BRPI0411643B1 - Process of preparing a pearl - Google Patents

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Abstract

"processo de preparação de uma pérola e pérola à base de poliamida ou de poliéster expandido". a presente invenção trata de um processo de preparação de um artigo à base de polímero expandido. a presente invenção trata mais particularmente de um processo de preparação de uma pérola à base de polímero expandido.

Description

“PROCESSO DE PREPARAÇÃO DE UMA PÉROLA” Campo da Invenção A presente invenção refere-se a um processo para a preparação de um artigo á base de polímero expandido, A presente invenção refere-se mais particularmente a um processo para a preparação de uma pérola à base de polímero expandido.
Fundamentos da Invenção Os materiais sintéticos expandidos são utilizados em diversos campos, tais como o isolamento térmico ou fônico, a selaria, etc.
Distínguem-se, essencialmente, dois tipos de materiais expandidos, também chamados de espumas: as espumas estruturais e as espumas não-estruturais.
As espumas estruturais são espumas rígidas compostas por um núcleo de baixa densidade e por uma superfície cuja densidade está próxima da densidade do polímero que compõe a matriz. Essas espumas podem ser utilizadas como estruturas tornadas mais leves no campo da aeronáutica e da indústria automobilística, por exemplo.
As espumas não estruturais podem ser flexíveis ou rígidas. As espumas rígidas são utilizadas no campo do isolamento térmico (o gás presente nas células desempenha o papel de isolante). As espumas flexíveis são utilizadas no campo mobiliário e da selaria, por suas propriedades de compressibilídade e de amortecimento, no campo da embalagem em virtude de seu peso, bem como no campo do isolamento fônico (as espumas que apresentam uma porosidade aberta possuem a particularidade de absorver certas frequências).
Conhecem-se diversos métodos para obter espumas de polímero termoplástico, tais como espumas de poliestireno, de PVC, de políetileno, de polipropileno, etc. e, em particular, espumas de poliamida.
Costuma-se injetar gases sob pressão no polímero no estado fundido.
Costuma-se também Incorporar poróforos - cargas instáveis termicamente - no polímero no estado fundido, que liberam um gás durante sua decomposição. É também possível dissolver ou dispersar compostos no polímero no estado fundido e a espuma é obtida por volatização desses compostos.
Finalmente, costuma-se obter espumas com o auxílio de uma reação química que libera gás, como dióxido de carbono. É o caso, por exemplo, das espumas de poliuretano obtidas por reação entre isocianatos, polióis e água que levam à formação de poliuretano com liberação de dióxido de carbono.
Espumas de poliamida também podem ser obtidas por via química, colocando-se na presença de isocianatos e lactamas, bem como bases, para ativar a polimerização aniônica.
Essas espumas de polímero termoplástico e, em particular as espumas de poliamida, são geralmente modeladas por moldagem, por exemplo, por injeção-moldagem. Os artigos assim obtidos são geralmente utilizados tais quais para diversas aplicações.
Ora, para certas aplicações, o material de polímero expandido é introduzido em outros materiais. Isso ocorre, em particular, no campo dos materiais tomados mais leves, do tipo concreto leve. Procura-se, neste tipo de aplicação, um material expandido sob uma forma facilmente manipulável, dispersível na matriz. Cargas aciculares são bem conhecidas para esse tipo de aplicação. Mas sua forma é desfavorável, principalmente em termos de viscosidade quando ela é introduzida na matriz, o que limita, por exemplo, a quantidade de cargas que é possível incorporar à matriz. A forma esférica das cargas incorporadas, por exemplo no concreto, apresenta, portanto, uma vantagem; elas permitem ainda uma otimização do empilhamento no material.
Ademais, para certas aplicações específicas, tais como os concretos leves, busca-se um artigo de material expandido que apresente uma porosidade fechada, com a finalidade de evitar uma absorção de água pelo artigo de material expandido, durante a preparação do concreto.
Descrição da Invenção A presente invenção propõe em um primeiro objeto um processo para a preparação de uma pérola à base de polímero expandido e de superfície contínua, que compreende as seguintes etapas sucessivas: (a) extrudar através de uma fieira uma composição expansível que compreende um polímero termoplástico e um agente de expansão, no estado fundido, para realizar a expansão; (b) resfriar e cortar o material expandido diretamente na saída da fieira com o auxílio de uma faca. A presente invenção refere-se ainda a uma pérola à base de uma políamida expandida e de superfície contínua.
Por “pérola’’, entende-se um artigo de pequeno tamanho cuja maior dimensão é inferior ou igual a 15 mm. De preferência, entende-se por “pérola” um artigo esférico ou essencialmente esférico.
Por “pérola de superfície contínua”, entende-se uma pérola que não apresenta porosidade de superfície. De preferência, entende-se por “pérola de superfície contínua” uma pérola que não apresenta porosidade por observação ao microscópio eletrônico de varredura até um aumento de pelo menos 5000.
Qualquer polímero termoplástico pode ser utilizado na presente invenção. A título de exemplo de polímero termoplástico, pode-se citar as poliamidas, os poliésteres, os poliuretanos, as poliolefinas, tais como o polietileno ou o polipropileno, o poliestireno, etc.
De acordo com um modo de realização particular do processo da presente invenção, o polímero termoplástico é uma poliamida.
Qualquer poliamida conhecida pelo técnico no assunto pode ser utilizada na presente invenção. A poliamida é geralmente uma poliamida do tipo das que são obtidas por policondensação a partir de diácidos carboxílicos ou do tipo das que são obtidas por policondensação de lactamas e/ou amínoácidos. A poliamida da presente invenção pode ser uma mistura de poliamidas de diferentes tipos e/ou do mesmo tipo e/ou copolímeros obtidos a partir de diferentes monômero que correspondem ao mesmo tipo e/ou a tipos diferentes de poliamida. A título de exemplo de poliamida que pode ser apropriada para a presente invenção, pode-se citar a poliamida 6, a poliamida 11, a poliamida 12, as poliamidas 4,6; 6,10; 6,12; 12,12; 6,36, as poliamidas semiaromáticas, por exemplo, as poliftalamidas obtidas a partir de ácido tereftálico e/ou isoftáíico, tais como a poliamida comercializada com o nome comercial de Amodel®, seus copolímeros e ligas, De acordo com um modo de realização preferencial da presente invenção, a poliamida é escolhida entre a poliamida 6, a poliamida 6,6, suas misturas e copolímeros.
Qualquer composição expansível que compreenda um polímero termoplástico e um agente de expansão pode ser utilizado na presente invenção, bem como qualquer método para prepará-la.
De acordo com um primeiro modo de realização particular da presente invenção, o agente de expansão é um gás que pode se dispersar ou se dissolver no polímero no estado fundido. A composição de acordo com esse modo de realização é geralmente preparada por introdução do gás no polímero fundido, de acordo com um método conhecido pelo técnico no assunto. Qualquer gás conhecido pelo técnico do assunto que possa se dispersar ou se dissolver no polímero da presente invenção pode ser utilizado. O gás é, de preferência, um gás inerte. Pode-se citar como exemplo de gás apropriado para a presente invenção o nitrogênio, o dióxido de carbono, o butano, etc.
De acordo com um segundo modo de realização do processo da presente invenção, o agente de expansão é um agente porogênico. Qualquer agente porogênico conhecido pelo técnico no assunto pode ser utilizado. Dito agente é introduzido no polímero de acordo com um método conhecido pelo técnico no assunto. Pode-se citar como exemplo de agente porogênico a diazocarbonamida. De acordo com um modo particular, a temperatura durante a etapa (a) é, de preferência, superior ou igual à temperatura de decomposição do agente porogênico.
De acordo com um terceiro modo de realização particular do processo da presente invenção, o agente de expansão é um composto volátil que pode se dissolver no polímero no estado fundido. A composição de acordo com esse modo de realização é geralmente preparada por introdução do composto volátil no polímero fundido, de acordo com um método conhecido pelo técnico no assunto. Qualquer composto volátil conhecido pelo técnico no assunto que possa ser dissolvido no polímero da presente invenção pode ser utilizado. Pode-se citar como exemplo de composto volátil apropriado para a presente invenção o butanol.
De acordo com um quarto modo de realização particular do processo da presente invenção, o agente de expansão é um composto químico que pode reagir quimicamente com o polímero por aquecimento. Um gás é geralmente gerado durante essa reação, gás que dá origem à expansão da mistura. Esses compostos químicos são conhecidos pelo técnico no assunto. Pode-se citar, por exemplo, o policarbonato, que reage com a poliamida e se decompõe para gerar dióxido de carbono. A reação química ocorre durante a etapa (a). Qualquer método conhecido pelo técnico no assunto para preparar a composição pode então ser utilizado. Pode-se, por exemplo, realizar uma mistura íntima dos pós do polímero e do composto químico ou uma mistura dos granulados poliméricos e dos granulados do composto químico. O polímero pode também se apresentar em forma de granulados, que são revestidos pelo composto químico. Outro método para a preparação da composição é a empastagem dos diferentes compostos, É também possível introduzir o composto químico no polímero no estado fundido.
De acordo com esse quarto modo de realização, a temperatura durante a etapa (a) deve ser suficiente para que haja reação entre o polímero e o composto químico, e geração de gás.
Uma combinação dos diferentes modos de realização descritos acima pode ser utilizada para preparar a composição expansível do processo de acordo com a presente invenção.
Uma composição expansível pode compreender aditivos, tais como tensoativos, nucleantes, tal como o talco, plastificantes, etc. Esses aditivos são bem conhecidos pelo técnico no assunto. A composição expansível pode também compreender outros compostos, tais como cargas de reforço, tais como as fibras de vidro, matificantes, tais como o dióxido de titânio ou o sulfeto de zinco, pigmentos, corantes, estabilizantes ao calor ou à luz, agentes bioativos, agentes anti-sujidade, agentes antiestáticos, ignifugantes, etc. Essa lista não tem qualquer caráter exaustivo.
De acordo com a presente invenção, a etapa (a) é vantajosamente realizada em um dispositivo de malaxagem que pode gerar uma pressão superior à pressão atmosférica. A etapa (a) é, de preferência, realizada em uma extrusora, de maior preferência, em uma extrusora duplo-fuso. A composição expansível pode ser preparada de acordo com um modo descrito acima, e introduzida a seguir no dispositivo de extrusão utilizado na etapa (a). A composição pode ser introduzida em forma sólida ou líquida, por exemplo, no estado fundido. A composição expansível pode ser também preparada in situ no mesmo dispositivo de extrusão que foi utilizado na etapa (a), antes da extrusão da composição na etapa (a).
Por exemplo, quando a composição expansível for de acordo com o primeiro ou o segundo ou o terceiro modo de realização particulares descritos acima, o gás ou o composto volátil, respectivamente, pode(m) ser introduzido(s) na bainha ou no pistão do dispositivo de extrusão da etapa (a), que compreende o polímero da composição expansível no estado fundido. A etapa (a) que consiste em extrudar a composição através de uma fieira para realizar a expansão é efetuada de modo clássico e conhecido pelo técnico no assunto. A etapa (b) que consiste em resfriar e cortar o material expandido é vantajosamente realizada com um dispositivo de granulação de cisalhamento colocado na saída da fieira. Esse dispositivo de granulação é conhecido pelo técnico no assunto. Ele compreende pelo menos um dispositivo de cisalhamento que fica diante da placa da fieira através da qual o polímero é extrudado, e um dispositivo de resfriamento. O dispositivo de cisalhamento compreende geralmente facas, um porta-facas e um motor que aciona o porta-facas. O porta-facas é geralmente rotativo. O dispositivo de resfriamento pode consistir em um dispositivo de pulverização de água fria situado nas proximidades do dispositivo de cisalhamento e da placa de fieira. É o caso dos granuladores de "cisalhamento a quente” conhecidos pelo técnico no assunto. O dispositivo de cisalhamento e a placa da fieira podem também estar dispostos em uma câmara cheia de água. É o caso dos granuladores de “cisalhamento com cabeça afogada’’ conhecidos cisalhamento técnico no assunto. Nessa câmara cheia de água, a água está geralmente em circulação e ela assegura o resfriamento e o transporte das pérolas de polímeros formados ao nível do dispositivo de cisalhamento em direção a um secador. A secagem pode ser realizada com uma centrífuga que separa a água e as pérolas ou por meio de um dispositivo de ciclonagem.
Esses dispositivos de granuladores de “corte com cabeça afogada” estão, por exemplo, descritos na patente US 5.059.103. O resfriamento do material expandido permite, em particular, solidificá-lo. A água do dispositivo de resfriamento pode ser substituída por outro líquido, geralmente utilizado como solvente.
Vantajosamente, o resfriamento da etapa (b) é, portanto, realizado com um líquido, de preferência, a água. A utilização de ditos granuladores de “cisalhamento com cabeça afogada” na presente invenção permite obter pérolas à base de polímero expandido e de superfície contínua. Ela permite também a fabricação de pérolas com uma boa produtividade, A pérola obtida de acordo com o processo da presente invenção apresenta, vantajosamente, um diâmetro inferior ou igual a 10 mm, de preferência, inferior ou igual a 5 mm. O tamanho da pérola depende de vários parâmetros; ele depende, em particular, do diâmetro dos orifícios da fieira, da vazão de extrusão e da frequência de cisalhamento. A pérola obtida de acordo com o processo da presente invenção apresenta, vantajosamente, uma massa em volume inferior ou igual a 0,8 g/cm3, de preferência, inferior ou igual a 0,5 g/cm3, de maior preferência, inferior ou igual a 0,3 g/cm3. A massa em volume da pérola da presente invenção é medida de acordo com o protocolo descrito na parte experimental. A presente invenção refere-se também as pérolas à base de poliamida ou de poliéster expandido e de superfície contínua.
Essa pérola à base de poliamida ou de poliéster apresenta, vantajosamente, um diâmetro inferior ou igual a 10 mm, de preferência, inferior ou igual a 5 mm. A pérola á base de poliamida ou de poliéster de acordo com a presente invenção apresenta, vantajosamente, uma massa em volume inferior ou igual a 0,8 g/cm3, de preferência, inferior ou igual a 0,5 g/cm3 e, de maior preferência, inferior ou igual a 0,3 g/cm3. A massa em volume da pérola à base de poliamida ou de poliéster da presente invenção é medida de acordo com o protocolo descrito na parte experimental.
As pérolas à base de polímero expandido da presente invenção podem ser utilizadas tais quais em diversos campos, tais como construção, aeronáutica, como estrutura de leveza, por exemplo. Elas podem ainda ser introduzidas em um dispositivo de moldagem, por exemplo, para realizar uma moldagem portermocompressão.
Mais detalhes ou vantagens da presente invenção aparecerão mais claramente nos exemplos dados a seguir e em relação às figuras anexas, que não constituem uma limitação da presente invenção.
Descrição das Figuras A Figura 1 representa uma vista superior da pérola da presente invenção observada ao microscópio de varredura. Pode-se observar nessa figura a superfície contínua da pérola. A Figura 2 representa uma vista em corte da pérola da presente invenção, observada ao microscópio de varredura. Pode-se observar nessa figura a superfície contínua da pérola e sua porosidade interna.
Mensuracão da massa em volume das pérolas O volume das pérolas é avaliado por deslocamento de água de acordo com o seguinte protocolo: Enche-se até a borda de um frasco cônico graduado de volume adaptado ao tamanho das pérolas, o que corresponde a um volume V1 de água. Mede-se a massa do conjunto frasco + água e identifica-se pela referência M1. Elimina-se a água do frasco. Enche-se o frasco com uma massa m1 determinada de pérolas. Enche-se novamente o frasco de água até a borda do frasco. Enche-se o frasco tendo-se a certeza, com o auxílio de uma grade metálica, que o volume com o qual se enche o frasco é idêntico a V1, apesar da presença de pérolas na superfície. Mede-se a massa do conjunto frasco+água+pérola, que é identificada pela referência M2. A massa em volume da pérola é então igual a Exemplos Exemplo 1 Uma mistura de granulados de PA66 comercializados pela Rhodia Technical Fibers sob a referência 132J00® (90 % p/p) e granulados de policarbonato comercializado pela Bayer sob a referência Makrolon 2207® é introduzida em uma extrusora de válvula dupla comercializada pela Leistriz sob a referência TSA-EMP 26-35®, dotada de um sistema de cisalhamento com cabeça afogada comercializado pela Gaia sob a referência LPU Mod 5. O perfil de temperatura nos elementos de aquecimento do duplo-fuso são (em °C) 270-280-280-280-280-280, o adaptador é mantido a 272°C e a fieira é aquecida a 330°C. A velocidade de rotação dos fusos é fixada em 201 rpm'1. A vazão de extrusão é de 15 kg/h, A fieira é composta por um único orificío de 2,4 mm de diâmetro. A água de cisalhamento é mantida a 85°C. O porta-facas comporta duas facas e a freqüência de cisalhamento é de 2800 rpm.
Obtém-se com esse método granulados de poliamida expandida rígidos de 0,6 g/cm3 de densidade.
Exemplo 2 Uma mistura de granulados de PET comercializados Wellman sob a referência Permaclear VI85® (85 % p/p) e granulados de policarbonato comercializado pela GE Plastics sob a referência Lexan 121-111® é introduzida em uma extrusora de válvula dupla comercializada pela Leistríz sob a referência TSA-EMP 26-35®, dotada de um sistema de cisalhamento com cabeça afogada comercializado pela Gaia sob a referência LPU Mod 5. O perfil de temperatura nos elementos de aquecimento do duplo-fuso são (em °C) 280-300-315-335-275, o adaptador é mantido a 272°C e a fieira é aquecida a 330°C. A velocidade de rotação dos fusos é fixada em 200 rpm'1. A vazão de extrusão é de 15 kg/h. A fieira é composta de um único orifício de 2,4 mm de diâmetro. A água de cisalhamento é mantida a 85°C. O porta-facas comporta duas facas e a freqüência de cisalhamento é de 2800 rpm.
Obtém-se com esse método granulados de PET expandidos rígidos de 0,7 g/cm3 de densidade.
Reivindicações

Claims (9)

1. PROCESSO DE PREPARAÇÃO DE UMA PÉROLA, que é um artigo esférico, com um diâmetro inferior ou igual a 10 mm, uma densidade inferior ou igual a 0,8 g/cm3, à base de polímero expandido e de superfície contínua, caracterizado pelo fato do dito processo compreender as seguintes etapas sucessivas: (a) extrudar através de uma fieira uma composição expansível que compreende uma poliamida e um agente de expansão, no estado fundido, para realizar a expansão; (b) resfriar e cortar o material expandido direta mente na saída da fieira com o auxílio de uma faca, em que a etapa (b) é realizada utilizando um dispositivo de gr anulação de císalhamento disposto na saída da fieira compreendendo pelo menos um dispositivo de corte de frente para a placa da fieira através da qual a poliamida é extrudida, e um dispositivo de arrefecimento, em que o dispositivo de corte e a placa da fieira estão dispostos em uma câmara cheia de água.
2. PROCESSO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do agente de expansão ser um gás que pode se dispersar ou se dissolver no polímero no estado fundido.
3. PROCESSO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do agente de expansão ser um agente porogênico.
4. PROCESSO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do agente de expansão ser um composto volátil que pode ser dissolver no polímero no estado fundido.
5. PROCESSO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do agente de expansão ser um composto químico que pode reagir quimicamente com o polímero por aquecimento gerando um gás.
6. PROCESSO, de acordo uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato da composição compreender um nucleante e/ou um surfactante e/ou um plastificante.
7. PROCESSO, de acordo uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato da composição expansível compreender cargas de reforço, tais como fibras de vidro, matificantes, pigmentos, corantes, estabilizantes ao calor ou à luz, agentes bioativos, agentes anti-sujidade e/ou agentes antiestáticos.
8. PROCESSO, de acordo uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato da pérola obtida apresentar um diâmetro inferior ou igual a 10 mm, de preferência, inferior ou igual a 5 mm.
9. PROCESSO, de acordo uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato da pérola obtida apresentar uma massa em volume inferior ou igual a 0,5 g/cm3 e, de maior preferência, inferior ou igual a 0,3 g/cm3.
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