BRPI0418741B1 - Method of distributing information contents received in data packages in the station sub-system based on mobile stations, wireless communication network system, and, mobile station for use in a wireless communication network - Google Patents
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Abstract
"método de distribuir conteúdos de informação recebidos em pacotes de dados no sub-sistema de estação base às estações móveis, sistema de rede de comunicação sem fio, e, estação móvel para o uso em uma rede de comunicação sem fio" em uma rede de comunicação sem fio (100) compreendendo um sub-sistema de estação base controlando pelo menos uma célula de rede (bsc 1, bts 1, célula 1; bsc 2, bts 2, célula 2, bts 3, célula 3, bts 4, célula 4), e em que o sub-sistema de estação base se comunica com estações móveis (ms 1, ms 2, ms 3, ms 5, ms 7) na célula por blocos de rádio, um método de distribuir conteúdos de informação recebidos em pacotes de dados no sub-sistema de estação base às estações móveis, incluindo: obter, partindo dos pacotes de dados, blocos de rádio (400) a serem transmitidos pela célula de rede; rotular os blocos de rádio com um primeiro identificador de ligação por rádio, identificar uma conexão lógica entre uma estação móvel e o sub-sistema de estação base (tfi 1); comunicar o primeiro identificador de ligação por rádio a uma primeira estação móvel (ms 1, ms 3, ms 5) na célula de rede; e no caso que pelo menos uma segunda estação móvel (ms 2, ms 7) na célula de rede pede para recebe? os conteúdos de informação, comunicar a ela o primeiro identificador de ligação por rádio. o método ademais inclui ter a primeira estação móvel e a pelo menos uma segunda estação móvel designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio (mfi1, mfi2, mel3, mfi5, mel7), a serem incluídos nos blocos de rádio.
Description
“MÉTODO DE DISTRIBUIR CONTEÚDOS DE INFORMAÇÃO RECEBIDOS EM PACOTES DE DADOS NO SUB-SISTEMA DE ESTAÇÃO BASE ÀS ESTAÇÕES MÓVEIS, SISTEMA DE REDE DE COMUNICAÇÃO SEM FIO, E, ESTAÇÃO MÓVEL PARA O USO EM UMA REDE DE COMUNICAÇÃO SEM FIO” A presente invenção relaciona-se geralmente ao campo de telecomunicações, e mais particularmente a redes de comunicação móveis sem fio, tais como redes de telefonia móveis, Especificamente, a invenção relaciona-se à distribuição de quantidades relevantes de dados, tais como conteúdos de informação de multimídia, para terminais de usuário móveis (por exemplo, telefones móveis) por uma rede de comunicação móvel sem fio.
Redes de telefonia móveis eram concebidas inicialmente para habilitar comunicações de voz, semelhantemente às Redes de Telefone Comutadas Públicas (PSTNs), por fios, mas entre usuários móveis.
Redes de telefonia móveis experimentaram uma enorme expansão, especialmente depois da introdução de redes celulares móveis de segunda geração, e particularmente redes celulares móveis digitais tais como aquelas obedecendo o padrão de Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM) (e suas contrapartes Norte-americanas e Japonesas).
Os serviços oferecidos por estas redes celulares além de comunicações de voz puras aumentaram rapidamente em número e qualidade; só para citar alguns exemplos, serviços de Sistema de Mensagem Curta (SMS) e Sistema de Mensagem de Multimídia (MMS), e serviços de conectividade pela Internet foram feitos disponíveis nos últimos poucos anos, Porém, estas redes celulares de segunda geração, embora satisfatórias para comunicação de voz, oferecem capacidades de troca de dados muito pobres.
Semelhantemente às PSTNs, redes celulares de segunda geração são na realidade redes comutadas por circuito; isto limita grandemente a largura de banda que pode ser alocada para um dado usuário. Pelo contrário, redes de comunicações de dados tais como redes de computadores e, entre elas, a Internet, adotam esquemas de comutação por pacote, que permitem taxas de transferência de dados muito mais altas.
Algumas soluções foram propostas para superar as limitações de redes celulares comutadas por circuito convencionais, tais como as redes de GSM, assim para habilitar usuários de terminais móveis a explorarem eficientemente serviços oferecidos pela Internet.
Uma das soluções que adquiriu uma popularidade significante é o Serviço de Rádio de Pacote Geral (brevemente, GPRS). O GPRS é uma tecnologia de telefone móvel digital compatível com redes de GSM (de fato, construídas na arquitetura de rede de GSM existente) que habilita a transferência de dados a uma velocidade mais alta que aquela permitida para GSM puro.
Essencialmente, o GPRS pode ser visto como uma extensão de GSM que suporta e habilita comunicação de dados baseada em pacotes.
Embora sistemas de comunicação sem fio de terceira geração tais como aqueles obedecendo o Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS) sejam mais promissores em termos de taxas de transferência de dados, o GPRS é uma solução imediata para aumentar as capacidades de troca de dados de redes de GSM já existentes, e está portanto ganhando uma popularidade crescente.
Em redes de comunicação de GPRS, o conteúdo de informação é transferido normalmente em uma modalidade de ponto a ponto (unidifusão), na ativação de uma sessão entre um telefone móvel de GPRS (ou estação móvel) e um provedor de serviço conectado a uma rede de dados de pacote, por exemplo um servidor conectado à Internet; a ativação de uma tal sessão envolve a instalação de conexões lógicas entre o servidor e o telefone móvel de GPRS.
Em tal modo de comunicação de ponto a ponto, os recursos de rádio a serem alocados para a troca de dados entre a rede de GPRS terrestre e as estações móveis de GPRS dependem do número de estações móveis diferentes explorando simultaneamente os serviços de GPRS, até mesmo se o mesmo serviço de GPRS estiver sendo explorado por dois ou mais usuários de estação móvel ao mesmo tempo. Claramente, isto limita a possibilidade de acessar simultaneamente serviços de GPRS disponíveis por vários usuários, a menos que os recursos de rádio estejam sobre-dimensionados.
Assim, seria desejável ter a possibilidade de entregar conteúdos de informação relacionados a um mesmo serviço de GPRS explorável por dois ou mais usuários de uma vez por um modo de transmissão de ponto para multiponto, economizando a quantidade de recursos alocados. O problema de radiodifúndir conteúdos de informação relativamente volumosos, tais como conteúdos de multimídia (áudio e/ou vídeo), para vários usuários de terminal móvel já foi enfrentado na arte.
Em particular, a Especificação Técnica de 3GPP (Projeto de Sociedade de 3a Geração) N° TS 23.246 ("Multimedia Broadcast/Multicast Service (MBMS); Architecture and Functional Description"), vó.1.0, dezembro de 2003, cujos ensinamentos estão incorporados aqui por referência, descreve a solução arquitetônica e funcionalidades para MBMS, A Especificação Técnica acima referida lida com os aspectos de "rede de núcleo", e não cobre os aspectos físicos de comunicações de rádio envolvidos na implementação de um MBMS.
Transmissão de Multidifusão em redes de GPRS também é tratada no Pedido Internacional N° WO 03/019840 A2. O método proposto nesse documento provê rotear por uma rede celular só uma única cópia de dados de multidifusão para uma pluralidade de estações móveis em uma célula; uma estação móvel de assinante virtual é emulada, que subscreve a um serviço de multidifusão e recebe os dados de multidifusão para a célula. As estações móveis reais que deveríam receber os dados de multidifusão são instruídas para escutarem, e conseqüentemente sintonizarem a um canal designado ao assinante virtual.
Observou-se que a implementação do método proposto não está livre de custos, porque envolve modificar de um modo significante os aparelhos de rede governando as comunicações de rádio. Em particular, elementos são precisados para emular a estação móvel virtual.
Além disso, observou-se que o método proposto mostra uma desvantagem adicional e mais severa: as estações móveis diferentes em uma célula que estão explorando um dado serviço de multidifusão são indistinguíveis para os aparelhos de rede, que são assim impossibilitados para endereçar informação a uma estação móvel específica.
Na opinião do Requerente, isto é uma limitação severa, por exemplo porque toma impossível implementar políticas eficientes de reconhecimento/não reconhecimento do conteúdo distribuído.
De acordo com uma submissão recentemente feita no Encontro GERAN2 #18, mantido em Phoenix, AZ, EUA, de 22 de março a 26 de março de 2004 (o texto de qual pode ser carregado do site da Internet ftp://ftp.3gpp.org/TSG_GERAN/WG2jprotocol_aspects/GERAN2_18bis_Ph oenix/Docs/G2-040286, intitulado "Common Feedback Channel for MBMS delivery", é proposto definir um Canal de Realimentação Comum (CFCH) pretendido para ser usado como um canal de realimentação, onde reconhecimentos negativos (nack) são enviados como salvas de acesso em tempos precisos. Mais especificamente, de acordo com os proponentes, mensagens de realimentação são enviadas por todas as Estações Móveis (MSs) interessadas como salvas de acesso no CFCH a um tempo preciso: se uma MS não decodificar o bloco de RLC transmitido em tempo t, ela enviará uma salva de acesso em tempo t+At; se uma MS decodificar com êxito o bloco de RLC transmitido em tempo t, nada é transmitido no canal de realimentação em tempo t+Δΐ. A conseqüência é que, se uma salva de acesso for detectada em tempo t+At (a rede podería deduzir que uma ou mais MSs enviaram um nack da potência recebida aumentada no canal de realimentação), a rede percebe que o bloco transmitido em tempo t não foi recebido (pelo menos) por uma MS.
Os proponentes observam que se várias MSs enviarem salvas de acesso ao mesmo tempo e elas colidirem, não podería haver nenhum problema desde que todas elas levam a mesma informação (isto é, perda de bloco enviada em tempo t). A informação não é o conteúdo da salva de acesso, mas a presença da própria salva de acesso. O Requerente porém é da opinião que esta implementação da realimentação das MSs não é adequada para implementar políticas eficientes de reconhecimento/não reconhecimento. Por exemplo, esta implementação não permite reconhecer se uma série de respostas de nack pode ser ignorada porque está vindo de uma estação móvel localizada em uma área geográfica na qual a recepção de sinal é muito pobre. Como outro exemplo, esta implementação não pode permitir uma sintonização melhor de alguns parâmetros das estações móveis a fim de aumentar a qualidade da recepção dos conteúdos de dados, tal como por exemplo o Avanço de Temporização das estações móveis. Também é notado que os proponentes da solução citada declaram claramente que sua meta é não perceber um protocolo completamente reconhecido.
Enfrentou-se o problema de implementar um serviço de MBMS no qual informação pode ser endereçada especificamente para estações móveis diferentes (por exemplo um pedido de ack/nack), e em que informação das estações móveis pode ser reconhecida e distinguída (por exemplo, a fim de adquirir uma realimentação de ack/nack), através de equipamento de rede adequada.
Achou-se que as estações móveis era uma célula que estão explorando um dado serviço de multidifusão, e assim seriam indistinguíveis para a rede (porque elas compartilham os mesmos recursos de comunicação físicos) podem ser feitas distinguíveis uma da outra definindo um identificador de ligação por rádio, preferivelmente adaptado para ser incluído em um cabeçalho dos blocos de rádio enviados às estações móveis para o serviço de multidifusão, e comunicando um tal identificador às estações móveis. Isto permite a implementação de, por exemplo, esquemas de retransmissão de dados mais eficientes.
De acordo com um aspecto da presente invenção, é portanto provido um método como publicado na reivindicação 1 anexa, para distribuir pacotes de dados a estações móveis por uma rede de comunicação sem fio.
Resumindo, em uma rede de comunicação sem fio incluindo um sub-sistema de estação base controlando pelo menos uma célula de rede, e em que o sub-sistema de estação base se comunica com estações móveis na célula por blocos de rádio, o método de acordo com este aspecto da invenção inclui: obter, a partir dos pacotes de dados, blocos de rádio a serem transmitidos pela célula de rede; rotular ditos blocos de rádio com um primeiro identificador de ligação por rádio, identificando uma conexão lógica entre uma estação móvel e o sub-sistema de estação base; comunicar o primeiro identificador de ligação por rádio a uma primeira estação móvel na célula de rede; e no caso que pelo menos uma segunda estação móvel na célula de rede pede para receber os conteúdos de informação, comunicar a ela dito primeiro identificador de ligação por rádio. O método ademais inclui ter a primeira estação móvel e a pelo menos uma segunda estação móvel segundos identificadores de ligação por rádio respectivos designados, a serem incluídos em ditos blocos de rádio.
Em uma concretização da presente invenção, dito primeiro identificador de ligação por rádio inclui uma Identidade de Fluxo Temporário (TFI) correspondendo a um Fluxo de Bloco Temporário (TBF) ativado pelo sub-sistema de estação base para entregar os conteúdos de informação às estações móveis.
Em particular, ditos segundos identificadores de ligação por rádio são designados univocamente a cada estação móvel.
Em uma concretização preferida da invenção, dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis segundos identificadores de ligação por rádio respectivos designados inclui designar a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis parâmetros úteis para habilitar uma sincronização da comunicação de rádio entre a MS e o sub-sistema de estação base.
Dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis segundos identificadores de ligação por rádio respectivos designados pode ser executada pelo sub-sistema de estação base em pedido pelas estações móveis, ou automaticamente em resposta a um pedido de serviço das estações móveis. Em particular, esta etapa pode ser executada antes de começar a transmitir os blocos de rádio e, até mesmo mais particularmente, pode ser executada antes ou depois de dita etapa de comunicar dito primeiro identificador de ligação por rádio a dita primeira e dita segunda estações móveis.
Em uma concretização da invenção, o método inclui ter toda estação móvel em excesso de um número predeterminado designado um segundo identificador de ligação por rádio comum.
Em particular, dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis segundos identificadores de ligação por rádio respectivos designados pode incluir estabelecer uma ligação ascendente de comunicação temporária das estações móveis ao sub-sistema de estação base. Preferivelmente, a ligação ascendente de comunicação temporária é liberada antes de transmitir pela célula de rede ditos blocos de rádio obtidos de ditos pacotes de dados.
Informação pode ser endereçada a uma estação móvel selecionada entre a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis usando o segundo identificador de ligação por rádio respectivo; para este propósito, o segundo identificador de ligação por rádio pode ser incluído em pelo menos um bloco de rádio obtido de ditos pacotes de dados, particularmente em uma porção de cabeçalho deles.
Em particular, dita etapa de endereçar informação ademais inclui pedir a estação móvel selecionada para prover uma resposta; dita resposta pode pedir a estação móvel para prover informação de reconhecimento sobre o recebimento bem sucedido dos blocos de rádio obtidos dos pacotes de dados. Em particular, dita resposta pode ser transmitida ao sub-sistema de estação base em um canal de controle associado com um canal no qual os blocos de rádio são transmitidos. O método pode incluir retransmitir blocos de rádio já transmitidos obtidos dos pacotes de dados dependendo da informação de reconhecimento recebida das estações móveis.
De acordo com outro aspecto da presente invenção, um sistema de rede de comunicação sem fio como publicado na reivindicação 20 anexa, é provido, para distribuir conteúdos de informação providos em pacotes de dados por um provedor de conteúdo de informação para estações móveis por uma rede de comunicação sem fio.
Resumindo, o sistema de rede de comunicação sem fio inclui: um sub-sistema de estação base de rede habilitando comunicações sem fio com uma pluralidade de estações móveis localizadas em uma célula de rede por blocos de rádio, o sub-sistema de estação base sendo adaptado para receber conteúdos de informação em pacotes de dados, obter blocos de rádio dos pacotes de dados, rotular os blocos de rádio com um primeiro identificador de ligação por rádio a ser comunicado a uma primeira estação móvel na célula de rede e a pelo menos uma segunda estação móvel na célula de rede pedindo para receber os conteúdos de informação, transmitir os blocos de rádio. O sub-sistema de estação base também é adaptado para designar segundos identificadores de ligação por rádio respectivos à primeira estação móvel e a pelo menos uma segunda estação móvel, os segundos identificadores de ligação por rádio sendo adaptados para serem incluídos em ditos blocos de rádio.
Em particular, dito primeiro identificador de ligação por rádio inclui uma Identidade de Fluxo Temporária (TFI) correspondendo a um Fluxo de Bloco Temporário (TBF) ativado pelo sub-sistema de estação base para entregar os conteúdos de informação às estações móveis. O sub-sistema de estação base pode ser adaptado para designar univocamente ditos segundos identificadores de ligação por rádio a cada estação móvel. O sub-sistema de estação base pode ademais ser adaptado para designar à primeira e pelo menos uma segunda estações móveis, parâmetros úteis para habilitar uma sincronização das comunicações de rádio entre as estações móveis e o sub-sistema de estação base. O sub-sistema de estação base pode ser adaptado para designar os segundos identificadores de ligação por rádio em pedido das estações móveis, ou automaticamente em resposta a um pedido de serviço das estações móveis. Em particular, o sub-sistema de estação base pode ser adaptado para designar os segundos identificadores de ligação por rádio antes de começar a distribuição dos conteúdos de informação, em particular antes ou, alternativamente, depois de comunicar o primeiro identificador de ligação por rádio às estações móveis. O sub-sistema de estação base pode ser adaptado para designar um segundo identificador de ligação por rádio comum a toda estação móvel em excesso de um número predeterminado. O sub-sistema de estação base pode ser ademais adaptado para estabelecer uma ligação ascendente de comunicação temporária das estações móveis ao sub-sistema de estação base antes de começar a transmitir os blocos de rádio.
Em uma concretização da invenção, o sub-sistema de estação base é adaptado para endereçar informação a uma estação móvel entre a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis usando os segundos identificadores de ligação por rádio respectivos; em particular, o segundo identificador de ligação por rádio pode ser incluído em pelo menos um dos blocos de rádio obtidos dos pacotes de dados.
Em uma concretização da invenção, o sub-sistema de estação base é adaptado para pedir a estação móvel endereçada para prover uma resposta, em particular, para prover informação de reconhecimento sobre o recebimento bem sucedido dos blocos de rádio obtidos de ditos pacotes de dados. O sub-sistema de estação base também pode ser adaptado para retransmitir blocos de rádio já transmitidos obtidos de ditos pacotes de dados, dependendo da informação de reconhecimento recebida das estações móveis.
Em particular, dita resposta pode ser transmitida em um canal de controle associado com um canal no qual os blocos de dados de rádio são transmitidos.
De acordo com um terceiro aspecto da presente invenção, uma estação móvel é provida como publicado na reivindicação 38, para o uso em uma rede de comunicação sem fio suportando a distribuição às estações móveis de conteúdos de informação providos em pacotes de dados por um provedor de conteúdo de informação, os conteúdos de informação sendo transmitidos às estações móveis em blocos de rádio etiquetados por um primeiro identificador de ligação por rádio, particularmente uma Identidade de Fluxo Temporária (TFI) correspondendo a um Fluxo de Bloco Temporário (TBF) ativado para entregar os conteúdos de informação às estações móveis, comunicados pelo sub-sistema de estação base às estações móveis.
Resumindo, a estação móvel é adaptada para: armazenar um segundo identificador de ligação por rádio próprio designado a ela; reconhecer um bloco de rádio recebido como incluindo um segundo identificador de ligação por rádio; extrair do bloco de rádio recebido o segundo identificador de ligação por rádio; e comparar o segundo identificador de ligação por rádio extraído com dito segundo identificador de ligação por rádio próprio.
Em particular, a estação móvel pode ser ademais adaptada para se considerar endereçada pela rede no caso que dito segundo identificador de ligação por rádio extraído casa com o segundo identificador de ligação por rádio próprio.
Em particular, a estação móvel é ademais adaptada para prover à rede informação sobre o recebimento bem sucedido do blocos de rádio entregando os conteúdos de informação quando endereçados pelo segundo identificador de ligação por rádio pessoal.
Dito primeiro identificador de ligação por rádio inclui uma Identidade de Fluxo Temporária (TFI) correspondendo a um Fluxo de Bloco Temporário (TBF) ativado para entregar os conteúdos de informação às estações móveis.
Estas e outras características e vantagens da presente invenção serão feitas aparentes pela descrição detalhada seguinte de uma concretização dela, provida meramente por meio de exemplo não limitativo, descrição que será conduzida fazendo referência aos desenhos anexos, em que: Figura 1 é uma vista esquemática de uma rede de GPRS suportando serviços de multidifusão, adaptados para implementar um método de acordo com uma concretização da presente invenção;
Figura 2 mostra esquematicamente como dados relativos a um mesmo serviço de GPRS são distribuídos em multidifusão para várias estações móveis em uma célula de cada vez, sem um desperdício de recursos de rádio, em uma concretização da presente invenção;
Figura 3 é um fluxograma esquemático ilustrando a operação da rede de GPRS da Figura 1, em relação a um serviço de multidifusão genérico;
Figura 4A é uma representação explodida, pictórica mais detalhada da estrutura de um bloco de dados de rádio de GPRS, evidenciando como usuários de um mesmo serviço de multidifusão são feitos distinguível e endereçáveis individualmente pelos aparelhos de rede, em uma concretização da presente invenção;
Figura 4B mostra uma representação explodida semelhante da estrutura de um bloco de dados de rádio de acordo com um padrão de EGRPS (para esquemas de código de GMSK MCS1-MCS4);
Figura 5 é um fluxograma esquemático ilustrando um esquema de reconhecimento/não reconhecimento de recebimento de dados seletivo de MS de acordo com uma concretização da presente invenção;
Figura 6 mostra esquematicamente, em termos de blocos funcionais relevantes à compreensão da concretização de invenção exemplar considerada aqui, uma estação móvel adaptada para explorar um serviço de GPRS de multidifusão;
Figura 7 é uma representação pictórica do esquema de reconhecimento/não reconhecimento de recebimento de dados seletivo de MS descrito na Figura 5;
Figuras 8A e 8B mostram esquematicamente, em termos de mensagens trocadas, dois procedimentos alternativos para designar recursos a MSs quando um serviço de GPRS de multidifusão começa a ser entregue.
Com referência aos desenhos e, particularmente, à Figura 1, uma rede de comunicação móvel celular 100, particularmente uma rede de GSM, é mostrada esquematicamente. A rede de comunicação móvel 100 inclui uma pluralidade de Sub-sistemas de Estação Base (BSSs), cada um provendo cobertura para comunicações celulares em uma região geográfica respectiva. O BSS genérico inclui uma pluralidade de Estações de Transceptor Base (BTSs), cada uma cobrindo uma área geográfica respectiva dentro da região coberta pelo BSS; o número de BTSs em um BSS pode ser na prática bastante alto mas, para simplicidade do desenho, só quatro BTSs, BTS 1, BTS 2, BTS 3 e BTS 4 (representados pitorescamente por uma antena) com uma célula associada CÉLULA 1, CÉLULA 2, CÉLULA 3 e CÉLULA 4 (descritas esquematicamente como uma área cercada por um círculo tracejado) são mostradas na Figura 1. A BTS genérica se comunica com Estações Móveis (MS) dos usuários, tipicamente telefones celulares, que estão localizados na célula da BTS, tais como as MSs, MS 1 e MS 2 dentro da célula, CÉLULA 1, a MS, MS 3 dentro da célula, CÉLULA 2, a MS, MS 4 dentro da célula, CÉLULA 3 e as MSs, MS 5, MS 6 e MS 7 dentro da célula, CÉLULA 4.
Tipicamente, uma pluralidade de BTSs está conectada a um mesmo Controlador de Estação Base (BSC), uma unidade de rede que controla as BTSs; por exemplo, todas as BTSs de um mesmo BSS estão conectadas a um mesmo BSC, tal como, fazendo referência à Figura 1, o BSC, BSC1 ao qual a BTS, BTS 1 está conectada, e o BSC, BSC 2 ao qual outras três BTSs, BTS 2, BTS 3 e BTS 4 estão conectadas. Falando aproximadamente, as BTSs operam a transmissão/recepção atual de sinais para/das MSs, enquanto os BSCs instruem as BTSs diferentes sobre quais dados têm que ser transmitidos em canais de comunicação de rádio físicos especificados.
Figura 1 descreve esquematicamente elementos de rede que, de acordo com o padrão de GPRS, habilitam as MSs, conectadas à rede de comunicação móvel celular 100, acessarem uma rede de comunicação de dados baseada em pacote externa (brevemente, uma rede de dados de pacote) tal como, por exemplo, a Internet e/ou uma Intranet, mais geralmente qualquer rede de comunicação de dados na qual dados são trocados em pacotes, isto é, de acordo com um esquema comutado por pacote em vez de um comutado por circuito, particularmente, mas não limitadamente, qualquer rede adotando o Protocolo de Internet (IP). No desenho, a rede de dados de pacote externa é mostrada só esquematicamente, e é identificada globalmente por 105; em seguida, será assumido que a rede de dados de pacote externa 105 é a Internet, mas isto não é para ser pretendido como uma limitação, sendo somente um exemplo.
Sem entrar em detalhes excessivos, conhecidos per se na arte e não pertinentes à compreensão da concretização de invenção descrita aqui, pelo menos um Nó de Suporte de GPRS de Portal (GGSN) GGSN é provido para atuar como uma interface entre a rede celular 100 e uma ou mais redes de dados de pacote externas, tal como a Internet 105. O GGSN, GGSN troca pacotes de dados, por uma rede de coluna vertebral de GPRS 110, com um ou mais Nós de Suporte de GPRS de Serviço (SGSN), tais como os dois SGSNs, SGSN 1 e SGSN 2 mostrados no desenho, O SGSN genérico está associado com um ou mais BSSs respectivos, e roteia os pacotes de dados recebidos pelo GGSN (ou um dos GGSNs, se mais de um GGSN existir) e a rede de coluna vertebral de GPRS, da rede de comunicação baseada em pacote externa (ou uma das redes de comunicação baseadas em pacote externas), à MS de destino própria, localizada na área geográfica coberta pelo BSS respectivo (ou por um dos BSSs respectivos); por exemplo, o SGSN, SGSN 1 roteia os pacotes de dados recebidos, pelo GGSN, GGSN e pela rede de coluna vertebral de GPRS 110, da rede de comunicação baseada em pacote externa 105 à MS, MS 1 e/ou a MS, MS 2.
Em particular, o SGSN genérico mantém rastro do local geográfico das MSs, assim para saber para onde os pacotes de dados são para serem roteados a fim de serem entregues à MS de destino planejada. Em particular, dependendo do fato que a MS está ativamente trocando dados (uma condição referida como estado PRONTO) ou não (uma condição referida como ESPERA), o local geográfico do qual rastro é mantido no SGSN pode ser uma célula de rede específica, ou uma área maior representada por um grupo de células, referida como uma "área de roteamento". Em outras palavras, o SGSN genérico está ciente de qual área de célula/roteamento a MS de destino está atualmente localizada. É observado que um único SGSN pode se comunicar com uma pluralidade de GGSN, para receber dados de pacotes de diferentes redes de dados de pacote externas.
A fim de prover serviços de comunicação baseados em pacotes de dados, cada BSC é associado com uma respectiva Unidade de Controle de Pacote (PCU), não mostrada explicitamente no desenho porque é planejada como parte dos BSCs. A PCU se comporta como uma interface do BSC para uma rede de comunicação de dados baseada em pacotes 115 interna à rede celular 100 e conectando o BSC a um SGSN respectivo, tal como o SGSN, SGSN 1 para o BSC, BSC 1 e o SGSN, SGSN 2 ao BSC, BSC 2. A PCU converte os pacotes de dados recebidos do SGSN respectivo pela rede de comunicação de dados baseado em pacote interna 115 e dirigidos à MS de destino, em fluxos de dados adaptados para serem transmitidos "através do ar", por uma das BTSs, explorando os recursos de rádio da rede. Além disso, fluxos de dados transmitidos pela MS "através do ar" e recebidos pela BTS são convertidos em pacotes de dados formatados de acordo com o protocolo suportado pela rede de comunicação de dados baseada em pacote interna 115, para transmissão ao SGSN respectivo, no desenho SGSN, SGSN 1 ou SGSN 2, e ao GGSN, GGSN.
Convencionalmente, o procedimento para habilitar o usuário de uma MS genérica suportando comunicação de GPRS (uma MS de GPRS), por exemplo a MS, MS 1 na célula, CÉLULA 1, explorar serviços providos por um provedor de serviço ou provedor de conteúdo 120 (o servidor) acessível pela Internet 105 ou, brevemente declarado, o gozo por uma MS de GPRS de um serviço de GPRS essencialmente envolve duas etapas: uma primeira etapa (chamada ativação de contexto de Protocolo de Dados de Pacote - PDP) em que uma conexão lógica (o contexto de PDP) é criado entre a MS de GPRS, MS 1 e o servidor 120 provendo os conteúdos de serviço; e uma segunda etapa (chamada atívação/liberação de Fluxo de Bloco Temporário - TBF) em que a rede celular 100 designa à MS de GPRS, MS 1 recursos de comunicação físicos prescritos, isto é recursos de rádio para transmissão na porção de ligação por rádio "pelo ar" da rede celular 100.
Em particular, sem entrar em detalhes excessivos bem conhecidos àqueles qualificados na arte, a MS de GPRS, MS 1 (depois de ter se registrado no SGSN servindo a célula, CÉLULA 1 na qual a MS de GPRS, MS 1 está localizada naquele momento, no exemplo o SGSN, SGSN 1) envia ao SGSN, SGSN 1 um pedido para ativação de um contexto de PDP; o contexto de PDP define a rede de dados de pacote a ser usada (no exemplo, a Internet 105), o GGSN a ser usado para acessar a Internet 105 (o GGSN, GGSN no presente exemplo), e outros parâmetros. O pedido de contexto de PDP ativa um procedimento de ativação de contexto de PDP no qual a MS, MS 1, o SGSN, SGSN 1 e o GGSN, GGSN trocam informação útil para negociar parâmetros de contexto de PDP. 0 procedimento de ativação de contexto de PDF resulta na definição de um caminho de transferência de pacotes de dados entre o GGSN, GGSN e a PCU servindo a BTS, BTS 1 que cobre a célula, CÉLULA 1 na qual a MS, MS 1 está localizada. Um contexto de PDP, isto é, uma conexão lógica entre a MS de GPRS, MS 1 e o servidor 120 é assim criado. A ativação do contexto de PDP não envolve per se a alocação de recursos de comunicação físicos da rede celular 100, mas somente estabelece uma conexão lógica entre a MS de GPRS e o servidor; assim, o contexto de PDP, uma vez ativado, pode ser mantido ativo por horas, em princípio para sempre, até mesmo quando não há dados a serem trocados entre o servidor 120 e a MS de GPRS, MS 1, até que a MS de GPRS, MS 1 (ou, possivelmente, o servidor 120) o desative.
Depois que o contexto de PDP foi ativado, o BSC, BSC 1 verifica se há dados recebidos do servidor 120 pela PCU respectiva a serem transmitidos à MS de GPRS, MS 1; no caso afirmativo, isto é, quando há dados para serem trocado entre o servidor 120 e a MS de GPRS, MS 1, um TBFé ativado pelo BSC, BSC 1.
Em maior detalhe, como mencionado no antecedente, uma MS de GPRS genérica pode estar em um de dois estados, referidos como um estado PRONTO e um estado de ESPERA; se em ESPERA, o SGSN competente não está ciente de qual célula a MS está naquele momento localizada, mas só da área de roteamento; uma mensagem de radiolocalização é enviada preliminarmente pelo SGSN às MSs dentro da área de roteamento, a mensagem incluindo um identificador da MS de interesse; quando a MS responder à mensagem de radiolocalização, o SGSN se toma ciente da célula na qual a MS está localizada, e pode rotear corretamente os pacotes de dados para o BSC servindo a MS. A ativação do TBF determina a alocação de recursos de comunicação de rádio físicos da rede celular 100, isto é, de um canal de rádio (um canal de ligação de ar), à MS, MS 1 para habilitar a troca dos pacotes de dados do caminho de transferência de dados (convertidos em um fluxo de dados adequado pela PCU) pelo próprio BSC e BTS, BSC 1 e BTS 1 através doará MS, MSI.
Quando os dados foram trocados, o TBF é desativado e os recursos de rádio são liberados; contanto que o contexto de PDP não seja fechado, o BSC, BSC 1 espera por novos dados a serem trocados. Assim, diferentemente do contexto de PDP, o TBF, isto é, os recursos de comunicação de rádio físicos da rede de GSM 100 são mantidos alocados para a MS, MS 1 só contanto que haja dados a serem transmitidos/recebidos para/dela, e são liberados assim que os dados foram trocados, mantendo os recursos de rádio livres para outros usos/usuários. Em outras palavras, um TBF é temporário e é mantido só pela duração da transferência de dados.
De acordo com o padrão de GPRS, a cada TBF um indicador é designado univocamente, chamada Identidade de Fluxo Temporária (TFI). Falando aproximadamente, a TFI é explorada para administrar a programação dos dados a serem transmitidos em ligação descendente (isto é, do BSC e BTS, BSC 1 e BTS 1 para a MS de destino, MSI); usuários diferentes de serviço de GPRS dentro de uma mesma célula são designados com TFIs diferentes. A TFI permite discriminar entre entidades diferentes na camada de Controle de Ligação por rádio (RLC), quer dizer, uma dada TFI endereça univocamente uma entidade de RLC respectiva e é inserida em uma porção de cabeçalho de todos os blocos de dados de RLC transmitidos. Tipicamente, a TFI é um número binário de cinco bits. Quando o TBF é ativado, uma TFI é designada a ele e uma tal TFI é comunicada à MS de destino, MS 1, por meio das mensagens trocadas durante o procedimento de acesso (por uma denominada mensagem de DESIGNAÇÃO DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE). A TFI é um identificador da conexão lógica entre o BSC e a MS.
Ao nível físico, o GPRS é baseado na camada física do padrão de GSM.
Como conhecido na arte, o padrão de GSM provê, para a comunicação entre as BTSs e as MSs, uma pluralidade de canais de rádio tendo uma largura de banda de 200 KHz, associada com uma pluralidade de portadores de rádio; particularmente, 124 portadores de rádio são providos, e um esquema de acesso de Acesso Múltiplo por Divisão de Freqüência híbrido (FDMA)/Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA) associa um número, por exemplo oito, de intervalos de tempo (canais físicos) com cada portadora. A transmissão para/de uma dada MS acontece descontinuamente, só dentro do intervalo de tempo designado ciclicamente àquela MS; um ciclo é a sucessão em tempo de todos os oito intervalos de tempo, e é referido como um quadro de rádio. Uma vez que a MS tenha sido concedido acesso a um dado portador, a transmissão e recepção são realizadas em intervalos de tempo distintos, O nível físico usado pelo sistema de GPRS é baseado no GSM, sobrepondo a ele uma estrutura lógica diferente. Canais "lógicos" de tráfego de controle e dados são multiplexados em tempo e por divisão de freqüência em um único canal físico de GPRS, chamado Canal de Dados de Pacote (PDCH).
Um PDCH corresponde a um canal de GSM físico, e é definido, no domínio de freqüência, por um número de portador de rádio (um dos 124 portadores), e, no domínio de tempo, por um número de intervalo de tempo (um dos oito intervalos de tempo dentro desse portador). A temporização e duração dos intervalos de tempo são idênticas àquelas definidas para o sistema de GSM.
Os canais lógicos de GPRS de tráfego de controle e dados são multiplexados em tempo assim para compartilhar o mesmo PDCH a nível físico.
Como mostrado pitorescamente na Figura 2, dado um portador de rádio prescrito ("i-ésimo PORTADOR" no desenho), que é um de 124 portadores de rádio do padrão de GSM, os quadros de rádio (cada um incluindo oito intervalos de tempo TS 1 a TS 8) são agrupados em grupos de cinqüenta e dois quadros de rádio, assim para formar um denominado multiquadro, tal como o multiquadro MFRj descrito no desenho. Cada multiquadro é subdividido em doze blocos de quadro, tal como o bloco de quadro FRB 1 mostrado no desenho, incluindo cada um quatro quadros de rádio. Entre trincas adjacentes de blocos de quadro, um quadro inativo IFR é interposto, deixado deliberadamente livre de dados. O multiquadro se repete periodicamente a todo cinqüenta e dois quadros de rádio. Os canais lógicos de tráfego de controle e dados de GPRS diferentes são multiplexados juntos baseado em uma subdivisão (uma operação referida como segmentação) em blocos (Blocos de Dados de Rádio ou RDBs) dos dados (recebidos em pacotes) a serem transmitidos. Os blocos de dados de rádio são a estrutura de transporte básica de um canal lógico de GPRS: um dado bloco de dados de rádio é assim dedicado univocamente a um canal lógico de GPRS respectivo, sendo um canal de tráfego de dados ou um canal de controle. O esquema de designação dos blocos de dados de rádio aos canais lógicos diferentes é transmitido, junto com outra informação de controle, através de um canal lógico de controle de GPRS, PBCCH (Canal de Controle de Radiodifusão de Pacote), tendo uma posição fixa dentro do multiquadro.
Como para comunicação de voz, transmissão de rádio acontece como uma sequência de quatro "salvas normais", de acordo com a especificação de padrão de GSM. Todo bloco de dados de rádio, tal como o bloco de dados de rádio RDB|, mostrado no desenho, é transmitido durante quatro quadros de rádio consecutivos do mesmo PDCH, tais como os quadros FR 1 a FR 4 no desenho, explorando um intervalo de tempo (possivelmente mais, dependendo dos recursos de rádio alocados àquele canal lógico, e no fato que a MS suporta comunicação de multi-intervalo, uma característica referida como a classe de multi-intervalo da MS) em cada quadro, tal como o intervalo de tempo TS 3 no desenho.
Ainda de acordo com o padrão de GPRS, todo bloco de dados de rádio inclui uma porção de cabeçalho contendo a TFI que identifica univocamente o TBF, além de outros parâmetros. Deste modo, dois ou mais fluxo de tráfego pertencendo a usuários diferentes podem ser multiplexados em um mesmo intervalo de tempo, ou grupo de intervalos de tempo, em ligação descendente ou em ligação ascendente para ou das MSs.
Cada MS em uma célula escuta todo bloco de dados de rádio transmitido pela BTS no grupo de intervalos de tempo designado à MS; porém, uma MS sendo destino de dados de GPRS, quer dizer uma MS tal como a MS, MS 1 tendo um contexto de PDP ativado, tendo sido designada um TBF, por exemplo TBF1} e tendo sido designada e comunicada uma respectiva TFI, por exemplo TFfí (na prática, o supracitado código digital de cinco bits) só captura aqueles blocos de dados de rádio que, semelhantemente ao bloco de dados de rádio RDBk no desenho, estão rotulados por aquela TFI, TFIi, isto é, pela TFI que foi previamente comunicada a ele, quando o TBF estava ativado; todos os outros blocos de dados de rádio, não rotulados pela TFI correta, TFI] são descartados pela MS, MS 1. A TFI é assim usada pelo MS substancialmente como uma informação de sintonização, que a MS usa para sintonizar sobre o canal de comunicação físico no qual os dados de GPRS dirigidos à MS são transmitidos.
Em uma rede de GPRS não suportando serviços de multidifusão, se uma MS diferente na mesma célula como a MS, MS 1, por exemplo a MS, MS 2 mostrada na Figura 1, desejar explorar, pela rede de GPRS, os mesmos serviços feitos disponíveis pelo servidor 120 tais como aqueles já sendo explorados pela MS, MS 1, um procedimento idêntico àquele descrito no antecedente tem que ser executado, conduzindo à ativação de outro contexto de PDF e, até pior, à ativação de TBFs diferentes quando dados têm que ser trocados com a MS, MS 1, isto é, à alocação de recursos de rádio adicionais diferentes daqueles já alocados pela rede de GSM 100 para a MS, MS 1. Isto é claramente um desperdício de recursos, especialmente quando os serviços explorados são relativamente pesados em termos de dados a serem carregados às MSs, tal como no caso de entrega de transmissão em fluxo de conteúdos de multimídia, áudio ou vídeo (por exemplo, conteúdos em tempo real tais como por exemplo programas de televisão), e a disponibilidade de serviços de GPRS oferecidos aos usuários pode ser limitada severamente, a menos que a infra-estrutura de rede de GSM seja grandemente sobre-dimensionada. A fim de evitar um tal desperdício de recursos, a rede de GPRS é feita capaz de suportar distribuição de dados de serviço de multidifiisão, do modo descrito aqui abaixo com a ajuda do fluxograma simplificado 300 da Figura 3.
Em um modo totalmente semelhante ao procedimento convencional descrito acima em relação a um serviço de GPRS genérico, quando o usuário de uma MS genérica, por exemplo a MS, MS 1, pede por um certo serviço de GPRS que é oferecido em multidifusão (no seguinte referido simplesmente como um serviço de multidifusão), a MS, MS 1 ativa um contexto de PDP de unidífusão padrão (em seguida referido como o contexto de PDP prefixado) (bloco 305). O componente de rede de GSM/GPRS BSC 1 designa a MS, MS 1 a ligação descendente (isto é, do BSC/BTS à MS) e ligação ascendente (isto é, da MS à BTS/BSC) canais de rádio de tráfego de dados, de acordo com procedimentos padrão efetuados aos níveis de RLC/MAC. A MS, MS 1 então recupera a lista de serviços de multidifiisão disponíveis de um servidor dedicado dentro da rede de dados de pacote 105, por exemplo (mas não necessariamente) o mesmo servidor 120 oferecendo os serviços de multidifusão (bloco 310), Na seleção pela MS, MS 1 de um dos serviços de multidifusão disponíveis na lista de serviços disponíveis, por exemplo, o serviço de multidifusão "A", por exemplo um serviço de televisão (TV), o servidor 120 comunica à MS, MS 1 um identificador, que pode ser por exemplo um endereço de Protocolo de Internet (IP), por exemplo 244.x.y.z, designado pelo servidor 120 à MS, MS 1 (bloco 315); este mesmo endereço de IP pode ser usado pelo servidor 120 para identificar um grupo de multidifusão associado com o serviço de GPRS "A", isto é, um grupo de MSs que pediu para explorar/está explorando o serviço de multidifusão "A”; tal grupo está descrito esquematicamente na Figura 1 como uma tabela 130, relacionada ao serviço de multidifusão "A" e pretendido incluir informação relativa aos usuários Usuário 1,..., Usuário 7, que pediram para explorar/estão explorando o serviço de multidifusão "A". O servidor 120 pode designar ao grupo de multidifusão 130 uma Identidade de Grupo de Multidifusão Temporária (TMGI) que é designada ao grupo de multidifusão temporariamente contanto que haja pelo menos uma MS no grupo de multidifusão. A MS, MS 1 então envia uma mensagem de JUNÇÃO de IGMP (IGMP: Protocolo de Administração de Grupo da Internet) através do contexto de PDP prefixado, para sinalizar seu interesse em unir o grupo de multidifusão relacionado ao serviço de multidifusão selecionado "A" (bloco 320). Como conhecido na arte, o Protocolo de Administração de Grupo da Internet é o padrão para multidifusão de IP na Internet, usado para estabelecer sociedades de hospedeiros em particular grupos de multidifusão em uma única rede.
Como resultado, um contexto de PDP de multidifusão é instalado pelo GGSN competente, GGSN (bloco 325), depois de ter verificado que um tal contexto de PDP de multidifusão já não é está ativo (bloco de decisão 323, ramal de saída N).
Em particular, o contexto de PDP de multidifusão pode ser instalado seguindo as diretrizes para ativação de serviço definidas na já citada Especificação Técnica de 3GPP N° TS 23.246, vó.1.0.
Durante instalação de contexto de PDP de multidifusão, o GGSN, GGSN executa um procedimento de registro ao servidor 120 (bloco 330). O servidor 120 adquire informação sobre a MS, MS 1 e armazena tal informação na tabela 130 correspondendo ao grupo para serviço de multidifusão "A". O GGSN, GGSN armazena informação de usuário em uma tabela (mostrada esquematicamente na Figura 1 e identificada nela como 135) relacionada ao serviço de multidifusão "A11 (várias de tais tabelas podem existir no GGSN, uma para cada serviço de multidifusão para o qual um contexto de PDP de multidifusão foi instalado). Semelhantemente, o SGSN competente, SGSN 1, responsável da MS, MS 1, armazena informação de usuário em uma tabela relacionada à célula (mostrada esquematicamente na Figura 1 e identificada nela por 140-1 (140-2 identifica uma tabela relacionada à célula equivalente no SGSN, SGSN 2) relacionada ao serviço de multidifusão "A" (novamente, várias de tais tabelas podem existir no SGSN, uma para cada serviço de multidifusão para o qual um contexto de PDP de multidifusão foi instalado).
As operações que permitem à MS, MS 1 se unir ao grupo de multidifusão 130 estão completas, e o contexto de PDP prefixado que estava ativado pela MS, MS 1 é ligado ao contexto de PDP de multidifusão.
Como uma parte das operações que conduzem à união do grupo de multidifusão, a MS, MS 1 seleciona um Identificador de Ponto de Acesso de Serviço de Rede (NSAPI - um índice para o contexto de PDP que está usando os serviços provido pela camada inferior) tendo um valor predeterminado NSAPIM (veja Figura 6), particularmente um valor de NSAPI que foi reservado para serviços de multidifusão.
Deixe agora ser suposto que outra MS, para simplicidade de descrição uma MS localizada na mesma célula como a MS, MS 1, por exemplo a MS, MS 2, pede por um serviço de multidifusão de GPRS.
Semelhantemente à MS, MS 1, a MS, MS 2 ativa um contexto de PDF de unidifusão padrão respectivo (Contexto de PDP prefixado). O componente de rede de GSM/GPRS BSC 1 designa à MS, MS 2 os canais de rádio de tráfego de ligação descendente e ligação ascendente, de acordo com procedimentos padrão aos níveis de RLC/MAC (bloco 305).
Como no caso prévio, a MS, MS 2 recupera do servidor 120 a lista de serviços de multidifusão de GPRS disponíveis, entre os quais há o serviço de multidifusão "A", para o qual um contexto de PDP de multidifusão já foi instalado (bloco 310). Se a MS, MS 2 selecionar o serviço de multidifusão "A", o servidor 120 comunica à MS, MS 2 o endereço de IP 244.x.y.z do grupo de multidifusão correspondente (bloco 315). A MS, MS 2 então envia uma mensagem de JUNÇÃO de IGMP através de seu contexto de PDP prefixado, para sinalizar o interesse da MS, MS 2 no serviço de multidifusão de GPRS "A" (bloco 320). O GGSN, GGSN reconhece que um contexto de PDP de multidifusão para o serviço de multidifusão "A" já está ativo (bloco de decisão 323, ramal de saída Y); assim, o GGSN, GGSN não ativa outro contexto de PDP de multidifusão, mas ao invés liga a nova MS, MS 2 ao contexto de PDP de multidifusão já existindo para o serviço "AM (bloco 350). Exceção feita para o fato que outro contexto de PDP de multidifusão não está ativado no GGSN, GGSN sinalização para a MS, MS 2 pode ocorrer substancialmente do mesmo modo como descrito antes, seguindo as diretrizes para ativação de serviço definidas na Especificação Técnica de 3GPP N° TS 23,246 vó.l.O. O GGSN, GGSN armazena informação relacionada ao novo usuário na tabela 135 relacionada ao serviço de multidifusão "A”. Semelhantemente, o SGSN competente, SGSN 1, responsável da MS, MS 1, armazena informação de usuário na tabela relacionada à célula 140-1 relacionada ao serviço de multidifusão "A".
Os mesmos atos podem ser executados no caso que outras MSs pedem para explorar o serviço de multidifusão "A".
Depois de ter ativado o Contexto de PDP de multidifusão relacionado a serviço "A" e até o começo da sessão de multidifusão (isto é, o envio dos dados relacionados a serviço ”A" do servidor 120 às MSs), as MSs podem se mover, possivelmente muitas vezes, do estado PRONTO para o estado de ESPERA e de volta, dependendo das atividades dos usuários. O servidor 120 inicia a sessão de multidifusão relacionada a serviço "A" quando está pronto para enviar dados aos assinantes. Uma sessão de multidifusão pode ser instalada seguindo as diretrizes para ativação de sessão definidas na Especificação Técnica de 3GPP N° TS 23.246 vó.l 0 supracitada (bloco 335).
Uma vez que a sessão de multidifusão tenha sido instalada, e o servidor 120 esteja pronto para entregar o serviço de multidifusão "A", depois de um procedimento preliminar (que será explicado no seguinte) pelo qual os usuários (por exemplo, as MSs, MS 1 e MS 2) que se registraram para receber o serviço de multidifusão "A", são sinalizados sobre o início iminente, e os recursos de rádio necessários são designados a eles (bloco 337), o SGSN (por exemplo SGSN 1) começa a remeter ao BSC (no exemplo, o BSC, BSC 1) tráfego de dados relacionado a serviço de multidifusão "A", na base da informação achada na tabela baseada em célula respectiva 140-1 (bloco 340). Em particular, o SGSN, SGSN 1 recebe tráfego de dados do GGSN, GGSN por um túnel de Protocolo de Túnel de GPRS (GTP) cujo Identificador de Ponto Final de Túnel (TEID) corresponde ao contexto de PDP de multidifusão "A" (só um túnel de GTP, identificado por um TEID único, é criado em relação a um dado serviço de multidifusão). O SGSN roteia o tráfego para o BSC correto (PCU do) baseado em um Identificador de Conexão Virtual de BSSGP (BVCI) (na Figura 1, um BVCI, BVCI, identifica a célula, CÉLULA 1 sob BSC, BSC 1, um BVCI, BVCI2 identifica a célula, CÉLULA 2 sob BSC 2, e BVCI, BCI4 identifica a célula, CÉLULA 4 sob BSC 2). O TMGI pode ser usado para identificar univocamente o tráfego relacionado a serviço de multidifusão ao longo da rede, incluindo os BSCs e as MSs.
Para cada célula de rede, recursos de rádio comuns são explorados para entregar tráfego de dados relacionado ao serviço de multidifusão "A" para todas as várias MSs do grupo para o serviço de multidifusão "A” que estão alocadas naquela célula, e os parâmetros de rádio respectivos são comunicados às MSs. Em particular, uma TFI comum é designada pela rede e comunicada às MSs, tal como a TFI, TFIj que é comunicada às MSs, MS 1 e MS 2 na célula, CÉLULA 1. Além disso, pelo menos um PDCH comum (preferivelmente, uma pluralidade de PDCHs comuns) é designado pela rede e comunicado às MSs. O tráfego de dados recebido no BSC, BSC 1 em relação ao serviço de multidifusão "A" é assim entregue às MSs, MS 1 e MS 2 (bloco 345).
Como mencionado antes, o SGSN, SGSN 1 remete o tráfego de dados relacionado a serviço de multidifusão "A" na base da informação contida na tabela baseada em célula correspondente 140-1, particularmente o BVCI. O SGSN genérico varre a tabela relacionada à célula respectiva correspondendo ao serviço de multidifusão "A", e remete um fluxo de tráfego por cada célula identificada pelo TMGI relacionado a serviço "A"; por exemplo, assumindo que a MS, MS 3 em célula, CÉLULA 2, e o usuário MS 5 na célula, CÉLULA 4, ativaram contextos de PDP de multidifusão respectivos para receber o serviço de multidifusão "A", o SGSN, SGSN 2 remete o tráfego relativo a tal serviço para estes usuários na conexão compartilhada; se outros usuários nas células respectivas, por exemplo o usuário MS 7 na célula, CÉLULA 4, pedirem para explorar o serviço "A", o SGSN respectivo, por exemplo o SGSN, SGSN 2, não remete tráfego adicional, e estes outros usuários, por exemplo, MS 7, registrado na tabela de SGSN sob o mesmo BVCI, recebem o tráfego de dados planejado porque eles compartilham o mesmo TMGI e, na célula respectiva (CÉLULA 4), os mesmos parâmetros de rádio de ligação descendente em PDCHs e TFI designados para serviço "A".
Na opinião do Requerente, é importante garantir uma percepção adequada do serviço do ponto de vista dos usuários. Para este propósito, de acordo com o Requerente, é importante que o modo de operação de rede, ao nível de RLC/MAC, seja um reconhecido. Isto significa que é importante para os aparelhos de rede serem capazes de estabelecer se e à qual extensão o tráfego relacionado aos serviços de multidifusão de GPRS é recebido corretamente pelas MSs dos usuários. O método acima descrito de implementar multifusão na rede de GPRS/GSM é particularmente efetivo, e evita duplicação desnecessária, isto é, desperdício de recursos de rede, ambos ao nível de rede de GPRS de núcleo (nenhuma proliferação de tráfego de dados dirigido a usuários em uma mesma célula) e ao nível de comunicação de rádio físico (um mesmo número de canais de rádio está ocupado, independente do número de usuários recebendo um dado serviço).
Porém, como mencionado na parte introdutória da presente descrição, um problema relacionado à implementação descrita acima de multidifusão em uma rede de GPRS é que, sendo todas as MSs em uma dada célula registradas a um mesmo serviço de multidifusão multiplexado nos mesmos PDCHs na ligação descendente e endereçadas por uma mesma TFI, não é possível para os aparelhos de rede endereçarem informação, na ligação descendente, para uma MS específica do gmpo de serviço de multidifusão usando a TFI.
Esta impossibilidade de endereçar individualmente as MSs é, na opinião do Requerente, uma limitação severa, particularmente em relação ao desejo de implementar políticas de retransmissão efetivas baseadas no reconhecimento/não reconhecimento dos dados recebido pelos usuários. É observado que, de fato, até mesmo em um contexto de entrega de serviço de multidifusão tal como o descrito no antecedente, cada MS envolvida no serviço podería ser identificada individualmente, usando um identificador chamado Identificador de Ligação Lógica Temporária (TLLI), que, falando aproximadamente, é um identificador da conexão lógica estabelecida entre essa MS e o SGSN competente. O TLLI é comunicado à MS quando a MS se registra para o serviço de multidifusão. Em princípio, o TLLI podería ser usado para endereçar informação específica para as MSs. Porém, o TLLI é tipicamente um número relativamente longo, por exemplo 32 bits (quatro bytes) de acordo com os padrões atuais, de forma que, usando o TLLI para endereçar as MSs ao nível de ligação por rádio significaria uma grande diminuição de largura de banda disponível para a transmissão de dados relacionada ao serviço de multidifusão.
De acordo com uma concretização da presente invenção, a fim de superar esta limitação, um parâmetro adicional identificando a conexão lógica entre o BSC e a MS (diferente da TFI, que é comum para todas as MSs envolvidas em serviço de multidifusão) é definido e designado, preferivelmente pela rede, às MSs de um grupo de serviço de multidifusão, para especificar e, por exemplo, endereçar informação a uma MS específica entre aquelas que, estando localizadas em uma mesma célula, recebem em multidifusão um mesmo serviço de GPRS. Em particular, a fim de comunicar o parâmetro adicional às MSs, o BSC pode compilar uma tabela baseada em célula das MSs que pediram um serviço de multidifusão genérico, por exemplo, o serviço "A" considerado aqui por meio de exemplo. Duas tabelas exemplares são mostradas esquematicamente na Figura 1, uma para cada BSC, BSC 1 e BSC 2, e identificadas nela por 145-1 ou 145-2. Em seguida, o parâmetro adicional será referido para simplicidade como a Identidade de Fluxo Móvel (MFI).
De acordo com uma concretização exemplar e não limitativa da presente invenção, uma dada MS em uma célula que pertence a um grupo de serviço de multidifusão é endereçada pelos aparelhos de rede incluindo o MFI respectivo (preliminarmente comunicado à MS de acordo com qualquer um dos procedimentos exemplares que serão descritos mais tarde) em mensagens de ligação descendente, por exemplo dentro de uma mensagem levando os dados de serviço de multidifusão. Em particular, um campo dedicado pode ser explorado, que é incluído, quando precisado pelos aparelhos de rede, em um cabeçalho de RLC estendido corretamente de um genérico dos blocos de rádio de RLC/MAC.
Em maior detalhe, referência é feita à Figura 4A, em que uma representação pictórica mais detalhada da estrutura de um bloco de dados de rádio de GPRS genérico é provida, em uma vista explodida. O bloco de dados de rádio, identificado globalmente por 400, inclui um cabeçalho de MAC 405 e um bloco de dados de RLC 407, incluído de um cabeçalho de RLC 410 e uma porção de dados de RLC 415, possivelmente terminando com um ou mais bits de reserva 420 (usados, se necessário, como meros enchimentos para alcançar o número prescrito de bits na porção de dados de RLC 415). O cabeçalho de MAC 405 tipicamente inclui um primeiro campo 425, um segundo campo 430 (Período de Bloco Reservado Relativo -RRBP), um terceiro campo 435 (Suplementar/Eleição-S/P), e um quarto campo 440 (Indicador de Estado de Ligação ascendente - USF). O primeiro campo 425 contém informação especificando o tipo de carga útil, e permite identificar se o bloco é um bloco de dados (isto é, um bloco levando dados) ou em lugar disso um bloco de controle (isto é, um bloco levando informação de controle enviada pela rede à MS). O campo de RRBP 430, se ativo, é usado pelos aparelhos de rede para reservar um único bloco de dados em ligação ascendente no qual a MS deverá transmitir uma mensagem do tipo RECONHECIMENTO DE CONTROLE DE PACOTE ou ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE à rede; o valor no campo de RRBP 430 especifica depois quantos blocos de dados de rádio uma dada MS (endereçada pela rede como descrito no seguinte) tem que responder. O campo de S/P 435 é usado para indicar às MSs que uma resposta é requerida pela rede (este campo indica se o conteúdo do campo RRBP é válido ou não). O campo de USF 440 é usado normalmente no PDCH para permitir multiplexação de blocos de rádio de várias MSs, e habilita a codificação de oito estados de USF diferentes que são usados para multiplexar o tráfego de ligação ascendente. De acordo com padrões atuais, o cabeçalho de MAC tem um comprimento constante fixo de oito bits.
Diferentemente, o cabeçalho de RLC 410 não tem um comprimento constante, seu comprimento sendo variável dependendo do número de Controle de Ligação Lógica - Unidades de Dados de Pacote (LLC-PDUs) transportadas pelo bloco de dados de rádio respectivo. O cabeçalho de RLC 410 inclui, além de outros campos conhecidos per se e não pertinentes à compreensão da concretização da invenção sendo descrita, um campo 445 (tipicamente de cinco bits) contendo a TFI rotulando o bloco de dados de rádio específico 400, e um ou mais octetos 450a,..., 450n começando com um campo de Indicador de Comprimento (LI) 455 (de seis bits) que define o comprimento de uma LLC-PDU correspondente na porção de dados de RLC 415, um campo de Extensão (E) 460 (de um bit), indicando se segue um octeto adicional 450a,.,., 450n no cabeçalho de RLC 410, e um campo Mais (M) 465 (de um bit igualmente) indicando a presença de uma LLC-PDU adicional no bloco de dados de rádio. É observado que a estrutura acima descrita do cabeçalho de RLC reflete as especificações para o padrão de GPRS atual. Nas especificações atuais para o GPRS Aumentado (EGPRS), também conhecido como taxas de Dados Aumentadas para Evolução Global (EDGE), usando a técnica de modulação de 8PSK para aumentar a taxa de dados sobre aquela típica de GPRS simples, a estrutura do bloco de dados de rádio é ligeiramente diferente. Por exemplo, na Figura 4B, uma vista explodida de um bloco de dados de rádio genérico de acordo com os esquemas de código de EGPRS GMSK, MCS 1 a MCS 4 é provido. Neste caso, o primeiro campo 425 do cabeçalho de MAC 405 contém uma parte da TFI (a parte restante sendo incluída no campo 445 do cabeçalho de RLC 410), a porção de dados de RLC 415 do bloco de dados de rádio 400 inclui octetos 450a,..., 450n, cada um dos quais inclui um campo de Indicador de Comprimento (LI) de sete bits 455 a, e um campo de um bit 465a, equivalente ao campo E 465 da Figura 4A. Estruturas semelhantes podem ser achadas nos esquemas de código de EGPRS GMSK, MCS 5 a MCS 9.
De acordo com uma concretização da presente invenção, o parâmetro de identificador adicional da conexão lógica de BSC-MS designada pelos aparelhos de rede para endereçar individualmente as MSs de um mesmo grupo de multidifusão e localizadas em uma mesma célula de rede, isto é, o MFI, pode ser formado por vários bits iguais ou mais altos que aqueles necessários para a TFI, mas aproximadamente da mesma ordem como a TFI, isto é, tipicamente cerca de cinco bits, um número substancialmente mais baixo do que o número de bits usados para codificar o TLLI. Em concretizações preferidas, o MFI é formado por vários bits de cinco a sete.
De acordo com uma concretização da presente invenção, o MFI é incluído na porção de dados de RLC 415 de um bloco de dados de rádio genérico 400 transportando dados relacionados ao serviço de multidifusão distribuído. A fim de incluir o MFJ., o cabeçalho de RLC de um bloco de dados de rádio é estendido corretamente para obter um cabeçalho de RLC estendido. De acordo com uma concretização da presente invenção, a extensão do cabeçalho de RLC necessária para sinalizar à MS que um MFI está incluído no cabeçalho de RLC é realizado colocando o campo de LI 455 em um dos octetos 450a,..., 450n, a um valor predeterminado, por exemplo o LI = 55 em GPRS e LI = 75 em EGPRS. O cabeçalho de RLC estendido inclui portanto um octeto 450a,..., 450n, com o campo de Indicador de Comprimento colocado ao valor prescrito, mais o MFI.
Relativo ao modo no qual o MFI é designado e comunicado pela rede às MSs, alguns procedimentos de designação de MFI possíveis são descritos em seguida em detalhes, sendo porém planejado que estes procedimentos são meramente exemplares, e não são para serem pretendidos como limitativos para a presente invenção.
De acordo com um primeiro procedimento de designação (Figura 8A), quando a sessão de multidifusão (em seguida, a sessão de MBMS) para o serviço "A" está para começar, o SGSN genérico, por exemplo o SGSN, SGSN 1, envia um pedido de INÍCIO DE SESSÃO DE MBMS aos BSSs sob sua responsabilidade, tal como incluindo o BSC, BSC 1, baseado na informação de área de célula/roteamento que o SGSN recupera da tabela respectiva 140-1. Este evento ativa uma seqüência de procedimentos ao nível de rádio, que será descrito no seguinte.
Depois da recepção do pedido de INÍCIO DE SESSÃO DE MBMS, para cada MS envolvida naquela sessão de MBMS, um pedido de RADIOLOCALÍZAÇÃO DE PACOTE é entregue pelo BSC às MSs.
Como mencionado no antecedente, quando a sessão de MBMS está para começar, uma MS genérica pode estar em estado de ESPERA ou em estado PRONTO; o estado PRONTO é caracterizado ademais por dois modos, chamados INATIVO DE PACOTE e TRANSFERÊNCIA DE PACOTE: no modo de TRANSFERÊNCIA DE PACOTE, a MS está trocando tráfego de dados, enquanto o modo INATIVO DE PACOTE é entrado quando a troca de tráfego de dados termina; depois de um intervalo de tempo prescrito, a MS se move no estado de ESPERA.
Até onde uma MS em estado de ESPERA ou estado PRONTO e modo inativo de pacote está interessada, o pedido de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE é por exemplo entregue no Canal de Controle comum (CCCH) (ou, se disponível, no Canal de Controle comum de Pacote - PCCCH), e o pedido de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE é seguido por uma mensagem de NOTIFICAÇÃO DE MBMS, incluindo informação relacionada ao começo do serviço de MBMS pedido "A"; na recepção, a MS envia ao BSC um pedido de CANAL, por exemplo no Canal de Acesso Aleatório (RACH) (altemativamente, se o PCCCH estiver disponível, a MS pode enviar ao BSC um pedido de CANAL DE PACOTE no Canal de Acesso Aleatório de Pacote - PRACH), com resposta de radiolocalização como uma causa de estabelecimento. O BSC envia uma DESIGNAÇÃO IMEDIATA no Canal de Concessão de Acesso (AGCH) (ou, se PCCCH estiver disponível, uma DESIGNAÇÃO DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE no Canal de Concessão de Acesso de Pacote -PAGCH). A MS é assim designada com um PDCH temporário; no PDCH temporário designado, a MS envia a resposta de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE, incluindo seu TLLI respectivo. O BSS entrega a mensagem incluindo o TLLI ao SGSN competente.
Ligeiramente diferentemente, uma MS em estado PRONTO e modo de TRANSFERÊNCIA DE PACOTE já pode ter um TBF de ligação descendente ativo ou um TBF de ligação ascendente ativo, ou ambos. Neste caso, a MS pode receber o pedido de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE, por exemplo, no Canal de Controle Associado de Pacote (PACCH), isto é, o canal de controle dedicado associado com o PDCH de ligação descendente designado à MS. O BSC também envia a mensagem de NOTIFICAÇÃO DE MBMS: se um TBF de ligação ascendente estiver ativo, a MS envia a resposta de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE, incluindo o TLLI respectivo, que é entregue pelo BSC ao SGSN. Se um TBF de ligação ascendente não estiver ativo, a MS pode pedir um TBF simultâneo dentro de uma primeira ocorrência de uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE relacionada ao serviço ativo. O BSC envia uma mensagem de DESIGNAÇÃO DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE ou uma mensagem de RECONFIGURE INTERVALO DE TEMPO DE PACOTE à MS no PACCH, para designar um PDCH temporário. Nos PDCHs temporários designados, a MS envia a resposta de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE, incluindo o TLLI respectivo, que é entregue pelo BSC ao SGSN. O TBF de ligação ascendente, já ativo no caso anterior ou recém estabelecido para entregar a resposta de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE no caso posterior, é mantido vivo pela MS, por exemplo enviando blocos de dados de RLC bobos, se necessário, até que a MS receba uma mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS pelo BSC. A mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS pode ser enviada pelo BSC em canais diferentes, dependendo do estado das MSs. Em particular, a mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS pode ser enviada, por exemplo, no CCCH (ou no PCCCH, se disponível) para todas as MSs em estado de ESPERA ou em estado PRONTO e em modo INATIVO DE PACOTE, enquanto para cada MS em estado PRONTO e em modo de TRANSFERÊNCIA DE PACOTE, a mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS pode ser enviada, por exemplo, no PACCH.
Por meio da mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS, o BSC executa uma alocação de recurso para permitir às MSs explorarem o serviço de MBMS. Em particular, a TFI e os PDCHs de ligação descendente relacionados à transmissão de dados para o serviço pedido "A" estão incluídos na mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS. Além disso, um tempo de começo de TBF também é incluído na mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS, isto é, um parâmetro permitindo às MSs determinarem o atraso de tempo entre a alocação de recurso e a disponibilidade de recurso. Em particular, o tempo de começo de TBF é ajustado a um valor adequado, suficiente para permitir razoavelmente ao BSC entregar o parâmetro de MFI respectivo às MSs, de acordo com um procedimento explicado no seguinte, ativado pela própria mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS. A mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS pode em princípio ser enviada uma vez; porém, de acordo com uma concretização da presente invenção, a mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS é preferivelmente enviada mais de uma vez, particularmente duas vezes ou mais, mais preferivelmente cinco vezes, a fim de superar possíveis impedimentos de rádio conduzindo à perda de mensagem no lado de MSs (correspondendo a uma Taxa de Erro de Bloco - BLER - igual a 80%).
Para adquirir o MFI, na recepção da mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS, cada MS envolvida na sessão de MBMS especificada que entrou em estado de ESPERA ou em estado PRONTO e em modo INATIVO DE PACOTE antes da recepção da mensagem, executa um procedimento de acesso em uma fase no CCCH (ou no PCCCH, se disponível) para adquirir recursos de rádio para um TBF temporário de ligação ascendente adicional, por exemplo por uma DESIGNAÇÃO IMEDIATA (DESIGNAÇÃO DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE se PCCCH estiver disponível). No TBF de ligação ascendente temporário designado (que é caracterizado por uma TFI respectiva, em seguida referida como UPLINK_TFI), a MS envia blocos de dados de RLC bobos, com um cabeçalho de RLC estendido incluindo seu TLLI, para propósitos de resolução de contenção e identificação, e além disso incluindo o TMGI do serviço "A"; a extensão de cabeçalho de RLC pode ser realizada fixando valores predefmidos no campo LI do cabeçalho de RLC (em um dos octetos 450a,..., 450n do bloco de dados de RLC), tal como, por exemplo, LI = 56 em GPRS e LI = 76 em EGPRS. O cabeçalho de RLC estendido portanto incluirá Indicadores de Comprimento + TLLI + TMGI.
Uma MS, envolvida no MBMS especificado, que está em estado PRONTO e modo de TRANSFERÊNCIA DE PACOTE antes da recepção da mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS, na recepção de uma tal mensagem envia, no TBF de ligação ascendente já disponível (que é caracterizado por um UPLINK_TFI), e, blocos de dados de RLC, possivelmente bobos, com o mesmo cabeçalho de RLC estendido como descrito acima (incluindo o TLLI da MS e o TMGI relacionado ao serviço "A").
Assim que o BSC recebe de uma das MSs o primeiro bloco de dados de RLC correto incluindo o UPLINK_TFI mais o TLLI mais o TMGI, o BSC envia uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE àquela MS, endereçando-a pelo UPLINKTFI e um TLLI de resolução de conteúdo (isto é, um TLLI selecionado pelo BSC de todos aqueles recebidos, de acordo com um procedimento de resolução de contenção), ademais incluindo na mensagem o TMGI recebido da MS. Com esta mensagem, o BSC comunica o MFI designado à MS. De acordo com uma concretização da presente invenção, junto com o MFI, parâmetros adicionais usados para sincronizar a transmissão de rádio são enviados com esta mensagem, por exemplo um índice de Avanço de Temporização (TAI) e um Número de Intervalo de Tempo de Avanço de Temporização (TA_TN), usado para permitir à MS executar um procedimento de Avanço de Temporização (TA). Tais parâmetros adicionais são designados individualmente pelo BSC àquela MS específica, e por esta razão serão referidos como MFI_TAI e MFI_TA_TN.
Sem entrar em detalhes excessivos, conhecidos per se, o procedimento de TA é um procedimento por meio do qual o BSC obtém informação sobre a distância de uma MS genérica do BTS, e assim do atraso de propagação do sinal de rádio do BTS à MS, e comunica à MS informação adaptada para deixar a MS sincronizar com a transmissão. O TAI é um índice designado pelo BSC à MS, enquanto o TA_TN é um parâmetro especificando qual intervalo de tempo leva a informação de sincronização; quando a MS reconhece seu próprio TAI em um bloco de dados recebido, ela olha para o intervalo de tempo especificado pelo parâmetro de TA_TN e adquire o parâmetro de sincronização de TA.
Os campos que são enviados pelo BSC à MS pela mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE, isto é, o TMGI, o MFI, o MFI_TAI e o MFI_TA_TN são por exemplo incluídos na mensagem usando bits de enchimento.
Uma vez que a MS recebeu do BSC a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE incluindo a trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN}, a MS começa um procedimento de contagem regressiva, ao término do qual o TBF de ligação ascendente temporário é liberado. O procedimento de contagem regressiva é dirigido para reconhecer o BSC sobre a recepção correta da trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN} pela MS, e, correspondentemente, para fazer a MS ciente do fato que o BSC reconheceu tal recepção correta. Falando aproximadamente, o procedimento de contagem regressiva pode envolver, do lado de MS, enviar ao BSC, por um número de vezes prescrito, por exemplo, 10 vezes, blocos de dados incluindo os mesmos parâmetros recebidos do BSC, isto é, a trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN}, que são interpretados pelo BSC como uma confirmação da recepção, e procurar uma contra-resposta do BSC.
Em maior detalhe, os parâmetros enviados da MS ao BSC podem ser incluídos em campos de extensão do cabeçalho de bloco de dados de RLC, a extensão sendo realizada colocando o campo LI em um dos octetos 450a,..., 450n a um primeiro valor predefmido (por exemplo, LI = 55 para GPRS; LI = 75 para EGPRS) para incluir o MFI, e colocar o campo LI em outro octeto para outro valor predefmido (por exemplo, LI = 59 para GPRS e LI = 79 para EGPRS) para incluir o MFI_TAI e o MFI_TA_TN). Se o BSC não receber pelo menos um destes blocos de dados de RLC incluindo o designado {MFI, MFI_TAI, MFI__TA_TN}, da MS dentro de um intervalo de tempo prescrito, o BSC envia novamente a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE à MS, com os mesmos campos incluídos na primeira transmissão, isto é, o BSC re-envia a trinca de parâmetros {MFI, MFIÇTAI, MFIJTA_TN}.
Uma vez que o TBF de ligação ascendente tenha sido liberado, ambos a MS e o BSC armazenam a trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TAJTN} a ser usada por aquela MS e pelo BSC durante a sessão de MBMS. Em particular, o BSC armazena, para cada MS, a trinca {MFI, MFIJTAI, MFI_TA_TN} em uma tabela (identificada como 145-1 para o BSC, BSC 1, e 145-2 para o BSC, BSC 2 na Figura 1), em associação com o TLLI daquela MS. O procedimento descrito acima é repetido para todas as MSs envolvidas em um serviço especificado, por exemplo o serviço "A". Com tal procedimento, o BSC se toma ciente do número de MSs envolvidas na recepção do serviço "A", e pode endereçar informação a tais MSs, explorando o identificador MFI. Por exemplo, procedimentos de ack/nack eficientes podem ser colocados pelo BSC. É observado que, na prática, os valores disponíveis para o parâmetro MFI estão limitados: por exemplo, se o parâmetro MFI for representado por um código digital de cinco bits, trinta e dois valores estão disponíveis. Em concretizações preferidas, o procedimento descrito acima pode ser repetido até que o último, mas um valor de MFI válido, esteja disponível no lado de BSC. Então, o último valor de MFI disponível é designado a todas as MSs restantes como um MFI falso prefixado (em seguida MFI_fake), na mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE enviada pelo BSC a cada uma destas MSs; porém, diferentemente das mensagens enviadas às MSs prévias, dentro destas mensagens, os campos MFITAI e o MFI_TA_TN não estão incluídos, É observado que a lista de MSs que são endereçadas pelo BSC não permanecem necessariamente as mesmas para a sessão de MBMS inteira, e podem ser modificadas durante a sessão de MBMS, com saídas de algumas ou todas das MSs previamente presentes e entradas de novas MSs, por exemplo escolhidas do gmpo de MSs contadas pelo BSS e às quais o MFI_fake estava designado. Se, durante a sessão de MBMS, uma trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN} for liberada e se tomar disponível no lado de BSC para uma nova MS, o parâmetro prefixado MFIjfake e o TLLI respectivo podem ser usados pelo BSC para endereçar uma MS específica, a fim de designar a ela a trinca disponível {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN}.
Semelhantemente às MSs prévias, uma vez que cada MS excedendo o último, mas um valor de MFI válido disponível no lado de BSC recebeu a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE incluindo o parâmetro MFI_fake, começa o procedimento de contagem regressiva ao término do qual o TBF de ligação ascendente é liberado. O procedimento de contagem regressiva é realizado como descrito no antecedente: a MS inclui o MFI_fake em todos os blocos de dados de RLC seguintes enviados ao BSC por meio de confirmação de recepção, a fim de notificar o BSS da recepção correta deste campo. A extensão do cabeçalho de bloco de dados de RLC pode ser por exemplo realizada colocando, em um dos octetos de cabeçalho de RLC, um valor predefinido, tal como por exemplo LI = 57 para GPRS e LI = 77 para EGPRS. Se o BSC não receber pelo menos um bloco de dados de RLC incluindo o MFI_fake prefixado designado da MS dentro de um limite e tempo prescrito, o BSC envia novamente a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE à MS, com os mesmos campos incluídos no caso da primeira transmissão.
Uma vez que o TBF de ligação ascendente foi liberado, ambos a MS e o BSC armazenam o MFI_fake. O BSC armazena o MFI_fake na tabela respectiva 145-1 ou 145-2, em associação com o TLLI daquela MS.
Se uma MS genérica (com MFI "real" ou com MFTJake) não tiver sucesso em liberar o TBF de ligação ascendente antes do tempo de começo de TBF de sessão de MBMS (isto é, antes que os recursos de MBMS se tomem disponíveis), essa MS troca de qualquer maneira aos PDCHs designados para o serviço de multidifusão no tempo especificado pelo tempo de começo de TBF.
De acordo com uma concretização da presente invenção, o procedimento adiante descrito é seguido.
Por exemplo, o TBF de ligação ascendente não podería ser liberado porque a MS não recebeu as mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE esperadas do BSC antes do tempo de começo de TBF, de forma que tal MS não recebeu uma trinca respectiva {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN}. Em tal caso, se a MS tivesse sucesso em enviar pelo menos um bloco de dados de RLC incluindo o TLLI e o TMGI respectivos ao BSC, a MS assume, prefixadamente, o MFÍ_fake. Por outro lado, se o BSC recebeu daquela MS pelo menos um bloco de dados de RLC incluindo o TLLI e o TMGI, o BSC associa (na tabela 145-1, ou 145-2), prefixadamente, o MFI_fake ao TLLI daquela MS, indiferente do fato que o BSS teve sucesso ou não em enviar uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE àquela MS e, no caso que teve sucesso, indiferente do fato que a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE incluía a trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN} ou MFI_fake prefixado. Nos outros casos, o BSC não está ciente desta MS envolvida no serviço de multidifusão.
Diferentemente, se a MS recebeu do BSC uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE incluindo a trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN} ou o MFIjEake prefixado antes do tempo e começo de TBF, mas o procedimento de contagem regressiva não completou corretamente, a MS armazena de qualquer maneira o MFI_fake, indiferente do fato que teve sucesso ou não em enviar ao BSC pelo menos um bloco de dados de RLC seguinte incluindo a trinca recebida {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN} ou o MFI_fake prefixado, respectivamente. Por outro lado, o BSC associa (na tabela respectiva 145-1 ou 145-2) o MFI_fake prefixado ao TLLI daquela MS.
Exemplarmente, Figura 1 mostra a tabela 145-1 mantida pelo BSC, BSC 1, incluindo os parâmetros de rádio das conexões de rádio de ligação descendente para as MSs, MS 1 e MS 2, em particular, a TFI identificando os blocos de dados de rádio pelos quais o serviço de multidifusão de (E)GPRS é multidifundido em ligação descendente pela célula, CÉLULA 1, e para cada MS, o TLLLI, além de parâmetros adicionais, particularmente o MFI para essa MS, preferivelmente a trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN}, ou o MFI_fake.
Por causa de perfeição, tem que ser observado que se uma MS envolvida no serviço de multidifusão não fosse capaz de estabelecer um TBF de ligação ascendente depois da recepção da mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS do BSC e antes do tempo de começo de TBF, a MS pode trocar de qualquer maneira aos PDCHs designados para o serviço de multidifusão no tempo especificado pelo tempo de começo de TBF. Em tal caso, tal MS não tem uma trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN}, nem o MFI_fake prefixado. Além disso, o BSC não está ciente desta MS envolvida no serviço de multidifusão. Porém, tal MS pode desfrutar de qualquer maneira o serviço de multidifusão.
No procedimento de designação de MFI descrito acima, o MFI (e os outros parâmetros para atualização de TA) é comunicado pelo BSC às MSs em pedido dos últimos, que, depois de receber a mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS do BSC, tem que enviar ao BSC uma mensagem de pedido antes que o tráfego de dados relacionado ao serviço de multidifusão comece a ser entregue. Também, o BSC é substancialmente transparente à resposta de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE inicial das MSs, que é dirigida ao SGSN competente.
Um procedimento de designação de MFI alternativo, no qual a resposta à RADIOLOCALIZAÇÃO é capturada diretamente pelo BSC, pode ser o seguinte (Figura 8B).
Quando a sessão de multidifusão está para começar, o pedido de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE às MSs é ativado pelo SGSN aos BSCs. Até onde uma MS em estado de ESPERA ou em estado PRONTO e modo INATIVO DE PACOTE está interessada, na recepção do pedido de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE, por exemplo no CCCH (ou no PCCCH, se disponível), e da mensagem de NOTIFICAÇÃO DE MBMS, essa MS envia um Pedido de CANAL no RACH (ou um pedido de CANAL de PACOTE no PRACH, se o PCCCH estiver disponível). O BSC envia uma DESIGNAÇÃO IMEDIATA no AGCH (ou uma DESIGNAÇÃO DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE no PAGCH, se o PCCCH estiver disponível). No PDCH temporário designado, a MS envia ao BSC um pedido de SERVIÇO DE MBMS, incluindo na mensagem o TLLI e o TMGI respectivos identificando o grupo de multidifusão. O TBF de ligação ascendente temporário estabelecido para entregar o pedido de SERVIÇO DE MBMS é mantido vivo pela MS, enviando blocos de dados de RLC bobos se necessário, até que a MS receba do BSC uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE incluindo o MFI, preferivelmente a trinca {MFI, MFÇTAI, MFI_TA_TN}, ou o MFIJake, designado pelo BSC àquela MS específica.
Até onde uma MS em estado PRONTO e modo de TRANSFERÊNCIA DE PACOTE está interessada, uma tal MS já pode ter um TBF de ligação descendente ativo ou um TBF de ligação ascendente ativo ou ambos. A MS pode receber o pedido de RADIOLOCALIZAÇÃO DE PACOTE no PACCE1 de ligação descendente (o canal de controle de pacote de ligação descendente associado com o PDCH de ligação descendente daquela MS). O BSC também envia a mensagem de NOTIFICAÇÃO DE MBMS. Se um TBF de ligação ascendente já estiver ativo, a MS envia o pedido de SERVIÇO de MBMS, incluindo seu TLLI e o TMGI, para o BSC. No caso negativo, a MS pode pedir um TBF simultâneo dentro de uma primeira ocorrência de uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE relacionada ao serviço ativo; o BSC envia uma mensagem de DESIGNAÇÃO DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE ou uma mensagem de RECONFIGURE INTERVALO DE TEMPO DE PACOTE à MS no PACCH; nos PDCHs designados, a MS envia o pedido de SERVIÇO DE MBMS, incluindo seu TLLI e o TMGI, ao BSC. O TBF de ligação ascendente, já ativo no caso anterior ou recém estabelecido para entregar o pedido de SERVIÇO de MBMS no caso último, é mantido vivo pela MS, enviando blocos de dados de RLC bobos se necessário, até que a MS receba uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE incluindo a trinca {MFI, MFÇTAI, MFI_TA_TN}, ou o MFIJfake, designado pelo BSC àquela MS específica.
Assim que o BSC recebe o pedido de SERVIÇO DE MBMS de uma MS, o BSC envia uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE àquela MS, endereçando-a pelo UPLINKTFI respectivo e pelo TLLI de resolução de contenção, e incluindo o TMGI recebido da MS, como também a trinca {MFI, MFIJTAT, MFI_TA_TN} designada pelo BSS àquela MS específica; estes quatro campos adicionais (TMGI, MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN) podem ser incluídos, por exemplo, usando bits de enchimento dentro da mensagem de ACK/NACK de LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE.
Uma vez que a MS recebeu a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE incluindo a trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN}, começa o procedimento de contagem regressiva a fim de liberar o TBF de ligação ascendente. Isto é efetuado como descrito em detalhes com referência à Figura 8A. O procedimento anterior é repetido para todas as MSs envolvidas em um serviço de multidifusão especificado, e no máximo até que o último, mas um valor de MFI válido esteja disponível no lado de BSC. Se mais MSs estiverem envolvidas, dentro de uma única célula, no MBMS especificado, o último valor de MFI disponível é designado para todas estas MSs como um MFIJfake prefixado na mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE enviada a cada uma destas MSs; estas mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO ASCENDENTE DE PACOTE não incluem os campos de MFI_TAI e MFI_TA_TN. Um procedimento de contagem regressiva semelhante é começado para cada MS que recebeu o MFIJfake. O BSC então envia a mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS, incluindo a TFI, os PDCHs e o tempo de começo de TBF do serviço "A", por exemplo no CCCH (ou no PCCCH, se disponível), para todas as MSs em estado de ESPERA ou em estado PRONTO e em modo INATIVO DE PACOTE, ou no PACCH para cada MS em estado PRONTO e em modo de TRANSFERÊNCIA DE PACOTE. Como explicado antes, a mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS pode ser preferivelmente enviada mais de uma vez, por exemplo por cinco vezes, a fim de superar impedimentos de rádio potenciais conduzindo à perda de mensagem no lado de MSs.
Se o TBF de ligação ascendente usado para entregar o pedido de SERVIÇO DE MBMS não for liberado antes do tempo de começo de TBF incluído na mensagem de DESINAÇÃO DE MBMS, a MS de qualquer maneira troca para os PDCHs designados para o serviço de multidifusão no tempo especificado pelo tempo de começo de TBF. Um procedimento semelhante àquele descrito com referência à Figura 8A pode ser seguido.
Pode ser apreciado que neste procedimento de designação de MFI alternativo, as MSs respondem ao pedido de radiolocalização por um pedido de SERVIÇO DE MBMS, ao qual o BSC responde automaticamente comunicando o MFI (e, preferivelmente, os parâmetros adicionais MFI_TAI e MFI_TA_TN) às MSs; isto é feito antes da designação dos recursos para o serviço de multidifusão. O pedido de SERVIÇO DE MBMS pára no BSC, de forma que o BSC possa executar diretamente a contagem das MSs envolvidas no serviço de multidifusão "A". Por outro lado, o SGSN neste caso não está ciente de quais MSs do grupo de serviço de multidifusão estão a um dado momento de fato explorando o serviço.
Como uma alternativa adicional (Figura 8B, linha de traço e ponto), uma vez que uma MS tenha enviado o pedido de SERVIÇO DE MBMS, incluindo seu TLLI e o TMGI, ao BSC, o BSC entrega adicionalmente o pedido de SERVIÇO DE MBMS ao SGSN competente, que é assim feito ciente de quais MSs estão explorando o serviço.
Qualquer um dos procedimentos descritos acima permite ao BSC executar ambos a contagem e o endereçamento individual das MSs envolvidas em um serviço de multidifusão especificado, por exemplo o serviço "A" (caracterizado por um TMGI, TMGI-A). Assim, o BSC está ciente do número de usuários envolvidos no serviço de multidifusão, e pode atualizar seletivamente o avanço de temporização para as MSs diferentes, além de implementar políticas de retransmissões efetivas. Durante a sessão de MBMS, o MFI designado e comunicado a uma dada MS é usado pelo BSC para endereçar informação àquela MS; semelhantemente, a MS usa o MFI i designado e comunicado a ela para permitir ao BSC reconhecer aquela MS entre todas as MSs envolvidas naquela sessão de MBMS. Durante a sessão de MBMS, o MFI_TAI e o MFI_TA_TN são usados pela MS e pelo BSC para o procedimento de atualização de TA continuo. O TN especificado por MFI_TA_TN identifica um PDCH pertencendo ao conjunto de PDCHs alocados para aquela sessão de MBMS. É notado que até dezesseis MSs podem ser endereçadas no mesmo PDCH, desde que até dezesseis MSs podem ajustar o TA no mesmo PDCH por MFI_TAI, com um procedimento de atualização de TA contínuo padrão.
Relativo a usuários aos quais o MFI_fake prefixado foi designado, o BSC pode contar as MSs excedentes, até mesmo se não puder endereçá-las individualmente, tanto para a administração de retransmissões ou para atualização de TA. Porém, até mesmo a mera contagem de tais MSs pode ser de ajuda a fim de afinar corretamente políticas de retransmissão em um procedimento de ack/nack. Por exemplo, se retransmissão contínua de blocos de dados de rádio for precisada de uma MS à qual um valor de MFI "real" foi designado, o BSC pode reconhecer que a qualidade de recepção de tal MS é muito pobre. Por exemplo, a MS pode estar localizada na margem da célula, um fato que também pode ser verificado dos valores dos parâmetros adicionais MFI_TAI e MFI_TA_TN. Assim, o BSC pode decidir "livrar" o MFI já designado, por exemplo, designando a tal MS o MFI_fake, e designar o valor de MFI disponível a uma das MSs às quais o MFI_fike estava designado previamente (endereçando esta MS usando seu TLLI) a fim de ganhar eficiência da política de retransmissão. A provisão do parâmetro MFI além da TFI dá origem a um parâmetro de endereço global, ou identificador global (TFI, MFI}, que permite aos aparelhos de rede, isto é o BSC genérico, endereçar uma MS específica entre aquelas envolvidas no serviço de multidifusão "A" dentro de uma célula de rede específica. A possibilidade de endereçar individualmente as MSs em uma célula até mesmo se elas pertencerem a um mesmo grupo de multidifiisão abre o modo para várias explorações diferentes, e em particular habilita à rede implementar uma política de retransmissão de multidifusão de dados eficiente baseada no Reconhecimento/Não Reconhecimento(ACK/NACK) dos dados recebidos pelas MSs.
Uma política de retransmissão baseada em ACK/NACK de acordo com uma concretização da presente invenção será explicada agora em detalhes, com a ajuda do fluxograma esquemático da Figura 5. A fim de entender melhor a política de retransmissão baseada em ACK/NACK, referência é feita à Figura 6, mostrando esquematicamente, de um modo extremamente simplificado e em termos de blocos funcionais pertinentes à compreensão da concretização de invenção exemplar aqui considerada, uma MS genérica tal como a MS, MSI. Como conhecido, uma MS inclui, além de elementos específicos permitindo comunicação de rádio, uma unidade de processamento de dados programável, particularmente um microprocessador, com recursos de memória dinâmicos e não voláteis, e interagindo estritamente com um Módulo de Identidade de Assinante (SIM), que é um módulo de cartão inteligente removível tendo suas próprias capacidades de processamento e armazenamento de dados. É pretendido que pelo menos algumas das funções que serão descritas sejam implementadas em termos de software corrido pelas unidades de processamento de dados da MS e/ou do SIM. A MS, MSI inclui uma unidade de camada física 605 operando os detalhes de baixo nível (nível físico) da comunicação de rádio, complacente ao padrão de GSM; esta unidade inclui em particular os circuitos de transmissor/receptor da MS. A unidade de nível físico 605 se comunica com uma unidade de nível de RLC/MAC (Controle de Acesso de Mídia) 610, administrando a comunicação ao nível de RLC/MAC imediatamente mais alto do modelo de ISO OSI, particularmente controlando o acesso da MS ao meio de comunicação físico. Em termos extremamente simplificados, suficientes para os propósitos da presente descrição, a unidade de nível de RLC/MAC 610 recebe os blocos de dados de rádio da unidade de nível físico 605, e reconstrói os vários canais lógicos de GPRS mencionados no antecedente. Em particular, a unidade de nível de RLC/MAC compara (como esquematizado pela porta lógica E 615) a TFI rotulando os blocos de dados de rádio recebidos à sintonização armazenada localmente TFI, TFI 1, que a MS usa para estabelecer se os blocos de dados de rádio são dirigidos a ela, e são portanto para serem capturados e retido, ou descartados. Se a TFI rotulando os blocos de dados de rádio recebidos não coincidir com a sintonização TFI, TFI 1, os blocos de dados de rádio são descartados (como esquematizado pela chave 620 aberta), caso contrário eles são capturados, o canal de tráfego de dados é reconstruído, e os dados são passados para os níveis mais altos do modelo de OSI 625, até a camada de aplicação de OSI.
Os dados recebidos relativos ao serviço de GPRS são então passados a um software aplicativo 630, tal como um observador de conteúdo ou um reprodutor de MP3 ou similar e, pela própria I/O periférica (monitor, alto-falante, fones), são feitos disponíveis ao usuário (altemativamente, ou em combinação, os dados podem ser armazenados em um armazenamento local da MS, para um gozo de fundo).
Como esquematizado por uma chave 635, dependendo de se ou não o campo S/P 435 no bloco de dados de rádio recebido está colocado, e o campo de LI 455 (ou 455a) em um dos octetos 450a,..., 450n está colocado a um dos valores predeterminados, o MFI é extraído do bloco de dados de rádio recebido, e comparado (como esquematizado pela porta lógica E 640) a um MFI pessoal, localmente armazenado MFfí, recebido do BSC, por exemplo por um dos procedimentos de designação descritos acima. No caso de coincidência, um gerente de ACK/NACK 640 administra as operações de ACK/NACK.
De volta ao fíuxograma 500, ao começo da sessão de MBMS, os aparelhos de rede designam a cada MS (pertencendo a um grupo de serviço de multidifusão) um MFI respectivo, como descrito no antecedente, identificando univocamente a MS. A MS genérica assim sabe qual é o MFI respectivo que a rede (isto é, o BSC) designou univocamente a ela.
Deixe agora ser assumido que o BSC genérico da rede, por exemplo o BSC BSC 1, quer endereçar uma específica das MSs sob sua responsabilidade, que estão localizadas em uma mesma célula e estão no momento recebendo um mesmo serviço de multidifusão, no exemplo uma entre as MSs MS 1 e MS 2 na célula, CÉLULA 1, por exemplo a MS, MS 2, a respeito do serviço "A". O BSC, BSC 1 coloca o campo de LI 455a em um dos octetos 450a,..., 450n dentro do cabeçalho de RLC 410 de um bloco de RLC/MAC genérico 400, enviado na ligação descendente ao valor predeterminado, por exemplo 75, e coloca o campo de MFI 470 com o MFI desejado, correspondendo à MS a ser endereçada, recuperada da tabela 145-1.
Tal bloco 400 pode ser por exemplo um dos blocos de dados de rádio entregando os dados relativos ao serviço de multidifusão "A".
Adicionalmente, o BSC, BSC 1 coloca o campo de S/P 435 e campo de RRBP 430 dentro do cabeçalho de MAC 405 daquele bloco de RLC/MAC 400.
Todas estas operações estão esquematizadas por bloco de ação 505 no fíuxograma 500.
Deste modo, os aparelhos de rede endereçam a MS específica, MS 2, pelo identificador global respectivo {TFI, MFI} no cabeçalho de RLC de bloco de dados de rádio 415, e instmi a MS endereçada, MS 2 para enviar uma mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE na ligação ascendente ao BSC, BSC 1, em um tempo especificado no campo de RRBP 430. É observado que o período de pedido de ACK/NACK de rede deverá ser selecionado corretamente a fim de evitar condições de atraso da janela de transmissão no lado de BSC. Em particular, o período de pedido depende de uso de GPRS ou EGPRS, do número de PDCHs alocados à sessão de MBMS, do tamanho de janela no caso de EGPRS, do número de MSs envolvidas na sessão de MBMS, dos valores de BS_CV_MAX e RRBP. Com uma seleção apropriada dos parâmetros, é possível receber a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE do número máximo de MSs que podem ser multiplexadas em um PDCH e controladas pelo procedimento de atualização de TA contínuo, isto é, 16, ainda evitando uma condição de atraso da janela de transmissão no lado de BSS. De tal modo, todas as MSs tendo sido designadas com uma trinca respectiva {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN} podem enviar periodicamente a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE.
De volta ao fluxograma 500, a MS genérica na célula, CÉLULA 1 lê o cabeçalho de RLC 410 do bloco de dados de rádio 400 transmitido na ligação descendente, e extrai a TFI (bloco 510). A MS genérica então verifica se a TFI extraída coincide com a previamente comunicada a ela pelo BSC (bloco de decisão 515).
No caso negativo (ramal de saída N de bloco de decisão 515), a MS descarta o bloco de dados de rádio (bloco 520).
No caso afirmativo (ramal de saída Y de bloco de decisão 515), a MS verifica (bloco de decisão 525) se o campo de S/P 435 no cabeçalho de MAC 405 está colocado, e os campos de LI são colocados aos valores predeterminados (LI = 55 para GPRS ou LI = 75 para EGPRS), indicando que a rede está endereçando uma MS específica para pedir um ACK/NACK dela. No caso negativo (ramal de saída N de bloco de decisão 525), a MS processa o bloco de dados de rádio recebido como habitual, particularmente para recuperar os dados de RLC (bloco 530). No caso afirmativo (ramal de saída Y de bloco de decisão 525), a MS lê o campo MFI 470 (a presença do qual é sinalizada à MS pelo fato que os campos LI no cabeçalho de RLC armazenam o valor predeterminado 55 (GPRS) ou 75 (EGPRS)), para recuperar o valor de MFI armazenado nele (bloco 535). A MS então verifica se o MFI recuperado coincide com o MFI armazenado, previamente comunicado à MS pelo BSC (bloco de decisão 540). No caso negativo, a MS processa o bloco de dados de rádio recebido como habitual (bloco 530), caso contrário (ramal de saída Y de bloco de decisão 540), a MS entende que foi endereçada pela rede e pedida para executar um ACK/NACK dos dados recebidos. A MS, MS 2 endereçada pelo identificador global {TFI, MFI} do modo descrito acima envia a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE no período de bloco de rádio de ligação ascendente especificado pelo valor no campo de RRBP 430 (bloco 545). A MS pode incluir seu MFI na mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE usando parte dos bits de enchimento da mensagem, a fim de deixar o BSC detectar a identidade correta da MS respondente. Por exemplo, a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE pode ser enviada ao BSC no PACCH de ligação ascendente, comum a todas as MSs envolvidas na sessão de MBMS, que é o canal de controle associado, associado com os PDCHs de ligação descendente usados para entregar o serviço de multidifusão às MSs.
Sem entrar em detalhes bem conhecidos aos especialistas, a mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE tem um formato padrão e um comprimento predefinido (tipicamente, 160 bits), e, entre os outros campos, inclui a TFI da MS de remetente, e uma descrição de ACK/NACK incluindo um mapa dos blocos de dados recebidos (o denominado Mapa de Bits de Bloco Recebido - RBB) útil para prover o BSC com uma indicação sobre a recepção correta dos blocos de dados em uma janela de transmissão. A MS, MS 2 inclui o MFI pessoal, MFI2 na mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE; deste modo, quando o BSC, BSC 1 recebe a mensagem, é capaz (se referindo à tabela 1451) de avaliar a identidade correta da MS respondente, MS 2 entre aquelas do grupo de multidifusão dentro da mesma célula, CÉLULA 1, compartilhando a mesma TFI, TFI 1. Em particular, parte dos denominados bits de enchimento providos normalmente na mensagem (para alcançar o comprimento de mensagem predeterminado 160 bits) são explorados para incluir o MFI na mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE (como descrito esquematicamente na Figura 7). O BSC, BSC 1 processa (bloco 550) todas as mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE recebidas dentro de um período de pedido de todas as MSs envolvidas em um serviço de multidifusão específico, e com uma trinca individual designada {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN}, no exemplo as MSs, MS 1 e MS 2 até onde célula, CÉLULA 1 está interessada, em relação a serviço "A" (uma apuração semelhante é executada nas MSs de outras células sob a responsabilidade do BSC).
Baseado nas mensagens de ACK/NACK recebidas das MSs, o BSC implementa uma política de retransmissão dos dados relativos ao serviço de multidifusão "A" para as MSs (bloco 555). Várias políticas de retransmissão podem ser implementadas ao nível de BSC, a natureza específica da política de retransmissão sendo per se não limitativa da presente invenção.
Em particular, e só por meio de exemplo, dois tipos de políticas de retransmissão são possíveis, definidas exaustiva e seletiva, respectivamente.
Na política de retransmissão exaustiva, todos os blocos de dados de rádio referidos como não reconhecidos (brevemente, não reconhecidos) no RBB da descrição de ACK/NÀCK em qualquer mensagem de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE recebida são retransmitidos. Em tal caso, o atraso devido às retransmissões podería ser notável; é portanto necessário avaliar corretamente o tamanho de memória temporária do software aplicativo 630 residente na MS e permitir ao usuário explorar o serviço recebido (por exemplo, um espectador de TV, e/ou reprodutor de multimídia de música), a fim de evitar/minimizar interrupções de serviço potenciais.
Os procedimentos ao nível de RLC no lado de rede precisam ser modificados, comparados a procedimentos padrão, a fim de fixar periodicamente o começo da janela de transmissão correspondendo ao bloco de rádio menos recente ainda não reconhecido positivamente entre todas as mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE recebidas, e não em uma base de mensagem única de ACK/NACK DE . LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE.
Na abordagem de retransmissão seletiva, a retransmissão pode ser baseada no número global de blocos de dados de rádio não reconhecidos, em um limiar pertinente à porcentagem das MSs pedindo a retransmissão de um bloco de dados de rádio específico, e, possivelmente, nas MFIs da MSs pedindo as retransmissões (por exemplo, a fim de levar em conta as MSs possíveis localizadas em áreas de uma célula de cobertura escassa). O impacto sobre procedimentos ao nível de RLC dentro das MSs é mais alto do que no caso previamente discutido. Em particular, a fim de suportar tal esquema de retransmissão, a MS genérica deverá ser capaz de avançar a janela de recepção até mesmo se essa MS não recebesse corretamente o bloco de rádio menos recente ainda não recebido dentro de um intervalo especificado; por exemplo, os blocos de rádio perdidos deveríam ser substituídos por blocos de rádio de carga útil de bits todos zero. O mesmo impacto se aplica também para todas as MSs que não estão incluídas na lista das MSs individualmente endereçáveis, isto é, aquelas que não são permitidas enviar mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE (as MSs com a MFI_fake prefixada, designada a todas as MSs em excesso de um limite superior, e as MSs que o BSS não está ciente). Para essas MSs, o mesmo impacto ocorre também com um algoritmo exaustivo (desde que o algoritmo é exaustivo só para as MSs endereçadas). No lado de rede, os procedimentos de nível de RLC também deverão ser modificados a fim de fixar periodicamente o começo da janela de transmissão correspondendo ao bloco de rádio menos recente ainda não reconhecido positivamente que o BSC decide levar em conta para retransmissões, baseado no algoritmo seletivo.
Além disso, o BSC pode decidir que uma MS não é mais para ser levada em consideração pela administração de retransmissões; por exemplo, o BSC pode decidir isto baseado nos ACK/NACKs recebidos daquela MS, como previamente explicado. Neste caso, o BSC remove a MS da lista das MSs individualmente endereçáveis, por exemplo mudando o identificador de MS de MFI para MFI_fake. Para fazer isto, o BSC por exemplo identifica a MS incluindo o MFI respectivo em um bloco de RLC/MAC, o cabeçalho de RLC de qual é estendido ademais para incluir o MFIJake. A extensão de cabeçalho de RLC para incluir o MFI_fake pode ser executada colocando o campo de LI em um dos octetos 450a,..., 450n a um valor predeterminado, por exemplo LI = 57 (seguindo o LI = 55 indicando a inclusão do MFI) em GPRS, e LI = 77 (seguindo o LI = 75 indicando a inclusão do MFI) em EGPRS. O cabeçalho de RLC estendido inclui portanto Indicadores de Comprimento + MFI + MFI_fake.
Quando a MS detecta que seu identificador foi mudado de MFI para MFI_fake, a MS libera os valores de MFIJTAI e MFI_TA_TN, que se tomam não mais disponíveis para qualquer MS. O BSC ademais associa o MFI_fake ao TLLI daquela MS na tabela 145-1 (ou 145-2); a trinca {MFI, MFIJTAI, MFI_TA_TN} previamente designada àquela MS está agora disponível no lado de BSC para uma nova MS. A MS removida da lista é dali em diante não mais permitida enviar mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE em ligação ascendente, até mesmo no caso que os campos de S/P e RRBP estejam colocados dentro do cabeçalho de MAC do bloco de RLC/MAC atual.
Quando uma trinca {MFI, MFIJTAI, MFI_TA_TN} se toma disponível no lado de BSC para uma nova MS, o BSC escolhe, por exemplo aleatoriamente, uma MS caracterizada por seu TLLI e com MFI_fake como uma nova entrada na lista das MSs individualmente endereçáveis: o BSC identifica esta MS com estes dois parâmetros em um bloco de RLC/MAC, e muda o identificador de MS de MFI_fake para MFI, adicionando os parâmetros MFIJTAI e MFI_TA_TN no mesmo bloco RLC/MAC. A fim de alcançar isto, o MFI pode ser incluído colocando LI = 55 para GPRS e LI = 75 para EGPRS; o MFI_fake pode ser incluído colocando LI = 57 para GPRS e LI = 77 para EGPRS; o TLLI pode ser incluído colocando LI = 58 para GPRS e LI = 78 para EGPRS; o MFIJTAI e o MFIJTAJTN podem ser incluídos colocando LI = 59 para GPRS e LI = 79 para EGPRS. O cabeçalho de RLC estendido inclui portanto Indicadores de Comprimento mais MFI mais MFIJake mais TLLI mais MFIJTAI mais MFIJTAJTN.
Quando a MS, recebendo o bloco de RLC/MAC detecta que seu identificador foi mudado de MFI_fake para MFI, a MS começa usando o MFIJTAI designado e MFIJTAJTN para propósitos de atualização de TA. Além disso, na tabela 145-1 ou 145-2, o BSC associa a trinca {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN} ao TLLI dessa MS. A MS não é permitida enviar mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE em ligação ascendente, até mesmo no caso que os campos de S/P e RRBP estão colocados dentro do cabeçalho de MAC do bloco de RLC/MAC atual, até que um valor de TA esteja disponível no lado de MS pelo procedimento de atualização de TA contínuo.
Portanto, as MSs tendo sido designadas com uma trinca individual {MFI, MFI_TAI, MFI_TA_TN} executam o procedimento de atualização de TA contínuo e, sempre que requerido, enviam mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE para a administração de retransmissões.
As MSs contadas pelo BSC com o MFI_fake não executam o procedimento de atualização de TA contínuo, e não enviam mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE, mas de qualquer maneira tiram vantagem das retransmissões executadas pelo BSC na base das mensagens de ACK/NACK DE LIGAÇÃO DESCENDENTE DE PACOTE enviadas pelas MSs incluídas na lista das MSs individualmente endereçáveis. As MSs das quais o BSC não está ciente (isto é, as MSs que não eram capazes de estabelecer um TBF de ligação ascendente depois da recepção da mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS e antes do tempo de começo de TBF, e as MSs das quais o BSC não recebeu de volta pelo menos um bloco de dados de RLC incluindo o TLLI respectivo mais TMGI, até mesmo se elas pudessem estabelecer um TBF de ligação ascendente) estão na mesma condição como as MSs contadas pelo BSC com o MFI_fake prefixado. A diferença é que para as MSs das quais o BSS não está ciente que não há nenhuma chance de ser selecionada aleatoriamente para inclusão na lista da MSs endereçadas, diferente das MSs contadas pelo BSC com o MFI_fake, que pode se tomar endereçável individualmente uma vez que uma ou mais trincas se tomem disponíveis.
Deixe agora ser suposto que, em um dado momento, uma MS pede o serviço de multidifusão de GPRS "A", acampando em uma célula de rede (por exemplo, a célula, CÉLULA 1), onde conteúdos relacionados a serviço de multidifusão "A" já estão sendo distribuídos "pelo ar" (devido ao fato que a sessão relacionada a serviço de multidifusão "A" já está correndo). A MS, depois de unir o grupo de multidifusão correspondente (sendo ligado ao Contexto de PDP de multidifusão correspondente), é designada pelo BSC aos mesmos recursos de comunicação físicos como as outras estações móveis já explorando o mesmo serviço de multidifusão "A" naquela célula de rede e, depois de liberar os recursos de comunicação de rádio que estavam associados ao Contexto de PDP padrão inicialmente ativado para aquela MS, começa a explorar o serviço de multidifusão "A". Por exemplo, uma mensagem de DESIGNAÇÃO DE MBMS pode ser usada para entregar, para tal MS, a TFI e os PDCHs precisados para sintonizar no serviço de multidifusão, como também a trinca {MFI, MFIÇTAI, MFI_TA_TN} precisada para administrar os procedimentos de endereçamento.
Graças às concretizações da invenção descritas no antecedente, dados de serviço de GPRS podem ser distribuídos, assim para serem explorados por uma pluralidade de usuários a um mesmo tempo, particularmente usuários dentro da mesma célula da rede celular, em uma modalidade de ponto para multiponto (isto é, em multidifusão), e os recursos de rede, particularmente os recursos de rádio físicos, a serem alocados não são dependentes diretamente do número de usuários explorando simultaneamente os serviços de GPRS. isto é de grande benefício especialmente no caso de serviços de GPRS relativamente pesados do ponto de vista da quantidade de dados a serem transferidos, tal como em serviços de GPRS envolvendo a distribuição de conteúdos de multimídia (áudio e/ou vídeo). Adicionalmente, a possibilidade oferecida pela provisão do identificador de MS adicional, o MFI, de endereçar individualmente as MSs até mesmo se, pertencendo a um mesmo grupo de serviço de multidifusão, elas compartilham a mesma TFI, é extremamente útil, permitindo por exemplo implementar políticas de reconhecimento/não reconhecimento altamente eficientes e assim melhorando a qualidade de rede de nível de serviço.
Também é mostrado que mais de um serviço de GPRS pode ser distribuído em multidifusão ao mesmo tempo: neste caso, dois ou mais TFIs serão radiodifundidos através do canal de radiodifusão de célula, cada um rotulando blocos de dados de rádio de um TBF respectivo, correspondendo a um contexto de PDP piloto respectivo; também neste caso, a possibilidade de endereçar individualmente as MSs permanece. A solução de acordo com a concretização da invenção descrita aqui tem a vantagem significante de não necessitar de modificações volumosas dos aparelhos de GSM/GPRS padrão, já desenvolvidos no campo.
Embora a presente invenção tenha sido exposta e descrita por meio de uma concretização, é aparente àqueles qualificados na arte que várias modificações à concretização descrita, como também outras concretizações da presente invenção são possíveis sem partir da extensão dela como definida nas reivindicações anexas.
REIVINDICAÇÕES
Claims (40)
1. Método de distribuir conteúdos de informação recebidos em pacotes de dados no sub-sistema de estação base às estações móveis, em uma rede de comunicação sem fio (100) compreendendo um sub-sistema de estação base controlando pelo menos uma célula de rede (BSC 1, BTS 1, CÉLULA 1; BSC 2, BTS 2, CÉLULA 2, BTS 3, CÉLULA 3, BTS 4, CÉLULA 4), e em que o sub-sistema de estação base se comunica com estações móveis (MS 1, MS 2, MS 3, MS 5, MS 7) na célula por blocos de rádio, compreendendo: obter, a partir dos pacotes de dados, blocos de rádio (400) a serem transmitidos pela célula de rede; rotular ditos blocos de rádio com um primeiro identificador de ligação por rádio, identificando uma conexão lógica entre uma estação móvel e o sub-sistema de estação base (TFI1); comunicar o primeiro identificador de ligação por rádio a uma primeira estação móvel (MS 1, MS 3, MS 5) na célula de rede; e no caso que pelo menos uma segunda estação móvel (MS 2, MS 7) na célula de rede pede para receber os conteúdos de informação, comunicar a ela dito primeiro identificador de ligação por rádio, caracterizado pelo fato de compreende adicionalmente: ter a primeira estação móvel e a pelo menos uma segunda estação móvel designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio (MFfi, MFI2, MFI3, MFI5, MFI7), a serem incluídos em ditos blocos de rádio.
2. Método de acordo com reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que dito primeiro identificador de ligação por rádio compreende uma Identidade de Fluxo Temporária (TFI) correspondendo a um Fluxo de Bloco Temporário (TBF) ativado pelo sub-sistema de estação base para entregar os conteúdos de informação às estações móveis.
3. Método de acordo com reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que ditos segundos identificadores de ligação por rádio são designados univocamente a cada estação móvel.
4. Método de acordo com reivindicação 1, 2 ou 3, caracterizado pelo fato de que dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio inclui designar à primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis parâmetros úteis para habilitar uma sincronização da comunicação de rádio entre a MS e o sub-sistema de estação base.
5. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio é executada pelo sub-sistema de estação base em pedido pelas estações móveis.
6. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio é executada pelo sub-sistema de estação base automaticamente em resposta a um pedido de serviço das estações móveis.
7. Método de acordo com reivindicações 5 ou 6, caracterizado pelo fato de que dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio é executada antes de começar a transmitir os blocos de rádio.
8. Método de acordo com reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio é executada depois de dita etapa de comunicar dito primeiro identificador de ligação por rádio para dita primeira e dita segunda estações móveis.
9. Método de acordo com reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio é executada antes de dita etapa de comunicar dito primeiro identificador de ligação por rádio para dita primeira e dita segunda estações móveis.
10. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio inclui ter toda estação móvel em excesso de um número predeterminado designado a um segundo identificador de ligação por rádio comum.
11. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que dita etapa de ter a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis designadas a respectivos segundos identificadores de ligação por rádio compreende estabelecer uma ligação ascendente de comunicação temporária das estações móveis ao sub-sistema de estação base.
12. Método de acordo com reivindicação 11, caracterizado pelo fato de compreender ainda liberar a ligação ascendente de comunicação temporária antes de transmitir pela célula de rede ditos blocos de rádio obtidos de ditos pacotes de dados.
13. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de compreender ainda endereçar informação a uma estação móvel selecionada entre a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis usando o respectivo segundo identificador de ligação por rádio.
14. Método de acordo com reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que dita etapa de endereçar informação compreende incluir (470) o segundo identificador de ligação por rádio em pelo menos um bloco de rádio obtido de ditos pacotes de dados.
15. Método de acordo com reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que dito segundo identificador de ligação por rádio está incluído em uma porção de cabeçalho (410) do pelo menos um bloco de rádio.
16. Método de acordo com reivindicação 13, 14 ou 15, caracterizado pelo fato de que dita etapa de endereçar informação ademais compreende pedir a estação móvel selecionada para prover uma resposta.
17. Método de acordo com reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que dita etapa de pedir a estação móvel selecionada para prover uma resposta inclui pedir a estação móvel para prover informação de reconhecimento sobre o recebimento bem sucedido dos blocos de rádio obtidos dos pacotes de dados.
18. Método de acordo com reivindicação 17, caracterizado pelo fato de compreender a retransmissão de blocos de rádio já transmitidos, obtidos dos pacotes de dados, dependendo da informação de reconhecimento recebida das estações móveis.
19. Método de acordo com reivindicação 17 ou 18, caracterizado pelo fato de compreender ter dita resposta transmitida ao sub-sistema de estação base em um canal de controle associado com um canal no qual os blocos de rádio são transmitidos.
20. Sistema de rede de comunicação sem fio (100), compreendendo: um sub-sistema de estação base de rede (BSC 1, BTS 1, BSC 2, BTS 2-BTS 4) habilitando comunicação sem fio com uma pluralidade de estações móveis (MS 1-MS 7) localizadas em uma célula de rede (CÉLULA 1-CÉLULA 4) por blocos de rádio, o sub-sistema de estação base sendo adaptado para receber conteúdos de informação em pacotes de dados, obter blocos de rádio dos pacotes de dados, rotular os blocos de rádio com um primeiro identificador de ligação por rádio (TFI 1) a ser comunicado a uma primeira estação móvel na célula de rede e a pelo menos uma segunda estação móvel (MS 2, MS 7) na célula de rede pedindo para receber os conteúdos de informação, transmitir os blocos de rádio, caracterizado pelo fato de que: o sub-sístema de estação base também é adaptado para designar segundos identificadores de ligação por rádio respectivos (MFIh MFI2, MFI3, MFI5, MFI7) à primeira estação móvel e a pelo menos uma segunda estação móvel, os segundos identificadores de ligação por rádio sendo adaptados para serem incluídos em ditos blocos de rádio.
21. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que dito primeiro identificador de ligação por rádio compreende uma Identidade de Fluxo Temporária (TFI) correspondendo a um Fluxo de Bloco Temporário (TBF) ativado pelo sub-sistema de estação base para entregar os conteúdos de informação às estações móveis.
22. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 20 ou 21, caracterizado pelo fato de que 0 sub-sistema de estação base é adaptado para designar univocamente ditos segundos identificadores de ligação por rádio a cada estação móvel.
23. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 20, 21 ou 22, caracterizado pelo fato de que 0 sub-sistema de estação base é ademais adaptado para designar à primeira e pelo menos uma segunda estações móveis, parâmetros úteis para habilitar uma sincronização da comunicação de rádio entre as estações móveis e 0 sub-sistema de estação base.
24. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com qualquer uma das reivindicações 20 a 23, caracterizado pelo fato de que 0 sub-sistema de estação base é adaptado para designar os segundos identificadores de ligação por rádio em pedido das estações móveis.
25. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com qualquer uma das reivindicações 20 a 23, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base é adaptado para designar os segundos identificadores de ligação por rádio automaticamente em resposta a um pedido de serviço das estações móveis.
26. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 24 ou 25, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base é adaptado para designar os segundos identificadores de ligação por rádio antes de começar a transmitir os blocos de rádio obtidos dos pacotes de dados.
27. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base é adaptado para designar os segundos identificadores de ligação por rádio depois de comunicar o primeiro identificador de ligação por rádio às estações móveis.
28. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 25, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base é adaptado para designar os segundos identificadores de ligação por rádio antes de comunicar o primeiro identificador de ligação por rádio.
29. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com qualquer uma das reivindicações 20 a 28, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base é adaptado para designar um segundo identificador de ligação por rádio comum a toda estação móvel em excesso de um número predeterminado.
30. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com qualquer uma das reivindicações 20 a 29, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base é adaptado para estabelecer uma ligação ascendente de comunicação temporária das estações móveis ao sub-sistema de estação base antes de começar a transmitir os blocos de rádio obtidos dos pacotes de dados.
31. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com qualquer uma das reivindicações 20 a 30, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base é adaptado para endereçar informação a uma estação móvel entre a primeira e a pelo menos uma segunda estações móveis usando os segundos identificadores de ligação por rádio respectivos.
32. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 31, caracterizado pelo fato de que o segundo identificador de ligação por rádio está incluído em pelo menos um dos blocos de rádio obtidos dos pacotes de dados.
33. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 32, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base está adaptado para pedir a estação móvel endereçada para prover uma resposta.
34. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 33, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base está adaptado para pedir a estação móvel endereçada para prover informação de reconhecimento sobre o recebimento bem sucedido dos blocos de rádio obtidos dos pacotes de dados.
35. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que o sub-sistema de estação base é adaptado para retransmitir blocos de rádio já transmitidos, obtidos de ditos pacotes de dados, dependendo da informação de reconhecimento recebida das estações móveis.
36. Sistema de rede de comunicação sem fio de acordo com reivindicação 33, 34 ou 35, caracterizado pelo fato de que dita resposta é transmitida em um canal de controle associado com um canal no qual os blocos de rádio são transmitidos obtidos dos pacotes de dados.
37. Estação móvel para o uso em uma rede de comunicação sem fio (100) suportando a distribuição às estações móveis de conteúdos de informação recebidos em pacotes de dados em um sub-sistema de estação base, os conteúdos de informação sendo transmitidos às estações móveis em blocos de rádio rotulados por um primeiro identificador de ligação por rádio (TFI), comunicado pelo sub-sistema de estação base às estações móveis, caracterizada pelo fato de que: a estação móvel é adaptada para: armazenar um segundo identificador de ligação por rádio próprio (MFfi, MFI2, MFI3, MFI5, MFI7) designado a ela; reconhecer um bloco de rádio recebido como incluindo um segundo identificador de ligação por rádio; extrair do bloco de rádio recebido o segundo identificador de ligação por rádio; e comparar o segundo identificador de ligação por rádio extraído com dito segundo identificador de ligação por rádio próprio.
38. Estação móvel de acordo com reivindicação 37, caracterizada pelo fato de ser ainda adaptada para se considerar endereçada pela rede no caso que dito segundo identificador de ligação por rádio extraído casa com o segundo identificador de ligação por rádio próprio.
39. Estação móvel de acordo com reivindicação 38, caracterizada pelo fato de ser ainda adaptada para: quando endereçada pelo segundo identificador de ligação por rádio pessoal, prover à rede informação sobre o recebimento bem sucedido dos blocos de rádio transmitidos para entregar os conteúdos de informação.
40. Estação móvel de acordo com reivindicação 38 ou 39, caracterizada pelo fato de que dito primeiro identificador de ligação por rádio compreende uma Identidade de Fluxo Temporária (TFI) correspondendo a um Fluxo de Bloco Temporário (TBF) ativado para entregar os conteúdos de informação às estações móveis.
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