BRPI0401080B1 - Sistema de derivação para drenar o fluido em um paciente e kit compreendendo o sistema - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de invenção para "SISTEMA DE DERIVAÇÃO PARA DRENAR O FLUIDO EM UM PACIENTE E KIT COM- PREENDENDO O SISTEMA".
Campo da Invenção A presente invenção refere-se a dispositivos médicos para con- duzir os fluidos corpóreos de uma região do paciente para uma outra região.
Mais especificamente, essa invenção refere-se a um sistema de derivação tendo características de colocação endoscópica que permite sua colocação com mínima invasão dentro do paciente, e aparelho para facilitar tal coloca- ção endoscópica.
Antecedentes da Invenção Hidrocefalia é uma condição que aflige pacientes que são inca- pazes de regular o fluxo do fluido cerebroespinhal através das trajetórias naturais do seu próprio corpo. Produzido pelo sistema ventricular, o fluido cerebroespinhal é normalmente absorvido pelo sistema venoso do corpo.
Em um paciente que sofre de hidrocefalia, o fluido cerebroespinhal não é absorvido dessa maneira, mas ao contrário acumula-se nos ventrículos do cérebro do paciente. Se não tratado, o volume crescente de fluido eleva a pressão intracraniana do paciente e pode levar a sérias condições médicas tais como hematoma subdural, compressão do tecido do cérebro e fluxo sangüíneo prejudicado. O tratamento do hidrocefalia tem convencionalmente envolvido drenar o fluido excessivo para fora dos ventrículos e reencaminhar o fluido cerebroespinhal para uma outra área do corpo do paciente, tal como o ab- dômen ou sistema vascular. Um sistema de drenagem, geralmente citado como uma derivação, é freqüentemente usado para executar a transferência do fluido. De modo a instalar a derivação, tipicamente uma incisão no escal- po é feita e um pequeno furo é perfurado no crânio. A extremidade próxima! da derivação, que geralmente inclui um cateter proximal, ou ventricular, é instalada na cavidade ventricular do cérebro do paciente. A extremidade dis- tai da derivação, que inclui um cateter distai, ou de escoamento, é instalada nessa porção do corpo do paciente onde o fluido excessivo é para ser rein- troduzido. Para regular o fluxo do fluido cerebroespinhal e manter a pressão apropriada nos ventrículos, uma bomba ou válvula pode ser colocada entre os cateteres proximal e distai. Se a bomba ou válvula não é dotada de carac- terísticas anti-sifonamento e tais características são desejáveis, um disposi- tivo de controle de sifonamento pode ser separadamente incluído. O disposi- tivo de controle de sifonamento pode ser posicionado dentro da trajetória fluídica, geralmente entre a válvula de derivação e o cateter de escoamento. O dispositivo de controle de sifonamento evita o escoamento excessivo cau- sado pelo efeito de sifonamento da pressão hidrostática no cateter de deri- vação distai, que pode ser criada pela elevação da entrada do cateter proxi- mal com relação à saída do cateter distai, isto é, quando o paciente senta ou levanta.
Em muitos sistemas de derivação convencionais, os vários com- ponentes que formam o sistema de derivação, isto é, cateteres proximal e distai, válvula de derivação, dispositivo anti-sifonamento, tubulação, etc., são fabricados separadamente e a seguir unidos durante a implantação para formar a trajetória de drenagem completa. Durante um procedimento cirúrgi- co típico, o cateter proximal é inserido diretamente na cavidade do ventrícu- lo, depois do que a válvula de derivação e um cateter distai pré-preso são então implantados perto da superfície do crânio em um ângulo de aproxima- damente 90° com relação ao cateter proximal. O cateter proximal é então preso por meio de sutura da tubulação cirúrgica em um orifício de entrada na válvula de derivação, dessa maneira formando um ângulo reto com relação a válvula de derivação. Com o aumento corrente da popularidade das cirurgias endoscópicas, alguns neurocirurgiões têm agora tentado a colocação en- doscópica rígida de cateteres ventriculares nos ventrículos do cérebro. Em alguns casos, a colocação endoscópica das válvulas de derivação tendo re- servatórios de silicone arredondados com cateteres pré-cortados presos já foi tentada.
Por causa do espaço limitado disponível para o cirurgião execu- tar a sutura depois que o cateter proximal é avançado para dentro dos ven- trículos, o procedimento de montagem depois da implantação endoscópica dos componentes do sistema de derivação pode ser extremamente difícil.
Também, derivações tendo reservatórios arredondados não são facilmente fechados para a limpeza de modo distai. Dada a quantidade de tempo ne- cessária para suturar a tubulação cirúrgica que conecta o cateter ventricular na válvula de derivação, a duração do procedimento cirúrgico pode provar ser menor do que a desejável. Uma desvantagem adicional ao uso desses sistemas de derivação convencionais é problema de compatibilidade que surge quando os vários componentes são produzidos por fabricantes dife- rentes. Além disso, os sistemas de derivação atualmente disponíveis podem ser propensos a separação da derivação e/ou vazamento nos locais onde os componentes separados são unidos via a tubulação cirúrgica.
Sumário da Invenção A presente invenção proporciona um sistema de derivação para controlar o fluxo do fluido de uma região de um paciente para uma região diferente do corpo do paciente. O sistema de derivação inclui características de colocação endoscópica de modo que o sistema pode ser colocado de modo endoscópico para implantação em uma cirurgia com mínima invasão.
Também proporcionado é um dispositivo único de controle de fluxo do fluido possuindo características de controle de fluxo previamente obteníveis so- mente pela conexão em série de dois ou mais componentes do sistema de derivação. Além disso, o sistema de derivação pode ser montado de maneira rápida e fácil, sem a necessidade de sutura. O presente processo de monta- gem minimiza a possibilidade de qualquer vazamento de fluido não- intencional do dispositivo, e preferivelmente não exige adesivo para prender qualquer um dos componentes que formam o sistema de derivação um no outro.
Em uma modalidade exemplar da presente invenção, o sistema de derivação compreende um dispositivo de derivação contido dentro de um alojamento. O dispositivo de derivação é compreendido de um mecanismo de válvula para regular o fluxo do fluido para dentro e para fora do sistema de derivação, uma câmara de bomba em comunicação de fluido com o me- canismo de válvula, e um reservatório que é também conectado a e em co- municação de fluido com a câmara da bomba. O reservatório inclui urna se- ção superior e uma seção de base que termina em um conector do cateter.
Pelo menos uma porção do conector estende-se para fora do alojamento, e em uma modalidade exemplar a seção de base que inclui o conector esten- de-se para fora do alojamento. O sistema de derivação também inclui um cateter de influxo e um cateter de escoamento, cada cateter tendo primeira e segunda extremidades e um canal que se estende entre as primeira e se- gunda extremidades para transportar o fluido dentro do cateter. A primeira extremidade de cada cateter é configurada como uma extremidade de fixa- ção para conexão no dispositivo de derivação para dessa maneira formar uma trajetória fluídica para transferir o fluido de uma região do paciente para uma outra região. A segunda extremidade do cateter de influxo serve como a extremidade de entrada do fluido do sistema de derivação (isto é, onde o fluido entra no sistema), enquanto que a segunda extremidade do cateter de escoamento serve como a extremidade de liberação do fluido do sistema de derivação (isto é, onde o fluido sai do sistema). Além disso, a primeira ex- tremidade do cateter de influxo é configurada para ser presa no conector do reservatório, e pode incluir um mecanismo de travamento para manter a ex- tremidade de fixação ao redor do conector.
Em um aspecto da presente invenção, o conector inclui um flan- ge enquanto que o cateter de influxo inclui uma extremidade de fixação que adapta-se sobre o flange. O diâmetro interno da extremidade de fixação é configurado para ser ligeiramente menor do que o maior diâmetro externo do flange, dessa maneira possibilitando que um ajuste de interferência seja formado quando a extremidade de fixação é impelida sobre o conector e flange. Incluído com o cateter de influxo está um mecanismo de travamento que pode ser seletivamente engatado que é adaptado para prender a extre- midade de fixação do cateter de influxo no conector. O mecanismo de tra- vamento compreende um anel retentor para manter a extremidade de fixa- ção do cateter de influxo sobre o conector. Depois de totalmente montado, o cateter de influxo se estende aproximadamente em 90° com relação ao cate- ter de escoamento. O cateter ventricular pode ter uma segunda extremidade aberta ou fechada configurada para a entrada do fluido. Se a extremidade de entrada do fluido é fechada, uma pré-fenda pode ser produzida de modo a permitir que um endoscópio passe através da segunda extremidade. Uma série de aberturas pode ser produzida perto da segunda extremidade para facilitar a entrada do fluido no cateter.
Em uma modalidade exemplar, o anel retentor pode ser propor- cionado no cateter de influxo, e pode ser configurado para deslizar ao longo do cateter de influxo e para a extremidade de fixação do cateter de influxo quando a extremidade de fixação é adaptada sobre o conector. Quando a- vançado sobre o flange, o anel retentor comprime a extremidade de fixação ao redor do flange e dessa maneira prende o cateter de influxo sobre o co- nector. O cateter de influxo pode também incluir símbolos na superfície ex- terna do cateter para indicar comprimentos correspondentes. As marcas po- dem ajudar o cirurgião no pré-dimensionamento do cateter ventricular para pacientes individuais uma vez que o tamanho do cateter específico desejado foi determinado por varredura CT ou outras técnicas de geração de imagem conhecidas. Dessa maneira, o cirurgião pode ajustar o comprimento, isto é, cortando o cateter para o tamanho desejado, intra-operativamente. Depois que o cateter de influxo for cortado para o tamanho desejado, o anel retentor pode ser avançado perto da extremidade de fixação antes da montagem.
Em uma outra modalidade exemplar da presente invenção, ao invés de ser deslizável com relação ao cateter de influxo, o anel retentor po- de ser firmemente preso no cateter de influxo na extremidade de fixação. Em ainda uma outra modalidade exemplar, o anel retentor pode ser preso no diâmetro interno do cateter de influxo na extremidade de fixação.
Em outros aspectos da presente invenção, o reservatório pode ser um reservatório arredondado enquanto o alojamento pode incluir uma tampa arredondada para acomodar o reservatório arredondado. Dentro do reservatório, um mecanismo da válvula de retenção é proporcionado na por- ção de base para evitar o fechamento do dispositivo de derivação durante o bombeamento do mecanismo de válvula. O mecanismo da válvula de reten- ção pode compreender uma bola flutuante livre. O reservatório também inclui características de superfície que proporcionam para o mecanismo de válvula propriedades anti-sifonamento. Por exemplo, a porção de base pode ser produzida com um canal de fluxo central que se conecta em canais de fluxo periférico. Saliências helicoidalmente dispostas podem ser incluídas dentro dos canais de fluxo periférico para proporcionar uma trajetória de fluxo de fluido tortuosa com maior resistência para evitar o efeito sifonamento. Tam- bém, a tampa arredondada pode incluir um orifício de endoscópio que com- preende uma fenda pré-formada que se conecta na porção superior do re- servatório. O orifício do endoscópio pode ser formado de um silicone que pode ser liberado para permitir que um endoscópio passe através do aloja- mento e desça para dentro da própria porção de base do reservatório. O ori- fício do endoscópio pode também ser radiopaco para permitir fácil visualiza- ção e identificação. A bola flutuante livre do mecanismo da válvula de reten- ção pode ser empurrada para o lado ou manipulada para o lado com o en- doscópio. A presente invenção também proporciona um instrumento para montagem do cateter ventricular no dispositivo de derivação. O instrumento tem um primeiro braço possuindo uma extremidade proximal que inclui uma seção de aperto configurada para segurar uma porção do alojamento, e uma extremidade distai que inclui uma porção de cabo. Conectado de modo arti- culado no primeiro braço está um segundo braço que tem uma extremidade proximal que inclui uma seção de plataforma configurada para ser colocada ao redor do cateter de influxo e adjacente ao anel retentor. Com a aplicação de força para mover as porções de cabo em direção uma a outra, a seção de aperto e a seção de plataforma dos braços empurram contra o alojamento e o anel retentor, deslizando o anel retentor sobre a extremidade de fixação do cateter ventricular e sobre o flange do conector.
Aspectos adicionais da invenção, sua natureza e várias vanta- gens, tornar-se-ão mais evidentes a partir dos desenhos acompanhantes e da descrição detalhada seguinte dos desenhos e das modalidades preferi- das.
Breve Descrição dos Desenhos A invenção pode ser mais totalmente entendida a partir da des- crição detalhada seguinte tomada em conjunto com os desenhos acompa- nhantes, nos quais: A figura 1A é uma vista superior do sistema de derivação da presente invenção, A figura 1B é uma vista explodida do sistema de derivação da figura 1A, A figura 1C é uma vista ampliada do reservatório e cateter de influxo presos, A figura 2A é uma vista explodida de uma outra modalidade de um mecanismo de travamento e cateter de influxo da presente invenção, A figura 2B é uma vista explodida de ainda uma outra modalida- de de um mecanismo de travamento e cateter de influxo da presente inven- ção, A figura 3 é uma vista lateral de um reservatório arredondado da técnica anterior, A figura 4 é uma vista lateral cortada do dispositivo de derivação durante o bombeamento distai, A figura 5A é uma vista lateral cortada do dispositivo de deriva- ção da figura 3 durante o fluxo direto normal, A figura 5B é uma vista lateral cortada do dispositivo de deriva- ção da figura 3 durante a colocação endoscópica ou injeção ventricular, A figura 6A é uma vista lateral cortada de uma outra modalidade da seção de base durante o bombeamento distai, A figura 6B é uma vista lateral cortada da seção de base da figu- ra 5A durante o fluxo direto normal, A figura 6C é uma vista lateral cortada da seção de base da figu- ra 5A durante o fluxo anti-sifonamento, A figura 6D é uma vista lateral cortada da seção de base da figu- ra 5A durante o fluxo inclinado, A figura 6E é uma vista lateral cortada da seção de base da figu- ra 5A durante a colocação endoscópica ou injeção ventricular e A figura 7 é uma vista em perspectiva de um instrumento para montagem do sistema de derivação da presente invenção.
Descrição Detalhada da Invenção A presente invenção proporciona um sistema de derivação pos- suindo características de colocação endoscópica que permitem que o siste- ma seja cirurgicamente implantado e facilmente montado usando técnicas com mínima invasão. Com referência agora aos desenhos e especificamente às figuras 1A e 1B, um sistema de derivação 10 de acordo com a presente invenção é mostrado. Em uma modalidade exemplar da presente invenção, o sistema de derivação 10 compreende um dispositivo de derivação 20 con- tido dentro de um alojamento 12. O dispositivo de derivação 20 inclui um mecanismo de válvula 22 para regular o fluxo do fluido para dentro e para fora do dispositivo de derivação 20. O mecanismo de válvula 22 pode com- preender qualquer mecanismo de válvula típico, tal como a válvula de bola no cone ilustrada e como descrita nas Patentes U.S. N— 3.886.948, 4.332.255, 4.387.715, 4.551.128, 4.595.390, 4.615.691, 4.772.257 e 5.928.182, todas as quais são aqui incorporadas por referência. Naturalmen- te, é entendido que o mecanismo de válvula 22 pode também compreender outras válvulas adequadas incluindo válvulas programáveis para controlar o fluxo do fluido em um dispositivo de derivação como são conhecidas na téc- nica.
Também incluída no dispositivo de derivação 20 está uma câma- ra da bomba 24 que está conectada a e em comunicação de fluido com o mecanismo de válvula 22. A câmara da bomba 24 pode compreender um diafragma flexível 26 que possibilita o fechamento seletivo do fluxo do fluido para dentro e para fora da câmara da bomba 24, dessa maneira permitindo o bombeamento bidirecional do fluido entre a câmara da bomba 24 e um re- servatório preso 30 que está em comunicação de fluido com a câmara da bomba 24. O reservatório 30 compreende uma seção superior 32 e uma se- ção de base 34 que termina em um conector do cateter 36. Uma porção da seção de base 34 incluindo o conector 36 estende-se para fora do alojamen- to 12 como mostrado na figura 1B. Entretanto, é entendido que somente o conector 36 precisa estar localizado fora do alojamento 12 para facilidade de montagem, e a própria seção de base 34 pode ficar totalmente contida den- tro do alojamento 12 se desejado. A seção superior 32 do reservatório 30 que se conecta na câmara da bomba 24 serve como uma segunda câmara da bomba. De preferência, o reservatório 30 pode ser um reservatório "arre- dondado". Isto é, a seção superior 32 do reservatório 30 está situada sob uma tampa arredondada 14 que forma uma parte do alojamento 12, seme- lhante à câmara de bomba 2 da figura 3 de Rickham da técnica anterior na qual é mostrada uma câmara da bomba 4 presa em um reservatório 6 aco- modado abaixo de um alojamento arredondado. Na presente invenção, am- bas a seção superior 32 do reservatório 30 e a câmara da bomba 24 são, cada uma, configuradas para lidar com aproximadamente 0,08 cm3, do vo- lume do fluido, dessa maneira permitindo no total cerca de quatro vezes o volume do fluido quando comparado com a câmara da bomba de Rickham da técnica anterior. Entretanto, o comprimento do próprio alojamento 12 é aproximadamente 4 cm, então as dimensões gerais do dispositivo de deriva- ção 20 são ainda relativamente pequenas.
Para formar a trajetória de fluxo do fluido completa, cateteres 40,60 são conectados no dispositivo de derivação 20 da presente invenção.
Proporcionado com o sistema de derivação 10 está um cateter de influxo 40 possuindo uma primeira extremidade 42, uma segunda extremidade 44 e um canal 46 que se estende entre a primeira extremidade 42 e a segunda ex- tremidade 44. A primeira extremidade 42 do cateter de influxo 40 é configu- rada para se prender na seção de base 34 do reservatório 30 por meio do conector do cateter 36, enquanto que a segunda extremidade 44 serve como a extremidade de entrada do fluido, dessa maneira produzindo uma trajetória para o fluido entrar no sistema de derivação 10. Em um sistema de deriva- ção de hidrocefalia, o cateter de influxo, ou ventricular, 40 é colocado em um ventrículo do paciente de modo que o fluido cerebroespinhal pode entrar no dispositivo de derivação 20. Depois que o fluido cerebroespinhal entra no dispositivo de derivação 20, o fluido é regulado pelo mecanismo de válvula 22 e; de acordo com a condição fisiológica do paciente, o fluido cerebroespi- nhal excessivo é liberado do dispositivo de derivação 20 através de um cate- ter de escoamento, ou de drenagem, 60. O fluido excessivo é transportado para fora através de um canal 66 que se estende entre uma primeira extre- midade 62 do cateter de escoamento 60, cuja primeira extremidade 62 é configurada para se prender no mecanismo de válvula 22, e uma segunda extremidade de liberação de fluido 64 onde o fluido sai do sistema de deriva- ção 10.
Como mostrado na figura 1B, o conector do cateter 36 inclui um flange 38 na sua extremidade livre. A primeira extremidade de fixação 42 do cateter de influxo 40 tem um diâmetro interno ID que é ligeiramente menor do que o maior diâmetro externo do flange 38. Esse diâmetro interno ID po- de ser o diâmetro do canal 46 que se estende da primeira extremidade de fixação 42 para a segunda extremidade de absorção do fluido 44 do cateter de influxo 40 contanto que o canal 46 tenha um diâmetro consistente por todo o cateter de influxo 40. Entretanto, é entendido que o diâmetro interno ID do canal 46 precisa somente ser menor do que o maior diâmetro externo do flange 38 em uma seção perto da primeira extremidade de fixação 42 do cateter de influxo 40. Esse menor diâmetro interno ID possibilita que a ex- tremidade de fixação 42 forme um ajuste de interferência firme com o conec- tor 36 quando a extremidade de fixação 42 é impelida sobre o conector 36 e o flange 38. O cateter de influxo 40 pode ser formado de um material resili- ente e flexível tal como silicone de qualidade médica para permitir que a pri- meira extremidade de fixação 42 deforme e adapte-se sobre o conector 36 e flange 38 à medida que o cateter de influxo 40 é avançado para a seção de base 34.
Para prender a primeira extremidade de fixação 42 do cateter de influxo 40 no conector 36, um mecanismo de travamento que pode ser sele- tivamente engatado 50 é proporcionado com o cateter de influxo 40. O me- canismo de travamento 50 pode compreender um anel retentor 52 para man- ter a extremidade de fixação 42 do cateter de influxo 40 sobre o conector 36.
Em uma modalidade exemplar, o anel retentor 52 é capaz de mover, ou des- lizar sobre o cateter de influxo 40 © além do flange 38 quando o cateter de influxo 40 é preso no conector 36. Como ilustrado na figura 1C, o anel reten- tor 52 pode estar situado adjacente à extremidade de fixação 42 em um es- tado destravado. Depois que a extremidade de fixação 42 é colocada no co- nector 36 e flange 38, o anel retentor 52 pode ser movido para a extremida- de de fixação 42 tal como por deslizamento, torção ou outra ação de avanço similar até que o anel retentor 52 passa sobre o flange 38 mantido na extre- midade de fixação 42. Nesse estado travado como mostrado, o anel retentor 52 comprime a extremidade de fixação flexível 42 sobre o conector 36. O anel retentor 52 é configurado tal que o diâmetro interno é menor do que o maior diâmetro externo da extremidade de fixação 42 com o flange 38 nela, dessa maneira evitando que o anel retentor 52 deslize para fora do seu es- tado travado de volta para seu estado destravado. É considerado que o anel retentor 52 pode ser formado de um material biocompatível adequado tal como titânio ou liga de titânio, enquanto que o conector 36 e o flange 38 são formados de um material semideformá- vel tal como náilon para permitir compressão suficiente para o anel retentor 52 deslizar sobre o flange 38. Com esse mecanismo de travamento 50, o cateter de influxo 40 é capaz de ser montado no dispositivo de derivação 20 de maneira rápida e fácil, sem a necessidade de suturas ou adesivos. O anel retentor 52 também proporciona uma força de união mais consistente do que métodos de sutura atuais. O cateter de influxo 40 da presente invenção também propicia características que possibilitam a sua personalização para um paciente es- pecífico. Na superfície externa do cateter de influxo 40 estão marcas ou símbolos 54 que correspondem com o comprimento do cateter de influxo 40.
Essas marcas 54 podem ajudar o cirurgião no pré-dimensionamento do cate- ter de influxo 40 para o paciente individual depois que o tamanho específico do tubo ventricular necessário foi determinado por varredura CT ou outras técnicas de geração de imagem conhecidas. Dessa maneira, o cirurgião po- de ajustar o comprimento, isto é, cortando o cateter 40 para o tamanho exi- gido, intra-operativamente. Se é desejável cortar o cateter de influxo 40 para o tamanho, ο anel retentor 52 pode ser deslizado para longe da área a ser cortada, perto da segunda extremidade de absorção de fluido 44. Alternati- vamente, o anel retentor 52 pode ser retirado do cateter de influxo 42 intei- ramente, e colocado de volta depois que o cateter de influxo 40 foi cortado para o tamanho. Depois que o cateter de influxo 40 foi cortado para o tama- nho desejado, o anel retentor 52 é avançado perto da primeira extremidade de fixação 42 antes da montagem.
Além disso, o cateter de influxo 40 pode ter uma segunda extre- midade aberta ou fechada 44 para modificação do cirurgião para permitir a visualização com um endoscópio. Se a segunda extremidade 44 é fechada, uma fenda pré-formada 56 pode ser produzida de modo a permitir que o en- doscópio passe através da segunda extremidade 44. Desde que a segunda extremidade 44 serve como a extremidade de entrada do fluido, uma série de aberturas 58 pode ser produzida perto da segunda extremidade fechada 44 para facilitar a entrada do fluido no cateter de influxo 40.
Ao invés de ter um anel retentor deslizante 52 no cateter de in- fluxo 40, a figura 2A mostra uma outra modalidade exemplar de um meca- nismo de travamento 50’ que compreende um anel retentor 52’ que é firme- mente preso no cateter de influxo 40 do presente sistema 10 na sua extre- midade de fixação 42. O anel retentor 52’ pode se assemelhar ao anel reten- tor 52 das figuras 1B e 1C em tamanho, forma e composição, exceto que o anel retentor 52’ é unido ao diâmetro externo do cateter de influxo 40. A figu- ra 2B mostra ainda uma outra modalidade exemplar de um mecanismo de travamento 50" para uso com o cateter de influxo 40 do presente sistema 10, no qual um anel retentor 52" é firmemente preso tal como pela união no di- âmetro interno ID do cateter de influxo 40 na sua extremidade de fixação 42. O anel retentor 52" pode ser formado de um material semideformável tal como náilon. Os anéis retentores 52’,52" da presente invenção podem ser usados com cateteres de influxo de comprimento fixo pré-cortados 40. Du- rante a montagem, os anéis retentores unidos 52’,52" passam sobre o flange 38 do conector 36 quando o cateter de influxo 40 é colocado no conector 36, assim retendo o cateter de influxo 40 e o conector 36 juntos sem a necessi- dade de suturas ou adesivos.
Para permitir o bombeamento do mecanismo de válvula 22 dis- talmente enquanto evitando o fechamento do dispositivo de derivação 20 proximamente, a seção de base 34 do reservatório 30 pode incluir um me- canismo de válvula de retenção 70 como ilustrado na figura 4. Dentro da se- ção de base 34 estão divisões 76 que formam uma entrada de funil 82 le- vando para uma região constrita ou canal de fluxo central 78 que se estende para dentro da câmara principal 84. As divisões 76 podem ser mantidas por uma distância separadas da seção de base 34 para dessa maneira criar ca- nais de fluxo periférico 80 igualmente. Os canais de fluxo periférico 80 con- cedem propriedades anti-sifonamento para o mecanismo da válvula de re- tenção 70 criando estruturas estreitas que restringem o fluxo do fluido dis- talmente. Uma bola flutuante livre 72 é proporcionada com o mecanismo da válvula de retenção 70 para fechar o fluxo do fluido para a seção de base 34 do cateter de influxo 40 durante o bombeamento distai ou anti-refluxo como mostrado na figura 4. A bola flutuante livre 72 pode ser empurrada para o lado ou manipulada para o lado posicionando o paciente, tal como na figura 5A onde condições de fluxo normais estão presentes e o fluido flui do cateter de influxo 40 através da seção de base 34 do reservatório 30 e para o me- canismo de válvula 22 como indicado pela setas. A bola flutuante livre 72 pode também ser empurrada para o lado usando um endoscópio 90 tal como na figura 5B durante a colocação endos- cópica do sistema de derivação 10 ou durante a injeção ventricular. Para fornecer para o endoscópio 90 o acesso para o mecanismo da válvula de retenção 70, a tampa arredondada 14 do alojamento 12 pode incluir um orifí- cio do endoscópio 16. O orifício do endoscópio 16 pode compreender uma fenda pré-formada que compreende um silicone que pode ser liberado e po- de se estender para dentro de um portal 18 que se conecta na seção superi- or 32 do reservatório. Depois que o endoscópio 90 tiver passado através do portal 18, o endoscópio pode continuar através da seção superior 32 e para dentro da seção de base 34 além do canal de fluxo central 78. O endoscópio 90 pode se estender completamente para fora através do conector de cate- ter 36 para facilitar a colocação do dispositivo de derivação 20 com relação ao cateter de influxo 40 pré-inserido e permitir a visualização endoscópica quando necessário. O orifício do endoscópio 16 pode também incluir marca- ções radiopacas para ajudar o cirurgião na localização e determinação do orifício 16.
Adicionalmente, os canais de fluxo periférico 80 da seção de ba- se 34 podem ser fabricados mais tortuosos com características de superfície tal como saliências helicoidais 86 como ilustrado na figura 6A que mostra a dinâmica do fluxo durante o bombeamento distai ou anti-refluxo. As saliên- cias helicoidais 86 dentro dos canais de fluxo periférico 80 proporcionam ao sistema de derivação 10 maior resistência e até mesmo mais capacidade anti-sifonamento. A figura 6B mostra a dinâmica do fluxo durante o fluxo di- reto normal, enquanto que a figura 6C mostra a dinâmica do fluxo durante o fluxo anti-sifonamento no qual o fluido percorrendo distalmente é forçado através da trajetória tortuosa dos canais de fluxo periférico 80 e dessa ma- neira é escoado do sistema de derivação 10 em uma taxa reduzida. Final- mente, a dinâmica do fluxo durante o fluxo inclinado, ou durante o bombea- mento distai é ilustrada na figura 6D, enquanto que a figura 6E mostra o uso de um endoscópio 90 com o presente sistema de derivação 10 durante a colocação endoscópica ou injeção ventricular. A presente invenção também proporciona um instrumento 100 para a montagem do cateter de influxo 40 de maneira rápida e fácil no dis- positivo de derivação 20. O instrumento 100 tem um primeiro braço 110 pos- suindo uma extremidade proximal 112 e uma extremidade distai 114 que inclui uma porção de cabo 118. Conectado de modo articulado no primeiro braço 110 no pino 130 está um segundo braço 120 possuindo uma extremi- dade proximal 122 e uma extremidade distai 124 incluindo uma porção de cabo 128. A extremidade proximal 112 do primeiro braço 110 inclui uma se- ção de aperto 116 que é configurada para manter uma porção do alojamento 12. Como ilustrado na figura 7, a porção de aperto 116 é configurada para acomodar-se contra a tampa arredondada 14 do alojamento 12. A extremi- dade proximal 122 do segundo braço também inclui uma seção de platafor- ma 126 que é configurada para ser colocada ao redor do cateíer ue influxo 40 e contra o anel retentor 52 enquanto repousa no escalpo do paciente.
Com a compressão das porções de cabo 118,128 uma na outra, a seção de aperto 116 e seção de plataforma 126 avançam uma para a outra, no pro- cesso forçando o anel retentor 52 para cima em direção à primeira extremi- dade de fixação 42 do cateter de influxo 40. A seção de plataforma 126 é configurada para deslizar ao longo do cateter de influxo 40. O uso do instru- mento 100 para conectar esses componentes possibilita que o anel retentor 52 deslize sobre a extremidade de fixação 42 do cateter ventricular 40 e so- bre o flange 38 do conector 36 sem avanço excessivo.
Tipicamente, o cateter de escoamento 60 pode ser montado no dispositivo de derivação 20 antes da implantação, enquanto que o cateter de influxo 40 é montado no dispositivo de derivação depois que os dois compo- nentes são separadamente implantados. Em uma modalidade exemplar do sistema de derivação 10, quando totalmente montado o cateter de influxo estende-se aproximadamente 90° com relação ao cateter de escoamento.
As características de colocação endoscópica há pouco descritas para o sistema de derivação 10 da presente invenção permitem que o siste- ma 10 seja facilmente montado e implantado usando a colocação endoscó- pica de modo a exigir cirurgia somente com mínima invasão. O processo de montagem para a presente invenção minimiza o tempo da cirurgia e evita o vazamento nos locais de conexão, desde que o anel retentor elimina a ne- cessidade por métodos de sutura. As características da colocação endoscó- pica da presente invenção também proporcionam os benefícios adicionais de revisão em uma base com invasão mínima, tal como removendo ou drenan- do os obstáculos para melhorar o fluxo do fluido cerebroespinhal, sem inter- venção cirúrgica principal. Finalmente, o mecanismo da válvula de retenção do reservatório também proporciona fácil fechamento para a limpeza distai.
Todas essas características tornam a colocação endoscópica mais conveni- ente para o cirurgião, e proporcionam um sistema de derivação melhor e mais eficaz para o paciente.
Será entendido que o precedente é somente ilustrativo dos prin- cípios da invenção e que várias modificações podem ser feitas por aqueles versados na técnica sem se afastar do escopo e espírito da invenção. Todas as referências citadas aqui são expressamente incorporadas por referência na sua integridade.
Claims (22)
1. Sistema de derivação (10) para drenar o fluido em um pacien- te compreendendo: um alojamento (12) contendo um dispositivo de derivação (20) tendo um mecanismo de válvula (22) no mesmo para regular o fluxo do flui- do para dentro e para fora do sistema de derivação (10), uma câmara da bomba (24) em comunicação de fluido com o mecanismo de válvula (22), e um reservatório (30) conectado à e comunicando-se de modo fluido com a câmara da bomba (24), o reservatório (30) incluindo uma seção superior (32) e uma seção de base (34) que estende-se para dentro de um conector (36), em que pelo menos uma porção do conector (36) se estende para fora do alojamento (12), um cateter de influxo (40) tendo uma primeira extremidade (42) configurada para fixação no conector (36), uma segunda extremidade (44) configurada para entrada do fluido, e um canal (46) que se estende entre elas para transportar o fluido dentro do cateter de influxo (40); e um cateter de escoamento (60) tendo uma primeira extremidade (62) configurada para fixação no mecanismo de válvula (22), uma segunda extremidade (64) configurada para a liberação do fluido, e um canal (66) que se estende entre elas para transportar o fluido dentro do cateter de escoa- mento (60), em que o alojamento inclui uma tampa arredondada (14) carac- terizado pelo fato de que o cateter de influxo (40) ainda inclui um mecanismo de trava- mento (50) que pode ser seletivamente encaixado adaptado para prender a primeira extremidade (42) no conector (36); o alojamento (14) inclui um orifício do endoscópio (16); a sessão de base (34) do reservatório (30) inclui um mecanismo da válvula de retenção (70) incluindo uma bola flutuante livre (7) posicionável de modo a permitir acesso endoscópico através do mecanismo da válvula de retenção (70).
2. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pe- lo fato de que o conector inclui um flange (38).
3. Sistema, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pe- lo fato de que a extremidade de fixação (42) do cateter de influxo (40) é configurada para proporcionar um ajuste de interferência com o flange (38) do conector (36).
4. Sistema, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pe- lo fato de que o diâmetro interno do cateter de influxo (40) na extremidade de fixação (42) é dimensionado para formar um ajuste de interferência com o flange (38) do conector (36).
5. Sistema, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pe- lo fato de que o mecanismo de travamento compreende um anel retentor (52,52’,52”) para manter a extremidade de fixação (42) do cateter de influxo (40) sobre o conector (36).
6. Sistema, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pe- lo fato de que o anel retentor (52) é configurado para deslizar ao longo do cateter de influxo (40) e em direção a extremidade de fixação (42) do cateter de influxo (40) quando à extremidade de fixação (42) é adaptada sobre o conector (36).
7. Sistema, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pe- lo fato de que o anel retentor (52’,52”) é preso no cateter de influxo (40) na extremidade de fixação (42).
8. Sistema, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pe- lo fato de que o anel retentor (52’) é preso em um diâmetro externo do cate- ter de influxo (40).
9. Sistema, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pe- lo fato de que o anel retentor (52”) é preso no diâmetro interno do cateter de influxo (40) na extremidade de fixação (42).
10. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que o cateter de influxo (40) inclui símbolos (54) sobre ele, os símbolos (54) representando o comprimento do cateter.
11. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que o cateter de influxo (40) inclui pelo menos uma abertura (58) perto da extremidade de absorção do fluido.
12. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato de que a extremidade de absorção do fluido do cateter de influxo (40) é fechada, e ainda inclui uma fenda pré-formada (56).
13. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo fato de que o orifício do endoscópio ainda com- preende uma fenda pré-formada (56).
14. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizado pelo fato de que o orifício do endoscópio é radiopaco.
15. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizado pelo fato de que o orifício do endoscópio é formado de silicone que pode ser liberado.
16. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, caracterizado pelo fato de que a porção de base inclui canais de flu- xo periférico (80).
17. Sistema, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que os canais de fluxo periférico incluem características de su- perfície (86) que proporcionam resistência ao fluxo do fluido através deles.
18. Sistema, de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que as características de superfície (86) incluem saliências he- licoidalmente dispostas.
19. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 18, caracterizado pelo fato de que o cateter de influxo (40) e o cateter de escoamento (60) estendem-se em um ângulo de 90° um em relação ao ou- tro.
20. Kit compreendendo o sistema conforme definido na reivindi- cação 19, caracterizado pelo fato de que ainda inclui um instrumento (100) para conectar o cateter de influxo (40) no conector (36) da seção de base.
21. Kit, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que o instrumento compreende: um primeiro braço (110) tendo uma extremidade proximal (112) incluindo uma seção de aperto (116) configurada para segurar uma porção do alojamento, e uma extremidade dista! (114) incluindo uma porção de cabo (118); e um segundo braço (120) possuindo uma extremidade proximal (122) incluindo uma seção de plataforma (126) configurada para ser coloca- da ao redor do cateter de influxo (40) e contra o anel retentor, e uma extre- midade distai (124) incluindo uma porção de cabo (128), o segundo braço sendo articuladamente conectado no primeiro braço (110), em que a compressão das porções de cabo (118,128) juntas avança o anel retentor para a extremidade de fixação do cateter de influxo.
22. Kit, de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato de que a plataforma é configurada para deslizar ao longo do cateter de influxo.
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