BRPI0515735A2 - tratamento de combinação de anticorpo de ctla4 e inibidor de aromatase para cáncer de mama, suas composições farmacêuticas e respectivos usos - Google Patents
tratamento de combinação de anticorpo de ctla4 e inibidor de aromatase para cáncer de mama, suas composições farmacêuticas e respectivos usos Download PDFInfo
- Publication number
- BRPI0515735A2 BRPI0515735A2 BRPI0515735-8A BRPI0515735A BRPI0515735A2 BR PI0515735 A2 BRPI0515735 A2 BR PI0515735A2 BR PI0515735 A BRPI0515735 A BR PI0515735A BR PI0515735 A2 BRPI0515735 A2 BR PI0515735A2
- Authority
- BR
- Brazil
- Prior art keywords
- antibody
- seq
- amino acid
- thr
- gly
- Prior art date
Links
Classifications
-
- A—HUMAN NECESSITIES
- A61—MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
- A61K—PREPARATIONS FOR MEDICAL, DENTAL OR TOILETRY PURPOSES
- A61K39/00—Medicinal preparations containing antigens or antibodies
- A61K39/395—Antibodies; Immunoglobulins; Immune serum, e.g. antilymphocytic serum
-
- C—CHEMISTRY; METALLURGY
- C07—ORGANIC CHEMISTRY
- C07K—PEPTIDES
- C07K16/00—Immunoglobulins [IG], e.g. monoclonal or polyclonal antibodies
- C07K16/18—Immunoglobulins [IG], e.g. monoclonal or polyclonal antibodies against material from animals or humans
- C07K16/28—Immunoglobulins [IG], e.g. monoclonal or polyclonal antibodies against material from animals or humans against receptors, cell surface antigens or cell surface determinants
- C07K16/2803—Immunoglobulins [IG], e.g. monoclonal or polyclonal antibodies against material from animals or humans against receptors, cell surface antigens or cell surface determinants against the immunoglobulin superfamily
- C07K16/2818—Immunoglobulins [IG], e.g. monoclonal or polyclonal antibodies against material from animals or humans against receptors, cell surface antigens or cell surface determinants against the immunoglobulin superfamily against CD28 or CD152
-
- A—HUMAN NECESSITIES
- A61—MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
- A61K—PREPARATIONS FOR MEDICAL, DENTAL OR TOILETRY PURPOSES
- A61K39/00—Medicinal preparations containing antigens or antibodies
- A61K39/395—Antibodies; Immunoglobulins; Immune serum, e.g. antilymphocytic serum
- A61K39/39533—Antibodies; Immunoglobulins; Immune serum, e.g. antilymphocytic serum against materials from animals
- A61K39/39541—Antibodies; Immunoglobulins; Immune serum, e.g. antilymphocytic serum against materials from animals against normal tissues, cells
-
- A—HUMAN NECESSITIES
- A61—MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
- A61P—SPECIFIC THERAPEUTIC ACTIVITY OF CHEMICAL COMPOUNDS OR MEDICINAL PREPARATIONS
- A61P35/00—Antineoplastic agents
-
- A—HUMAN NECESSITIES
- A61—MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
- A61P—SPECIFIC THERAPEUTIC ACTIVITY OF CHEMICAL COMPOUNDS OR MEDICINAL PREPARATIONS
- A61P43/00—Drugs for specific purposes, not provided for in groups A61P1/00-A61P41/00
-
- A—HUMAN NECESSITIES
- A61—MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
- A61K—PREPARATIONS FOR MEDICAL, DENTAL OR TOILETRY PURPOSES
- A61K39/00—Medicinal preparations containing antigens or antibodies
- A61K2039/505—Medicinal preparations containing antigens or antibodies comprising antibodies
-
- C—CHEMISTRY; METALLURGY
- C07—ORGANIC CHEMISTRY
- C07K—PEPTIDES
- C07K2317/00—Immunoglobulins specific features
- C07K2317/20—Immunoglobulins specific features characterized by taxonomic origin
- C07K2317/21—Immunoglobulins specific features characterized by taxonomic origin from primates, e.g. man
-
- C—CHEMISTRY; METALLURGY
- C07—ORGANIC CHEMISTRY
- C07K—PEPTIDES
- C07K2317/00—Immunoglobulins specific features
- C07K2317/50—Immunoglobulins specific features characterized by immunoglobulin fragments
- C07K2317/56—Immunoglobulins specific features characterized by immunoglobulin fragments variable (Fv) region, i.e. VH and/or VL
Landscapes
- Health & Medical Sciences (AREA)
- Chemical & Material Sciences (AREA)
- Life Sciences & Earth Sciences (AREA)
- Medicinal Chemistry (AREA)
- General Health & Medical Sciences (AREA)
- Immunology (AREA)
- Public Health (AREA)
- Engineering & Computer Science (AREA)
- Organic Chemistry (AREA)
- Pharmacology & Pharmacy (AREA)
- Veterinary Medicine (AREA)
- Animal Behavior & Ethology (AREA)
- Bioinformatics & Cheminformatics (AREA)
- General Chemical & Material Sciences (AREA)
- Microbiology (AREA)
- Epidemiology (AREA)
- Chemical Kinetics & Catalysis (AREA)
- Mycology (AREA)
- Nuclear Medicine, Radiotherapy & Molecular Imaging (AREA)
- Genetics & Genomics (AREA)
- Biochemistry (AREA)
- Biophysics (AREA)
- Biomedical Technology (AREA)
- Molecular Biology (AREA)
- Proteomics, Peptides & Aminoacids (AREA)
- Medicines Containing Antibodies Or Antigens For Use As Internal Diagnostic Agents (AREA)
- Peptides Or Proteins (AREA)
- Medicines That Contain Protein Lipid Enzymes And Other Medicines (AREA)
- Pharmaceuticals Containing Other Organic And Inorganic Compounds (AREA)
- Acyclic And Carbocyclic Compounds In Medicinal Compositions (AREA)
Abstract
TRATAMENTO DE COMBINAçãO DE ANTI-CORPO DE CTLA4 E INIBIDOR DE AROMATASE PARA CáNCER DE MAMA, SUAS COMPOSIçõES FARMACêUTICAS E RESPECTIVOS USOS. A invenção refere-se à administração de um anticorpo anti- CTLA4, particularmente anticorpos humanos para CTLA4 humano, tal como aqueles tendo sequências de aminoácido de anticorpos 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1 (MDX-01O), em combinação com um inibidor de aromatase, para tratamento de câncer de mama. Mais particularmen- te, a invenção refere-se à administração de um anticorpo anti-CTLA4 e exemestano para tratamento de câncer de mama.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "TRATAMENTO DE COMBINAÇÃO DE ANTICORPO DE CTLA4 E INIBIDOR DE ARO-MATASE PARA CÂNCER DE MAMA, SUAS COMPOSIÇÕES FARMACÊUTICAS E RESPECTIVOS USOS".
Antecedentes da Invenção
A cada ano, mais do que 180.000 mulheres são diagnosticadas com câncer de mama nos Estados Unidos. Se as taxas de câncer de mama atuais permanecem constantes, cada mulher nascida hoje tem uma em dez chances de câncer de mama em desenvolvimento em uma idade de início mediana de cerca de 60 a 65.
Aproximadamente dois terços de pacientes com câncer de mama pós-menopáusico têm doença dependente de estrogênio desse modo tornando-às tratáveis por terapia de antiestrogênio. Os estrogênios promovem crescimento e proliferação de células alvo específicas, tal como as células de carcinoma da mama dependente de estrogênio e epitélio da mama (Brueggemeier Amer J Therapeutics 8:333-344 (2001)). Desse modo, a terapia de tratamento adjuvante sistêmica, administrada além do tratamento principal de câncer de mama localizado (por exemplo, cirurgia de conservação da mama e radiação ou mastectomia) focou em agentes que bloqueiam o receptor de estrogênio em células de tumor. Tais agentes anti-hormonais incluem tamoxifen (NOVALDEX D, SOLTAMOX, TAMOFEN) que inibe a ligação de estrogênio com o receptor de estrogênio, fulvestrant (FASLODEX), que degrada o receptor, bem como inibidores de aromatase (por exemplo, anastrozol (ARIMIDEX), Ietrozol (FEMARA), e exemestano (AROMASIN)), que bloqueia a catálise de enzima de aromatase de andrógenos aos estrogênios, desse modo diminuindo a quantidade de ligando de hormônio disponível para ligar-se com o receptor.
Apesar de avanços em terapias hormonais ou outras terapias de câncer de mama, é estimado que 40.921 mulheres morrerão de câncer de mama avançado ou recorrente em 2004 (American Câncer Society, Câncer Statistic (2004)). Atualmente, não há nenhum tratamento curativo disponível para pacientes com doença duradoura e a terapia é essencialmente paliativa. Desse modo, novas terapias, tal como combinação de agente anti- hormonal com imunoterapia, são importantes no tratamento de câncer de mama. Mais especificamente, uma abordagem de imunoterapia de câncer alveja antígeno 4 associado ao linfócito T citotóxico (CTLA4; CD152), que é um receptor de superfície de célula expresso em células T ativadas. A Iigação de CTLA4 aos seus Iigandos naturais, B7.1 (CD80) e B7.2 (CD86), libera um sinal regulador negativo para as células T, e bloqueando este sinal negativo resulta em função imune da célula T realçada e atividade antitumor em modelos de animal (Thompson e Allison Immunity 7:445-450 (1997); McCoy e LeGros Immunol. & Cell Biol. 77:1-10 (1999)). Vários estudos demonstraram que o bloqueio de CTLA4 empregando anticorpos acentuada-mente realça a morte mediada por célula T de tumores e pode induzir a imunidade do antitumor (Leach e similares, Science 271:1734-1736 (1996); Kwon e similares Proc. Natl. Acad. Sei. E.U.A. 94:8099-8103 (1997); Kwon e similares, Natl. Acad. Sei. E.U.A. 96:15074-15079 (1999)).
Embora o uso de anticorpos anti-CTLA4 para induzir uma res- posta antitumor possua grande promessa no tratamento de câncer, e apesar da promessa de terapias anti-hormonais no tratamento de câncer de mama, há uma necessidade de desenvolver novas terapias para tratar câncer de mama. A presente invenção satisfaz esta necessidade.
Sumário da Invenção
A invenção inclui um método para o tratamento de câncer de mama em um paciente em necessidade de tal tratamento. O método compreende administrar ao paciente uma quantidade terapeuticamente eficaz de um anticorpo anti-CTLA4, ou porção de ligação de antígeno deste, em combinação com uma quantidade terapeuticamente eficaz de um inibidor de a-romatase.
Em um aspecto, o inibidor de aromatase é pelo menos um inibidor selecionado do grupo que consiste em anastrozol, Ietrozol e exemesta-no. Em outro aspecto, o inibidor de aromatase é exemestano.
Em um aspecto, a quantidade terapeuticamente eficaz de uma quantidade de anticorpo anti-CTLA4 humano varia de cerca de 1 mg/kg a 40 mg/kg. Em um outro aspecto, a quantidade terapeuticamente eficaz de uma quantidade de anticorpo anti-CTLA4 humano varia de cerca de 3 mg/kg a 15 mg/kg.
Em ainda outro aspecto, a quantidade terapeuticamente eficaz de exemestano varia de cerca de 25 mg por dia a 200 mg por dia.
Em um outro aspecto, a quantidade terapeuticamente eficaz de exemestano é cerca de 25 mg por dia.
Em um aspecto, o tratamento é selecionado do grupo que consiste em uma terapia de neoadjuvante, uma terapia de adjuvante, um primeiro tratamento em linha, um segundo tratamento em linha, e um terceiro tratamento em linha.
Em outro aspecto, o anticorpo é selecionado de um grupo que consiste em um anticorpo de mamífero não-humano, um anticorpo quiméri-co, e um anticorpo humano.
Em um aspecto, o anticorpo é um anticorpo anti-CTLA4 humano.
Em outro aspecto, o anticorpo anti-CTLA4, ou porção de ligação de antígeno deste, é pelo menos um anticorpo selecionado do grupo que consiste em:
(a) um anticorpo humano que tem uma afinidade de ligação com CTLA4 de cerca de 10"8 ou mais, e que inibe a ligação entre CTLA4 e
B7-1, e ligação entre CTLA4 e B7-2;
(b) um anticorpo humano que tem uma seqüência de ami-noácido que compreende pelo menos uma seqüência de CDR humano que corresponde a uma seqüência de CDR de um anticorpo selecionado do gru- po que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1;
(c) um anticorpo humano que tem as seqüências de amino-ácido de cadeia pesada e leve de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., 12.3.1.1, e 12.9.1.1;
(d) um anticorpo humano que tem as seqüências de amino-ácido de uma região variável de cadeia pesada e uma região variável de ca- deia leve de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1;
(e) um anticorpo, ou uma porção de ligação de antígeno deste, que compete para ligação com CTLA4 com pelo menos um anticorpo que tem as seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1; e
(f) um anticorpo, ou porção de ligação de antígeno deste, que interage para ligação com CTLA4 com pelo menos um anticorpo que tem as seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1.
Em outro aspecto, o anticorpo é um anticorpo humano que tem as seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de anticorpo 11.2.1.
Em ainda outro aspecto, o anticorpo compreende uma cadeia pesada e uma cadeia leve onde as seqüências de aminoácido da região variável de cadeia pesada da cadeia pesada e da região variável de cadeia leve da cadeia leve são selecionadas do grupo que consiste em:
(a) a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:3 e a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:9;
(b) a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:15 e a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:21;
(c) a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:27 e a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:33;
(d) a seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:1 e a seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:7;
(e) a seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:13 e a seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:19;
(f) a seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:25 e a seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:31;
(g) a seqüência de aminoácido de uma região variável de cadeia pesada e uma região variável de cadeia leve de anticorpo 10D1.
Em um aspecto, o anticorpo, ou porção de ligação de antígeno deste, é um anticorpo selecionado do grupo que consiste em:
(a) um anticorpo que tem uma região variável de cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas na SEQ ID NO:4, SEQ ID NO:5, e SEQ ID NO:6, e também tendo uma região variável de ca- deia leve que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID N0:10, SEQ ID NO:11 e SEQ ID NO:12;
(b) um anticorpo que tem uma região variável de cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO: 16, SEQ ID NO:17, e SEQ ID NO:18, e também tendo uma região variável de cadeia leve que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas SEQ ID NO:22, SEQ ID NO:23 e SEQ ID NO:24;
(c) um anticorpo que tem uma região variável de cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO:28, SEQ ID NO:29, e SEQ ID N0:30, e também tendo uma região variável de cadeia leve que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO:34, SEQ ID NO:35 e SEQ ID NO:36; e
(d) um anticorpo que tem uma região variável de cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido de cadeia pesada CDR1, CDR2, e CDR3 de anticorpo 10D1, também tendo uma região variável de cadeia leve que compreende as seqüências de aminoácido da cadeia leve CDR1, CDR2, e CDR3 de anticorpo 10D1.
Em outro aspecto, o método também compreende administrar ao paciente pelo menos um agente selecionado do grupo que consiste em um agente de alquilação, um antagonista de folato, antagonista de pirimidina, um antibiótico de antraciclina, uma combinação de platina, um taxano, uma vinca alcalóide, um análogo de camptotecina, um agente estimulante de receptor tipo pedágio, uma vacina de tumor com base em proteína de choque térmico, uma terapia com base em célula que apresenta antígeno, um mamífero alvo de inibidor de rapamicina, um inibidor de erbB2, um inibidor de EG-FR1 um inibidor de VEGF1 um inibidor de VEGFR, um inibidor de angiogêne-se, um anticorpo, um imunomodulador, um modulador de receptor de estrogênio seletivo, uma citocina, uma vacina de tumor, agente de antiproliferati-vo, uma molécula de co-estimuladora imune, e uma citocina.
A invenção inclui uma composição farmacêutica para o tratamento de câncer de mama que compreende: uma quantidade terapeutica-mente eficaz de um anticorpo anti-CTLA4; uma quantidade terapeuticamente eficaz de um inibidor de aromatase; e um portador farmaceuticamente o a-ceitável.
Em um aspecto, o inibidor de aromatase é pelo menos um inibidor de aromatase selecionado do grupo que consiste em anastrozol, letrozol, e exemestano.
Em um outro aspecto, o inibidor de aromatase é exemestano. A invenção inclui um uso de uma quantidade de um anticorpo anti-CTLA4 na preparação de uma composição para o tratamento de câncer de mama em um paciente onde o tratamento também compreende administrar ao paciente uma quantidade de um inibidor de aromatase.
Em um aspecto, o inibidor de aromatase é exemestano e tam- bém onde o anticorpo é um anticorpo humano que tem seqüências de ami-noácido de região variável de cadeia pesada e leve de anticorpo 11.2.1. Breve Descrição dos Desenhos
O resumo anterior, bem como a seguinte descrição detalhada da invenção, serão entendidos melhor quando lidos em conjunto com os desenhos anexos. Com a finalidade de ilustrar a invenção, são mostradas nos desenhos as modalidades que são atualmente preferidas. Deveria ser entendido, entretanto, que a invenção não está limitada às disposições e ins-trumentalidades precisas mostradas.
Nos desenhos:
Figura 1, compreendendo Figuras 1A-1D, mostra o nucleotídeo e seqüências de aminoácido para anticorpo anti-CTLA4 4.1.1. Figura 1A mostra a seqüência de nucleotídeo de tamanho natural para a cadeia pesada 4.1.1 (SEQ ID N0.1). Figura 1B mostra a seqüência de aminoácido de tamanho natural para a cadeia pesada 4.1.1 (SEQ ID NO:2), e a seqüência de aminoácido para a região variável de cadeia pesada 4.1.1 (SEQ ID NO:3) designada entre colchetes "[ ]". A seqüência de aminoácido de cada CDR de cadeia pesada 4.1.1 é sublinhada. As seqüências de CDR são como seguem: CDR1: GFTFSSHGMH (SEQ ID NO:4); CDR2: VIWYDGRNKY-YADSV (SEQ ID NO:5); e CDR3: GGHFGPFDY (SEQ ID NO:6). Figura 1C mostra a seqüência de nucleotídeo para a cadeia leve 4.1.1 (SEQ ID NO:7). Figura 1D mostra a seqüência de aminoácido da cadeia leve de tamanho natural 4.1.1 (SEQ ID NO:8), e a região variável como indicado entre colchetes "[ ]" (SEQ ID NO: 9). A seqüência de aminoácido de cada CDR é indicada como segue: CDR1: RASQSISSSFLA (SEQ ID N0:10); CDR2: GASSRAT (SEQ ID NO:11); e CDR3: CQQYGTSPWT (SEQ ID NO:12).
Figura 2, compreendendo as Figuras 2A-2D, mostra as seqüên- cias de nucleotídeo e aminoácido para anticorpo anti-CTLA4 4.13.1. Figura 2A mostra a seqüência de nucleotídeo de tamanho natural para a cadeia pesada 4.13.1 (SEQ ID NO:13). Figura 2B mostra a seqüência de aminoácido de tamanho natural para a cadeia pesada 4.13.1 (SEQ ID NO:14), e a seqüência de aminoácido para a região variável de cadeia pesada 4.13.1 (SEQ ID NO:15) designada entre os colchetes "[ ]". A seqüência de aminoácido de cada CDR de cadeia pesada 4.13.1 é sublinhada. As seqüências de CDR são como segue: CDR1: GFTFSSHGIH (SEQ ID NO:16); CDR2: VIWYD-GRNKDYADSV (SEQ ID NO:12); e CDR3: VAPLGPLDY (SEQ ID NO:18). Figura 2C mostra a seqüência de nucleotídeo para a cadeia leve 4.13.1 (SEQ ID NO: 19). Figura 2D mostra a seqüência de aminoácido da cadeia leve de tamanho natural 4.13.1 (SEQ ID N0:20), e a região variável como indicado entre colchetes "[ ]" (SEQ ID NO:21). A seqüência de aminoácido de cada CDR é indicada como segue: CDR1: RASQSVSSYLA (SEQ ID NO:22); CDR2: GASSRAT (SEQ ID NO:23); e CDR3: CQQYGRSPFT (SEQ ID NO:24).
Figura 3, compreendendo as Figuras 3A-3D, mostra o nucleotí- deo e seqüências de aminoácido para anticorpo anti-CTLA4 11.2.1. Figura 3A mostra a seqüência de nucleotídeo de tamanho natural para a cadeia pesada 11.2.1 (SEQ ID NO:25). Figura 3B mostra a seqüência de aminoácido de tamanho natural para a cadeia pesada 11.2.1 (SEQ ID NO:26), e a se-5 qüência de aminoácido para a região variável de cadeia pesada 11.2.1 (SEQ ID NO:27) designada entre os colchetes "[ ]". A seqüência de aminoácido de cada CDR de cadeia pesada 11.2.1 é sublinhada. As seqüências de CDR são como segue: CDR1: GFTFSSYGMH (SEQ ID NO:28); CDR2: VIWYDGSNKYYADSV (SEQ ID NO:29); e CDR3: DPRGATLYYYYYGMDV (SEQ ID N0:30). Figura 3C mostra a seqüência de nucleotídeo para a cadeia leve 11.2.1 (SEQ ID NO:31). Figura 3D mostra a seqüência de aminoácido da cadeia leve de tamanho natural 11.2.1 (SEQ ID NO:32), e a região variável como indicado entre colchetes "[ ]" (SEQ ID NO:33). A seqüência de aminoácido de cada CDR é indicada como segue: CDR1: RASQSINSYLD (SEQ ID NO:34); CDR2: AASSLQS (SEQ ID NO:35); e CDR3: QQYYSTPFT (SEQ ID NO:36).
Descrição Detalhada da Invenção
A invenção refere-se aos anticorpos anti-CTLA4 empregados em combinação com pelo menos um inibidor de aromatase, por exemplo, anas- trozol, letrozol, e exemestano, para tratar câncer de mama em um paciente em necessidade de tal tratamento. A invenção também refere-se ao tratamento de câncer de mama através de combinação da combinação de anti-corpo-inibidor de aromatase com outro agente ou agentes.
A menos que de outro modo definido aqui, os termos científicos e técnicos empregados com relação à presente invenção terão os significados que são geralmente entendidos por aqueles de versados na técnica. A-lém disso, a menos que de outro modo requerido pelo contexto, os termos singulares incluirão pluralidades e termos plurais incluirão o singular. Geralmente, a nomenclaturas empregadas com relação a, e técnicas de, cultura 30 de tecido e célula, biologia molecular, imunologia, microbiologia, genéticas e hibridação e substância química de ácido nucléico e proteína, descritas aqui são aquelas bem-conhecidas e geralmente empregadas na técnica. Os métodos e técnicas da invenção presente são geralmente realizados de acordo com os métodos bem-conhecidos na técnica e como descrito em várias referências gerais e mais específicas que são citadas e descritas em toda a presente especificação a menos que de outro modo indicado. Tais referências incluem, por exemplo, Sambrook e Russell, Molecular Cloning, A Laboratory Approach, Cold Spring Harbor Press, Cold Spring Harbor, NY (2001), Ausubel e similares, Current Protocols in Molecular Biology, John Wiley & Sons, NY (2002), e Harlow e Lane Antibodies: A Laboratory Manual, Cold Spring Harbor Laboratory Press, Cold Spring Harbor, NY (1990), que estão incorporados aqui por referência. As reações enzimáticas e técnicas de purificação são realizadas de acordo com as especificações do fabricante, como geralmente realizado na técnica ou como descrito aqui. As nomenclaturas empregadas com relação a, e os procedimentos e técnicas de laboratório de, química analítica, química orgânica sintética, e química medicinal e farmacêutica descritos aqui são aqueles bem-conhecidos e geralmente empregados na técnica. As técnicas padrões são empregadas para sínteses químicas, análises químicas, preparação farmacêutica, formulação, e liberação, e tratamento de pacientes.
Como empregado aqui, cada dos seguintes termos tem o significado associado a ele nesta seção.
Os artigos "um" e "uma" são empregados aqui para referir-se a um ou a mais do que um (isto é, a pelo menos um) do objeto gramatical do artigo. Através de exemplo, "um elemento" significa um elemento ou mais do que um elemento.
Como empregado aqui, os vinte aminoácidos convencionais e as suas abreviações seguem o uso convencional. Vide Immunology- A Synthe-sis (2a Edição, E., S. Golub e D. R. Gren, Eds., Sinauer Associates, Sunder-land, Massa. (1991)) que está incorporado aqui por referência.
Uma "substituição de aminoácido conservativa" é uma na qual um resíduo de aminoácido é substituído por outro resíduo de aminoácido que tem um grupo R da cadeia com propriedades químicas similares (por exemplo, carga ou hidrofobicidade). Em geral, uma substituição de aminoá- cido conservativa substancialmente não mudará as propriedades funcionais de uma proteína. Em casos onde duas ou mais seqüências de aminoácido diferem de cada outra por substituições conservativas, o percentual de identidade de seqüência ou grau de similaridade podem ser ajustados para cima para corrigir quanto à natureza conservativa da substituição. Meios para fazer este ajuste são bem-conhecidos por aqueles de experiência na técnica. Vide, por exemplo, Pearson, Methods Mol. Biol. 243:307-31 (1994).
Os exemplos de grupos de aminoácidos que têm cadeias laterais com propriedades químicas similares incluem 1) cadeias laterais alifáticas: glicina, alanina, valina, leucina, e isoleucina; 2) cadeias laterais de hi-droxila alifática: serina e treonina; 3) cadeias laterais contendo amida: aspa-ragina e glutamina; 4) cadeias laterais aromáticas: fenilalanina, tirosina, e triptofano; 5) cadeias laterais básicas: lisina, arginina, e histidina; 6) cadeias laterais ácidas: ácido aspártico e ácido glutâmico; e 7) cadeias laterais contendo enxofre: cisteína e metionina. Os grupos de substituição de aminoácidos conservativos preferidos são: valina-leucina-isoleucina, fenilalanina-tirosina, lisina-arginina, alanina-valina, glutamato-aspartato, e asparagina-glutamina.
Alternativamente, uma substituição conservativa é qualquer alteração que tem um valor positivo na matriz log-probabilidade PAM250 descrita em Gonnet e similares, Science 256:1443-45 (1992), aqui incorporado por referência. Uma substituição "moderadamente conservativa" é qualquer alteração tendo um valor não-negativo na matriz log-probabilidade PAM250.
A substituições de aminoácido preferidas são aquelas que: (1) reduzem a suscetibilidade à proteólise, (2) reduzem a suscetibilidade à oxi-dação, (3) alteram a afinidade de ligação para formação de complexos de proteína, e (4) conferem ou modificam outras propriedades funcionais ou fi-sicoquímicas de tais análogos. Os análogos que compreendem as substituições, deleções, e/ou inserções podem incluir várias muteínas de uma seqüência exceto a seqüência de peptídeo especificada. Por exemplo, as únicas ou múltiplas substituições de aminoácido (preferivelmente substituições de aminoácido conservativas) podem ser feitas na seqüência especificada (preferívelmente na porção do polipeptídeo fora do domínio(s) formando contatos intermoleculares, por exemplo, fora dos CDRs). Uma substituição de aminoácido oonservativa não deveria substancialmente alterar as características estruturais da seqüência parente (por exemplo, um aminoácido de substituição não deveria servir para quebrar uma hélice que ocorra na seqüência parente, ou romper outros tipos de estrutura secundária que caracteriza a seqüência parente). Os exemplos de estruturas secundárias e terciá-rias de polipeptídeo reconhecido pela técnica são descritos em Proteins, S-tructures and Molecular Principies (Creighton, Ed., W. H. Freeman e Com- pany, Nova York (1984)); Introduction to Protein Structure (C. Branden e J. Tooze, eds., Garland Publishing, Nova York, N.Y. (1991)); e Thornton e similares, Nature 354:105 (1991), que estão cada incorporado aqui por referência.
A similaridade de seqüência para polipeptídeos é tipicamente medida empregando software de análise de seqüência. O software de análise de proteína combina as seqüências similares empregando medidas de similaridade designadas para várias substituições, deleções e outras modificações, incluindo substituições de aminoácido conservativas. Por exemplo, Genetics Computer Group (GCG disponível de Genetics Computer Group, Inc.), também referido como chamado Wisconsin Package, é um pacote de software integrado de mais de 130 programas para acessar, analisar e manipular as seqüências de proteína e nucleotídeo. O GCG contém programas tal como "Gap" e "Bestfit" que podem ser empregados com parâmetros de-fault para determinar a similaridade de seqüência, homologia e/ou identidade de seqüência entre os polipeptídeos estritamente relacionados, tal como polipeptídeos homólogo de espécies diferentes de organismos ou entre uma proteína de tipo silvestre e uma muteína deste. Vide, por exemplo, GCG versão 6.1, versão 9.1, e versão 10.0.
As seqüências de polipeptídeo também podem ser comparadas empregando FASTA empregando os parâmetros recomendados ou default, um programa em GCG Versão 6.1. FASTA (por exemplo, FASTA2 e FAS-TA3) fornece alinhamentos e percentual de identidade de seqüência das re- giões da melhor sobreposição entre as seqüências de pesquisa e questionamento e (Pearson, Methods Enzymol. 183:63-98 (1990); Pearson, Me-thods Mol. Biol. 132:185-219 (2000)). Outro algoritmo preferido quando comparando uma seqüência da invenção com um banco de dados que contém um grande número de seqüências de organismos diferentes é o programa de computação BLAST, especialmente blastp ou tblastn, empregando parâmetros default. Vide, por exemplo, Altschul e similares, J. Mol. Biol. 215:403-410 (1990); Altschul e similares, Nucleic Acids Res. 25:3389-402 (1997); a-qui incorporados por referência.
Uma "aromatase", quando o termo é empregado aqui, refere-se a uma enzima (por exemplo, 450arOm) que catalisa a aromatização do anel A de um substrato de andrógeno (principalmente androstenodiona) para estro-na.
"Inibidor de aromatase" significa um composto ou substância que quando contatado com uma aromatase, detectavelmente inibe a formação do anel A de um substrato de andrógeno comparado com o nível de tal aromatização na ausência do composto ou substância. Qualquer ensaio para avaliar o nível de atividade enzimática por uma aromatase pode ser empregado para avaliar se há inibição e/ou o nível deste. Um inibidor de aromatase inclui, mas não está limitado a, um esteróide e um inibidor não-esteroidal, entre outras coisas, exemestano, anastrozol, létrozol, fadrozol, vorozol, e formestano, e o termo abrange qualquer inibidor de aromatase quer agora conhecido ou identificado no futuro.
Um "anticorpo" intacto compreende pelo menos duas cadeias pesadas (H) e duas cadeias leves (L) interconectadas por ligações de dissul-feto. Geralmente vide, Fundamental lmmunology, Ch. 7 (Paul, W., ed., 2a ed. Raven Press, N.Y. (1989)) (incorporado por referência em sua totalidade para todos os propósitos). Cada cadeia pesada é compreendida de uma região variável de cadeia pesada (HCVR ou VH) e uma região constante de cadeia 30 pesada (CH). A região constante de cadeia pesada é compreendida de três domínios, CH1, CH2 e CH3. Cada cadeia leve é compreendida de uma região variável de cadeia leve (LCVR ou VL) e uma região constante de cadeia leve. A região constante de cadeia leve é compreendida de um domínio, Cl-As regiões de Vh e Vl podem ser também subdivididas em regiões de hiper-variabilidade, chamadas regiões de determinação de complementaridade (CDR), entremeadas com regiões que são mais conservadas, chamadas regiões de estrutura (FR). Cada Vh e Vl é composta de três CDRs e quatro FRs, dispostos de terminação de amino a terminação de carboxila na seguinte ordem: FR1, CDR1, FR2, CDR2, FR3, CDR3, FR4. A designação de aminoácidos para cada domínio é de acordo com as definições de Kabat, Sequences of Proteins of Immunological Interest (National Institutes of Health, Bethesda, MD (1987 e 1991)), ou Chothia & Lesk1 J. MoL Biol. 196:901-917 (1987); Chothia e similares, Nature 342:878-883 (1989).
O termo "porção de ligação de antígeno" de um anticorpo (ou simplesmente "porção de anticorpo"), como empregado aqui, refere-se a um ou mais fragmentos de um anticorpo que retém a capacidade de especificamente ligar-se a um antígeno (por exemplo, CTLA4). Foi mostrado que a função de ligação de antígeno de um anticorpo pode ser realizada por fragmentos de um anticorpo de tamanho natural. Os exemplos de fragmentos de ligação abrangidos no termo "porção de ligação de antígeno" de um anticorpo incluem (i) um fragmento de Fab, um fragmento monovalente que consiste nos domínios VL, VH, Cl e CH1; (ii) um fragmento F(ab')2, um fragmento bivalente que compreende dois fragmentos Fab ligados por uma ponte de dissulfeto na região da dobradiça; (iii) um fragmento Fd que consiste nos domínios Vh e CH1; (iv) um fragmento Fv que consiste nos domínios Vh e Vl de um único braço de um anticorpo, (v) um fragmento dAb (Ward e similares, (1989) Nature 341:544-546), que consiste em um domínio VH; e (vi) uma região de determinação de complementaridade isolada (CDR). Além disso, embora os dois domínios do fragmento Fv, Vl e VH, sejam codificados para genes separados, eles podem ser unidos, empregando método recombinan-tes, por um Iigador sintético que os possibilita serem feitos como uma única cadeia de proteína na qual as regiões de Vl e Vh unem-se para formar moléculas monovalentes (conhecidas como cadeia Fv única (scFv)); vide por e-xemplo, Bird e similares Science 242:423-426 (1988) e Huston e similares Proc. Natl. Acad. Sei. USA 85:5879-5883 (1988)). Tais anticorpos de cadeia única também são pretendidos ser abrangido no termo "porção de ligação de antígeno" de um anticorpo. Outras formas de anticorpos de cadeia única, tal como diacorpos são também abrangidas. Os diacorpos são anticorpos bi-específicos bivalentes nos quais os domínios Vh e Vl são expressos em uma cadeia de polipeptídeo única, mas empregando um Iigador que é muito curto para permitir a união entre os dois domínios na mesma cadeia, desse modo forçando os domínios a unirem-se com os domínios complementares de outra cadeia e criando dois sítios de ligação de antígeno (vide, por exemplo, Holliger e similares Proc. Natl. Acad. Sei. E.U.A. 90:6444-6448 (1993); Poljak e similares Estruture 2:1121-1123 (1994)).
Além disso, um anticorpo ou porção de ligação de antígeno deste pode ser parte de moléculas de imunoadesão maiores, formadas por associação covalente ou não-covalente do anticorpo ou porção de anticorpo com uma ou mais outras proteínas ou peptídeos. Os exemplos de tais moléculas de imunoadesão incluem o uso da região de núcleo de estreptavidina para preparar uma molécula scFv tetramérica (Kipriyanov e similares Human Antibodies and Hybridomas 6:93-101 (1995)) e uso de um resíduo de cisteí-na, um peptídeo marcador e um rótulo de poliistidina C-terminal para preparar moléculas scFv bivalentes biotiniladas (Kipriyanov e similares Mol. Im-munol. 31:1047-1058 (1994)). Outros exemplos incluem onde um ou mais CDRs de um anticorpo são incorporados em uma molécula ou covalente-mente ou não-covalentemente para torná-la uma irpunoadesina que especificamente se liga a um antígeno de interesse, tal como CTLA4. Em tais modalidades, o CDR(s) pode ser incorporado como parte de uma cadeia de polipeptídeo maior, pode ser covalentemente ligado à outra cadeia de polipeptídeo, ou pode ser incorporado não-covalentemente. As porções de anticorpo, tal como os fragmentos Fab e F(ab)2, podem ser preparadas de anticorpos inteiros que empregam técnicas convencionais, tal como digestão de pepsina ou papaína, respectivamente, de anticorpos inteiros. Além disso, os anticorpos, porções de anticorpos e moléculas de imunoadesão podem ser obtidos empregando técnicas de DNA recombinante padrão, como descrito aqui.
Onde um "anticorpo" é referido aqui com respeito à presente invenção, deveria ser entendido que uma porção de ligação de antígeno deste pode ser empregada aqui também. Uma porção de ligação de antígeno compete com o anticorpo intacto para ligação específica. Geralmente vide, Fundamental Immunologv, Ch. 7 (Paul, W., ed., 2a ed. Raven Press, N.Y. (1989)) (incorporado por referência em sua totalidade para todos os propósitos). As porções de ligação de antígeno podem ser produzidas por técnicas de DNA recombinante ou por clivagem química ou enzimática de anticorpos intactos. Em algumas modalidades, as porções de ligação de antígeno incluem os fragmentos Fab, Fab', F(ab')2, Fd, Fv, dAb, e de região de determinação de complementaridade (CDR), anticorpos de cadeia única (scFv), anticorpos quiméricos, diacorpos e polipeptídeos que contêm pelo menos uma porção de um anticorpo que é suficiente para conceder ligação de antígeno específico ao polipeptídeo. Em modalidades que têm um ou mais sítios de ligação, os sítios de ligação podem ser idênticos a um outro ou podem ser diferentes.
Os termos "anticorpo humano" ou "anticorpo de seqüência humana", quando empregado alternadamente aqui, inclui anticorpos que têm regiões constantes e variáveis (se presente) derivadas de seqüências de i-munoglobulina de linha germinativa humana. Os anticorpos de seqüência humana da invenção podem incluir resíduos de aminoácido não codificados por seqüências de imunoglobulina de linha germinativa humana (por exemplo, mutações introduzidas por mutagênese de sítio específico ou aleatória in vitro ou por mutação somática in vivo). Entretanto, o termo "anticorpo humano", como empregado aqui, não é pretendido incluir anticorpos "quiméricos" nos quais as seqüências de CDR derivadas da linha germinativa de outra espécie de mamífero, tal como um camundongo, foram enxertadas em seqüências de estrutura humanas (isto é, anticorpos "humanizados" ou PRI-MATIZED™).
O termo "anticorpo quimérico" como empregado aqui significa um anticorpo que compreende regiões de dois ou mais anticorpos diferentes. Em uma modalidade, um ou mais dos CDRs são derivados de um anticorpo anti-CTLA4 humano. Em outra modalidade, todos os CDRs são derivados de um anticorpo anti-CTLA4 humano. Em outra modalidade, os CDRs de mais do que um anticorpo anti-CTLA4 humano são combinados em um anticorpo humano quimérico. Por exemplo, um anticorpo quimérico pode incluir um CDR1 da cadeia leve de um primeiro anticorpo anti-CD40 humano, um C-DR2 da cadeia leve de um segundo anticorpo anti-CTLA4 humano e um CDR3 e CDR3 da cadeia leve de um terceiro anticorpo anti-CTLA4 humano, e o CDRs da cadeia pesada podem ser derivados de um ou mais outros anticorpos anti-CD40. Além disso, as regiões de estrutura podem ser derivadas de um dos mesmos anticorpos anti-CTLA4 ou de um ou mais humanos diferentes.
Além disso, como descrito anteriormente aqui, o anticorpo quimérico inclui um anticorpo que compreende uma porção derivada das seqüências de linha germinativa de mais do que uma espécie.
"Glicoforma" refere-se a uma estrutura de oligossacarídeo complexa que compreende ligações de várias unidades de carboidrato. Tais estruturas são descritas em, por exemplo, Essentials of Glycobiology Varki e similares, eds., Cold Spring Harbor Laboratory Press, Cold Spring Harbor, NY (1999), que também fornece uma revisão de nomenclatura de glicobiolo-gia padrão. Tais glicoformas incluem, porém não estão limitadas a, G2, G1, GO, G-1, e G-2 (vide, por exemplo, Publicação de Patente Internacional n° WO 99/22764).
"Padrão de glicosilação" é definido como o padrão de unidades de carboidrato que são covalentemente ligadas a uma proteína (por exemplo, a glicoforma) bem como aos sítios aos quais a glicoforma(s) está covalentemente ligada à cadeia principal de peptídeo de uma proteína, mais especificamente a uma proteína de imunoglobulina.
É provável que os anticorpos expressados por linhagens de célula diferentes ou em animais transgênicos tenham padrões de glicosilação e/ou glicoformas diferentes comparados com cada outro. Entretanto, todos os anticorpos codificados pelas moléculas de ácido nucléico fornecidas aqui, ou compreendendo as seqüências de aminoácido fornecidas aqui são parte da presente invenção, independente da glicosilação dos anticorpos.
Pelo termo "quantidade eficaz", ou "quantidade terapeuticamen-te eficaz," como empregado aqui, é entendida uma quantidade que quando administrado a um mamífero, preferivelmente um humano, media uma resposta terapêutica detectável comparada com a resposta detectada na ausência do composto. Uma resposta terapêutica, tal como, porém não-Iimitada a, inibição de e/ou diminuição do crescimento de tumor, tamanho de tumor, metástase, e similares, pode ser facilmente avaliada por uma pletora de métodos reconhecidos pela técnica, incluindo, por exemplo, tais métodos como descrito aqui.
O técnico versado entenderia que a quantidade eficaz do composto ou composição administrado aqui varia e pode ser facilmente determinada com base em vários fatores tal como a doença ou condição sendo tratada, o estágio da doença, a idade e saúde e condição física do mamífero sendo tratado, a severidade da doença, o composto particular sendo administrado, e similares.
Pelo termo "compete", como empregado aqui com respeito a um anticorpo, é entendido que um primeiro anticorpo, ou uma porção de ligação de antígeno deste, compete para ligação com um segundo anticorpo, ou uma porção de ligação de antígeno deste, onde a ligação do primeiro anticorpo com seu epítopo cognato é detectavelmente diminuída na presença do segundo anticorpo comparado com a ligação do primeiro anticorpo na ausência do segundo anticorpo. A alternativa, onde a ligação do segundo anti-corpo ao seu epítopo é também detectavelmente diminuída na presença do primeiro anticorpo, pode, porém não necessário ser o caso. Isto é, um primeiro anticorpo pode inibir a ligação de um segundo anticorpo ao seu epítopo sem que o segundo anticorpo iniba a ligação do primeiro anticorpo ao seu epítopo respectivo. Entretanto, quando cada anticorpo detectavelmente inibe a ligação do outro anticorpo com seu epítopo ou ligando cognato, quer em extensão igual, maior, ou menor, diz-se que os anticorpos "competem de forma cruzada com cada outro para ligação de seus respectivos epítopos. Por exemplo, os anticorpos que competem de forma cruzada podem ligar-se ao epítopo, ou poção do epitopo, aos quais os anticorpos empregados na invenção se ligam. O uso de ambos anticorpos de competição e de competição cruzada é abrangido pela presente invenção. Independente do meca- nismo pelo qual tal competição ou competição cruzada ocorra (por exemplo, impedimento estérico, alteração conformacional, ou ligação a um epítopo comum, ou porção deste, e similares), o técnico versado apreciaria, com base nos ensinamentos fornecidos aqui, que tais anticorpos de competição e de interação fossem abrangidos e pudessem ser úteis para os métodos des- critos aqui.
O termo "epítopo" inclui qualquer determinante de proteína capaz de ligação específica a um receptor de célula T ou imunoglobulina. Os determinantes epitópicos normalmente consistem em agrupamentos de superfície quimicamente ativos de moléculas tal como cadeias laterais de açú- car ou aminoácidos e normalmente têm três características estruturais dimensionais específicas, bem como as características de carga específicas. Os epítopos conformacionais e não-conformacionais são distintos pelo fato de que a ligação ao anterior porém não ao último é perdida na presença de solventes de desnaturação. "Material instrutivo," quando tal termo é aqui empregado, inclui
uma publicação, um registro, um diagrama, ou qualquer outro meio de expressão que possa ser empregado para comunicar a utilidade do composto, combinação e/ou composição da invenção no kit para afetar, aliviar ou tratar as várias doenças ou distúrbios recitados aqui. Opcionalmente, ou alterna- damente, o material instrutivo pode descrever um ou mais métodos para aliviar as doenças ou distúrbios em uma célula, um tecido, ou um mamífero, incluindo como descrito em outro lugar aqui.
O material instrutivo do kit pode, por exemplo, ser anexado a um recipiente que contenha o composto e/ou composição da invenção ou ser transportado junto com um recipiente que contenha o composto e/ou composição. Alternativamente, o material instrutivo pode ser transportado separadamente do recipiente com a intenção de que o recipiente use o material instrutivo e o composto cooperativamente.
Exceto quando notado, os termos "paciente" ou "indivíduo" são alternadamente empregados e referem-se aos mamíferos tal como os pacientes humanos e primatas não-humanos, bem como indivíduos veterinários tal como coelhos, ratos, e camundongos, e similares animais. Preferivelmen-te, paciente refere-se a um humano.
Observação convencional é empregada aqui para retratar as seqüências de polipeptídeo: a extremidade esquerda de uma seqüência de po-lipeptídeo é a terminação de amino; a extremidade direita de uma seqüência de polipeptídeo é a terminação de carboxila.
Pela frase "especificamente liga-se," como empregado aqui, é entendido um composto, por exemplo, uma proteína, um ácido nucléico, um anticorpo, e similares que reconhece e liga uma molécula específica, porém não-substancialmente reconhece ou liga outras moléculas em uma amostra. Por exemplo, um anticorpo ou um inibidor de peptídeo que reconhece e liga um ligando cognato (por exemplo, um anticorpo anti-CTLA4 que se liga com seu antígeno cognato, CTLA4) em uma amostra, porém não reconhece substancialmente ou liga outras moléculas na amostra. Desse modo, sob as condições de ensaio designadas, a porção de ligação especificada (por exemplo, um anticorpo ou uma porção de ligação de antígeno deste) liga-se preferencialmente a uma molécula alvo particular e não se liga em uma quantidade significante a outros componentes presentes em uma amostra de teste. Uma variedade de formatos de ensaio pode ser empregada para selecionar um anticorpo que especificamente liga uma molécula de interesse. Por exemplo, imunoensaio de ELISA de fase sólida, imunoprecipitação, análise de manchamento do Oeste e BIAcore, são empregados para identificar um anticorpo que especificamente reage com CTLA4. Tipicamente uma reação específica ou seletiva será pelo menos duas vezes o sinal e ruído de base e mais tipicamente mais de 10 vezes a base, ainda mais especificamente, um anticorpo é dito "especificamente ligar" um antígeno quando a constante de dissociação de equilíbrio (K0) é < 1 μΜ, preferivelmente <100 nM e preferivelmente < 10 nM. O termo "Kd" refere-se a uma constante de dissociação de equilíbrio de uma interação de anticorpo-antígeno particular.
Como empregado aqui, "substancialmente puro" significa uma espécie objeto que é a espécie predominante presente (isto é, em uma base molar é mais abundante do que qualquer outra espécie individual na composição), e preferivelmente uma fração substancialmente purificada é uma composição onde a espécie objeto (por exemplo, um anticorpo anti-CTLA4) compreende pelo menos cerca de 50 por cento (em uma base molar) de todas as espécies macromoleculares presentes. Geralmente, uma composição substancialmente pura compreenderá mais do que cerca de 80 por cento de todas as espécies macromoleculares presentes na composição, mais preferivelmente mais do que cerca-de 85%, 90%, 95%, e 99%. Mais preferivelmente, a espécie objeto é purificada para homogeneidade essencial (as espécies contaminantes não podem ser detectadas na composição por métodos de detecção convencionais) onde a composição consiste essencialmente em uma única espécie macromolecular.
Como empregado aqui, "tratar" significa reduzir a freqüência com a qual os sintomas de uma doença (isto é, metástase e/ou crescimento de tumor, ou outro efeito mediado pela atividade e/ou números de células imunes, e similares) são experimentados por um paciente. O termo inclui a administração dos compostos ou agentes da presente invenção para prevenir ou retardar o começo dos sintomas, complicações, ou indícios bioquímicos de uma doença (por exemplo, elevação do nível de PSA), aliviar os sintomas ou deter ou inibir também o desenvolvimento da doença, condição, ou distúrbio. O tratamento pode ser profilático (para prevenir ou retardar o começo da doença, ou para prevenir a manifestação de sintomas clínicos ou subclínicos destes) ou supressão terapêutica ou alívio de sintomas após a manifestação da doença.
I. Terapia de Combinação de Anticorpo-Inibidor de Aromatase
A invenção refere-se a métodos para a administração de um anticorpo que liga CTLA4 humano, ou uma porção de ligação de antígeno do anticorpo, em combinação com terapia hormonal (por exemplo, inibidor de aromatase) para tratar câncer de mama. A combinação de bloqueio de C-TLA4 com redução no nível de estrogênio em um paciente de acordo com um método da invenção pode fornecer um benefício terapêutico sinérgico como mais completamente descrito abaixo.
Embora a invenção abranja numerosas terapias de combinação onde o anticorpo é administrado ao paciente em combinação com pelo menos um inibidor de aromatase, a presente invenção não está limitada de modo algum aos agentes exemplificados, que são apresentados aqui para propósitos ilustrativos somente.
Em uma modalidade, uma combinação de um anticorpo de C- TLA4, ou uma porção de ligação de antígeno deste, e um inibidor de aromatase ("Al") é administrada a um paciente de câncer de mama. Em um aspecto, o inibidor de aromatase é selecionado do grupo que consiste em anastro-zol, Ietrozol e exemestano que estão comercialmente disponíveis como ARIMIDEX, FEMARA e AROMAS IN respectivamente. Mais preferivelmente, o inibidor de aromatase é exemestano. Isto é porque um efeito sinérgico ou aditivo é mediado por administração de uma combinação que compreende um anticorpo anti-CTLA4 e um Al. Sem desejar estar ligada a qualquer teoria particular da invenção, a terapia de Al pode aumentar, talvez por alterações apoptóticas ou outras alterações arquitetônicas, exposição do antígeno(s) de tumor específico de câncer de mama ao sistema imune tal que a resposta imune para a célula de tumor seja aumentada. Isto é, a terapia hormonal pode criar ou aumentar uma fonte de antígeno de tumor específico mediado por morte de célula de tumor que, sucessivamente, pode alimentar o antígeno de tumor em vias de apresentação de antígeno hospedeiro. O anticorpo anti-CTLA4 media uma resposta imune aumentada aos níveis aumentados de antígeno de tumor específico na via apresentação de antígeno desse modo fornecendo um efeito terapêutico sinérgico potencial quando combinado com a terapia de inibidor de aromatase. Outras terapias de combinação que podem resultar em sinergia com realce de anti-CTLA4 da resposta imune através da liberação de morte de célula de antígenos de tumor específico são radiação, cirurgia, e quimioterapia, entre outras. Sem desejar estar ligada por qualquer teoria da invenção, a combinação de bloqueio de CTLA4 e inibição de aromatase pode induzir uma resposta imunológica mais robusta ao câncer de mama do que o esperado. Portanto, a combinação de bloqueio de aromatase empregando, entre similares, exemestano, em combinação com um anticorpo anti-CLTA4, pode fornecer um efeito sinérgico potencial desse modo fornecendo um tratamento terapêutico novo importante para o câncer de mama.
Os métodos da invenção podem ser realizados como uma terapia neoadjuvante antes da cirurgia, terapia de radiação, ou qualquer outro tratamento localizado, a fim de sensibilizar as células de tumor ou de outro modo conceder um benefício terapêutico ao paciente. Entretanto, a invenção não está limitada à composição de neoadjuvante. De preferência, os métodos da invenção podem ser empregados ao longo da doença inteira e tratamento continuum, por exemplo, porém não-limitado a, terapia adjuvante, de primeira linha, segunda linha, terceira linha, e similares, para câncer de mama.
Em uma modalidade, o câncer de mama é receptor de estrogê-nio positivo (ER+), tal que a inibição de aromatase reduza o nível de estro-gênio desse modo afetando o tumor. Em um aspecto, o tumor ER+ está presente em uma paciente mulher pós-menopáusica (pós-men) o, tal que a diminuição do nível de estrogênio medeie um efeito antitumor terapêutico no paciente. Entretanto, ao mesmo tem em que pode ser preferível administrar a terapia Al a um paciente ER+ pós-ménopáusico, a presente invenção não está limitada a tal paciente, porém de preferência, compreende a administração de terapia de inibidor de aromatase- anticorpo anti-CTLA4 a qualquer paciente que possa derivar um benefício terapêutico de uma combinação de nível de estrogênio diminuído combinado com realce imune por bloqueio de CTLA4, como determinado pelo técnico versado equipado com os ensinamentos fornecidos aqui.
II. Regimes de dosagem
Os regimes de dosagem podem ser ajustados para fornecer a resposta desejada ideal. Por exemplo, um bolo único pode ser administrado, várias doses divididas podem ser administradas com o passar do tempo ou a dose pode ser proporcionalmente reduzida ou aumentada como indicado pelas exigências da situação terapêutica. É especialmente vantajoso formular composições parenterais na forma de unidade de dosagem para facilidade de administração e uniformidade de dosagem. A forma de unidade de dosagem como empregado aqui refere-se às unidades fisicamente discretas adequadas como dosagens unitárias para os indivíduos mamíferos a serem tratados; cada unidade contendo uma quantidade predeterminada de composto ativo calculado para produzir o efeito terapêutico desejado em associação com o portador farmacêutico requerido. A especificação para as formas de dosagem de unidade da invenção é ditada por, e diretamente dependente (a) das características únicas do anticorpo e do efeito terapêutico ou profilá-tico particular a ser obtido, e (b) das limitações inerentes na técnica de composição de um tal composto ativo para o tratamento de sensibilidade em in-divíduos.
Umas faixas não limitantes, exemplares para uma quantidade te-rapeuticamente eficaz de um anticorpo, administrado de acordo com a invenção, é pelo menos cerca de 1 mg/kg, pelo menos cerca de 5 mg/kg, pelo menos cerca de 10 mg/kg, mais do que cerca de 10 mg/kg, ou pelo menos cerca de 15 mg/kg, por exemplo, cerca de 1-30 mg/kg, ou, por exemplo, cerca de 1-25 mg/kg, ou, por exemplo, cerca de 1-20 mg/kg, ou, por exemplo, cerca de 5-20 mg/kg, ou, por exemplo, cerca de 10-20 mg/kg, ou, por exemplo, cerca de 15-20 mg/kg, ou, por exemplo, cerca de 15 mg/kg. Deverá ser observado que os valores de dosagem podem variar com o tipo e severidade da condição a ser aliviado, e pode incluir doses únicas ou múltiplas. Deve ser também entendido que para qualquer indivíduo particular, os regimes de dosagem específicos deveriam ser ajustados com o passar do tempo de a-cordo com a necessidade do indivíduo e com o julgamento profissional da pessoa administrando ou supervisionando a administração das composi ções, e que as faixas de dosagem apresentadas aqui são exemplares somente e não é pretendido limitar o escopo ou prática da composição reivindicada. As dosagens e regimes apropriados determinantes para administra- ção do anticorpo são bem-conhecidos na técnica pertinente e seria entendido serem abrangidos pelo técnico uma vez que fornecido os ensinamentos descritos aqui.
Em uma modalidade, o anticorpo é administrado em uma formu- lação intravenosa como uma solução aquosa estéril que contém cerca de 5 a 20 mg/ml de anticorpo, em um sistema de tampão apropriado.
Em uma modalidade, para administração de doses baixas, parte da dose é administrada por um bolo intravenoso e o resto por infusão da formulação de anticorpo. Por exemplo, uma injeção intravenosa de 0,01 mg/kg do anticorpo pode ser dada como um bolo, e o resto de uma dose de anticorpo predeterminada pode ser administrado através de injeção intravenosa. Em outra modalidade, a dose baixa inteira é administrada como uma injeção de bolo única. Para doses mais altas, por exemplo, 3 mg/kg, o anticorpo não é administrado como um bolo, porém a quantidade total é admi- nistrada através de infusão. Uma dose predeterminada do anticorpo pode ser administrada, por exemplo, durante um período de cerca de uma hora e meia a cerca de cinco horas.
A presente invenção refere-se à administração de uma combinação de um anticorpo anti-CTLA4 e um inibidor de aromatase. O técnico ver- sado apreciaria que a combinação pudesse ser administrada simultaneamente ou os dois agentes pudessem ser administrados em tempos diferentes. Por exemplo, em uma modalidade, o anticorpo é administrado como uma infusão e/ou injeção única e o inibidor de aromatase (por exemplo, e-xemestato) é administrado uma vez por dia que começa antes, durante, ou depois da administração do anticorpo. Tipicamente, exemestano é administrado diariamente, uma vez por dia, normalmente na mesma hora do dia e acompanhado com uma refeição. Entretanto, a presente invenção não está limitada a qualquer dosagem ou regime de administração particular para um inibidor de aromatase. De preferência, a dose, rotina e regime ideal, para administração do anticorpo e do inibidor de aromatase, podem ser facilmente determinados por alguém de experiência ordinária técnica pertinente que usa métodos bem-conhecidos. Por exemplo, uma dose única ou doses múltiplas do anticorpo podem ser administradas. Alternativamente, pelo menos uma dose, ou pelo menos três, seis ou 12 doses podem ser administradas. As doses podem ser administradas, por exemplo, a cada duas semanas, mensalmente, a cada vinte dias, a cada 25 dias, a cada 28 dias, a cada 30 dias, a cada 40 dias, a cada 6 semanas, a cada 50 dias, a cada dois meses, a cada 70 dias, a cada 80 dias, a cada três meses, a cada seis meses ou anualmente. Além disso, o inibidor de aromatase pode ser administrado diariamente, várias vezes ou uma vez por dia, semanalmente, a cada duas semanas, em cada terceira semana, cada quarta semana, mensalmente, cada três meses, cada seis meses, uma vez por ano, ou qualquer outro período que forneça um benefício terapêutico ao paciente determinado pelo médico qualificado.
O anticorpo pode ser administrado até a progressão da doença, ou toxicidade intolerável, ou até 12 ciclos sucessivos, qualquer que seja o tempo mais curto. O anticorpo pode também ser administrado empregando um regime que compreende a administração de uma dose de carregamento seguido por uma mais baixa. Os cursos repetidos de pelo menos um, e mais preferivelmente vários ciclos de anticorpo e um inibidor de aromatase podem ser administrados a um paciente que experimenta uma recorrência de tumor o qual teve benefício previamente derivado da administração da combinação de um anticorpo anti-CTLA4 e um inibidor de aromatase.
Em uma modalidade, uma única injeção que compreende o anticorpo anti-CTLA4 é administrada a um paciente intravenosamente em uma dose de cerca de 3 mg/kg a cada vinte e oito dias. Uma dose de aproximadamente 25 mg por dia de exemestano também é administrada ao paciente, ou antes de, durante e/ou depois da administração do anticorpo. Em uma modalidade da invenção, uma dose única que compreende o anticorpo anti-CTLA4 é administrada a um paciente intravenosamente em uma dose de cerca de 3 mg/kg, preferivelmente, cerca de 6 mg/kg, mais preferivelmente, cerca de 10 mg/kg, preferivelmente, cerca de 15 mg/kg, a cada três meses. Uma dose de aproximadamente 25 mg por dia de exemestano também é administrada ao paciente, ou antes de, durante e/ou depois da administração do anticorpo. Em outra modalidade, uma injeção de bolo que compreende um anticorpo anti-CTLA4 é administrada a um paciente intravenosamente em uma dose mais alta do que 3 mg/kg (por exemplo, 6, 10, 15, 20, 25, 30, 35 ou 40 mg/kg) a cada vinte e oito dias. A dose pode ser ajustada como co- nhecido na técnica baseado em, entre similares fatores, toxicidade, se alguma, e eficácia terapêutica. Uma dose de aproximadamente 25 mg por dia de exemestano também é administrada ao paciente, ou antes de, durante e/ou depois da administração do anticorpo.
A combinação de inibidor de aromatase-anticorpo pode ser ad- ministrada como uma terapia adjuvante sistêmica de primeira linha, ou pode ser administrada ao paciente como uma terapia neoadjuvante antes da cirurgia, terapia de radiação, ou qualquer outro tratamento, a fim de sensibilizar as células de tumor ou de outro modo conceder um benefício terapêutico ao paciente.
Além disso, a combinação pode ser administrada como uma te-
rapia de segunda linha, tal como, mas não-limitado a, uma vez que a terapia de tamoxifen de primeira linha tenha falhado. Alternativamente, a combinação pode ser administrada simultaneamente com terapia de tamoxifen, e ou a qualquer momento durante a terapia de tamoxifen, que tipicamente é ad- ministrada durante cerca de cinco anos seguinte o tratamento inicial. Em outra modalidade, a combinação de anticorpo anti-CTLA4 e exemestano pode ser administrada a um paciente seguinte cerca de dois ou três anos de tamoxifen ou outra terapia adjuvante. Isto é porque foi demonstrado que a terapia de exemestano seguinte cerca de dois a três anos de terapia de tamo- xifen fornece um benefício terapêutico ao mesmo tempo em que reduzindo os efeitos colaterais de terapia de tamoxifen.
Desse modo, uma combinação de um anticorpo anti-CLTA4 e um inibidor de aromatase, preferivelmente, exemestano, pode fornecer um benefício terapêutico uma vez que a terapia de tamoxifen tenha falhado, uma vez que a terapia adjuvante sistêmica empregando outro inibidor de a-romatase (por exemplo, anastrozol, letrozol, e similares) tenha falhado, e/ou depois de administração de tamoxifen durante cerca de dois a três anos, en- tre similares. Portanto, a invenção abrange a administração de um anticorpo anti-CTLA4 e um inibidor de aromatase em combinação com ou seguinte à terapia anti-hormonal adicional, incluindo, porém não-limitado a, tamoxifen, anastrozol, Ietrozol e fulvestrant como seria apreciado por alguém versado na técnica com base na descrição fornecida aqui. III. Anticorpos Anti-CTLA4
Em uma modalidade, o anticorpo de CTLA4 empregado na invenção compreende uma cadeia pesada onde a seqüência de aminoácido do Vh compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NOs: 3, 15 e 27. Em ainda outra modalidade, o Vl do anticorpo de CTLA4 compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NOs:9, 21 e 33. Mais preferivelmente, as regiões de Vh e Vl do anticorpo compreendem as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO:3 (VH 4.1.1) e SEQ ID NO:9 (VL 4.1.1), respectivamente; as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO:15 (VH 4.13.1) e SEQ ID NO:21 (VL 4.13.1), respectivamente; e as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO:27 (VH 11.2.1) e SEQ ID NO:33 (VL 11.2.1), respectivamente. Mais preferivelmente, o anticorpo é ticilimumab (também conhecido como CP-675,206) que tem as seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de anticorpo 11.2.1.
Em ainda outra modalidade, a seqüência de aminoácido da cadeia pesada compreende a seqüência de aminoácido codificada por um ácido nucléico que compreende as seqüências de ácido nucléico apresentadas em SEQ ID NOs:1, 13, e 25. Em ainda outra modalidade, a cadeia leve compreende a seqüência de aminoácido codificada por um ácido nucléico que compreende as seqüências de ácido nucléico apresentadas em SEQ ID NOs: 7, 19 e 31. Mais preferivelmente, as cadeias pesada e leve compreendem as seqüências de aminoácido codificadas por ácidos nucléico que compreendem as seqüências de ácido nucléico apresentadas em SEQ ID NO:1 (cadeia pesada 4.1.1) e SEQ ID NO:7 (cadeia leve 4.1.1), respectivamente; as seqüências de ácido nucléico, apresentadas em SEQ ID NO:13 (cadeia pesada 4.13.1) e SEQ ID NO:19 (cadeia leve 4.13.1), respectivamente; e as seqüências de ácido nucléico, apresentadas em SEQ ID NO:25 (cadeia pesada 11.2.1) e SEQ ID NO:31 (cadeia leve 11.2.1), respectivamente.
Além disso, o anticorpo pode compreender uma seqüência de aminoácido de cadeia pesada que compreende seqüências aminoácido de CDR humano derivadas do gene de Vh 3-30 ou 3-33, ou substituições con-servativas ou mutações somáticas aqui. É entendido que o gene de Vh 3-30 ou Vh 3-33 codifica de FR1 até FR3 da região variável de cadeia pesada de uma molécula de anticorpo. Desse modo, a invenção abrange um anticorpo que compartilha pelo menos 85%, mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 91%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 94%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 97%, ainda mesmo mais preferivelmente, pelo menos 98%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 99%, e preferivelmente, 100% de identidade, com a seqüência de FR1 até FR3 de um anticorpo se- lecionado do grupo que consiste em 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 2.9.1.1, 10D1, e DP-50.
O anticorpo pode também compreender as regiões de CDR em sua cadeia leve derivada do gene de A27 ou 012 ou pode compreender as regiões de CDR de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 2.9.1.1, 10D1.
Em outras modalidades da invenção, o anticorpo inibe a ligação entre CTLA4 e B7-1, B7-2, ou ambos. Preferivelmente, o anticorpo pode inibir a ligação com B7-1 com um IC50 de cerca de 100 nM ou menos, mais 25 preferivelmente, cerca de 10 nM ou menos, por exemplo cerca de 5 nM ou menos, ainda mais preferivelmente, cerca de 2 nM ou menos, ou ainda mais preferivelmente, por exemplo, cerca de 1 nM ou menos. Do mesmo modo, o anticorpo pode inibir a ligação com B7-2 com um IC50 de cerca de 100 nM ou menos, mais preferivelmente, 10 nM ou menos, por exemplo, ainda mais preferivelmente, cerca de 5 nM ou menos, ainda mais preferivelmente, cerca de 2 nM ou menos, ou ainda mais preferivelmente, cerca de 1 nM ou menos.
Além disso, em outra modalidade, o anticorpo anti-CTLA4 tem uma afinidade de ligação para CTLA4 de cerca de 10"8, ou maior afinidade, mais preferivelmente, cerca de 1CT9 ou maior afinidade, mais preferivelmen-te, cerca de 10~10 ou maior afinidade, e ainda mais preferivelmente, cerca de 10~11 ou maior afinidade.
O anticorpo anti-CTLA4 inclui um anticorpo que compete para li- gação com um anticorpo que tem seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, 6.1.1, 11.2.1, 4.13.1 e 4.14.3. Além disso, o anticorpo anti-CTLA4 pode competir para ligação com anticorpo 10D1.
Em outra modalidade, o anticorpo preferivelmente interage com um anticorpo que tem uma seqüência de cadeia pesada e leve, uma seqüência de cadeia leve variável e uma pesada variável, e/ou as seqüências de CDR pesadas e leves de anticorpo 4.1.1, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1. ou 11.2.1. Por exemplo, o anticorpo pode ligar-se ao epítopo ao qual um anticorpo que 15 tenha seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve, seqüências variáveis e /ou seqüências de CDR, de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, ou 11.2.1 se ligue. Em outra modalidade, o anticorpo interage com um anticorpo que tem seqüências de cadeia pesada e leve, ou seqüências de ligação de antígeno, de 10D1 (MDX-D010).
Em outra modalidade, a invenção é praticada empregando um anticorpo anti-CTLA4 que compreende uma cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido de CDR-1, CDR-2, e CDR-3, e uma cadeia leve que compreende as seqüências de aminoácido de CDR-1, CDR-2, e CDR-3, de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, e 12.9.1.1, ou seqüências tendo alterações das seqüências de CDR selecionadas do grupo que consiste em alterações conservativas, onde as alterações conservativas são selecionadas do grupo que consiste em substituição de resíduos não-polares por outros resíduos não-polares, substituição de resíduos carregados polares por outros resíduos não carregados polares, substituição de resíduos carregados polares por outros resíduos carregados polares, e substituição de resíduos estruturalmente similares; substituições não conservativas, onde as substituições não conservativas são selecionadas do grupo que consiste em substituição de resíduo carregado polar para resíduos não carregados polares e substituição de resíduos não-polares para resíduos polares, adições e deleções.
Em uma outra modalidade da invenção, o anticorpo contém me- nos do que 10, 7, 5, ou 3 alterações de aminoácido da seqüência de linha germinativa na estrutura ou regiões de CDR. Em outra modalidade, o anticorpo contém menos do que 5 alterações de aminoácido nas regiões de estrutura e menos do que alterações nas regiões de CDR. Em uma modali-10 dade preferida, o anticorpo contém menos do que 3 alterações de aminoácido nas regiões de estrutura e menos do que 7 alterações nas regiões de CDR. Em uma modalidade preferida, as alterações nas regiões de estrutura são conservativas e aquelas nas regiões de CDR são mutações somáticas.
Em outra modalidade, o anticorpo compartilha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 94%, preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 99%, de identidade de seqüência (por exemplo, aminoácido, ácido nucléico, ou ambos) ou similaridade de seqüência sobre as seqüências de tamanho natural de cadeia pe- sada e leve, ou sobre a cadeia pesada ou a leve, separadamente, com as seqüências de anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, 10D1. Ainda mais preferivelmente, o anticorpo compartilha 100% de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência sobre a cadeia pesada e a cadeia leve, ou com a cadeia pesada ou a cadeia leve, separadamente, de um anticorpo selecionado de anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, 10D1.
Em outra modalidade, o anticorpo compartilha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 94%, mais preferivelmente, pelo menos 95%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 99%, de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência sobre as seqüências de tamanho natural de cadeia pesada e leve, ou sobre a cadeia leve ou pesada, separadamente, com as seqüências de linha germinativa Vk A27, linha germinativa Vk 012, e linha germinativa DP50 (que é um alelo do loco de gene de Vh 3-33). Ainda mais preferivelmente, o anticorpo compartilha 100% de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência sobre a seqüência de cadeia pesada de linha germinativa DP50 e/ou com a seqüência de cadeia leve de linha germinativa A27, ou linha germinativa 012.
Em uma modalidade, o anticorpo compartilha 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 94%, preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 99%, de identidade de seqüência (por exemplo, aminoácido, ácido nucléico, ou ambos) ou similaridade de seqüência sobre as seqüências de região variável de cadeia pesada e leve, ou sobre a seqüência de região variável de cadeia leve ou pesada, separada- mente, com as seqüências de anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, 10D1. Ainda mais preferivelmente, o anticorpo compartilha 100% de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência sobre as seqüências de região variável de cadeia pesada e cadeia leve, ou com a seqüência de cadeia leve ou cadeia 20 pesada, separadamente, de um anticorpo selecionado de anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, 10D1.
Em outra modalidade, o anticorpo compartilha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 94%, mais preferivelmente, pelo menos 95%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 99%, de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência sobre a seqüência de região variável de cadeia pesada com a seqüência variável de cadeia pesada de linha germinativa pesada DP50 (que é um alelo do loco de gene de Vh 3-33) ou com a seqüência variável de cadeia leve de linha germinativa Vk A27, ou linha germinativa Vk 012. Ainda mais preferivelmente, a seqüência de região de cadeia pesada de anticorpo compartilha 100% de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência com a seqüência de linha germina-tiva DP50 ou com a seqüência de cadeia leve de linha germinativa A27, ou linha germinativa 012.
Em uma modalidade da presente invenção, o anticorpo compartilha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 99%, de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência com a cadeia pesada, a cadeia leve, ou ambas, seqüências FR1 até FR4 com as seqüências de região FR1 até FR4 de anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, 10D1. Ainda mais preferivelmente, o anticorpo compartilha 100% de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência sobre as seqüências pesadas, leves, ou ambas, seqüências FR1 até FR4 com anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1.
Em outra modalidade da presente invenção, o anticorpo compartilha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 99%, e preferivelmente, cerca de 100%, de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência com as seqüências de cadeia pesada FR1 até FR3 com as seqüências de região FR1 até FR3 de linha germinativa DP50.
Em ainda outra modalidade da presente invenção, o anticorpo compartilha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 99%, e preferivelmente, cerca de 100%, de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência com as seqüências de cadeia leve FR1 até FR4 com as seqüências de região FR1 até FR4 de linha germinativa Vk A27, ou linha germinativa Vk 012.
Em uma modalidade da presente invenção, o anticorpo comparti- lha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 99%, de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência com as seqüências de CDR-1, CDR-2 e CDR-3 de cadeia pesada, cadeia leve, ou ambas, de anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, 10D1.
Ainda mais preferivelmente, o anticorpo compartilha 100% de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência sobre as seqüências de CDR-1, CDR-2 e CDR-3 pesadas, leves, ou ambas, com anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, e10D1.
Em outra modalidade da presente invenção, o anticorpo compar- tilha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 99%, e mais preferivelmente, cerca de 100%, de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência com as seqüências de CDR-1 e CDR-2 de cadeia pesada com as seqüências de CDR-1 e CDR-2 de linha germinativa DP50.
Em ainda outra modalidade da presente invenção, o anticorpo compartilha pelo menos 80%, mais preferivelmente, pelo menos 85%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 90%, ainda mais preferivelmente, pelo menos 95%, mais preferivelmente, pelo menos 99%, e preferivelmente, cerca de 100%, de identidade de seqüência ou similaridade de seqüência com as e seqüências de CDR-1, CDR-2 CDR-3 de cadeia leve com as seqüências de CDR-1, CDR-2 e CDR-3 de linha germinativa Vk A27, ou linha germinativa Vk 012.
Os exemplos de anticorpos empregáveis na presente invenção, e métodos para produzi-los, são descritos, entre similares, no Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 09/472.087, agora emitidos como Patente dos Estados Unidos n° 6.682.736; Pedido Internacional n° PCT/US00/23356 (publicado em 1 de março de 2001, como WO 01/14424) (por exemplo, anticor- po 10D1, também conhecido como MDX-010, Medarex, Princeton, NJ); Pedido Internacional n° PCT/US99/28739 (publicado em 8 de junho de 2000, como WO 00/32231); a Patente U.S. N0 5.811.097, 5.855.887, 6.051.227, e 6.207.156; cada um dos quais está aqui incorporado por referência. Ao mesmo tempo em que a informação sobre as seqüências de ácido nucléico e aminoácido referindo-se a estes anticorpos é fornecida aqui, outra informação pode ser constatada na Patente dos Estados Unidos n° 6.682.736, bem como WO 00/37504; as seqüências apresentadas nestes pedidos estão desse modo incorporadas aqui por referência.
Certos usos para estes anticorpos, para tratar vários cânceres foram descritos no Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 10/153.382, agora publicado como Publicação do Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 2003/0086930, que está incorporado por referência como se apresentado em sua totalidade aqui.
As características de anticorpos anti-CTLA4 humanos úteis nos métodos da invenção são descritas extensivamente em, por exemplo, Patente dos Estados Unidos n° 6.682.736, e inclui anticorpos que têm seqüências de aminoácido de um anticorpo tal como, porém não-limitado a, anticorpo 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1. A invenção também refere-se aos métodos empregando anticorpos que compreendem as seqüências de aminoácido dos CDRs das cadeias pesadas e leves destes anticorpos, bem como aquelas compreendendo alterações nas regiões de CDR1 como descrito nos pedidos e patentes citados acima. A invenção também trata de anticorpos que compreendem as regiões variáveis das cadeias pesadas e leves destes anticorpos. Em outra modalidade, o anticorpo é selecionado de um anticorpo que compreende as seqüências de aminoácido de tamanho natural, região variável, ou CDR das cadeias pesadas e leves de anticorpos 3.1.1, 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1, 12.3.1.1, e 12.9.1.1, e 10D1.
Ao mesmo tempo em que os anticorpos anti-CTLA4 descritos previamente aqui podem ser preferidos, o técnico versado, com base na descrição fornecida aqui, apreciaria que a invenção abrangesse uma ampla variedade de anticorpos anti-CTLA4 e que não estivesse limitada a estes anticorpos particulares. Mais particularmente, ao mesmo tempo em que os an- ticorpos humanos são preferidos, a invenção está de modo algum limitada a anticorpos humanos; de preferência, a invenção abrange anticorpos úteis, independente da origem da espécie, e inclui, entre similares, anticorpos qui-méricos, primatizados e/ou humanizados. Além disso, embora os anticorpos exemplificados aqui tenham sido obtidos empregando um mamífero transgê-nico, por exemplo, um camundongo que compreende um repertório imune humano, o técnico versado, com base na descrição fornecida aqui, entenderia que a presente invenção não está limitada a um anticorpo produzido por este ou por qualquer outro método particular. Ao contrário, a invenção inclui um anticorpo anti-CTLA4 produzido por qualquer método, incluindo, porém não-limitado a, um método conhecido na técnica (por exemplo, avaliação de bibliotecas de exibição de fago, e similares) ou a ser desenvolvido no futuro para a produção de um anticorpo anti-CTLA4 da invenção. Com base na descrição extensa fornecida aqui e, por exemplo, na Patente dos Estados Unidos n° 6.682.736, por Hanson e similares, e Publicação do Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 2002/0088014, alguém versado na técnica pode facilmente produzir e identificar um anticorpo útil para o tratamento de câncer de mama em combinação com um agente terapêutico hormonal empregando os novos métodos descritos aqui. A presente invenção abrange anticorpos humanos produzidos
empregando um mamífero não-humano transgênico, isto é, XenoMouse® (Abgenix, Inc., Fremont, CA) como descrito na U.S. 6.682.736, por Hanson e similares.
Outro sistema de camundongo transgênico para produção de an- ticorpos "humanos" é referido como "HuMAb-Mouse®" (Medarex, Princeton, o NJ), que contém minilocos de gene de imunoglobulina humana que codifica as seqüências de imunoglobulina de cadeia leve capa e pesada (mu e gama) humana não redispostas, junto com as mutações alvos que desativam o loco de cadeia capa ou um endógeno (Lonberg e similares Nature 368:856-859 (1994), e Patente U.S. n° 5.770.429).
Entretanto, a invenção usa anticorpos anti-CTLA4 humanos produzidos empregando qualquer mamífero transgênico tal como, porém não- limitado a, o Kirin TC Mouse® (Kirin Beer Kabushiki Kaisha, Tóquio, Japão) como descrito em, por exemplo, Tomizuka e similares, Proe Natl Acad Sci USA 97:722 (2000); Kuroiwa e similares, Nature Biotechnol 18:1086 (2000); Publicação de Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 2004/0120948, por Mikayama e similares; e o HuMAb-Mouse® (Medarex, Princeton1 NJ) e Xe-noMouse® (Abgenix, Inc., Fremont, CA), supra. Desse modo, a invenção a-brange empregar um anticorpo anti-CTLA4 produzido empregando qualquer animal transgênico ou outro animal não-humano.
Em outra modalidade, os anticorpos empregados nos métodos da invenção não são completamente humanos, mas "humanizados". Em particular, os anticorpos de camundongo ou anticorpos de outras espécies podem ser "humanizados" ou "primatizados" empregando técnicas bem-conhecidas na técnica. Vide, por exemplo, Winter e Harris Immunol. Today 14:43-46 (1993), Wright e similares Crit. Reviews em Immunol. 12:125-168 (1992), e Patente dos Estados Unidos n° 4.816.567, por Cabilly e similares, e Mage e Lamoyi em Monoclonal Antibody Produetion Teehniques and Applications. pp 79-97, Mareei Dekker, Inc., Nova Iorque, NY (1987). Desse modo, os anticorpos quiméricos humanizados, anticorpos anti-CTLA4 derivados de qualquer espécie (incluindo anticorpos de cadeia única obtidos de camelídeos como descrito em, por exemplo, Patente U.S. Nos. 5.759.808 e 6.765.087, por Casterman e Hamers), bem como qualquer anticorpo humano, pode ser combinado com um agente terapêutico para praticar os novos métodos descritos aqui.
Como será apreciado com base na descrição fornecida aqui, os anticorpos para uso na invenção podem ser obtidos de um mamífero não-humano transgênico, e hibridomas derivados destes, porém podem também ser expressos em linhagens de célula exceto hibridomas.
As linhagens de célula de mamífero disponíveis como hospedeiros para expressão são bem-conhecidas na técnica e incluem muitas Iinha- gens de célula imortalizadas disponíveis da American Type Culture Collecti-on (ATCC), incluindo porém não-limitado a células de ovário de hamster chinês (CHO), células NSO, Sp2, HEK, e HeLa, células de rim de hamster bebê (BHK), células de rim de macaco (COS), e células de carcinoma hepatocelu-Iar humano (por exemplo, Hep G2). As células eucarióticas e procarióticas de não-mamífero também podem ser empregadas, incluindo células bacteri-anas, de levedura, inseto, e planta.
Vários sistemas de expressão podem ser empregados quando bem-conhecidos na técnica, tal como, porém não-limitado àqueles descritos em, por exemplo, Sambrook e Russell, Molecular Cloning, A Laboratory Ap-proach, Cold Spring Harbor Press, Cold Spring Harbor, NY (2001), e Ausubel e similares, Current Protocols in Molecular Biology, John Wiley & Sons, NY (2002). Estes sistemas de expressão incluem sistemas com base em diidro-folato reductase (DHFR), entre muitos outros. O sistema de glutamina sinte-tase de expressão é descrito em todo ou parte com relação às Patentes Européias n° 0216846B1, n° 0256055B1, e n° 0323997B1, e Pedido de Patente Europeu n° EP89303964. Em uma modalidade, o anticorpo empregado é feito em células NSO empregando um sistema de glutamina sintetase (GS-NSO). Em outra modalidade, o anticorpo é feito em células CHO empregando um sistema de DHFR. Ambos os sistemas são bem-conhecidos na técnica e são descritos em, entre similares, Barnes e similares Biotech & Bioen-gineering 73:261-270 (2001), e referências citadas aqui.
A mutagênese dirigida ao sítio do domínio de CH2 de anticorpo para eliminar a glicosilação pode ser preferida a fim de prevenir as alterações em quaisquer das funções de imunogenicidade, farmacocinéticos e/ou efetoras resultante da glicosilação não-humana. Além disso, o anticorpo pode ser desglicosilado por métodos enzimáticos (vide, por exemplo, Thotakura e similares Meth. EnzymoL 138:350 (1987)) e/ou químicos (vide, por e-xemplo, Hakimuddin e similares, Arco. Biochem. Biophys. 259:52 (1987)).
Além disso, a invenção abrange empregar um anticorpo anti-CTLA4 que compreende um padrão de glicosilação alterado. O técnico versado apreciaria, com base na descrição fornecida aqui, que um anticorpo 30 anti-CTLA4 pudesse ser modificado para compreender sítios de glicosilação adicionais, menores ou diferentes comparados com o anticorpo de ocorrência natural. Tais modificações são descritas em, por exemplo, Publicações de Pedido de Patente dos Estados Unidos Nos. 2003/0207336, e 2003/0157108, e Publicações de Patente Internacional Nos. WO 01/81405 e 00/24893.
Adicionalmente, a invenção compreende empregar um anticorpo anti-CTLA4 independente da glicoforma, se alguma, presente no anticorpo. Além disso, os métodos para extensivamente remodelar a glicoforma presente em uma glicoproteína são bem-conhecidos na técnica e incluem, por exemplo, aqueles descritos nas Publicações de Patente Internacional Nos. WO 03/031464, WO 98/58964, e WO 99/22764, e Publicações do Pedido de Patente Nos. 2004/0063911, 2004/0132640, 2004/0142856, 2004/0072290, e Patente dos Estados Unidos n° 6.602.684 por Umana e similares.
Além disso, a invenção abrange empregar um anticorpo anti-CTLA4 com qualquer modificação não-covalente e cova lente conhecida na técnica, incluindo, porém não-limitado a, ligar o polipeptídeo a um de uma variedade de polímeros não-proteináceos, por exemplo, polietileno glicol, po-Iipropileno glicol, ou polioxialquilenos, da maneira apresentada, por exemplo, nas Publicações de Pedido de Patente dos Estados Unidos Nos. 2003/0207346 e 2004/0132640, e Patente U.S. Nos. 4.640.835; 4.496.689; 4.301.144; 4.670.417; 4.791.192; 4.179.337.
Adicionalmente, a invenção abrange empregar um anticorpo an- ti-CTLA4, ou porção de ligação de antígeno deste, proteína quimérica compreendendo, por exemplo, um polipeptídeo de albumina de soro humano, ou fragmento do mesmo. Se a proteína quimérica for produzida empregando métodos recombinantes por, por exemplo, clonagem de um ácido nucléico quimérico que codifica a proteína quimérica, ou por ligação química das duas porções de peptídeo, o técnico versado entenderia uma vez armado com os ensinamentos fornecidos aqui que tais proteínas quiméricas são bem-conhecidas na técnica e poderão conceder propriedades biológicas desejáveis tal como, porém não-limitado a, estabilidade aumentada e meia vida de soro para o anticorpo da invenção e tais moléculas serão portanto incluídas aqui.
Os anticorpos que são gerados para uso na invenção, não ne- cessitam inicialmente possuir um isótipo particular desejado. De preferência, o anticorpo quando gerado pode possuir qualquer isótipo e pode ser isótipo comutado por conseguinte empregando técnicas convencionais. Estes incluem técnicas recombinantes diretas (vide, por exemplo, Patente dos Estados Unidos 4.816.397), e técnicas de fusão de célula-célula (vide, por exemplo, Patente dos Estados Unidos n° 5.916.771).
A função efetora dos anticorpos empregados na invenção pode ser alterada por comutação do isótipo para um IgGI, lgG2, lgG3, lgG4, IgD, IgA, IgE, ou IgM para vários usos terapêuticos. Além disso, a dependência do complemento para morte de célula pode ser evitada através do uso de bi-específicos, imunotoxinas, ou radiorrótulos, por exemplo.
Embora o anticorpo 4.1.1, 4.13.1 e 11.2.1 sejam anticorpos de lgG2 e as seqüências das regiões variáveis dos anticorpos sejam fornecidas aqui (figuras 1-3), e nos pedidos e patentes referenciados e incorporados aqui, é entendido que as seqüências de tamanho natural destes anticorpos são abrangidas aqui, bem como o uso de qualquer anticorpo que compreende as seqüências apresentadas nas SEQ ID NOs:1-36, e também compreendendo quaisquer regiões constante, independente do isótipo como mais completamente descrito em outro lugar aqui. Do mesmo modo, qualquer anticorpo que compreende a seqüência de tamanho natural de 10D1, ou qualquer porção do mesmo, incluindo uma seqüência que codifica uma porção de ligação de antígeno de 10D1, pode ser empregado de acordo com os métodos da invenção.
Desse modo, o técnico versado, uma vez suprido com os ensinamentos fornecidos aqui, facilmente apreciaria que a combinação de anticorpo anti-CTLA4- agente terapêutico da invenção pudesse compreender uma ampla pletora de anticorpos anti-CTLA4.
Além disso, alguém versado na técnica, com base na descrição fornecida aqui, entenderia que a invenção não está limitada a administração de somente um único anticorpo; de preferência, a invenção abrange a administração de pelo menos um anticorpo anti-CTLA4, por exemplo, um dos 4.1.1, 4.13.1, ou 11.2.1, em combinação com um agente terapêutico. Além disso, qualquer combinação de anticorpos anti-CLTA4 pode ser combinada com pelo menos um agente terapêutico e a presente invenção abrange qualquer tal combinação e permutação deste.
IV. Inibidor de Aromatase
A invenção presente refere-se a administração de uma combinação de um anticorpo anti-CTLA4 e um inibidor de aromatase a um paciente para tratamento de câncer de mama.
Os agentes de terapia de hormônio para tratamento de tumores de câncer de mama de expressão de receptor de estrogênio são bem-conhecidos na técnica. Estes agentes de terapia hormonal incluem compostos que afetam o próprio receptor, tal como, porém não-limitado a, tamoxifen que se liga com o receptor desse modo inibindo a interação de recep-torligando, e fulvestrant que degrada o receptor tal que menos esteja disponível para mediar a sinalização por interação de receptor:ligando.
Adicionalmente, os agentes de terapia de hormônio compreendem inibidores da enzima aromatase tal como, porém não-limitado a, anas-trozol, letrozol, e exemestano. Estes agentes anti-hormonais, ao contrário de tamoxifen e fulvestrant, supra, inibem a interação de receptorligando diminu-indo-se o nível de ligando disponível para ligar-se com o receptor. Mais es-pecificamente, um inibidor de aromatase inibe a aromatização do anel A de um substrato de andrógeno para formar um estrogênio, que é uma etapa necessária na biossíntese do ligando receptor, isto é, estrogênio. Desse modo, os inibidores de aromatase mediam os níveis de soro diminuídos de estrogênio desse modo inibindo o crescimento de células de tumor que requerem o hormônio para crescimento.
Os inibidores de aromatase não-esteroidais ("Al") tal como, porém não-limitado a, anastrozol e letrozol, se ligam reversivelmente à porção de heme da molécula de aromatase e são associados com um aumento na atividade de aromatase. Isto pode estar associado com o desenvolvimento de resistência de tumor, particularmente com uso em longo prazo do inibidor. Além disso, a biossíntese de estrogênio na presença destes inibidores pode ocorrer sem a necessidade de síntese de nova aromatase desde que o inibi- dor esteja reversivelmente ligado à enzima (vide, Miller Clin Breast Câncer 1:S9-S14 (2000)), desse modo também fornecendo outra oportunidade para as células de tumor evitarem a inibição.
Os inibidores de aromatase esteroidais, como, exemestano, diferem dos inibidores não-esteroidais (por exemplo, anastrozol e letrozol) pelo fato de que os agentes esteroidais ligam-se irreversivelmente ao sítio de ligação de substrato da enzima e estão associados com uma diminuição na atividade de aromatase. Por exemplo, exemestano está estruturalmente relacionado com a androstenodiona de substrato natural, e é reconhecido pela enzima como um substrato falso tal que ele compete com o substrato natural no sítio ativo. O exemestano é então transformado para um intermediário que liga-se irreversivelmente à enzima que causa sua desativação (isto é, "inibição de suicídio"). Vide, por exemplo, Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 10/611.653, publicado como Publicação do Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 2004/0082557, Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 10/363.935, publicados como Publicação do Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 2004/0024044, e Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 10/343.595, publicados como Publicação do Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 2003/0158168.
Desse modo, diferente dos inibidores não-esteroidais reversí- veis, o exemestano é um desativador de aromatase esteroidal que se liga irreversivelmente a aromatase, causando supressão quase completa de atividade de aromatase em tecidos periféricos, bem como no tumor, e medeia a redução substancial de níveis de estrogênio de soro sem efeitos endocrinológicos estranhos (Kaufmann e similares J Clin Oncol 18:1399-1411 (2000)). Exemestano é atualmente aprovado nos EUA, Canadá e Europa para tratamento de segunda linha (por exemplo, onde a doença progrediu seguinte à terapia de primeira linha de tamoxifen) de mulheres pós-menopausa com câncer de mama metastático. O exemestano produz uma taxa de resposta de aproximadamente 15% com uma sobrevivência média de 123.4 semanas e demonstra uma falta de inter-resistência com os agentes não-esteroidais tal que foi mostrado ser eficaz após o tratamento com anastrozol e Ietrozol (Geisler e similares Clin Câncer Res 4:2089-2093 (1998); Lonning J Clin Oncol 18:2234-2244 (2000)). Mais recentemente, o exemestano foi aprovado na Europa para tratamento adjuvante de câncer de mama precoce invasivo positivo de receptor de estrogênio seguinte dois a três anos da terapia de tamoxifen adjuvante inicial em mulheres pós- menopausa.
Devido ao fato de que seu intermediário está ligado irreversivel-mente, exemestano, diferente dos inibidores de aromatase não-esteroidais, também previne a biossíntese de estrogênios pelo fato de que a síntese de novo de enzima de aromatase é requerida. Além disso, o mecanismo diferente de ação dos inibidores de aromatase não-esteroidal e esteroidal pode explicar o fenômeno que um inibidor de aromatase pode ser eficaz seguinte à falha do outro. Mais particularmente, o tratamento de pacientes de câncer de mama pós-menopáusico tratados com exemestato seguinte a falha de ambos tamoxifen e um inibidor de aromatase não-esteroidal forneceu um benefício clínico (Lonning e similares J Clin Oncol 18:2234-2244 (2000)).
Desse modo, o anticorpo anti-CTLA4 em combinação com qualquer inibidor de aromatase, ou inibidores múltiplos, pode ser empregado para tratar um paciente de câncer de mama onde o tumor expressa receptor de estrogênio (ER+). Além disso, embora a presente invenção seja exemplificada por uma combinação que compreende exemestano, a invenção não está de modo algum limitada a este inibidor ou seu mecanismo de inibição. Realmente, o mecanismo pelo qual o inibidor de aromatase inibe a enzima não necessita ser conhecido. Desse modo, qualquer inibidor que detectavelmen-te inibe a aromatização do anel A de um substrato na biossíntese de estrogênio empregando qualquer ensaio conhecido para avaliar tal atividade pode ser empregado na combinação da invenção. V. Agentes Adicionais
A presente invenção pode ser também combinada com os agentes e terapias adicionais, por exemplo, quimioterapia, cirurgia, radioterapia, transplantação, e similares, para tratar um paciente. Isto é, o paciente pode ser submetido a quimioterapia adicional com agentes bem-conhecidos, tal como, porém não-limitado a, inibidores de fator de crescimento, modificado- res de resposta biológica, agentes de alquilação, antibióticos de intercala-ção, vinca alcalóides, imunomoduladores, taxanos, moduladores de receptor de estrogênio seletivos (SERMs)1 tal como, porém não-limitado a, Iasofoxife-no, e inibidores de angiogênese.
Os agentes terapêuticos são numerosos e foram descritos, por exemplo, na Publicação de Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 2004/0005318, n° 2003/0086930, n° 2002/0086014, e Publicação Internacional n0 WO 03/086459, todos dos quais estão aqui incorporados por referência aqui, entre muitos outros. Tais agentes terapêuticos incluem, porém não estão limitados a, inibidores de topoisomerase I; outros anticorpos (rituxi-mab, bevacizumab, trastuzumab, anticorpo anti-IGF 1R [por exemplo, CP-751,871], anticorpo anti-CD40 [por exemplo, CP-870,893], e similares); os agentes quimioterapêuticos tal como, porém não-limitado a, imatinib (GLEE-VEC), SU11248 (SUTENT; sunitinib), SU12662, SU14813; BAY 43-9006, AG-013736 (axitinib), agentes de estimulação de receptor tipo pedágio (por exemplo, agonista de TLR-9; tal como, porém não-limitado a, CPG-7909, também referido como PF03512676 ou PROMUNE), inibidores de indolea-mina-2,3,-dioxigenase (IDO); moduladores de receptor de estrogênio seletivos (SERMs; por exemplo, lasofoxifeno); taxanos; vinca alcalóides; temozo- lomida; inibidores de angiogênese; inibidores de EGFR; inibidores de VEGF; inibidores de receptor de erbB2; os agentes antiproliferativos (por exemplo, inibidores de farnesil proteína transferase, e inibidores de ανβ3, inibidores de ανβ5, inibidores de p53, e similares); imunomoduladores; modificadores de resposta biológica; citocinas; vacinas de tumor; antígenos de tumor específi-25 co; vacinas de tumor com base em proteína de choque térmica; terapias de célula-tronco e dendríticas; agentes de alquilação; antagonistas de folato; antagonistas de pirimidina; antibióticos de antraciclina; compostos de platina; moléculas co-estimuladoras imunes (por exemplo, CD4, CD25, PD-1, B7-H3, 4-1 BB, 0X40, ICOS1 CD30, HLA-DR, MHCII1 e LFA), e anticorpos agonistas também; entre muitos outros.
Em uma modalidade, os métodos da invenção podem ser também combinados com transplantação, por exemplo, transplantação de célu- la-tronco, para fornecer um benefício terapêutico a um paciente aflito com câncer de mama. A transplantação de célula-tronco pode ser realizada de acordo com os métodos conhecidos na técnica e pode ser transplantação de célula-tronco alogenéica ou autóloga. Adicionalmente, alguém versado na técnica apreciaria, com base na descrição fornecida aqui, que a transplantação abrangesse transferência adotiva de linfócitos, ou autólogos ou obtidos de um doador combinado com HLA. Onde o método compreende o transplante de célula-tronco, a primeira dose da combinação de agente de terapia do anticorpo-AI pode ser administrada após o sistema imune do mamífero ter se recuperado da transplantação, por exemplo, no período de um a 12 meses pós-transplantação. Em certas modalidades, a primeira dose é administrada no período de um a três, ou um a quatro meses pós-transplantação. Os métodos de transplante descrevem muitos tratados, incluindo Appelbaum em Harrison's Principies of Internai Medicine , Capítulo 14, Braunwald e similares, Eds., 15° ed., McGraw-HiII Professional (2001), que está desse modo incorporado aqui por referência.
Como apontado previamente aqui, há muitos agentes quimiote-rapêuticos atualmente disponíveis para o tratamento de tumores que são adequados para uso na terapia de combinação da presente invenção. Por exemplo, os agentes de alquilação são uma classe de fármacos que alqui-Iam o DNA, restringindo o desenrolamento e replicação das cepas. O agente de alquilação para uso nos métodos da presente invenção é ciclofosfamida (CYTOXAN).
Os antagonistas de folato ligam-se a diidrofolato reductase (DHFR) e interferem com a síntese de pirimidina (timidina). Metotrexato e peme-trexed (ALIMTA) são antagonistas de folato adequados para uso nos métodos da presente invenção. Além de DHFR, pemetrexed também inibe a timi-dilato sintase e formila de ribonucleotídeo de glicinamida transferase, duas outras enzimas dependentes de folato envolvidas em síntese de timidina.
Os antagonistas de pirimidina inibem as enzimas envolvidas em síntese de pirimidina. Como análogos de pirimidina, eles também interferem com a produção de DNA competindo-se com os nucleotídeos normais para incorporação na molécula de DNA. Os antagonistas de pirimidina adequados para uso nos métodos da presente invenção incluem 5-fluorouracila (5-FU); capecitabina (XELODA), um pró-fármaco de 5'-deóxi-5-fluorouridina (5-FDUR) que é enzimaticamente convertido para 5-FU in vivo; e gencitabina (GEMZAR).
Os antibióticos de antraciclina inibem o desenrolamento de DNA por intercalação entre as cepas de DNA. Os antibióticos de antraciclina incluem cloridrato de doxorubicina (ADRIAMYCIN), cloridrato de epirubicina (ELLENCE, PHARMORUBICIN), daunorubicina (CERUBIDINE, DAUNOXOME), e cloridrato de idarubicina (IDAMYCIN PFS, ZAVEDOS). As antraci-clinas preferidas para uso com a presente invenção incluem doxorubicina e epirubicina.
Os compostos de platina exercem seu efeito antineoplásico por intercalação entre as cepas de DNA, o que inibe o desenrolamento do DNA. Os compostos de platina úteis nos métodos da presente invenção incluem cisplatina (PLATINOL), oxaliplatina (ELOXATIN), e carboplatina (PARAPLA-TIN).
Os taxanos promovem a montagem de microtúbulos ao mesmo tempo em que inibindo sua desmontagem em tubulina, desse modo bloqueando uma capacidade da célula de decompor o fuso mitótico durante a mito-se. Eles demonstraram atividade significante contra muitos tumores sólidos como terapia de agente único e em combinação com outros agentes de quimioterapia. Uma modalidade da terapia de combinação da presente invenção inclui o uso de um ou mais taxanos em combinação com um anticorpo de IGF-1R. Os taxanos adequados para uso em combinação com o anticorpo de IGF-1R incluem docetaxel (TAXOTERE) e paclitaxel (TAXOL).
Os derivados de taxano que podem ser ativos em células resistentes a doxorubicina, vinblastina, paclitaxel, docetaxel, e similares, incluem XRP-9981 (Sanofi Aventis), e são abrangidos na invenção.
Os vinca alcalóides, tipo taxanos, são "venenos fuso," atuando nos microtúbulos que formam o fuso mitótico. Eles inibem a mitose interfe-rindo-se com a montagem de microtúbulo, impedindo o fuso de ser formado. Os vinca alcalóides incluem vindesina (ELDISINE), sulfato de vinblastina (VELBAN), sulfato de vincristina (ONCOVIN) e tartarato de vinorelbina (NA-VELBINE). Um vinca alcalóide preferido para uso nos métodos da presente invenção é vinorelbina.
BMS-247550 (ixabepilona) promove a polimerização de tubulina e estabilização de microtúbulo, desse modo detendo as células na fase G2-M e induzindo a apoptose de célula de tumor. Este agente demonstra atividade contra as células resistentes ao taxano.
Os análogos de rapamicina, que ligam e inibem o mamífero-alvo de rapamicina (mTOR), são também úteis e incluem, entre similares, CCI-779 (temsirolimus; Wyeth) e RAD-001 (everolimus, CERTICAN; Novartis).
Os análogos de camptotecina agem através da inibição de topoi-somerase I, uma enzima crítica para replicação e empacotamento de DNA. Os níveis de topoisomerase I são mais altos em células de tumor do que em tecido normal. Um análogo de camptotecina útil nos métodos da presente invenção é irinotecan (CAMPTOSAR).
Em certas modalidades da invenção, os métodos descritos acima são combinados com uma vacina de câncer. Vide, por exemplo, Oh e similares, Câncer Res. 64:2610-2618 (2004) (epítopos de TARP e câncer de mama); Kontani e similares, Int J Molec Med 12:493-502 (2003) (vacina de célula dendrítica alvejando mucina de MUC1); Holmberg & Sandmaier Ex-pert Rev Vaccines 3:269-277 (2004) (vacinação para câncer de mama ou de ovário). Isto é, as vacinas úteis podem ser, sem limitação, aquelas compreendidas de antígenos associados ao câncer de mama (por exemplo, HER-2/neu, gamaglobina, proteína associada ao tumor de próstata e mama [TARP], MUC1, CEA, sialil-Tn e similares antígenos de carboidrato), outros antígenos associados ao câncer de tumor (por exemplo, p53, telomerase), anticorpos antiidiótipo tal como 11D10, bem como vacinas que compreendem GM-CSF, o DNA e vacinas com base em célula, vacinas de células dendríticas, vacinas viróticas recombinantes (por exemplo, vírus de vacínia), e vacinas de proteína de choque térmico (HSP) (por exemplo, HSPPC-96; Antigenics Inc.). As vacinas úteis também incluem vacinas de tumor, tal co- mo aquelas formadas de células de tumor da mama; e podem ser autólogas ou alogênicas, e as vacinas podem ser com base em célula, peptídeo, ou DNA.
As vacinas podem ser administradas antes, ou subseqüente a administração da combinação de anticorpo- inibidor de aromatase, e quando a quimioterapia é parte do regime, uma vacina pode ser administrada antes da quimioterapia. Em certas modalidades, a combinação de anticorpo- inibidor de aromatase da invenção também pode ser administrada antes da quimioterapia. Em ainda outras modalidades, o tratamento pode ser combinado com transplante de célula-tronco. Isto é, a combinação de anticorpo- inibidor de aromatase pode ser administrada antes ou depois do transplante de célu-la-tronco. A vacina também pode ser administrada antes ou depois da trans-plantação de célula-tronco e, em certas modalidades, concomitantemente com o anticorpo.
Os tratamentos descritos acima também podem ser empregados com inibidores de transdução de sinal, tal como agentes que podem inibir respostas de EGFR (receptor de fator de crescimento epidérmico), tal como anticorpos de EGFR, anticorpos de EGF, e moléculas que são inibidores de EGFR; inibidores de VEGF (fator de crescimento endotelial vascular), tal como receptores de VEGF e moléculas que podem inibir VEGF; e inibidores de receptor de erbB2 (HER2), tal como moléculas ou anticorpos orgânicos que se ligam ao receptor de erbB2, por exemplo, trastuzumab (HERCEPTIN, Genentech, Inc., São Francisco, CA), e pertuzumab (2C4, OMNITARG; Ge-nentech) que é um o inibidor de dimerização HER (HDI).
Os inibidores de EGFR são descritos, por exemplo, nas Publica- ções de Patente Internacional Nos. WO 95/19970, WO 98/14451, WO 98/02434, e Patente dos Estados Unidos n° 5.747.498, e tais substâncias podem ser empregadas na presente invenção como descrito aqui. Os agentes de inibição de EGFR incluem, porém não estão limitados, aos anticorpos monoclonais C225, anti-EGFR 22Mab (ImCIone System Inc., Nova Iorque, NY), e ABX-EGF (Abgenix Inc., remont, CA), os compostos ZD-1839 (Astra-Zeneca), BIBX-1382 (Boehringer Ingelheim), MDX-447 (Medarex1Inc., An- nandale, NJ), e OLX-103 (Merck & Co., Whitehouse Station1 NJ), VRCTC-310 (Ventech Research) e toxina de fusão de EGF (Seragen Inc., Hopkinton1 MA). Estes e similares agentes de inibição de EGFR podem ser empregados na presente invenção.
Os compostos voltados à inibição de tirosina cinase (TK) de receptor de fator de crescimento epidérmico (EGFR) representam uma classe relativamente nova de fármacos antineoplásicos que são úteis no método da presente invenção. Muitos cânceres humanos expressam membros da família de EGFR na superfície de célula. Quando um ligando liga-se ao EGFR, ele provoca uma cascata de reações celulares que resultam em divisão de célula aumentada e influencia outros aspectos do desenvolvimento e progressão de câncer, incluindo angiogênese, expansão metastática, e inibição de apoptose. Os inibidores de EGFR-TK podem seletivamente alvejar um dos membros da família de EGFR (EGFR (também conhecido como HER1 ou ErbB-1), HER2/neu (também conhecido como ErbB-2), HER3 (também conhecido como ErbB-3), ou HER4 (também conhecido como ErbB-4)), ou pode alvejar dois ou mais deles. Os inibidores de EGFR-TK adequados para uso na presente invenção incluem gefitinib (IRESSA), erlotinib (TARCEVA), CI-1033 (Pfizer), GW2016 (GIaxoSmithKIine), EKB-569 (Wyeth), PKI-166 (Novartis), CP-724,714 (Pfizer), e BIBX-1382 (Boeringer-lngelheim). Os inibidores de EGFR-TK adicionais são descritos na Patente dos Estados Unidos n° 6.890.924.
Os inibidores de VEGF, por exemplo, SU-5416, SU-6668, SU-11248, SU-12662, SU-14813 (Sugen Inc., São Francisco, CA), bem como AG-013736 (Pfizer) também podem ser empregados em combinação com o anticorpo. Os inibidores de VEGF são descritos, por exemplo, no Pedido de Patente Internacional n° PCT/IB99/00797 (depositado em 3 de maio de 1999), Publicações de Patente Internacional Nos. WO 99/24440; WO 95/21613; WO 99/61422; WO 98/50356; WO 99/10349; WO 97/32856; WO 97/22596; WO 98/54093; WO 98/02438; WO 99/16755; WO 98/02437; Patente dos Estados Unidos Nos. 5.834.504; 5.883.113; 5.886.020; e 5.792.783. Outros exemplos de alguns inibidores de VEGF específicos úteis na presente invenção são IM862 (o Cytran Inc., Kirkland1 WA); anticorpo de IMC-1C11 Imclone, anticorpo monoclonal anti-VEGF de Genentech, Inc., São Francisco, CA; e angiozima, uma ribozima sintética de Ribozima (Boul-der, CO) e Chiron (Emeryville, CA).
Os inibidores de receptor ErbB2, tal como GW-282974, GW- 572016 (Iapatinib) (Glaxo pie de Wellcome), e os anticorpos monoclonais AR-209 (Aronex Pharmaceuticals Inc., Woodlands, TX), trastuzumab (HER-CEPTIN; Genentech, Inc., São Francisco, CA), pertuzumab (OMNITARG; 2C4; Genentech, um inibidor de dimerização de HER2 HDI), e 2B-1 (Chiron)1 podem ser combinados com a terapia de combinação de anticorpo- inibidor de aromatase. Outros inibidores de receptor de erbB2 são descritos, por e-xemplo, nas Publicações de Patente Internacional Nos. WO 98/02434; WO 99/35146; WO 99/35132; WO 98/02437; WO 97/13760; WO 95/19970; as Patente U.S. Nos. 5.587.458, e 5.877.305. Os inibidores de receptor de ErbB2 úteis na presente invenção também são descritos em EP1029853 (publicado em 23 de agosto de 2000) e na Publicação de Patente Internacional n0 WO 00/44728, (publicada em 3 de agosto de 2000). Os compostos de inibidor de receptor de erbB2 e substância descrita nos pedidos PCT a-cima mencionados, Patente U.S., e pedidos provisionais dos estados Unidos, bem como outros compostos e substâncias que inibem o receptor de erbB2, podem ser empregados com a combinação de inibidor de aromatase e anticorpo de acordo com a presente invenção.
Os tratamentos da invenção também são empregados com outros agentes úteis no tratamento de câncer ou crescimento de célula anormal, incluindo, porém não-limitado a outros agentes capazes de realçar as respostas imunes antitumor, tal como anticorpos de CTLA4 adicionais, diferentes, e similares agentes também capazes de bloquear CTLA4; e agentes anti-proliferativos tal como inibidores de farnesil proteína transferase, e inibidores de ανβ3, tal como anticorpo de ανβ3 VITAXIN, inibidores de ανβ5, inibidores de p53, e similares.
Onde o anticorpo da invenção é administrado em combinação com outro agente imunomodulador, o agente imunomodulador pode ser se- lecionado, por exemplo, do grupo que consiste em um ativador de célula dendrítica tal como ligando de CD40 e anticorpos agonistas anti-CD40, bem como realçadores de apresentação de antígeno, realçadores de tropismo de célula T, inibidores de fatores imunossupressores relacionados com tumor, tal como TGF-β (fator de crescimento de transformação beta), e IL-10. Os anticorpos de agonista anti-CD40 preferidos abrangem os anticorpos descritos no Pedido de Patente Internacional n° PCT/US02/36107, depositado em 8 de novembro de 2002, publicado agora como Publicação de Patente Internacional n0 WO 03/040170, e Pedido de Patente dos Estados Unidos n° 10/292.088, depositado em 8 de novembro de 2002, publicado agora como Publicação de Patente dos Estados Unidos n° US2003/0211100, incluindo, porém não-limitado a, um anticorpo que tem a seqüência de aminoácido de cadeia pesada e leve de anticorpo 3.1.1, 3.1.1.H-A78T, 3.1.1H-A78T-V88A-V97A, 3.1.1L-L4M-L83V, 3.1.1 H-A78T-V88A-V97A/3.1.1L-L4M-L83V, 7.1.2, 10.8.3, 15.1.1, 21.2.1, 21.4.1, 22.1.1, 22.1.1H-C109A, 23.5.1, 23.25.1, 23.28.1, 23.28.1 H-D16E, 23.29.1, e 24.2.1.
Os presentes regimes de tratamento também podem ser combinados com anticorpos ou outro Iigandos que inibem o crescimento de tumor ligando-se ao IGF-1R (receptor de fator de crescimento 1 tipo insulina). Os anticorpos anti-IGF-1R específicos que podem ser empregados na presente invenção incluem aqueles descritos no Pedido de Patente Internacional n° PCT/US01/51113, depositado em 20/12/01, e publicado como Publicação de Patente Internacional n° W002/053596, Pedido de Patente Internacional n° PCT/IB2004/002555, depositado em 3 de agosto de 2004, e publicado como Publicação de Patente Internacional n0 WO 2005/016967. Os anticorpos an-ti-IGFR-1R preferidos abrangem um anticorpo que tem a seqüência de aminoácido de cadeia pesada e leve de, por exemplo, anticorpo 2.12.1, 2.13.2, 2.14.3, 3.1.1, 4.9.2 e 4.17.3.
O anticorpo da invenção também pode ser administrado com ci- tocinas tal como IL-2, interferon (por exemplo, IFN -γ, IFN- α, etc.), GM-CSF, IL-12, IL-18, e FLT-3L.
Os regimes de tratamento descritos aqui podem ser combinados com agentes de antiangiogênese, tal como inibidores de MMP-2 (metalopro-teinase matriz 2), inibidores de MMP-9 (metaloproteinase matriz 9), e inibidores de COX-II (ciclooxigenase II), podem ser empregados juntos com o anticorpo no método da invenção. Os exemplos de inibidores de COX-II úteis incluem CELEBREX (celecoxib), valdecoxib, e rofecoxib. Os exemplos de inibidores de metaloproteinase matriz úteis estão descritos nas Publicações de Patente Internacional Nos. WO 96/33172; WO 96/27583; WO 98/07697, WO 98/03516, WO 98/34918, WO 98/34915, WO 98/33768, WO 98/30566, WO 90/05719, WO 99/52910, WO 99/52889, WO 99/29667, Pedidos de Patente Europeu Nos. 780386 (publicado em 25 de junho de 1997), 97304971 (depositado em 8 de julho de 1997), 99308617 (depositado em 29 de outubro de 1999), 606046 (publicado em 13 de julho de 1994), 931788 (publicado em 28 de julho de 1999), 99302232 (depositado em 25 de março de 1999), Pedido Internacional PCT/IB98/01113 (depositado em 21 de julho de 1998), pedido de patente da Grã-Bretanha número 9912961 (depositado em 3 de junho de 1999), Pedido de patente Provisional dos Estados Unidos n° 60/148.464 (depositado em 12 de agosto de 1999), e Patente U.S. Nos. 5.863.949, e 5.861.510.
Os inibidores de MMP-2 e MMP-9 preferidos são aqueles que têm pouca ou nenhuma atividade de inibição de MMP-1. Mais preferidos são aqueles que seletivamente inibem MMP-2 e/ou MMP-9 relativo a outra meta-Ioproteinases matriz (isto é, MMP-1, MMP-3, MMP-4, MMP-5, MMP-6, MMP-7, MMP-8, MMP-10, MMP-11, MMP-12, e MMP-13).
Alguns exemplos específicos de inibidores de MMP úteis na presente invenção são AG-3340, RO 32-3555, RS 13-0830, e as combinações recitadas na seguinte lista:
ácido 3-[[4-(4-fluoro-fenóxi)-benzenossulfonil]-(1- hidroxicarbamoil-ciclopentil)-amino]-propiônico;
hidroxiamida de ácido 3-exo-3-[4-(4-fluoro-fenóxi)-benzenossulfonilamino]-8-oxa-biciclo[3.2.1]octano-3-carboxílico;
hidroxiamida de ácido (2R, 3R) 1-[4-(2-cloro-4-fluoro-benzilóxi)-benzenossulfonil]-3-hidróxi-3-metil-piperidina-2-carboxílico; hidroxiamida de ácido 4-[4-(4-fluoro-fenóxi)-benzenossulfonila-mino]-tetraidro-piran-4-carboxílico;
ácido 3-[[4-(4-fluoro-fenóxi)-benzenossulfonil]-(1-hidroxicarbo-moil-ciclobutil)-amino]-propiônico;
hidroxiamida de ácido 4-[4-(4-cloro-fenóxi)-benzenossulfonilamino]-tetraidro-piran-4-carboxílico;
hidroxiamida de ácido (R) 3-[4-(4-cloro-fenóxi)-benzenossul-fonilamino]-tetraidro-piran-3-carboxílico;
hidroxiamida de ácido (2R, 3R) 1-[4-(4-fluoro-2-metil-benzilóxi)-benzenossulfonil]-3-hidróxi-3-metil-piperidina-2-carboxílico;
ácido 3-[[4-(4-fluoro-fenóxi)-benzenossulfonil]-(1-hidroxicarbo-moil-1 -metil-etil)-amino]-propiônico;
ácido 3-[[4-(4-fluoro-fenóxi)-benzenossulfonil]-(4-hidroxicarbo-moil-tetraidro-piran-4-il)-amino]-propiônico;
hidroxiamida de ácido 3-exo-3-[4-(4-cloro-fenóxi)-benzenossulfonilamino]-8-oxa-biciclo[3.2.1]octano-3-carboxílico;
hidroxiamida de ácido 3-endo-3-[4-(4-fluoro-fenóxi)-benzenossul-fonilamino]-8-oxa-biciclo[3.2.1 ]octano-3-carboxílico;e
hidroxiamida de ácido (R) 3-[4-(4-fluoro-fenóxi)-benzenossulfo-nilamino]-tetraidro-furan-3-carboxílico;
e sais e solvatos farmaceuticamente aceitáveis dos referidos compostos.
A terapia de radiação pode ser administrada de acordo com os métodos de radioterapia bem-conhecidos para tratamento de câncer de mama. A dose e regime para radioterapia podem ser facilmente determinados por alguém versado na técnica e é com base no estágio da doença, e similares fatores bem-conhecidos na técnica.
A co-administração do anticorpo com um inibidor de aromatase (terapia de combinação) abrange a administração de uma composição farmacêutica compreendendo igualmente o anticorpo anti-CTLA4 e um ou mais inibidor(es) de aromatase, e administração de duas ou mais composições farmacêuticas separadas, uma compreendendo o anticorpo anti-CTLA4 e a outra(s) compreendendo o(s) inibidor(es) de aromatase. Além disso, embora a terapia de co-administração ou combinação (conjunto) geralmente signifique que o anticorpo e agentes terapêuticos adicionais são administrados ao mesmo tempo como um outro, ela também abrange dosagens simultâneas, separadas ou seqüenciais dos componentes individuais do tratamento. Adicionalmente, onde um anticorpo é administrado intravenosamente e o inibidor de aromatase é administrado oralmente (por exemplo, exemestano), é entendido que sua combinação é preferivelmente administrada como duas composições farmacêuticas separadas. A presente invenção também abrange a administração de simila-
res agentes terapêuticos além do primeiro e segundo componente, ou con-correntemente com um ou mais desses componentes, ou seqüencialmente antes e/ou depois. Tais agentes terapêuticos incluem vacinas de câncer, a-gentes antivasculares, agentes antiproliferativos, e os agentes paliativos pa- ra fornecer cuidado de suporte, tal como, porém não-limitado a, analgésicos, agentes antieméticos, agentes antidiarréicos, e esteróides. Os agentes anti-eméticos preferidos incluem cloridrato de ondansetron, cloridrato de granise-tron, e metoclopramida. O agentes antidiarréicos preferidos incluem difenoxi-Iato e atropina (LOMOTIL), Ioperamida (IMMODIUM), octreotida (SANDOS- TATIN), olsalazina (DIPENTUM), e mesalamina (ASACOL). Os esteróides preferidos incluem a budesonida de esteróide não-absorvível (ENTOCORT), e os esteróides para dexametasona (DECADRAN) e prednisona (METI-CORTEN) de administração sistêmica.
Cada administração pode variar em sua duração de uma admi- nistração rápida a uma perfusão contínua. Como um resultado, para o propósito da presente invenção, as combinações não estão exclusivamente limitadas àquelas que são obtidas por associação física dos constituintes, porém também àquelas que permitem uma administração separada, que pode ser simultânea ou espaçada durante um período de tempo. As composições de acordo com a invenção são preferivelmente composições que podem ser administradas parentalmente. Entretanto, estas composições podem ser administradas oralmente ou intraperitonealmente no caso de terapias regio- nais localizadas.
Como será apreciado por alguém de experiência na técnica, a escolha de agentes terapêuticos a serem empregados, em combinação com terapia de combinação de inibidor de aromatase e anticorpos anti-CTLA4, e a duração do seu uso, serão determinados em parte pelo tipo e estágio do câncer que está sendo tratado. Por exemplo, em câncer de mama precoce (onde o câncer não se propagou para fora da mama), a cirurgia e radiação são geralmente seguidas por quimioterapia adjuvante ou terapia hormonal adjuvante, qualquer das quais pode ser combinado com a combinação de inibidor de aromatase- anticorpo anti-CTLA4 nos métodos da presente invenção. A quimioterapia adjuvante típica para o câncer de mama precoce inclui ciclofosfamida, metotrexato e 5-FU ("CMF"); 5-FU, doxorrubicina, e ci-clofosfamida ("FAC"); docetaxel, doxorrubicina, e ciclofosfamida ("TAC"); doxorrubicina e ciclofosfamida ("AC"); doxorrubicina e ciclofosfamida seguidos por paclitaxel ("AC e T"); e 5-FU, epirrubicina, e ciclofosfamida ("FEC"). Como descrito previamente em outro lugar aqui, tamoxifeno é um tratamento anti-hormonal administrado neste estágio. Desse modo, a combinação de anticorpo- inibidor de aromatase pode ser administrada em combinação com terapia hormonal adicional (por exemplo, outro inibidor de aromatase, tamoxifen, fulvestrant, ou qualquer combinação dos mesmos), e tal combinação pode ser co-administrada em combinação com uma terapia de quimioterapia adjuvante (por exemplo, CMF, FAC, TAC, AC1 AC e T, e/ou FEC, ou os a-gentes quimioterapêuticos podem ser administrados individualmente em combinação com a combinação de anticorpo -inibidor de aromatase, entre similares).
No câncer de mama localmente avançado, onde o câncer se propagou somente para os Iinfonodos ou tecidos próximos, ao paciente é freqüentemente dada quimioterapia antes da cirurgia e radiação, que são então seguidos por terapia hormonal adjuvante. Alternativamente, cirurgia/radiação é seguida por quimioterapia adjuvante, em seguida terapia hormonal adjuvante. A combinação de anticorpo anti-CTLA4- inibidor de aromatase pode ser administrada em conjunto com os agentes de terapia hormo- nal quimioterapêuticos ou adicionais (por exemplo, outro inibidor de aroma-tase, tamoxifen, fulvestrant, ou qualquer combinação destes) se eles forem empregados ou antes ou depois da cirurgia/radiação. Os regimes de quimioterapia típicos para o câncer de mama localmente avançado incluem FAC, AC, FEC1 e doxorrubicina mais docetaxel ("AT").
O câncer de mama metastático se propagou para outras partes do corpo a partir da mama na qual ele começou. A quimioterapia opcionalmente pode ser precedida por terapia hormonal. A terapia hormonal de primeira linha correntemente inclui tamoxifen e anastrozol. Os regimes de quimioterapia de primeira linha incluem FAC, TAC, docetaxel mais epirrubicina, docetaxel, paclitaxel, capecitabina, vinorelbina, e trastuzumab (HERCEP-TIN). Os tratamentos de segunda linha incluem docetaxel, sozinho ou em combinação com capecitabina. Os métodos da presente invenção são adequados para usar ambos como terapia de primeira linha e terapia de segunda linha. Além disso, os métodos da invenção podem ser combinados com terapia de radiação e transplante de célula-tronco, e qualquer combinação de qualquer dos tratamentos descritos aqui, conhecidos na técnica, ou a serem desenvolvidos no futuro.
Em uma modalidade, o agente terapêutico adicional administrado com terapia de anticorpo- inibidor aromatase é um agente de alquilação. Em um aspecto, o agente de alquilação é ciclofosfamida.
Em outra modalidade, o agente adicional é um antagonista de fo-lato. Em um aspecto, o antagonista de folato é selecionado do grupo consistindo em metotrexato e pemetrexed.
Em uma modalidade da invenção, o agente adicional é um antagonista de pirimidina. O análogo de pirimidina pode ser selecionado do grupo consistindo em 5-FU, capecitabina, e gencitabina.
Em outra modalidade da presente invenção, o agente adicional é um antibiótico de antraciclina. Em um aspecto, o antibiótico de antraciclina é selecionado do grupo consistido em epirrubicina e doxorrubicina. Em um outro aspecto, o antibiótico de antracilina é doxorrubicina.
Em outra modalidade da invenção, o agente adicional é um composto de platina. O composto de platina pode ser selecionado do grupo consistindo em cisplatina e carboplatina.
Em ainda outra modalidade da invenção, o agente adicional é um taxano. Em um aspecto, o taxano é docetaxel. Em outro aspecto, o taxa- no é paclitaxel.
Em uma modalidade da presente invenção, a combinação de anticorpo anti-CTLA4 e inibidor de aromatase é administrada com docetaxel em combinação adicional com pelo menos um dos capecitabina, cisplatina, gencitabina, e epirrubicina. Em uma modalidade da invenção, a combinação de anti-CTLA4
e inibidor de aromatase é administrada em combinação adicional com paclitaxel e um agente adicional selecionado do grupo consistindo em carboplatina, cisplatina, e gencitabina. Em um aspecto, o agente adicional é carboplatina.
Em outra modalidade, a combinação de anti-CTLA4 e inibidor de aromatase é administrada com um agente adicional onde o agente adicional é um vinca alcalóide. Em um aspecto, o vinca alcalóide é vinorelbina.
Em uma modalidade da invenção, o agente adicional administrado com a combinação de anticorpo- inibidor de aromatase é um análogo de camptotecina. Em um aspecto, o análogo de camptotecina é irinotecan.
Em outra modalidade, o agente adicional é um inibidor de EGFR.
Em uma modalidade da invenção, o agente adicional é um inibidor de erbB2. Em um aspecto, o inibidor de erbB2 é selecionado de trastu-zumab e pertuzumab. Em ainda outro aspecto, o inibidor de erbB2 é trastu- zumab (HERCEPTIN).
Em uma modalidade da invenção, a combinação de anti-CTLA4 e inibidor de aromatase é administrada em combinação adicional com uma combinação compreendendo 5-FU, doxorrubicina, e ciclofosfamida.
Em outra modalidade da presente invenção, a combinação de anti-CTLA4 e inibidor de aromatase é administrada em combinação adicional com uma combinação compreendendo docetaxel, doxorrubicina, e ciclofosfamida. Os métodos da presente invenção também referem-se ao tratamento de câncer em um mamífero, preferivelmente um humano, o qual tenha passado por transplantação de células-tronco, cujos métodos compreendem administrar ao mamífero uma quantidade de um anticorpo antiCTLA4 humano que é eficaz no tratamento de câncer em combinação com um inibidor de aromatase em combinação adicional com transplantação de célula-tronco. A transplantação de célula pode ser transplantação de célula-tronco alogênica ou autóloga, e mais preferivelmente, o inibidor de aromatase é exemestano. Onde o método compreende transplante de célula-tronco, a primeira dose da combinação de anticorpo- inibidor aromatase pode ser administrada depois que o sistema imune do mamífero tenha se recuperado da transplantação, por exemplo, no período de um a 12 meses pós-transplantação. Em certas modalidades, a primeira dose é administrada no período de um a três, ou um a quatro meses pós-transplantação. O paciente pode passar por tratamento(s) preparatório(s) de transplantação de célula-tronco.
VI. Composições Farmacêuticas
A invenção abrange a preparação e uso de composições farmacêuticas compreendendo um anticorpo anti-CTLA4 humano da invenção como um ingrediente ativo em combinação com um inibidor de aromatase, preferivelmente, um inibidor de aromatase esteroidal, e ainda mais preferivelmente, o inibidor de aromatase é exemestano. Uma tal composição farmacêutica pode consistir em cada ingrediente ativo somente, como uma combinação de pelo menos um ingrediente ativo (por exemplo, uma dose eficaz de um anti-CTLA4, uma dose eficaz de um inibidor de aromatase) de uma forma adequada para administração a um indivíduo, ou a composição farmacêutica pode compreender o ingrediente ativo e um ou mais veículos farmaceuticamente aceitáveis, um ou mais ingredientes adicionais (ativo e/ou inativo), ou algumas combinações destes.
Em uma modalidade, o anticorpo é administrado parenteralmen- te (por exemplo, intravenosamente) em uma solução aquosa ao mesmo tempo em que o inibidor de aromatase (por exemplo, exemestano) é admi- nistrado oralmente na forma de pílula/cápsula. Entretanto, o técnico versado entenderia, com base na descrição fornecida aqui, que a invenção não está limitada a estas, ou qualquer outra, formulações, doses, rotinas de administração, e similares. De preferência, a invenção abrange qualquer formulação ou método de administrar um anticorpo em combinação com um inibidor de aromatase, incluindo, porém não-limitado a, administração de cada agente separadamente em uma formulação diferente por uma rotina diferente de administração, e administração do anticorpo e inibidor de aromatase em uma composição única (por exemplo, em uma composição aquosa administrada, inter alia, i.v.), entre muitos outros. Desse modo, a seguinte descrição descreve várias formulações para praticar os métodos da invenção compreendendo a administração de qualquer anticorpo anti-CTLA4 em combinação com qualquer inibidor de aromatase, porém a invenção não está limitada a estas formulações, porém compreende qualquer formulação como pode ser facilmente determinado por alguém versado na técnica uma vez que equipado com os ensinamentos fornecidos aqui para uso nos métodos da invenção.
Os anticorpos empregados na invenção podem ser incorporados em composições farmacêuticas adequadas para administração a um indivíduo. Tipicamente, a composição farmacêutica compreende o anticorpo e um portador farmaceuticamente aceitável. Como empregado aqui, "portador farmaceuticamente aceitável" inclui qualquer e todos os solventes, meios de dispersão, revestimentos, agentes antibacterianos e antifúngicos, agentes de retardamento de absorção e isotônicos, e similares que são fisiologicamente compatíveis. Os exemplos de veículos farmaceuticamente aceitáveis incluem um ou mais de água, solução salina, salina tamponada de fosfato, dex-trose, glicerol, etanol e similares, bem como combinações destes. Em muitos casos, será preferível incluir os agentes isotônicos, por exemplo, açúcares, poliálcoois tal como manitol, sorbitol, ou cloreto de sódio na composição. As substâncias farmaceuticamente aceitáveis tal como quantidades menores ou umidificantes de substâncias auxiliares tal como agentes emulsificantes ou umidificantes, conservantes ou tampões, que realçam a vida de prateleira ou eficácia do anticorpo ou porção de anticorpo.
Os anticorpos podem estar em uma variedade de formas. Estes incluem, por exemplo, as formas de dosagem líquida, sólidas e semi-sólidas, tal como soluções líquidas (por exemplo, soluções injetáveis e infusíveis), dispersões ou suspensões, comprimido, pílulas, pó, Iipossomas e supositó-rios. A forma preferida depende do modo pretendido de administração e a -plicação terapêutica. As composições preferidas típicas estão na forma de soluções infusíveis ou injetáveis, tal como composições similares àquelas empregadas para imunização passiva de humanos com outros anticorpos. O modo preferido de administração é parenteral (por exemplo, intravenoso, subcutâneo, intraperitoneal, intramuscular). Em uma modalidade preferida, o anticorpo é administrado por infusão ou injeção intravenosa. Em outra modalidade preferida, o anticorpo é administrado por injeção intramuscular ou subcutânea.
As composições terapêuticas tipicamente devem ser estéreis e estáveis sob as condições de fabricação e armazenamento. A composição pode ser formulada como uma solução, microemulsão, dispersão, Iiposso-ma, ou outra estrutura ordenada adequada para concentração de fármaco alta. As soluções injetáveis estéreis podem ser preparadas por incorporação de anticorpo na quantidade requerida em um solvente apropriado com um ou uma combinação de ingredientes enumerados acima, como requerido, seguido por esterilização filtrada. Geralmente, as dispersões são preparadas por incorporação do composto ativo em um veículo estéril que contém um meio de dispersão básico e os outros ingredientes requeridos desses enumerados acima. No caso de pó estéril para a preparação de soluções injetáveis estéreis, os métodos preferidos de preparação são secagem à vácuo e liofilização que produz um pó do ingrediente ativo mais qualquer ingrediente desejado adicional de uma solução filtrada previamente estéril. A fluidez a-propriada de uma solução pode ser mantida, por exemplo, pelo uso de um revestimento tal como lecitina, pela manutenção do tamanho de partícula requerido no caso de dispersão e pelo uso do tensoativos. A absorção prolongada de composições injetáveis pode ser realizada incluindo-se na composi- ção um agente que retarda a absorção, por exemplo, sais de monoestearato e gelatina.
Os anticorpos podem ser administrados por uma variedade de métodos conhecidos na técnica, incluindo, sem limitação, oral, parenteral, mucosal, por inalação, tópico, bucal, nasal, e retal. Para muitas aplicações terapêuticas, a rotina / modo preferido de administração é subcutâneo, in-tramuscular, intravenoso ou infusão. A injeção sem agulha pode ser empregada, se desejou. Como será apreciado pelo técnico versado, o modo e/ou de rotina de administração variará, dependendo dos resultados desejados. Em certas modalidades, o anticorpo pode ser preparado com um
portador que protegerá o composto contra liberação rápida, tal como uma formulação de liberação controlada, incluindo implantes, emplastros trans-dérmicos, e sistemas de liberação de microencapsulado. Os polímeros biodegradáveis, biocompativeis podem ser empregados, tal como acetato de vinila de etileno, polianidretos, ácido de poliglicólico, colágeno, poliortoéste-res, e ácido polilático. Muitos métodos para a preparação de tais formulações são patenteados ou geralmente conhecidos por aqueles versados na técnica. Vide,, por exemplo, Sustained and Controlled Release Drug Delivery Systems, J., R. Robinson, ed., Mareei Dekker, Inc., Nova York (1978). Os regimes de dosagem podem ser ajustados para fornecer a
resposta desejada ideal. Por exemplo, um bolo único pode ser administrado, várias doses divididas podem ser administradas com o passar do tempo ou a dose pode ser proporcionalmente reduzida ou aumentada como indicado pelas exigências da situação terapêutica. É especialmente vantajoso formular as composições parenterais na forma de unidade de dosagem para facilitar a administração e uniformidade da dosagem. A forma de unidade de dosagem como empregado aqui refere-se às unidades fisicamente discretas adequadas como dosagens unitárias para os indivíduos mamíferos a serem tratados; cada unidade contém uma quantidade predeterminada de composto a- tivo calculado para produzir o efeito terapêutico desejado em associação com o portador farmacêutico requerido. A especificação para as formas de unidade de dosagem da invenção é ditada por e diretamente dependente (a) das características únicas do anticorpo e do efeito terapêutico ou profilático particular a ser obtido, e (b) das limitações inerentes na técnica de técnica de composição de um tal composto ativo para o tratamento de sensibilidade em indivíduos.
Será observado que os valores de dosagem podem variar com o tipo e severidade da condição a ser aliviada, e pode incluir doses únicas ou múltiplas. É para ser também entendido que para qualquer indivíduo particular, os regimes de dosagem específicos devem ser ajustados com o passar do tempo de acordo com a necessidade individual e o julgamento profissional da pessoa administrando ou supervisionando a administração das composições, e que as faixas de dosagem apresentadas aqui são exemplares somente e não é pretendido para limitar o escopo ou prática da composição reivindicada.
Em uma modalidade, o anticorpo é administrado em uma formulação intravenosa como uma solução aquosa estéril contendo 5 mg/m, ou mais preferivelmente, cerca de 10 mg/ml, ou ainda mais preferivelmente, cerca de 15 mg/ml, ou ainda mais preferivelmente, cerca de 20 mg/ml de anticorpo, com acetato de sódio, polissorbato 80, e cloreto de sódio em um pH variando de cerca de 5 a 6. Preferivelmente, a formulação intravenosa é uma solução aquosa estéril contendo 5 ou 10 mg/ml de anticorpo, com 20 mM de acetato de sódio, 0,2 mg/ml de polissorbato 80, e 140 mM de cloreto de sódio a pH 5,5. Além disso, uma solução compreendendo um anticorpo anti-CTLA4 pode compreender, entre muitos outros compostos, histidina, mani-tol, sacarose, trealose, glicina, poli(etileno) glicol, EDTA, metionina, e qualquer combinação destes, e muitos outros compostos conhecidos na técnica relevante.
Em uma modalidade, parte da dose é administrada por um bolo intravenoso e o resto por infusão da formulação de anticorpo. Por exemplo, uma injeção intravenosa de 0,01 mg/kg do anticorpo podem ser dada como um bolo, e o resto de uma dose de anticorpo predeterminada pode ser administrado por injeção intravenosa. Uma dose predeterminada do anticorpo pode ser administrada, por exemplo, durante um período de uma hora e meia a duas horas a cinco horas.
Com respeito a um inibidor de aromatase, o inibidor pode estar presente na composição farmacêutica na forma de um éster ou sal fisiologi-camente aceitável, tal com em combinação com um cátion ou ânion fisiologicamente aceitável, como é bem-conhecido na técnica.
As formulações das composições farmacêuticas descritas aqui podem ser preparadas por qualquer método conhecido ou desenvolvido mais adiante na técnica de farmacologia. Em geral, tais métodos preparatórios incluem a etapa de levar o ingrediente ativo em associação com um portador ou um ou mais outros ingredientes acessórios, e então, se necessário ou desejável, moldar ou empacotar o produto em uma unidade de dose múltipla ou única desejada.
As composições farmacêuticas que são úteis nos métodos da invenção podem ser preparadas, empacotadas, ou vendidas em formulações adequadas para administração oral, retal, vaginal, parenteral, tópica, pulmonar, intranasal, bucal, oftálmica, ou outra rotina de administração. Outras formulações contempladas incluem nanopartículas projetadas, preparações lipossômicas, eritrócitos re-selados contendo o ingrediente ativo, e formulações imunologicamente baseadas.
Uma composição farmacêutica da invenção pode ser preparada, empacotada, ou vendida em volume, como uma dose de unidade única, ou como uma pluralidade de doses de unidade única. Como empregado aqui, uma "dose de unidade" é quantidade discreta da composição farmacêutica compreendendo uma quantidade predeterminada do ingrediente ativo. A quantidade do ingrediente ativo é geralmente igual à dosagem do ingrediente ativo que seria administrada a um indivíduo ou uma fração conveniente de uma tal dosagem, por exemplo, uma metade ou um terço de uma tal dosagem.
As quantidades relativas do ingrediente ativo, o portador farmaceuticamente aceitável, e qualquer ingrediente adicional em uma composição farmacêutica da invenção variarão, dependendo da identidade, tamanho, e condição do indivíduo tratado e também dependendo da rotina pela qual a composição deve ser administrada. Através de exemplo, a composição pode compreender entre 0,1% e 100% (peso/peso) de ingrediente ativo.
Além disso do ingrediente ativo, uma composição farmacêutica da invenção pode também compreender um ou mais agentes farmaceuticamente ativos adicionais. Os agentes adicionais particularmente contemplados incluem agentes antieméticos, antidiarréicos, quimioterapêuticos, citoci-nas, e similares.
As formulações de liberação controlada ou prolongada de uma composição farmacêutica da invenção podem ser feitas empregando tecnologia convencional.
Uma formulação de uma composição farmacêutica da invenção adequada para administração oral pode ser preparada, empacotada, ou vendida na forma de uma unidade de dose sólida discreta incluindo, porém não-limitada a, um comprimido, uma cápsula dura ou macia, um selo, um trocisco, ou uma pastilha, cada contendo uma quantidade predeterminada do ingrediente ativo. As outras formulações adequadas para administração oral incluem, porem não estão limitadas a, uma formulação em pó ou granu-lar, uma suspensão aquosa ou oleosa, uma solução aquosa ou oleosa, ou uma emulsão.
Como empregado aqui, um líquido "oleoso" é um que compre- ende uma molécula líquida contendo carbono e que exibe um caráter menos polar do que a água.
Um comprimido compreendendo o ingrediente ativo pode, por exemplo, ser feito por prensagem ou moldagem do ingrediente ativo, opcionalmente com um ou mais ingredientes adicionais. Os comprimidos prensados podem ser preparados por prensagem, em um dispositivo adequado, o ingrediente ativo em uma forma de fluxo livre tal como uma preparação em pó ou granular, opcionalmente misturado com um ou mais de um aglutinan-te, um lubrificante, um excipiente, um agente tensoativo, e um agente de dispersão. Os comprimidos moldados podem ser feitos por moldagem, em um dispositivo adequado, uma mistura do ingrediente ativo, um portador farmaceuticamente aceitável, e pelo menos líquido suficiente para umedecer a mistura.
Os excipientes farmaceuticamente aceitáveis empregados na fabricação de comprimidos incluem, porém não estão limitados a, diluentes inertes, agentes de granulação e desintegração, agentes aglutinantes, e a - gentes lubrificantes. Os agentes de dispersão conhecidos incluem, porém não estão limitados a, amido de batata e glicolato de amido de sódio. Os a-gentes tensoativos conhecidos incluem, porém não estão limitados a, sulfato de Iaurila de sódio. Os diluentes conhecidos incluem, porém não estão limitados a, carbonato de cálcio, carbonato de sódio, lactose, celulose microcris- talina, fosfato de cálcio, fosfato de hidrogênio de cálcio, e fosfato de sódio. Os agentes de granulação e desintegrantes conhecidos incluem, porém não estão limitados a, amido de milho e ácido algínico. Os agentes aglutinantes conhecidos incluem, porém não estão limitados a, gelatina, acácia, amido de milho pré-gelatinizado, polivinilpirrolidona, e metilcelulose de hidroxipropila. Os agentes lubrificantes conhecidos incluem, porém não estão limitados a, estearato de magnésio, ácido esteárico, sílica, e talco.
Os comprimidos podem ser não revestidos ou eles podem ser revestidos empregando métodos conhecidos para obter desintegração retardada no trato gastrointestinal de um indivíduo desse modo fornecendo Iibe- ração prolongada e absorção do ingrediente ativo. Através de exemplo, um material tal como monoestearato de glicerila ou diestearato de glicerila pode ser empregado para revestir os comprimidos. Também através de exemplo, os comprimidos podem ser revestidos empregando métodos descritos nas Patente U.S. Nos. 4.256.108; 4.160.452; e 4.265.874 para formar comprimi- dos de liberação osmoticalmente controlada. Os comprimidos podem também compreender um agente adoçante, agente flavorizante, agente de coloração, um conservante, ou algumas combinações destes a fim de fornecer preparação farmaceuticamente elegante e saborosa.
As cápsulas duras compreendendo o ingrediente ativo podem ser feitas empregando uma composição fisiologicamente degradável, tal como gelatina. Tais cápsulas duras compreendem o ingrediente ativo, e podem também compreender os ingredientes adicionais incluindo, por exemplo, um diluente sólido inerte tal como carbonato de cálcio, fosfato de cálcio, ou caulim.
As cápsulas de gelatina macias compreendendo o ingrediente a-tivo podem ser feitas empregando uma composição fisiologicamente degradável, tal como gelatina. Tais cápsulas macias compreendem o ingrediente ativo, que pode ser misturado com água ou um meio de óleo tal como óleo de amendoim, parafina líquida, ou azeite de oliva.
As formulações líquidas de uma composição farmacêutica da invenção que são adequados para administração oral podem ser preparadas, empacotadas, e vendidas ou na forma líquida ou na forma de um produto seco pretendido para reconstituição com água ou outro veículo adequado antes do uso.
As suspensões líquidas podem ser preparadas empregando métodos convencionais para obter suspensão do ingrediente ativo em um veículo aquoso ou oleoso. Os veículos aquosos incluem, por exemplo, solução salina isotônica e água. Os veículos oleosos incluem, por exemplo, óleo de amêndoa, ésteres oleosos, álcool etílico, óleos vegetais tal como óleo de amendoim, oliva, gergelim, ou coco, óleos vegetais fracionados, e óleos minerais tal como parafina líquida. As suspensões líquidas podem também compreender um ou mais ingredientes adicionais incluindo, porém não-Iimitado aos agentes de suspensão, agentes umectantes ou dispersantes, agentes emulsificantes, demulcentes, conservantes, tampão, sais, flavori-zantes, agentes de coloração, e agentes adoçantes. As suspensões oleosas podem também compreender um agente espessante. Os agentes de suspensão conhecidos incluem, porém nao estão limitados a, xarope de sorbitol, gorduras comestíveis hidrogenadas, alginato de sódio, polivinilpirrolidona, goma de tragacanto, goma acácia, e derivados de celulose tal como carbo-ximetilcelulose de sódio, metilcelulose, metilcelulose de hidroxipropila. Os agentes umectantes ou dispersantes conhecidos incluem, porém não estão limitados a, fosfatídeos de ocorrência natural tal como lecitina, produtos de condensação de um óxido de alquileno com um ácido graxo, com um álcool alifático de cadeia longa, com um éster parcial derivado de um ácido graxo e um hexitol, ou com um éster parcial derivado de um ácido graxo e um ani-dreto de hexitol (por exemplo, estearato de polioxietileno, heptadecaetileno-oxicetanol, monooleato de sorbitol de polioxietileno, e monooleato de sorbi-tan de polioxietileno, respectivamente). Os agentes emulsificantes conhecidos incluem, porém não estão limitados a, Iecitina e acácia. Os conservantes conhecidos incluem, porém não estão limitados a, metila, etila, ou n-propil-para-hidroxibenzoatos, ácido ascórbico, e ácido sórbico. Os agentes adoçantes conhecidos incluem, por exemplo, glicerol, propileno glicol, sorbitol, saca-rose, e sacarina. Os agentes espessantes conhecidos para suspensões oleosas incluem, por exemplo, cera de abelha, parafina dura, e álcool cetílico.
As soluções líquidas do ingrediente ativo em solventes aquosos ou oleosos podem ser preparadas substancialmente da mesma maneira como suspensões líquidas, a diferença principal sendo que o ingrediente ativo é dissolvido, e não suspenso no solvente. As soluções líquidas da composição farmacêutica da invenção podem compreender cada dos componentes descritos com respeito às suspensões líquidas, sendo entendido que os a-gentes de suspensão não necessariamente auxiliarão na dissolução do ingrediente ativo no solvente. Os solventes aquosos incluem, por exemplo, solução salina isotônica e água. Os solventes oleosos incluem, por exemplo, óleo de amêndoa, ésteres oleosos, álcool etílico, óleos vegetais tal como ó-Ieo de amendoim, azeitona, gergelim, ou coco, óleos vegetais fracionado, e óleos minerais tal como parafina liquida.
As formulações em pó e granulares de uma preparação farmacêutica da invenção podem ser preparadas empregando métodos conhecidos. Tais formulações podem ser administradas diretamente a um indivíduo, empregadas, por exemplo, para formar comprimidos, carregar cápsulas, ou preparar uma suspensão aquosa ou oleosa ou solução por adição de um veículo aquoso ou oleoso a isto. Cada destas formulações pode também compreender um ou mais de agente umectante e dispersante, agente de suspensão, e um conservante. Os excipientes adicionais, tal como agentes de carga e umectantes, flavorizantes, ou corantes, podem também ser incluídos nestas formulações. Uma composição farmacêutica da invenção pode também ser preparada, empacotada, ou vendida na forma de emulsão de água em óleo ou uma emulsão de óleo em água. A fase oleosa pode ser um óleo vegetal tal como óleo de azeitona ou amendoim, um óleo mineral tal como parafina líquida, ou uma combinação destes. Tais composições podem também compreender um ou mais agentes emulsificantes tal como gomas de ocorrência natural tal como goma acácia ou goma de tragacanto, fosfatídeos de ocorrência natural tal como fosfatídeo de Iecitina ou soja, ésteres ou ésteres parciais derivados de combinações de ácidos graxos e anidretos de hexitol tal como monooleato de sorbitan, e produtos de condensação de tais ésteres parciais com oxido de etileno tal como monooleato de sorbitan de polioxieti-leno. Estas emulsões podem também conter ingredientes adicionais incluindo, por exemplo, agentes adoçantes ou flavorizantes.
Uma composição farmacêutica da invenção pode ser preparada, empacotada, ou vendida em uma formulação adequada para administração retal. Uma tal composição pode estar na forma de, por exemplo, um suposi-tório, uma preparação de enema de retenção, e uma solução para irrigação colônica ou retal.
As formulações de supositório podem ser feitas por combinação do ingrediente ativo com um excipiente farmaceuticamente aceitável não irritante que é sólido em temperatura ambiente ordinária (isto é, cerca de 20°C) e que é líquido na temperatura retal do indivíduo (isto é, cerca de 37°C em um ser humano saudável). Os excipientes farmaceuticamente aceitáveis a -dequados incluem, porém não estão limitados a, manteiga de cacau, polietiIeno glicóis, e vários glicerídeos. As formulações de supositório podem também compreender vários ingredientes adicionais incluindo, porém não-Iimitados a, antioxidantes e conservantes.
As preparações de enema de retenção ou soluções para irrigação retal ou colônica podem ser feitas por combinação do ingrediente ativo com um portador líquido farmaceuticamente aceitável. Como é bem-conhecido na técnica, as preparações de enema podem ser administradas empregando, e podem ser empacotadas dentro de, um dispositivo de libera- ção adaptado à anatomia retal do indivíduo. As preparações de enema podem também compreender vários ingredientes adicionais incluindo, porém não-limitados a, antioxidantes e conservantes.
Uma composição farmacêutica da invenção pode ser preparada, empacotada, ou vendida em uma formulação adequada para administração vaginal. Uma tal composição pode estar na forma de, por exemplo, um su-positório, um material vaginalmente inserível revestido ou impregnado tal como um tampão, uma preparação de ducha, ou gel ou creme ou uma solução para irrigação vaginal.
Os métodos para impregnação ou revestido de um material com
uma composição química são conhecidos na técnica, e incluem, porém não estão limitados aos métodos de depósito ou ligação de uma composição química sobre uma superfície, métodos de incorporação de uma composição química na estrutura de um material durante a síntese do material (isto é, tal como com um material fisiologicamente degradável), e métodos de absorção de uma solução ou suspensão aquosa ou oleosa em um material absorvente, com ou sem secagem subseqüente.
As preparações de ducha ou soluções para irrigação vaginal podem ser feitas por combinação do ingrediente ativo com um portador líquido farmaceuticamente aceitável. Como são bem-conhecidas na técnica, as preparações de ducha podem ser administradas empregando, e podem ser em-pacotadas dentro de, um dispositivo de liberação adaptado à anatomia vaginal do indivíduo. As preparações de ducha podem também compreender vários ingredientes adicionais incluindo, porém não-limitados a, antioxidantes, antibióticos, agentes antifúngicos, e conservantes.
Como empregado aqui, "administração parenteral" de uma composição farmacêutica inclui qualquer rotina de administração caracterizada por abertura física de um tecido de um indivíduo e administração da composição farmacêutica através da abertura no tecido. A administração parenteral desse modo inclui, porém não está limitada a, administração de uma composição farmacêutica por injeção da composição, por aplicação da composição através de uma incisão cirúrgica, por aplicação da composição através de uma ferida não cirúrgica de penetração de tecido, e similares. Em particular, a administração parenteral é contemplada incluir, porém não está limitada a, técnicas subcutâneas, intraperitoneais, intramusculares, injeção intra-esternais, e de infusão dialítica do rim.
As formulações de uma composição farmacêutica adequada pa- ra administração parenteral compreendem o ingrediente ativo combinado com um portador farmaceuticamente aceitável, tal como água estéril ou solução salina isotônica estéril. Tais formulações podem ser preparadas, em-pacotadas, ou vendidas de uma forma adequada para administração de bolo ou para administração contínua. As formulações injetáveis podem ser preparadas, empacotadas, ou vendidas na forma de dosagem de unidade, tal como em ampolas ou em recipiente de dose múltipla contendo um conservan-te. As formulações para administração parenteral incluem, porém não estão C limitadas a, suspensões, soluções, emulsões em veículos oleosos ou aquosos, pastas, e formulações biodegradáveis ou de liberação prolongada im-plantável como descrito abaixo. Tais formulações podem também compreender um ou mais ingredientes adicionais incluindo, porém não-limitados a, agentes de suspensão, estabilizantes ou dispersantes. Em uma modalidade de uma formulação para administração parenteral, o ingrediente ativo é fornecido na forma seca (isto é, pó ou granular) para reconstituição com um veículo adequado (por exemplo, água livre de pirogênio estéril) antes da administração parenteral da composição reconstituída.
Uma composição da presente invenção pode ser administrada por uma variedade de métodos conhecidos na técnica. O modo e/ou rotina de administração variam dependendo dos resultados desejados. Os compostos ativos podem ser preparados com veículos que protegem o composto contra liberação rápida, tal como uma formulação de liberação controlada, incluindo implantes, emplastos transdérmicos, e sistemas de liberação de microencapsulado. Os polímeros biodegradáveis, biocompatíveis podem ser empregados, tal como acetato de vinila de etileno, polianidretos, ácido poli-glicólico, colágeno, poliortoésteres, e ácido de polilático. Muitos métodos para a preparação de tais formulações são descritos por, por exemplo, Sustai- ned and Controlled Release Drug Delivery Systems, J., R. Robinson, ed., Mareei Dekker1 Inc., Nova York, (1978). As composições farmacêuticas são preferivelmente fabricadas sob condições de GMP.
As composições farmacêuticas podem ser preparadas, empacotadas, ou vendidas na forma de uma suspensão ou solução aquosa ou oleosa injetável estéril. Esta suspensão ou solução pode ser formulada de acordo com a técnica conhecida, e pode compreender, além do ingrediente ativo, ingredientes adicionais tal como os agentes de dispersão, agentes umectan-tes, ou agentes de suspensão descritos aqui. Tais formulações injetáveis estéreis podem ser preparadas empregando um diluente ou solvente não tóxico parenteralmente aceitável, tal como água ou 1,3-butano de diol, por e-xemplo. Os outros diluentes e solventes aceitáveis incluem, porém não estão limitados a, a solução de Ringer, solução de cloreto de sódio isotônica, e ó-Ieos fixos tal como mono- ou di-glicerídeos sintéticos. As outras formulações administráveis parentalmente que são úteis incluem aquelas que compreendem o ingrediente ativo na forma microcristalina, em uma preparação Iipos-sômica, ou como um componente de um sistema de polímero biodegradável. As composições para liberação prolongada ou implantação podem compreender materiais hidrofóbicos ou poliméricos farmaceuticamente aceitáveis tal como uma emulsão, uma resina de permuta de íons, um polímero raramente solúvel, ou um sal raramente solúvel.
As formulações adequadas para administração tópica incluem, porém não estão limitadas a, preparações líquidas ou semi líquidas tal como linimentos, loções, emulsões de óleo em água ou água em óleo tal como cremes, ungüentos ou pastas, e soluções ou suspensões. As formulações topicamente administráveis podem, por exemplo, compreender de cerca de 1% a cerca de 10% (peso/peso) do ingrediente ativo, embora a concentração do ingrediente ativo possa ser tão alta quanto o limite de solubilidade do ingrediente ativo no solvente. As formulações para administração tópica podem também compreender um ou mais dos ingredientes adicionais descritos aqui.
Uma composição farmacêutica da invenção pode ser preparada, empacotada, ou vendida em uma formulação adequada para administração pulmonar pela cavidade bucal. Uma tal formulação pode compreende partí- culas secas que compreendem o ingrediente ativo e que têm um diâmetro na faixa de cerca de 0,5 a cerca de 7 nanômetros, e preferivelmente de cerca de 1 a cerca de 6 nanômetros. Tais composições estão convenientemente na forma de pó seco para administração que emprega um dispositivo com- preendendo um reservatório de pó seco para que uma corrente de propulsor possa estar direcionada para dispersar o pó ou empregando um recipiente de dispersão de pó/ solvente de auto-propulsão tal como um dispositivo compreendendo o ingrediente ativo dissolvido ou suspenso em um propulsor de baixa ebulição em um recipiente selado. Preferivelmente, tal pó compre- ende partículas onde pelo menos 98% das partículas em peso têm um diâ- metro maior do que 0,5 nanômetros e pelo menos 95% das partículas por número têm um diâmetro menor do que 7 nanômetros. Mais preferivelmente, pelo menos 95% das partículas em peso têm um diâmetro maior do que 1 nanômetro e pelo menos 90% das partículas por número, têm um diâmetro menor do que 6 nanômetros. As composições de pó seco preferivelmente incluem um diluente em pó fino sólido tal como açúcar e são conveniente- mente fornecidas em uma forma de dose de unidade.
Os propulsores de baixa ebulição geralmente incluem propulso- res líquidos tendo um ponto de ebulição abaixo de 18,33°C (65°F) em pres- são atmosférica. Geralmente o propulsor pode constituir 50 a 99,9% (pe- so/peso) da composição, e o ingrediente ativo pode constituir 0,1 a 20% (pe- so/peso) da composição. O propulsor pode também compreender os ingre- dientes adicionais tal como um tensoativo líquido não iônico ou aniônico só- lido ou um diluente sólido (preferivelmente tendo um tamanho de partícula da mesma ordem como partículas compreendendo o ingrediente ativo).
As composições farmacêuticas da invenção formuladas para li- beração pulmonar podem também fornecer o ingrediente ativo na forma de gotículas de uma solução ou suspensão. Tais formulações podem ser prepa- radas, empacotadas, ou vendidas como soluções alcoólicas aquosas ou dilu- ídas ou suspensões, opcionalmente estéreis, compreendendo o ingrediente ativo, e podem convenientemente ser administradas empregando qualquer dispositivo de nebulização ou atomização. Tais formulações podem também compreender um ou mais ingredientes adicionais incluindo, porém não- Iimitados ao agente flavorizante tal como sódio de sacarina, um óleo volátil, um agente tamponado, um agente tensoativo, ou um conservante tal como metilidroxibenzoato. As gotículas fornecidas por esta rotina de administração preferivelmente têm um diâmetro médio na faixa de cerca de 0,1 a cerca de 200 nanômetros.
As formulações descritas aqui como sendo úteis para liberação pulmonar são também úteis para liberação intranasal de uma composição farmacêutica da invenção.
Outra formulação adequada para administração intranasal é um pó grosso compreendendo o ingrediente ativo e tendo uma partícula média de cerca de 0,2 a 500 micrômetros. Uma tal formulação é administrada de maneira na qual a inalação é tomada, isto é, por inalação rápida através da passagem nasal de um recipiente do pó mantido próximo às narinas.
As formulações adequadas para administração nasal podem, por exemplo, compreender de cerca de tão pouco quanto 0,1% (peso/peso) e tanto quanto 100% (peso/peso) do ingrediente ativo, e podem também com- preender um ou mais dos ingredientes adicionais descritos aqui.
Uma composição farmacêutica da invenção pode ser preparada, empacotada, ou vendida em uma formulação adequada para administração bucal. Tais formulações podem, por exemplo, estar na forma de comprimido ou pastilhas feitas empregando métodos convencionais, e podem, por e- xemplo, 0,1 a 20% (peso/peso) do ingrediente ativo, o equilíbrio compreen- dendo uma composição oralmente dissolvível ou degradável e, opcionalmen- te, um ou mais dos ingredientes adicionais descritos aqui. Alternadamente, as formulações adequadas para administração bucal podem compreender um pó ou uma suspensão ou solução atomizada ou aerossolizada compre- endendo o ingrediente ativo. Tais formulações em pó, aerossolizadas ou ae- rossolizadas quando dispersas, preferivelmente têm uma partícula média ou tamanho de gotícula na faixa de cerca de 0,1 a cerca de 200 nanômetros, e pode também compreender um ou mais dos ingredientes adicionais descri- tos aqui.
Uma composição farmacêutica da invenção pode ser preparada, empacotada, ou vendida em uma formulação adequada para administração oftálmica. Tais formulações podem, por exemplo, estar na forma de colírios incluindo, por exemplo, uma solução ou suspensão de 0,1 -1,0% (peso/peso) do ingrediente ativo em um portador líquido aquoso ou oleoso. Tais gotas podem também compreender agentes tamponados, sais, ou um ou mais ou- tros dos ingredientes adicionais descritos aqui. As outras formulações oftal- micalmente administrável que são úteis incluem aquelas que compreendem o ingrediente ativo na forma microcristalina ou em uma preparação lipossô- mica.
Como empregado aqui, "ingredientes adicionais" incluem, porém não estão limitados a, um ou mais dos seguintes: excipientes; os agentes tensoativos; os agentes de dispersão; diluentes inertes; agentes de granula- ção e desintegrantés; agentes aglutinantes; agentes lubrificantes; agentes adoçantes; agentes flavorizantes; agentes de coloração; conservantes; com- posições fisiologicamente degradáveis tal como gelatina; veículos e solven- tes aquosos; veículos e solventes oleosos; agentes de suspensão; agentes umectantes ou dispersantes; agentes emulsificantes, demulcentes; tampão; sais; agentes espessantes; cargas; agentes emulsificantes; antioxidantes; antibióticos; agentes antifúngicos; agentes estabilizantes; e materiais hidro- fóbicos ou poliméricos farmaceuticamente aceitáveis. Òs outros "ingredien- tes adicionais" que podem ser incluídos nas composições farmacêuticas da invenção são conhecidos na técnica e descritos, por exemplo, em Reming- ton's, Pharmaceutical Siciences Genaro, ed., Mack Publishing Co., Easton, PA (1985), que é incorporado aqui por referência.
A combinação de ingrediente ativo do inibidor de aromatase/ an- ti-CTLA4 da invenção, pode ser administrada a um animal, preferivelmente um humano. Ao mesmo tempo em que a dosagem exata administrada de cada ingrediente ativo variará dependendo de qualquer número de fatores, incluindo porém não-limitado a, o tipo de animal e tipo de estado da doença sendo tratada, a idade do animal e a rotina de administração.
O anticorpo anti-CTLA4 pode ser administrado a um animal tão freqüentemente quanto várias vezes diariamente, ou pode ser administrado menos freqüentemente, tal como uma vez por dia, uma vez na semana, uma vez a cada duas semanas, uma vez por mês, ou ainda menos freqüente- mente, tal como uma vez a cada vários meses ou ainda uma vez por ano ou menos. A freqüência da dose será facilmente evidente ao técnico versado e dependerá de qualquer número de fatores, tal como, porém não-limitado, ao tipo e severidade da doença tratada, o tipo e idade do animal, etc.
O inibidor de aromatase, preferivelmente, exemestano, pode ser administrado a um animal, tão freqüentemente quanto várias vezes ao dia, ou pode ser administrado menos freqüentemente, tal como uma vez por dia, uma vez por semana, uma vez a cada duas semanas, uma vez por mês, ou ainda menos freqüentemente, tal como uma vez a cada vários meses ou a- inda uma vez por ano ou menos. A freqüência da dose será facilmente evi- dente para o técnico versado e dependerá de qualquer número de fatores, tal como, porém não-limitado, ao tipo e severidade da doença sendo tratada, do tipo e idade do animal, etc.
O anticorpo e aromatase podem ser co-administrados pelo fato de que eles podem ser administrados separadamente, em datas diferentes ou em horas diferentes do dia, bem como simultaneamente ou na mesma data. A co-administração desse modo abrange qualquer combinação tempo- ral de administração do anticorpo e o inibidor de aromatase tal que a admi- nistração dos dois agentes medeie um benefício terapêutico ao paciente que é detectavelmente maior do que a administração de qualquer dos agentes na ausência do outro.
Uma combinação de anticorpo-inibidor de aromatase da inven- ção pode ser co-administrada com numerosas outras combinações (outros agentes de terapia de anti-hormonal, citocinas, fármacos antiviróticos e/ou quimioterapêuticas, entre muitos outros). Alternativamente, o composto(s) pode ser administrado uma hora, um dia, uma semana, um mês, ou ainda mais, com antecedência da combinação de inibidor de aromatase- anticorpo, ou qualquer permutação deste. Além disso, o composto(s) pode ser adminis- trado uma hora, um dia, uma semana, ou ainda mais, após a administração de radiação, transplante de célula-tronco, ou administração de qualquer a- gente terapêutico (por exemplo, citocina, composto quimioterapêutico, e si- milares), ou qualquer permutação destes. A freqüência e regime de adminis- tração serão facilmente evidentes ao técnico versado e dependerão de qual- quer número de fatores tal como, porém não-limitado ao tipo e severidade da doença sendo tratada, da idade e estado da saúde do animal, da identidade do composto ou compostos sendo administrados, da rotina de administração dos vários compostos, e similares.
VII. Kits
A invenção inclui vários kits que compreendem uma quantidade terapeuticamente eficaz de um anticorpo anti-CTLA4 humano da invenção e uma quantidade terapeuticamente eficaz de um inibidor de aromatase, junto com um aplicador e materiais instrutivos que descrevem o uso da combina- ção para realizar os métodos da invenção. Embora os kits exemplares sejam descritos abaixo, os conteúdos de similares kits úteis serão evidentes ao técnico versado na luz da presente descrição. Cada destes kits é incluído na invenção.
A invenção inclui um kit para tratamento de câncer de mama em um paciente em necessidade deste. O kit inclui um anticorpo anti-CTLA4 humano da invenção e pelo menos um inibidor de aromatase. O inibidor a- brange, porém não está limitado a, fulvestrant, anastrozol, Ietrozol e exemes- tano. O kit também compreende um aplicador, incluindo, porém não-limitado a, uma seringa, para administração dos componentes do kit a um paciente. Além disso, o kit compreende um material instrutivo apresentando a informa- ção pertinente para o uso do kit para tratar câncer de mama no paciente.
Mais preferivelmente, o kit compreende pelo menos um anticor- po anti-CTLA4 selecionado de um anticorpo tendo a seqüência de aminoácí- do de cadeia pesada e leve de anticorpo 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6, 11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1 (MDX-010), ainda mais preferivelmente, o anticorpo é um anticorpo tendo a seqüência de ami- noácido de cadeia pesada e leve de anticorpo 4.13.1, 11.2.1, e 10D1 (MDX- 010).
Em uma modalidade, o inibidor de aromatase é pelo menos um inibidor selecionado de anastrozol, letrozol, e exemestano. Mais preferivel- mente, o inibidor de aromatase é exemestano.
O kit pode compreender qualquer número de agentes adicionais para o tratamento do câncer de mama. Tais agentes são apresentados pre- viamente e incluem compostos quimioterapêuticos, vacinas de câncer, inibi- dores de transdução de sinal, os agentes úteis no tratamento de câncer ou crescimento de célula anormal, anticorpos ou outros ligados que inibem o crescimento de tumor por ligação a IGF-1R, e citocinas, entre muitos outros.
A invenção também refere-se a um artigo de fabricação (por e- xemplo, forma de dosagem adaptada para administração i.v.) compreenden- do um anticorpo anti-CTLA4 humano na quantidade eficaz de tratar o câncer (por exemplo, mais do que 10 mg/kg, pelo menos 15 mg/kg, ou 15 mg/kg) e uma quantidade terapeuticamente eficaz de um inibidor de aromatase. Em certas modalidades, o artigo de fabricação compreende um recipiente ou re- cipientes compreendendo um anticorpo anti-CTLA4 humano, o inibidor de aromatase, e um rótulo e/ou instruções para uso para tratar câncer.
A invenção é também descrita em detalhes em referência aos seguintes exemplos experimentais. Estes exemplos são fornecidos para propósitos de ilustração somente, e não são pretendidos para serem Iimitan- tes a menos que de outra maneira especificado. Desse modo, a invenção de modo algum seria considerada com estando limitada aos seguintes exem- pios, porém de preferência, deve ser considerada abranger qualquer e todas as variações que torne evidente com um resultado do ensinamento fornecido aqui.
EXEMPLO
Anticorpo Anti-CLTA4 em combinação com exemestano em câncer de mama metastático ou localmente avançado em paciente de pós- menopáusico
Os pacientes tendo câncer de mama metastático ou localmente avançado com pelo menos uma lesão que pode ser medida exatamente em duas dimensões e cujo tamanho é > 2 cm χ 1 cm por varredura CT conven- cional ou > 1 cm χ 1 cm por varredura CT espiral foram administrados uma infusão IV (100 ml_/hr) de anticorpos anti-CTLA4 como descrito aqui. Os an- tieméticos profiláticos e antidiarréicos são determinados quando apropriado.
O tratamento é repetido após 28 dias. As coortes sucessivas re- cebem doses progressivas da dose de anticorpo anti-CTLA4, começando em 3 mg/kg e aumentando para 6 mg/kg, 10 mg/kg e 15 mg/kg, a cada 28 dias por conseguinte, respectivamente, até o máximo de 12 ciclos na ausência de toxicidade intolerável ou progressão da doença.
Preferivelmente, os pacientes são pré-medicados com anti- histamina (H1) pelo menos meia hora antes da infusão de anti-CTLA4. A pré-medicação é recomendada porém não é requerida.
Todos os pacientes recebem exemestano, como dose oral contí- nua de 25 mg por dia de cada ciclo de 28-dias. Preferivelmente, exemestano é tomado ao mesmo tempo cada dia.
As doses são progressivas empregando uma designação de titu- lação acelerada utilizando um esquema de duplicação da dose com 3-6 indi- víduos por coorte. Em cada novo coorte não há nenhum período de espera requerido entre os indivíduos. Os coortes subseqüentes não podem ser a- bertos até que o primeiro indivíduo no nível de dose atual tenha sido obser- vado durante 21 dias e os indivíduos subseqüentes tenham sido observados durante 14 dias.
O anticorpo é fornecido em frascos de vidro claros de 10 ml com uma tampa de borracha e um selo de alumínio. Cada frasco contém 5 mg/ml (com uma carga nominal de 50 mg/frasco) de anticorpo anti-CTLA4, em uma solução aquosa estéril compreendendo 20 mM de acetato de sódio, 0,2 mg/ml de polissorbato 80, e 140 mM de cloreto de sódio em pH 5,5.
Para todos os pacientes, o estado do desempenho de ECOG, sinais vitais, e peso do corpo são avaliados pré-dose, e os sinais vitais po- dem ser repetidos pós-dose, quando indicado clinicamente. Um exame físico (incluindo avaliação de oftalmológica e sinais de autoimunidade) é realizado no Dia 1. As amostras para painel de hematologia (hematócrito, contagem de RBC1 contagem de WBC1 diferencial), substância química (fosfatase alca- lina, cálcio, cloreto, GGT, LDH, magnésio, fósforo, glicose aleatória, sódio, uréia, ácido úrico), urinálise (sangue, proteína), outros (tempo de trombo- plastina parcial ativada [APTT], tempo de protrombina (PT), painel de auto- anticorpo, proteína reativa C, TSH, T3, T4, amilase, lipase, soro C3, C4, ní- vel Ig do soro), são obtidos.
O título de anticorpo anti-humano humano de valor de referência (HAHA) é determinado e o espécime farmacocinético (PK) é obtido pré-dose.
Os seguintes pontos finais são medidos: parâmetros de PK, HA- HA, taxa de resposta e tempo para progressão. O tempo para progressão e a sobrevivência total são calculados empregando o método de limite do pro- duto Kaplan-Meier.
Preferivelmente, o anticorpo anti-CTLA4 tem as seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de pelo menos um anticorpo seleciona- do de 4.1.1, 4.13.1, 11.2.1, e 10D1. Mais preferivelmente, o anticorpo tem as seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de 11,2,1.
Três pacientes foram administrados com anticorpo anti-CTLA4 (ticilimumab) em 3 mg/kg. Todos os três pacientes foram administrados com exemestano em 25 mg diariamente. Um paciente recebeu duas doses de anti-CTLA4 a cada vinte e oito dias e exemestano diariamente durante 56 dias. O CT de estágio de ciclo 2 revelou uma lesão no pulmão não presente no valor de referência. Além disso, o paciente demonstrou novo engrossa- mento da parede circunferencial moderado envolvendo o íleo terminal, o có- Ion descendente distai, e cólon de sigmóide de etiologia incerta, possíveis infecções ou inflamatório. O paciente não teve nenhuma história clínica que explicasse estas mudanças e o paciente sentiu-se bem e foi clinicamente assintomático. Nenhuma infecção foi detectada. Este paciente ficou fora do estudo para progressão da doença (PD).
Um segundo paciente foi administrado com dois ciclos de anti- corpo anti-CTLA4, e teve aproximadamente quatorze (14) dias de terapia de exemestano (25 mg diariamente). Seguinte a dose de ticilimumab inicial, o paciente reportou alguma Iinfedema de valor de referência do braço direito o que o deixou um pouco pior, em seguida caído. Além disso, o paciente re- portou erupção não prurítica moderada transitória.
Um terceiro paciente recebeu um ciclo de ticilimumab e aproxi- madamente vinte e oito dias de 25 mg de exemestano diariamente até ago- ra. No dia vinte e oito, os estudos de laboratório de rotina detectaram ALP e AST elevado de Grau 1 bem como ALT elevado de Grau 2. O paciente foi assintomático. A terapia foi colocada em suspenso até a melhora destes va- lores de laboratório.
Estes dados sugerem que os pacientes tratados com a combina- ção de ticilimumab e exemestano demonstraram atividade biológica.
As descrições de cada e todas as patentes, pedidos de patente, e publicações citadas aqui estão desse modo incorporadas aqui por referên- cia em sua totalidade.
Ao mesmo tempo em que a invenção foi descrita com referência às modalidades específicas, é evidente que outras modalidades e variações desta invenção podem ser planejadas por outros versados na técnica sem afastar-se do verdadeiro espírito e escopo da invenção. As reivindicações anexas são pretendidas serem consideradas incluir todas tais modalidades e variações equivalentes. Listagem de Seqüência
<110> PFIZER PRODUCTS INC.
Gomez-Navarro1 Jesus
<120> TRATAMENTO DE COMBINAÇÃO DE ANTICORPO DE CTLA4 E INIBIDOR DE AROMATASE PARA CÂNCER DE MAMA
<130> PC32619A
<140> N0 de Pedido a ser fornecido
<141> 2ÕÕ5-10-07
<150> US 60/624,856 <151> 2004-11-04
<160> 36
<170> Patentln versão 3.3
<210> 1
<211> 1392
<212> DNA
<213> Homo sapiens
<400> 1
atggagtttg ggctgagctg ggttttcctc gttgctcttt taagaggtgt ccagtgtcag 60
gtgcagctgg tggagtctgg gggaggcgtg gtccagcctg ggaggtccct gagactctcc 120
tgtgtagcgt ctggattcac cttcagtagc catggcatgc actgggtccg ccaggctcca 180
ggcaaggggc tggagtgggt ggcagttata tggtatgatg gaagaaataa atactatgca 240
gactccgtga agggccgatt caccatctcc agagacaatt ccaagaacac gctgtttctg 300
caaatgaaca gcctgagagc cgaggacacg gctgtgtatt actgtgcgag aggaggtcac 360
ttcggtcctt ttgactactg gggccaggga accctggtca ccgtctcctc agcctccacc 420
aagggcccat cggtcttccc cctggcgccc tgctccagga gcacctccga gagcacagcg 480
gccctgggct gcctggtcaa ggactacttc cccgaaccgg tgacggtgtc gtggaactca 540
ggcgctctga ccagcggcgt gcacaccttc ccagctgtcc tacagtcctc aggactctac 600
tccctcagca gcgtggtgac cgtgccctcc agcaacttcg gcacccagac ctacacctgc 660
aacgtagatc acaagcccag caacaccaag gtggacaaga cagttgagcg caaatgttgt 720
gtcgagtgcc caccgtgccc agcaccacct gtggcaggac cgtcagtctt cctcttcccc 780
ccaaaaccca aggacaccct catgatctcc cggacccctg aggtcacgtg cgtggtggtg 840
gacgtgagcc acgaagaccc cgaggtccag ttcaactggt acgtggacgg cgtggaggtg 900
cataatgcca agacaaagcc acgggaggag cagttcaaca gcacgttccg tgtggtcagc 960
gtcctcaccg ttgtgcacca ggactggctg aacggcaagg agtacaagtg caaggtctcc 1020
aacaaaggcc tcccagcccc catcgagaaa accatctcca aaaccaaagg gcagccccga 1080
gaaccacagg tgtacaccct gcccccatcc cgggaggaga tgaccaagaa ccaggtcagc 1140
ctgacctgcc tggtcaaagg cttctacccc agcgacatcg ccgtggagtg ggagagcaat 1200
gggcagccgg agaacaacta caagaccaca cctcccatgc tggactccga cggctccttc 1260
ttcctctaca gcaagctcac cgtggacaag agcaggtggc agcaggggaa cgtcttctca 1320
tgctccgtga tgcatgaggc tctgcacaac cactacacgc agaágagcct ctccctgtct 1380 ccgggtaaat ga
<210> 2
<211> 463
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 2
Met Glu Phe GTy Leu Ser Trp Val Phe Leu Val Ala Leu Leu Arg Gly 1 5 10 15
Val Gln Cys Gln Val Gln Leu Val Glu Ser Gly Gly Gly vai Val Gln 20 25 30
Pro Gly Arg Ser Leu Arg Leu Ser Cys Val Ala Ser Gly Phe Thr Phe 35 40 45
Ser Ser His Gly Met His Trp Val Arg Gln Ala Pro Gly Lys Gly Leu 50 55 60
Glu Trp vai Ala Val Ile Trp Tyr Asp Gly Arg Asn Lys Tyr Tyr Ala 65 70 75 80
Asp Ser vai Lys Gly Arg Phe Thr Ile Ser Arg Asp Asn Ser Lys Asn 85 90 95
Thr Leu Phe Leu Gln Met Asn Ser Leu Arg Ala Glu Asp Thr Ala Val 100 105 110
Tyr Tyr Cys Ala Arg Gly Gly His Phe Gly Pro Phe Asp Tyr Trp Gly 115 120 125
Gln Gly Thr Leu Val Thr Val Ser Ser Ala ser Thr Lys Gly Pro Ser 130 135 140
Val Phe Pro Leu Ala Pro cys ser Arg ser Thr ser Glu Ser Thr Ala 145 150 155 160
Ala Leu Gly Cys Leu Val Lys Asp Tyr Phe Pro Glu Pro vai Thr vai 165 170 175
ser Trp Asn Ser Gly Ala Leu Thr Ser Gly vai His Thr Phe Pro Ala 180 185 190
Val Leu Gln Ser Ser Gly Leu Tyr Ser Leu Ser ser Val vai Thr Val 195 200 205
Pro Ser Ser Asn Phe Gly Thr Gln Thr Tyr Thr Cys Asn Val Asp His 210 215 220
Lys Pro Ser Asn Thr Lys Val Asp Lys Thr vai Glu Arg Lys Cys Cys 225 230 235 240 Val Glu Cys Pro Pro cys Pro Ala Pro Pro Val Ala Gly Pro Ser Val 245 250 255
Phe Leu Phe Pro Pro Lys Pro Lys Asp Thr Leu Met Ile Ser Arg Thr 260 265 270
Pro Glu Val Thr Cys Val Val Val Asp Val Ser His Glu Asp Pro Glu 275 280 285
vai Gln Phe Asn Trp Tyr Val Asp Gly vai Glu vai His Asn Ala Lys 290 295 300
Thr Lys Pro Arg Glu Glu Gln Phe Asn ser Thr Phe Arg Val Val ser 305 310 315 320
Val Leu Thr Val Val His Gln Asp Trp Leu Asn Gly Lys Glu Tyr Lys 325 330 335
Cys Lys Val Ser Asn Lys Gly Leu Pro Ala Pro lie Glu Lys Thr Ile 340 345 350
Ser Lys Thr Lys Gly Gln Pro Arg Glu Pro Gln vai Tyr Thr Leu Pro 355 360 365
Pro ser Arg Glu Glu Met Thr Lys Asn Gln Val Ser Leu Thr Cys Leu 370 375 380
Val Lys Gly Phe Tyr Pro Ser Asp Ile Ala Val Glu Trp Glu ser Asn 385 390 395 400
Gly Gln Pro Glu Asn Asn Tyr Lys Thr Thr Pro Pro Met Leu Asp ser 405 410 415
Asp Gly ser Phe Phe Leu Tyr Ser Lys Leu Thr Val Asp Lys ser Arg 420 425 430
Trp Gln Gln Gly Asn Val Phe Ser Cys Ser Val Met His Glu Ala Leu 435 440 445
His Asn His Tyr Thr Gln Lys Ser Leu Ser Leu Ser Pro Gly Lys 450 455 460
<210> 3
<211> 167
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 3
Gly Val Val Gln Pro Gly Arg Ser Leu Arg Leu Ser Cys Val Ala Ser 1 5 10 15
Gly Phe Thr Phe Ser ser His Gly Met His Trp Val Arg Gln Ala Pro 20 25 30 Gly Lys Gly Leu Glu Trp Val Ala vai Ile Trp Tyr Asp Gly Arg Asn 35 40 45
Lys Tyr Tyr Ala Asp ser Val Lys Gly Arg Phe Thr Ile Ser Arg Asp 50 55 60
Asri Ser Lys Asn Thr Leu Phe Leu Gln Met Asn Ser Leu Arg Ala Glu 65 70 75 80
Asp Thr Ala vai Tyr Tyr cys Ala Arg Gly Gly His Phe Gly Pro Phe 85 90 95
Asp Tyr Trp Gly Gln Gly Thr Leu Val Thr Val Ser Ser Ala Ser Thr 100 105 110
Lys Gly Pro Ser Val Phe Pro Leu Ala Pro cys Ser Arg Ser Thr ser 115 120 125
Glu Ser Thr Ala Ala Leu Gly Cys Leu Val Lys Asp Tyr Phe Pro Glu 130 135 140
Pro Val Thr VaT Ser Trp Asn Ser Gly Ala Leu Thr Ser Gly Val His 145 150 155 160
Thr Phe Pro Ala Val Leu Gln 165
<210> 4
<211> 10
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 4
Gly Phe Thr Phe ser ser His Gly Met His 1 5 10
<210> 5
<211> 15
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 5
Val Ile Trp Tyr Asp Gly Arg Asn Lys Tyr Tyr Ala Asp Ser Val 1 5 10 15
<210> 6
<211> 9
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 6
Gly Gly His Phe Gly Pro Phe Asp Tyr 1 5
<210> 7 <211> 708 <212> DNA
<213> Homo sapiens
<400> 7
atggaaaccc cagcgcagct tctcttcctc ctgctactct ggctcccaga taccaccgga 60 gaaattgtgt tgacgcagtc tccaggcacc ctgtctttgt ctccagggga aagagccacc 120 ctctcctgca gggccagtca gagtattagc agcagcttct tagcctggta ccagcagaga 180 cctggccagg ctcccaggct cctcatctat ggtgcatcca gcagggccac tggcatccca 240 gacaggttca gtggcagtgg gtctgggaca gacttcactc tcaccatcag cagactggag 300 cctgaagatt ttgcagtgta ttactgtcag cagtatggta cctcaccctg gacgttcggc 360 caagggacca aggtggaaat caaacgaact gtggctgcac catctgtctt catcttcccg 420 ccatctgatg agcagttgaa atctggaact I gcctctgttg tgtgcctgct gaataacttc 480 tatcccagag aggccaaagt acagtggaag gtggataacg ccctccaatc gggtaactcc 540 caggagagtg tcacagagca ggacagcaag gacagcacct acagcctcag cagcaccctg 600 acgctgagca aagcagacta cgagaaacac aaagtctacg cctgcgaagt cacccatcag 660 ggcctgagct cgcccgtcac aaagagcttc aacaggggag agtgttag 708
<210> 8
<211> 235
<2Χ2> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 8
Met Glu Thr ργο Ala Gln Leu Leu Phe Leu Leu Leu Leu Trp Leu Pro 1 5 10 15
Asp Thr Thr Gly Glu Ile Val Leu Thr Gln Ser Pro Gly Thr Leu Ser 20 25 30
Leu ser Pro Gly Glu Arg Ala Thr Leu Ser Cys Arg Ala Ser Gln Ser 35 40 45
lie ser Ser Ser Phe Leu Ala Trp Tyr Gln Gln Arg Pro Gly Gln Ala 50 55 60
Pro Arg Leu Leu lle Tyr Gly Ala Ser Ser Arg Ala Thr Gly Ile Pro 65 70 75 80
Asp Arg Phe Ser Gly Ser Gly Ser Gly Thr Asp Phe Thr Leu Thr Ile 85 90 95
Ser Arg Leu Glu Pro Glu Asp Phe Ala Val Tyr Tyr Cys Gln Gln Tyr 100 105 110
Gly Thr Ser Pro Trp Thr Phe Gly Gln Gly Thr Lys Val Glu Ile Lys 115 120 125
Arg Thr Val Ala Ala Pro Ser Val Phe Ile Phe Pro Pro Ser Asp Glu 130 135 140 Gln Leu Lys ser Gly Thr Ala Ser Val Val Cys Leu Leu Asn Asn Phe 145 150 155 160
Tyr Pro Arg Glu Ala Lys Val Gln Trp Lys Val Asp Asn Ala Leu Gln 165 170 175
Ser Gly Asn ser Gln Glu Ser Val Thr Glu Gln Asp ser Lys Asp ser 180 185 190
Thr Tyr Ser Leu Ser ser Thr Leu Thr Leu Ser Lys Ala Asp Tyr Glu 195 200 205
Lys His Lys Val Tyr Ala Cys Glu vai Thr His Gln Gly Leu Ser ser 210 215 220
Pro Val Thr Lys Ser Phe Asn Arg Gly Glu Cys 225 230 235
<210> 9
<211> 141
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<4Q0> 9
Gln Ser Pro Gly Thr Leu Ser Leu Ser Pro Gly Glu Arg Ala Thr Leu 1 5 10 15
ser Cys Arg Ala Ser Gln Ser Ile Ser ser Ser Phe Leu Ala Trp Tyr 20 25 30
Gln Gln Arg Pro Gly Gln Ala Pro Arg Leu Leu Ile Tyr Gly Ala ser 35 40 45
ser Arg Ala Thr Gly Ile Pro Asp Arg Phe Ser Gly ser Gly Ser Gly 50 55 60
Thr Asp Phe Thr Leu Thr lie Ser Arg Leu Glu Pro Glu Asp Phe Ala 65 70 75 80
Val Tyr Tyr Cys Gln Gln Tyr Gly Thr Ser Pro Trp Thr Phe Gly Gln 85 90 95
Gly Thr Lys Val Glu Ile Lys Arg Thr vai Ala Ala Pro Ser Val Phe 100 105 110
Ile Phe Pro Pro ser Asp Glu Gln Leu Lys Ser Gly Thr Ala ser vai 115 120 125
Val Cys Leu Leu Asn Asn Phe Tyr Pro Arg Glu Ala Lys 130 135 140
<210> 10 <211> 12 <212> PRT <213>· Homo sapiens <400> 10
Arg Ala Ser Gln Ser Ile Ser Ser Ser Phe Leu Ala 15 10
<210> 11
<211> 7
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 11
Gly Ala Ser Ser Arg Ala Thr 1 5
<210> 12
<211> 10
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 12
Cys Gln Gln Tyr Gly Thr Ser Pro Trp Thr 1 5 10
<210> 13
<211> 1335
<212> DNA
<213> Homo sapiens
<400> 13
caggtgcagc tggtggagtc tgggggaggc gtggtccagc ctgggaggtc cctgagactc 60 tcctgtgcag cgtctggatt caccttcagt agtcatggca tccactgggt ccgccaggct 120 ccaggcaagg ggctggagtg ggtggcagtt atatggtatg atggaagaaa taaagactat 180 gcagactccg tgaagggccg attcaccatc tccagagaca attccaagaa cacgctgtat 240 ttgcaaatga acagcctgag agccgaggac acggctgtgt attactgtgc gagagtggcc 300 ccactggggc cacttgacta ctggggccag ggaaccctgg tcaccgtctc ctcagcctcc 360 accaagggcc catcggtctt ccccctggcg ccctgctcca ggagcacctc cgagagcaca 420 gcggccctgg gctgcctggt caaggactac ttccccgaac cggtgacggt gtcgtggaac 480 tcaggcgctc tgaccagcgg cgtgcacacc ttcccagctg tcctacagtc ctcaggactc 540 tactccctca gcagcgtggt gaccgtgccc tccagcaact tcggcaccca gacctacacc 600 tgcaacgtag atcacaagcc cagcaacacc aaggtggaca agacagttga gcgcaaatgt 660 tgtgtcgagt gcccaccgtg cccagcacca cctgtggcag gaccgtcagt cttcctcttc 720 cccccaaaac ccaaggacac cctcatgatc tcccggaccc ctgággtcac gtgcgtggtg 780 gtggacgtga gccacgaaga ccccgaggtc cagttcaact ggtacgtgga cggcgtggag 840 gtgcataatg ccaagacaaa gccacgggag gagcagttca acagcacgtt ccgtgtggtc 900 agcgtcctca ccgttgtgca ccaggactgg ctgaacggca aggagtacaa gtgcaaggtc 960 tccaacaaag gcctcccagc ccccatcgag aaaaccatct ccaaaaccaa agggcagccc 1020 cgagaaccac aggtgtacac cctgccccca tcccgggagg agatgaccaa gaaccaggtc 1080 agcctgacct gcctggtcaa aggcttctac cccagcgaca tcgccgtgga gtgggagagc 114
aatgggcagc cggagaacaa ctacaagacc acacctccca tgctggactc cgacggctcc 1201
ttcttcctct acagcaagct caccgtggac aagagcaggt ggcagcaggg gaacgtcttc 126·
tcatgctccg tgatgcatga ggctctgcac aaccactaca cgcagaagag cctctccctg 132
tctccgggta aatga 133
<210> 14
<211> 444
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 14
Gln vai Gln Leu Val Glu Ser Gly Gly Gly Val Val Gln Pro Gly Arg 1 5 10 15
Ser Leu Arg Leu Ser Cys Ala Ala Ser Gly Phe Thr Phe Ser Ser His 20 25 30
Gly Ile His Trp vál Arg Gln Ala Pro Gly Lys Gly Leu Glu Trp vai 35 40 45
Ala Val Ile Trp Tyr Asp Gly Arg Asn Lys Asp Tyr Ala Asp Ser vai 50 55 60 -
Lys Gly Arg Phe Thr Ile Ser Arg Asp Asn Ser Lys Asn Thr Leu Tyr 65 70 75 80
Leu Gln Met Asn ser Leu Arg Ala Glu Asp Thr Ala Val Tyr Tyr Cys 85 90 95
Ala Arg Val Ala Pro Leu Gly Pro Leu Asp Tyr Trp Gly Gln Gly Thr 100 105 110
Leu Val Thr Val Ser ser Ala ser Thr Lys Gly Pro Ser Val Phe Pro 115 120 125
Leu Ala Pro Cys Ser Arg Ser Thr Ser Glu Ser Thr Ala Ala Leu Gly 130 135 140
Cys Leu vai Lys Asp Tyr Phe Pro Glu Pro Val Thr vai ser Trp Asn 145 150 155 160
Ser Gly Ala Leu Thr ser Gly vai His Thr Phe Pro Ala Val Leu Gln 165 170 175
ser ser Gly Leu Tyr ser Leu ser ser Val vai Thr vai Pro ser Ser 180 185 190
Asn Phe Gly Thr Gln Thr Tyr Thr Cys Asn Val Asp His Lys Pro Ser 195 200 205 Asn Thr Lys vai Asp Lys Thr vai Glu Arg Lys Cys Cys vai Glu Cys 210 215 220
Pro Pro Cys Pro Ala Pro Pro vai Ala Gly Pro Ser Val Phe Leu Phe 225 230 235 240
Pro Pro Lys Pro Lys Asp Thr Leu Met Ile Ser Arg Thr Pro Glu Val 245 250 255
Thr Cys Val vai Val Asp Val Ser His Glu Asp Pro Glu Val Gln Phe 260 265 270
Asn Trp Tyr Val Asp Gly Val Glu vai His Asn Ala Lys Thr Lys Pro 275 280 285
Arg Glu Glu Gln Phe Asn Ser Thr Phe Arg vai vai Ser vai Leu Thr 290 295 300
Val vai His Gln Asp Trp Leu Asn Gly Lys Glu Tyr Lys Cys Lys Val 305 310 315 320
Ser Asn Lys Gly Leu Pro Ala Pro Ile Glu Lys Thr Ile Ser Lys Thr 325 330 335
Lys Gly Gln Pro Arg Glu Pro Gln Val Tyr Thr Leu Pro Pro Ser Arg 340 345 350
Glu Glu Met Thr Lys Asn Gln vai Ser Leu Thr Cys Leu Val Lys Gly 355 360 365
Phe Tyr Pro Ser Asp Ile Ala Val Glu Trp Glu ser Asn Gly Gln Pro 370 375 380
Glu Asn Asn Tyr Lys Thr Thr Pro Pro Met Leu Asp Ser Asp Gly Ser 385 390 395 400
Phe Phe Leu Tyr Ser Lys Leu Thr Val Asp Lys ser Arg Trp Gln Gln 405 410 415
Gly Asn Val Phe Ser Cys ser vai Met His Glu Ala Leu His Asn His 420 425 430
Tyr Thr Gln Lys Ser Leu Ser Leu Ser Pro Gly Lys 435 440
<210> 15
<211> 153
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 15
Pro Gly Arg Ser Leu Arg Leu Ser Cys Ala Ala Ser Gly Phe Thr Phe 15 10 15 Ser ser His Gly Ile His Trp Val Arg Gln Ala Pro Gly Lys Gly Leu 20 25 30
Glu Trp Val Ala Val Ile Trp Tyr Asp Gly Arg Asn Lys Asp Tyr Ala 35 40 45
Asp ser vai Lys Gly Arg Phe Thr Ile ser Arg Asp Asn ser Lys Asn 50 55 60
Thr Leu Tyr Leu Gln Met Asn Ser Leu Arg Ala Glu Asp Thr Ala vai 65 70 75 80
Tyr Tyr Cys Ala Arg Val Ala Pro Leu Gly Pro Leu Asp Tyr Trp Gly 85 90 95
Gln Gly Thr Leu Val Thr Val Ser Ser Ala Ser Thr Lys Gly Pro ser 100 105 110
vai Phe Pro Leu Ala Pro Cys Ser Arg Ser Thr Ser Glu Ser Thr Ala 115 120 125
Ala Leu Gly Cys Leu Val Lys Asp Tyr Phe Pro Glu Pro Val Thr vai 130 135 140
ser Trp Asn ser Gly Ala Leu Thr Ser 145 150
<210> 16
<211> 10
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 16
Gly Phe Thr Phè ser ser His Gly Ile His 1 5 10
<210> 17
<211> 15
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 17
Val Ile Trp Tyr Asp Gly Arg Asn Lys Asp Tyr Ala Asp ser Val 15 10 15
<210> 18
<211> 9
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 18
Val Ala Pro Leu Gly Pro Leu Asp Tyr 1 5
<210> 19 <211> 645 <212> DNA
<213> Homo sapiens
<400> 19
gaaattgtgt tgacgcagtc tccaggcacc ctgtctttgt ctccagggga aagagccacc 60
ctctcctgca gggccagtca gagtgtcagc agctacttag cctggtacca gcagaaacct 120
ggccaggctc ccaggctcct catctatggt gcatccagca gggccactgg catcccagac 180
aggttcagtg gcagtgggtc tgggacagac ttcactctca ccatcagcag actggagcct 240
gaggattttg cagtgtatta ctgtcaacag tatggtaggt caccattcac tttcggccct 300
gggaccaaag tagatatcaa gcgaactgtg gctgcaccat ctgtcttcat cttcccgcca 360
tctgatgagc agttgaaatc tggaactgcc tctgttgtgt gcctgctgaa taacttctat 420
cccagagagg ccaaagtaca gtggaaggtg gataacgccc tccaatcggg taactcccag 480
gagagtgtca cagagcagga cagcaaggac agcacctaca gcctcagcag caccctgacg 540
ctgagcaaag cagactacga gaaacacaaa gtctacgcct gcgaagtcac ccatcagggc 600
ctgagctcgc ccgtcacaaa gagcttcaac aggggagagt gttag 645
<210> 20
<211> 214
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 20
Glu Ile Val Leu Thr Gln Ser Pro Gly Thr Leu Ser Leu Ser Pro Gly 15 10 15
Glu Arg Ala Thr Leu Ser Cys Arg Ala Ser Gln Ser Val Ser Ser Tyr 20 25 30
Leu Ala Trp Tyr Gln Gln Lys Pro Gly Gln Ala Pro Arg Leu Leu Ile 35 40 45
Tyr Gly Ala Ser Ser Arg Ala Thr Gly Ile Pro Asp Arg Phe ser Gly 50 55 60
ser Gly Ser Gly Thr Asp Phe Thr Leu Thr Ile ser Arg Leu Glu Pro 65 70 75 80
Glu Asp Phe Ala vai Tyr Tyr Cys Gln Gln Tyr Gly Arg ser pro Phe 85 90 95
Thr Phe Gly Pro Gly Thr Lys vai Asp Ile Lys Arg Thr Val Ala Ala 100 105 110
Pro ser Val Phe lie Phe Pro Pro ser Asp Glu Gln Leu Lys ser Gly 115 120 125
Thr Ala Ser Val Val Cys Leu Leu Asn Asn Phe Tyr Pro Arg Glu Ala 130 135 140
Lys Val Gln Trp Lys Val Asp Asn Ala Leu Gln ser Gly Asn Ser Gln 145 150 155 160
Glu Ser Val Thr Glu Gln Asp Ser Lys Asp Ser Thr Tyr ser Leu ser 165 170 175
Ser Thr Leu Thr Leu Ser Lys Ala Asp Tyr Glu Lys His Lys Val Tyr 180 185 190
Ala Cys Glu vai Thr His Gln Gly Leu Ser Ser Pro vai Thr Lys Ser 195 200 205
Phe Asn Arg Gly Glu Cys 210
<210> 21
<211> 146
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 21
Gln ser Pro Gly Thr Leu ser Leu ser Pro Gly Glu Arg Ala Thr Leu 1 5 10 15
Ser Cys Arg Ala ser Gln ser Val Ser Ser Tyr Leu Ala Trp Tyr Gln 20 25 30
Gln Lys Pro Gly Gln Ala Pro Arg Leu Leu Ile Tyr Gly Ala Ser Ser 35 40 45
Arg Ala Thr Gly Ile Pro Asp Arg Phe ser Gly Ser Gly Ser Gly Thr 50 55 60
Asp Phe Thr Leu Thr Ile ser Arg Leu Glu Pro Glu Asp Phe Ala Val 65 70 75 80
Tyr Tyr Cys Gln Gln Tyr Gly Arg Ser Pro Phe Thr Phe Gly Pro Gly 85 90 95
Thr Lys vai Asp Ile Lys Arg Thr Val Ala Ala Pro Ser Val Phe Ile 100 105 110
Phe Pro Pro Ser Asp Glu Gln Leu Lys ser Gly Thr Ala Ser Val Val 115 120 125
Cys Leu Leu Asn Asn Phe Tyr Pro Arg Glu Ala Lys Val Gln Trp Lys 130 135 140
vai Asp 145
<210> 22
<211> 11
<212> PRT
<213> Homo sapiens <400> 22
Arg Ala Ser Gln Ser Val ser Ser Tyr Leu Ala 15 10
<210> 23
<211> 7
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 23
Gly Ala ser Ser Arg Ala Thr 1 5
<210> 24
<211> 10
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400?· 24
Cys Gln Gln Tyr Gly Arg Ser Pro Phe Thr 1 5 10
<210> 25
<211> 1413
<212> DNA
<213> Homo sapiens
<400> 25
atggagtttg ggctgagctg ggttttcctc gttgctcttt taagaggtgt ccagtgtcag 60 gtgcagctgg tggagtctgg gggaggcgtg gtccagcctg ggaggtccct gagactctcc 120 tgtgcagcgt ctggattcac cttcagtagc tatggcatgc actgggtccg ccaggctcca 180 ggcaaggggc tggagtgggt ggcagttata tggtatgatg gaagtaataa atactatgca 240 gactccgtga agggccgatt caccatctcc agagacaatt ccaagaacac gctgtatctg 300 caaatgaaca gcctgagagc cgaggacacg gctgtgtatt actgtgcgag agatccgagg 360 ggagctaccc tttactacta ctactacggt atggacgtct ggggccaagg gaccacggtc 420 accgtctcct cagcctccac caagggccca tcggtcttcc ccctggcgcc ctgctccagg 480 agcacctccg agagcacagc ggccctgggc tgcctggtca aggactactt ccccgaaccg 540 gtgacggtgt cgtggaactc aggcgctctg accagcggcg tgcacacctt cccagctgtc 600 ctacagtcct caggactcta ctccctcagc agcgtggtga ccgtgccctc cagcaacttc 660 ggcacccaga cctacacctg caacgtagat cacaagccca gcaacaccaa ggtggacaag 720 acagttgagc gcaaatgttg tgtcgagtgc ccaccgtgcc cagcaccacc tgtggcagga 780 ccgtcagtct tcctcttccc cccaaaaccc aaggacaccc tcatgatctc ccggacccct 840 gaggtcacgt gcgtggtggt ggacgtgagc cacgaagacc ccgaggtcca gttcaactgg 900 tacgtggacg gcgtggaggt gcataatgcc aagacaaagc cacgggagga gcagttcaac 960 agcacgttcc gtgtggtcag cgtcctcacc gttgtgcacc aggactggct gaacggcaag 1020 gagtacaagt gcaaggtctc caacaaaggc ctcccagccc ccatcgagaa aaccatctcc 1080 aaaaccaaag ggcagccccg agaaccacag gtgtacaccc tgcccccatc ccgggaggag 1140 atgaccaaga accaggtcag cctgacctgc ctggtcaaag gcttctaccc cagcgacatc 1200
gccgtggagt gggagagcaa tgggcagccg gagaacaact acaagaccac acctcccatg 1260
ctggactccg acggctcctt cttcctctac agcaagctca ccgtggacaa gagcaggtgg 1320
cagcagggga acgtcttctc atgctccgtg atgcatgagg ctctgcacaa ccactacacg 1380
cagaagagcc tctccctgtc tccgggtaaa tga 1413
<210> 26
<211> 451
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 26
Gln Val Gln Leu Val Glu Ser Gly Gly Gly Val Val Gln Pro Gly Arg 1 5 10 15
Ser Leu Arg Leu Ser Cys Ala Ala Ser Gly Phe Thr Phe Ser Ser Tyr 20 25 30
Gly Met His Trp Val Arg Gln Ala Pro Gly Lys Gly Leu Glu Trp Val 35 40 45
Ala Val Ile Trp Tyr Asp Gly Ser Asn Lys Tyr Tyr Ala Asp Ser Val 50 55 60
Lys Gly Arg Phe Thr Ile Ser Arg Asp Asn Ser Lys Asn Thr Leu Tyr 65 70 75 80
Leu Gln Met Asn Ser Leu Arg Ala Glu Asp Thr Ala Val Tyr Tyr Cys 85 90 95
Ala Arg Asp Pro Arg Gly Ala Thr Leu Tyr Tyr Tyr Tyr Tyr Gly Met 100 105 110
Asp Val Trp Gly Gln Gly Thr Thr Val Thr Val Ser Ser Ala Ser Thr 115 120 125
Lys Gly Pro Ser Val Phe Pro Leu Ala Pro Cys Ser Arg Ser Thr Ser 130 135 · 140
Glu Ser Thr Ala Ala Leu Gly Cys Leu Val Lys Asp Tyr Phe Pro Glu 145 150 155 160
Pro Val Thr Val Ser Trp Asn Ser Gly Ala Leu Thr Ser Gly Val His 165 170 175
Thr Phe Pro Ala Val Leu Gln ser ser Gly Leu Tyr Ser Leu Ser Ser 180 185 190
vai vai Thr vai Pro ser Ser Asn Phe Gly Thr Gln Thr Tyr Thr Cys 195 200 205 Asn Val Asp His Lys Pro ser Asn Thr Lys Val Asp Lys Thr vai Glu 210 215 220
Arg Lys Cys Cys Val Glu Cys Pro Pro Cys Pro Ala Pro Pro Val Ala 225 230 235 240
Gly Pro Ser vai Phe Leu Phe Pro Pro Lys Pro Lys Asp Thr Leu Met 245 250 255
Ile Ser Arg Thr Pro Glu vai Thr Cys vai Val Val Asp Val ser His 260 265 270
Glu Asp Pro Glu vai Glri Phe Asn Trp Tyr Val Asp Gly Val Glu vai 275 280 285
His Asn Ala Lys Thr Lys Pro Arg Glu Glu Gln Phe Asn ser Thr Phe 290 295 300
Arg Val vai ser vai Leu Thr Val Val His Gln Asp Trp Leu Asn Gly 305 310 315 320
Lys Glu Tyr Lys Cys Lys Val Ser Asn Lys Gly Leu Pro Ala Pro Ile 325 330 335
Glu Lys Thr Ile Ser Lys Thr Lys Gly Gln Pro Arg Glu Pro Gln vai 340 345 350
Tyr Thr Leu Pro Pro Ser Arg Glu Glu Met Thr Lys Asn Gln Val Ser 355 360 365
Leu Thr Cys Leu Val Lys Gly Phe Tyr Pro Ser Asp Ile Ala Val Glu 370 375 380
Trp Glu Ser Asn Gly Gln Pro Glu Asn Asn Tyr Lys Thr Thr Pro Pro 385 390 395 400
Met Leu Asp Ser Asp Gly Ser Phe Phe Leu Tyr Ser Lys Leu Thr Val 405 410 415
Asp Lys ser Arg Trp Gln Gln Gly Asn Val Phe ser Cys Ser Val Met 420 425 430
His Glu Ala Leu His Asn His Tyr Thr Gln Lys Ser Leu Ser Leu Ser 435 440 445
Pro Gly Lys 450
<210> 27
<211> 167
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 27 Gly vai vai Gln Pro Gly Arg ser Leu Arg Leu ser Cys Ala Ala ser 1 5 10 15
Gly Phe Thr Phe Ser Ser Tyr Gly Met His Trp Val Arg Gln Ala Pro 20 25 30
Gly Lys Gly Leu Glu Trp Val Ala Val Ile Trp Tyr Asp Gly Ser Asn 35 40 45
Lys Tyr Tyr Ala Asp Ser vai Lys Gly Arg Phe Thr Ile ser Arg Asp 50 55 60
Asn Ser Lys Asn Thr Leu Tyr Leu Gln Met Asn Ser Leu Arg Ala Glu 65 70 75 80
Asp Thr Ala Val Tyr Tyr Cys Ala Arg Asp Pro Arg Gly Ala Thr Leu 85 90 95
Tyr Tyr Tyr Tyr Tyr Gly Met Asp Val Trp Gly Gln Gly Thr Thr Val 100 105 110
Thr vai ser Ser Ala ser Thr Lys Gly Pro Ser vai Phe Pro Leu Ala 115 120 125
Pro Cys Ser Arg Ser Thr Ser Glu Ser Thr Ala Ala Leu Gly Cys Leu 130 135 140
Val Lys Asp Tyr Phe Pro Glu Pro Val Thr vai ser Trp Asn ser Gly 145 150 155 160
Ala Leu Thr ser Gly Val His 165
<210> 28 <211> 10 <212> PRT <213> Homo sapiens
<400> 28
Gly Phe Thr Phe Ser Ser Tyr Gly Met His 1 5 10
<210> 29
<211> 15
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 29
Val Ile Trp Tyr Asp Gly Ser Asn Lys Tyr Tyr Ala Asp Ser Val 1 5 10 15
<210> 30
<211> 16
<212> PRT
<213> Homo sapiens <400> 30
Asp Pro Arg Gly Ala Thr Leu Tyr Tyr Tyr Tyr Tyr Gly Met Asp Val 15 10 15
<210> 31
<211> 714
<212> DNA
<213> Homo sapiens
<400> 31
atggacatga gggtccccgc tcagctcctg gggctcctgc tactctggct ccgaggtgcc 60
agatgtgaca tccagatgac ccagtctcca tcctccctgt ctgcatctgt aggagacaga 120
gtcaccatca cttgccgggc aagtcagagc attaacagct atttagattg gtatcagcag 180
aaaccaggga aagcccctaa actcctgatc tatgctgcat ccagtttgca aagtggggtc 240
ccatcaaggt tcagtggcag tggatctggg acagatttca ctctcaccat cagcagtctg 300
caacctgaag attttgcaac ttactactgt caacagtatt acagtactcc attcactttc 360
ggccctggga ccaaagtgga aatcaaacga actgtggctg caccatctgt cttcatcttc 420
ccgccatctg atgagcagtt gaaatctgga actgcctctg ttgtgtgcct gctgaataac 480
ttctatccca gagaggccaa agtacagtgg aaggtggata acgccctcca atcgggtaac 540
tcccaggaga gtgtcacaga gcaggacagc aaggacagca cctacagcct cagcagcacc 600
ctgacgctga gcaaagcaga ctacgagaaa cacaaagtct acgcctgcga agtcacccat 660
cagggcctga gctcgcccgt cacaaagagc ttcaacaggg gagagtgtta gtga 714
<210> 32
<211> 214
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 32
Asp Xle Gln Met Thr Gln ser Pro ser Ser Leu Ser Ala Ser vai Gly 1 5 10 15
Asp Arg Val Thr Ile Thr Cys Arg Ala ser Gln Ser lie Asn Ser Tyr 20 25 30
Leu Asp Trp Tyr Gln Gln Lys Pro Gly Lys Ala Pro Lys Leu Leu Ile 35 40 45
Tyr Ala Ala Ser Ser Leu Gln Ser Gly Val Pro Ser Arg Phe Ser Gly 50 55 60
Ser Gly Ser Gly Thr Asp Phe Thr Leu Thr Ile Ser Ser Leu Gln Pro 65 70 75 80
Glu Asp Phe Ala Thr Tyr Tyr Cys Gln Gln Tyr Tyr Ser Thr Pro Phe 85 90 95
Thr Phe Gly Pro Gly Thr Lys vai Glu Ile Lys Arg Thr Val Ala Ala 100 105 110 Pro Ser Val Phe Ile Phe Pro Pro ser Asp Glu Gln Leu Lys Ser Gly 115 120 125
Thr Ala ser vai Val Cys Leu Leu Asn Asn Phe Tyr Pro Arg Glu Ala 130 135 140
Lys Val Gln Trp Lys Val Asp Asn Ala Leu Gln Ser Gly Asn Ser Gln 145 150 155 160
Glu Ser vai Thr Glu Gln Asp Ser Lys Asp Ser Thr Tyr Ser Leu ser 165 170 175
Ser Thr Leu Thr Leu Ser Lys Ala Asp Tyr Glu Lys His Lys Val Tyr 180 185 190
Ala cys Glu Val Thr His Gln Gly Leu Ser Ser Pro Val Thr Lys Ser 195 200 205
Phe Asn Arg Gly Glu Cys 210
<210> 33
<211> 139
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 33
Pro Ser ser Leu Ser Ala ser Val Gly Asp Arg vai Thr Ile Thr Cys 15 10 15
Arg Ala ser Gln Ser Ile Asn Ser Tyr Leu Asp Trp Tyr Gln Gln Lys 20 25 30
Pro Gly Lys Ala Pro Lys Leu Leu He Tyr Ala Ala Ser Ser Leu Gln 35 40 45
Ser Gly vai Pro Ser Arg Phe Ser Gly ser Gly Ser Gly Thr Asp Phe 50 55 60
Thr Leu Thr iíe Ser Ser Leu Gln Pro Glu Asp Phe Ala Thr Tyr Tyr 65 70 75 80
Cys Gln Gln Tyr Tyr Ser Thr Pro Phe Thr Phe Gly Pro Gly Thr Lys 85 90 95
vai Glu Ile Lys Arg Thr Val Ala Ala Pro Ser Val Phe Ile Phe Pro 100 105 110
Pro ser Asp Glu Gln Leu Lys Ser Gly Thr Ala Ser vai Val cys Leu 115 120 125
Leu Asn Asn Phe Tyr Pro Arg Glu Ala Lys vai 130 135 <210> 34
<211> 11
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 34
Arg Ala Ser Gln Ser Ile Asn ser Tyr Leu Asp 1 . 5 10
<210> 35
<211> 7
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 35
Ala Ala Ser Ser Leu Gln Ser 1 5
<210> 36
<211> 9
<212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 36
Gln Gln Tyr Tyr Ser Thr Pro Phe Thr 1 5
Claims (20)
1. Método para o tratamento de câncer de mama em um paciente em necessidade de tal tratamento, caracterizado pelo fato de que compreende administrar ao referido paciente uma quantidade tera- peuticamente eficaz de um anticorpo anti-CTLA4, ou porção de ligação de antígeno deste, em combinação com uma quantidade terapeutica- mente eficaz de um inibidor de aromatase.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o referido inibidor de aromatase é pelo menos um inibi- dor selecionado do grupo consistindo em anastrozol, letrozol, e exemes- tano.
3. Método de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que o referido inibidor de aromatase é exemestano.
4. Método de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que a referida quantidade terapeuticamente eficaz de uma quantidade de anticorpo anti-CTLA4 humano varia de cerca de 1 mg/kg a 40 mg/kg.
5. Método de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a referida quantidade terapeuticamente eficaz de uma quantidade de anticorpo anti-CTLA4 humano varia de cerca de 3 mg/kg a 15 mg/kg.
6. Método de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que a referida quantidade terapeuticamente eficaz de exe- mestano varia de cerca de 25 mg por dia a 200 mg por dia.
7. Método de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que a referida quantidade terapeuticamente eficaz de exe- mestano é cerca de 25 mg por dia.
8. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o referido tratamento é selecionado do grupo consistin- do em uma terapia neo-adjuvante, uma terapia adjuvante, um tratamen- to de primeira linha, um tratamento de segunda linha, e um tratamento de terceira linha.
9. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o referido anticorpo é selecionado do grupo consistindo em um anticorpo de mamífero não-humano, um anticorpo quimérico, e um anticorpo humano.
10. Método de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o referido anticorpo é um anticorpo humano.
11. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o referido anticorpo anti-CTLA4, ou porção de ligação de antíge- no deste, é pelo menos um anticorpo selecionado do grupo consistindo em: (a) um anticorpo humano que tem uma afinidade de ligação com CTLA4 de cerca de 10"8 ou mais, e que inibe a ligação entre CTLA4 e B7-1, e ligação entre CTLA4 e B7-2; (b) um anticorpo humano que tem uma seqüência de ami- noácido que compreende pelo menos uma seqüência de CDR humano que corresponde a uma seqüência de CDR de um anticorpo selecionado do gru- po que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, -11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1; (c) um anticorpo humano que tem as seqüências de amino- ácido de cadeia pesada e leve de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., -12.3.1.1, e 12.9.1.1; (d) um anticorpo humano que tem as seqüências de amino- ácido de uma região variável de cadeia pesada e uma região variável de ca- deia leve de um anticorpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, -4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1; (e) um anticorpo, ou uma porção de ligação de antígeno deste, que compete para ligação com CTLA4 com pelo menos um anticorpo que tem as seqüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de um anti- corpo selecionado do grupo que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, -4.14.3, 6.1.1, 11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1; e (f) um anticorpo, ou porção de ligação de antígeno deste, que inte- rage para ligação com CTLA4 com pelo menos um anticorpo que tem as se- qüências de aminoácido de cadeia pesada e leve de um anticorpo selecio- nado do grupo que consiste em 4.1.1, 4.8.1, 4.10.2, 4.13.1, 4.14.3, 6.1.1, -11.2.1, 11.6.1, 11.7.1., 12.3.1.1, 12.9.1.1, e 10D1.
12. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o referido anticorpo é um anticorpo humano que tem as seqüên- cias de aminoácido de cadeia pesada e leve de anticorpo 11.2.1.
13. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o referido anticorpo compreende uma cadeia pesada e uma ca- deia leve onde as seqüências de aminoácido da região variável de cadeia pesada da referida cadeia pesada e da região variável de cadeia leve da re- ferida cadeia leve são selecionadas do grupo consistindo: (a) na seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:3 e a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:9; (b) na seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:15 e a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:21; (c) na seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:27 e a seqüência de aminoácido de SEQ ID NO:33; (d) na seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:1 e a seqüência de aminoácido codificada pela se- qüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:7; (e) na seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:13 e a seqüência de aminoácido codificada pela se- qüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:19; (f) na seqüência de aminoácido codificada pela seqüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:25 e a seqüência de aminoácido codificada pela se- qüência de ácido nucléico de SEQ ID NO:31; (g) na seqüência de aminoácido de uma região variável de cadeia pesada e uma região variável de cadeia leve de anticorpo 10D1.
14. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o referido anticorpo, ou porção de ligação de antígeno deste, é um anticorpo selecionado do grupo consistindo em: (a) um anticorpo que tem uma região variável de cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas na SEQ ID NO:4, SEQ ID NO:5, e SEQ ID NO:6, e também tendo uma região variável de ca- deia leve que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID N0:10, SEQ ID NO:11 e SEQ ID NO:12; (b) um anticorpo que tem uma região variável de cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO:16, SEQ ID NO:17, e SEQ ID NO:18, e também tendo uma região variável de cadeia leve que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas SEQ ID NO:22, SEQ ID NO:23 e SEQ ID NO:24; (c) um anticorpo que tem uma região variável de cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO:28, SEQ ID NO:29, e SEQ ID N0:30, e também tendo uma região variável de cadeia leve que compreende as seqüências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO:34, SEQ ID NO:35 e SEQ ID NO:36; e (d) um anticorpo que tem uma região variável de cadeia pesada que compreende as seqüências de aminoácido de cadeia pesada CDR1, CDR2, e CDR3 de anticorpo 10D1, também tendo uma região variável de cadeia leve que compreende as seqüências de aminoácido da cadeia leve CDR1, CDR2, e CDR3 de anticorpo 10D1.
15. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende ainda administrar ao referido paciente pelo menos um agente selecionado do grupo consistido em um agente de alquilação, um antagonista de folato, antagonista de pirimidina, um antibiótico de antracilina, um composto de platina, um taxano, um vinca alcalóide, um análogo de camptotecina, um agente de estimulação de receptor tipo pedágio, uma va- cina de tumor com base em proteína de choque térmico, uma terapia com base em célula de apresentação de antígeno, um alvo de mamífero de inibi- dor de rapamicina, um inibidor de erbB2, um inibidor de EGFR, um inibidor de VEGF, um inibidor de VEGFR, um inibidor de angiogênese, um anticorpo, um imunomodulador, um modulador de receptor de estrogênio seletivo, uma citocina, uma vacina de tumor, um agente antiproliferativo, uma molécula co- estimuladora imune, e uma citocina.
16. Composição farmacêutica para o tratamento de câncer de mama, caracterizada pelo fato de que compreende: uma quantidade terapeuticamente eficaz de um anticorpo anti-CTLA4; uma quantidade terapeuticamente eficaz de um inibidor de aromata- se; e um veículo farmaceuticamente aceitável.
17. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que o referido inibidor de aromatase é pelo menos um inibidor de aromatase selecionado do grupo consistindo em anastrozol, Ietrozol1 e exemestano.
18. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o referido inibidor de aromatase é exemesta- no.
19. Uso de uma quantidade de um anticorpo anti-CTLA4, carac- terizado pelo fato de que é na preparação de uma composição para o trata- mento de câncer de mama em um paciente onde o referido tratamento com- preende ainda administrar ao referido paciente uma quantidade de um inibi- dor de aromatase.
20. Uso de acordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo fa- to de que o referido inibidor de aromatase é exemestano e também onde o referido anticorpo é um anticorpo humano que tem as seqüências de amino- ácido de região variável de cadeia pesada e leve de anticorpo 11.2.1.
Applications Claiming Priority (3)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| US62485604P | 2004-11-04 | 2004-11-04 | |
| US60/624,856 | 2004-11-04 | ||
| PCT/IB2005/003307 WO2006048749A1 (en) | 2004-11-04 | 2005-10-24 | Ctla-4 antibody and aromatase inhibitor or combination treatment for breast cancer |
Publications (1)
| Publication Number | Publication Date |
|---|---|
| BRPI0515735A2 true BRPI0515735A2 (pt) | 2011-10-11 |
Family
ID=35825412
Family Applications (1)
| Application Number | Title | Priority Date | Filing Date |
|---|---|---|---|
| BRPI0515735-8A BRPI0515735A2 (pt) | 2004-11-04 | 2005-10-24 | tratamento de combinação de anticorpo de ctla4 e inibidor de aromatase para cáncer de mama, suas composições farmacêuticas e respectivos usos |
Country Status (15)
| Country | Link |
|---|---|
| EP (1) | EP1819735A1 (pt) |
| JP (1) | JP2008518902A (pt) |
| KR (1) | KR20070067702A (pt) |
| CN (1) | CN101052655A (pt) |
| AR (1) | AR053651A1 (pt) |
| AU (1) | AU2005300315A1 (pt) |
| BR (1) | BRPI0515735A2 (pt) |
| CA (1) | CA2586844A1 (pt) |
| IL (1) | IL182244A0 (pt) |
| MX (1) | MX2007003804A (pt) |
| NO (1) | NO20072576L (pt) |
| RU (1) | RU2007114111A (pt) |
| TW (1) | TW200621804A (pt) |
| WO (1) | WO2006048749A1 (pt) |
| ZA (1) | ZA200702577B (pt) |
Families Citing this family (33)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| WO2006114702A2 (en) * | 2005-04-25 | 2006-11-02 | Pfizer Products Inc. | Pharmaceutical compositions and methods comprising a combination of a selective estrogen receptor modulator and an aromatase inhibitor |
| WO2007008463A2 (en) * | 2005-07-07 | 2007-01-18 | Coley Pharmaceutical Group, Inc. | Anti-ctla-4 antibody and cpg-motif-containing synthetic oligodeoxynucleotide combination therapy for cancer treatment |
| US7700567B2 (en) | 2005-09-29 | 2010-04-20 | Supergen, Inc. | Oligonucleotide analogues incorporating 5-aza-cytosine therein |
| WO2007113648A2 (en) * | 2006-04-05 | 2007-10-11 | Pfizer Products Inc. | Ctla4 antibody combination therapy |
| US8449886B2 (en) | 2008-01-08 | 2013-05-28 | Bristol-Myers Squibb Company | Combination of anti-CTLA4 antibody with tubulin modulating agents for the treatment of proliferative diseases |
| WO2010014784A2 (en) | 2008-08-01 | 2010-02-04 | Bristol-Myers Squibb Company | Combination of anti-ctla4 antibody with diverse therapeutic regimens for the synergistic treatment of proliferative diseases |
| DK2346995T3 (en) | 2008-09-26 | 2019-02-11 | Tocagen Inc | GENETERIVE VECTORS AND CYTOSINDEAMINASES |
| US8829173B2 (en) | 2008-09-26 | 2014-09-09 | Tocagen Inc. | Recombinant vectors |
| AU2009298131B2 (en) | 2008-10-02 | 2016-07-14 | Aptevo Research And Development Llc | CD86 antagonist multi-target binding proteins |
| PT2769737T (pt) * | 2009-07-20 | 2017-06-29 | Bristol Myers Squibb Co | Combinação de um anticorpo anti-ctla4 com etopósido para o tratamento sinérgico de doenças proliferativas |
| ES2699965T3 (es) | 2011-03-10 | 2019-02-13 | Provectus Pharmatech Inc | Una combinación de rosa de bengala y anticuerpo anti-CTLA4 para su uso en el tratamiento del cáncer |
| HUE042327T2 (hu) | 2011-08-30 | 2019-06-28 | Astex Pharmaceuticals Inc | Decitabin-származék készítmények |
| HUE044352T2 (hu) | 2011-10-14 | 2019-10-28 | Hoffmann La Roche | Pertuzumab, Trastuzumab, Docetaxel és Carboplatin korai stádiumú mellrák kezelésére |
| PL2844282T3 (pl) | 2012-05-04 | 2019-11-29 | Pfizer | Antygeny związane z gruczołem krokowym i schematy immunoterapii oparte na szczepionce |
| CN103768596B (zh) * | 2012-10-17 | 2016-06-22 | 苏州丁孚靶点生物技术有限公司 | 用于肿瘤治疗的组合产品、其用途及相关方法 |
| EP2909324B1 (en) | 2012-10-25 | 2020-02-26 | Tocagen Inc. | Retroviral vector with mini-promoter cassette |
| CN105025884B (zh) | 2013-03-01 | 2019-08-20 | 阿斯泰克斯制药公司 | 药物组合 |
| MX377714B (es) * | 2013-10-18 | 2025-03-11 | Regeneron Pharma | Composiciones que comprenden una combinación de un antagonista de vegf y un anticuerpo anti-ctla-a. |
| WO2017004538A1 (en) | 2015-07-02 | 2017-01-05 | Otsuka Pharmaceutical Co., Ltd. | Lyophilized pharmaceutical compositions |
| AU2016317936A1 (en) | 2015-09-04 | 2018-03-08 | Tocagen Inc. | Recombinant vectors comprising 2A peptide |
| CN106883298B (zh) | 2015-12-16 | 2021-12-17 | 上海康岱生物医药技术股份有限公司 | 双特异性偶联抗体及其制法和用途 |
| EP3400291B2 (en) | 2016-01-08 | 2024-02-28 | Replimune Limited | Engineered virus |
| US11542332B2 (en) | 2016-03-26 | 2023-01-03 | Bioatla, Inc. | Anti-CTLA4 antibodies, antibody fragments, their immunoconjugates and uses thereof |
| KR102379464B1 (ko) | 2016-06-20 | 2022-03-29 | 키맵 리미티드 | 항-pd-l1 항체 |
| EP3505183B1 (en) * | 2016-08-26 | 2022-03-30 | Tetsuji Okuno | Microvascular blood flow decreasing agent and use thereof |
| WO2018098352A2 (en) | 2016-11-22 | 2018-05-31 | Jun Oishi | Targeting kras induced immune checkpoint expression |
| GB201700350D0 (en) | 2017-01-09 | 2017-02-22 | Replimune Ltd | Altered virus |
| HUE064898T2 (hu) | 2017-03-02 | 2024-04-28 | Genentech Inc | HER2-pozitív emlõrák adjuváns kezelése |
| WO2018167780A1 (en) * | 2017-03-12 | 2018-09-20 | Yeda Research And Development Co. Ltd. | Methods of prognosing and treating cancer |
| BR112020002280A2 (pt) | 2017-08-03 | 2020-07-28 | Otsuka Pharmaceutical Co., Ltd. | composto farmacológico e métodos purificação do mesmo |
| CN112601547A (zh) | 2018-06-21 | 2021-04-02 | 雷普利穆内有限公司 | 使用溶瘤病毒的治疗 |
| MX2021005048A (es) | 2018-10-31 | 2021-09-08 | Bioatla Inc | Anticuerpos anti-ctla4, fragmentos de anticuerpos, sus inmunoconjugados y usos. |
| WO2021173870A1 (en) * | 2020-02-27 | 2021-09-02 | University Of Washington | Composition and method to prepare long-acting injectable suspension containing multiple cancer drugs |
Family Cites Families (1)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| IL149701A0 (en) * | 2001-05-23 | 2002-11-10 | Pfizer Prod Inc | Use of anti-ctla-4 antibodies |
-
2005
- 2005-10-24 AU AU2005300315A patent/AU2005300315A1/en not_active Abandoned
- 2005-10-24 WO PCT/IB2005/003307 patent/WO2006048749A1/en not_active Ceased
- 2005-10-24 CN CNA2005800377929A patent/CN101052655A/zh active Pending
- 2005-10-24 BR BRPI0515735-8A patent/BRPI0515735A2/pt not_active IP Right Cessation
- 2005-10-24 RU RU2007114111/13A patent/RU2007114111A/ru unknown
- 2005-10-24 JP JP2007538539A patent/JP2008518902A/ja not_active Withdrawn
- 2005-10-24 MX MX2007003804A patent/MX2007003804A/es unknown
- 2005-10-24 KR KR1020077010096A patent/KR20070067702A/ko not_active Ceased
- 2005-10-24 CA CA002586844A patent/CA2586844A1/en not_active Abandoned
- 2005-10-24 EP EP05798369A patent/EP1819735A1/en not_active Ceased
- 2005-11-01 TW TW094138271A patent/TW200621804A/zh unknown
- 2005-11-02 AR ARP050104588A patent/AR053651A1/es not_active Application Discontinuation
-
2007
- 2007-03-27 IL IL182244A patent/IL182244A0/en unknown
- 2007-03-28 ZA ZA200702577A patent/ZA200702577B/en unknown
- 2007-05-21 NO NO20072576A patent/NO20072576L/no not_active Application Discontinuation
Also Published As
| Publication number | Publication date |
|---|---|
| JP2008518902A (ja) | 2008-06-05 |
| KR20070067702A (ko) | 2007-06-28 |
| IL182244A0 (en) | 2007-09-20 |
| CA2586844A1 (en) | 2006-05-11 |
| EP1819735A1 (en) | 2007-08-22 |
| MX2007003804A (es) | 2007-04-23 |
| TW200621804A (en) | 2006-07-01 |
| RU2007114111A (ru) | 2008-12-10 |
| CN101052655A (zh) | 2007-10-10 |
| ZA200702577B (en) | 2008-07-30 |
| NO20072576L (no) | 2007-08-03 |
| AR053651A1 (es) | 2007-05-16 |
| AU2005300315A1 (en) | 2006-05-11 |
| WO2006048749A1 (en) | 2006-05-11 |
Similar Documents
| Publication | Publication Date | Title |
|---|---|---|
| KR20070067702A (ko) | 유방암을 치료하기 위한 ctla-4 항체와 아로마타제억제제 병용 요법 | |
| KR100531707B1 (ko) | 항-ctla-4 항체의 용도 | |
| EP2699598B1 (en) | Combinations of anti-4-1bb antibodies and adcc-inducing antibodies for the treatment of cancer | |
| KR20070104673A (ko) | 암의 치료를 위한 항-ctla4 항체와 인돌리논병용요법 | |
| TWI294915B (en) | Modified human igf-ir antibodies | |
| KR20080030656A (ko) | 암 치료를 위한 항-CTLA-4 항체 및 CpG-모티프-함유합성 올리고데옥시뉴클레오티드의 조합 요법 | |
| CA2647282A1 (en) | Ctla4 antibody combination therapy | |
| CN1964739A (zh) | 抗ctla-4抗体的用途 | |
| BRPI0609427A2 (pt) | composição farmacêutica para o tratamento de cáncer de próstata e uso de um agente de terapia hormonal e de um anticorpo, ou uma porção de ligação a antìgeno do mesmo | |
| KR20200119845A (ko) | 항 pd-1 항체 및 항 ctla4 항체를 사용한 암의 치료 방법 | |
| CA2573821A1 (en) | Combination treatment for non-hematologic malignancies using an anti-igf-1r antibody | |
| KR20200109339A (ko) | Tim3에 대한 항체를 사용하여 암을 치료하는 방법 | |
| CN113166242B (zh) | 用于癌症的组合疗法 | |
| US20240010729A1 (en) | Combination therapy of a pd-1 antagonist and lag3 antagonist and lenvatinib or a pharmaceutically acceptable salt thereof for treating patients with cancer | |
| JP2025534656A (ja) | 抗pd1抗体の皮下投与による癌を治療するための組成物および方法 | |
| HK1114103A (en) | Ctla-4 antibody and aromatase inhibitor or combination treatment for breast cancer | |
| HK1115297A (en) | Anti-ctla4 antibody and indolinone combination therapy for treatment of cancer | |
| HK1103020A (en) | Uses of anti-ctla-4 antibodies | |
| HK1195084A (en) | Combinations of anti-4-1bb antibodies and adcc-inducing antibodies for the treatment of cancer | |
| HK1195084B (en) | Combinations of anti-4-1bb antibodies and adcc-inducing antibodies for the treatment of cancer | |
| HK1122045A (en) | Anti-ctla-4 antibody and cpg-motif-containing synthetic oligodeoxynucleotide combination therapy for cancer treatment |
Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| B08F | Application dismissed because of non-payment of annual fees [chapter 8.6 patent gazette] |
Free format text: REFERENTE AS 5A E 6A ANUIDADES. |
|
| B08K | Patent lapsed as no evidence of payment of the annual fee has been furnished to inpi [chapter 8.11 patent gazette] |
Free format text: REFERENTE AO DESPACHO 8.6 PUBLICADO NA RPI 2160 DE 29/05/2012. |