SISTEMA DE CANALIZAÇÃO FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Sistemas de confinamento de tubulações existem na técnica para confinar fluidos se a tubulação vazar. Um sistema de confinamento de tubulação atual é apresentado na Patente U.S. No. 6.315.003, cujo teor completo está aqui incorporado como referência. Embora bem-adequado para a sua finalidade pretendida, o sistema pode ser aperfeiçoado.
SUMÁRIO
Uma modalidade da invenção é um sistema de canalização que inclui uma luva impermeável a líquido que possui diversas estrias longitudinais espaçadas formadas sobre uma superfície interior da luva. Uma tubulação de transporte de fluido está posicionada internamente à luva. Um acoplamento tem uma primeira extremidade e uma segunda extremidade, a primeira extremidade tendo roscas internas que engatam uma superfície externa da luva. 0 acoplamento tem uma abertura de sangria em comunicação fluida com o interior da luva.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A Figura 1 é uma vista lateral, em seção transversal parcial, de um sistema exemplificativo de confinamento de tubulação. A Figura 2 é uma vista em seção transversal tirada ao longo da linha 2-2 da Figura 1. A Figura 3 é uma vista lateral de tubulação exemplificativa. A Figura 4 é uma vista lateral, em seção transversal parcial, de outro sistema exemplificativo de confinamento de tubulação.
DESCRIÇÃO DETALHADA A Figura 1 á uma vista lateral, em seção transversal parcial, de um sistema de confinamento de tubulação 10. O sistema de confinamento de tubulação inclui tubulação 12 (Figura 3) que pode estar confinada em um invólucro 14, A tubulação 12 e o invólucro 14 estão confinados dentro de uma luva 16. A luva 16 pode ser fabricada a partir de um material impermeável a fluido tal como polietileno ou outros polímeros adequados que permitem que fluidos (por exemplo, gás, líquido, etc.) fluam para as extremidades da luva 16 para sangria. A Figura 2 é uma seção transversal da luva 16 que mostra o diâmetro interno da luva 16 com diversas estrias 20 separadas por espaços. Em uma modalidade, o fluido transportado pela tubulação 12 é gás natural. As estrias são longitudinais e correm ao longo do comprimento da luva 16. As estrias 20 na Figura 2 são triangulares em seção transversal, mas deve ser entendido que podem ser usadas outras geometrias. No caso da tubulação 12 vazar, os fluidos deslocam-se ao longo dos espaços entre as estrias 20 para sangria através do acoplamento 18.
Em cada extremidade da luva 16 existe um acoplamento 18 que tem uma primeira extremidade 22 que cobre a superfície exterior da luva 16. Uma vedação 24 (por exemplo, um anel-em-O) pode estar localizada na primeira extremidade 22 para impedir que fluido saia do acoplamento 18 na primeira extremidade 22. 0 acoplamento 18 inclui um rebordo 26 que serve de batente para limitar a profundidade de inserção da luva 16 dentro do acoplamento 18. O rebordo 26 termina antes de contato com o invólucro 14 para propiciar uma passagem para a abertura de sangria 28. A superfície interior do acoplamento 18 é de preferência rosqueada. As roscas engatam a superfície exterior da luva 16 para fixar o acoplamento 18 à luva 16. 0 acoplamento 18 pode ser fabricado a partir de polietileno ou de qualquer outro polímero. Em uma modalidade, o acoplamento 18 é fabricado a partir de um polímero mais duro (por exemplo, maior dureza) que a luva 16 para facilitar o rosqueamento do acoplamento 18 à luva 16. Alternativamente, o acoplamento 18 pode ser dependente do metal na aplicação.
Uma ou mais aberturas de sangria 28 são propiciadas no acoplamento 18 localizadas na direção de uma segunda extremidade 30 de acoplamento 18. A segunda extremidade tem um diâmetro interno ligeiramente maior que o invólucro 14 e uma vedação 32 (por exemplo, um anel-em-Q) propicia uma vedação de fluido entre a segunda extremidade 30 e o invólucro 14.
As aberturas de sangria 28 permitem que fluido vazado da tubulação 12 escape de modo controlado através das aberturas de sangria 28. Uma mangueira ou outro conduto pode estar ligado à abertura de sangria 28 para desviar o fluido vazado. Um sensor pode também estar em comunicação de fluido com a abertura de sangria 28 para propiciar detecção automática de vazamentos na tubulação 12. O invólucro 14 da tubulação 12 pode ser perfurado ou comprometido de qualquer outro modo a facilitar a migração de fluido vazado para as aberturas de sangria 28. A luva 16 pode ser extrudada sobre a tubulação 12 (quer o invólucro 14 exista ou não) usando um molde para formar estrías 20 sobre a superfície interior da luva 16. Como mostrado na Figura 3, a tubulação é uma tubulação anular ondulada, mas podem existir diversos tipos de tubulação, incluindo tubulação enrolada de modo helicoidal. Em uma modalidade, a tubulação 12 é uma tubulação de aço inoxidável ondulado. 0 invólucro 14 pode ser condutor para dissipar carga elétrica. A Figura 4 é uma vista lateral, em seção transversal parcial, de um sistema alternativo de confinamento de tubulação 40. 0 sistema de confinamento de tubulação 40 inclui tubulação 12, invólucro 14 (opcional) e luva 16 similar àquelas descritas com referência às Figuras 1-3. Uma conexão 42 está fixada a uma extremidade da tubulação 12. A conexão 42 pode ser qualquer conexão tais como aquelas apresentadas nas Patentes U.S. Nos. 5.799.989, 6.079.749 e 6.276.728, cujos teores estão aqui incorporados como referência, com a inclusão de uma extensão rosqueada 44 na extremidade da conexão que engata na tubulação 12 . A extensão rosqueada 44 é fabricada de metal (por exemplo, latão) e engata a superfície interna de um acoplamento de transição 46. 0 acoplamento de transição 46 é de preferência fabricado a partir de material impermeável a fluido tal como polietileno ou outros polímeros adequados que confinem fluidos (por exemplo, gás, líquido, etc.). O diâmetro interno do acoplamento de transição 46 é ligeiramente maior que o diâmetro externo da luva 16, provocando um encaixe de fricção entre o acoplamento de transição 46 e a luva 16. A extensão rosqueada 44 engata a superfície interna do acoplamento de transição 46 para fixar a conexão 42 ao acoplamento de transição 46. Uma vedação 48 (por exemplo, um anel-em-O) e uma vedação 50 (por exemplo, um anel-em-O) propiciam uma conexão impermeável a fluido entre o acoplamento de transição 46 e a conexão 42 e a luva 16, respectivamente. Uma abertura de sangria 52 (opcionalmente rosqueada) propicia o egresso de fluido e/ou a monitoração de fluido de vazamento por aparelho automatizado de detecção. 0 sistema de confinamento de tubulação 40 funciona de modo similar ao sistema de tubulação 10. Se ocorrer um vazamento na tubulação 12, o fluido é transportado ao longo do espaço entre a tubulação 12 e a luva 16. 0 fluido é confinado no acoplamento de transição 46 e expelido através da abertura de sangria 52. O acoplamento de transição 46 cobre a tubulação 12 até a conexão 42 e sobrepõe-se à conexão 42 para eliminar qualquer tubulação exposta 12. 0 acoplamento de transição 46 e a conexão 42 são de preferência reutilizáveis.
Os sistemas de confinamento de tubulações podem ser usados em diversas aplicações incluindo soterramento direto subterrâneo, uso externo acima do solo, uso interno a pressão elevada para sistemas de segurança e outros sistemas secundários de confinamento e detecção para tubulações petroquímicas.
Embora tenham sido mostradas e descritas modalidades preferidas, podem ser realizadas diversas modificações e substituições naquelas sem divergir do espírito e âmbito da invenção. Conseqüentemente, deve ser entendido que a presente invenção foi descrita por meio de ilustração e não limitação.