"DISPOSITIVO TRANSPORTADOR PARA TRANSPORTAR AVESDOMÉSTICAS ABATIDAS OU UMA OU MAIS PARTES DAS MESMAS,CARREADOR, MÉTODO PARA TRANSPORTAR AVES DOMÉSTICASABATIDAS OU UMA OU MAIS PARTES DAS MESMAS, E, RODA DE TRANSPORTADOR"
Um primeiro aspecto da invenção refere-se a um dispositivotransportador para transportar aves domésticas abatidas ou peças de avesdomésticas abatidas, compreendendo uma pluralidade de carreadores, cadaum adequado para transportar aves domésticas abatidas ou uma ou mais partes das mesmas, pelo menos uma guia que suporta os carreadores e guia-osde modo que eles podem se mover em uma direção de transporte, um membrode acionamento que avança em paralelo à guia para conjuntamente acionaruma pluralidade de carreadores na direção de transporte, e também meios deacoplamento associados com cada carreador para acoplar o carreador ao membro de acionamento.
Um dispositivo transportador deste tipo é conhecido, porexemplo, da EP 0 259 920 no nome da presente depositante. O carreador éneste caso um gancho de suspensão que é conhecido da EP 0 155 014,igualmente no nome da presente depositante, o qual, em um dispositivo transportador, neste caso uma estação de transferência, pode transferir peçasde aves domésticas abatidas a partir de uma primeira linha de processamentopara uma segunda linha de processamento. O dispositivo transportadorconhecido tem uma pista de guia anular fixa com um anel de acionamentoacionado continuamente na direção de transporte, disposto concentricamente a ele, que dois elementos interagem com os ganchos de suspensão. Osganchos de suspensão são guiados ao longo da pista de guia anular por meiode conjuntos de rodas de rolamento e são acionados na direção de transportepor meio do anel de acionamento rotativo através de blocos de fricção. Osmeios de acoplamento são desta maneira formados por meio de um bloco defricção posicionado sobre cada gancho de suspensão. Quando observado nadireção de transporte, existe uma zona em que um número de ganchos pode seacumular. Uma zona de acumulação é, por exemplo, uma zona intermediáriaem que os carreadores formam uma linha de espera. Na forma deconcretização mostrada, um batente de bloqueio retém dois ganchos, com oresultado que eles não mais são avançados por meio do anel de acionamento,mas, mais exatamente, se apoiam em uma maneira deslizante contra ele.Ganchos subseqüentes também passam a se apoiar um contra o outro e entãose apoiam contra o anel de acionamento em uma maneira deslizante por meiode seus blocos de fricção. O batente de bloqueio é geralmente liberado apósum sinal indicando que um ou mais ganchos são permitidos que avancemainda mais.
A ação deste dispositivo transportador é insatisfatória.
O primeiro objetivo da invenção é prover um dispositivotransportador aperfeiçoado.
Este objetivo é atingido por meio de um dispositivotransportador de acordo com a invenção, o dispositivo transportador tambémsendo provido com meios de desacoplamento, que são atuáveis por meio deum membro de atuação, para seletivamente desacoplar um ou mais doscarreadores a partir do membro de acionamento.
Uma vantagem disto é que os carreadores desacoplados, seeles forem mantidos em uma posição estacionaria, por exemplo em uma zonaintermediária, não exercem qualquer ação de frenagem sobre o membro deacionamento. Como um resultado, em certas formas de concretização, osmeios de acionamento serão menos propensos a desgaste.
Por conta da possibilidade de desacoplamento seletivo, épossível que um carreador seja desacoplado quando desejado. Por exemplo,em regiões onde acionamento por meio do membro de acionamento édesejado, é possível realizar um acoplamento fixo. Em particular no caso deum acoplamento de fricção, é então possível assegurar uma boa preensãoentre o carreador e o membro de acionamento, mesmo se os meios deacoplamento e/ou o membro de acionamento se tornarem molhados ouúmidos no uso. Com um carreador de acordo com o primeiro aspecto da invenção, por conseguinte, a força de acoplamento entre transportar e membrode acionamento durante o transporte pode ser elevada para cada carreador emcomparação com o dispositivo conhecido, ao mesmo tempo em que ocarregamento total sobre o membro de acionamento permanece constante oupode até mesmo ser reduzido, por conta do fato que a força de acoplamento de uma pluralidade de carreadores é eliminada por meio do desacoplamento,por exemplo em uma zona intermediária. Em particular em velocidades detransporte relativamente altas, pode ser possível obter uma significativaredução em desgaste e ruído. É também possível melhorar a precisão dodispositivo de transporte, uma vez que existe menor risco de carreadores não intencionalmente caírem para fora como um resultado da falha acidental doacoplamento com o membro de acionamento.
Em uma forma de concretização preferida do primeiro aspectoda invenção, os meios de acoplamento efetuam um acoplamento de fricçãoentre o carreador e o membro de acionamento. Em muitos dispositivos transportadores conhecidos, incluindo aquele mostrado na EP 0 259 920, já éfeito uso de um acoplamento de fricção. Um acoplamento de fricção érealizado se o membro de acionamento compreende uma superfície de fricçãoe o carreador compreende um bloco de fricção. Um acoplamento deste tipodeu provas de ser confiável para finalidades de acionamento, desde que desgaste seja baixo, e seja também simples de desacoplar.
Uma vantagem de desacoplamento dos meios de acoplamentocom base em fricção de um carreador é que desgaste nos meios deacoplamento é prevenido em regiões onde ou em instantes nos quais oacionamento dos carreadores não é desejado, por exemplo em uma zonaintermediária. Em um estado desacoplado, o carreador está ainda conectado àguia, mas o membro de acionamento continua a se mover sem este carreadordesacoplado. O carreador é então, por exemplo, estacionário com respeito aomembro de acionamento em avanço. Os meios de acoplamento não setornarão então desgastados, com o resultado que seu engate com o membro deacionamento não mais se deteriora indesejavelmente ao longo do curso dotempo. Quando o meio de acoplamento é então acoplado ao membro deacionamento novamente, o carreador é novamente acionado ao longo de umaguia na direção de transporte por meio do membro de acionamento. Se., porexemplo, o meio de acoplamento usado para um bloco de fricção, no estadodesacoplado este bloco não mais será conectado em uma maneira deslizantecom o membro de acionamento, que poderia causar com que ele se tornassedesgastado.
Em uma forma de concretização preferida, o membro deacionamento compreende uma roda giratória com uma superfície de fricção,com a qual os meios de acoplamento formam um acoplamento de fricção. Ummembro de acionamento alternativo é, por exemplo, uma corrente, um fio demetal, uma cinta, um tambor ou um disco, que avança em paralelo à guia epor meio do qual uma pluralidade de carreadores pode ser conjuntamente acionada na direção de transporte.
Em uma forma de realização alternativa do primeiro aspectoda invenção, os meios de acoplamento efetuam um acoplamento magnéticoentre o carreador e o membro de acionamento A guisa de exemplo, o membrode acionamento compreende uma tira magnética, por meio da qual os meiosde acoplamento compreendendo uma parte magnética de polaridade opostasão atraídos, de modo que os meios de acoplamento são conectados aomembro de acionamento no estado acoplado. Os meios de desacoplamentosão então preferivelmente igualmente magnéticos ou elétricos, com oresultado que o ímã de acoplamento pode ser desativado e ativado. A guisa deexemplo, um circuito é fechado quando carreadores entram em contato umcom o outro, com o resultado que um movimento de um ímã de acoplamentoque desacopla o ímã de acoplamento a partir do membro de acionamento éefetuado.
Em uma forma de concretização preferida do primeiro aspecto
da invenção, a guia compreende um trilho, tal como o conhecido trilhomostrado na EP 0 259 920. O carreador pode, por exemplo, ser conectadocom o trilho por meio de conjuntos de rolos de rolamento, de modo que otrilho suporta o carreador tanto quando o carreador é acoplado ao membro de acionamento quanto no estado desacoplado.
Em uma forma de realização alternativa, a guia compreendeum rebaixo disposto ao longo do membro de acionamento, em que parte docarreador pode engatar, em uma tal maneira que, quando o carreador não éconectado ao membro de acionamento, ele é conectado com o rebaixo. A guisa de exemplo, o rebaixo é posicionado circunferencialmente em torno deuma roda ao redor da qual uma cinta de fricção atua como membro deacionamento. Como um resultado, a guia e o membro de acionamento podemser projetados em um corpo único, que simplifica a estrutura e pode tambémsimplificar a estrutura do carreador, pode reduzir desgaste e pode diminuir os custos de produção do dispositivo transportador.
E preferível que os meios de acoplamento sejam conectadoscom o carreador e projetados na forma de um corpo único, que simplifica aestrutura. Mais vantajosamente, os meios de desacoplamento e o membro deatuação dos meios de desacoplamento são também conectados com um carreador. Como um resultado, um membro de atuação conectado com umprimeiro carreador pode desacoplar um meio de acoplamento conectado comum segundo carreador. E desta maneira possível, em uma zona intermediária,para um segundo carreador ser posicionado atrás de um primeiro carreadorquando observado na direção de transporte e capta o primeiro carreador, a serdesacoplado pelos meios de desacoplamento sobre o primeiro carreador,desde que os carreadores entrem em contato um com o outro com suficienteforça e continuam a se transportar um contra o outro. Por um lado, é tambémpossível que um segundo carreador que capta um primeiro carreadordesacople um primeiro carreador. Em uma zona intermediária como descritona EP 0 259 920, primeiros carreadores são retidos por meio de um batente debloqueio. Se carreadores que captam estes primeiros carreadores foremdesacoplados por meio destes primeiros carreadores, eles não mais serãoacionados em uma maneira deslizante, o que reduz a força atuando sobre omembro de acionamento. Uma vantagem desta forma de concretização é queo batente de bloqueio que controla a linha de espera não interage com omecanismo de desacoplamento e o carreador frontal é, por conseguinte,acoplado na maneira usual. Como um resultado, este carreador frontal, sedesejado, pode ser transportado para adiante imediatamente. Os carreadoresque o captam são preferivelmente desacoplados imediatamente, de modo quea carga sobre o membro de acionamento diminui imediatamente. Umavantagem de desacoplamento por meio de um membro de atuação conectadocom um carreador é que desacoplamento pode ser usado não apenas emposições fixas ao longo de uma seção fixa, mas também para zonas intermediárias de variável comprimento ou no caso de sobreposições.
Em uma forma de concretização preferida do primeiro aspectoda invenção, o membro de atuação dos meios de desacoplamento compreendeum mancai de ativação projetante que pode atuar os meios de desacoplamentodispostos sobre um outro carreador.
Em uma forma de concretização alternativa, o membro de
atuação dos meios de desacoplamento compreende um mecanismo externoque não é conectado com o carreador. A guisa de exemplo, meios dedesacoplamento podem ser remotamente atuados. Neste caso, o acoplamentoe desacoplamento podem ser programados ou podem ter lugar em resposta acertos sinais de sensor. Por exemplo, acoplamento e por conseguintetransporte do carreador por meio do membro de acionamento na direção detransporte tem lugar se um sensor indica que existe espaço em uma específicalinha de produção para processar aves domésticas dispostas sobre carreadores.O acoplamento pode também ter lugar após um certo intervalo, quando umproduto sobre o carreador foi submetido a um tratamento específico em umazona intermediária. Consideração pode também ser dada a um carreador comum sensor que desacopla a si mesmo se o sensor indica que um outrocarreador está chegando (demasiadamente) próximo. Em uma forma de concretização preferida, os meios de
desacoplamento compreendem meios mecânicos, tais como, por exemplo,uma alavanca. A guisa de exemplo, esta alavanca é disposta no topo docarreador. Um membro de ativação projetante de um carreador que então acapta pode atuar a alavanca de um carreador à frente dele na direção de transporte e pode desta maneira desacoplar os meios de acoplamento. A guisade exemplo, a alavanca pode mover os meios de acoplamento para e a partirdo, perpendicularmente, membro de acionamento, e, desta maneira acoplar edesacoplar a mesma.
Em uma forma de realização alternativa, os meios de desacoplamento compreendem meios elétricos, meios pneumáticos ou meiosmagnéticos.
A invenção também se refere a um carreador que é adequadopara uso em um dispositivo transportador como descrito acima,
Além disto, a invenção se refere a um método para transportaraves domésticas abatidas ou uma ou mais peças das mesmas, em que é feitouso de um dispositivo transportador, como descrito acima. Em um métododeste tipo, o transporte de aves domésticas pode ser controlado até a extensãoque carreadores podem ser seletivamente desacoplados a partir do membro deacionamento, quando desejado.Mais particularmente, a invenção se refere a um método paraabater aves domésticas, em que as aves domésticas abatidas ou uma ou maispeças das mesmas são transportadas em um dispositivo de transporte comodescrito acima. Quando este método é usado, um ou mais dos carreadorespodem ser seletivamente desacoplados a partir do membro de acionamento. Aguisa de exemplo, em zonas intermediárias em outros locais onde existemlinhas de espera, carreadores podem ser desacoplados, de modo que a forçaexercida sobre o membro de acionamento por meio dos carreadores éreduzida.
Em uma forma de concretização preferida, um membro deatuação de meios de desacoplamento que são conectados com um primeirocarreador desacopla meios de acoplamento de um segundo carreador. A guisade exemplo, um carreador que capta desacopla o carreador que está à frentedele e está sendo retido, ou alternativamente o carreador que está à frente eestá sendo retido desacopla o carreador que o capta. Preferivelmente, se umapluralidade de carreadores formarem uma linha de espera em uma zonaintermediária, um ou mais carreadores são desacoplados na zonaintermediária.
Um segundo aspecto da invenção se refere a uma roda detransportador que é adequada para conexão com um carreador para transportarpelo menos uma peça de aves domésticas e para rolamento ao longo de umaguia, roda de transportador esta que compreende um anel externo e um anelinterno, entre os quais existe uma estrutura de mancai de rolamentocompreendendo elementos de mancai de rolamento de metal.
Rodas de transportador deste tipo são geralmente conhecidas eformam um importante componente logístico componente de um abatedourode aves domésticas. Todos tipos de dispositivos transportadores paratransporte de pelo menos uma peça de ave doméstica abatida são equipadoscom rodas deste tipo. Os dispositivos transportadores compreendem umapluralidade de carreadores que são, cada, adequados para transportar pelomenos uma peça de aves domésticas abatidas e são conectados com as rodasde transportadores. Uma vez que a roda de transportador é usada através detodo abatedouro sob condições variáveis, as propriedades do material da roda de transportador são pelo menos quimicamente resistentes e resistentes asolvente e umidade, e o material da roda de transportador tem estáveispropriedades mecânicas na faixa de temperatura de 0 - 90°C. Exemplos detais condições incluem em células de refrigeração, durante tratamentos demarinar, tratamentos a vapor, durante a limpeza química dos carreadores e das rodas, etc. Além disto, é importante que o plástico seja duro e resistente adesgaste, uma vez que o anel interno e anel externo da roda de transportadorestão em constante contato friccional com os elementos de mancai derolamento de metal. Para atingir uma mais longa vida útil de serviço da rodade transportadores, tal desgaste interno no plástico do mancai de rolamento na superfície de contato com o metal precisa ser prevenido, e é importante que aroda de transportador seja suficientemente dura.
Na prática, as guias são feitas a partir de aço, por exemplo açoinoxidável. Uma desvantagem da conhecida roda de transportador é que, nocaso das convencionais guias, o material a partir do qual a guia é feita se torna desgastado como um resultado da múltipla guiagem das conhecidas rodas detransportador. Isto, por conseguinte, significa desgaste na guia externa pormeio do material plástico dos mancais de rolamento. Como um resultado,pequenas partículas de desgaste são liberadas, o que é indesejável nascondições higiênicas de produção de um abatedouro. A guisa de exemplo, as partículas de desgaste escurecem as rodas de transportador, econseqüentemente as rodas de transportador transportam as partículas dedesgaste para todos os lugares. Se as rodas de transportador entrarem em umambiente de refrigeração úmido, as partículas podem ser penetrar ao longo docarreador com água de refrigeração e atingir o produto.O segundo objetivo da invenção é prover uma aperfeiçoadaroda de transportador.
Este objetivo é atingido em virtude do fato de que na roda detransportador de acordo com o segundo aspecto da invenção, em torno do anelexterno existe disposta uma superfície de rolamento anular feita a partir de umplástico com diferentes propriedades de materiais do anel externo.
Em uma forma de concretização preferida, a superfície derolamento é feita a partir de um plástico mais macio do que o anel externo.Este plástico mais macio é preferivelmente resistente a desgaste. E tambémpreferível que este plástico seja igualmente quimicamente resistente,resistente a solvente e umidade e tenha estáveis propriedades mecânicas nafaixa de temperatura de 0 - 90°C. Na prática, as guias são feitas a partir deaço, por exemplo aço inoxidável. Foi constatado que, com a roda detransportador de acordo com a invenção, a guia é sujeita a consideravelmentemenos desgaste do que quando do uso das convencionais rodas detransportador. Isto previne a liberação de partículas de desgaste (metal), o quepreviamente conduzir a produtos avícolas inadequados para venda. Uma outravantagem de uma roda de transportador de acordo com o segundo aspecto dainvenção é que o ruído produzido por meio das rodas rolando ao longo deuma guia é reduzido. Isto melhora as condições de trabalho dos empregadosna área de produção. Para prevenir que a superfície de rolamento saia da rodade transportador durante o uso intensivo, boa fixação entre a superfície derolamento anular e o anel externo é requerida.
A fixação entre o anel externo e a superfície de rolamentoanular pode ser efetuada, por exemplo, mecanicamente ou quimicamente oupor meio de uma combinação dos mesmos, A guisa de exemplo, a fixação éatingida por meio de um conjunto de depressões e elevações no anel externo ena superfície de rolamento anular, que engatam uma com a outra. Boa fixaçãopode também ser atingida por meio da produção do anel externo e dasuperfície de rolamento anular em um simples processo de produção, porexemplo, moldagem por injeção de dois componentes. A produção e fixaçãoentão têm lugar simultaneamente. Uma alternativa é ligação adesiva.
Uma adequada combinação de materiais é um anel interno eum anel externo feitos a partir de POM (polioximetileno, também conhecidocomo poliacetal) e uma superfície de rolamento anular feita a partir de umplástico selecionado do grupo de poliuretanos (PU). É preferível usarpoliuretano não espumada em forma sólida, tal como elastômeros despejáveise injetáveis e espumas similares a borracha.
Além disto, o segundo aspecto da invenção se refere a umdispositivo transportador para transportar aves domésticas abatidas ou uma oumais peças das mesmas, dispositivo transportador este que compreende umaguia e um ou mais carreadores para transportar pelo menos uma peça de avesdomésticas, bem como rodas de transportador como descrito acima paraconexão com os carreadores e rolamento ao longo da guia.
A invenção será explicada abaixo com referência ao desenho,
em que:
a figura 1 mostra uma vista a partir de baixo de uma forma derealização de exemplo de um dispositivo transportador de acordo com oprimeiro aspecto da invenção;
a figura 2 mostra uma vista a partir de baixo de uma forma derealização alternativa de um dispositivo transportador de acordo com oprimeiro aspecto da invenção,
a figura 3 mostra uma vista lateral de uma segunda forma derealização alternativa de um dispositivo transportador de acordo com oprimeiro aspecto da invenção,
a figura 4 mostra uma segunda forma de realização alternativade um carreador de acordo com o primeiro aspecto da invenção,
a figura 5 mostra uma vista a partir de baixo de uma quartaforma de realização alternativa de um dispositivo transportador de acordocom o primeiro aspecto da invenção,
a figura 6 mostra uma vista lateral da quarta forma derealização alternativa de um dispositivo transportador de acordo com oprimeiro aspeto da invenção,
a figura 7 mostra a ação da quarta forma de realizaçãoalternativa de um dispositivo transportador de acordo com o primeiro aspetoda invenção,
a figura 8 mostra uma vista a partir de cima da quarta forma derealização alternativa de um dispositivo transportador com os meios deacionamento de acordo com o primeiro aspeto da invenção,
a figura 9 mostra uma vista a partir de baixo da quarta formade realização alternativa de um dispositivo transportador com os meios deacionamento de acordo com o primeiro aspecto da invenção,
a figura 10 mostra uma vista lateral de uma quinta forma derealização alternativa de um dispositivo transportador de acordo com oprimeiro aspeto da invenção,
a figura 11 mostra uma vista lateral alternativa da quinta formade realização alternativa de um dispositivo transportador de acordo com oquinto aspecto da invenção,
a figura 12 mostra uma forma de realização de uma roda detransportador de acordo com o segundo aspecto da invenção,
a figura 13 mostra uma vista em perspectiva da forma derealização da roda de transportador da figura 12,
a figura 14 mostra uma forma de realização alternativa de umaroda de transportador de acordo com o segundo aspecto da invenção,
a figura 15a e a figura 15b mostra um uso de uma roda detransportador de acordo com o segundo aspecto da invenção.
A figura 1 mostra uma vista a partir de baixo de uma forma derealização de exemplo de um dispositivo transportador 1 de acordo com oprimeiro aspecto da invenção para transportar pelo menos uma peça de avesdomésticas abatidas (não mostradas). A guisa de exemplo, o dispositivotransportador, o qual deve ser descrito em maior detalhe abaixo, é projetado como um meio de transferência entre dois percursos de transportador, emparticular como um meio de transferência intermediário.
O dispositivo transportador 1 compreende uma pluralidade decarreadores 2, dois 2 e 2' dos quais são mostrados aqui, cada um adequadopara transportar a ave doméstica abatida (não mostrado). No carreador mostrado aqui, o qual é conhecido por si, as pernas da ave doméstica abatidapodem ser suspensas nos recortes 2a. O dispositivo transportador 1 tambémcompreende uma guia 5, a qual suporta os carreadores 2 e guia-os de talmaneira que eles podem se mover em uma direção de transporte A. A guia 5 éprojetada neste caso como um trilho com uma seção transversal substancialmente quadrada e três rebaixos 5a, 5b e 5corpo substancialmenterígido, dentro dos quais rodas de guia 6 podem avançar. Na forma derealização mostrada, apenas as rodas 6 nos rebaixos 5a são visíveis. Oscarreadores 2 são conectados com o trilho 5 em uma tal maneira que eles nãopodem simplesmente cair para fora dele. A guia 5 é incluída no carreador 2 dentro das três rodas de guia 6.
Além disto, o dispositivo transportador 1 compreende ummembro de acionamento 3 que avança em paralelo à guia e pode ser usadopara mover uma pluralidade de carreadores 2 conjuntamente na direção detransporte A, bem como meios de acoplamento 4, associados com cada carreador 2, referidos meios de acoplamento pelos quais os carreadores 2podem ser acoplados com o membro de acionamento 3. O membro deacionamento 3 é neste caso baseado em um princípio mecânico e compreendeuma roda giratória avançando sem fim com uma cinta de fricção, contra aqual os meios de acoplamento 4, designados como blocos de fricção,pressionam no estado acoplado. Os meios de acoplamento 4, projetados comoblocos de fricção, são conectados com o carreador. Os blocos de fricçãocompreende uma superfície de fricção (não mostrada), a qual, no estadoacoplado, efetua um acoplamento friccional entre o carreador e o membro deacionamento. Na figura 1, o carreador direito 2 é acoplado com o membro deacionamento 3 pelos meios de acoplamento 4. O carreador esquerdo 2' não éacoplado com o membro de acionamento 3; pode ser visto que os meios deacoplamento 4 estão por uma certa distância afastados do membro deacionamento 3. Todavia, as rodas de guia 6 podem ainda ser suportadas sobre a guia 5, com o resultado que o carreador 2' permanece conectado com a guia5.
No dispositivo transportador 1, os meios de acoplamento 4entre os carreadores 2 e o membro de acionamento 3 podem ser desacopladospelos meios de desacoplamento 7. Os meios de desacoplamento 7compreendem um mancai de ativação projetante 7b e uma alavanca 7a, cadaum disposto em um lado diferente do carreador 2.
Se apenas o carreador 2' estiver presente sobre a guia 5, eleestaria em um estado no qual ele é acoplado com o membro de acionamento3. O mecanismo de alavanca está no estado em repouso e os meios de acoplamento 4 então engatam sobre o membro de acionamento 3. O bloco defricção 4 é, por conseguinte, constantemente pressionado contra a cinta defricção 3. Em uma forma de realização alternativa (não mostrada), é possíveloptar por um estado em repouso no qual os meios de acoplamento não sãoacoplados com o membro de acionamento. Quando se observa na direção de transporte A, existe um
batente de bloqueio 9 à frente de um primeiro carreador 2'. Este batente debloqueio previne que o carreador 2' avance na direção A, independentementede se ou não ele está acoplado com o membro de acionamento 3 através dosmeios de acoplamento 4. Quando o carreador 2' entra em contato com obatente de bloqueio 9, ele ainda estará em um estado acoplado e irá, porconseguinte, ser conectado em uma maneira deslizante com a cinta de fricção 3.
Na posição mostrada, um segundo carreador 2 correu para oprimeiro carreador 2'. Quando o mancai de ativação projetante 7b do segundocarreador 2 entra em contato com a alavanca 7a do primeiro carreador 2', aalavanca 7a do primeiro carreador 2' desacopla o bloco de fricção 4 doprimeiro carreador 2', com o resultado que o primeiro carreador 2' não mais éacionado por meio da cinta de fricção 3, como mostrado na figura 1. Emdetalhe, o seguinte ocorre: o mancai de ativação projetante 7b se movem umaprimeira parte 7a' da alavanca na direção indicada por meio da seta B, e entãoa primeira parte 7a' se movem uma segunda parte da alavanca 7a" na direçãoindicada por meio da seta Corpo substancialmente rígido, com o resultado queos meios de acoplamento 4, conectados com esta segunda parte 7a", édesacoplado a partir do membro de acionamento 3. Se a alavanca 7a' nãofosse ativada por meio de um mancai de ativação projetante e estivesse emuma posição em repouso, molas dispostas em ambas partes da alavanca 7a' e7a" assegurariam que os meios de acoplamento 4 permanecessem acopladoscom o membro de acionamento 3. Estas molas são comprimidas no estadoacoplado, desativado.
Se o bloqueio 9 que está bloqueando este primeiro carreador 2'para eliminado, o segundo carreador 2 empurrará o primeiro carreador 2' paraadiante, uma vez que o segundo carreador 2 está acoplado com o membro deacionamento 3 e está, por conseguinte, avançando na direção A. Se a forçacom a qual o segundo carreador 2 empurra contra o primeiro carreador 2' parasuficientemente alta, as molas das partes de alavanca 7a' e 7a" permanecerãodeprimidas e o primeiro carreador 2' permanecerá desacoplado. Se esta forçapara insuficientemente alta, as molas das partes de alavanca 7a' e 7a" irãoretornar para sua posição de saída, em que o bloco de fricção 4 é mais umavez pressionado novamente contra o membro de acionamento 3 e o carreador2' está no estado acoplado. Isto também ocorrerá se o segundo carreador 2encontrar o bloqueio 9 que previamente bloqueou o primeiro carreador 2'. Osegundo carreador 2 então não mais sobretudo empurra sobre o primeiro carreador 2', e conseqüentemente o seu mecanismo de alavanca irá mola devolta para o estado acoplado.
A figura 2 mostra uma vista a partir de baixo de uma forma deconcretização alternativa de um dispositivo transportador 10 de acordo com oprimeiro aspecto da invenção. O dispositivo transportador compreende o mesmo tipo de carreadores 2 e 2', guia 5 com rebaixos 5a, 5b e 5c, membrode acionamento 3 e meios de acoplamento 4 como mostrado na figura 1. Naforma de concretização mostrada na figura 2, os meios de desacoplamento 70compreendem um sensor 70c conectado com um desacoplamento pneumático70b que pode desacoplar os meios de acoplamento 4 a partir do membro deacionamento 3. Se o sensor 70c para ativado por meio de uma ativação 70a apartir de um carreador posicionado próximo, os meios de desacoplamentopneumáticos 70b são energizados e desacoplam os meios de acoplamento 4. Épossível que o sensor usado seja um sensor de luz e a ativação 70a usada sejauma pequena placa que pode cobrir o sensor e de modo a alterar o sinal de luz que é recebido.
Na forma de concretização mostrada na figura 2, um membrode bloqueio 9 é posicionado em seguida ao carreador direito 2. Como umresultado, o último não pode avançar na direção de transporte A, mesmoquando os meios de acoplamento 4 do carreador 2 estão engatando sobre o membro de acionamento 3. O carreador 2 é, por conseguinte, conectado emuma maneira deslizante com o membro de acionamento 3. O sensor 70c docarreador 2' que capta o carreador 2 recebe um sinal a partir do gerador desinal 70a do carreador direito 2, com o resultado que meios pneumáticos 70bsobre o carreador esquerdo 2 desacoplam os meios de acoplamento 4 docarreador esquerdo 2'. Os carreadores que estão captando são desta maneiradesacoplados. Somente quando o carreador 2 é capaz de avançar novamente,por conta do bloqueio 9 tendo sido eliminado, o sensor 70c sobre o carreador2' que está captando não mais recebe um sinal, com o resultado que os meios pneumáticos sobre o carreador 2' desacoplarão os meios de acoplamento 4com o membro de acionamento 3, novamente.
A figura 3 mostra uma vista lateral de uma segunda forma de
' concretização alternativa de um dispositivo transportador 20 de acordo com o
j
i primeiro aspecto da invenção. O dispositivo transportador 20 compreende
I uma guia 50 com um rebaixo 50a que corre em seguida ao membro dei acionamento 3. O carreador 21 com recortes 21a para, por exemplo, pernas de
aves domésticas são conectadas com a guia 50 por meio de uma projeção 21hno rebaixo 50a. O carreador 21 é conectado com o membro de acionamento 3com a ajuda de meios de acoplamento 4. Os meios de acoplamento 4 podem ser desacoplados com a ajuda de meios de desacoplamento 8. Os meios dedesacoplamento 8 compreendem uma alavanca 8b e um mancai de ativaçãoprojetante 8a que pode atuar a alavanca 8b. Quando um mancai de ativaçãoprojetante de um segundo carreador (não mostrado) no lado direito na figuraentra em contato com a parte da alavanca 8b' do primeiro carreador mostrado, a parte de alavanca 8b' se move na direção indicada por meio da seta B e aspartes de alavanca 8b" e 8bm se movem na direção indicada por meio da setaC, com o resultado que o meio de acoplamento 4 sai do membro deacionamento 3 e o carreador está não mais exercendo qualquer força sobre omembro de acionamento. Molas dispostas em torno da parte de alavanca 8b'" asseguram que, se a alavanca 8b não for ativada, ela está em uma posição emrepouso, na qual os meios de acoplamento 4 engatam sobre o membro deacionamento 3. No estado ativado, a mola em torno da parte de alavanca 8b'"é comprimida.
A figura 4 mostra uma terceira de concretização alternativa deum carreador 30 de acordo com o primeiro aspecto da invenção. Estecarreador 30 é adequado para ser guiado ao longo de uma guia, tal como otrilho 5 mostrado na figura 1 e na figura 2 com rebaixos 5a, 5b e 5c, ao longodo qual rebaixos 5a, 5b e 5c rodas de guia 31 podem avançar. O carreador 30 compreende meios de acoplamento 34 com dentes 34a os quais podemengrenar sobre uma roda dentada, corrente ou cinta transportadora deborracha, com dentes sobre o exterior, usados como uma guia. Além disto, ocarreador 30 compreende um mancai de ativação projetante 37a e umaalavanca 37b, que, conjuntamente, formam os meios de desacoplamento. A figuras 5-9 mostram uma quarta forma de concretização
alternativa de um dispositivo transportador 40 de acordo com o primeiroaspecto da invenção. O dispositivo transportador 40 compreende umapluralidade de carreadores 42, dois 42 e 42' dos quais são mostrados na figura5, cada um adequado para transportar a ave doméstica abatida (não mostrada). No carreador mostrado aqui, o qual é conhecido por si, as pernas das avesdomésticas abatidas podem ser suspensas nos recortes 42a. O dispositivotransportador 40 também compreende uma guia 45 ao longo da qual oscarreadores 42 podem se mover em uma direção de transporte A e à qual cadaum dos carreadores 42 é conectado. A guia 45 é, neste caso, projetada comoum trilho com uma seção transversal substancialmente quadrada com trêsrebaixos 45a, 45b e 45c, em que rodas de guia 46 podem avançar. Além disto,o dispositivo transportador 40 compreende um membro de acionamento 43que avança em paralelo à guia e por meio do qual uma pluralidade decarreadores 42 pode ser conjuntamente movida na direção de transporte A,bem como meios de acoplamento 44 associados com cada carreador 42, pormeio dos quais os carreadores 42 podem ser acoplados com o membro deacionamento 43. O membro de acionamento 43 é, neste caso, baseado em umprincípio mecânico e inclui uma roda giratória avançando sem fim com umacinta de fricção, contra a qual meios de acoplamento 44 projetados comoblocos de fricção comprimem no estado acoplado. Os meios de acoplamento44 projetados como blocos de fricção são conectados com o carreador. Osblocos de fricção 44 compreendem uma superfície de fricção (não mostrada),que, no estado acoplado, efetua um acoplamento de fricção entre o carreador 42 e o membro de acionamento 43. Na figura. 5, o carreador direito 42 éacoplado com o membro de acionamento 43 por meio dos meios deacoplamento 44. O carreador esquerdo 42' não é acoplado com o membro deacionamento 43; pode ser visto que o meio de acoplamento 44 está a umacerta distância afastado a partir do membro de acionamento 43. Todavia, as rodas de guia 46 podem ainda ser suportadas sobre uma guia 45, com oresultado que o carreador 42' permanece conectado à guia 45.
No dispositivo transportador 40, os meios de desacoplamento44 entre os carreadores 42 e o membro de acionamento 43 podem serdesacoplados pelos meios de desacoplamento 47. Os meios de desacoplamento 47 compreendem um mancai de ativação projetante 47b euma alavanca 47a, cada um disposto sobre um lado diferente do carreador 42.Se somente o carreador 42 estiver presente sobre uma guia 45, ele estará emum estado em que ele é acoplado com o membro de acionamento 43. Omecanismo de alavanca está na posição em repouso, e os meios de acoplamento 44 então engatam sobre o membro de acionamento 43. O blocode fricção 44 é, por conseguinte, constantemente pressionado contra a cinta defricção 43., Quando observado na direção de transporte A, existe um batentede bloqueio 49 à frente de um primeiro carreador 42. Este batente de bloqueioprevine que o carreador 42 avance na direção A. Quando o carreador 42 entra em contato com o batente de bloqueio 49, ele ainda estará no estado acopladoe será, por conseguinte, conectado em uma maneira deslizante com a cinta defricção 43
Na posição mostrada, um segundo carreador 42' correu paradentro do primeiro carreador 42. Quando o mancai de ativação projetante 47bdo primeiro carreador 42 entrar em contato com a alavanca 47a de umsegundo carreador 42', a alavanca 47a do segundo carreador 42' desacopla obloco de fricção 44 do segundo carreador 42', com o resultado que o segundocarreador 42' não é mais acionado por meio da cinta de fricção 43, como mostrado na figura 5. A figura 7 mostra a ação do mecanismo de alavanca emdetalhe, com o estado desacoplado indicado por meio de linhas tracejadas. Omancai de ativação projetante 47b de um carreador colidente move umaprimeira parte 47a' da alavanca na direção indicada por meio da seta B, eentão a primeira parte 47a" move uma segunda parte da alavanca 47a" na direção indicada por meio da seta C, com o resultado que o meio deacoplamento 44 conectado com esta segunda parte 47a" é desacoplado a partirdo membro de acionamento 43. Quando a alavanca 47a' não é ativada pormeio de um mancai de ativação projetante e está em um estado em repouso,uma mola disposta sobre a parte de alavanca 47a" assegura que os meios de acoplamento 44 permaneçam acoplados contra o membro de acionamento 43.Estas molas estão comprimidas no estado ativado, acoplado.
A figura 10 e a figura 11 mostram vistas laterais de uma quintaforma de concretização alternativa de um dispositivo transportador 60 deacordo com o primeiro aspecto da invenção. O dispositivo transportador 60compreende uma pluralidade de carreadores 62, dois 62 e 62' dos quais sãomostrados, para transportar aves domésticas abatidas (não mostradas). Alémdisto, o dispositivo compreende uma guia 65 ao longo da qual os carreadores62 podem se mover em uma direção de transporte K e à qual cada um doscarreadores 62 é conectado. Um membro de acionamento em avanço 63 para conjuntamente acionar os carreadores 62 na direção de transporte K está emparalelo à guia 65. Cada carreador 62 tem meios de acoplamento associados64 para acoplar o carreador 62 ao membro de acionamento 63.
Os meios de acoplamento 64 compreendem um corpo defricção similar a placa 64a e uma projeção 64b conectada com ele. Odispositivo transportador 60 é também provido com meios de desacoplamento67a, 67b e 67d para seletivamente desacoplar um ou mais dos carreadores 62.O carreador 62' está desacoplado nas figuras 10 e 11. O membro de atuação67a do carreador 62' que capta o carreador 62 entra em contato com o membro de ativação 67d conectado com carreador 62. Como um resultado, omembro de atuação 67a é atuado ele move o membro de desacoplamento 67bconectado com ele, resultando em um movimento dos meios de acoplamento64 na direção ascendente, indicada por meio da seta L. No processo, aprojeção 64b se move através da parte 67c conectada com o carreador.
A figura 12 e a figura 13 mostram uma forma de concretização
de uma roda de transportador 100 de acordo com o segundo aspecto dainvenção. A roda de transportador 100 mostrada é adequada para serconectada com um carreador para transportar pelo menos uma peça de avesdomésticas abatidas e para ser transportada ao longo de uma guia. A guisa de
exemplo, a roda de transportador 100 é usada no carreador 2, como mostradona figura 1, no local de uma roda de guia 6. As rodas de guia 32, comomostrado na figura 4, podem também ser projetadas como rodas detransportador 100 de acordo com o segundo aspecto da invenção. A roda detransportador 100 compreende um anel interno 101 e um anel externo 102,
entre os quais existe uma estrutura de mancai de esferas 103 compreendendomancais de esferas de metal 104. O anel interno 101 e o anel externo 102 sãofeitos a partir de POM (polioximetileno, também conhecido como poliacetal).POM é um plástico duro e resistente a desgaste, o qual é quimicamenteresistente, resistente a solvente e a umidade e tem propriedades mecânicas
estáveis na faixa de temperatura de 0 - 90°C. Uma superfície de rolamentoanular 105 feita a partir de um plástico do grupo dos poliuretanos (PU) édisposta em torno do anel externo 102. Este plástico é resistente a desgastemas mais macio do que POM e é igualmente quimicamente resistente,resistente a solvente e umidade e tem propriedades mecânicas estáveis nafaixa de temperatura de O - 90°C. O PU pode fixado com sucesso ao POM: afixação é, neste caso, implementada sem meios químicos adicionais, mas,mais especificamente, em virtude do anel externo 102 e da superfície derolamento anular 105 serem produzidos em um único processo de produção.
Além disto, a fixação é amplificada mecanicamente: depressões 105a sãodispostas na superfície de rolamento 105, e elevações 102b são dispostas noanel externo 102, e estas depressões e elevações engatam uma na outra.
A figura 14 mostra uma forma de concretização alternativa deuma roda de transportador 100 de acordo com o segundo aspecto da invenção.
A roda de transportador 110 mostrada é adequada para conexão com umcarreador para transportar pelo menos uma peça de aves domésticas abatidas epara o transporte ao longo de uma guia. A roda de transportador 110compreende um anel interno 111 e um anel externo 112, entre os quais estápresente uma estrutura de mancai de esferas 113 compreendendo mancais deesferas de metal 114. O anel interno 111 e o anel externo 112 são feitos apartir de POM. Uma superfície de rolamento anular 115 feita a partir de umplástico do grupo de poliuretanos (PU) é disposta em torno do anel externo112. A superfície de rolamento de PU 115 é conectada com o anel externo dePOM 112 por meio de ligação adesiva.
A roda de transportador 100 (ou 110) de acordo com osegundo aspecto da invenção pode também ser usada para um carreador 200,como mostrado na figura 15. Neste caso, por conseguinte, a roda detransportador é usada como uma roda de carrinho para um carreador sobreuma pista de transportador conhecida. A figura 15a mostra uma seçãotransversal através do carreador 200, revelando uma parte de gancho 201, apartir da qual pelo menos uma peça de aves domésticas abatidas (nãomostradas) pode ser suspensa., Por meio de um pino 202, a parte de gancho201 é segura em um elemento de conexão 203, no qual duas rodas detransportador 100 são também seguras por meio de pinos 204. Pode ser vistona vista frontal apresentada na figura, 15b que na forma de concretizaçãomostrada o elemento de conexão 203 é seguro em uma corrente deacionamento 205, com o resultado que os carreadores 200 avançam a umadistância fixa um a partir do outro. As rodas de transportador 100 rolam ao longo de uma guia 206 compreendendo duas partes horizontal 206a, ao longodas quais as rodas de transportador 100 rolam, e entre estas partes horizontaisuma parte vertical 206b, bem como uma parte em forma de gancho 206c, pormeio das quais uma guia pode ser fixada, por exemplo, em uma viga.