BRPI0413239B1 - dispositivo para manutenção de uma via aérea em um paciente - Google Patents

dispositivo para manutenção de uma via aérea em um paciente Download PDF

Info

Publication number
BRPI0413239B1
BRPI0413239B1 BRPI0413239A BRPI0413239A BRPI0413239B1 BR PI0413239 B1 BRPI0413239 B1 BR PI0413239B1 BR PI0413239 A BRPI0413239 A BR PI0413239A BR PI0413239 A BRPI0413239 A BR PI0413239A BR PI0413239 B1 BRPI0413239 B1 BR PI0413239B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
mask
larynx
fluid
laryngopharynx
wall
Prior art date
Application number
BRPI0413239A
Other languages
English (en)
Inventor
Kanag Baska
Original Assignee
Kanag Baska
Meenakshi Baska
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Priority claimed from AU2003904025A external-priority patent/AU2003904025A0/en
Priority claimed from AU2004900835A external-priority patent/AU2004900835A0/en
Application filed by Kanag Baska, Meenakshi Baska filed Critical Kanag Baska
Publication of BRPI0413239A publication Critical patent/BRPI0413239A/pt
Publication of BRPI0413239B1 publication Critical patent/BRPI0413239B1/pt

Links

Classifications

    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61MDEVICES FOR INTRODUCING MEDIA INTO, OR ONTO, THE BODY; DEVICES FOR TRANSDUCING BODY MEDIA OR FOR TAKING MEDIA FROM THE BODY; DEVICES FOR PRODUCING OR ENDING SLEEP OR STUPOR
    • A61M16/00Devices for influencing the respiratory system of patients by gas treatment, e.g. ventilators; Tracheal tubes
    • A61M16/04Tracheal tubes
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61MDEVICES FOR INTRODUCING MEDIA INTO, OR ONTO, THE BODY; DEVICES FOR TRANSDUCING BODY MEDIA OR FOR TAKING MEDIA FROM THE BODY; DEVICES FOR PRODUCING OR ENDING SLEEP OR STUPOR
    • A61M16/00Devices for influencing the respiratory system of patients by gas treatment, e.g. ventilators; Tracheal tubes
    • A61M16/04Tracheal tubes
    • A61M16/0402Special features for tracheal tubes not otherwise provided for
    • A61M16/0409Special features for tracheal tubes not otherwise provided for with mean for closing the oesophagus
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61MDEVICES FOR INTRODUCING MEDIA INTO, OR ONTO, THE BODY; DEVICES FOR TRANSDUCING BODY MEDIA OR FOR TAKING MEDIA FROM THE BODY; DEVICES FOR PRODUCING OR ENDING SLEEP OR STUPOR
    • A61M16/00Devices for influencing the respiratory system of patients by gas treatment, e.g. ventilators; Tracheal tubes
    • A61M16/04Tracheal tubes
    • A61M16/0402Special features for tracheal tubes not otherwise provided for
    • A61M16/0415Special features for tracheal tubes not otherwise provided for with access means to the stomach
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61MDEVICES FOR INTRODUCING MEDIA INTO, OR ONTO, THE BODY; DEVICES FOR TRANSDUCING BODY MEDIA OR FOR TAKING MEDIA FROM THE BODY; DEVICES FOR PRODUCING OR ENDING SLEEP OR STUPOR
    • A61M16/00Devices for influencing the respiratory system of patients by gas treatment, e.g. ventilators; Tracheal tubes
    • A61M16/04Tracheal tubes
    • A61M16/0434Cuffs
    • A61M16/0443Special cuff-wall materials
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61MDEVICES FOR INTRODUCING MEDIA INTO, OR ONTO, THE BODY; DEVICES FOR TRANSDUCING BODY MEDIA OR FOR TAKING MEDIA FROM THE BODY; DEVICES FOR PRODUCING OR ENDING SLEEP OR STUPOR
    • A61M16/00Devices for influencing the respiratory system of patients by gas treatment, e.g. ventilators; Tracheal tubes
    • A61M16/04Tracheal tubes
    • A61M16/0434Cuffs
    • A61M16/0445Special cuff forms, e.g. undulated
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61MDEVICES FOR INTRODUCING MEDIA INTO, OR ONTO, THE BODY; DEVICES FOR TRANSDUCING BODY MEDIA OR FOR TAKING MEDIA FROM THE BODY; DEVICES FOR PRODUCING OR ENDING SLEEP OR STUPOR
    • A61M16/00Devices for influencing the respiratory system of patients by gas treatment, e.g. ventilators; Tracheal tubes
    • A61M16/04Tracheal tubes
    • A61M16/0488Mouthpieces; Means for guiding, securing or introducing the tubes
    • A61M16/0497Tube stabilizer
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61MDEVICES FOR INTRODUCING MEDIA INTO, OR ONTO, THE BODY; DEVICES FOR TRANSDUCING BODY MEDIA OR FOR TAKING MEDIA FROM THE BODY; DEVICES FOR PRODUCING OR ENDING SLEEP OR STUPOR
    • A61M2205/00General characteristics of the apparatus
    • A61M2205/02General characteristics of the apparatus characterised by a particular materials
    • A61M2205/0266Shape memory materials
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61MDEVICES FOR INTRODUCING MEDIA INTO, OR ONTO, THE BODY; DEVICES FOR TRANSDUCING BODY MEDIA OR FOR TAKING MEDIA FROM THE BODY; DEVICES FOR PRODUCING OR ENDING SLEEP OR STUPOR
    • A61M2210/00Anatomical parts of the body
    • A61M2210/06Head
    • A61M2210/0625Mouth
    • A61M2210/0656Epiglottis

Landscapes

  • Health & Medical Sciences (AREA)
  • Pulmonology (AREA)
  • Emergency Medicine (AREA)
  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Anesthesiology (AREA)
  • Biomedical Technology (AREA)
  • Heart & Thoracic Surgery (AREA)
  • Hematology (AREA)
  • Life Sciences & Earth Sciences (AREA)
  • Animal Behavior & Ethology (AREA)
  • General Health & Medical Sciences (AREA)
  • Public Health (AREA)
  • Veterinary Medicine (AREA)
  • Otolaryngology (AREA)
  • Prostheses (AREA)
  • Respiratory Apparatuses And Protective Means (AREA)

Abstract

"máscara laringeal". um dispositivo (10) para manutenção de uma via aérea em um paciente compreende uma máscara (12), a máscara tendo uma porção periférica conformável resiliente (20, 22) conformada de modo que a máscara (12) forme um selo com a laringe, quando a máscara estiver posicionada na laringofaringe para, desse modo, se impedir o ingresso de fluidos estranhos na laringe, a porção periférica (20, 22) da máscara definindo pelo menos uma cavidade (32, 34) para a provisão de comunicação de fluido para o esôfago, quando a máscara estiver inserida na laringofaringe, e um tubo de via aérea (14) conectado a ou formado com a máscara, para a passagem de um gás para a laringe, quando a máscara estiver apropriadamente inserida na laringofaringe. o tubo de via aérea (14) preferencialmente é curvado, conforme ele deixa a máscara.

Description

DISPOSITIVO PARA MANUTENÇÃO DE UMA VIA AÉREA EM UM PACIENTE
CAMPO DA INVENÇÃO A presente invenção se refere a um dispositivo para manutenção de uma via aérea em um paciente. Nas modalidades preferidas, a presente invenção se refere a uma máscara laringeal.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO A manutenção de uma via aérea viável é critica para a segurança do paciente durante procedimentos cirúrgicos conduzidos sob anestesia geral. A manutenção de uma via aérea viável durante tais procedimentos cirúrgicos foi obtida, por muitos anos, pela inserção de um tubo endotraqueal no paciente. 0 tubo endotraqueal tipicamente era inserido através da cavidade oral ou da cavidade nasal, na laringe, através das cordas vocais e para a traquéia. Como o tubo endotraqueal tinha de ser inserido através das cordas vocais, freqüentemente se experimentava uma dificuldade no posicionamento correto do tubo endotraqueal. A patente britânica N° 2.111.394 (a qual corresponde à Patente U.S. N° 4.509.514) descreve um dispositivo para a manutenção de uma via aérea em um paciente. O dispositivo é descrito como sendo um dispositivo de via aérea artificial. O dispositivo compreende um tubo flexível curvo se abrindo em uma extremidade para o interior de uma porção de máscara oca com um formato conformado para se adaptar prontamente ao espaço real e potencial atrás da laringe e para selar em torno da circunferência da entrada laringeal sem penetrar no interior da laringe. As formas comerciais deste dispositivo têm um colar inflável que se estende em torno da periferia da máscara. O colar inflável é adaptado para formar um selo em torno da entrada laringeal, quando o colar for inflado. Adicionalmente, a porção de máscara incluía uma parte posterior inflãvel, a qual era adaptada para pressionar contra a traseira da garganta e, desse modo, aumentar a pressão de vedação em torno da entrada laringeal. A patente britânica N° 2.111.394 estabelece que o formato e (quando adaptadas) a parte ou as partes infláveis da máscara asseguram que ela se aproxima muito do formato do espaço entre a entrada laringeal e as paredes da parte inferior da garganta atrás dela. Uma vez que as paredes de tecido que formam a traseira da garganta são relativamente rígidas, a inflação da máscara a força firmemente contra os tecidos que circundam a entrada laringeal, desse modo formando um selo estanque ao ar, enquanto tende a ancorar a máscara em posição.
No uso do dispositivo descrito na GB 2.111.394, o dispositivo é inserido através da boca do paciente e para baixo pela garganta diante da epiglote até a máscara vir a ficar com sua extremidade distai na base da garganta, ficando contra a extremidade superior do esôfago normalmente fechado. 0 anel inflável na máscara então é inflado para formar um selo em torno da entrada para a laringe. A via área do paciente assim está segura e não obstruída e a máscara laringeal pode ser conectada diretamente à mangueira de circuito anestésico para uma pressão positiva ou uma respiração espontânea.
Quando um paciente é colocado sob anestesia geral, o paciente freqüentemente está na posição horizontal sob suas costas ou deitado de lado. Quando sob anestesia geral, a resposta de reflexo no corpo á suprimida e o esfíncter se fechando no topo do estômago a partir do esôfago é relaxado. Consequentemente, sucos gástricos (os quais são de natureza ácida) podem fluir ao longo do esôfago. É importante garantir que tais sucos gástricos não entrem na traquéia, uma vez que a aspiração de sucos gástricos nos pulmões pode ter consequências potencialmente fatais.
De modo similar, quando um paciente sob anestesia geral está sofrendo um procedimento cirúrgico do nariz, da boca ou da garganta (por exemplo, uma tonsilectomia, uma cirurgia nasal endoscópica), saliva, sangue e secreções nasais podem viajar através da laringofaringe e para a traquéia e, depois disso para os pulmões. Novamente, esta é uma situação potencialmente perigosa.
Quando se usa uma máscara laringeal tal como aquela descrita na patente britânica N° 2.111.394, o presente inventor descobriu que se volumes significativos de sucos gástricos forem coletados em torno da máscara, os sucos gástricos podem achar seu caminho através do selo da máscara e para a laringe. Isto é perigoso, se os sucos gástricos e o ácido chegar aos pulmões. A máscara laringeal descrita na patente britânica N° 2.111.394 também pode ter problemas de vazamento ocorrendo no anel inflável ou colar, devido a uma válvula com falha na linha piloto ou devido ao vazamento ou rasgamento do anel inflável ou colar. É evidente que a deflação do manguito substancialmente aumenta a chance de o selo em torno da laringe ser perdida, o que conseqüentemente aumenta a possibilidade de ácidos gástricos chegarem aos pulmões. Mesmo em uso normal, sem deflação do manguito, persiste a possibilidade de um jorro de ácido do estômago poder ficar em torno do manguito e entrar na passagem de ar, já que não há outra forma para o ácido escapar (devido ao manguito bloquear totalmente a laringofaringe). As máscaras presentemente disponíveis também têm a limitação de elas não poderem ser usadas com segurança em todos os pacientes, especialmente em pacientes com um abdômen grande.
De modo a se minimizar a probabilidade dos problemas mencionados acima, o detentor de patente da patente britânica N° 2.111.394 introduziu uma máscara laringeal que tinha um manguito duplo para a produção de um selo total em torno da área da laringe. Esta máscara também incluía um tubo adicional que se estendia ao longo da traseira da máscara laringeal e se estendia para o esôfago. Isto permite que o ácido gástrico seja succionado para fora do estômago por meio de um tubo de Ryles inserido através desta passagem. Foi descoberto que a aplicação de sucção ao tubo do esôfago desta máscara laringeal pode fazer com que o tecido do esôfago seja succionado para a entrada do segundo tubo. Isto resulta no segundo tubo se tornar bloqueado, desse modo impedindo a remoção de ácidos gástricos. A máscara laringeal de manguito duplo também inclui dois pequenos tubos adicionais que se abrem para o lado de laringe da máscara. Estes tubos podem ser usados para a remoção da laringe de quaisquer sucos gástricos que possam achar seu caminho através do selo para a laringe. Contudo, a aplicação de sucção a estes tubos aumenta a possibilidade de remoção de gases anestésicos da traquéia e aumenta a possibilidade de colapso do pulmão ou dos pulmões. Uma remoção bem sucedida de todo o volume de ãcido que vem do estômago também não é possível. Conseqüentemente, o ácido preferencialmente pode se mover para a via aérea de grande diâmetro (traquéia) devido ao diâmetro grande da via aérea provendo um percurso de resistência menor a escoamento de fluido do que a abertura de diâmetro menor na máscara. A máscara laringeal melhorada descrita acima é mostrada na patente australiana N° 630433.
BREVE DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
Em um primeiro aspecto, a presente invenção provê um dispositivo para manutenção de uma via aérea em um paciente, que compreende uma máscara, a máscara tendo uma porção periférica conformável resiliente conformada de modo que a máscara forme um selo com a laringe, onde a máscara é posicionada . na laringofaringe para, desse modo, impedir o ingresso de fluidos estranhos na laringe, a porção periférica da máscara definindo pelo menos uma cavidade para a provisão de comunicação de fluido entre a laringofaringe e o esôfago, quando a máscara for inserida na laringofaringe, e um tubo de via aérea conectado a ou formado com a máscara para a passagem de gás para a laringe, quando a máscara estiver apropriadamente inserida na laringofaringe.
Preferencialmente, a porção periférica da máscara compreende uma borda virada para cima, a referida borda virada para cima definindo pelo menos uma cavidade. Alternativamente, a porção periférica da máscara inclui uma porção de parede que se estende a partir de uma borda lateral da mascara a partir do lado de laringe da máscara e para dentro em relação à borda externa da máscara. A porção de parede adequadamente se estende ao longo de uma parte ou de pelo menos uma borda lateral da máscara. A porção de parede pode incluir uma porção interna adicional que se estende a partir da borda lateral da máscara e em direção ao lado de laringe da máscara. A porção periférica pode incluir uma porção dobrada para trás que se dobra para trás sobre a porção periférica para, desse modo, formar pelo menos uma cavidade, a porção dobrada para trás se estendendo ao longo de uma parte de pelo menos uma borda lateral da máscara.
Preferencialmente, pelo menos uma cavidade compreende duas cavidades que se estendem ao longo de bordas opostas da máscara.
Em uma outra modalidade, a cavidade é formada por um ou mais canais formados na ou fazendo parte da porção periférica da máscara. Preferencialmente, um ou mais canais têm extremidades abertas que se misturam em uma borda virada para cima da porção periférica da máscara. A máscara, quando apropriadamente inserida, tem um lado de laringe e um lado de laringof aringe. Preferencialmente, o lado de laringof aringe é provido com um membro de contato para contatar uma parede da laringofaringe, o referido membro de contato ajudando no espaçamento da porção periférica da máscara da parede de laringofaringe para, desse modo, se facilitar a formação de um selo com a laringe. 0 membro de contato pode compreender um capuz conectado a ou formado com a máscara. 0 capuz pode ter bordas que se estendem sobre a porção periférica da máscara. Alternativamente, o membro de contato pode compreender uma ou mais projeções que se estendem a partir do lado de laringe da máscara. De fato, o membro de contato pode compreender qualquer superfície posicionada no lado de laringofaringe da máscara que contate a parede da laringofaringe quando a máscara estiver apropriadamente inserida. A máscara ainda pode incluir pelo menos um tubo de fluido se abrindo para pelo menos uma cavidade, pelo menos um tubo de fluido sendo adaptado para a remoção de fluidos do lado de laringofaringe da máscara, em uso. Em uma modalidade, pelo menos um tubo de fluido tem uma saída distai localizada na periferia da máscara.
Mais preferencialmente, a máscara é provida com dois tubos de fluido em comunicação de fluido com pelo menos uma cavidade. Um tubo pode ter uma fonte de sucção afixada a ele para a remoção de fluidos, tais como sucos gástricos, sangue ou secreções nasais, do lado de laringofaringe da máscara, e o outro tubo pode ser provido para a admissão de ar a partir da atmosfera para o lado de laringofaringe da máscara. Desta forma, os fluidos podem ser removidos do lado de laringofaringe da máscara pelo uso de sucção externa. Em virtude de a máscara ter um segundo tubo de fluido para a admissão de ar a partir da atmosfera para o lado de laringofaringe da máscara, o nível de sucção não se acumula até uma extensão tal que a parede da laringofaringe ou a parede do esôfago seja succionada para pelo menos uma cavidade.
Será apreciado que os tubos de fluido devem ser de comprimento suficiente para se permitir que eles sejam conectados a uma fonte de vácuo ou a uma fonte de ar de ventilação. Preferencialmente, os tubos de fluido são suficientemente compridos de modo que as extremidades próximas dos mesmos sejam posicionadas externamente â boca do paciente, quando a máscara estiver apropriadamente inserida. A máscara ainda inclui um tubo de via aérea conectado à ou formado com a máscara para a passagem de gás para a laringe, quando a máscara for inserida na laringofaringe. 0 lado de laringe da máscara preferencialmente define uma depressão e o tubo de via aérea preferencialmente está em comunicação de fluido com esta depressão. 0 tubo de via aérea pode ser um tubo flexível ou ele pode ser um tubo rígido que é conformado para facilitar a inserção e o posicionamento da máscara na laringofaringe. A depressão no lado de laringe da máscara pode ser definida por uma parede interna da máscara, e a parede interna preferencialmente tem uma região de largura relativamente aumentada, a qual define um recesso na depressão, quando a máscara for inserida, o referido recesso provendo uma região de folga entre a parede interna e a epiglote do paciente. Nesta modalidade, a epiglote não pode bloquear a depressão, mesmo se a máscara for inserida de uma forma que faça com que a epiglote seja enfraquecida. Assim, a epiglote não pode bloquear o fluxo de ar para o lado de laringe da máscara.
Adequadamente, a parede interna da máscara ê disposta para facilitar a manutenção da profundidade da depressão da câmara e para manutenção da pressão contra as áreas circundantes da laringe para a manutenção do selo contra o ingresso de sucos gástricos na laringe e para se permitir uma ventilação de pressão positiva da via aérea. Uma combinação da resiliência da parede interna e as dimensões da parede interna são usadas para a obtenção destes efeitos.
Em uma modalidade preferida da presente invenção, a porção distai da máscara inclui uma porção que se estende longitudinalmente que, em uso, se estende para o esôfago, a referida porção que se estende longitudinalmente estando em comunicação de fluido com pelo menos uma cavidade. Preferencialmente, a porção que se estende longitudinalmente se estende para uma porção superior do esôfago.
Preferencialmente, a porção que se estende longitudinalmente é conformada para orientar uma extremidade distai de pelo menos uma cavidade para uma posição aberta. A porção que se estende longitudínalmente pode compreender uma passagem que tem uma abertura ao longo de uma parte superior da mesma. Nesse sentido, as paredes laterais da passagem podem se estender uma em direção à outra, mas não são conectadas uma â outra em suas respectivas extremidades superiores. Dessa forma, a porção que se estende longitudinalmente pode ser colapsada para dentro para facilitar a inserção da máscara no paciente e, uma vez em posição, para se abrir de novo.
Em uma outra modalidade, a porção que se estende longitudinalmente compreende uma porção tubular. A porção que se estende longitudinalmente pode compreender uma porção sanfonada que pode ser dobrada ou colapsada para facilitar a inserção da máscara em um paciente e para se mover para uma posição expandida uma vez inserida. A porção sanfonada pode ter uma pluralidade de nervuras. Alternativamente, a porção sanfonada pode compreender um tubo corrugado. Como uma outra alternativa, a porção que se estende longitudinalmente pode incluir uma pluralidade de linhas de dobra. A porção que se estende longitudinalmente pode ser integralmente formada com a máscara ou pode ser unida à máscara. A porção que se estende longitudinalmente pode ser uma extensão longitudinal da porção periférica da máscara. A porção que se estende longitudinalmente pode ser unida à porção periférica da máscara. Alternativamente, ela pode ser unida à parte superior da máscara.
De modo a se facilitar a inserção da máscara em um paciente, a tubulação próxima da máscara pode ser conformada para ter uma curvatura que se estende a partir de próximo da extremidade próxima da máscara e em uma direção para longe da máscara. A máscara pode ter um tubo de via aérea que é conformado de modo que ele inclua uma seção que se curva em direção ao lado de laringe da máscara. Preferencialmente, o tubo de via aérea se curva para baixo em direção ao lado de laringe da máscara em uma região localizada adjacente a uma extremidade próxima da máscara. Nesta modalidade, a inserção da máscara é muito mais fácil, já que a curvatura da tubulação tende a mover a máscara para a via aérea e em direção à laringe, sem necessariamente requerer uma guia externa pelo anestesista posicionando seus dedos em grande proximidade ou em contato com a máscara, o que é comumente requerido com máscaras laringeais convencionais.
Em um segundo aspecto, a presente invenção provê um dispositivo para manutenção de uma via aérea em um paciente, que compreende uma máscara, a máscara tendo uma porção periférica conformãvel resiliente conformada de modo que a máscara forme um selo com a laringe, quando a máscara estiver posicionada na laringofaringe para, desse modo, se impedir o ingresso de fluidos estranhos na laringe, um primeiro tubo de fluido tendo uma saída em uma extremidade distai do mesmo, a saída do primeiro tubo de fluido estando em comunicação de fluido com o esôfago, quando a máscara estiver em uso, um segundo tubo de fluido que tem uma abertura em uma extremidade distai do mesmo, a abertura do segundo tubo de fluido sendo separada da abertura do primeiro tubo, uma abertura do segundo tubo de fluido estando em comunicação de fluido com o esôfago, quando a máscara estiver em uso, o primeiro rolo de formação adaptado para a remoção de fluidos do lado de laringofaringe da máscara em uso, o segundo tubo de fluido adaptado para a provisão de um fluido de ventilação para o lado de laringofaringe da máscara em uso, e um tubo de via aérea conectado a ou formado com a máscara para a passagem de gás para a laringe, quando a máscara estiver apropriadamente inserida na laringofaringe.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
As modalidades preferidas da presente invenção serão descritas agora, com referência aos desenhos a seguir, nos quais: a Figura 1 é uma vista lateral de um dispositivo de acordo com a presente invenção; a Figura 2 é uma vista frontal do dispositivo mostrado na Figura 1; a Figura 3 é uma vista a partir de cima do dispositivo mostrado na Figura 1; a Figura 4 é uma vista a partir de baixo do dispositivo mostrado na Figura 1; a Figura 5 é uma vista posterior do dispositivo mostrado na Figura 1; a Figura 6 é uma vista em seção transversal tomada ao longo da linha A-A na Figura 3; a Figura 7 é uma vista em seção transversal de um dispositivo de acordo com a presente invenção apropriadamente inserido na laringofaringe de um paciente; a Figura 8 é uma vista em seção transversal similar àquela mostrada na Figura 6, mas de uma modalidade alternativa da presente invenção? a Figura 9 é uma vista em seção transversal similar àquela da Figura 8,'mas de uma outra modalidade alternativa da presente invenção; a Figura 10 mostra uma outra vista em seção transversal de uma outra modalidade da invenção; a Figura 11 é uma vista lateral do dispositivo mostrado na Figura 10; a Figura 12 é uma vista em seção transversal que é similar àquela mostrada na Figura 10, mas ainda de uma outra modalidade da presente invenção; a Figura 13 é uma vista lateral do dispositivo mostrado na Figura 12; a Figura 14 é uma vista lateral, parcialmente em seção transversal, do dispositivo mostrado na Figura 1; a Figura 15 é uma vista frontal de um dispositivo de acordo com a presente invenção que mostra seu formato quando inserido na laringofaringe; a Figura 16 é uma vista posterior do dispositivo mostrado na Figura 15; a Figura 17 é uma vista lateral de uma outra modalidade da presente invenção; a Figura 18 é uma vista lateral de uma modalidade adicional da presente invenção; a Figura 19 é uma vista lateral ainda de uma outra modalidade da presente invenção; a Figura 20 é uma vista fragmentada a qual mostra a parte inferior da periferia externa da máscara para uma outra modalidade da presente invenção; a Figura 21 é uma vista lateral da porção frontal de um dispositivo de acordo com uma outra modalidade da invenção; a Figura 22 é uma vista plana do dispositivo da Figura 21; a Figura 23 é uma vista lateral do dispositivo da Figura 21 com a porção que se estende longitudinalmente sendo comprimida para inserção em um paciente; a Figura 24 é uma vista plana do dispositivo da Figura 21; a Figura 25 é uma vista inferior do dispositivo da Figura 21; a Figura 26 é uma vista lateral da totalidade da porção de máscara do dispositivo da Figura 21; a Figura 27 é uma elevação frontal do dispositivo da Figura 21; a Figura 28 é uma elevação posterior do dispositivo da Figura 21; a Figura 29 é uma vista em perspectiva do dispositivo da Figura 21 com as paredes laterais dobradas para baixo e o capuz dobrado para cima; a Figura 30 é uma vista em seção transversal que mostra o dispositivo da Figura 21 inserido no lugar em um paciente; a Figura 31 é uma vista lateral de uma outra modalidade da presente invenção; a Figura 32 é uma vista de topo da modalidade mostrada na Figura 31; a Figura 33 é uma vista posterior da modalidade mostrada na Figura 31; a Figura 34 é uma vista em seção transversal tomada ao longo da linha A-A da Figura 31 e olhando-se da traseira para a dianteira da modalidade mostrada na Figura 31; a Figura 35 é uma vista frontal da modalidade mostrada na Figura 31; a Figura 36 é essencialmente a mesma que a Figura 31 e foi provida para mostrar a posição da linha de corte B-B; a Figura 37 é uma vista em seção transversal tomada ao longo da linha B-B da Figura 36 e olhando-se a partir da dianteira em direção à traseira da máscara; a Figura 38 é uma vista frontal da máscara laringeal mostrada na Figura 35, mas com o capuz removido; a Figura 39 é uma vista de topo da máscara laringeal mostrada na Figura 32, mas com o capuz removido; a Figura 40 é uma seção transversal através de uma máscara laringeal de acordo com uma outra modalidade da presente invenção; e a Figura 41 é uma vista em seção transversal de uma máscara laringeal convencional.
DESCRIÇÃO DETALHADA DOS DESENHOS
Será compreendido que os desenhos anexados são providos para mostrarem as modalidades preferidas da invenção. É para ser compreendido que a invenção não deve ser considerada como estando limitada a todos os recursos mostrados naqueles desenhos.
Com referência, agora, às Figuras 1 a 6, as quais mostram várias vistas do dispositivo 10 de acordo com a presente invenção, pode ser visto que o dispositivo 10 inclui uma máscara 12. Um tubo de via aérea 14 é conectado a ou formado com a máscara, de modo que a extremidade distai do tubo de via aérea se abra para a cavidade de via aérea 16 que ê formada no lado de laringe da máscara. O tubo de via aérea 14 pode ser um tubo macio, flexível. Alternativamente, ele pode ser um tubo rígido que foi conformado para facilitar a inserção e o posicionamento do dispositivo na posição apropriada no paciente. O tubo de via aérea 14 permite que gases sejam providos para a laringe e a traquéia quando o dispositivo tiver sido apropriadamente inserido no paciente. O gás que é provido para a laringe e a traquéia pode compreender gases anestésicos, gases enriquecidos com oxigênio ou um gás de ventilação ativa. O lado de laringofaringe da máscara inclui uma superfície superior na forma de um capuz 18. Por todo este relatório descritivo, o termo "superior" será usado para uma referência ao lado de laringofaringe da máscara e o termo "inferior" será usado para se referir ao lado de laringe da máscara. O lado de laringofaringe da máscara também inclui paredes laterais viradas para cima 20, 22. Como mais bem visto na Figura 6, as paredes laterais viradas para cima 20, 22 incluem uma porção de parede que se estende a partir de uma borda mais externa da máscara 12. Estas porções de parede se estendem em uma direção que é sempre a partir do lado de laringe da máscara e em direção â parte interna da máscara. Estas porções de parede são designadas na Figura 6 pelos números de referência 24 e 26.
Como pode ser visto melhor a partir da Figura 6, as paredes laterais 28, 30 continuam para fora até a borda mais externa da máscara e, então, continuam para cima para as porções de parede 24, 26. Assim sendo, as porções de parede 24, 26 em conjunto com a parede interna da cavidade de via aérea 16 definem as cavidades 32, 34. Por conveniência, as cavidades 32, 34 a partir deste ponto serão referidas como "cavidades de fluido".
Como mais bem mostrado nas Figuras 1, 2, 3 e 5, as paredes laterais viradas para cima 20, 22 da parte superior da máscara são significativamente mais baixas do que as extremidades longitudinais 36, 38 da máscara. Isso talvez possa ser descrito ao se dizer que as porções de parede 24, 26, as quais constituem as porções de parede superiores das paredes laterais viradas para cima 20, 22 não continuam para as extremidades longitudinais da máscara. Desta forma, uma abertura ou um espaço 40 é provido na extremidade distai da máscara 12. De modo similar, uma abertura 42 é provida na extremidade próxima da máscara 12. As aberturas 40, 42 estão em comunicação de fluido com as cavidades de fluido 32, 34. Desta maneira, os fluidos podem fluir a partir da extremidade distai 40 para a extremidade próxima 42 da máscara através da abertura 40, das cavidades de fluido 32, 34 e da abertura 42. De modo similar, um tubo gástrico ou um outro tubo pode ser passado através da abertura 42, através de uma das cavidades de fluido 32, 34, através da abertura 40 e inserido no esôfago de um paciente para se atingir o estômago. As cavidades de fluido 32, 34 estão em comunicação de fluido uma com a outra.
As Figuras 2 a 6 mostram uma região 44 delineada por uma seção pontilhada. A região 44 pode ser considerada como compreendendo a porção periférica da máscara. Será apreciado que a porção periférica 44 é uma porção conformável resiliente que é conformada de modo que a máscara forme um selo com a laringe quando a máscara estiver apropriadamente posicionada na laringofaringe do paciente. A porção periférica também define cavidades de fluido 32, 34 e aberturas 40, 42 para, desse modo, se permitir uma comunicação de fluido entre a laringofaringe e o esôfago, quando a máscara estiver apropriadamente inserida na laringofaringe. O dispositivo 10 mostrado nas Figuras 1 a 6 também é provido com dois tubos de fluido 46, 48. Os tubos de fluido 46, 48 se abrem em sua extremidade distai para as cavidades de fluido 32, 34. Desta forma, qualquer fluido que foi coletado nas cavidades de fluido 32, 34 pode ser removido por uma sucção aplicada a um ou a ambos os tubos de fluido 46, 48. É especialmente preferido que um dos tubos de fluido 46, 48 seja afixado a uma fonte de sucção e o outro dos tubos de fluido 46, 48 é afixado a uma fonte de gás de pressão positiva ou simplesmente se permitindo uma ventilação para a atmosfera. Dessa forma, quando uma sucção é aplicada a um dos tubos de fluido 46, 48, o ar flui para baixo para o outro dos tubos 46, 48, para desse modo se impedir o acúmulo de sucção nas vizinhanças do lado superior da máscara, enquanto ainda se permite que o fluido seja retirado do lado superior da máscara. Este recurso ajuda na prevenção do tecido mole do esôfago e da laringofaringe de ser succionado para e bloquear a abertura 40 ou as cavidades de fluido 32, 34, o que pararia a remoção de fluido do lado superior da máscara. A porção periférica da máscara, em particular as porções de parede 24, 26, pode ser provida com orifícios adicionais 50, 52, 54, 56 de modo a se melhorar a eficiência de remoção de fluido do lado superior da máscara quando em uso. Os orifícios adicionais podem ser de qualquer formato e de qualquer tamanho desejado. 0 número, o tamanho e o formato dos orifícios podem variar, sem se desviar do escopo da presente invenção. 0 capuz 18 também pode ser provido com orifícios 58, 60, 62, 64. Em uso, um lubrificante pode ser colocado naqueles orifícios, de modo a se ajudar na colocação da máscara em posição. Os orifícios do capuz também podem permitir que as porções de parede da porção periférica da máscara se movam mais livremente com o capuz e o piso.
Finalmente, com respeito às Figuras 1 a 6, será apreciado que o tubo de via aérea 14 e os tubos de fluido 46, 48 são mostrados em uma forma truncada. No dispositivo real, o tubo de via aérea 14 e os tubos de fluido 46, 48 são significativamente mais longos do que o mostrado nas Piguras 1 a 6, Isto é mostrado mais claramente na Figura 7.
Voltando-nos, agora, para a Figura 7, a qual mostra o dispositivo 10 apropriadamente inserido na laringofaringe LP do paciente, pode ser visto que o tubo de via aérea 14 e os tubos de fluido 46, 48 são de comprimento suficiente para que se estendam para fora da boca M do paciente. O tubo de via aérea 14 pode ser provido com um conector em sua extremidade próxima para se permitir que ele seja conectado a uma fonte de gases, tais como gases anestésicos. Os tubos de fluido 46, 48 podem ser providos com conectores apropriados para se permitir que um ou ambos deles sejam conectados a uma fonte de vácuo. Contudo, como indicado acima, é preferido que apenas um dos tubos de fluido 46, 48 seja conectado a uma fonte de vácuo, enquanto o outro é simplesmente deixado ventilar gases atmosféricos para o lado de laringofaringe da máscara.
De modo a se inserir a máscara 12 em posição na laringofaringe LP, os orifícios 58, 60 no capuz 18 têm um lubrificante adequado colocado neles. A máscara 12 então é deformada para um formato que permitirá que ela seja inserida através da boca M e para baixo pela laringofaringe LP. Uma vez que a máscara 12 tenha atingido a laringofaringe LP, ela se expande devido à resiliência e à capacidade de conformação da porção periférica da máscara. Como a porção periférica da máscara 12 é resiliente e conformavel, ela se conforma de modo que forme um selo com o topo da laringe L. Desta forma, o ingresso de um fluido estranho na laringe L durante um procedimento cirúrgico é evitado. Isto reduz dramaticamente ou mesmo evita o risco de sucos gástricos ou outros fluidos estranhos entrarem pela laringe L e pela traquéia T, o que de outra forraa resultaria na aspiração dos fluidos estranhos para os pulmões. Será apreciado que o selo com a laringe é obtido sem a máscara 12 entrar na laringe. A extremidade distai 36 da máscara 12 se estende para a parte superior do esôfago 0. Como mostrado na Figura 7, isto resulta na abertura 40 na extremidade distai da máscara 12 estar em comunicação de fluido com o esôfago 0. De modo similar, a abertura 42 na extremidade próxima da máscara 12 se abre para a laringofaringe e, portanto, uma comunicação de fluido é provida entre o esôfago e a laringofaringe no lado de laringofaringe da máscara. Quaisquer sucos gástricos que se acumulem próximo da extremidade superior do esôfago 0 podem ser removidos, em virtude da sucção aplicada a um dos tubos de fluido 46, 48. A Figura 8 mostra uma vista expandida de uma modalidade ligeiramente diferente da invenção em relação àquela mostrada na Figura 6. Por conveniência, recursos que sejam comuns entre a Figura 6 e a Figura 8 serão designados pelos menos números de referência. Como mostrado na Figura 8, o capuz 18 é conectado ao piso 66 da cavidade de via aérea 16 por um conector 68. 0 conector 68 pode ser formado como uma alma integralmente formada que se estende ao longo do comprimento substancial do capuz 18. Alternativamente, o conector 68 pode compreender uma alma ou uma série de projeções separadas que são unidas ao piso 66 da cavidade de via aérea 16. A junção pode ser obtida pelo uso de soldagem por impulso, pelo uso de um adesivo adequado ou por quaisquer outros meios de junção adequados conhecidos por aqueles versados na técnica.
As porções de parede superior 24, 26 podem ser providas com fendas 70, 72 sob as quais âncoras 74, 76 que são formadas abaixo do capuz 18 podem se assentar e encaixar. Desta forma, as extremidades externas do capuz 18 são mais firmemente mantidas em posição. A Figura 9 mostra uma vista similar àquela da Figura 8, mas de uma outra modalidade da presente invenção. Para facilidade de conveniência de descrição, os recursos na Figura 9 que são comuns aos recursos da Figura 8 serão designados pelos mesmos números de referência. Como pode ser visto a partir da Figura 9, esta modalidade difere daquela da Figura 8 pelo fato de um capuz distinto não ser usado na modalidade da Figura 9. Ao invés disso, a parte superior 78 do lado de laringofaringe da máscara é formada pelas extensões de porções de parede 24, 26, que são subsequentemente unidas, por exemplo, por soldagem ultra-sônica ou pelo uso de um adesivo adequado, ao piso 66 da cavidade de via aérea 16. Não apenas isso remove a necessidade do capuz 18, mas também resulta em cavidades de fluido 32, 34 serem formadas como canais. Em contraste, nas modalidades mostradas nas Figuras 6 e 8, as cavidades de fluido 32, 34 são parcialmente formadas para se sobreporem entre o capuz 18 e as porções de parede 24, 26.
As Figuras 10 e 11 mostram uma outra modalidade que geralmente é similar àquela mostrada na Figura 9. Novamente, os recursos em comum entre as Figuras 9, 10 e 11 são denotados pelos mesmos números de referência. A diferença principal entre a modalidade da Figura 10 e a modalidade da Figura 9 é que a modalidade da Figura 10 é de uma razão de aspecto mais larga e geralmente mais plana. Uma vista lateral da modalidade da Figura 10 é mostrada na Figura 11.
As Figuras 12 e 13 mostram ainda uma outra modalidade da presente invenção. Por conveniência, os recursos nas Figuras 12 e 13 que são comuns aos recursos da Figura 10 são denotados pelos mesmos números de referência. A modalidade da Figura 12 difere da modalidade da Figura 11 pelo fato de os canais que definem as cavidades de fluido 32, 34 serem formados pela afixação da parte superior das porções de parede 24, 26 às respectivas partes do piso 66 da cavidade de via aérea 16 em posições localizadas longe da linha de centro do piso 66 da cavidade de via aérea 16. Em particular, a extremidade de porção de parede 24 é afixada ao piso 66 no ponto 80 (na realidade, a extremidade da porção de parede 24 é afixada ao longo de uma linha 80 ao piso da cavidade de via aérea 66) . De modo similar, a extremidade de porção de parede 26 é afixada ao piso 66 de cavidade de via aérea 16 ao longo da linha 82. A Figura 13 mostra claramente a linha de afixação 80. A Figura 14 mostra uma outra vista da Figura 1, mas parcialmente em seção transversal. Em particular, na Figura 14, uma parte de capuz 18 foi removida e uma parte de porção de parede virada para cima 24 e da porção de parede associada 26 foram removidas. Isto permite que a extremidade distai 84 do tubo de fluido 48 seja vista claramente. A abertura na extremidade distai 84 do tubo de fluido 48 normalmente está posicionada sob a parede virada para cima 22 e a porção de parede associada 26. Isto permite a remoção de sucos gástricos e outros fluidos estranhos do lado de laringofaringe da máscara 12, sem o risco de a extremidade distai do tubo de fluido 48 se tornar bloqueada por tecidos do esôfago sendo succionados para o tubo.
De modo similar, a Figura 14 mostra que um tubo de esôfago pode ser passado através da abertura 42, ao longo de uma das cavidades de fluido 32, 34 e para fora da abertura 40 para, desse modo, permitir que um tubo de esôfago seja passado para o esôfago, se requerido.
As Figuras 15 e 16 mostram o dispositivo 10 da presente invenção no formato em uso que é provável que seja adotado, quando ele é inserido no espaço de laringofaringe. Como pode ser visto a partir destas figuras, as aberturas próximas de extremidade distai 40, 42 são mantidas, como o são as cavidades de fluido 32, 34.
As Figuras 17 a 19 mostram outras modalidades alternativas da presente invenção. Nas Figuras 17 a 19, as cavidades de fluido 32, 34 e as aberturas associadas 40, 42 são formadas da mesma forma como descrito para as modalidades mostradas nas Figuras 1 a 16. Contudo, a superfície superior da máscara é grandemente mudada nas Figuras 17 a 19. Em particular, na Figura 17, o lado superior da máscara compreende uma pluralidade de projeções 86. Estas projeções são adequadamente resilientes e conformáveis para se permitir que a máscara seja inserida na laringofaringe e para se espaçar apropriadamente a porção periférica da máscara da parede de laringofaringe, de modo a se garantir que um selo seja obtido na abertura da laringe. As projeções 86 podem ser, por exemplo, uma pluralidade de cerdas.
Na Figura 18, a parte superior da máscara é formada por vários membros tubulares 88. Novamente, estes membros tubulares servem para se posicionar apropriadamente a porção periférica da máscara em relação à parede de laringofaringe.
Na Figura 19, o lado superior da máscara 12 ê formado por um material de esponja 90.
As Figuras 21 a 30 mostram uma modalidade alternativa da presente invenção, a qual inclui uma porção distai que se estende longitudinalmente. Esta modalidade da invenção tem vários recursos em comum com as modalidades mostradas nas Figuras 1 a 16. Por conveniência e brevidade, os recursos nas Figuras 21 a 29 que são comuns às Figuras 1 a 16 serão denotados pelo mesmo número de referência e não precisarão ser descritos adicionalmente. O dispositivo das Figuras 21 a 30 difere do dispositivo das Figuras 1 a 16 pelo fato de ele ainda incluir uma porção que se estende longitudinalmente 120 na extremidade distai da máscara. Ele ainda difere da modalidade mostrada nas Figuras 1 a 6 pelo fato de o capuz 18 ser soldado de forma ultra-sônica ao teto da cavidade 16. A porção que se estende longitudinalmente compreende duas paredes laterais 122, 124 (vistas melhor na Figura 27) que são unidas por um piso comum 126. Cada parede 122, 124 inclui uma série de nervuras 128, 130. As partes de membrana 132 se estendem as nervuras para a formação das paredes laterais. A construção das paredes laterais 122, 124 ao incorporarem a pluralidade de nervuras e membranas permite que a porção que se estende longitudinalmente 120 seja comprimida ou dobrada como mostrado na Figura 23, para se facilitar a inserção do dispositivo na via aárea de um paciente. Uma vez que o dispositivo tenha sido apropriadamente inserido, a porção que se expande longitudinalmente 120 pode se expandir para sua posição expandida. Isto é mostrado na Figura 30. Na Figura 30, pode ser visto que a porção estendida longitudinalmente 120 se estende para a parte superior do esôfago O.
Como pode ser visto nas Figuras 21 a 28, a porção que se estende longitudinalmente 120 tem uma extremidade aberta 134. A extremidade aberta 134 está em comunicação de fluido com as cavidades 32, 34, A porção que se estende longitudinalmente, como mostrado nas Figuras 21 a 30, se projeta para o esôfago superior para permitir um acesso melhorado a qualquer ácido que possa se acumular no esôfago. 0 formato da porção que se estende longitudinalmente 120 (e sua resiliência) também ajuda a manter a abertura na extremidade distai da máscara aberta, o que também melhora o acesso a qualquer ácido que possa se acumular ou coletar no esôfago. A Figura 29 mostra o aparelho das Figuras 21 a 28 com a periferia externa da máscara dobrada para baixo e o capuz da máscara dobrado para cima. Como pode ser visto, o piso da porção que se estende longitudinalmente 120 é unido à superfície superior da máscara 12. De modo similar, o capuz 18 é unido ao longo do flange 136 à superfície superior da máscara 12. A parede 22 mostrada na Figura 29 foi dobrada para baixo. Como pode ser visto, a parede 22 é formada a partir de uma parede em formato de borboleta que tem abas 22a e 22b separadas por um espaço 22c. 0 formato de borboleta da parede 22 permite uma maior conformidade da máscara ao esôfago, desse modo se obtendo um selo melhor através do topo da traquéia. Também pode ser visto que os tubos 46 e 48 têm uma fenda que se estende ao longo do seu comprimento para a porção. Esta fenda foi projetada para se fazer a fabricação dos tubos facilmente com uma matriz única. Em uso, as posições próximas destas fendas são fechadas para se evitar uma perda de sucção na parte distai. 0 fechamento da parte próxima da fenda será obtido pela cobertura usada durante a afixação da extensão do tubo de respiração para isso. Será apreciado que os tubos podem ser fabricados sem uma fenda, apenas se necessário, para se ter parte da parte distai da fenda que está dentro da cavidade para ser aberta. Em uso, as respectivas fendas são posicionadas abaixo da parede 22 (quando a parede 22 está em sua posição apropriada). Esta fenda evita que uma sucção excessiva seja aplicada no ponto de extremidade de cada tubo e também ajuda na remoção de quaisquer sucos ácidos os quais podem se coletar nas cavidades da máscara. A máscara mostrada nas Figuras 21 a 30 pode ser submetida a várias variações. Em particular, a porção que se estende longitudinalmente 120 é mostrada como tendo uma fenda ou um espaço ao longo de seu comprimento superior. Será apreciado que a porção que se estende longitudinalmente 120 pode ter uma superfície superior fechada. De fato, a porção que se estende longítudínalmente pode ser formada a partir de um tubo corrugado, o qual pode ser comprimido para inserção no paciente e estendido quando apropriadamente inserido. A porção que se estende longítudinalmente também pode ser afixada à máscara 12 em um ponto ou uma região superior. A porção que se estende longitudinalmente 120 também pode ser feita com uma série de dobras, de modo a se obter uma ação tipo de sanfona.
As Figuras 31 a 40 mostram várias vistas de uma máscara laringeal de acordo com uma outra modalidade da presente invenção. A máscara laringeal mostrada nas Figuras 31 a 39 tem vários recursos em comum com a máscara laringeal mostrada nas Figuras 21 a 29. Por conveniência e brevidade de descrição, recursos iguais receberão os mesmos números de referência e uma descrição adicional destes recursos não precisa ser provida. A diferença principal entre a modalidade mostrada nas Figuras 31 a 39 e a modalidade mostrada nas Figuras 2 a 29 é que a extremidade próxima da máscara indicada pelo número de referência 200 é formada com uma curvatura, como mostrado. Em particular, a curvatura começa aproximadamente na região indicada pelo número de referência 200 e o tubo de via aérea 14 e os tubos de sucção 46, 48 se curvam geralmente para baixo, conforme eles forem estendidos a partir da máscara. Isto resulta na máscara em geral ter um perfil geralmente mais baixo do que a máscara mostrada nas Figuras 1 a 30. Isto resulta na máscara das Figuras 31 a 39 ser mais fácil de inserir no paciente. Isto é mostrado mais claramente por uma comparação da Figura 31 com a Figura 26 e por uma comparação da Figura 33 com a Figura 27.
No uso das máscaras laringeais convencionais, foi descoberto que elas podem ser difíceis de inserir na via aérea, já que elas tendem a se mover para cima uma vez que passem pelo palato mole. Em contraste, a máscara mostrada nas Figuras 31 a 39 é muito mais fácil de inserir, já que a curvatura na extremidade próxima da máscara, mais particularmente, a curvatura nos tubos que saem da parte próxima da máscara, tende a mover a máscara para a via aérea uma vez que tenha passado do palato mole durante uma inserção.
As Figuras 38 e 39 também mostram detalhes da máscara com o capuz removido por clareza. 0 formato e a extensão das paredes superiores 24, 26 são claramente mostrados nas Figuras 38 e 39, como o são as fendas 70, 70a, 72, 72a que ajudam na manutenção do capuz em posição. 0 dispositivo de acordo com a presente invenção também pode não ter qualquer capuz e, assim, será apreciado que o capuz é um recurso preferido da invenção. Assim, o dispositivo mostrado nas Figuras 38 e 39 pode ser usado como mostrado. A Figura 40 mostra uma vista em seção transversal de uma máscara de acordo com a presente invenção na posição inserida. Na Figura 40, a letra de referência E se refere à epiglote do paciente. Outros recursos da modalidade mostrada na Figura 40 que são comuns à modalidade mostrada nas Figuras 1 a 39 foram referidos pelo uso de números de referência iguais àqueles usados nas Figuras 1 a 39. A modalidade mostrada na Figura 40 inclui uma depressão 16 que se abre para o espaço laringeal. A depressão 16 inclui uma região de largura ou diâmetro reduzido, como mostrado pela seta 210, e uma região de largura ou diâmetro aumentado, como mostrado pela seta 212. Assim, o formato da depressão 16 define recessos 214, 216, como mostrado. Se a epiglote se tornar virada para baixo, como mostrado por E na Figura 40, as regiões 214, 216 impedem uma obstrução da via aérea causada pela ação da epiglote virada, desse modo se garantindo que a via aérea permaneça aberta. Em contraste, a máscara laringeal convencional 220 como mostrado na Figura 41 tem uma depressão 222 que não inclui tais recessos e, portanto, a epiglote E pode bloquear a via aérea. A máscara laringeal convencional 220 mostrada na Figura 41 também inclui um manguito inflável 224.
Retornando à Figura 40, a altura da depressão 16 (Por exemplo, a altura da depressão variando de 31 até a seta 216) e a resiliência do material a partir do qual a máscara é construída resultam na manutenção da máscara na profundidade da cavidade de via aérea e na manutenção da pressão contra as áreas circundantes da laringe, para se garantir que um selo contra o ingresso de suco gástrico na laringe seja obtido e permitir que uma ventilação de pressão positiva da via aérea ocorra. A Figura 40 também mostra várias projeções elevadas, em particular porções semi-esféricas elevadas 240, 242, 244, 246. Estas projeções minimizam o contato entre as bordas superiores das porções de parede 22, 24, e o lado inferior do capuz 18. Isto atua para a minimização do contato entre as camadas e assegura um movimento relativo entre as camadas durante a inserção da máscara. O dispositivo da presente invenção tem várias vantagens em relação aos dispositivos competitivos comercialmente disponíveis. Em particular, o dispositivo da presente invenção acaba com a necessidade de se ter um manguito inflado ou colar para a formação de um selo com a abertura da laringe. Ao invés disso, o dispositivo da presente invenção usa uma porção periférica da máscara que é feita a partir de um material conformável maleável que é conformado para a formação de um selo com a laringe. Ao se evitar o uso de um manguito inflãvel ou colar, não é necessário prover um tubo piloto para inflação nem prover uma válvula de uma via para se permitir uma inflação enquanto se evita uma deflação. 0 dispositivo da presente invenção, ao incluir uma porção periférica que define pelo menos uma cavidade para a provisão de comunicação de fluido entre a laringofaringe e o esôfago, quando a máscara está apropriadamente inserida na laringofaringe, permite que o fluido escoe livremente entre o esôfago e a laringofaringe. Isso permite que qualquer fluido seja removido do lado de laringofaringe da máscara. Isto permite que a máscara seja usada de uma forma de modo que um acúmulo de fluido em torno do lado de laringofaringe da máscara possa ser evitado, o que remove a possibilidade de ameaça â vida da aspiração de fluidos estranhos para os pulmões a ser evitada.
Ainda, diferentemente dos dispositivos existentes presentemente disponíveis comercialmente, há uma comunicação contínua entre a laringofaringe e o esôfago em todos os momentos. Isto permite que o dispositivo da presente invenção lide com qualquer jato de fluido como um fluido em excesso que pode correr através de cavidades de fluido na máscara a partir de sua abertura de extremidade distai, através das cavidades de fluido e para a nasofaringe e para a boca ou a cavidade nasal. Os fluidos em excesso também podem ser succionados para fora daquelas áreas ou eles podem correr para fora da boca ou das narinas.
Se uma alta sucção for aplicada ao tubo de sucção, é improvável que se torne bloqueado ao se tomar afixado à parede da faringe, já que o tubo de sucção termina dentro das cavidades de fluido. A existência de um tubo de ventilação, na forma de um tubo de fluido que tem permissão para ventilar para a atmosfera, mantém a cavidade a uma pressão atmosférica em todos os momentos. 0 dispositivo da presente invenção ê simples e barato de se fabricar e pode ser feito com ou sem uma tubulação de sucção ou uma ventilação.
Em algumas modalidades da presente invenção, partes do dispositivo que entram em contato com a parte superior da laringe ou da parede da laringofaringe podem ser feitas a partir de ou cobertas com um material de esponja para a redução da pressão aplicada à parte superior da laringe e à parede de laringofaringe. 0 dispositivo da presente invenção pode ser usado em vários procedimentos. 0 dispositivo pode ser usado durante procedimentos de gastroscopia, já que o gastroscópio pode ser passado através da cavidade de fluido sem dificuldade, estetoscópios de esôfago ou tubos de sucção gástrica também podendo ser facilmente passados através das cavidades de fluido.
Em casos de envenenamento ou em casos de um paciente inconsciente em que há uma necessidade de uma lavagem gástrica, um tubo gástrico de orifício grande pode ser introduzido e a via aérea do paciente mantida com sucesso ao mesmo tempo, usando-se o dispositivo da presente invenção. 0 dispositivo também pode ser usado em ressuscitamentos e ventilação de pressão positiva, com o ar em excesso ventilado, ao invés da inflação do estômago através do esôfago. Em todos os casos, a presença das cavidades na máscara provendo um percurso de fluxo de fluido a partir do esôfago para a laringofaringe permite que os fluidos facilmente escapem, já que as cavidades proveem um percurso de fluxo de resistência relativamente baixa para o exterior. A porção periférica, pelo menos, da máscara é feita de um material conformável resiliente. Esses materiais tem uma propriedade de "memória de formato", por meio da qual se eles forem deformados e a força de deformação for removida, eles tentam de novo readquirir seu formato inicial. Esta propriedade de memória de formato permite uma fácil inserção da máscara e, uma vez inserida, permite que a máscara forme um selo com a abertura da laringe e mantenha as cavidades de fluido em uma condição aberta. Ainda, conforme a máscara se expande para preencher o espaço de laringofaringe após uma inserção, as forças aplicadas â máscara mantêm a cavidade de via aérea no centro do espaço e se opondo à laringe. Isso assegura que os gases sejam apropriadamente enviados para a laringe. Como um benefício adicional, como as bordas laterais opostas da máscara são empurradas separadas uma da outra quando inseridas, isto impõe uma força nas paredes da laringofaringe, desse modo tendendo a centralizar a máscara e mantê-la em posição.
Os materiais adequados para uso na feitura da máscara ou da porção periférica da máscara incluem cloreto de polivinila, polímeros de vinila, elastômeros termoplásticos e outros elastômeros. Esta lista não é exaustiva e a presente invenção envolve o uso de qualquer material adequado que seja resiliente e conformãvel e adequado para uso em aplicações medicas.
Em uma outra modalidade, a porção periférica pode ser feita na forma de um arranjo tipo de sanfona ou na forma de uma série de nervuras, como mostrado na Figura 20. Na Figura 20, a qual mostra a parte inferior da periferia externa da máscara, uma série de nervuras 100 é formada na periferia externa 20. Estas nervuras permitem que o formato da periferia externa seja deformado para inserção em um paciente, enquanto se retém a capacidade de a periferia externa apropriadamente se conformar ao formato da laringofaringe quando inserida. Será apreciado que um outro formato pode ser usado na porção periférica da máscara para a obtenção do mesmo resultado, e a presente invenção envolve esses formatos.
Será compreendido que a invenção mostrada e definida aqui se estende a todas as combinações alternativas de dois ou mais dos recursos individuais mencionados ou evidentes a partir do texto ou dos desenhos. Todas estas combinações diferentes constituem vários aspectos alternativos da invenção. O precedente descreve modalidades da presente invenção e modificações, óbvias para aqueles versados na técnica podem ser feitas nela, sem se desviar do escopo da presente invenção.

Claims (28)

1. Dispositivo (10) para manutenção de uma via aérea em um paciente, caracterizado pelo fato de compreender uma máscara (12), a máscara (12) tendo uma porção periférica conformável resiliente (44) conformada de modo que a máscara (12) forme um selo com a laringe, quando a máscara (12) for posicionada na laringofaringe, a porção periférica (44) da máscara (12) definindo uma cavidade (32, 34) para a provisão de uma comunicação de fluido entre a laringofaringe e o esôfago, quando a máscara (12) estiver inserida na laringofaringe, e um tubo de via aérea (14) conectado a ou formado com a máscara (12) para a passagem de gás para a laringe, quando a máscara (12) estiver apropriadamente inserida na laringofaringe.
2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a porção periférica (44) da máscara (12) compreender uma borda virada para cima, a referida borda virada para cima definindo a cavidade.
3. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de a porção periférica (44) da máscara (12) incluir uma porção de parede (20,22) que se estende a partir de uma borda lateral da máscara a partir do lado de laringe da máscara (12) e para dentro em relação à borda externa da máscara (12) .
4. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de a porção de parede (20, 22) incluir uma outra porção interna (28, 30) que se estende a partir da borda lateral da máscara e em direção ao lado de laringe da máscara.
5. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de a porção periférica (44) incluir uma porção dobrada para trás (20,22) que se dobra para trás sobre uma borda lateral da máscara para, desse modo, formar a cavidade (32,34), a porção dobrada para trás (20,22) se estendendo ao longo de uma parte de uma borda lateral da máscara.
6. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de a cavidade (32,34) compreender duas cavidades que se estendem ao longo de bordas opostas da máscara (12).
7. Dispositivo, de acordo a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de a cavidade (32,34) ser formada por um ou mais canais formados em ou fazendo parte da porção periférica (44) da máscara (12).
8. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de um ou mais canais terem extremidades abertas que se fundem em uma borda virada para cima da porção periférica (44) da máscara (12).
9. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de a máscara (12) ter um lado de laringe e um lado de laringofaringe e o lado de laringofaringe ser provido com um membro de contato para contato com uma parede da laringofaringe, quando a máscara estiver inserida, o referido membro de contato espaçando a porção periférica (44) da máscara (12) da parede de laringofaringe para, desse modo, facilitar a formação de um selo com a laringe.
10. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de o membro de contato compreender um capuz (18) conectado a ou formado com a máscara (12).
11. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de o capuz (18) ter bordas que se estendem sobre a porção periférica da máscara.
12. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de o membro de contato compreender uma ou mais projeções (86) que se estendem a partir do lado de laringe da máscara (12).
13. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo fato de a máscara (12) ainda incluir um tubo de fluido (46,48) se abrindo para a cavidade, o tubo de fluido (46,48) se estendendo a partir da máscara (12), o tubo de fluido (46,48) sendo adaptado para a remoção de fluidos a partir do lado de laringofaringe da máscara (12), em uso.
14. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de o tubo de fluido (46,48) ter uma saída distai localizada na periferia da máscara (12).
15. Dispositivo, de acordo a reivindicação 13 ou 14, caracterizado pelo fato de a máscara (12) ser provida com dois tubos de fluido (46,48) em comunicação de fluido com duas cavidades.
16. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pelo fato de os tubos de fluido (46,48) serem de comprimento suficiente para se permitir que eles sejam conectados a uma fonte de vácuo ou a uma fonte de ar de ventilação.
17. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 16, caracterizado pelo fato de o lado de laringe da máscara (12) definir uma depressão (16) e o tubo de via aérea (14) estar em comunicação de fluido com a depressão (16).
18. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de a depressão (16) no lado de laringe da máscara (12) ser definida por uma parede interna da máscara (12) e a parede interna ter uma região de largura relativa aumentada e uma região de largura relativa diminuída, de modo que a região de largura relativa aumentada defina um recesso na depressão (16) , quando a máscara (12) for inserida, o referido recesso provendo uma região de folga entre a parede interna e a epiglote do paciente.
19. Dispositivo, de acordo a reivindicação 17 ou 18, caracterizado pelo fato de a depressão (16) no lado de laringe da máscara (12) ser definida por uma parede interna da máscara (12) e a parede interna da máscara (12) ser disposta para facilitação da manutenção da profundidade da depressão de via aérea e para manutenção de uma pressão contra as áreas circundantes da laringe para manutenção do selo contra o ingresso de sucos gástricos na laringe e para se permitir uma ventilação de pressão positiva da via aérea.
20. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 19, caracterizado pelo fato de a porção distai da máscara (12) incluir uma porção que se estende longitudinalmente (36) que, em uso, se estende para o esôfago, a referida porção que se estende longitudinalmente (36) estando em comunicação de fluido com a cavidade.
21. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de a porção que se estende longitudinalmente (36) se estender para a porção superior do esôfago.
22. Dispositivo, de acordo a reivindicação 20 ou 21, caracterizado pelo fato de a porção que se estende longitudinalmente (36) ser conformada para orientação de uma extremidade distai da cavidade para uma posição aberta.
23. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de a porção que se estende longitudinalmente (36) compreender uma passagem que tem uma abertura ao longo de uma parte superior da mesma.
24. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de a porção que se estende longitudinalmente (36) compreender uma porção tubular.
25. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 20 a 24, caracterizado pelo fato de a porção que se estende longitudinalmente (36) compreender uma porção sanfonada (120) que pode ser dobrada para cima ou colapsada para facilitar a inserção da máscara (12) em um paciente e para se mover para uma posição expandida, uma vez inserida.
26. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 25, caracterizado pelo fato de a porção sanfonada (120) incluir uma pluralidade de nervuras, um tubo corrugado ou uma pluralidade de linhas de dobra.
27. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 20 a 26, caracterizado pelo fato de a porção que se estende longitudinalmente (36) ser uma extensão longitudinal da porção periférica (44) da máscara (12).
28. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 27, caracterizado pelo fato de a tubulação próxima da máscara ser conformada para ter uma curvatura que se estende a partir de próximo da extremidade próxima da máscara (12) e em uma direção para longe da máscara (12).
BRPI0413239A 2003-08-01 2004-07-30 dispositivo para manutenção de uma via aérea em um paciente BRPI0413239B1 (pt)

Applications Claiming Priority (3)

Application Number Priority Date Filing Date Title
AU2003904025A AU2003904025A0 (en) 2003-08-01 2003-08-01 Laryngeal mask
AU2004900835A AU2004900835A0 (en) 2004-02-20 Laryngeal Mask
PCT/AU2004/001011 WO2005011784A1 (en) 2003-08-01 2004-07-30 Laryngeal mask

Publications (2)

Publication Number Publication Date
BRPI0413239A BRPI0413239A (pt) 2006-10-03
BRPI0413239B1 true BRPI0413239B1 (pt) 2015-11-17

Family

ID=34117150

Family Applications (1)

Application Number Title Priority Date Filing Date
BRPI0413239A BRPI0413239B1 (pt) 2003-08-01 2004-07-30 dispositivo para manutenção de uma via aérea em um paciente

Country Status (13)

Country Link
US (2) US7997274B2 (pt)
EP (1) EP1660162B1 (pt)
JP (2) JP4884218B2 (pt)
KR (1) KR101079961B1 (pt)
BR (1) BRPI0413239B1 (pt)
CA (1) CA2534380C (pt)
DK (1) DK1660162T3 (pt)
EA (1) EA008028B1 (pt)
IL (1) IL173487A (pt)
MX (1) MXPA06001317A (pt)
NO (1) NO20060893L (pt)
NZ (1) NZ545234A (pt)
WO (1) WO2005011784A1 (pt)

Families Citing this family (68)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
US7357845B2 (en) * 1997-04-10 2008-04-15 Cookgas, L.L.C. Methods of making laryngeal masks
US8631796B2 (en) 1997-04-10 2014-01-21 Cookgas, L.L.C. Laryngeal mask
NZ545234A (en) * 2003-08-01 2008-11-28 Kanag Baska Laryngeal mask
US10549055B2 (en) * 2005-03-25 2020-02-04 Airguard, Llc Medical apparatus with hypopharyngeal suctioning capability
US20070023051A1 (en) * 2005-07-30 2007-02-01 Cook Daniel J Inflatable airways with pressure monitoring devices
US7900632B2 (en) 2006-08-18 2011-03-08 Cookgas, L.L.C. Laryngeal mask with esophageal blocker and bite block
US7780900B2 (en) 2006-09-15 2010-08-24 Cookgas, Llc Methods of forming a laryngeal mask
US7784464B2 (en) 2006-09-15 2010-08-31 Cookgas, Llc Laryngeal mask
US8413658B2 (en) * 2006-10-13 2013-04-09 Andrea R. Williams Oral airway for endoscopic and intubating procedures
GB0620862D0 (en) * 2006-10-20 2006-11-29 Smiths Group Plc Laryngeal mask assemblies
EP1938855A1 (en) * 2006-12-29 2008-07-02 Ti-Li Chang Laryngeal mask airway without inflating
GB0701315D0 (en) * 2007-01-24 2007-03-07 Smiths Group Plc Medico-surgical devices
US7934502B2 (en) 2007-05-11 2011-05-03 Cookgas, Llc Self-pressurizing supraglottic airway
NZ583938A (en) * 2007-08-30 2012-02-24 Kanag Baska Improved laryngeal mask
KR100934116B1 (ko) * 2007-08-31 2009-12-29 주식회사 메디와이드 구강 치료용 보조장치 및 이를 포함하는 유니트 체어
GB0810446D0 (en) 2008-06-06 2008-07-09 Laryngeal Mask Company The Ltd Laryngosocpe
CH699987A1 (de) * 2008-11-27 2010-05-31 Deltona Innovations Ag Larynxmaske mit einem Stutzen.
CH699986A1 (de) 2008-11-27 2010-05-31 Deltona Innovations Ag Larynxmaske mit Oesophagealdurchgang.
GB0903654D0 (en) * 2009-03-03 2009-04-15 Laryngeal Mask Company The Ltd Artificial airway device
BRPI1010295A2 (pt) 2009-04-08 2016-03-22 Kanag Baska aprimoramentos em uma máscara laríngea.
US8434488B2 (en) * 2009-06-08 2013-05-07 Covidien Lp Endotracheal tube with dedicated evacuation port
KR20120070559A (ko) 2009-07-06 2012-06-29 우메데이스 리미티드 인공 기도
EP2560719B1 (en) * 2010-02-27 2018-07-04 King Systems Corporation Laryngeal tube
CN102985131B (zh) 2010-04-28 2016-06-29 金伯利-克拉克环球有限公司 用于递送siRNA的医疗装置
CA2797204C (en) 2010-04-28 2018-06-12 Kimberly-Clark Worldwide, Inc. Device for delivery of rheumatoid arthritis medication
AU2011311255B2 (en) 2010-04-28 2015-10-08 Sorrento Therapeutics, Inc. Method for increasing permeability of an epithelial barrier
RU2570280C2 (ru) 2010-04-28 2015-12-10 Кимберли-Кларк Ворлдвайд, Инк. Композитная матрица микроигл, содержащая на поверхности наноструктуры
CN103180003A (zh) * 2010-08-23 2013-06-26 卡纳格·巴斯卡 增强插入型喉罩
GB201016562D0 (en) 2010-10-01 2010-11-17 Laryngeal Mask Company The Ltd Artificial airway device
ES2695043T3 (es) * 2010-10-15 2018-12-28 Teleflex Life Sciences Unlimited Company Dispositivo de vía respiratoria artificial
CA2817482C (en) 2010-11-12 2018-10-30 Wolfe Tory Medical, Inc. Atomizer for nasal therapy
JP6242687B2 (ja) 2011-02-02 2017-12-06 ウメダス、リミテッドUmedaes Limited 改良型人工気道
GB2489258A (en) * 2011-03-22 2012-09-26 Donald Munro Miller Supra-laryngeal device which seals against the pharynx
GB2489407A (en) 2011-03-23 2012-10-03 Donald Munro Miller Laryngeal mask and tracheal tube airway devices
EP2716319B1 (en) 2011-05-31 2020-04-22 National University Corporation Okayama University Laryngeal mask
US20170246439A9 (en) 2011-10-27 2017-08-31 Kimberly-Clark Worldwide, Inc. Increased Bioavailability of Transdermally Delivered Agents
BR112014009713A2 (pt) 2011-10-27 2017-04-18 Kimberly Clark Co administração transdérmica de agentes bioativos de alta viscosidade
GB201120628D0 (en) 2011-11-30 2012-01-11 Laryngeal Mask Company The Ltd Endoscopy device
US9622683B2 (en) * 2012-07-11 2017-04-18 Financial Consultants Llc Device for evacuating and/or monitoring gas leaking from a patient during surgery or anesthetization
CN102908704A (zh) * 2012-10-31 2013-02-06 南昌贝欧特医疗设备有限公司 喉罩
GB201314631D0 (en) 2013-08-15 2013-10-02 Teleflex Life Sciences Endoscopy device
US9956367B1 (en) 2014-01-06 2018-05-01 Yang Sun Laryngascope free airway device
SG2014011720A (en) * 2014-02-10 2015-09-29 Craig Wight Ronald An airway management device and method of manufacture
ES2544026B1 (es) * 2014-02-25 2016-05-31 Medcom Flow S A Dispositivo para presión positiva continua
AU2015230679B2 (en) * 2014-03-12 2019-11-28 Kanag Baska Improved laryngeal mask
US9463296B2 (en) * 2014-04-01 2016-10-11 Michael S. Stix Laryngeal mask with piriform-fossa conduit
CN105214188B (zh) * 2015-11-09 2017-07-28 汤立 多管腔喉罩
US20170232215A1 (en) * 2016-02-11 2017-08-17 John Zannis Oral airway
KR101864515B1 (ko) 2016-12-28 2018-06-04 대구가톨릭대학교산학협력단 진정하 내시경 시술을 위한 후두마스크 기도확보기
AU201714823S (en) 2017-02-27 2017-10-12 Teleflex Life Sciences Unlimited Co Laryngeal mask airway device
US20190046748A1 (en) * 2017-08-11 2019-02-14 Aaron McClellan Ilma assembly having divided sheath
US10314995B2 (en) 2017-08-17 2019-06-11 Yang Sun Endotracheal intubation and supraglottic airway device
CN111587134B (zh) * 2018-01-12 2023-06-23 纳林尼·瓦迪维鲁 具有喉咽抽吸能力的医疗设备
US11426548B2 (en) 2018-05-11 2022-08-30 Gary Zhou Combined laryngeal-bronchial lung separation system
US10441735B1 (en) 2018-05-11 2019-10-15 Gary Zhou Combined laryngeal-bronchial lung separation system
CN108671346B (zh) * 2018-05-24 2024-07-05 无锡圣诺亚科技有限公司 定位吸痰喉罩
GB2576021B (en) 2018-08-01 2022-05-11 Blue Bean Medical Ltd An airway device
GB2576019B (en) * 2018-08-01 2022-10-19 Blue Bean Medical Ltd An airway device
US11583647B2 (en) 2019-02-20 2023-02-21 Gary Zhou Multi-channel flexible laryngeal mask airway device
EP3698836A1 (en) * 2019-02-25 2020-08-26 Visual Oxy, S.L. Laryngeal mask
CN110652642B (zh) * 2019-10-30 2024-11-15 安徽探索医疗器械科技有限公司 三腔可冲洗鱼嘴型喉罩气道导管
CN110811521B (zh) * 2019-11-26 2025-05-16 安徽探索医疗器械科技有限公司 胃镜检查治疗可吸引喉罩气道导管及胃镜检查装置
CN110787349A (zh) * 2019-11-26 2020-02-14 安徽探索医疗器械科技有限公司 三腔可弯曲冲洗喉罩气道导管
CN111905212A (zh) * 2020-09-17 2020-11-10 安徽探索医疗器械科技有限公司 喉罩
CN111905211A (zh) * 2020-09-17 2020-11-10 安徽探索医疗器械科技有限公司 喉罩
WO2022187909A1 (en) * 2021-03-12 2022-09-15 Medeco Pty Ltd Laryngeal mask airway
CN113413521A (zh) * 2021-06-22 2021-09-21 福建省立医院 一种应用于气管导管的智能管理方法及系统
KR102797872B1 (ko) * 2022-12-23 2025-04-21 주식회사 이엑스케어 기도유지기

Family Cites Families (29)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
US499538A (en) * 1893-06-13 Theodore haswell
US4351330A (en) * 1978-01-30 1982-09-28 Scarberry Eugene N Emergency internal defibrillation
US4198970A (en) * 1978-09-11 1980-04-22 Raymond Luomanen Airway for drainage of the nasopharynx
GB2111394B (en) 1981-12-16 1985-09-11 Archibald Ian Jeremy Brain Artificial airway device
GB2229367A (en) * 1989-03-22 1990-09-26 Archibald Ian Jeremy Brain Artificial airway device
US5038766A (en) * 1989-11-08 1991-08-13 Parker Jeffrey D Blind orolaryngeal and oroesophageal guiding and aiming device
US5241956A (en) * 1992-05-21 1993-09-07 Brain Archibald Ian Jeremy Laryngeal mask airway with concentric drainage of oesophagus discharge
GB9411215D0 (en) * 1994-06-04 1994-07-27 Brain Archibald Ian Jeremy A fibreoptic intubating laryngeal mask airway
US5878745A (en) * 1996-03-01 1999-03-09 Brain; Archibald I.J. Gastro-laryngeal mask
GB9606012D0 (en) * 1996-03-22 1996-05-22 Brain Archibald Ian Jeremy Laryngeal mask with gastric-drainage feature
US5623921A (en) * 1996-04-10 1997-04-29 Kinsinger; J. William Laryngeal mask airway and method for its use
US5937860A (en) * 1997-04-10 1999-08-17 Cook; Daniel J. Laryngeal mask
US6079409A (en) * 1997-07-25 2000-06-27 Brain; Archibald Ian Jeremy Intubating laryngeal mask
GB9817537D0 (en) 1998-08-13 1998-10-07 Brain Archibald Ian Jeremy A laryngear mask airway with mutually independant laterally-placed ultra-flexible eastric access/discharge and airway tubes
US6119695A (en) * 1998-11-25 2000-09-19 Augustine Medical, Inc. Airway device with provision for lateral alignment, depth positioning, and retention in an airway
US20020014238A1 (en) * 1999-02-12 2002-02-07 Robert F. Kotmel Method and apparatus for removing collected secretions from cuffed ventilation tube in a patient's trachea
US6705318B1 (en) * 1999-04-09 2004-03-16 Archibald I. J. Brain Disposable LMA
US7712467B2 (en) * 1999-04-14 2010-05-11 Vital Signs, Inc. Artificial airway device and method of its use
US6390093B1 (en) * 1999-04-14 2002-05-21 Vital Signs, Inc. Artificial airway device and method of its use
US6631720B1 (en) * 1999-10-07 2003-10-14 Archibald I. J. Brain Laryngeal mask with large-bore gastric drainage
US6689062B1 (en) * 1999-11-23 2004-02-10 Microaccess Medical Systems, Inc. Method and apparatus for transesophageal cardiovascular procedures
GB2364644A (en) 2000-07-15 2002-02-06 Donald Munro Miller A streamlined liner of the pharygeal airway (SLIPA)
US6546931B2 (en) * 2000-12-13 2003-04-15 Future Top Medical Environment Technic, Co., Ltd. Supraglottic airway structure specifically used for anesthesia
US7040322B2 (en) * 2001-11-08 2006-05-09 Fortuna Anibal De Oliveira Combination artificial airway device and esophageal obturator
US7204252B2 (en) * 2001-12-21 2007-04-17 Eidon, Llc Surface energy assisted fluid transport system
GB0218868D0 (en) 2002-08-14 2002-09-25 Nasir Muhammed A Improved airway management device
RU2336910C2 (ru) * 2003-04-11 2008-10-27 Амбу А/С Ларингоскопическая маска и способ ее изготовления
NZ545234A (en) * 2003-08-01 2008-11-28 Kanag Baska Laryngeal mask
US7806119B2 (en) * 2003-08-14 2010-10-05 Intersurgical Uab Airway device

Also Published As

Publication number Publication date
US20060180156A1 (en) 2006-08-17
JP2007533337A (ja) 2007-11-22
JP2011229926A (ja) 2011-11-17
EP1660162B1 (en) 2019-05-15
CA2534380C (en) 2012-03-06
EA200600350A1 (ru) 2006-08-25
EA008028B1 (ru) 2007-02-27
KR20060052963A (ko) 2006-05-19
HK1093927A1 (en) 2007-03-16
US7997274B2 (en) 2011-08-16
EP1660162A4 (en) 2011-12-21
US20110265800A1 (en) 2011-11-03
DK1660162T3 (da) 2019-07-29
BRPI0413239A (pt) 2006-10-03
IL173487A0 (en) 2006-06-11
JP5380491B2 (ja) 2014-01-08
CA2534380A1 (en) 2005-02-10
IL173487A (en) 2014-09-30
KR101079961B1 (ko) 2011-11-04
MXPA06001317A (es) 2006-08-23
EP1660162A1 (en) 2006-05-31
WO2005011784A1 (en) 2005-02-10
US8714159B2 (en) 2014-05-06
NO20060893L (no) 2006-05-02
NZ545234A (en) 2008-11-28
JP4884218B2 (ja) 2012-02-29

Similar Documents

Publication Publication Date Title
BRPI0413239B1 (pt) dispositivo para manutenção de uma via aérea em um paciente
JP6585209B2 (ja) 人工気道装置
US10478576B2 (en) Laryngeal mask
ES2214878T3 (es) Un dispositivo de aire con mascara laringea.
AU2016208394B2 (en) Artificial airway device
ZA200600941B (en) Laryngeal Mask
JP2000152995A (ja) 薄型人工気道装置
AU2004260552B2 (en) Laryngeal mask
HK1093927B (en) Laryngeal mask

Legal Events

Date Code Title Description
B06A Patent application procedure suspended [chapter 6.1 patent gazette]
B09A Decision: intention to grant [chapter 9.1 patent gazette]
B16A Patent or certificate of addition of invention granted [chapter 16.1 patent gazette]

Free format text: PRAZO DE VALIDADE: 10 (DEZ) ANOS CONTADOS A PARTIR DE 17/11/2015, OBSERVADAS AS CONDICOES LEGAIS.

B21F Lapse acc. art. 78, item iv - on non-payment of the annual fees in time

Free format text: REFERENTE A 14A ANUIDADE.

B24J Lapse because of non-payment of annual fees (definitively: art 78 iv lpi, resolution 113/2013 art. 12)

Free format text: EM VIRTUDE DA EXTINCAO PUBLICADA NA RPI 2473 DE 29-05-2018 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDA A EXTINCAO DA PATENTE E SEUS CERTIFICADOS, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013.