BRPI0408532B1 - Apparatus and method for controlling the speed in a mobile communication system - Google Patents
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Abstract
"aparelho e método para controlar a velocidade em sistema de comunicação móvel". são revelados um aparelho e um método para controlar a velocidade reversa de dados transmitidos para uma bts (estação transceptora base) de mss (estações móveis), aos quais um controle de velocidade autônoma é concedido. o método inclui as etapas de verificar se uma limitação para uma velocidade autônoma reversa de uma ms é persistente quando é determinado de uma carga reversa que a limitação para a velocidade autônoma reversa da ms é necessária, e transmitir informação para limitar a velocidade autônoma reversa da ms e informação que indica a persistência da limitação para a velocidade autônoma reversa para a ms quando é necessário manter persistentemente a limitação para a velocidade autônoma reversa da ms.
Description
APARELHO E MÉTODO PARA CONTROLAR A VELOCIDADE EM SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO MÓVEL
HISTÓRICO DA INVENÇÃO CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção relaciona-se a um aparelho e método para controlar uma velocidade reversa em um sistema de comunicação móvel e, mais particularmente, a um aparelho e método para limitar a velocidade de uma estação móvel ao qual o controle de velocidade autônomo é concedido. DESCRIÇÃO DA TECNOLOGIA RELACIONADA
Em um sistema de comunicação móvel convencional, a transmissão de dados reversos de uma estação móvel (MS) para uma estação transceptora base (BTS) pode ser alcançada através de canais de dados de pacote em uma unidade de pacote de camada física. A velocidade de dados de cada pacote de camada física poderá variar dependendo dos pacotes e a BTS controla as velocidades de dados de várias MSs. Esse procedimento da BTS para determinar e controlar velocidades de dados das MSs é denominado "escalonamento". A BTS conduz o escalonamento. com base em informação de retro-alimentação a ela transmitida das MSs com base na informação relacionada à energia das MSs e a quantidade de dados a ser transmitida das MSs. Isto é, o escalonador da BST conduz o escalonamento ao levar em consideração uma carga obtida da "elevação do térmico" (RoT) ou "proporção sinal-ruído" (SNR) das MSs localizadas em uma área de serviço da BTS. 0 esquema de controle da BTS para as velocidades de dados reversos das MSs é classificado essencialmente em um esquema de escalonamento rápido e um esquema de controle de velocidade (RC). A MS. que opera com o esquema de escalonamento rápido transmite uma mensagem de solicitação de velocidade incluindo o estado atual da memória provisória e informação a respeito da energia utilizável da MS para a BTS. Quando do recebimento da mensagem de solicitação de velocidade da MS, a BTS transmite informação de concessão de velocidade para a MS ao levar em conta o ruído térmico, a QoS da MS, e outra informação relevante de modo a permitir que a MS transmita dados com a velocidade máxima.
No modo de escalonamento rápido, a MS pode transmitir a mensagem de solicitação de velocidade incluindo o estado atual da memória provisória e informação a respeito da energia utilizável da MS para a BTS, e a BTS pode alocar uma velocidade específica para a MS através da informação da mensagem de concessão ao levar em conta a solicitação da MS e o estado carregado de uma célula. 0 esquema RC da BS é classificado em um esquema DRC (controle de velocidade dedicado) e um esquema CRC (controle de velocidade comum) dependendo dos esquemas de transmissão da informação de controle. A BTS que controla a MS utilizando o esquema DRC poderá transmitir informação de controle de velocidade dedicada para cada MS localizada na área de serviço da BTS, e a BTS que controla a MS utilizando o esquema CRC poderá transmitir informação de controle de velocidade comum para cada MS localizada na área de serviço da BTS.
Isto é, a BTS capaz de controlar a MS utilizando o esquema DRC transmite informação de controle dedicado para cada MS localizada em uma célula, de modo que a BTS pode controlar finamente a velocidade da MS quando comparado com a BTS que utiliza o esquema CRC em que todas as MSs tratadas na mesma área de serviço da BTS são controladas em comum. No entanto, o esquema DRC requer uma grande quantidade de informação de controle a ser transmitido do que utilizando o esquema CRC. A BTS capaz de controlar a MS com o esquema CRC transmite informação de controle notificando as MSs localizadas em uma célula do estado "Ocupado" da transmissão reversa se o RoT medido pela BTS superar um valor de limitação predeterminado, ou transmite informação de controle notificando as MSs de um estado "Não Ocupado" da transmissão reversa de o RoT for inferior que o valor de limitação predeterminado. Quando a informação de controle que representa o estado "Ocupado" é recebida na MS da BTS, a MS pode reduzir o RoT da célula ao baixar a velocidade de dados da MS ou a Proporção Tráfego-Piloto (TPR) que será descrito posteriormente. Além disso, quando a informação de controle que representa o estado "Não Ocupado" é recebida na MS da BTS, a MS pode aumentar a velocidade de dados da MS ou o TPR. Essa informação relacionada aos estados "Ocupado" e "Não Ocupado" podem ser transmitidas para as MSs através de um bit de controle da velocidade (RCB) sendo de tamanho de um bit. 0 esquema DRC da BTS é classificado em um esquema de transição de velocidade integral e um esquema de transição de velocidade limitada de acordo com o grau de transição da velocidade de dados reversa da MS.
De acordo com o esquema de transição de velocidade integral, a BTS controla a velocidade de dados reversa da MS sem limitar a faixa de transição da velocidade de dados. Em contraste, de acordo com o esquema de transição de velocidade limitada, a BTS controla a velocidade de dados reversa da MS enquanto limita a faixa de transição da velocidade de dados dentro dé uma etapa.
Por exemplo, se o conjunto das velocidades de dados inclui 9,6 kbps, 19,2 kbps, 38,4 kbps, 76,8 kbps, 153,6 kbps, e 307,2 kbps, o número e o valor específico das velocidades de dados incluídas no conjunto das velocidades de dados poderão variar dependendo dos sistemas. De acordo com o esquema de transição de velocidade integral, uma das velocidades de dados incluída no conjunto de velocidades de dados pode ser determinada como a velocidade de dados do pacote seguinte da MS por meio da BTS. Isto é, de acordo com o esquema de transição de velocidade integral, a MS que transmite dados com a velocidade de dados de 9,6 kbps pode transmitir o pacote seguinte com a velocidade de dados de 307,2 kbps de cada vez porque a BTS permite que a MS transmita os dados com uma velocidade reversa predeterminada independentemente de uma velocidade de dados anterior da MS.
Em contraste, de acordo com o esquema de transição de velocidade limitada, a BTS poderá determinar a velocidade de dados do pacote seguinte da MS enquanto convertendo para cima ou convertendo para baixo a velocidade de dados da velocidade de dados anterior da MS por uma etapa. Por exemplo, a MS que transmite dados com a velocidade de dados de 76,8 kbps, pode transmitir o pacote seguinte com a velocidade de dados de apenas 38,4 kbps, 76,8 kbps ou 153,6 kbps. Em outras palavras, como a velocidade de dados da MS é convertida para cima ou convertido para baixo da velocidade de dados de 76,8 kbps em uma etapa, a faixa de transição para a velocidade de dados da MS é limitada. Os comandos utilizados para a conversão para cima, para a conversão para baixo e para manter a velocidade de dados da MS podem ser representados como "UP", "DOWN" e "HOLD". Além disso, o sinal que mapeia em.^+l", "-1" e "0" pode ser efetuado. 0 esquema de transição de velocidade integral e o esquema de transição de velocidade limitada têm, cada um, vantagens e desvantagens. O esquema de transição de velocidade integral tem a vantagem em que a BTS pode determinar a velocidade de dados da MS sem limitações. No entanto, o esquema de transição de velocidade integral tem a desvantagem em que ele requer uma grande quantidade de bits para transmitir o resultado do escalonamento para a MS. Por exemplo, se seis velocidades de dados existem conforme descrito acima, 3 bits são necessários para representar'todas as velocidades de dados. Além disso, como é necessário transmitir informação a respeito de identificadores das MSs, uma grande quantidade de informação precisa ser transmitida. Em contraste, o esquema de transição de velocidade integral tem a desvantagem em que a quantidade de interferência que exerce uma influência sobre outras células poderá variar significativamente dependendo da velocidade de dados da MS, de modo que variação de canal grave das MSs localizadas em outras células poderá ocorrer, deteriorando o sistema. Além disso, o esquema de transição de velocidade limitada tem a desvantagem em que a BTS precisa determinar a velocidade de dados da MS dentro de uma faixa limitada. Em contraste, o esquema de transição de velocidade limitada poderá permitir a BTS transmitir o resultado do escalonamento para a MS utilizando um bit, de modo que a despesa disso será reduzida. Além disso, o esquema de transição de velocidade limitada limita a faixa de transição da faixa de dados da MS dentro de uma etapa, de modo que a variação da interferência exerce uma influência sobre as outras células é relativamente reduzida. A BTS poderá fixar uma. velocidade autônoma máximo e uma possibilidade da velocidade autônoma máxima com relação a um serviço específico para a MS para reduzir o retardo gerado durante o procedimento de controle da velocidade de dados. Isto é, se os dados de serviço que podem ser transmitidos autonomamente são gerados, a MS pode transmitir os dados ao selecionar uma velocidade de dados predeterminada dentro de uma faixa da velocidade autônoma máxima alocada a ela, de modo que é possível minimizar o retardo. No entanto, é difícil prever o ponto no tempo para os dados de serviço que podem ser transmitidos autonomamente. Por esta razão, a BTS precisa reservar recursos correspondentes a ‘uma doma das velocidades de dados autônomas alocadas as MSs.
Entrementes, além do sistema acima em que a BTS controla a velocidade de dados da MS, um sistema que inclui uma BTS capaz de controlar um TPR" de uma MS pode ser fornecido.
No sistema de comunicação móvel convencional, uma transmissão de dados reversos da MS é controlada por emergia por meio da BTS. De acordo com o procedimento de controle de energia para a MS, a MS recebe um comando de controle de energia da BTS de modo a controlar diretamente a energia de um canal piloto da mesma, enquanto controla os canais que não o canal piloto com um valor de fixação do TPR. Por exemplo, se o TPR é 3 dB. a proporção da energia do canal de tráfego transmitida da MS para a energia do canal piloto é de 2:1. Assim, quando a MS determina um ganho de energia do canal de tráfego, a MS fixa a energia do canal de tráfego como o dobro da energia do canal piloto. Esse procedimento também está disponível para outros canais. Isto é, um ganho de um canal correspondente é fixado com um valor fixo em relação ao ganho do canal piloto. Em um sistema em que a BTS controla o TPR em vez de controlar a velocidade de dados da MS, a BTS cronograma a transmissão reversa das várias MSs enquanto notifica diretamente as MSs do resultado do escalonamento através da velocidade de dados de modo a controlar as MSs. Isto é, a BTS notifica cada MS do TPR a ela alocado. O TPR poderá aumentar com o aumento da velocidade de dados. Por exemplo, como um aumento da velocidade de dados por dois faz com que a energia alocada pela MS ao canal de tráfego dobre, este aumento da velocidade de dados também indica que o TPR é dobrado. No sistema de comunicação móvel convencional, a velocidade de dados de um .canal de tráfego reverso em relação ao TPR é pré-fixada em uma tabela de modo que a BTS e a MS poderão reconhecer a relação entre a velocidade de dados do canal de tráfego reverso e o TPR. Assim, um controle para a velocidade de dados da MS é substancialmente idêntico ao controle para o TPR da MS. Na descrição seguinte, apenas um procedimento de controle da velocidade de dados da MS por meio da BTS será descrito para a finalidade de conveniência de explanação. Entretanto, como foi mencionado acima, é observado que um esquema de controle da presente invenção também é aplicável quando a BTS controla o TPR em vez de controlar a velocidade de dados da MS.
Uma MS convencional utilizada para a transmissão autônoma pode transmitir dados reversos com várias velocidades de dados dentro do TPR alocado com uma taxa autônoma máxima. A BTS transmite uma mensagem de concessão {doravante referida como "Concessão", isto é, o controle da velocidade reversa) para a MS para permitir que a MS transmita os dados com uma velocidade de dados predeterminada mais baixa que a velocidade autônoma máxima, assim limitando a velocidade autônoma máxima da MS. De acordo com a tecnologia anterior, quando do recebimento da Concessão da BTS, a MS transmite dados com a velocidade de dados predeterminada em um ponto do tempo de transmissão de dados correspondente â Concessão, enquanto transmite os dados seguintes utilizando recursos correspondentes â velocidade autônoma máxima. Além disso, como a velocidade autônoma máxima pode ser modificada apenas através de uma mensagem de sinalização, um tempo relatívamente longo correspondente a centenas de microssegundos é necessário para alocar uma nova velocidade autônoma máxima.
Sob um ambiente de transmissão de dados reversos efetivos, a BTS poderá alocar suficientemente a velocidade autônoma máxima a uma pluralidade de MSs. Neste estado, se os dados de serviço tendo uma prioridade mais alta são recém gerados, a soma das velocidades autônomas máximas é tão grande que os recursos a serem alocados para os dados de serviço novos poderão ser insuficientes- Neste caso, a velocidade autônoma máxima de cada MS precisa ser baixada para alocar os recursos para os dados de serviço novos. As tecnologias atuais exigem um longo tempo para ajustar a velocidade autônoma máxima, de modo que um retardo de transmissão adicional poderá ocorrer quando da alocação dos recursos para os novos dados de serviço, assim degradando a qualidade do serviço. Além disso, quando limitar a velocidade autônoma reversa máxima pela utilização da Concessão, a Concessão precisa ser transmitida continuamente para as MSs enquanto o serviço tendo a prioridade mais alta está sendo transmitido. Assim, os canais de concessão ficam complicados e a Concessão não pode ser transmitida para as MSs que recebem os mesmos canais. Para resolver o problema acima, uma velocidade autônoma mais alta pode ser alocada para o serviço tendo a prioridade mais alta ou usuários. Neste caso, no entanto, os recursos utilizados para a transmissão de dados reversa poderão ser desbaratados durante o intervalo em que os dados de serviço não são gerados. A Figura IA é um diagrama que ilustra o método convencional de controlar a velocidade reversa, em que "A" é um canal de controle direto para transmitir a Concessão da BTS e "B" é um canal de dados de pacote reverso para transmitir dados para a BTS. A Concessão é informação relacionada à velocidade de dados inferior a da velocidade autônoma reversa máxima. Quando a BTS transmite a Concessão para a MS em um ponto de TI de modo a limitar a velocidade autônoma máxima, a MS determina a Concessão como um sinal de limitação temporal para a velocidade de dados, se modo que a MS aloca a velocidade de dados correspondente à Concessão apenas no ponto de T2, que é o primeiro tempo de transmissão para dados. Isto é, a velocidade de dados inferior à velocidade autônoma máxima é alocada com base na Concessão apenas em um primeiro sulco que recebe a Concessão. Neste caso, se o novo serviço ou a MS tendo uma prioridade mais alta continuamente necessita dos recursos, a Concessão precisa ser continuamente transmitida de modo a limitar a velocidade autônoma. Isto é, a BTS transmite a Concessão para a MS em cada ponto do tempo de transmissão {TI a T4) para limitar a velocidade autônoma. Assim, os canais de concessão ficam complicados, assim causando um baixo desempenho direto. Por esta razão, é difícil controlar com facilidade a velocidade reversa.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Assim, a presente invenção foi feita para resolver os problemas citados acima que ocorrem no estado da técnica, e um objetivo da presente invenção é fornecer um aparelho e um método para limitar as velocidades autônomas reversas das MSs dentro de um curto péríodo de tempo para melhorar a eficiência da utilização de recursos para dados reversos.
Outro objetivo da presente invenção é fornecer um aparelho e um método para alocar recursos suficientes para novos serviços ou usuários tendo uma prioridade mais alta por serviços ao limitar rápido a velocidade de dados máxima das MSs, ao que um controle de transmissão autônomo é concedido, quando os usuários solicitam serviços ou novos serviços são gerados em um sistema de comunicação móvel que inclui uma BTS e as MSs.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os objetivos acima e outros objetivos, recursos e vantagens da presente invenção serão mais aparentes da descrição detalhada seguinte tomada em conjunto com os desenhos acompanhantes, nos quais: A Figura IA é um diagrama que ilustra um procedimento de transmissão de dados convencional de uma MS com base em informação de controle de velocidade reversa. A Figura 1B é um diagrama que ilustra um procedimento de transmissão de dados de uma MS com base em informação de controle de velocidade reversa de acordo com uma versão da presente invenção. A Figura 2 é um diagrama de blocos que ilustra a estrutura de um sistema de controle de velocidade reversa de acordo com a versão preferida da presente invenção. A Figura 3 é um fluxograma que ilustra uma operação de uma BTS que efetua um método de controle de velocidade reversa de acordo com a versão preferida da presente invenção. A Figura 4 é um fluxograma que ilustra a operação de uma MS que efetua o método de controlar a velocidade reversa de acordo com a versão preferida da presente invenção.
A Figura 5 é um fluxograma que ilustra a operação de uma MS que recebe um canal de controle direto. E A Figura 6 é um fluxograma que ilustra um procedimento para transmitir dados reversos em uma MS.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA VERSÃO PREFERIDA
Doravante, versões preferidas da presente invenção serão descritas com referência aos desenhos acompanhantes.
Na descrição seguinte, uma descrição detalhada de funções conhecidas e de configurações aqui incorporadas serão omitidas quando isso poderá tornar o assunto da presente invenção obscuro. A presente invenção é dirigida ao aparelho e método para alocar recursos suficiente para novos serviços ou usuários tendo uma prioridade mais alta por serviços ao limitar rápido a velocidade de dados máxima de uma ou mais MSs, às quais um controle de transmissão autônomo é concedido, quando os usuários solicitam serviços, ou novos serviços são gerados em um sistema de comunicação móvel que inclui uma BTS e as MSs. 0 termo "Persistência11 é aqui utilizado para denotar Persistência de Concessão.‘ Em contraste com o método convencional, o método da presente invenção pode limitar persistentemente uma velocidade autônoma da MS ao permitir que a BTS transmita a Concessão incluindo bits de Persistência de dados tendo uma velocidade de dados inferior à velocidade autônoma. A Figura 1B é um diagrama que ilustra um método de controlar a velocidade reversa de acordo com uma versão da presente invenção. A BTS transmite a Concessão e os bits de Persistência para a MS no ponto de Tl, de modo que a MS pode selecionar uma velocidade autônoma dentro dos recursos reversos utilizáveis predeterminados com base na Concessão se uma nova Concessão não é recebida na MS. Assim, em contraste com o método de controle mostrado na Figura IA, o método de controle mostrado na Figura 1B não exige transmitir continuamente a Concessão. A Figura 2 é um diagrama de blocos de uma estrutura de um sistema de comunicação móvel de acordo com a versão preferida da presente invenção.
Um canal de controle para transmitir informação de controle de velocidade e um R-PDCH (canal de dados de pacote reverso) para transmitir dados reversos é formado entre a BTS 100 e a MS 200. A BTS 100 inclui um escalonador 110 de modo a alocar o canal de dados de pacote reverso através do canal de controle e criar e transmitir uma mensagem que indica a velocidade de dados e a Persistência dos dados. O escalonador 110 efetua o escalonamento com base em tamanhos de memória provisória transmitidos nela das MSs e a quantidade de dados e de informação do estado do canal transmitida para a BTS das MSs, com isso fixando a Concessão a ser transmitida para as MSs. Isto é, o escalonador 110 efetua um cálculo através de um algoritmo predeterminado ao utilizar ■ os tamanhos de memória provisória das MSs, a quantidade de dados e de informação de estado de canal, com isso obtendo uma ordem de prioridade entre as MSs para permitir que as MSs transmitam dados de acordo com a ordem de prioridade das mesmas.
Aqui, o controle de velocidade autônoma é concedido para a MS 200 e o escalonador 110 verifica a carga reversa se novos serviços necessitados de uma grande quantidade de recursos são gerados, e determina se a limitação para a velocidade autônoma reversa é necessária. Além disso, o escalonador 110 transmite a Concessão para a velocidade de dados inferior à velocidade autônoma máxima para a MS 200 de acordo com o resultado da determinação acima. Nesta oportunidade, o escalonador 110 transmite bits de Persistência para a Concessão junto com a Concessão.
Uma seção receptora de sinal 210 da MS 200 recebe informação de um canal de controle da BTS 100, converte a informação de canal de controle em um sinal, que pode ser processado por meio de uma controladora 211, e emite o sinal convertido. De acordo com a presente invenção, a seção receptora de sinal 210 recebe a Concessão para limitar a velocidade autônoma transmitida pela BTS 100, o bit de Persistência e um RCB (bit de controle de velocidade). A Concessão inclui uma informação de TPR autorizada para a MS 200. Da informação de Concessão, o receptor 210 ou a MS 200 podem determinar ou selecionar um TPR autorizado. A seção receptora 210 transmite a informação recebida para a controladora 211. Assim, a controladora 211 armazena a Concessão, o bit de persistência e o RCB em uma memória TPR 212. A memória TPR 212 inclui uma área para armazenar pelo menos um valor de uma tabela TPR e uma área para armazenar informação relacionada à Concessão, o bit de persistência, e o RCB. A memória do transmissor 214 pode nela armazenar pelo menos dois diferentes dados de serviço. A memória do transmissor 214 emite dados e informação relacionados â quantidade dos dados armazenados em sua memória para a controladora 211. Além disso, a memória do transmissor 214 emite uma quantidade de dados que formam pacotes codificados para uma seção transmissora de sinal 215 de acordo com a informação de controle dos pacotes codificados emitidos da controladora 211. A sessão transmissora de sinal 215 codifica os dados nela transmitidos da memória do transmissor 214 com base no sinal de controle, que é transmitido para a seção transmissora de sinal 215 da controladora 211, e seleciona os dados codificados tendo um tamanho correspondente ao sinal de controle. Os dados selecionados são transmitidos para a BTS através de um canal de dados de pacote reverso com uma velocidade e energia de transmissão determinadas pela controladora 211.
Doravante, será descrita em detalhes a operação da controladora 211. A controladora 211 recebe a Concessão que inclui o bit de persistência. Nesta ocasião, se a Concessão que inclui o bit de persistência representa a velocidade de dados inferior a uma velocidade autônoma máxima predeterminada, a velocidade de dados é determinada como um recurso utilizável reverso máximo (velocidade máxima) da MS, de modo que uma velocidade de dados idêntica ou inferior ao recurso utilizável reverso máximo é selecionada. Além disso, se a controladora 211 recebe o RCB após receber a Concessão que inclui o bit de persistência, a controladora não varia o recurso utilizável reverso máximo (TPR autorizado) com base no RCB, e então, a controladora 211 desconsidera o RCB. No entanto, se a controladora 211 recebe uma nova Concessão, que é um novo comando de limitação concedendo uma velocidade de dados inferior à velocidade autônoma reversa, o recurso utilizável reverso é refixado com base na nova Concessão. Se a nova Concessão indica que é necessário alocar uma grande quantidade de recursos que superam a velocidade autônoma reversa, a controladora 211 refixa o recurso utilizável reverso máximo ao tomar a quantidade de recursos em consideração e a velocidade autônoma reversa máxima é fixada para a velocidade de dados mencionada acima limitada pela Concessão.
De acordo com outra versão da presente invenção, mesmo se a MS recebe a Concessão que inclui o bit de persistência (=1) que concede uma velocidade de dados inferior à velocidade autônoma reversa máxima predeterminada, o recurso utilizável reverso máximo (TPR autorizado) pode ser mudado com base no RCB transmitido para a MS da BTS de modo a aumentar ou diminuir a velocidade de dados da MS.
Doravante, um método de controlar a velocidade reversa no sistema de comunicação móvel tendo a estrutura acima será descrito em detalhe com referência às Figuras 3 a 7. A Figura 3 é um fluxograma que ilustra um método de controlar a velocidade reversa na BTS de acordo com a versão preferida da presente invenção. Na Figura 3, é suposto que MSs, às quais o controle de velocidade autônoma reversa é concedida, estão localizadas em uma área de serviço da BTS. A BTS verifica a carga reversa durante o escalonamento quando novos serviços são gerados ou quando é necessário verificar a carga reversa, assim determinando se a velocidade autônoma reversa precisa ser limitada (etapa 300) . Se é determinado na etapa 300 que a velocidade autônoma reversa precisa ser limitada, a BTS verifica se a limitação para a velocidade autônoma reversa precisa ser continuada (etapa 310). Se é determinado na etapa 310 que esta limitação para a velocidade autônoma reversa precisa ser continuada, a BTS cria o bit de persistência (=1) para limitar a velocidade reversa e transmite o bit de persistência para a MS através do canal de controle. Entretanto, se é determinado na etapa 310 que a limitação para a velocidade autônoma reversa não é necessária, a BTS cria uma Concessão para limitar temporariamente a velocidade reversa e um bit de persistência (=0) para parar a limitação para a velocidade autônoma reversa, e envia a Concessão e o bit de persistência (=0) para a MS. A Figura 4 é um fluxograma que ilustra um método de controlar a velocidade reversa na MS de acordo com a versão preferida da presente invenção. A MS verifica se a Concessão da BTS é nela recebida (etapa 400) . Se é determinado na etapa 400 que a Concessão é recebida na MS, a MS verifica o bit de persistência incluído na Concessão (etapa 410) . Isto é, a MS verifica se o bit de persistência é fixado para um 1 ou um 0 na etapa 410. Se é determinado na etapa 410 que o bit de persistência é igual a '1' representando uma Persistência de Concessão, a controladora 211 fixa a persistência atual para "TRUE" (verdadeiro) (etapa 420), e refixa a quantidade dos recursos utilizáveis reversos (TPR autorizado) com base na Concessão (etapa 425). No entanto, se é determinado na etapa 410 que o bit de Persistência é igual a '0', a controladora 211 fixa a persistência atual para 'FALSE' (etapa 430) e fixa o TPR autorizado como o TPR para uma velocidade concedida (etapa 435).
Entrementes, se é determinado na etapa 400 que a Concessão não é recebida na MS, a MS verifica a persistência atual (etapa 440). Se a persistência atual está fixada para 'FALSE', a'MS· fixa o TPR autorizado para uma velocidade autônoma reversa máxima (etapa 450). Além disso, quando uma conexão de chamada é feita entre a MS e a BTS, a MS fixa a persistência atual para RESET_PERSISTENCE (etapa 455), que é determinado quando a persistência é mantida continuamente no estado 'FALSE' . No entanto, se é determinado na etapa 440 que a persistência está fixada com relação à MS que não recebe a Concessão, a MS verifica se a quantidade dos recursos, que foram recentemente utilizados para a transmissão reversa·, .é maior que a velocidade autônoma máxima (etapa 460). Se é determinado na etapa 460 que a quantidade dos recursos é maior que a velocidade autônoma máxima, a MS determina que ela recebe o RCB (etapa 470), de modo que a MS aplica o RCB ao TPR autorizado atual (etapa 475).
Para limitar a velocidade autônoma da MS, a BTS poderá transmitir o bit de persistência (=1) concedendo a velocidade de dados inferior à velocidade autônoma máxima junto com a Concessão. Quando do recebimento do bit de persistência (=1) e a Concessão, a MS aplica o RCB nas etapas 470 e 475 apenas quando uma condição da etapa 460 é satisfeita. No entanto, como a MS fixa o TPR autorizado mais baixo que a velocidade autônoma máxima a um ponto do recebimento do bit de persistência (=1) e a Concessão nas etapas 420 e 425, a MS seleciona a velocidade de dados inferior à velocidade autônoma máxima quando transmitir dados. Neste caso, a condição da etapa 460 não é satisfeita de modo que a MS não aplica o RCB. Portanto, a MS que recebe o bit de persistência (=1) e a Concessão para limitar a velocidade autônoma mantém uma quantidade de recursos utilizáveis (TPR autorizado) em um nível limitado antes da MS receber a Concessão seguinte.
De acordo com outra versão da presente invenção, mesmo se a MS recebe a Concessão incluindo o bit de persistência (=1) para conceder a velocidade de dados inferior à velocidade autônoma reversa máxima predeterminada, o recurso utilizável reverso máximo (TPR autorizado) pode ser modificado com base no RCB transmitido para a MS da BTS de modo a aumentar ou a diminuir a velocidade de dados da MS.
Para limitar temporariamente a velocidade autônoma da MS, a BTS pode transmitir a Concessão, que concede a velocidade de dados inferior à velocidade autônoma máxima da MS. Quando do recebimento da Concessão, a MS refixa o TPR autorizado para o TPR autônomo máximo através das etapas 440 e 450 com base no RCB. Então, as etapas seguintes são normalmente efetuadas sem limitar a velocidade autônoma máxima. A MS que transmite dados em uma direção reversa precisa verificar continuamente os canais de controle direto, como o F-ACKCH (canal de confirmação direto), o F-OCH (canal de concessão direto) e um F-RCCH (canal de controle de velocidade direto). A Figura 5 é um fluxograma que ilustra a operação da MS ao receber esses canais de controle direto. A MS verifica os dados sendo transmitidos atualmente (etapa 500) . Se é determinado na etapa 500 que a MS não tem dados a serem transmitidos ou não há nenhum dado sendo atualmente transmitido, a MS verifica se o TPR autorizado é maior que o TPR autônomo máximo, ou se o TPR autorizado é inferior ao TPR autônomo máximo com um estado "FALSE" da Persistência atual (etapa 510). Se ê determinado na etapa 510 que o TPR autorizado é maior que o TPR autônomo máximo, ou o estado "FALSE" da Persistência atual, a MS determina que recursos para a MS não são mais necessários, de modo que a MS fixa o TPR autorizado para o TPR autônomo máximo (etapa 520). Isto é, a MS que recebe a Concessão de Persistência e a Concessão para controlar a velocidade autônoma mantém os recursos limitados sem refixar um valor do TPR autorizado a um valor correspondente à velocidade autônoma devido à Concessão de Persistência quando o TPR autorizado foi fixado para um valor inferior à velocidade autônoma máxima. No entanto, a MS que recebe a Concessão com o estado "FALSE" da Persistência atual pára controlar a velocidade autônoma refixa o TPR autorizado a um valor correspondente à velocidade autônoma máxima. Então, as etapas seguintes são efetuadas normalmente sem limitar a velocidade autônoma.
Se for determinado na etapa 500 que há dados sendo transmitidos atualmente, a MS verifica se o número de vezes de transmissão atinge um número máximo de retransmissão (etapa 530) . Além disso, se for determinado na etapa 530 que o número de vezes de transmissão atingiu o número máximo de retransmissão, a MS libera o canal reverso (etapa 540), e efetua um procedimento para controlar a velocidade de dados, idêntico ao procedimento de controle de velocidade descrito com referência à Figura 4 (etapa 550).
Entrementes, se é determinado na etapa 530 que o número de vezes de transmissão não atinge o número máximo de retransmissão, a MS verifica se ACK ou a Concessão é nela recebida (etapa 560) . Se a MS nela recebe o ACK ou a Concessão na etapa 560, a MS determina que os dados atuais foram transmitidos apropriadamente para a BTS, de modo que a MS libera o canal reverso (etapa 570). Além disso, a MS efetua um procedimento para controlar a velocidade de dados, idêntico ao procedimento de controle de velocidade descrito com referência à Figur.a 4 {etapa 580) . A MS tendo dados a serem transmitidos em uma direção reversa determina uma velocidade de dados efetivamente disponível dentro de uma faixa dos recursos utilizáveis reversos que são atualmente alocados para a MS. A quantidade dos recursos utilizáveis de acordo com a velocidade de dados é prefixada na tabela TPR. A BTS e a MS poderão utilizar pelo menos uma tabela TPR dependendo do tipo dos vários serviços. A Figura 6 é um fluxograma que ilustra um procedimento para transmitir dados reversos na MS. Com referência à Figura 6, à medida que os dados a serem transmitidos são gerados, a MS determina Ti -da tabela TPR utilizado para transmitir os dados (etapa 600). Além disso, a MS seleciona um max_index, que é a velocidade de dados máxima utilizada para o TPR autorizado (authorizedJTPR) (etapa 610). O max_index é calculado tal que o TPR é inferior ou igual ao TPR autorizado correspondente à informação recebida da estação base. A MS seleciona uma velocidade de acordo com os recursos (Ti[k]) utilizados para a efetiva transmissão e um índice (k) correspondente a um tamanho de um pacote codificador (EP) (etapa 620). O índice é selecionado tal que o TPR é inferior ou igual ao TPR autorizado correspondente à informação recebida da estação base. Assim transmite dados com a velocidade de dados correspondente e tamanho EP (etapa 630). Apôs transmitir dados, a MS precisa atualizar o authorized_TPR. Assim, a MS verifica se a velocidade de dados efetiva e o tamanho EP são inferiores à velocidade de dados correspondente ao max_index (etapa 640) , Se for determinado na etapa 640 que a velocidade de dados efetiva e o tamanho EP são inferiores â velocidade de dados correspondente ao max_index, a MS seleciona uma maior do TPR correspondente ao EP e a velocidade autônoma máxima e refixa o authorized_TPR para uma menor selecionada da maior e o TPR autorizado. No entanto, se a velocidade de dados efetiva e o tamanho EP não são inferiores â velocidade de dados correspondente ao max_index, o authorized_TPR atual é mantido.
De acordo com outra versão da presente invenção, se um authorized_TPR mais baixo é necessitado pela BTS, a MS refixa o authorized_TPR ao selecionar um valor mínimo de um valor dos recursos (Ti [k]) correspondente ao EP, um valor de MAX_AUTO_TPR de acordo com a velocidade autônoma máxima, e um valor do authorized_TPR na etapa 650.
Quando do recebimento da Concessão para limitar a velocidade autônoma reversa máxima e o bit de Concessão Persistência, a MS fixa o TPR autorizado a um valor inferior ao valor da velocidade autônoma reversa. Portanto, é possível fixar constantemente o authorized_TPR na etapa 650, de modo que a velocidade autônoma máxima poderá ser limitada se o authorized_TPR não for refixado pela nova Concessão.
Como foi descrito acima, a presente invenção pode alocar recursos suficientes para novos serviços ou usuários com uma prioridade mais alta para serviços pela limitação rápida da velocidade de dados máxima das MSs, as quais um controle de transmissão autônomo é concedido, sem complicar canais de concessão e causar baixo desempenho direto quando os usuários solicitarem serviços ou novos serviços forem gerados em um sistema de comunicação móvel que inclui a BTS e as MSs.
Embora a invenção tenha sido mostrada e descrita com referência a certas versões preferidas da mesma, será compreendido por aqueles versados na técnica que várias modificações na forma e nos detalhes poderão ser nela feitas sem desviar do espírito e escopo da invenção conforme definida pelas reivindicações apensas.
REIVINDICAÇÕES
Claims (36)
1. Método para controlar uma velocidade autônoma reversa em uma estação base que é capaz de controlar uma velocidade autônoma da estação móvel, caracterizado por compreender as etapas de: determinar uma limitação para uma velocidade autônoma reversa de uma estação móvel; e transmitir informação relacionada â limitação para a velocidade autônoma reversa da estação móvel e informação que indica persistência da limitação para a velocidade autônoma reversa para a estação móvel.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato da informação para limitar a velocidade autônoma reversa da estação móvel permite que a estação móvel transmita dados reversos com uma velocidade autônoma reversa inferior à velocidade autônoma máxima.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato da informação para limitar a velocidade autônoma reversa da estação móvel ser representada pelo TPR (Proporção Tráfego a Piloto) autorizado.
4. Método, de acordo ■ com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato do valor do TPR autorizado ser igual ou inferior ao TPR autônomo máximo (MAX_AUTO_TPR)
5. Aparelho para controlar a velocidade autônoma reversa em uma estação base que é capaz de controlar a velocidade autônoma da estação móvel, caracterizado por compreender: um escalonador que determina a limitação para a velocidade autônoma reversa de uma estação móvel e transmite informação relacionada à limitação para a velocidade autônoma da estação móvel e informação que indica a persistência da limitação para a velocidade autônoma reversa para a estação móvel.
6. Aparelho, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato da informação para limitar a velocidade autônoma reversa da MS permitir que a estação móvel transmita dados reversos com uma velocidade autônoma reversa inferior à velocidade autônoma máxima.
7. Aparelho, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato da informação para limitar a velocidade autônoma reversa da MS ser representada pelo TPR autorizado (Proporção Tráfego-Piloto).
8. Aparelho, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato do valor do TPR autorizado ser igual ou inferior a um TPR autônomo máximo (MAX_AUTO_TPR).
9. Método para controlar a velocidade reversa dos dados em uma estação móvel que é capaz de transmitir dados autonomamente, caracterizado por compreender as etapas de: receber uma informação relacionada a uma limitação para a velocidade autônoma reversa de uma estação móvel e informação que indica a persistência da limitação para a velocidade autônoma reversa para a estação móvel; e determinar se é necessário manter persistentemente a limitação para a velocidade autônoma reversa de acordo com a informação que indica a persistência da limitação para a velocidade autônoma para a estação móvel.
10. Método, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por compreender ainda a etapa de manter a velocidade de dados representada pela informação relacionada a uma limitação para a velocidade autônoma reversa de uma estação móvel até a informação relacionada à velocidade de dados seguinte chegar.
11. Método, de acordo ■ com a reivindicação 9, caracterizado por compreender ainda a etapa de mudar a velocidade autônoma reversa da estação móvel de acordo com uma informação de controle de velocidade quando a informação de controle da velocidade é recebida.
12. Método, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por compreender ainda as etapas de verificar a persistência de uma velocidade autônoma atual quando a estação móvel não receber a informação relacionada à velocidade autônoma da estação móvel, e selecionar uma velocidade de dados inferior à velocidade autônoma máxima quando transmitir dados se a persistência da velocidade autônoma atual for fixada e a quantidade de recursos recentemente utilizados para transmitir os dados em uma direção reversa for idêntica ou inferior à velocidade autônoma máxima.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por compreender ainda a etapa de aumentar ou diminuir o tamanho dos recursos utilizáveis reversos máximos com base em um bit de controle de velocidade (RCB) transmitido para pelo menos uma estação móvel da estação transceptora base.
14. Método, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por compreender ainda as etapas de verificar a persistência de uma velocidade autônoma atual quando pelo menos uma estação móvel não receber a informação relacionada à velocidade autônoma da estação móvel, e aplicar o bit de controle de velocidade (RCB) aos recursos utilizáveis reversos atuais se a quantidade de recursos utilizados ultimamente para transmitir os dados em uma direção reversa for maior que a velocidade autônoma máxima.
15. Aparelho para controlar uma velocidade reversa dos dados em uma estação móvel que.é capaz de transmitir dados autonomamente, caracterizado por compreender: um receptor de sinal para receber uma informação relacionada a uma limitação para a velocidade autônoma reversa de uma estação móvel e informação que indica a persistência da limitação para a velocidade autônoma reversa para a estação móvel; e uma controladora para determinar se é necessário manter persistentemente a limitação para a velocidade autônoma reversa de acordo com a informação que indica a persistência da limitação para a velocidade autônoma reversa para a estação móvel.
16. Aparelho, de acordo' com a reivindicação 15, caracterizado pelo fato da controladora desconsiderar a informação de controle de velocidade quando a controladora receber a informação de controle de velocidade após receber informação que indica a persistência da limitação de velocidade autônoma.
17. Aparelho, de acordo com a reivindicação 15, caracteri zado pelo fato da controladora aumentar ou diminuir a velocidade de dados da estação móvel com base em uma informação de controle de velocidade transmitida de uma estação base após a controladora receber informação que indica a persistência da limitação da velocidade autônoma.
18. Método de fixar um TPR autorizado de uma estação móvel (MS) capaz de transmitir autonomamente um dado de pacote, caracterizado por compreender as etapas de: receber uma informação correspondente a um TPR autorizado de uma estação base; selecionar um TPR inferior ou igual ao TPR autorizado; determinar um máximo entre o TPR autônomo máximo e o TPR selecionado; e fixar o TPR autorizado entre um mínimo do TPR autorizado e o máximo.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado por compreender ainda a etapa de determinar uma tabela TPR utilizada para transmitir dados.
20. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado por compreender ainda a etapa de calcular um índice máximo tal que o TPR seja inferior ou igual ao TPR autorizado correspondente à informação recebida da estação base.
21. Método, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado por compreender ainda a etapa de selecionar um índice tal que o TPR seja inferior ou igual ao TPR autorizado correspondente à informação recebida da estação base.
22. Método, de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato da etapa de determinar e da etapa de fixar compreenderem, se o índice utilizado para transmitir dados for inferior ao índice máximo.
23. Método, de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato dos dados serem transmitidos em um tamanho de pacote correspondente ao índice utilizado na efetiva transmissão dos dados.
24. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato do TPR autorizado correspondente â informação recebida da estação base ser inferior ou igual ao TPR autônomo máximo (MAX_AUTO_TPR) da MS.
25. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato dos dados de pacote reverso serem transmitidos através de um canal de dados de pacote reverso com o TPR selecionado.
26. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato do TPR autônomo máximo (MAX_AUTO_TPR) da estação móvel ser modificado através de uma sinalização.
27. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato do TPR autorizado ser modificado de acordo com uma informação de controle de velocidade transmitida para a estação móvel da estação base.
28. Aparelho para fixar um TPR autorizado de uma estação móvel (MS) capaz de transmitir autonomamente um dado de pacote, caracterizado por compreender: um receptor adaptado para receber um TPR autorizado de uma estação base; e uma controladora adaptada para selecionar um TPR inferior ou igual ao TPR autorizado e determinar um máximo entre o TPR autônomo máximo e o TPR selecionado e fixar o TPR autorizado para um mínimo dentre o TPR autorizado e o máximo.
29. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28, caracterizado por ainda compreender uma memória TPR para armazenar a tabela TPR utilizada para transmitir dados.
30. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato da controladora calcular um índice máximo tal que o TPR seja 'inferior ou igual ao TPR autorizado correspondente à informação recebida da estação base.
31. Aparelho, de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato da controladora selecionar um índice tal que o TPR seja inferior ou igual ao TPR autorizado correspondente à informação recebida da estação base.
32. Aparelho, de acordo com a reivindicação 31, caracterizado pelo fato da controladora fixar o TPR autorizado se o índice for inferior ao índice máximo.
33. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato da e’stação móvel compreender ainda um transmissor adaptado para transmitir dados correspondentes ao índice utilizado na transmissão de dados.
34. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato do TPR autorizado correspondente â informação recebida da estação base ser inferior ou igual ao TPR autônomo máximo (MAX_AUTO_TPR) da MS.
35. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato do receptor receber o TPR autônomo máximo (MAX_AUTO_TPR) através de uma sinalização.
36. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato da controladora modificar o TPR autorizado de acordo com um comando de controle da velocidade transmitido para a estação móvel da estação base.
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Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| B09A | Decision: intention to grant [chapter 9.1 patent gazette] | ||
| B16A | Patent or certificate of addition of invention granted [chapter 16.1 patent gazette] |
Free format text: PRAZO DE VALIDADE: 10 (DEZ) ANOS CONTADOS A PARTIR DE 07/11/2017, OBSERVADAS AS CONDICOES LEGAIS. |
|
| B21F | Lapse acc. art. 78, item iv - on non-payment of the annual fees in time |
Free format text: REFERENTE A 17A ANUIDADE. |
|
| B24J | Lapse because of non-payment of annual fees (definitively: art 78 iv lpi, resolution 113/2013 art. 12) |
Free format text: EM VIRTUDE DA EXTINCAO PUBLICADA NA RPI 2650 DE 19-10-2021 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDA A EXTINCAO DA PATENTE E SEUS CERTIFICADOS, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013. |