(54) Título: MÉTODO PARA INDICAR O(S) SERVIÇO(S) DE COMUNICAÇÃO DE SUBSISTEMA DE MULTIMÍDIA DE IP E APLICATIVO TERMINAL COM QUE UMA MENSAGEM DE PROTOCOLO DE INICIAÇÃO DE SESSÃO SE RELACIONA E PARA OPERAR UM TERMINAL DE USUÁRIO OU NÓ DE REDE DE IMS (51) Int.CI.: H04L 29/06 (73) Titular(es): TELEFONAKTIEBOLAGET LM ERICSSON (72) Inventor(es): BO ASTRÕM; LENNART NORELL; STEPHEN TERRILL; ANDERS RYDE; MATS STILLE
“MÉTODOS PARA INDICAR O(S) SERVIÇO(S) DE COMUNICAÇÃO DE SUBSISTEMA DE MULTIMÍDIA DE IP, PARA IDENTIFICAR UM APLICATIVO, PARA OPERAR UM TERMINAL DE USUÁRIO OU NÓ DE REDE DE IMS E PARA PERMITIR A UMA PLURALIDADE DE
SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SER ASSOCIADA JUNTO DENTRO DE UM SUBSISTEMA DE MULTIMÍDIA DE IP OU A UM EQUIPAMENTO DE USUÁRIO”
Campo da Invenção
A presente invenção relaciona-se a um método e aparelho para identificar um serviço de Subsistema de Multimídia de IP (IMS), e em particular para identificar um serviço de IMS para qual uma comunicação de IMS ou pedido de comunicação se relaciona.
Fundamentos da Invenção
Serviços de Multimídia IP provêem uma combinação dinâmica de voz, vídeo, transmissão de mensagem, dados, etc., dentro da mesma sessão. Cultivando o número de aplicativos básicos e a mídia que é possível combinar, o número de serviços oferecidos aos usuários finais crescerá, e a experiência de comunicação inter-pessoal será enriquecida. Isto conduzirá a uma nova geração de serviços de comunicação de multimídia personalizados, ricos, incluindo denominados serviços de ‘'Multimídia de IP combinatórios, que são considerados em mais detalhe abaixo.
Subsistema de Multimídia de IP (IMS) é a tecnologia definida pelo Projeto de Sociedade de Terceira Geração (3GPP) para prover serviços de Multimídia de IP através de redes de comunicação móveis (3GPP TS
22.228, TS 23.228, TS 24.229, TS 29.228, TS 29.229, TS 29.328 e TS 29.329
Liberação 5 e Liberação 6). IMS provê características fundamentais para enriquecer a experiência de comunicação de pessoa para pessoa de usuário final pelo uso de Habilitadores de Serviço de IMS padronizados, que facilitam novos ricos serviços de comunicação de pessoa para pessoa (cliente para
cliente) como também serviços de pessoa para conteúdo (cliente para servidor) através de redes baseadas em ΪΡ. O IMS faz uso do Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP) para estabelecer e controlar chamadas ou sessões entre terminais de usuário (ou terminais de usuário e servidores de aplicativo). O Protocolo de Descrição de Sessão (SDP), levado por sinalização de SIP, é usado para descrever e negociar os componentes de mídia da sessão. Enquanto SIP foi criado como um protocolo de usuário para usuário, IMS permite aos operadores e provedores de serviço controlarem acesso de usuário a serviços e cobrarem os usuários por conseguinte.
Figura 1 ilustra esquematicamente como o IMS se ajusta na arquitetura de rede móvel no caso de uma rede de acesso de GPRSZPS. Funções de Controle de Chamada/Sessão (CSCFs) operam como procurações de SIP com o IMS. A arquitetura de 3GPP define três tipos de CSCFs: a CSCF de Procuração (P-CSCF), que é o primeiro ponto de contato dentro do IMS para um terminal de SIP; a CSCF de Serviço (S-CSCF), que provê serviços ao usuário aos quais o usuário está subscrito; e a CSCF Interrogante (I-CSCF), cujo papel é identificar a S-CSCF correta e para remeter para essa S-CSCF um pedido recebido de um terminal de SIP por uma P-CSCF.
Um usuário se registra com o IMS usando o método de REGISTRO de SIP especificado. Este é um mecanismo para se conectar ao IMS e anunciar ao EMS o endereço ao qual uma identidade de usuário de SIP pode ser alcançada. Em 3GPP, quando um terminal de SIP executa um registro, o IMS autentica o usuário, e aloca uma S-CSCF àquele usuário do conjunto de S-CSCFs disponíveis. Enquanto os critérios para alocar S-CSCFs não estão especificados por 3GPP, estes podem incluir repartição de carga e requisitos de serviço. É notado que a alocação de uma S-CSCF é fundamental para controlar (e cobrar) acesso de usuário a serviços baseados em IMS. Operadores podem prover um mecanismo para prevenir sessões de SIP de usuário para usuário diretas que caso contrário desviariam a S-CSCF.
Durante o processo de registro, é a responsabilidade da ICSCF selecionar uma S-CSCF, se uma S-CSCF já não estiver selecionada. A I-CSCF recebe as capacidades de S-CSCF requeridas do Servidor de Assinante Doméstico (HSS) da rede doméstica, e seleciona uma S-CSCF apropriada baseado nas capacidades recebidas. [É notado que alocação de SCSCF também é levada para um usuário pela I-CSCF no caso onde o usuário é chamado por outra parte, e o usuário não está alocado a uma S-CSCF atualmente]. Quando um usuário registrado envia subseqüentemente um pedido de sessão ao IMS, a P-CSCF é capaz de remeter o pedido à S-CSCF selecionada baseado em informação recebida da S-CSCF durante o processo de registro.
Dentro da rede de serviço de IMS, Servidores de Aplicativo (ASs) são providos para implementar funcionalidade de serviço de IMS. Servidores de Aplicativo provêem serviços a usuários finais em um sistema de IMS, e podem ser conectados como tanto como pontos finais através da interface de Mr definida de 3GPP, ou ligado por uma S-CSCF através da interface de ISC definida de 3GPP. No caso anterior, Critérios de Filtro Iniciais (IFC) são usados por uma S-CSCF para determinar quais Servidores de Aplicativo deveríam ser ligados durante um estabelecimento de Sessão de SIP. Os IFCs são recebidos pela S-CSCF de um HSS durante o procedimento de registro de IMS como parte do Perfil do Usuário de um usuário.
Figura 2 ilustra a interface de Controle de Serviço de IMS (ISC) entre um AS e uma S-CSCF, como também outras interfaces dentro do IMS. Embora o AS na Figura 2 seja mostrado como tendo só uma única interface a uma S-CSCF, será apreciado que na prática, a interface de ISC estenderá por uma rede de comunicação para qual muitos (ou todos) dos servidores de CSCF da rede de um dado operador estão conectados, permitindo a um AS se comunicar com todas destas CSCFs. [Outras entidades
ilustradas na Figura 1 serão bem conhecidas àqueles de habilidade na arte].
Uma interface adicional (Ut) existe entre o AS e o terminal de usuário (TS23.002), embora isto não seja mostrado na Figura. A interface de Ut permite ao usuário administrar informação relacionada a seus serviços, por exemplo criação e designação de Identidades de Serviço Publico, administração de políticas de autorização que são usadas por exemplo por serviços de presença, administração de política de conferência, etc.
Sumário da Invenção
Até onde serviços de IMS são requeridos, serviços de comunicação diferentes são prováveis requerer manipulação diferente pelo IMS e por terminais de usuário. Mais particularmente:
Serviços diferentes podem requerer a ligação de servidores de aplicativo diferentes através da interface de ISC;
Sessões podem ser roteadas a terminais de usuários finais diferentes que um dado usuário registrou com o IMS, em dependência do serviço ao qual a sessão se relaciona (casar capacidades de terminal a tipo serviço pode ser usado, por exemplo, para evitar estrangulamento);
Entidades funcionais diferentes no terminal de um recebedor podem ser designadas para controlar serviços diferentes (por exemplo, PoC e P2P Multimídia);
Operadores de rede podem ter níveis diferentes de autorização para serviços diferentes;
Políticas de autorização de mídia corretas diferentes podem ser aplicadas a serviços diferentes. Por exemplo, voz (áudio) em PoC não requer o mesmo suporte de Qualidade de Serviço na rede como multimídia de P2P, e portanto mídia será alocada por conseguinte.
Um operador de rede pode aplicar regras de cobrança diferentes dependendo do serviço de IMS;
Requisitos de Serviço de conexão em rede (por exemplo transmissão de mensagem adiada de IMS - MMS) pode depender do serviço de IMS.
O Protocolo de Descrição de Sessão (SDP) de SIP especifica um denominado campo de linha m que define o tipo inicial de mídia a ser usada para um serviço de IMS. Por exemplo, a linha m pode especificar áudio 20000 RTP/AVP 0 ou vídeo 20000 RTP/AVP 0. [O formato de linha m está definido na IETF RFC (2327). ’^ΟΟΟΟ é o número da porta que deverá ser usado e RTP é o protocolo. AVPs estão definidos para protocolos diferentes e os valores nomeados para AVPs têm significados diferentes dependendo dos protocolos. Um certo valor pode por exemplo expressar qual codec que deverá ser usado]. Foi idealizado que a informação de linha m pode ser usada para identificar o tipo de serviço de comunicação de IMS. Porém, o sucesso de IMS significou que haverá vários serviços de comunicação diferentes usando o mesmo tipo de mídia. Por exemplo, PoC e multimídia de pessoa para pessoa poderíam fazer uso do tipo de mídia de áudio. A informação de linha m portanto não pode ser usada para identificar exclusivamente o serviço de comunicação de IMS. Este problema foi identificado pelos inventores da presente invenção em um artigo de trabalho de 3GPP intitulado IMS Communication Service Identifier (ServID).
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção, é provido um método para indicar os serviços de comunicação de Subsistema de Multimídia de IP para quais uma mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão se relaciona, o método compreendendo incluir um ou mais identificadores de serviço de comunicação na mensagem de Protocolo de
Iniciação de Sessão como uma Etiqueta de Característica da mensagem, um identificador de serviço de comunicação identificando um de uma pluralidade de serviços de comunicação.
Uma mensagem de SIP pode incluir um ou mais identificadores de serviço de comunicação como Etiquetas de Característica, por exemplo no caso de uma mensagem de REGISTRO DE SIP.
A Etiqueta de Característica pode ser incluída em um
Cabeçalho de Contato, Aceitar-Contato, ou cabeçalho de Rejeitar-Contato durante Registro ou como preferências de chamador durante estabelecimento de sessão ou entrega de mensagem para mensagens de SIP que não são baseadas em sessão, por exemplo Mensagem de SIP.
De acordo com um segundo aspecto da presente invenção, é provido um método para identificar um aplicativo, residindo em um terminal de usuário, para o qual uma mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão se relaciona, o método compreendendo incluir uma referência de aplicativo na mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão.
Uma referência de aplicativo pode ser incluída no cabeçalho de mensagem de SIP como uma Etiqueta de Característica, por exemplo em um cabeçalho de Contato em Mensagens de Registro, e cabeçalhos de
Aceitar-Contato, ou Rejeitar-Contato em outras mensagens de SIP (por exemplo, CONVITE). Altemativamente, a referência de aplicativo pode ser incluída como uma linha a, aumentando uma linha m em uma parte de SDP da mensagem de SIP. Referências de aplicativo podem ser incluídas ambos como uma Etiqueta de Característica e como um linha a na mesma mensagem de SIP, por exemplo identificando um aplicativo mestre e um aplicativo auxiliar, respectivamente.
Uma concretização preferida da presente invenção combina o primeiro e segundo aspectos da presente invenção. A um terminal de usuário ou nó de rede de IMS, a pilha de IMS identifica o serviço de comunicação apropriado na base de um identificador de serviço de comunicação contido em uma mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão recebida, e remete a mensagem para a entidade funcional (software) que implementa este serviço. Esta entidade funcional é chamada aqui o serviço de comunicação. O serviço de comunicação que recebe a mensagem identifica o aplicativo apropriado na base de uma referência de aplicativo contida na mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão, e remete a mensagem para aquele aplicativo.
De acordo com um terceiro aspecto da presente invenção, é provido um método permitindo a uma pluralidade de Serviços de
Comunicação serem associados juntos dentro de um Subsistema de Multimídia de IP ou a um Equipamento de Usuário, o método incluindo identificar o ou cada serviço associado como uma Etiqueta de Característica na mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão.
Por exemplo, a invenção pode permitir associação de uma pluralidade de comunicação de serviços de IMS simultâneos, por exemplo Multimídia de P2P com Transmissão de Mensagem de IMS, e/ou correlatar serviços de comunicação de IMS com outras sessões de serviço simultâneas, por exemplo, Fala Comutada por Circuito.
Em uma concretização preferida da invenção, este terceiro aspecto é combinado com um ou ambos do primeiro e segundo aspectos da invenção.
Outros aspectos da invenção incluem:
terminais de usuário e nós de rede incluindo meio para inserir em uma mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão um identificador de serviço de comunicação como uma Etiqueta de Característica da mensagem;
terminais de usuário e nós de rede incluindo meio para inserir em uma mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão uma referência de aplicativo; e terminais de usuário e nós de rede incluindo meio para inserir em uma mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão.
De acordo com ainda aspectos adicionais da invenção, um ou mais novos Elementos de informação de SIP (parâmetros) podem ser padronizados para levar um ou mais do: Identificador de Serviço de Comunicação, Referência de Aplicativo, e Qualificador de MCS (o identificador de associação de Serviço de Comunicação).
Breve Descrição dos Desenhos
Figura 1 ilustra esquematicamente a integração de um Subsistema de Multimídia de IP em um sistema de comunicação móvel de
3G;
Figura 2 ilustra esquematicamente certas entidades do Subsistema de Multimídia de IP incluindo um Servidor de Aplicativo e uma Função de Controle de Serviço Chamada/Estado;
Figura 3 ilustra uma mensagem de REGISTRO de SIP de 10 exemplo incorporando Identificadores de Serviço de Comunicação;
Figura 4 ilustra uma mensagem de CONVITE de SIP de exemplo incorporando Identificadores de Serviço de Comunicação;
Figura 5 ilustra esquematicamente uma arquitetura de UE que faz uso de Identificadores de Serviço de Comunicação e Referências de
Aplicativo;
Figura 6 ilustra esquematicamente uma arquitetura de terminal na qual um aplicativo implementa uma comunicação baseada em SIP que é proprietário ao aplicativo;
Figura 7 ilustra uma mensagem de REGISTRO de SIP de 20 exemplo incorporando Identificadores de Serviço de Comunicação e
Referências de Aplicativo;
Figura 8 ilustra uma mensagem de CONVITE de SIP de exemplo incorporando Identificadores de Serviço de Comunicação e Referências de Aplicativo;
Figura 9 ilustra esquematicamente uma arquitetura de UE que faz uso de Identificadores de Serviço de Comunicação, Referências de Aplicativo e Múltiplos Qualificadores de Serviço de Comunicação;
Figura 10 ilustra uma mensagem de CONVITE de SIP de exemplo incorporando Identificadores de Serviço de Comunicação,
Referências de Aplicativo, e Múltiplos Qualifícadores de Serviço de Comunicação; e
Figura 11 ilustra uma Mensagem de SIP de exemplo incorporando Identificadores de Serviço de Comunicação, Referências de Aplicativo e Múltiplos Qualifícadores de Serviço de Comunicação.
Descrição Detalhada de Certas Concretizações
Há vários benefícios de ser capaz de identificar o serviço de Subsistema de Multimídia de IP (IMS) particular para qual uma mensagem de Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP) se relaciona. Estes já foram considerados acima. É proposto aqui facilitar esta identificação incluindo na mensagem de SIP um Identificador de Serviço de Comunicação, e em particular incluindo o Identificador de Serviço de Comunicação como uma Etiqueta de Característica.
A Etiqueta de Característica apropriada é incluída em um dos cabeçalhos de Contato (Registro), Aceitar-Contato, ou Rejeitar-Contato da mensagem de SIP, como uma das Preferências de Chamador. Exemplos de identificadores de serviço são:
+g.communication Service ~ +g.p2p.multimedia +g.communication Service = +g.poc,talkburst +g.communication Service = +g.instant.messaging +g.communication Service = +g.defeired.multimedia.messaging, onde o sufixo, por exemplo multimedia identifica o serviço de comunicação de IMS.
Figura 3 mostra a estrutura (em parte) de uma mensagem de REGISTRO de SIP que identifica os serviços de comunicação que são suportados pelo remetente de mensagem (Equipamento de Usuário), incluindo Identificadores de Serviço de Comunicação no cabeçalho de Contato. Etiquetas de Característica em Mensagens de Registro anunciam capacidades de um terminal à rede. A rede (por exemplo, na S-CSCF) pode usar esta informação para casar preferências de chamador expressas pelo originador de uma sessão de SIP com o conjunto de terminais registrados do recebedor que melhor casam com as preferências de chamador pedidas. No exemplo ilustrado, os serviços suportados são: multimídia; ‘talkburst'; e transmissão de mensagem de multimídia. Tal mensagem de REGISTRO é enviada pelo UE à Função de Controle de Chamada/Sessão de Serviço (S-CSCF).
Figura 4 mostra a estrutura (em parte) de uma mensagem de CONVITE de SIP que é usada para começar um serviço de comunicação de IMS específico. A mensagem de CONVITE identifica no cabeçalho de
Aceitar-Contato a mídia suportada pelo UE iniciante, isto é, áudio, vídeo, dados, como também o serviço para qual a mensagem se relaciona, isto é, multimídia de pessoa para pessoa (p2P). A “linha m da parte de mensagem de SDP indica que inicialmente a sessão é só uma sessão de áudio. A outra mídia, áudio e dados, identificada no cabeçalho de Aceitar-Contato são mídias que podem ser usadas na sessão, mas não são usadas inicialmente. O recebedor final desta mensagem é um UE de par, identificado pelo exemplo “SIP URI SIP-URIl@operator.com. Porém, é provável que a S-CSCF servindo o UE iniciante examinará a mensagem, e pode decidir se ou não remeter a mensagem dependendo do serviço identificado pelo Identificador de
Serviço de Comunicação. Se o assinante estiver autorizado a usar o serviço de multimídia de p2p, o CONVITE será remetido ao recebedor UE (escolhido, se necessário, na base de capacidades). Cobrança também pode ser iniciada baseada no serviço, e/ou ASs de SIP ligados dentro ao caminho de mensagem de SIP.
Como uma melhoria para a abordagem descrita, o
Identificador de Serviço de Comunicação na Etiqueta de Característica pode ser completado com o número de versão do serviço relacionado.
Em um UE típico, serviços de comunicação particulares (padronizados) são prováveis serem operados por aplicativos que na maioria dos casos serão providos de modo nativo por vendedores de terminais. Estes aplicativos podem se conformar a certos padrões acordados e são referidos aqui como aplicativos prefixados para serviço baseado em comunicação de IMS padronizado. Exemplos incluem aplicativos prefixados para operar sessões de multimídia de p2p e PoC. Outros aplicativos residindo no UEs podem não ser padronizados, por exemplo aplicativos relativos a jogos ou aplicativos de escritório específicos de companhia. Figura 5 ilustra os aplicativos e serviços de comunicação residindo a um UE, no topo da pilha de IMS.
Seria útil poder especificar em uma mensagem de SIP o aplicativo que é para ser usado para operar um serviço de comunicação particular, por meio de uma Referência de Aplicativo. Isto é útil quando um serviço de comunicação de IMS permite a aplicativos se comunicarem de acordo com as regras, procedimentos e mídia associada definida para o serviço de comunicação. Um aplicativo que usa um serviço de comunicação de IMS não implementa a parte de comunicação de SIP do serviço, mas usa (isto é, acessa de modo superposto) o serviço de comunicação para este propósito por uma interface interna. A referência de aplicativo identifica o aplicativo assentando em cima de um serviço de comunicação. Note também que é possível para um aplicativo implementar uma comunicação baseada em SIP que é proprietário ao aplicativo, e o aplicativo em tal caso seria identificado com um identificador de serviço de comunicação. Isto é ilustrado na Figura 6.
A Referência de Aplicativo pode ser implementada como uma
Etiqueta de Característica ou como uma linha a aumentando uma linha m na parte de SDP de uma mensagem de SIP. Ambos têm suas vantagens e desvantagens.
Referência de Aplicativo como uma Etiqueta de Característica
Incluir a Referência de Aplicativo como uma Etiqueta de
Característica tem a vantagem que o mecanismo pode ser usado para todas as Mensagens de SIP (isto é, não só aquelas levando um SDP). Este mecanismo também indica a um ponto final de recebedor, qual aplicativo deverá ser usado para o serviço de comunicação a ser estabelecido. Este aplicativo será o aplicativo mestre para a sessão e governará a adição de mídia a ele. Porém, o mecanismo só pode ser usado no estabelecimento de sessão e não é adequado para indicar sub-funcionalidade durante uma sessão estabelecida, por exemplo para clarificar que um meio em um Re-Convite deverá ser usado para uma certa funcionalidade. Por exemplo, usando a abordagem de Etiqueta de Característica por si só não permitirá uma expressão que Protocolo de Retransmissão de Sessão de Mensagem (MSRP) deverá ser usado para Whiteboarding e não PictureViewer.
Referência de Aplicativo como uma linha a aumentando uma linha m em SDP
Este mecanismo tem a vantagem que pode ser usado para endereçar sub-funcionalidade em uma sessão de SIP estabelecida. O aplicativo de recebedor é expresso em uma linha a que segue a linha m indicando a mídia inicial a ser usada. Porém, o mecanismo só pode ser usado para mensagens de SIP que levam um corpo de SDP (por exemplo, não para Mensagem de SIP).
Combinando estas duas abordagens juntas, as desvantagens podem ser evitadas. É portanto proposto permitir a Referência de Aplicativo ser transferida ambos como uma Etiqueta de Característica e no corpo de SDP. A Etiqueta de Característica é usada para indicar o Aplicativo Mestre para a sessão. Para Serviços de Comunicação padronizados este é o aplicativo prefixado e seu valor poderia ser fixado ao mesmo valor como o Identificador de Serviço de Comunicação. Por exemplo:
Identificador de Serviço de Comunicação = Multimídia de P2P Referência de Aplicativo = Multimídia de P2P.
Certamente, pode ser possível omitir a Referência de
Aplicativo quando o aplicativo for a aplicativo prefixado.
Para aplicativos específicos de operador ou vendedor que usam Serviços de Comunicação padronizados, a Referência de Aplicativo contém o nome deste aplicativo. Por exemplo:
Identificador de Serviço de Comunicação = Multimídia de P2P
Referência de Aplicativo = OperatorOfficeHelper
A Etiqueta de Característica é sempre usada para endereçar um aplicativo de recebedor quando o tipo de mensagem de SIP não leva um corpo de SDP (por exemplo, Mensagem de SIP).
Uma linha a no corpo de SDP é usada para aumentar uma linha m para clarificar o contexto para o qual a linha m é usada, quando o tipo de mensagem de SIP leva um corpo de SDP (por exemplo, Convite).
Figura 7 ilustra a estrutura de mensagem de REGISTRO de SIP, onde as Etiquetas de Característica identificando os serviços de comunicação suportados pelo UE remetente são identificadas no cabeçalho de Contatos. Figura 8 ilustra a estrutura de mensagem de CONVITE de SIP para iniciar uma sessão entre um UE iniciante e um UE identificado pelo SIP URI SIP-URIl@operator.com. O identificador de Serviço de Comunicação (+gp2p.multimedia) é incluído como uma Etiqueta de Característica, enquanto a Referência de Aplicativo (+g.communication Service) é incluída como uma segunda Etiqueta de Característica para identificar o aplicativo mestre. Uma linha a é incluída para identificar um aplicativo adicional (3gpp.VideoSharing) que pode ser ligado à mesma sessão pelo aplicativo mestre.
Existe uma necessidade para poder identificar dentro do IMS e em UEs, serviços comunicação simultâneos (ambos serviços de IMS e outros serviços tal como fala comutada por circuito (CS)) que são associados com um aplicativo. Um identificador referido aqui como qualificador de MCS, provê um aplicativo com a habilidade para correlatar várias sessões de serviço de comunicação de IMS simultâneas (por exemplo Multimídia de P2P e Mensagem de IMS), e correlatar serviços de comunicação de IMS com outras sessões de serviço de não IMS, por exemplo, Fala de CS.
O Qualificador de MCS pode ser usado por exemplo para determinar a tarifa a ser aplicada a uma sessão. Em um exemplo, Fala de CS pode ser combinada com o serviço de multimídia de IMS P2P para vídeocompartilhamento implementado de um modo de serviço combinatório (CSI). A existência do Qualificador de MCS permite a rede determinar isto e aplicar regras de cobrança diferentes e taxas à parte de comunicação de IMS para transferência de vídeo, regras de cobrança e taxas que diferem daquelas que são aplicadas quando vídeo é transferido através de IMS em um contexto de não CSI, isto é, IMS em um contexto independente.
Figura 9 ilustra um exemplo onde um aplicativo particular, neste caso um aplicativo de ajuda específica de operador de rede
OperatorOfficeHelper, usa a multimídia de p2p de serviço de comunicação de IMS, e o serviço de Fala de CS. A fim de ter uma comunicação significante, OperatorOfficeHelper’ deve ser instalado nos terminais envolvidos na comunicação. Referência de Aplicativo é fixada a OperatorOfficeHelper e codificada com uma Etiqueta de Característica. O
Identificador de Serviço de Comunicação é fixado a multimídia de p2p, e o Qualificador de MCS é fixado a multimídia de p2p IMS e Fala de CS. Um exemplo desta estrutura de CONVITE de SIP incorporando o Identificador de Múltiplos Serviços de Comunicação é mostrado na Figura 10.
Figura 11 mostra um exemplo da estrutura de Mensagem de
SIP que poderia ser enviada em combinação com a Fala de CS e serviços de multimídia de p2p. É assumido neste exemplo que a Mensagem de SIP é enviada com o Serviço de Comunicação de Mensagem de IMS. A Mensagem de SIP leva os parâmetros seguintes:
Id de Serviço de Comunicação = Mensagem de IMS
Referência de Aplicativo = OperatorOfficeHelper
Qualifícadores de MCS, Fala de CS, Multimídia de P2P, Mensagem de IMS
Será apreciado pela pessoa de habilidade na arte que várias 5 modificações podem ser feitas às concretizações descritas acima sem partir da extensão da presente invenção. Por exemplo, outros mecanismos poderiam ser usados para expressar Identificadores de Serviço de Comunicação, referências de Aplicativo e Qualifícadores de MCS em mensagens de SIP. Em particular, é possível definir novos Elementos de Informação de SIP (Cabeçalhos/Parâmetros) para este propósito.
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