
586 G2898 Populus tremula BU816897 8,00E-32
586 G2898 Zinnia elegans AU292820 4,00E-30
586 G2898 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK064663 7,00E-30
586 G2898 Zea mays CD999897 5,00E-29
586 G2898 Triticum aestivum BM135160 2,00E-28
586 G2898 Gossypium arboreum BG446904 6,00E-21
586 G2898 Nuphar advena CD475578 1,00E-19
586 G2898 Vicia faba gi541981 1,60E-20
586 G2898 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161572 3,90E-19
586 G2898 Ipomoea nil gi1052956 6,30E-19
586 G2898 Solanum tuberosum gi2894109 1,00E-18
586 G2898 Pisum sativum gi436424 1,00E-18
586 G2898 Nicotiana tabacum gi2196548 2,80E-16
586 G2898 Glycine max gi123379 5,90E-16
586 G2898 Canavalia gladiata gi1813329 7,50E-16
758/1027
586 G2898 Narcissus pseudonarcissu s gi18419623 2,50E-15
586 G2898 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi23345287 2,50E-15
587 G2907 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER30744_2 1307
587 G2907 Oryza sativa OSC100568,C1,p 1,fg 1308
587 G2907 Oryza sativa OSC9760,C1,p1, fg 1309
587 G2907 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER298_131 1310
587 G2907 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER298_90 1311
587 G2907 Oryza sativa Os_S108142 1620
587 G2907 Oryza sativa Os_S31898 1621
587 G2907 Oryza sativa Os_S33014 1622
587 G2907 Glycine max Gma_S5116414 1679
587 G2907 Hordeum vulgare Hv_S52718 1752
587 G2907 Zea mays Zm_S11441767 1825
587 G2907 Zea mays Zm_S11491750 1826
587 G2907 Lycopersicon esculentum Les_S5295643 1934
587 G2907 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-472560 2089
588 G2907 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK105116 1,0e-999
588 G2907 Brassica napus AF491304 1,0e-999
588 G2907 Nicotiana AF253511 1,0e-999
759/1027
tabacum
588 G2907 Lycopersicon esculentum AF096260 1,00E-174
588 G2907 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01006749 1,00E-121
588 G2907 Brassica oleracea BZ507433 1,00E-113
588 G2907 Oryza sativa AC079935 1,00E-106
588 G2907 Hordeum vulgare subesp. vulgare BM817419 3,00E-70
588 G2907 Zea mays BZ998506 4,00E-68
588 G2907 Capsicum annuum BM063122 5,00E-63
588 G2907 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi19920098 2,20E-229
588 G2907 Brassica napus gi20127124 3,60E-208
588 G2907 Nicotiana tabacum gi11612392 2,20E-198
588 G2907 Lycopersicon esculentum gi5669650 4,70E-117
588 G2907 Petroselinum crispum gi1084392 6,00E-43
588 G2907 Triticum aestivum gi32400790 4,00E-07
588 G2907 Pennisetum ciliare gi549986 9,00E-06
588 G2907 Glycine max gi17645766 8,40E-05
588 G2907 Oryza sativa gi19070767 0,00016
588 G2907 Chlamydomonas reinhardtii gi28207761 0,0013
760/1027
589 G2913 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER38751_1 1312
589 G2913 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER93389_1 1313
589 G2913 Oryza sativa Os_S107744 1623
590 G2913 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK065847 2,00E-57
590 G2913 Glycine max CD487091 1,00E-52
590 G2913 Solanum tuberosum BM404700 4,00E-45
590 G2913 Medicago truncatula BF004903 9,00E-45
590 G2913 Citrus sinensis BQ623105 1,00E-34
590 G2913 Lycopersicon esculentum BF051118 1,00E-34
590 G2913 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB634137 1,00E-33
590 G2913 Brassica oleracea BZ021766 4,00E-33
590 G2913 Amborella trichopoda CD483238 3,00E-31
590 G2913 Populus tremula BU889297 1,00E-30
590 G2913 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32490476 2,40E-74
590 G2913 Vicia faba gi541981 1,30E-08
590 G2913 Solanum tuberosum gi2894109 1,70E-07
590 G2913 Nicotiana gi2196548 7,20E-06
761/1027
tabacum
590 G2913 Zea mays gi8920409 4,70E-05
590 G2913 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi21314337 7,90E-05
590 G2913 Daucus carota gi3551257 0,0002
590 G2913 Canavalia gladiata gi1813329 0,0011
590 G2913 Narcissus pseudonarcissu s gi18419623 0,0018
590 G2913 Ipomoea nil gi1085860 0,049
591 G2930 Zea mays Zm_S11448159 1827
591 G2930 Lycopersicon esculentum Les_S5268274 1935
592 G2930 Triticum aestivum CD872621 1,00E-12
592 G2930 Lycopersicon esculentum BI203387 4,00E-09
592 G2930 Populus tremula x Populus tremuloides BU884102 8,00E-09
592 G2930 Sorghum bicolor CD428713 2,00E-08
592 G2930 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB624355 7,00E-08
592 G2930 Zinnia elegans AU288915 1,00E-07
592 G2930 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB660906 2,00E-07
592 G2930 Oryza sativa AP003683 6,00E-05
762/1027
592 G2930 Glycine max BQ611037 6,00E-05
592 G2930 Medicago truncatula BG456206 2,00E-04
592 G2930 Oryza sativa gi15528806 1,40E-09
592 G2930 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29788848 0,016
592 G2930 Pennisetum glaucum gi527655 0,56
592 G2930 Phyllostachys acuta gi527661 0,61
592 G2930 Zea mays gi100921 0,7
592 G2930 Sorghum bicolor gi527667 0,8
592 G2930 Tripsacum australe gi527663 0,89
592 G2930 Glycine max gi3399777 0,9
592 G2930 Phaseolus vulgaris gi1142619 0,97
592 G2930 Catharanthus roseus gi3954807 1
593 G2933 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER243321_ 1 1314
593 G2933 Oryza sativa OSC7496,C1,p10 ,fg 1315
593 G2933 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER88899_1 1316
593 G2933 Oryza sativa Os_S39118 1624
593 G2933 Zea mays Zm_S11445525 1828
593 G2933 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 53603 2090
594 G2933 Brassica oleracea BH587081 6,00E-59
763/1027
594 G2933 Populus tremula x Populus tremuloides BU884102 8,00E-37
594 G2933 Lycopersicon esculentum BI205905 6,00E-29
594 G2933 Glycine max BQ611037 4,00E-28
594 G2933 Triticum aestivum CD872523 4,00E-24
594 G2933 Lupinus albus CA410291 4,00E-23
594 G2933 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB660906 5,00E-23
594 G2933 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB624355 1,00E-22
594 G2933 Medicago truncatula AC125478 6,00E-21
594 G2933 Zinnia elegans AU288915 9,00E-20
594 G2933 Oryza sativa gi15528806 3,90E-26
594 G2933 Pennisetum glaucum gi527657 8,60E-07
594 G2933 Phyllostachys acuta gi527661 4,10E-05
594 G2933 Sorghum bicolor gi527667 5,60E-05
594 G2933 Tripsacum australe gi527663 0,00024
594 G2933 Mesembryanthem um crystallinum gi4206118 0,00048
594 G2933 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20521292 0,0012
764/1027
594 G2933 Zea mays gi18542170 0,0014
594 G2933 Oryza australiensis gi1086526 0,0031
594 G2933 Oryza rufipogon gi1086538 0,0055
596 G2934 Brassica oleracea BH680810 3,00E-50
596 G2934 Glycine max BE057473 1,00E-28
596 G2934 Brassica rapa subesp. pekinensis BZ614080 9,00E-24
596 G2934 Medicago truncatula AL389569 4,00E-14
596 G2934 Lotus corniculatus var. japonicus CB829442 5,00E-14
596 G2934 Hedyotis centranthoides CB086514 2,00E-13
596 G2934 Lycopersicon esculentum AW624871 7,00E-13
596 G2934 Triphysaria versicolor BM356795 6,00E-12
596 G2934 Beta vulgaris BQ592169 2,00E-10
596 G2934 Triticum aestivum CD452898 2,00E-08
596 G2934 Oryza sativa gi15528806 8,90E-13
596 G2934 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi17385671 1,00E-05
596 G2934 Brassica napus gi27650307 0,0022
596 G2934 Phaseolus vulgaris gi1142619 0,0024
596 G2934 Cucumis melo gi28558779 0,0029
596 G2934 Zea mays gi100874 0,014
765/1027
596 G2934 Cicer arietinum gi3641870 0,18
596 G2934 Brassica oleracea gi12049596 0,26
596 G2934 Pennisetum glaucum gi527655 0,33
596 G2934 Phyllostachys acuta gi527661 0,37
598 G2958 Gossypium hirsutum GHI458442 3,00E-39
598 G2958 Prunus persica BU041850 1,00E-34
598 G2958 Capsicum annuum BM063701 3,00E-34
598 G2958 Solanum tuberosum BG890076 4,00E-34
598 G2958 Vitis vinifera CB921417 1,00E-33
598 G2958 Poncirus trifoliata CD576407 1,00E-33
598 G2958 Brassica oleracea BH695204 2,00E-32
598 G2958 Lactuca sativa BQ991083 2,00E-32
598 G2958 Medicago truncatula BF647616 4,00E-29
598 G2958 Cucumis sativus AB029148 9,00E-29
598 G2958 Gossypium hirsutum gi22531416 5,20E-40
598 G2958 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi30962267 1,50E-35
598 G2958 Oryza sativa gi17154533 7,70E-35
598 G2958 Populus tremula x Populus tremuloides gi20269059 8,40E-34
766/1027
598 G2958 Pinus taeda gi32396301 2,50E-32
598 G2958 Triticum aestivum gi32400272 3,90E-32
598 G2958 Cucumis sativus gi6136834 4,10E-32
598 G2958 Vigna radiata gi11131101 1,10E-30
598 G2958 Nicotiana tabacum gi4887012 6,00E-30
598 G2958 Solanum tuberosum gi25989504 1,20E-29
600 G2964 Brassica oleracea BH549078 2,00E-76
600 G2964 Brassica napus CD822240 4,00E-67
600 G2964 Zea mays AY104443 4,00E-60
600 G2964 Solanum tuberosum BQ505464 6,00E-54
600 G2964 Lotus corniculatus var. japonicus AP006377 2,00E-50
600 G2964 Hordeum vulgare BI957620 2,00E-49
600 G2964 Gossypium arboreum BE053739 2,00E-49
600 G2964 Glycine max AW348431 3,00E-48
600 G2964 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB635890 1,00E-47
600 G2964 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CB660704 1,00E-47
600 G2964 Oryza sativa gi5441893 3,20E-47
600 G2964 Oryza sativa (grupo do cultivar gi32488659 8,60E-47
767/1027
japonica)
600 G2964 Pisum sativum gi14018368 5,30E-09
600 G2964 Pinus pinaster gi18129298 9,80E-07
600 G2964 Brassica napus gi1171040 0,012
600 G2964 Brassica oleracea gi18266051 0,012
600 G2964 Zea mays gi459269 0,28
600 G2964 Mimulus guttatus gi127382 0,79
600 G2964 Glycine max gi532703 0,81
600 G2964 Hordeum vulgare gi4456620 0,92
602 G2967 Brassica oleracea BZ064831 2,00E-51
602 G2967 Petunia x hybrida AB006606 8,00E-06
602 G2967 Medicago truncatula BG582425 1,00E-05
602 G2967 Brassica napus CB686322 2,00E-04
602 G2967 Vitis vinifera CB008696 0,004
602 G2967 Vitis aestivalis CB074763 0,004
602 G2967 Glycine max BF324612 0,005
602 G2967 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AY219847 0,006
602 G2967 Lactuca sativa BQ868010 0,006
602 G2967 Oryza sativa CNS08CA5 0,006
602 G2967 Petunia x hybrida gi2346988 4,40E-10
602 G2967 Medicago sativa gi7228329 0,00039
602 G2967 Pisum sativum gi2129892 0,00076
768/1027
602 G2967 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi28849865 0,001
602 G2967 Brassica rapa gi2058504 0,0015
602 G2967 Triticum aestivum gi485814 0,0052
602 G2967 Oryza sativa gi12698882 0,0094
602 G2967 Datisca glomerata gi4666360 0,01
602 G2967 Glycine max gi1763063 0,014
602 G2967 Nicotiana tabacum gi2981169 0,018
603 G2969 Oryza sativa OSC100047,C1,p 3,fg 1317
603 G2969 Oryza sativa Os_S108460 1625
603 G2969 Glycine max Gma_S4895054 1680
603 G2969 Glycine max Gma_S4932729 1681
603 G2969 Glycine max Gma_S4971594 1682
603 G2969 Lycopersicon esculentum Les_S5265247 1936
603 G2969 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 57728 2091
604 G2969 Brassica oleracea BH481194 1,00E-107
604 G2969 Medicago truncatula BI311225 9,00E-76
604 G2969 Lactuca sativa BQ874458 1,00E-70
604 G2969 Prunus persica BU040439 3,00E-69
604 G2969 Helianthus annuus BQ967662 2,00E-65
604 G2969 Populus tremuloides CA932621 7,00E-65
604 G2969 Oryza sativa AAAA01007031 1,00E-62
769/1027
(grupo do cultivar indica)
604 G2969 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AC135205 1,00E-62
604 G2969 Solanum tuberosum BQ115018 7,00E-62
604 G2969 Glycine max BE822664 1,00E-61
604 G2969 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29893575 2,90E-62
604 G2969 Oryza sativa gi5777616 3,70E-46
604 G2969 Glycine max gi28542706 0,083
604 G2969 Chlorella vulgaris gi2224427 0,13
604 G2969 Chloroplast Chlorella vulgaris gi7515285 0,13
604 G2969 Petunia x hybrida gi100396 0,88
604 G2969 Nicotiana tabacum gi8099397 0,94
604 G2969 Pisum sativum gi3088648 1
606 G2972 Brassica oleracea BZ070725 1,00E-13
606 G2972 Oryza sativa OSJN00040 2,00E-04
606 G2972 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK108645 2,00E-04
606 G2972 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000197 6,00E-04
770/1027
606 G2972 Brassica napus CD844215 0,002
606 G2972 Petunia x hybrida AB000454 0,005
606 G2972 Populus tremula x Populus tremuloides BU813541 0,008
606 G2972 Citrus sinensis CB293113 0,025
606 G2972 Lotus japonicus AP004523 0,025
606 G2972 Lotus corniculatus var. japonicus CB828590 0,025
606 G2972 Glycine max gi1763063 6,00E-08
606 G2972 Oryza sativa gi12698882 2,50E-06
606 G2972 Petunia x hybrida gi439487 4,70E-06
606 G2972 Nicotiana tabacum gi2981169 4,90E-06
606 G2972 Datisca glomerata gi4666360 1,20E-05
606 G2972 Medicago sativa gi7228329 1,30E-05
606 G2972 Triticum aestivum gi485814 3,50E-05
606 G2972 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29124140 9,50E-05
606 G2972 Brassica rapa gi2058506 0,00024
606 G2972 Pisum sativum gi2129892 0,027
607 G2979 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 49425 2092
608 G2979 Zea mays AY107996 2,00E-68
771/1027
608 G2979 Thellungiella salsuginea BI698460 1,00E-60
608 G2979 Vitis vinifera CB920900 4,00E-45
608 G2979 Helianthus annuus CD853183 2,00E-41
608 G2979 Medicago truncatula BG450549 3,00E-39
608 G2979 Glycine max BM524804 8,00E-38
608 G2979 Lycopersicon esculentum BI924306 8,00E-37
608 G2979 Solanum tuberosum BE920312 7,00E-32
608 G2979 Eschscholzia californica CD478692 9,00E-32
608 G2979 Sorghum bicolor BG273641 5,00E-28
608 G2979 Nicotiana tabacum gi6328415 4,40E-10
608 G2979 Physcomitrella patens gi26190147 1,00E-09
608 G2979 Triticum monococcum gi13619655 3,90E-09
608 G2979 Triticum sp. gi5763821 3,90E-09
608 G2979 Daucus carota gi8977833 5,80E-09
608 G2979 Oryza sativa gi12225043 9,90E-09
608 G2979 Chenopodium rubrum gi11558192 3,00E-08
608 G2979 Populus alba gi27802536 3,10E-08
608 G2979 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32479738 1,10E-07
608 G2979 Thlaspi caerulescens gi22086272 2,90E-07
609 G2981 Glycine max GLYMA-28NOV01- 1318
772/1027
CLUSTER28852_1
609 G2981 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_2 1319
609 G2981 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_4 1320
609 G2981 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_5 1321
609 G2981 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_6 1322
609 G2981 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_8 1323
609 G2981 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_9 1324
609 G2981 Glycine max LIB3242-344- Q1-J1-G7 1325
609 G2981 Glycine max LIB4392-029- R1-K1-C8 1326
609 G2981 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER89637_1 1327
609 G2981 Oryza sativa Os_S104685 1626
609 G2981 Glycine max Gma_S4882455 1683
609 G2981 Zea mays Zm_S11334447 1829
609 G2981 Zea mays Zm_S11524241 1830
609 G2981 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50978 2093
610 G2981 Populus tremula x Populus tremuloides AY307373 1,00E-123
610 G2981 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AY224589 1,00E-106
610 G2981 Zea mays AY108383 1,00E-105
610 G2981 Poncirus trifoliata CD573622 1,00E-96
773/1027
610 G2981 Glycine max BU579005 8,00E-85
610 G2981 Solanum tuberosum BM406319 6,00E-79
610 G2981 Lycopersicon esculentum BG134590 2,00E-76
610 G2981 Pinus taeda BG040894 4,00E-74
610 G2981 Marchantia polymorpha C96290 2,00E-71
610 G2981 Lactuca sativa BU012590 4,00E-66
610 G2981 Populus tremula x Populus tremuloides gi32187097 8,20E-119
610 G2981 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29371983 2,80E-101
610 G2981 Triticum sp. gi11877791 4,10E-47
610 G2981 Triticum monococcum gi13619653 4,10E-47
610 G2981 Populus alba gi27802536 0,0064
610 G2981 Gnetum gnemon gi5019435 0,037
610 G2981 Nicotiana tabacum gi6328415 0,069
610 G2981 Oryza sativa gi12225043 0,071
610 G2981 Physcomitrella patens gi26190147 0,099
610 G2981 Chenopodium rubrum gi11558192 0,15
611 G2982 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_1 1318
611 G2982 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_2 1319
611 G2982 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_4 1320
774/1027
611 G2982 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_5 1321
611 G2982 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_6 1322
611 G2982 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER28852_8 1323
611 G2982 Glycine max LIB3242-344- Q1-J1-G7 1325
611 G2982 Glycine max LIB4392-029- R1-K1-C8 1326
611 G2982 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER89637_1 1327
611 G2982 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 50978 2093
612 G2982 Brassica napus CD813391 1,00E-79
612 G2982 Populus tremula x Populus tremuloides AY307373 2,00E-59
612 G2982 Zea mays AY108383 6,00E-57
612 G2982 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AY224551 2,00E-54
612 G2982 Glycine max BU579005 8,00E-52
612 G2982 Pinus taeda BG040894 3,00E-50
612 G2982 Solanum tuberosum BM406319 2,00E-47
612 G2982 Marchantia polymorpha C96290 3,00E-47
612 G2982 Lycopersicon esculentum BM412584 1,00E-42
612 G2982 Triticum sp. TSP271917 9,00E-40
612 G2982 Populus tremula x Populus gi32187097 1,20E-58
775/1027
tremuloides
612 G2982 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29367654 6,80E-54
612 G2982 Triticum sp. gi11877791 2,00E-40
612 G2982 Triticum monococcum gi13619653 2,00E-40
612 G2982 Daucus carota gi8977833 0,0044
612 G2982 Nicotiana tabacum gi6328415 0,057
612 G2982 Physcomitrella patens gi26190147 0,17
612 G2982 Thlaspi caerulescens gi22086272 0,21
612 G2982 Oryza sativa gi12225043 0,24
612 G2982 Chenopodium rubrum gi11558192 0,25
613 G2983 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER73435_1 1328
613 G2983 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER73435_2 1329
613 G2983 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER73435_3 1330
613 G2983 Oryza sativa OSC101922,C1,p 4,fg 1331
613 G2983 Oryza sativa OSC102287,C1,p 18,fg 1332
613 G2983 Oryza sativa OSC32392,C1,p1 ,fg 1333
613 G2983 Oryza sativa Os_S83060 1627
613 G2983 Glycine max Gma_S4865673 1684
613 G2983 Medicago truncatula Mtr_S5361396 1714
613 G2983 Lycopersicon SGN-UNIGENE- 2094
776/1027
esculentum 49230
614 G2983 Glycine max AX105305 3,00E-57
614 G2983 Medicago truncatula BG588588 2,00E-55
614 G2983 Populus tremula x Populus tremuloides BU828082 8,00E-51
614 G2983 Brassica oleracea BH250068 9,00E-50
614 G2983 Lycopersicon esculentum BG134747 2,00E-48
614 G2983 Beta vulgaris BQ593610 3,00E-47
614 G2983 Lupinus albus CA410814 3,00E-44
614 G2983 Populus balsamifera subesp. trichocarpa x Populus deltoides CA826202 9,00E-36
614 G2983 Zea mays CC347703 1,00E-27
614 G2983 Oryza sativa OSJN00105 3,00E-27
614 G2983 Oryza sativa gi10241438 8,10E-35
614 G2983 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21740884 4,10E-31
614 G2983 Petunia x hybrida gi22087128 3,60E-22
614 G2983 Lycopersicon esculentum gi28070968 5,80E-22
614 G2983 Populus tremula x Populus tremuloides gi3955021 4,50E-10
614 G2983 Narcissus pseudonarcissu gi18419580 3,90E-05
777/1027
s
614 G2983 Ceratopteris richardii gi3868829 0,025
614 G2983 Physcomitrella patens gi7415618 0,079
614 G2983 Helianthus annuus gi349379 0,15
614 G2983 Zinnia elegans gi24417147 0,3
615 G2990 Oryza sativa OSC4898,C1,p6, fg 1334
615 G2990 Zea mays LIB3279-221- Q6-K6-B2 1335
615 G2990 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER42733_1 1336
615 G2990 Oryza sativa Os_S56831 1628
615 G2990 Glycine max Gma_S4897246 1685
615 G2990 Medicago truncatula Mtr_S5341529 1715
615 G2990 Triticum aestivum Ta_S171947 1921
615 G2990 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 49426 2095
615 G2990 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52525 2096
616 G2990 Brassica oleracea BH738007 1,00E-100
616 G2990 Medicago truncatula AC139600 3,00E-84
616 G2990 Flaveria bidentis FBI18580 8,00E-81
616 G2990 Glycine max BF069575 4,00E-59
616 G2990 Solanum tuberosum BE471989 7,00E-56
616 G2990 Flaveria trinervia FTR18577 3,00E-51
778/1027
616 G2990 Populus balsamifera subesp. trichocarpa AI166342 5,00E-45
616 G2990 Vitis vinifera CB970621 7,00E-45
616 G2990 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005152 2,00E-43
616 G2990 Zea mays CC335993 3,00E-42
616 G2990 Flaveria bidentis gi13277220 1,10E-76
616 G2990 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480091 2,10E-38
616 G2990 Flaveria trinervia gi13277216 1,60E-29
616 G2990 Oryza sativa gi5091602 3,00E-28
616 G2990 Lactuca sativa gi29119890 9,00E-20
616 G2990 Bromheadia finlaysoniana gi2108256 4,30E-06
616 G2990 Lycopersicon esculentum gi100214 1,20E-05
616 G2990 Daucus carota gi224556 1,70E-05
616 G2990 Nicotiana alata gi1247388 1,90E-05
616 G2990 Gossypium barbadense gi451544 3,80E-05
617 G2992 Oryza sativa Os_S94181 1629
617 G2992 Zea mays Zm_S11399262 1831
618 G2992 Brassica oleracea BZ087784 3,00E-94
618 G2992 Brassica napus CD817420 4,00E-65
618 G2992 Medicago AC139600 6,00E-51
779/1027
truncatula
618 G2992 Flaveria bidentis FBI18580 6,00E-48
618 G2992 Glycine max BF069575 1,00E-47
618 G2992 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP005152 9,00E-44
618 G2992 Vitis vinifera CB970621 3,00E-43
618 G2992 Flaveria trinervia FTR18577 2,00E-42
618 G2992 Zea mays CC335993 4,00E-42
618 G2992 Helianthus annuus BU022145 8,00E-42
618 G2992 Flaveria bidentis gi13277220 9,50E-52
618 G2992 Flaveria trinervia gi13277216 4,40E-43
618 G2992 Oryza sativa gi5091602 4,40E-40
618 G2992 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480091 4,90E-28
618 G2992 Lactuca sativa gi29119890 3,50E-18
618 G2992 Sorghum bicolor gi671656 0,12
618 G2992 Pisum sativum gi15021756 0,15
618 G2992 Lycopersicon esculentum gi1345538 0,24
618 G2992 Nicotiana tabacum gi119714 0,67
618 G2992 Pinus taeda gi1076237 0,67
620 G2993 Glycine max CA783548 8,00E-56
620 G2993 Oryza sativa (grupo do CNS08CD7 2,00E-51
780/1027
cultivar japonica)
620 G2993 Brassica oleracea BH972041 1,00E-49
620 G2993 Medicago truncatula AC139600 4,00E-46
620 G2993 Lotus corniculatus var. japonicus AP006401 2,00E-45
620 G2993 Flaveria bidentis FBI18579 4,00E-45
620 G2993 Vitis aestivalis CB289369 5,00E-44
620 G2993 Lotus japonicus AP004968 5,00E-44
620 G2993 Zea mays CC613855 1,00E-43
620 G2993 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01010656 1,00E-42
620 G2993 Flaveria bidentis gi13374061 5,60E-43
620 G2993 Oryza sativa gi5091602 1,20E-40
620 G2993 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480091 5,00E-35
620 G2993 Flaveria trinervia gi13277216 2,50E-32
620 G2993 Lactuca sativa gi29119890 3,00E-19
620 G2993 Zea mays gi6016218 0,17
620 G2993 Malus domestica gi1946218 0,28
620 G2993 Pisum sativum gi23504755 0,68
620 G2993 Lycopersicon esculentum gi1418988 0,77
781/1027
620 G2993 Zea mays subesp. mays gi21953540 0,82
622 G2996 Brassica napus CD826370 7,00E-88
622 G2996 Flaveria bidentis FBI18579 3,00E-57
622 G2996 Brassica oleracea BZ009581 1,00E-55
622 G2996 Lotus japonicus AP004968 1,00E-51
622 G2996 Zea mays CC673594 5,00E-51
622 G2996 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK109528 2,00E-49
622 G2996 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01010656 2,00E-49
622 G2996 Glycine max AW508242 4,00E-46
622 G2996 Oryza sativa OSJN00063 7,00E-43
622 G2996 Medicago truncatula AC139600 1,00E-41
622 G2996 Flaveria bidentis gi13374061 1,40E-55
622 G2996 Oryza sativa gi5091602 4,40E-43
622 G2996 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32480091 1,00E-41
622 G2996 Flaveria trinervia gi13277216 9,70E-39
622 G2996 Lactuca sativa gi29119890 8,30E-17
622 G2996 Glycine max gi347455 9,40E-13
622 G2996 Phaseolus vulgaris gi81870 5,70E-12
782/1027
622 G2996 Lycopersicon esculentum gi100215 7,00E-12
622 G2996 Vigna unguiculata gi791150 1,20E-11
622 G2996 Solanum tuberosum gi24745586 1,30E-11
624 G2998 Brassica oleracea BH543781 1,00E-108
624 G2998 Brassica napus CD825397 1,00E-105
624 G2998 Gossypium arboreum BG443964 3,00E-60
624 G2998 Lotus corniculatus var. japonicus AP006401 2,00E-56
624 G2998 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) CNS08CD7 3,00E-48
624 G2998 Glycine max CA783548 2,00E-46
624 G2998 Zea mays CC613855 3,00E-46
624 G2998 Flaveria bidentis FBI18579 4,00E-46
624 G2998 Lotus japonicus AP004968 1,00E-43
624 G2998 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000157 9,00E-42
624 G2998 Oryza sativa gi5091602 3,10E-43
624 G2998 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi19387257 6,40E-42
624 G2998 Flaveria bidentis gi13277218 8,00E-39
624 G2998 Flaveria gi13277216 3,40E-38
783/1027
trinervia
624 G2998 Lactuca sativa gi29119890 2,10E-20
624 G2998 Nicotiana alata gi1247386 0,0026
624 G2998 Sporobolus stapfianus gi6478148 0,0038
624 G2998 Cucumis sativus gi3810890 0,0077
624 G2998 Zea mays gi15321716 0,0086
624 G2998 Chlamydomonas reinhardtii gi16209575 0,009
626 G2999 Brassica oleracea BH686720 4,00E-68
626 G2999 Lotus corniculatus var. japonicus AP006401 2,00E-55
626 G2999 Gossypium arboreum BG443964 1,00E-40
626 G2999 Flaveria bidentis FBI18579 2,00E-39
626 G2999 Glycine max CA783548 2,00E-39
626 G2999 Lotus japonicus AP004968 2,00E-38
626 G2999 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK108246 6,00E-38
626 G2999 Zea mays CC629064 2,00E-37
626 G2999 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01010656 3,00E-36
626 G2999 Brassica napus CD835782 4,00E-36
626 G2999 Flaveria bidentis gi13277220 1,70E-40
626 G2999 Oryza sativa gi19387257 1,10E-34
784/1027
(grupo do cultivar japonica)
626 G2999 Oryza sativa gi5091602 5,10E-33
626 G2999 Flaveria trinervia gi13277216 3,20E-31
626 G2999 Lactuca sativa gi29119890 1,10E-16
626 G2999 Asarum europaeum gi8163936 0,92
626 G2999 Mesembryan them um crystallinum gi3342196 0,98
626 G2999 Nicotiana tabacum gi18448717 0,99
626 G2999 Calycanthus floridus gi8163940 1
628 G3002 Brassica oleracea BZ508225 5,00E-37
628 G3002 Vitis vinifera CB347557 3,00E-25
628 G3002 Glycine max BM886058 4,00E-24
628 G3002 Brassica napus CD818854 1,00E-23
628 G3002 Zea mays CC675142 3,00E-21
628 G3002 Sorghum bicolor AF369906 3,00E-20
628 G3002 Lycopersicon esculentum AW092295 4,00E-19
628 G3002 Lotus corniculatus var. japonicus AP006401 6,00E-19
628 G3002 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK111350 1,00E-18
628 G3002 Oryza sativa 10A19I 1,00E-18
628 G3002 Oryza sativa (grupo do gi28301934 1,30E-25
785/1027
cultivar japonica)
628 G3002 Oryza sativa gi5091602 1,90E-23
628 G3002 Flaveria bidentis gi13277218 2,90E-22
628 G3002 Flaveria trinervia gi13277216 9,90E-14
628 G3002 Lactuca sativa gi29119890 7,40E-09
628 G3002 Picea mariana gi2982264 0,68
628 G3002 Chloroplast Schismus barbatus gi2735522 0,85
628 G3002 Chloroplast Rytidosperma pumilum gi2735530 0,95
628 G3002 Lycopersicon esculentum gi12231300 0,96
628 G3002 Zea mays gi477226 0,98
630 G3003 Glycine max GMA311808 8,00E-83
630 G3003 Helianthus annuus CD849311 7,00E-81
630 G3003 Medicago truncatula CA921097 1,00E-79
630 G3003 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK071104 2,00E-78
630 G3003 Brassica oleracea BH986891 8,00E-78
630 G3003 Gossypium arboreum BQ407338 6,00E-75
630 G3003 Populus tremula x Populus tremuloides BU825617 1,00E-74
630 G3003 Triticum BF293596 4,00E-72
786/1027
turgidum
630 G3003 Eschscholzia californica CD476634 8,00E-72
630 G3003 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004319 2,00E-66
630 G3003 Glycine max gi18376601 9,80E-78
630 G3003 Oryza sativa gi15290024 3,50E-73
630 G3003 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161636 3,50E-73
630 G3003 Lycopersicon esculentum gi15984226 2,90E-23
630 G3003 Solanum tuberosum gi563623 4,80E-16
630 G3003 Zea mays gi3170601 1,00E-11
630 G3003 Fragaria x ananassa gi1362039 0,2
630 G3003 Nicotiana tabacum gi4887016 0,91
630 G3003 Vigna radiata gi11131101 0,97
630 G3003 Betula pendula gi30577628 1
632 G3008 Brassica oleracea BZ501815 1,00E-112
632 G3008 Lotus corniculatus var. japonicus AP006419 1,00E-104
632 G3008 Medicago truncatula AC125389 4,00E-97
632 G3008 Vigna radiata AF467783 2,00E-92
632 G3008 Lotus japonicus AP004499 3,00E-91
632 G3008 Cucumis melo AB063192 2,00E-90
787/1027
632 G3008 Lycopersicon esculentum AF328784 8,00E-90
632 G3008 Nicotiana tabacum AB015855 1,00E-88
632 G3008 Zea mays AX077258 7,00E-86
632 G3008 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009163 3,00E-85
632 G3008 Cucumis melo gi15425735 8,50E-96
632 G3008 Vigna radiata gi18643339 1,20E-94
632 G3008 Nicotiana tabacum gi30016896 1,80E-93
632 G3008 Lycopersicon esculentum gi14280042 9,80E-93
632 G3008 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi17221605 1,30E-90
632 G3008 Dianthus caryophyllus gi7739795 2,30E-87
632 G3008 Zea mays gi13121846 2,70E-82
632 G3008 Fagus sylvatica gi10241607 9,50E-80
632 G3008 Rosa hybrid cultivar gi20378359 1,00E-59
632 G3008 Cicer arietinum gi8894550 9,50E-13
634 G3017 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK109662 1,00E-39
634 G3017 Solanum tuberosum BQ513392 6,00E-37
634 G3017 Glycine max AW349686 3,00E-36
634 G3017 Oryza sativa AAAA01007394 6,00E-32
788/1027
(grupo cultivar indica) do
634 G3017 Oryza sativa AP003983 3,00E-30
634 G3017 Triticum aestivum CA654295 4,00E-29
634 G3017 Brassica oleracea BZ043983 2,00E-26
634 G3017 Zea mays BH779475 6,00E-26
634 G3017 Physcomitrella patens subesp. patens BJ164531 8,00E-18
634 G3017 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU980391 5,00E-14
634 G3017 Oryza sativa gi13486646 3,90E-35
634 G3017 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160648 2,00E-15
634 G3017 Pinus taeda gi6166283 3,60E-07
634 G3017 Tulipa gesneriana gi5923912 4,10E-07
634 G3017 Lycopersicon esculentum gi5669656 1,60E-06
634 G3017 Antirrhinum majus gi166428 3,10E-06
634 G3017 Brassica napus gi11045087 4,10E-06
634 G3017 Petunia hybrida x gi10998404 7,90E-05
634 G3017 Glycine max gi3399777 0,00011
634 G3017 Perilla frutescens gi4519199 0,00035
636 G3021 Brassica napus CD834815 3,00E-67
636 G3021 Brassica BH955481 8,00E-24
789/1027
oleracea
636 G3021 Medicago truncatula AC125475 3,00E-22
636 G3021 Gossypium arboreum BQ411429 9,00E-12
636 G3021 Glycine max CD394118 2,00E-11
636 G3021 Gossypium hirsutum AI727885 2,00E-08
636 G3021 Prunus persica BU043443 5,00E-08
636 G3021 Solanum tuberosum BM110947 6,00E-08
636 G3021 Vitis vinifera CD798414 1,00E-05
636 G3021 Cycas rumphii CB092407 2,00E-05
636 G3021 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20160528 0,00013
636 G3021 Oryza sativa gi15528743 0,0017
636 G3021 Chlamydomonas reinhardtii gi895614 0,82
636 G3021 Pinus taeda gi6166283 0,83
636 G3021 Triticum aestivum gi100802 0,92
636 G3021 Prunus armeniaca gi2677828 1
636 G3021 Hordeum vulgare gi4105117 1
638 G3032 Hordeum vulgare BF256704 6,00E-14
638 G3032 Brassica oleracea BH466839 1,00E-13
638 G3032 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP004872 2,00E-13
790/1027
638 G3032 Chlamydomonas reinhardtii AF309494 4,00E-13
638 G3032 Gossypium arboreum AW726892 9,00E-13
638 G3032 Oryza sativa CA757143 4,00E-12
638 G3032 Sorghum propinquum BZ694881 4,00E-12
638 G3032 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01004665 1,00E-11
638 G3032 Triticum aestivum CA743799 2,00E-11
638 G3032 Zea mays ZMEXTENS 4,00E-11
638 G3032 Chlamydomonas reinhardtii gi12018147 6,50E-16
638 G3032 Zea mays gi1076802 8,30E-12
638 G3032 Glycine max gi99897 1,00E-11
638 G3032 Volvox carteri f. nagariensis gi6523547 2,60E-11
638 G3032 Santalum album gi2429362 1,30E-09
638 G3032 Nicotiana tabacum gi119714 4,70E-09
638 G3032 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488576 2,70E-08
638 G3032 Oryza sativa gi12083527 3,00E-08
638 G3032 Nicotiana alata gi2653671 3,40E-08
638 G3032 Zea diploperennis gi228938 4,70E-08
640 G3044 Lotus corniculatus var. japonicus CB828026 6,00E-45
791/1027
640 G3044 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK103853 7,00E-44
640 G3044 Avicennia marina BM497415 3,00E-42
640 G3044 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA015610 3,00E-42
640 G3044 Medicago truncatula BG644829 5,00E-42
640 G3044 Triticum aestivum BJ267378 1,00E-41
640 G3044 Hordeum vulgare BE455695 7,00E-41
640 G3044 Glycine max BU765737 3,00E-40
640 G3044 Triticum monococcum BF200249 4,00E-40
640 G3044 Solanum tuberosum BG887287 7,00E-40
640 G3044 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20804997 4,20E-45
640 G3044 Oryza sativa gi11862964 1,00E-41
640 G3044 Tulipa gesneriana gi5923912 2,30E-37
640 G3044 Pinus taeda gi6166283 1,80E-11
640 G3044 Gossypium hirsutum gi13346180 4,60E-05
640 G3044 Oryza rufipogon gi1086538 8,60E-05
640 G3044 Phyllostachys acuta gi527661 0,00022
640 G3044 Lycopersicon gi6175252 0,00027
792/1027
esculentum
640 G3044 Glycine max gi3399777 0,00039
640 G3044 Sorghum bicolor gi527665 0,00052
642 G3054 Brassica oleracea BZ041399 3,00E-37
642 G3054 Brassica napus CD836802 3,00E-36
642 G3054 Brassica rapa subesp. pekinensis BQ791259 4,00E-36
642 G3054 Oryza sativa AP004635 9,00E-25
642 G3054 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000844 9,00E-25
642 G3054 Triticum aestivum CD861617 6,00E-24
642 G3054 Lycopersicon esculentum AW930486 1,00E-22
642 G3054 Trifolium purpureum BU576932 1,00E-20
642 G3054 Lotus japonicus BI417981 2,00E-20
642 G3054 Triticum monococcum BQ801216 3,00E-20
642 G3054 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29467558 6,40E-20
642 G3054 Pisum sativum gi14018368 2,50E-15
642 G3054 Oryza sativa gi5441893 2,20E-10
642 G3054 Pinus pinaster gi18129298 3,60E-05
642 G3054 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi3153151 0,63
793/1027
642 G3054 Hordeum vulgare gi7443232 0,63
643 G3055 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER35081_1 1337
643 G3055 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER35081_2 1338
643 G3055 Oryza sativa LIB4831-032- R1-N1-E4 1339
643 G3055 Oryza sativa ORYSA-22JAN02- CLUSTER3268_1 1340
643 G3055 Zea mays 701166667H1 1341
643 G3055 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER22810_1 1342
643 G3055 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER22810_2 1343
643 G3055 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER22810_3 1344
643 G3055 Zea mays ZEAMA-08NOV01- CLUSTER22810_4 1345
643 G3055 Glycine max Gma_S5098126 1686
643 G3055 Zea mays Zm_S11417368 1832
643 G3055 Triticum aestivum Ta_S159757 1922
643 G3055 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-330143 2097
644 G3055 Brassica oleracea BZ078892 2,00E-95
644 G3055 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000844 1,00E-80
644 G3055 Oryza sativa AP004635 1,00E-80
644 G3055 Triticum monococcum BQ801216 1,00E-71
644 G3055 Brassica napus CD836802 2,00E-71
794/1027
644 G3055 Sorghum bicolor BE593461 2,00E-67
644 G3055 Brassica rapa subesp. pekinensis BQ791259 8,00E-64
644 G3055 Lycopersicon esculentum AW930486 3,00E-58
644 G3055 Hordeum vulgare subesp. vulgare BU971385 1,00E-57
644 G3055 Zea mays CC372422 3,00E-56
644 G3055 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29467558 1,80E-99
644 G3055 Pisum sativum gi14018368 2,50E-32
644 G3055 Oryza sativa gi5441893 2,30E-10
644 G3055 Citrus unshiu gi7024449 1,10E-08
644 G3055 Zea mays gi22293 1,30E-08
644 G3055 Sorghum bicolor gi21623 3,70E-08
644 G3055 Cicer arietinum gi21068672 1,30E-07
644 G3055 Hordeum vulgare gi1229138 5,70E-07
644 G3055 Lycopersicon esculentum gi1166450 8,50E-07
644 G3055 Nicotiana tabacum gi395147 1,50E-06
646 G3059 Vitis vinifera CB349575 7,00E-59
646 G3059 Brassica oleracea BH714891 1,00E-55
646 G3059 Oryza sativa (grupo do cultivar AK108658 6,00E-50
795/1027
japonica)
646 G3059 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001811 2,00E-45
646 G3059 Oryza sativa AC098571 2,00E-45
646 G3059 Zea mays CC169635 1,00E-38
646 G3059 Hordeum vulgare subesp. vulgare BI958345 1,00E-36
646 G3059 Populus balsamifera subesp. Trichocarpa AI166416 2,00E-21
646 G3059 Sorghum bicolor CF073535 6,00E-19
646 G3059 Medicago truncatula AW329637 1,00E-12
646 G3059 Oryza sativa gi13603429 8,50E-53
646 G3059 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi29467558 2,70E-08
646 G3059 Spinacia oleracea gi2815305 3,40E-06
646 G3059 Pisum sativum gi31580864 0,00044
646 G3059 Pinus pinaster gi18129298 0,0015
646 G3059 Petroselinum crispum gi1169081 0,016
646 G3059 Hordeum vulgare gi1418972 0,027
646 G3059 Nicotiana tabacum gi1076624 0,047
646 G3059 Triticum sp. gi100838 0,074
646 G3059 Triticum gi1199790 0,074
796/1027
aestivum
648 G3060 Brassica oleracea BH549078 2,00E-88
648 G3060 Brassica napus CD822240 2,00E-76
648 G3060 Zea mays AY104443 2,00E-62
648 G3060 Lotus corniculatus var. japonicus AP006377 9,00E-60
648 G3060 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01009959 5,00E-53
648 G3060 Oryza sativa AP000367 5,00E-53
648 G3060 Solanum tuberosum BQ505464 5,00E-52
648 G3060 Glycine max AW348431 3,00E-49
648 G3060 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AP003609 3,00E-48
648 G3060 Triticum aestivum BF472969 2,00E-47
648 G3060 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32488659 5,10E-49
648 G3060 Oryza sativa gi5441893 2,30E-46
648 G3060 Pisum sativum gi14018368 7,40E-10
648 G3060 Pinus pinaster gi18129298 2,90E-07
648 G3060 Lycopersicon esculentum gi1345534 0,00084
648 G3060 Gossypium hirsutum gi126075 0,11
648 G3060 Zea mays gi22293 0,11
648 G3060 Petunia x hybrida gi121627 0,14
797/1027
648 G3060 Petunia sp. gi225181 0,14
648 G3060 Phaseolus vulgaris gi121632 0,28
650 G3061 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK072128 2,00E-85
650 G3061 Prunus persica BU039744 4,00E-84
650 G3061 Lycopersicon esculentum BE459738 8,00E-84
650 G3061 Solanum tuberosum BG590535 2,00E-82
650 G3061 Zea mays AX658844 6,00E-82
650 G3061 Triticum aestivum CD912590 3,00E-81
650 G3061 Robinia pseudoacacia BI677739 7,00E-81
650 G3061 Capsicum annuum BM063853 2,00E-79
650 G3061 Brassica oleracea BZ520039 2,00E-79
650 G3061 Medicago truncatula BG645203 3,00E-79
650 G3061 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21741797 8,90E-80
650 G3061 Solanum tuberosum gi563623 1,90E-79
650 G3061 Oryza sativa gi10934090 6,10E-77
650 G3061 Lycopersicon esculentum gi9858780 1,70E-74
650 G3061 Zea mays gi3170601 1,20E-71
650 G3061 Glycine max gi18376601 2,30E-19
650 G3061 Triticum gi485814 0,67
798/1027
aestivum
650 G3061 Petunia x hybrida gi2346986 0,95
650 G3061 Tsuga canadensis gi4530513 1
651 G3067 Medicago truncatula Mtr_S5406390 1716
651 G3067 Medicago truncatula Mtr_S7093057 1717
651 G3067 Zea mays Zm_S11388015 1833
651 G3067 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 56587 2098
651 G3067 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-360212 2099
652 G3067 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK104311 1,00E-127
652 G3067 Oryza sativa AP003766 1,00E-105
652 G3067 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01011671 1,00E-102
652 G3067 Medicago truncatula AC144502 2,00E-92
652 G3067 Lactuca sativa BQ849595 5,00E-86
652 G3067 Zea mays CC705079 2,00E-78
652 G3067 Glycine max BG352898 3,00E-76
652 G3067 Brassica oleracea BZ503751 1,00E-71
652 G3067 Hedyotis centranthoides CB087520 2,00E-71
652 G3067 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA030376 4,00E-69
799/1027
652 G3067 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20804915 2,70E-122
652 G3067 Oryza sativa gi5777616 3,60E-56
652 G3067 Nicotiana tabacum gi27529852 0,55
652 G3067 Petunia x hybrida gi20563 0,72
652 G3067 Lycopersicon esculentum gi122003 0,82
652 G3067 Chloroplast Phaseolus vulgaris gi21309725 1
652 G3067 Glycine max gi2129831 1
653 G3070 Triticum aestivum Ta_S122753 1923
654 G3070 Brassica oleracea BH986969 2,00E-72
654 G3070 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK104311 6,00E-50
654 G3070 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA030376 2,00E-42
654 G3070 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01000203 4,00E-42
654 G3070 Oryza sativa AP003406 4,00E-42
654 G3070 Zea mays CC705079 1,00E-40
654 G3070 Medicago truncatula AC144502 9,00E-40
654 G3070 Lactuca sativa BQ849595 4,00E-38
800/1027
654 G3070 Hedyotis centranthoides CB087520 7,00E-37
654 G3070 Glycine max BG352898 7,00E-35
654 G3070 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20804915 7,50E-58
654 G3070 Oryza sativa gi5777616 1,50E-24
654 G3070 Zea mays gi1504058 0,88
654 G3070 Chlorella vulgaris gi2224518 0,97
654 G3070 Chloroplast Chlorella vulgaris gi7520715 0,97
654 G3070 Medicago sativa gi913595 1
654 G3070 Brassica napus gi2809204 1
655 G3076 Oryza sativa Os_S95874 1630
655 G3076 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- 52322 2100
656 G3076 Brassica oleracea BH458827 1,00E-59
656 G3076 Lycopersicon esculentum AI489100 3,00E-52
656 G3076 Theobroma cacao CA796492 6,00E-31
656 G3076 Nicotiana glauca X Nicotiana langsdorffii TOBTID3 3,00E-25
656 G3076 Populus tremula x Populus tremuloides BU866131 3,00E-21
656 G3076 Medicago truncatula BQ123004 4,00E-20
801/1027
656 G3076 Zea mays CC633595 8,00E-18
656 G3076 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK106334 1,00E-17
656 G3076 Oryza sativa AP003567 4,00E-17
656 G3076 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01001312 4,00E-17
656 G3076 Oryza sativa gi15408613 1,10E-19
656 G3076 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi21104797 1,10E-19
656 G3076 Lycopersi con esculentum gi4959970 4,30E-13
656 G3076 Triticum aestivum gi100809 2,70E-12
656 G3076 Solanum tuberosum gi13195751 6,90E-12
656 G3076 Zea mays gi297020 8,80E-12
656 G3076 Nicotiana glauca X Nicotiana l angsdorffii gi688423 1,00E-11
656 G3076 Phaseolus vulgaris gi15148924 1,40E-10
656 G3076 Nicotiana tabacum gi12230709 1,10E-09
656 G3076 Glycine max gi7488719 1,40E-08
657 G3083 Oryza sativa LIB3434-065- P1-K1-B5 1346
657 G3083 Oryza sativa Os_S54214 1631
657 G3083 Glycine max Gma_S4880456 1687
657 G3083 Hordeum Hv_S60182 1753
802/1027
vulgare
657 G3083 Triticum aestivum Ta_S179586 1924
657 G3083 Lycopersicon esculentum SGN-UNIGENE- SINGLET-306367 2101
658 G3083 Medicago truncatula BQ123004 9,00E-65
658 G3083 Arachis hypogaea CD038559 3,00E-58
658 G3083 Glycine max BE657440 7,00E-51
658 G3083 Theobroma cacao CA794948 2,00E-48
658 G3083 Phaseolus coccineus CA899019 8,00E-47
658 G3083 Brassica oleracea BZ028606 3,00E-42
658 G3083 Brassica napus CD823868 3,00E-42
658 G3083 Populus tremula x Populus tremuloides BU866131 5,00E-36
658 G3083 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) AAAA01006352 2,00E-32
658 G3083 Nicotiana glauca X Nicotiana langsdorffii TOBTID3 1,00E-31
658 G3083 Nicotiana glauca X Nicotiana langsdorffii gi688423 8,80E-36
658 G3083 Oryza sativa gi8570052 1,30E-29
658 G3083 Lycopersicon esculentum gi4959970 3,10E-17
658 G3083 Nicotiana gi12230709 7,50E-16
803/1027
tabacum
658 G3083 Triticum aestivum gi100809 1,60E-15
658 G3083 Solanum tuberosum gi13195751 3,00E-14
658 G3083 Zea mays gi297020 6,00E-14
658 G3083 Phaseolus vulgaris gi15148926 1,90E-13
658 G3083 Nicotiana sp. gi19680 7,30E-13
658 G3083 Glycine max gi7488719 5,10E-11
660 G3084 Brassica napus CD819850 8,00E-16
660 G3084 Prunus persica BU043737 2,00E-15
660 G3084 Oryza sativa BI118786 4,00E-15
660 G3084 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK104501 8,00E-15
660 G3084 Hordeum vulgare subesp. vulgare AV933892 1,00E-14
660 G3084 Oryza minuta CB214244 2,00E-14
660 G3084 Hordeum vulgare BI954130 2,00E-14
660 G3084 Beta vulgaris BQ592350 7,00E-14
660 G3084 Ipomoea nil BJ566577 2,00E-13
660 G3084 Populus tremula x Populus tremuloides PTR306828 4,00E-13
660 G3084 Populus tremula x Populus tremuloides gi20269057 3,10E-14
660 G3084 Glycine max gi114733 1,30E-13
804/1027
660 G3084 Vigna radiata gi287566 1,60E-13
660 G3084 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) gi30962267 2,10E-13
660 G3084 Oryza sativa gi17154533 3,30E-13
660 G3084 Pisum sativum gi1352058 1,10E-12
660 G3084 Gossypium hirsutum gi22531416 6,20E-12
660 G3084 Pinus pinaster gi17976835 7,70E-12
660 G3084 Pinus taeda gi32396295 7,70E-12
660 G3084 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31126760 1,30E-11
661 G3086 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER427_57 1347
661 G3086 Glycine max GLYMA-28NOV01- CLUSTER427_63 1348
661 G3086 Glycine max Gma_S4882467 1688
661 G3086 Glycine max Gma_S4911216 1689
662 G3086 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK100106 2,00E-42
662 G3086 Ipomoea nil BJ575230 2,00E-39
662 G3086 Medicago truncatula CA920438 4,00E-38
662 G3086 Glycine max BU550331 2,00E-37
662 G3086 Lycopersicon esculentum AW037896 2,00E-36
662 G3086 Brassica oleracea BH718970 2,00E-36
662 G3086 Solanum tuberosum BQ113088 2,00E-36
805/1027
662 G3086 Hordeum vulgare subesp. vulgare CA014136 1,00E-35
662 G3086 Oryza sativa (grupo do cultivar indica) CB634806 2,00E-35
662 G3086 Zea mays CA831862 2,00E-35
662 G3086 Pinus taeda gi6166283 4,50E-42
662 G3086 Oryza sativa gi19401700 2,10E-36
662 G3086 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi20161021 1,60E-29
662 G3086 Tulipa gesneriana gi5923912 1,80E-10
662 G3086 Mesembryanthem um crystallinum gi4206118 6,00E-05
662 G3086 Glycine max gi3399777 0,00017
662 G3086 Brassica napus gi27650307 0,00025
662 G3086 Gossypium hirsutum gi13346182 0,00055
662 G3086 Pennisetum glaucum gi527657 0,0017
662 G3086 Perilla frutescens gi4519199 0,0029
664 G3091 Gossypium hirsutum CD486670 2,00E-93
664 G3091 Medicago truncatula CB894060 8,00E-90
664 G3091 Solanum tuberosum BM112649 1,00E-85
664 G3091 Lupinus albus CA411473 1,00E-85
664 G3091 Vitis vinifera CB004487 2,00E-85
806/1027
664 G3091 Glycine max BQ473916 1,00E-83
664 G3091 Prunus persica BU041659 2,00E-82
664 G3091 Prunus dulcis BU574304 4,00E-82
664 G3091 Lactuca sativa BQ871960 5,00E-82
664 G3091 Lycopersicon esculentum AW220091 7,00E-81
664 G3091 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489345 1,00E-66
664 G3091 Oryza sativa gi12643058 6,00E-62
664 G3091 Pisum sativum gi16117799 9,70E-33
666 G3094 Glycine max BI969147 2,00E-60
666 G3094 Hordeum vulgare subesp. vulgare BQ765415 2,00E-54
666 G3094 Pinus pinaster BX254443 3,00E-54
666 G3094 Pinus taeda AW011103 3,00E-50
666 G3094 Pisum sativum AB045222 7,00E-46
666 G3094 Lactuca sativa BQ875949 7,00E-46
666 G3094 Populus tremula x Populus tremuloides BU830426 2,00E-45
666 G3094 Triticum aestivum BJ270124 4,00E-45
666 G3094 Ipomoea nil BJ563336 2,00E-44
666 G3094 Sorghum propinquum BF481787 1,00E-43
666 G3094 Pisum sativum gi16117799 8,40E-49
666 G3094 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489345 2,00E-29
807/1027
666 G3094 Oryza sativa gi12643058 1,00E-27
666 G3094 Welwitschia mirabilis gi17402656 1
666 G3094 Chlorella vulgaris gi2224452 1
666 G3094 Gnetum africanum gi29648802 1
666 G3094 Pelargonium mollicomum gi9621935 1
668 G3095 Populus tremula x Populus tremuloides BU812421 2,00E-89
668 G3095 Populus tremula BU889637 2,00E-78
668 G3095 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) AK067251 1,00E-64
668 G3095 Vitis vinifera CA818053 3,00E-62
668 G3095 Populus balsamifera subesp. trichocarpa BU870747 3,00E-60
668 G3095 Gossypium arboreum BG443078 3,00E-57
668 G3095 Medicago truncatula BQ123285 6,00E-57
668 G3095 Cryptomeria japonica BP176029 7,00E-57
668 G3095 Glycine max CA800006 2,00E-56
668 G3095 Oryza sativa AX653892 4,00E-56
668 G3095 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi32489345 1,60E-57
808/1027
668 G3095 Oryza sativa gi12643058 1,10E-50
668 G3095 Pisum sativum gi16117799 3,70E-30
668 G3095 Picea mariana gi2996158 0,97
668 G3095 Ipomoea nil gi1064830 1
670 G3111 Brassica oleracea BH673411 6,00E-80
670 G3111 Medicago truncatula AC126786 1,00E-58
670 G3111 Glycine max BU762572 8,00E-56
670 G3111 Lycopersicon esculentum AW443687 1,00E-55
670 G3111 Lotus japonicus BI418846 3,00E-54
670 G3111 Vitis vinifera CB919606 3,00E-52
670 G3111 Solanum tuberosum BI175970 1,00E-48
670 G3111 Mesembryanthem um crystallinum BE033932 2,00E-48
670 G3111 Lupinus albus CA411115 3,00E-46
670 G3111 Stevia rebaudiana BG522187 5,00E-42
670 G3111 Oryza sativa gi12039329 1,40E-35
670 G3111 Oryza sativa (grupo do cultivar japonica) gi31433314 1,40E-35
670 G3111 Hordeum vulgare gi2894379 7,20E-34
670 G3111 Cucumis melo gi17016985 7,10E-27
670 G3111 Zea mays gi18092342 6,30E-19
670 G3111 Nicotiana tabacum gi12003386 3,60E-16
809/1027
670 G3111 Hordeum vulgare subesp. vulgare gi20152976 1,40E-14
670 G3111 Medicago sativa gi23451086 2,00E-14
670 G3111 Glycine max gi22597166 3,80E-12
670 G3111 Pisum sativum gi4240031 1,60E-08
[0403] A Tabela 8 lista as sequências descobertas como sendo parálogas dos fatores de transcrição da presente invenção. Os títulos das colunas incluem, da esquerda para a direita, a SEQ ID No: de Arabidopsis; os números que correspondem à Gene ID (GID) de
Arabidopsis; os números de GID dos parálogos descobertos em uma busca no banco de dados; e as SEQ ID N-: atribuídas aos parálogos.
Tabela 8. Genes de Fatores de Transcrição e Parálogos de Arabidopsis
Fator de Transcrição de Arabidopsis SEQ ID No: FT de Arabidopsis GID N Parálogo GID No. Nucleotídeo Parálogo SEQ ID No:
3 G12 G1379 1441
G2 4 1349
7 G3 0 G1791 1461
G1792 1463
G1795 1465
810/1027
Fator de Transcrição de Arabidopsis SEQ ID No: FT de Arabidopsis GID N Parálogo GID No. Nucleotídeo Parálogo SEQ ID No:
9 G46 G1004 1425
G1419 1447
G29 1351
G43 1355
11 G47 G2133 1495
39 G148 G142 33
43 G153 G152 1365
G1760 1459
G860 1419
45 G155 G131 15
G135 21
79 G355 G1994 1491
83 G370 G1995 1493
G2826 1531
G2838 1535
G361 1383
G362 1385
97 G438 G1548 1453
G390 1389
G391 1391
G392 1393
105 G485 G1364 1439
811/1027
Fator de Transcrição de Arabidopsis SEQ ID No: FT de Arabidopsis GID N Parálogo GID No. Nucleotídeo Parálogo SEQ ID No:
G2345 1501
G481 1395
G482 1397
121 G627 G149 1363
125 G651 G1914 1481
G1973 1485
127 G652 G1335 1435
141 G807 G810 1417
145 G839 G1196 1429
153 G916 G18 4 1369
G186 1371
155 G926 G2632 1517
159 G961 G2535 1507
G957 157
161 G975 G1387 1443
G2583 1515
163 G1011 G154 1367
171 G1037 G722 1409
812/1027
Fator de Transcrição de Arabidopsis SEQ ID No: FT de Arabidopsis GID N Parálogo GID No. Nucleotídeo Parálogo SEQ ID No:
181 G1128 G1399 1445
185 G1142 G2659 1521
189 G1206 G1207 1431
199 G1313 G1325 1433
207 G1357 G1452 1451
G512 1401
215 G1412 G759 1413
G773 1415
223 G1451 G990 1423
225 G1452 G1357 1437
G512 1401
233 G1482 G1888 1477
277 G1792 G1791 1461
G1795 1465
G3 0 7
281 G1797 G1798 283
283 G1798 G1797 281
287 G1816 G225 1375
813/1027
Fator de Transcrição de Arabidopsis SEQ ID No: FT de Arabidopsis GID N Parálogo GID No. Nucleotídeo Parálogo SEQ ID No:
G226 1377
G2718 507
G682 1407
297 G1840 G1749 1457
G1839 1473
303 G1863 G2334 1499
305 G1893 G1976 1489
G3062 1555
311 G1928 G2664 1523
333 G1995 G2826 1531
G2838 555
G361 1383
G362 1385
G370 1387
341 G2041 G2882 1537
371 G2207 G2199 1497
393 G2334 G1863 303
407 G2432 G736 1411
417 G2457 G2459 1505
814/1027
Fator de Transcrição de Arabidopsis SEQ ID No: FT de Arabidopsis GID N Parálogo GID No. Nucleotídeo Parálogo SEQ ID No:
419 G2459 G2457 417
425 G2505 G2635 1519
431 G2536 G511 1399
435 G2550 G2546 1509
441 G2567 G1017 167
483 G2650 G617 1405
505 G2717 G2 0 4 1373
G2709 1525
507 G2718 G1816 287
G225 1375
G226 1377
G682 1407
511 G2741 G1435 1449
525 G2768 G6 0 0 117
529 G2776 G1652 1455
545 G2826 G1995 333
G2838 555
G361 1383
G362 1385
815/1027
Fator de Transcrição de Arabidopsis SEQ ID No: FT de Arabidopsis GID N Parálogo GID No. Nucleotídeo Parálogo SEQ ID No:
G370 1387
547 G2830 G2562 1511
G2563 1513
G2828 1533
555 G2838 G1995 333
G2826 545
G361 1383
G362 1385
G370 1387
557 G2839 G1889 1479
G1974 1487
G353 1379
G354 1381
567 G2854 G1940 1483
569 G2859 G2779 533
571 G2865 G2934 595
593 G2933 G2928 1539
G2932 1541
607 G2979 G2980 1547
609 G2981 G2982 1551
816/1027
Fator de Transcrição de Arabidopsis SEQ ID No: FT de Arabidopsis GID N Parálogo GID No. Nucleotídeo Parálogo SEQ ID No:
611 G2982 G2981 1549
615 G2990 G2989 1553
651 G3067 G2966 1545
[0404] A Tabela 9 lista o número de identificação do gene (GID) e as relações entre os homólogos (encontrados utilizando análises de acordo com o Exemplo IX) e variações de sequências da Listagem de Sequências.
Tabela 9. Relações de similaridade encontradas dentro da Listagem de Sequências
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
671 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
672 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
673 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
674 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
675 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
676 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
677 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é
817/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G12
678 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
679 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
680 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
681 PRT Oryza sativa Ortóloga a G12
682 PRT Oryza sativa Ortóloga a G12
683 PRT Oryza sativa Ortóloga a G12
684 DNA Zea mays A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
685 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G30, G1792
686 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G30, G1792
687 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G30, G1792
688 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G30, G1792
689 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G30, G1792
690 PRT Oryza sativa Ortóloga a G30, G1792
691 DNA Zea mays A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G30, G1792
692 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é
818/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G46
693 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G46
694 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G46
695 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G46
696 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G46
697 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G46
698 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G46
699 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G46
700 PRT Oryza sativa Ortóloga a G46
701 DNA Zea mays A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G46
702 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G47
703 PRT Oryza sativa Ortóloga a G47
704 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G148
705 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G148
706 DNA Oryza sativa A sequência de
819/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
707 PRT Oryza sativa Ortóloga a G148
708 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
709 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
710 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
711 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
712 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
713 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
714 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
715 PRT Oryza sativa Ortóloga a G153
716 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
820/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
717 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
718 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
719 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
720 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
721 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
722 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
723 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
724 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
725 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
726 DNA Glycine max A sequência de
821/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
727 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
728 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
729 PRT Oryza sativa Ortóloga a G155
730 PRT Oryza sativa Ortóloga a G155
731 PRT Oryza sativa Ortóloga a G155
732 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
733 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
734 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
735 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
736 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
737 DNA Zea mays A sequência de
822/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
738 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
739 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
740 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
741 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
742 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
743 PRT Oryza sativa Ortóloga a G200
744 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
745 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
746 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
747 DNA Glycine max A sequência de
823/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
748 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
749 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
750 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
751 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
752 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
753 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
754 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
755 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
824/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
G2826, G2838
756 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
757 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
758 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G37 0, G2826
759 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
760 PRT Oryza sativa Ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
761 PRT Oryza sativa Ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
762 PRT Oryza sativa Ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
763 PRT Oryza sativa Ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
764 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
825/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
765 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
766 PRT Oryza sativa Ortóloga a G372
767 PRT Oryza sativa Ortóloga a G372
768 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
769 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
770 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
771 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
772 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
773 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
774 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
775 DNA Glycine max A sequência de
826/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é ortóloga a G438
776 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G438
777 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G438
778 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G438
779 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G438
780 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G438
781 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G438
782 PRT Oryza sativa Ortóloga a G438
783 PRT Oryza sativa Ortóloga a G438
784 PRT Oryza sativa Ortóloga a G438
785 PRT Oryza sativa Ortóloga a G438
786 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G438
827/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
787 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
788 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
789 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
790 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
791 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
792 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
793 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
794 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
795 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
796 DNA Zea mays A sequência de
828/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
797 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
798 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
799 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
800 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
801 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
802 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
803 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
804 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
805 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
829/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G485
806 DNA Glycine max A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G485
807 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485
808 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485
809 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485
810 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485
811 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485
812 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G485
813 DNA Zea mays A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G485
814 DNA Zea mays A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G485
815 DNA Zea mays A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G485
816 DNA Zea mays A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G485
817 DNA Zea mays A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G485
830/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
818 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
819 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
820 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
821 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
822 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G627
823 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G627
824 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G627
825 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
826 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
827 DNA Glycine max A sequência de
831/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
828 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
829 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
830 PRT Oryza sativa Ortóloga a G651
831 PRT Oryza sativa Ortóloga a G651
832 PRT Oryza sativa Ortóloga a G651
833 PRT Oryza sativa Ortóloga a G651
834 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
835 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
836 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
837 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
838 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
832/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
839 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
840 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
841 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
842 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
843 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
844 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
845 PRT Oryza sativa Ortóloga a G652
846 PRT Oryza sativa Ortóloga a G652
847 PRT Oryza sativa Ortóloga a G652
848 PRT Oryza sativa Ortóloga a G652
849 PRT Oryza sativa Ortóloga a G652
850 PRT Oryza sativa Ortóloga a G652
851 PRT Oryza sativa Ortóloga a G652
852 PRT Oryza sativa Ortóloga a G652
853 DNA Oryza sativa A sequência de
833/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
854 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
855 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
856 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
857 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
858 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
859 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
860 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
861 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
862 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
834/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G807
863 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
864 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
865 PRT Oryza sativa Ortóloga a G807
866 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
867 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
868 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
869 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
870 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
871 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
872 PRT Oryza sativa Ortóloga a G839
835/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
873 PRT Oryza sativa Ortóloga a G839
874 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
875 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
876 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
877 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
878 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
879 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
880 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
881 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
882 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
836/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
883 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
884 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
885 PRT Oryza sativa Ortóloga a G916
886 PRT Oryza sativa Ortóloga a G916
887 PRT Oryza sativa Ortóloga a G916
888 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
889 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
890 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
891 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
892 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
893 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
837/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
894 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
895 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G961
896 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G961
897 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G961
898 PRT Oryza sativa Ortóloga a G961
899 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G961
900 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G961
901 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G961
902 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
903 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
838/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
904 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
905 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
906 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
907 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
908 PRT Oryza sativa Ortóloga a G975
909 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
910 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
911 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
912 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
913 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
839/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
914 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
915 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
916 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
917 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
918 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
919 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1011
920 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
921 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
922 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
923 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
840/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
924 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
925 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1013
926 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
927 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
928 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
929 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
930 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
931 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
932 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1037
933 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1037
934 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1037
935 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1037
936 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1037
841/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
937 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1037
938 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
939 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
940 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
941 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
942 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1128
943 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1128
944 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1142
945 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1142
946 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1142
947 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
842/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1142
948 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
949 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
950 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
951 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
952 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
953 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
954 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
955 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
956 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1206
957 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1206
843/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
958 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1206
959 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1206
960 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
961 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
962 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
963 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
964 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
965 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
966 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
967 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
968 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
844/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1274
969 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1274
970 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1274
971 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1274
972 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1274
973 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1274
974 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1274
975 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1274
976 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1313
977 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1313
978 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1313
979 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1313
980 DNA Zea mays A sequência de
845/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1313
981 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1313
982 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1357, G1452
983 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
984 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
985 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
986 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
987 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
988 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
989 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
846/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1412
990 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
991 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
992 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1420
993 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1420
994 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1420
995 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1420
996 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
997 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
998 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
847/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
999 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1000 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1001 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1451
1002 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1451
1003 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1451
1004 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1451
1005 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1006 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1007 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1008 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1009 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1010 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1468
1011 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1468
848/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1012 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1468
1013 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1476
1014 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1015 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1016 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1017 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1018 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1019 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1020 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1021 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1022 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
849/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1482
1023 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1482
1024 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1482
1025 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1026 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1027 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1028 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1029 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1030 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1031 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1510
1032 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1510
1033 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
850/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1539
1034 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1539
1035 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1557
1036 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1037 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1038 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1039 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1040 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1660
1041 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1660
1042 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1660
1043 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1044 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
851/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
ortóloga a G1660
1045 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1046 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1047 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1048 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1730
1049 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1753
1050 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1753
1051 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1779
1052 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1779
1053 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1779
1054 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1779
852/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1055 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1779
1056 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1796
1057 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1058 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1059 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1060 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1061 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1062 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816
1063 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1064 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1816, G2718
853/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1065 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1816, G2718
1066 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1067 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1068 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1069 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1070 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1071 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1072 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1073 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1074 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1893
1075 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1893
854/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1076 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1893
1077 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1893
1078 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1893
1079 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1893
1080 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1081 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1082 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
1083 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
1084 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
1085 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
1086 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1928
1087 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1928
1088 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
855/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1089 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
1090 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1968
1091 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1968
1092 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1968
1093 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1968
1094 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1095 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1096 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1097 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1985
1098 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1988
1099 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
856/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
ortóloga a G1988
1100 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1988
1101 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1988
1102 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1988
1103 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1988
1104 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1988
1105 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2041
1106 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2041
1107 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2041
1108 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2085
857/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1109 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2085
1110 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2085
1111 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2085
1112 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2085
1113 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2085
1114 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2109
1115 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2109
1116 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1117 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1118 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
858/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1119 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1120 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1121 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1122 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1123 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1124 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1125 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2239
1126 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2239
1127 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2239
1128 DNA Glycine max A sequência de
859/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2239
1129 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2239
1130 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2239
1131 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2239
1132 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2239
1133 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2239
1134 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2239
1135 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2239
1136 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2239
1137 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2317
1138 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2317
1139 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2319
860/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1140 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2319
1141 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2319
1142 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2319
1143 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2432
1144 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2432
1145 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2432
1146 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2453
1147 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457, G2459
1148 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457, G2459
1149 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457, G2459
861/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1150 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2457, G2459
1151 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2457, G2459
1152 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2457, G2459
1153 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457, G2459
1154 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457
1155 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457
1156 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457
1157 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457
1158 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2459
1159 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2459
1160 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2459
862/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1161 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2505
1162 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2505
1163 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
1164 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
1165 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
1166 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
1167 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
1168 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
1169 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
1170 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2536
863/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1171 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2536
1172 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
1173 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2550
1174 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2550
1175 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2550
1176 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1177 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1178 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1179 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1180 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
864/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1181 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1182 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1183 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1184 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2567
1185 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2567
1186 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2567
1187 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1188 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1189 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1190 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1191 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
865/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1192 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2571
1193 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2571
1194 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2571
1195 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2579
1196 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2579
1197 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2585
1198 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2585
1199 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2585
1200 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2617
1201 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
1202 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2650
1203 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
1204 DNA Zea mays A sequência de
866/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
1205 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
1206 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
1207 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
1208 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2661
1209 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1210 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1211 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1212 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1213 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1214 DNA Glycine max A sequência de
867/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1215 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1216 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1217 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1218 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1219 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2717
1220 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2717
1221 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2717
1222 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1223 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1224 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1225 DNA Zea mays A sequência de
868/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1226 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1227 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1228 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2723
1229 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
1230 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
1231 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
1232 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2741
1233 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2741
1234 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
1235 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
869/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1236 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
1237 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1238 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1239 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1240 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1241 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2754
1242 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1243 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1244 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1245 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
870/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1246 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1247 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1248 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1249 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1250 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1251 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1252 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2768
1253 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2768
1254 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2768
1255 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1256 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
871/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1257 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1258 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1259 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1260 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1261 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1262 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1263 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1264 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1265 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1266 DNA Glycine max A sequência de
872/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1267 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1268 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1269 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1270 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1271 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1272 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2776
1273 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2776
1274 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2776
1275 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2776
1276 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2776
1277 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1278 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
873/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G2776
1279 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2826, G2838
1280 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2830
1281 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1282 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1283 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1284 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1285 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1286 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1287 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2839
1288 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2839
1289 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2839
1290 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2839
874/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
1291 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2839
1292 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2839
1293 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1294 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1295 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1296 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1297 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1298 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1299 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1300 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1301 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2854
875/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1302 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1303 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2859
1304 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2865
1305 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2865
1306 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2885
1307 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1308 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2907
1309 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2907
1310 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1311 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1312 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
876/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G2913
1313 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2913
1314 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2933
1315 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2933
1316 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2933
1317 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2969
1318 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
1319 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
1320 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
1321 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
1322 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
877/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1323 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
1324 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981
1325 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
1326 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
1327 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
1328 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2983
1329 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2983
1330 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2983
1331 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2983
1332 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2983
1333 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2983
878/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1334 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2990
1335 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2990
1336 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2990
1337 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1338 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1339 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1340 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1341 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1342 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1343 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
879/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1344 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1345 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1346 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3083
1347 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3086
1348 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3086
1349 G2 4 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G12
1350 G2 4 PRT Arabidopsis Paráloga a G12
thaliana
1351 G29 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G46
1352 G29 PRT Arabidopsis Paráloga a G46
thaliana
1353 G3 0 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1792
880/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1354 G3 0 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1792
1355 G43 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G46
1356 G43 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G46
1357 G131 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G155
1358 G131 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G155
1359 G135 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G155
1360 G135 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G155
1361 G142 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G148
1362 G142 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G148
1363 G149 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G627
1364 G149 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G627
881/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1365 G152 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G153
1366 G152 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G153
1367 G154 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1011
1368 G154 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1011
1369 G184 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G916
1370 G184 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G916
1371 G186 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G916
1372 G186 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G916
1373 G204 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G2717
1374 G204 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2717
1375 G225 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1816, G2718
882/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1376 G225 PRT Arabidopsis Paráloga a G1816, G2718
thaliana
1377 G226 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1816, G2718
1378 G226 PRT Arabidopsis Paráloga a G1816, G2718
thaliana
1379 G353 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2839
1380 G353 PRT Arabidopsis Paráloga a G2839
thaliana
1381 G354 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2839
1382 G354 PRT Arabidopsis Paráloga a G2839
thaliana
1383 G361 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G370, G1995,
G2826, G2838
1384 G361 PRT Arabidopsis Paráloga a G370, G1995,
thaliana G2826, G2838
1385 G362 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G370, G1995,
G2826, G2838
1386 G362 PRT Arabidopsis Paráloga a G370, G1995,
883/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
thaliana G2826, G2838
1387 G370 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1995, G28 26,
G2838
1388 G370 PRT Arabidopsis Paráloga a G1995, G28 26,
thaliana G2838
1389 G390 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G438
1390 G390 PRT Arabidopsis Paráloga a G438
thaliana
1391 G391 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G438
1392 G391 PRT Arabidopsis Paráloga a G438
thaliana
1393 G392 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G438
1394 G392 PRT Arabidopsis Paráloga a G438
thaliana
1395 G481 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G485
1396 G481 PRT Arabidopsis Paráloga a G485
thaliana
884/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1397 G482 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G485
1398 G482 PRT Arabidopsis Paráloga a G485
thaliana
1399 G511 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2536
1400 G511 PRT Arabidopsis Paráloga a G2536
thaliana
1401 G512 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1357, G1452
1402 G512 PRT Arabidopsis Paráloga a G1357, G1452
thaliana
1403 G600 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2768
1404 G600 PRT Arabidopsis Paráloga a G2768
thaliana
1405 G617 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2650
1406 G617 PRT Arabidopsis Paráloga a G2650
thaliana
1407 G682 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1816, G2718
885/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1408 G682 PRT Arabidopsis Paráloga a G1816, G2718
thaliana
1409 G722 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1037
1410 G722 PRT Arabidopsis Paráloga a G1037
thaliana
1411 G736 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2432
1412 G736 PRT Arabidopsis Paráloga a G2432
thaliana
1413 G759 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1412
1414 G759 PRT Arabidopsis Paráloga a G1412
thaliana
1415 G773 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1412
1416 G773 PRT Arabidopsis Paráloga a G1412
thaliana
1417 G810 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G807
1418 G810 PRT Arabidopsis Paráloga a G807
thaliana
886/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1419 G860 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G153
1420 G860 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G153
1421 G957 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G961
1422 G957 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G961
1423 G990 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1451
1424 G990 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1451
1425 G1004 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G46
1426 G1004 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G46
1427 G1017 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G2567
1428 G1017 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2567
1429 G1196 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G839
887/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1430 G1196 PRT Arabidopsis Paráloga a G839
thaliana
1431 G1207 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1206
1432 G1207 PRT Arabidopsis Paráloga a G1206
thaliana
1433 G1325 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1313
1434 G1325 PRT Arabidopsis Paráloga a G1313
thaliana
1435 G1335 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G652
1436 G1335 PRT Arabidopsis Paráloga a G652
thaliana
1437 G1357 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1452
1438 G1357 PRT Arabidopsis Paráloga a G1452
thaliana
1439 G1364 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G485
1440 G1364 PRT Arabidopsis Paráloga a G485
thaliana
888/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1441 G1379 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G12
1442 G1379 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G12
1443 G1387 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G975
1444 G1387 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G975
1445 G1399 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1128
1446 G1399 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1128
1447 G1419 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G46
1448 G1419 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G46
1449 G1435 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G2741
1450 G1435 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2741
1451 G1452 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1357
889/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1452 G1452 PRT Arabidopsis Paráloga a G1357
thaliana
1453 G1548 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G438
1454 G1548 PRT Arabidopsis Paráloga a G438
thaliana
1455 G1652 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2776
1456 G1652 PRT Arabidopsis Paráloga a G2776
thaliana
1457 G1749 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1840
1458 G1749 PRT Arabidopsis Paráloga a G1840
thaliana
1459 G1760 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G153
1460 G1760 PRT Arabidopsis Paráloga a G153
thaliana
1461 G1791 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G30, G1792
1462 G1791 PRT Arabidopsis Paráloga a G30, G1792
thaliana
890/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1463 G1792 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G30
1464 G1792 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G30
1465 G1795 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G30, G1792
1466 G1795 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G30, G1792
1467 G1797 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1798
1468 G1797 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1798
1469 G1798 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1797
1470 G1798 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1797
1471 G1816 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G2718
1472 G1816 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2718
1473 G1839 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1840
891/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1474 G1839 PRT Arabidopsis Paráloga a G1840
thaliana
1475 G1863 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2334
1476 G1863 PRT Arabidopsis Paráloga a G2334
thaliana
1477 G1888 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1482
1478 G1888 PRT Arabidopsis Paráloga a G1482
thaliana
1479 G1889 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2839
1480 G1889 PRT Arabidopsis Paráloga a G2839
thaliana
1481 G1914 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G651
1482 G1914 PRT Arabidopsis Paráloga a G651
thaliana
1483 G1940 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2854
1484 G1940 PRT Arabidopsis Paráloga a G2854
thaliana
892/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1485 G1973 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G651
1486 G1973 PRT Arabidopsis Paráloga a G651
thaliana
1487 G1974 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2839
1488 G1974 PRT Arabidopsis Paráloga a G2839
thaliana
1489 G1976 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1893
1490 G1976 PRT Arabidopsis Paráloga a G1893
thaliana
1491 G1994 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G355
1492 G1994 PRT Arabidopsis Paráloga a G355
thaliana
1493 G1995 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G370, G28 26,
G2838
1494 G1995 PRT Arabidopsis Paráloga a G370, G28 26,
thaliana G2838
1495 G2133 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
893/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
paráloga a G47
1496 G2133 PRT Arabidopsis Paráloga a G47
thaliana
1497 G2199 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2207
1498 G2199 PRT Arabidopsis Paráloga a G2207
thaliana
1499 G2334 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G1863
1500 G2334 PRT Arabidopsis Paráloga a G1863
thaliana
1501 G2345 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G485
1502 G2345 PRT Arabidopsis Paráloga a G485
thaliana
1503 G2457 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2459
1504 G2457 PRT Arabidopsis Paráloga a G2459
thaliana
1505 G2459 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2457
1506 G2459 PRT Arabidopsis Paráloga a G2457
894/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
thaliana
1507 G2535 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G961
1508 G2535 PRT Arabidopsis Paráloga a G961
thaliana
1509 G2546 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2550
1510 G2546 PRT Arabidopsis Paráloga a G2550
thaliana
1511 G2562 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2830
1512 G2562 PRT Arabidopsis Paráloga a G2830
thaliana
1513 G2563 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2830
1514 G2563 PRT Arabidopsis Paráloga a G2830
thaliana
1515 G2583 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G975
1516 G2583 PRT Arabidopsis Paráloga a G975
thaliana
1517 G2632 DNA Arabidopsis A sequência de
895/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
thaliana polipeptídeos prevista é paráloga a G926
1518 G2632 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G926
1519 G2635 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G2505
1520 G2635 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2505
1521 G2659 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1142
1522 G2659 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1142
1523 G2664 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1928
1524 G2664 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1928
1525 G2709 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G2717
1526 G2709 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2717
1527 G2718 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1816
896/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1528 G2718 PRT Arabidopsis Paráloga a G1816
thaliana
1529 G2779 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2859
1530 G2779 PRT Arabidopsis Paráloga a G2859
thaliana
1531 G2826 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G370, G1995,
G2838
1532 G2826 PRT Arabidopsis Paráloga a G370, G1995,
thaliana G2838
1533 G2828 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2830
1534 G2828 PRT Arabidopsis Paráloga a G2830
thaliana
1535 G2838 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G370, G1995,
G2826
1536 G2838 PRT Arabidopsis Paráloga a G370, G1995,
thaliana G2826
1537 G2882 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2041
1538 G2882 PRT Arabidopsis Paráloga a G2041
897/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
thaliana
1539 G2928 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2933
1540 G2928 PRT Arabidopsis Paráloga a G2933
thaliana
1541 G2932 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2933
1542 G2932 PRT Arabidopsis Paráloga a G2933
thaliana
1543 G2934 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2865
1544 G2934 PRT Arabidopsis Paráloga a G2865
thaliana
1545 G2966 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G3067
1546 G2966 PRT Arabidopsis Paráloga a G3067
thaliana
1547 G2980 DNA Arabidopsis A sequência de
thaliana polipeptídeos prevista é
paráloga a G2979
1548 G2980 PRT Arabidopsis Paráloga a G2979
thaliana
1549 G2981 DNA Arabidopsis A sequência de
898/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
thaliana polipeptídeos prevista é paráloga a G2982
1550 G2981 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2982
1551 G2982 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G2981
1552 G2982 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2981
1553 G2989 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G2990
1554 G2989 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G2990
1555 G3062 DNA Arabidopsis thaliana A sequência de polipeptídeos prevista é paráloga a G1893
1556 G3062 PRT Arabidopsis thaliana Paráloga a G1893
1557 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
1558 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G12
1559 DNA Oryza sativa A sequência de polipeptídeos prevista é ortóloga a G30
899/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1560 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
1561 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
1562 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
1563 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1564 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1565 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1566 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1567 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1568 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G319
1569 DNA Oryza sativa A sequência de
900/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
1570 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370
1571 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1572 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1573 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1574 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1575 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G627
1576 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
1577 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1578 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
901/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G652
1579 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1580 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
1581 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
1582 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1313
1583 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1313
1584 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1585 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1586 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1587 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
902/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1588 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1589 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1590 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1591 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1592 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1593 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1594 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1796
1595 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1596 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1597 DNA Oryza sativa A sequência de
903/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1598 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1599 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1600 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1601 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1988
1602 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2060
1603 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2109
1604 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2109
1605 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2207
1606 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
904/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G2207
1607 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2317
1608 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2432
1609 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2453
1610 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2550
1611 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1612 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1613 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
1614 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1615 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
905/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1616 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2826
1617 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1618 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1619 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1620 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1621 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1622 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1623 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2913
1624 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2933
1625 DNA Oryza sativa A sequência de
906/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2969
1626 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981
1627 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2983
1628 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2990
1629 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2992
1630 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3076
1631 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3083
1632 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G12
1633 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G30, G1792
1634 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
907/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G153
1635 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1636 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
1637 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370
1638 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1639 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1640 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1641 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1642 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G624
1643 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
908/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1644 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1645 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1646 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
1647 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
1648 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1649 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1650 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G961
1651 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
1652 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
1653 DNA Glycine max A sequência de
909/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1128
1654 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
1655 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
1656 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
1657 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
1658 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1659 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1660 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1661 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1662 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
910/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1510
1663 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1664 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1665 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
1666 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1667 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2207
1668 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2317
1669 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1670 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1671 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
911/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1672 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1673 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1674 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2784
1675 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1676 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1677 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1678 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2865
1679 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1680 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2969
1681 DNA Glycine max A sequência de
912/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2969
1682 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2969
1683 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981
1684 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2983
1685 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2990
1686 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1687 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3083
1688 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3086
1689 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3086
1690 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
913/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G12
1691 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1692 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
1693 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1694 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1695 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G627
1696 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
1697 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
1698 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
1699 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1276
914/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1700 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1701 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1702 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1703 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1704 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
1705 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2051
1706 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2060
1707 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2085
1708 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1709 DNA Medicago A sequência de
915/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2317
1710 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2382
1711 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2550
1712 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2550
1713 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1714 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2983
1715 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2990
1716 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3067
1717 DNA Medicago A sequência de
truncatula polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3067
1718 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
916/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G47
1719 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1720 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1721 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1722 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1723 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1724 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1725 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1726 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1727 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G627
917/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1728 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1729 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1730 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1731 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
1732 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1733 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
1734 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1313
1735 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1736 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1737 DNA Hordeum vulgare A sequência de
918/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1738 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1739 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
1740 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2051
1741 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2317
1742 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457
1743 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1744 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1745 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
1746 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
919/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G2754
1747 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2763
1748 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1749 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1750 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1751 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1752 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1753 DNA Hordeum vulgare A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3083
1754 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G30, G1792
1755 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
920/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
1756 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
1757 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
1758 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
1759 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1760 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1761 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1762 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1763 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1764 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1765 DNA Zea mays A sequência de
921/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1766 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1767 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1768 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1769 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1770 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G319
1771 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1772 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1773 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1774 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
922/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
ortóloga a G438
1775 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1776 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1777 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1778 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1779 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
1780 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
1781 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
1782 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1783 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
923/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
1784 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
1785 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1786 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
1787 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
1788 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
1789 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
1790 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1142
1791 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
1792 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1793 DNA Zea mays A sequência de
924/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1794 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1795 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1796 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1797 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1798 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1799 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1800 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1801 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1802 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
925/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
ortóloga a G1482
1803 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1804 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1805 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1796
1806 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
1807 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1808 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1809 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1810 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2041
1811 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2109
926/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
1812 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1813 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2453
1814 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457
1815 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2550
1816 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1817 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2579
1818 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1819 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
1820 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1821 DNA Zea mays A sequência de
927/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual Relação
a Sequência é Derivada
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1822 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1823 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1824 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1825 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1826 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1827 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2930
1828 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2933
1829 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981
1830 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
928/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G2981
1831 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2992
1832 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1833 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3067
1834 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G30
1835 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
1836 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1837 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1838 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1839 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G319
929/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1840 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1841 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1842 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1843 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1844 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1845 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1846 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1847 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1848 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1849 DNA Triticum aestivum A sequência de
930/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1850 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G627
1851 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1852 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1853 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1854 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1855 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1856 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
1857 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
1858 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
931/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1011
1859 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
1860 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
1861 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
1862 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
1863 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1128
1864 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1865 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1866 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1867 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
932/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1868 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1869 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1870 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1871 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1872 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1873 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1874 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1875 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1876 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1877 DNA Triticum aestivum A sequência de
933/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1878 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
1879 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
1880 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1510
1881 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
1882 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1796
1883 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1816, G2718
1884 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1840
1885 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1886 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
934/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1983
1887 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1888 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1889 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1890 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1891 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1892 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1893 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1894 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1895 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
935/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1896 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
1897 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2060
1898 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2109
1899 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1900 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1901 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
1902 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2382
1903 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457, G2459
1904 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2457
1905 DNA Triticum aestivum A sequência de
936/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2550
1906 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
1907 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1908 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1909 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
1910 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1911 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2754
1912 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
1913 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
1914 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
937/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G2839
1915 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1916 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1917 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
1918 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1919 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1920 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
1921 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2990
1922 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
1923 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3070
938/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1924 DNA Triticum aestivum A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3083
1925 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G46
1926 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1927 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1928 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1929 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
1930 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
1931 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
1932 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1510
1933 DNA Lycopersicon A sequência de
939/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2317
1934 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
1935 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2930
1936 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2969
1937 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G12
1938 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G12
1939 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G12
1940 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G46
1941 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G46
1942 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
940/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G46
1943 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
1944 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G148
1945 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
1946 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153
1947 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1948 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1949 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1950 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1951 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
941/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1952 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G155
1953 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1954 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G200
1955 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G319
1956 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
1957 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
1958 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G355
1959 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
1960 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
942/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
G2826, G2838
1961 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G370, G1995,
G2826, G2838
1962 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1963 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1964 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1965 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1966 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1967 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1968 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1969 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
943/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G438
1970 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1971 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1972 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1973 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1974 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1975 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1976 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1977 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1978 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
944/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
1979 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G438
1980 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1981 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485
1982 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G627
1983 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
1984 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
1985 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G651
1986 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1987 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G652
1988 DNA Lycopersicon A sequência de
945/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
1989 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807
1990 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
1991 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
1992 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G839
1993 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1994 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1995 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1996 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1997 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
946/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G916
1998 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G916
1999 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
2000 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
2001 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G926
2002 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G961
2003 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
2004 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
2005 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
2006 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G975
947/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
2007 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
2008 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
2009 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
2010 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1011
2011 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1037
2012 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1142
2013 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
2014 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
2015 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
2016 DNA Lycopersicon A sequência de
948/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1206
2017 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1274
2018 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1274
2019 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1276
2020 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1357, G1452
2021 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
2022 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1412
2023 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
2024 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
2025 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
949/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G1451
2026 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
2027 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
2028 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
2029 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
2030 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1451
2031 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1468
2032 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1482
2033 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1510
2034 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
950/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
2035 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1660
2036 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1779
2037 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1893
2038 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
2039 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
2040 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
2041 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
2042 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1928
2043 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1968
2044 DNA Lycopersicon A sequência de
951/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1983
2045 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1988
2046 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2041
2047 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2041
2048 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
2049 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
2050 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
2051 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2142
2052 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2207
2053 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
952/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G2207
2054 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2319
2055 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2334
2056 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2382
2057 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2382
2058 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2432
2059 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2459
2060 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
2061 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2536
2062 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
953/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
2063 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
2064 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2567
2065 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2571
2066 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
2067 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2650
2068 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
2069 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2717
2070 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
2071 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2741
2072 DNA Lycopersicon A sequência de
954/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
2073 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
2074 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2768
2075 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
2076 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2776
2077 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2784
2078 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2839
2079 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
2080 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
2081 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
955/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
ortóloga a G2854
2082 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
2083 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
2084 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2854
2085 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2859
2086 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2865
2087 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2865
2088 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2885
2089 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2907
2090 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2933
956/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
2091 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2969
2092 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2979
2093 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2981, G2982
2094 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2983
2095 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2990
2096 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2990
2097 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3055
2098 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3067
2099 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3067
2100 DNA Lycopersicon A sequência de
957/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3076
2101 DNA Lycopersicon A sequência de
esculentum polipeptídeos prevista é
ortóloga a G3083
2102 G131_ 1 DNA Arabidopsis Construção de expressão
thaliana P15154 (variação de
sequência)
2103 G32 4_ 1 DNA Arabidopsis Construção de expressão
thaliana P3299 (variação de
sequência)
2104 G386_ 1 DNA Arabidopsis Construção de expressão
thaliana P15647 (variação de
sequência)
2105 G624_ 1 DNA Arabidopsis Construção de expressão
thaliana P2461.7 (variação de
sequência)
2106 G651_ 1 DNA Arabidopsis Construção de expressão
thaliana P2812 (variação de
sequência)
2107 G744_ 1 DNA Arabidopsis Construção de expressão
thaliana P15010 (variação de
sequência)
2108 G1037 _ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15001 (variação de
sequência)
2109 G1150 _ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15631 (variação de
958/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
sequência)
2110 G2041_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P13846 (variação de
sequência)
2111 G2106_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P13733 (variação de
sequência)
2112 G2319_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P13388 (variação de
sequência)
2113 G2453_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P2750 (variação de
sequência)
2114 G2453_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
2 thaliana P3322 (variação de
sequência)
2115 G2559_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15538 (variação de
sequência)
2116 G2639_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15568 (variação de
sequência)
2117 G2679_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15056 (variação de
sequência)
2118 G2768_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15431 (variação de
sequência)
959/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
2119 G2771_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15182 (variação de
sequência)
2120 G2784_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15148 (variação de
sequência)
2121 G2802_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P2771 (variação de
sequência)
2122 G2907_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P15595 (variação de
sequência)
2123 G3003_ DNA Arabidopsis Construção de expressão
1 thaliana P3291 (variação de
sequência)
2124 G3380 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1795 Membro do
clado G1792
2125 G3380 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1795 Membro do
clado G1792
2126 G3381 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G30 Membro do
clado G1792
2127 G3381 PRT Oryza sativa Ortóloga a G30 Membro do
clado
960/1027
SEQ ID No: GID DNA ou Proteína (PRT) Espécies da qual a Sequência é Derivada Relação
G1792
2128 G3383 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2129 G3383 PRT Oryza sativa Ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2130 G3392 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
2131 G3392 PRT Oryza sativa Ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
2132 G3393 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
2133 G3393 PRT Oryza sativa Ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
961/1027
2134 G3394 DNA Oryza sativa A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G485 Membro clado G485 de é do
2135 G3394 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2136 G3395 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2137 G3395 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2138 G3396 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2139 G3396 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2140 G3397 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2141 G3397 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
962/1027
2142 G3398 DNA Oryza sativa A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G485 Membro clado G485 de é do
2143 G3398 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2144 G3429 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2145 G3429 PRT Oryza sativa Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2146 G3431 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
2147 G3431 PRT Zea mays Ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
2148 G3434 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2149 G3434 PRT Zea mays Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
963/1027
2150 G3435 DNA Zea mays A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G482 Membro clado G485 de é do
2151 G3435 PRT Zea mays Ortóloga a G482 Membro do
clado G485
2152 G3436 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2153 G3436 PRT Zea mays Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2154 G3437 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2155 G3437 PRT Zea mays Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2156 G3444 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
2157 G3444 PRT Zea mays Ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
964/1027
2158 G3445 DNA Glycine max A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G225 Membro clados G1816 e G2718 de é dos
2159 G3445 PRT Glycine max Ortóloga a G225 Membro dos
clados G1816 e G2718
2160 G3446 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G225 Membro dos
clados G1816 e G2718
2161 G3446 PRT Glycine max Ortóloga a G225 Membro dos
clados G1816 e G2718
2162 G3447 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G225 Membro dos
clados G1816 e G2718
2163 G3447 PRT Glycine max Ortóloga a G225 Membro dos
clados G1816 e G2718
2164 G3448 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G225 Membro dos
clados G1816 e G2718
2165 G3448 PRT Glycine max Ortóloga a G225 Membro dos
clados G1816 e G2718
965/1027
2166 G3449 DNA Glycine max A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G225 Membro clados G1816 e G2718 de é dos
2167 G3449 PRT Glycine max Ortóloga a G225 Membro dos
clados G1816 e G2718
2168 G3450 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
2169 G3450 PRT Glycine max Ortóloga a G682 Membro dos
clados G1816 e G2718
2170 G3470 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G482 Membro do
clado G485
2171 G3470 PRT Glycine max Ortóloga a G482 Membro do
clado G485
2172 G3471 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G482 Membro do
clado G485
2173 G3471 PRT Glycine max Ortóloga a G482 Membro do
clado G485
966/1027
2174 G3472 DNA Glycine max A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G485 Membro clado G485 de é do
2175 G3472 PRT Glycine max Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2176 G3473 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2177 G3473 PRT Glycine max Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2178 G3474 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2179 G3474 PRT Glycine max Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2180 G3475 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2181 G3475 PRT Glycine max Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
967/1027
2182 G3476 DNA Glycine max A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G482 Membro clado G485 de é do
2183 G3476 PRT Glycine max Ortóloga a G485 Membro do
clado G482
2184 G3477 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G482 Membro do
clado G485
2185 G3477 PRT Glycine max Ortóloga a G485 Membro do
clado G482
2186 G3478 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2187 G3478 PRT Glycine max Ortóloga a G485 Membro do
clado G485
2188 G3479 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153 Membro do
clado G153
2189 G3479 PRT Oryza sativa Ortóloga a G153 Membro do
clado G153
968/1027
2190 G3484 DNA Glycine max A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G153 Membro clado G153 de é do
2191 G3484 PRT Glycine max Ortóloga a G153 Membro do
clado G153
2192 G3485 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153 Membro do
clado G153
2193 G3485 PRT Glycine max Ortóloga a G153 Membro do
clado G153
2194 G3487 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153 Membro do
clado G153
2195 G3487 PRT Zea mays Ortóloga a G153 Membro do
clado G153
2196 G3488 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G153 Membro do
clado G153
2197 G3488 PRT Zea mays Ortóloga a G153 Membro do
clado G153
969/1027
2198 G3489 DNA Zea mays A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G153 Membro clado G153 de é do
2199 G3489 PRT Zea mays Ortóloga a G153 Membro do
clado G153
2200 G3491 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807 Membro do
clado G807
2201 G3491 PRT Oryza sativa Ortóloga a G807 Membro do
clado G807
2202 G3494 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807 Membro do
clado G807
2203 G3494 PRT Glycine max Ortóloga a G807 Membro do
clado G807
2204 G3495 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G807 Membro do
clado G807
2205 G3495 PRT Glycine max Ortóloga a G807 Membro do
clado G807
970/1027
2206 G3512 DNA Glycine max A sequência polipeptídeos prevista ortóloga a G807 Membro clado G807 de é do
2207 G3512 PRT Glycine max Ortóloga a G807 Membro do
clado G807
2208 G3515 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G30 Membro do
clado G1792
2209 G3515 PRT Oryza sativa Ortóloga a G30 Membro do
clado G1792
2210 G3516 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2211 G3516 PRT Zea mays Ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2212 G3517 DNA Zea mays A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1791 Membro do
clado G1792
2213 G3517 PRT Zea mays Ortóloga a G1791 Membro do
clado G1792
971/1027
2214 G3518 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2215 G3518 PRT Glycine max Ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2216 G3519 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2217 G3519 PRT Glycine max Ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2218 G3520 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2219 G3520 PRT Glycine max Ortóloga a G1792 Membro do
clado G1792
2220 G3527 DNA Glycine max
2221 G3527 PRT Glycine max
2222 G3528 DNA Glycine max
2223 G3528 PRT Glycine max
972/1027
2224 G3643 DNA Glycine max A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G47 Membro dos
clados G47 e G2133
2225 G3643 PRT Glycine max Ortóloga a G47 Membro dos
clados G47 e G2133
2226 G3644 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G47 Membro dos
clados G47 e G2133
2227 G3644 PRT Oryza sativa Ortóloga a G47 Membro dos
clados G47 e G2133
2228 G3645 DNA Brassica rapa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G47 Membro dos
clados G47 e G2133
2229 G3645 PRT Brassica rapa Ortóloga a G47 Membro dos
clados G47 e G2133
2230 G3646 DNA Brassica oleracea A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2133 Membro dos
clados G47 e G2133
2231 G3646 PRT Brassica oleracea Ortóloga a G2133 Membro dos
clados G47 e G2133
973/1027
2232 G3647 DNA Zinnia elegans A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G47 Membro dos
clados G47 e G2133
2233 G3647 PRT Zinnia elegans Ortóloga a G47 Membro dos
clados G47 e G2133
2234 G3649 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G47 e G2133
Membro dos clados G47 e
G2133
2235 G3649 PRT Oryza sativa Ortóloga a G47 e G2133
Membro dos clados G47 e
G2133
2236 G3651 DNA Oryza sativa A sequência de
polipeptídeos prevista é
ortóloga a G2133 Membro dos
clados G47 e G2133
2237 G3651 PRT Oryza sativa Ortóloga a G2133 Membro dos
clados G47 e G2133
Exemplos [0407] A invenção, agora tendo sido geralmente descrita, será mais facilmente entendida com referência aos exemplos a seguir, que são incluídos meramente para finalidades de ilustração de certos aspectos e modalidades
974/1027 da presente invenção e não pretendem limitar a invenção. Será reconhecido por um versado na técnica que um fator de transcrição que está associado a um primeiro traço em particular também pode estar associado, pelo menos com um outro segundo traço não-relacionado e inerente que não foi previsto pelo primeiro traço.
[0408] As descrições completas dos traços associados com cada polinucleotídeo da invenção estão completamente divulgadas na Tabela 4 e na Tabela 6. A descrição completa da família de gene do fator de transcrição e dos domínios conservados identificados do polipeptídeo codificado pelo polinucleotídeo está totalmente divulgada na Tabela 5.
Exemplo I: Identificação e Clonagem do Gene de Comprimento Total [0409] As sequências de fator putativo de transcrição (genômicas ou ESTs) relacionadas aos fatores de transcrição conhecidos foram identificadas no banco de dados do GenBank Arabidopsis thaliana que usa o programa da análise de sequência tblastn usando-se os parâmetros predeterminados e um limiar de faixa de valor P de -4 ou -5 ou inferior, dependendo do comprimento da sequência desconhecida. Os sucessos da sequência de fator putativo de transcrição foram então selecionados para identificar aqueles que contêm fileiras de sequência em particular. Se
975/1027 os sucessos da sequência continham tais fileiras de sequência, as sequências foram confirmadas como fatores de transcrição.
[0410] Alternativamente, as coleções de cDNA da Arabidopsis thaliana derivadas de diferentes tecidos ou tratamentos, ou as coleções genômicas foram selecionadas para identificar novos membros de uma família de transcrição que usa uma abordagem de hibridização de alta restrição. As sondas foram sintetizadas usando-se iniciadores específicos de gene em uma reação padrão de PCR (temperatura de recozimento 60°C) e marcadas com 32P dCTP usando-se o High Prime DNA Labeling Kit (Boehring Mannheim Corp. (agora Roche Diagnostics Corp., Indianápolis, IN). Foram adicionadas sondas radiomarcadas purificadas aos filtros imersos em meio de hibridização de Church (NaPO4 0,5 M pH 7,0, SDS a 7%, albumina de soro bovino a 1% peso/volume) e hibridizadas durante toda a noite a 60°C com agitação. Os filtros foram lavados duas vezes durante 45 a 60 minutos com 1X SSC, SDS a 1% a 60°C.
[0411] Para identificar a sequência adicional 5' ou 3' de uma sequência parcial de cDNA em uma biblioteca de cDNA, foram realizadas extremidades 5' e 3' de cDNA de amplificação rápida (RACE) usando-se o kit de amplificação de cDNA MARATHON (Clotech, Palo Alto, CA). Geralmente, o método acarretou primeiro isolar o poli (A) mRNA,
976/1027 realizando-se a primeira e a segunda síntese de filamento de cDNA para gerar cDNA de filamento duplo, inativando-se as extremidades de cDNA, seguido por ligação do Adaptador MARATHON ao cDNA para formar uma biblioteca de cDNA ds ligado ao adaptador.
[0412] Os iniciadores gene-específicos projetados para serem usados juntamente com iniciadores adaptadores específicos para ambas as reações 5' e 3' RACE. Iniciadores aninhados, em vez de iniciadores isolados, foram usados para aumentar a especificidade de PCR. Usando-se as reações 5' e 3' RACE foram obtidos fragmentos 5' e 3' RACE, sequenciados e clonados. O processo pode ser repetido até que fossem identificadas as extremidades 5' e 3' do gene de comprimento total. Então o cDNA de comprimento total foi gerado por PCR usando-se iniciadores específicos para as extremidades 5' e 3' do gene por PCR extremidade-aextremidade.
Exemplo II: Construção de Vetores de Expressão [0413]
A sequência foi amplificada de uma biblioteca genômica ou de cDNA usando-se iniciadores específicos para sequências a montante e a jusante da região de codificação. O vetor de expressão era pMEN20 ou pMEN65, que são ambos derivados de pMON316 (Sanders e outros (1987) Nucleic Acids Res. 15: 1543-1558) e contêm o promotor CaMV 35S para expressar transgenes. Para clonar a
977/1027 sequência no vetor, tanto pMEN20 como o fragmento de DNA amplificado foram digeridos separadamente com enzimas de restrição SalI e NotI a 37°C durante 2 horas. Os produtos de digestão foram sujeitos a eletroforese em um gel de agarose a 0,8% e visualizados por coloração com brometo de etídio. Os fragmentos de DNA que contêm a sequência e o plasmídeo linearizado foram excisados e purificados usandose um kit de extração de gel QIAQUICK (Qiagen, Valencia CA). Os fragmentos de interesse foram ligados a uma razão de 3:1 (vetor para inserir). As reações de ligação que usam T4 DNA ligase (New England Biolabs, Beverly MA) foram realizadas a 16°C durante 16 horas. Os DNAs ligados foram transformados em células competentes da E. coli cepa DH5 alfa pela utilização do método de choque térmico. As transformações foram aplicados em placas de LB contendo 50 mg/l de canamicina (Sigma Chemical Co. St. Louis MO). Colônias individuais foram cultivadas durante toda a noite em cinco mililitros de caldo LB contendo 50 mg/l de canamicina a 37°C. O DNA do plasmídeo foi purificado usando-se kits Qiaquick Mini Prep (Qiaagen).
Exemplo III: Transformação de Agrobacterium com o Vetor de Expressão [0414] Depois que foi construído o vetor de plasmídeo que contém o gene, o vetor foi usado para transformar células de Agrobacterium tumefaciens que
978/1027 expressam os produtos de gene. O estoque de células de Agrobacterium tumefaciens para transformação foram obtidos como descrito por Nagel e outros (1990) FEMS Microbiol Letts. 67: 325-328. A cepa Agrobacterium ABI foi cultivada em 250 ml de meio LB (Sigma) durante toda a noite a 28°C com agitação até que seja conseguida uma absorbância acima de 1 cm a 600 nm (A600 ) de 0,5 - 1,0. As células foram colhidas por centrifugação a 4.000 x g durante 15 minutos a 4°C. As células foram então ressuspensas em 250 pl de tampão resfriada (HEPES 1 mM, pH ajustado até 7,0 com KOH). As células foram centrifugadas de novo como descrito acima e ressuspensas em 125 pl de tampão resfriado. As células foram então centrifugadas e ressuspensas duas vezes mais no mesmo tampão de HEPES como descrito acima a um volume de 100 pl e 750 pl, respectivamente. As células ressuspensas foram então distribuídas em alíquotas de 40 pl, rapidamente congeladas em nitrogênio líquido e armazenadas a -80°C.
[0415] As células de Agrobacterium foram transformadas com plasmídeos preparados como descrito acima seguindo-se o protocolo descrito por Nagel e outros (acima) . Para cada constructo de DNA a ser transformado, foram misturados 50 - 100 ng de DNA (geralmente ressuspensos em Tris-HCl 10 mm, EDTA 1 mM, pH 8,0) com 40 pl de células de Agrobacterium. A mistura de DNA/célula foi então transferida para uma cubeta resfriada com um espaço
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de eletrodo de 2 mm e sujeita a uma carga de 2,5 kV
dissipada a 25 pF e 200 pF usando-se um aparelho Gene
Pulser II (Bio-Rad, Hércules, CA) . Após eletroporação, as células foram imediatamente ressuspensas em 1,0 ml de LB e deixadas se recuperarem sem seleção de antibióticos durante 2 - 4 horas a 28°C em uma incubadora com agitação. Após a recuperação, as células foram aplicadas sobre meio seletivo de caldo de LB contendo 100 pg/ml de espectinomicina (Sigma) e incubadas durante 24-48 horas a 28°C. Colônias isoladas foram então colhidas e inoculadas em meio novo. A
presença de constructo de plasmídeo foi verificada por
amplificação de PCR e análise de sequência.
Exemplo IV: Transformação de Plantas de Arabidopsis com
Agrobacterium tumefaciens com Vetor de Expressão
[0416] Após a transformação de Agrobacterium
tumefaciens com vetores de plasmídeo que contêm o gene,
colônias isoladas de Agrobacterium, foram identificadas,
propagadas e usadas para transformar plantas de
Arabidopsis. Em resumo, culturas de 500 ml de meio LB
contendo 50 mg/l de canamicina foram inoculadas com as
colônias e cultivadas a 28°C com agitação durante 2 dias até fosse conseguida uma absorbância óptica a 600 nm de
comprimento de onda acima de 1 cm (A600 ) de > 2,0. As
células foram então colhidas por centrifugação a 4.000 x g durante 10 minutos e ressuspensas em meio de infiltração
980/1027 (1/2 X sais de Murashige e Skoog (Sigma), 1 X vitaminas B-5 de Gamborg (Sigma), 5,0% (peso/volume) de sacarose, benzilamino purina 0,044 μΜ (Sigma), 200 μΐ/l de Silwet L77 (Lehle Seeds) até ser atingida uma A600 de 0,8.
[0417] Antes da transformação, sementes de Arabidopsis thaliana (ecotipo Columbia) foram semeadas a uma densidade de aproximadamente 10 plantas por vaso de 10,16 cm (4 polegadas) sobre meio para vasos Pro-Mix BX (Hummert International) recobertos com malha de fibra de vidro (18 mm X 16 mm). As plantas foram cultivadas sob iluminação contínua (50-75 μE/m2/segundo) a 22-23°C com 6570% de umidade relativa. Após aproximadamente 4 semanas, são cortados caules primários de inflorescência (feixes) para encorajar o crescimento de múltiplos feixes secundários. Após a floração dos feixes secundários maduros, as plantas foram preparadas para transformação por remoção de todas as síliquas e flores abertas.
[0418] Os vasos foram então imersos de cabeça para baixo na mistura de meio de infiltração de Agrobacterium como descrito acima durante 30 segundos e colocados sobre seus lados para permitir a drenagem em uma superfície plana de aproximadamente 30 cm x 60 cm (1 pé x 2 pés) recoberta com envoltório de plástico. Após 24 horas, o envoltório de plástico foi removido e os vasos são virados de cabeça para baixo na vertical. O procedimento de imersão foi repetido
981/1027 uma semana mais tarde, para um total de duas imersões por vaso. As sementes foram então coletadas de cada vaso de transformação e analisadas seguindo-se o protocolo descrito a seguir.
Exemplo V: Identificação de Transformantes Primários de Arabidopsis [0419] As sementes coletadas dos vasos de transformação foram esterilizadas essencialmente como a seguir. As sementes foram dispersas em uma solução que contém Triton X-100 a 0,1% (v/v) (Sigma) e água estéril e lavadas por agitação da suspensão durante 20 minutos. A solução de lavagem foi então drenada e substituída com solução de lavagem nova para lavar as sementes durante 20 minutos com agitação. Após remoção da solução de etanol/detergente, foi adicionada às sementes uma solução que contém 0,1% (v/v) de Triton X-100 e 30% de alvejante (v/v) (CLOROX; Clorox Corp. Oakland CA) e a suspensão foi agitada durante 10 minutos. Após a remoção da solução de alvejante/detergente, as sementes foram então lavadas cinco vezes em água destilada estéril. As sementes foram armazenadas na última água de lavagem a 4°C durante 2 dias no escuro antes de ser aplicada sobre meio de seleção de antibióticos (1 X sais de Murashige e Skoog (pH ajustado até 5,7 com KOH 1 M), 1 X vitaminas B-5 de Gamborg, 0,9% de fitágar (Life Technologies) e 50 mg/l de canamicina). As
982/1027 sementes foram germinadas sob iluminação contínua (50-85 pE/m2/s) a 22-23°C. Após 7-10 dias de crescimento sob estas condições, os transformantes primários resistentes à canamicina (geração T1) foram visíveis e obtidos. Estas mudas foram transferidas primeiro a placas novas de seleção onde as mudas continuavam a crescer durante 3-5 dias mais, e então ao solo (meio para vasos Pro-Mix BX).
[0420] Os transformantes primários foram cruzados e as semente de progênie coletadas (T2); as mudas resistentes à canamicina foram selecionadas e analisadas. Os níveis de expressão dos polinucleotídeos recombinantes nos transformantes variam de desde aproximadamente um aumento de nível de expressão de 5% até pelo menos um aumento de nível de expressão de 100%. Observações similares são feitas em relação ao nível de expressão de polipeptídeo.
Exemplo VI: Identificação de Plantas de Arabidopsis com Nocautes do Gene de Fator de Transcrição [0421] A seleção de inserção de coleções mutagenizadas de Arabidopsis para mutantes nulos em um gene alvo conhecido foi essencialmente como descrita em Krysan e outros (1999) Plant Cell 11: 2283-2290. Em resumo, iniciadores gene específicos, aninhados por 5-250 pares de base um ao outro, foram projetadas das regiões 5' e 3' de um gene alvo conhecido. Similarmente, os conjuntos aninhados de iniciadores também foram criados específicos a
983/1027 cada uma das extremidades de T-DNA ou transposon (as bordas direita e esquerda). Todas as combinações possíveis de iniciadores gene específicos e de T-DNA/transposon foram usadas para detectar por PCR um evento de inserção dentro ou próximo ao gene alvo. Os fragmentos de DNA amplificados foram então sequenciados o que permite a determinação precisa do ponto de inserção de T-DNA/transposon em relação ao gene alvo. Os eventos de inserção dentro da sequência de codificação ou interveniente dos genes foram desconvolutos de uma reunião que compreende um grande número de eventos de inserção para uma única planta mutante simples para caracterização funcional. O método é descrito com mais
detalhe em Yu e Adam, Pedido de Patente US N° de Série
09/177. 733, depositado em 23 de outubro de 1998.
Exemplo VII : Identificação de Fenótipos Modificados em
Superexpressão ou Plantas de Nocaute de Gene [0422] Foram realizados experimentos para identificar aqueles transformantes ou nocautes que exibiam características bioquímicas modificadas. Entre os produtos bioquímicos que foram dosados estavam os açúcares insolúveis, tais como arabinose, fucose, galactose, manose, ramnose ou xilose ou similares; lipídeos de prenila, tais como luteína, beta-caroteno, xantofila-1, xantofila-2, clorofilas A e B ou alfa-, delta- ou gama-tocoferol ou similares; ácidos graxos, tais como 16:0 (ácido palmítico),
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16:1 (ácido palmitoléico), 18:0 (ácido esteárico), 18:1 (ácido oléico), 18:2 (ácido linoléico), 20:0, 18:3 (ácido linolênico), 20:1 (ácido eicosênico), 20:2, 22:1 (ácido erúcico) ou similares; ceras, tais como por alteração dos níveis de C29, C31 ou C33 alcanos; esteróis, tais como brassicasterol, campesterol, estimasterol, sitosterol ou estigmastanol ou similares, glicosinolatos, proteína ou níveis de óleo.
[0423] Os ácidos graxos foram medidos usando-se dois métodos dependendo de se o tecido era proveniente das folhas ou das sementes. Para as folhas, os lipídeos foram extraídos e esterificados com H2SO4 e distribuído em hexano da salmoura metanólica. Para ácidos graxos de semente, as sementes foram pulverizadas e extraídas em metanol: heptano; tolueno: 2,2-dimetoxipropano: H2SO4 (39: 34: 20: 5: 2) durante 90 minutos a 80°C. Após resfriamento até a temperatura ambiente a base superior, que contém os ésteres de ácido graxo da semente, foi sujeita a análise GC. Ésteres de ácido graxo provenientes tanto de sementes como de tecidos de folha foram analisados com uma coluna SUPELCO SP-2330 (Supelco, Bellefonte, PA).
[0424] Os glicosinolatos foram purificados de sementes ou de folhas primeiro por aquecimento do tecido a 95oC durante 10 minutos. É adicionado etanol: água preaquecido (50:50) e após aquecimento a 95o C durante mais
985/1027 minutos, o solvente de extração é aplicado a uma coluna DEAE SEPHADEX (Pharmacia) que tinha sido equilibrada anteriormente com acetato de piridina 0,5 M. Os dessulfoglicosinolatos foram eluídos com 300 ul de água e analisados por HPLC em fase reversa por monitoração a 226 nm.
[0425] Para alcanos cerosos, as amostras foram extraídas utilizando-se um método idêntico como ácidos graxos e os extratos foram analisados em uma HP 5890 GC acoplada com um 5973 MSD. As amostras foram isoladas cromatograficamente em um espectrômetro de massa J&W DB35 (J&W Scientific Agilent Technologies, Folsom, CA).
[0426] Para medir os níveis de fenil lipídeo, sementes ou folhas foram pulverizadas com pirogalol a 1 a 2% como um antioxidante. Para as sementes, as amostras extraídas foram filtradas e uma parte removido para análise de tocoferol e carotenóide/clorofila por HPLC. O material restante foi saponificado para determinação de esterol. Para as folhas, foi removida uma alíquota e diluída com metanol e clorofila A, clorofila B e carotenóides totais medidos por espectrofotometria por determinação da absorbância óptica a 665,2 nm, 652,5 nm e 470 nm. Foi removida uma alíquota para composição de tocoferol e carotenóide/clorofila por HPLC usando-se uma coluna Waters pBondapak C18 (4,6 mm x 150 mm) . A solução metanólica
986/1027 restante foi saponificada com KOH a 10% a 80o C durante uma hora. As amostras foram resfriadas e diluídas com uma mistura de metanol e água. Foi misturada uma solução de cloreto de metileno a 2% em hexano e as amostras foram centrifugadas. A fase de metanol aquoso foi de novo reextraída com 2% de cloreto de metileno em hexano e, após cenrifugação, as duas fases superiores foram combinadas e evaporadas. Foi adicionado cloreto de metileno a 2% em hexano e as amostras foram então extraídas com um ml de água. A fase superior foi removida, seca e ressuspensa em 400 ul de cloreto de metileno a 2% em hexano e analisada por cromatografia gasosa utilizando-se um 50 m DB-5ms (0,25 mm ID, 0,25 um fase, J&W Scientific).
[0427] Os níveis de açúcar insolúvel foram medidos pelo método essencialmente emscrito por Reiter e outros (1999), Plant J. 12: 335-345. Este método analisa a composição de açúcar neutro de polímeros da parede celular encontrados em folhas de Arabidopsis. Os açúcares solúveis foram separados dos polímeros de açúcar por extração das folhas com etanol quente a 70%. O resíduo restante que contém os polissacarídeos insolúveis foi então hidrolisado com ácido com alose adicionada como um padrão interno. Os monômeros de açúcar gerados pela hidrólise foram então reduzidos aos alditóis correspondentes por tratamento com NaBH4, então foram acetilados para gerar acetatos de
987/1027 alditol voláteis que foram então analisados por GC-FID. A identidade dos picos foi determinada por comparação dos tempos de retenção de açúcares conhecidos convertidos aos acetatos de alditol correspondentes com os tempos de retenção de picos provenientes de extratos de vegetal do tipo selvagem. Os acetatos de alditol foram analisados em uma coluna capilar Supelco SP-2330 (30 m x 250 pm x 0,2 pm) usando-se um software que começa a 180o C durante 2 minutos seguida por um aumento de 220oC em 4 minutos. Após manutenção a 220oC durante 10 minutos, a temperatura do forno é aumentada até 240oC em 2 minutos e mantida a esta temperatura durante 10 minutos e trazida de volta até a temperatura ambiente.
[0428] Para identificar os vegetais com alterações do óleo total da semente ou no teor de proteína, 150 mg de sementes provenientes de vegetais de progênie T2 foram sujeitos a análise por Espectroscopia de Refletância em Infravermelho Próximo (NIRS) que usa um Foss NirSystems Model 6500 com um sistema de transporte de cuba giratória. NIRS é um método analítico não-destrutivo usado para determinar a composição de óleo e de proteína na semente. Infravermelho é a região do espectro eletromagnético localizado após a região visível na direção de comprimentos de onda mais longos. 'Infravermelho' deve o seu nome ao fato de ser a região do infravermelho próxima à região
988/1027 visível do espetro eletromagnético. Para finalidades práticas, o infravermelho próximo compreende comprimentos de onda entre 800 e 2500 nm. NIRS é aplicada a compostos orgânicos ricos em ligações N-H (tais como proteínas e aminoácidos). Os instrumentos analíticos para NIRS operam por sinais de NIRS que se correlacionam estatisticamente a diversos comprimentos de onda com a característica ou a propriedade pretendida a ser medida. Todas as substâncias biológicas contêm milhares de ligações C-H, O-H e N-H. Portanto, a exposição à radiação do infravermelho próximo de uma amostra biológica, tal como, uma semente, resulta em um espectro complexo que contém informação qualitativa e quantitativa sobre a composição física e química daquela amostra.
[0429] O valor numérico de um analito específico na amostra, tal como, o teor de proteína ou o teor de óleo, é mediado por uma abordagem de calibração conhecido como quimiométrica. A quimiométrica aplica métodos estatísticos tais como regressão múltipla linear (MLR), mínimos quadrados parciais (PLS) e análise do componente principal (PCA) aos dados do espectro e correlaciona os mesmos com uma propriedade física ou outro fator, cuja propriedade ou fator é diretamente determinada em vez da própria concentração do analito. O método primeiro fornece dados de química úmida das amostras necessárias para se
989/1027 desenvolver a calibração.
[0430] A calibração da resposta de NIRS foi realizada usando-se dados obtidos por análise de química úmida de uma população de ecotipos de Arabidopsis que se esperou representarem a diversidade de níveis de óleo e de proteína.
[0431] A exata composição de óleo de cada ecotipo usado no experimento de calibração foi realizada usando-se análise gravimétrica de óleos extraídos de amostras de semente (0,5 g ou 1,0 g) pelo método da extração acelerada por solvente (ASE; Dionex Corp, Sunnyvale, CA). O método da extração foi validado contra amostras registradas de canola (Community Bureau of Reference, Bélgica). Amostras de semente provenientes de cada ecotipo (0,5 g ou 1g) foram sujeitas a extração acelerada com solvente e os pesos resultantes de óleo extraído comparados ao peso de óleo recuperado da semente de canola que foi registrada para teor de óleo (Community Bureau of Reference). A equação de calibração de óleo era baseada em 57 amostras com uma faixa de teores de óleo de desde 27,0% até 50,8%. Para controlar a validade da curva de calibração, um conjunto adicional de amostras foi extraído por ASE e previsto o uso da equação de calibração de óleo. Este conjunto de validação chegou a 46 amostras, na faixa de 27,9% até 47,5% de óleo e tinha um erro padrão previsto de desempenho de 0,63%. O método
990/1027 químico úmido para a proteína era análise elementar que usa (% N X 6,0) a média de 3 amostras representativas de 5 mg cada uma validada contra milho moído registrado (NIST). A instrumentação era um analisador elementar Elementar VarioEL III operado em modo de operação CNS (Elementar Analysensysteme GmbH, Hanau, Alemanha).
[0432] A equação de calibração de proteína era baseada em uma coleção de 63 amostras com uma faixa de teores de proteína de desde 17,4% até 31,2%. Um conjunto adicional de amostras foi analisado para proteína por análise elementar (n = 57) e investigado por NIRS para se validar a equação de previsão de proteína. A faixa de proteína da validação ajustada era desde 16,8% até 31,2% e o erro padrão de previsão era 0,468%.
[0433] Foi realizada análise NIRS de Arabidopsis em entre 40-300 mg de amostra experimental. Os teores de óleo e de proteína foram previstos usando-se as respectivas equações de calibração.
[0434] Os dados obtidos pela análise NIRS foram analisados estatisticamente usando-se uma análise do vizinho mais próximo (N-N). A análise de N-N permite a remoção de variabilidade especial dentro de bloco em uma maneira regularmente flexível, que não requer conhecimento anterior do padrão de variabilidade na câmara. Teoricamente, todos os híbridos são cultivados sob
991/1027 condições experimentais idênticas dentro de um bloco (rep). Na realidade, até mesmo em muitos projetos de bloco, existe variabilidade significativa dentro do bloco. Os procedimentos de vizinho mais próximo estão baseados na suposição de que o efeito ambiental de um gráfico está intimamente relacionado ao de seus vizinhos. Os métodos de vizinho mais próximo usam informação de gráficos adjacentes para ajustar a heterogeneicidade dentro do bloco e para fornecer estimativas mais precisas de meios de tratamento e de diferenças. Se houver heterogeneicidade dentro do bloco em uma escala especial que seja maior do que um único gráfico e menor do que o bloco inteiro, então os rendimentos de gráficos adjacentes estarão correlacionados positivamente. A informação proveniente dos gráficos vizinhos pode ser usada para reduzir ou para remover o efeito indesejado da heterogeneicidade espacial e, portanto melhorar a estimativa do efeito do tratamento. Os dados provenientes de gráficos vizinhos também podem ser usados para reduzir a influência de competição entre gráficos adjacentes. A análise N-N de Papadakis pode ser usada com projetos para remover a variabilidade dentro do bloco que seria removida com a análise de gráfico dividido padrão ((Papadakis (1973) Inst. d'Amelior. Plantes Thessaloniki (Greece) Bull. Scientif. No. 23; Papadakis (1984) Proc.
Acad. Athens 59: 326-342).
992/1027 [0435] Foram realizados experimentos para identificar aqueles transformantes ou nocautes que exibiram sensibilização de açúcar modificado. Para tais estudos, as sementes provenientes de transformantes foram germinadas em meios que contêm 5% de glicose ou 9,4% de sacarose que normalmente restringem elongação de hipocotila parcialmente restrita. As plantas com sensibilização de açúcar alterada pode ter hipocotilas mais longas ou mais curtas do que as plantas normais quando cultivadas neste meio. Adicionalmente, outros traços de plantas podem ser variados tal como, massa da raiz.
[0436] Podem ser realizados experimentos para identificar aqueles transformantes ou nocautes que exibiram uma tolerância melhorada a patogenio. Para tais estudos, os transformantes são expostos a patógenos fungais biotrópicos, tal como, Erysiphe orontii e patógenos fungais necrotrópicos, tal como, Fusarium oxysporum. Os isolados de Fusarium oxysporum causam murchas vasculares e quedas de vários vegetais anuais, perenes e de ervas daninhas (MauchMani e Slusarenko (1994) Molec Plant-Microbe Interact. 7: 378-383). Para experimentos com Fusarium oxysporum, as plantas são cultivadas sobre placas de Petri e borrifadas
com uma suspensão de esporo novo de F. oxysporum. A
suspensão de esporo é preparada como a seguir : Um bloco de
hifas fungais provenientes de uma cultura em placa é
993/1027 colocada em uma placa de ágar com dextrose de batata fresca e deixadas espalhar durante uma semana. Cinco ml de água estéril são então adicionados à placa, agitados e pipetados em 50 ml de meio de Fusarium. Os esporos foram cultivados durante toda a noite e então borrifados sobre plantas usando-se um borrifador para tintas Preval. O tecido da planta é colhido e congelado em nitrogênio líquido 48 horas após a infecção.
[0437] Erysiphe orontii é um agente causal de míldio em pó. Para experimentos com Erysiphe orontii, as plantas são cultivadas aproximadamente 4 semanas em uma estufa sob 12 horas de luz (20 oC, umidade relativa aproximadamente 30%). As folhas individuais são infectadas com esporos de E. orontii provenientes de plantas infectadas usando-se uma escova de pelo de camelo e as plantas são transferidas para uma câmara de crescimento de Percival (20 oC, 80% de umidade relativa). O tecido da planta é colhido e congelado em nitrogênio líquido 7 dias após a infecção.
[0438] Botrytis cinerea é um patógeno necrotrófico. Botrytis cinerea é cultivado em ágar com dextrose de batata sob 12 horas de luz (20 oC, aproximadamente 30% de umidade relativa). Uma cultura de esporos é obtida espalhando-se 10 ml de água estéril sobre a placa de fungo, agitando-se e transferindo-se os esporos para 10 ml de água estéril. O
994/1027 inóculo de esporo (aproximadamente 105 esporos/ml) é então usado para borrifar mudas de 10 dias de idade cultivadas
sob condições estéreis sobre meio MS (sem sacarose). Os
sintomas são avaliados cada dia até aproximadamente 1
semana. [0439] Culturas de hifas de Sclerotinia
sclerotiorum são cultivadas em caldo de dextrose de batata. Um grama de hifas é moído, filtrado, fiado e ressuspenso em água estéril. É usada uma diluição de 1:10 para borrifar mudas de 10 dias de idade cultivadas assepticamente sob um regime de 12 horas de luz/escuro em meio MS (sem sacarose). Os sintomas são avaliados todo dia até aproximadamente 1 semana.
[0440] Pseudomonas syringae pv maculicola (Psm) cepa 4326 e pv maculicola cepa 4326 foi inoculado manualmente a duas doses. Duas doses de inoculação permitem a diferenciação entre as plantas com suscetibilidade melhorada e plantas com resistência melhorada ao agente patógeno. As plantas são cultivadas durante 3 semanas na estufa, então transferidas para a câmara de crescimento para o resto de seu crescimento. Psm ES4326 pode ser inoculado manualmente com seringa de 1 ml sobre 3 folhas totalmente expandidas por planta (com 4 ½ semanas de idade), usando-se pelo menos 9 plantas para a linhagem de superexpressão a duas doses de inoculação, OD=0,005 e
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OD=0,0005. A avaliação da doença é realizada no dia 3 após a inoculação com fotos das plantas e folhas retiradas em paralelo.
[0441] Em alguns casos, os padrões de expressão dos induzidos por patógeno (tais como genes de defesa) podem ser monitorados por experimentos em microssistema. Nestes experimentos, os cDNAs são gerados por PCR e ressuspensos a uma concentração final de aproximadamente 100 ng/ul em 3X SSC ou fosfato de sódio 150 mM (Eisen e Brown (1999) Methods Enzymol. 303: 179-205). Os cDNAs são aplicados sobre lâminas de vidro de microscópio revestidos com polilisina. Os cDNAs preparados são aliquotados em placas com 384 poços e aplicados sobre as laminas usando-se, por exemplo, uma montagem x-y-z (OmniGrid) que pode ser adquirida de GeneMachines (Menlo Park, CA) adaptada com pinos do tipo palheta que podem ser adquiridos de Telechem International (Sunnyvale, CA). Após aplicação, os sistemas são curados por um mínimo de uma semana à temperatura ambiente, reidratados e bloqueados seguindo-se o protocolo recomendado por Eisen e Brown (1999; acima).
[0442] Amostras de RNA total da amostra (10 pg) são marcadas usando-se corantes fluorescentes Cy3 e Cy5. As amostras marcadas são ressuspensas em 4X SSC/0,03% SDS/4 pg de DNA esperma de salmão /2 pg de tRNA/ pirofosfato de sódio 50mM, aquecidas até 95 oC durante 2,5 minutos, fiadas
996/1027 e colocadas no sistema. O sistema é então recoberto com uma tampa do tipo vidro de relógio e colocado em uma câmara vedada. A câmara é então mantida em um banho-maria a 62oC durante toda a noite. Os sistemas são lavados como descrito em Eisen e Brown (1999, acima) e escaneados em um scanner a laser General Scanning 3000. Os arquivos resultantes são subsequentemente avaliados quantitativamente usando-se um progrma de computador IMAGENE, (BioDiscovery, Los Angeles CA) .
[0443] Podem ser realizados experimentos de RT-PCR para identificar aqueles genes induzidos após exposição patógenos fungais biotrópicos, tal como, Erysiphe orontii, patógenos fungais necrotrópicos, tal como, Fusarium oxysporum, bactérias, vírus e ácido salicílico, este último estando envolvido em uma resposta não-específica em Arabidopsis thaliana. Geralmente, é examinado os padrões de expressão provenientes de folha de vegetal de solo.
[0444] Foi conduzida PCR transcriptase reversa que usa iniciadores específicos de gene dentro da região de codificação para cada sequência identificada. Os iniciadores foram projetados próximo à região 3' de cada sequência de ligação de específica de DNA inicialmente identificada.
[0445] O RNA total proveniente destes tecidos de folha de solo foi isolado usando-se o protocolo de extração
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CTAB. Uma vez extraído o RNA total foi normalizado em concentração através de todos os tipos de tecido para garantir que a reação de PCR para cada tecido recebesse a mesma quantidade de matriz de cDNA usando uma faixa de 28S como referência. O RNA Poly(A+) foi purificado usando-se um protocolo modificado proveniente do protocolo em batelada do kit de purificação Qiagen OLIGOTEX. O cDNA foi sintetizado usando-se protocolos padrão. Após a primeira síntese de cDNA de filamento, foram usados iniciadores para Actina 2 para normalizar a concentração de cDNA através dos tipos de tecido. Descobriu-se que Actina 2 é expressa constitutivamente em níveis regulamente iguais através dos tipos de tecido que estão sendo investigados.
[0446] Para RT PCR, a matriz de cDNA foi misturada com iniciadores correspondentes e Taq DNA polimerase. Cada reação consistia em 0,2 μΐ de matriz de cDNA, 2 μΐ de tampão 10X Tricine, 2 μΐ de tampão 10X Tricine e 16,8 μΐ de água, 0,05 μΐ de Iniciador 1, 0,05 μΐ de Iniciador 2, 0,3 μ de ΐ Taq DNA pcdimerase e 8,6 μΐ de água.
[0447] A pdca de 96 cavidades é recoberta com microfilme e adaptada ao termocidador para iniciar o cícIo da reação. Para fins de dustração, o cícIo da reação pode compreender as seguintes etapas:
Etapa 1: 93o C durante 3 minutos;
Etapa 2: 93o C durante 30 segundos;
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Etapa 3: 65o C durante 1 minuto;
Etapa 4: 72o C durante 2 minutos;
As Etapas 2, 3 e 4 são repetidas durante 28 ciclos;
Etapa 5: 72o C durante 5 minutos e
Etapa 6: 4OC.
Para amplificar mais produtos, por exemplo, para identificar genes que têm expressão muito baixa, podem ser realizadas etapas adicionais. O método a seguir ilustra um método que pode ser usado sob este aspecto. A placa de PCR é colocada de volta no termociclador durante 8 mais ciclos de etapas 2-4.
Etapa 2 93o C durante 30 segundos;
Etapa 3 65o C durante 1 minuto;
Etapa 4 72o C durante 2 minutos, repetida durante 8 ciclos e
Etapa 5 4o C.
[0448] Oito microlitros de produto de PCR e 1,5 μΐ de carregamento de corante são carregados em um gel de agarose a 1,2% para análise após 28 ciclos e 36 ciclos. Os níveis de expressão de transcritos específicos são considerados baixos se eles foram apenas detectáveis após 36 ciclos de PCR. Os níveis de expressão são considerados médios ou altos dependendo dos níveis de transcrito comparados com os níveis de transcrito observados para um controle interno tal como, actina 2. Os níveis de
999/1027 transcrito são determinados em experimentos de repetição e comparados aos níveis de transcrito nas plantas de controle (por exemplo, não transformadas).
[0449] Foram realizados experimentos para identificar aqueles transformantes ou nocautes que exibiram uma melhor tolerância ao estresse ambiental. Para tais estudos, os transformantes foram expostos a uma variedade de estresses ambientais. As plantas foram expostas a um estresse de resfriamento (6 horas de exposição a 4-8o C), estresse de calor (6 horas de exposição a 32-37 o C), estresse a alto teor de sal (6 horas de exposição a NaCl 200 mM), estresse de secagem (168 horas após remoção da água das bandejas), estresse osmótico (6 horas de exposição a manitol 3 M) ou limitação de nutriente (nitrogênio, fosfato e potássio) (nitrogênio: todos os componentes de meio MS permaneceram constantes exceto N que foi reduzido a 20 mg/l de NH4NO3; fosfato: todos os componentes de meio MS exceto KH2PO4, que foi substituído por K2SO4; potássio: todos os componentes de meio MS exceto remoção de KNO3 e KH2PO4, que foram substituídos por NaH4PO4).
[0450] Foram realizados experimentos para identificar aqueles transformantes ou nocautes que exibiram uma estrutura modificada e características de desenvolvimento. Para tais estudos, os transformantes foram observados a olho nu para identificar novas características
1000/1027 estruturais ou de desenvolvimento associadas com a expressão ectópica dos polinucleotídeos ou dos polipeptídeos da invenção.
[0451] O tempo de floração foi medido pelo número de folhas de roseta presentes quando estiver aparente uma inflorescência visível de aproximadamente 3 cm. A roseta e o número total de folhas no caule da progênie estão intimamente correlacionadas com o tempo de floração (Koornneef e outros (19 91) Mol. Gen.
Genet. 229: 57-66).
Também foi medida a resposta de vernalização, foram semeadas sementes a placas de ágar
MS, vedadas com fita microporo e colocadas em um ambiente frio a 4°C com baixos níveis de iluminação durante 6-8 semanas. As placas foram então transferidas para câmaras de crescimento ao longo de placas que contêm controles não-vernalizados recémsemeados. As folhas de roseta foram contadas quando estava evidente uma inflorescência visível de aproximadamente 3 cm.
[0452] Os fenótipos modificados observados para superexpressor em particular ou nocaute de plantas são fornecidos na Tabela 4. Para um superexpressor em particular que apresenta uma característica menos vantajosa, pode ser útil selecionar uma planta com uma menor expressão do fator de transcrição em particular. Para um nocaute em particular que apresenta uma característica
1001/1027 menos vantajosa, pode ser mais útil selecionar uma planta com maior expressão do fator de transcrição em particular.
[0453] As sequências da Listagem de Sequência ou aquelas nas Tabelas 4 - 9 ou aquelas aqui divulgadas, podem ser usadas para preparar plantas transgênicas e plantas com traços alterados. As plantas transgênicas específicas relacionadas a seguir são produzidas partindo das sequências da Listagem de Sequência,como observado. As Tabelas 4 e 6 fornecem exemplos de sequências de polinucleotídeo e de polipeptídeo da invenção.
Exemplo VIII: Exemplos de Genes que Conferem Melhoria Significativa a Plantas [0454] Exemplos de genes e de homólogos que conferem melhorias significativas ao nocaute ou a superexpressão de plantas são observados a seguir. Observações experimentais feitas em relação aos genes específicos cuja expressão foi modificada em plantas de superexpressão ou de nocaute e as aplicações potenciais baseadas nestas observações feitas em relação aos genes específicos cuja expressão foi modificada na superexpressão ou no nocaute de plantas, e aplicações baseadas nestas observações, também são apresentadas.
[0455] Este exemplo fornece provas experimentais para maior tolerância ao estresse de biomassa e abiótico controlado pelos polipeptídeos do fator de transcrição e os
1002/1027 polipeptídeos da invenção.
[0456] Os ensaios de estresse com sal pretendem descobrir genes que confiram melhor germinação, vigor da muda ou crescimento em alto teor de sal. A evaporação da superfície do solo causa movimento ascendente e acúmulo de sal na camada superior do solo onde são colocadas as sementes. Desse modo, a germinação geralmente ocorre a uma concentração de sal muito mais alta do que a concentração média de sal de todo o perfil do solo. As plantas diferem em sua tolerância a NaCl dependendo do seu estágio de desenvolvimento, portanto são avaliadas a germinação da semente, o vigor da muda e respostas de crescimento da planta.
[0457] Ensaios de estresse osmótico (inclusive ensaios com NaCl e manitol) pretendem determinar se um fenótipo de estresse osmótico é específico a NaCl ou se ele é um estresse osmótico relacionado ao fenótipo. As plantas tolerantes ao estresse osmótico também podiam ter mais tolerância a seca e/ou congelamento.
[0458] Os ensaios de seca pretendem descobrir genes que medeiam a melhor sobrevivência da planta após grave insuficiência de água a curto termo. O vazamento de íons será medido se necessário. A tolerância ao estresse osmótico também confirma um fenótipo tolerante à seca.
[0459] Ensaios de estresse com temperatura
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pretendem descobrir genes que confiram melhor germinação,
vigor da muda ou crescimento da planta sob estresse de
temperatura (frio, congelamento e calor).
[0460] Os ensaios de sensibilização a açúcar
pretendem descobrir genes envolvidos em sensibilização a açúcar por germinação de sementes em altas concentrações de sacarose e de glicose e procurando-se graus de alongamento de hipocotila. O ensaio de germinação em manitol controla respostas relacionadas ao estresse osmótico. Os açúcares são moléculas reguladoras chave que afetam diversos processos em plantas superiores inclusive a germinação, o crescimento, a floração, a senescência, o metabolismo do açúcar e a fotossíntese. A sacarose é a principal forma de transporte de fotossintetizado e foi demonstrado que o seu fluxo através das células afeta a expressão do gene e altera o acúmulo de composto em armazenagem nas sementes (relações de fonte-sumidouro). A sensibilização a hexose glicose-específica também foi descritas em plantas e está implicada na divisão da célula e repressão de genes de escassez (ciclos fotossintéticos ou de glioxilato).
[0461] Os ensaios de germinação seguiram modificações do mesmo protocolo básico. Foram semeadas sementes estéreis nos meios condicionais relacionados a seguir. As placas foram incubadas a 22° C sob luz 24 horas (120-130 pEin/m2/s) em uma e do vigor da muda foi conduzida
1004/1027 câmara de crescimento. A avaliação da germinação durante 3 a 15 dias após a plantação. O meio basal era meio Murashige-Skoog (MS) a 80% + vitaminas.
[0462] Para experimentos de germinação com sal e estresse osmótico, o meio foi suplementado com NaCl 150 mM ou manitol 300 mM. Foram realizados ensaios de sensibilidade de regulagem de crescimento em meio MS, vitaminas e ABA 0,3 μΜ, sacarose a 9,4% ou glicose a 5%.
[0463] Foram realizados experimentos de germinação com estresse de temperatura a frio a 8°C. Foram conduzidos experimentos de germinação com estresse de calor a 32°C até 37oC durante 6 horas de exposição.
[0464] Para experimentos de estresse conduzidos com plantas mais maduras, as sementes foram germinadas e cultivadas durante sete dias em MS + vitaminas + 1% de sacarose a 22°C e então transferidas para condições de estresse de resfriamento e de calor. As plantas foram expostas a esforço de resfriamento (6 horas de exposição a 4-8o C) ou estresse com calor (32° C foi aplicado durante cinco dias, após o que as plantas foram transferidas de volta 22 °C para recuperação e avaliadas após 5 dias em relação aos controles não-expostos à temperatura diminuída ou elevada).
Resultados:
G1988 (SEQ ID No: 327)
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Informação Publicada [0465] O G1988 (At3g21150) está no P1 clone MSA6 (Número de acesso do GenBank AP000604) e foi identificado com base em sua similaridade de sequência dentro do domínio conservado a outras proteínas relacionadas tipo tipo CONSTANS em Arabidopsis. Não há qualquer informação publicada ou pública em relação à função do G1988. Observações Experimentais.
[0466] A função do G1988 foi estudada utilizando plantas transgênicas nas quais o gene foi expresso sob o controle do promotor 35S. Uma evidência destes ensaios fisiológicos e morfológicos indica que o G1988 pode desempenhar uma função nos processos de desenvolvimento regulados pela luz; As plantas jovens partindo de semente 35S::G1988 exibiam hipocotilédones mais longos, pecíolos alongados e um número de linhagens que floreciam precocemente.
[0467] Quando cultivadas em fosfato limitado, todas as linhagens pareciam maiores e possuíam maior crescimento de raiz que os controles. As plantas jovens partindo de sementes germinadas em placas que continham nitrogênio limitado (suplementado com glutamina) pareciam menos estressadas que os controles.
Utilidades [0468] Com base nos resultados de ensaios
1006/1027 fisiológicos, o G1988 poderia ser utilizado para engenheirar plantas que exibem maior crescimento e capacidade de sobrevivência em ambientes com poucos nutrientes.
[0469]
O G1988 poderia ter ainda uma função na modulação de processos do desenvolvimento regulados pela luz, tal como o impedimento à sombra. A eliminação das respostas à sombra poderia levar a maiores densidades de plantio com um aumento subsequente do rendimento. O gene poderia ainda ser útil na manipulação do tempo de florescência.
Exemplo IX: Identificação de Sequências Homólogas de
[0470] Este exemplo descreve a identificação
genes que são ortólogos aos fatores de transcrição de
Arabidopsis thaliana partindo de uma busca de homologia no
computador.
[0471] As sequências homólogas, incluindo as de parálogos e de ortólogos de Arabidopsis e outras espécies de plantas, foram identificadas utilizando as ferramentas de busca de sequências em bancos de dados, tal como a Basic Local Alignment Search Tool (Ferramenta de Busca de Alinhamento Local Básico) (BLAST) (Altschul e outros (1990) J. Mol. Biol. 215: 403-410; e Altschul e outros (1997)
Nucleic Acid Res. 25: 3389-3402). Os programas de análises de sequência tblastx foram empregados utilizando a matriz
1007/1027 de escore BLOSUM-62 (Henikoff e Henikoff (1992) Proc .Natl.
Acad. Sci. 89: 10915-10919). O banco de dados NCBI GenBank todo foi filtrado em relação a sequências de todas as plantas exceto de Arabidopsis thaliana através da seleção de todas as entradas no banco de dados NCBI GenBank associadas com a ID 33090 taxonômica do NCBI (Viridiplantae; todas as plantas) e excluindo as entradas associadas com a ID 3701 taxonômica (Arabidopsis thaliana).
[0472]
Estas sequências são comparadas com as sequências que representam os genes na Listagem de
Sequências, por exemplo, SEQ ID No: 2N - 1, em que N = 1
335, utilizando o algoritmo TBLASTX da Washington
University (versão 2.0a19MP) nos ajustes preestabelecidos utilizando alinhamentos com espaços com o filtro off (desligado). Para cada uma destas sequências, foram pedidas comparações individuais através do escore de probabilidade (valor de P), em que o escore reflete probabilidade de que um alinhamento particular ocorresse ao acaso. Por exemplo, um escore de 3,6e-40 é 3,6 x 10-40.
Em adição aos valores de P, as comparações também foram classificadas através da porcentagem de identidade. A porcentagem de identidade reflete o grau até o qual dois segmentos de DNA ou de proteína são idênticos ao longo de um comprimento particular. Os exemplos de sequências identificadas desta forma são apresentados nas Tabelas 7, 8
1008/1027 e 9. As sequências parálogas ou ortólogas identificadas partindo dos bancos de dados foram facilmente proprietários no
GenBank. A porcentagem de identidade de sequência entre estas sequências pode ser tão baixa quanto 4 7% ou uma identidade de sequência ainda menor.
[0473]
As sequências parálogas foram identificadas entre os fatores de transcrição de Arabidopsis através do alinhamento, da identidade e das relações filogenéticas.
Uma lista de parálogos é mostrada na Tabela 8. As sequências ortólogas candidatas foram identificadas dos conjuntos unigênicos proprietários de sequências gênicas de plantas em Zea mays, Glycine max e
Oryza sativa com base na homologia significativa aos fatores de transcrição de
Arabidopsis. Estes candidatos foram comparados com o conjunto de fatores de reciprocamente transcrição de
Arabidopsis. Se o candidato exibisse similaridade máxima no domínio da proteína para a ativação do fator de transcrição ou a um parálogo da ativação do fator de transcrição, então era considerado como sendo um ortólogo. As sequências identificadas que não eram de Arabidopsis que foram mostradas desta maneira como sendo ortólogas às sequências de Arabidopsis são fornecidas nas Tabelas 7 e 9.
Exemplo X: Seleção da Biblioteca de cDNA de Planta em Relação à Sequência que Codifica um Domímio de Ligação ao DNA do Fator de Transcrição que se Liga a um Elemento
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Promotor da Ligação do Fator de Transcrição e Demonstração da Atividade de Regulação da Transcrição da Proteína.
[0474] A estratégia de um híbrido (Li e Herskowitz (1993) Science 262: 1870-1874) é utilizada para selecionar clones de cDNA de planta que codificam um polipeptídeo que compreende um domínio de ligação ao DNA do fator de transcrição, um domínio conservado. Sucintamente, são construídas cepas de levedura que contêm um gene
repórter lacZ com as sequências do elemento promotor da
ligação do fator de transcrição do tipo selvagem ou
mutantes no lugar da UAS normal ( sequência ativadora a
montante) do promotor GALL. São construídas cepas repórteres de levedura que carregam as sequências do elemento de ligação do fator de transcrição, uma vez que os elementos UAS ficam ligados de forma operacional a montante (5') de um gene repórter lacZ com um promotor GAL1 mínimo. As cepas são transformadas com uma biblioteca de expressão de planta que contém insertos aleatórios de cDNA fundidos no domínio de ativação GAL4 (GAL4-ACT) e são selecionadas em relação à formação de colônias azuis em filtros tratados com X-gal (X-gal: 5-bromo-4-cloro-3-indolil-B-Dgalactosídeo; Invitrogen Corporation, Carlsbad CA). Alternativamente, as cepas são transformadas com um polinucleotídeo de cDNA que codifica uma sequência polipeptídica do domínio de ligação ao DNA do fator de
1010/1027 transcrição conhecido.
[0475] As cepas de levedura que carregam estes constructos repórteres produzem baixos níveis de betagalactosidase e formam colônias brancas sobre os filtros contendo X-gal. As cepas repórteres que carregam as sequências do tipo selvagem do elemento promotor da ligação do fator de transcrição são transformadas com um polinucleotídeo que codifica um polipeptídeo que compreende um domínio de ligação ao DNA do fator de transcrição de planta ligado de forma operacional ao domínio ativador ácido do fator de transcrição GAL4 de levedura, GAL4-ACT. Os clones que contêm um polinucleotídeo que codifica um domínio de ligação ao DNA do fator de transcrição ligado de forma operacional com o GLA4-ACT podem se ligar a montante dos genes repórteres do lacZ que carregam a sequência do tipo selvagem do elemento promotor da ligação do fator de
transcrição, ativar a transcrição do gene lacZ e resultar
em leveduras que formam colônias azuis sobre os filtros
tratados com X-gal.
[0476] Após a seleção de aproximadamente 2 x 106
leveduras transformantes, os clones de cDNA positivos são isolados; isto é, os clones que fazem com que as cepas de levedura que carregam os repórteres de lacZ ligados de forma operacional aos elementos promotores da ligação do fator de transcrição do tipo selvagem formem colônias azuis
1011/1027 sobre filtros tratados com X-gal. Os clones de cDNA não fazem com que uma cepa de levedura que carrega elementos promotores da ligação do fator de transcrição mutante fundidos ao LacZ fiquem azuis. Assim, é mostrado que um polinucleotídeo que codifica um domínio de ligação ao DNA do fator de transcrição, um domínio conservado, ativa a transcrição de um gene.
Exemplo XI: Ensaios de Alteração no Gel.
[0477] A presença de um fator de transcrição que compreende um domínio de ligação ao DNA que se liga a um elemento de ligação do fator de transcrição de DNA é avaliada utilizando o ensaio de alteração no gel a seguir. O fator de transcrição é expresso de forma recombinante e isolado de E. coli ou isolado de material vegetal. A proteína solúvel total, incluindo o fator de transcrição, (40 ng) é incubada à temperatura ambiente em 10 pL de tampão de ligação 1 x (15 mM de HEPES (pH 7,9), 1 mM de EDTA, 30 mM de KCl, 5% de glicerol, 5% de albumina de soro bovino, 1 mM de DTT) mais 50 ng de poli(dl-dC):poli(dl-dC) (Pharmacia, Piscataway NJ) com ou sem 100 ng de DNA competidor. Após uma incubação de 10 minutos, o DNA de sonda que compreende um elemento de ligação ao DNA do fator de transcrição (1 ng) que foi marcado com 32P através do preenchimento da extremidade (Sambrook e outros (1989) supra) é adicionado e a mistura é incubada durante mais 10
1012/1027 minutos. As amostras são carregadas em géis de poliacrilamida (4% p/v) e fracionadas através de eletroforese a 150V durante 2 h (Sambrook e outros supra). O grau de ligação da sonda de DNA ao fator de transcrição é visualizado utilizando auto-radiografia. Os DNAs de sondas e competidor são preparados partindo de insertos de oligonucleotídeos ligados no sítio BamHI do pUC118 (Vieira e outros (1987) Methods Enzymol. 153: 3-11) . A orientação e o número de concatenação dos insertos são determinados através da análise de sequência do DNA de didesóxi (Sambrook e outros supra). Os insertos são recuperados após a digestão com EcoRI e HindIII e o fracionamento em géis de poliacrilamida (12% p/v) (Sambrook e outros supra).
Exemplo XII. Introdução de Polinucleotídeos em Plantas Dicotiledôneas [0478] Qualquer uma das sequências dos fatores de transcrição da invenção listadas na Listagem de Sequências e sequências parálogas e ortólogas, podem ser recombinadas nos vetores de expressão pMEN20 ou pMEN65 e então são transformadas em uma planta com a finalidade de modificar as características da planta. O vetor de clonagem pode ser introduzido em uma variedade de plantas de cereais por meios bem-conhecidos na técnica tais como, por exemplo, a transferência direta do DNA ou a transformação mediada por Agrobacterium tumefaciens. Agora é rotina produzir plantas
1013/1027 transgênicas utilizando plantas dicotiledôneas (ver Weissbach e Weissbach, (1989) supra; Gelvin e outros (1990) supra; Herrera-Estrella e outros (1983) supra; Bevan (1984) supra; e Klee (1985) supra). Os métodos para a análise das características são rotina na técnica e nos exemplos divulgados acima.
Exemplo XIII: Transformação de Plantas de Cereais com um Vetor de Expressão [0479] As plantas de cereais tais como, mas não limitadas ao milho, ao trigo, ao arroz, ao sorgo ou à cevada, podem também ser transformadas com as presentes sequências de polinucleotídeos nos vetores de expressão pMEN20 ou pMEN65 com a finalidade de modificar as características das plantas. Por exemplo, o pMEN20 pode ser modificado para substituir a região codificadora do NptII pelo gene BAR de Streptomyces hygroscopicus que confere resistência à fosfinotricina. Os sítios de KpnI e BglII do gene Bar são removido através da mutagênese direcionada ao sítio com alterações silenciosas de códons.
[0480] O vetor de clonagem pode ser introduzido em uma variedade de plantas de cereais através de meios bemconhecidos na técnica tal como, por exemplo, transferência direta do DNA ou a transformação mediada por Agrobacterium tumefaciens. É agora rotina produzir plantas transgênicas das principais plantas de cultivo de cereais (Vasil (1994)
1014/1027
Plant Mol. Biol. 25: 925-937) tais como milho, trigo, arroz, sorgo (Cassas e outros (1993) Proc. Natl. Acad. Sci. 90: 11212-11216 e cevada (Wan e Lemeaux (1994) Plant Physiol. 104:37-48. Os métodos de transferência de DNA tal como com microprojéteis podem ser utilizados para o milho (Fromm e outros (1990) Bio/Technol. 8: 833-839); GordonKamm e outros (1990) Plant Cell 2: 603-618; Ishida (1990) Nature Biotechnol. 14:745-750), trigo (Vasil e outros (1992) Bio/Technol. 10:667-674; Vasil e outros (1993) Bio/Technol. 11:1553-1558; Weeks e outros (1993) Plant Physiol. 102:1077-1084), o arroz (Christou (1991) Bio/Technol. 9:957-962; Hiei e outros (1994) Plant J. 6:271-282; Aldemita e Hodges (1996) Planta 199:612-617; e Hiei e outros (1997) Plant Mol. Biol. 35:205-218). Para a maioria das plantas de cereais, as células embrionárias derivadas de tecidos imaturos de escotelo são as células alvo preferidas para transformação (Hiei e outros (1997) Plant Mol. Biol. 35:205-218; Vasil (1994) Plant Mol. Biol. 25: 925-937).
[0481] Os vetores de acordo com a presente invenção podem ser transformados em células embrionárias de milho derivadas do tecido escutelar imaturo utilizando o bombardeio de microprojéteis, com o genótipo A188XB73 como o genótipo preferido (Fromm e outros (1990) Bio/Technol. 8: 833-839; Gordon-Kamm e outros (1990) Plant Cell 2: 603
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618) . Após o bombardeio de microprojéteis os tecidos são selecionados com fosfinotricina para identificar as células embrionárias transgênicas (Gordon-Kamm e outros (1990) Plant Cell 2: 603-618) . As plantas trangênicas são regeneradas através das técnicas padrão de regeneração do milho. (Fromm e outros (1990) Bio/Technol. 8: 833-839; Gordon-Kamm e outros (1990) Plant Cell 2: 603-618).
[0482] Os plasmídeos preparados como descrito acima podem também ser utilizados para produzir plantas transgênicas de trigo e arroz (Christou (1991) Bio/Technol. 9:957-962; Hiei e outros (1994) Plant J. 6:271-282; Aldemita e Hodges (1996) Planta 199:612-617; e Hiei e outros (1997) Plant Mol. Biol. 35:205-218) que expressam de forma coordenada genes de interesse seguindo os protocolos de transformação padrão conhecidos pelos versados na técnica para o trigo e o arroz (Vasil e outros (1992) Bio/Technol. 10:667-674; Vasil e outros (1993) Bio/Technol. 11:1553-1558; e Weeks e outros (1993) Plant Physiol. 102:1077-1084), em que o gene bar é utilizado como o marcador de seleção.
Exemplo XIV: Identificação de Sequências Ortólogas e Parálogas [0483] Os ortólogos dos genes de Arabidopsis podem ser identificados através de vários métodos, incluindo a hibridização, a amplificação ou
1016/1027 através da bioinformática. Este exemplo descreve como se pode identificar homólogos ao fator de transcrição CBF1 da família AP2 de Arabidopsis (polinucleotídeo SEQ ID No: 2238, polipeptídeo codificado SEQ ID No: 2239), que confere tolerância a estresses abióticos (Thomashow e outros (2002) Patente US N- 6.417.428) e um exemplo para confirmar a função de sequências homólogas. Neste exemplo, os ortólogos ao CBF1 foram encontrados na canola (Brassica napus) utilizando a reação em cadeia da polimerase (PCR).
[0484] Os iniciadores degenerados foram planejados para regiões do domínio de ligação ao AP2 e fora do AP2 (domínio carbóxi terminal):
[0485] Mol 368 (para trás) 5'- CAY CCN ATH TAY MGN
GGN GT -3' ( SEQ ID No: : 2246)
[0486] Mol 378 (para frente) 5'- GGN ARN ARC ATN
CCY TCN GCC -3' (SEQ ID No:: 2247)
[0487] (Y: C/T, N: A/C/G/T, H: A/C/T, M: A/C, R:
A/G ) [0488] O iniciador Mol 368 está no domínio de ligação ao AP2 do CBF1 (sequência de aminoácidos: His-ProIle-Tyr-Arg-Gly-Val) enquanto o iniciador Mol 378 está fora do domínio do AP2 (domínio carbóxi terminal) (sequência de aminoácidos: Met-Ala-Glu-Gly-Met-Leu-Leu-Pro).
[0489] O DNA genômico isolado de B. Napus foi amplificado pela PCR utilizando estes iniciadores seguindo
1017/1027 estas condições: uma etapa de desnaturação inicial de 2 min a 93°C; 35 ciclos a 93°C durante 1 min, 55°C durante 1 min e 72°C durante 1 min e uma incubação final de 7 min a 72°C no final do ciclo.
[0490] Os produtos da PCR foram separados por eletroforese a um gel de agarose a 1,2% e transferidos para uma membrana de náilon e foram hibridizados com a sonda AT CBF1 preparada partindo do DNA genômico de Arabidopsis através de uma amplificação pela PCR. Os produtos hibridizados foram visualizados através do sistema de detecção colorimétrica (Boehringer Mannheim) e as bandas correspondentes de um gel de agarose similar foram isoladas utilizando o Qiagen Extraction Kit (Qiagen). Os fragmentos de DNA foram ligados ao vetor do clone TA do TOPO TA Cloning Kit (Invitrogen) e transformados na cepa de E. coli TOP10 (Invitrogen).
[0491] Sete colônias foram selecionadas e o insertos foram sequenciados em uma máquina ABI 377 partindo dos filamentos tanto senso quanto anti-sentido após o isolamento do DNA do plasmídeo. A sequência de DNA foi editada por um sequenciador e ordenada com o ATCBF1 através do software GCG e da busca com o NCBI blast.
[0492] A sequência de ácido nucléico e a sequência de aminoácidos de um ortólogo da canola descobertas desta maneira (bnCBF1; polinucleotídeo SEQ ID No: 2244 e
1018/1027
polipeptídeo SEQ ID No: 2245) identificadas através desse
processo são mostradas na Listagem de Sequências.
[0493] As sequências de aminoácidos alinhadas
mostram que o gene bnCBF1 possui 88% de identidade com a
sequência de Arabidopsis na região do domínio AP2 e 85% de
identidade com a sequência de Arabidopsis fora do domínio
AP2 quando alinhadas em relação a duas sequências de
inserção que ficam fora do domínio AP2.
[0494] Similarmente, as sequências parálogas dos
genes de Arabidopsis, tal como CBF1, podem também ser identificadas.
[0495] Dois parálogos de CBF1 de Arabidopsis
thaliana: CBF2 e CBF3. CBF2 e CBF3 foram clonados e sequenciados como descrito abaixo. As sequências do DNA SEQ ID No: 2240 e 2242 e as proteínas codificadas SEQ ID No:
2241 e 2243 são apresentadas na Listagem de Sequências.
[0496] Uma biblioteca de cDNA em lâmbda preparada
de um RNA isolado do Arabidopsis thaliana ecotipo Columbia (Lin e Thomashow (1992) Plant Physiol. 99: 519-525) foi
selecionada em relação a clones recombinantes que
carregavam insertos relacionados ao gene CBF1 (Stockinger e
outros (1997 ) Proc. Natl. Acad. Sci. 94:1035-1040). O CBF1
foi marcado radiotivamente com 32P através da iniciação
aleatória (Sambrook e outros supra) e utilizado para selecionar a biblioteca através da técnica de cópia de
1019/1027 placa utilizando condições padrão de hibridização rigorosa e de lavagem (Hajela e outros (1990) Plant Physiol. 93:1246-1252; Sambrook e outros supra) tampão 6 X SSPE, 60oC para hibridização e tampão 0,1 X SSPE e 60°C para as lavagens). Foram obtidos doze clones com hibridização positiva e as sequências de DNA dos insertos de cDNA foram determinadas. Os resultados indicaram que os clones se encaixavam em três classes. Uma classe carregava insertos correspondentes ao CBF1. As duas outras classes carregavam sequências correspondentes a dois homólogos diferentes do CBF1, denominados CBF2 e CBF3. As sequências de ácidos nucléicos e as sequências previstas codificadoras de proteínas para CBF1, CBF2 e CBF3 de Arabidopsis estão listadas na Listagem de Sequência (SEQ ID N-: 2238, 2240, 2242 e SEQ ID N-: 2239, 2241 e 2243, respectivamente). As sequências de ácidos nucléicos e as sequências previstas codificadoras de proteínas para o ortólogo do CBF de Brassica napus estão listadas na Listagem de Sequência (SEQ ID N-: 2244 e 2245, respectivamente).
[0497] Uma comparação das sequências de ácidos nucléicos de CBF1, CBF2 e CBF3 de Arabidopsis indica que elas são 83 até 85% idênticas como mostrado na Tabela 11.
TABELA 11
Porcentagem de Identidadea
DNAb Polipeptídeo
1020/1027
cbf1/cbf2 85 86
cbf1/cbf3 83 84
cbf2/cbf3 84 85
a O percentual de identidade foi determinado utilizando o algoritmo Clustal do programa Megalign (DNASTAR, Inc.).
b --São mostradas comparações das sequências de ácidos nucléicos dos quadros abertos de leitura.
[0498] Similarmente, as sequências de aminoácidos dos três polipeptídeos de CBF variam de 84 a 86% de identidade. Um alinhamento das três sequências de aminoácidos revela que a maioria das diferenças na sequência de aminoácidos ocorre na metade C-terminal ácida do polipeptídeo. Esta região do CBF1 serve como um domínio de ativação tanto em levedura como em Arabidopsis (nãomostrado).
[0499] Os resíduos 47 até 106 de CBF1 correspondem ao domínio AP2 da proteína, a um motivo de ligação ao DNA que até hoje, foi encontrado somente em proteínas vegetais.
Uma comparação dos domínios AP2 do CBF1, do CBF2 e do CBF3 indica que há algumas diferenças na sequência de aminoácidos. Estas diferenças na sequência de aminoácidos deveriam ter um efeito sobre a especificidade de ligação ao
DNA.
Exemplo XV: Transformação da Canola com um Plasmídeo
Contendo CBF1, CBF2 ou CBF3
1021/1027 [0500] Após a identificação de genes homólogos ao
CBF1, a canola foi transformada com um plasmídeo contendo os genes CBF1, CBF2 ou CBF3 de Arabidopsis clonados no vetor pGA643 (An (1987) Methods Enzymol. 253: 292). Nestes constructos os genes CBF eram expressos de forma constitutiva sob o promotor 35S de CaMV. Em adição, o gene CBF1 foi clonado sob o controle do promotor COR15 de Arabidopsis no mesmo vetor pGA643. Cada constructo foi transformado em uma cepa GV3101 de Agrobacterium. As agrobactérias transformadas foram cultivadas durante 2 dias em meio AB mínimo contendo os antibióticos apropriados.
[0501] A canola da primavera (B. napus cv. Westar) foi transformada utilizando o protocolo de Moloney e outros ((1989) Plant Cell Reports 8: 238) com as mesmas modificações que são descritas. Sucintamente, as sementes foram esterilizadas e plantadas em meio MS com metade da concentração, contendo 1% incubadas a 24°C sob luz fotoperíodo de 16 horas de de sacarose. As placas foram a 60-80 pE/m2s utilizando um luz / 8 horas de escuridão. Os cotilédones de plantas jovens partindo de sementes de 4 - 5 dias de idade foram coletados, os pecíolos cortados e mergulhados na solução de Agrobacterium. Os cotilédones mergulhados foram colocados em meio de co-cultivo a uma densidade de 20 cotilédones/placa e incubados como descrito acima durante 3 dias. Os explantes foram transferidos para
1022/1027 o mesmo meio, mas contendo 300 mg/L de timentina (SmithKline Beecham, PA) e reduzidos a 10 cotilédones/placas. Após 7 dias os explantes foram transferidos para o meio Seleção/Regeneração. As transferências foram mantidas a cada 2 - 3 semanas (2 ou 3 vezes) até que os brotos tivessem se desenvolvidos. Os brotos foram transferidos para o meio de Alongamento de Brotos a cada 2 - 3 semanas. Os brotos com aparência saudável foram transferidos para o meio de enraizamento. Uma vez que raízes boas tivessem se desenvolvido, as plantas eram colocadas em solo umedecido em vasos.
[0502] As plantas transformadas foram então analisadas em relação à presença do gene NPTII / resistência à canamicina por ELISA, utilizando o kit ELISA NPTII de iniciador 5- iniciador 3 Inc. (Boulder, CO). Aproximada mente 70% das plantas selecionadas eram positivas para NPTII. Somente estas plantas foram analisadas adicionalmente.
[0503] Partindo da análise de Northern blot das plantas que foram transformadas com os constructos de expressão constitutiva, foi mostrada a expressão dos genes CBF e que todos os genes CBF eram capazes de induzir o gene BN115 regulado pelo frio de Brassica napus (homólogo do gene COR15 de Arabidopsis). A maioria das plantas transgênicas parece exibir um fenótipo normal de
1023/1027 crescimento. Como esperado, as plantas transgênicas são mais tolerantes ao congelamento que as plantas do tipo selvagem. Utilizando o teste de perda de eletrólitos nas folhas, o controle exibiu uma perda de 50% a -2 até -3°C. A canola da primavera transformada com CBF1 ou com CBF2
exibiu uma perda de 50% a -6 até -7°C. A canola da
primavera transformada com CBF3 pode exibir uma perda de
50% a aproximadamente 10°C até - -15°C. A canola do inverno
transformada com CBF3 pode exibir uma perda de 50% a aproximadamente -16°C até -20°C. Além disso, se a canola da primavera ou do inverno forem aclimatadas ao frio, as plantas transformadas podem exibir um aumento adicional na tolerância ao congelamento de pelo menos -2°C.
[0504] Para testar a tolerância à salinidade das plantas transformadas, as plantas foram regadas com 150 mM de NaCl. As plantas que superexpressavam CBF1, CBF2 ou CBF3 cresceram mais comparadas com as plantas que não foram transformadas com CBF1, CBF2 ou CBF3.
[0505] Estes resultados demonstram que podem ser identificados homólogos dos fatores de transcrição de Arabidopsis e demonstrado que conferem funções similares nas espécies vegetais sem ser Arabidopsis.
Exemplo XVI: Clonagem dos promotores dos fatores de transcrição [0506] Os promotores são isolados de genes de
1024/1027 fatores de transcrição que possuem padrões de expressão gênica úteis para uma faixa de aplicações, que são determinados através de métodos bem-conhecidos na técnica (incluindo a análise do perfil do produto da transcrição com microarranjos de cDNA ou de oligonucleotídeos, a análise de Northern blot, a RT-PCR semiquantitativa ou quantitativa). Os perfis de expressão gênica interessantes são revelados através da determinação da abundância dos produtos da transcrição para um gene de fator de transcrição selecionado após a exposição de plantas a uma faixa de condições experimentais diferentes e em uma faixa de tipos de tecidos ou órgãos ou estágios de desenvolvimento diferentes. As condições experimentais às quais as plantas são expostas para esta finalidade incluem o frio, o calor, a seca, o desafio osmótico, concentrações variadas de hormônios (ABA, GA, auxina, citoquinina, ácido salicílico, brassinosteróide), desafio a patógenos e pragas. Os tipos de tecidos e de estágios de desenvolvimento incluem o caule, a raiz, a flor, as folhas da roseta, as folhas da caulina, síliquas, semente em germinação e o tecido meristemático. O ajuste dos níveis de expressão fornece um padrão que é determinado pelos elementos reguladores do promotor gênico.
[0507] Os promotores dos fatores de transcrição para os genes divulgados aqui são obtidos através da
1025/1027 clonagem de 1,5 kb até 2,0 kb de sequência genômica imediatamente a montante do códon de início da tradução para a sequência codificadora da proteína codificada do fator de transcrição. Esta região inclui a 5'-UTR do gene do fator de transcrição, que pode compreender elementos reguladores. A região de 1,5 kb até 2,0 kb é clonada através de métodos da PCR, utilizando iniciadores que incluem um na direção 3' localizada no códon de início da tradução (incluindo a sequência adaptadora apropriada) e um na direção a 5' localizada de 1,5 kb até 2,0 kb a montante do códon de início da tradução (incluindo a sequência adaptadora apropriada).
Os fragmentos desejados são amplificados pela PCR partindo do
DNA genômico de
Arabidopsis Col-0 utilizando a Taq DNA polimerase de alta fidelidade para minimizar a incorporação de mutação(ões) pontual(is). Os iniciadores para clonagem incorporam dois sítios de restrição raros, tais como Not1 and Sfi1, encontrados em baixa frequência ao longo do genoma de Arabidopsis. Sítios de restrição adicionais são utilizados nos casos em que um sítio de restrição Not1 ou Sfi1 está presente dentro do promotor.
[0508] O fragmento de 1,5 - 2,0 kb a montante do códon de início da tradução, incluindo a região nãotraduzida a 5' do fator de transcrição, é clonado em um vetor de transformação binário imediatamente a montante de
1026/1027 um gene repórter adequado ou de um gene transativador em um segundo constructo gênica. Os genes repórteres utilizados incluem a proteína fluorescente verde (e variações relacionadas de cor de proteínas fluorescentes), a betaglucuronidase e a luciferase. Os gemes transativadores incluem LexA-GAL4, junto com um repórter que pode ser transativado em um segundo plasmídeo binário (como divulgado no pedido de Patente U.S. 09/958.131, incorporado aqui como referência). O(s) plasmídeo(s) binário(s) é(são) transferido(s) para Agrobacterium e a estrutura do plasmídeo é confirmada através da PCR. Estas cepas são introduzidas em plantas de Arabidopsis como descrito em outros exemplos e os padrões de expressão gênica são determinados de acordo com métodos padrão conhecidos por um versado na técnica para monitorar a fluorescência da GFP, a atividade da beta-glucuronidase ou a luminescência.
[0509] A região promotora para o G1753 é obtida do cromossomo 2 clone F1011 de Arabidopsis (AC006919), gene At2g36450, da posição 43906-45410 do clone genômico. O complemento desta sequência é o promotor orientado na direção 5' - 3', com o códon de início da tradução para o G1753 o complemento das posições 43903-43905.
[0510] A presente invenção não é limitada pelas modalidades específicas descritas aqui. Estando agora a invenção descrita completamente, será evidente para um
1027/1027 versado comum na técnica que muitas alterações e modificações podem ser feitas na mesma sem sair do espírito ou do escopo das reivindicações em anexo. As modificações que se tornam evidentes partindo da descrição anterior e das figuras em anexo, se encaixam dentro do escopo das reivindicações.
[0511] Todas as referências, publicações, documentos de patentes, páginas da web e outros documentos citados ou mencionados aqui, são incorporados aqui como referência em sua totalidade para todas as finalidades. Embora a invenção tenha sido descrita com referência a modalidades e exemplos específicos, deve ser entendido que um versado comum pode fazer várias modificações sem sair do espírito da invenção. O escopo da invenção não está limitado às modalidades e aos exemplos específicos fornecidos.

Claims (7)

REIVINDICAÇÕES
1. Vetor de expressão caracterizado pelo fato de compreender um polinucleotídeo operacionalmente ligado a um elemento regulador heterólogo, em que o polinucleotídeo é definido pela SEQ ID NO: 327 ou uma de suas sequências ortólogas SEQ ID NO: 1098 ou 1099, que é expresso em uma planta transgênica ou uma parte da mesma.
2/2 ervilhas, pimentas, abacaxi, abóbora, espinafre, tabaco, tomate, tomate cereja, melancia, frutas rosáceas, árvores frutíferas, brassicas, cevada, trigo, milho, milho doce, arroz, centeio, cana-de-açúcar, turfa, milhete, sorgo, groselha, abacate, frutas cítricas, laranjas, limões, toranja, tangerinas, alcachofra, cerejas, noz, amendoim, chicória, alho-poró, araruta, beterraba, cassava, nabo, rabanete, inhame, batata doce, feijões, pinha, choupo, eucalipto e menta.
2. Método para a produção de uma planta transgênica caracterizado pelo fato de que compreende as etapas de:
(a) fornecer um vetor de expressão como definido na reivindicação 1; e (b) introduzir o vetor de expressão como definido na reivindicação 1 em uma planta alvo para produzir uma planta transgênica.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de compreender ainda a etapa (c) identificar a planta transgênica através da seleção da planta transgênica que superexpressa o polipeptídeo codificado pelo referido construto.
4. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 e 3, caracterizado pelo fato de que a planta transgênica é uma eudicotiledônea.
5. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a planta transgênica é selecionada do grupo consistindo em soja, batata, algodão, óleo de semente de colza, canola, girassol, alfafa, trevo, banana, amora-preta, vacínio, morango, framboesa, cantalupo, cenoura, couve-flor, café, pepino, berinjela, uvas, melão, alface, manga, melão, cebola, papaia,
Petição 870180140127, de 10/10/2018, pág. 29/30
6. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que o construto de expressão compreende ainda em um promotor constitutivo induzível ou tecido-específico, que regula a expressão do polipeptídeo codificado pelo referido construto.
7. Método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que o promotor é um promotor 35S do vírus mosaico da couve-flor. 8. Método, de acordo com a reivindicação 2,
caracterizado pelo fato de compreender ainda as etapas de autofecundar ou cruzar a planta transgênica consigo mesma ou com outra planta, respectivamente, e cultivar uma planta de progênie a partir da semente que se desenvolve como resultado da dita autofecundação ou do dito cruzamento, produzindo, assim, uma planta de progênie transgênica.
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