BRPI0509782B1 - Applicator's nut support for a feed charge and process for producing an applicator's nut support - Google Patents

Applicator's nut support for a feed charge and process for producing an applicator's nut support Download PDF

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BRPI0509782B1
BRPI0509782B1 BRPI0509782-7A BRPI0509782A BRPI0509782B1 BR PI0509782 B1 BRPI0509782 B1 BR PI0509782B1 BR PI0509782 A BRPI0509782 A BR PI0509782A BR PI0509782 B1 BRPI0509782 B1 BR PI0509782B1
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BR
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stabilizing
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BRPI0509782-7A
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Inventor
Rahn Jörg
Seitz Berthold
Original Assignee
Schwan-Stabilo Schwanhäusser Gmbh & Co. Kg
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Abstract

retentor de ponta para pontas de escrever. a presente invenção refere-se a um retentor de ponta de escrever (10) compreendendo um meio de retenção (20) que é fornecido para conexão em um corpo de caneta ou que quando forma o corpo de caneta adequadamente prolongado, e uma luva de estabilização (40). a luva de estabilização (40) é conectada integralmente no meio de retenção (20) por meio de uma conexão (50) e é feito do mesmo material que o meio de retenção (20) ou material que é diferente do material do meio de retenção (20), em particular um material mais elástico.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SUPORTE DE PONTA DE APLICADOR PARA UMA CARGA DE ALIMENTAÇÃO E PROCESSO PARA A PRODUÇÃO DE UM SUPORTE DE PONTA DE APLICADOR".
[001] A presente invenção refere-se a um suporte de ponta de aplicador para uma carga de alimentação para conduzir um líquido de aplicação por ação capilar, em particular para uma carga de alimentação para um delineador fino, compreendendo uma luva de estabilização recebendo a carga de alimentação na condição montada e tendo uma primeira extremidade de luva voltada na direção da ponta de aplicador da carga de alimentação e sobre a qual a carga de alimentação se projeta com sua ponta de aplicador na condição montada, e uma segunda extremidade de luva voltada na direção de um corpo de caneta, e apresentando um meio de retenção apoia a carga de alimentação na condição montada em um corpo de caneta e também tendo uma primeira extremidade de meio de retenção voltada na direção da ponta de aplicador da carga de alimentação e uma segunda extremidade de meio de retenção voltada na direção do corpo de caneta, a luva de estabilização sendo pelo menos parcialmente recebida no meio de retenção.
[002] Por um lado, as canetas devem ter a funcionalidade opcional para seu propósito de uso respectivo, o que quer dizer, por exemplo, para propósitos de escrita ou cosmético. Por outro lado, no entanto estas canetas devem ser pouco dispendiosas para produzir. Finalmente, quanto ao desenho de tais canetas, é necessário levar em conta o descarte da mesma depois que o líquido de aplicação ou de escrever foi usado. Estas demandas estão em parte em conflito uma com a outra.
[003] Quanto à funcionalidade, no caso de canetas com cargas de alimentação ou cartuchos que conduzem um líquido de aplicação, em particular um líquido de escrita, por ação capilar, é para se ter em mente que estas cargas de alimentação são extremamente sensíveis em relação a forças de pressão e também a forças de flexão. Em particular a ponta do aplicador de uma caneta de escrever é submetida a forças de pressão daquele tipo, mas também forças de flexão durante a aplicação ou processo de escrever. De modo que a ponta de escrever do instrumento de escrever, que se projeta livremente do corpo da caneta, não flexiona durante o processo de escrever ou já está empurrada para o interior do corpo da caneta quando forças de baixa pressão estão envolvidas, canetas conhecidas têm uma luva de estabilização. Esta luva é de um diâmetro interno que corresponde ao diâmetro externo da carga de alimentação ou cartucho e se estende de uma região que está disposta somente ligeiramente axialmente para dentro a partir da ponta de escrever da carga de alimentação no interior de um meio de retenção, por meio do qual a carga de alimentação é mantida juntamente com a luva de estabilização em um corpo de caneta.
[004] O pedido de patente alemão DE 42 25 312 descreve uma caneta de escrever com um suporte para uma ponta de escrever do tipo descrito na parte inicial deste relatório, em que a luva de estabilização é montada resilientemente no meio de retenção de tal maneira que, quando forças de pressão atuam, a carga de alimentação junto com a luva de estabilização podem se retrair reversível mente para o interior do corpo de caneta. No caso deste instrumento de escrever conhecido, a luva de estabilização é feita de metal. Reconhecidamente, esta estrutura exibe um efeito ótimo quanto à estabilização da carga de alimentação no processo de escrever e também quanto ao aspecto de reter a carga de alimentação no corpo de caneta, mas o uso de metal para a luva de estabilização não satisfaz a exigência adicional que se aplica com respeito às canetas deste tipo, a saber fabricação pouco dispendiosa, quando materiais plásticos são usados para o resto do corpo de caneta e para os meios de retenção. Surgem problemas, inter alia, para uma caneta na montagem da mesma em virtude do uso de materiais que são muito diferentes em termos de suas propriedades químicas e/ou físicas. Em adição, a combinação de dois materiais diferentes é desvantajosa, quanto ao descarte de canetas que foram usadas, como em geral canetas deste tipo são descartadas por meio de incineração, em cujo caso as partes metálicas são deixadas como uma parte que não pode ser destruída por calor, nas temperaturas de incineração que ocorrem nesta situação.
[005] Um suporte de ponta de escrever ainda conhecida para uma caneta de escrever que também tem uma luva de estabilização de metal e um meio de retenção de material plástico é para ser encontrado no pedido de patente EP 0 461 292.
[006] O objetivo da presente invenção é fornecer um suporte de ponta de aplicador do tipo descrito na parte inicial deste relatório e um processo para a produção do mesmo, que por um lado estabiliza suficientemente e retém a carga de alimentação, mas que por outro lado é pouco dispendioso quanto à produção e também descarte.
[007] Nesta conexão é para ser notado que o suporte de ponta de aplicador pode ser usado pelo menos quanto a canetas de escrever e também canetas cosméticas. Portanto, daqui em diante, os termos "caneta aplicadora" e "caneta de escrever", "líquido de aplicação" e "líquido de escrever", etc. são usados como sinônimos. É também para ser notado que os termos "condutor de tinta" e "carga de alimentação” ou "cartucho" são também usados como sinônimos daqui em diante.
[008] Em virtude da configuração integral da luva de estabilização com o meio de retenção, existe a possibilidade de usar somente um único tipo de material para ambos os componentes. Isto pode envolver vantajosamente um material plástico que, no descarte térmico da caneta depois que o líquido de aplicação ou de escrever é usado, permi- te que a caneta esvaziada seja completamente eliminada. Em adição, dependendo do processo de produção respectivo selecionado, o procedimento de fabricação pode ser simplificado e desta maneira os custos de tal caneta podem ser consideravelmente reduzidos.
[009] A fim de evitar dano à carga de alimentação em um processo de aplicação ou de escrita, por exemplo, em virtude do usuário da caneta aplicar uma quantidade excessiva de pressão de aplicação ou de escrita, é ainda vantajoso se a luva de estabilização é conectada integralmente com os meios de retenção de tal maneira que a luva de estabilização junto com a carga de alimentação ou condutor de tinta é móvel de modo axialmente elástico com respeito aos meios de retenção. Neste aspecto, a direção axial do movimento é a direção que corresponde pelo menos aproximadamente à direção da linha central longitudinal do meio de retenção ou do corpo da caneta. Neste caso, a elasticidade axial pode ser obtida, por exemplo, em virtude de formar uma parte da luva de estabilização ou a parte de conexão entre a luva de estabilização e o meio de retenção, de tal maneira que a parte da luva de estabilização ou da parte de conexão se abaúla radialmente para fora quando forças de pressão correspondentes são aplicadas e assim fornece a carga de alimentação ou a carga de alimentação junto com a luva de estabilização, a possibilidade de mover axialmente para dentro do corpo de caneta e cedendo elasticamente com a pressão aplicada. Se a elasticidade radial deve ser desejada para o condutor de tinta ou para o condutor de tinta e a luva de estabilização, que podem ser fornecidos por uma parte adicional na luva de estabilização, ou, no entanto pelas partes que já foram mencionadas anteriormente aqui, em cujo caso a elasticidade radial é em geral menor que a elasticidade axial. Será apreciado que o suporte de ponta de acordo com a invenção pode também ser desenhado somente de tal maneira que existe somente um movimento axial para a carga de alimentação ou condutor de tinta e a luva de estabilização.
[0010] A fim de assegurar a elasticidade axial, é ainda vantajoso se o meio de retenção é oco pelo menos aproximadamente por completo e se um espaço intermediário que de preferência circunda con-centricamente a luva de estabilização é fornecido entre a parede interna do meio de retenção oco e a parede externa da luva de estabilização na medida em que a conexão integral da mesma no meio de retenção, em que de preferência a rigidez de flexão ou rigidez de abau-lamento da conexão integral é de um grau menor que aquele da luva de estabilização e/ou do meio de retenção. O nível inferior de rigidez de flexão ou rigidez de abaulamento da conexão integral pode ser obtido em virtude de uma configuração geométrica adequada da conexão integral e/ou por uma escolha adequada de material para a conexão integral.
[0011] O espaço intermediário também serve para permitir que o abaulamento radial acima mencionado da luva de estabilização ou da conexão integral, para a elasticidade axial e/ou a mobilidade radial, que é possivelmente exigida, da luva de estabilização ou da conexão integral, com respeito ao meio de retenção.
[0012] Uma conexão particularmente boa entre a luva de estabilização e o meio de retenção é obtida se a luva de estabilização está conectada ao meio de retenção, em particular no interior do meio de retenção, por meio da segunda extremidade da luva de estabilização, que se volta na direção do corpo de caneta. A estrutura pode estabelecer que, em uma região entre a conexão integral da segunda extremidade da luva de estabilização e a parede interna do meio de retenção e a parte com a qual a luva de estabilização encerra fixamente a carga de alimentação, é possível fornecer a região de elasticidade que já foi referida um número de vezes anteriormente aqui e que permite a elasticidade axial da luva de estabilização. Neste aspecto, é vantajoso se a luva de estabilização e o espaço intermediário são dispostos em relação concêntrica com a linha central longitudinal do meio de retenção. Neste aspecto é também vantajoso se o comprimento axial da luva de estabilização é menor que aquele do meio de retenção e se esta parte da luva de estabilização, que permite pelo menos a mobilidade axial da luva de estabilização e o condutor de tinta ou a conexão integral entre a luva de estabilização e o meio de retenção é de um comprimento axial maior que aquele da parte da luva de estabilização que está em contato de toque ou contato de retenção com respeito à carga de alimentação. Isto então fornece uma capacidade de abaula-mento adequada para mobilidade axial da luva de estabilização e/ou condutor de tinta.
[0013] Nesta conexão é para ser mostrada que somente a união da terceira parte de luva na parede interna do meio de retenção, é referida como a conexão integral ou espessamento de material. Será apreciado que o espessamento de material e a terceira parte de luva podem também ser referidos como a conexão integral A única consideração decisiva é que, entre a parede interna do meio de retenção e o exterior da luva de estabilização, existe uma conexão contínua, isto é integral, que permite a mobilidade axial e, se desejado, radial da carga de alimentação M ou da carga de alimentação Mea luva de estabilização.
[0014] Para fornecer um processo de produção simples para um suporte de ponta de aplicador tendo as vantagens de acordo com a invenção, é ainda preferido se a luva de estabilização tem pelo menos uma primeira parte de luva que se estende de sua primeira extremidade de luva e cuja parede interna encerra e possivelmente retém a carga de alimentação na condição montada, e uma terceira parte de luva que se estende de sua segunda extremidade de luva e que aumenta em tronco de cone da primeira parte de luva para a segunda extremi- dade de luva. Neste caso, a conexão integral entre a luva de estabilização e o meio de retenção pode ser formada por uma projeção que se estende radialmente na direção da parede interna do meio de retenção e que circunda a segunda extremidade da luva de estabilização e em que a configuração de tronco de cone da terceira parte de luva termina. Como já foi mencionado aqui anteriormente, no entanto, a terceira parte de luva e a projeção com a qual a terceira parte de luva é encaixada na parede interna do meio de retenção pode também formar a conexão integral. Em adição pode ser fornecido sob este aspecto que a luva de estabilização se projeta para fora com pelo menos sua primeira parte de luva, fora da primeira extremidade do meio de retenção. A fim de fixar a carga de alimentação com respeito à luva de estabilização, pode ainda ser estabelecido que na condição montada, a carga de alimentação é conectada fixamente na luva de estabilização, de preferência por uma conexão de união pela força tal como por exemplo por fusão, por cola quente e similar.
[0015] A fim de promover a mobilidade axial da luva de estabilização, em particular o movimento de engate da mesma em meio de retenção ou no corpo da caneta, é ainda vantajoso se a conexão integral e/ou uma parte da luva de estabilização é fornecida com pelo menos uma abertura de ventilação e de preferência três aberturas de ventilação dispostas de modo equidistante com relação uma à outra.
[0016] Como já foi descrito na parte de abertura deste relatório, a configuração integral da luva de estabilização com o meio de retenção, estabelece que é possível usar apenas um único tipo de material para ambos os componentes. Sob este aspecto, como já foi mencionado também antes aqui, isto pode ser vantajosamente um material plástico tal como por exemplo poliamida, poliacetila, poliéster, polietileno ou polipropileno.
[0017] Será apreciado no entanto que a configuração integral da luva de estabilização com o meio de retenção pode também ser obtida se um material plástico diferente respectivo é usado para cada um da luva de estabilização e para o meio de retenção. Em tal caso o suporte de ponta de acordo com a invenção pode ser produzido usando a tecnologia de dois componentes. Seria possível então que o suporte de ponta seja produzido pelo processo de co-extrusão em que a carga de alimentação ou o condutor de tinta é também processado como uma parte de inserção, durante o processo de co-extrusão.
[0018] Uma maneira possível adicional de produzir o suporte de ponta de aplicador de acordo com a invenção envolve usar um processo de moldagem por injeção em que de preferência o condutor de tinta ou a carga de alimentação é possivelmente posicionado automaticamente no molde de moldagem por injeção e um material plástico quente é injetado em torno do mesmo.
[0019] A conexão estável entre a luva de estabilização e a carga de alimentação ou o condutor de tinta pode ser feita de várias maneiras. Assim, por um lado existe a possibilidade de que isto é efetuado por uma conexão de união pela força, de preferência por fusão ou cola quente. Alternativamente ou possivelmente mesmo como um suplemento do mesmo, pode ainda ser estabelecido que a carga de alimentação é conectada fixamente na luva de estabilização positivamente em relação de travamento, de preferência por pelo menos uma configuração dentada entre a carga de alimentação e a luva de estabilização.
[0020] Um material adequado pode ser selecionado para a carga de alimentação ou condutor de tinta, dependendo das demandas respectivas na carga de alimentação. Em tal caso, a carga de alimentação e a luva de estabilização podem ser feitas de materiais plásticos diferentes. A fim de ainda simplificar o processamento de produção, pode também ser estabelecido que a carga de alimentação e a luva de estabilização são feitas do mesmo material plástico.
[0021] Como já foi descrito na parte de abertura deste relatório, um fator essencial em termos de sucesso econômico para canetas do tipo discutido aqui, são custos de produção e assim o preço final. Particularmente quando se usa o mesmo material plástico para a luva de estabilização e o meio de retenção, o suporte de ponta de aplicador pode ser produzido por um processo de moldagem por injeção, em cujo caso a carga de alimentação é conectada possivelmente na forma de uma parte de inserção no processo de moldagem por injeção para o meio de retenção e a luva de estabilização, em relação de união pela força e/ou relação de travar positivamente na luva de estabilização. Se a luva de estabilização e o meio de retenção são feitos de materiais plásticos diferentes, é possível obter produção particularmente pouco dispendiosa da luva de estabilização e meio de retenção integralmente interconectados, se ambos são produzidos em processo de co-extrusão, em que a carga de alimentação pode ser conectada possivelmente na forma de uma parte de inserção na luva de estabilização em relação de união pela força na operação de co-extrusão. Em princípio, no entanto, neste caso, a luva de estabilização e o meio de retenção podem também ser feitos a partir do mesmo material plástico.
[0022] A fim de permitir uma conexão simples entre o meio de retenção e a luva de estabilização que é integralmente conectada no meio de retenção, bem como a carga de alimentação que já está possivelmente introduzida na luva de estabilização, com o corpo de caneta, é ainda vantajoso se, em sua segunda extremidade, o meio de retenção tem uma região de conexão para conexão com o corpo de caneta. Igualmente existe a possibilidade que, em sua segunda extremidade, o meio de retenção forma o corpo de caneta propriamente dito.
[0023] Quanto ao processo, deve ser observado que ele atende às mesmas vantagens que já foram descritas aqui em conexão com o su- porte de ponta de aplicação.
[0024] Configurações vantajosas adicionais e uma modalidade por meio de exemplo da invenção são descritas daqui em diante com referência aos desenhos. Os termos usados sob este aspecto "esquerda", "direito", "fundo" e "topo" referem-se às figuras com os numerais de referência e as legendas de figura sendo normalmente legíveis. Nos desenhos: [0025] a figura 1 mostra uma vista a partir do lado de fora do suporte de ponta de aplicador de acordo com a invenção com a carga de alimentação inserida, [0026] a figura 2 mostra uma vista em seção longitudinal tomada ao longo da linha ll-ll na figura 1 do suporte de ponta de aplicador de acordo com a invenção, [0027] a figura 3 é uma vista em uma escala aumentada em seção tomada ao longo da linha lll-lll na figura 1, e [0028] a figura 4 é uma vista em detalhe parcial mente recortado em uma escala aumentada do detalhe indicado em Z na figura 2.
[0029] O suporte de ponta de aplicador 10 mostrado nas figuras 1 e 2 tem um meio de retenção 20 e uma luva de estabilização 40 que são integralmente conectados juntos em uma conexão 50, como será discutido em mais detalhe daqui em diante. O meio de retenção 20 e também a luva de estabilização 40 são de uma configuração rotacio-nalmente simétrica com relação a uma linha central longitudinal M do suporte de ponta de aplicador 10. Disposta em uma relação coaxial com a linha central longitudinal M está uma carga de alimentação ou cartucho para conduzir um líquido de aplicação ou de escrita por ação capilar, ou tal condutor de tinta KM, que tem uma ponta de escrever SP se projetando ascendentemente para fora da luva de estabilização 40. A carga de alimentação KM é fixada de modo estacionário na luva de estabilização 40 em uma maneira que também será descrita em detalhe adicionai daqui em diante.
[0030] Como a figura 2 em particular mostra, o meio de retenção alongado 20 que está no formato da ponta de um foguete que é cortado na extremidade dianteira é oco no interior, com uma primeira parte de cavidade 22 e uma segunda parte de cavidade 24, na medida em que a conexão integral 50 entre o meio de retenção 20 e a luva de estabilização 40. A primeira parte de cavidade 22 é separada da segunda parte de cavidade 24 pela conexão integral 50 ou uma parte, que pertence à mesma, da luva de estabilização 40.
[0031] Em sua primeira extremidade 20a que se volta na direção da ponta de escrever SP, o meio de retenção 20 tem uma abertura 26, o plano da qual se estende de modo substancialmente perpendicular à linha central longitudinal M e por meio da qual a primeira parte de cavidade 22 é aberta para fora. Nesta disposição, a primeira extremidade 20a é fornecida em sua borda externa com um arredondamento convexo. Em sua segunda extremidade 20b que se volta para longe da ponta de escrever SP, o meio de retenção 20 é também fornecido com uma abertura 28 cujo plano se estende de modo substancialmente perpendicular à linha central longitudinal M e por meio da qual a segunda parte de cavidade 24 é aberta para fora.
[0032] O meio de retenção 20 ainda tem um total de três partes de meio de retenção 20c, 20d, 20e que ocorrem em sucessão na direção axial e que se manifestam em particular no exterior do meio de retenção 20. A primeira parte 20c se estende da primeira extremidade 20a do meio de retenção 20 em uma direção voltada para longe da ponta de escrever SP na forma de um cilindro, em que a terceira parte 20e se estende pelo menos aproximadamente na forma de um cilindro a partir da segunda extremidade 20b do meio de retenção 20 na direção da ponta de escrever SP. Como pode ser visto em particular a partir da figura 2 o diâmetro externo e o diâmetro interno da terceira parte 20e são maiores que o diâmetro externo e o diâmetro interno respectivamente da primeira parte 20c. Em adição, a segunda parte 20d conecta a primeira parte 20c na terceira parte 20e, em que, quando os diâmetros externo e interno da terceira parte 20e são maiores que os diâmetros externo e interno respectivamente da primeira parte 20c, a segunda parte 20d está pelo menos em parte na forma de um cone truncado, no exterior e também no interior. Nesta conexão é também para ser observado que a primeira parte de cavidade 22 se estende da primeira abertura 26 para aproximadamente a transição da primeira parte 20c para a segunda parte 20d do meio de retenção 20 e consequentemente a segunda parte de cavidade 24 se estende da segunda abertura 28 para aproximadamente a transição da primeira parte 20c para a segunda parte 20d do meio de retenção 20. Como pode também ser visto a partir da figura 2, a segunda parte de cavidade 24 tem uma região cilíndrica (não identificada) e uma região em tronco de cone (também não identificada). A região cilíndrica se estende da segunda abertura 28 para aproximadamente o centro da segunda parte 20d do meio de retenção 20. Isto é seguido aproximadamente na medida em que a transição entre as primeira e segunda partes 20c, 20d do meio de retenção 20 pela região em tronco de cone da segunda parte de cavidade 24.
[0033] Na terceira parte 20e o meio de retenção 20 tem uma região de conexão 30 que serve para encaixar o suporte de ponta de apli-cador 10 no corpo de escrever (não-mostrado ainda) de uma caneta de escrever ou similar, por exemplo por cola. A fim de ser capaz de posicionar o corpo de escrever precisamente com respeito ao suporte de ponta de aplicador 10, a região de conexão 30, na proximidade do centro axial da terceira parte 20e do meio de retenção 20, tem um colar de apoio se estendendo de modo completamente periférico 32 cujo diâmetro externo é maior que aquele da terceira parte 20e. Em adição, a região de conexão 30 é fornecida com uma superfície de conexão 34 se estendendo da segunda abertura 28 na direção da ponta de escrever SP. Também fornecida entre o colar de apoio 32 e a superfície de conexão 34 está uma superfície de conexão intermediária 36 cujo diâmetro externo é menor que o diâmetro externo do colar de apoio 32 mas maior que aquele da superfície de conexão 34.
[0034] Uma maneira possível adicional de conectar o meio de retenção 20 no corpo de caneta (não-mostrado ainda) é fornecer na região de conexão 30 uma ranhura anular que trava em uma estria ou friso, formada na superfície periférica interna da cavidade no corpo de caneta, ao encaixar o meio de retenção 20 no corpo de caneta. Um adesivo ou similar pode possivelmente também ser usado aqui. É ainda observado neste aspecto que qualquer outra conexão travando positivamente entre o meio de retenção 20 e o corpo da caneta é possível.
[0035] A luva de estabilização 40 também tem uma primeira extremidade de luva 40a voltada na direção da ponta de escrever SP e uma segunda extremidade de luva 40b voltada para longe da ponta de escrever SP. É fornecida na primeira e também na segunda extremidade de luva 40a, 40b uma abertura (não identificada), a superfície da qual se estende respectivamente de modo substancialmente perpendicular para a linha central longitudinal M do suporte de ponta de escrever 10 e por meio da qual a cavidade da luva de estabilização 40 é aberta para fora por um lado e para a segunda parte de cavidade 24 por outro lado.
[0036] A luva de estabilização 40 pode novamente ser dividida em três partes de luva 40c, 40d, 40e que ocorrem em sucessão na direção axial. A primeira parte de luva substancialmente cilíndrica 40c se estende da primeira extremidade de luva 40a na direção da segunda extremidade 20b do meio de retenção 20. Esta é seguida pela segunda parte de luva 40d que está no formato de um cone truncado. Como pode ser visto a partir da figura 2 no entanto, o formato de cone truncado da segunda parte de luva 40d é limitado ao exterior de modo que, no interior da luva de estabilização 40, o formato cilíndrico da primeira parte de luva 40c é continuado. Isto também produz um es-pessamento de material que é para o benefício da função de estabilização da luva de estabilização 40. Finalmente, a segunda parte de luva 40d é unida pela terceira parte de luva 40e que está novamente no formato de um cone truncado. Neste caso no entanto, em contraste com a segunda parte de luva 40d, o exterior e também o interior são da mesma configuração de modo que o formato da cavidade interna da luva de estabilização 40 muda de um formato cilíndrico para um formato de tronco de cone que é aumentado na direção da segunda extremidade 20b do meio de retenção 20 e assim a espessura de parede da terceira parte de luva 40e permanece pelo menos aproximadamente de modo uniformemente fino. A transição da parte de cavidade interna cilíndrica da luva de estabilização 40 para a parte de cavidade interna em tronco de cone da luva 40 ocorre neste caso não de modo uniforme mas na forma de uma mudança abrupta ou um aumento súbito no tamanho do diâmetro interno da cavidade da luva de estabilização 40.
[0037] Como pode ser visto a partir da figura 2, a luva de estabilização 40 está parcialmente disposta no interior do meio de retenção 20. Com sua primeira e segunda e em parte a terceira parte de luva 40c, 40d, 40e, se projeta além da primeira extremidade 20a do meio de retenção 20 através da primeira abertura 26.
[0038] Em adição, o diâmetro interno das primeira e segunda partes de luva 40c, 40d é igual ao diâmetro externo da carga de alimentação KM, onde a conexão fixa descrita em mais detalhes daqui em diante entre a carga de alimentação KM e a luva de estabilização 40 se torna possível. Em comparação, o diâmetro interno da terceira parte de luva 40e é notadamente maior que o diâmetro externo da carga de alimentação KM. Além do mais, os diâmetros externos das primeira, segunda e terceira partes de luva 40c, 40d, 40e são notadamente menores que o diâmetro interno da primeira parte 20c do meio de retenção 20 de modo que, na região da primeira parte de cavidade 22 do meio de retenção 20, entre a parede externa da terceira parte de luva 40e que é aproximadamente disposta completamente nesta primeira parte de cavidade, e a parede interna da primeira parte 20c do meio de retenção 20, existe um espaço intermediário (não identificado), a função do qual será descrita em maiores detalhes daqui em diante.
[0039] Na região da segunda extremidade de luva 40b, a luva de estabilização 40 é integralmente conectada por meio da conexão se estendendo perifericamente quase completamente 50 para a parede interna do meio de retenção 20 na região da transição a partir de sua primeira parte 20c para a segunda parte 20d. Neste caso, a conexão 50 é efetuada por um espessamento de material. Este espessamento ou conexão integral 50 bem como o dimensionamento da terceira parte de luva 40e da luva de estabilização 40, em particular seu diâmetro externo e o espaço intermediário que é formado desse modo entre a parede interna da primeira parte 20c do meio de retenção 20 e a parede externa da terceira parte 40e da luva de estabilização estabelecem que a luva de estabilização 40 pode abaular na direção da parede interna da primeira parte 20c do meio de retenção 20 na região da segunda parte de luva 40d quando uma pressão de escrita correspondente é aplicada na ponta de escrever SP, onde as primeira e segunda partes de luva 40c, 40d junto com a carga de alimentação de escrever ou cartucho KM conectado fixamente às mesmas podem se mover para dentro na direção do corpo da caneta no meio de retenção 20. Em adição, o espessamento 50 na transição entre a luva de estabilização 40 e o meio de retenção 20 pode produzir um ligeiro grau de mobilidade radial da luva de estabilização 40, em particular a primeira extremidade 40a da mesma, como esta primeira extremidade 40a pode se comportar como um friso que é preso em uma extremidade no espes-samento 50.
[0040] Nesta conexão, é para ser mostrado que somente a união da terceira parte de luva 40e na parede interna do meio de retenção 20 pode ser referida como a conexão integral ou o espessamento de material 50. Será apreciado que o espessamento de material 50 e a terceira parte de luva 40e podem também ser referidos como a conexão integral. A única consideração decisiva é que, entre a parede interna do meio de retenção e o exterior da luva de estabilização, existe uma conexão contínua, que quer dizer conexão integral que permite a mobilidade axial e se desejado radial da carga de alimentação M ou carga de alimentação Mea luva de estabilização 40.
[0041] Como pode ser visto a partir da figura 3, a conexão 50 ou a terceira parte de luva 40e tem três aberturas de ventilação 50a dispostas em espaçamentos equidistantes na direção periférica da luva de estabilização 20. Quando a luva de estabilização 40 se move para o interior do meio de retenção 20, estas aberturas de ventilação 50a primeiramente servem para permitir o escape do ar que está disposto no mesmo e que é agora deslocado. Em adição, a mobilidade axial e/ou possivelmente radial da luva de estabilização 40 e a carga de alimentação KM pode também ser influenciada por aquelas aberturas de ventilação 50a. É também para ser notado aqui que uma ou mais aberturas de ventilação 50a podem também ser fornecidas na região da terceira parte 40e da luva de estabilização 40.
[0042] O espessamento ou conexão 50 entre a luva de estabilização 40 e o meio de retenção 20 é ilustrada na modalidade presente como se estendendo completamente em torno da periferia. Para eco- nomizar material e/ou para influenciar a elasticidade axial e/ou radial, no entanto a conexão 50 pode também ser de tal configuração de modo a estender somente em parte na direção periférica. Igualmente, a espessura de parede da terceira parte de luva 40e pode ser alterada ou a geometria da parede desta parte de luva 40e pode ser desenhada para influenciar a elasticidade axial e/ou radial.
[0043] A conexão fixa entre a luva de estabilização 40 e a carga de alimentação KM, como já foi mencionado aqui anteriormente, pode ser efetuada por uma conexão de união positiva e/ou de união pela força. A figura 4 mostra uma conexão de união pela força entre o condutor de tinta KM e a luva de estabilização 40, em que duas ranhuras anulares 60 que estão a um espaçamento relativo uma à outra na direção axial são esmerilhadas na carga de alimentação KM na região da primeira parte de luva 40c da luva de estabilização 40. Então, como mostrado na figura 4, o material da luva de estabilização 40 pode engatar dentro destas ranhuras anulares 60 ao conectar o suporte de ponta de aplicador de acordo com a invenção e o condutor de tinta KM. Isto pode ser efetuado mecanicamente, em cujo caso a luva de estabilização 40 é fornecida na região de sua primeira parte 40c com estrias ou frisos anulares fornecidos na região das duas ranhuras anulares 60 na carga de alimentação KM. Igualmente isto pode ser efetuado por um procedimento onde, em um processo de moldagem por injeção ou um processo de co-extrusão, o material da luva de estabilização 40, que ainda é então macio, flui dentro das duas ranhuras anulares 60 na região da primeira parte 40c da luva de estabilização.
[0044] O suporte de ponta de aplicador 10 de acordo com a invenção pode ser produzido em duas maneiras diferentes. Por um lado existe a possibilidade do suporte de ponta de aplicador 10 ser produzido por meio de um processo de moldagem por injeção, em cujo caso possivelmente a carga de alimentação KM é conectada na forma de uma parte de inserção diretamente no suporte de ponta de aplicador 10, em particular a luva de estabilização 40. Isto é vantajoso em particular quando a luva de estabilização 40 e o meio de retenção 20 são feitos do mesmo material plástico. Se, em contraste, o suporte de ponta de aplicador 10 é produzido de tal maneira que materiais plásticos diferentes são usados para o meio de retenção 20 e a luva de estabilização 40, que podem ser produzidos por meio de um processo de co-extrusão, em que também a carga de alimentação KM é unida na forma de uma parte de inserção, possivelmente ao mesmo tempo, na luva de estabilização 40.
REIVINDICAÇÕES

Claims (16)

1. Suporte de ponta de aplicador para uma carga de alimentação para conduzir um líquido de aplicação por ação capilar, em particular para uma carga de alimentação para um delineador fino, compreendendo uma luva de estabilização (40) recebendo a carga de alimentação (KM) na condição montada e tendo uma primeira extremidade de luva (40a) voltada na direção da ponta de aplicador (SP) da carga de alimentação (KM) e sobre a qual a carga de alimentação (KM) se projeta com sua ponta de aplicador (SP) na condição montada, e uma segunda extremidade de luva (40b) voltada na direção de um corpo de caneta, e apresentando um meio de retenção (20) que apoia a carga de alimentação (KM) na condição montada em um corpo de caneta e também tendo uma primeira extremidade de meio de retenção (20a) voltada na direção da ponta de aplicador (SP) da carga de alimentação (KM) e uma segunda extremidade de meio de retenção (20b) voltada na direção do corpo de caneta, a luva de estabilização (40) sendo pelo menos parcialmente recebida no meio de retenção (20), caracterizado pelo fato de que a luva de estabilização (40) é conectada em uma peça com a parte interna do meio de retenção (20) por meio da segunda extremidade (40b) voltada na direção do corpo de caneta.
2. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a luva de estabilização (40) é integralmente conectada ao meio de retenção (20) de modo que é móvel axialmente junto com a carga de alimentação (KM) de modo elástico com respeito ao meio de retenção (20).
3. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que é fornecido entre a parede interna do meio de retenção oco (20) e a parede externa da luva de estabilização (40) até sua conexão integral (50) no meio de retenção (20), um espaço intermediário que de preferência circunda concentri-camente a luva de estabilização (40), onde de preferência a resistência de curvatura da conexão integral (50) é menor que aquela da luva de estabilização (40) e/ou do meio de retenção (20).
4. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que a luva de estabilização (40) e o espaço intermediário são dispostos em relação concêntrica com a linha central longitudinal (M) do meio de retenção (20).
5. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que a luva de estabilização (40) primeiramente tem uma primeira parte de luva (40c) que se estende de sua primeira extremidade de luva (40a) e cuja parede interna encerra a carga de alimentação (KM) na condição montada, e uma terceira parte de luva (40e) que se estende de sua segunda extremidade de luva (40b) e que aumenta em forma de tronco de cone da primeira parte de luva (40c) para a segunda extremidade de luva (40b).
6. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que a conexão integral (50) é formada entre a luva de estabilização (40) e o meio de retenção (20) por uma projeção que se estende radialmente na direção da parede lateral do meio de retenção (20) e que circunda a segunda extremidade de luva (40b) da luva de estabilização (40) e onde o cone truncado da terceira parte de luva (40e) termina.
7. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com a reivindicação 5 ou 6, caracterizado pelo fato de que a luva de estabilização (40) se projeta com pelo menos sua primeira parte de luva (40c) fora da primeira extremidade de meio de retenção (20).
8. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que a conexão integral (50) e/ou uma parte (40e) da luva de estabilização (40) é fornecida com pelo menos um e de preferência três aberturas de ventilação espaçadas de modo equidistante (50a).
9. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o meio de retenção (20) é feito de um material termofixo e a luva de estabilização (40) é feita de um material termoplástico.
10. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que a carga de alimentação (KM) é fixamente conectada à luva de estabilização (40) em relação de união pela força, de preferência por fusão ou cola quente.
11. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que a carga de alimentação (KM) é fixamente conectada à luva de estabilização (40) em relação de união positiva, de preferência por pelo menos uma disposição dentada entre a carga de alimentação (KM) e a luva de estabilização (40).
12. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato de que em sua segunda extremidade (20b), o meio de retenção (20) tem uma região de conexão (30) para conexão com o corpo de caneta.
13. Suporte de ponta de aplicador, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo fato de que em sua segunda extremidade (20b) o meio de retenção (20) forma o corpo de caneta.
14. Processo para a produção de um suporte de ponta de aplicador, como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizado pelo fato de que a luva de estabilização (40) e o meio de retenção (20) são produzidos a partir do mesmo material plástico e por meio de um processo de moldagem por injeção, sendo que a carga de alimentação (KM) é conectada na luva de estabilização (40) em relação de união pela força e/ou relação de união positiva se aplicada na forma de uma parte de inserção durante a operação de moldar por injeção do meio de retenção (20) e da luva de estabilização (40).
15. Processo para a produção de um suporte de ponta de aplicador, como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizado pelo fato de que a luva de estabilização (40) e o meio de retenção (20) são feitos de dois materiais plásticos diferentes e por meio de um processo de co-extrusão, sendo que a carga de alimentação (KM) é conectada na luva de estabilização (40) em relação de união pela força se aplicada na forma de uma parte de inserção durante a operação de co-extrusão.
16. Processo para a produção de um suporte de ponta de aplicador, de acordo com a reivindicação 14 ou 15, caracterizado pelo fato de que a conexão de união pela força entre o meio de retenção (20) e a carga de alimentação (KM) é efetuada por fusão ou por cola quente.
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