BRPI0409941B1 - dispositivo e método para fixar um emissor em um alojamento - Google Patents
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Abstract
"dispositivo e método para fixar um emissor em um alojamento". a presente invenção trata de um dispositivo para fixar um emissor em um alojamento que compreende um primeiro elemento de manobra (10) sendo deslizável em uma primeira direção (11, b), um segundo elemento ativador (30) sendo deslizável em uma segunda direção de fixação (31) sendo inclinado em relação à dita primeira direção (11, b), pelo que o primeiro e segundo elementos (10, 20 são interligados através de pelo menos um mecanismo de came (50). outros sim, o dispositivo adicionalmente compreende um terceiro elemento fixador (30) sendo deslizável na segunda direção (21), pelo que o segundo e terceiro elementos (20, 30) são interligados via pelo menos um quarto elemento elástico (40), pelo que o terceiro elemento (30) é adaptado para se mover, em resposta ao deslocamento do primeiro elemento (10) na dita primeira direção (11, b) entre uma posição de fixação na qual produz uma força de fixação sobre o dito emissor (1) e uma posição aberta na qual a força de fixação é liberada.
Description
“DISPOSITIVO E MÉTODO PARA FIXAR UM EMISSOR EM UM ALOJAMENTO” Campo da Invenção A presente invenção refere-se a um dispositivo para fixar um emissor a um alojamento e a um método de fixar um emissor a um alojamento.
Fundamentos Técnicos O documento WO 00/34958 apresenta um emissor de feixe de elétrons substancialmente circular. O emissor genericamente compreende uma câmara de vácuo fechada com uma janela de saída e uma fonte de elétrons no interior da câmara. A fonte de elétrons na presente exposição é um filamento. Conduzindo uma corrente através do filamento, o filamento é aquecido a cerca de 2000°C e emite uma nuvem de elétrons. Estes elétrons são então acelerados no vácuo a partir do filamento para a janela de saída por uma diferença de voltagem entre o filamento e a janela de saída. A energia dos elétrons quando saem da câmara através da janela de saída pode p.ex. ser usada par curar revestimentos sobre folhas contínua de passagem pelo emissor e para a esterilização de superfícies.
Todavia, efetivamente existe um número de diferentes tipos de emissores utilizando diferentes tipos de tecnologia para obter o feixe de elétrons desejado. Veja-se p.ex. US 5 962 995 e US 5 637 953.
Outrossim, US-A-5 194 742 apresenta um método de e aparelho para proteção ou blindagem de elétrons e outras aceleradores de feixe de partículas. A construção apresentada refere-se a uma blindagem em forma de túnel, através da qual a folha contínua é guiada, e um emissor fixado na parede da blindagem.A característica específica desta construção é que uma parte da blindagem é móvel em uma direção transversal a ambos o feixe de elétrons e a direção de propagação da folha contínua, com a finalidade de facilitar a passagem da folha contínua através do túnel.
Sumário da Invenção Um dos objetivos da invenção é apresentar recursos para fixar seguramente um emissor a um alojamento. Entre as questões a considerar para uma fixação segura estão: fácil e seguro manejo por um operador de máquina ou técnico de serviço, força de fixação controlável, baixo risco de danificação do emissor e alojamento, etc. O objetivo da invenção de acordo com a invenção foi realizado com um dispositivo conforme exposto à titulo de introdução, compreendendo um primeiro elemento de manobra sedo deslizável em uma primeira direção, um segundo elemento ativador sendo deslizável em uma segunda direção de fixação sendo inclinado em relação à dita primeira direção, pelo que os primeiro e segundo elementos são interligados através de pelo menos um mecanismo de carne de tal modo que o deslocamento do primeiro elemento na dita primeira direção causa o deslocamento do segundo elemento na dita segunda direção. Pela utilização de um mecanismo de came como este, a fixação do emissor pode facilmente ser manobrada a partir de um ou de outro lado sendo essencialmente transversal à direção de fixação. O uso do mecanismo de came também facilita projetar o dispositivo de fixação de tal maneira que o emissor possa ser inserido em uma direção transversal. A inserção e maneabilidade a partir do lado toma a construção fácil e segura para o operador da maquia. Outrossim, o mecanismo de came possibilita de uma maneira simples munir a construção de uma relação de engrenagens com respeito à transmissão de movimento e das forças do primeiro elemento para o segundo elemento. O mecanismo de came facilita variar esta relação durante diferentes partes dos cursos dos elementos. Esta relação é um fator ao considerar-se a maneabilidade do dispositivo de fixação, uma vez que influencia a força necessária do operador.
Modalidades preferenciais da invenção são definidas nas reivindicações subordinadas.
De acordo com uma modalidade preferencial o dispositivo ainda compreende um terceiro elemento de fixação sendo deslizável na segunda direção, pelo que o segundo e terceiro elementos são interligados através de pelo menos um quarto elemento elástico sendo elástico na dita segunda direção, pelo que o terceiro elemento é adaptado para se desloca, em resposta ao deslocamento do primeiro elemento na dita primeira direção, entre uma posição de fixação na qual produz uma força de fixação sobre o emissor e uma posição aberta na qual a força de fixação é desprendida. Interligando os segundo e terceiro elementos com um elemento elástico, a força se apresentará de uma maneira controlada em relação ao deslocamento do segundo elemento com respeito ao terceiro elementos. Se utilizar somente contato direto entre os elementos, a dependência entre a força e o deslocamento seria determinada pela deformação do elemento mais fraco, isto é, a força se apresentaria excessivamente já sob baixas deformações. O elemento elástico pode ser compelido, que conferirá uma dependência ainda menor entre a força e o deslocamento. Utilizando o elemento elástico correto, a força aplicada ao emissor pode ser predeterminada com uma satisfatória certeza mesmo se o deslocamento entre os diferentes elementos é relativamente insatisfatoriamente controlado, p.ex. devido a manejo errôneo do dispositivo. A combinação do mecanismo de came e a interligação através do membro elástico toma a construção especialmente conveniente para a fixação de um emissor. O mecanismo de came possibilita contar com um movimento sendo rápido no início e lento na última etapa da fixação puramente pela formação da came de uma maneira desejada. Um movimento lento, isto é, um pequeno movimento do segundo elemento em relação a um determinado movimento do primeiro elemento, facilitará deter o segundo elemento na posição desejada. Além disso, ao utilizar o elemento elástico dentro desta parte do movimento, a força de fixação sobre o emissor pode ser quase independente do ajuste final do segundo elemento,o que toma muito fácil realizar a força de fixação correta. Assim, mesmo um mau ajustamento mesmo grosseiro do primeiro elemento conferirá uma força de fixação dentro de limites toleráveis. A invenção também trata de um dispositivo para fixar um emissor em um alojamento compreendendo um elemento de fixação sendo deslizável em uma direção de fixação e um elemento ativador sendo deslizável na direção de fixação, pelo que os elementos de fixação e ativação são interligados através de pelo menos um elemento elástico sendo elástico na dita direção de fixação, pelo que o elemento de fixação é adaptado para se deslocar, em resposta ao deslocamento do elemento ativador, entre uma posição de fixação na qual produz uma força de fixação sobre o emissor e uma posição aberta na qual a força de fixação é desprendida. Interligando os elementos de fixação e ativação com um elemento elástico, a força se elevará de uma maneira controlada em relação ao deslocamento do elemento ativador com respeito ao elemento de fixação. Se utilizar somente o contato direto entre os elementos, a dependência entre a força e o deslocamento seria determinada pela deformação do elemento mais fraco, isto é, a força se elevaria excessivamente já sob baixas deformações. O elemento elástico pode ser compelido, o que conferirá uma dependência ainda menor entre a força e o deslocamento. Pela utilização do elemento elástico correto, a força aplicada ao emissor pode ser predeterminada com uma certeza satisfatória mesmo se o deslocamento entre os diferentes elementos é relativamente insatisfatoriamente controlado, p.ex. devido a manejo errôneo do dispositivo.
De preferência, o dispositivo adicionalmente compreende um elemento de manobra seno deslizável em uma direção de manobra sendo inclinado em relação à direção de fixação, pelo que o elemento de manobra e o elemento ativador são interligados através de pelo menos um mecanismo de came de tal modo que o deslocamento do elemento de manobra na dita direção de manobra causa o deslocamento do elemento ativador na direção de fixação. Utilizando um mecanismo de came como este, a fixação do emissor pode ser facilmente manobrada a partir de um ou de outro lado ambos sendo essencialmente transversais à direção de fixação. O uso do mecanismo de came também facilita projetar o dispositivo de fixação de tal modo que o emissor possa ser inserido numa direção transversal. A inserção e maneabiíidade a partir do lado toma a construção fácil e segura para o operador da máquina. Outrossim, o mecanismo de came possibilita de uma maneira simples munir a construção com uma relação de engrenagens com respeito à transmissão do movimento e das forças do primeiro elemento para o segundo elemento. O mecanismo de came facilita variar esta relação durante diferentes pares dos cursos dos elementos. Esta relação é um fator ao considerar-se a maneabiíidade do dispositivo fixador, uma vez que influencia a força necessária do operador. A combinação do mecanismo de came e da interligação através do elemento elástico toma a construção especialmente adequada para a fixação de um emissor. O mecanismo de came possibilita contar com um movimento sendo rápido de início e lento na etapa exatamente final da fixação puramente pela conformação da came de uma maneira desejada. Como mencionado acima, um movimento lento, isto é, um pequeno movimento do elemento ativador em relação a um determinado deslocamento do elemento de manobra, facilitará deter o elemento ativador na posição desejada. Além disso, ao utilizar o membro elástico dentro desta parte do movimento, a força de fixação sobre o emissor pode ser quase independente do ajuste final do elemento ativador, o que toma muito fácil realizar a força de fixação correta. Conseqüentemente, mesmo um ajuste insatisfatório de certo modo grosseiro do elemento de manobra conferirá uma força de fixação dentro de limites toleráveis.
De acordo com uma modalidade preferencial da invenção o mecanismo de came compreende um a reentrância alongada, perfilada em um do primeiro, elemento de manobra e do segundo elemento ativador formando uma superfície de came e um elemento seguidor sobre o outro dos ditos primeiro e segundo elementos, o elemento seguidor sendo adaptado na correr na dita reentrância. Formando o mecanismo de came como uma reentrância e um seguidor, é fácil realizar o movimento recíproco do segundo elemento. Um lado da reentrância formará uma superfície de came numa direção de movimento e o outro lado para a superfície de came na direção oposta de movimento.
De preferência, o mecanismo de came compreende um reentrância alongada perfilada formando uma superfície de came no dito primeiro elemento de manobra e um elemento seguidor sobre o dito segundo elemento ativador, o elemento seguidor sendo adaptado para correr na dita reentrância. Ao considerar as direções em que os elementos são deslizáveis e em combinação com quais elementos estão atuando sobre o emissor é conveniente formar a reentrância no primeiro elemento uma vez que este elemento pode ter uma extensão no plano definido pela primeira e segunda direção de deslocamento sem quaisquer considerações específicas devido à carência de espaço. Além disso, como uma conseqüência é preferível que o segundo elemento, sendo suscetível a considerações devido à carência de espaço, compreenda o elemento seguidor, uma vez que o elemento seguido pode ser formado simplesmente como um pino ou semelhante.
De acordo com uma modalidade preferencial a superfície de came tem uma parte extrema sendo perpendicular à direção em que o elemento munido do seguidor é deslizável Formando a superfície de came desta maneira, a última parte do movimento do primeiro elemento de manobra não dá origem a movimento algum do segundo elemento ativador. Isto é mesmo um mau ajuste de certo modo grosseiro da posição final do primeiro elemento não dará origem a qualquer diferença de todo do segundo elemento e conseqüentemente a força de fixação não será influenciada durante esta parte do movimento.
Para assegurar a correta dependência entre o deslocamento do segundo elemento ativador e a força de fixação o elemento elástico tem uma extensão elástica mínima sendo mais curta que a distância entre o segundo elemento ativador e o terceiro elemento fixador quando o dispositivo está na sua posição de fixação. Deve ser observado que a distância pertinente entre o segundo e o terceiro membro supracitados é a distância onde o elemento elástico está localizado, isto é, a distância experimentada pelo membro elástico.
De preferência, o dispositivo compreende pelo menos dois elementos elásticos entre o segundo elemento ativador e o terceiro elemento fixador. Proporcionando dois ou mais elementos elásticos, o dispositivo pode tratar ainda mais bem o desalinhamento. Caso o emissor, o alojamento e/ou elemento fixador são alinhados entre si os elementos elásticos aceitarão o desalinhamento como diferenças em deformação dos diferentes membros elásticos, porém devido à dependência controlada entre deformação e força, a força de fixação ainda será controlada para as diferentes partes do emissor.
De preferência o primeiro elemento de manobra e o segundo elemento ativador são interligados através de pelo menos dois mecanismos de came. Esta configuração minimizará o risco de desalinhamento do segundo elemento em relação ao primeiro elemento, que por sua vez auxiliará a assegurará um movimento de translação puro e correta fixação do emissor. O objetivo acima mencionado também foi alcançado de acordo com a invenção por intermédio de um método de fixar um emissor a um alojamento que compreende as etapas de: proporcionar um emissor pela posição onde deve ser fixado ao alojamento, proporcionar um elemento fixador deslizável em uma direção de fixação entre uma posição de fixação na qual produz uma força de fixação sobre o dito emissor e uma posição aberta na qual a força de fixação é removida, proporcionar um elemento ativador deslizável ao longo da dita direção de fixação, proporcionar um elemento elástico interligando o elemento fixador e o elemento ativador, o elemento elástico sendo elástico ao longo da dita direção de fixação, deslizar o elemento ativador e desse modo deslizar o elemento elástico e o elemento de fixação até o emissor topejar o alojamento, deslizar o elemento ativador e desse modo comprimir o elemento elástico de tal modo que pressione o elemento fixador contra o emissor que por sua vez é pressionado contra o alojamento.
Proporcionando um elemento elástico interligando os elementos de fixação e de ativação, a força durante o deslizamento do elemento ativador se elevará de uma maneira controlada em relação ao deslocamento do elemento ativador com respeito ao elemento de fixação. Se utilizar somente contato direto entre os elementos, a dependência entre a força e o deslocamento seria determinada pela deformação~do elemento mais fraco, isto é, a força se elevaria excessivamente já com baixas deformações. O elemento elástico pode ser compelido, que conferirá uma dependência ainda mais baixa entre a força e o deslocamento. Utilizando o elemento elástico, a força aplicada ao emissor pode ser predeterminada com uma certeza satisfatória mesmo se o deslocamento entre os diferentes elementos é relativamente insatisfatoriamente controlado, p.ex. devido ao manejo errôneo do dispositivo.
De acordo com uma modalidade preferencial o elemento ativador é deslizado ao longo da dita direção de fixação até atingir uma posição extrema correspondente à posição de fixação do elemento fixador, pelo que o elemento elástico somente sendo parcialmente comprimido. Isto assegura a correta dependência entre o movimento do elemento ativador e a força de fixação alcançada, de tal modo que as forças não se elevem excessivamente durante o deslocamento do elemento ativador.
Descrição Sucinta dos Desenhos A invenção será descrita em maior detalhe com referência aos desenhos esqnemáíicos apensos, que mostram um exemplo de uma modalidade atualmente preferencial da invenção. A fig. 1 é uma vista em perspectiva de um dispositivo fixador. A fíg. 2 é uma seção transversal mostrando o dispositivo fixador em uma posição aberta com um emissor posicionado e ainda munido de uma placa de cobertura. A fig. 3 é uma seção transversal mostrando o dispositivo fixador em posição como na fig. 2 com a placa de cobertura removida do emissor. A fig. 4 é uma seção transversal mostrando o dispositivo fixador em uma posição em que o emissor está adjacente ao alojamento. A fig. 5 é uma seção transversal mostrando o dispositivo fixador em uma posição na qual o emissor está fixado no alojamento.
Descrição Detalhada das Modalidades Preferenciais O dispositivo de fixação genericamente compreende um primeiro elemento 10 por vezes designado elemento de manobra, um segundo elemento 20 por vezes designado de elemento ativador, um terceiro elemento 30 por vezes designado de elemento fixador e um quarto elemento 40 por vezes designado de elemento elástico. O elemento fixador é adaptado para fixar um emissor de feixe de elétrons 1 a um alojamento 2. O alojamento 2 apresentado na presente modalidade (de realização) é apropriado para permitir uma folha contínua a passar entre dois emissores opostos 1 (somente um mostrado). O alojamento é munido de uma abertura de entrada 2a de folha contínua e uma abertura de saída 2b de folha contínua. É também dotado de duas aberturas opostas 2c, 2d através das quais os elétrons provenientes dos emissores 1 são permitidos a ingressar no alojamento 2 para esterilizar a folha contínua passante através do alojamento 2 entre os emissores 1.
Abaixo a descrição terá como foco o dispositivo fixador adaptado para fixar um emissor numa das aberturas no alojamento. Naturalmente um dispositivo fixador similar é contemplado para ser empregado para fixar outro emissor na outra abertura do alojamento. Este dispositivo fixador pode ser de uma construção efetivamente espelhada no plano central do alojamento) ou uma combinação de um dispositivo especular e idêntico porém movido. Este tipo de variações de construção está entre outros subordinado às vantagens de fabricação em relação aos requisitos funcionais. O emissor 1 é munido de uma janela de saída de feixe de elétrons lb através da qual os elétrons saem do emissor 1. O emissor 1 é adicionalmente munido de um flange 1 por intermédio do qual é fixado ao alojamento 2. O flange lc circunda a janela de saída lb e também atua como uma proteção para a janela de saída vulnerável lb. Como mostrado nas figs. 2-5 a superfície frontal da janela de saída lb está algo deslocada no sentido do corpo do emissor 1 em relação à superfície frontal do flange 1 c. O primeiro elemento 10 é deslizável em uma primeira direção ao longo de uma barra guia 11 montada no alojamento 2. A barra 11 se estende genericamente transversal em relação à direção de passagem A da folha contínua quando esta passa pelos emissores 1 em um plano paralelo ao plano da folha contínua quando esta passa pelos emissores 1. Na construção exposta a superfície de parede iníema do alojamento 2, as aberturas 2c, 2d no alojamento 2, e a janela de emissor lb todas se estendem em planos paralelos. Estes planos são selecionados para serem paralelos à folha contínua quando esta passa pelos emissores 1. Como mostrado nas figuras, a construção apresentada compreende uma barra guia 11 no topo do emissor 1 e uma barra guia 11 no fundo do emissor 1. Sobre cada barra guia 11, um primeiro elemento 10 é disposto de forma corrediça. Em uma primeira modalidade os dois primeiros elementos 10 são interligados para se moverem em paralelo entre si, pelo que eles podem ser manobrados por um único motor ou manivela. Em uma segunda modalidade os dois primeiros elementos 10 são separadamente deslizantes pelo que um operador pode, p.ex. pelo menos parcialmente apertar o fundo antes do topo ser fixado.
Como mostrado na fig. 2 o emissor 1 é munido de uma placa de cobertura 3 cobrindo a janela de saída vulnerável lb. A placa de cobertura 3 pode ser deslizada sobre e fora do flange lc quando o emissor 1 é posicionado porém ainda não fixado no alojamento 2. O segundo elemento 20 é deslizável ao longo de barras guias . 21 em uma segunda direção também designada de direção de fixação. Esta segunda direção é perpendicular à primeira direção, É também perpendicular ao plano da janela de saída lb do emissor. Outrossim, em conseqüência com a exposição acima acerca do paralelismo dos diferentes planos, a segunda direção é também perpendicular à abertura no alojamento 2c, 2d. As barras guias 21 também são montadas no alojamento 2. Além disso, como no caso do primeiro elemento 10, o dispositivo de fixação é munido de um segundo elemento 20 no topo do emissor 1 de um segundo elemento 20 no fondo do emissor 1. Outrossim, como no caso dos dois primeiros elementos 10, os dois segundo elementos 20 podem ser interligados para se moverem em paralelo ou eles podem ser adaptados para se moverem independentemente um dos outros. Se os dos primeiros elementos 10 são interligados os dois segundos elementos 20 em conseqüência se moverão pelo menos substancialmente em paralelo mesmo se não estiverem interligados. O primeiro elemento 10 e o segundo elemento 20 são interligados através de dois mecanismos de came 50 de tal maneira que o deslocamento do primeiro elemento 10 na dita primeira direção 11 causa o deslocamento do segundo elemento 20 na dita segunda direção 21. Cada mecanismo de came 50 compreende um rasgo perfilado alongado 51 no primeiro elemento 10 e como um seguidor um pino 52 sobre o segundo elemento 20. Como mostrado na figura 1, cada combinação de primeiro e segundo elementos 10, 20 é interligada por dois mecanismos de came 50.
Quando o primeiro elemento 10 é movido na direção marcada com a seta B na fig. 1 ao longo da barra guia 11, os pinos 52 do segundo elemento serão forçados no sentido do alojamento 2. Os segundos elementos 20 não são suscetíveis de se deslocarem na mesma direção do primeiro elemento 10. Os pinos 52 são forçados a permanecer dentro das reentrâncias 51 do primeiro elemento 10 durante o deslocamento mútuo entre o primeiro e segundo elementos 10, 20. As reentrâncias 51 são inclinadas no plano definido pelas barras guias 11, 212 dos dois elementos interligados 10, 20. A parte extrema 5 lb é formada ao longo de uma linha reta ao longo do primeiro elemento 10, isto é, é reta ao longo de uma linha sendo perpendicular às barras guias 21 do segundo elemento 20.
Como acima mencionado, o dispositivo ainda compreende um terceiro elemento fixador 30 suscetível de deslizamento na segunda direção; O terceiro elemento 30 é conectado com o segundo elemento 20 através de pelo menos uma mola formando um quarto elemento elástico 40. Na construção exposta, a mola 40 é uma mola helicoidal convencional suscetível de ser elasticamente comprimida quando a distância entre o segundo e o terceiro elemento 20,30 é decrescida.
Como mostrado na fig. 2 o emissor é adaptado para ser colocado de tal maneira que o sen flange lc é colocado entre a borda em tomo da abertura 2c no alojamento e o elemento de fixação 30 do dispositivo fixador. A placa de cobertura 3 é então removida como mostrado na fig. 3.
Por conseguinte, o elemento de manobra 10 é movido ao longo da seta B na fig. 1 por uma curta distância correspondente aproximadamente a cerca da metade da extensão da reentrância 51. Durante este movimento o emissor 1 é deslizado para topejar contra o alojamento 2 pela força aplicada pelo elemento fixador 30 sobre o flange lc por trás (ver a fig. 4). O emissor 1 tem uma parte inferior genericamente plana e rola sobre rolos ou rodas montadas sobre um suporte montado no alojamento. Este naturalmente também podería ser um movimento deslizante em relação a determinadas barras guias ou semelhantes montadas no alojamento.
Quando o elemento de manobra 10 é adicionalmente movido ao longo da primeira direção B, o elemento ativador 20 é movido adicionalmente contra o alojamento 2 como mostrado na fíg. 5. Este movimento adicional do segundo elemento 20 após o emissor 1 ter sido deslizado em relação topejante com o alojamento 2 causa as molas 40 a serem comprimidas pela correspondente distância. Assim, a força de fixação aplicada pelo elemento fixador 30 sobre o ílange lc do emissor 1 é determinada pela força das molas 40 correspondente à distância de deformação das molas 40.
Como mostrado nas figs. 2-5, o emissor 1 é também munido de uma vedação ld se estendendo em tomo da janela de saída lb. A vedação na construção ilustrada é um denominado anel-0 assentado em uma reentrância no flange lc a toda roda da janela de saída lb. Esta vedação ld assegura uma conexão hermética entre o alojamento 2 e o flange lc do emissor 1. E contemplada a existência de numerosas modificações das modalidades descritas aqui, que se enquadram todas dentro do âmbito da invenção conforme definido pelas reivindicações apensas. A mola podería p.ex. ser compelida por pré-compressão usando um mecanismo de batente limitador ou semelhante mantendo o terceiro elemento dentro de uma máxima distância da segunda distância, esta máxima distância sendo mais curta que o comprimento nominal da mola quando não está sendo submetida a qualquer força. Desta maneira a mola pode ser relativamente fraca, isto é, ter um baixo coeficiente de elasticidade assim uma baixa de força/compressão e ainda produzir uma alta força de fixação. Isto é, com uma mola compelida a força de fixação pode ser estabelecida a qualquer nível desejado quase independentemente do curso do segundo elemento. É também possível usar uma mola dotada de duas ou mais partes com diferentes coeficientes de elasticidade p.ex. dando origem a uma força de fixação inicial significativamente mais baixa que a força de fixação final. Isto pode p.ex. ser realizado com duas molas serialmente interligadas com diferentes coeficientes de elasticidade, pelo que a mola mais fraca que primeiro aplica a força de fixação inicial e a seguir entra em colapso de tal modo que a mola mais forte subseqüentemente governa a força de fixação. Isto também pode ser realizado mais ou menos sem quaisquer etapas usando uma mola cônica. Uma mola não compelida automaticamente dará origem a uma força de fixação continuamente crescente quando a mola é comprimida. Naturalmente um membro de borracha elástico ou semelhante também pode ser empregado. Um membro de borracha é usualmente elástico em todas as direções e especialmente é elástico na direção de fixação.
Deve também ser observado que o mecanismo de came também pode ser construído p.ex. com um rolo correndo na reentrância em vez do pino conforme exposto. Outrossnn, é contemplado que as superfícies do pino e/ou da reentrância podem ser munidas de superfícies de encontro com baixa fricção tal como aplicando um revestimento superficial ou camadas de material plástico tal como Teflon ou semelhante.
REIVINDICAÇÕES
Claims (12)
1. Dispositivo para fixar um emissor em um alojamento caracterizado pelo fato de que compreende um primeiro elemento de manobra (10) sendo deslizável em uma primeira direção (11, B), um segundo elemento ativador (20) sendo deslizável em uma segunda direção de fixação (21) sendo inclinado em relação à dita primeira direção (11, B), pelo que o primeiro e o segundo elemento (10,20) são interligados através de pelo menos um mecanismo de carne (50) de tal maneira que o deslocamento do primeiro elemento (10) na dita primeira direção (11, B) causa o deslocamento do segundo elemento (20) na dita segunda direção (21).
2. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende ainda um terceiro elemento de fixação (30) sendo deslizável na segunda direção (21), pelo que o segundo e o terceiro elemento (20, 30) são interligados através de pelo menos um quarto elemento elástico (40) sendo elástico na dita segunda direção (21), pelo que o terceiro elemento (30) é adaptado para se mover, em resposta ao deslocamento do primeiro elemento (10) na dita primeira direção (11, B), entre uma posição de fixação na qual produz um força de fixação sobre o dito emissor (1) e uma posição aberta na qual a força de fixação é liberada.
3. Dispositivo para fixar um emissor em um alojamento caracterizado pelo fato de que compreende um elemento fixador (30) sendo deslizável em uma direção de fixação (21) e um elemento ativador (20) sendo deslizável na direção de fixação (21), pelo que os elementos de fixação e ativação (30, 20) são interligados através de pelo menos um elemento elástico (40) sendo elástico a dita direção de fixação (21), pelo que o elemento de fixação (30) é adaptado para se mover, em resposta ao deslocamento do elemento ativador (20) entre uma posição de fixação na qual produz uma força de fixação sobre o emissor (1) e uma posição aberta na qual a força de fixação é liberada.
4. Dispositivo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que compreende ainda um elemento de manobra (10) sendo deslizável em uma direção de manobra (11, B) sendo inclinado em relação à dita direção de fixação (21), pelo que o elemento de manobra (10) e o elemento ativador (20) são interligados através de pelo menos um mecanismo de came (50) de tal maneira que o deslocamento do elemento de manobra (10) na dita direção de manobra (11, B) causa o deslocamento do elemento ativador (20) na dita direção de fixação (21).
5. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1 ou reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o mecanismo de came (50) compreende uma reentrância alongada perfilada (51) em um do primeiro elemento de manobra (10) e o segundo elemento ativador (20) formar uma superfície de came e um seguidor (52) sobre o outro dos ditos primeiro e segundo elementos (10; 20), o seguidor (52) sendo adaptado para correr na dita reentrância (51).
6. Dispositivo de acordo com a reivindicação l ou reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o mecanismo de came (50) compreende uma reentrância alongada perfilada (51) formando uma superfície de came no dito primeiro elemento de manobra (10) e um seguidor (52) sobre o dito segundo elemento ativador (20), o seguidor (52) sendo adaptado para correr na dita reentrância (51).
7. Dispositivo de acordo com a reivindicação 5 ou 6, caracterizado pelo fato de que a superfície de came (51) tem uma parte extrema (51b) sendo perpendicular à direção (21) em que o elemento (20) munido do seguidor (52) é deslizável,
8. Dispositivo de acordo com uma ou mais das reivindicações 2-4, caracterizado pelo fato de que o elemento elástico (40) tem uma extensão elástica mínima sendo mais curta que a distância entre o segundo elemento ativador (20) e o terceiro elemento fixador (30) quando o dispositivo está na sua posição de fixação.
9. Dispositivo de acordo com uma ou mais das reivindicações 2-8, caracterizado pelo fato de que compreende pelo menos dois elementos elásticos (40) entre o segundo elemento ativador (20) e o terceiro elemento fixador (30).
10. Dispositivo de acordo com uma ou mais das reivindicações 1-9, caracterizado pelo fato de que o primeiro elemento de manobra (10) e o segundo elemento ativador (20) são interligados através de pelo menos dois mecanismos de carne (50).
11. Método para fixar um emissor em um alojamento caracterizado pelo fato de que compreende as etapas de: proporcionar um emissor (1) pela posição onde deve ser fixado ao alojamento (2); proporcionar um elemento fixador (30) deslizável em uma direção de fixação (21) entre uma posição de fixação na qual produz uma força de fixação sobre o dito emissor (1) e uma posição aberta na qual a força de fixação é liberada; proporcionar um elemento ativador (20) deslizável ao longo da dita direção de fixação (21); proporcionar um elemento elástico (40) interligando o elemento de fixação (30) e o dito elemento ativador (20), o dito elemento elástico (40) sendo elástico ao longo da dita direção de fixação (21); deslizar o elemento ativador (20) e desse modo deslizar o elemento elástico (40) e o elemento fixador (30) até o emissor (1) topejar o alojamento (2); deslizar o elemento ativador (20) e desse modo comprimir o elemento elástico (40) de tal modo que pressione o elemento fixador (20) contra o emissor (1) que por sua vez é pressionado contra o alojamento (2).
12. Método de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que o elemento ativador (20) é deslizado ao longo da dita direção de fixação (21) até atingir uma posição extrema correspondente à posição de fixação do elemento fixador (30), pelo que o elemento elástico (40) somente sendo parcialmente comprimido.
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