BRPI0506893B1 - Centrífuga de jato livre para a purificação do óleo lubrificante de um motor de combustão interna - Google Patents
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Abstract
centr´fuga de jato livre para a purificação do óleo lubrificante de um motor de combustão interna. a presente invenção refere-se a uma centrifúga de jato livre(1) para a purificação de óleo lubrificante, com uma caixa (10) possuindo uma tampa (14) destacável, com um rotor (2) disposto de modo girável na caixa (10), e com canais para trazer o óleo lubrificante a ser purifucado e para retirar o óleo lubrificante purificado, sendo que o rotor (2) é executado em duas partes com uma câmera de acionamento (3) e uma câmera coletora de impurezas (4) que respectivamente podem ser atravessadas por um fluxo parcial de óleo lubrificante, e que são executadas com elementos de transmissão de toque (6), que podem engatar e desengatar , sendo que a câmera coletora de impurezas (4) pode ser separada da cãmara de acionamento (3), e sendo que são previstos elementos que servem para impedir ou limitar a mobilidade axial da câmera coletora de impureza (4) em relação à câmara de acionamento (3), e que se tornam sem efeito ou destacável quando a tampa (14) estives retirada. a centrífuga de jato livre (1) de acordo com a presente invenção é caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento(3) se estende de baixo para cima dentro da câmara coletora de impurezas (4) ou atravessa esta, qua câmera de acionamento (3) compreende todos os componentes que servem para o apoio giratório do rotor (2), e que a câmara de acionamento (3) é apoiada de modo protegido contra retirada axial quando a tampa (14) estiver aberta.
Description
(54) Título: CENTRÍFUGA DE JATO LIVRE PARA A PURIFICAÇÃO DO ÓLEO LUBRIFICANTE DE UM MOTOR DE COMBUSTÃO INTERNA (51) Int.CI.: B04B 5/00 (30) Prioridade Unionista: 02/06/2004 DE 20 2004 008 785.5, 17/03/2004 DE 20 2004 004 215.0 (73) Titular(es): HENGST GMBH & CO.KG (72) Inventor(es): DIETER BAUMANN; KARL GROSSE WIESMANN; NORBERT PRINZ
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Relatório Descritivo da Patente de Invenção para CENTRÍFUGA DE JATO LIVRE PARA A PURIFICAÇÃO DO ÓLEO LUBRIFICANTE DE UM MOTOR DE COMBUSTÃO INTERNA.
[001] A presente invenção refere-se a uma centrífuga de jato livre para a purificação do óleo lubrificante de um motor de combustão interna, com uma caixa que é fechada com uma tampa destacável, com um rotor disposto de modo girável na caixa e com canais para trazer sob pressão o óleo lubrificante a ser purificado, e para retirar sem pressão o óleo lubrificante purificado, sendo que o rotor é executado em duas partes com, por um lado, uma câmara de acionamento possuindo pelo menos um bocal de propulsão por reação e, por outro lado, uma câmara coletora de impurezas possuindo uma área coletora de impurezas, sendo que a câmara de acionamento pode ser atravessada por um primeiro fluxo parcial de óleo lubrificante, e a câmara coletora de impurezas, por um segundo fluxo parcial de óleo lubrificante, sendo que a câmara de acionamento e a câmara coletora de impurezas são executadas com elementos de transmissão de torque que cooperam um com o outro com fecho devido á forma, que podem engrenar um no outro através de encaixe axial da câmara coletora de impurezas sobre a câmara de acionamento, e que podem desengrenar através da retirada axial da câmara coletora de impurezas da câmara de acionamento, sendo que a câmara coletora de impurezas pode ser separada da câmara de acionamento para fins de substituição ou de limpeza, e sendo que na centrífuga são previstos ou dispostos elementos que durante a operação da centrífuga servem para impedir ou limitar a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas em relação à câmara de acionamento, e que são sem efeito ou destacável quando a tampa estiver retirada.
[002] Uma primeira centrífuga de jato livre é conhecida da patente DE 200 10 612 U1. No caso dessa centrífuga, a caixa do rotor conPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 4/117
2/91 siste em duas partes que podem ser juntadas de modo destacável, sendo que a câmara de acionamento possui primeiro elementos de junção e a câmara coletora de impurezas possui segundos elementos de junção correspondentes. Na realização concreta, estes elementos de junção consistem em um fecho tipo baioneta que através de rotação limitada das duas partes do rotor um contra a outra podem ser engatados e desengatados.
[003] A desvantagem dessa centrífuga de jato livre conhecida é que para a separação da câmara coletora de impurezas do rotor da sua câmara de acionamento, primeiro o rotor inteiro precisa ser retirado da caixa da centrífuga de jato livre, e que depois as duas partes do rotor precisam ser giradas uma contra a outra sob a aplicação de um certo torque necessário para a separação do fecho de baioneta. Uma vez que o rotor da centrífuga de jato livre durante sua operação também leva respingos de óleo na sua superfície externa, freqüentemente é difícil, gerar manualmente o torque necessário para a separação e o estabelecimento da junção entre as duas partes de rotor. Assim sendo, torna-se necessário que especialmente antes de uma separação das duas partes do rotor uma da outra, primeiro o óleo precisa ser retirado da superfície externa do rotor, para depois poder aplicar o torque necessário para abrir o fecho de baioneta. Como alternativa é imaginável o uso de ferramentas, para tal, porém, seria necessário, por um lado, dotar as duas partes do rotor com superfícies de ataque apropriadas para cada vez uma ferramenta, e para que, por outro lado, precisam ser estocadas ferramentas especiais adequadas que podem ser aplicadas em cada uma das duas partes do rotor. Em todos os casos, o resultado é um manuseio demorado e complicado do rotor quando este precisa ser decomposto nas suas duas partes o que se torna necessário em cada manutenção da centrífuga de jato livre. Também deve ser visto a desvantagem de que no caso é necessário um rotor esPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 5/117
3/91 tável e resistente à pressão, pois no interior do rotor reina toda a pressão hidráulica do óleo lubrificante a ser purificado, pois todo o fluxo de óleo conduzido através da centrífuga atravessa primeiro o interior do rotor e depois é levado aos bocais de reação na câmara de acionamento.
[004] Da patente DE 43 11 906 A1 é conhecido um dispositivo para ventilar o cárter de manivela de um motor de combustão interna, sendo que o dispositivo compreende um dispositivo de separação para as partículas de óleo arrastadas nos gases do cárter de manivela que é ligado a uma linha de exaustão que conduz ao tubo de aspiração. No caso serve como dispositivo de separação uma centrífuga de óleo prevista para a purificação do óleo lubrificante do motor de combustão interna. O rotor da centrífuga de óleo consiste em duas partes firmemente ligadas uma à outra durante a operação do elemento de deformação. O documento mencionado nada revela referente à possibilidade de separação das duas partes do rotor uma da outra, de modo que se deve partir do fato de que as partes do rotor são fabricadas como unidades individuais, porém, em seguida são juntadas uma à outra de modo não separável. Em virtude disso, o documento não mostra a possibilidade de retirada somente da câmara coletora de impurezas com a sujeira nela acumulada. Também nesta centrífuga o rotor está sob a pressão hidráulica do óleo lubrificante a ser purificado, sendo que esta pressão hidráulica é propositalmente aproveitada para levantar o rotor durante a operação do seu apoio inferior e apertá-lo contra um apoio axial que se encontra no lado superior do rotor e o lado inferior da tampa da caixa da centrífuga. Por esta razão, também neste caso, o rotor precisa ser executado de modo estável e resistente à pressão.
[005] Da patente DE 1 012 776 B é conhecida uma outra centrífuga de jato livre onde o rotor é feito em duas partes. No caso desta
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4/91 execução conhecida, as duas partes do rotor possuem uma área de sobreposição radialmente em baixo e externamente onde são unidas uma à outra por meio de vários parafusos de modo estanque e separável. Assim sendo, na verdade é possível uma retirada ou limpeza separada somente da câmara coletora de impurezas do rotor, porém, a desmontagem do rotor em câmara coletora de impurezas e câmara de acionamento é demorada e complicada devido aos parafusos de junção que precisam ser desparafusados individualmente, assim como a montagem subseqüente. Além disso, também neste caso é necessário um rotor estável e resistente à pressão, pois no interior do rotor reina a pressão hidráulica plena do óleo lubrificante a ser purificado, uma vez que também neste caso o óleo lubrificante primeiro atravessa o interior do rotor e depois é levado para os bocais de reação na câmara de acionamento.
[006] A patente WO 98/46 361 A1 apresenta um rotor para uma centrífuga de jato livre que possui pelo menos um elemento de guia que se projeta de uma parede interna para uma parede externa do espaço interno do rotor. Através deste elemento de guia ou vários destes elementos de guia o rotor é reforçado de tal modo que se dá a possibilidade de fabricar o mesmo de um material sintético. No caso, de acordo com um exemplo de execução descrito, o rotor é fabricado em duas partes que são juntadas uma à outra para formarem um superfície completo, no caso, com clipes. Os elementos de junção por meio de clipes, no caso são realizados de tal modo que depois da primeira fabricação da junção não será mais possível separar as duas partes do rotor sem destruí-lo. Tal separação tampouco é prevista pois o rotor completo, devido à sua fabricação de material sintético, deve se tornar tão barato, que pode ser retirado completamente sem prejuízo de custos depois do seu uso. Também neste rotor conhecido reina no seu interior durante sua operação a plena pressão hidráulica do óleo lubriPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 7/117
5/91 ficante, pois o óleo lubrificante primeiro atravessa o interior do rotor e em seguida é conduzido aos bocais de reação para o acionamento do rotor. Assim sendo, também neste caso é necessária uma construção estável do rotor para a obtenção da resistência à pressão necessária. [007] A patente DE 1 105 351 B apresenta uma centrífuga de jato livre que, divergindo da disposição comum, possui a particularidade de que a câmara de acionamento forma com os bocais de reação uma parte superior do rotor e de que a câmara coletora de impurezas do rotor constitui sua parte inferior. As duas partes do rotor são unidas através de vários parafusos de junção de modo vedante e separável. Também neste caso há a desvantagem de que para a desmontagem do rotor, este primeiro precisa ser retirado completamente da caixa, e que depois vários parafusos precisam ser desatarraxados antes que se possa separar a câmara coletora de impurezas da câmara de acionamento. A montagem requer um dispêndio tão grande, de modo que uma manutenção simples e rápida da centrífuga não é possível. Além disso, também neste caso o rotor precisa ser estável e resistente à pressão, uma vez que está sob toda a pressão do óleo lubrificante, pois também neste caso o óleo lubrificante flui primeiro através do espaço interno de rotor e em seguida atravessa os bocais de reação. [008] A patente WO 00/23 194 A1 mostra uma centrífuga que possui um rotor de duas partes. As duas partes do rotor ou podem ser aparafusadas uma com a outra, razão pela qual uma separação posterior permanece possível, ou elas podem ser permanentemente coladas ou soldadas uma com a outra. No caso da execução separável, a separação do rotor serve para a colocação de um encaixe de rotor e depois de um certo tempo de operação, serve para uma inspeção e troca em caso de necessidade do encaixe de rotor. Nesta centrífuga conhecida, o acionamento é disposto distanciadamente do rotor, e ou consiste em uma turbina ou de um motor elétrico. Ambos os acionamentos
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6/91 são muito dispendiosos, em comparação com os bocais de reação no rotor e tanto têm como conseqüência um custo de fabricação maior e também um espaço de montagem maior para a centrífuga. Isto contradiz com uma construção compacta e uma fabricação barata, geralmente almejadas.
[009] O documento DE 10 2004 005 920 A1 mais antigo, não prépublicado, apresenta um grupo construtivo de rotor para ser utilizado como parte de uma centrífuga para a separação de material em forma de partículas de um fluido. O grupo construtivo de rotor compreende uma câmara coletora que aloja um dispositivo de separação de partículas e uma câmara de acionamento com uma turbina Hero. A câmara de acionamento pode ser juntada a e separada da câmara coletora. O ajuste entre a câmara de acionamento e a câmara coletora transmite todo o movimento rotativo causado pela turbina Hero da câmara de acionamento diretamente para a câmara coletora para a separação de partículas. Uma vez que a câmara de acionamento pode ser separada da câmara coletora, a câmara coletora com a lama nela coletada pode ser retirada.
[0010] A desvantagem deste grupo construtivo de rotor conhecido é que a câmara de acionamento encontra-se totalmente fora, no presente caso, embaixo da câmara coletora. Isto tem como conseqüência que além de dois mancais previstos na área da câmara de acionamento, sempre precisa haver um terceiro mancal na extremidade da câmara coletora afastada da câmara de acionamento, no presente caso, a extremidade superior para poder garantir um apoio suficiente com uma boa rotação da câmara coletora. Este terceiro mancal causa um dispêndio de fabricação e de montagem maior e cria um peso adicional. Uma outra desvantagem é que em cada desmontagem e montagem da câmara coletora o terceiro mancal, o superior sofre esforço mecânico o que é desfavorável para sua vida útil. Com isso há o perigo de
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7/91 que o terceiro mancal, no decorrer do tempo, possui um valor de fricção maior o que produz uma redução do número de rotações usualmente alcançável do rotor. Finalmente cabe mencionar ainda como desvantagem que em uma retirada da câmara coletora da caixa de centrífuga não é garantido que a câmara de acionamento permanece seguramente dentro do elemento de deformação. Antes pelo contrário, pode acontecer acidentalmente que na retirada da câmara coletora também seja retirada a câmara de acionamento o que produz uma carga mecânica não desejada para os dois mancais da câmara de acionamento. Também neste caso, cada danificação dos mancais produz uma fricção de mancal maior e uma redução do número de rotações alcançável do rotor com um rendimento de acionamento predeterminado.
[0011] A presente invenção tem então a tarefa de criar uma centrífuga de jato livre do tipo inicialmente mencionado que evita as desvantagens acima mencionadas e onde especialmente é alcançado um modo de construção leve e compacto, onde é garantido um movimento constantemente suave com um alto número de rotações, onde é possível retirar e trocar fácil e separadamente a câmara coletora de impurezas do rotor, e onde os trabalhos de manutenção necessários podem ser executados de modo rápido e fácil. Com isto deve ser alcançado um alto grau de eficiência, uma alta confiabilidade operacional e uma fabricação barata.
[0012] De acordo com a presente invenção, uma solução da tarefa é possível com a ajuda de uma centrífuga de jato livre do tipo inicialmente mencionado que é caracterizada pelo fato de que
- a câmara de acionamento se projeta de baixo para cima para dentro ou através da câmara coletora de impurezas,
- a câmara de acionamento compreende todas as partes que servem para o apoio giratório do rotor, e
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- a câmara de acionamento é apoiada de modo protegido contra uma retirada axial quando a tampa estiver aberta.
[0013] Com a presente invenção cria-se uma centrífuga de jato livre que, por um lado, com um modo de construção compacto e relativamente leve possui uma construção simples e, por conseguinte, barata, e que, por outro lado, é confiável na operação, e onde é possível uma manutenção rápida e simples, onde somente a câmara coletora de impurezas contendo a sujeira coletada nela é retirada da caixa. Uma vez que em motores de combustão interna é feita uma manutenção regular, usualmente junto com uma troca de óleo e uma troca do filtro do óleo, a centrífuga é realizada de tal maneira que a câmara coletora de impurezas do seu rotor possui uma capacidade de captação de impurezas que é suficiente para um intervalo de manutenção previsto. Uma vantagem decisiva da centrífuga de jato livre de acordo com a presente invenção é o fato de que a câmara de acionamento como componente de vida útil na centrífuga pode permanecer durante todo o seu tempo de operação. Assim sendo, evita-se trocas desnecessárias da câmara de acionamento na manutenção da centrífuga, o que significa uma economia de custos. Uma vez que a câmara de acionamento compreende todas as peças necessárias para o apoio girável do rotor, isto é, principalmente todos os mancais necessários para tal, os mancais não serão separados e novamente montadas na troca da câmara coletora de impurezas, o que é vantajoso para a qualidade e a vida útil dos mancais e que ao longo do tempo garante um alto número de rotações do rotor. Devido ao fato de que a câmara de acionamento se estende de baixo para cima para dentro da câmara coletora de impurezas, isto é, no seu espaço interno, ou atravessa a câmara coletora de impurezas, os mancais podem ser bastante distanciados um do outro em direção axial do rotor. Em virtude disso, não se precisa um terceiro mancal adicional fora da câmara de acionamento, por
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9/91 exemplo, na extremidade superior da câmara coletora de impurezas, para o apoio giratório do rotor, e assim mesmo é garantido uma boa rotação do rotor. O apoio protegido contra uma retirada axial com a tampa aberta da câmara de acionamento impede com segurança uma retirada acidental da câmara de acionamento junto com a câmara coletora de impurezas, e assim faz com que a câmara de acionamento sempre permanece dentro da centrífuga e de que os mancais não sofrem nenhum dano.
[0014] A centrífuga de jato livre de acordo com a presente invenção tem ainda a característica de que a câmara de acionamento e a câmara coletora de impurezas são atravessadas respectivamente por um fluxo parcial de óleo lubrificante próprio. Com isso consegue-se que na operação da centrífuga apenas a câmara de acionamento precisa estar sob a pressão hidráulica total do óleo lubrificante a ser purificada gerada por uma bomba de óleo lubrificante alimentadora, ao passo que em contrapartida o espaço interno do rotor já não é mais solicitado pela pressão hidráulica do óleo lubrificante a ser purificado. Isto pode ser conseguido, por exemplo, simplesmente pelo fato de que um canal de óleo que transporta o óleo lubrificante a ser purificado para o interior do rotor possui um estreitamento da seção transversal, onde a pressão hidráulica do óleo lubrificante a ser purificado trazido é estrangulada antes da entrada no interior do rotor. Desse modo, o rotor somente precisa absorver as forças que surgem em conseqüência da sua rotação, causadas pela força centrífuga, o que traz um alívio significante para o rotor. Isto permite a utilização de vedações mais simples e / ou de menos vedações e de materiais menos resistentes ou a redução das espessuras de parede do rotor.
[0015] Para, por um lado, separar e unir de modo mais simples possível as duas partes do rotor, e para garantir ao mesmo tempo que a câmara coletora de impurezas acompanha a rotação da unidade de
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10/91 acionamento sem deslize, é previsto também que a câmara de acionamento e a câmara coletora de impurezas são executadas com elementos de transmissão de torque que cooperam com fecho devido à forma que através de um simples encaixe axial e uma separação axial podem ser engatadas e desengatadas. Assim sendo, um simples movimento em apenas uma direção, isto é, em direção axial, é o suficiente para juntar a câmara coletora de impurezas à câmara de acionamento ou de separar as duas. Movimentos rotativos sob a aplicação de um torque como são necessários, por exemplo, em um fecho de baioneta, ou a separação e colocação de diversos parafusos individuais não são necessários no caso.
[0016] Para garantir que a câmara coletora de impurezas depois do encaixe axial mantém sua posição em relação à câmara de acionamento, são previstos ou dispostos elementos na centrífuga que durante a operação da centrífuga servem para impedir ou limitar a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas relativamente à câmara de acionamento. Ao mesmo tempo, estes elementos são executados de um modo que com a tampa retirada se tornam sem efeito ou destacável. Desse modo é garantido que na operação da centrífuga de jato livre a câmara coletora de impurezas mantém sua posição predeterminada relativamente à câmara de acionamento, devido a que a estanqueidade necessária entre as duas partes do rotor e a transmissão necessária do torque de acionamento da câmara de acionamento para a câmara coletora de impurezas são garantidas.
[0017] Em uma outra realização da centrífuga de jato livre de acordo com a presente invenção é previsto que a câmara de acionamento compreende um, corpo tubular central formando um canal de óleo lubrificante, e pelo menos um corpo de suporte de bocais que se estende radialmente para fora a partir do corpo tubular com pelo menos um canal de derivação de óleo que conduz ao bocal / aos bocais
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11/91 de reação. Assim sendo, consegue-se uma configuração adequada da câmara de acionamento, sendo que o corpo tubular é utilizado para o apoio do rotor e para a guia do óleo para o espaço interno do rotor e o corpo de suporte de bocal é utilizado para a fixação dos bocais e para levar o óleo sob pressão para os bocais. De preferência o corpo de suporte dos bocais fica na parte inferior no corpo tubular; como alternativa, o corpo de suporte dos bocais também pode ser previsto na parte superior no corpo tubular.
[0018] Um primeiro aperfeiçoamento da realização acima mencionada da centrífuga de jato livre prevê que o corpo de suporte dos bocais tenha a forma de um fundo duplo, em cujo espaço intermediário são formados os canais de derivação de óleo. Nesta realização, o espaço intermediário entre os dois fundos do corpo de suporte dos bocais é utilizado para conduzir o óleo sob pressão para os bocais, sendo que logicamente os dois fundos são executados resistentes à pressão.
[0019] Uma alternativa sugere que o corpo de suporte dos bocais tenha a forma de um disco onde são formados os canais derivados de óleo. Um disco é um componente com uma geometria vantajosamente simples que sem dificuldade pode ser feito suficientemente resistente à pressão.
[0020] Em mais uma alternativa, o corpo de suporte dos bocais é executado na forma de um ou vários braços tubulares, sendo que através do / cada braço passa um canal de óleo derivado. Nesta execução da centrífuga, o corpo de suporte dos bocais possui uma forma especialmente simples e com pouca demanda de espaço, especialmente quando forem previstos apenas um ou dois braços com cada vez um bocal de reação, o que geralmente é completamente suficiente.O espaço que sobre em direção circunferencial ao lado do braço tubular ou entre os braços tubulares pode com vantagem ser utilizado
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12/91 para o espaço interno do rotor da centrífuga. Isto permite um volume maior para o espaço interno do rotor quando o espaço de montagem da centrífuga for predefinido.
[0021] O apoio girável do rotor pode ser feito de várias maneiras. Uma primeira execução sugere, no que se refere ao apoio, que o rotor seja apoiado em um eixo que é parte integrante da caixa, fixado na caixa restante de modo rígido ou articulado, eixo este que atravessa o rotor e que com sua extremidade superior é apoiado e centrado de modo separável na tampa colocada. Esta solução fornece uma construção especialmente estável e resistente. Em casos normais, o eixo pode permanecer na centrífuga como componente que dura toda sua vida útil.
[0022] Como alternativa, o rotor pode ser apoiado em um eixo que é parte integrante rígida da caixa, que se projeta para dentro do rotor e que com sua extremidade superior termina a uma distância da tampa colocada. Nisto, o eixo pode terminar já no rotor ou somente acima dele. O rotor e / ou a tampa podem ter uma execução mais simples. Em caso normal, o eixo também neste caso pode permanecer como na centrífuga como componente que dura toda sua vida útil.
[0023] Uma terceira variação do apoio do rotor sugere que o rotor seja apoiado embaixo e em cima por meio de respectivamente um munhão do eixo, sendo que os munhões do eixo são partes integrantes do rotor ou da caixa e sua tampa. Neste caso, com vantagem, o interior do rotor fica livre de elementos de apoio.
[0024] Para o apoio pobre de fricção do rotor podem ser utilizados, conforme já é conhecido, mancais de deslize e / ou mancais de rolamento.
[0025] A câmara coletora de impurezas pode ser realizada de diferentes modos. Uma primeira realização prevê que a câmara coletora de impurezas é formada por um corpo oco total ou parcialmente aberta
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13/91 axialmente em baixo e axialmente em cima com uma parece circunferencial radialmente externa, sendo que axialmente embaixo o corpo de suporte dos bocais em estado montado do rotor forma um fundo que delimita o espaço interno do rotor para baixo pelo menos parcialmente, e sendo que axialmente em cima o corpo oco é fechado através de uma tampa da câmara coletora de impurezas separada, disposta de modo fixo ou separável.
[0026] Uma segunda realização prevê como alternativa que a câmara coletora de impurezas é formada por um corpo oco aberto axialmente em cima com uma parede circunferencial radialmente externa, sendo que axialmente em acima o corpo oco é fechado por uma tampa de câmara coletora de impurezas separada, disposta de modo fixo ou destacável.
[0027] Uma terceira realização sugere como mais uma alternativa que a câmara coletora de impurezas é formada por um corpo oco em forma de sino axialmente em baixo total ou parcialmente aberto com uma parede circunferencial radial externa, sendo que axialmente em baixo o corpo de suporte dos bocais em estado montado do rotor constitui um fundo que delimita pelo menos em parte o espaço interno do rotor para baixo.
[0028] Uma quarta realização consiste no fato em que a câmara coletora de impurezas é formada por um corpo oco em forma de lata, fechado axialmente em baixo e axialmente em cima com uma parede circunferencial radial externa.
[0029] Em cada uma das quatro realizações acima descritas da câmara coletora de impurezas, o corpo oco formando esta câmara coletora de impurezas pode possuir adicionalmente uma parede radial interna tubular que serve especialmente para reforçar a câmara coletora de impurezas.
[0030] Os elementos de transmissão de torque podem estar disPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 16/117
14/91 postos em diversos pontos do rotor. Uma primeira realização preferida sugere que os elementos de transmissão de torque que cooperam entre si de câmara de acionamento e câmara coletora de impurezas do rotor estejam dispostos na sua área radial interna, axial superior. Esta disposição dos elementos de transmissão de torque oferece especialmente a vantagem de que os elementos de transmissão de torque são visíveis para o pessoal de manutenção ao colocarem a câmara coletora de impurezas sobre a câmara de acionamento. Isto ajuda a tornar a montagem muito simples e a evitar erros de montagem.
[0031] Como alternativa ou adicionalmente à realização acima mencionada, os elementos de transmissão de torque em cooperação de câmara de acionamento e câmara coletora de impurezas do rotor podem estar dispostos na sua área axialmente interior. Esta disposição dos elementos de transmissão de torque pode ser utilizada tanto na execução aberta axialmente em baixo como também na execução fechada axialmente em baixo da câmara coletora de impurezas. Se nesta execução os elementos de transmissão de torque ficam radialmente externos, ocorrem forças menores agindo em direção circunferencial de câmara de acionamento e câmara coletora de impurezas na transmissão de um dado torque, o que permite uma execução mais leve dos elementos de transmissão de torque.
[0032] Para a realização da câmara de acionamento com braços é previsto, de preferência, que a câmara coletora de impurezas possui um contorno inferior que se sobrepõe axialmente aos braços da câmara de acionamento e os elementos de transmissão de torque que cooperam com os braços de câmara de acionamento e câmara coletora de impurezas do rotor. Aqui a câmara de acionamento não necessita de elementos de transmissão de torque separados e na câmara coletora de impurezas os elementos de transmissão de torque podem ser executados de modo muito simples.
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15/91 [0033] Em complementação, o contorno do lado inferior da câmara coletora de impurezas pode adicionalmente ser executado como uma união de engate que pode engatar e desengatar axialmente com os braços da câmara de acionamento. Assim sendo, de modo simples, a câmara coletora de impurezas pode ser protegida suficientemente na câmara de acionamento contra um deslocamento axial.
[0034] Para colocar em rotação com a maior eficiência possível o óleo a ser purificado que se encontra no interior do rotor quando o rotor for colocado em rotação, é previsto também que a câmara coletora de impurezas no seu interior possui paredes de guia e de reforço radiais ou predominantemente radiais. Isto também permite um reforço mecânico da câmara coletora de impurezas o que permite o uso de um material mais leve ou de paredes mais finas para a câmara coletora de impurezas e / ou uma operação com um número de rotações maior. [0035] Um aperfeiçoamento da realização mencionada por último da centrífuga de jato livre sugere que a extremidade radialmente interna das paredes de guia e de reforço constitui uma parte do lado de câmara coletora de impurezas dos elementos de transmissão de torque, e que os elementos de transmissão de torque cooperando uns com os outros da câmara de acionamento e da câmara coletora de impurezas do rotor estão dispostos na sua área radialmente interna, estendendo-se sobre pelo menos uma parte do comprimento axial do corpo tubular. Nesta execução as paredes de guia e de reforço têm mais uma função, o que significa um alto grau de integração de funções.
[0036] Independentemente do local dos elementos de transmissão de torque no rotor da centrífuga é preferencialmente previsto que os elementos de transmissão de torque em cooperação de câmara de acionamento e câmara coletora de impurezas são formados por contornos de bordos múltiplos ou dentaduras ou ondulações ou uniões de
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16/91 macho e fêmea que podem ser juntados e separados axialmente, respectivamente visto em direção radial, sem ou com corte por baixo. Todas as execuções mencionadas dos elementos de transmissão de torque podem ser engatadas ou desengatadas através de um movimento simples axial da câmara coletora de impurezas relativamente à câmara de acionamento, sendo que em estado engatado os elementos de transmissão de torque transmitem de maneira confiável o torque gerado pela câmara de acionamento para a câmara coletora de impurezas. Em caso de executar os elementos de transmissão de torque, por exemplo, como disposições de macho e fêmea com corte por baixo, os elementos de transmissão de torque podem ao mesmo tempo absorver também forças que agem em direção radial. Por exemplo, as paredes de guia e de reforço acima mencionadas também podem ser unidas ao corpo tubular central da câmara de acionamento através de junção axial de tal maneira que forças radiais podem ser desviadas das paredes de guia e de reforço para o corpo tubular central. Nesta execução resulta um rotor especialmente estável e resistente com um peso baixo.
[0037] Para tornar o trabalho de montagem do rotor mais fácil para o pessoal da manutenção e para evitar ao máximo possível erros de montagem, sugere-se também que os elementos de transmissão de torque em cooperação de câmara de acionamento e câmara coletora de impurezas são executados com chanfraduras de inserção e / ou pontas de inserção de encaixe automático.
[0038] Para se obter uma fabricação mais barata possível da câmara coletora de impurezas, de preferência é previsto que o corpo oco que constitui a câmara coletora de impurezas do rotor seja uma peça inteiriça de material sintético feito com moldagem por injeção.
[0039] Como alternativa, o corpo oco constituindo a câmara coletora de impurezas do rotor pode ser um componente de material sintétiPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 19/117
17/91 co formado por duas peças de moldagem por injeção, de preferência soldado. A execução em duas peças na verdade é um pouco mais dispendiosa na fabricação, porém, permite configurações mais complicadas da câmara coletora de impurezas.
[0040] Para vedar a câmara de acionamento e a câmara coletora de impurezas do rotor no seu estado composto suficientemente contra uma fuga de óleo, também é previsto que respectivamente em área de contato entre a câmara de acionamento e a câmara coletora de impurezas do rotor seja prevista pelo menos uma vedação disposta separadamente ou formada inteiriçamente.
[0041] Independentemente das realizações descritas acima da centrífuga de jato livre, de preferência é previsto que, para a geração dos dois fluxos parciais de óleo lubrificante, o fluxo de óleo lubrificante conduzido para a centrífuga pode ser dividido na centrífuga em dois fluxos parciais de quantidades ajustadas, de preferência, conduzidos através de dois pontos de estrangulamento definidos, sendo que um fluxo parcial sob pressão é levado para a câmara de acionamento e seus bocais de reação, e o outro fluxo parcial sem pressão é conduzido para a câmara coletora de impurezas através de pelo menos uma entrada. Em virtude da divisão do fluxo de óleo trazido dentro da centrífuga evitam-se elementos para a divisão e o ajuste quantitativo do fluxo de óleo fora da centrífuga. Este é mais uma contribuição para uma construção compacta da centrífuga. Além disso, através da divisão em quantidades ajustadas do fluxo de óleo para os fluxos parciais, a relação de quantidade entre os dois fluxos parciais pode ser definida claramente. Desse modo, por um lado, pode ser influenciada a potência de acionamento do rotor, gerada por sua câmara de acionamento. Por outro lado há a possibilidade de influenciar o tempo de permanência do óleo dentro do rotor conforme desejado. Assim sendo, podem ser definidos de modo simples os parâmetros importantes para a opePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 20/117
18/91 ração da centrífuga de jato livre, e em caso de necessidade, também podem ser alterados construtivamente.
[0042] No caso, de preferência, os dois pontos de estrangulamento estão previstos na câmara de acionamento da centrífuga. Isto oferece a vantagem especial de que em caso de uma ausência acidental da câmara coletora de impurezas não pode ocorrer nenhuma falha de funcionamento na lubrificação do motor de combustão interna. A pressão do óleo lubrificante fica mantida plenamente, pois na câmara coletora de impurezas não ocorre nenhuma queda de pressão.
[0043] Além disso, de preferência aquele dos dois pontos de estrangulamento através dos quais o fluxo parcial de óleo lubrificante pode ser conduzido para a câmara coletora de impurezas é formado por um mancal superior da câmara de acionamento com uma dimensão da fenda definida. No caso, um componente separado não é necessário para o ponto de estrangulamento; ao mesmo tempo é garantida uma boa lubrificação do mancal. Além disso, cria-se no caso com vantagem um efeito de autolimpeza para o ponto de estrangulamento através do movimento das duas partes de mancal que giram um em relação ao outro, fazendo com que este ponto de estrangulamento seja insensível contra sujeiras.
[0044] De preferência, no caso, em outra realização, é previsto que o fluxo parcial levado para a câmara de acionamento é de quantidade maior do que o fluxo parcial levado para a câmara coletora de impurezas. Em virtude dessa divisão preferida são garantidos uma partida rápida e um alto número de rotações do rotor da centrífuga , sendo que ao mesmo tempo é garantido um tempo de permanência longo do fluxo parcial que passa pelo interior do rotor e sua câmara coletora de impurezas. A partida rápida com uma subida rápida do número de rotações resulta do fato de que antes de um arranque do rotor, este primeiro ainda não contém nenhum óleo e, por isso, é mais
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19/91 leve. Se então o óleo for levado à centrífuga, o fluxo parcial maior dele vai imediatamente para os injetores de acionamento e acelera rapidamente o motor ainda leve, ao passo que a câmara coletora de impurezas somente será preenchida aos poucos. Esta realização contribui para uma boa eficiência da centrifuga no que se refere à separação de partículas de sujeira pequenas, especialmente de fuligem, do óleo lubrificante a ser purificado.
[0045] Para se obter uma construção mais simples possível no que se refere à condução do óleo lubrificante dentro da centrífuga, uma realização preferida da centrífuga de jato livre sugere que o transporte do óleo lubrificante para a centrífuga, tanto para a câmara de acionamento como também para a câmara coletora de impurezas, aconteça vindo de baixo através do eixo ou o munhão do eixo inferior. O transporte do óleo lubrificante para o eixo ou para o munhão do eixo pode acontecer, como já é de conhecimento geral, por exemplo, por meio de um pedestal da centrífuga ou através de um outro componente que é, por exemplo, uma parte de um dispositivo de filtração de óleo.
[0046] Como alternativa há a possibilidade de que o transporte do óleo lubrificante até a centrífuga, para a câmara de acionamento, seja feito vindo axialmente de baixo através do eixo ou o munhão do eixo inferior, e para a câmara coletora de impurezas, separadamente, vindo axialmente de cima. Com esta realização adicional alcança-se uma liberdade construtiva maior o que em alguns casos de utilização da centrífuga de jato livre pode contribuir para uma solução mais favorável.
[0047] Para todas as realizações da centrífuga de jato livre acima indicadas, uma outra execução prevê, de preferência, que o fluxo parcial de óleo lubrificante para a câmara coletora de impurezas pode ser introduzido nesta vindo axialmente de cima, radialmente de dentro paPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 22/117
20/91 ra fora na forma de um jato de leque rotativo ou de vários jatos individuais distribuídos em direção circunferencial através de pelo menos uma entrada de forma correspondente. Esta realização cuida para que o óleo lubrificante seja introduzido na câmara coletora de impurezas de modo uniformemente distribuído, visto em direção circunferencial. Nisto, o óleo lubrificante ao mesmo tempo é conduzido o máximo possível para radialmente para fora, onde as forças centrífugas estão especialmente fortes. Além disso, dessa maneira consegue-se um caminho de fluxo maior possível do óleo lubrificante em direção axial através do rotor o que também promove a separação das partículas de sujeira devido ao efeito da força centrífuga.
[0048] Se a entrada não cuidar para uma distribuição uniforme desejada do fluxo parcial de óleo lubrificante em direção circunferencial do rotor, na parte axialmente superior da câmara coletora de impurezas pode ser previsto pelo menos um componente para a distribuição uniforme do óleo lubrificante em direção circunferencial da câmara coletora de impurezas.
[0049] De acordo com um outro aperfeiçoamento, pelo menos uma saída de óleo lubrificante é prevista axialmente em baixo e radialmente interno no rotor com uma seção transversal que é maior do que a seção transversal da entrada. A realização aqui discutida da saída providencia que no rotor não pode surgir nenhuma pressão hidráulica do óleo lubrificante ao lado da pressão de óleo lubrificante gerada pela força centrífuga.
[0050] Também é previsto que radialmente externo da saída no lado inferior do rotor e / ou no lado superior de uma área da caixa da centrífuga que se encontra abaixo do rotor, há uma disposição de nervuras de desvio ou um disco de blindagem que força o fluxo parcial de óleo lubrificante sem pressão que sai da saída a percorrer uma trajetória dirigida, separada do jato de óleo que sai do rotor e do jato de óleo
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21/91 que sai da cada um dos bocais de reação. Desse modo é garantido que o acionamento do rotor não seja perturbado pelo fluxo de óleo saindo da saída e sua eficiência não seja diminuída. A disposição de nervuras de desvio e / ou o disco de blindagem providenciam na área diretamente abaixo do rotor uma separação espacial do fluxo de óleo sem pressão que sai do rotor dos jatos de óleo que saem dos bocais de reação. Desse modo a eficiência plena da propulsão por reação do rotor é constantemente garantida.
[0051] Conforme já mencionado acima, a câmara de acionamento é protegida contra uma retirada acidental para cima. Concretamente, esta proteção é feita preferencialmente por meio de uma proteção engatada ou grampeada ou aparafusada no eixo. Tal proteção pode ser colocada de modo rápido e simples e cumpre a função a ela destinada com alta confiabilidade. Além disso, há a possibilidade, em caso excepcional que por ventura ocorra, em caso de necessidade, retirar a câmara de acionamento do rotor da centrífuga quando esta, contra todas as expectativas, precisa ser limpa ou substituída.
[0052] Conforme já explicado acima, os elementos de transmissão de torque sim transmitem o torque gerado pela câmara de acionamento para a câmara coletora de impurezas, porém, intencionalmente são construídos de um modo que eles podem facilmente ser unidos e separados em direção axial, sendo que para impedir ou delimitar a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas em relação à câmara de acionamento são previstos elementos separados. Para a realização desses elementos separados sugere-se que a câmara coletora de impurezas possui no lado axialmente superior e a tampa possui no lado axialmente inferior respectivamente uma superfície de ataque que em cooperação mútua impedem ou delimitam a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas relativamente à câmara de acionamento quando a tampa estiver colocada. Esta configuração tem a vantagem
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22/91 de que a limitação da mobilidade axial é dispensada com a tampa retirada e que então, sem outras interferências, a câmara coletora de impurezas pode ser axialmente retirada da caixa da centrífuga em virtude da retirada da tampa.
[0053] Como alternativa para a realização acima descrita sugerese que um corpo de esbarro ligado de modo separável axialmente em cima ao eixo que se projeta por cima do eixo radialmente para fora possui no lado inferior, e a câmara coletora de impurezas possui no lado axialmente superior cada vez uma superfície de ataque que em cooperação um com o outro impedem ou limitam a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas relativamente à câmara de acionamento durante a operação da centrífuga. Nesta realização no lugar da tampa um componente separado, isto é o corpo de esbarro, possui a superfície de ataque, o que permite uma realização mais simples da tampa, por exemplo, uma tampa de material sintético sem uma parte de metal necessária para a superfície de ataque.
[0054] Para manter pequeno o número de componentes necessários, prevê-se com vantagem que a proteção e o corpo de esbarro sejam reunidos em um único componente.
[0055] Para execuções da centrífuga onde durante a operação ocorrem com poder considerável forças que agem sobre o rotor em direção axial para cima, a presente invenção sugere que entre o lado superior axial da câmara coletora de impurezas e o lado inferior axial da tampa seja previsto mais um mancal que impede ou limita o movimento axial da câmara coletora de impurezas relativamente à câmara de acionamento e que absorve forças dirigidas axialmente para cima da câmara coletora de impurezas, sem que nisso o rotor seja freado durante a operação.
[0056] Uma outra realização de manutenção especialmente fácil da centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que a câmara
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23/91 coletora de impurezas no seu lado axial superior e a tampa no seu lado axialmente inferior possuem elementos de acoplamento que podem ser engatados ou desengatados uns com os outros, de preferência, elementos de engate, que não entram em contato mútua quando a tampa estiver colocada e que na retirada da tampa levam junto a câmara coletora de impurezas, separando a da câmara de acionamento axialmente para cima. Nesta realização, na retirada da tampa da caixa da centrífuga, a câmara coletora de impurezas é levada junto simultaneamente. Isto possibilita um manuseio especialmente simples na manutenção da centrífuga. Para a montagem de uma nova câmara coletora de impurezas, somente precisa ser separada da tampa a câmara coletora de impurezas velha, e a nova câmara coletora de impurezas limpa, ser unida, preferencialmente engatada com a tampa. Depois, pela colocação da tampa na caixa da centrífuga, simultaneamente a câmara coletora de impurezas é unida à respectiva câmara de acionamento sem passos de montagem adicionais, para formarem o rotor completo. A rotação do rotor durante a operação da centrífuga não é prejudicada através dos elementos de acoplamento, uma vez que estes são realizados de tal maneira e dispostas de tal modo na tampa e na câmara coletora de impurezas, que os elementos de acoplamento das duas partes não se tocam mutuamente quando a tampa estiver colocada. Assim sendo, uma fricção dos elementos de acoplamento prejudicial e causadora de desgaste não ocorre durante a operação da centrífuga. Somente em uma retirada da tampa os elementos de acoplamento entram em contato uns com os outros.
[0057] Para poder equipar também os motores de combustão interna já existentes posteriormente com uma centrífuga de acordo com a presente invenção, a presente invenção sugere ainda que a câmara de acionamento e a câmara coletora de impurezas possuem ainda uma configuração e um dimensionamento no que se refere aos seus
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24/91 componentes que interagem com a caixa que permitem a instalação de câmara de acionamento e câmara coletora de impurezas em centrífugas já existentes, até agora funcionando com um rotor convencional. Assim sendo, existe a possibilidade vantajosa de colocar o equipamento posteriormente com o menor dispêndio possível.
[0058] Visando uma substituição sem problemas das câmaras coletoras de impurezas carregadas com partículas poluentes da centrífuga é previsto que a câmara coletora de impurezas seja livre de metal e que o material sintético que constitui a câmara coletora de impurezas seja de tipo puro, de preferência, um material sintético para a reciclagem que possa ser incinerado sem poluentes ou com poucos poluentes.
[0059] Em muitos casos de utilização, a centrífuga de jato livre é um dispositivo de limpeza que se encontra em um fluxo lateral de óleo. Isto é o caso, por exemplo, na limpeza do óleo lubrificante de motores de combustão interna. Para o uso desse tipo da centrífuga de jato livre em um fluxo lateral é previsto, com vantagem, que em um canal que transporta o óleo lubrificante para a centrífuga seja disposta uma válvula de admissão de pressão mínima que somente permite uma alimentação da centrífuga com óleo depois de ultrapassar uma pressão de óleo predeterminada no lado de admissão. Com esta execução da centrífuga é garantido que a mesma somente recebe óleo quando ele existe em quantidade suficiente e com a pressão suficiente. Desse modo é garantido para o motor de combustão interna que ocorre uma lubrificação de todos os pontos de lubrificação do motor de combustão interna, antes que um fluxo parcial do óleo lubrificante seja conduzido através da centrífuga.
[0060] Uma outra contribuição para uma construção especialmente compacta e para uma primeira montagem mais simples possível da centrífuga é o fato de que ela preferencialmente é uma parte integranPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 27/117
25/91 te de um módulo que contém pelo menos mais um agregado, especialmente um filtro de óleo e / ou um refrigerador de óleo do motor de combustão interna, que pode ser unido por flange com o motor de combustão interna, estabelecendo-se as ligações de fluxo necessárias.
[0061] Também é previsto de acordo com a presente invenção para a centrífuga de jato livre de acordo com a presente invenção utilizada como centrífuga de óleo lubrificante que a centrífuga seja operada em um fluxo lateral ao filtro de óleo que se encontra no fluxo principal e que o fluxo parcial que atravessa a centrífuga compreende no máximo 10 %, de preferência, 5 % do volume do fluxo principal. O fluxo lateral que é retirado do fluxo principal e conduzido através da centrífuga, é tão pequeno nesta execução que o abastecimento de óleo lubrificante dos pontos a serem lubrificados do respectivo motor de combustão interna não é prejudicada. Por outro lado, porém, este fluxo lateral de volume pequeno é o suficiente para uma separação efetiva de pequenas partículas de sujeira, especialmente fuligem, dentro da centrífuga, fazendo com que seja garantido um estado limpo, contendo poucas partículas do óleo lubrificante do motor de combustão interna durante todo o período entre duas manutenções com troca de óleo. [0062] Uma outra realização da centrífuga de acordo com a presente invenção é caracterizada pelo fato de que a centrífuga tem um eixo central para o apoio girável do rotor, eixo que é oco pelo menos em uma parte do seu comprimento e constitui um segmento do canal de abastecimento de óleo, que neste segmento é disposto de modo axialmente deslocável um corpo de válvula pré-solicitado em direção de fechamento de uma válvula de pressão mínima, que o corpo de válvula se projeta para fora do eixo e uma cabeça de vedação do corpo de válvula fica fora do eixo, e que um assento de válvula que interage com a cabeça de vedação é formado em uma parte da caixa da
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26/91 centrífuga que porta o eixo através da qual passa o canal de admissão de óleo.
[0063] Devido ao fato de que a cabeça de vedação da válvula de pressão mínima fica fora do eixo, pode ser utilizado um eixo com um diâmetro externo relativamente pequeno. Isto permite o uso de um mancal inferior do rotor da centrífuga com um diâmetro respectivamente pequeno o que providencia uma fricção vantajosamente pequena neste mancal inferior e, por conseguinte, um alto número de rotações do rotor com uma potência de acionamento predeterminada. Ao mesmo tempo, a válvula de pressão mínima não precisa de nenhum espaço construtivo adicional dentro da centrífuga de modo que fica garantida uma construção compacta.
[0064] Uma outra realização da centrífuga acima descrita prevê que o corpo de válvula é composto de várias partes individuais, especialmente a cabeça de vedação, uma haste e uma peça final de guia. Para a haste que atravessa a parte oca do eixo, um diâmetro relativamente pequeno é o suficiente. A cabeça de vedação que para sua função precisa de um diâmetro maior, fica fora do eixo, de modo que assim a medida do diâmetro do eixo não é influenciada. Devido ao fato de o corpo de válvula consistir em várias peças, as várias peças podem ser fabricadas de materiais otimamente apropriados, e assim pode ser obtido de modo simples um funcionamento otimizado da válvula de pressão mínima.
[0065] Como alternativa, o corpo de válvula também pode ser feito inteiriçamente. Esta realização significa especialmente uma possibilidade de fabricação barata do corpo de válvula.
[0066] Uma outra realização da centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento possui um corpo tubular central que cerca com distância um eixo central sob formação de um canal anelar para o abastecimento com óleo, onde é apoiada de
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27/91 modo girável a câmara de acionamento, e de que em uma seção superior do canal anelar, entre um mancal superior da câmara de acionamento e uma entrada de óleo da câmara coletora de impurezas é disposto um anel de blindagem que ou é acoplado radialmente interno ao eixo ou radialmente externo ao corpo tubular.
[0067] O anel de blindagem protege o mancal correspondente contra um fluxo de óleo desfavoravelmente grande que poderia produzir um aquecimento excessivo do mancal. Porém, ao mesmo tempo fica garantida uma lubrificação suficiente do mancal superior, uma vez que o anel de blindagem é acoplado ou radialmente internamente ou radialmente externamente, de modo que no respectivo lado oposto permanece ainda uma passagem para uma quantidade suficiente de óleo para a lubrificação do mancal. Na realização onde o anel de blindagem é acoplado ao corpo tubular radialmente externamente obtém-se adicionalmente a vantagem de que é formado um ângulo de captação de poluentes que fica radialmente externo que mantém afastado do mancal as partículas de sujeira acima do anel de blindagem.
[0068] Uma outra execução da centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que a centrífuga tem um eixo central oco, cujo interior oco, em uma primeira parte axial, constitui um segmento do canal de abastecimento de óleo, e em uma segunda parte axial é um canal de saída de óleo, que no interior oco do eixo é disposto de modo axialmente deslocável um pré-solicitado em direção de fechamento, limitado por um assento de válvula, que no corpo de válvula é formada uma passagem de óleo, e que com a passagem de óleo interage um segundo corpo de válvula pré-solicitado em direção de fechamento de uma válvula de controle de excesso de pressão.
[0069] Nessa execução, a centrífuga de jato livre possui uma unidade de válvula que reúne em uma construção muito compacta as funções de uma válvula de pressão mínima e de uma válvula de conPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 30/117
28/91 trole de excesso de pressão. Nisso, com vantagem somente serão necessários dois corpos de válvula móveis o que contribui para a construção compacta e para uma montagem simples e que permite um funcionamento confiável. Nisso, a construção com vantagem é tão compacta que toda a disposição de válvula pode ser alojada no interior oco do eixo para o rotor, sem que o eixo precise ter um diâmetro externo especialmente grande. Nisso, a válvula de pressão mínima cuida para que um fluxo de óleo através da centrífuga somente ocorre quando na entrada da centrífuga reina uma certa pressão mínima de óleo. Se a pressão de óleo estiver inferior a essa pressão de óleo, então a válvula de pressão mínima é fechada e não há nenhum fluxo de óleo através da centrífuga. A válvula de controle de excesso de pressão é responsável para que em caso de uma pressão alta demais do óleo que aflui para a centrífuga, pelo menos um fluxo parcial do óleo é desviado em um percurso curto através de um canal de alívio que passa ao lado da câmara de acionamento e da câmara coletora de impurezas do rotor, providenciando um alívio de pressão rápido. Enquanto a pressão com a qual a válvula de controle de excesso de pressão se abre não estiver alcançada, a válvula de controle de excesso de pressão permanece fechada. O corpo de válvula da válvula de pressão mínima apenas limitadamente axialmente deslocável, em um estado aberto cuida para que neste estado simultaneamente seja fechado o canal de alívio.
[0070] Em uma outra execução dessa centrífuga de jato livre é previsto que a pré-solicitação do primeiro corpo de válvula e do segundo corpo de válvula em sua direção de fechamento seja gerada por uma única mola. Esta execução produz uma construção especialmente simples e econômica de espaço.
[0071] Como alternativa, a pré-solicitação do primeiro corpo de válvula e do segundo corpo de válvula em sua direção de fechamento
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29/91 pode ser gerada por cada vez uma mola própria. Nesta execução há uma viabilidade maior no tocante as forças que precisam agir como pré-solicitação sobre os dois corpos de válvula.
[0072] De acordo com uma outra realização sugere-se uma centrífuga de jato livre que é caracterizada pelo fato de que a centrífuga possui um eixo central oco, cujo interior oco, em uma primeira área axial, é um segmento do canal de admissão de óleo para a câmara de acionamento e para a câmara coletora de impurezas, e em uma segunda área axial é um segmento do canal de admissão de óleo apenas para a câmara coletora de impurezas, que no interior oco do eixo é disposto de modo limitado e axialmente deslocável um corpo de válvula de uma válvula de pressão mínima pré-solicitado em direção do fechamento, agindo em conjunto com um assento de válvula, e que no corpo de válvula é formada uma passagem de óleo com uma seção transversal definida, cuja boca no lado do assento da vedação fica radialmente no lado externo e fluxo abaixo de um contorno de vedação do corpo de válvula que coopera com o assento de vedação.
[0073] Nesta centrífuga de jato livre aproveita-se com vantagem o corpo de válvula como meio da divisão do fluxo de óleo trazido para a centrífuga em dois fluxos parciais, sendo que um dos fluxos parciais é levado para a câmara de acionamento com os bocais de propulsão por reação, e o outro fluxo parcial é levado para a câmara coletora de impurezas para a purificação. A passagem de óleo através do corpo de válvula, no caso, é uma seção transversal definida que dirige um fluxo de quantidade de óleo predeterminada para a câmara coletora de impurezas.
[0074] Quando o corpo de válvula se encontrar na sua posição de fechamento, ele bloqueia completamente tanto o fluxo parcial de óleo para a câmara de acionamento e também o fluxo parcial de óleo para a câmara coletora de impurezas. Com isto evita-se que em estado fePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 32/117
30/91 chado da válvula de pressão mínima um fluxo de óleo possa entrar na câmara coletora de impurezas da centrífuga, lá eventualmente mobilizando partículas de sujeira e levá-las para o óleo lubrificante purificado.
[0075] Uma execução alternativa para a centrífuga acima descrita sugere uma centrífuga que é caracterizada pelo fato de que a centrífuga possui um eixo central oco cujo interior oco em uma primeira área axial é um segmento do canal de admissão de óleo para a câmara de acionamento e para a câmara coletora de impurezas, e em uma segunda área axial é um segmento do canal de admissão de óleo apenas para a câmara coletora de impurezas, que no interior oco do eixo é disposto de modo limitado e axialmente deslocável um corpo de válvula de uma válvula de pressão mínima pré-solicitado em direção do fechamento, agindo em conjunto com um assento de válvula que coopera com um pequeno corpo de válvula de uma válvula de pressão mínima, e que entre a circunferência externa do corpo de válvula e a circunferência interna do eixo oco é formada uma passagem de óleo com uma seção transversal definida, cuja boca no lado do assento da vedação fica radialmente no lado externo e fluxo abaixo de um contorno de vedação do corpo de válvula que coopera com o assento de vedação.
[0076] Com esta solução alternativa conseguem-se as mesmas vantagens como com a centrífuga acima descrita, sendo que a diferença apenas fica no fato de que agora o fluxo parcial de óleo que é levado para a câmara coletora de impurezas, com a válvula de pressão mínima aberta, é conduzido através de uma fenda anelar definida entre a circunferência externa do corpo de válvula e a circunferência interna do eixo oco que guia o corpo de válvula. Se o corpo de válvula aqui se encontrar na sua posição de fechamento, ele bloqueia completamente, além do fluxo parcial de óleo para a câmara de acionamento
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31/91 também o fluxo parcial de óleo para a câmara coletora de impurezas. [0077] Uma outra centrífuga de jato livre de acordo com a presente invenção é caracterizada pelo fato de que o fundo da câmara coletora de impurezas possui aberturas distribuídas de direção radial e direção circunferencial, e de que sob o fundo com aberturas a uma distância axial deste e sobre os bocais é disposto um disco de blindagem fechado que é parte da câmara de acionamento, ou de que na câmara coletora de impurezas acima do seu fundo fechado é disposto um fundo intermediário que possui aberturas distribuídas em direção radial e em direção circunferencial.
[0078] Nesta centrífuga de jato livre consegue-se que o rotor, visto radialmente de fora para dentro, somente enche sua parte radialmente externa com óleo, o que faz com que a massa do rotor inclusive o óleo que se encontra no seu interior, se torne menor do que a de um rotor cheio o que resulta em um número de rotações maior com uma potência de acionamento predeterminada. Este número de rotações maior cuida para uma separação acelerada de partículas de sujeira do óleo lubrificante por meio da força centrífuga. Quando o bolo de partículas de sujeira que se deposita na área radialmente externa do interior do rotor cresceu tanto radialmente para dentro que cobre uma coroa mais externa radialmente das aberturas, o óleo lubrificante passa pela coroa seguinte radialmente interna de aberturas, onde se consegue novamente que somente uma quantidade de óleo limitada se encontra no rotor, sendo que, no entanto, a vantagem se torne cada vez menor com o bolo de partículas de sujeira crescente.
[0079] Um aperfeiçoamento da centrífuga de jato livre acima descrita prevê que o fundo ou o fundo intermediário dotado de aberturas seja fabricado como disco perfurado ou como disco de peneira.
[0080] Adicionalmente pode ser colocado no fundo ou no fundo intermediário uma camada de material que cobre suas aberturas de
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32/91 modo permeável ao óleo, preferencialmente de velo ou de tecido. Esta camada de material, na verdade, permite a passagem do óleo lubrificante, porém impede a passagem de partículas maiores das partículas de sujeira ou de partes do bolo de partículas de sujeira.
[0081] Uma outra centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que radial e externamente de uma saída de óleo purificado da câmara coletora de impurezas, no lado superior de uma parte da caixa da centrífuga que se encontra debaixo do rotor, estão dispostos dois discos de blindagem, um sobre o outro, sendo que o fluxo parcial de óleo lubrificante sem pressão que sai da saída do óleo purificado escoa entre o disco de blindagem interior e a parte da caixa da centrífuga situada em baixo do mesmo e sendo que o fluxo parcial de óleo lubrificante de fluxo rápido que sai dos bocais de reação da câmara de acionamento é escoado através do espaço intermediário entre o disco de blindagem inferior e o disco de blindagem superior.
[0082] Nesta centrífuga, o fluxo parcial de óleo que sai dos bocais de reação e o fluxo parcial de óleo que sai da câmara coletora de impurezas são mantidos separados, e o fluxo de óleo que sai dos bocais em alta velocidade é mantido afastado da circunferência externa do rotor em rotação, o que evita uma freagem não desejada do rotor através do óleo lubrificante que sai.
[0083] Uma outra centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que um eixo central que serve para o apoio girável do rotor é executado inteiriçamente com uma parte da caixa de centrífuga que se encontra abaixo do rotor.
[0084] Nesta centrífuga é evitado cada dispêndio de montagem para uma junção do eixo com uma parte da caixa da centrífuga, o que contribui para custos de fabricação mais favoráveis para a centrífuga. Em virtude da execução inteiriça também pode ser evitado que o eixo se separe da parte da centrífuga que o suporta, o que pode ocorrer,
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33/91 por exemplo, no caso de uma união de encaixe ou aparafusada sob condições desfavoráveis.
[0085] Uma outra centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que externamente em um eixo central que serve para o apoio girável do rotor é colocada pelo menos uma bucha de mancal que consiste em um material que oferece uma cooperação favorável com pelo menos uma bucha de mancal no rotor.
[0086] No caso desta centrífuga existe a possibilidade vantajosa de poder escolher o material para o eixo independentemente das características de deslize visando à bucha de mancal no rotor. Isto torna possível, por exemplo, a utilização de um metal leve como alumínio ou magnésio como material para o eixo, embora o metal leve possua características desfavoráveis no que se refere a uma junção de mancais de deslize. Somente a luva de mancal colocada no eixo precisa ter as características favoráveis para a junção deslizante com a bucha de mancal do rotor.
[0087] Para que a luva de mancal acima mencionada depois da sua colocação sobre o eixo tenha uma circunferência externa exatamente redonda, é previsto em uma outra realização preferida desta centrífuga que a luva do mancal depois da sua colocação sobre o eixo seja tratada na sua circunferência externa por meio de retificação. Através desta retificação posterior é garantido que a luva de mancal tenha uma forma de circunferência externa exatamente redonda, de modo que possíveis divergências do eixo propriamente dito de uma forma exatamente redonda não tenham conseqüências prejudiciais para a circunferência da luva de mancal.
[0088] Uma outra execução da centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento do rotor é feita com um corpo tubular central, através do qual o óleo lubrificante a ser purificado pode ser conduzido à câmara coletora de impurezas, que em
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34/91 uma área terminal superior do corpo tubular é disposta uma abertura que se estende em direção radial como entrada de óleo para a câmara coletora de impurezas, que sob formação de uma fenda anelar na circunferência externa da área terminal superior do corpo tubular é disposto um colar em forma de luva, fechada axialmente em baixo e radialmente externa e aberto axialmente acima, e que a entrada de óleo desemboca na parte inferior da fenda anelar.
[0089] No calor previsto nessa centrífuga, o fluxo parcial de óleo introduzido na câmara coletora de impurezas é distribuído uniformemente sobre a circunferência da câmara coletora de impurezas e sua velocidade é reduzida. Com isso consegue-se que se forme um bolo de partículas de sujeira de espessura uniforme em direção circunferencial, e que uma fuga das partículas de sujeira do bolo de partículas de sujeira já formado no interior da câmara coletora de impurezas não possa ocorrer.
[0090] Uma outra realização da centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento do rotor é executada com um corpo tubular central que é um eixo para o apoio rotativo do rotor, que o corpo tubular é apoiado em baixo e em cima em partes da caixa da centrífuga , que como mancal inferior é previsto um mancal de deslize constituído por uma bucha de mancal que se encontra em baixo do rotor e uma parte mancal prevista na extremidade inferior do corpo tubular, inserida na bucha de mancal, e de que como mancal superior é previsto um mancal de rolamento que é disposto entre a extremidade superior do corpo tubular e uma parte da caixa, especialmente uma tampa que se encontra sobre o rotor.
[0091] Nesta execução da centrífuga de jato livre não há nenhum eixo fixo no qual gira o rotor, e sim, um eixo que pertence ao rotor que é apoiado em partes da caixa da caixa da centrífuga. A parte de mancal encaixada na extremidade inferior do corpo tubular e a bucha de
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35/91 mancal encaixada na parte da caixa que se encontra abaixo do rotor consistem em materiais que formam um bom conjunto de deslize. O corpo tubular em si pode então ser feito de um outro material, por exemplo, metal leve para se obter uma câmara de acionamento com o menor peso possível.
[0092] Um aperfeiçoamento da centrífuga descrito por último sugere que o corpo tubular que constitui o eixo para o apoio rotativo do rotor é apoiado com uma folga axial e que o tamanho de uma face frontal inferior do corpo tubular ou da parte do mancal é dimensionado de tal modo em função da pressão de óleo que reine durante a operação da centrífuga que uma força axial causada pela pressão do óleo, agindo sobre o rotor para cima corresponde essencialmente à força do peso axial que age para baixo do rotor. Com esta configuração da centrífuga se consegue que durante a operação, isto é, com o rotor em rotação, a força do peso do rotor que age sobre o mancal inferior diminui ou é eliminado quase que totalmente. Assim sendo, de acordo com isso, também as forças axiais que agem no mancal inferior diminuem, o que no caso de uma potência de acionamento predeterminada produz um número de rotações do rotor maior e uma vida útil do mancal mais longa.
[0093] Uma execução alternativa da centrífuga acima descrita sugere que a câmara de acionamento do rotor é executada com um corpo tubular central que constitui um eixo para o apoio giratório do rotor, e que o corpo tubular somente é apoiado em baixo em uma parte da caixa da centrífuga que se encontra abaixo do rotor, por meio de dois mancais axialmente distanciados um do outro.
[0094] No caso dessa centrífuga , o apoio do rotor é feito exclusivamente no seu lado inferior, de modo que uma parte superior da caixa da centrífuga, especialmente sua tampa, não precisa ser utilizada para o apoio do rotor. A estabilidade transversal necessária do apoio é
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36/91 garantida na medida suficiente através do distanciamento axial dos dois mancais previstos sob o rotor.
[0095] Em uma outra execução da centrífuga acima explicada sugere-se que como o mancal inferior é previsto um mancal de deslize que é formado por uma bucha de mancal inserida na parte da caixa sob o rotor e uma parte do mancal, prevista na extremidade inferior do corpo tubular , inserida na bucha de mancal, e que como mancal superior é previsto um mancal de rolamento que, visto em direção radial, é disposto entre a parte do mancal do corpo tubular e a parte da caixa que se encontra sob o rotor.
[0096] Com esta execução do apoio podem ser absorvidas com segurança e com baixa fricção e com desgaste pequeno todas as forças axiais e radiais que ocorrem durante a operação da centrífuga. Ao mesmo tempo mantém-se também neste caso uma construção muito compacta.
[0097] Uma outra realização da centrífuga de jato livre prevê que a centrífuga é executada com um eixo central, estacionário na caixa, e a câmara de acionamento do rotor com um corpo tubular central que cerca o eixo a uma distância, que através de um canal anelar entre o eixo e o corpo tubular o óleo lubrificante a ser purificado pode ser levado à câmara coletora de impurezas e que na circunferência interna do corpo tubular estão dispostos nervuras que se projetam radialmente para dentro da fenda anelar, estendendo-se em direção axial.
[0098] Nesta centrífuga se consegue com vantagem que o fluxo parcial de óleo que é conduzido para a câmara coletora de impurezas do rotor já é efetivamente colocado em rotação no seu caminho através do canal anelar, de modo que este fluxo parcial de óleo na sua passagem para dentro da câmara coletora de impurezas executa uma rotação que coincide com a rotação do rotor. Desse modo conseguese um carregamento uniforme em direção circunferencial da câmara
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37/91 coletora de impurezas do rotor. Especialmente em uma execução da câmara coletora de impurezas com paredes radiais que o subdividem é garantido um carregamento uniforme das diversas câmaras da câmara coletora de impurezas entre as diversas paredes radiais.
[0099] Uma outra execução da centrífuga de jato livre de acordo com a presente invenção sugere que a centrífuga seja executada com um eixo central estacionário na caixa, e a câmara de acionamento do rotor com um corpo tubular central que cerca o eixo a uma distância, que através de um segmento oco inferior do eixo central o óleo lubrificante pode ser levado para a centrífuga, que através de um canal anelar entre o eixo e o corpo tubular pode ser levado para a câmara coletora de impurezas um fluxo parcial que é o óleo lubrificante a ser purificado, que na extremidade inferior do corpo tubular é disposta uma bucha de mancal de deslize que é apoiada no segmento oco inferior do eixo central, e que o lado frontal apontando para cima da bucha de mancal é executada como assento de válvula para um corpo tubular axialmente deslocável no corpo tubular , pré-solicitado em direção de fechamento de corpo de válvula de uma válvula de pressão mínima. [00100] No caso desta centrífuga consegue-se uma disposição especialmente compacta consistindo em mancal inferior e válvula de pressão mínima. Isto contribui para uma construção muito compacta. Em estado aberto da válvula de pressão mínima, seu corpo de válvula é levantado da bucha do mancal de deslize. De modo que sua rotação junto ao rotor não é prejudicada. Quando um motor de combustão interna pertencente cujo óleo lubrificante é purificado na centrífuga de jato livre for desligado, o fluxo de óleo atravessando a centrífuga pára, e a válvula de pressão mínima entra na sua posição fechada. Nisto, o corpo da válvula encosta-se à bucha do mancal de deslize ainda em rotação e age como freio para esta. Isto produz um tempo relativamente curto de parada do rotor da centrífuga, devido a que são evitadas
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38/91 emissões de ruídos ligados à sua rotação depois do desligamento do respectivo motor de combustão interna.
[00101] Uma execução alternativa à execução acima descrita da centrífuga de jato livre é caracterizada pelo fato de que a centrífuga é executada com um eixo central estacionário na caixa, e a câmara de acionamento do rotor, com um corpo tubular central que cerca o eixo a uma distância, que através de um segmento inferior oco do eixo central o óleo lubrificante pode ser conduzido para a centrífuga, que através de um canal anelar entre o eixo e o corpo tubular pode ser conduzido um fluxo parcial que é o óleo lubrificante a ser purificado para a câmara coletora de impurezas, que na extremidade inferior do corpo tubular é disposta uma bucha de mancal de deslize que é apoiada no segmento inferior oco do eixo central, que o eixo possui na altura da extremidade superior da bucha de mancal um escalão que se projeta radialmente para fora e que os lados frontais que apontam para cima da bucha de mancal e do escalão juntos são executados como assento de válvula para um corpo de válvula guiado de modo axialmente deslocável no corpo tubular, pré-solicitado em direção de fechamento de uma válvula de pressão mínima, sendo que o corpo de válvula na sua posição de fechamento cobre, de modo vedante uma fenda de mancal entre o eixo e a bucha de mancal.
[00102] Nesta centrífuga, a função e a ação da válvula de pressão mínima e do seu corpo de válvula são amplamente idênticas à descrição acima. Adicionalmente esta execução alternativa oferece ainda a vantagem que em estado fechado da válvula de pressão mínima seu corpo de válvula adicionalmente aos caminhos do fluxo de óleo para a câmara de acionamento e para a câmara coletora de impurezas também fecha de modo estanque a fenda de mancal entre a bucha de mancal de deslize e a parte do eixo que o suporta. Em virtude disso, evita-se que com a válvula de pressão mínima fechada um fluxo de
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39/91 óleo atravessa a fenda do mancal, quando lá não há nenhuma necessidade de lubrificação.
[00103] Um aperfeiçoamento das duas execuções acima descritas da centrífuga de jato livre prevê que o corpo de válvula é oco e guiado no eixo, que o eixo na sua área que guia o corpo de válvula possui em baixo um segmento de diâmetro externo maior e em cima deste, um segmento com um diâmetro externo menor, e que o corpo de válvula possui na sua circunferência interna um contorno de vedação ou uma vedação que veda contra o segmento de diâmetro externo maior e que possui uma distância radial do segmento de diâmetro externo menor. Nesta realização da centrífuga, o corpo de válvula da válvula de pressão mínima veda na sua posição de fechamento tanto contra a bucha de mancal como também contra o eixo. Na sua posição de abertura, o corpo de válvula libera então uma seção transversal suficientemente grande para a passagem do óleo através da válvula de pressão mínima, sendo que óleo pode fluir então através de um primeiro caminho de fluxo radialmente externamente, passando pelo corpo de válvula, e através de um segundo caminho de fluxo radial e internamente através do corpo de válvula.
[00104] De acordo com uma outra realização é sugerida uma centrífuga de jato livre que é caracterizada pelo fato de que os elementos previstos ou dispostos na centrífuga que durante a operação da centrífuga servem para impedir ou limitar a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas relativamente à câmara de acionamento e que são destacáveis com a tampa retirada, são constituídos por lingüetas de engate dispostas na câmara coletora de impurezas ou na câmara de acionamento com narizes de engate que interagem com entalhes de engate previstos na câmara de acionamento ou na câmara coletora de impurezas.
[00105] Esta união de engate entre a câmara coletora de impurezas
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40/91 e câmara de acionamento providencia em estado engatado a fixação segura desejada das duas partes uma em relação à outra em direção axial, porém, em caso de necessidade pode facilmente ser solta para separar a câmara de acionamento da câmara coletora de impurezas. [00106] Um aperfeiçoamento preferido a este respeito prevê que as lingüetas de engate são previstas em cima e radial e internamente e apontando para fora na câmara coletora de impurezas, e os entalhes de engate são previstos em cima e radial e internamente na câmara de acionamento. Nisso, por exemplo, aberturas que de qualquer maneira são previstas na câmara de acionamento como entrada de óleo na câmara coletora de impurezas, podem ao mesmo tempo ser utilizados como entalhes de engate. Isso produz uma função dupla vantajosa sem componentes adicionais.
[00107] Para excluir com segurança que a união de engate acima descrita se separe acidentalmente, uma outra execução sugere que as lingüetas de engate estão apoiadas de modo girável em torno de um eixo giratório, que as lingüetas de entalhe são executadas com uma extremidade de manipulação apontando e projetando-se para cima, e que através de girar a extremidade de manipulação radialmente para dentro, e respectiva lingüeta de engate pertencente com seu nariz de engate pode ser girado radialmente para fora e assim ser colocado fora de engate do seu entalhe de engate. Uma abertura da união de engate, no caso, somente é possível através de uma manipulação ativa da extremidade de manipulação das lingüetas de engate, de modo que no caso é necessário um engate proposital por uma pessoa operadora. Enquanto nenhuma força é exercida sobre a extremidade de manipulação das lingüetas de engate, a união entre a câmara coletora de impurezas e a câmara de acionamento fica mantida com segurança.
[00108] Em todas as centrífugas acima descritas a câmara coletora
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41/91 de impurezas pode ser separada da câmara de acionamento para poder substituir a câmara coletora de impurezas depois do seu tempo de uso previsto junto com o bolo de partículas de sujeira. Assim sendo, a câmara coletora de impurezas é uma peça descartável, ao passo que a câmara de acionamento é uma parte integrante da centrífuga durante sua vida útil. Para levar em consideração esta diferença na duração de uso, de preferência é previsto que a câmara de acionamento consiste em um metal, de preferência metal leve, tal como alumínio ou magnésio, e que a câmara coletora de impurezas consiste em um material sintético, de preferência de um material termoplástico, tal como poliamida ou polietileno.
[00109] Para uma separação de poluentes efetiva do óleo lubrificante é essencial que o óleo lubrificante atravesse a câmara coletora de impurezas na parte mais radialmente externa possível, pois lá as forças centrífugas efetiva são mais fortes. Ao mesmo tempo, porém, precisa ser garantido que com o bolo de partículas de poluentes crescendo de fora para dentro, a entrada do óleo lubrificante na câmara coletora de impurezas não seja impedida pelo bolo de partículas de poluentes. A este respeito sugere-se que em uma área superior da câmara coletora de impurezas, a partir do seu centro, sejam previstos braços de mangueira flexíveis ou braços tubulares articulados que durante a rotação do rotor apontam em direção radial para fora que servem como entrada de óleo.
[00110] Em uma câmara coletora de impurezas nova onde ainda não se depositou nenhum ou apenas um pequeno bolo de partículas de poluentes, os braços de mangueira ou de tubo assumem durante a rotação do rotor, em virtude da força centrífuga efetiva, um alinhamento essencialmente radial. Com isso o óleo lubrificante que atravessa os braços de mangueira ou de tubo sai relativamente radialmente para fora dos braços de mangueira ou tubulares, entrando na câmara colePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 44/117
42/91 tora de impurezas. Com o bolo de partículas de poluentes crescendo cada vez mais radialmente para dentro, as extremidades externas dos braços de mangueira ou tubulares são movidos radialmente para dentro junto com a superfície interna do bolo de partículas de poluentes, fazendo com que a entrada do óleo lubrificante no interior da câmara coletora de impurezas se desloca respectivamente em direção radial para dentro. Com isso acontece a introdução do óleo lubrificante a ser purificado na câmara coletora de impurezas, independentemente da espessura atual do bolo de partículas de poluentes, na posição radialmente externa possível.
[00111] Uma solução alternativa à centrífuga descrita acima sugere uma centrífuga de jato livre que é caracterizada pelo fato de que em uma área superior da câmara coletora de impurezas, são previstos braços tubulares rígidos, apontando a partir do seu centro radialmente para fora com furos para a entrada do óleo.
[00112] Nesta centrífuga, os braços tubulares mantêm sua posição e direção, independentemente de rotação ou parada do rotor, e independentemente do tamanho do bolo de partículas de poluentes já depositado. Em virtude das forças centrífugas ocorrentes, porém, a entrada da parte essencial do óleo lubrificante a ser purificado de preferência ocorre através da respectiva abertura ainda livre, radialmente externa dos braços tubulares, de modo que se consegue um modo de ação semelhante como na centrífuga anteriormente descrita.
[00113] Em seguida serão explicados exemplos de execução da presente invenção com a ajuda de um desenho. As figuras mostram: [00114] A figura 1 mostra uma centrífuga de jato livre em corte vertical, sendo que a metade esquerda da figura 1 mostra uma primeira execução, e a metade direita da figura 2 mostra uma segunda execução.
[00115] A figura 2a e a figura 2b mostram dois elementos de transPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 45/117
43/91 missão de torque de execuções diferentes.
[00116] A figura 2c mostra um corte vertical parcial através da extremidade central superior da centrífuga em uma variação em comparação com a figura 1.
[00117] A figura 3a e a figura 3b mostram dois outros elementos de transmissão de torque modificados.
[00118] A figura 4a mostra uma câmara de acionamento e uma câmara coletora de impurezas da centrífuga antes de serem juntadas uma com a outra, em vista em perspectiva.
[00119] A figura 4 b mostra a câmara de acionamento e a câmara coletora de impurezas depois da sua junção para se tornarem um rotor completo.
[00120] A figura 5 mostra uma outra centrífuga de jato livre em corte vertical, também neste caso, em uma execução na metade esquerda e em uma outra execução na metade direita da figura.
[00121] A figura 6 mostra uma centrífuga em um corte parcial vertical através da área da sua câmara de acionamento.
[00122] A figura 7 mostra a câmara de acionamento da figura 6 em vista lateral.
[00123] A figura 8 mostra uma outra centrífuga de jato livre em corte vertical.
[00124] A figura 9 mostra um corte através da centrífuga de acordo com a linha IX - IX na figura 8.
[00125] A figura 10 mostra o rotor da centrífuga de jato livre da figura 14 em uma vista de baixo.
[00126] A figura 11 mostra a câmara de acionamento do rotor da figura 10 em vista lateral.
[00127] A figura 12 mostra uma centrífuga de jato livre em corte vertical com duas câmaras coletoras de impurezas de execuções diferentes, mostradas na metade esquerda e na metade direita da figura.
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44/91 [00128] A figura 13 mostra uma centrífuga de jato livre também em corte vertical com duas outras câmaras coletoras de impurezas de execuções diferentes na metade esquerda e na metade direita da figura [00129] A figura 14 mostra uma centrífuga de jato livre, outra vez em corte vertical, e em duas execuções diferentes na metade esquerda e na metade direita da figura.
[00130] A figura 15 mostra a parte da caixa que fica sob o rotor da centrífuga de jato livre de figura 14, em vista de cima.
[00131] A figura 16 mostra um corte parcial horizontal através de uma centrífuga de jato livre.
[00132] A figura 17 mostra um recorte de um detalhamento dos elementos de transmissão de torque da figura 18.
[00133] A figura 18 mostra uma centrífuga de jato livre em um corte horizontal com duas câmaras coletoras de impurezas de execuções diferentes e elementos de transmissão de torque.
[00134] A figura 19 mostra uma centrífuga de jato livre do corte horizontal com execução modificada dos elementos de transmissão de torque.
[00135] A figura 20 mostra um corte parcial vertical através da área terminal superior de uma centrífuga de jato livre com duas execuções diferentes na metade esquerda e na metade direita da figura.
[00136] A figura 21 mostra um corte parcial vertical através de uma outra execução da centrífuga de jato livre na sua área superior central. [00137] A figura 22 mostra uma centrífuga de jato livre com uma válvula de pressão mínima em corte longitudinal.
[00138] A figura 23 mostra um recorte da centrífuga segundo a figura 22 com uma válvula de pressão mínima alterada, também em corte longitudinal.
[00139] A figura 24 mostra uma válvula de pressão mínima e uma
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45/91 válvula de controle de excesso de pressão combinada como parte de uma centrífuga, em estado fechado das duas válvulas, em corte longitudinal.
[00140] A figura 25 mostra a válvula de pressão mínima e a válvula de controle de excesso de pressão de acordo com a figura 24, agora com a válvula de pressão mínima aberta, também em corte longitudinal.
[00141] A figura 26 mostra a válvula de pressão mínima e a válvula de controle de excesso de pressão de acordo com a figura 24 e 25, agora em estado aberto das duas válvulas, outra vez em corte longitudinal.
[00142] A figura 27 mostra a válvula de pressão mínima e a válvula de controle de excesso de pressão de acordo com a figura 24 em uma execução modificada, em corte longitudinal.
[00143] A figura 28 mostra uma válvula de pressão mínima modificada como parte de centrífuga, em corte longitudinal.
[00144] A figura 29 mostra uma alteração da válvula de pressão mínima da figura 28, também em corte longitudinal.
[00145] A figura 30 mostra a parte inferior de um rotor e de uma parte da caixa inferior da centrífuga em uma outra execução, em corte longitudinal.
[00146] A figura 31a mostra um corte transversal segundo a linha A
- A na figura 30.
[00147] A figura 31b mostra um corte transversal segundo a linha B
- B na figura 30.
[00148] A figura 32 mostra a área inferior esquerda de uma outra centrífuga, em corte longitudinal.
[00149] A figura 33 mostra um recorte de uma outra centrífuga na área de um mancal de deslize inferior, em corte longitudinal.
[00150] A figura 34 mostra a área central superior de uma outra
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46/91 centrífuga, em corte longitudinal.
[00151] A figura 35 mostra uma centrífuga completa em uma outra execução, também em corte longitudinal.
[00152] A figura 36 mostra uma outra centrífuga completa, também em corte longitudinal.
[00153] A figura 37 mostra uma outra centrífuga em um corte transversal através da sua área central.
[00154] A figura 38a mostra um recorte da área central inferior de uma outra centrífuga, com um mancal inferior e uma válvula de pressão mínima fechada, em corte longitudinal.
[00155] A figura 38b mostra a centrífuga da figura 38a, agora com a válvula de pressão mínima aberta.
[00156] A figura 39 mostra uma execução modificada da centrífuga segundo a figura 38a e 38b, também em corte longitudinal.
[00157] A figura 40 mostra uma outra centrífuga completa, outra vez em corte longitudinal.
[00158] A figura 41 mostra a área central superior de uma outra centrífuga, em corte longitudinal.
[00159] A centrífuga de jato livre 1 mostrada na figura 1 possui uma caixa 10 que na parte superior é fechada com uma tampa roscada 14. Na caixa 10 é disposta e fixada uma parte da caixa 10' que porta um eixo 5. No eixo 5 é apoiado de modo girável um rotor 2. Para a junção separável entre a caixa 10 e a tampa roscada 14, a caixa 10 possui uma rosca interna 11 e a tampa roscada 14 possui uma rosca externa
16.
[00160] A parte da caixa 10' disposta na caixa 10' possui no seu centro um assento de eixo 12 com uma rosca interna onde é aparafusada uma extremidade roscada 50 do eixo 5. O eixo 5 estende-se para cima através de todo o rotor 2 até o lado interno da tampa 14. No seu interior o eixo 5 é oco e possui um canal 53 central. Através do canal
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47/91 ocorre o abastecimento do óleo lubrificante a ser purificado para o rotor 2. Da área inferior do canal 53 central saem dois canais 54 radiais que através de canais derivados 33 dentro do corpo de suporte dos bocais 31 conduzem a dois bocais 34. Ao serem carregados com óleo lubrificante sob pressão, os bocais 34 acionam o rotor 2 através de um jato de óleo emitido de acordo com o princípio da propulsão por reação, fazendo com que este gire no eixo 5 em torno do eixo giratório 20. [00161] O corpo de suporte dos bocais 31 é parte de uma câmara de acionamento 3 do rotor 2. No exemplo de execução mostrado na figura 1, a câmara de acionamento 3 possui também um fundo 32 que limita o corpo de suporte dos bocais 31 para cima. Em torno do eixo 5, a câmara de acionamento 3 possui um corpo tubular 30 que é apoiado e que sob a intercalação de dois mancais de deslize 51, 52 é apoiado em cima e em baixo no eixo 5.
[00162] Entre a circunferência interna do corpo tubular 30 e a circunferência externa do eixo 5 é formado um canal anelar 30' através do qual o óleo lubrificante pode ser introduzido em uma câmara coletora de impurezas 4 do rotor 2. Na extremidade superior do canal anelar 30' é previsto um ponto de estrangulamento 37 na área do mancal de deslize superior 52 que permite a passagem de uma determinada quantidade de óleo em uma pressão determinada. O óleo que passa chega sem pressão através de uma entrada 44 até a área superior terminal da câmara coletora de impurezas 4. Como alternativa, no lugar do mancal de deslize superior 52 a entrada 44 também pode constituir o ponto de estrangulamento 37.
[00163] Depois de atravessar a câmara coletora de impurezas 4 de cima para baixo, o óleo lubrificante passa através de pelo menos uma saída, na figura 1 não visível que se encontra axialmente em baixo e radialmente dentro, para fora da câmara coletora de impurezas 4 para uma área de saída de óleo 13 do rotor 2. Da área de saída de óleo 13,
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48/91 tanto o óleo centrifugado da câmara coletora de impurezas 4 como também o óleo que sai dos bocais 34 escoa sob o efeito da gravidade, de preferência para dentro do cárter inferior do motor de combustão interna.
[00164] O rotor 3 é construído de tal modo que com a tampa 14 aparafusada, a câmara coletora de impurezas 4 com a sujeira nela depositada pode ser retirada da caixa 10, separando a da câmara de acionamento 3. Para tal, a câmara de acionamento 3 é protegida contra uma retirada axial para cima por meio da proteção 38 que é aparafusada na extremidade superior do eixo 5 e constitui uma parte do eixo
5. A câmara coletora de impurezas 4 pode ser separada da câmara de acionamento 3 e juntada à câmara de acionamento 3 através de um simples movimento axial.
[00165] Para poder transmitir de modo confiável um movimento giratório da câmara de acionamento 3 para a câmara coletora de impurezas 4, elementos de transmissão de torque 6 são previstos entre estas duas partes 3 e 4. Estes elementos de transmissão de torque 6, dependendo da demanda, podem estar previstos um ou vários e estar dispostos em diversos pontos. Na figura 1 em cima, na área de contato entre o corpo tubular 30 e a câmara coletora de impurezas 4, são previstos primeiros elementos de transmissão de torque 6 que no caso podem possuir um contorno de bordas múltiplas, conforme é mostrado na figura 2a, ou um contorno dentado, conforme é mostrado na figura 2b a título de exemplo, ou um outro contorno adequado com fecho devido à forma.
[00166] Na figura 1 à direta, em baixo, são mostrados segundos elementos de transmissão de torque 6 que na figura 3a são mostrados em uma vista parcial, de baixo. No caso, os elementos de transmissão de torque 6 consistem em um pino 46 que se projeta de um fundo 42 da câmara coletora de impurezas 40 para baixo, e de um entalhe 36
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49/91 no fundo 32 da câmara de acionamento 3 que abriga este pino 46. [00167] Uma outra execução de elementos de transmissão de torque 6 é mostrada na figura 1 à esquerda, em baixo. No caso, a extremidade terminal inferior de uma parede circunferencial 40 radialmente externa da câmara coletora de impurezas 4 e uma área de borda 35 radialmente externa, apontando para cima do fundo 32 da câmara de acionamento 3 sobrepõem-se mutuamente. Conforme ilustra a figura 3b, os elementos de transmissão de torque 6 são um contorno ondulado, como pode ser visto na figura 3b em vista lateral.
[00168] Na centrífuga de jato livre de acordo com a figura 1, o eixo que através da proteção 38 é prolongado para cima para além do rotor 2 estende-se até a tampa, centrando o eixo. Na tampa 14, a extremidade superior da proteção 38 é fixada por meio de uma peça de encaixe metálica 15.
[00169] Na metade esquerda da figura 1, a câmara coletora de impurezas 4 é mostrada em uma primeira execução. Nesta execução, a câmara coletora de impurezas 4 possui a parede circunferencial 40 radialmente externa, e inteiriçamente com esta uma parede superior 41 e uma parede radialmente interna 43. Para baixo, a câmara coletora de impurezas 4 é aberta. Em estado composto do rotor 2, a câmara coletora de impurezas 4 é fechada por meio do fundo 32 da câmara de acionamento 3.
[00170] Na execução da câmara coletora de impurezas 4 de acordo com a metade direita da figura 1, este compreende inteiriçamente com a parede circunferencial 40 radialmente externa a parede superior 41 e um fundo 42 soldado com a extremidade frontal inferior da parede circunferencial 40. A costura de solda entre estas duas partes é marcada pela referência 40'.
[00171] Durante a operação da centrífuga 1 podem ocorrer forças que causam um movimento do rotor 2 para cima. Para absorver estas
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50/91 forças sem prejuízo, a figura 1, em cima na metade esquerda e na metade direita mostram duas medidas diferentes. Na metade esquerda, a câmara coletora de impurezas 4 possui axialmente em cima e radialmente interno uma via de acesso 45 que durante a movimentação do rotor 2 para cima entra em contato de deslize com o lado inferior da peça de encaixe metálica 15 na tampa 14.
[00172] Na metade direita da figura 1 é mostrado como solução alternativa do mesmo problema um mancal de rolamento adicional 15' que é fixado no lado inferior da tampa 14 ou na peça de encaixe metálica 15 prevista nela. Durante uma movimentação do rotor 2 para cima, este se encosta à peça de encaixe metálica 15 ou ao mancal de rolamento 15', em virtude do que forças axiais com fricção pequena podem ser desviadas para a tampa 14 e através desta, para a caixa 10. [00173] A figura 2c mostra como terceira solução do mesmo problema um mancal de rolamento radial 15' adicional, dimensionado para absorver forças axiais que é fixado no lado inferior de tampa 14 ou no encaixe 15 lá previsto,. Durante um movimento do rotor 2 para cima, a parede superior 41 da câmara coletora de impurezas 4 com sua face superior 45 encosta-se ao anel de mancal radialmente interno do mancal de rolamento radial 15', assim forças axiais com fricção menor podem ser deduzidas para a tampa 14 e através deste, para a caixa 10. [00174] Conforme mostra agora novamente a figura 1, para colocar o óleo que se encontra no rotor 2 em rotação sem deslize quando o rotor 2 for acelerado, e / ou para absorver forças axiais que ocorrem durante a operação do rotor 2, paredes de guia e de reforço 48 são previstas na câmara coletora de impurezas 4.
[00175] Finalmente, a centrífuga de jato livre 1 possui de acordo com a figura 1 no eixo 5 ainda uma válvula de pressão mínima 7 que na figura 1 é mostrada na sua posição de abertura. Esta posição de abertura é assumida pela válvula 7 quando há uma pressão de óleo
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51/91 lubrificante suficientemente alta. Abaixo de uma determinada pressão do óleo, a válvula assume sua posição de fechamento, e a centrífuga 1 não é atravessada pelo óleo, para garantir uma lubrificação predominante dos mancais do motor de combustão interna.
[00176] Em estado aberto da válvula 7, o óleo passa, vindo de baixo através do canal central 53 através da válvula 7, e depois é dividido em dois fluxos parciais. Um primeiro fluxo parcial atravessa os canais derivados 33 para os bocais 34, acionando assim o rotor 2 através da sua câmara de acionamento 3. Um segundo fluxo parcial passa pelo canal anelar 30' em direção axial para cima e através do ponto de estrangulamento 37, sob queda de pressão, entra na câmara coletora de impurezas 4. A câmara coletora de impurezas 4 não se encontra mais sob a pressão de óleo alta gerada por uma bomba transportadora de óleo, mas somente precisa absorver as forças que surgem devido à rotação que alivia o rotor 2.
[00177] A figura 4a mostra em uma vista em perspectiva, em baixo, a câmara de acionamento 3 e em cima, uma parte da câmara coletora de impurezas 4, antes da sua junção.
[00178] A câmara de acionamento 3 consiste no corpo tubular 30 que se projeta para cima, e do corpo de suporte dos bocais 31 que nesta execução é constituído no lado superior pelo fundo contínuo 32. Na borda radialmente externa do corpo de suporte dos bocais 31 encontra-se o canto da borda 35 do fundo 32 com seu contorno ondulado que constitui os elementos de transmissão de torque 6.
[00179] A figura 4a mostra apenas a parte inferior da câmara coletora de impurezas 4 com uma parte da parede circunferencial 40. Na extremidade axialmente inferior da parede circunferencial é formada inteiriçamente uma ondulação adequada para a ondulação da câmara de acionamento 3, em virtude do que os elementos de transmissão de torque 6 são formados os elementos de transmissão de torque 6 no
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52/91 lado da câmara coletora de impurezas 4. Para a vedação entre a câmara de acionamento 3 e a câmara coletora de impurezas 4 existe nesta última ainda uma vedação perimetral 62.
[00180] A figura 4b mostra a câmara de acionamento 3 e a câmara coletora de impurezas 4 no seu estado montado formando um rotor 2 completo. Os elementos de transmissão de torque 6 que agora não são mais visíveis são engatados uns com os outros, sendo que este engate é obtido através de uma simples junção axial de câmara de acionamento 3 e câmara coletora de impurezas 4. Em cima e em baixo na figura 4b é respectivamente ainda visível uma parte do eixo 5. [00181] A figura 5 mostra uma centrífuga de jato livre 1 em outras realizações, sendo que cada vez na metade esquerda e na metade direita da figura 5 são mostradas execuções diferentes.
[00182] A câmara de acionamento 3, no presente caso, possui uniformemente a forma de um disco, que é atravessado por diversos canais. Em cima, sobre a câmara de acionamento 3 é colocada a câmara coletora de impurezas 4 de modo separável, sendo que no caso, para se obter e separar o engate de câmara de acionamento 3 e câmara coletora de impurezas 4 um simples movimento axial relativamente entre as duas é o suficiente.
[00183] Em baixo, através da câmara de acionamento 3 estendemse dois canais derivados 33 em direções radiais mutuamente opostas que na sua extremidade levam respectivamente a um bocal de propulsão por reação 34 que servem para o acionamento do rotor 2 para fins de rotação em torno do eixo giratório 20. Acima dos canais derivados 33 estendem-se através da câmara de acionamento 3 outros canais, predominantemente em direção radial que constituem uma saída 47 para o óleo lubrificante centrifugado, vindo da câmara coletora de impurezas 4. Para cima, o corpo de suporte dos bocais 31 que possui os canais derivados 33 e os canais para a saída 47 é limitado por um
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53/91 fundo 32. Além disso, também neste caso, a partir do corpo de suporte dos bocais 31 estende-se o corpo tubular 30 axialmente para cima. [00184] A câmara coletora de impurezas 4 possui aqui a forma de um sino aberto em baixo com uma parede circunferencial radialmente externa e uma parede superior 41, aqui fechada.
[00185] Para a transmissão do torque do acionamento da câmara de acionamento 3 para a câmara coletora de impurezas 4 também são previstos aqui elementos de transmissão de torque 6 que podem estar dispostos em diversos pontos. Semelhante ao que já foi explicado com a ajuda das figuras anteriores 4a e 4b, elementos de transmissão de torque 6 correspondentes podem estar previstos na área de sobreposição axialmente inferior, radialmente externa entre a parede circunferencial 40 e o canto da borda 35 do fundo 32. Em caso de necessidade também pode ser disposta lá uma vedação 62. Uma alternativa para os elementos de transmissão de torque 6 existe em que para a transmissão do torque são utilizadas paredes de guia e de reforço 48 dispostas dentro da câmara coletora de impurezas 4. Estas paredes 48 podem formar com o lado externo do corpo tubular 30 um engate transmissor de torque na sua extremidade radialmente interna, sendo que o engate é estabelecido através do encaixe axial da câmara coletora de impurezas 4 sobre a câmara de acionamento 3 e pode ser separado através do movimento axial contrário.
[00186] Também nos exemplos de acordo com a figura 5, a centrífuga de jato livre 4 compreende uma caixa 10 com uma parte da caixa 10' disposta dentro dela. Esta parte da caixa 10' possui no seu centro um assento de eixo 12 onde é encaixado o eixo 5 para o rotor 2 com uma extremidade inferior roscada 50.
[00187] Nesta execução, o eixo 5 se estende livremente para cima através da maior parte da altura do corpo tubular 30, sendo, porém, que o eixo 5 termina dentro do rotor. Por esta razão, conforme menciPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 56/117
54/91 onado anteriormente, a câmara coletora de impurezas 4 pode ser executada com uma parede superior fechada 41.
[00188] Para apoiar a câmara de acionamento 3 no eixo 5 servem um mancal de deslize 51 em baixo e um mancal de rolamento 52 em cima.
[00189] Para o transporte do óleo lubrificante serve um canal central 53 no eixo 5. Na área inferior do canal 53 saem dele os canais radiais 54 que significam uma ligação aos canais derivados 33 no corpo de suporte dos bocais 31 e que transportam o óleo lubrificante sob pressão para os bocais 34.
[00190] O canal 53 passa dentro do eixo 5 para cima até perto da sua extremidade superior. Lá encontra-se um furo radial relativamente pequeno que constitui um ponto de estrangulamento 37. Através desse ponto de estrangulamento 37 um fluxo parcial predeterminável de óleo lubrificante entre sob redução da pressão para as entradas 44 e através destas, para o interior da câmara coletora de impurezas 4, para ser centrifugado lá.
[00191] Uma fração pequena deste fluxo parcial sai da área atrás do ponto de estrangulamento 37 sob a ação da gravidade através do mancal de rolamento 52 para dentro do canal anelar 30' e neste, para baixo. Na sua extremidade inferior, o canal anelar 30' tem ligação aqui com a saída do óleo lubrificante 47 da câmara coletora de impurezas 4, fato devido ao qual o óleo do canal anelar 30' e o óleo da câmara coletora de impurezas 4 juntos são escoados para a área de óleo 13. [00192] No lado inferior da parede superior 41 da câmara coletora de impurezas 4 é formado inteiriçamente um colar 41' que se projeta para baixo que se encontra radialmente externamente das entradas 44. O colar 41' cuida para uma distribuição uniforme do fluxo de óleo que entra na câmara coletora de impurezas 4 em direção circunferencial, para garantir um depósito de sujeira uniforme na câmara coletora
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55/91 de impurezas 4 na sua direção circunferencial.
[00193] Para absorver forças que agem para cima, a figura 5 mostra duas providências diferentes na sua metade esquerda e na sua metade direita. Na esquerda são previstas duas superfícies de acesso interagindo, sendo que a superfície de acesso 45 pe parte integrante da parede superior 41 da câmara coletora de impurezas 4, e a outra superfície de acesso é parte de uma peça de encaixe metálica 15 na tampa 14. Na metade direita da figura 5 é mostrado como alternativa um mancal de rolamento 15' adicional, que por um lado é fixado na tampa 14, e por outro lado, em estado montado da centrífuga de jato livre 1, encosta-se à câmara coletora de impurezas 4.
[00194] Finalmente, a figura 5 mostra tudo em cima no seu centro elementos de acoplamento 49, aqui na forma de ganchos de engate flexíveis. Estes elementos de acoplamento 49 servem para, ao desaparafusar a tampa 14, mover ao mesmo tempo também a câmara coletora de impurezas 4 para cima e para separar a câmara coletora de impurezas 4 sem dificuldades da câmara de acionamento 3. Assim sendo, consegue-se uma manipulação especialmente simples e limpa. [00195] Abaixo da câmara de acionamento 3 encontra-se uma área de saída de óleo 13, de onde o óleo lubrificante que saiu dos bocais 34 e o óleo lubrificante que sai da saída 47 escoa sem pressão e sob o efeito da gravidade para o cárter inferior do respectivo motor de combustão interna.
[00196] A figura 6 mostra uma variação da centrífuga de jato livre 1 da figura 5 que se refere à câmara de acionamento 3. Na execução de acordo com a figura 6, a câmara de acionamento 3 é mais chata e compreende no seu corpo de suporte dos bocais 31 apenas os canais derivados 33 para o abastecimento dos bocais 34. A saída para o óleo lubrificante 47 centrifugado da câmara coletora de impurezas 4 é deslocada da direção radial do corpo de suporte dos bocais 31 para uma
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56/91 trajetória axial mais próximo ao eixo, em virtude do que está à disposição uma altura maior para a câmara coletora de impurezas 4. Nisso, a saída do óleo lubrificante 47 compreende de preferência vários canais paralelos distribuídos sobre a direção circunferencial, dos quais a figura 6 mostra apenas um. No restante, a centrífuga 1 mostrada em parte na figura 6 corresponde à execução segundo a figura 5.
[00197] A figura 7 mostra a câmara de acionamento 3 da centrífuga 1 da figura 6 em uma vista de acordo com a direção de vista Z na figura 6. Em baixo na figura 7 é visível o corpo de suporte dos bocais 31 com o bocal 34 voltado para o observador. Para cima, o corpo de suporte dos bocais 31 é limitado por um fundo chato 32. Centralmente, a partir do corpo de suporte dos bocais 31 estende-se para cima o corpo tubular 30, do qual aqui é mostrado apenas uma pequena parte. [00198] A figura 8 mostra novamente em corte vertical uma outra centrífuga de jato livre 1 para a qual é característico que não possui nenhum eixo fixo contínuo. O apoio do rotor 2 é feito por meio de dois munhões do eixo ligados à câmara de acionamento 3.
[00199] A câmara de acionamento 3 possui também neste caso um corpo de suporte dos bocais 31 que tem a forma de dois braços tubulares apontando radialmente para fora e diagonalmente para baixo. Através de cada braço passa um dos canais derivados 33 respectivamente para um bocal 34 na extremidade dos braços. O corpo de suporte dos bocais 31 é realizado inteiriçamente ou ligado, por exemplo, soldado, com um corpo tubular 30 que vai para cima. Na extremidade inferior do corpo tubular 30 é previsto um primeiro munhão do eixo 5', no presente caso, uma peça giratória prensada. Na extremidade superior do corpo tubular 30 é colocado um munhão do eixo superior 5''. [00200] O munhão do eixo inferior 5' encontra-se em um mancal de deslize inferior 51, sendo que através de uma junta disposta em baixo, projetando-se radialmente para fora no munhão do eixo inferior 5' cuja
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57/91 mobilidade axial é limitada para cima. Desse modo, também a mobilidade axial da câmara de acionamento 3 como um tudo é limitada. [00201] O munhão do eixo superior 5'' projeta-se para dentro de um mancal de rolamento 52 que por sua vez é fixado na tampa 14 da caixa 10 da centrífuga 1.
[00202] Também no presente exemplo, a câmara de acionamento 3 é ligada de modo separável à câmara coletora de impurezas 4, sendo que também neste caso a junção ou a separação ocorre simplesmente através de movimentos axiais.
[00203] A câmara coletora de impurezas 4 é um corpo oco consistindo em duas partes fabricadas separadamente, sendo que as duas partes são unidas permanentemente ao longo de uma costura de solda 40', por exemplo, solda de espelho. Nisto, a câmara coletora de impurezas 4 compreende aqui uma parede circunferencial radialmente externa 40, uma parede superior 41 e um fundo 42. Radialmente internamente a câmara coletora de impurezas 4 é realizada sem uma parede própria.
[00204] Para a transmissão do torque gerado pelo câmara de acionamento 3 para a câmara coletora de impurezas 4 serve um contorno especial do lado inferior do fundo 42 da câmara coletora de impurezas
4. O fundo 42 é formado de tal modo que, visto em direção circunferencial, ele engrena por cima dos braços do corpo de suporte dos bocais 31.
[00205] Esta configuração e a cooperação dos contornos torna-se claro na figura 9 que mostra um corte parcial segundo a linha IX - IX na figura 8. Na execução de acordo com a figura 9 obtém-se adicionalmente um pequeno efeito de engate que impede um movimento independente para cima da câmara coletora de impurezas 4, afastando a da câmara de acionamento 3. Mas ao mesmo tempo esta junção de engate continua facilmente separável através do exercício manual
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58/91 de uma força de tração axial para fins de separação da câmara coletora de impurezas 4 da câmara de acionamento 3.
[00206] O transporte do óleo lubrificante a ser purificado ocorre, conforme mostra novamente a figura 8, também neste caso de baixo através do canal central 53 que primeiro que primeiro passa pelo munhão do eixo inferior 5'. Para cima, o munhão do eixo 5' é seguido pela válvula de pressão mínima 7, aqui mostrada na sua posição fechada. Em posição aberta, a área inferior do canal central 53 é ligada aos canais derivados 33 que conduzem para os bocais 34.
[00207] Um pequeno canal atravessa o corpo de válvula que é a válvula 7 em direção axial constituindo um ponto de estrangulamento 37 para o fluxo parcial de óleo lubrificante que é transportado para a câmara coletora de impurezas 4. Depois de atravessar o ponto de estrangulamento 37, o óleo lubrificante a ser centrifugado vai sem pressão através da parte superior do canal 53 no corpo tubular 30 para cima, e de lá, através das entradas 44 chega até a área superior da câmara coletora de impurezas 4.
[00208] O óleo lubrificante a ser centrifugado sai da câmara coletora de impurezas 4 radialmente no lado interno e radialmente no lado inferior através da saída 47. Na metade direita da figura 8 nervuras de desvio 17 são mostradas na área da saída 47, por um lado na câmara de acionamento 3 e, por outro lado, na parte da caixa 10'. Estas nervuras de desvio 17 cuidam para que o o fluxo de óleo saindo da saída do óleo lubrificante 47 seja uniformizado, para não prejudicar o acionamento com os jatos de óleo saindo dos bocais 43.
[00209] Uma execução alternativa é mostrada em baixo, na metade esquerda da figura 8. Aqui, no lugar das nervuras de desvio 17 é instalado um disco de blindagem 17' que vai para à superfície da parte da caixa 10'a uma distância do seu lado superior. O fluxo de óleo centrifugado saindo da saída 47 escoa abaixo do disco de blindagem 17'; os
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59/91 jatos de óleo que saem dos bocais 34 se chocam com o lado superior do disco de blindagem 17'; no lado radialmente mais externo e axialmente mais em baixo, os dois fluxos de óleo se juntam novamente e unidos são escoados da área de saída de óleo 13 para o cárter inferior do respectivo motor de combustão interna.
[00210] A figura 10 mostra o rotor 2 da figura 14 em uma vista de baixo. No lado radialmente externo, encontra-se a câmara coletora de impurezas 4 com sua parede circunferencial 40 e seu fundo 42, agora voltado para o observador.
[00211] Mais para dentro, a câmara de acionamento 3 é visível. Esta compreende o corpo tubular 30 e, partindo deste, o corpo de suporte dos bocais 31 possuindo a forma de dois braços com os bocais de propulsão por reação 34. As nervuras de desvio 17 são concêntricas ao corpo tubular central.
[00212] Os elementos de transmissão de torque 6 são formados aqui por contornos que se sobrepõem mutuamente entre o lado inferior voltado para o observador do fundo 42 e o corpo de suporte dos bocais 31, contornos estes que através de um movimento em direção axial relativamente entre si podem ser engatados ou desengatados. [00213] A figura 11 mostra a câmara de acionamento 3 da figura 8 e de figura 10 em uma vista lateral. A parte central da câmara de acionamento 3 é o corpo tubular 30 ereto para cima. Deste se estendem em baixo para a esquerda e para a direita os dois braços que constituem o corpo de suporte dos bocais 31. Na extremidade no lado radialmente externo do corpo de suporte dos bocais 31 são visíveis os dois bocais de propulsão por reação 34. A partir do corpo de suporte dos bocais 31 projeta-se também respectivamente um curto segmento das nervuras de desvio 17 para baixo. Em estado montado de câmara de acionamento 3 e de câmara coletora de impurezas 4, as nervuras de desvio 17 se complementam câmara de acionamento 3 com as nervuPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 62/117
60/91 ras de desvio 17 no fundo 42 da câmara coletora de impurezas 4 para formarem a coroa fechada de nervuras de desvio 17 visível na figura
10. Para evitar fugas, na área de contato os contornos das nervuras se sobrepõem.
[00214] A figura 12 mostra um rotor com duas câmaras coletoras de impurezas executadas de maneira diferente, mostradas respectivamente na metade esquerda ou na metade direita da figura 12. Na metade esquerda da figura 12 a câmara coletora de impurezas 4 possui uma parede circunferencial 40 radialmente externa. Na parte de cima, a câmara coletora de impurezas 4 é fechada por uma tampa própria 41, que se sobrepõe sobre a parede circunferencial 40 no lado radialmente externo. De modo semelhante, na parte inferior, a câmara coletora de impurezas 4 é fechada por um fundo 42 separada, sendo que aqui no lado radialmente interno a saída 47 para o fluxo de óleo centrifugado está aberta. No interior da câmara coletora de impurezas 4 estão dispostas paredes de guia e de reforço 48 radiais que são unidas, por exemplo, à parede circunferencial 40 ou que são inteiriças. No lado radialmente interno a câmara coletora de impurezas 4 não possui nenhuma parede própria.
[00215] Na metade direita da figura 12 a câmara coletora de impurezas 4 novamente possui uma parede circunferencial 40 no lado radialmente externo, porém, aqui realizada inteiriçamente com o fundo 42. No lado superior a câmara coletora de impurezas 4 também aqui é fechada com uma tampa 41 própria.
[00216] A câmara de acionamento 3 possui uma camada intermediária de dois mancais de deslize 51, 52 em um eixo 5 fixo que atravessa todo o rotor 2. A câmara de acionamento 3 novamente é composta por corpo tubular 30 e corpo de suporte dos bocais 31, no caso, na forma de dois braços apontando para fora, dos quais a figura 12 mostra apenas um braço.
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61/91 [00217] Os elementos de transmissão de torque 6, neste caso, podem ser executados de modo já descrito com a ajuda das figuras 8 e 9.
[00218] No eixo 5 existe também neste caso uma válvula de pressão mínima 7 que somente a partir de uma certa pressão mínima permite um fluxo de óleo através do rotor 2. Na posição fechada mostrada na figura 12 da válvula de pressão mínima 7, o fluxo de óleo é bloqueado.
[00219] No lado inferior na figura 12 ainda é visível uma pequena parte da caixa 10 que porta o eixo 5. No lado de cima na figura 12 é mostrado um pequeno recorte da tampa 14 onde é centrada a extremidade superior do eixo 5.
[00220] A figura 13 mostra na mesma apresentação como a da figura 12 duas outras realização da câmara coletora de impurezas 4. No caso, as câmaras coletoras de impurezas 4 mostradas na metade esquerda e direita da figura 13 correspondem essencialmente às câmaras coletoras de impurezas 4 mostradas na metade esquerda e direita da figura 12, com a diferença de que nas realizações de acordo com a figura 13, a câmara coletora de impurezas 4 possui cada vez uma parede radialmente interna 43 própria.
[00221] Na execução da câmara coletora de impurezas 4 mostrada na metade esquerda da figura 13, esta possui além da parede circunferencial radialmente externa e a tampa superior 41 e o fundo 42 ainda a parede radialmente interna 43. As paredes 40 e 43 são unidas uma com a outra através das paredes de guia e de reforço 48 radiais. [00222] Na execução mostrada na metade direita da figura 13 da câmara coletora de impurezas 4, esta possui uma parede circunferencial 40 e inteiriçamente com esta, um fundo 42, e a parede radialmente interna 43. No lado superior há também neste caso uma tampa 41 separada.
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62/91 [00223] Os elementos de transmissão de torque 6 são executados conforme mostrado nas figuras 8 e 9.
[00224] O apoio do rotor 2, em todas as execuções mostradas nas figuras 12 e 13, é feito por meio de cada vez um mancal de deslize 51 inferior e um mancal de deslize 52 superior que se encontram respectivamente entre o eixo 5 e a câmara de acionamento 3.
[00225] Também em todas as execuções de acordo com as figuras 12 e 13, depois da retirada da tampa 14 roscada e depois da separação de uma proteção unida à extremidade superior do eixo 5, a câmara coletora de impurezas 4 pode ser retirada para cima através de um movimento axial, separando a da câmara de acionamento 3 para fins de substituição.
[00226] A figura 14 mostra na sua metade esquerda e direita duas outras execuções da centrífuga de jato livre 1 que correspondem parcialmente à execução segundo a figura 8. A diferença essencial consiste em um outro apoio do rotor 2 que na figura 14 é apoiado em um eixo 5 contínuo que se estende através do rotor 2 até a tampa 14 da caixa 10. No caso, o eixo 5 é fixado com uma extremidade roscada 50 inferior em um assento de eixo 12 central na parte da caixa 10' da caixa 10.
[00227] A câmara de acionamento 3 novamente possui aqui um corpo tubular 30 central, estendendo-se para cima e um corpo de suporte dos bocais 31 possuindo a forma de dois braços com canais derivados 33 e bocais 34. A câmara de acionamento 3 é apoiada no eixo 5 em baixo por meio de um mancal de deslize 51, e em cima, alternativamente, ou por meio de um mancal de deslize superior 52 ou de um mancal de rolamento 52.
[00228] A câmara coletora de impurezas 4 aqui novamente é formada por duas partes separadas, soldadas uma com a outra ao longo da costura de solda 40', de preferência, peças moldadas por injeção
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63/91 de material sintético, sendo que na metade esquerda da figura 14 a câmara coletora de impurezas 4 é feita sem a parede radialmente interna, e na metade direita da figura 14, com uma parede 43 radialmente interna.
[00229] No canal central 53 do eixo 5 é disposta uma válvula de pressão mínima 7 que na figura 14 é mostrada em posição fechada. Em posição aberta, o óleo lubrificante entra através da parte inferior do canal central 53, passando ao lado da válvula 7, através do canal radial 54, por um lado, nos canais derivados 33 para os bocais 34, e por outro lado, no canal anelar 30' entre a circunferência interna do corpo tubular 30 e a circunferência externa do eixo 5. Este segundo fluxo parcial que atravessa o canal anelar 30' passa ao lado do mancal superior 52 através da entrada superior 44 de modo estrangulado, para o interior da câmara coletora de impurezas 4 e lá é centrifugado. Uma vez que a pressão hidráulica do fluxo parcial já é reduzida no caminho para a câmara coletora de impurezas 4, a câmara coletora de impurezas 4 também aqui está sob a ação apenas das forças geradas pela força centrifuga durante a rotação.
[00230] Lá em cima na figura 14, na metade direita é mostrada uma centralização simples da extremidade superior do eixo 5 na tampa 14. [00231] Na metade esquerda da figura 14, lá em cima, é mostrada uma execução que possui elementos de acoplamento 49 para, em caso de desaparafusar a tampa 14 roscada, separar a câmara coletora de impurezas 4 da câmara de acionamento 3 sem outras medidas necessárias e mover junto para cima.
[00232] Para absorver forças dirigidas para cima que agem sobre o rotor 2, é previsto um mancal de rolamento adicional 15' na metade esquerda da figura 14, em cima, entre a tampa 14 e a parede superior 41 da câmara coletora de impurezas 4.
[00233] Abaixo da câmara de acionamento 3 são mostrados na fiPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 66/117
64/91 gura 14 como alternativa, no lado direito, nervuras de desvio 17, e no lado esquerdo, um disco de blindagem 17', já explicados com a ajuda da figura 8.
[00234] A figura 15 mostra uma vista de cima sobre a área central da parte da caixa 10' da metade direita da figura 14 que se encontra abaixo do rotor 2. No caso, torna-se especialmente visível a disposição das nervuras de desvio 17 na parte da caixa 10'. No centro da figura 15 observa-se o canal central 53 cercado pelo assento de eixo 12 onde não é inserido o eixo 5.
[00235] A figura 16 mostra um primeiro exemplo para a disposição e a configuração dos elementos de transmissão de torque 6 no lado radialmente interno entre o corpo tubular 30 e as paredes de guia e de reforço 48 que se estendem em direção radial da câmara coletora de impurezas 4. Para tal, o corpo tubular 30 é executado com ranhuras abertas para fora que alojam respectivamente a extremidade no lado radialmente interno das paredes 48. Desse modo, um torque gerado pela câmara de acionamento 3 pode ser transmitido pelo corpo tubular 30 através das paredes 48 engrenadas com ele para a câmara coletora de impurezas 4. Ao mesmo tempo a figura 16 ilustra que o engate entre o corpo tubular 30 e as paredes 48 também nesse caso pode ser feito e separado de modo simples através de um movimento axial da câmara coletora de impurezas 4 relativamente à câmara de acionamento 3. O corpo tubular 30, em caso de fabricação como peça moldada por pressão, pode ser deformado na sua circunferência externa simplesmente em duas direções radiais opostas.
[00236] Bem no centro da figura 16 é visível também o eixo 5 com a válvula 7 disposta nele. Entre a circunferência externa do eixo 5 e a circunferência interna do corpo tubular 30 passa o canal anelar 30' para o transporta do óleo lubrificante para a câmara coletora de impurezas 4.
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65/91 [00237] No fundo da figura 16 encontra-se o fundo 42 da câmara coletora de impurezas 4. Abaixo desse fundo 42 encontra-se o corpo de suporte dos bocais 31.
[00238] A figura 17 mostra com a ajuda de um detalhamento parcial os elementos de transmissão de torque 6 da figura 16. No caso, é especialmente claro que os elementos de transmissão de torque 6 são respectivamente realizados com pontas de inserção e / ou chanfraduras de inserção entrada 61 que fazem com que os elementos de transmissão de torque se juntem automaticamente.
[00239] A figura 18 mostra mais duas realizações alternativas à da figura 16. Na parte esquerda da figura 18 é mostrada a câmara coletora de impurezas 4 com uma parede circunferencial 40 no lado radialmente externo e com paredes de guia e de reforço 48 que se estendem radialmente. A extremidade radialmente interna das paredes 48 constitui os elementos de transmissão de torque 6 respectivamente junto com ranhuras previstas no corpo tubular 30.
[00240] Em um recorte à direita da figura 18, a câmara coletora de impurezas 4 possui adicionalmente uma parede 43 formada no lado radialmente interno que é unida à parede circunferencial 40 no lado radialmente externo através das paredes 48 radiais. Nesta execução cada segunda parede 48 radial projeta-se radialmente para dentro para além da parede radialmente interna 43, e lá engrena com as ranhuras axiais no corpo tubular 30 para constituir os elementos de transmissão de torque 6.
[00241] Também nas duas execuções segundo a figura 18, o engate dos elementos de transmissão de torque 6 pode ser estabelecido e desfeito através de um simples movimento axial da câmara coletora de impurezas 4 em relação à câmara de acionamento 3.
[00242] A figura 19 mostra ainda uma outra modificação dos elementos de transmissão de torque 6 segundo as figuras 16 e 18. A moPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 68/117
66/91 dificação segundo a figura 19 é mostrada à esquerda, em cima, na figura, de modo fragmentado. No caso, os elementos de transmissão de torque 6 são executados na forma de macho e fêmea com um corte por baixo. Nesta execução, as forças que agem em direção radial de dentro para fora podem ser desviadas das paredes 48 para o corpo tubular 30. Ao mesmo tempo permanece possível fazer e desfazer o engate dos elementos de transmissão de torque 6 com um movimento axial da câmara coletora de impurezas 4 relativamente à câmara de acionamento 3.
[00243] A figura 20 mostra em um corte parcial vertical através da parte superior da centrífuga 1 uma variação da centrífuga 1 da figura
5. A variação consiste no fato de que na centrífuga 1 segundo a figura 20 o transporte do fluxo parcial de óleo lubrificante a ser centrifugado é feito a partir de cima. Para tal, um canal de alimentação 18 é formado inteiriçamente na tampa roscada 14 que, vindo de baixo, vai paralelamente à superfície da tampa 14 e que no centro da tampa 14 desemboca em direção para baixo para a câmara coletora de impurezas 4. [00244] A câmara coletora de impurezas 4 possui uma parede circunferencial 40 no lado radialmente externo e uma parede superior que no seu centro possui uma entrada 44 que em direção axial fica exatamente oposto à boca do canal 18. Ao trazer o óleo lubrificante a ser centrifugado através do canal 18, o óleo lubrificante sai da extremidade no lado da tampa do canal 18 em direção vertical de cima para baixo, através da entrada 44 para o interior da câmara coletora de impurezas 4.
[00245] No restante das partes visíveis na figura 20, a centrífuga 1 corresponde ao exemplo de acordo com a figura 5.
[00246] A figura 21 mostra em uma ilustração ampliada em corte um recorte da parte superior de uma centrífuga. À direita na figura 21 pode ser ver a proteção 38 que é aparafusada como componente sePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 69/117
67/91 parado na extremidade superior do eixo 5. A proteção 38 cuida para que a câmara coletora de impurezas 4, da qual aqui somente é visível sua parede superior 41, não possa se mover durante a operação da centrífuga relativamente à câmara de acionamento 3 para cima.
[00247] Da câmara de acionamento 3 vê-se na figura 21 apenas a parte final superior do corpo tubular 30. Entre esta e o eixo 5 é disposto o mancal de rolamento 52 superior. O mancal de rolamento 52 possui relativamente ao corpo tubular 30 uma medida de fenda que a fenda do mancal constitui o ponto de estrangulamento 37 desejado para o fluxo de óleo para a câmara coletora de impurezas. No ponto de estrangulamento 37 é decomposta a pressão do óleo do fluxo parcial de óleo que vai para a câmara coletora de impurezas 4. Depois, o óleo sai sem pressão através da entrada 44 para o interior da câmara coletora de impurezas 4.
[00248] Para centralizar o eixo 5, uma parte final superior da proteção 38 encosta-se de modo centralizado em uma peça metálica de encaixe 15 que por sua vez é colocado centralmente na tampa 14 roscada consistindo em material sintético.
[00249] Além da tampa roscada 14, de preferência também a câmara coletora de impurezas 4 e seus componentes consistem em material sintético, para se fabricar a câmara coletora de impurezas 4 de modo barato e substituí-lo sem agredir o meio ambiente, de preferência queimando-o.
[00250] A figura 22 mostra uma outra centrífuga 1 em um corte longitudinal que serve para purificar o óleo lubrificante de um motor de combustão interna. A centrífuga 1 compreende uma caixa 10 que no lado superior é fechada com uma tampa roscada 14. Para tal, a caixa 10 possui uma rosca interna 11 e a tampa 14, uma rosca externa 16 que são aparafusadas uma com a outra.
[00251] Na parte inferior da centrífuga 1, uma parte da caixa 10' é
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68/91 disposta na caixa 10 que no caso é encaixada vindo de cima para dentro da caixa 10.
[00252] Na parte superior da centrífuga 1 encontra-se um rotor 2 que é apoiado de modo girável em um eixo 5. O eixo 5 é encaixado com sua extremidade inferior em um assento de eixo central 12 no lado superior da parte da caixa 10', por exemplo, aparafusado ou prensado.
[00253] O rotor 2 da centrífuga 1 é executada em duas peças e consiste em uma câmara de acionamento 3 e de uma câmara coletora de impurezas 4.
[00254] A câmara de acionamento 3 do rotor 2 compreende um corpo tubular 30 central e dois braços que saem dele através do quais passa cada vez um canal derivado 33 para um bocal de propulsão por reação 34. A câmara de acionamento 3 é apoiada por meio de um mancal de deslize 51 inferior e um mancal de rolamento 52 superior no eixo 5.
[00255] A câmara coletora de impurezas 4 consiste em uma parede circunferencial 40, de uma parede superior 41 e de um fundo 42, sendo que entre a parede circunferencial 40 e o fundo 42 há uma costura de solda perimetral 40' para unir as partes umas com as outras. Quando a tampa 14 for retirada da caixa 10, a câmara coletora de impurezas 4 pode ser separada para cima da câmara de acionamento 3 e ser substituída separadamente. Uma nova câmara coletora de impurezas 4 pode então ser colocada em sentido invertido, vindo de cima sobre a câmara de acionamento 3 , para completar novamente a centrífuga 1. [00256] O transporte do óleo lubrificante a ser purificado na centrífuga 1 é feito de baixo através de uma entrada de óleo central 18 que é prevista no centro da parte da caixa 10'. De lá, o caminho do fluxo do óleo lubrificante trazido continua através do segmento oco 53 do eixo 5 e lá vai derivando-se em dois fluxos parciais, isto é, um primeiro fluxo
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69/91 parcial através dos canais derivados 33 para os bocais 34, e um segundo fluxo parcial através de um ponto de estrangulamento 37 no mancal de deslize 51, através de um canal anelar 30' entre o corpo tubular 30 e o eixo 5 e através de uma entrada 44 na parte superior da câmara coletora de impurezas 4. Na câmara coletora de impurezas 4 a parte radialmente externa do seu interior constitui uma área coletora de impurezas 4' onde se depositam as partículas de sujeiras separadas do óleo lubrificante através da força centrífuga na forma de um bolo de partículas de poluentes.
[00257] Na área da entrada do óleo 18 e no segmento oco 53 do eixo 5 é disposta uma válvula de pressão mínima 7 que serve para permitir um fluxo de óleo através da centrífuga 1 somente quando na entrada do óleo 18 reina uma certa pressão mínima do óleo. A válvula de pressão mínima 7 compreende um corpo de válvula 70 guiado de modo axialmente deslocável no segmento oco 53 do eixo 5 e que é pré-solicitado por uma mola helicoidal 76 em direção de fechamento, isto é, em direção para baixo. A figura 22 mostra a válvula de pressão mínima 7 na sua posição de fechamento. Quando a pressão de óleo subir na entrada de óleo 18, o corpo de válvula 70 é deslocado para cima contra a força da mola 76, devido a que o óleo lubrificante entre no canal central 53 do eixo 5 através da entrada de óleo 18, e de lá, como acima descrito, vai distribuindo-se para os dois fluxos parciais. [00258] O mancal inferior 51 do rotor 2 é um mancal de deslize com uma bucha de mancal 21 que pertence ao rotor 2 que fica alojada em uma superfície de circunferência externa trabalhada de acordo com isto da parte inferior do eixo 5.
[00259] O mancal superior 52 é um mancal de rolamento, mais precisamente, um rolimã estriado disposto entre a extremidade superior do eixo 5 e a extremidade superior do corpo tubular 30 pertencente à câmara de acionamento 3.
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70/91 [00260] Abaixo do mancal superior 52 há um anel de blindagem 55, mostrado na metade esquerda da figura 22 com uma primeira execução, e na metade direita da figura 22, com uma segunda execução. [00261] Na metade esquerda da figura 22 o anel de blindagem 55 é acoplado ao eixo 5, de preferência encaixado em assento de deslize. No lado radialmente externo encontra-se entre o anel de blindagem 55 e a circunferência interna da extremidade superior do corpo tubular 30 uma fenda através da qual pode passar uma pequena quantidade de óleo, para abastecer o mancal 52 suficientemente, porém, não demasiadamente com óleo lubrificante.
[00262] Na metade direita da figura 22 o anel de blindagem 54 é acoplado à circunferência interna da extremidade superior do corpo tubular 30, por exemplo, também aqui prensado com assento de deslize. No caso desta execução, no lado radialmente interno, entre o anel de blindagem 55 e a extremidade superior do eixo 5, é mantida livre uma fenda que serve para a passagem de uma quantidade menor de óleo para a lubrificação do mancal 52. Na área de canto entre o lado inferior do anel de blindagem 55 e a circunferência interna do corpo tubular 30 podem depositar-se partículas de sujeira que são movidas para fora devido à força centrífuga, sem que nisto haja o risco de que as partículas de sujeira possam entrar para dentro do mancal 52. [00263] O óleo lubrificante que através da entrada 44 chega na parte superior da câmara coletora de impurezas 4 atravessa o interior da câmara coletora de impurezas 4 de cima para baixo, sendo que devido a uma rotação do rotor 2 partículas de sujeira vão depositando-se, devido a força centrífuga, no lado radialmente externo no interior da câmara coletora de impurezas 4, isto é, na sua área coletora de impurezas 4'. O óleo lubrificante purificado sai da câmara coletora de impurezas 4 no lado radialmente interno e em baixo através de uma saída do óleo lubrificante 47 de onde o óleo lubrificante entre em uma parte sem
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71/91 pressão 13 no interior da caixa 10. De lá, o óleo lubrificante pode, por exemplo, retornar para o cárter inferior de um motor de combustão interna.
[00264] Para retardar e uniformizar o fluxo de óleo que sai da saída de óleo 47, existem no lado inferior da câmara de acionamento 3 e no lado superior da parte da caixa 10' nervuras de desvio 17 interrompidas que vão em direção circunferencial.
[00265] O fluxo de óleo lubrificante que sai dos bocais 34 chega no lado radialmente externo das nervuras de desvio 17 também para a área sem pressão 13 e de lá, de volta para o cárter inferior do respectivo motor de combustão interna.
[00266] A figura 23 mostra um recorte da centrífuga 1 segundo a figura 22 com uma válvula de pressão mínima 7 modificada. Nesta execução o segmento oco 53 do eixo 5 é mais curto em direção axial e a mola 76 que pré-solicita o corpo de válvula 70 em direção de fechamento é disposta em torno de uma haste 72 do corpo de válvula 70 que se encontra no segmento oco 53. Assim consegue-se uma construção axialmente compacta.
[00267] A cabeça de vedação 71 do corpo de válvula 70 fica perto da entrada de óleo 18 na parte da caixa 10' que se encontra abaixo do rotor 2. Na área da entrada de óleo 18 é formado um assento de válvula 75 onde a cabeça de vedação 71 pode encostar-se de modo vedante. A partir da cabeça de vedação 71 estende-se a haste 72 do corpo de válvula 70 para cima. Em torno da haste 72 é disposta a mola de válvula 76 cuja extremidade superior se apóia no segmento oco 53 do eixo 5 e cuja extremidade inferior se apóia na cabeça de vedação 71. [00268] Na altura da parte superior da haste 72 é disposto no eixo 5 o mancal de deslize 51 inferior com a bucha de mancal 21. Através da parte inferior do eixo 5 passa a partir do seu segmento oco 53 uma interrupção radial 54 para fora. Uma outra interrupção radial 54'' atraPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 74/117
72/91 vessa a bucha de mancal 21. Assim sendo, é criado um caminho de fluxo para o óleo lubrificante quando a válvula de pressão mínima 7 está aberta, a partir da entrada de óleo 18 através do segmento oco 53 do eixo 5 para dentro dos canais derivados 33 e os bocais 34, via do qual é conduzido o primeiro fluxo parcial de óleo lubrificante para a câmara de acionamento 3.
[00269] O segundo fluxo parcial de óleo lubrificante para a câmara coletora de impurezas 4 vai, vindo da entrada de óleo 18 através do segmento oco 53 do eixo 5 e através de um ponto de estrangulamento 37 para o canal anelar 30' e através deste para cima para a entrada 44 da câmara coletora de impurezas 4 não mais visível na figura 23. [00270] No tocante aos outros componentes e referências visíveis na figura 23 chamamos a atenção para a descrição da figura 22. [00271] A figura 24 mostra também em corte longitudinal uma outra execução da centrífuga, sendo que no caso é essencial que é instalada uma válvula de pressão mínima 7 e válvula de controle de excesso de pressão 7' combinada.
[00272] Em baixo na figura 24 é visível a área central da parte da caixa 10' em cujo centro se encontra a entrada de óleo 18. No caso, a entrada de óleo 18 tem a forma de uma tubuladura apontando para cima, cujo lado superior é executado como assento de válvula 75 com o qual o corpo de válvula 70 da válvula de pressão mínima 7 coopera. [00273] O corpo de válvula 70 possui no seu centro uma passagem de óleo 74 cujo lado superior é executado como um outro assento de válvula 75'. Com este segundo assento de válvula 75' coopera um segundo corpo de válvula 70' como parte da válvula de controle de excesso de pressão 7'. Na figura 24, no caso, ambas as válvulas 7 e 7' são fechadas. A posição de fechamento de ambas as válvulas 7 e 7' é providenciada por meio de uma mola de válvula comum que se apóia no segundo corpo de válvula 70' e em um escalão no segmento oco 53
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73/91 do eixo 5.
[00274] A figura 25 do desenho mostra a combinação de válvula de pressão mínima 7 e válvula de controle de excesso de pressão 7' da figura 24 em um estado aberto da válvula de pressão mínima 7 e a válvula de controle de excesso de pressão 7' ainda em estado fechado. Os dois corpos de válvula 70 e 70', no caso, são deslocados juntos para cima devido à pressão de óleo crescente na entrada de óleo 18 contra a força da mola 76, até que o corpo de válvula 70 encosta-se na seu esbarro no segmento oco 53 do eixo 5, conforme se pode ver na figura 4. Nesta posição o óleo lubrificante pode fluir a partir da entrada de óleo 18 ao lado do corpo de válvula 70, radialmente para fora através dos canais radiais 54, 54'', por um lado para dentro dos canais derivados 33 e, por outro lado, para dentro do canal anelar 30'. Uma fenda de mancal entre a bucha de mancal 21 e o eixo 5 constitui um ponto de estrangulamento 37 para o fluxo parcial de óleo lubrificante que flui para dentro do canal anelar 30' e para a câmara coletora de impurezas 4.
[00275] Na figura 26, depois de um outro aumento de pressão do óleo lubrificante na entrada de óleo 18 agora também a válvula de controle de excesso de pressão 7' está aberta. Nisto, através da pressão de óleo que subiu mais, apenas o segundo corpo de válvula 70' é deslocado mais para cima contra a força de mola 76, fazendo com que o segundo corpo de válvula 70' seja levantado do seu respectivo assento de válvula 75' no primeiro corpo de válvula 70. Assim sendo, é liberado um caminho de fluxo através da passagem de óleo 74 para um canal de alivio 13' que atravessa a parte superior do eixo 5, através do qual o óleo é levado para uma área sem pressão da centrífuga 1.
[00276] A figura 27 mostra uma execução modificada da combinação de válvula de pressão mínima 7 e válvula de controle de excesso de pressão 7'. A diferença consiste no fato de que na execução sePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 76/117
74/91 gundo a figura 27 são previstas duas molas de válvula 76 e 76' separadas. A primeira mola de válvula 76 solicita aqui apenas o primeiro corpo de válvula 70 da válvula de pressão mínima 7. A segunda mola de válvula 76' solicita, no caso, somente o segundo corpo de válvula 70' da válvula de controle de excesso de pressão 7'. Com isto, as forças com as quais os dois corpos de válvula 70 e 70' são présolicitados em direção de fechamento, podem ser ajustados individualmente. No restante, a execução segundo a figura 27 corresponde à execução acima descrita segundo as figuras 24 a 26.
[00277] A figura 28 mostra em corte longitudinal um recorte de uma centrífuga com uma válvula de pressão mínima 7 alterada. Também neste caso, a válvula de pressão mínima 7 é alojada no eixo 5. O eixo 5 possui na sua extremidade inferior 50 uma rosca que é aparafusado em furo roscado correspondente no centro da parte da caixa 10'. Na circunferência externa do eixo 5 encontra-se sobre sua extremidade roscada inferior 50 uma bucha de mancal 21 como parte de um mancal de deslize 51 inferior. No lado externo da bucha de mancal 21 encontra-se a extremidade inferior do corpo tubular 30 da câmara de acionamento 3.
[00278] Um segmento oco inferior 53.1 do eixo 5 constitui a entrada de óleo 18. A partir de baixo também é encaixado um corpo de metal em forma de luva no segmento 53.1, que forma um assento de válvula 75 para um corpo de válvula 70 da válvula de pressão mínima 7. [00279] O corpo de válvula 70 é disposto acima do assento de válvula 75 e é guiado no segmento oco 53.1 do eixo 5 de modo axialmente deslocável. Por meio da mola 76 o corpo de válvula 70 é présolicitado em direção de fechamento.
[00280] A figura 28 mostra a válvula de pressão mínima 7 na sua posição aberta, onde o corpo de válvula 70 é deslocado para cima contra a força da mola 76 devido à pressão do óleo lubrificante presenPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 77/117
75/91 te na entrada de óleo 18. Nesta posição, o corpo de válvula 70 é levantado do seu assento de válvula 75 e libera um canal radial 54 que vai do segmento oco 53.1 do eixo 5 para os canais derivados 33 para os bocais de propulsão por reação 34. Através desse caminho de fluxo passa um primeiro fluxo parcial de óleo lubrificante maior para a câmara de acionamento 3, mais precisamente seus bocais de propulsão por reação 34.
[00281] Um segundo fluxo parcial de óleo lubrificante flui para cima para um segundo segmento oco 53.2 no eixo 5 e através desse caminho de fluxo para a câmara coletora de impurezas 4 não mostrada aqui. Um segmento desse caminho de fluxo atravessa o corpo de válvula 70 que para esta finalidade possui na sua parte superior, na maior parte do seu comprimento axial uma passagem de óleo 74 central na forma de um furo oblongo. Perto da extremidade frontal inferior do corpo de válvula 70, a passagem de óleo central 74 se transforma em dois furos radiais que desembocam na circunferência externa do corpo de válvula 70, entre a circunferência externa do corpo de válvula 70 e a circunferência interna do segmento oco 53.1 forma-se assim um ponto de estrangulamento 37 que cuida para uma passagem definida de óleo lubrificante em direção ao segmento oco superior 53.2 e para a câmara coletora de impurezas 4 da centrífuga 1.
[00282] Em caso de falta de pressão de óleo lubrificante na entrada de óleo 18, a mola 76 pressiona o 70 para sua posição de fechamento, onde se encosta de modo vedante ao assento de válvula 75. Nesta posição ambos os caminhos de fluxo para o primeiro fluxo parcial de óleo lubrificante para a câmara de acionamento 3 e para o segundo fluxo parcial de óleo lubrificante para a câmara coletora de impurezas 4 são fechados.
[00283] A figura 29 mostra uma variação da válvula de pressão mínima 7 da figura 28, sendo que a diferença reside no fato de que na
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76/91 válvula de pressão mínima 7 segundo a figura 29 seu corpo de válvula 70 possui nenhuma passagem de óleo. Antes pelo contrário, no caso é previsto que entre a circunferência externa do corpo de válvula 70 e a circunferência interna do segmento oco 53.1 existe uma fenda anelar definida, que forma um ponto de estrangulamento 37 para o fluxo parcial de óleo lubrificante para a câmara coletora de impressão 4 e cuida para uma passagem definida de óleo e, por conseguinte, uma divisão desejada do óleo lubrificante que chega para os dois fluxos parciais de óleo lubrificante para a câmara de acionamento 3 e para a câmara coletora de impurezas 4, também não mostrada aqui. Nos seus demais detalhes e funções a execução de acordo com a figura 29 corresponde à execução segundo a figura 28.
[00284] A figura 30 mostra em corte longitudinal a parte inferior de uma centrífuga. Muito em baixo na figura 30 é visível a parte da caixa 10' com seu assento de eixo 12 central para o eixo 5 que com sua extremidade roscada inferior 50 é aparafusada no assento de eixo 12. No eixo 5 novamente é apoiado de modo girável o rotor 2 por meio de dois mancais, sendo que na figura 30 somente é visível o mancal inferior 51 que é executado como mancal de deslize.
[00285] No lado esquerdo e direito na parte superior da figura 30 é visível a parte inferior da câmara coletora de impurezas 4 do rotor 2. A particularidade aqui é que o fundo 42 da câmara coletora de impurezas 4 é executado com aberturas 42.2. As aberturas 42.2 possuem aqui a forma de furos que estão distribuídos como coroas em três diferentes raios, concentricamente um em relação ao outro distribuídos sobre a circunferência do fundo 42.
[00286] Abaixo de fundo 42 encontra-se a uma distância axial um disco de blindagem 32.1 que é parte integrante da câmara de acionamento 3 do rotor 2. O espaço intermediário entre o fundo 42 e o disco 32.1 é uma saída de óleo 47 para o óleo purificado.
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77/91 [00287] Além disso, a câmara de acionamento 3 compreende os dois canais derivados 33 que respectivamente conduzem para um bocal de propulsão 34 para o acionamento do rotor 2. a partir do disco de blindagem 32.1 estende-se centralmente o corpo tubular 30 da câmara de acionamento 3 para cima. Entre a câmara de acionamento 3 e o eixo 5 é disposto o mancal de deslize 51.
[00288] A extremidade inferior do eixo 5 é a entrada de óleo 18, seguida para cima pelo segmento oco 53 do eixo 5. Na altura dos canais derivados 33, um canal radial 54 que atravessa a parede do eixo 5 une a entrada de óleo 18 aos canais derivados 33. O fluxo parcial de óleo lubrificante que flui para a câmara coletora de impurezas 4 passa pelo segmento oco 53 do eixo 5, mais para cima e chega na câmara coletora de impurezas 4.
[00289] Enquanto na câmara coletora de impurezas 4 ainda não se depositaram nenhuma ou somente se depositou uma quantidade relativamente pequena de partículas de sujeira na circunferência interna da parede circunferencial 40 no lado radialmente externo, o óleo lubrificante purificado sai do interior da câmara coletora de impurezas 4 através da coroa radialmente externa de furos 42.2 para baixo, para a saída do óleo lubrificante 47 da câmara coletora de impurezas 4. A parte radialmente interna da coroa mais externa de furos 42.2 da câmara coletora de impurezas 4, portanto, não se enche de óleo, fazendo com que o peso da câmara coletora de impurezas 4 inclusive do óleo que lá se encontra, permanece relativamente baixo. Isto causa uma aceleração rápida do rotor 2 na partida e um alto número de rotações com uma potência de acionamento predeterminada.
[00290] Quando o bolo de partículas de poluentes que se deposita na parede circunferencial 40 for tão grosso que cobre a coroa externa de furos 42.2, o óleo lubrificante purificado flui através da coroa seguinte radialmente para dentro de furos 42.2, desse modo, também
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78/91 com o bolo de partículas de poluentes crescente a quantidade de óleo que se encontra na câmara coletora de impurezas 4 é limitada.
[00291] Na metade esquerda da figura 30, dentro da câmara coletora de impurezas 4, ainda é visível uma de várias paredes de guia e de reforço 48 que vão respectivamente em direção radial e que, por um lado, cuidam para um arrastamento do óleo lubrificante na aceleração do rotor 2 e que, por outro lado, providenciam um reforço da câmara coletora de impurezas 4, de modo que esta também pode ser fabricada de material sintético.
[00292] Na metade direita da figura 30, no lado superior do fundo 42, é disposta adicionalmente uma camada de material 42.3 que é permeável ao óleo, porém, amplamente impermeável para partículas de sujeira. Esta camada 42.3 consiste, por exemplo, de um velo ou de um tecido.
[00293] Abaixo do fundo 42 encontram-se nervuras 32.4 estendendo-se em direção radial, que apóiam o fundo 42 pelo lado inferior, que são parte integrante da câmara de acionamento 3.
[00294] A figura 31a mostra um corte através da centrífuga da figura 30, seguindo a linha de corte A-A na figura 30. No lado radialmente externo fica a parede circunferencial 40 da câmara coletora de impurezas 4. Radialmente dentro dele pode se reconhecer em vista de cima o fundo 42 com suas três coroas de aberturas 42.2. As paredes de guia e de reforço 48 não são mostradas na figura 31a.
[00295] No centro da figura 31a é visível o eixo 5 e o interior oco 53. No lado radialmente externo encontra-se de modo concêntrico o corpo tubular 30 da câmara de acionamento (3). O corpo tubular 30 e o eixo 5 abrangem entre si o canal anelar 30'.
[00296] A figura 31b mostra a centrífuga da figura 30 em um corte transversal seguindo a linha B-B na figura 30. No caso se vê o lado superior do disco de blindagem 32.1 com as quatro nervuras de suporPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 81/117
79/91 te 32.4 estendendo-se em direção radial. Escondidos, abaixo do disco de blindagem 32.1 encontram-se os canais derivados 33 com seu respectivo bocal de propulsão por reação 34. No centro da figura 31b são cortados o corpo tubular 30 e o eixo 5. A área entre o lado superior do disco de blindagem 32.1 e as nervuras de suporte 32.4 é a saída 47 para o óleo lubrificante purificado que sai da câmara coletora de impurezas 4.
[00297] A figura 32 mostra uma execução da centrífuga 1 para a qual é característico que possui elementos com os quais o fluxo do óleo lubrificante purificado e o fluxo de óleo lubrificante que sai dos bocais de propulsão por reação 34 são separados um do outro e são mantidos longe da circunferência externa do rotor 2. Para tal, estão dispostos no lado superior da parte da caixa 10', a uma distância axial desta e entre si, dois discos de blindagem 17' e 17''. Um disco de blindagem 17' inferior vai a uma pequena distância axial do lado superior da parte da caixa 10' e radialmente internamente até perto da saída 47 para o óleo lubrificante que sai purificado da câmara coletora de impurezas 4. Este óleo lubrificante que sai da saída 47 flui através do espaço da fenda entre o lado superior da 10' e o lado inferior do disco de blindagem inferior 17' para dentro da área de centrífuga sem pressão
13.
[00298] O fluxo de óleo lubrificante que sai dos bocais de propulsão por reação 34 entra em um espaço de fenda entre o lado superior do disco de blindagem inferior 17' e o lado inferior de um disco de blindagem superior 17'', e flui através deste, também para a área sem pressão 13. Desse modo consegue-se que os fluxos parciais de óleo lubrificante da saída 47 e dos bocais de propulsão por reação 34 não interferem um no outro. Além disso, cuida-se que nenhum óleo lubrificante escoando chega em quantidade digna de menção até a circunferência externa do rotor 2 mais precisamente, da sua câmara coletora de imPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 82/117
80/91 purezas 4 o que evita uma freagem não desejada do rotor 2 devido ao óleo lubrificante que chegou ao seu lado externo.
[00299] À direita na figura 32 ainda é visível na área central da centrífuga 1 uma válvula de pressão mínima 7 sobre a entrada do óleo 18 que corresponde à execução de acordo com a figura 29.
[00300] A figura 33 mostra um recorte de uma centrífuga onde é característico que o eixo 5 para o apoio do rotor 2 é executado inteiriçamente com a parte da caixa 10'. O componente inteiriço de eixo 5 e parte da caixa 10', por motivos de peso, consiste, de preferência de um metal leve. Uma vez que metais leves, tais como alumínio ou magnésio possuem características desfavoráveis visando a junção de deslize em um mancal de deslize, de acordo com a figura 33 é também previsto que na circunferência externa da parte inferior do eixo 5 é colocada uma luva de mancal 51', de preferência com assento forçado. Para garantir uma circunferência externa exatamente redonda desta luva de mancal 51', é útil trabalhar sua circunferência externa depois de a luva de mancal 51' ter sido encaixada no eixo 5 por meio de retificação para se obter uma forma de circunferência externa exatamente cilíndrica.
[00301] Na circunferência externa da luva de mancal 51' encontrase a bucha de mancal 21 como parte do rotor 2, no presente caso, como parte da sua câmara de acionamento 3.
[00302] Uma válvula de pressão mínima 7 disposto em um segmento oco 53 do eixo 5 corresponde à execução já descrito no contexto com a figura 29. No que se refere às outras partes e referências na figura 33 chama-se a atenção para as descrições das figuras anteriores.
[00303] A figura 34 mostra em corte longitudinal um recorte de uma área central superior de uma centrífuga. Lá em cima na figura 34 pode se ver a área central da tampa 14. Debaixo dela é visível uma parte do
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81/91 rotor 2, no caso um recorte central da parede superior 41 da câmara coletora de impurezas 4. No centro da figura 34 passa verticalmente o eixo 5, feito com um interior oco 53. O eixo 5 é cercado a uma distância pelo corpo tubular 30 que é parte integrante de uma câmara de acionamento 3 do rotor 2 não visível aqui.
[00304] O óleo lubrificante a ser levado como fluxo parcial para a câmara coletora de impurezas 4 vai de baixo através do interior oco 53 do eixo 5 para cima e sai deste através de um furo radial acima do mancal de rolamento 52 para a área terminal superior do canal anelar 30'. De lá, duas entradas de óleo 44 conduzem para o interior da câmara coletora de impurezas 4.
[00305] No lado radialmente externo das entradas de óleo 44 existe na área terminal superior do corpo tubular 30 um colar 39, aqui, prensado, que é fechado no lado axialmente inferior e radialmente externo e que é aberto no lado axialmente em cima. Este colar 39 constitui com a circunferência externa da área superior terminal do corpo tubular 30 uma fenda anelar que cuida para que o óleo lubrificante que entra pelas entradas 44 seja distribuído uniformemente em direção circunferencial da câmara coletora de impurezas 4 e entra na câmara coletora de impurezas 4 o máximo possível em cima diretamente abaixo da parede superior 41.
[00306] Acima do rotor 2 é previsto ainda um mancal de rolamento adicional 15' que é fixado na tampa 14 de modo centralizado. No lado superior da parede superior 41 da câmara coletora de impurezas 4 é formada uma superfície de acesso 45 anelar, por exemplo, na forma de um anel colado. Com a ajuda desta superfície de acesso 45, durante a rotação do rotor 2, as forças axiais que surgem durante sua operação podem ser desviadas para o mancal rolamento 15', devido a que fica garantida uma operação com pouca fricção também em caso de ocorrência de forças axiais resultantes. Para o apoio girável do rotor 2
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82/91 em si este mancal adicional 15' não é necessário.
[00307] A figura 35 mostra uma execução da centrífuga 1 onde é característico que no caso não é previsto nenhum eixo fixo na caixa para o apoio do rotor 2, e sim que próprio rotor 2 possui um eixo, com o qual é é apoiado de modo girável na caixa 10 e na tampa 14 da centrífuga 1.
[00308] O rotor 2 da centrífuga possui também neste caso uma câmara de acionamento 3 e uma câmara coletora de impurezas 4 unida a ela de modo separável que pode ser retirada para cima em direção axial. A câmara de acionamento 3 compreende um corpo tubular 30 central a partir do qual partem na área inferior dois braços com respectivamente um canal derivado 33 e respectivamente um bocal de propulsão por reação 34. No interior do corpo tubular 30 é formado um canal 30'.
[00309] Na área terminal inferior do corpo tubular 30 é encaixada uma parte de mancal 51.2, por exemplo, pressionada para dentro, que consiste em um material que junto com uma bucha de mancal 51,1 encaixada na caixa 10 oferece um bom deslize mútuo. A parte de mancal 51.2 consiste em, por exemplo, aço, e a bucha de mancal 51.1 de bronze. A câmara de acionamento 3 restante consiste preferencialmente de um metal leve como alumínio ou magnésio.
[00310] Na extremidade superior do corpo tubular 30 uma peça de encaixe é inserida nele, de preferência pressionado, que constitui um munhão do eixo 5'' que se projeta para cima sobre o rotor 2. Por meio de um mancal de rolamento superior 52 o rotor 2 é apoiado de modo centralizado em cima na tampa 14 com a ajuda do mancal de rolamento.
[00311] Uma válvula de pressão mínima 7 é disposta no canal 30' na sua área inferior acima da parte de mancal 51.2 que corresponde à execução de acordo com a figura 29. Quando a válvula de pressão
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83/91 mínima 7 é deslocada para cima em virtude de uma pressão de óleo na entrada do óleo 18 na parte de mancal 51.2 oco, o óleo lubrificante que entra é dividido para os dois fluxos parciais, por um lado, para os canais derivados 33 para os bocais 34, e, por outro lado, através do canal 30' através da entrada 44 para a câmara coletora de impurezas
4.
[00312] O óleo lubrificante purificado na câmara coletora de impurezas 4 sai desta através da saída de óleo 47 prevista no lado radialmente interno e em baixo, e junto com o fluxo de óleo que sai dos bocais de propulsão por reação 34 chega na área sem pressão 13. [00313] Na operação da centrífuga 1 a pressão do óleo lubrificante cuida para que o rotor 2 seja movido em direção axial para cima, até que um deslocamento axial continuado não é mais possível por causa do esbarro no mancal de rolamento 52 superior. Nesta posição, conforme é mostrado na figura 35 não há no mancal de deslize 51 previsto na parte inferior nenhuma superfície de contato em direção axial o que garante um funcionamento suave do mancal de deslize 51.
[00314] A figura 36 mostra em corte longitudinal uma variação da centrífuga 1 da figura 35, sendo que diferente à figura 35, na figura 36 o apoio do rotor 2 é providenciado por meio de dois mancais 51 e 52, ambos dispostos na parte inferior da câmara de acionamento 3.
[00315] Também neste caso o rotor 2 compreende a câmara de acionamento 3 e a câmara coletora de impurezas 4 que podem ser separadas uma da outra com a tampa 4 desatarraxada.
[00316] A câmara de acionamento 3 compreende também neste caso um corpo tubular 30 central comum canal 30' formado no seu interior e dois braços que se projetam lateralmente que contêm os dois canais 33 até os bocais de propulsão por reação 34.
[00317] Na extremidade inferior do corpo tubular 30 também aqui é disposta uma parte de mancal 51.2, encaixada vindo de baixo, por
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84/91 exemplo, pressionada para dentro. Esta parte de mancal 51.2 encontra-se em uma bucha de mancal 51.1 que por sua vez é encaixada no assento de mancal 12 central na parte da caixa 10'.
[00318] Com uma distância áxil pequena acima deste mancal de deslize 51 formado pela bucha de mancal 51.1 e pela parte de mancal 51.2 é disposto, como segundo mancal, o mancal de rolamento 52. Este mancal de rolamento 52 encontra-se com sua circunferência externa também no assento de mancal 12 central na parte da caixa 10', e com sua circunferência interna, na circunferência externa da parte de mancal 51.2. Com esta disposição dos dois mancais 51 e 52 e com a extensão da câmara de acionamento 3 através da câmara coletora de impurezas 4 para cima, o rotor é apoiado de modo facilmente girável e simultaneamente protegido suficientemente contra momentos de derrubamento.
[00319] Na extremidade superior do rotor 2, seu corpo tubular 30 é fechado. Não há nenhum outro apoio na parte superior do rotor 2. [00320] Uma válvula de pressão mínima 7 disposta no interior do corpo tubular 30 corresponde à execução descrita anteriormente com a ajuda da figura 29.
[00321] A figura 37 mostra em seção transversal uma execução de uma centrífuga, onde para o apoio do rotor 2 novamente é previsto um eixo central 5, em torno do qual vai concentricamente do corpo tubular 30 da câmara de acionamento 3. No caso, a seção transversal mostrada na figura ponto de estrangulamento 37 fica em uma are superior central do rotor 2 na altura das entradas 44 para o óleo lubrificante ao interior da câmara coletora de impurezas 4.
[00322] No centro da figura 37 encontra-se o eixo central 5 que ou é unida à parte da caixa 10' ou é inteiriço, conforme já foi explicado acima. No lado radialmente externo do eixo 5 encontra-se o canal anelar 30' que por sua vez é limitado radialmente para fora através do corpo
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85/91 tubular 30 central como parte da câmara de acionamento 3 do rotor 2. [00323] Para a execução mostrada na figura 37 é característico que a partir da circunferência interna do corpo tubular 30 se projetam nervuras 39', paralelas entre si e estendendo em direção longitudinal do corpo tubular 30. Estas nervuras 39' cuidam para que durante a rotação do rotor 2 e, por conseguinte, também durante a rotação do corpo tubular 30, o óleo lubrificante que flui através do canal anelar 30' em direção para as entradas 44 é efetivamente colocado em rotação, o que faz com que a passagem do óleo lubrificante do canal anelar 30' para as entradas 44 é facilitada e uniformizada.
[00324] Radialmente externo do corpo tubular 30 pode se ver paredes de guia e de reforço 48 distribuídas em direção circunferencial que com sua extremidade radialmente interna mantêm uma distância do corpo tubular 30.
[00325] Finalmente, pode se ver ainda na figura 37 dois elementos de transmissão de torque 6 opostos um ao outro, que servem para a transmissão de um torque da câmara de acionamento 3 para a câmara coletora de impurezas 4, e que são equipados de tal modo que o engate dos elementos de transmissão de torque 6 é estabelecido por meio de encaixe da câmara coletora de impurezas 4 sobre a câmara de acionamento 3, e pode ser separado por meio de retirada axial da câmara coletora de impurezas 4 da câmara de acionamento 3. No fundo da figura 37, finalmente, vemos ainda o fundo 42 da câmara coletora de impurezas 4.
[00326] A figura 38a mostra em um corte longitudinal um recorte de uma centrífuga com uma válvula de pressão mínima 7 modificada. Nas suas outras partes a centrífuga da figura 38a corresponde à execução que foi descrita com a ajuda da figura 30.
[00327] No caso, novamente o rotor 2 é apoiado, por meio de um mancal de deslize 51 na sua parte inferior, em um eixo 5 estacionário
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86/91 na caixa. O eixo 5 é aparafusado com sua extremidade roscada inferior 50 no assento de eixo 12 central na parte da caixa 10', abaixo do rotor 2.
[00328] Na circunferência externa da área inferior do eixo 5 acima da extremidade roscada 50 encontra-se a bucha de mancal 21 que é encaixada vindo de baixo no corpo tubular 30 central da câmara de acionamento 3. O lado superior da bucha de mancal 21 constitui no caso um assento de válvula 75 para um corpo de válvula 70 da válvula de pressão mínima 7. O corpo de válvula 70 é oco e guiado de modo axialmente deslocável no eixo 5. Por meio de uma mola de válvula 76 disposta acima do corpo de válvula 70, o corpo de válvula 70 é présolicitado em direção de fechamento.
[00329] Enquanto na entrada do óleo 18 central na extremidade inferior do eixo 5 com o interior oco 53 lá previsto não há nenhuma pressão de óleo suficiente, a válvula de pressão mínima 7 assume sua posição de fechamento mostrada na figura 38a. Nesta posição, o corpo de válvula 70 encosta-se de modo vedante no assento de válvula 75. Ao mesmo tempo o corpo de válvula 70 apóia-se radialmente internamente em um segmento 5.1 do eixo 5 com um diâmetro externo maior. Nesta posição o corpo de válvula 70 é vedado também na sua circunferência interna por meio de um anel de vedação 77 lá previsto contra o segmento 5.1 do eixo 5. Com isso não é possível uma passagem de óleo lubrificante da entrada do óleo 18 nem para os dois canais 33, nem para o canal anelar 30'.
[00330] Se a pressão do óleo na entrada do óleo 18 ultrapassar uma pressão mínima, a pressão do óleo desloca o corpo de válvula 70 contra a força da mola 76 para sua posição aberta, como é mostrado na figura 38b. O corpo de válvula 70 encontra-se agora na altura de um segmento 5.2 do eixo 5 que possui um diâmetro externo menor, em virtude do que surge uma fenda anelar entre a circunferência exPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 89/117
87/91 terna do segmento 5.2 do eixo 5 e a circunferência interna do corpo de válvula 70 oco.
[00331] Na posição levantada segundo a figura 38b do corpo de válvula 70, o óleo lubrificante vindo da entrada 18 pode fluir através do segmento oco 53 do eixo 5 para cima, e é então dividido em dois fluxos parciais de óleo lubrificante. O primeiro fluxo parcial de óleo lubrificante flui primeiro radialmente para fora, depois para baixo e depois novamente radialmente para fora para os canais derivados 33 que conduzem para os bocais de propulsão por reação 34 não visíveis aqui. O segundo fluxo parcial de óleo lubrificante flui axialmente para cima através do interior oco do corpo de válvula 70 para o canal anelar 30', e de lá para a câmara coletora de impurezas 4.
[00332] A figura 39 mostra uma variação da centrífuga da figura 38a e 38b com uma execução modificada da válvula de pressão mínima 7. Também na execução de acordo com a figura 39 o eixo central 5 com sua extremidade roscada inferior 50 é aparafusada no assento de eixo 12 no centro da parte da caixa 10'. Na parte inferior do eixo 5 acima da extremidade roscada 50 encontra-se também neste caso a bucha de mancal 21 para o apoio girável do rotor 2 por meio do mancal de deslize inferior 51. No lado externo da bucha de mancal 21 encontra-se a área terminal inferior do corpo tubular 30 da câmara de acionamento 3. Entre a circunferência externa da área inferior do eixo 5 e a circunferência interna da área inferior do eixo 5 e a circunferência interna da bucha de mancal 21 encontra-se uma fenda de mancal 56 do mancal de deslize 51.
[00333] Na execução mostrada na figura 39, o lado frontal superior da bucha de mancal 21 e uma área de um escalão 57 que se estende radialmente para dentro que o segue para dentro, apontando para cima no eixo 5 juntos formam um assento de válvula 75 para o corpo de válvula 70 da válvula de pressão mínima 7. Para a pré-solicitação em
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88/91 direção de fechamento, também neste caso, o corpo de válvula 70 é solicitado por uma mola de válvula 76 disposta acima dele. A execução do eixo 5 com o segmento dianteira 5.1 com um diâmetro externo maior e o segmento disposto acima dele 5.2 com um diâmetro externo menor coincide com a execução de acordo com a figura 38.
[00334] Na posição de fechamento da válvula de pressão mínima 7 mostrada na figura 39, o corpo de válvula 70 encosta-se de modo vedante no assento de válvula 75. Desse modo é impedido um fluxo de óleo lubrificante da entrada do óleo 18 para os dois canais 33 e para o canal anelar 30'. Diferente da execução de acordo com a figura 38a e 38b, na execução de acordo com a figura 39, o corpo de válvula 70 cuida adicionalmente para um fecho da fenda de mancal 56 no mancal de deslize inferior 51. Assim tampouco é possível uma fuga de óleo através da fenda do mancal 56 quando a válvula de pressão mínima 7 estiver fechada.
[00335] Se, devido a uma pressão de óleo crescente na entrada do óleo 18 e no interior oco 53 do eixo 5, o corpo de válvula 70 é levantado do seu assento de válvula 75 contra a força da mola 76, por um lado, são liberados os caminhos de fluxo para os dois canais 33 e para o canal anelar 30' e, por outro lado, também a fenda anelar 56 para uma entrada de óleo é aberta. Assim sendo é garantida uma lubrificação suficiente do mancal de deslize 51 com óleo.
[00336] Quando a pressão de óleo baixa, a mola de válvula 76 pressiona o corpo de válvula 70 novamente para sua posição de fechamento visível na figura 39. Nisto, o corpo de válvula 70 cuida ao mesmo tempo para uma freagem do rotor 2, o que impede uma continuação não desejada do funcionamento do rotor 2, por exemplo, ao desligar o motor de combustão interna.
[00337] Referente os demais componentes e referências na figura 39 chamamos a atenção para as descrições das figuras anteriores.
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89/91 [00338] A figura 40 mostra uma execução da centrífuga 1 que coincide na maioria das partes com a da figura 35 já explicada. Diferente na centrífuga 1 de acordo com a figura 40 é a realização da entrada 44 para o óleo lubrificante a ser purificado na câmara coletora de impurezas 4. No caso, no lugar de aberturas simples são previstos dois ou mais braços de mangueira flexíveis 44.1 como entrada. No caso. os braços de mangueira 44.1 são previstos como entradas 44. No caso, os braços de mangueira 44.1 na sua extremidade radialmente interna são fixados na área terminal superior do corpo tubular 30 e estão em conexão de fluxo com o canal anelar 30' no interior do corpo tubular 30 que providencia a alimentação com o óleo lubrificante a ser purificado. [00339] Na metade esquerda da figura 40 é mostrada a câmara coletora de impurezas 4 do rotor 2 em um estado onde somente uma quantidade relativamente pequena de partículas de sujeira se depositou na superfície interna da parede circunferencial 40. Neste caso, o braço de mangueira 44.1 assume durante a rotação do rotor 2 a posição mostrada à esquerda, em cima na figura 40, causada pela força centrífuga, onde a entrada 44 para o óleo lubrificante a ser purificado para o interior da câmara coletora de impurezas 4 fica relativamente afastada radialmente para fora e diretamente antes da superfície que aponta para dentro do bolo de partículas de poluentes já depositado. [00340] Na metade direita da figura 40 é mostrado o rotor 2 em um estado onde na câmara coletora de impurezas 4 já se formou um bolo de partículas de poluentes consideravelmente mais grosso como ocorre pouco antes do tempo de utilização da câmara coletora de impurezas 4. Em virtude do bolo de partículas de poluentes que cresce radialmente de fora para dentro, o braço de mangueira flexível 44.1 com sua extremidade livre que é a entrada 44 é movido em direção radial para dentro, de modo que finalmente assuma a posição mostrada na metade direita da figura 40. Com os braços de mangueira flexíveis
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44.1 consegue-se que a entrada 44 para o óleo lubrificante a ser purificado para a câmara coletora de impurezas 4 sempre tanto radialmente fora, como permite o bolo de partículas de poluentes já depositado. [00341] No que se refere às outras partes e referências mostradas na figura 40, chamamos a atenção para as descrições de figuras anteriores.
[00342] A figura 41 mostra uma modificação da centrífuga onde a câmara coletora de impurezas 4 e a câmara de acionamento 3 do rotor 2 são unidas de modo separável uma com a outra por meio de lingüetas de engates ajustáveis 8.
[00343] Na figura 41 em cima pode se ver a área central da tampa
14. Em baixo fica a parede superior da câmara coletora de impurezas 4 . Na parte inferior da figura 41 é visível o eixo 5 que vai de baixo para cima para o apoio giratório do rotor 2 que é cercada pelo corpo tubular 30 da câmara de acionamento 3 do rotor 2. Através do canal anelar 30' entre o eixo e o corpo tubular 30 o óleo lubrificante a ser purificado é trazido de baixo para cima e entra na câmara coletora de impurezas 4 através das entradas 44.
[00344] À área central da parede superior 41 da câmara coletora de impurezas 4 são ligadas ou executadas inteiriçamente várias lingüetas de engate, distribuídas em direção circunferencial. Estas lingüetas de engate 8 estendem-se em direção aproximadamente vertical paralelamente ao eixo 5 e possuem na sua extremidade inferior cada vez um nariz de engate 80 apontando para dentro. A respectiva extremidade superior das lingüetas de engate 8 constitui uma extremidade de manipulação 82 que pode ser manipulada, exercendo-se manualmente ou com uma ferramenta auxiliar uma força radialmente voltada para dentro. Esta força de manipulação causa um giro das lingüetas de engate 8 em torno do seu eixo giratório 81 e com isto, um giro dos narizes de engate 80 em direção radial para fora. Assim, os narizes de engate 80
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91/91 se libertam de entalhes de engate 83 formados pela área superior das entradas de óleo 44 no corpo tubular 30. Neste estado das lingüetas de engate 8, a câmara coletora de impurezas 4 pode ser retirada em direção axial da câmara de acionamento 3 quando a tampa 14 estiver retirada.
[00345] Entre a área terminal superior do eixo 5 e a extremidade superior do corpo tubular 30 encontra-se um mancal de rolamento como mancal superior 52 para o apoio girável do rotor 2. Diretamente abaixo do mancal 52 encontra-se o anel de blindagem 55, já explicado com a ajuda da figura 22.
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Claims (75)
- REIVINDICAÇÕES1. Centrífuga de jato livre (1) para a purificação do óleo lubrificante de um motor de combustão interna, com uma caixa (10) que é fechada com uma tampa (14) destacável, com um rotor (2) disposto de modo girável na caixa (10) e com canais para trazer sob pressão o óleo lubrificante a ser purificado, e para retirar sem pressão o óleo lubrificante purificado, sendo que o rotor (2) é executado em duas partes com, por um lado, uma câmara de acionamento (3) possuindo pelo menos um bocal de propulsão por reação (34) e, por outro lado, uma câmara coletora de impurezas (4) possuindo uma área coletora de impurezas, sendo que a câmara de acionamento (3) pode ser atravessada por um primeiro fluxo parcial de óleo lubrificante, e a câmara coletora de impurezas (4), por um segundo fluxo parcial de óleo lubrificante, sendo que a câmara de acionamento (3) e a câmara coletora de impurezas (4) são executadas com elementos de transmissão de torque (6) que cooperam um com o outro com fecho devido á forma, que podem engrenar um no outro através de encaixe axial da câmara coletora de impurezas (4) sobre a câmara de acionamento (3), e que podem desengrenar através da retirada axial da câmara coletora de impurezas (4) da câmara de acionamento (3), sendo que a câmara coletora de impurezas (4) pode ser separada da câmara de acionamento (3) para fins de substituição ou de limpeza, e sendo que na centrífuga (1) são previstos ou dispostos elementos que durante a operação da centrífuga (1) servem para impedir ou limitar a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas (4) em relação à câmara de acionamento (3), e que se tornam sem efeito ou destacável quando a tampa (14) estiver retirada, caracterizada pelo fato de que- a câmara de acionamento (3) se estende de baixo para cima para dentro da câmara coletora de impurezas (4) ou atravessa esta,Petição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 95/117
- 2/19- a câmara de acionamento (3) compreende todos os componentes que servem para o ópio giratório do rotor (2), e- a câmara de acionamento (3) é apoiada de modo protegido contra retirada axial quando a tampa (14) estiver aberta.2. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento (3) compreende um corpo tubular (30) central que constitui um canal de óleo lubrificante e pelo menos um corpo de suporte dos bocais (31) que se estende a partir do corpo tubular (30) radialmente para fora com pelo menos um canal derivado (33) que vai até o bocal de propulsão por reação e / ou os bocais de propulsão por reação (34).
- 3. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que o corpo de suporte dos bocais (31) possui a forma de um fundo duplo, em cujo espaço intermediário são formados os canais derivados do óleo (33).
- 4. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que o corpo de suporte dos bocais (31) possui a forma de um disco, onde são formados os canais derivados do óleo (33).
- 5. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que o corpo de suporte dos bocais (31) é executado na forma de dois ou mais braços de tubo, sendo que através de cada braço passa cada vez um canal derivado do óleo (33).
- 6. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo fato de que o rotor (2) é apoiado em um eixo (5) que é parte integrante da caixa (10), fixado no restante da caixa (10) de modo rígido ou articulado, que atravessa o rotor (2), e que com sua extremidade superior é apoiado ou centrado de modo separável na tampa colocada (14).
- 7. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma dasPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 96/1173/19 reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo fato de que o rotor (2) é apoiado em um eixo constituindo uma parte rígida da caixa (10) que se projeta para dentro do rotor (2), e que com sua extremidade superior termina a uma distância da tampa colocada (14).
- 8. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo fato de que o rotor (2) é apoiado em baixo e em cima por meio de cada vez um munhão do eixo (5', 5''), sendo que os munhões do eixo (5', 5'') são partes do rotor (2) ou partes da caixa (10) e da sua tampa (14).
- 9. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) è formado por um corpo oco respectivamente total ou parcialmente aberto axialmente em baixo e axialmente em cima, com uma parede circunferencial (40) radialmente externa, sendo que axialmente em baixo o corpo de suporte dos bocais (31), em estado montado do rotor (2), forma um fundo (42) que limita o interior do rotor para baixo pelo menos em parte, e sendo que axialmente em cima o corpo oco é fechado por uma tampa separada da câmara coletora de impurezas, disposta de modo fixo ou separável.
- 10. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) é formada por um corpo oco em forma de copo, aberto axialmente em cima, com uma parede circunferencial (40) radialmente externa, sendo que axialmente em cima o corpo oco é fechado de modo fixo ou separável com uma tampa separada de câmara coletora de impurezas.
- 11. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) é formada por um corpo oco em forma de sino, total ou parcialmente aberto axialmente em baixo, com uma paredePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 97/1174/19 circunferencial (40) radialmente externa, sendo que axialmente em baixo o corpo de suporte dos bocais (31) em estado montado do rotor (2) forma um fundo (42) que limita para baixo pelo menos em parte um espaço interno do rotor.
- 12. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) é formada por um corpo oco em forma de lata, fechado axialmente em baixo e axialmente em cima, com uma parede circunferencial (40) radialmente externa.
- 13. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 12, caracterizada pelo fato de que o corpo oco formando a câmara coletora de impurezas (4) possui adicionalmente uma parede tubular (43) radialmente interna.
- 14. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizada pelo fato de que os elementos de transmissão de torque (6) em cooperação da câmara de acionamento (3) e da câmara coletora de impurezas (4) do rotor (2) estão dispostos no seu segmento radialmente interno, axialmente em cima.
- 15. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizada pelo fato de que os elementos de transmissão de torque (6) em cooperação da câmara de acionamento (3) e da câmara coletora de impurezas (4) do rotor (2) estão dispostos no seu segmento axialmente em baixo.
- 16. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer umas das reivindicações 5 ou 15, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) possui no lado inferior um contorno que se sobrepõe os braços da câmara de acionamento (3) axialmente formando com estes os elementos de transmissão de torque (6) em cooperação da câmara de acionamento (3) e da câmara coletora de impurezas (4) do rotor (2).Petição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 98/1175/19
- 17. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que o contorno do lado inferior da câmara coletora de impurezas (4) adicionalmente é executado como união de engate que pode ser colocado axialmente em engate e fora de engate com os braços da câmara de acionamento (3).
- 18. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) possui no seu interior paredes de guia e de reforço (48) que se estendem radialmente ou predominantemente radialmente.
- 19. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 18, caracterizada pelo fato de que a extremidade radialmente interna das paredes de guia e de reforço (48) forma uma parte dos elementos de transmissão de torque (6) no lado da câmara coletora de impurezas e que os elementos de transmissão de torque (6) em cooperação da câmara de acionamento (3) e da câmara coletora de impurezas (4) do rotor (2) estão dispostos na sua área radialmente interna, estendendose sobre pelo menos uma parte do comprimento axial do corpo tubular (30).
- 20. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 19, caracterizada pelo fato de que os elementos de transmissão de torque (6) em cooperação da câmara de acionamento (3) e da câmara coletora de impurezas (4) são formados por meio de contornos de bordas múltiplas ou dentaduras ou ondulações ou uniões de macho e fêmea axialmente juntáveis ou separáveis, cada vez vistas em direção radial, sem ou com corte por baixo (60).
- 21. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 20, caracterizada pelo fato de que os elementos de transmissão de torque (6) em cooperação da câmara de acionamento (3) e da câmara coletora de impurezas (4) possuem chanfraduras de encaixe e / ouPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 99/1176/19 pontas de encaixe (61) para um encaixe automático.
- 22. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 21, caracterizada pelo fato de que o corpo oco que constitui a câmara coletora de impurezas (4) do rotor (2) é uma peça feita inteiriçamente de material sintético por meio de moldagem por injeção.
- 23. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 21, caracterizada pelo fato de que o corpo oco que constitui a câmara coletora de impurezas (4) do rotor (2) é um componente de material sintético juntado de duas peças moldadas por injeção, de preferência, soldados.
- 24. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que respectivamente nas áreas de contato entre a câmara de acionamento (3) e a câmara coletora de impurezas (4) do rotor (2) é prevista pelo menos uma vedação (62) ou contorno de vedação separada ou formada inteiriçamente.
- 25. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que para a geração dos dois fluxos parciais de óleo lubrificante, o fluxo de óleo lubrificante trazido para a centrífuga (1) pode ser dividido dentro da centrífuga (1) em dois fluxos parciais com quantidades ajustadas, de preferência conduzidos através de dois pontos de estrangulamento (34, 37), sendo que um fluxo parcial dos dois pode ser conduzido sob pressão para a câmara de acionamento (3) e seus bocais de propulsão por reação (34), e o outro fluxo parcial pode ser conduzido sem pressão, através de pelo menos uma entrada (44), para a câmara coletora de impurezas (4).
- 26. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 25, caracterizada pelo fato de que ambos os pontos de estrangulaPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 100/1177/19 mento (34, 37) são previstos na câmara de acionamento (3) da centrífuga.
- 27. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 26, caracterizada pelo fato de que aquele dos dois pontos de estrangulamento (34, 37), através do qual o fluxo parcial de óleo lubrificante pode ser conduzido para a câmara coletora de impurezas (4) é formado por meio de um furo de estrangulamento ou por meio de um mancal (52) superior da câmara de acionamento (3) com uma medida de fenda definida.
- 28. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que o fluxo parcial conduzido para a câmara de acionamento (3) tem uma quantidade maior do que o fluxo parcial conduzido para a câmara coletora de impurezas (4).
- 29. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 6 a 8, caracterizada pelo fato de que o transporte do óleo lubrificante para a centrífuga (1), tanto para a câmara de acionamento (3) como também para câmara coletora de impurezas (4), é feito começando axialmente por baixo através do eixo (5) ou o munhão do eixo inferior (5').
- 30. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 6 a 8, caracterizada pelo fato de que o transporte do óleo lubrificante para a centrífuga (1) para a câmara de acionamento (3) é feito começando axialmente por baixo através do eixo (5) ou o munhão do eixo inferior (5'), e para a câmara coletora de impurezas (4), separadamente, vindo axialmente de cima.
- 31. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que o fluxo parcial de óleo lubrificante para a câmara coletora de impurezas (4) pode ser introduzida nela axialmente em cima radialmente de dentro para fora na forma de um jato de leque rotativo ou de vários jatos indiPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 101/1178/19 viduais distribuídos em direção circunferencial, através de pelo menos uma entrada (44) de configuração correspondente.
- 32. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 31, caracterizada pelo fato de que axialmente em cima na câmara coletora de impurezas (4) é previsto pelo menos um componente de encaixe (41') para a distribuição uniforme do óleo lubrificante que entra em direção circunferencial da câmara coletora de impurezas (4).
- 33. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 25 a 32, caracterizada pelo fato de que axialmente em baixo e radialmente no lado interno no rotor (2) é prevista pelo menos uma saída de óleo (47) com uma seção transversal que é maior do que a seção transversal da entrada (44).
- 34. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 33, caracterizada pelo fato de que radialmente externamente da entrada (47) no lado inferior do rotor (2) e / ou no lado superior de uma parte da caixa (10') da centrífuga que se encontra debaixo do rotor (2) é previsto uma disposição de nervuras de desvio (17) ou um disco de blindagem (17') que obriga o fluxo parcial de óleo lubrificante sem pressão que sai da saída (47) a tomar uma trajetória direcionada, separada do jato de óleo que sai do rotor (2) e de cada bocal de propulsão por reação (34).
- 35. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracterizada pelo fato de que por meio de uma proteção (38) engatada ou grampeada ou aparafusada no eixo (5) ou prevista ou apoiada na tampa (14), a câmara de acionamento (3) é protegida contra ser separada do eixo (5) para cima.
- 36. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 35, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) no lado axialmente superior, e a tampa (14) no lado axialmente inferior possuem cada vez uma superfície de acesPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 102/1179/19 so (45, 15) que em cooperação uma com a outra impedem ou limitam a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas (4) relativamente à câmara de acionamento (3) quando a tampa (14) estiver colocada.
- 37. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracterizada pelo fato de que um corpo de esbarro (38) ligado de modo separável ao eixo (5) axialmente em cima, projetando-se radialmente para fora sobre o eixo (5), possui cada vez no lado axialmente inferior, e a câmara coletora de impurezas (4) possui no lado axialmente superior, uma superfície de acesso que em cooperação uma com a outra impedem ou limitam a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas (4) relativamente à câmara de acionamento (3) durante a operação da centrífuga (1).
- 38. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 35 ou 37, caracterizada pelo fato de que a proteção e o corpo de esbarro são unidos para formarem um componente ou se encontram dentro de um componente (38).
- 39. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 35, caracterizada pelo fato de que entre o lado axialmente superior da câmara coletora de impurezas (4) e o lado axialmente inferior da tampa (14) é previsto um outro mancal (15') na forma de um mancal axial puro que impede ou limita a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas (4) relativamente à câmara de acionamento (3) quando a tampa (14) estiver colocada e que absorve forças da câmara coletora de impurezas (4) axialmente direcionadas para cima.
- 40. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) no lado axialmente superior e a tampa (14) no lado axialmente inferior possuem elementos de acoplamento (19, 49), de preferência elementos de engate, que podem ser engatados ePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 103/11710/19 desengatados uns com os outros, que não entram em contato mútuo quando a tampa (14) estiver colocada e que na retirada da tampa (14) levam a câmara coletora de impurezas (4) axialmente para cima, separando a da câmara de acionamento (3).
- 41. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 40, caracterizada pelo fato de que a câmara coletora de impurezas (4) é livre de metal e que o material sintético que constitui a câmara coletora de impurezas (4) é de um tipo puro, de preferência um material sintético de reciclagem, e pode ser incinerado sem liberar poluentes ou libera apenas poucos poluentes.
- 42. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que em um canal (53) que transporta o óleo lubrificante para a centrífuga (1) é disposta uma válvula de pressão mínima (7) que somente libera um transporte de óleo para a centrífuga (1) quando uma pressão de óleo predefinida no lado da entrada for ultrapassada.
- 43. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que é parte integrante de um módulo do motor de combustão interna que compreende pelo menos um outro dispositivo, especialmente um filtro de óleo e / ou um refrigerador de óleo, que pode ser flangeado no motor de combustão interna sob criação das conexões de fluxo necessárias.
- 44. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 43, caracterizada pelo fato de que a centrífuga (1) é operada em um fluxo lateral ao filtro de óleo que se encontra no fluxo principal, e que o fluxo lateral que passa pela centrífuga (1) é de no máximo 10%, de preferência, de 5% do volume de fluxo do fluxo principal.
- 45. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a centrífuga (1) compreende um eixo (5) central para o apoio girável do rotor (2) que é oco em pelo menosPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 104/11711/19 uma parte do seu comprimento e é um segmento (53) do canal de entrada de óleo (18), que neste segmento (53) é disposto de modo axialmente deslocável um corpo de válvula (70) pré-solicitado em direção de fechamento de uma válvula de pressão mínima (7), que o corpo de válvula (70) se projeta para fora do eixo (5) e uma cabeça de vedação (71) do corpo de válvula (70) fica fora do eixo (5), e de que um assento de válvula (75) cooperando com a cabeça de vedação (71) é formado em uma parte da caixa (10') da centrífuga que porta o eixo (5), através do qual passa o canal de entrada de óleo (18).
- 46. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 45, caracterizada pelo fato de que o corpo de válvula (70) é composto de várias peças individuais unidas, especialmente a cabeça de vedação (71) , uma haste (72) e uma peça de guia (73).
- 47. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 45, caracterizada pelo fato de que o corpo de válvula (70) é executado inteiriçamente.
- 48. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento (3) compreende um corpo tubular (30) central que cerca a uma distância um eixo centraL (5) sob formação de um canal anelar (30') para o transporte do óleo, onde a câmara de acionamento (3) é apoiada de modo giratório, e que em uma parte terminal superior do canal anelar (30') entre o mancal superior (52) da câmara de acionamento (3) e uma entrada de óleo (44) da câmara coletora de impurezas (4) é disposto um anel de blindagem (55), unido ou no lado radialmente interno ao eixo (5) ou no lado radialmente externo do corpo tubular (30).
- 49. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a centrífuga (1) compreende um eixo (5) central oco, cujo interior oco (53) forma, em uma primeira área axial um segmento do canal de entrada de óleo (18) e em uma segundaPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 105/11712/19 área axial forma um canal de saída de óleo (13'), que no interior oco (53) do eixo (5) é disposto de modo limitadamente axialmente deslocável um primeiro corpo de válvula (70) de uma válvula de pressão mínima (7), pré-solicitado em direção de fechamento, cooperando com um assento de válvula (75), que no corpo de válvula (70) é formada uma passagem de óleo (74) e que com a passagem de óleo (74) coopera um segundo corpo de válvula (70') pré-solicitado em direção de fechamento de uma válvula de controle de excesso de pressão (7').
- 50. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 49, caracterizada pelo fato de que a pré-solicitação do primeiro corpo de válvula (70) e do segundo corpo de válvula (70') na sua direção de fechamento é gerada por uma única mola (76).
- 51. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 49, caracterizada pelo fato de que a pré-solicitação do primeiro corpo de válvula (70) e do segundo corpo de válvula (70') em sua direção de fechamento é criada cada vez por uma mola própria (76, 76').
- 52. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a centrífuga (1) compreende um eixo central oco (5) cujo interior oco (53), em uma primeira área axial (53.1) constitui um segmento do canal de entrada de óleo (18) para a câmara de acionamento (3) e para a câmara coletora de impurezas (4), e em uma segunda área axial (53.2) constitui um segmento do canal de abastecimento de óleo somente para a câmara coletora de impurezas (4), que no interior oco (53) do eixo (5) é disposto de modo limitadamente axialmente deslocável um corpo de válvula (70) de uma válvula de pressão mínima (7) que coopera com um assento de válvula (75), e que no corpo de válvula (70) é feita uma passagem de óleo (74) com uma seção transversal definida, cuja boca no lado do assento de vedação fica no lado radialmente externo e fluxo abaixo de um contorno de vedação do corpo de válvula (70) que coopera com o assento dePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 106/11713/19 válvula (75).
- 53. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a centrífuga (1) compreende um eixo central oco (5) cujo interior oco (53) constitui em uma primeira área axial (53.1) um segmento do canal de entrada de óleo (18) para a câmara de acionamento (3) e para a câmara coletora de impurezas (4), e em uma segunda área axial (53.2), um segmento do canal de entrada de óleo somente para a câmara coletora de impurezas (4), que no interior oco (53) do eixo (5) é disposto de modo limitadamente axialmente deslocável um corpo de válvula (70) de uma válvula de pressão mínima (7) pré-solicitado em direção de fechamento que coopera com um assento de válvula (75), e que entre a circunferência externa do corpo de válvula (70) e a circunferência interna do eixo oco (53) é formada uma passagem de óleo com uma seção transversal definida, cuja boca no lado do assento da vedação fica no lado radialmente externo e fluxo abaixo de um contorno de vedação do corpo de válvula (70) que coopera com o assento de válvula (75).
- 54. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o fundo (42) da câmara coletora de impurezas (4) que possui interrupções distribuídas em direção radial e em direção circunferencial, e sob o fundo perfurado (42) a uma distância axial deste e sobre os bocais (34) é disposto um disco de blindagem fechado (32.1) que é parte integrante da câmara de acionamento (3), ou que na câmara coletora de impurezas (4), acima do seu fundo fechado (42) é disposto um fundo intermediário que é dotado de aberturas distribuídas em direção radial e em direção circunferencial.
- 55. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 54, caracterizada pelo fato de que o fundo (42) ou fundo intermediário dotado de aberturas (42.2) é executado como placa perfurada ou placa de peneira.Petição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 107/11714/19
- 56. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 54 ou 55, caracterizada pelo fato de que sobre o fundo (42) ou fundo intermediário é colocada uma camada de material (42.3) que cobre suas aberturas (42.2) de modo permeável ao óleo, de preferência de velo ou de tecido.
- 57. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que dois discos de blindagem (17', 17'') estão dispostos um sobre o outro no lado radialmente externo de uma saída de óleo (47) da câmara coletora de impurezas (4) no lado superior de uma parta da caixa de centrífuga (10') sob o rotor (2), sendo que o fluxo parcial de óleo lubrificante sem pressão que sai da saída do óleo purificado (47) escoa entre o disco de blindagem (17') inferior e a parte da caixa da centrífuga (10') que fica debaixo dele, e sendo que o fluxo parcial de óleo lubrificante de fluxo rápido que sai dos bocais de propulsão por reação (34) da câmara de acionamento (3) é escoado através do espaço intermediário entre o disco de blindagem inferior (17') e o disco de blindagem superior (17'').
- 58. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que um eixo central (5) que serve para o apoio giratório do rotor (2) é executado inteiriçamente com uma parte da caixa da centrífuga (10') que fica abaixo do rotor (2).
- 59. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que no lado externo de um eixo central (5) que serve para o apoio girável do rotor (2) é colocada pelo menos uma luva de mancal (51') que consiste em um material que forma uma junta de deslize favorável com pelo menos uma bucha de mancal (21) no rotor (2).
- 60. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 59, caracterizada pelo fato de que a luva de mancal (51'), depois de sua colocação sobre o eixo (5), é trabalhada na sua circunferência exPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 108/11715/19 terna por meio de retificação.
- 61. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento (3) do rotor (2) é executada com um corpo tubular (30) central através do qual o óleo lubrificante a ser purificado pode ser levado para a câmara coletora de impurezas (4), que em uma área terminal superior do corpo tubular (30) é disposta pelo menos uma abertura em direção radial como entrada de óleo (44) para a câmara coletora de impurezas (4), que sob formação de um espaço de fenda anelar na circunferência externa da área terminal superior do corpo tubular (30) é disposto um colar (39) em forma de luva, fechado axialmente em baixo e radialmente externo e aberto axialmente em cima, e que a entrada de óleo (44) desemboca na parte inferior do espaço da fenda anelar.
- 62. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento (3) do rotor (2) é executada com um corpo tubular (30) central que constitui um eixo para o apoio girável do rotor (2), que o corpo tubular (30) é apoiado em baixo e em cima em partes da caixa da centrífuga (10', 14), que como mancal inferior (51) é previsto um mancal de deslize que é constituído por uma bucha de mancal (51.1) disposta na parte da caixa (10') que se encontra abaixo do rotor (2), e uma parte de mancal (51.2) prevista na extremidade inferior do corpo tubular (30), encaixada na bucha de mancal (51.1), e que como mancal superior (52) é previsto um mancal de rolamento que é disposto entre a extremidade superior do corpo tubular (30) e uma parte da caixa que se encontra sobre o rotor (2), especialmente uma tampa (14).
- 63. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 64, caracterizada pelo fato de que o corpo tubular (30) que é o eixo para o apoio girável do rotor (2) é apoiado com uma folga axial e que o tamanho de uma face frontal inferior do corpo tubular (30) ou da partePetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 109/11716/19 de mancal (51.2), em função da pressão de óleo que reina na operação da centrífuga (1), é dimensionado de tal modo que uma força axial criada pela pressão de óleo, agindo sobre o rotor (2) para cima corresponde essencialmente á força do peso agindo para baixo do rotor (2).
- 64. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento (3) do rotor (2) é executada com um corpo tubular (30) central que constitui um eixo para o apoio giratório do rotor (2), e que o corpo tubular (30) somente é apoiado embaixo em uma parte da caixa (10') da centrífuga (1) que fica abaixo do rotor (2) por meio de dois mancais (51, 52) axialmente distanciados um do outro.
- 65. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 64, caracterizada pelo fato de que como mancal inferior (51) é previsto um mancal de deslize que é constituído por uma bucha de mancal (51.1) encaixada na parte da caixa (10') abaixo do rotor (2) e uma parte de mancal (51.2) prevista na outra extremidade inferior do corpo tubular (30) encaixada na bucha de mancal (51.1), e que como mancal superior (52) é previsto um mancal de rolamento que é disposto, visto em direção radial, entre a parte de mancal (51.2) do corpo tubular (30) e a parta da caixa (10') que se encontra abaixo do rotor (2).
- 66. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a centrífuga (1) é executada com um eixo (5) central fixo na caixa, e a câmara de acionamento (3) do rotor (2) , com um corpo tubular (30) central que cerca o eixo (5) a uma distância, que através de um canal anelar (30') entre o eixo (5) e o corpo tubular (30) o óleo lubrificante a ser purificado pode ser levado para a câmara coletora de impurezas (4) e que na circunferência interna do corpo tubular (30) estão dispostos nervuras (39') que se estendem em direção axial, projetando-se radialmente para dentro do espaço do canal anelar (30').Petição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 110/11717/19
- 67. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a centrífuga (1) é executada com um eixo (5) central fixo na caixa, e a câmara de acionamento (3) do rotor (2), com um corpo tubular (30) central que cerca o eixo (5) a uma distância, que através de um segmento oco inferior (53) do eixo central (5) o óleo lubrificante pode ser conduzido para a centrífuga (1), que através de um canal anelar (30') entre o eixo (5) e o corpo tubular (30) um fluxo parcial do óleo lubrificante a ser purificado pode ser levado para a câmara coletora de impurezas (4), que na extremidade inferior do corpo tubular (30) é disposta uma bucha de mancal de deslize (51') que é apoiada sobre o segmento inferior oco (53) do eixo central (5), e que o lado frontal apontando para cima da bucha de mancal (51') é executada como assento de válvula para um corpo de válvula (70) de uma válvula de pressão mínima (7) guiado de modo axialmente deslocável no corpo tubular (30), pré-solicitado em direção de fechamento.
- 68. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a centrífuga (1) é executada com um eixo (5) central fixo na caixa, e a câmara de acionamento (3) do rotor (2), com um corpo tubular (30) central que cerca o eixo (5) a uma distância, que através de um segmento oco inferior (53.1) do eixo central (5) o óleo lubrificante pode ser conduzido para a centrífuga (1), que através de um canal anelar (30') entre o eixo (5) e o corpo tubular (30) um fluxo parcial do óleo lubrificante a ser purificado pode ser levado para a câmara coletora de impurezas (4), que na extremidade inferior do corpo tubular (30) é disposta uma bucha de mancal de deslize (51') que é apoiada sobre o segmento inferior oco do eixo central (5), que o eixo (5) possui na altura da extremidade superior da bucha de mancal (51') um escalão (57) que se projeta radialmente para fora, e que os lados frontais apontando para cima da bucha de mancal (51') e do escalão (57) juntos são executados como um assento de válvula (75) paPetição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 111/11718/19 ra um corpo de válvula (70) de uma válvula de pressão mínima (7) guiado de modo axialmente deslocável no corpo tubular (30), présolicitado em direção de fechamento, sendo que o corpo de válvula (70) na sua posição de fechamento cobre de modo vedante uma fenda de mancal (56) entre o eixo (5) e a bucha de mancal (51').
- 69. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 67 ou 68, caracterizada pelo fato de que o corpo de válvula (70) é oco e é guiado no eixo (5), que o eixo (5) na sua área que guia o corpo de válvula (70) possui em baixo um segmento (5.1) de diâmetro externo maior, e em cima dele um segmento (5.2) de diâmetro externo menor, e que o corpo de válvula (70) na sua circunferência interna possui um contorno de vedação ou uma vedação (77) que veda contra o segmento (5.1) de diâmetro externo maior e que mantém uma distância radial do segmento (5.2) de diâmetro externo menor.
- 70. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que os elementos previstos ou dispostos na centrífuga (1) que durante a operação da centrífuga (1) servem para impedir ou para limitar a mobilidade axial da câmara coletora de impurezas (4) relativamente à câmara de acionamento (3) e que com a tampa (14) retirada são destacáveis, são constituídos por lingüetas de engate (8) com narizes de engate (80) dispostos na câmara coletora de impurezas (4) ou na câmara de acionamento (3) que cooperam com entalhes de engate (83) previstos na câmara de acionamento (3) ou na câmara coletora de impurezas (4).
- 71. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 70, caracterizada pelo fato de que as lingüetas de engate (8) são previstas em cima e apontando radialmente para dentro e para baixo na câmara coletora de impurezas (4), e os entalhes de engate (83) estão previstos em cima e no lado radialmente interno na câmara de acionamento (3).Petição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 112/11719/19
- 72. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 70 ou 71, caracterizada pelo fato de que as lingüetas de engate (8) são apoiadas de modo girável em torno de um eixo giratório (81), que as lingüetas de engate (8) são executadas com uma extremidade de manipulação (82) apontando para cima e protuberante, e que através de um giro da extremidade de manipulação (82) radialmente para dentro, a respectiva lingüeta de engate (8) com seu nariz de engate (80) pode ser girada radialmente para fora e assim ser tirada do engate com seu entalhe de engate (83).
- 73. Centrífuga de jato livre de acordo com qualquer uma das reivindicações 45 a 72, caracterizada pelo fato de que a câmara de acionamento (3) consiste em um metal, de preferência de um metal leve, tais como alumínio ou magnésio, e que a câmara coletora de impurezas (4) consiste em um material sintético, de preferência, de um material termoplástico como poliamida ou polietileno.
- 74. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que em uma área superior da câmara coletora de impurezas (4) são previstos, como entrada de óleo (44), braços de mangueira (44.1) flexíveis ou braços tubulares articulados que a partir do centro, durante a rotação do rotor (2), apontam na direção radialmente para fora.
- 75. Centrífuga de jato livre de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que em uma área superior da câmara coletora de impurezas (4), são previstos braços tubulares rígidos, que a partir do centro da câmara apontam em direção radial para fora, em cuja trajetória são dispostos furos que servem como entrada de óleo (44).Petição 870170057100, de 09/08/2017, pág. 113/1171D5 • * · · · · ·· · ·· • · · · · · · · ·· £/35:.·..··..··..··Al-Al
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