BRPI0511704B1 - Defensivos aquosos, líquidos, para proteção de plantas, seu uso e seu processo de produção, e processo para controle de crescimento indesejável de plantas - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DEFENSI- VOS aquosos, líquidos, para proteção de plantas, seu uso E SEU PROCESSO DE PRODUçãO, E PROCESSO PARA CONTROLE DE CRESCIMENTO INDESEJÁVEL DE PLANTAS".
DESCRIçãO A presente invenção refere-se à área técnica das preparações (formulações) para substâncias ativas no setor de defensivos para plantas (substâncias ativas agroquímicas), preferivelmente, formulações aquosas de substâncias ativas de defensivos para plantas solúveis em água, particular- mente, formulações aquosas de substâncias ativas de defensivos para plan- tas semelhantes a sal, de modo especialmente preferido, glufosinato- amônio. Além disso, a invenção refere-se a misturas de adjuvantes, que po- dem ser usados em combinação com as substâncias ativas de defensivos para plantas e formulações das mesmas.
Formulações aquosas de glufosinato-amònio são conhecidas, por exemplo, dos documentos EP-A-0048436, EP-A-00336151 e EP-A-1073722.
Devido aos tensoativos intensificadores de efeito contidos nas formulações, as formulações apresentam um comportamento de espuma desvantajoso na dilui- ção com água, antes da aplicação, e na pulverização, durante a aplicação, se não forem adicionados desespumantes. As consequências são, então, frequen- temente, um transbordamento dos aparelhos de pulverização, contaminação do meio-ambiente, coberturas de pulverização não uniformes sobre as plantas e resíduos de defensivos para plantas nos aparelhos de pulverização.
De acordo com o documento EP-A-0407874, para defensivos líquidos, aquosos, para plantas foram propostos des espumantes eficazes do grupo dos ácidos perfluoralquilfosfínicos ou ácidos perfluoralquilfosfôni- cos. Esses desespumantes (por exemplo, ®Fluowet PP de Clariant) distin- guem-se por um alto efeito desespumante, a uma quantidade de aplicação comparativamente baixa, sendo que o efeito desespumante também se mantém estável a um armazenamento mais longo, a diferentes temperaturas e no caso de solicitação mecânica das formulações. Além disso, a eficácia biológica dos defensivos formulados para plantas não é prejudicada pelo conteúdo de desespumante.
Os desespumantes fluóricos conhecidos, porém, não são apro- priados igualmente para todos os setores de aplicação. Por exemplo, em muitas dessas formulações, o efeito desespumante depende do grau de du- reza da água (do conteúdo de sais de cálcio e magnésio), que é usada para a produção de caldas de pulverização. Também por considerações ecotoxi- lógicas gerais, de acordo com as quais a quantidade de hidrocarbonetos flu- óricos no meio ambiente deve ser reduzida, existe uma necessidade de de- sespumantes alternativos, que possibilitem a produção de formulações de substâncias ativas de defensivos para plantas com pouca espuma, com bo- as propriedades de tecnologia de aplicação, por exemplo,boa estabilidade de armazenamento e eficácia biológica uniforme e alta.
Desespumantes na base de silicone também são conhecidos como desespumantes altamente eficazes. Mas, eles apresentam, em parte, desvantagens de tecnologia de aplicação, que fazem seu uso para formula- ções de soluções aquosas de substâncias ativas de defensivos para plantas, particularmente, substâncias ativas salinas, tal como glufosinato-amônio, parecer menos apropriado. Desse modo, alguns desespumantes são de difí- cil solubilidade nas formulações aquosas e separam-se na forma de turva- ções, floculações e separações de fases. Outros desespumantes desse tipo, depois do armazenamento da formulação à temperatura ambiente ou à tem- peratura elevada, até, por exemplo, 50°C, não mostram mais um efeito de- sespumante suficiente.
No documento EP-A-0407874 citado, são mencionados numero- sos exemplos de desespumantes conhecidos na base de silicone, que não apresentam nenhuma ou apresentam apenas poucas propriedades úteis como desespumante para defensivos para plantas aquosos de substâncias ativas salinas.
Também, uma substituição dos desespumantes em muitas for- mulações conhecidas de defensivos para plantas por outros desespumantes, de acordo com a experiência e de acordo com ensaios próprios, leva fre- quentemente ao fato de que a eficácia biológica das formulações é nitida- mente reduzida.
Existia, portanto, a tarefa de pôr à disposição desespumantes para formulações aquosas de defensivos para plantas semelhantes a sal, solúveis em água, que evitem ou reduzam as desvantagens citadas e que possam ser usadas com uma ou mais vantagens.
Surpreendentemente, foi descoberto, agora, que diversos de- sespumantes na base de silicone apresentam propriedades de tecnologia de aplicação inesperadamente boas nas formulações citadas acima de subs- tâncias ativas de defensivos para plantas salinas, particularmente, não só têm boa desespumação, mas também produzem formulações que apresen- tam uma eficácia biológica comparativamente alta no uso de acordo com a destinação. São, portanto, objeto da invenção defensivos para plantas aquo- sos, líquidos, de substâncias ativas de defensivos para plantas solúveis em água, caracterizados pelo fato de que eles contêm (a) uma ou mais substâncias ativas de defensivos para plantas solúveis em água (substâncias ativas do tipo (a)); (b) opcionalmente, uma ou mais substâncias ativas de defensi- vos para plantas insolúveis em água (substâncias ativas do tipo (b)); (c) opcionalmente solventes orgânicos, polares, (d) tensoativos anionicamente ativos, (e) opcionalmente, tensoativos não-ionogênicos, cationicamente ativos e/ou híbridos iônicos, (f) desespumantes na base de silicone, do grupo dos polidimetil- siloxanos lineares, com uma viscosidade dinâmica média, medida a 25°C, na faixa de 1000 a 8000 mPas e com um conteúdo de ácido silícico, (g) opcionalmente, outros adjuvantes de formulação usuais, e (h) água.
As formulações aquosas que contêm desespumante de acordo com a invenção são apropriadas, preferivelmente, para substâncias ativas do tipo (a), do grupo das substâncias ativas salinas, solúveis em água, tal como glufosinatos (sais), glifosatos (sais), paraquat, diquat e similares, parti- cularmente, glufosinato-amônío.
As formulações de acordo com a invenção podem conter, além disso, também substâncias ativas do tipo (b), que são extensivamente inso- lúveis em água, por exemplo, herbicidas do grupo dos éteres difenílicos, tal como oxifluorfeno, carbamatos, tiocarbamatos, compostos de estanho trifení- lico e estanho tributílico, haloacetanilidas, derivados de ácido fenoxifenoxial- cancarboxílico, bem como derivados de ácido heteroarilóxifenóxialcancarbo- xílico, tais como ésteres de ácido quinolililóxi-, quinooxalilóxi, piridilóxi, enzo- xalilóxi e benzotiazotilóxifenóxicarcancarboxílico, por exemplo.diclofop metí- lico, fenoxaprop etílico ou fenoxaprop-P-etílico.
Também substâncias ativas insolúveis correspondentes, de classes de substâncias que normalmente contém substâncias ativas de so- lubilidades diferentes, são de interesse, por exemplo, substâncias ativas do grupo dos derivados de cicloexandiona, imidazolinonas, derivados de ácido pirimidiloxipiridincarboxílico, derivados de ácido pirimidilóxi-benzóico, sulfoni- luréias, derivados de triazolpirimidin-sulfonamida, bem como ésteres de áci- do S-(N-aril-N-alquilcarboamoilmetil)-ditiofosfórico.
As abreviaturas de substâncias ativas citadas ("common na- mes"), tais como glufosinato, glifosato, oxifluorfeno, diclofop metílico, feno- xaprop-(p)-etílico, entre outros, são conhecidas do técnico, veja, por exem- plo, "Teh Pesticide Manual" British Crop Protection Council 2003; as desig- nações compreendem, nesse caso, os derivados conhecidos, tais como sais de glufosinato e glifosato, particularmente, as formas correntes no comércio.
Correspondentemente, também podem ser de interesse como componente (b) substâncias ativas do grupo dos antídotos, reguladores de crescimento, inseticidas e fungicidas ou, a uma boa solubilidade em água, como componentes (a). O tipo das substâncias ativas do tipo (a) e (b) usadas determi- nam o tipo dos organismos nocivos, que podem ser controlados pelo uso dos defensivos para plantas ou formulações agroquímica. No caso de herbi- cidas, os organismos nocivos são plantas indesejáveis. São preferidas formulações com substâncias ativas do tipo (a), do grupo que contém um ou mais compostos da fórmula (1) ou sais dos mesmos, (1) na qual Zi significa um radical da fórmula -OM, -NHCH(CH3)C0NHCH(CH3)C02M ou -NHCH(CH3)C0NHCH[CH2CH(CH3)2]C02M e, nesse caso, Μ = H ou signifi- ca um cátion formador de sal, e/ou um ou mais compostos da fórmula (2) ou sais dos mesmos, (2) na qual Z2 significa um radical da fórmula CN ou C02Ri, na qual Ri = Q ou é um cátion formador de sal e, nesse caso, Q = H, alquila, alquenila, al- coxialquila ou Ce-C-io-arila, que está não substituída ou substituída e, preferi- velmente, está não substituída ou substituída por um ou mais radicais do grupo alquila, alcóxi, halogênio, CF3i N02 e CN, e R^, respectivamente, independentemente um do outro, significam H, alquila, Ce-Cio-arila, que está não substituída ou substituída e, preferivelmente, está não substituída ou substituída por um ou mais radicais do grupo alquila, alcóxi, halogênio, CF3, N02 e CN, ou bifenila ou um cátion formador de sal.
Preferivelmente, os radicais que contêm carbono, em conexão com Q, R2 ou R3) têm até 10 átomos de C, particularmente, até 6 átomos de C.
Os compostos da fórmula (1) contêm um átomo de C assimétri- co. O enantiômero L, visto, nesse caso, como isômero biologicamente ativo. A fórmula (1) compreende, portanto, todos os estereoisômeros e misturas dos mesmos, particularmente, o racemato e o enantiômero respectivamente biologicamente eficaz. Exemplos de substâncias ativas da fórmula (1) são os seguintes: - glufosinato e o sal de amônio do mesmo em forma racêmica, isto é, ácido 2-amino-4-hidróxi(metil)fosfinoilj- butânico ou o sal de amônio do mesmo, - o enantiômero L de glufosinato e sal de amônio do mesmo, - bilanafops/bialafos, isto é, L-2-amino-4-[hidróxi(metil)fosfinoil]- butanoil-L-alanilil-L-alanina e sal de sódio da mesma. O racemato do glufòsinato-amônio é aplicado sozinho, usual- mente, em dosagens que se situam enre 200 e 1000 g a.i./ha (=grama de substância ativa por hectare). Glufosinato-amônio é sobretudo eficaz a essas dosagens se for absorvido através de partes de plantas verdes; veja "The Pesticide Manual" 13th Edition, British Crop Protection Gouncil 2003. Glufo- sinato-amônio é predominantemente usado para controle de ervas daninhas e gramíneas daninhas em culturas economicamente importantes e em terras não cultivadas, bem como por meio de técnicas de aplicação especiais, tam- bém para o controle entre linhas em culturas de áreas agrícola, tal como mi- lho, algodão, entre outras. Também tem crescente importância o uso em culturas transgênicas, que são resistentes ou tolerantes em relação à subs- tância ativa.
No caso dos compostos da fórmula (2), trata-se de N- (fosfonoalquil)-glicina e, desse modo, de derivados do aminoácido glicina. As propriedades herbicidas de N-(fosfonometil)-glicina ("glifosato") estão descri- tas, por exemplo, no documento de patente U.S. No. 3799758.
Em geral, glifosato é usado nas formulações de defensivos para plantas na forma dos sais solúveis em água, sendo que em conexão com a presente invenção, é de importância, sobretudo, o sal de isopropilamônio; veja "The Pesticide Manual" 13th Edition, Britisch Crop Protection Council 2003.
Em conexão com a presente invenção, o termo "solventes orgâ- nicos polares" (componente(c)) designa, por exemplo, solventes próticos polares ou solventes apróticos polares e misturas dos mesmos. Exemplos de solventes no sentido da invenção são - álcoois alifáticos, tal como, por exemplo, alcanóis baixos, tal como metanol, etanol, propanol, isopropanol e butanol, ou álcoois polivalen- tes, tal como etilenoglicol, glicerina, - éteres polares, tal como tetraídrofurano (THF), dioxano, éter alquilenoglicolmonoalquílico e -éter dialquílico, tal como, por exemplo, éter propilenoglicolmonometílico, éter propilenoglicolmonoetílico, éter etilengli- colmonometílcio ou -éter monoetílico, diglime e tetraglime; - amidas, tal como dimetilformamida (DMF), dimetilacetamida, dimetilcaprilamida, dimetilcaprinamida (©Hallcomide) e N-alquilpirrolidona; - cetonas, tal como acetona; - éter na base de glicerina e ácidos crboxílico, tal como mono-, di- e triacetato de glicerina, - lactamos, - diésteres de ácido carbônico, - nitrilas, tai como acetonitrila, propionitrila, butironitrila e benzo- nitrila; - sulfóxidos e sulfonas, tal como dimetilsulfóxido (DMSO) e sulfo- lano.
Frequentemente, também são apropriadas combinações de di- versos solventes, que contêm, adicionalmente, álcoois, tal como, metanol, etanol, n- e i-propanol, n-, i-, t- e 2-butanol.
No caso de solventes aquosos-orgânicos de uma fase, são de interesse os solventes ou misturas de solventes que são totalmente ou subs- tancialmente miscíveis em água.
Solventes orgânicos preferidos no sentido da presente invenção são solventes orgânicos polares, tal como N-metilpirrolidona e Dowano!®PM (propilenoglicol-éter monometílico).
As formulações de acordo com a invenção contêm como com- ponente (d) compostos tensoativos de atividade aniônica (tensoativos de atividade aniônica). Exemplos de tensoativos de atividade aniônica são (sendo que significam EO = unidades de óxido de etileno, PO = unidades de óxido de propileno e BO = unidades de óxido de butileno): d1) derivados aniônicos de álcoois graxos com 10-24 átomos de carbono, com 0-60 EO e/ou 0-20 PO e/ou 0-15 BO, em qualquer seqüência, na forma de carboxilatos, sulfonatos, sulfatos e fosfatos de éter e seus sais inorgânicos (por exemplo, álcali e álcali-terroso) e orgânicos (por exemplo, na base de amina ou alcanolamina), tal como as marcas Genapol®LRO, Sandopan®, as marcas Hostaphat/Hordaphos® de Clariant; d2) derivados aniônicos de copolímeros, que consistem em uni- dades de EO, PO e/ou BO, com um peso molecular de 400 a 10ô na forma de carboxilatos, sulfonatos, sulfatos e fosfatos de éter e seus sais inorgâni- cos (por exemplo, álcali e álcali-terroso) e orgânicos (por exemplo, na base de amina ou alcanolamina); d3) derivados aniônicos de produtos de adição de oxialquileno de Ci-C9-álcoois, na forma de carboxilatos, sulfonatos, sulfatos e fosfatos de éter e seus sais inorgânicos (por exemplo, álcali e álcali-terroso) e orgânicos (por exemplo, na base de amina ou alcanolamina); d4) derivados aniônicos de alcoxilatos de ácido graxo, na forma de carboxilatos, sulfonatos, sulfatos e fosfatos de éter e seus sais inorgâni- cos (por exemplo, álcali e álcali-terroso) e orgânicos (por exemplo, na base de amina ou alcanolamina); d5) sais de ácidos carboxíticos e ácidos policarboxílicos alifáti- cos, cicloalifáticos e olefínicos, bem como éteres de ácido graxo alfa-sulfo, tal como obtenível de Henkel; d6) sulfossuccinatos, alcansulfonatos, sulfonatos de parafina e olefina, tais como os reticuiadores das marcas IS®, Hoe®S1728, Hosta- pur®OS, Hostapur®SAS de Clariant, Triton®GR7ME e GR5 de Union Carbi- de, Empimin® de Albright e Wilson, Marlon®-PS65 de Condea.
Tensoativos de atividade aniônica preferidos são sulfatos de éter alquilpoliglicólico, particularmente, étersulfato de álcool graxo dietilenoglicóli- co (por exemplo, Genapol LRO®, Clariant), ou étercarboxilatos alquilpoligli- cólicos por exemplo, 2-(isotridecilóxi-polietilenóxi)-etil-éter carboximetílico, Marlowet 4538®m Hüls).
As formulações de acordo com a invenção podem conter, opcio- nalmente, tensoativos não-ionogênicos e/ou de atividade catiônica como componente (e).
Exemplos de tensoativos não-ionogênicos (para o componente de tensoativo e) são: e1) álcoois graxos com 10-24 átomos de carbono, com 0-60 EO e/ou 0-20 PO e/ou 0-15 BO, em qualquer seqüência. Exemplos desses com- postos são Genapol® das marcas C, L, O, T, UD, UDD, X de Clariant, Plura- fac® e Lutensol®, das marcas A, AT, ON, TO de BASF, Maripal® das mar- cas 24 e 013, de Condea, marcas Dhyon® de Henkel, marcas Ethylan® de Akzo-Nobel, tal como Ethylan CD120; e2) alcoxilatos de ácido graxo e triglicerídeo, tal como as marcas Serdox®NOG de Condea ou as marcas Emulsogen® de Clariant; e3) alcoxilatos de amida de ácido graxo, tal como as marcas Comeprlan® de Henkel ou as marcas Amam® de Rhodia; e4) produtos de adição de oxialquileno de alquindióis, tal como as marcas Surfynol® de Air Products; derivados de açúcar, tal como açúcar de amino e amido de Clariant, e5) glucitóis de Clariant, e6) poliglicosídeos de alquila, na forma das marcas APG® de Henkel; e7) éter de sorbitano na forma das marcas Span® ou Tween® de Uniqema; e8) éteres ou éteres de ciclodextrina de Wacker; e9) derivados tensoativos de celulose e algina, pectina e goma- guar, tal como as marcas Tylose® de Clariant, as marcas Manutex® de Kel- co e derivados de goma-guar de Cesalpina; e10) produtos de adição de oxialqileno na base de poliol, tal co- mo as marcas Polyglykol® de Clariant; e11) poliglicerídeos de atividade de superfície e derivados dos mesmos de Clariant.
Exemplos de tensoativos de atividade catiônica (para o compo- nente de tensoativo e)) são produtos de adição de óxido de alquileno de a- minas graxas e compostos de amônio quaternários correspondentes, com 8 a 22 átomos de carbono, tal como, por exemplo, as marcas Genamin® C, L, O, T DE Clariant.
Também são possíveis, opcionalmente, compostos iônicos híbri- dos, tais como tauridas, betaínas e sulfòbetaínas na forma de marcas Tego- tain® de Goldschmidt, as marcas Hostapon®T e Arkopon®T de Clariant (pa- ra o componente de tensoativo e).
As formulações de acordo com a invenção contêm desespuamt- nes do componente (f), que representam desespumantes do grupo dos poli- dimetilsiloxanos lineares, com uma viscosidade dinâmica média, medida a 25°C, na faixa de 1000 a 8000 mPas (mPas = milipascal segundo), preferi- velmente, 1200 a 6000 mPas, e com um conteúdo de ácido silícico. Por áci- do silícico podem ser entendidas, por exemplo,formas/modificações, tais como ácidos polissilícicos, ácido metassilícico, ácido ortossilícico, sílica-gel, géis de ácido silícico, diatomite, S1O2 precipitado etc.
Desespumantes do grupo dos polidimetilssiloxanos lineares con- têm como estrutura química um composto da fórmula HO-[Si(CH3)2-0-]n-H, sendo que os grupos terminais estão modificados, por exemplo, eterificados ou, em geral, ligados com os grupos -Si(CH3)3, O conteúdo de ácido silícico pode ser modificado em um amplo limite e situa-se, em geral, na faixa de 0,1 a 10 por cento em peso, preferi- velmente, 0,2 a 5 por cento em peso, particularmente, 0,2 a 2 por cento em peso de ácido silícico, com relação ao peso de polidimetilsifoxano.
Exemplos desses desespumantes são ©Rhodorsil Antifoam 416 (Rhodia) e ©Rhodorsil Antifoam 481 (Rhodia). ©Rhodorsil Antifoam 416 é um óleo de silicone de viscosidade média, com uma viscosidade dinâmica a 25°C de cerca de 1500 mPas e um conteúdo de um tensoativo e ácido silícico. Devido ao conteúdo de tensoati- vo, a densidade é reduzida em relação ao óleo de silicone puro e perfaz cer- ca de 0,995 g/cm3, ©Rhodorsil Antifoam 481 é um óleo de silicone de viscosidade média, com uma viscosidade dinâmica a 25°C de cerca de 4500 mPas e um conteúdo de ácido silícico. A densidade perfaz cerca de 1,045 g/cm3.
Os óleos de silicone também podem ser usados como emulsões. É preferido o uso de desespumantes de viscosidade média na base de polidimetilsiloxanos, com uma viscosidade dinâmica, medida a 25°C, na faixa de 2000 a 5000 mPàs, preferivelmente, 4000 a 5000 mPas, e com um conteúdo de ácido silícico, particularmente, ©Rhodorsil Antiforam 481.
Adjuvantes de formulação (g) são, por exemplo, materiais iner- tes, tais como agentes de adesividade, retículadores, agentes de dispersão, emulsificantes, agentes de penetração, conservantes e agentes de proteção contra geadas, materiais de enchimento, veículos e corantes, inibidores de evaporação e agentes que influenciam o valor de pH (tamponadores, ácidos e bases) ou a viscosidade (por exemplo, espessantes).
Os adjuvantes necessários para a produção das formulações acima, tais como, particularmente, tensoativos, são em princípio conhecidos e são descritos, por exemplo, em McCutcheon's "Detergents and Emulsifiers Annual". MC Publ. Corp., Ridgewood N.J.; Sisley and Wood, "Encyclopedia of Surface active Agentes", Chem. Pub. Co. Inc., N.Y. 1964; Schõnfeldt, "Grenzflãchenaktive ãthylenoxidaddukte", Wiss. Verlagsgesellschaft, Stuttgrt 1976; Winnacker-Küchler, "Chemische Technologies", Band 7, C. Hnaser- Verlag, Munique, 4a. edição 1986, e a literatura respectivamente citada ali.
Com ajuda das misturas de componentes podem ser produzidas, por conseguinte, preferivelmente, preparações aquosas, líquidas, com pouca espuma, concentradas, de substâncias ativas semelhantes a sal, tal como glufosinato-amônio, que contêm (a) 1 a 40% em peso, preferivelmente, 2 a 30% em peso, parti- cularmente, 5 a 20% em peso de substâncias ativas de defensivos para plantas solúveis em água (substâncias ativas do tipo (a)), (b) 0 a 40% em peso, preferivelmente, 0 a 20% em peso, parti- cularmente, 0 a 10% em peso de substâncias ativas de defensivos para plantas insolúveis em água (substâncias ativas do tipo (b)), (c) 0 a 50% em peso, preferivelmente, 0 a 30% em peso, particu- larmente, 0 a 20% em peso de solventes orgânicos polares, (d) 1 a 80% em peso, preferivelmente, 5 a 70% em peso, parti- cularmente, 6 a 60% em peso de tensoativos de atividade aniônica, (e) 0 a 20% em peso, preferivelmente, 0 a 15% em peso, de ten- soativos não-ionogênicos, de atividade catiônica e/ou iônica híbrida, (f) 0,02 a 10% em peso, preferivelmente, 0,05 a 5% em peso, particularmente, 0,1 a 2% em peso do desespumante a ser usado de acordo com a invenção, com um conteúdo de ácido silícico, (g) 0 a 30% em peso, preferivelmente, 0 a 20% em peso, parti- cularmente, 0 a 15% em peso de adjuvantes de formulação usuais, (h) 0,1 a 90% em peso, preferivelmente, 5 a 85% em peso, parti- cularmente, 10 a 60% em peso de água. A relação de peso das substâncias ativas (a), por exemplo, her- bicidas (a), para os tensoativos de atividade aniônica citados sob (d) - com relação à respectiva substância de lavagem ativa (WAS) - está, em geral, na faixa de 1:0,1 a 1:10, particularmente, 1:0,2 a 1:8, particularmente, 1:0,2 a 1:5. A relação de peso das substâncias ativas (a), por exemplo, her- bicidas (a), para os desespumantes citados sob (f) está, em geral, na faixa de 1000:1 a 1:1, preferivelmente, 500:1 a 3:1, particularmente, 100:1 a 5:1. A relação de peso dos tensoativos de atividade aniônica (d) para os desespumantes citados sob (f) está, em geral, na faixa de 2000:1 a 1:1, preferivelmente, 1000:1 a 5:1, particularmente, 500:1 a 10:1. São preferidos, ainda, também soluções aquosas, preferivelmen- te, de uma fase, que contêm (a) 1 a 40% em peso, preferivelmente, 2 a 30% em peso, parti- cularmente, 5 a 20% em peso de substâncias ativas solúveis em água, do tipo (a) citado, preferivelmente, glufosinato-amônio, (c) 0 a 40% em peso, preferivelmente, 0 a 30% em peso, particu- larmente, 0 a 20% em peso de solventes orgânicos polares, (d) 3 a 80% em peso, preferivelmente, 5 a 70% em peso, parti- cularmente, 6 a 60% em peso de tensoativos de atividade aniônica, (e) 0 a 20% em peso, preferivelmente, 0 a 15% em peso, de ten- soativos não-ionogênicos, de atividade catiônica e/ou iônica híbrida, (f) 0,02 a 10% em peso, preferivelmente, 0,05 a 5% em peso, particularmente, 0,1 a 2% em peso do desespumante a ser usado de acordo com a invenção, com um conteúdo de ácido silícico, (g) 0 a 30% em peso, preferivelmente, 0 a 20% em peso, parti- cularmente, 0 a 15% em peso de adjuvantes de formulação usuais, (h) 0,1 a 90% em peso, preferivelmente, 5 a 85% em peso de água, particularmente, 10 a 60% em peso de água.
Os solventes a serem misturados para a produção da solução aquosa de uma fase são, sobretudo, solventes orgânicos miscíveis ilimita- damente ou extensivamente com água, tal como, por exemplo,N- metilpirralidona (NMP), dimetilformamída (DMF), dimetilacetamida (DMA) ou Dowanol®PM (propilenoglicol-éter monometílico).
Adjuvantes de formulação usuais (g) são, por exemplo,os mate- riais inertes citados, agentes de proteção contra geada, inibidores de evapo- ração, conservantes, corantes e similar; adjuvantes de formulação (g) prefe- ridos são - agentes de proteção contra geada e inibidores de evaporação, tal como glicerina ou etilenoglicoí, por exemplo, em uma quantidade de 2 a 10% em peso, e - conservantes, por exemplo, Mergal K9N® (Riedel) ou Cobate C®.
As formulações também podem conter como adjuvantes de for- mulação usuais (g), adicionalmente, desespumantes de tipo diferente do componente (f).
As formulações líquidas de acordo com a invenção podem ser produzidas de acordo com processos, em princípio, usuais, isto é, por mistu- ra dos componentes sob agitação, vibração ou por meio de processos de mistura estáticos. As formulações líquidas obtidas são estáveis e com boa aptidão para armazenamento.
Também são objeto da invenção formulações adjuvantes líqui- das, com pouca espuma, que podem ser usadas para produção das formu- lações de defensivos para plantas concentradas, citadas, ou para produção de misturas em tanque com formulações de substâncias ativas de defensi- vos para plantas ou também podem ser aplicadas separadamente, simulta- neamente ou sequencialmente com a aplicação de substâncias ativas (prefe- rivelmente, as substâncias ativas (a) citadas) sobre as plantas ou sobre o solo no qual as plantas crescem.
Essas formulações adjuvantes estão caracterizadas pelo fato de que elas contêm (c) opcionalmente, solventes orgânicos, polares, (d) tensoativos de atividade aniônica, (e) opcionalmente, tensoativos não ionogênicos, de atividade catíônica e/ou iônicos híbridos, (f) desespumantes na base de silicone, do grupo dos polidimetil- sitoxanos lineares, com uma viscosidade dinâmica média, medida a 25°C, na faixa de 1000 a 8000 mPas e com um conteúdo de ácido silícico, (g) opcionalmente, outros adjuvantes de formulação, e (h) água, sendo que os componentes (c), (d), (e), <f), (g) e (h) estão definidos tal como no caso das formulações de defensivos para plan- tas que contêm a substância ativa citada acima.
Formulações adjuvantes líquidas, preferidas contêm (c) 0 a 60% em peso, preferivelmente, 0 a 40% em peso, particu- larmente, 0 a 30% em peso de solventes orgânicos polares, (d) 3 a 85% em peso, preferivelmente, 6 a 80% em peso, parti- cularmente, 8 a 70% em peso de tensoativos de atividade aniônica, (e) 0 a 25% em peso, preferivelmente, 0 a 20% em peso, de ten- soativos não-ionogênicos, de atividade catíônica e/ou iônica híbrida, (f) 0,02 a 15% em peso, preferivelmente, 0,05 a 10% em peso, particularmente, 0,1 a 5% em peso do desespumante a ser usado de acordo com a invenção, com um conteúdo de ácido silícico, (g) 0 a 40% em peso, preferivelmente, 0 a 30% em peso, parti- cularmente, 0 a 20% em peso de adjuvantes de formulação usuais, (h) 0,1 a 95% em peso, preferivelmente, 5 a 90% em peso, parti- cularmente, 10 a 70% em peso de água.
As formulações líquidas ou as formulações adjuvantes, que con- têm substância ativa, têm pouca espuma e estão aptos para armazenamen- to. Em geral, quando em uso, elas apresentam, muitas vezes, propriedades técnicas muito favoráveis. Por exemplo, as formulações distinguem-se por pouca tendência à espuma na diluição com água, por exemplo, na produção de misturas em tanque ou no uso das formulações no processo de pulveri- zação. As formulações com substância ativa ou as formulações adjuvantes, quando em uso conjunto com substâncias ativas/formulações de substância ativa, apresentam, além disso, um efeito biológico comparativamente muito bom, quando se compara o efeito com formulações que foram produzidas com outros desespumantes na base de silicone.
Conseqüentemente, as formulações de acordo com a invenção são particularmente apropriadas para uso na proteção de plantas, no qual as formulações são aplicadas sobre as plantas, partes de plantas ou área de cultivo.
No caso de substâncias ativas herbicidas (a) e/ou (b), as formu- lações são bem apropriadas para controle de crescimento de plantas indese- jável, tanto na área não cultivada como também em culturas tolerantes.
Nos exemplos abaixo, as indicações de quantidade referem-se ao peso, desde que não tenha sido indicado diversamente. Os exemplos das tabelas 1 e 2 referem-se a composições estáveis de acordo com a invenção.
Na tabela 3 são citadas formulações comparativas. As tabelas 4 e 5 contêm resultados de testes de desespumação.
Tabela 1: Formulações (de acordo com a invenção) Abreviaturas na tabela 1: veja depois da tabela 3 Tabela 2: Formulações (de acordo com a invenção) Abreviaturas na tabela 2: veja depois da tabela 3 Tabela 3: Formulações comparativas Abreviaturas nas tabelas 1 a 3: AS indicação de quantidade, com realção a substância ativa {=active ingrediente, a.i.) (1) Nas colunas estão indicadas as composições das formu- lações 1 a 8 {na tabela 1) ou 9 a 16 (na tabela 2) ou 17 a 22 (na tabela 3), sendo que a linha correspondente contém a quantidade do componente de- signado na primeira coluna em porcento em peso; (2) Étersulfato dietilenoglicólico de C12/C14 álcool graxo, quan- tidade de tensoativo referente a W.A.S. = "substância de atividade lavadora" (usada como ©Genapol LRO, Clariant) ©Rhodorsil 481 (polidimetilsiloxanO com sílica-gel, Rhodia) <4) ©Rhodorsil 416 (polidimetilsiloxano com sílica-gel e tenso- ativo, Rhodia) (5) A quantidade de água está indicda como ad 100% e inclui também pequenas quantidades de componentes secundários não aquosos, que podem estar contidos em alguns componentes usados, por exem- plo,corantes, conservantes etc.
Antiespumante EM SE 39 (emulsão de antiespumante na base de silicone, sem sílica-gel, Wacker) (7) ©Antimussol 4459-2 (emulsão de antiespumante na base de silicone, sem sílica-gel, Clariant) (8) ©Rhodorsil 1824 (emulsão de antiespumante na base de silicone, sem sílica-gel, Rhodia) Teste de espuma 1 A respectiva formulação de defensivo líquida para plantas, con- centrada, foi diluída com a concentração indicada, sob agitação, para uma solução de 1% e a espuma formada foi medida depois de 10 s e 30 min em por cento da quantidade de enchimento (padrão CIPAC).AIguns resultados estão resumidos na tabela 4).
Tabela 4 (para o teste de espuma 1 í (Abreviaturas na tabela 4: 1 As formulações estão numeradas de acordo com as tabelas 1 a 3 2 Espuma de acordo com o padrão CIPAC
Teste de espuma 2 A respectiva formulação líquida de defensivo para plantas, con- centrada, foi diluída com 30 vezes a quantidade de água no tanque de pulve- rização (pulverizador RAU, capacidade de 400 I). O comportamento de es- puma foi medido em por cento com relação ao volume da quantidade de en- chimento, depois de determinados intervalos de tempo, sob agitação ou re- pouso. Tal como mostraram os testes, as formulações de acordo com a in- venção de acordo com as tabelas 1 e 2 apresentam um comportamento de espuma favorável. Além disso, não ocorrem precipitações nem floculações dos componentes não aquosos. Alguns resultados de teste estão resumidos na tabela 5.
Tabela 5 foara o teste de espuma 2) Abreviaturas na tabela 5: 1 As formulações estão numeradas de acordo com as tabelas 1 a 3 Exemolos biológicos As formulações de acordo com as tabelas 1 e 2, tal como mos- trado no teste de espuma acima, foram diluídas com água e aplicadas com uma quantidade de aplicação de água de 200 l/ha sobre área não cultivada, que tinha um espectro de plantas nocivas, germinadas sob condições natu- rais. A avaliação depois de 4 semanas deu que as partes verdes das plantas nocivas haviam morrido e, desse modo, tinha sido obtido um bom controle das plantas nocivas.
Claims (10)
1. Defensivos aquosos, líquidos, para proteção de plantas, ca- racterizados pelo fato de que contêm: (a) 1 a 40% em peso de substâncias ativas protetoras de plantas da fórmula (1), ou sais das mesmas, (1) j na qual Zi é um radical da fórmula -OM, -NHCH(CH3)C0NHCH(CH3)C02M ou -NHCH(CH3)C0NHCH[CH2CH(CH3)2]C02M, sendo que Μ = H ou um cátion formador de sal, (c) 0 a 40% em peso de solventes orgânicos polares, (d) 3 a 80% em peso de tensoativos aniônicos, (e) 0 a 20% em peso de tensoativos não-iônicos, catiônicos e/ou zwiteriônicos, (f) 0,02 a 10% em peso de desespumantes à base de silicone selecionados do grupo dos polidimetilsiloxanos lineares apresentando uma viscosidade dinâmica média, medida a 25°C, na faixa de 1000 a 8000 mPas, e contendo sílica, (g) 0 a 30% em peso de adjuvantes de formulação usuais, (h) 0,1 a 90% em peso de água.
2. Defensivos para proteção de plantas, de acordo com a reivin- dicação 1, caracterizados pelo fato de que contêm: (a) 2 a 30% em peso de substâncias ativas solúveis em água, da fórmula (1), ou sais dos mesmos, (c) 0 a 30% em peso de solventes orgânicos polares, (d) 5 a 70% em peso de tensoativos aniônicos, (e) 0 a 15% em peso de tensoativos não-iônicos, catiônicos e/ou zwiteriônicos, (f) 0,05 a 5% em peso de desespumante à base de silicone se- lecionados do grupo dos polidimetilsiloxanos lineares apresentando uma vis- cosidade dinâmica média, medida a 25°C, na faixa de 1000 a 8000 mPas, e contendo sílica, (g) 0 a 20% em peso de adjuvantes de formulação usuais, (h) 5 a 85% em peso de água.
3. Defensivos para proteção de plantas, de acordo com a reivin- dicação 1 ou 2, caracterizados pelo fato de que a quantidade de sílica, no componente (f), está na faixa de 0,1 a 10% em peso, com base no peso do polidimetilsiloxano.
4. Defensivos para proteção de plantas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizados pelo fato de que a substância ativa da fórmula (1) é glufosinato-amônio.
5. Defensivos para proteção de plantas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizados pelo fato de que a relação em peso dos herbicidas (a) aos tensoativos aniônicos especificados em (d), com relação à respectiva substância de atividade de lavagem (WAS), está na fai- xa de 1:0,1 a 1:10.
6. Defensivos para proteção de plantas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizados pelo fato de que a relação em peso dos herbicidas (a) aos desespumantes especificados em (f) está na faixa de 1000:1 a 1:1.
7. Defensivos para proteção de plantas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizados pelo fato de que a relação em peso dos tensoativos aniônicos (d) aos desespumantes especificados em (f) está na faixa de 2000:1 a 1:1.
8. Processo para produção de um defensivo para proteção de plantas, como definido de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que os componentes (a) a (g), e, opcionalmen- te, outros componentes, que estão contidos na formulação, são misturados com água (componente (h)).
9. Processo para controle de crescimento indesejável de plantas, caracterizado pelo fato de que uma quantidade eficaz de um defensivo para proteção de plantas, como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 7, que contém uma ou mais substâncias ativas herbicidas, é aplicada sobre as plantas, partes de plantas ou sobre a área de cultivo.
10. Uso de defensivos, como definidos em qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que é na defesa das plantasou para aplicações em áreas não cultivadas.
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