BRPI0520255B1 - sistema de telecomunicação, porta de mídia local, e, servidor de msc - Google Patents

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BRPI0520255B1
BRPI0520255B1 BRPI0520255A BRPI0520255A BRPI0520255B1 BR PI0520255 B1 BRPI0520255 B1 BR PI0520255B1 BR PI0520255 A BRPI0520255 A BR PI0520255A BR PI0520255 A BRPI0520255 A BR PI0520255A BR PI0520255 B1 BRPI0520255 B1 BR PI0520255B1
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Waldau Clemens
Välme Niclas
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Ericsson Telefon Ab L M
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Abstract

sistema de telecomunicação, ponto de conexão de mídia local, e, servidor de msc. a invenção se refere a um sistema de telecomunicações, um ponto de conexão de mídia local, a um servidor de msc, a uma estação radio base e a um controlador de rede de rádio para estabelecer, liberar, e controlar chamadas locais no sistema de telecomunicações. o sistema de telecomunicações compreende uma rede núcleo e pelo menos uma rede de acesso via rádio (10, 11, 12), um servidor de msc (18), um ponto de conexão de mídia central (mgw) (20) tendo um ponto de interconexão para a rede de telecomunicação comutada pública e pelo menos um ponto de conexão de acesso via rádio (25, 26, 27) para cada rede de acesso via rádio respectiva. uma característica da invenção é que ela compreende pelo menos um mgw local (22; 23; 24) fornecido com meios de comutação e geograficamente separado do mgw central. o ponto de conexão de acesso via rádio e o servidor de msc são fornecidos com controle lógico para estabelecimento e liberação de chamadas locais nas redes de acesso respectivas via rádio usando o mgw local como comutador. o mgw local é localizado em cada ponto de conexão de acesso via rádio ou nas estações base ou em um local de agregação de rbs conectado a uma grande quantidade de estações base de rádio. por meio disso os dois lados de uma chamada local não necessita de transportados até o msc. em vez disso, elas são interconectadas no mgw local ou no local de agregação de rbs, e por meio disso reduzindo custo e efeitos trombone.

Description

(54) Título: SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÃO, PORTA DE MÍDIA LOCAL, E, SERVIDOR DE MSC (73) Titular: TELEFONAKTIEBOLAGET LM ERICSSON. Endereço: SE - 164 83 ESTOCOLMO, SUÉCIA(SE) (72) Inventor: NICLAS VÃLME; CLEMENS WALDAU.
Prazo de Validade: 10 (dez) anos contados a partir de 21/11/2018, observadas as condições legais
Expedida em: 21/11/2018
Assinado digitalmente por:
Alexandre Gomes Ciancio
Diretor Substituto de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados
1/21 “SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÃO, PORTA DE MÍDIA LOCAL, E, SERVIDOR DE MSC”
CAMPO TÉCNICO DA INVENÇÃO [0001] Geralmente a invenção se refere a um método e nós para comutação local em uma rede de acesso via rádio (RAN). Em particular, a invenção se refere a descentralizar serviços de comutação por circuito (CS) de um nó de comutação central, comumente conhecido como o centro de comutação de comunicação móvel (MSC), para um ou mais nós de comutação local a fim de fornecer comutação local de chamadas.
[0002] Comutação local pode acontecer em uma estação rádio base (RBS), em um local de agregação de estação rádio base ou na porta de acesso para a rede de acesso via rádio, por exemplo, em um controlador de estação base de GSM (BSC), em um controlador de rede de rádio (RNC) de uma rede de aceso via rádio de WCDMA, ou em uma porta de portador 4G para um sistema celular 3G. DESCRIÇÃO DA TÉCNICA RELACIONADA [0003] Em sistemas celulares da primeira e segunda e terceira geração de comutação de chamadas de voz e de dados de usuário acontece em um nó de centro de comutação móvel central MSC, que interage com a rede PSTN ou ISDN. FUNDAMENTO DA INVENÇÃO [0004] A invenção pressupõe uma arquitetura de protocolo em camadas da rede de acesso via rádio, onde um plano de usuário usado para transporte dos dados de usuário é separado de um plano de controle usado para transporte dos dados de controle controlando uma chamada. A arquitetura torna possível processar controle de chamada independente de fluxos de dados de usuário.
[0005] A presente invenção pressupõe algum conhecimento da arquitetura básica da arquitetura de 3GPP. Nesta arquitetura, redes de UMTS são usadas.
[0006] Redes de UMTS são designadas para entrega flexível de qualquer tipo de serviço. Logicamente uma rede de UMTS é dividida em uma rede de acesso via rádio, UTRAN, e uma rede núcleo, CN, através de uma interface Iu padronizada. UTRAN é uma rede de acesso completa baseada em tecnologia de acesso via rádio
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WCDMA e sua principal finalidade é facilitar a comunicação entre o equipamento de usurário UE e a rede núcleo. No padrão 3G um UE tem uma interface Uu com a rede de acesso via rádio. Os protocolos através das interfaces Iu e Uu são divididos em dois planos: protocolos de plano de usuário para carregar dados de usuário através da rede e protocolos de plano de controle para controlar os serviços e conexões, handover, atualização de localização, SMS e outras funções.
[0007] Como complemento a UTRAN, outras redes de acesso via rádio podem ser usadas tais como uma rede de GSM e uma rede GERAN que é uma rede de GSM que suporta EDGE, que fornece serviços de dados em alta velocidade.
[0008] A rede núcleo de UMTS pode ser descrita como uma evolução das redes núcleo de GSM e GPRS. Esta pode ser dividia em dois domínios: o domínio de serviço por circuito (CS) e o domínio de serviço por pacote (OS). O domínio CS é baseado nos elementos de rede de GSM, MSC e GMSC que podem processar serviços de telefonia comutada por circuito e vídeo. O domínio OS é baseado nos elementos de rede GPRS, SGSN e GGSN que podem processar serviços de transporte comutados por pacote.
[0009] O protocolo usado no plano de controle do domínio de circuito é o protocolo RANAP. RANAP é usado entre o MSC e a UTRAN para: processar chamada, gerenciamento de mobilidade de UMTS tal como troca de estação base adjacente, handover e rádiolocalização, e controle de portador via rádio.
[0010] Hoje, a camada de transporte está tipicamente usando tecnologia ATM suportando AAL2.
[0011] A seguir, alguns dos nós principais na rede núcleo são descritos:
[0012] O MSC é dividido em dois elementos funcionais, um operando no plano de controle e o outro operando no plano de usuário. O primeiro é referenciado como um servidor de MSC, e o último é referenciado como uma função de Porta de Mídia (MGW).
[0013] O servidor de MSC é um elemento de sinalização que fornece o controle de chamada (CC) e funcionalmente controla a mobilidade do MSC. O servidor de MSC estabelece e processa as chamadas originadas de comunicação móvel e as
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3/21 terminadas de comunicação móvel através do domínio de CS. Ele termina a sinalização de rede de usuário e a traduz em sinalização de rede a rede relevante. O servidor de MSC também contém um VLR, que mantém dados de assinatura e dados relacionados a CAMEL.
[0014] A função de Porta de Mídia (MGW) é uma função no plano de usuário que processa o interfuncionamento com PSTN ou ISDN. A MGW tipicamente termina canais de portador de uma rede comutada por circuito externa e fluxo de mídia de uma rede comutada por pacote (p.ex., fluxos RTP/UDO/IP) e liga esses canais de portador através de conversão de mídia, controle de portador e processamento de carga útil. A MGW interage com o servidor de MSC e o servidor de GSMC para controle dos recursos usando o protocolo H.248. A MGW inclui os recursos necessários para suportar mídia de transporte de UMTS/GSM.
[0015] Cada UE conectado a UTRAN é servido através de um Controlador de Rede de Rádio, RNC, que é chamado de Servidor RNC (SRNC). O SRNC controla a conexão de sinalização entre o UE e a UTRAN e também controla a sinalização na conexão de sinalização Iu para este UE. O RNC que controla um conjunto especifico de pontos de acesso da UTRAN, i. e., um ou mais Nós-Bs, serve como o RNC de controle (CRNC) para estes nós. O SRNC e CRNC podem ou não podem ser implementados no mesmo nó de RNC.
[0016] A arquitetura em camada existente da rede núcleo compreende um plano de controle e plano de usuário. Um problema em consequência disto é que a comutação e capacidades de serviço são centralizadas em alguns locais, cada um fornecendo serviços para uma grande população. Tipicamente, uma combinação de MSC e MGW serve uma população de vários milhões de assinantes.
[0017] Estatísticas mostram que até cerca de 80% das chamadas são chamadas locais de voz.
[0018] Isto apresenta um problema, por exemplo, em um território de área grande com poucas cidades no intervalo de milhões de habitantes. Um MSC é suficiente para atender a todos do território e todas chamadas são direcionadas para o MSC central, mesmo as chamadas locais das cidades individuais. Ambos os
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4/21 ramos de uma chamada local são interconectados no MSC remoto. Isto é conhecido como o efeito “trombone”. Já que os dois ramos de uma chamada local são longos, chamadas locais são caras tendo em conta os recursos de rede que elas requerem para transporte dos dois ramos.
[0019] Uma solução para este problema seria colocar um MSC em cada uma das cidades e deixar o MSC comutar as chamadas locais na cidade, assim como as chamadas de longa distância. Esta solução é, contudo, não factível do ponto de vista econômico, já que um MSC é caro e não é fácil reduzi-lo para adaptar a quantidade de tráfego gerado na cidade que ele atende.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO [0020] Um objeto da invenção é fornecer um método e sistema para comutação local em uma estação base, em um local de agregação de estação base, em uma porta de acesso, tal como um BSC em uma RAN de GSM ou um RNC em um sistema de UTRAN ou em uma porta de portador de 4G.
[0021] Isto é alcançado provendo os nós de comutação locais, chamados portas de mídia locais (LMGWs), com funcionalidade para comutar e para acessar a rede PSTN/ISDN. Um MSC central seleciona LMGW apropriada para comutação da chamada. Entre a LMGW selecionada e o controle do MSC sinalização ocorre no plano de controle e instruções para o estabelecimento, manutenção e desconexão de chamadas que ocorrem são trocadas no plano de controle. O plano de controle é assim terminado pelo MSC. Na LMGW, os dois ramos da chamada são interconectados. Todos os dados de usuário, tal como voz e dados de taxa baixa de bit, são trocados no plano de usuário e no caso geral não devem ser terminados pelo MSC.
[0022] Um local de rede núcleo de acordo com a invenção compreende um MSC e uma MGW e tal um local tem todas funcionalidades e todo hardware exigido para processar conexão de chamada, tal como comutadores, transcodificadores, unidades de interfuncionamento (IWUs), transmissores de tom, pontes de conferência, interfaces de PSTN/ISDN e todo software exigido para processar conexão de chamada. Ele também tem software para controle de MGWs locais.
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5/21 [0023] Uma MGW local de acordo com a invenção pode opcionalmente ser fornecida com um conjunto limitado de capacidades de conexão de chamada e inclui um comutador local e uma interface para a rede PSTN/ISDN. Isto permite escalabilidade e reduz custos. Se uma chamada local exigir funcionalidade não presente na LMGW, a LMGW transfere a chamada local para o MSC. Em caso de uma estrutura hierárquica de nós de comutação ser usada, a chamada é transferida para o nó de comutação no nível hierárquico maior mais próximo.
DESCRIÇÃO BREVE DOS DESENHOS
Fig. 1A é uma visão simples esquemática ilustrando como chamadas locais são comutadas hoje em dia,
Fig. 1B é uma visão simples esquemática ilustrando comutação local em um nó de RNC de acordo com uma modalidade da invenção,
Fig. 1C é uma visão simples esquemática ilustrando comutação local em um local de agregação de RBS de acordo com uma outra modalidade da invenção,
Fig. 1D é uma visão simples esquemática ilustrando comutação local em um nó de RBS de acordo com uma ainda outra modalidade da invenção,
Fig. 2 é uma visão simples detalhada de três diferentes RANs conectadas a uma rede núcleo e comutação local é fornecida em um nó de controle de rede de rádio nas respectivas RANs similar à Fig. 1B,
Fig. 3 é uma visão de rede detalhada ilustrando comutação local em um local de agregação de RBS,
Fig. 4 é uma visão de rede detalhada ilustrando comutação local em uma RBS similar à Fig. 1D,
Fig. 5 é uma visão de rede detalhada da pilha de protocolos usados na modalidade mostrada na Fig. 2,
Fig. 6 é um diagrama de sinalização associado com a modalidade mostrada na Fig. 2,
Fig. 7 é um esquema em bloco de uma porta de mídia local (MGW) de acordo com a invenção,
Fig. 8 é um esquema em bloco de um centro de comutação de
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6/21 comunicação móvel de acordo com a invenção,
Fig. 9 é um esquema em bloco de um controlador de rede de rádio (RNC) ou um controlador de estação rádio base (BSC) de acordo com a invenção, e
Fig. 10 é um esquema em bloco de uma porta de mídia central MGW) de acordo com a invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES [0024] Numerais de referência parecidos designam elementos parecidos ou correspondentes entre as várias visões. Ainda, toda sinalização de controle no plano de controle é indicada com linhas grossas tracejadas e setas grossas tracejadas entre os desenhos. Também, todas conexões comutadas por circuito no plano de usuário são indicadas com linhas grossas e setas grossas.
[0025] Na Fig. 1A, um método convencional de comutar chamadas locais em uma rede de acesso via rádio é descrito. Na Fig. 1A é mostrado um RNC 1 e uma MGW 2 em uma rede núcleo 3. Uma RBS 4 em uma RAN celular, por exemplo UTRAN, serve uma célula onde há estações de comunicação móvel A e B. Comutação da chamada ocorre na MGW e todo controle da chamada ocorre no MSC que é assistido pela RAN. A MGW tem conexões para a PSTN e ISDN.
[0026] Estação móvel A envia uma solicitação de chamada para a RBS e indica nela o número do telefone móvel de B. Em resposta à solicitação de chamada, uma conexão de sinalização 5 mostrada com linhas tracejadas é estabelecida entre A e RNC. Uma outra conexão de sinalização 6 é por meio disso também estabelecida entre o RNC e a estação móvel B. Através da conexão de sinalização, mensagens de controle de chamada são trocadas, tais como estabelecimento e desconexão de chamada. Em resposta a solicitação de chamada, um primeiro ramo 7 de uma conexão comutada por circuito (CS) é estabelecida a partir de A para a MGW através do RNC. Considerando que B responde à chamada, um segundo ramo 8 de uma conexão de CS é estabelecido a partir de MGW para B através do RNC. Os dois ramos da chamada são interconectados em MGW e A e B podem se comunicar, por exemplo, conversar e/ou trocar dados de usuário.
[0027] Geograficamente, a MGW está localizada centralmente em uma área
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7/21 populosa de milhões de pessoa, e tipicamente serve a uma grande quantidade de RNCs distribuídos na dita área. A distância geográfica entre um RNC e MGW varia de acordo com circunstancias individuais e pode ser na ordem de várias centenas de quilômetros. A distância entre um RNC e as RBSs, que ele serve é tipicamente menor do que a distância RNC - MGW. Tipicamente uma RBS serve uma célula e a distância entre células varia de acordo com a geografia do local e a população dentro da célula. Tipicamente uma célula tem um tamanho de alguns poucos quilômetros.
[0028] Para a chamada local de acordo com a técnica convencional, é aparente que a conexão requer recursos de rede ao longo de todo caminho da RBS para a MGW. Tais recursos de rede são tipicamente links, comutadores locais, etc., recursos que são caros.
[0029] É caro construir um padrão completo, infraestrutura de telecomunicações plenamente desenvolvida. Um sistema de telecomunicações construído parecido com isso precisa ter a capacidade que possa aguentar picos de carga. O transporte de chamadas locais ao longo de todo caminho a partir da RBS para a MGW é caro. [0030] Se um sistema de telecomunicações é para ser estendido em um lugar menos desenvolvido, que já tem uma infraestrutura de telecomunicações menos desenvolvida, seria muito caro aumentar o sistema de telecomunicações usando uma infraestrutura de telecomunicações plenamente desenvolvida tradicional.
[0031] Em um cenário onde é desejado otimizar o sistema de telecomunicações com relação ao fato que até cerca de 80 % das chamadas são chamadas locais, e com relação ao fato que transporte de chamadas é caro, grande poupança pode ser alcançada se a estrutura de telecomunicações plenamente desenvolvida tradicional de um sistema de telecomunicação é abandonada e comutação local de acordo com a invenção é implementada.
[0032] Uma vantagem alcançada em usar comutação local de acordo com a invenção é que dimensionar para picos de carga necessita somente ser feito em áreas locais do sistema, que são as áreas onde as chamadas locais ocorrem. Não seria necessário dimensionar todas as áreas do sistema para picos de carga do
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8/21 sistema, como seria o caso se o sistema fosse construído com uma estrutura de telecomunicações plenamente desenvolvida tradicional.
[0033] De modo a fazer melhor uso dos recursos da rede, a presente invenção fornece para comutação local de chamadas locais, nas quais os dois ramos de chamadas de uma conexão de CS são interconectados em nós da rede que são próximos a célula que serve A e B.
[0034] Na Fig. B, a comutação local foi transladada da MGW para ao RNC, por meio disso reduzindo os recursos necessários para uma chamada local. A MGW ainda tem a funcionalidade de comutação similar àquela na MGW na Fig. 1A. Também, toda a parte principal da funcionalidade de controle da rede UTRAN está localizada no RNC. O aspecto de novidade fornecido na Fig. 1B é que o RNC foi provido com funcionalidade de comutação para comutação de chamadas locais e opcionalmente pode ser fornecido com funcionalidade para comutação de chamadas para/da PSTN e/ou ISDN. As conexões de sinalização 5, 6 são as mesmas como na Fig. 1A enquanto as conexões de CS 7, 8 são interconectadas no RNC em vez da MGW e são mais curtas que na Fig. 1A.
[0035] Na Fig. 1C, a comutação local foi transladada para ainda mais baixo na RAN e agora ocorre em um local de agregação de estação base 9. Este local é comum a um número de estações subjacentes rádio base RBSs. A MGW ainda tem a funcionalidade de comutação similar àquela na MGW na Fig. 1A. Também, toda a parte principal da funcionalidade de controle da rede UTRAN está localizada no RNC. O aspecto de novidade fornecido na Fig. 1C é que o local de agregação de estação base foi provido com funcionalidade de comutação para comutação de chamadas locais e opcionalmente pode ser fornecido com funcionalidade para comutação de chamadas para/da PSTN e/ou ISDN. As conexões de sinalização 5, 6 são as mesmas como na Fig. 1A enquanto as conexões de CS 7, 8 são interconectadas no local de agregação de estação base em vez da MGW e são substancialmente mais curtas que na Fig. 1A.
[0036] Na Fig. 1 D, a comutação local foi transladada para ainda mais baixo na RAN e agora ocorre em uma RBS. A MGW ainda tem a funcionalidade de
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9/21 comutação similar àquela na MGW na Fig. 1A. Também, toda a parte principal da funcionalidade de controle da rede UTRAN está localizada no RNC. O aspecto de novidade fornecido na Fig. 1C é que o local de agregação de estação base foi provido com funcionalidade de comutação para comutação de chamadas locais e opcionalmente pode ser fornecido com funcionalidade para comutação de chamadas para/da PSTN e/ou ISDN. As conexões de sinalização 5, 6 são as mesmas como na Fig. 1A enquanto as conexões de CS 7, 8 são interconectadas em uma RBS local em vez de na MGW central e são substancialmente mais curtas que na Fig. 1A.
[0037] Na Fig. 2 são mostradas três RANs, um subsistema de estação base de GSM (BSS) 10, um subsistema de rede de rádio UTRAN (RNS) 11 e um subsistema de base de (GERAN) GSM-EDGE (BSS) 12 todos conectados a uma rede núcleo de 3GPP 13. O sistema BSS de GSM e o sistema BSS de GERAN são conectados à rede núcleo através de um a respectiva, interface-A convencional e o BSS de UTRAN é conectado à rede núcleo através de uma interface Iu-cs convencional. A rede núcleo é dividida em um domínio comutado por pacote (PS) 14 e um domínio de CS 15. No domínio de PS há um servidor de SGSN 16 conectado a um servidor de GGSN 18. Há também outros nós convencionais no domínio de PS, mas esses não serão descritos. O nó SGSN se comunica com um servidor de MSC central 18 no domínio de CS através de uma interface Gs convencional. O servidor de MSC se comunica com um VLR 19 através de uma interface B convencional e com um MHW central 20 através de uma interface Mc convencional. A MGW 20 se comunica com outras MGWs centrais 21 através da interface Nb convencional e com uma grande quantidade de MGWs locais 22 - 24 através de interfaces Nb respectivas. MGW 22 está localizada no BSS de GSM, MGW 23 está localizada no RNS de UTRAN e MGW 24 está localizada no BSS de GERAN. De acordo com a invenção, cada uma das MGWs locais 22 - 24 compreende funcionalidade de comutação para comutação de chamadas locais e opcionalmente pode ser fornecido com funcionalidade para comutação de chamadas para/da PSTN e/ou ISDN. MGW local se comunica com um BSC 25 no BSS de GSM através de interface, MGW local se comunica com um RNC 26 no RNS de UTRAN através da interface lu-CS, e
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MGW local 24 se comunica com um BSC 27 no BSS de GERAN de uma maneira similar como no RNS de UTRAN.
[0038] Uma estação móvel (MS) 28 acessa BSS de GSM através da interface, um convencional, uma MS 29 acessa RNS de UTRAN, através da interface Uu convencional, e um MS 30 acessa BSS de GERAN através da interface, uma aprimorada convencional. MS 29 pode ser um tipo dual de MS que pode se conecta ao RNS de UTRAN, assim como ao BSS de GSM. Ele pode até ser um tipo triplo de MS que pode se conectar a cada uma das RNS 10 - 12. O mesmo valor para os MSs 28 e 30, cada um pode se conectar a, ou uma ou ambas RANs restantes.
[0039] Em uma modalidade preferida da invenção, a MGW local 22 é colocalizada com o BSC 25, MGW 23 é co-localizada com o RNC 26 e MGW 24 é colocalizada com o BSC 27. Co-localização significa as unidades fisicamente situadas na mesma estante ou situadas na mesma sala ou casa.
[0040] Tipicamente cada BSS de GSM 10 compreende vários BSCs, cada um co-localizado com uma MGW local respectiva como está indicado pelos retângulos tracejados 31. Cada tal par MGW - BSC co-localizado é conectado à MGW central. Em uma maneira similar, RNS de UTRAN 11 compreende vários RNCs, cada um colocalizado com uma MGW local respectiva como está indicado pelos retângulos tracejados 32. Cada tal par MGW - RNC co-localizado é também conectado à MGW central. Em uma maneira similar, BSS de GERAN 12 compreende vários BSCs, cada um co-localizado com uma MGW local respectiva como está indicado pelos retângulos tracejados 33. Cada tal par MGW - BSC co-localizado é também conectado à MGW central.
[0041] Em uma rede de 3GPP, as interfaces lub, lur e lu tem uma arquitetura de protocolo compreendendo um número de camadas verticais e horizontais. Essas camadas são logicamente independentes umas das outras e isto representa uma arquitetura extremamente modular e expansível. Cada camada pode ser evoluída independentemente do resto das camadas. Na direção horizontal há uma camada de rede de rádio e uma camada de rede de transporte. Todas as questões específicas de UTRAN são processadas pela camada de rede de rádio. A camada
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11/21 de rede de transporte é baseada na tecnologia de transporte padrão, tal como ATM e IP. Na direção vertical há dois planos principais, o plano de controle e o plano de usuário. Ambos se estendendo através da camada de rede de rádio e a camada de rede de transporte. O plano de controle contém um protocolo de sinalização de UTRAN, tal como RANAP, RNSAP, ou NBAP e um mecanismo de transporte associado para o transporte das mensagens de sinalização entre os nós de UTRAN. Como discutido acima, protocolos de sinalização de UTRAN são usados para configurar transportes de dados, também chamados de portador de dados, na camada de rede de rádio. O plano de usuário contém um protocolo de UTRAN que lida com dados específicos de usuário e um mecanismo de transporte associado para o transporte dados específicos de usuário entre nós de UTRAN. Protocolos de UTRAN típicos que lidam com dados específicos de usuário ou fluxo de dados específicos de usuário incluem o protocolo de MAC e o protocolo de link de rádio (RLC).
[0042] O servidor de MSC é um elemento de sinalização convencional no qual ele fornece controle de chamada (CC) e funcionalidade de controle de mobilidade para usuários da rede. O servidor de MSC estabelece e gerencia chamadas de comunicação móvel originadas e de comunicações móveis terminadas através do domínio de CS. Ele termina sinalização de usuário e a traduz em sinalização de rede a rede relevante.
[0043] Principal diferença entre um MSC e um comutador em uma rede fixa é que o MSC efetua funções adicionais tais como funções para alocação de recursos de rádio e para gerenciamento de mobilidade. Para fornecer mobilidade de serviço, o MSC suporta procedimentos para registro de localização e procedimentos para handover.
[0044] Funcionalidade nova incluída no servidor de MSC de acordo com a invenção se refere à seleção, entre as MGWs locais, da MGW local que está melhor adequada para processar uma chamada. Software e sinalização de controle associada com isso é incluída na presente invenção, tal como alocação de MGW local e transferência do número de assinante chamado (geralmente referido com o
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12/21 número B) escrito acima, o MSC seleciona a MGW para a MGW local selecionada. Na solicitação de chamada inicial no MS A demais aplicável mais perto da porta de acesso, que é qualquer dos pares MGW - BSC 31,33 ou qualquer dos pares MGW RNC 32.
[0045] Ainda, o servidor de MSC também informará a uma porta de acesso de rádio, tal como um BSC ou RNC, para que MGW local a chamada deve ser roteada. No caso de porta de acesso de rádio ser um RNC de UTRAN este será processado através do plano de controle lu-cs e o protocolo RANAP. Caso ele seja um BSC de GSM, este será processado através da interface A.
[0046] O VLR mantém dados de assinatura e outros dados.
[0047] A MGW processa o interfuncionamento com a PSTN. A MGW, tipicamente finaliza canais de portador de uma rede comutada por circuito externa, tal como o PSTN e ISDN, e fluxos de mídia de uma rede comutada por pacote (por exemplo, fluxos de RTP/UDP/IP) e liga esses canais de portador através de conversão de mídia, controle de portador e processamento de carga útil. A MGW interage com o servidor de MSC para controle dos recursos usando o protocolo H.248. A MGW inclui os recursos necessários para suportar mídia de transporte de UMTS/GSM. A MGW compreende todo hardware e software para comutação de chamadas e dados. Exemplos de hardware residente na MGW são: um comutador, transcodificador, pontes de conferência, IWUs, sincronização, transmissores de tom, interfaces de POI.
[0048] Uma IWU é uma unidade de interfuncionamento, que fornece a funcionalidade requerida para interfuncionar com redes fixas tais como ISDN, PSTN e PDNs, (redes de pacotes de dados).
[0049] UM POI é um ponto de interconexão para uma rede de PS ou CS externa e compreende uma interface. Geralmente é implementada em uma IWU.
[0050] Uma MGW local compreende suportar um número restrito de serviços. Em uma modalidade preferida ele compreende somente funcionalidade que suporta processamento de conexão de serviços de usuário final comutados por circuito tais como voz e dados comutados por circuito. Uma MGW local pode opcionalmente
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13/21 compreender funcionalidade para suportar serviços nas redes PSTN ou ISDN e compreende uma IWU. Ela também pode ter um POI. Um comutador pode ser incorporado por um roteador se transporte baseado em IP é usado. Outros serviços de transporte podem usar outros tipos de comutadores. Se tecnologia ATM é usada, caminhos virtuais ou comutadores de conexão cruzada ou comutadores de conexão virtual podem ser usados. Outros exemplos de comutadores são comutadores multiplexados por divisão de tempo.
[0051] Uma MGW pode ser vista com um recurso usado pelo servidor de MSC e pelo RNC para comutação de chamadas locais. Lógica de controle para esta comutação está localizada no RNC e no servidor de MSC. A lógica de controle no servidor de MSC e no RNC trocam sinais de controle e decidem o caminho que o plano de usuário deve seguir. Uma vez que o caminho foi decidido ou o servidor de MSC ou o RNC ou ambos sinalizam uma ordem à MGW para reservar uma porta e um canal para os respectivos ramos de uma conexão, isto é, para os respectivos planos de usuários. Um dos dois planos de usuário de uma chamada se estende entre A e MGW local 23, e o outro entre B e a MGW local 23. Na MGW local, os dois planos de usuário são interconectados com está ilustrado pela linha cheia referenciada por 7, 8.
[0052] Na Fig. 2, os planos de usuário são terminados na MGW, enquanto o plano de controle é terminado nas portas de acesso, por exemplo, um BSC ou RNC e no servidor de MSC. O nó de GGSN é um elemento de rede no domínio de PS que serve com uma porta fornecendo conectividade para redes de pacote de dados externas (PDNs). É tipicamente um roteador IP implementando funções adicionais para suportar serviços de comunicações móveis.
[0053] O nó de SGSN é um elemento chave de rede no domínio de PS que fornece as funções de controle relacionadas ao PS e de plano de usuários. Ele armazena dois tipos de dados de assinantes processar transferências de pacotes de dados originadas e terminadas: a informação de gerenciamento de mobilidade de GPRS (GMM) e a informação de gerenciamento de sessão (SM).
[0054] A sinalização entre um MS e o servidor de MSC para estabelecimento de
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14/21 uma chamada será descrito ainda a seguir.
[0055] No caso de uma chamada ter sido estabelecida e um usuário final invoca um serviço que não é suportado na MGW local, o servidor de MSC estabelecerá uma nova conexão na MGW central e instrui a porta de acesso, i. e., o RNC ou o BSC, para direcionar o fluxo de dados de usuário da porta de acesso em direção à MGW central em vez da MGW local. O servidor de MSC por meio disso também desfazer a conexão de CS anterior e libera os recursos de conexão usados antes na MGW local já que esses não são mais necessários.
[0056] Neste caso, os dois ramos de uma conexão de CS associados com uma chamada local entre estações de comunicação móvel A e B na RNS de UTRAN serão então interconectados na MGW central 20 na Fig. 2.
[0057] No caso em que a carga de tráfego é alta e compartilhamento da carga se torna necessário, o servidor de MSC instrui a porta de acesso para conectar o fluxo de dados de usuário à MGW central.
[0058] Fig. 3 ilustra uma modalidade similar à Fig. 1C, onde a comutação local foi transladada da porta de acesso, isto é, o RNC 26 combinado com a MGW local 23, na Fig. 2 abaixo um local de agregação de estação base incorporado por uma MGW local 34. Na Fig. 3, o RAN de GERAN foi omitido por razões de clareza. O local de agregação de estação base se comunica com uma grande quantidade de estações rádio base RBSs 35 no BSS de GSM e as RBSs 36 no RNS de UTRAN, como exemplificado através de vários retângulos.
[0059] O local de agregação de estação base tem funcionalidade similar às MGWs locais da Fig. 2, e suporta um número restrito de serviços. Em uma modalidade preferida, ele compreende funcionalidade que suporta processar conexão de serviços de usuário final comutados por circuito, tais como voz e dados comutados por circuito. O local de agregação de estação base compreende funcionalidade para suportar serviços nas redes PSTN e ISDN e compreende uma IWU. Ele também tem um POI. Também nestas modalidades, dados comutados por pacote são preferencialmente transportados para o nó SGSN no domínio de PS.
[0060] Para uma chamada local entre A e B na Fig. 3, sinalização de controle
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15/21 ocorre entre o RNC 26 e o servidor de MSC. Lógica de controle para comutação de chamadas locais está localizada no RNC 26 e no servidor de MSC 18. Também nesta modalidade, a lógica de controle no servidor de MSC e no RNC, trocam sinais de controle e decidem o caminho que o plano de usuário deve seguir. Uma vez que o caminho foi decidido, um do servidor de MSC e o RNC sinalizam uma ordem para o local de agregação de estação base 34, i.e., a MGW local, para reservar uma porta e um canal para os respectivos planos de usuários.
[0061] Para uma chamada local entre A e B, um plano de usuário se estende entre A e o local de agregação de estação base 34 e o outro plano de usuário se estende entre B e o local de agregação de estação base 34. No local de agregação de estação base 34, os planos de usuários são interconectados como ilustrado.
[0062] No caso de uma chamada ter sido estabelecida e um usuário final invocar um serviço que não é suportado no local de agregação de estação base, o servidor de MSC estabelecerá uma nova conexão na MGW central e instruirá a porta de acesso, i. e., o RNC ou o BSC, para direcionar o fluxo de dados de usuário da porta de acesso em direção à MGW central em vez da MGW local. O servidor de MSC, por meio disso, irá também desfaz a conexão de CS anterior e liberar os recursos de conexão usados antes na MGW local, já que esses não são mais necessários.
[0063] Neste caso, os dois ramos de uma conexão de CS associados com uma chamada local entre estações de comunicação móvel A e B na RNS de UTRAN serão então interconectados na MGW central 20 na Fig. 3.
[0064] Na Fig. 3, os planos de usuário são terminados na MGW 34, enquanto o plano de controle é terminado nas portas de acesso, i.e., um BSC 25 ou RNC 26 e no servidor de MSC 18. Um retângulo tracejado 36A ilustra que o local de agregação de estação base 34 interage com as estações rádio base 35, 36 e em algum sentido está localizado em um nível mais alto do que elas. O RNC por sua vez está localizado em um nível mais alto do que o local de agregação de estação base.
[0065] Fig. 4 se refere a uma modalidade da invenção onde a comutação local ocorre nas estações rádio base similar ao que é mostrado na Fig. 1 D. Na Fig. 4, o RAN de GERAN foi omitido por razões de clareza.
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16/21 [0066] Na Fig. 4, um servidor de BSC 37 controla uma grande quantidade de RBSs no BSS de GSM. Somente uma RBS, referenciada com 38, é mostrada por razões de clareza. Uma MGW local 39 provida com funcionalidade de comutação é co-localizada com a RBS como é indicado pelo retângulo tracejado 40. Deve ser entendido que há muitos de tais pares MGW - RBS co-localizados, cada um é controlado pelo servidor de BSC.
[0067] No RNS de UTRAN há um RNC 41 que controla uma grande quantidade de RBSs dos quase somente uma, referenciado com 42, é mostrada. Uma MGW local 343 provida com funcionalidade de comutação é co-localizada com a RBS como é indicado pelo retângulo tracejado 44. Deve ser entendido que há muitos de tais pares MGW - RBS co-localizados 44, cada um é controlado pelo servidor de BSC.
[0068] Semelhante às modalidades das Figs. 2 e 3, a MGW local 20 é uma MGW completamente empenada com toda funcionalidade requerida para serviços de voz e de dados de usuário (AV e UDI respectivamente), enquanto as MGWs locais 39, 43 somente tem funcionalidade limitada para comutação. Ainda elas, ambas, tem um ponto de interconexão (POI) para as redes fixas PSTN e/ou ISDN. Exemplos de tais funcionalidades restritas são: um comutador, transcodificadores, transmissores de tom, interfaces de POI.
[0069] Semelhante às modalidades anteriores nas Figuras 2 e 3, a MGW local 43 pode ser vista com um recurso usado pelo servidor de MSC e pelo servidor de RNC 41 para comutação de chamadas locais. A lógica de controle para esta comutação está localizada no servidor de RNC 41 e no servidor de MSC 18. A lógica de controle no servidor de MSC e no RNC trocam sinais de controle e decidem o caminho que o plano de usuário deve seguir. Uma vez que o caminho foi decidido um do servidor de MSC ou o servidor de RNC sinaliza uma ordem à MGW local 43 para reservar uma porta e um canal para os respectivos ramos de uma conexão, isto é para os respectivos planos de usuários. Um dos dois planos de usuário de uma chamada se estende entre A e MGW local 43, e o outro entre B e a MGW local 43. Na MGW local, os dois planos de usuário são interconectados com está ilustrado pela linha
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17/21 cheia referenciada por 7, 8.
[0070] Como nas modalidades anteriores, uma chamada pode ser redirecionada para a MGW central se o usuário final invocar um serviço que não é suportado no local de agregação de estação base. Neste caso, o servidor de MSC estabelecerá uma nova conexão e desconectará a antiga que não é mais necessária.
[0071] Fig. 5 mostra em detalhes uma pilha de protocolos para uso em uma modificação do local de agregação de estação base da Fig. 3. O nó marcado como RNC central 451 é um RNC central servindo a uma grande quantidade de RNCs 26. Na Fig. 5 estações de comunicação móvel A e B são servidas por diferentes RBSs.
[0072] A pilha de protocolos compreende um PDCP (plano de controle de dados de pacote) 46 e um plano RRC 47, os quais ambos são terminados por um plano de controle de link de rádio (RLC) 48. Uma entidade MAC-d 49 processa canais de transporte dedicados, enquanto uma entidade MAC-c/sh 50 processa um canal de paging (PCH), um canal de acesso a frente (FACH), um canal de aceso aleatório (RACH), um canal de pacote comum (UL CPCH), um canal compartilhado de downlink (DSCH) e um canal compartilhado de uplink (USCH). Uma entidade de protocolo de diversidade de transferência (DHO) processa handover suave.
[0073] Como mostrado, estação móvel A pode ser servida por RBS 36 em um instante e em um instante posterior, handoff é feito para RBS 52. Os ramos 7, 8 da conexão de CS são transportados através das unidades de protocolo indicadas.
[0074] Os dois ramos 7, 8 da conexão de CS são transportados através de interface Iucs 53. Os dois ramos 5, 6 da conexão de sinalização são transportados através de parte do plano de controle (CP) da interface Iucs 54, que é a interface entre o servidor de MSC e a RNS 11.
[0075] Fig. 6 é um esquema de sinalização ilustrando sinalização de controle para estabelecimento de uma chamada originada por uma estação móvel A. O usuário entra os dígitos da estação móvel B e pressiona o botão de “fora do gancho” em sua estação móvel A. Uma solicitação de conexão é por meio disso enviada ao servidor de RNC local. Em resposta, o servidor de RNC estabelece um link de rádio e um portador de transporte Iub entre a RBS e o servidor de RNC, como indicado
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18/21 pelo sinal de referência 55. Depois disso, o servidor de RNC envia uma solicitação de estabelecimento de conexão de controle de recurso de rádio (RRC) 56 para a estação móvel A. Em resposta a isto, um link de rádio entre o servidor de RNC e A é estabelecido e sincronização de portador é estabelecida como está indicado em 57. Quando isto é completado, a estação móvel envia um sinal de reconhecimento “estabelecimento de conexão RRC completa” 58 para o servidor de RNC e em direção e passa adiante uma mensagem de transferência direta inicial, também chamada mensagem de UE inicial, 59 para o servidor de RNC, esta mensagem transferindo o número de B para o servidor de RNC. O servidor de RNC estabelece um portador de transporte entre o RNC central e o servidor de RNC local, seta 60. Quando o portador for configurado, o servidor de RNC passa adiante a mensagem de UE inicial recebida para o RNC central, seta 61. Em resposta à recepção da mensagem de UE inicial, o RNC central envia uma solicitação de conexão de SCCP 62, para o servidor de MSC, dita conexão contendo a mensagem de UE inicial. Em resposta à recepção desta mensagem, envia uma mensagem de confirmação de conexão de SCCP 63 para o RNC central. Antes desta mensagem ser transmitida para o RNC central, o servidor de MSC analisa o número de B incluída na mensagem de UE inicial para ter certeza se ele é associado com uma estação móvel registrada como estando presente em qualquer dos RNSs 10 -12. Se assim, ele complementa, de acordo com a invenção, a mensagem de confirmação de conexão de SCCP 63 com a informação de identidade sobre a RBS correntemente servindo a estação móvel B.
[0076] O resto da sequência segue procedimentos normais para estabelecer a chamada.
[0077] Na Fig. 7, um esquema em bloco esquemático de uma MGW local 70 de acordo com a invenção é ilustrado. Deve ser entendido que o esquema em bloco somente ilustra os meios que tem suporte na presente invenção. Entre esses meios há um comutador 71, uma interface 72 para um RNC ou BSC, meios de sinalização 73 para sinalizar a um RNC ou BSC, uma unidade de interfuncionamento 74 para processar fluxos de voz e dados comutados por circuito (CS). A interface 72
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19/21 compreende uma grande quantidade de portas para transporte de fluxos de dados e voz no plano de usuário. As portas estão marcadas por círculos pequenos. Em duas das portas, os dois ramos 7, 8 no plano de usuário foram indicados. Adicionalmente, há meios de transferência de chamadas 75 para transferência de uma chamada para a MGW central no caso de uma chamada requerer funcionalidade não suportada pela MGW local. Há também uma interface 76 para a MGW central e os meios de sinalização 77. A MGW local tem um ponto de interconexão com a PSTN, como simbolizada pela interface 78. Cada interface 76 e 78 compreende uma pluralidade de portas marcadas com círculos pequenos. As portas transportam fluxos de voz e dados. Adicionalmente há um controlador 78 orquestrando o processo executando na MGW local. O controlador pode já estar presente em uma MGW convencional.
[0078] No caso de uma MGW local escalável ser desejada, funcionalidade adicional é requerida, tal como transcodificadores, transmissores de tom, meios de sincronização, pontes de conferência, ou combinações dos mesmos, coletivamente representados pelos pequenos retângulos tracejados 79A.
[0079] No caso de MGW local ser um local de agregação de RBS 34 como mostrado na Fig. 3, ela compreende lógica 79B para estabelecimento, liberação e desconexão de chamadas, como mostrado pelo retângulo tracejado.
[0080] Fig. 8 ilustra um MSC 80 de acordo com a invenção. Em adição a um MSC convencional compreendendo funcionalidades convencionais, representadas através do retângulo 81, o MSC compreende meios 82 para selecionar qual das MGWs locais que deve ser usada para a chamada local. Tipicamente, meios 82 são incorporados pela lógica de controle que recebe uma informação de entrada de identidade de célula das estações de comunicação móvel A e B, ou um número de telefone de um assinante na PSTN. Como um exemplo, esta funcionalidade seleciona qual dos muitos pares de MGW - RNC que devem ser usados para uma chamada local. O MSC também compreende lógica de controle 83 para estabelecimento, manutenção e liberação de chamadas. A lógica de controle 83 interage com a lógica de controle 79A em uma MGW local. O MSC também tem
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20/21 meios de sinalização 84 para sinalizar com RNCs 26 ou BSCs 25, 27 através de uma interface 85. Em adição, há uma interface 86 para sinalizar com a MGW central 20 no plano de controle.
[0081] Fig. 9 ilustra um RNC 90 ou um BSC 90 de acordo com a invenção. Em adição ao RNC convencional ou um BSC convencional compreendendo funcionalidades convencionais, representadas por retângulo 91, o RNC ou BSC de acordo com a invenção compreende lógica de controle 92 para estabelecimento, manutenção e liberação de chamadas. A lógica de controle 92 interage com a lógica de controle no MSC para este propósito. Adicionalmente, há uma interface 93 para o MSG para sinalizar no plano de controle, dita sinalização usando meios de sinalização 94. Em adição, há uma interface 95 para as MGWs locais e uma interface 60 para RBSs 35, 36. Cada interface 95, 96 compreende portas, marcadas por círculos, para transferência de fluxos de voz e dados no plano de usuário.
[0082] Fig. 10 ilustra uma MGW central 100 de acordo com a invenção. Em adição à MGW convencional compreendendo funcionalidades convencionais, representadas por retângulo 101, a MGW central de acordo com a invenção compreende meios de transferência de chamada 102 a serem usados no caso de uma chamada requerer funcionalidade não suportada por uma MGW local. Uma interface 103 para MGWs locais compreendendo portas para fluxos de voz e dados no plano de usuário. Sinalização para o MSC no plano de controle ocorre através de uma interface 104 e há meios de sinalização 105 para isso. Uma interface 106 para a PSTN compreende portas para transporte de fluxos de voz e dados no plano de usuário.
ABREVIAÇÕES
3GPP Projeto de Parceria de 3a Geração
AAL Camada de adaptação de modo de transferência assíncrono
AMPS Sistema de telefone de comunicação móvel avançado
ATM Modo de transferência assíncrono
BSC Controlador de estação base
BTS Estação transceptora base
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21/21
CC Controle de chamada
CS Serviço de circuito
EDGE Taxas de Dados Aprimorados para Evolução Global
FDD Duplexação por divisão de frequência
GERAN Rede de acesso via rádio de GSM/EDGE
GGSN Nó de suporte de GPRS de porta
GPRS Sistema geral de rádio via pacote
GSM Sistema global para comunicação móvel
IP Protocolo Internet
ISDN Rede digital de serviços integrada
MGW Porta de mídia
MSC Centro de comutação móvel
PS Serviço de pacote
PDC Celular digital padrão
PSTN Rede de telefonia pública comutada
RAN Rede de acesso via rádio
RBS Estação rádio base
RTP Protocolo de transporte em tempo real
SGSN Nó de suporte de GPRS de atendimento
SMS Serviço de mensagens curtas
TDD Duplexação por divisão de tempo
TDMA Acesso múltiplo por divisão de tempo
UDP Protocolo de datagrama de usuário
EU Equipamento de usuário
UMTS Sistema de telecomunicações móveis universal
UTRAN Rede terrestre de acesso via rádio universal
VLR Registro de localização de visitante
WCDMA Acesso múltiplo por divisão de código de banda larga.
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Claims (18)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Sistema de telecomunicação, compreendendo uma rede núcleo (3) e uma rede de acesso via rádio RAN (10, 11, 12) em comunicação com a rede núcleo, em que a rede núcleo inclui um servidor de MSC (18) para gerar sinalização de plano de controle e uma porta de mídia central MGW (20) para transportar dados de plano de usuário, o sistema caracterizado pelo fato de que:
    a rede núcleo também inclui uma MGW local (22; 23; 24; 34; 39, 43) geograficamente separada da MGW central, a MGW local sendo associada com a RAN e incluindo meios de comutação (71) e lógica de controle (92, 83) para estabelecimento, manutenção e liberação de uma chamada local entre uma estação móvel chamadora e uma estação móvel chamada que estão operando dentro da RAN associada, sem rotear a chamada para a MGW central; e o servidor de MSC (18) sendo adaptado para instruir um controlador na RAN para rotear a chamada local para a MGW local.
  2. 2. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que inclui uma pluralidade de RANs em comunicação com a rede núcleo, e cada RAN tendo uma MGW local associada, e o servidor de MSC (18) sendo adicionalmente adaptado para:
    selecionar uma das MGWs locais para estabelecimento, manutenção e liberação da chamada local; e transferir o número da estação móvel chamada para a MGW local selecionada.
  3. 3. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a MGW local é adaptada para estabelecimento da chamada local conectando ramos da chamada (7, 8) da estação móvel chamadora e da estação móvel chamada, sem rotear a chamada para a MGW central.
  4. 4. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a dita pelo menos uma MGW local (39, 43) está localizada em ou co-localizada com uma estação base (38, 42).
  5. 5. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 2,
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    2/4 caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente como uma porta de acesso via rádio um controlador de estação base BSC (25) em uma RAN (10) baseada em GSM, um controlador de rede de rádio RNC em uma rede de telecomunicação móvel universal UTRAN (11), um controlador de estação base BSC em uma rede de acesso via rádio de GSM/EDGE GERAN (12) e qualquer tipo de pontos de acesso 4G.
  6. 6. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que a dita pelo menos uma MGW é um local de agregação de RBS (34) sendo provido com meios (79B) para estabelecimento, manutenção e desconexão de uma chamada.
  7. 7. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a MGW local (22, 23, 24) opcionalmente é provida com uma unidade de interfuncionamento (74) para processar fluxos de dados e voz comutados por circuito.
  8. 8. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a MGW local (22, 23, 24; 34; 39, 43) opcionalmente é provida com uma interface de PSTN (78).
  9. 9. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a MGW local (23) adicionalmente é provida com qualquer um dos seguintes meios (79A): transcodificadores, transmissores de tom, meios de sincronização, pontes de conferência, ou combinações dos mesmos, e por meio disso fornecendo uma MGW local escalável.
  10. 10. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a MGW local (22-24; 34; 39, 43) ou a MGW central (20) ou ambas é/são providas com meios de transferência de chamada (75, 102) para transferência de uma chamada para a MGW central no caso de uma chamada requerer funcionalidade não suportada pela MGW local.
  11. 11. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o servidor de MSC é provido com meios (82) para selecionar uma MGW local dentre uma pluralidade de MGWs locais (32).
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  12. 12. Sistema de telecomunicação de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que a MGW central é provida com meios (83) para estabelecimento, manutenção e desconexão de uma chamada.
  13. 13. Porta de mídia local MGW (22; 23; 24; 34; 39, 43) associada com uma rede de acesso via rádio RAN (10, 11, 12) e em comunicação com um servidor de MSC (18) e uma MGW central (20), caracterizada pelo fato de que compreende:
    meios de comunicação para receber do servidor de MSC, um número da estação móvel chamada;
    lógica de controle (92, 83) responsiva ao recebimento do número da estação móvel chamada para estabelecimento, manutenção, e liberação de uma chamada local entre uma estação móvel chamadora e a estação móvel chamada quando ambas as estações móveis estão operando dentro da RAN associada; e meios de comutação de chamada (71) para conectar ramos de chamada (7, 8) da estação móvel chamadora e da estação móvel chamada, sem rotear a chamada para a MGW central.
  14. 14. Porta de mídia local MGW de acordo com reivindicação 13, caracterizada pelo fato de que é adaptada para rotear uma chamada para a MGW central (20) para processar quando o número da estação móvel chamada não é recebido do servidor de MSC.
  15. 15. Porta de mídia local MGW de acordo com reivindicação 14, caracterizada pelo fato de que é provida com uma unidade de interfuncionamento (74) para processar fluxos de dados e voz comutados por circuito.
  16. 16. Porta de mídia local (MGW) de acordo com a reivindicação 14, caracterizada pelo fato de que compreende qualquer um dos seguintes meios (79A): transcodificadores, transmissores de tom, meios de sincronização, pontes de conferência, ou combinações dos mesmos, e por meio disso fornecendo uma MGW local escalável.
  17. 17. Servidor de MSC (18) em uma rede núcleo (3) de um sistema de telecomunicação para gerar sinalização de plano de controle com uma porta de mídia central MGW (20) e uma rede de acesso via rádio RAN (10, 11, 12),
    Petição 870180059279, de 09/07/2018, pág. 33/35
    4/4 caracterizado pelo fato de que é adaptado para:
    determinar que uma estação móvel chamadora e uma estação móvel chamada estão ambas operando dentro da mesma RAN;
    selecionar uma MGW local para estabelecimento, manutenção e liberação de uma chamada entre uma estação móvel chamadora e uma estação móvel chamada como uma chamada local em que a MGW local conecta ramos de chamada (7, 8) da estação móvel chamadora e da estação móvel chamada, sem rotear a chamada para a MGW central;
    transferir o número da estação móvel chamada para a MGW local selecionada, por meio disso disparando o estabelecimento da chamada local; e instruir um controlador na RAN para rotear a chamada local para a MGW local selecionada.
  18. 18. Servidor de MSC de acordo com reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que compreende lógica de controle (83) para estabelecimento e liberação de chamadas, a dita lógica de controle controlando uma MGW usada como comutador.
    Petição 870180059279, de 09/07/2018, pág. 34/35
    1/7
    FIG ΊΑ FIG 1B FIG 1C FIG 1D
    Técnica anterior
    2/7
    Τ
    VLR 4- - ·► SERVIDOR DE MSC ----J—J -----T---
    i I
    I I Γ--18 i
    I
    I
    t-Z. 1 —j—j----►PSTN MGW iviovv CENTRAL T; CENTRAL 4-4—|---------
    >
    MGW i
    MGW LOCAL
    MGW LOCAL
    PSTN |JTRA! RNS
    I l”u I I i— I
    22-1
    I
    REDE I NÚCLEO ΐ
    RAN .CCAL ; 23 LOCAL
    1 4-pstnÍ
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    FIG 2 /6
    3/7
    FIG 3
    4/7 %
    PSTN
    FIG 4
    5/7
    FIG 5
    6/7
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    PARA LOCAL
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    FIG 8
    FIG 9
    FIG 10
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