BRPI0607102A2 - processo de fabricação de uma prótese dentária, e, aparelhagem destinada à implantação de prótese dentária - Google Patents

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BRPI0607102A2
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Abstract

PROCESSO DE FABRICAçãO DE UMA PRóTESE DENTáRIA, E, APARELHAGEM DESTINADA à IMPLANTAçãO DE PRóTESE DENTáRIA. Processo de fabricação de uma prótese dentária a implantar, que compreende uma realização de uma guia radiológica, cuja imagem em posição na maxila do paciente pode ser tratada para introduzir aí implantes e cilindros de guia virtuais em posição cirurgicamente apropriada, uma 5 perfuração da guia radiológica com base nas informações provenientes do tratamento de imagem e uma colocação nos furos perfurados dos cilindros de guia reais de modo a formar uma guia cirúrgica, e depois uma perfuração de um modelo da maxila através da guia cirúrgica de uma maneira guiada pelos cilindros de guia, e depois uma colocação nos furos 10 perfurados de análogos de implante na posição cirurgicamente apropriada das imagens tratadas com uma determinação de sua posição em rotação e uma realização da prótese dentária sobre o modelo, antes de colocação dos implantes na maxila, assim como a aparelhagem empregada nesse processo.

Description

"PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE UMA PRÓTESE DENTÁRIA, E,APARELHAGEM DESTINADA À IMPLANTAÇÃO DE PRÓTESEDENTÁRIA"
A presente invenção é relativa a um processo de fabricação deuma prótese dentária a implantar em uma maxila de um paciente e a umaaparelhagem empregada para uma tal implantação.
Os implantes são colocados atualmente de quatro modos:
1. Com a mão livre com um amplo corte da gengiva e umdescolamento dessa última. A colocação é feita de uma maneiraarcaica sem nenhuma referência e nenhuma marcação em relação àfutura prótese. Ainda que essa técnica seja a pior e dê resultadoscom freqüência esteticamente, funcionalmente e higienicamentedesastrosos, ela é a mais utilizada. E também aquela que provoca omaior número de acidentes (ruptura do nervo mandibular,perfuração do seio, ruptura das corticais,...).
2. Com a mão livre com um amplo corte da gengiva e umdescolamento dessa última, a colocação é feita de uma maneiramais ou menos precisa pois o laboratório dentário realizou uma guiacirúrgica que prefigura mais ou menos a futura prótese. Essa técnicaé a segunda mais utilizada, mas o inconveniente é que a guiacirúrgica é com freqüência inutilizável visto o corte da gengiva queimpede a colocação no lugar dessa última. Com essa técnica osresultados são com freqüência ruins no nível estético, funcional,higiênico e os acidentes tais como precitados são numerosos.
3. Com a mão guiada por guias de perfuração realizadas a partir deuma planificação informatizada. Essa técnica permite colocarcilindros de perfuração nessas guias em locais precisos em funçãodo osso ou em função do osso e da futura prótese. Duas tecnologiasdistintas aplicam essa técnica:• Guias são realizadas a partir de modelos estereolitográficos, querdizer com base em imagens provenientes de uma varreduradentária. Os artefatos perturbam com freqüência a realizaçãodessas guias nem sempre permitindo utilizá-las por falta deprecisão.
• Guias são realizadas a partir de uma impressão e de uma guiaradiológica que é realizada com base nessa impressão feita desilicone (e não com base em uma imagem proveniente de umavarredura dentária). Essa guia radiológica é em seguidatransformada em guia cirúrgica pela inserção de cilindros de guiapara a perfuração e a colocação de implantes na maxila.
Essas técnicas permitem reduzir os danos ao paciente e emespecial a última técnica melhora o resultado protético.
4. Com a mão livre guiada por um sistema de navegação (GPS). Essatécnica permite colocar com mais ou menos precisão um implante.Mas ela não permite prevenir todo dano ao paciente pois aperfuração permanece manual e uma derrapagem permanecepossível. Além disso ela não leva em consideração a futura prótese.Essa técnica é cara e é a menos utilizada.
Todas essas técnicas apresentam o inconveniente de deverrealizar a prótese definitiva depois de uma tomada de impressão da maxilaonde os implantes foram colocados previamente, que é realizada váriassemanas depois da colocação dos implantes, o que é complexo e demandanumerosas intervenções pós-operatórias, pesadas para o paciente.
A presente invenção tem como objetivo desenvolver umprocesso de fabricação de prótese dentária a implantar em uma maxila de umpaciente que supere os inconvenientes precitados e que permita simplificar acolocação dessas próteses, ao mesmo tempo em que obtém uma precisão e uma confiabilidade aumentadas.Para resolver esses problemas foi previsto de acordo com ainvenção um processo de fabricação de uma prótese dentária a implantar emuma maxila de um paciente, que compreende:
uma realização a partir de uma impressão da maxila dopaciente de uma guia radiológica, dotada de pelo menos umdente artificial radiológico e de marcações radiológicas,
um tratamento por computador de uma imagem radiológica emduas dimensões que representa a guia radiológica acima citadaem posição na maxila, de modo a constituir, a partir dessaimagem em duas dimensões, uma imagem em três dimensões,
nas imagens em duas ou três dimensões, uma inserção, pordente, de um implante virtual em posição cirurgicamenteapropriada na imagem da maxila e de um cilindro de guiavirtual orientado coaxialmente ao implante virtual na imagemda guia radiológica,
uma realização, a partir dos dados recolhidos e calculados pelocomputador durante as ditas etapas de tratamento de imagem ede inserção de implante virtual e de cilindro de guia virtual, deuma guia cirúrgica por uma primeira perfuração, em cadadente artificial sustentado pela guia radiológica, de um
primeiro furo apropriado para receber um cilindro de guiadisposto e orientado como o cilindro de guia virtualcorrespondente das imagens em duas e três dimensões, e porcolocação em cada primeiro furo perfurado de um tal cilindrode guia munido de pelo menos uma marcação exterior,
uma colocação da guia cirúrgica em um modelo obtido a partirda dita impressão,
uma segunda perfuração, guiada através de cada cilindro deguia, de um segundo furo através desse modelo,uma colocação, em cada segundo furo, de um análogo deimplante por deslizamento no cilindro de guia de um porta-análogo, que leva o análogo de implante acima citado, até umaprofundidade que corresponde à profundidade do implantevirtual nas imagens em duas e três dimensões e por colocação
em correspondência, por rotação, de pelo menos uma segundamarcação exterior prevista no porta-análogo com a ditaprimeira marcação exterior do cilindro de guia,o dito análogo de implante apresentando dimensões quecorrespondem àquelas do implante virtual selecionado para ainserção nas imagens em duas e três dimensões quecorresponde a um implante real a colocar na maxila dopaciente, e o dito porta-análogo de implante sendo idêntico aum porta-implante selecionado para a implantação do ditoimplante real a colocar,
uma fixação do análogo de implante em seu furo, tal comocolocado,
depois de retirada de cada porta-análogo e da guia cirúrgica,uma confecção de uma prótese dentária definitiva adaptada aomodelo provido do ou dos análogos de implante, essa prótesepodendo assim ser fixada nos implantes selecionados depoisde sua implantação na maxila de uma maneira guiada pela guiacirúrgica e idêntica àquela utilizada para a colocação dosanálogos de implante no modelo.
Esse processo oferece a grande vantagem de determinar porimagem a posição de cada um dos implantes a implantar em uma posiçãoideal na maxila, em função da situação dos nervos mandibulares, dos seios,etc, pela guia apropriada da invenção, é possível de maneira reprodutívelintroduzir em um modelo e na seqüência da mesma maneira na maxila umanálogo de implante e respectivamente um implante semelhante. Essaintrodução é sempre efetuada de modo que o implante e o análogo deimplante sejam fixados em seu suporte (modelo ou maxila) com a posiçãodeterminada nas imagens em duas e três dimensões, quer dizer com a mesmaorientação axial e na mesma profundidade. Além disso, por uma determinaçãode posição apropriada, é possível, de acordo com a invenção, que a cabeça doimplante e aquela do análogo de implante, que têm geralmente uma forma deprisma de seção triangular ou poligonal e nas quais é colocada em seguida aprótese, se encontram em rotação em uma posição precisa que será a mesmanos dois casos. Isso oferece a vantagem excepcional de poder realizar aprótese definitiva unitária ou múltipla em modelo, antes mesmo da colocaçãodos implantes, e de colocar no lugar essa prótese sobre os implantes, no dia dacolocação desses últimos.
De acordo com uma forma especial da invenção, o processocompreende por outro lado
uma feitura a partir da dita impressão de pelo menos ummodelo, no qual é realizada uma montagem munida de dentesfalsos adaptáveis na boca,uma realização de uma chave da montagem,
- depois de retirada dos ditos dentes falsos, um derramamento,na chave montada no modelo, de uma matéria visível emimagem radiológica, e um endurecimento dessa última sob aforma de um arco,
uma divisão do arco endurecido em dentes artificiaisradiológicos individuais que, recolocados na chave, sãofixados no modelo, e
depois de retirada da chave, a dita realização da dita guiaradiológica por colocação de uma resina auto-endurecedorasobre os dentes artificiais radiológicos fixados no modelo.Esse processo permite realizar uma imagem de uma guiaradiológica munida de dentes artificiais individuais, muito próximos do quevai ser necessário para a prótese. Vantajosamente esses dentes artificiais sãoconstituídos de uma matéria visível em imagem radiológica que, depreferência, é uma mistura de resina corrente para a feitura de dentesartificiais e de sulfato de bário. Esse último é introduzido na mistura porexemplo em uma proporção da ordem de 30 % em volume.
Outras particularidades do processo de acordo com a invençãosão indicadas nas reivindicações anexas.
A presente invenção tem também como objetivo apresentaruma aparelhagem destinada à implantação dentária em uma maxila de umpaciente, em especial uma aparelhagem que seja capaz de executar o processoindicado acima.
Com esse objetivo foi prevista, de acordo com a invenção,uma aparelhagem destinada a uma implantação de prótese dentária em umamaxila de um paciente, que compreende:
pelo menos um modelo realizado a partir de uma impressão damaxila do paciente,
uma guia radiológica, também realizada a partir dessaimpressão, e dotada de pelo menos um dente artificialradiológico e de marcações radiológicas,
um computador,
um programa de tratamento de imagem que permite comandaro computador de modo a constituir, a partir de uma imagemradiológica em duas dimensões da guia radiológica acimacitada em posição na maxila do paciente, uma imagem em trêsdimensões e a inserir nessas imagens em duas e trêsdimensões, por dente, um implante virtual selecionado emposição cirurgicamente apropriada na imagem da maxila e umcilindro de guia virtual selecionado orientado coaxialmente aoimplante virtual na imagem da guia radiológica,uma ferramenta de posicionamento e de perfuração, na qual aguia radiológica é posicionada com o auxílio de suasmarcações radiológicas, essa ferramenta sendo capaz, combase nos dados recolhidos e calculados pelo computadorrelativamente às imagens em duas e três dimensões, deperfurar em cada um dos dentes da guia radiológica umprimeiro furo para receber um cilindro de guia disposto eorientado como o cilindro de guia virtual nas imagens em duase três dimensões,
um cilindro de guia a alojar em cada um dos primeiros furosperfurados da guia radiológica que se torna assim uma guiacirúrgica, cada cilindro de guia sendo munido de pelo menosuma primeira marcação exterior,
pelo menos uma primeira broca, que, quando a guia cirúrgicaestá em posição sobre o modelo, pode ser guiada através decada cilindro de guia e é capaz de perfurar aí, no modelo, umsegundo furo de acordo com a orientação do cilindro de guiacorrespondente,
um análogo de implante que corresponde a cada implantevirtual selecionado a alojar em cada segundo furo perfurado domodelo, com o auxílio de um porta-análogo a deslizaraxialmente através do cilindro de guia correspondente, cadaporta-análogo compreendendo meios de bloqueio, quebloqueiam o deslizamento do porta-análogo em relação aocilindro de guia quando o análogo está em uma posição quecorresponde à posição cirurgicamente apropriada das imagensem duas e três dimensões, e pelo menos uma segundamarcação exterior a colocar em correspondência, por rotação,com a dita pelo menos uma primeira marcação exterior docilindro de guia,
uma prótese dentária adaptável no modelo munido do ou dosanálogos de implante acima citados,
pelo menos uma segunda broca que, quando a guia cirúrgicaestá em posição na maxila do paciente, pode ser guiada atravésde cada cilindro de guia e é capaz de perfurar aí terceiros furosna maxila de acordo com a orientação do cilindro de guia, adita pelo menos uma segunda broca compreendendo meios debloqueio que, contra o cilindro de guia, bloqueiam umapenetração da broca a uma profundidade que correspondeàquela da dita posição cirurgicamente apropriada do implantevirtual nas imagens em duas e três dimensões, eum implante que corresponde a cada implante virtualselecionado a alojar em cada terceiro furo da maxila com oauxílio de um porta-implante a deslizar axialmente através docilindro de guia correspondente, cada implante e seu porta-implante tendo dimensões e formas idênticas ao análogo deimplante e a seu porta-análogo utilizados no modelo, cadaporta-implante compreendendo assim meios de bloqueio, quebloqueiam o deslizamento do porta-implante no cilindro deguia quando o implante está na posição cirurgicamenteapropriada acima mencionada, e pelo menos uma terceiramarcação exterior a colocar em correspondência, por rotação,com a dita pelo menos uma primeira marcação exterior docilindro de guia, os implantes assim fixados na maxila estandoem posição para receber a prótese dentária previamenterealizada no modelo.Por prótese dentária, entende-se de acordo com a invençãoqualquer aparelho destinado a ser colocado sobre um implante dentário, enotadamente uma coroa, uma peça de junção, uma barra, uma ponte, etc.
De acordo com uma forma aperfeiçoada de realização da invenção cada cilindro de guia, por um lado, e cada porta-análogo ou cadaporta-implante a deslizar no interior desse cilindro de guia, por outro lado,apresentam meios de batente recíprocos que bloqueiam um movimento derotação do porta-análogo ou porta-implante em relação ao cilindro de guia emuma posição predeterminada, esses meios de batente servindo como primeira e segunda ou respectivamente terceira marcações exteriores acima citadas.Vantajosamente, cada cilindro de guia apresenta uma cavidade axial que temum diâmetro interno, cada porta-análogo ou porta-implante ou cada segundabroca compreendendo uma parte cilíndrica que apresenta um diâmetroexterno que permite um deslizamento guiado dessa parte na cavidade docilindro de guia e um flange que apresenta um diâmetro superior ao ditodiâmetro interno, que serve como meio de bloqueio acima citado.
Outros detalhes e particularidades da invenção se destacarãoda descrição dada abaixo, a título de exemplo não limitativo e com referênciaaos desenhos anexos, de um processo de produção de prótese dentária de acordo com a invenção.
As figuras 1 a 8 representam em uma vista em corte as etapasde fabricação de uma guia cirúrgica de acordo com a invenção.
As figuras 9 a 11 representam na mesma vista em corte asetapas de implantação de análogos de implante no modelo e de realização daprótese definitiva sobre os análogos de implantes.
A figura 12 representa uma vista em elevação lateral de umcilindro de guia de acordo com a invenção.
A figura 13 representa uma vista em elevação lateral de umporta-análogo de acordo com a invenção.A figura 14 representa um parafuso de fixação do análogo deimplante em seu porta-análogo.
A figura 15 representa uma vista parcialmente em corte daunião do análogo de implante e de seu porta-análogo.
A figura 16 representa uma broca a utilizar em um modelo.
Nos diferentes desenhos, os elementos idênticos ou análogoslevam as mesmas referências.
Realização de uma guia radiológica
Realiza-se primeiro uma impressão precisa e não compressivada maxila do paciente em silicone de viscosidade média ou baixa, a fim deobter um molde tridimensional da gengiva e dos dentes. Procede-se do mesmomodo para obter uma impressão do antagonista da maxila a tratar e assim ummolde desse antagonista. A partir dessas impressões vaza-se modelos emgesso duro, de preferência 3 vezes para o modelo 1 da maxila a tratar (ver a figura 1) e uma vez para a maxila antagonista.
Assim como se destaca da figura 2, realiza-se então no modelo1 uma montagem ("wax-up") precisa com o auxílio de uma base demontagem 2 feita de cera ou de resina e de dentes falsos 3 selecionados, quepodem ser encontrados no mercado, por exemplo sob a marca comercial dePhysiodents. Essa montagem deve prefigurar com precisão o resultadoprotético e ela deve ser testada na boca pelo paciente e eventualmenteadaptada (ver a figura 3).
Depois do teste realiza-se na montagem 2 recolocada sobre omodelo 1, uma chave 4, por exemplo feita de silicone, (ver a figura 4) e retira-se em seguida a chave de montagem e portanto os dentes falsos 3. Comorepresentado na figura 5, vaza-se no espaço deixado vazio entre a chave 4 e omodelo 1 uma mistura de uma matéria usual para a feitura de dentesartificiais, por exemplo uma resina sintética, e de sulfato de bário a cerca de30 % em volume, que é uma matéria visível em imagem radiológica. Depoisde endurecimento obtém-se um arco correspondente 5 (ver a figura 5).
Depois de ter retirado a chave 4 do modelo 1, retira-se o arcoendurecido 5 e divide-se esse último em dentes individuais 6 que sãoretrabalhados a fim de obter a forma mais natural possível. Recoloca-se emseguida os dentes individuais 6 na chave 4, tendo-se o cuidado para que umespaço de cerca de 0,5 mm persista, sem ponto de contato entre os dentes.Recoloca-se a chave 4 munida dos dentes no modelo 1 e vaza-se aí uma resinaautopolimerizante no lado palatino ou lingual de acordo com os casos. Depoisde endurecimento da resina, pode-se retirar a chave 4, os dentes artificiais 6estando fixados no modelo 1, como representado na figura 6.
É possível então colocar por exemplo resina autopolimerizantesobre e em torno dos dentes 6 de maneira a formar uma guia chamada guiaradiológica 7 (ver a figura 7).
Termina-se essa guia radiológica desmoldando-se a mesma domodelo 1, eliminando-se os contra-rebaixos no intradorso da guia, eaplicando-se em cima marcações radiológicas que permitem umposicionamento espacial da guia radiológica no interior do aparelho deimagem e em determinação da posição na imagem obtida. Uma tal marcaçãopode por exemplo ser constituída por um bloco lego 28 (ver a figura 7) e/oupor pontas de guta inseridas na guia em locais apropriados.
A guia radiológica pode então ser testada de novo na boca dopaciente.
Formação de uma imagem em três dimensõesUma imagem em duas dimensões da guia radiológica emposição na maxila do paciente é tomada em um aparelho apropriado, porexemplo por varredura em um scanner. De uma maneira usual, os dadosprovenientes do scanner podem por exemplo ser registrados em disco, porexemplo um CD, em modo DICOM.
Em um computador, esses dados são tratados para transformara imagem em duas dimensões em uma imagem em três dimensões. Para isso ocomputador é comandado por um programa apropriado, disponível nomercado, por exemplo o programa MED3D distribuído por Distridenta Sprl.Nessas imagens em duas e três dimensões aparecem evidentemente umamaxila, seu nervo mandibular se trata-se da maxila inferior ou um seio setrata-se da maxila superior. Também é notada nessas imagens a guiaradiológica sob uma forma pouco contrastada assim como as marcaçõesradiológicas. Os dentes artificiais, graças a sua composição especial, sedestacam de maneira muito nítida e precisa por uma cor branco brilhante, emrelação ao resto da imagem de cor mais terna.
O programa permite selecionar, para cada dente a implantar,um implante de tipo e de dimensões (comprimento, diâmetro) apropriadosentre os implantes disponíveis no mercado e registrados nos dados docomputador. É possível então introduzir esse implante, sob a forma de umaimagem virtual nas imagens em duas e três dimensões da maxila em umaposição cirurgicamente apropriada. Os implantes são de fato colocados demaneira virtual em função notadamente da posição dos dentes vizinhosseparados, da oclusão, do nervo, do seio, do osso. Verifica-se também que aquantidade de osso seja suficiente para obter uma osteo-integração (1,5 mm)em torno do implante.
O programa permite também colocar de maneira virtual, nasimagens da guia radiológica, cilindros de guia de uma altura e de um diâmetroapropriados para o caso preciso, esses parâmetros sendo a determinar emfunção do topo do implante. Os cilindros de guia virtuais são colocadoscoaxialmente aos implantes virtuais.
O computador registra as coordenadas de regulagem dosimplantes virtuais e dos cilindros de guia virtuais nas imagens em duas e trêsdimensões sob uma forma transmissível eletronicamente.Realização de uma guia cirúrgicaOs dados precitados das imagens em duas e três dimensões sãotransmitidos a uma ferramenta de posicionamento e de perfuração apropriada,capaz de traduzir e utilizar esses dados. É possível fazer uso por exemplo deum aparelho disponível no mercado sob a denominação comercial deMED3D, distribuído por Distridenta Sprl. Coloca-se então a guia radiológica7, por exemplo com gesso, na ferramenta de posicionamento em função doscálculos do computador. Depois dessa colocação no lugar em um aposiçãoúnica correta que corresponde a cada paciente, a ferramenta deposicionamento é capaz de perfurar furos 8 em cada um dos dentes artificiais 6 da guia radiológica 7 (ver a figura 8), cada furo sendo disposto e orientadocomo o cilindro de guia virtual nas imagens em duas e três dimensões. Épossível em seguida colocar um cilindro de guia 9 em cada furo, por exemplopor intermédio de um porta-cilindro disposto na ferramenta deposicionamento.
Uma forma de realização de cilindro de guia desse tipo érepresentada na figura 12. Esse cilindro de guia é munido de uma marcaçãoexterior sob a forma de um entalhe 10 em sua borda superior. Esse entalheapresenta uma face inclinada, que apresenta de preferência uma inclinação nadireção das espiras do futuro implante e uma face bloqueio paralela ao eixodo cilindro. Os cilindros são colocados de modo a que essa marcação sejavisível do exterior da boca quando a guia cirúrgica estiver no lugar na boca dopaciente. Deve ser entendido que outros tipos de marcação podem serimaginados, e por exemplo uma ou várias marcações na borda superior docilindro. Depois de colocação, os cilindros 9 são fixados em seu furo 8, por exemplo por fotopolimerização de uma matéria compósita apropriada. A guiacirúrgica está agora pronta para o emprego e recebe a referência 11.Realização da prótese definitiva em modeloColoca-se a guia cirúrgica 11 em um modelo 1. Perfura-seentão furos 16 através do modelo, sendo para isso guiado pelos cilindros 9 daguia cirúrgica (ver a figura 8). É possível evidentemente, para evitar danificaros cilindros 9 destinados a guiar a futura perfuração cirúrgica na boca,proteger esses últimos com um cilindro de proteção não representado einserido no interior dos cilindros de guia 9. É possível efetuar essa perfuraçãomanualmente ou por intermédio da ferramenta de posicionamento e deperfuração. Um tipo de broca utilizável é ilustrado, não na escala, na figura 16a título de exemplo. A haste dessa broca 12 é passada através de uma guia deperfuração 13 na qual ela pode deslizar e que compreende uma parte inferior14 capaz de deslizar no interior do cilindro de guia 9 e uma parte superior 15que apresenta um diâmetro superior ao cilindro de guia 9.
Um análogo de implante 17 que apresenta o tipo e asdimensões do implante selecionado por ocasião da realização das imagens emduas e três dimensões é então fixado em um porta-análogo. Por análogo deimplante é preciso compreender que esse último apresenta as dimensõescriticas do implante, a saber sua altura e seu diâmetro na parte superior. Oanálogo de implante não precisa ser provido de um rosqueamento externo,nem ter uma forma pontuda como a maior parte dos implantes. No exemplorepresentado, ele tem uma forma cilíndrica provida na superfície de umaranhura de retenção. Ele deve em contrapartida apresentar uma cabeçasaliente de seção triangular, quadrada ou poligonal idêntica àquela do futuroimplante.
Um exemplo de porta-análogo 18 está representadoisoladamente na figura 13. Ele compreende um corpo cilíndrico 19 capaz dedeslizar no cilindro de guia 9 assim como está ilustrado na figura 15. Elecompreende também meios de bloqueio desse deslizamento sob a forma porexemplo de um flange anular 20 de um diâmetro externo superior ao diâmetrointerno do cilindro de guia 9. Em sua extremidade oposta ao flange 20, ocorpo 19 leva uma arruela 29 que apresenta um diâmetro inferior ao diâmetrodo corpo, mas superior ou igual àquele do análogo de implante, e umasaliência cilíndrica 30 que pode ser pinçada em uma cavidade de topo doanálogo de implante 17. A espessura da arruela 29 será escolhida em funçãoda distância apropriada a prever entre o cilindro de guia e o análogo deimplante em posição. Um parafuso de fixação 22, ilustrado a título de exemplo na figura 14, pode ser alojada no interior do porta-análogo 18 parareter o análogo de implante durante a introdução desse último no furo 16.Como pode ser visto no porta-análogo 18 representado de maneiraesquemática na figura 9, esse último pode ser munido de um cabo 27.
O flange do porta-análogo 18 leva também pelo menos uma marcação exterior, sob a forma por exemplo de uma saliência 23 para baixode forma correspondente àquela do entalhe 10 da borda superior do cilindrode guia 9. Para poder enfiar totalmente o porta-análogo 18 no cilindro de guia,é preciso portanto girar o porta-análogo 18 em torno de seu eixo até que asaliência 23 esteja bloqueada no entalhe 10. Portanto, por ocasião daintrodução do porta-análogo, o deslizamento axial desse último éinterrompido por contato entre seu flange 20 e a borda superior do cilindro deguia 9, e a posição em rotação do análogo de implante é regulada pelo batenteda saliência 23 na face do entalhe 10 que é paralela ao eixo do cilindro deguia. Isso significa que o análogo de implante está então em posição, na profundidade e na orientação exigidas de acordo com as imagens em duas etrês dimensões. A cabeça precitada 24 do análogo de implante, que temgeralmente uma seção triangular a poligonal, recebeu assim uma posiçãodeterminada em rotação, em relação ao entalhe 10 do cilindro de guia.
A posição do análogo de implante 17 no furo 16 é única e perfeitamente determinada. Ele é então fixado no furo 16 por exemplo poruma cola apropriada de tipo resina polimerizável sem contração que éintroduzida no furo 16 pelo reverso do modelo 1. É possível então retirar oporta-análogo (ver a figura 10). O modelo está pronto para a realização daprótese definitiva, por exemplo barras,m coroas, ou pontes, como é realizadoatualmente depois de tomada de impressão da maxila do paciente munida deimplantes, impressão realizada várias semanas depois da colocação dosimplantes. Uma prótese em posição no modelo está ilustrada na figura 11onde um elemento de junção 25 foi fixado em cada análogo de implante compor cima o dente artificial definitivo correspondente 26.
Colocação da prótese
Em seguida, a guia cirúrgica 11 munida de seus cilindros deguia 9 é colocada na boca do paciente.
Com o auxílio de brocas cirúrgicas perfura-se então, atravésdos cilindros de guia, furos na maxila da mesma maneira que no modelo. Noentanto, essas brocas, além de serem guiadas em uma orientação correta peloscilindros de guia, são bloqueadas em seu deslizamento por um flange que elaslevam a uma altura apropriada que corresponde à profundidade do implantenas imagens em duas e três dimensões e que vem bater contra o cilindro deguia 9. Fica bem entendido que essa perfuração pode ser efetuada porpatamares, com o auxílio de brocas diferentes,m e isso de uma maneiracorrente e conhecida.
Em cada um dos furos, é introduzido então um implantesemelhante ao porta-análogo, quer dizer provido de um meio de bloqueio dedeslizamento, sob a forma por exemplo de um flange, e de um meio demarcação, por exemplo sob a forma de uma saliência para baixo capaz deoperar junto com o entalhe 10 dos cilindros de guia 9. O implante é assimenfiado na profundidade exigida na orientação apropriada e sua cabeça deseção idêntica àquela do análogo de implante tem em rotação a mesmaposição que a cabeça 24 do análogo de implante sobre a qual a prótese foifeita.
A posição dos implantes na boca é única e ela correspondeperfeitamente àquela dos análogos de implante no modelo, assim como àquelaque aparece nas imagens radiológicas em duas e três dimensões. É possívelportanto colocar aí imediatamente a prótese que foi fabricada antes dacolocação dos implantes.
Uma vantagem dessa técnica é também que graças àantecipação protética são conhecidas as posições exatas dos implantes / prótese / osso e que todas as seguranças de profundidade, de rotação e deposições laterais são determinadas e fixadas. Assim todos os erros humanospor perfuração são excluídos.
Graças a essa precisão obtém-se a possibilidade de criarimplantes (por exemplo feitos de titânio ou de zircônio) em uma peça(implantes e coto) de coto reto ou angulado cuja forma final está terminada. Avantagem desse tipo de implantes é que eles não precisam ser talhados naboca e devido a isso, não há mais propagação de calor através do implantepara o osso durante uma fase de redução homotética. E portanto o risco derejeição por queimadura do osso é eliminado.
Deve ficar entendido que a presente invenção não está denenhuma forma limitada ao modo de realização descrito acima e que muitasmodificações podem ser trazidas a ela sem sair do âmbito da presente patente.
É possível por exemplo prever modelar virtualmente barras,elementos de junção, coroas ou pontes a partir das imagens em duas e trêsdimensões e transmitir essas imagens e cálculos para uma máquina-ferramenta que fresa essas realizações protéticas em blocos metálicos oumatérias cerâmicas. Essas imagens são realizadas com base no contraste decor entre o branco criado a partir dos 30 5 em volume de sulfato de báriomisturados com resina, que representam a prótese, e uma variação de cor querepresenta o ambiente direto. Essas variações são expressas em valorHoundsfield. Graças a essa delimitação precisa do resultado final da formados dentes, uma malha 3D pode ser criada imediatamente. A edição dos nósde borda e de superfície pode ser modificada pelo operador informáticograças às vistas ortográficas que ele dispõe. Depois de obtenção dessa formamorfológica com base na imagem do scanner, procede-se a uma diminuiçãohomotética do volume do elemento protético a fim de dispor de um certoespaço para colocar a resina, o compósito ou a cerâmica. Essas formas são emseguida ligadas aos implantes dos quais se possui os modelos interno eexterno assim como a forma do parafuso de fixação. Depois de finalizaçãodas modelagens virtuais, transforma-se e explora-se os dados em formatoCÃO que corresponde ao formato exigido pela máquina-ferramenta que devefresar a base protética em um bloco feito de metal ou de matéria cerâmica.Depois de obtenção dessa base protética, fixa-se a mesma nos análogos do modelo e aplica-se a resina, o compósito ou a cerâmica de uma maneiraconvencional.

Claims (9)

1. Processo de fabricação de uma prótese dentária a implantarem uma maxila de um paciente, caracterizado pelo fato de que elecompreende:uma realização a partir de uma impressão da maxila dopaciente de uma guia radiológica, dotada de pelo menos umdente artificial radiológico e de marcações radiológicas,um tratamento por computador de uma imagem radiológica emduas dimensões que representa a guia radiológica acima citadaem posição na maxila, de modo a constituir, a partir dessaimagem em duas dimensões, uma imagem em três dimensões,nas imagens em duas ou três dimensões, uma inserção, pordente, de um implante virtual em posição cirurgicamenteapropriada na imagem da maxila e de um cilindro de guiavirtual orientado coaxialmente ao implante virtual na imagemda guia radiológica,uma realização, a partir dos dados recolhidos e calculados pelocomputador durante as ditas etapas de tratamento de imagem ede inserção de implante virtual e de cilindro de guia virtual, deuma guia cirúrgica por uma primeira perfuração, em cadadente artificial sustentado pela guia radiológica, de umprimeiro furo apropriado para receber um cilindro de guiadisposto e orientado como o cilindro de guia virtualcorrespondente das imagens em duas e três dimensões, e porcolocação em cada primeiro furo perfurado de um tal cilindrode guia munido de pelo menos uma marcação exterior,uma colocação da guia cirúrgica em um modelo obtido a partirda dita impressão,uma segunda perfuração, guiada através de cada cilindro deguia, de um segundo furo através desse modelo,uma colocação, em cada segundo furo, de um análogo deimplante por deslizamento no cilindro de guia de um porta-análogo, que leva o análogo de implante acima citado, até umaprofundidade que corresponde à profundidade do implantevirtual nas imagens em duas e três dimensões e por colocaçãoem correspondência, por rotação, de pelo menos uma segundamarcação exterior prevista no porta-análogo com a ditaprimeira marcação exterior do cilindro de guia,o dito análogo de implante apresentando dimensões quecorrespondem àquelas do implante virtual selecionado para ainserção nas imagens em duas e três dimensões quecorresponde a um implante real a colocar na maxila dopaciente, e o dito porta-análogo de implante sendo idêntico aum porta-implante selecionado para a implantação do ditoimplante real a colocar,uma fixação do análogo de implante em seu furo, tal comocolocado,depois de retirada de cada porta-análogo e da guia cirúrgica,uma confecção de uma prótese dentária definitiva adaptada aomodelo provido do ou dos análogos de implante, essa prótesepodendo assim ser fixada nos implantes selecionados depoisde sua implantação na maxila de uma maneira guiada pela guiacirúrgica e idêntica àquela utilizada para a colocação dosanálogos de implante no modelo.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que ele compreende por outro ladouma feitura a partir da dita impressão de pelo menos ummodelo, no qual é realizada uma montagem munida de dentesfalsos adaptáveis na boca,uma realização de uma chave da montagem,depois de retirada dos ditos dentes falsos, um derramamento,na chave montada no modelo, de uma matéria visível emimagem radiológica, e um endurecimento dessa última sob aforma de um arco,uma divisão do arco endurecido em dentes artificiaisradiológicos individuais que, recolocados na chave, sãofixados no modelo, edepois de retirada da chave, a dita realização da dita guiaradiológica por colocação de uma resina auto-endurecedorasobre os dentes artificiais radiológicos fixados no modelo.
3. Processo de acordo com a reivindicação 2, caracterizadopelo fato de que a matéria visível em imagem radiológica é uma mistura deresina corrente para a feitura de dentes artificiais e de sulfato de bário.
4. Processo de acordo com uma das reivindicações 1 a 3,caracterizado pelo fato de que a confecção da prótese dentária compreendeuma modelagem virtual de elemento de prótese a partir das imagensradiológicas, um registro no computador de dados que correspondem àsimagens virtuais desses elementos, sua transmissão para uma máquina-ferramenta, uma fresagem desses elementos, por essa máquina-ferramenta deacordo com esses dados em uma matéria apropriada e uma fixação desseselementos de prótese previamente fresados aos análogos de implante domodelo.
5. Processo de acordo com uma das reivindicações 1 a 4,caracterizado pelo fato de que a imagem radiológica tratada acima citada éobtida por varredura.
6. Aparelhagem destinada à implantação de prótese dentáriaem uma maxila de um paciente, caracterizada pelo fato de que elapelo menos um modelo (1) realizado a partir de uma impressãoda maxila do paciente,uma guia radiológica (7), também realizada a partir dessaimpressão, e dotada de pelo menos um dente artificialradiológico (6) e de marcações radiológicas (28),um computador,um programa de tratamento de imagem que permite comandaro computador de modo a constituir, a partir de uma imagemradiológica em duas dimensões da guia radiológica acimacitada em posição na maxila do paciente, uma imagem em trêsdimensões e a inserir nessas imagens em duas e trêsdimensões, por dente, um implante virtual em posiçãocirurgicamente apropriada na imagem da maxila e um cilindrode guia virtual selecionado orientado coaxialmente ao implantevirtual na imagem da guia radiológica,uma ferramenta de posicionamento e de perfuração, na qual aguia radiológica (7) é posicionada com o auxílio de suasmarcações radiológicas (28), essa ferramenta sendo capaz,com base nos dados recolhidos e calculados pelo computadorrelativamente às imagens em duas e três dimensões, deperfurar em cada um dos dentes da guia radiológica umprimeiro furo (8) para receber um cilindro de guia (9) dispostoe orientado como o cilindro de guia virtual nas imagens emduas e três dimensões,um cilindro de guia (9) a alojar em cada um dos primeirosfuros perfurados (8) da guia radiológica (7) que se torna assimuma guia cirúrgica (11), cada cilindro de guia sendo munidode pelo menos uma primeira marcação exterior (10),pelo menos uma primeira broca (13), que, quando a guiacirúrgica (11) está em posição sobre o modelo (1), pode serguiada através de cada cilindro de guia (9) e é capaz deperfurar aí, no modelo, um segundo furo (16) de acordo com aorientação do cilindro de guia correspondente,um análogo de implante (17) que corresponde a cada implantevirtual selecionado a alojar em cada segundo furo (16)perfurado do modelo (1), com o auxílio de um porta-análogo(18) a deslizar axialmente através do cilindro de guia (9)correspondente, cada porta-análogo compreendendo meios debloqueio (20), que bloqueiam o deslizamento do porta-análogo(18) em relação ao cilindro de guia (9) quando o análogo (17)está em uma posição que corresponde à posiçãocirurgicamente apropriada das imagens em duas e trêsdimensões, e pelo menos uma segunda marcação exterior (23)a colocar em correspondência, por rotação, com a dita pelomenos uma primeira marcação exterior (10) do cilindro deguia,uma prótese dentária (25, 26) adaptável no modelo (1) munidodo ou dos análogos de implante (17) acima citados,pelo menos uma segunda broca que, quando a guia cirúrgica(11) está em posição na maxila do paciente, pode ser guiadaatravés de cada cilindro de guia (9) e é capaz de perfurar aíterceiros furos na maxila de acordo com a orientação docilindro de guia, a dita pelo menos uma segunda brocacompreendendo meios de bloqueio que, contra o cilindro deguia, bloqueiam uma penetração da broca a uma profundidadeque corresponde àquela da dita posição cirurgicamenteapropriada do implante virtual nas imagens em duas e trêsdimensões, eum implante que corresponde a cada implante virtual a alojarem cada terceiro furo da maxila com o auxílio de um porta-implante a deslizar axialmente através do cilindro de guiacorrespondente, cada implante e seu porta-implante tendodimensões e formas idênticas ao análogo de implante (17) e aseu porta-análogo (18) utilizados no modelo (1), cada porta-implante compreendendo assim meios de bloqueio, quebloqueiam o deslizamento do porta-implante no cilindro deguia (9) quando o implante está na posição cirurgicamenteapropriada acima mencionada, e pelo menos uma terceiramarcação exterior a colocar em correspondência, por rotação,com a dita pelo menos uma primeira marcação exterior (10) docilindro de guia (9), os implantes assim fixados na maxilaestando em posição para receber a prótese dentária (25, 26)previamente realizada no modelo (1).
7. Aparelhagem cirúrgica de acordo com a reivindicação 6,caracterizada pelo fato de que cada cilindro de guia (9), por um lado, e cadaporta-análogo (17) ou cada porta-implante a deslizar no interior desse cilindrode guia, por outro lado, apresentam meios de batente recíprocos (10, 23) quebloqueiam um movimento de rotação do porta-análogo ou porta-implante emrelação ao cilindro de guia em uma posição predeterminada, esses meios debatente servindo como primeira e segunda ou respectivamente terceiramarcações exteriores acima citadas.
8.
Aparelhagem cirúrgica de acordo com uma dasreivindicações 6 e 7, caracterizada pelo fato de que cada cilindro de guia (9)apresenta uma cavidade axial que tem um diâmetro interno, cada porta-análogo (17) ou porta-implante ou cada segunda broca compreendendo umaparte cilíndrica que apresenta um diâmetro externo que permite umdeslizamento guiado dessa parte na cavidade do cilindro de guia (9) e umflange (20) que apresenta um diâmetro superior ao dito diâmetro interno, queserve como meio de bloqueio acima citado.
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