BRPI0603652B1 - "sistema de revelação com um único componente (scd), incluindo uma estação reveladora de imagens e método para formar uma imagem com um reveldor com único componente". - Google Patents

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E. Kmiecik-Lawrynowicz Grazyna
A. Sweeney Maura
D. Bayley Robert
W. Asarese Daniel
Lee Eunhee
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Xerox Corporation
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Abstract

"revelador com um único componente de toner de agregação em emulsão". a presente invenção refere-se a um toner para revelar imagens eletrostáticas em um sistema de revelação com um único componente (scd) isento de carreador e incluindo partículas de toner de agregação em emulsão, compreendendo um polímero de acrilato de estireno aglutinante, pelo menos um agente de liberação e pelo menos um colorante, onde as partículas do toner têm um tamanho volumétrico médio de partícula entre cerca de <109>m e cerca de 10 <109>m, uma circularidade média de cerca de 0,95 a cerca de 0,99, um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (gsd~ v e n~) entre cerca de 1,10 e cerca de 1,30, e uma temperatura de transição vítrea inicial entre cerca de 45<198>c e cerca de 65<198>c, idealmente apropriado para formar uma imagem usando um dispositivo formador de imagens com um único componente.

Description

(54) Título: SISTEMA DE REVELAÇÃO COM UM ÚNICO COMPONENTE (SCD), INCLUINDO UMA ESTAÇÃO REVELADORA DE IMAGENS E MÉTODO PARA FORMAR UMA IMAGEM COM UM REVELDOR COM ÚNICO COMPONENTE.
(73) Titular: XEROX CORPORATION, Sociedade Norte Americana. Endereço: Xerox Square 020, Rochester, NY 14644, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA(US) (72) Inventor: GRAZYNA E. KMIECIK-LAWRYNOWICZ; MAURA A. SWEENEY; ROBERT D. BAYLEY; DANIEL W. ASARESE; EUNHEE LEE
Prazo de Validade: 10 (dez) anos contados a partir de 02/05/2018, observadas as condições legais
Expedida em: 02/05/2018
Assinado digitalmente por:
Júlio César Castelo Branco Reis Moreira
Diretor de Patente
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para SISTEMA DE REVELAÇÃO COM UM ÚNICO COMPONENTE (SCD), INCLUINDO UMA ESTAÇÃO REVELADORA DE IMAGENS E MÉTODO PARA FORMAR UMA IMAGEM COM UM REVELADOR COM UM ÚNICO COMPONENTE.
Antecedentes da Invenção
A presente invenção refer-se a toners e reveladores com um único componente, que contêm os toners, para uso na formação e revelação de imagens de boa qualidade e brilho, e particularmente, um toner que tem uma combinação inusitada de propriedades idealmente apropriadas para uso em dispositi10 vos formadores de imagens, que utilizam revelação com um único componente.
O que se ainda deseja é um toner de agregação em emulsão de acrilato de estireno, que consegue atingir excelente qualidade de impressão, particularmente para uso em dispositivos formadores de imagens com revelador de um único componente.
Sumário
Em modalidades, está descrito um revelador com um único componente isento de carreadore incluindo um toner que compreende partículas de toner de agregação em emulsão, compreendendo um polímero de acrilato de estireno aglutinante, pelo menos uma cera e pelo menos um colo20 rante, onde as partículas do toner têm um tamanho volumétrico médio de partícula entre cerca de 5 μηη e cerca de 10 μηη, uma circularidade média de cerca de 0,95 a cerca de 0,99, um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (GSDven) entre cerca de 1,10 e cerca de 1,30, e uma temperatura de transição vítrea inicial entre cerca de 45Ό e cerca de βδΌ.
O revelador com um único componente pode compreender partículas de toner, as quais, tirante aditivos externos, são isentas de sílica. Além disso, as partículas do toner devem incluir uma camada de revestimento sobre as partículas do núcleo.
Em outras modalidades, descreve-se um conjunto de quadro toners em cores autorreveladores que compreendem um toner ciano, um toner magenta, um toner amarelo e um toner preto, onde cada um dos toners é um toner com um único componente isento de carreador, e cada um
Petição 870180006058, de 24/01/2018, pág. 6/13 toner com um único componente isento de carreador, e cada um entre o toner ciano, o toner magenta, o toner amarelo e o toner preto compreende partículas de toner de agregação em emulsão, que compreendem um aglutinante de polímero de acrilato de estireno, pelo menos um agente de liberação e pelo menos um colorante. Cada uma das partículas de toner em cores tem um tamanho volumétrico médio de partícula entre cerca de 5 pm e cerca de 10 pm, de preferência entre cerca de 6 pm e cerca de 8 μιτι, uma circularidade média de cerca de 0,95 a cerca de 0,99, um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (GSDve n) entre cerca de 1,10 e cerca de 1,30, mais preferivelmente entre 1,15 e cerca de 1,25, e uma temperatura de transição vítrea inicial entre cerca de 45°C e cerca de 65°C.
Em ainda outras modalidades, descreve-se um método para formar uma imagem com um revelador de um único componente, onde o revelador com um único componente compreende partículas de toner isentas de carreador, compreendendo aplicar as partículas de toner que têm uma carga triboelétrica para uma imagem latente com carga oposta sobre um membro de reprodução de imagens, para revelar a imagem, e transferir a imagem revelada para um substrato recebedor de imagens, e onde as partículas de toner contêm partículas de toner de agregação em emulsão, compreendendo um aglutinante de polímero de acrilato de estireno, pelo menos um agente de liberação e pelo menos um colorante, onde as partículas de toner têm um tamanho volumétrico médio de partícula entre cerca de 5 pm e cerca de 10 pm, uma circularidade média de cerca de 0,95 a cerca de 0,99, um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (GSDV θ n) entre cerca de 1,10 e cerca de 1,30, e uma temperatura de transição vítrea inicial entre cerca de 45°C e cerca de 65°C. A imagem pode ser formada com uma Impressora para Revelador com um Ünico Componente (SCD).
Descrição Detalhada de Modalidades
No caso de reveladores com um único componente, isto é, reveladores que não contêm quaisquer cargas como em reveladores com dois componentes, é importante que as partículas de toner apresentem alta eficiência de transferência (inclusive excelentes propriedades de fluxo e baixa coesão) e uma capacidade para captar uma carga triboelétrica apropriada. Os toners aqui descritos em modalidades têm composições e propriedades físicas apropriadas para serem idealmente apropriados para uso em máquinas para reveladores com um único componente. Estas composições e propriedades serão detalhadas abaixo.
As partículas de toner aqui descritas compreendem pelo menos um aglutinante de polímero de acrilato de estireno e um colorante. Um agente de liberação, tal como uma cera, de preferência, também é incluído nas partículas de toner. A reologia pode ser ajustada mudando o peso molecular da resina, o nível do agente coagulador, a composição do agente de liberação e/ou a configuração da fusora da máquina.
Na qualidade de exemplos de resinas de polímeros de acrilato de estireno específicas para o aglutinante podem ser mencionados, por exemplo, poli(estireno-acrilato de alquila), poli(estireno-metacrilato de alquila), poli(estireno-acrilato de alquila-ácido acrílico), poli(estireno-metacilato de alquila-ácido acrílico), polí(estireno-acrilato de alquila-acrilonitrila-ácido acrílico), poli(estireno-acrilato de propila), poli(estireno-acrilato de butila), poli(estireno-acrilato de butila-ácido acrílico), poli(estireno-acrilato de butilaácido metacrílico), poli(estireno-acrilato de butila-acrilonitrila), poli(estirenoacrilato de butila-acrilonitrila-ácido acrílico), e outros polímeros de acrilato de estireno.
De preferência, o aglutinante compreende um estireno-acrilato de alquila. Mais preferivelmente, o estireno-acrilato de alquila é uma resina de copolímero de estireno-acrilato de butila, como por exemplo, mais preferivelmente, uma resina de copolímero de estireno-acrilato de butila-acrilato de p-carbóxi-etila.
Em certas modalidades, descobriu-se que a resina aglutinante de acrilato de estireno, preparada dentro de uma partícula de toner, deve ter, de preferência, uma temperatura de transição vítrea entre cerca de 45°C e cerca de 65°C, ou mais preferivelmente, cerca de 55°C a cerca de 60°C.
Os monômeros usados para fabricar o aglutinante de polímero não são limitados, e os monômeros utilizados podem incluir qualquer um ou mais entre, por exemplo, estireno, acrilatos tais como metacrilatos, acrilatos de butila, acrilato de β-carbóxi-etila (β-CEA), acrilato de etil-hexila, acrilato de octila, etc., butadieno, isopreno, ácido acrílico, ácido metacrílico, ácido itacônico, acrilonitrila, etc., e similares. Podem ser usados agentes de transferência de cadeia conhecidos para controlar as propriedades de peso molecular do polímero. Os exemplos de agentes de transferência de cadeia incluem dodecanotiol, dodecil-mercaptana, octanotiol, tetrabrometo de carbono, tetracloreto de carbono, e similares, em várias quantidades apropriadas, como por exemplo, cerca de 0,1 a cerca de 10 por cento em peso do monômero, e de preferência, cerca de 0,2 a cerca de 5 por cento em peso do monômero. Além disso, podem ser incluídos agentes reticulantes tais como diacrilato de dodecanodiol ou divinil-benzeno, no sistema monomérico, para obter polímeros com pesos moleculares mais altos, como por exemplo, em uma quantidade eficaz de cerca de 0,01 por cento em peso a cerca de 25 por cento em peso, de preferência cerca de 0,5 a cerca de 10 por cento em peso.
Em uma modalidade preferida, os componentes monoméricos, com qualquer um dos aditivos mencionados acima, são formados, de preferência, em uma emulsão de látex, e depois polimerizados, para formar partículas poliméricas com tamanho pequeno, como por exemplo, da ordem de cerca de 5 nm a cerca de 500 nm, ou mais preferivelmente, cerca de 180 nm a cerca de 300 nm. Além disso, a emulsão de látex tem, de preferência, um peso molecular ponderai médio (Mw) entre cerca de 20 e cerca de 100 kpse, ou mais preferivelmente, cerca de 30 a cerca de 60 kpse, um peso molecular numérico médio (Mn) entre cerca de 5 e cerca de 30 kpse, ou mais preferivelmente, cerca de 8 a cerca de 20 kpse, e uma Tg entre cerca de 45°C e cerca de 65°C, ou mais preferivelmente, cerca de 55°C a cerca de 60°C.
Os monômeros e quaisquer outros componentes da polimerização em emulsão podem ser polimerizados dentro de uma emulsão de látex, com ou sem o uso de tensoativos apropriados, conforme necessário. Evidentemente, qualquer outro método apropriado para formar as partículas poliméricas de látex a partir dos monômeros pode ser usado sem restrição.
Vários colorantes conhecidos, tais como pigmentos, corantes, ou misturas deles, presentes no toner em uma quantidade eficaz de, por exemplo, 1 a cerca de 20 por cento em peso do toner, ou de preferência, em uma quantidade entre cerca de 3 e cerca de 12 por cento em peso, que podem ser selecionados, incluem preto, ciano, violeta, magenta, laranja, amarelo, vermelho, verde, marrom, azul, ou misturas deles.
Os exemplos de um pigmento preto incluem negro-de-fumo, oxido de cobre, dióxido de manganês, negro-de-anilina, carvão ativado, ferrita não-magnética, e magnetita, e similares, e onde as magnetitas, especialmente quando presentes como único componente colorante, podem ser selecionados em uma quantidade de até cerca de 70 por cento em peso do toner.
Os exemplos específicos de pigmento azul incluem azul-daprússia, azul-de-cobalto, Alkali Blue Lake, Victoria Blue Lake, Fast Sky Blue, azul-de-idantreno BC, azul-de-anilina, azul-ultramarino, azul de óieo de calco, azul de cloreto de metileno, azul-de-ftalocianina, verde-de-ftalocianina e oxalato verde de malaquita, ou misturas deles. Os exemplos ilustrativos de cianos que podem ser usados como pigmentos incluem Pigment Blue 15:1, Pigment Blue 15:2, Pigment Blue 15:3 e Pigment Blue 15:4, tetra(octadecilsulfonamido)-ftalocianina de cobre, pigmento de ftalocianina de cobre x listado no Color Index como Cl 74160, Cl Pigment Blue, e azul-de-antraceno, identificado no Color Index como Cl 69810, Special Blue X 2137, e similares.
Os exemplos de um pigmento vermelho incluem Pigment Green 36, Pigment Green 7, óxido de cromo, verde-de-cromo, Pigment Green, Malachite Green Lake e Final Yellow Green G.
Os exemplos de um pigmento verde incluem óxido de ferro vermelho, vermelho-de-cádmio, óxido de chumbo vermelho, sulfeto de mercúrio, Watchyoung Red, Permanent Red 4R, vermelho-de-litol, vermelho-denaftol, Brilliant Carmine 3B, Brilliant Carmine 6B, Du Pont Oil Red, vermelhode-pirazolona, Rhodamine B Lake, Lake Red C, Rose Bengal, vermelho-deeoxina e Alizarin Lake. Os exemplos específicos de magentas, que podem ser selecionados, incluem, por exemplo, Pigment Red 49:1, Pigment Red 81, Pigment Red 122, Pigment Red 185, Pigment Red 238, Pigment Red 57:1, quinacridona substituída com 2,9-dimetila e corante de antraquinona identificado no Color Index como Cl 60710, Cl Dispersed Red 15, diazocorante identificado no Color Index como Cl 26050, Cl Solvent Red 19, e similares.
Os exemplos de um pigmento violeta incluem violeta-de-manganês, Fast Violet B e Methyl Violet Lake, Pigment Violet 19, Pigment Violet 23, Pigment Violet 27, e misturas deles.
Os exemplos específicos de um pigmento laranja incluem Pigment Orange 34, Pigment Orange 5, Pigment Orange 13, Pigment Orange 16, e similares. Outros pigmentos laranja incluem amarelo de cromo vermelho, laranja-de-molibdênio, Permanent Orange GTR, laranja-de-pirazolona, Vulkan Orange, laranja-de-benzidina G, laranja brilhante de indantreno RK e laranja brilhante de indantreno GK.
Os exemplos específicos de pigmentos amarelos são Pigment Yellow 17, Pigment Yellow 74, Pigment Yellow 83, Pigment Yellow 93, e similares. Outros exemplos ilustrativos de pigmentos amarelos incluem amarelo-de-cromo, amarelo-de-zinco, óxido de ferro amarelo, amarelo-de-cádmio, amarelo-de-cromo, Hansa Yellow, Hansa Yellow 10G, amarelo-de-benzidina G, amarelo-de-benzidina GR, Suren Yellow, amarelo-de-quinolina, Permanent Yellow NCG, amarelo-de-diarileto, 3,3-dicloro-benzidina-acetoanilidas, um pigmento monoazo identificado como no Color Index como Cl 12700, Cl Solvent Yellow 16, uma nitro-fenil-amina-sulfonamida identificada no Color Index como Foron Yellow SE/GLN, Cl Dispersed Yellow 33, 2,5-dimetóxi-4sulfonamida-fenil-azo-4'-cloro-2,5-dimetóxi-acetoacetanilida, e Pigment Yellow FGL.
Os exemplos de um pigmento branco incluem Pigment White 6, branco-de-zinco, óxido de titânio, branco-de-antimônio, e sulfeto de zinco.
Os coiorantes para o uso em questão incluem um ou mais pigmentos, um ou mais corantes, misturas de pigmentos e corantes, misturas de pigmentos, misturas de corantes, e similares. Os coiorantes são usados isoladamente ou como uma mistura.
Os exemplos de um corante incluem vários tipos de corantes, tais como corantes básicos, ácidos, corantes em dispersão e diretos, como por exemplo, nigrosina, azul-de-metileno, Rose Bengal, amarelo-de-quinolina e azul-ultramarino.
Uma dispersão de partículas de colorante pode ser preparada usando, por exemplo, um homogeneizador rotativo de cisalhamento, um aparelho dispersante de meio, tal como um moinho de esferas, um moinho de areia e um triturador, e um aparelho dispersante de colisão contador de alta pressão. O colorante pode ser dispersado em um sistema aquoso com um homogeneizador, usando um tensoativo polar.
O colorante pode ser selecionado do ponto de vista do ângulo de matiz, saturação de croma, brilho, resistência às intempéries, transparência OHT e dispersibilidade no toner. O colorante pode ser adicionado em uma quantidade entre 2 e 15% em peso, baseado no peso do teor de sólidos totais do toner. No caso em que um material magnético é usado como colorante preto, ele pode ser adicionado em uma quantidade entre 10 e 70% em peso, que é diferente dos outros colorantes. A quantidade de mistura do colorante é uma quantidade necessária para assegurar a propriedade de coloração após a fixação. No caso em que as partículas do colorante no toner têm um diâmetro médio entre 100 e 300 nm, a transparência OHP e a propriedade de coloração podem ser asseguradas. O diâmetro médio das partículas do colorante pode ser medido, por exemplo, por um aparelho de medição de tamanho de partícula por difração de laser (MicroTrac UPA 150, produzido por MicroTrac, Inc.).
No caso em que o toner é usado como um toner magnético, o pó magnético pode estar contido dentro dele. Específicamente, é usada uma substância que pode ser magnetizada em um campo magnético, cujos exemplos incluem pó ferromagnético, tal como ferro, cobalto e níquel, e compostos tais como ferrita e magnetita.
No caso em que o toner é obtido em um sistema aquoso, é necessário atender à propriedade de migração em fase aquosa do material magnético, e prefere-se que a superfície do material magnético seja modificada previamente, como por exemplo, submetida a um tratamento hidrofóbico.
O colorante, de preferência um colorante de negro-de-fumo, ciano, magenta e/ou amarelo, é incorporado em uma quantidade suficiente para conferir a cor desejada ao toner. Geralmente, o pigmento ou corante é empregado em uma quantidade na faixa entre cerca de 2% e cerca de 35% em peso das partículas de toner, baseado em sólidos, de preferência entre cerca de 4% e cerca de 10% em peso das partículas de toner, baseado em sólidos. Evidentemente, como os colorantes para cada toner em cores (como por exemplo, preto, ciano, magenta e amarelo em um ajuste tradicional de um toner em quatro cores) são diferentes, a quantidade do colorante presente em cada tipo de toner colorido é tipicamente diferente, embora ainda geralmente dentro das faixas genéricas acima.
Além do aglutinante de polímero de látex e do colorante, os toners contêm também, de preferência, um agente de liberação, de preferência uma cera de dispersão. O agente de liberação é adicionado à formulação do toner para auxiliar a resistência ao deslocamento do toner, como por exempio, a liberação do toner do rolo da fusora, particularmente em projetos de fusora com baixo óleo ou sem óleo. Os exemplos específicos do agente de liberação incluem uma poliolefina de baixo peso molecular, tal como polietileno, polípropileno e polibuteno, um silicone que apresenta um ponto de amolecimento após aquecimento, uma amida alifática, tai como uma amida do ácido oléico, amida do ácido erúcico, amida do ácido ricinoléíco, e amida do ácido esteárico, uma cera vegetal, tal como cera de carnaúba, cera de arroz, cera de candeiiia, cera de madeira e óleo de jojoba, uma cera animal, tal como cera de abelha, uma cera mineral ou de petróleo, tal como cera de linhitos, ozocerita, ceresina, cera de parafina, cera microcristalina e cera de Fischer-Tropsch, e produtos modificados obtidos partir delas.
O agente de liberação pode ser dispersado em água junto com um tensoativo iônico ou um eletrólito polimérico, tal como um ácido polimérico e uma base polimérica, e ele é aquecido até uma temperatura mais alta do que seu ponto de fusão, e é simultaneamente dispersado com um homogeneizador ou um dispersor com descarga sob pressão (Gaulin Homogenizer) capaz de aplicar uma grande força de cisalhamento, de modo a formar uma dispersão de partículas que têm um diâmetro médio de 1 μιτι ou menos.
O agente de liberação é, de preferência, adicionado em uma quantidade entre cerca de 5% e cerca de 25% em peso, mais preferivelmente cerca de 8% a cerca de 12% em peso, baseado no peso total do teor de sólidos que constituem o toner, para assegurar a propriedade de liberação de uma imagem fixa em um sistema de fixação sem óleo.
O diâmetro das partículas da dispersão de partículas do agente de liberação pode ser medido, por exemplo, por um aparelho de medição de tamanho de partícula por difração de laser (MicroTrac UPA 150, fabricado por MicroTrac, Inc.). O tamanho de partícula preferido do agente de liberação é menos do que 1,0 mícron. Depois de usar o agente de liberação, prefere-se que as partículas finas da resina, as partículas finas do colorante e as partículas do agente de liberação sejam agregadas, e depois a dispersão de partículas finas de resina é adicionada ainda mais para afixar as partículas finas de resina sobre a superfície das partículas agregadas do ponto de vista de assegurar a propriedade de carregamento e durabilidade.
Além disso, os toners neste caso podem conter também opcionalmente um coagulante. Os coagulantes opcionais apropriados incluem quaisquer coagulantes bem-conhecidos ou usados nessas técnicas, tais como poli(cloreto de alumínio) (PAC) e/ou poli(sulfossilicato de alumínio) (PASS). Um coagulante preferido é o poli(cloreto de alumínio). O coagulante está presente nas partículas de toner, tirante aditivos externos, e em base de peso seco, em quantidades entre 0 e cerca de 5% em peso das partículas de toner, de preferência entre mais do que 0 e cerca de 2% em peso das partículas de toner.
O toner pode incluir também aditivos adicionais bem-conhecidos com carga positiva ou negativa, em quantidades eficazes apropriadas, como por exemplo, entre cerca de 0,1 e cerca de 5% em peso do toner, tais como compostos de amônio quaternário, inclusive halogenetos de alquil-piridínio, bissulfatos, composições de sulfatos e sulfonatos orgânicos, tetraflúorboratos de cetil-piridínio, metil-sulfato de diestearil-dimetil-amônio, sais ou complexos de alumínio, e similares.
Em uma modalidade, as partículas de toner têm uma estrutura de revestimento do núcleo. Nesta modalidade, o núcleo compreende os materiais das partículas de toner discutidos acima, incluindo pelo menos o aglutinante e o colorante, e de preferência, também a cera. Depois que a partícula do núcleo está formada e agregada até um tamanho desejado, como será discutido adicionalmente abaixo, um fino revestimento externo é então formado sobre a partícula do núcleo. O revestimento compreende de prefêrencia, um único material aglutinante (livre de colorante, agente de liberação, etc.), entretanto outros componentes podem ser incluídos aqui, se desejado.
O revestimento compreende, de preferência, uma resina de látex que pode ter a mesma composição que o látex da partícula do núcleo ou pode ter duas composições ou propriedades inteiramente diferentes. Por exemplo, a resina de látex do revestimento e a resina de látex do núcleo podem ser iguais ou podem ser constituídas de um polímero similar com características químicas e físicas diferentes.
Embora o látex do revestimento possa compreender qualquer um dos polímeros identificados acima, ele é, de preferência, um polímero de acrilato de estireno, mais preferivelmente um polímero de estireno e acrilato de butila, incluindo um acrilato de estireno-butil-acrilato β-carbóxi-etila. O latex do revestimento pode ser adicionado aos agregados do toner em uma quantidade de cerca de 1 % a cerca de 50% em peso dos materiais aglutinantes totais, e de preferência, em uma quantidade de cerca de 5% a cerca de 30% em peso dos materiais aglutinantes totais. De preferência, o revestimento ou cobertura sobre os agregados do toner tem uma espessura de cerca de 0,2 a cerca de 1,5 pm, de preferência cerca de 0,5 a cerca de 1,0 pm.
Em certas modalidades, o revestimento pode ter uma temperatura de transição vítrea (Tg) igual, mais alta ou mais baixa do que a do aglutinante de acrilato de estireno da partícula do núcleo do toner, dependendo do sistema de fusão que está sendo usado. Uma Tg mais alta pode ser desejada para limitar a penetração dos aditivos externos e/ou da cera para dentro do revestimento, enquanto que uma Tg mais baixa é desejada quando uma maior penetração dos aditivos externos e/ou da cera é desejada. Um revestimento com Tg mais alta confere uma melhor estabilidade na prateleira e na estocagem ao toner.
A quantidade total de aglutinante, incluindo no núcleo, e também no revestimento, caso presente, compreende de preferência entre cerca de 50 e cerca de 95% em peso das partículas do núcleo (exclusivos dos aditivos externos) em base sólida, de preferência entre cerca de 60 e cerca de 80% em peso do toner.
Além disso, ao preparar o toner pelo procedimento de agregação em emulsão, um ou mais tensoativos podem ser usados no processo. Os tensoativos apropriados podem incluir tensoativos aniônicos, catiônicos e não-iônicos.
Os tensoativos aniônicos incluem dodecil-sulfato de sódio (SDS), dodecil-benzeno-sulfonato de sódio, dodecil-naftaleno-sulfonato de sódio, sulfatos e sulfonatos de diatquil-benzeno-alquilas, e ácido abiético. Um exemplo de um tensoativo aniônico preferido consiste principalmente em dodecil-benzeno-sulfonato de sódio ramificado.
Os exemplos de tensoativos catiônicos incluem cloreto de dialquil-benzeno-alquil-amônio, cloreto de lauril-trimetil-amônio, cloreto de alquilbenzil-metil-amônio, brometo de alquil-benzil-dimetil-amônio, cloreto de benzalcônio, brometo de cetil-piridínio, brometos de C12, C15, Ci7-trimetil-amônio, sais halogenetos de poli(oxietil-alquil-aminas) quaternizadas, cloreto de dodecil-benzil-trietil-amônio, cloretos de benzalcônio, e similares. Um exemplo de um tensoativo catiônico preferido é 0 cloreto de benzil-dimetil-alcônio.
Os exemplos de tensoativos não-iônicos incluem poli(álcool vinílico), poli(ácido acrílico), metalose, metil-celulose, etil-celulose, propil-celulose, hidróxi-etil-celulose, carbóxi-metil-celulose, éter de poli(oxietileno)-cetila, éter de poli(oxitileno)-laurila, éter de poli(oxietileno)-octil, éter de poli(oxietileno)-octil-fenila, poli(oxietileno)-oleil-éter, monolaurato de poli(oxietileno)sorbitano, éter de poli(oxietiíeno)-estearila, éter de poli(oxietileno)-nonilfenila, e dialquil-fenóxi-poli(etilenóxi)-etanol. Um exemplo de um tensoativo não-iônico preferido é etoxilato de alquil-fenol.
Qualquer procedimento apropriado de agregação em emulsão pode ser usado para formar as partículas de toner com agregação em emulsão. Estes procedimentos incluem tipicamente as etapas básicas do processo de pelo menos agregar uma emulsão de látex que contém o aglutinante, um ou mais colorantes, opcionalmente um ou mais tensoativos, opcionalmente uma emulsão de cera, opcionalmente um coagulante e um ou mais aditivos adicionais opcionais, para formar agregados, opcionalmente formando um revestimento sobre as partículas do núcleo agregadas, como discutido acima, depois opcionalmente coalescer ou fundir os agregados, e depois recuperar, opcionalmente lavar e opcionalmente secar as partículas obtidas do toner de agregação em emulsão.
Um exemplo de um processo de coalescente de agregação em emulsão inclui, de preferência, formar uma mistura do aglutinante de látex, dispersão de colorantes, emulsão de cera opcional, e água desmineralizada em um tanque. A mistura é então cisalhada usando um homogeneizador até atingir homogeneidade e depois transferir para um reator no qual a mistura homogeneizada é aquecida até uma temperatura de, por exemplo, pelo menos cerca de 50°C, de preferência cerca de 60°C a cerca de 70°C, e manter nesta temperatura por um período de tempo para permitir a agregação das partículas de toner até um tamanho desejado. A este respeito, o termo agregação refere-se à fusão em conjunto do látex, do pigmento, da cera de das outras partículas, para formar aglomerados com tamanhos maiores. Depois de atingir um tamanho desejado das partículas do núcleo, pode-se então adicionar mais aglutinante de látex, para formar um revestimento sobre as partículas agregadas do núcleo. Uma vez atingido o tamanho desejado das partículas agregadas do toner, a agregação é interrompida, por exemplo, ajustando o pH da mistura, a fim de inibir agregação adicional do toner. As partículas de toner são aquecidas ainda mais até uma temperatura de, por exemplo, pelo menos cerca de 80°C, de preferência entre cerca de 90°C e cerca de 105°C, e o pH é ajustado para permitir que as partículas coalesçam e arredondem (se tornem mais esféricas e lisas). A mistura é então resfriada até uma temperatura desejada, e neste ponto as partículas agregadas e coalescidas do toner são recuperadas e opcionalmente lavadas e secas.
As partículas de toner são, de preferência, misturadas com aditivos externos após a formação. Quaisquer aditivos superficiais apropriados podem ser usados. Os aditivos externos preferidos incluem um ou mais derivados de SiO2, óxidos metálicos, tais como, por exemplo, TiO2 e óxido de alumínio. Geralmente, a silica é aplicada à superfície do toner para conseguir fluxo do toner, melhor triboeletricidade, melhor estabilidade na revelação e na transferência, e temperatura mais alta de bloqueamento do toner. O TiO2 é aplicado para obter melhor estabilidade à umidade relativa, controle da triboeletricidade e melhor estabilidade na revelação e transferência. Os aditivos superficiais externos podem ser usados com ou sem um revestimento.
Em uma modalidade mais preferida, as partículas de toner incluem um pacote de aditivos externos, compreendendo qualquer uma entre uma primeira silica e titânia, ou ambas. A primeira silica tem, de preferência, um tamanho de cerca de 5 a cerca de 15 nm, e é de preferência tratada/revestida com HMDS (hexametil-dissilazano) e/ou um PDMS (poli(dímetilsiloxanos)). A primeira silica está presente, de preferência, em uma quantidade entre cerca de 0,1% e cerca de 5%, ou mais preferivelmente, cerca de 0,1% a cerca de 3% em peso da partícula do toner. As partículas de aditivos inorgânicos desta faixa de tamanho apresentam, de preferência, uma área superficial BET (Brunauer, Emmett e Teller) entre cerca de 100 e cerca de 300 m2/g, ou mais preferivelmente, cerca de 125 a cerca de 250 m2/g, embora os valores possam fica fora desta faixa, conforme necessário. A titânia (óxido de titânio) hidrofóbica tem, de preferência, um tamanho de cerca de 5 nm a cerca de 130 nm, e está presente, de preferência, em uma quantidade entre cerca de 0,05% a cerca de 1,0%, ou mais preferivelmente, cerca de 0,1% a cerca de 0,5% em peso da partícula de toner. As partículas de titânia apresentam, de preferência uma área superficial BET entre cerca de 20 e cerca de 120 m2/g, ou mais preferivelmente, entre cerca de 30 e cerca de 80 m2/g, embora os valores possam ficar fora desta faixa, conforme necessário. O pacote de aditivos pode incluir ainda uma segunda silica, de preferência com um tamanho maior do que a primeira sílica, e tendo um tamanho de caerca de 20 nm a cerca de 150 nm, e que é tratada e/ou revestida com HMDS e/ou PMDS. A segunda sílica está presente, de preferência, em uma quantidade entre cerca de 0,1% e cerca de 5,0%, ou mais preferivelmente, cerca de 0,1% a cerca de 3,0% em peso da partícula de toner. As partículas maiores do aditivo inorgânico apresentam, de preferência, uma área superficial BET entre cerca de 20 e cerca de 120 m2/g, ou mais preferivelmente, cerca de 30 a cerca de 90 m2/g, embora os valores possam ficar fora desta faixa, conforme necessário. A sílica com tamanho maior atua como um material espaçador. A sílica com tamanho maior pode ser omitida, e nenhum material espaçador é usado, ou um material espaçador alternativo é usado no seu lugar, sem restrição.
Em certas modalidades, as partículas de toner são levadas a ter um tamanho médio de partícula entre cerca de 5 pm e cerca de 10 pm, ou mais preferivelmente, entre cerca de 6 pm e cerca de 8 pm, uma circularidade média de cerca de 0,95 a cerca de 0,99, e um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (GSDV θ n) entre cerca de 1,10 e cerca de 1,30, ou mais preferivelmente, 1,15a 1,25. O tamanho médio de partícula refere-se a um tamanho volumétrico médio que pode ser determinado usando qualquer dispositivo apropriado, como por exemplo, um contador Coulter convencional. A circularidade pode ser determinada usando qualquer método apropriado, como por exemplo, o método conhecido da Análise de Integração de Fluxo de Partículas Malvern Sysmex. A circularidade é uma medida da aproximação das partículas à esfericidade perfeita. Uma circularidade de 1,0 identifica uma partícula que tem o formato de uma esfera circular perfeita. O GSD refere-se ao desvio padrão geométrico superior (GSD) por volume (nível de grossos) para (D84/D50) e o desvio padrão geométrico (GSD) por número (nível de finos) para (D50/D16). Os diâmetros das partículas nos quais uma porcentagem cumulativa de 50% das partículas totais do toner são atingidos, são definidos como volume D50, e os diâmetros das partículas nos quais uma porcentagem cumulativa de 84% são atingidos, são definidos como volume D84. Os índices de distribuição de tamanho volumétrico médio de partícula mencionados acima, GSDV, podem ser expressos usando D50 e D84 em distribuição cumulativa, onde o índice de tamanho volumétrico médio das partículas, GSDV, é expresso como (volume D84/volume D50). Estes índices de distribuição de tamanho numérico médio das partículas mencionados acima, GSDn, podem ser expressos usando D50 e D16 em distribuição cumulativa, onde o índice de distribuição de tamanho numérico médio das partículas, GSDn, é expresso como (numérico D50/numérico D16). Quanto mais perto de 1,0 for o valor de GSD, menos dispersão de tamanho há entre as partículas. O valor de GSD mencionado acima para as partículas de toner indica que as partículas de toner são forçadas a ter uma distribuição estreita de tamanho de partícula. As partículas de toner têm também, de preferência, uma temperatura de transição vítrea (Tg) inicial entre cerca de 40°C e cerca de 65°C, de preferência entre cerca de 55°C e cerca de 60°C, medida por DSC.
Para algumas formulações específicas, por exemplo, para aplicações de SC D em velocidade reduzida, isto é, um dispositivo que imprime entre 12 a 16 ppm (páginas por minuto) de preto, 4 ppm de cor em modo regular, 8 a 10 ppm de preto, 2 ppm de cor em melhor modo, e pode ser tão alta quanto 20 ppm, o toner tem, de preferência, um tamanho médio de partícula entre cerca de 5 e cerca de 10 pm, ou mais preferivelmente, cerca de 6 pm a cerca de 8 pm, uma circularidade de cerca de 0,95 a cerca de 0,99, e um GSD de cerca de 1,10 a cerca de 1,30, ou mais preferivelmente, cerca de 1,15 a cerca de 1,25. A propriedade triboelétrica deste toner, misturado com aditivos externos, é de preferência entre cerca de 10,0 e cerca de 48,0 pC/g.
Para certas outras formulações específicas, por exemplo, para aplicações de SCD em velocidades mais altas, isto é, um dispositivo que imprime 17 ppm de preto e cor, com um limite superior opcional de 30 ppm, o toner tem, de preferência, um tamanho médio de partícula entre cerca de 5 e cerca de 10 pm, ou mais preferivelmente, cerca de 6 pm a cerca de 8 pm, uma circularidade de cerca de 0,95 a cerca de 0,99, e um GSD de cerca de 1,10 a cerca de 1,30, ou mais preferivelmente, cerca de 1,15 a cerca de
1,25. A propriedade triboelétrica deste toner, misturado com aditivos externos, é de preferência entre cerca de 10,0 e cerca de 40,0 pC/g.
Em uma modalidade, os toners compreendem um conjunto de quatro toners em cores, compreendendo um toner ciano, um toner magenta, um toner amarelo e um toner preto, onde cada um dos toners é, de preferência, um toner com um único componente isento de carreador, e cada um dos toners compreende partículas de toner de agregação em emulsão, compreendendo um aglutinante de polímero de acrilato de estireno, pelo menos um agente de liberação e pelo menos um colorante. As partículas diferentemente coloridas têm, de preferência, um tamanho volumétrico médio de partícula entre cerca de 5 pm e cerca de 10 pm, ou mais preferivelmente cerca de 6 pm a cerca de 8 pm, uma circularidade média de cerca de 0,95 a cerca de 0,99, um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (GSDV Θ n) entre cerca de 1,10 e cerca de 1,30, ou mais preferivelmente, cerca de 1,15 a cerca de 1,25, e uma temperatura de transição vítrea inicial entre cerca de 45°C e cerca de 65°C. Cada uma das partículas diferentemente coloridas do toner pode ter um tamanho médio de partícula entre cerca de 5 pm e cerca de 10 pm, ou mais preferivelmente cerca de 6 pm a cerca de 8 pm, e com a maior preferência, cerca de 6,5 pm a cerca de 7,5 pm, e uma temperatura de transição vítrea inicial entre cerca de 45°C e cerca de 65°C, mais preferivelmente entre cerca de 55°C e cerca de 60°C.
A coesão das partículas de toner está associada até algum grau com a morfologia superficial das partículas. Quanto mais redondas / mais iisas a superfície das partículas, mais baixa a coesão e maior o fluxo. À medida que a superfície se torna menos redonda e mais áspera, piora o fluxo e a coesão aumenta. A natureza substancialmente esférica das partículas de toner neste caso é assim vantajosa. A coesão é medida com um aparelho de teste de pós Hosokawa, usando uma série de peneiras de 8 cm para teste, tendo aberturas da malha de 53 pm, 45 pm e 38 pm. As condições do teste foram ajustadas em modo de vibração, ajuste do botão para 7 a 90 segundos em uma câmara com termostato e controle de umidade, HL-40 (ou equivalente), fabricada por Nagano Science. A coesão do toner, medida em um
Aparelho de Teste de Pós Hosokawa, fabricado por Hosokawa Micron Corporation, é de preferência uma coesão percentual entre cerca de 5% e cerca de 30%, ou mais preferivelmente, cerca de 5% a cerca de 15%, embora os valores possam ficar fora desta faixa, conforme necessário.
Além disso, as partículas de toner apresentam uma área superficial BET (Brunauer, Emmett e Teller) entre cerca de 0,5 e cerca de 3,0 m2/g, ou mais preferivelmente, cerca de 0,8 a cerca de 2,0 m2/g, embora os valores possam ficar fora desta faixa, caso necessário.
As partículas de toner apresentam também, de preferência, um índice de ftuidez em fusão do toner (MFI) entre cerca de 2,0 g/10 minutos e cerca de 70,0 g/10 min, ou mais preferivelmente, cerca de 5,0 a cerca de 30,0 g/10 min, em uma temperatura de 130°C, sob uma carga aplicada de 5,0 quilogramas, com uma razão L/D da matriz de 3,8. O MFI é um indicador da reologia do toner, definido como o peso de um toner (em gramas) que passa através de um orifício com comprimento L e um diâmetro D em um período de 10 minutos com uma carga especificada aplicada.
Quando os toners de modalidades aqui descritas são usados em um dispositivo SCD, para formar uma imagem em cor preto/branco ou completa, cada uma das cores do toner apresenta, de preferência, uma TMAD (densidade de área massa do toner) entre cerca de 0,15 e cerca de 0,50, ou mais preferivelmente, cerca de 0,20 a cerca de 0,40, determinada, por exemplo, pelo toner medido fora do rolo do revelador. Isto permite uma redução significativa na quantidade usada do toner pelo dispositivo para revelar imagens.
As partículas de toner aqui descritas são usadas, de preferência, como formulações de revelador com um único componente (SCD), que são isentas de partículas carreadoras.
As partículas de toner supramencionadas como uma composição de revelador com um único componente em SCD proporcionam uma eficiência de transferência muito alta.
Tipicamente, em SCD, a carga no toner é o que controla o processo de revelação. Os materiais de rolos doadores são selecionados para gerar uma carga com polaridade certa no toner quando o toner é colocado em contato com o rolo. A camada de toner formada sobre o rolo doador por forças eletrostáticas é passada através de uma zona de carregamento, específicamente nesta aplicação, um rolete carregador, antes de entrar na zona de revelação. Uma leve pressão na pinça de revelação produz uma camada de toner com a espessura desejada no rolo à medida que ele entra na zona de revelação. Este carregamento será tipicamente apenas por alguns segundos, minimizando a carga no toner. Uma polarização adicional é então aplicada ao toner, permitindo revelação e movimento adicional da parte controlada do toner para o fotorreceptor. Caso o toner com carga baixa esteja presente em quantidades suficientes, o fundo e outros defeitos ficam evidentes sobre a imagem. A imagem é então transferida do fotorreceptor para um substrato recebedor de imagem, transferência esta que pode ser direta ou indireta por intermédio de um elemento de transferência intermediário, e depois a imagem é fundida ao substrato recebedor de imagem, por exemplo, pela aplicação de calor e/ou pressão, por exemplo, com um rolo fusor aquecido.
Em uma modalidade mais preferida, os toners são idealmente apropriados para uso em um dispositivo que utiliza reveladores com um único componente. A revelação com um único componente é sensível ao tamanho e formato do toner. Uma morfologia não ideal das partículas pode levar ao acúmulo de partículas de toner sobre o rolo doador, o que pode levar à formação de uma camada isolante sobre o rolo doador e uma redução subseqüente no desenvolvimento da carga. Os toners aqui descritos evitam substancialmente tais problemas com seu tamanho e formato ideais.
O toner e o revelador serão agora descritos adicionalmente por intermédio dos exemplos que se seguem.
Exemplo 1
Prepara-se um látex que é apropriado para uso na preparação de toners para um dispositivo SCD com velocidade reduzida.
O polímero selecionado para o processo em questão pode ser preparado por métodos de polimerização em emulsão, e os monômeros utili19 zados em tais processos incluem, por exemplo, estireno, acrilatos, metacrilatos, butadieno, isopreno, ácido acrílico, ácido metacrílico, ácido itacônico, acrilato de beta-carbóxi-etila, acrilonitrila, e similares. Podem ser utilizados também agentes de transferência de cadeia conhecidos, como por exemplo, dodecanotiol, em quantidades eficazes, como por exemplo, entre cerca de 0,1 e cerca de 10 por cento, ou tetrabrometo de carbono em quantidades eficazes, tais como por exemplo, entre cerca de 0,1 e cerca de 10 por cento, para controlar as propriedades de peso molecular do polímero quando a polimerização em emulsão é selecionada. Outros processos para obter partículas poliméricas, como por exemplo, com cerca de 0,01 mícron a cerca de 2,0 mícrons, podem ser selecionados a partir do processo de microssuspensão do polímero; processo de microssuspensão em solução do polímero; processos mecânicos de moagem. Além disso, podem ser selecionados iniciadores reagentes, agentes de transferência de cadeia, para os processos da invenção. O processo de polimerização em emulsão pode ser realizado por um processo em batelada (um processo no qual todos os componentes a serem empregados estão presentes no meio de polimerização no início da polimerização) ou por um processo contínuo de emulsificação. O monômero ou monômeros podem ser alimentados também puros ou como emulsões em água.
Neste exemplo, os monômeros são selecionados entre estireno, acrilato de β-carbóxi-etila (β-CEA), diacrilato de decanodiol (A-DOD), dodecanotiol e acrilato de butila, mistura esta que é submetida à polimerização em emulsão, para formar um látex. O látex resultante contém 41,7% de sólidos. Ele tem um Mw = 47,1 kpse, um Mn = 12,4 kpse (medido em GPC), uma Tg = 57°C (DSC) e um tamanho de partícula = 286 nm (medido no MicroTrac UPA 150). Este látex foi usado no processo de agregação/coalescência, para preparar partículas de toner cíanas, magentas e amarelas nos Exemplos 2 a 4.
Exemplo 2
Este exemplo prepara um toner ciano para uso em um dispositivo SCD em velocidade reduzida.
49,4 partes de água destilada foram carregadas dentro de um reator de 2 L. São adicionadas 24 partes do látex do Exemplo 1, e em seguida, 5,6 partes de dispersão de pigmento ciano 15.3 (17% de sólidos). Foram adicionadas à mistura de látex / pigmento 5,5 partes de dispersão de cera de polietileno, bem como 3 partes de PAC (solução a 10% de poli(cloreto de alumínio)). A mistura foi homogeneizada por 20 min e a temperatura no reator foi elevada até 64°C para iniciar a agregação. A agregação foi continuada até o ponto em que as partículas atingiram um tamanho de 6,7 pm. Neste ponto, 12,5 partes do látex do Exemplo 1 foram adicionadas como um revestimento, e as partículas foram crescidas até um tamanho total de 7,5 pm. Neste ponto, o pH é ajustado até 6,5 pela adição de 4% de NaOH. A temperatura é elevada até 96°C, para realizar a coalescência. O pH é então ajustado para 4,0. Continuou-se o aquecimento por 4 horas. As partículas foram então descarregadas do reator, lavadas e secas.
As partículas cíanas resultantes foram analisadas para ter um tamanho de partícula volumétrico médio de 7,43 pm, uma circularidade de 0,98, uma GSD de 1,24, uma área superficial BET de 1,13, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 59°C.
As partículas cíanas são misturadas com 1% em peso de sílica com tamanho pequeno e 1% em peso de titânia com tamanho pequeno. A propriedade triboelétrica de revelador com um único componente misturado em uma concentração de toner (pph) de 8,18 é 45,6 pC/g. Isso é medido removendo uma área medida de toner do rolo revelador por uma sucção a vácuo, e depois transferindo para uma gaiola de Faraday para medição da carga.
Exemplo 3
Este exemplo prepara um toner amarelo para uso em um dispositivo SCD em velocidade reduzida.
49,4 partes de água destilada foram carregadas dentro de um reator de 2 L. São adicionadas 24 partes do látex do Exemplo 1, e em seguida, 5,8 partes de dispersão de pigmento amarelo 74 (19% de sólidos). Foram adicionadas à mistura de látex / pigmento 5,5 partes de dispersão de cera de polietileno, bem como 3 partes de PAC (solução a 10% de poli(cloreto de alumínio)). A mistura foi homogeneizada por 20 min e a temperatura no reator foi elevada até 64°C para iniciar a agregação. A agregação foi continuada até o ponto em que as partículas atingiram um tamanho de 6,7 pm. Neste ponto, 12,5 partes do látex do Exemplo 1 foram adicionadas como um revestimento, e as partículas foram crescidas até um tamanho total de 7,5 pm. O pH é ajustado até 6,5 pela adição de 4% de NaOH, e a temperatura é então elevada até 96°C, para realizar a coalescência. O pH é ajustado para 4,0. Continuou-se o aquecimento por 4 horas. As partículas foram então descarregadas do reator, lavadas e secas.
As partículas amarelas resultantes foram analisadas para ter um tamanho de partícula volumétrico médio de 7,63 pm, uma circularidade de 0,95, uma GSD de 1,20, uma área superficial BET de 1,58, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 58,4°C.
As partículas amarelas são misturadas com 1% em peso de sílica com tamanho pequeno e 1% em peso de titânia com tamanho pequeno. A propriedade triboelétrica de revelador com um único componente misturado em uma concentração de toner (pph) de 8,49 é 46,1 pC/g.
Exemplo 4
Este exemplo prepara um toner magenta para uso em dispositivo de SCD em velocidade reduzida.
partes de água destilada foram carregadas dentro de um reator de 2 L. São adicionadas 24 partes do látex do Exemplo 1, e em seguida, 5,9 partes de dispersão de pigmento magenta R112 (18% de sólidos). Foram adicionadas à mistura de látex / pigmento 5,5 partes de dispersão de cera de polietileno, bem como 3 partes de PAC (solução a 10% de poli(cloreto de alumínio)). A mistura foi homogeneizada por 20 min e a temperatura no reator foi elevada até 64°C para iniciar a agregação. A agregação foi continuada até o ponto em que as partículas atingiram um tamanho de 6,7 pm. Neste ponto, 12,5 partes do látex do Exemplo 1 foram adicionadas como um revestimento, e as partículas foram crescidas até um tamanho total de 7,8 pm. O pH é ajustado até 6,5 pela adição de 4% de NaOH, e a temperatura foi então elevada até 96°C, para realizar a coalescência. O pH é ajustado para 4,0. Continuou-se o aquecimento por 9 horas. As partículas foram então descarregadas do reator, lavadas e secas.
As partículas magentas resultantes foram analisadas para ter um tamanho de partícula volumétrico médio de 9,72 μίτι, uma circularidade de 0,96, uma GSD de 1,25, uma área superficial BET de 2,44, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 59,2°C.
As partículas magentas são misturadas com 1% em peso de sílica com tamanho pequeno e 1% em peso de titânia com tamanho pequeno. A propriedade triboelétrica de revelador com um único componente misturado em uma concentração de toner (pph) de 7,98 é 31,4 μθ/g.
Exemplo 5
É preparado um látex apropriado para uso na preparação de toners para um dispositivo SCD de alta velocidade.
Neste exemplo, os monômeros são selecionados entre estireno, β-CEA, A-DOD, dodecanotiol e acrilato de butila, mistura esta que é submetida à polimerização em emulsão, para formar um látex. Os látices resultantes, preparados por esta formulação, contêm aproximadamente 41,3% de sólidos, um Mw entre 34 e 39 kpse, um Mn entre 10 e 13 kpse (medido em GPC), uma Tg entre 57°C e 60°C (DSC) e um tamanho de partícula entre 180 e 250 nm (medido no MicroTrac UPA 150). Estes látices foram usados no processo de agregação / coalescência, para preparar partículas de toner cianas, magentas, amarelas e pretas (Exemplos 6 a 9), para uso em um dispositivo SCD de alta velocidade, isto é, 17 ppm e mais, para cor e também preto em todos os modos.
Exemplo 6
Este exemplo prepara um toner ciano para uso em um dispositivo SCD em alta velocidade.
partes de água destilada foram carregadas dentro de um reator de 7,6 L (2 galões). São adicionadas 26 partes do látex do Exemplo 5, e em seguida, 4,9 partes de dispersão de pigmento ciano 15.3 (17% de sólidos). Foram adicionadas à mistura de látex / pigmento 6,4 partes de disper23 são de cera de polietileno, bem como 0,3 parte de PAC (solução a 10% de poli(cloreto de alumínio)), combinado com 3,4 partes de HNO3 0,02 Μ. A mistura foi homogeneizada por 20 min e a temperatura no reator foi elevada até 63°C para iniciar a agregação. A agregação foi continuada até o ponto em que as partículas atingiram um tamanho de 6,13 μηη. Neste ponto, 13 partes do látex do Exemplo 5 foram adicionadas como um revestimento, e as partículas foram crescidas até um tamanho total de 7,55 pm. Neste ponto, o pH é ajustado até 4,2 pela adição de 4% de NaOH. A temperatura é elevada até 96°C, para realizar a coalescência. O pH é então ajustado para 4,0. Continuou-se o aquecimento por 4 horas. As partículas foram então descarregadas do reator, lavadas e secas.
As partículas cíanas resultantes foram analisadas para ter um tamanho de partícula volumétrico médio de 7,15 pm, uma circularidade de 0,971, uma GSD de 1,21, uma área superficial BET de 1,03, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 56°C.
As partículas cíanas são misturadas com 0,8% em peso de sílica de 12 nm revestida com octil-silano e 0,5% em peso de titânia de 15 nm. A propriedade triboelétrica de revelador com um único componente misturado é de 14,33 pC/g, testada no dispositivo SCD na velocidade mais alta. Exemplo 7
Este exemplo prepara um toner amarelo para uso em um dispositivo SCD em alta velocidade.
partes de água destilada foram carregadas dentro de um reator de 7,6 L (2 galões). São adicionadas 28 partes do látex do Exemplo 5, e em seguida, 4,1 partes de dispersão de pigmento amarelo 74 (19% de sólidos). Foram adicionadas à mistura de látex / pigmento 5,6 partes de dispersão de cera de polietileno, bem como 0,3 parte de PAC (solução a 10% de poli(cloreto de alumínio)), em 3,0 partes de HNO3 0,02 Μ. A mistura foi homogeneizada por 20 min e a temperatura no reator foi elevada até 62°C para iniciar a agregação. A agregação foi continuada até o ponto em que as partículas atingiram um tamanho de 5,9 pm. Neste ponto, 13 partes do látex do Exemplo 5 foram adicionadas como um revestimento, e as partículas foram crescidas até um tamanho de 7,2 μπι. Neste ponto, o pH é ajustado até 4,5 pela adição de 4% de NaOH. A temperatura foi elevada até 96°C, para realizar a coalescência. O pH é então ajustado para 4,0. Continuou-se o aquecimento por 4 horas. As partículas foram então descarregadas do reator, lavadas e secas.
As partículas amarelas resultantes foram analisadas para ter um tamanho de partícula volumétrico médio de 6,96 pm, uma circularidade de 0,965, uma GSD de 1,20, uma área superficial BET de 0,99, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 58°C.
As partículas amarelas são misturadas com 0,8% em peso de sílica de 12 nm revestida com octil-silano e 0,5% em peso de titânia de 15 nm. A propriedade triboelétrica de revelador com um único componente misturado é de 18,3 pC/g, testada no dispositivo SCD na velocidade mais alta. Exemplo 8
Este exemplo prepara um toner magenta para uso em um dispositivo SCD em velocidade mais alta.
partes de água destilada foram carregadas dentro de um reator de 2 L. São adicionadas 24 partes do látex do Exemplo 5, e em seguida,
7,5 partes de dispersão de pigmento magenta R122 (18% de sólidos) e 1,3 parte de PR185 (17% de sólidos). Foram adicionadas à mistura de látex/ pigmento 5,36 partes de dispersão de cera de polietileno, bem como 0,3 parte de PAC (solução a 10% de poli(cloreto de alumínio)) em 2,9 partes de HNO3 0,02 Μ. A mistura foi homogeneizada por 20 min e a temperatura no reator foi elevada até 60°C para iniciar a agregação. A agregação foi continuada até o ponto em que as partículas atingiram um tamanho de 5,95 pm. Neste ponto, 12,6 partes do látex do Exemplo 5 foram adicionadas como um revestimento, e as partículas foram crescidas até um tamanho de 7,5 pm. Neste ponto, o pH é ajustado até 5,5 pela adição de 4% de NaOH. A temperatura é elevada até 96°C, para realizar a coalescência. O pH é então ajustado para 4,2. Continuou-se o aquecimento por 4 horas. As partículas foram então descarregadas do reator, lavadas e secas.
As partículas magentas resultantes foram analisadas para ter um tamanho de partícula volumétrico médio de 7,46 pm, uma circularidade de 0,96, uma GSD de 1,21, uma área superficial BET de 2,44, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 57,7°C.
As partículas magentas são misturadas com 0,8% em peso de sílica de 12 nm revestida com octil-silano e 0,5% em peso de titânia de 15 nm. A propriedade triboelétrica de revelador com um único componente misturado é de 18,9 pC/g, testada no dispositivo SCD na velocidade mais alta. O toner do Exemplo 8 se comporta de maneira adequadamente similar a um toner HP existente no mercado.
Exemplo 9
Este exemplo prepara um toner preto para uso em um dispositivo SCD em alta velocidade.
partes de água destilada foram carregadas dentro de um reator de 2 L. São adicionadas 24 partes do látex do Exemplo 5, e em seguida,
4,3 partes de pigmento de negro-de-fumo REGAL 330 (17% de sólidos). Foram adicionadas à mistura de látex / pigmento 5,2 partes de dispersão de cera de polietileno, bem como 0,3 parte de PAC (solução a 10% de poli(cloreto de alumínio)) em 2,7 partes de HNO3 0,02 Μ. A mistura foi homogeneizada por 20 min e a temperatura no reator foi elevada até 60°C para iniciar a agregação. A agregação foi continuada até o ponto em que as partículas atingiram um tamanho de 5,2 pm. Neste ponto, 11,5 partes do látex do Exemplo 5 foram adicionadas como um revestimento, e as partículas foram crescidas até um tamanho de 7,3 pm. Neste ponto, 0 pH é ajustado até 6,3 peta adição de 4% de NaOH. A temperatura é elevada até 96°C, para realizar a coalescência. O pH é então ajustado para 4,1. Continuou-se 0 aquecimento por 4 horas. As partículas foram então descarregadas do reator, lavadas e secas.
As partículas pretas resultantes foram analisadas para ter um tamanho de partícula volumétrico médio de 8,97 pm, uma circularidade de 0,974, uma GSD de 1,20, uma área superficial BET de 1,60, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 58,3CC.
As partículas pretas são misturadas com 0,8% em peso de sílica de 12 nm revestida com octil-silano e 0,5% em peso de titânia de 15 nm. A propriedade triboelétrica de revelador com um único componente misturado é de 13,1 pC/g, testada no dispositivo SCD na velocidade mais alta.
Deve-se avaliar que várias das características e funções, ou al5 ternativas a elas, descritas acima e outras, podem ser combinadas de forma desejável em muitos outros sistemas ou aplicações diferentes. Além disso, várias alternativas, modificações, variações e melhoras atualmente não previstas ou não esperadas nesses sistemas ou aplicações, podem ser realizadas subseqüentemente pelos versados nessas técnicas, e pretende-se que também estejam englobadas pelas reivindicações que se seguem.

Claims (7)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Sistema de revelação com um único componente (SCD), incluindo uma estação reveladora de imagens, caracterizado pelo fato de que um alojamento do sistema SCD contém um revelador com um único compo5 nente para revelar imagens eletrostáticas isentas de carreador e que inclui toner que compreende partículas de toner de agregação em emulsão, compreendendo um aglutinante de polímero de acrilato de estireno, pelo menos um agente de liberação e pelo menos um colorante, em que as partículas de toner têm um tamanho médio, verificado na modalidade volume de partícula
    10 entre 5 μηη e 10 μηη, uma circularidade média de 0,95 a 0,99, um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (GSDve n) de 1,10 a 1,30, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 45Ό a 6 5Ό medida por DSC, e em que as partículas de toner incluem sobre elas uma ou mais partículas aditivas externas selecionadas do grupo consistindo em uma pri15 meira sílica que tem um tamanho de 5 nm a 15 nm, que é revestida com hexametil-dissilazano e/ou um poli(dimetil-siloxano), e uma segunda sílica que tem um tamanho de 20 nm a 150 nm, que é revestida com hexametildissilazano e/ou um poli(dimetil-siloxano), e o revelador com um único componente é alimentado a partir da carcaça para a estação reveladora de ima20 gens.
  2. 2. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as partículas do toner incluem ainda uma camada de revestimento sobre elas.
  3. 3. Sistema, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo 25 fato de que a camada de revestimento consiste essencial mente em um polímero de acrilato de estireno.
  4. 4. Sistema, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o polímero de acrilato de estireno da camada de revestimento e o aglutinante de polímero de acrilato de estireno são iguais ou são constituí30 das de um polímero similar com características químicas e físicas diferentes.
  5. 5. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as partículas do toner têm um tamanho médio, verificado na moPetição 870180006058, de 24/01/2018, pág. 7/13 dalidade volume de partícula de 6 μηη a 8 μηη, uma circularidade média de 0,95 a 0,99, e um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (GSDve n) de 1,15 a 1,25.
  6. 6. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo
    5 fato de que a primeira sílica apresenta uma área superficial BET (Brunauer, Emmett e Teller) de 100 a 300 m2/g, a segunda sílica apresenta uma área superficial BET (Brunauer, Emmett e Teller) de 20 a 120 m2/g, e titânia preferivelmente apresenta uma área superficial BET (Brunauer, Emmett e Teller) de 20 a 120 m2/g
  7. 10 7. Método para formar uma imagem com um revelador com um único componente, em que o revelador com um único componente compreende partículas de toner isentas de carreador, caracterizado pelo fato de que compreende aplicar as partículas de toner que têm uma carga triboelétrica para uma imagem latente com carga oposta sobre um membro de reprodu15 ção de imagens para revelar a imagem e transferir a imagem revelada para um substrato recebedor de imagens, e em que as partículas de toner compreendem partículas de toner de agregação em emulsão, compreendendo um aglutinante de polímero de acrilato de estireno, pelo menos um agente de liberação e pelo menos um colorante, em que as partículas de toner têm
    20 um tamanho médio, verificado na modalidade volume de partícula de 5 μηη a 10 μηη, uma circularidade média de 0,95 a 0,99, um desvio padrão volumétrico e numérico geométrico (GSDven) de 1,10 a 1,30, e uma temperatura de transição vítrea inicial de 4513 a 65Ό medida por DSC, e em que as partículas de toner incluem sobre elas uma ou mais
    25 partículas aditivas externas selecionadas do grupo consistindo em uma primeira sílica que tem um tamanho de 5 nm a 15 nm, que é revestida com hexametil-dissilazano e/ou um poli(dimetil-siloxano), e uma segunda sílica que tem um tamanho de 20 nm a 150 nm, que é revestida com hexametildissilazano e/ou um poli(dimetil-siloxano).
    Petição 870180006058, de 24/01/2018, pág. 8/13
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