BRPI0418533B1 - implantes do canal do tarso - Google Patents

implantes do canal do tarso

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BRPI0418533B1
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Abstract

implantes do canal do tarso um sistema de prótese de artroerose (endortose) que compreende um implante do canal do tarso com a finalidade de bloquear o movimento anormal entre o talo e calcâneo, ao mesmo tempo que permite o movimento e alinhamento normais. numa modalidade preferida, o dispositivo protético é composto de um polímero grau médico especializado, não metálico, (polieteretercetona-peek) que é uma combinação de um tronco de cone reto e um cilindro que se estende axialmente que é canelado e parcialmente estruturado sobre a superfície exterior.

Description

"Implantes do canal do tarso” Relatório Descritivo Esta invenção relaciona-se com um equipamento médico para intensificar e corrigir a mecânica do esqueleto. Mais especificamente, esta invenção relaciona-se com a correção de certas deformidades de alinhamento de osso que prejudicam a mecânica bípede favorável. A pronação excessiva (hiperpronação) é causada pelo movimento anormal entre dois ossos do pé: o osso do tornozelo (talo) e o osso do calcanhar (calcâneo). Este movimento anormal pode, por fim, levar a desalinhamento anatômico tanto do modo proximal como do modo distai. O movimento anormal é devido a obliteração ou fechamento de um espaço de ocorrência natural (seio) formado entre o talo e calcâneo.
Este seio é referido anatomicamente como o canal do tarso. Em condições anatômicas, o canal do tarso fica localizado antes da articulação subtalar e posterior à articulação talocalcãneo-navicular. Como será descrito com maior detalhe abaixo, a articulação subtalar é formada pela faceta talar posterior do calcâneo e a faceta calcaneal posterior do talo. A articulação talocalcâneonavicular é formada pela faceta calcaneal mediana e anterior do talo e a faceta talar mediana e anterior do calcâneo.
Falando de modo geral, quando um bípede humano estiver caminhando ou correndo, o talo da pessoa atua como um “conversor de torcjue” para transferir o peso do corpo para o pé. Esta transferência de peso é realizada via movimento da articulação subtalar, que é principalmente o movimento do talo sobre o calcâneo. A mecânica normal da articulação subtalar produz um movimento tri-planar - movimento através de todos os três planos anatômicos. Este movimento consiste na supinação e pronação. A pronação acontece quando o talo se move medianamente (para dentro), anteriormente (para diante) e plantarmente (inferiormente). A supinação ocorre quando o talo se desloca lateralmente (para fora), posteriormente (para trás) e dorsalmente (para cima). Normalmente, deveria existir aproximadamente uma relação de dois para um da supinação para pronaçâo.
Algumas pessoas sofrem como resultado do movimento anormal da articulação subtalar. Isto é freqüentemente chamado de pronaçâo excessiva ou, mais especificamente, hiperpronação. A pa-tomecânica da hiperpronação leva a efeitos danosos significativos para a arquitetura óssea do talo e calcâneo tanto do modo proximal como do modo distai. A hiperpronação é definida pelo desvio talar excessivo medianamente (para dentro), anteriormente (para diante) e plantarmente (para baixo). A hiperpronação é detectada e diagnosticada pelo exame físico do pé, tanto exame sem portar peso como portando peso, assim como também pela avaliação radiográfica do pé. O exame da hiperpronação sem portar peso é realizado aplicando pressão na região da quinta cabeça metatarsiana do pé para dorsiflexionar o pé (empurrar o pé em direção à frente da canela) e, se o pé virar para fora, a hiperpronação está presente. No exame portando peso, a pessoa fica de pé e o examinador observa tanto a pronaçâo como a supinação da articulação subtalar. Normalmente o pé deveria estar numa posição “neutra”, que não é pronada nem supinada. Se o pé estiver numa posição pronada, enquanto o peso total estiver no pé, o pé é considerado hiperpronado. A avaliação radiográfica da hiperpronação é vista examinando a vista anterior-posterior portando peso (da parte superior para a inferior) e a vista lateral (lado). Estas duas projeções mostram a relação do talo com os outros ossos do pé. Se o talo estiver desviado medianamente (para dentro) e/ou anteriormente (para diante) e/ou plantarfletido (para baixo), a hiperpronação deslocada está presente, Os implantes anteriores têm sido projetados para inserção no canal do tarso numa tentativa de tratar desordens do pé. Neste, um projeto incluía um implante em forma de cogumelo com um espigão que protraia a partir da parte inferior. O implante era seguro no lugar inserindo o espigão num orifício perfurado no dorso do calcâneo. Infelizmente, a perfuração pode debilitar o calcâneo e frequentemente resultou em fratura direcionada ou final. Além disso, o espigão do implante é sujeito a fratura, que, sem dúvida, leva novamente ao fracasso do procedimento. Também os procedimentos cirúrgicos necessários para a implantação são um pouco sujeitos a erro médico.
Noutro projeto previamente conhecido, um implante é filamentado sobre uma superfície exterior e atarraxado no canal do tarso. Este implante é normalmente composto de polietileno de peso molecular elevado, infelizmente, este dispositivo só pode ser esterilizado a gás, Isto permitiu que o dispositivo se deformasse sob a pressão da compressão a que é sujeito sob a condição pós-operação normal. Além disso, era difícil posicionar com precisão o dispositivo corretamente dentro do canal do tarso.
Ainda noutro projeto, um implante cilíndrico feito de uma liga de titânio é rosqueado sobre uma superfície exterior. Todavia, este implante apenas corrige uma parte da deformidade, ao passo que ambas as partes laterais e medianas do canal do tarso necessitam de correção. Além disso, um implante de titânio é muito mais duro do que a matéria óssea circundante. Isto pode levar ao desgaste e/ou deformação do osso. Além disso, é exigida fluoroscopia, a fim de verificar a posição, o que expõe um paciente a radiação. O procedimento para inserção exige duas incisões separadas no aspecto mediano e lateral do pé e requer uma modelagem abaixo do joelho durante duas semanas pós-operação. Finalmente, o implante é tornado disponível numa série de tamanhos. Estes implantes variam de tamanho, um a partir do próximo, por incrementos específicos. Os intervalos nesta série podem levar a subcorreção e sobrecorreção. Não se pretende que os problemas sugeridos no procedimento sejam exaustivos, mas, em vez disso, estão entre muitos que podem tender a reduzir a efetividade dos implantes do canal do tarso conhecidos no passado. Outros problemas de monta podem também existir; porém, aqueles apresentados acima devem ser suficientes para demonstrar que os implantes de canal do tarso previamente conhecidos admitirão melhoramentos que valem a pena.
Objetivos da Invenção É um objetivo geral da invenção obviar a limitações na correção da mecânica anormal do pé do tipo previamente descrito.
Um objetivo da invenção é assegurar o movimento adequado do pé por estabilização do movimento entre o talo e calcâneo. É um objetivo correlacionado da invenção assegurar que tanto os aspectos medianos como laterais destes ossos sejam estabilizados.
Outro objetivo da invenção é bloquear a hiperpronação entre o talo e calcâneo, ao mesmo tempo que permite o movimento normal do pé.
Um objetivo adicional desta invenção é corrigir o desali-nhamento, tanto do modo proximal como do modo distai, do talo e calcâneo.
Outro objetivo da invenção é proporcionar um implante que não se desgastará nem, com o passar do tempo, deforme talo e calcâneo.
Ainda outro objetivo da invenção é proporcionar um implante que não se desgastará nem deformará com o passar do tempo e, assim, falhará.
Outro objetivo é prover um implante que permanecerá no lugar sem procedimento separado de ancoragem.
Outro objetivo da invenção é um método de posicionar corretamente um implante no espaço entre os ossos do talo e do cal-câneo sem ter de verificar a posição correta com um fluoroscópio e, deste modo, expor o usuário a radiação.
Um objetivo adicional da invenção é proporcionar uma cirurgia menos invasiva para a inserção de um implante.
Um objetivo relacionado da invenção é prover um implante do canal do tarso sem exigir uma modelagem pós-operatória abaixo do joelho.
Breve Sumário da Invenção Uma modalidade da presente invenção que pretende realizar pelo menos alguns dos objetivos precedentes compreende bloquear o movimento da articulação subtalar com um dispositivo ortó-tíco colocado interiormente. Em termos médicos, esta modalidade compreende um sistema de implante de endortose artroerose subtalar. O implante é designado uma artroerose subtalar ou, mais especificamente, uma artroerose do canal do tarso que mantém o canal do tarso num alinhamento anatomicamente correto, permitindo que ocorra o movimento fisiológico normal, ao mesmo tempo que minimiza uma tendóencia para movimento anormal pré-operação. 0 implante do canal do tarso da presente invenção é geralmente formado em funil ou afunilado e adapta-se ao canal do tarso. O implante inclui um tronco de uma parte cônica reta, assim como também uma extensão integral, A parte de tronco é considerada a parte superficial ou lateral do implante e pode ser operavelmen-te posicionada dentro da região lateral ou do seio do canal do tarso. Um pequeno diâmetro da parte cilíndrica do implante é considerado o lado mediano do implante e ficará operavelmente posicionado dentro de um lado mais profundo do canal do tarso, o canal do tarso. A superfície do implante contém opcionalmente canais ou uma textura encrespada em regiões selecionadas. Estas regiões de superfície, numa modalidade preferida, interagirão com o tecido circundante. Esta interação aumenta a retenção mecânica entre a superfície do implante e o tecido circundante e, deste modo, ajuda a manter o implante numa posição anatômica adequada. O implante do canal do tarso da presente invenção é, de preferência, construído de um polímero de grau médico. A composição polimérica permitirá menos trauma para a superfície do osso externo, em comparação com um implante baseado em liga de metal. O implante tem opcionalmente um orifício perfurado através do seu eixo longitudinal (uma cânula) que permite a colocação precisa no canal do tarso via fio de guia ou cavilha dc guia.
Breve Descrição dos Desenhos Outros objetivos e vantagens da presente invenção tor-nar-se-ão evidentes a partir da seguinte descrição detalhada de modalidades preferidas tomadas em conjunto os desenhos anexos em que: a Figura 1 é uma vista dorsal da estrutura óssea do pé humano com um implante do canal do tarso in situ que mostra o eixo de rotação da articulação subtalar em relação à linha mediana; a Figura 2 é uma vista lateral da estrutura do osso do pé humano com um implante in situ que mostra o eixo de rotação da articulação subtalar em relação ao plano horizontal; a Figura 3 é uma vista em perspectiva de um implante do canal do tarso de acordo uma modalidade preferida da invenção; a] Figura 4 é uma visão lateral do implante do canal do tarso mostrado na Figura 3; a Figura 5 é uma vista terminal do implante do canal do tarso mostrado na Figura 3; a Figura 6 é uma vista em seção reta do presente implante do canal do tarso, tomada ao longo da linha da seção 6-6 na Figura 3; a Figura 7 é uma vista em corte separado, tomada na direção geral da seta “7” na Figura 2, do pé esquerdo com um implante do canal do tarso in situ; a Figura 8 é uma vista em corte separado tomada na direção geral da seta “8” na Figura 2, do pé esquerdo com o talo removido de modo a exibir a metade inferior do canal do tarso e um implante in situ de acordo com a presente invenção; e a Figura 9 é uma vista em corte separado tomada na direção geral da seta “9” na Figura 2, do pé esquerdo com o cal-câneo removido para exibir a metade superior do canal do tarso com um implante in situ numa posição anatômica correta.
Descrição Detalhada da Invenção Com referência, agora, aos desenhos, em que números semelhantes indicam as partes, a Figura 1 é uma representação es-quemática do pé do paciente com um implante do canal do tarso 100 colocado de acordo com uma modalidade preferida da invenção. Conforme descrito previamente, o implante opera por artroerose (bloqueio do movimento) da articulação subtalar do paciente. A articulação subtalar é a articulação entre o talo 102 superiormente e o cal-câneo 104 inferiormente. A Figura 1 também ilustra um eixo A-A do movimento da articulação subtalar que fica aproximadamente a 16 graus medidos a partir de um eixo da linha média B-B do pé humano. A Figura 2 representa o implante do canal do tarso 100, o talo 102 e o calcâneo 104 numa vista lateral. Também mostrado, o eixo C-C do movimento da articulação subtalar está a aproximadamente de 42 graus medido com respeito a um plano horizontal. A Figura 2 revela ainda as vistas da linha de visão “7”, “8” e “9” para as Figuras 7-9, respectivamente. A Figura 3 ilustra uma vista em perspectiva de um implante 100, que compreende um primeiro membro 106 com uma configuração de superfície exterior geralmente na forma de um tronco de um cone reto, Um tronco é a parte do cone circular reto que se situa entre uma base de cone circular e um plano paralelo à base que corta uma parte superior do cone. Um segundo membro 108 está longitudinalmente ligado ao membro de tronco 106 na extremidade menor. O segundo membro 108 é, de preferência, um cilindro com um diâmetro substancialmente igual ao diâmetro da extremidade pequena do membro de tronco 106. A Figura 3 também revela ura terceiro membro opcional 110, que é outro membro cilíndrico tendo um diâmetro substancialmente igual ao diâmetro da base do tronco 106. A Figura 4 é uma vista lateral de um implante, que ilustra os membros específicos que compõem um implante. O tamanho e a forma destes membros são preferentemente determinados como se segue, o primeiro membro 106 é projetado para se apoiar sobre a lateral da maioria dos aspectos do canal do tarso. (O início ou aspecto mais externo do canal do tarso. Ver as Figuras 7-9 descritas abaixo.) Numa modalidade preferida, o primeiro membro tem uma superfície exterior geralmente conformada em tronco cônico reto. A extremidade menor é igual em diâmetro ao segundo membro 108 e a extremidade maior é igual em diâmetro ao terceiro membro opcional 110. Em conjunto, estes membros formam, de preferência, uma superfície exterior maciça contínua. Conforme descrito abaixo, o primeiro membro 106 também desempenhará um papel no posicionamento correto do implante. 0 segundo membro 108 tem uma superfície exterior geralmente cilíndrica na forma de um diâmetro exterior aproximadamente igual ao da extremidade menor do primeiro membro (ou tronco) 106. Preferentemente adaptada sobre a superfície exterior do segundo membro está uma serie de um ou mais canais 112. Numa modalidade preferida, as superfícies com canais são adaptadas como um filamento contínuo. Além disso, porém, outras superfícies de ligação de tecido sâo encaradas como formas senoidais ou superfícies cilíndricas microporosas para promover interações com o tecido con-juntivo dentro do canal do tarso. O segundo membro 108 é projetado de modo a inserir-se na parte mediana estreita do canal do tarso, o canal do tarso. Notar novamente as Figuras 7-9 abaixo. O segundo membro provê as funções importantes de ancoragem do implante 100 no lugar e impedimento do colapso do canal do tarso. A formação de canais ou fios serve para ligar operavcl mente o tecido mole e ligamentos circundantes e, deste modo, ancorar firme e permanentemente o implante no lugar.
Ancorar o implante com canais ou fios é um aperfeiçoamento significativo dos métodos de ancoragem do estado da técnica. Por exemplo, outros implantes de bloqueio subtalar eram ancorados perfurando um orifício vertical no aspecto dorsal do calcâneo que forma o chão da parte externa do seio do canal do tarso. Isto leva a um problema de enfraquecimento e fratura do calcâneo. O diâmetro exterior do segundo membro 108 é selecionado de forma a ser suficientemente grande para impedir o colapso do canal do canal do tarso, mas, não tão grande que interfira com o movimento normal do pé. Numa modalidade preferida, é provido um conjunto de implantes tendo diâmetros externos do segundo membro situando-se entre 0,6 cm e 1,1 cm em incrementos de 0,10 cm. Para esta modalidade particular, o tamanho adequado é determinado como explicado abaixo em Procedimentos Cirúrgicos e Instrumentação. É tido em conta um terceiro membro opcional 110 que se prolonga para fora da extremidade maior do primeiro membro 106 (ou tronco) na forma geral de um cilindro. Em outras palavras, um membro cilíndrico 110 é conectado axialmente à base do tronco 106. Esta parte do implante é projetada de maneira a descansar na região mais externa (lateral) da implantação, apoiada na parte do seio do canal do tarso, ver particularmente a Figura 8.
Para estabilização adicional, a superfície exterior do membro 110 pode ser modificada para incorporar superfícies de ligação do tecido conforme acima descrito. Numa modalidade preferida, um ou canais mais periféricos 114 são adaptados na superfície exterior do membro 110, de forma a permitir o crescimento interno do tecido fibroso. Numa modalidade adicional, uma pluralidade de dois ou mais canais periféricos pode ser assim adaptada. O terceiro membro 110 não é geralmente afunilado. Tem aproximadamente o mesmo diâmetro exterior ao longo do seu comprimento inteiro como na base do tronco 106. Todavia, o terceiro membro pode ter também uma superfície exterior com um leve grau de afunilamento com o diâmetro ligeiramente maior no aspecto mais externo do implante. O terceiro membro 110 funciona (em conjunto com o primeiro membro) de modo a bloquear o desvio mediano e anterior do talo. Como resultado, o implante bloqueia a hiperpronaçâo do pé do usuário e, ao mesmo tempo, permite a flexão normal do pé do usuário. A fim de bloquear corretamente o movimento anormal, ao mesmo tempo que permite o movimento normal, o terceiro membro 110 deve ter um diâmetro externo cuidadosamente escolhido. Numa modalidade preferida, é provido um conjunto de implantes tendo diâmetros exteriores do terceiro membro variando desde 0,85 cm até 1,6 cm em incrementos de 0,15 cm. A Figura 5 ilustra uma vista da extremidade lateral de um implante. A extremidade lateral fica localizada na base do membro de tronco. Alternativamente, se um terceiro membro opcional estiver ligado, a extremidade lateral fica na extremidade livre do terceiro membro. Numa modalidade preferida, esta extremidade é provida de um recesso tendo uma forma geométrica selecionada. A Figura 5 ilustra um recesso de acionamento conformado TORX 118. O recesso é configurado de modo a aceitar a extremidade de uma ferramenta de inserção tendo um formato geométrico complementar. De preferência, a ferramenta seria inserida no recesso e usada para fazer avançar o implante para a posição, como explicado abaixo. Pode ser usada qualquer forma geométrica, de preferência, uma forma em que possa ser aplicado o torque máximo sem escorrcgamento. Exemplos de formatos apropriados incluem fendas retas (cabeçotes planos), cruciforme (cabeçotes PHILLIPS), hexagonais, POSIDRIVE, TORX, tipo Allen e outros. A Figura 6 é uma vista em seção reta de uma modalidade preferida do implante. A Figura 6 mostra uma cânula ou orifício longitudinal 116 que atravessa o comprimento inteiro do implante ao longo de um eixo longitudinal central. O orifício é adaptado para permitir a colocação do implante sobre uma guia, para facilitar a implantação cirúrgica adequada. O método de implantação é descrito abaixo.
Voltando, agora, para a Figura 7, ver a folha 4, esta Figura ilustra um pé esquerdo visualizado a partir da frente geralmente ao longo da linha de visão “7” na Figura 2. É mostrado um implante 100 junto com seções retas, tanto de um talo esquerdo 102 como de um calcâneo 104 esquerdo. Conforme explicado previamente, o implante fica corretamente posicionado, quando o membro de tronco contata o aspecto mais lateral do canal do tarso. Isto pode ser visto na Figura 7. O aspecto mais lateral do canal do tarso é a região em que o canal se estreita. A Figura 7 ilustra que, na região de estreitamento, um implante está em contato com o osso circundante. A Figura 7 também ilustra o segundo membro na extremidade mais profunda ou mediana do canal. A extremidade do segundo membro é mostrada em contato com o sulco do talo, como explicado acima. Outro método pelo qual se assegura o posicionamento adequado é inserir um implante até que a extremidade do segundo membro contate o sulco do talo. Este método pode ser usado separadamente ou em conjunto com o método acima. A Figura 8 ilustra em detalhe um implante 100 in situ visualizado a partir de acima, geralmente ao longo da linha de visão “'8” na Figura 2. São mostradas as estruturas do calcâneo 104 que definem a metade inferior do canal do tarso. O canal do tarso é posterior para (para trás) da articulação talocalcaneonavicular que inclui a faceta talar mediana 120 e anterior 122 do calcâneo 104. O canal do tarso é anterior (na frente de) à articulação subtalar, que inclui a faceta talar posterior 124 do calcâneo 104. A Figura 9 ilustra um implante 100 in situ visualizado de baixo, geralmente ao longo da linha de visão “9” na Figura 2. A Figura 9 revela as estruturas do talo 102 que definem a metade superior do canal do tarso. Estas estruturas são o complemento daquela ilustrada na Figura 8. O canal do tarso é posterior (atrás) à articulação talocalcâneonavicular que inclui a faceta calcaneal do meio 126 e anterior do talo 102. O canal do tarso é anterior (na frente de) à articulação subtalar que inclui a faceta calcaneal posterior 128 do talo 102. A presente invenção pretende proporcionar um implante de longo prazo com vida útil esperada variando desde um período de anos até um período de décadas. Além disso, a presente invenção pretende ser operavelmente um implante permanente; um que rara- mente ou, de preferência, nunca exija substituição durante a vida do usuário. Neste, o material selecionado de um implante 100 deve ser suficientemente mole, para impedir desgaste e deformação excessiva dos ossos circundantes, ocasionando efeitos colaterais indesejáveis, mas, concomitantemente, suficientemente durável, de forma que o implante propriamente não se desgaste nem deforme excessivamente e, por fim, falhe ou exija substituição prematura.
Voltando, agora, para as composições de que o implante é feito, numa modalidade preferida, um implante é completamente feito de uma única substância. A composição do implante compreende, de preferência, um polímero de grau médico apropriado para a inserção no corpo na medida em que é substancialmente inerte com respeito a reações químicas presentes no corpo e é improvável que resulte em reações adversas, infecções, reações imunológicas adversas, tais como reações ou rejeição alérgicas. Ainda outra modalidade preferida é um polímero de grau médico adequado pra implantação de longo prazo ou permanente, conforme definido acima. É presentemente encarado que a composição do implante compreenderá polímeros apropriados, tais como polietileno, polieteretercetona (PEEK), polietercetonacetona (PEKK), polimetil-metacrilato (PMMA), politetra-fluoretileno (PTFE), plásticos cristalinos, polioximetileno e DELRIN de peso molecular alto. A composição do implante não precisa ser uma única substância. Realmente encara-se que serão apropriadas composições que compreendem misturas de duas ou mais substâncias. As misturas apropriadas incluem combinações de fibras de polímeros dispersadas em resinas tais como DELRIN AF, uma mistura de fibras de PTFE uniformemente dispersadas em resina de acetal DELRIN. A pesquisa de polímeros resultou no desenvolvimento de pontuações de polímeros de grau elevado. Estes polímeros têm propriedades físicas que cobrem a faixa integral de propriedades (tais como durabilidade e dureza) a partir do metálico e plástico. Conse-qüentemente, tem-se em consideração que muitas outras composições serão apropriadas para uso com este implante, na medida em que estas composições têm as propriedades pretendidas.
Também é contemplado que podem ser combinadas múltiplas substâncias para formar um implante híbrido que combina as propriedades vantajosas de cada substância. Por exemplo, substâncias mais duráveis podem ser combinadas com substâncias mais flexíveis. Substâncias de elevado coeficiente de fricção podem ser combinadas com substâncias de baixo coeficiente de fricção. Estas substâncias podem ser colocadas em partes específicas do implante onde a propriedade correspondente é mais crítica. Alternativamente, as substâncias podem ser misturadas em conjunto numa relação uniforme através de todo o implante.
Também embora o processamento de imagens pós-operação (processamento de imagens fluoroscópicas, de ressonância magnética etc.) não seja necessário para a colocação adequada do implante, o processamento de imagens pode ser desejado com propósitos especiais. Nesses casos, pode ser embebida uma estrutura o-paca no implante ou adicionada uma substância opaca ao polímero para as finalidades de processamento de imagens. É importante notar que, em casos em que o osso que circunda o implante está protegido do desgaste, então, podem ser usados materiais mais duros, mais duráveis, incluindo ligas de metal. Por exemplo, técnicas biotecnológicas para estimular o crescimento de células de osso (osteogênese) e, deste modo, substituir regiões desgastadas de osso podem permitir o uso de materiais mais duros. Sem dúvida, se o implante é apenas exigido por pouco tempo, então, o material de que o implante é feito é menos crítico. Além disso, também pode ser usado qualquer material de implante do estado da técnica, se o paciente estiver disposto a renunciar às vantagens aci- ma relativamente ao uso de polímeros por qualquer razão.
No contexto desta invenção, termos tais como “geralmente formados”, “geralmente configurado na forma”, “geralmente configurado em cilindro” etc. pretendem indicar que o implante pode, mas não precisa de ser conformado de modo a ajustar-se a definições rígidas de geometria de sólidos para sólidos tais como “cilindros” e ”troncos de cone”.
Realmente, a fim de proporcionar um implante com o tamanho e formato adequados para cada paciente, é tida em consideração uma faixa de tamanhos e formas. Num extremo, é utilizado um “conjunto padrão” em que é pré-fabricado um conjunto de implantes de tamanhos e formatos de “consenso” e provido para prestadores de assistência de saúde e seus pacientes. Esta modalidade particular tem a vantagem de ser a mais uniforme e, portanto, a menos dispendiosa para o paciente.
No outro extremo, é encarado um “projeto personalizado” em que o tamanho e forma exatos são determinados apenas depois de medidas precisas, detalhadas, das dimensões internas do canal do tarso do paciente, Como resultado, as partes geralmente cilíndricas do implante podem ser afuniladas ou conformadas, se necessário; porém, a configuração cilíndrica geral permanecerá. Por razões semelhantes, o primeiro membro ou a parte geralmente no formato de tronco pode ser côncava ou convexa, consoante apropriado; todavia, permanecerá a configuração geral afunilada. Na realidade, com o método de projeto personalizado existem tantas formas e tamanhos diferentes quantos os pacientes. A modalidade de projeto customizado tem vantagens tais como o paciente receber uma quantidade precisa de correção artroerósica (grau de bloqueio do movimento a-normal) que podería ser crítica em casos especiais, por exemplo, atletas de elite, dançarinos e outros cujas ocupações põem esforços in-comuns sobre esta região.
Deste modo, o número real de tamanhos e formatos diferentes de implantes a serem fabricados dependerá em última instância de considerações econômicas. Se o custo for o fator predominante, então, será fabricado um número relativamente pequeno de implantes de diferentes tamanhos e formatos. Por outro lado, à medida que o ajuste de precisão se torna um fator mais dominante, então, o número de diferentes tamanhos e formatos disponíveis aumentará em conseqüência, talvez para um número muito grande.
Além do formato do implante global, a forma da transição entre o cilindro e o tronco também pode variar. Esta transição não precisa de ser abrupta, conforme representado, por exemplo, no implante 100 da Figura 4. (Notar a extremidade de transição relativamente aguçada entre o terceiro membro opcional 110 e o primeiro membro 106 e entre o primeiro membro 106 e o segundo membro 108). Em vez disso, a transição podería ser suave e gradual, não deixando nenhuma “extremidade” aguçada.
Procedimentos Cirúrgicos e Instrumentação A instrumentação deste sistema inclui um conjunto de dispositivos de sondagem canulados, um conjunto de implantes, uma ferramenta de inserção canulada e um fio de guia ou pino de guia. Numa modalidade preferida, os dispositivos de sonda tém um diâmetro variando desde 0,5 cm a 1,1 cm para corresponder ao implante de tamanho exigido para correção. Cada dispositivo de sonda é aumentado em diâmetro de 1 mm.
Os implantes do canal do tarso são providos, de preferência, num conjunto que varia de tamanho. Medindo desde o diâmetro exterior da parte estreita do implante (o segundo membro), o conjunto terá, de preferência, uma medida de 0,6 cm até 1,1 cm. O tamanho do implante deveria, de preferência, aumentar de 1 mm no diâmetro desde 0,6 cm até 1,1 cm, Uma ferramenta de inserção canulada também está in- cluída para fazer avançar o implante no canal do tarso. Numa modalidade preferida, a ferramenta de inserção funciona muito como uma chave de parafuso, conforme descrito abaixo.
Um procedimento de operação preferida consiste em fazer uma incisão linear de 1 cm a 2 cm acima do canal do tarso paralela às linhas de tensão da pele relaxada. A incisão é aprofundada via dissecação cega até o canal do tarso. O ângulo adequado ao longo do qual o implante é inserido no canal do tarso dos pacientes é, então, determinado com um dos dispositivos de sonda. O dispositivo de sonda canulado de 0,6 cm é inserido no canal do tarso a partir da dorsal distai lateral até o plantar proximal mediano até que seja apalpado saindo do aspecto mediano do canal do tarso. O ângulo do dispositivo de sonda é o ângulo adequado ao longo do qual o implante é inserido.
Uma guia (de preferência, um fio de guia ou um pino de guia) é, então, inserida na cânula do dispositivo de sonda e é deixada no lugar até o fim do procedimento. Começando com a sonda do menor diâmetro (0,6 cm), são inseridas sondas subseqüentes de tamanhas maiores acima da guia até que seja determinado o implante de tamanho apropriado.
Conforme notado acima, o implante 100 é canulado (a-daptado com um orifício ou cânula longitudinais centrais) 116, de forma que o implante possa ser colocado na guia seguida da ferramenta de inserção canulada. Através da ação da ferramenta de inserção, o implante é, então, avançado para o canal do tarso até que seja alcançada a colocação adequada. A colocação correta do implante ocorre quando o primeiro membro 106 contatar o aspecto mais lateral do canal do tarso. (O aspecto de início ou mais externo do canal do tarso). Ver os membros medianos dos implantes 100 nas Figuras 7-9. Alternativamente, a colocação pode ser alcançada quando o segundo membro 108 contatar o aspecto lateral do talo, o sulco do talo. Ver a extremidade do segundo membro (o membro pequeno) do implante 100 na Figura 7.
Numa modalidade preferida, o implante é avançado para a posição por rotação. O implante pode ser girado para a posição pelo uso de qualquer método convencional de aplicação de torque, incluindo o uso de ferramentas manuais e ferramentas acionadas. Numa modalidade preferida, a ferramenta de inserção é inserida num recesso na extremidade lateral do implante e é aplicado torque.
Depois de o implante estar complelamente inserido, a incisão é fechada. O método de fechamento da incisão é escolha do cirurgião.
Sumário das Vantagens Principais da Invenção Depois de ler e compreender a descrição precedente de modalidades preferidas da invenção, em conjunto com os desenhos ilustrativos, será observado que são obtidas várias vantagens distintas do presente sistema de implante.
Sem tentar descrever todas as características e vantagens desejáveis do implante e métodos associados, pelo menos algumas das vantagens principais da invenção são a estabilização de ambos os aspectos mediano e lateral do talo e calcâneo pelos segmentos correspondentes do implante em contato com estas regiões, o que resulta no bloqueio da hiperpronação do pé, ao mesmo tempo que permite o movimento normal.
Outra vantagem é a longa vida útil do implante. Quando o implante é feito do material correto, não desgastará os ossos circundantes nem se desgastará o implante.
Uma vantagem relacionada que também aumenta a vida do implante é a ancoragem permanente do implante por via dos canais periféricos e fios. A falha devida a escorregamento para fora da posição será rara ou ausente. Também os ossos circundantes per- manecem fortes em comparação com os procedimentos em que a ancoragem é realizada perfurando um orifício no calcâneo ou com o uso de outro métodos de ancoragem invasivos. Como resultado, são improváveis complicações originadas de ossos circundantes fracos.
Uma vantagem adicional ainda do sistema de implante é a capacidade de posicionar o implante com precisão sem irradiação. O implante está corretamente posicionado quando o implante contatar o aspecto mais lateral do canal do tarso ou o sulco do talo ou ambos. Deste modo, não há necessidade de fluoroscópio (e irradiação do pé do usuário) para verificar o posicionamento.
Outra vantagem do presente implante do canal do tarso é a correção primária da hiperpronação, talipe valgo, pé plano e outras deformidades relacionadas da parte frontal e posterior do pé. O implante também será usado para a correção secundária de males do crescimento, talas da canela, disfunção do tendão tibial posterior, fasciite plantar, halus abductovalgo, metatarso primus varas e éleva-tus, metatarso aducto, dedos do pé contraídos, andadura anormal, neuromas intermetarsais, assim como também ciãtica, dor patelofe-mural, desvio pélvico anterior do varo do joelho, lordose lombar etc.
Ainda outra vantagem é que o implante é inserido via procedimento minimamente invasivo e nenhuma modelagem é necessária a seguir ao procedimento, de forma que existe uma recuperação rápida.
Ao descrever a invenção, foi feita referência a modalidades preferidas. Aqueles qualificados na técnica e familiarizados com a revelação da presente invenção podem, porém, reconhecer adições, deleções, substituições, modificações e/ou outras mudanças que cairão dentro do campo da invenção conforme definida nas reivindicações seguintes.

Claims (9)

1 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, que compreende: um primeiro membro (106), que tem uma superfície exterior configurada na forma de um tronco cônico reto tendo uma parte de base circular e uma parte superior e sendo operável para inserção numa região do seio do canal do tarso do paciente; um segundo membro (108), conectado axialmente à parte superior do referido primeiro membro (106) e tendo uma superfície exterior configurada na forma de um cilindro e tendo um diâmetro exterior igual à parte superior do citado primeiro membro (106) e sendo operável para inserção numa região de canal do tarso do canal do tarso do paciente, caracterizado por que compreende um terceiro membro (110), conectado axialmente à base de dito primeiro membro (106) e tendo uma superfície exterior configurada na forma de um cilindro com um diâmetro exterior igual ao diâmetro da parte de base do referido primeiro membro (106) e sendo operável para inserção na região do seio do canal do tarso do paciente; em que os referidos primeiro (106), segundo (108) e terceiro (110) membros mantêm o citado canal do tarso num alinhamento anatomicamente correto e minimizam uma tendência para movimento anormal entre o talo e calcâneo do paciente, corrigindo deformidades na estrutura óssea do tornozelo do paciente.
2 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, de acordo com a Reivindicação, 1, caracterizado por que o referido terceiro membro (110) compreende ainda: pelo menos um canal periférico (114) adaptado em torno da superfície do referido terceiro membro (110) exterior para se ligar ao tecido circundante e permitir o crescimento interno do tecido fibroso para ancorar citado implante (100) dentro do canal do tarso do paciente.
3 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o referido implante (100) compreende ainda: uma superfície com canais adaptada na superfície do citado segundo membro (108) exterior para se ligar ao tecido circundante e permitir o crescimento interno do tecido fibroso, de modo a ancorar dito segundo membro (108) dentro da região de canal do tarso do canal do tarso do paciente.
4 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, de acordo com a Reivindicação 3, caracterizado por que o referido implante (100) compreende ainda: uma linha contínua adaptada na superfície do citado segundo membro (108) exterior para se ligar ao tecido circundante e permitir o crescimento interno do tecido fibroso, de modo a ancorar dito segundo membro (108) dentro da região de canal do tarso do canal do tarso do paciente.
5 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, de acordo com a Reivindicação 4, caracterizado por que o referido implante (100) compreende ainda: um recesso adaptado dentro de uma extremidade lateral do citado implante (100) e sendo configurado para aceitar uma ferramenta de forma que, quando a ferramenta for inserida no recesso, a ferramenta é operável para avançar o implante (100) para uma posição adequada.
6 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o referido implante (100) do canal do tarso é composto de uma composição que compreende: um polímero de grau médico apropriado para implantação no paciente sem reações adversas.
7 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o referido implante (100) do canal do tarso é composto de uma composição que compreende: um polímero selecionado do grupo que consiste em polie-tileno de, polioximetileno, DELRIN, polieteretercetona (PEEK), polie-tercetonacetona (PEKK), polimetilmetacrilato (PMMA) politetrafluore-tileno (PTFE) e DELRIN AF de peso molecular elevado.
8 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que compreende ainda: um orifício longitudinal (116), que atravessa o comprimento inteiro do implante (100) ao longo do eixo central longitudinal do implante (100) e adaptado para permitir a colocação do implante (100) sobre uma guia para facilitar a implantação cirúrgica adequada.
9 - Implante (100) do Canal do Tarso, para uso na correção do alinhamento anatômico da estrutura óssea do tornozelo do paciente, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que compreende ainda: o diâmetro exterior do referido segundo membro (108) está numa faixa de 0,6 cm a 1,1 cm.
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