BRPI0608409A2 - vaso vanitário - Google Patents

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BRPI0608409A2
BRPI0608409A2 BRPI0608409-5A BRPI0608409A BRPI0608409A2 BR PI0608409 A2 BRPI0608409 A2 BR PI0608409A2 BR PI0608409 A BRPI0608409 A BR PI0608409A BR PI0608409 A2 BRPI0608409 A2 BR PI0608409A2
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water
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William C Kuru
Luke B Zimbric
Kyle L Hokel
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Kohler Co
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Abstract

VASO SANITARIO. Um vaso sanitário de pressão (10) tem um evacuador (18) propiciando auxílio de sifão "conforme necessário" (dependente do volume). Durante a descarga de baixo volume ou de rejeito líquido normal, nenhum sifão é formado no evacuador, e a água e o rejeito leve na cuba são evacuados apenas sob a force do jato pressurizado de água. Um grande volume (30) perto ou imediatamente a jusante do dique (28) é previsto para acomodar a evacuação forçada a partir do jato de água. Somente ao atingir uma concentração limite de material de rejeito volumoso na perna inferior (32) é que o evacuador aciona um sifão. Um defletor horizontal (36) na parte inferior da perna inferior auxilia na acumulação de material volumoso de suficiente concentração para estabelecer um sifão no evacuador.

Description

"VASO SANITÁRIO"
A presente invenção refere-se a vasos sanitários, e emparticular a vasos sanitários e pressão com auxílio de sifao.
Atingir uma descarga eficaz em um vaso sanitário quando acuba está cheia com fezes, papel higiênico e outros sólidos, pode ser difícil,particularmente em um vaso sanitário de baixo consumo de água. E comum,novamente, especialmente com alguns vasos sanitários de baixo consumo deágua, que os consumidores dêem a descarga do vaso sanitário duas ou maisvezes para limpar a cuba até sua satisfação. Isto é não apenas frustrante, mastambém demorado para os consumidores; se subverte esforços de conservaçãodo ambiente e água em muitas jurisdições que regulam o consumo de água, osquais em muitas áreas podem ser não mais do que 6,1 litros (1,6 galão) deágua por descarga.
Os vasos sanitários convencionais têm uma cuba e um tanquede armazenagem, usualmente formados em uma ou duas peças principais.
Uma passagem em serpentina, tipicamente referida como um "evacuador", éposicionada atrás e abaixo da cuba como conduto para os conteúdos da cubaaté linhas de encanamento de rejeitos do edifício. Embora a configuraçãoprecisa de um evacuador do vaso sanitário varie, todos geralmente incluemuma perna superior, a qual é normalmente enchida com água para "aprisionar"gases de coletor de esgotos a jusante da mesma, de modo a prevenir que elescheguem no interior do edifício. Agua é mantida na cuba e na perna superiordo evacuador por meio de uma barragem ou dique arqueado do evacuador queé elevado acima da abertura da cuba. O evacuador, desta maneira, tambémajuda a reter água na cuba antes da descarga.
Durante um ciclo de descarga, água e rejeito dentro do cestosão passados até a perna superior sobre o dique, para baixo em uma pernainferior e através de uma saída para linhas de encanamento. O mecanismo decriar uma descarga é diferente quando se compara vasos sanitários dedescarga de pressão e vasos sanitários de descarga por gravidade. Os últimosfazem uso de ar na perna inferior e a altura de pressão na perna superiorforçada sobre o dique para estabelecer uma ação de sifao no evacuador quepuxa a água e rejeito a partir da cuba e para fora da evacuador. Quando a cubaé esvaziada, ar entra na evacuador e interrompe a ação de sifao, e água frescaa partir do tanque enche novamente a cuba.
Em vasos sanitários pressurizados, os quais usam um ou umacombinação de pressão de linha, água pressurizada armazenada em tanque, ouágua bombeada do poço, uma corrente pressurizada de água é injetada noevacuador ou na cuba para descarregar os conteúdos da cuba através doevacuador. Um sifao do tipo produzido em vasos sanitários por gravidadeconvencionais não é tipicamente usado em vasos sanitários pressurizados.Todavia, alguns vasos sanitários pressurizados (por exemplo, patente US6.219.855) pretendem usar também um sifao.
É difícil atingir consistente ação de sifao constante noevacuador dos vasos sanitários de pressão convencionais. Isto é porque osevacuadores de vasos sanitários de pressão convencionais são tipicamenteprojetados diferentemente do que os vasos sanitários por gravidade. Emparticular, os evacuadores em vasos sanitários de pressão usualmente têmuma grande área a jusante da perna superior. Esta área ampliada acomoda olíquido e material de rejeito volumoso que é evacuado rapidamente a partir dacuba e para dentro do evacuador por meio do jato de água. Sem ele, água erejeito podem ser forçados de volta através da perna superior e de volta para acuba, o que pode inibir uma descarga eficaz.
Infelizmente, o grande espaço a jusante da perna superior,desta maneira, torna difícil atingir e manter uma ação de sifao. Uma razãopara isto é que a grande área seccional na região de evacuação forçada doevacuador requer mais líquido e rejeito para enchê-la. Uma outra razão é quear na perna inferior, antes da inicio do ciclo de descarga, pode ser forçado devolta para dentro da perna superior através de uma parte desta regiãoampliada não ocupada pela água e rejeito de evacuação.
Conseqüentemente, aperfeiçoamentos são desejados em vasossanitários pressurizados com relação ao uso de sifÕes.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A invenção provê um vaso sanitário de pressão que propicia"conforme necessário" auxílio de sifao, que é durante elevado carregamentovolumoso do vaso sanitário. Durante a descarga de baixo volume ou de rejeitolíquido normal, nenhum sifao é gerado no evacuador, e a água e rejeito levena cuba são adequadamente evacuados sob a força do jato pressurizado deágua. Um grande volume perto ou imediatamente a jusante do dique éprevisto para acomodar a evacuação forçada a partir do jato de água. Somenteao atingir uma concentração limite de material de rejeito volumoso na pernainferior é que o evacuador aciona um sifao (por exemplo quando as fezes epapel higiênico estão presentes no evacuador). Um defletor horizontal naparte inferior da perna inferior auxilia na acumulação de material de rejeitovolumoso de suficiente concentração para estabelecer a ação de sifao noevacuador.
Em um aspecto, a invenção prevê um vaso sanitário tendo umacuba e abastecimento de água pressurizada para injetar água pressurizada noevacuador (ou diretamente ou passando primeiramente através da cuba) quese estende entre uma abertura de cuba e uma abertura de saída. O evacuadorrealiza uma ação de sifao apenas acima de uma concentração limite domaterial de rejeito volumoso no evacuador, de modo que nenhuma ação desifao é gerada abaixo do nível limite.
O evacuador tem uma perna superior estendendo-se para cimae para trás a partir da abertura de cuba até uma região de dique de águaencurvada acima da abertura da cuba até uma perna inferior, que se inclinapara baixo e para frente para se comunicar com a saída. Uma seção deevacuação forçada de volume ampliado de maior área seccional é provida noevacuador imediatamente a jusante da perna superior ou dique de modo aacomodar a rápida "evacuação forçada" da evacuação por meio do jato depressão, sem causar fluxo de volta através da perna superior e de volta para acuba.
A concentração limite de rejeito volumoso ficapreferivelmente entre 2 e 5 por cento em peso de todo material dentro doevacuador afastado do evacuador propriamente dito.
Preferivelmente, o nívelde concentração é tomado dentro da perna inferior do evacuador. Umaconcentração de rejeito volumoso menor do que isto corresponde acarregamento de rejeito leve, incluindo rejeito somente líquido, e por meio deamplamente nenhuma ação de sifao é necessária para auxiliar o jato depressão, e uma concentração de rejeito volumoso em ou acima destacorresponde a significante carregamento quando uma ação de sifao podecontribuir significantemente para atingir uma descarga suficiente.
O evacuador pode também ter um defletor essencialmentehorizontal estendendo-se para frente a partir de uma parede traseira da pernainferior, adjacente a uma porção inferior da perna inferior. Este defletorfunciona para acumular volume na perna inferior do evacuador de modo que,quando significante volume deve ser passado através do evacuador, a o limitede concentração de rejeito volumoso pode ser atingido e uma ação de sifaopode ser realizada mais antecedentemente no ciclo de descarga. A ação desifao e sua prematura iniciação ajuda a assegurar que o rejeito será evacuadoem uma descarga simples, mesmo em vasos sanitários de baixo consumo deágua.
Em formas preferidas, a perna superior e a perna inferior sãoseparadas por um raio entre 1,3 cm (0,5 polegada) e 2,5 cm (1 polegada) nodique. A perna superior pode estender-se em um ângulo entre 30 e 45 graus, ea perna inferior pode estender-se em um ângulo entre um plano horizontal, demodo que incluiria o fundo do vaso sanitário ou a abertura de saída. O diquepreferivelmente se estende a uma altura acima do fundo da cuba que fica entre10,2 cm (4 polegadas) e 15,2 cm (6 polegadas).
O defletor horizontalpreferivelmente tem um comprimento de ressalto de entre 1,3 cm (0,5polegada) e 6,4 cm (2,5 polegadas) medido a partir da parede traseira da pernainferior e uma altura de ressalto de entre 2,5 cm (1 polegada) e 8,9 (3,5polegadas) medida a partir do fundo da perna inferior.
O vaso sanitário da presente invenção exibe melhorcaracterística de descarga volumosa, que pode ser atingida com baixoconsumo de água por descarga, preferivelmente 5,3 litros (5,3 galões), e emuma velocidade de descarga menor do que é comum em sistemaspressurizados, preferivelmente entre 8 e 10 metros por segundo, de modo areduzir ruído de descarga. Uma adequada passagem de bola mínima,preferivelmente em torno de 5,1 cm (2 polegadas) ou maior, é não obstantemantida.
As vantagens da invenção ficarão aparentes da descriçãodetalhada e desenhos. O que segue é meramente uma descrição de uma formade realização preferida da presente invenção. Para avaliar o escopo total dainvenção, as reivindicações devem ser observadas como a forma de realizaçãopretendida e não pretende ser a única forma de realização dentro do escopodas reivindicações.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista em elevação lateral de um evacuador devaso sanitário de acordo com a presente invenção, com um vaso sanitário emque o evacuador pode ser usado como mostrado em linhas tracejadas;
a figura 2 é uma vista parcial em seção transversal verticaltomada abaixo da linha de centro da frente-para-trás da porção traseira dovaso sanitário da figura 1;
a figura 3 é uma vista em seção transversal parcial tomada aolongo da linha 3-3 da figura 2;
a figura 4 é uma vista em seção transversal parcial tomada aolongo da linha 4-4 da figura 2; e
a figura 5 é uma vista mostrando o evacuadoresquematicamente.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA FORMA DE REALIZAÇÃOPREFERIDA
A figura 1 ilustra um vaso sanitário de pressão 10 tendo umtanque 12, uma cuba 14, um canal de jato 16 (ver a figura 2) e um evacuador18 de acordo com a presente invenção.
Exceto para o evacuador, o vasosanitário pode ser qualquer vaso sanitário de pressão adequado, tal como oprojeto de descarga de baixo volume, de duas peças, mostrado na figura 1,provendo uma corrente de água pressurizada em qualquer maneira conhecida,incluindo, por exemplo, o uso de pressão de linha de água direta, acumulandoum volume de água pressurizada no tanque, ou provendo um depósito parapressurizar a água do tanque.
As patentes US 5.305.475 e 5.046.201 revelam exemplos devasos sanitários auxiliados por pressão tendo mecanismos para gerar o jato deágua adequado para uso aqui. A revelação das características para gerar etransportar a água pressurizada nestas patentes é aqui incorporada parareferência como totalmente aqui expostas.
Em qualquer maneira, água pressurizada com muito maiorpressão do que a pressão atmosférica é passada do tanque 12 através do canalde jato 16. Tipicamente, o canal de jato 16 é uma passagem formada na basevítrea do vaso sanitário e contorna a parte frontal da cuba 14 de modo que suasaída é orientada para a parte traseira do vaso sanitário. O canal de jato 16pode terminar em um depósito de cuba 20, o evacuador 18 (em uma pernasuperior do mesmo) ou na junção da evacuador 18 e uma abertura de cuba 22,desde que ele oriente o jato de água para forçar o rejeito dentro da cuba para oevacuador 18. No vaso sanitário 10 mostrado na figura 1, o canal de jato 16termina no depósito de cuba 20 com o jato de água passando através daabertura 23.
Como mostrado nas figuras 1 e 2, o evacuador 18 estende-seda abertura de cuba 22 ao longo de um percurso em serpentina em umaconfiguração geralmente de gancho de cabelo com uma seção transversalarredondada oblonga ou similar (como mostrado nas figuras 3 e 4).
A base do vaso sanitário 10 tem uma saída 24, preferivelmente contida em um planoessencialmente horizontal, em cujo fundo o evacuador 18 é suportado sobre aextremidade aberta de uma linha de rejeito. O evacuador 18, desta maneira,cria um percurso para que os conteúdos na cuba 14 fluam para a linha derejeito durante um ciclo de descarga.
Com referência à figura 2, uma perna superior 26 doevacuador 18 se estende de volta da abertura de cuba 22 para cima e para trásaté uma curva, cujo diâmetro interno forma uma barragem ou dique de água,ponto este após o qual água pode passar através da porção a jusante doevacuador 18. No dique 28, ou imediatamente a jusante do dique 28, fica umaregião de "evacuação forçada" de volume ampliado 30, a qual tem uma maiorárea seccional para acomodar o rejeito e água forçada que passamrapidamente através da perna superior 26 por meio do jato de água. Seugrande tamanho reduz a probabilidade de rejeito fluir de volta para dentro dacuba. Uma perna inferior 32 se estende do dique 28 para baixo edescendentemente para frente para uma abertura 34 que se alinha com a saída24 do vaso sanitário. O dique 28 segue um pequeno raio de modo a alterar adireção de fluxo através da perna inferior 32 por em torno de 180 graus apartir da direção do fluxo através da perna superior 26.
Adjacentemente à abertura 34 na extremidade de fundo daperna inferior 32, o evacuador 18 tem um pequeno defletor horizontal plano36 estendendo-se entre a parede traseira da perna inferior 32. O defletor 36opera para interromper o fluxo através da perna inferior 32. Para líquido erejeito de muito pequeno volume, o defletor 35 melhora o fluxo por gerarturbulência inferiormente na perna inferior 32. Para rejeito de volume maior,o defletor 36 opera para acumular volume na perna inferior 32 para atingir aconcentração necessária de material volumoso necessário para iniciar umaação de sifao, e para realizar isto mais cedo no ciclo de descarga.
O evacuador 18 é configurado e dimensionadoespecificamente para consistentemente atingir um golpe de sifao dentro daevacuador 18 para auxiliar o jato de água quando da evacuação de grandesquantidades de rejeito volumoso a partir da cuba 14 durante um ciclo dedescarga. O evacuador 18 é também projetado para atingir a ação de sifaosomente quando uma concentração limite de material volumoso está presentedentro do evacuador, isto é, quando suficiente rejeito sólido está presente noevacuador 18. Nenhuma ação de sifao é estabelecida quando apenas líquidoou insuficiente volume (abaixo do limite de concentração) está presente noevacuador. Acredita-se que a concentração de rejeito volumoso dentro daperna inferior 32 é de particular significância, e é nesta região que o limite deconcentração de rejeito volumoso é considerado.
Com referência à figura 5, a seguinte Tabela 1 resume osvalores determinados a serem aceitáveis e preferidos para os váriosparâmetros de projeto do evacuador.
Tabela 1 - Parâmetros de projeto de evacuador
<table>table see original document page 9</column></row><table>Os valores dados para os parâmetros acima são dependentes dovolume de água na cuba bem como do volume e taxa de água injetada atravésdo canal de jato durante o ciclo de descarga. Estes valores são dados naseguinte Tabela 2.
Tabela 2 - Condições do vaso sanitário
<table>table see original document page 10</column></row><table>
Determinou-se empiricamente que o raio (r) do dique 28 e oângulo (θυ) da perna superior 26 a partir de parâmetros horizontais são maissensíveis com relação a rejeito volumoso e à capacidade de atingir uma açãode sifao. O ângulo (0D) da perna inferior 32 tem um efeito moderado, como otêm o local e configuração do defletor 34 (Lb) e (hB). Também foideterminado que um evacuador tendo tal configuração pode desenvolver umaação de sifao quando a concentração de rejeito volumoso dentro da pernainferior 32 é entre 2% e 5% em peso (incluindo massa de líquido), com olimite de concentração de rejeito volumoso preferido sendo 2,5% em peso.
O raio de dique (r) entre a perna superior 26 e a perna inferior32 é projetado preferivelmente para estar entre 1,3 - 2,5 cm (0,5 e 1,0polegada). A perna superior 26 é projetada para estender-se para cima e paratrás em afastamento à abertura de cuba 22 entre um ângulo Gu de 30 e 45graus com relação à horizontal. E, a perna inferior 32 é preferivelmente de 40a 60 graus com relação à horizontal. Foi determinado empiricamente que paraos parâmetros acima mencionados, um raio de dique (r) de 2 cm (0,8polegada), um ângulo de perna superior (θυ) de 50 graus, são os maispreferidos. Estes valores são também selecionados para ajudar odesenvolvimento de um perfil de fluxo que transporta o material volumososobre e em afastamento à forma da curva interna do dique de água 28 e paradentro da perna inferior 32.
O defletor 34 preferivelmente estende-se por um comprimento(Lb) de entre 1,3 - 6,4 cm (0,5 e 2,5 polegadas) em uma altura (hB) de entre2,5 - 8,9 cm (1 e 3,5 polegadas). Os valores preferidos para estes parâmetroscorrespondentes àqueles dos outros parâmetros mencionados acima são 2,8cm (1,1 polegada) e 3,0 cm (1,2 polegada), respectivamente. Estes valoresprovêm uma interrupção suficiente do fluxo através da perna inferior 32 demodo a material volumoso se acumular na mesma sem fechamento dapassagem excessivamente. A altura e comprimento de ressalto de defletorvariarão para cima e para baixo proporcionalmente ao raio da pena inferior.
Testes empíricos estabeleceram que um vaso sanitário com umevacuador da presente invenção melhorou sobretudo o desempenho commaterial volumoso em comparação com vasos sanitários de pressãoconvencionais de outra maneira similares. Sua melhor capacidade de removermaterial volumoso permite que o vaso sanitário opere com volume dedescarga muito baixo, 5,3 litros (1,4 galão) por descarga, em comparação com6,1 litros (1,6 galões) por descarga nos vasos sanitários convencionais, e auma velocidade de jato menor, preferivelmente 8-10 metros por segundo(mais preferivelmente 8,5 m/s), desta maneira, o vaso sanitário aperfeiçoadoconsume menos água, opera de forma mais tranqüila e manipula rejeitovolumoso de melhor maneira do que os vasos sanitários de pressãoconvencionais.
Os estudos empíricos conduzidos para estabelecer a melhormanuseio de volume do vaso sanitário e evacuador da presente invençãoincluem testes de chumaço de polpa, esfera de polpa e de pasta, comumenterealizados por um ou mais participantes na indústria para testar o desempenhode descarga de um vaso sanitário. O presente vaso sanitário mostrou pelomenos uma melhoria de 15%, e em alguns casos uma melhoria de 33%, nonúmero de chumaços de polpa (por exemplo, feito de múltiplas seções depapel higiênico de múltiplas camadas) capazes de serem evacuados a partir dacuba em uma simples descarga em comparação com os vasos sanitários depressão convencionais. Testes de carregamento de bolas de papel (papelhigiênico amassado em forma de uma bola) mostraram que o presente vasosanitário pode evacuar na primeira descarga cerca de 90% de 50 bolas depapel e 50% de 60 bolas de papel, com o remanescente sendo removido nasegunda descarga e sem qualquer entupimento do evacuador. Não éconhecido que tais resultados foram replicados em vasos sanitários de pressãoconvencionais. Deve ser notado que algumas 50 bolas de papel de 3,8-5,1cm( 1,5-2 polegadas) de papel sanitário de camada única representamaproximadamente uma concentração de 4% de material volumoso.
Deve ser apreciado que uma forma de realização preferida dainvenção foi descrita acima. Todavia, muitas modificações e variações naforma de realização preferida serão aparentes para aqueles versados na arte,que estarão dentro do espírito e escopo da invenção. Por conseguinte, ainvenção não deve ser limitada à forma de realização descrita. Paradeterminar o escopo total da invenção, as seguintes reivindicações devem serreferenciadas.
Aplicabilidade Industrial
A invenção provê um vaso sanitário de pressão com umprojeto de evacuador aperfeiçoado permitindo que o vaso sanitáriodescarregue de forma mais eficaz material de rejeito volumoso por estabeleceração de sifao no evacuador quando suficiente material volumoso está presentedentro do evacuador.

Claims (17)

1. Vaso sanitário, caracterizado pelo fato de que tem uma cubae um abastecimento de água pressurizada com um canal para injetar água sobpressão em um evacuador, o evacuador estendendo-se entre uma abertura dacuba e uma saída e tendo uma perna superior estendendo-se para cima e paratrás a partir da abertura da cuba para uma região de dique de água acima daabertura da cuba até uma perna inferior inclinando-se para baixo e para frentepara se comunicar com a saída, sendo que vaso sanitário realiza uma ação desifao quando uma concentração limite de material de rejeito volumoso estápresente dentro do evacuador mas ele não realiza uma ação de sifao quandoessa concentração de material de rejeito volumoso ainda não tiver sidoatingida no evacuador.
2. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que dita concentração limite de material de rejeitovolumoso deve estar presente na perna inferior do evacuador para realizar aação de sifao.
3. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que a concentração limite de material de rejeitovolumoso fica entre 2 e 5 por cento em peso de todo material dentro da pernainferior afastado do evacuador propriamente dito.
4. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a perna superior e a perna inferior sãoseparadas de um raio entre 1,3 cm (0,5 polegada) e 2,5 cm (1 polegada) nodique.
5. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a perna superior estende-se a um ângulo entre-30 e 45 graus com relação a um plano horizontal contendo a saída.
6. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a perna inferior estende-se a um ângulo entre-30 e 60 graus com graus com relação a um plano horizontal contendo a saída..
7. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que uma velocidade dae água que passa através docanal pode fornecer água a 8-10 metros por segundo.
8. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o dique estende-se a uma altura acima do fundoda cuba que fica entre 10,2 cm (4 polegadas) e 15,2 cm (6 polegadas).
9. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o evacuador tem um defletor essencialmentehorizontal estendendo-se para frente a partir de uma parede traseira da pernainferior adjacente a uma porção inferior da perna inferior.
10. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que o defletor tem um comprimento de ressalto deentre 1,3 cm (0,5 polegada) e 6,4 cm (2,5 polegadas) medido a partir daparede traseira da perna inferior.
11. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que o defletor tem uma altura de ressalto de entre-2,5 cm (1 polegada) e 8,9 cm (3,5 polegadas) medido a partir de um fundo daperna inferior.
12. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o evacuador define uma região de evacuaçãoforçada tendo área secional aumentada comparada com a perna superior.
13. Vaso sanitário, caracterizado pelo fato de que tem umacuba e um tanque pressurizado com um canal de jato para injetar água sobpressão em um evacuador, o evacuador estendendo-se entre uma abertura dacuba e uma saída e tendo uma perna superior estendendo-se para cima e paratrás a partir da abertura da cuba até uma região de dique de água curvo acimada abertura da cuba para uma perna inferior inclinando-se para baixo e parafrente para se comunicar com a saída, em que o evacuador realiza uma açãode sifao quando uma concentração limite de entre 2 e 5 por cento de materialde rejeito volumoso em peso de todo material dentro da perna inferiorafastado do evacuador propriamente dito está presente dentro da pernainferior do evacuador.
14. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 13,caracterizado pelo fato de que a perna superior estende-se a um ângulo entre 30 e 45 graus com relação a um plano horizontal plane contendo a saída.
15. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 13,caracterizado pelo fato de que a perna inferior estende-se a um ângulo entre 40 e 60 graus a partir de um plano horizontal contendo a saída.
16. Vaso sanitário de acordo com a reivindicação 13,caracterizado pelo fato de que o evacuador tem um defletor essencialmentehorizontal estendendo-se para frente a partir de uma parede traseira da pernainferior adjacente a uma porção inferior da perna inferior.
17. Vaso sanitário, caracterizado pelo fato de que compreende:uma cuba tendo uma abertura;um tanque para abastecer água pressurizada a uma pressãomaior que a atmosférica;um canal de jato para carregar água pressurizada a partir dotanque; eum evacuador estendendo-se entre a abertura da cuba e umasaída;em que um ciclo de descarga do vaso sanitário inclui injetaruma corrente de água pressurizada através do canal de jato de modo a forçaros rejeitos na cuba através do evacuador e inclui realizar uma ação de sifao noevacuador somente depois de uma concentração limite de material de rejeitovolumoso estar presente no evacuador.
BRPI0608409-5A 2005-03-08 2006-03-03 vaso vanitário BRPI0608409A2 (pt)

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US11/074,538 US9045890B2 (en) 2005-03-08 2005-03-08 Pressure toilet with bulk loading siphon assist
US11/074538 2005-03-08
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