BRPI0408302B1 - Recipiente de fluido de hidrocarbonetos - Google Patents

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BRPI0408302B1
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William Howe Michael
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    • B—PERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B65—CONVEYING; PACKING; STORING; HANDLING THIN OR FILAMENTARY MATERIAL
    • B65D—CONTAINERS FOR STORAGE OR TRANSPORT OF ARTICLES OR MATERIALS, e.g. BAGS, BARRELS, BOTTLES, BOXES, CANS, CARTONS, CRATES, DRUMS, JARS, TANKS, HOPPERS, FORWARDING CONTAINERS; ACCESSORIES, CLOSURES, OR FITTINGS THEREFOR; PACKAGING ELEMENTS; PACKAGES
    • B65D77/00—Packages formed by enclosing articles or materials in preformed containers, e.g. boxes, cartons, sacks or bags
    • B65D77/04—Articles or materials enclosed in two or more containers disposed one within another
    • B65D77/06—Liquids or semi-liquids or other materials or articles enclosed in flexible containers disposed within rigid containers
    • B65D77/062—Flexible containers disposed within polygonal containers formed by folding a carton blank
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Abstract

"recipiente de fluido de hidrocarbonetos". um recipiente para o transporte, estocagem e fornecimento de fluidos de hidrocarbonetos, tendo uma bolsa interna e uma caixa rígida na qual a bolsa é colocada. a bolsa interna tem uma primeira abertura, na qual é fixado permanentemente um dispositivo. a caixa rígida tem pelo menos uma abertura, através da qual o dispositivo poderá ser projetado ou acessado. a bolsa é feita de 'alaminol' compreendendo um polialquileno.

Description

(54) Título: RECIPIENTE DE FLUIDO DE HIDROCARBONETOS (51) Int.CI.: B65D 77/06 (30) Prioridade Unionista: 13/03/2003 US 60/454,955 (73) Titular(es): SHELL INTERNATIONALE RESEARCH MAATSCHAPPIJ B.V (72) Inventor(es): MICHAEL WILLIAM HOWE • · · * ··· ··· ···· · · ······ · · · ········· · · • · «··«···· • · · · · “RECIPIENTE DE FLUIDO DE HIDROCARBONETOS”
A invenção se refere a uma embalagem para fluidos de hidrocarbonetos. Mais especialmente, a invenção se refere a um recipiente tendo uma bolsa flexível dentro de um recipiente exterior mais rígido.
Os centros de assistência técnica de automóveis e outras entidades tendo uma necessidade por grandes volumes de fluidos de hidrocarbonetos, tais como óleo de motor, fluido de transmissão ou fluido de freios, geralmente estocam estes materiais em tambores de 55 gal (208,21). ou baldes de 5 ou 6 gal (19 ou 22,7 1). ou barriletes de 16 galões (60,6 1). Cada um destes recipientes, no entanto, apresenta desvantagens significativas. Por exemplo, os tambores de 55 gal (208,2 1). são extremamente pesados e difíceis de serem manuseados. Além disso, a forma circular dos tambores gera espaços vazios durante o transporte, dessa forma reduzindo a eficiência e aumentando os custos de transporte e de entrega destes fluidos. Com cada um destes recipientes, é necessário utilizar-se um recipiente menor para fornecer e utilizar o fluido, dessa forma criando outro recipiente contaminado.
Como uma alternativa, recipientes individuais de plástico de um quarto, tais como aqueles comprados tipicamente por consumidores individuais, poderá ser utilizado por usuários de volumes maiores. No entanto, o uso de embalagens individuais destrói as economias de custo alcançáveis com embalagens de volume maior. Além disso, o uso de volumes grandes de garrafas individuais de um quarto gera desnecessariamente grandes quantidades de rejeitos plásticos contaminados por hidrocarbonetos. Finalmente, é deixado resíduo de óleo nas garrafas de um quarto e tal rejeito podería ser significativo, quando utilizado por consumidores de volumes grandes. Esta última desvantagem é também um problema com garrafas de 5 quartos.
Permanece portanto uma necessidade por um recipiente de fluidos de hidrocarbonetos para usuários de volumes grandes que seja
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econômico, utilize menos espaço de estocagem, e seja mais leve em peso, e resulte em menos rejeito de embalagem e de óleo.
Os recipientes saco-em-caixa atendem substancialmente a estas necessidades. A maioria de tais recipientes utiliza bolsas de polímeros, tais como polietileno, como bolsas internas que contêm o líquido. Os polímeros que poderão ser utilizados como bolsas para fluidos de hidrocarbonetos devem ter tanto boas propriedades mecânicas, como boa resistência em relação aos fluidos de hidrocarbonetos. Com a última propriedade, parece haver uma correlação entre a natureza do fluido de hidrocarbonetos e a composição polimérica. Embora tais filmes de polietileno fino sejam extremamente econômicos, flexíveis e transparentes e tenham uma baixa permeabilidade ao vapor de umidade, tais filmes são permeáveis ao óleo. É bem conhecido o aumento da espessura do material de polietileno, de tal forma que o material se tome praticamente impermeável a fluidos de hidrocarbonetos. No entanto, para se atingir uma espessura suficiente, é sacrificada a flexibilidade, e o produto resultante é um recipiente de polietileno rígido.
Um método para reduzir a permeabilidade dos filmes de polietileno finos a fluidos de hidrocarbonetos, envolve a laminação de um cloreto de polivinilideno no filme de polietileno, No entanto, tais laminados com espessura suficiente para bloquear a permeação de fluidos de hidrocarbonetos são quebradiços e podem ser facilmente rompidos. Os filmes de polietileno tratados com flúor são também resistentes a fluidos de hidrocarbonetos, mas a produção de tal material em larga escala é impraticável e dispendiosa.
Permanece portanto a necessidade de um recipiente para fluidos de hidrocarbonetos do tipo saco-em-caixa, tendo uma bolsa construída de um material polimérico resistente a hidrocarbonetos.
Com surpresa verificou-se que a embalagem de fluidos de . 25 • · · · · · ··· · · • · ··· ···» ····· • ····*··· · · · * • ·«······· · · · · • *»* · · · · · ··· hidrocarbonetos da invenção atende a estas e a outras necessidades. A invenção produz uma embalagem do tipo saco-em-caixa para fluidos de hidrocarbonetos tendo uma saco ou bolsa interior flexível, encolhível, selável, que evita o vazamento e a transpiração. A embalagem de fluidos de hidrocarbonetos inclui ainda um recipiente rígido formado com uma forma semelhante a um retângulo sólido.
A bolsa ou saco interior é construída com um laminado polimérico que é adequado para a embalagem de fluidos de hidrocarbonetos, o qual tem uma resistência a hidrocarbonetos melhorada. O laminado polimérico é especialmente adequado para uso com fluidos de automóveis, incluindo por exemplo, óleos de motor, fluidos de transmissão automática, fluidos de freio e óleos lubrificantes. Em uma realização, o laminado é composto de pelo menos três camadas, tendo camadas externas de um polímero de alquileno e pelo menos uma camada interna de um polímero orientado de náilon. Em outra realização, o laminado é composto de pelo menos três camadas, tendo uma camada interna de um polímero de alquileno, uma camada externa de um polímero de náilon orientado e pelo menos uma camada interna de um polímero de náilon ou alumínio orientado. Em outro aspecto da invenção, a bolsa é feita de um filme de polietileno orientado de alta densidade, de uma camada e reticulado.
A figura 1 é uma vista exterior em perspectiva de uma realização de uma embalagem de fluidos de hidrocarbonetos.
A figura 2 é uma seção em corte de uma realização de uma embalagem de fluidos de hidrocarbonetos.
A figura 3 é uma vista de seção em corte de um laminado de três camadas da bolsa de um aspecto da invenção.
A figura 4 é uma vista de seção em corte de um laminado de três camadas da bolsa de um aspecto alternativo da invenção.
A figura 5 é uma vista de seção em corte de um filme
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• · · · ··· · · • · · ···· ····· ······ · · ·· · * · ··· ···· ··· · • · · · · · · · · polimérico de uma só camada da bolsa de outro aspecto alternativo da invenção.
A figura 6 é uma vista da seção em corte de um laminado de 4 camadas da bolsa de um aspecto alternativo da invenção.
A figura 7 é uma seção em corte de outra realização de uma embalagem de fluidos de hidrocarbonetos.
A figura 8a detalha uma vista exterior em perspectiva de outra realização de uma embalagem de fluidos de hidrocarbonetos, onde as abas externas estão abertas.
A figura 8b detalha uma vista exterior em perspectiva de outra realização de uma embalagem de fluidos de hidrocarbonetos, onde as abas externas estão fechadas.
Um recipiente de fluidos de hidrocarbonetos de acordo com a invenção atual é composto de uma bolsa feita de um laminado polimérico, tendo pelo menos três camadas, compreendendo:
uma camada externa de um primeiro polialquileno ou um primeiro náilon orientado;
pelo menos uma camada interna de um segundo náilon orientado ou alumínio, com a condição de que quando a camada externa é um primeiro polialquileno, pelo menos a camada interna é um náilon orientado; e uma camada interna de um segundo polialquileno; e uma caixa externa rígida tendo uma ou mais faces; onde a bolsa é colocada dentro da caixa rígida.
Um recipiente de fluidos de hidrocarbonetos de acordo com a invenção atual compreende:
uma bolsa de polietileno de alta densidade orientado e laminado reticuladamente; e uma caixa rígida tendo pelo menos uma face, onde a bolsa é colocada dentro da caixa rígida,
A embalagem de fluidos de hidrocarbonetos é composta de
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uma caixa exterior tendo uma rigidez suficiente para suportar o peso do teor da embalagem, assim como para suportar o empilhamento em estocagem e o despacho normal. Dentro da caixa exterior é colocada uma bolsa composta de um filme poliméríco, que é resistente a fluidos de hidrocarbonetos, dessa forma evitando o vazamento, a ruptura e a transpiração. A embalagem dos fluidos de hidrocarbonetos da invenção, produz um sistema de estocagem e transferência de fluidos de hidrocarbonetos que é rapidamente transportável. Para a embalagem de fluidos de hidrocarbonetos, é desejável que a embalagem tenha uma resistência à tração elevada, alongamento em ruptura elevado, resistência a rompimento elevado, transmissão baixa de oxigênio, transmissão baixa de umidade, e coeficiente baixo de atrito.
Com referência à figura 1, é mostrada uma vista exterior em perspectiva de uma realização de uma embalagem de fluidos de hidrocarbonetos. A caixa exterior 1 é ilustrada como um retângulo sólido tendo quatro faces laterais 2, uma face no fundo 3 e duas abas opostas no topo 4 e 5 as quais, quando fechadas, formam a face de topo 6. Estas abas poderão ou não ser interligadas, mas devem estar juntas para formar uma face fechada. A caixa exterior poderá ter qualquer formato ou forma, desde que ela seja suficientemente rígida para conter a bolsa dentro, e ser útil para a proteção da bolsa que contém o fluido de hidrocarbonetos, e ser fácil de ser transportada (caixa externa rígida). Por exemplo, a caixa exterior poderá ser octogonal, hexagonal, quadrada ou retangular. A caixa exterior, para facilidade de construção, pode ser retangular ou quadrada, de qualquer tamanho útil para a estocagem do fluido de hidrocarbonetos, e ser rapidamente transportável. Uma ou ambas as abas de topo 4 e 5 poderão incluir um corte de ferramenta ou uma abertura perfurada para servir como um suporte manual, desde que a caixa exterior seja forte o suficiente para suportar as tensões de manuseio. Na figura 1, somente a aba de topo 4 é mostrada tendo uma abertura de suporte manual 7. Apesar de mostrado na figura 1, não é necessário um suporte
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manual para a caixa e a caixa poderá ou não conter um suporte manual. Se presente, o suporte manual não deve ser limitado à abertura mostrada na figura 1 e pode ter qualquer formato ou forma, desde que possa servir como um suporte manual.
Pelo menos uma das faces laterais 2 inclui uma abertura de válvula 8. Cada uma das aberturas do suporte manual 7 e da abertura da válvula 8 poderão ser porções totalmente removidas ou altemativamente, poderão ser cortadas ou perfuradas de forma a produzir uma aba ao longo de uma perfuração, de tal forma que a aba poderá ser dobrada para dentro ou para fora para criar a abertura.
Com referência à figura 8, é mostrada uma vista exterior em perspectiva de outra realização de uma embalagem de fluidos de hidrocarbonetos. A caixa exterior 10 é ilustrada como um retângulo sólido tendo quatro faces laterais (painéis) 11, uma face de fundo 17, duas abas internas opostas 13 e 18 as quais, quando fechadas, formam uma face interna de topo 70, e uma linha de interface interna da aba (linha de abertura) 16, e duas faces opostas externas 12 e 19, as quais, quando fechadas, formam uma face de topo externa 71. Estas abas poderão ou não ser interligadas, mas devem vir juntas para formar uma face fechada com as abas opostas. As abas 13 e 18 são adjacentes às abas 12 e 19 quando a face de topo está aberta. A caixa exterior pode ser retangular ou quadrada, de qualquer tamanho útil para a estocagem de fluidos de hidrocarbonetos, e ser rapidamente transportável. Uma ou mais faces laterais 11 poderão incluir um corte de ferramenta ou uma abertura perfurada para servir como um suporte manual, desde que a caixa exterior seja forte o suficiente para suportar o manuseio. Na figura 10, não é mostrada nenhuma abertura de suporte manual. A beirada da aba interna ou das abas externas que se juntam com a forma das abas opostas podem ser retas, curvas, e/ou em angulo, desde que elas se fechem para formar a face de topo e é formada uma abertura que fornece rápido acesso à bolsa.
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Uma ou ambas as abas internas de topo 13 e 18 poderão incluir um corte de ferramenta ou uma abertura perfurada, para servir como uma abertura para a válvula 15. Na figura 8, ambas as abas internas de topo 13 e 15 são mostradas juntas, tendo uma abertura de válvula 15. Pelo menos uma das abas externas de topo 12 ou 19 poderá incluir um corte de ferramenta ou uma abertura perfurada para servir como uma abertura para uma válvula 14. Cada uma das aberturas do suporte manual, se alguma, e as aberturas de válvula 14 e 15, poderão ser porções totalmente removidas ou altemativamente, poderão ser cortadas ou perfuradas de forma a deixar uma aba ao longo da perfuração, de tal forma que a aba possa ser dobrada para dentro ou para fora, para criar a abertura. As aberturas das válvulas 14 e 15 devem ser alinhadas de tal forma que quando ambas as abas de topo interna e de topo externa estão fechadas, elas estão alinhadas, para permitir que a instalação da bolsa seja feita através de ambas as aberturas de válvula 14 e 15.
A caixa 1 e/ou 10 poderá ser feita a partir de uma chapa unitária, a qual, na sua forma não montada, é chata ou substancialmente achatada. Altemativamente, a caixa 1 e/ou 10 poderá ser feita de vários pedaços separados, montados e juntados para se atingir o formato ou forma final desejada. A caixa 1 e/ou 10 poderá ter qualquer geometria interna. Para conveniência de transporte e de estocagem, poderá ser utilizado um retângulo ou cubo sólido. Em um aspecto da invenção, a caixa 1 tem as dimensões de 11,25 x 9 x 14,25 polegadas (28,6 x 22,8 x 36,2 cm), mas este é um tamanho de exemplo, que é conveniente para a estocagem de um fluido de hidrocarbonetos transportável e pode ser utilizado qualquer tamanho semelhante, que seja conveniente para o fluido de hidrocarbonetos transportável.
Os materiais de construção da caixa 1 e/ou 10 poderão incluir papelão ou outros materiais celulósicos, rígidos, ou materiais plásticos dobráveis. O papelão poderá ser corrugado. O material da caixa poderá ser
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revestido e/ou misturado com aditivos retardantes de chama e/ou à prova d'água. Exemplos de revestimentos retardantes de chama adequados incluem, por exemplo, os revestimentos intumescentes apresentados na patente U.S. de número 3.934.066, a apresentação da qual é incorporada aqui como referência. Especificamente, a patente U.S. 3.934.066 apresenta composições de revestimento intumescentes, as quais incluem derivados de carbono resinosos ou não resinosos. Exemplos de derivados de carbono resinosos incluem resina uréia-formaldeído, ou misturas de formação de resinas contendo uma fonte de amina como uréia, tiouréia, melanina e semelhantes; juntamente com um aldeído alifático (ou uma fonte de aldeído) como formaldeído, paraformaldeído, trioxano ou metilenotetramina, acetaldeído e semelhantes. Exemplos de derivados de carbono não resinosos incluem carboidratos, tais como amido, dextrina, sacarose e lactose; e compostos poliidroxila como glicerina, sorbitol, manitol, pentaeritritol, dipentaeritritol e semelhantes. A composição intumescente poderá também incluir um material espumante, que auxilia a produção de uma espuma carbonácea isolante térmica, espessa. Exemplos de compostos espumantes, incluem o mono- ou diamônio fosfato, ácido fosfórico, melamina pirofosfato, sulfato de amônio, brometo de amônio, tungstato de sódio e semelhantes. Os laminados intumescentes tendo um material de chapa porosa impregnado com um revestimento intumescente, poderão também ser utilizados.
Outros revestimentos ou aditivos retardantes de chama que são bem conhecidos na técnica, poderão também ser utilizados, tais como, por exemplo, as soluções salinas. Os revestimentos à prova d’água poderão também ser utilizados, e são também bem conhecidos na técnica. Por exemplo, os revestimentos de cera em recipientes de papelão são bem conhecidos na embalagem em grandes volumes de frutas e vegetais frescos. Qualquer revestimento ou aditivo retardante de chama ou à prova d'água apropriado para o material de construção da caixa, poderá também ser utilizado.
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Com referência à figura 2, é mostrada uma seção em corte de uma realização de uma embalagem 20 de fluidos de hidrocarbonetos. A embalagem de fluidos de hidrocarbonetos, inclui uma caixa exterior 1, e uma bolsa 21 colocada dentro da caixa 1. A embalagem de fluidos de hidrocarbonetos inclui ainda uma abertura de válvula 8, através da qual é mostrado em projeção um dispositivo 22. Em outra realização, o dispositivo 22 pode ser um eixo oco. A caixa exterior 1 pode ser a caixa 10, conforme mostrado na figura 8. Tal embalagem de fluidos de hidrocarbonetos inclui ainda as aberturas de válvula 14 e 15, através das quais um dispositivo 22 é projetado para fora. O recipiente tem uma válvula ou um eixo oco fixado na bolsa, e que se estende para fora da mesma.
Com referência à figura 7, é mostrada uma seção em corte de outra realização de uma embalagem 25 de fluidos de hidrocarbonetos. A embalagem de fluidos de hidrocarbonetos inclui uma caixa exterior 1, e uma bolsa 21 colocada dentro da caixa 1. A embalagem de fluidos de hidrocarbonetos inclui ainda uma abertura de válvula 8, através da qual um dispositivo 22 é mostrado saindo para fora. Em outra realização, o dispositivo 22 pode ser um eixo oco. A bolsa 21 inclui ainda um dispositivo de enchimento 23 que é tapado com a tampa 24 tão logo a bolsa fique cheia com o fluido de hidrocarbonetos. Qualquer tampa que possa ser adequada ao dispositivo e que possa ser estável quando contatada com o fluido de hidrocarbonetos, pode ser utilizada para tapar o dispositivo 23 da bolsa. A caixa exterior 1 pode ser a caixa 10, conforme mostrado na figura 8. Tal embalagem de fluidos de hidrocarbonetos inclui ainda as aberturas de válvula 14 e 15, através das quais um dispositivo 22 é projetado. O recipiente tem uma válvula ou um eixo oco fixado na bolsa e que se estende para fora da abertura da válvula. Qualquer válvula ou eixo oco disponível comercialmente que possa ser adaptado no dispositivo para fechar o dispositivo 22 da bolsa
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pode ser utilizado, desde que tal válvula ou eixo oco forneça os meios para a retirada do fluido de hidrocarbonetos, e desde que eles sejam estáveis pelo tempo de estocagem necessário, quando contatados com o fluido de hidrocarbonetos. Tais válvulas são disponíveis, por exemplo, da Scholle, Luquiabox, e Tomlinson.
Durante o transporte e estocagem da embalagem de fluidos de hidrocarbonetos, o dispositivo poderá estar dentro da bolsa, dentro da caixa 1 ou 10. Dessa forma, a embalagem de fluidos de hidrocarbonetos retém o seu formato normal e conveniente durante o despacho e estocagem. Para o enchimento da bolsa com um fluido ou para fornecer o fluido a partir da bolsa, o dispositivo poderá ser passado através da abertura de válvula 8 da caixa 1, dessa forma fazendo com que o dispositivo seja mais facilmente acessível.
A bolsa 21 pode ser um laminado polimérico, tendo pelo menos três camadas, compreendendo uma camada externa de um primeiro polialquileno, uma camada interna de um segundo polialquileno, pelo menos uma camada intermediária entre a camada externa e a camada interna de um primeiro náilon orientado. A bolsa poderá ainda ter uma ou mais camadas poliméricas entre a camada externa e a camada interna que podem ser, por exemplo, outro polialquileno, outro náilon, polietileno tereftalato, álcool etileno viníiico, poliacetato, ou alumínio. A bolsa 21 também pode ser um laminado polimérico tendo pelo menos três camadas, compreendendo uma camada externa de um primeiro náilon orientado, uma camada interna de um primeiro polialquileno, pelo menos uma camada intermediária entre a camada externa e a camada interna de um segundo náilon orientado ou alumínio. A bolsa poderá ainda ter uma ou mais camadas poliméricas entre a camada externa e a camada interna que podem ser, por exemplo, outro polialquileno, outro náilon, polietileno tereftalato, álcool etileno viníiico, poliacetato ou alumínio. A camada interna está em contato com o fluido de hidrocarbonetos
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quando a bolsa é cheia.
Com referência à figura 3, é mostrada uma seção em corte de uma realização de um laminado polimérico utilizado para produzir a bolsa 21. Em um aspecto da invenção, o laminado polimérico é um laminado de três camadas 30, compreendendo uma primeira camada de polialquileno 31, uma camada de náilon orientado 32, e uma segunda camada de polialquileno 33, a camada de náilon orientado 32 sendo colocada entre a primeira e a segunda camadas de polialquileno 31 e 33.
Com referência à figura 6, é mostrada uma seção em corte de outra realização de um laminado polimérico utilizado para a construção da bolsa 21. Em um aspecto da invenção, o laminado polimérico é um laminado de quatro camadas 60, compreendendo uma primeira camada de polialquileno 61, uma camada de náilon orientado 62, um polímero de álcool etileno vinílico 63, e uma segunda camada de polialquileno 64. A camada de náilon orientado 62 e a camada de polímero de álcool etileno vinílico 63 são colocadas entre a primeira e a segunda camadas de polialquileno 61 e 64.
Cada uma das primeira e segunda camadas de polialquileno 31 e 33 poderão ser feitas de um polímero escolhido do grupo de polipropileno fundido, polietileno linear de baixa densidade, polietileno de baixa densidade, polietileno de intensidade ultra baixa, polietileno de alta densidade, polietileno, polietileno tereftalato, polietileno de alta densidade orientado e laminado cruzado, uma co- extrusão de dois polietilenos de densidade diferente, e uma co-extrusão de álcool etileno vinílico e polietileno de baixa densidade. A primeira e a segunda camadas de polialquileno 31 e 33 poderão não ser orientadas, orientadas uniaxialmente ou orientadas biaxialmente. A primeira e a segunda camadas de polialquileno 31 e 33 poderão ser do mesmo ou de material diferente de polialquileno. Além disso, a primeira ou a segunda camadas 31 e 33 poderão ser colocadas no interior da bolsa 21.
O náilon orientado 32 poderá ser qualquer dos vários
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• · · • · • · · • · · · • · · · · • · · • · • · · · • · · ί • · · · * · · · · • · copolímeros de poliamida ou náilon tipicamente utilizados na técnica de produção de filmes poliméricos, tais como o náilon 6, náilon 6,6, náilon 6,10, náilon 11, náilon 12, náilon 6,12, náilons amorfos, poliamidas parcialmente aromáticas, e copolímeros de náilon. A camada orientada de náilon pode ser orientada uniaxialmente ou biaxialmente.
A primeira camada externa e a segunda camada interna de polialquileno, 31 e 33, e a camada de náilon orientado 32, poderão ser formadas em um laminado utilizando-se qualquer de varias técnicas conhecidas, incluindo a aplicação de calor e/ou pressão e adesivos aderentes. A espessura do laminado polimérico 30 deve ser tal que retenha a flexibilidade. Geralmente, a espessura total do laminado poderá ser de 15 mícrons a 300 mícrons. Cada uma das primeira e segunda camadas de polialquileno, 31 e 33, poderá ser de 5 mícrons a 225 mícrons de espessura. A camada de náilon orientado 32 poderá ser de 5 mícrons a 225 mícrons. Cada uma das espessuras do laminado total e da camada individual poderão ser menores ou maiores, desde que o laminado tenha a resistência e a flexibilidade dos hidrocarbonetos.
Outras camadas adicionais podem ser incorporadas entre a primeira e a segunda camadas de polialquileno, além da camada de náilon orientado 32 ou 62, desde que estas camadas mantenham a flexibilidade desejada e a espessura total do laminado para a bolsa. Estas camadas adicionais podem ser, por exemplo, outro polialquileno, outro náilon, polietileno tereftalato, polímero de álcool etileno vinílico, poliacetato ou alumínio.
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Em um aspecto da invenção, a espessura total do laminado é de 15 mícrons a 260 mícrons, a primeira camada de polialquileno é de 5 mícrons a 225 mícrons de espessura, de preferência de 150 mícrons de espessura, a espessura da camada de náilon orientado é de 5 mícrons a 225 mícrons, de preferência de 150 mícrons de espessura, e a segunda camada de • · · • · · • · · · • · · · · • · · • · • · · • · · • * · • · · polialquileno é de 5 mícrons a 225 mícrons, de preferência de 150 mícrons de espessura.
A bolsa 21 poderá ser dobrada ou formada, utilizando-se métodos conhecidos pelos técnicos de embalagens. Qualquer método de selagem que forneça um selo interno, desde que seja resistente aos fluidos de hidrocarbonetos.
Geralmente, os selos são formados pela aplicação, seguido pela remoção, de calor e/ou de pressão, que faz com que qualquer delas ou ambas as camadas de polialquileno ao longo da linha de aderência se fundam e se rejuntem, para formar um selo. Alternativamente, a bolsa poderá ser selada utilizando-se adesivos apropriados.
A bolsa 21 contém pelo menos um dispositivo 22 para o enchimento e/ou o fornecimento de fluidos de hidrocarbonetos. O dispositivo 22 é também resistente a fluidos de hidrocarbonetos e poderá ser feito de qualquer de vários materiais adequados, incluindo, por exemplo, polipropileno de alta densidade. O dispositivo 22 poderá ser qualquer de uma variedade de válvulas apropriadas para a passagem de fluidos de hidrocarbonetos, incluindo fluidos viscosos. Além disso o dispositivo 22 poderá ser adequado para ser afixado a bombas ou mangueiras de bombas. O dispositivo 22 poderá ser afixado permanentemente através de uma abertura na bolsa, utilizando-se a aplicação de calor e/ou pressão, ou através do uso de adesivos de aderência apropriados.
Com referência à figura 4, em outro aspecto da embalagem de fluidos de hidrocarbonetos, a bolsa 21 é um filme polimérico de três camadas 40, tendo uma primeira camada 41, que é composta de um primeiro náilon orientado, uma segunda camada 42, que é feita de um segundo náilon orientado ou de uma camada fina de alumínio, e uma terceira camada 43, que é composta de polialquileno.
Se presentes, a primeira e a segunda camadas de náilon
Figure BRPI0408302B1_D0014
• · · • · • · · • · · • · • · • · • * • · · orientado 41 e 42, poderão ser quaisquer dos vários copolímeros de poliamida ou náilon utilizados tipicamente na técnica de produção de filmes poliméricos, tais como náilon 6, náilon 6,6, náilon 6,10, náilon 11, náilon 12, náilon 6,12, náilons amorfos, poliamidas parcialmente aromáticas, e copolímeros de náilon. As camadas de náilon orientado 41 e 42 poderão ser orientadas uniaxialmente ou biaxialmente. As camadas de náilon orientado 41 e 42 poderão ser do mesmo material ou de material diferente de náilon.
Onde é utilizada uma camada fina de alumínio como a segunda camada 42, a espessura do alumínio poderá ser de 0,00005 a 0,001 polegadas (1,27 gm a 25,4 gm) de espessura.
A camada de polialquileno 43 poderá ser feita de um polímero escolhido do grupo de polipropileno fundido, polietileno de baixa densidade linear, polietileno de baixa densidade, polietileno de intensidade ultra baixa, polietileno de alta densidade, polietileno, polietileno tereftalato, polietileno de alta densidade orientado e laminado cruzado, uma co-extrusão de dois polietilenos de densidade diferente, e uma co-extrusão de álcool etileno vinílico e polietileno de baixa densidade.
Em outro aspecto da invenção, o laminado polimérico poderá ser outro laminado de quatro camadas, como por exemplo, 60 na figura 6, compreendendo uma primeira camada de náilon orientado 61, uma camada de náilon orientado 62, uma camada de alumínio 63, e uma camada de polialquileno 64. A camada de náilon orientado 62 e a camada de alumínio 63 são colocadas entre a primeira e a segunda camadas de polialquileno 61 e 64. A camada de alumínio 62 pode ser substituída por outras camadas poliméricas tais como, por exemplo, outro polialquileno, outro náilon, polietileno tereftalato, álcool etileno vinílico, ou poliacetato.
Outras camadas adicionais podem ser incorporadas entre a primeira camada interna de náilon orientado e a camada externa de polialquileno, além da camada de náilon orientado ou da camada de alumínio • · * • · · · ·
Figure BRPI0408302B1_D0015
Figure BRPI0408302B1_D0016
• · · · · • · · ···
Figure BRPI0408302B1_D0017
ou 62, desde que estas camadas mantenham a flexibilidade desejada e a espessura total do laminado polimérico para a bolsa. Estas camadas adicionais podem ser, por exemplo, outro polialquileno, outro náilon, polietileno tereftalato, álcool etileno vinílico, poliacetato, ou alumínio.
Qualquer dos laminados para uso na bolsa 21, poderá ser formado em um laminado, utilizando-se qualquer das várias técnicas conhecidas, incluindo a aplicação de calor e/ou de pressão e adesivos aderentes. A espessura do laminado polimérico deve ser tal que retenha a flexibilidade.
Geralmente, a espessura total do laminado poderá ser de 50 mícrons a 300 mícrons. Cada uma das primeira e segunda camadas de polialquileno 31 e 33, poderá ser de 5 mícrons a 225 mícrons de espessura, de preferência de 150 mícrons de espessura. Cada uma das espessuras do laminado total e da camada individual poderá ser menor ou maior, desde que o laminado retenha a resistência e a flexibilidade dos hidrocarbonetos.
Em um aspecto da invenção, a espessura total do laminado polimérico 40 é de 15 mícrons a 350 mícrons, de preferência de 260 mícrons. A primeira camada 41 é de 5 mícrons a 225 mícrons de espessura, de preferência de 150 mícrons de espessura, a segunda camada 42, onde a camada é de náilon orientado, é de 5 mícrons a 225 mícrons, de preferência de 150 mícrons de espessura, a segunda camada 42, onde aquela camada é de alumínio, é de 0,00010 a 0,00070 polegadas (2,54 pm a 17,8 pm) de espessura, e a terceira camada 43 é de 5 mícrons a 225 mícrons de espessura, de preferência de 150 mícrons de espessura.
. 25 Ainda em outro aspecto da invenção, a bolsa 21 é construída de uma só camada 50 de polietileno de alta densidade orientado e reticulado. A espessura da única camada 50 poderá ser de 50 mícrons a 250 mícrons, de preferência de 200 mícrons.
A bolsa 21 poderá ser colocada dentro da caixa 1 ou 10, antes
Figure BRPI0408302B1_D0018
do enchimento da bolsa com um fluido de hidrocarbonetos. Altemativamente, a bolsa poderá ser cheia com o fluido de hidrocarbonetos e então colocar-se a bolsa dentro da caixa.
Embora a invenção seja suscetível a várias modificações e formas alternativas, as realizações específicas das mesmas são mostradas nos desenhos para fins de exemplo, e descritas aqui em detalhes. Deve ser entendido, que os desenhos e a descrição detalhada dos mesmos não se destinam a limitar a invenção àquela forma especifica apresentada, mas ao contrário, a intenção é cobrir todas as modificações, equivalências e alternativas que se enquadram dentro do espírito e do escopo da invenção atual, conforme definido pelas reivindicações anexas. A invenção atual será ilustrada pela seguinte realização ilustrativa, que é apresentada somente para ilustração, e não deve ser considerada como limitando a invenção reivindicada de forma alguma.
Exemplo 1
Bolsas formadas e seladas de pelo menos um quarto, foram formadas de vários laminados poliméricos, tendo as estruturas listadas como (a)-(l) na tabela 1. A primeira camada polimérica listada constituía a camada externa da bolsa, enquanto que o último polímero listado constituía a camada interna das bolsas. As bolsas foram formadas através de selagem por calor da camada externa e cada uma delas continha um dispositivo permanentemente fixado nas mesmas, através do qual elas são cheias. Uma bolsa de cada tipo foi cheia com cada um dos óleos 10 W-30 e óleo de dois ciclos. As bolsas foram testadas de acordo com o PBI #5, revisão 1 (1978) do Instituto de Garrafas Plásticas. As bolsas foram examinadas em relação à perda de peso, quebra ou ruptura por tração, ou (c) delaminação. qualquer (a) perda de peso maior do que 0,5 %, (b) quebra ou ruptura por tração, ou (c) delaminação resulta em uma classificação de não aprovado. Os resultados para ambos o óleo 10 W-30 e o óleo de dois ciclos, são mostrados na tabela 1.
. 25 • · • · ·· • · · -• · » · · ·.· ······ * · · · · · · • · · · · • · ·
Figure BRPI0408302B1_D0019
Os componentes poliméricos dos laminados são indicados pelas abreviaturas listadas na tabela 2.
Tabela 1
Material do filme: lado externo —> lado interno Espessura do filme 10W-30 óleo de 2 ciclos
a 50μ LLDPE 50 μ falhou falhou
b 50μ HDPE 50μ falhou falhou
c 38μ ΡΕ/15.2μ ΒΟΝ/63.5μ PE 117μ falhou aprovado
d 12μ ΡΕΤ/15μ ΒΟΝ/125μ LLDPE 152 μ falhou aprovado
e 12μ ΡΕΤ/15μ ΒΟΝ/80μ CPP 107μ falhou aprovado
f 12μ ΡΒΤ/15μ ΒΟΝΖ125μ LLDPE-Wlúte 152μ falhou falhou
8 5μ ΒΟΝ/25μ ΒΟΝ/175μ EVOHWXPÈ Co-extrusão 205μ falhou falhou
h 25 μ ΒΟΝ725μ ΒΟΝ/150μ LLDPE 200μ aprovado aprovado
i 25μ ΒΟΝ/25μ ΒΟΝ/175μ LLDPELDPB Co-extrusão 200μ falhou falhou
j ΒΟΝ/0.00035Α)ιιπύηιιηι/75μ LLDPE calibre 60 (ver coluna anterior) aprovado aprovado
k 75pOCLHDPE 75ρ aprovado aprovado
1 88μ OCLHDFE _ aprovado aprovado
Tabela 2
Abreviatura Composto
LLDPE Polietileno linear de baixa densidade
LDPE Polietileno de baixa densidade
ULDPE Polietileno de densidade ultra baixa
HDPE Polietileno de alta densidade
PE Polietileno
PET Polietileno tereftalato
BON Náilon orientado biaxialmente
SBON Náilon orientado biaxialmente revestido por sílica
CPP Polipropileno fundido
EVOH Álcool etileno vinílico
OCLHPE Polietileno de alta densidade orientado e laminado cruzado
Exemplo 2
Foram testados três tipos de embalagens individuais, utilizando-se o procedimento do “Underwriter Laboratories” UL SU2019 (Pallet Fire Test): (1) uma caixa de papelão não tratada contendo garrafas de um quarto de polietileno standard de alta densidade para óleo de motor de • · • · » · • · «
• · • « · *
• » • · • · • · • · · • · • · « · • · ·
Figure BRPI0408302B1_D0020
carro de passageiros (PCMO); (2) um recipiente de fluido de hidrocarbonetos da invenção, no qual a caixa externa é de papelão não tratado; e (3) um recipiente de fluido de hidrocarbonetos da invenção, no qual a caixa externa é papelão, tendo um revestimento de laminado intumescente retardante de chama. As garrafas de um quarto e as bolsas de cada recipiente de fluido de hidrocarbonetos foram cheias com PCMO. A primeira embalagem (1) acima, apresentou um rompimento das garrafas de um quarto, após 2 minutos e 30 segundos do acendimento do pavio. A segunda embalagem (2) acima, sofreu um rompimento da bolsa após 3 minutos e 50 segundos do acendimento do pavio. A terceira embalagem, (3) acima, não sofreu nenhum rompimento da bolsa e o pavio se apagou por si próprio 21 minutos após o acendimento.

Claims (15)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Recipiente de fluido de hidrocarbonetos, compreendendo: uma bolsa (21) feita de laminado polimérico tendo pelo menos três camadas; e,
    5 uma caixa rígida (1, 10) tendo uma face ou mais faces, onde a bolsa (21) é colocada dentro da caixa rígida (1, 10), caracterizado pelo fato de que:
    a bolsa (21) feita de laminado polimérico tendo pelo menos três camadas compreende:
    10 uma camada externa de um primeiro polialquileno (31, 61) ou um primeiro náilon orientado (41, 61);
    pelo menos uma camada interna de um segundo náilon orientado (32, 62, 42) ou alumínio (42), com a condição de que quando a camada externa é um primeiro polialquileno, a pelo menos uma camada
    15 interna é um náilon orientado; e uma camada interna de um segundo polialquileno (33, 64,
    43);
    sendo que o recipiente compreende adicionalmente uma válvula ou um eixo oco (22) fixado na bolsa (21), que se estende para fora da mesma, e
    20 uma abertura de válvula (8, 14, 15) em uma face da caixa.
  2. 2. Recipiente de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a abertura de válvula (8, 14, 15) é localizada na face de topo (6, 70, 71) da caixa (1, 10), onde a bolsa (21) é colocada dentro da caixa (1, 10).
  3. 3. Recipiente de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 ou 2, 25 caracterizado pelo fato de que a caixa (1, 10) é feita de um material celulósico.
  4. 4. Recipiente de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que a caixa (1, 10) é feita de papelão.
  5. 5. Recipiente de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o papelão é revestido com um retardante de chama e/ou um repelente
    Petição 870160050527, de 09/09/2016, pág. 10/12 de água.
  6. 6. Recipiente de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o primeiro polialquileno é escolhido do grupo de polietileno de baixa densidade linear de polipropileno fundido, polietileno de
    5 baixa densidade, polietileno de densidade ultra baixa, polietileno de alta densidade, polietileno, polietileno tereftalato, polietileno de alta densidade e laminado cruzado e orientado e uma e uma co-extrusão de álcool etileno vinílico e polietileno de baixa densidade.
  7. 7. Recipiente de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6,
    10 caracterizado pelo fato de que o segundo polialquileno é escolhido do grupo de polietileno de baixa densidade linear de polipropileno fundido, polietileno de baixa densidade, polietileno de intensidade ultra baixa, polietileno de alta densidade, polietileno, polietileno tereftalato, polietileno de alta densidade laminado cruzado e orientado e uma e uma co-extrusão de álcool etileno vinílico e
    15 polietileno de baixa densidade.
  8. 8. Recipiente de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que o náilon orientado é escolhido do grupo de náilon orientado uniaxialmente e náilon orientado biaxialmente.
  9. 9. Recipiente de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, 20 caracterizado pelo fato de que a espessura total do laminado é de 15 mícrons a 260 mícrons, a primeira camada tem entre 5 e 225 mícrons de espessura, a camada interna de náilon orientado tem entre 50 e 250 mícrons de espessura, a terceira camada tem entre 5 e 225 mícrons de espessura, e a camada de alumínio tem entre 0,0001 e 0,00070 polegadas (2,54 μιη a 17, 8 μιη) de espessura.
    25
  10. 10. Recipiente de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o recipiente compreende uma camada adicional interna de uma camada polimérica de álcool etileno vinílico (63).
  11. 11. Recipiente de fluido de hidrocarbonetos, compreendendo: uma bolsa (21); e,
    Petição 870160050527, de 09/09/2016, pág. 11/12 uma caixa rígida (1, 10) tendo pelo menos uma face, onde a bolsa (21) é colocada dentro da caixa rígida (1, 10), caracterizado pelo fato de que a bolsa (21) é feita de polietileno de alta densidade laminado cruzado e orientado.
  12. 12. Recipiente de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a bolsa (21) tem entre 50 e 200 mícrons de espessura.
  13. 13. Recipiente de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 ou 12, caracterizado pelo fato de compreender ainda uma válvula (22) afixada na bolsa (21), e estendendo-se para fora da mesma.
  14. 14. Recipiente de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente uma abertura de válvula (8, 14, 15) em uma face da caixa (1, 10).
  15. 15. Recipiente de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que a abertura de válvula (8, 14, 15) é localizada na face de topo (6, 70, 71) da caixa (1, 10), onde a bolsa (21) é colocada dentro da caixa (1, 10).
    Petição 870160050527, de 09/09/2016, pág. 12/12
    1/8
    2/8 • · · · · · ··· • · · · · · · · · · * ········ · • ·····«··· · • · ♦ ··»···· • · · · · · «· • ·· ·
    3/8 *
    • · · • · · · • · · · · « · · · · · • · · · • ♦ · • · · « · • « • · • · • · • ·
    33 -
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