BRPI0608537A2 - coifa de transferência para implantes dentários - Google Patents

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BRPI0608537A2
BRPI0608537A2 BRPI0608537-7A BRPI0608537A BRPI0608537A2 BR PI0608537 A2 BRPI0608537 A2 BR PI0608537A2 BR PI0608537 A BRPI0608537 A BR PI0608537A BR PI0608537 A2 BRPI0608537 A2 BR PI0608537A2
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Steven M Hurson
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Nobel Biocare Services Ag
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Abstract

COIFA DE TRANSFERêNCIA PARA IMPLANTES DENTáRIOS. Um componente de implante dentário (76), (120), (500) inclui uma extremidade distal (126) que inclui uma superfície superior (24), (48) e uma extremidade proximal (124) que define uma abertura (82) Uma superfície interna (77), (128), (506) do componente (76), (120), (500) define uma cavidade interna (78), (130), (504). Pelo menos uma estrutura denteada resilientemente dobrável (7), (150) está disposta na cavidade interna (78), (130), (504). A estrutura denteada é configurada para liberadamente se conectar a uma ranhura (53) formada em um furo (52) de um pilar protético (38). O componente ainda compreende protrusóes alongadas (180) posicionadas dentro da superfície interna (77), (128), (506) configurada para se conectar a ranhuras (51) formadas em um furo interno (52) do pilar (38), (38').

Description

"COIFA DE TRANSFERENCIA PARA IMPLANTES DENTÁRIOS"
REFERENCIA PARA APLICAÇÕES RELACIONADAS
Este depósito reivindica o beneficio do .Pedido de Patente Provisório U.S. N. 60/662,950, depositado em 17 de março de 2005, o conteúdo integral do qual está por este meio aqui incorporado através de referência. Este depósito também reivindica o beneficio do Pedido de Patente Provisório U.S. N. 60/678, 095, depositado em de maio de 2005, o conteúdo integral do qual está por este meio aqui incorporado através de referência.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Campo da invenção
A presente invenção geralmente se refere a implantes dentários e, mais particularmente, a métodos e dispositivos para instalar um implante dentário.
Descrição da técnica relacionada
Restauração de uma área edêntula da boca serve a múltiplas funções, incluindo estética aprimorada, mastigação aprimorada, manutenção do osso crestai, e provendo uma parada oclusal para uma mordida reprodutivel. A restauração pode ser realizada usando uma ponte padrão,uma aplicação removível (uma dentadura parcial ou total) ou um implante dentário.
A implantação dentária é um procedimento para substituir um dente perdido usando um implante dentário. A colocação do implante é normalmente realizada em quatro fases. Em uma primeira fase, um dentista revisa radiografias e modelos dentários para determinar a apropriada colocação e alinhamento axial do implante. Em uma segunda fase, um cirurgião-dentista acessa o osso pelo tecido da mucosa. Com o uso de um suporte pré-fabricado, o cirurgião perfura ou fura o maxilar ou osso mandibular. 0 implante é então apertado ou atarraxado no osso. Uma tampa de cicatrização é colocada tipicamente desta maneira em cima do implante e os tecidos mucosos circunvizinhos são suturados em cima da tampa de cicatrização. Isto prove um sistema biologicamente fechado para permitir a osteointegração do osso com o implante. A osteointegração completa ocupa tipicamente todo o lugar de quatro a dez meses.
A fase três envolve um segundo procedimento cirúrgico durante o qual o cirurgião-dentista faz uma incisão no tecido da mucosa para expor o implante osteointegrado. A tampa de cicatrização é afastada e um pilar provisório, tendo uma altura pelo menos igual a espessura do tecidogengival ou um pilar protetico final é acoplado ao implante. Quando o pilar é fixado, um molde ou impressão pode ser tomado de imediato. Em um procedimento modificado, a impressão pode ser tomada dentro de uma a duas semanas depois da fase três. A impressão é usada para registrar a posição axial e orientação do implante que é reproduzido desta maneira em um análogo de gesso-pedra ou gesso da boca do paciente. 0 objetivo principal da impressão é transferir o tamanho e forma de dentes adjacentes corretamente em relação ao implante permanentemente colocado e a configuração precisa e orientação do pilar para o técnico dentário. O análogo de gesso proporciona ao técnico de laboratório um modelo preciso da boca do paciente, inclusive a orientação da instalação de implante relativo aos dentes circunvizinhos. Baseado neste modelo, o técnico constrói uma restauração final. Fase quatro, no processo restaurativo, envolve a substituição do pilar de cicatrização provisório com a restauração final.
Como notado acima, durante a fase três, um molde ou impressão é tirada da boca do paciente para registrar com precisão a posição e a orientação do local de implante e para prover a informação necessária para fabricar a substituição restaurativa e/ou componentes protéticosintermediários. Há vários métodos convencionais para tomar esta impressão.
Um método envolve uma coifa (do inglês coping) de transferência convencional. A coifa de transferência tem uma porção de impressão adaptada para formar uma impressão única ou indexada no material de impressão e uma porção básica que tem meios de pareamento de indexação adaptado para parear com os meios de indexação expostos do implante ou pilar profético. Em uso, a coifa de transferência é presa temporariamente à extremidade próxima1 exposta da instalação de implante tal que os meios de pareamento da indexação da impressão da coifa e do implante são encadeadamente pareados um ao outro. Tipicamente, um parafuso ou pino é usado para temporariamente segurar a coifa de transferência à instalação de implante.
Uma vez que a coifa de impressão é presa à instalação de implante, uma impressão da coifa de transferência relativa aos dentes circunvizinhos é tomada. Tipicamente, isto envolve uma moIdeira em forma de "U" preenchida com um material de impressão que é colocado na boca do paciente em cima do local de implante. 0 paciente morde a moldeira, apertando o material de impressão no local de implante e ao redor da coifa de transferência. Dentro de alguns minutos, o material de impressão cura ou endurece a uma consistênciaflexível, elástica. A moldeira de impressão é então removida da boca do paciente para revelar uma impressão do local de implante e a coifa de transferência. 0 dentista restaurativo remove então a coifa de transferência da boca do paciente e transfere a coif a de transferência de volta ao material de impressão, sendo cuidadoso para preservar a orientação própria dos meios de indexação.
Outro método envolve uma coifa de pega convencional. A coifa de pega é semelhante a coifa de transferência descrita acima; a não ser que uma coifa de pega tipicamente inclui uma porção de encaixe adaptada para ser embutida não-desmontavelmente dentro do material de impressão. Tipicamente, a porção embutida compreende um "lábio" protuberante ou projeção de encaixe semelhante a uma porção coronal da coifa. Isto permite "agarrar" ou tracionar o material de impressão quando a moldeira está sendo removida da boca do paciente. As coif as de pega são "pegas" e permanecem no material de impressão quando a moldeira é removida da boca do paciente.
Ainda outro método para tomar uma impressão envolve uma tampa de impressão ou de transferência. São colocadas tampas de impressão ou de transferência por cima ou na parte composta do pilar ou do implante e permanece no material de impressão quando a moldeira é removida. Hávários tipos diferentes de tampas de transferência. Um tipo de tampa de transferência tem uma superficie interna cônica que é adaptada em forma e tamanho para a parte composta ou pilar do implante. Esta cobertura tem uma superfície interna que tem entalhes ou aberturas que correspondem a entalhe ou aberturas presentes no pilar. A tampa é presa ao suporte com pontas elásticas ou linguas. Um exemplo de tal tampa é ilustrada na patente dos Estados Unidos n. 5.688.123 por Meiers et al.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Uma desvantagem do tipo de tampa descrito em Meiers et al. é que a tampa se prende ao pilar do implante pelas pontas que se alongam em cima dos apoios de uma área cônica do pilar. Porque os apoios do pilar estão próximos à linha de gengiva, é dificil de posicionar as pontas em cima dos apoios. Além disso, o local dos apoios próximos à linha de gengiva pode resultar no assentamento incompleto da tampa de transferência nos apoios, fazendo a tampa de transferência se soltar do pilar antes que a impressão fosse tomada. Adicionalmente, por causa da linha de gengiva do paciente poder ser sensível devido à inserção do implante, o contato entre a tampa de transferência e a linha de gengiva pode produzir desconforto ou causar dor nopaciente. Desta maneira, há uma necessidade por uma tampa de transferência aprimorada.
De acordo com uma modalidade da invenção, um componente de implante dentário inclui uma extremidade distai que inclui uma superfície superior e uma extremidade proximal que definem uma abertura. Uma superfície interna do componente define uma cavidade interna. Pelo menos uma estrutura denteada resilientemente dobrável está disposta na cavidade interna. A estrutura denteada é configurada para liberadamente se conectar a uma ranhura formada em um furo de um pilar protético. 0 componente ainda compreende protrusões alongadas posicionadas dentro da superfície interna configurada para se conectar a ranhuras formadas em uma superfície exterior do pilar.
De acordo com outra modalidade da invenção, um sistema de implante dentário, compreende um implante dentário, um pilar e um componente de combinação. 0 pilar compreende uma região superior e um furo interno que tem uma parte de junção posicionada no mesmo. 0 componente de combinação tem uma extremidade proximal que define uma abertura e uma superfície interna que define uma cavidade interna para receber a região superior do pilar. Uma parte de junção complementar está disposta na cavidade interna e éFIG. 2A é uma vista lateral de uma modalidade de um pilar que é configurado para parear com a modalidade do implante dentário de FIG. 1A ou FIG. 1D;
FIG. 2B é outra vista lateral do pilar de FIG. 2A;
FIG. 2C é uma vista superior do topo do pilar da FIG. 2A;
FIG. 2D é uma vista superior de fundo do pilar de FIG. 2A;
FIG. 2E é uma vista lateral de corte transversal do pilar de FIG. 2A;
FIG. 2F é uma vista aumentada da porção marcada 2F na FIG. 2E;
FIG. 3A é uma vista lateral de corte transversal parcial de uma modalidade de um parafuso de acoplamento;
FIG. 3B é uma vista superior de topo do parafuso de acoplamento de FIG. 3A;
FIG. 4A é uma vista de corte transversal de uma modalidade de uma tampa de cicatrização;
FIG. 4B é uma vista superior lateral da tampa de cicatrização de FIG.4 A;
FIG. 4C é uma vista superior aproximada de uma porção de FIG. 4A marcado 4C;
FIG. 4D é uma vista superior aproximada de uma porção de FIG. 4A marcado 4D;configurada para liberadamente se conectar a parte de junção dentro do furo interno.
Outra modalidade da presente invenção compreende um método para acoplar um componente dentário a um pilar de um sistema de implante dentário. Um componente dentário que tem uma cavidade interna é posicionado sobre uma porção superior de um pilar. E o componente dentário é pressionado sobre o pilar até que uma parte de j unção dentro da cavidade interna do pilar se conecte a uma parte de junção complementar dentro de furo do pilar.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Serão descritas estas e outras características da invenção agora com referência aos desenhos das modalidades preferidas, os quais têm por intenção ilustrar e não limitar a invenção e em que:
FIG. IA é uma vista lateral de uma modalidade de um implante dentário;
FIG. 1B é uma vista superior do topo de parte do implante dentário de FIG. IA;
FIG. 1C é uma vista de corte transversal do implante dentário de FIG. IA;
FIG. 1D é uma vista lateral de uma modalidade modificada de um implante dentário;FIG. 4E é uma vista em perspectiva posterior da tampa de cicatrização de FIG. 4A;
FIG. 4 F é uma vista superior de topo da tampa de cicatrização de FIG. 4A;
FIG. 5A é uma vista lateral de uma modalidade de um implante dentário;
FIG. 5B é uma vista lateral do implante dentário de FIG.5 A com uma porção de topo mostrada em corte transversal;
FIG. 5C é uma vista aumentada da porção de topo de FIG.5 B;
FIG. 5D é uma vista de topo do implante dentário de FIG. 5A;
FIG. 5E é uma vista aumentada da porção de FIG.5 C etiquetou 5E;
FIG. 6A é uma vista lateral de uma tampa de impressão;
FIG. 6B é uma vista superior de topo da tampa de impressão de FIG. 6A;
FIG. 6C é uma vista lateral de corte transversal da tampa de impressão de FIG. 6A;
FIG. 6 D é uma vista superior de fundo da tampa de impressão de FIG. 6A;
FIG. 6E é uma vista superior aproximada de uma porção de FIG.6 C marcada 6E; eFIG. 6F é vista em perspectiva posterior da tampa de impressão de FIG. 6A;
FIG. 7A é vista em perspectiva lateral de um análogo de um pilar;
FIG. 7B é uma vista lateral do análogo de FIG. 7A;
FIG. 7C é uma vista lateral de corte transversal levada por linha 7C-7C de FIG.7 B;
FIG. 7D é uma vista superior de topo do análogo de FIG.7 A;
FIG. 8A é vista em perspectiva lateral de uma coifa;
FIG. 8B é uma vista lateral da coifa de FIG. 8A;
FIG. 8C é uma vista lateral de corte transversal levada por linha 8C-8C de FIG. 8B; e
FIG. 8D é uma vista superior de topo do análogo de FIG.8 A.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES PREFERIDAS
As modalidades descritas aqui se referem a métodos e dispositivos que se referem a proteção e/ou tomada de uma impressão de um pilar, que é acoplado ou formado com um implante dentário. As FIGS. 1A-1C ilustram uma modalidade exemplar de um implante dentário 10 que será usado para ilustrar certas características e aspectos da presente invenção. 0 implante dentário 10 é descrito em detalhes noPedido de Patente US co-pendente número 09/670,708, depositado em 27 de setembro de 2000, a descrição deste está por este meio aqui incorporado através de referência.
Como melhor visto em FIG. IA, o implante 10 inclui uma porção de corpo 12 e um colar 16. A porção de corpo 12 é preferivelmente cônica e inclui roscas 18 que combinam com um buraco de rosca pré-formado ou osteotomia formada no osso maxilar do paciente (não mostrado). No entanto, deveria ser apreciado que a porção de corpo 12 também pode ser configurada para ser auto-rosqueada. Também deveria ser apreciado que embora a porção de corpo 12 ilustrada seja afunilada ou cônica, a porção de corpo 12 pode ser substancialmente cilíndrica. Além disso, em uma modalidade modificada, a porção de corpo 12 pode ser desrosqueada, como mostrada em FIG. 1D, se o cirurgião preferir usar um implante 10 desrosqueado. O implante 10 é preferivelmente feito de uma liga de titânio de grau dentário, embora também possam ser usados outros materiais satisfatórios.
O colar 16 do implante 10 ilustrado é substancialmente cilíndrico e tem uma superfície superior 24 que é substancialmente lisa. O colar 16 está em parte definido por uma parede lateral vertical 26 que em uma modalidade é aproximadamente 2 milímetros em comprimento axial. Em modalidades modificadas, o colar 16 pode ter uma paredelateral afunilada ou cônica e/ou uma superfície superior 24 que é na forma de sela ou inclinada.
Como melhor visto na FIG. 1C, o implante 10 também inclui um soquete interno 28. O soquete interno 28 inclui, preferivelmente, uma câmara rosqueada 30, uma câmara receptora de pino 32 e uma câmara de anti-rotação 34.
Com referência às FIGS. 1B e 1C, a câmara de anti-rotação 34 tem uma porção central que tem uma forma substancialmente cilíndrica. A câmara de anti-rotação 34, além disso, inclui uma ou mais porções de junção rotativos estendidos radiaImente cada compreendendo um canal ou lobo 36 que se alonga da superfície superior 24 para o fundo da indexação da câmara 34 . No implante ilustrado, três porções de junção são providas 36, cada um tendo uma forma substancialmente de semicírculo. Como melhor visto em FIG. 1B, as porções de parte de junção 36 são situadas e uniformemente espaçadas ao redor do perímetro da câmara de anti-rotação 34. Cada porção de parte de junção 36 pode ser espaçada separada 120 graus em relação à outra. A câmara de anti-rotação 34 é projetada para combinar com uma região de anti-rotação correspondente formada em vários componentes de combinação, como, por exemplo, um pilar final. A câmara de anti-rotação 34 principalmente serve para prevenirrotação relativa entre o componente de combinação e o implante 10.
Deveria ser apreciado que em algumas modalidades o implante 10 não inclui a câmara de anti-rotação 34. Porém, o implante 10 inclui a câmara de anti-rotação 34 preferivelmente porque ajuda a prevenir a rotação relativa entre os componentes de combinação (por exemplo, um pilar final) e o implante 10. Também deveria ser apreciado que a câmara de anti-rotação 36 pode ser formada em uma variedade ampla de outras formas satisfatórias que podem ser usadas com eficácia, dando em consideração devida às metas de prover anti-rotação de componentes de combinação. Por exemplo, a câmara de anti-rotação 36 poderia compreender um recesso hexagonal ou protrusão que está situado na superficie superior 24 do implante 10. Não obstante, a modalidade ilustrada é preferida porque prove ótima eficácia clinica, facilidade de uso e também minimiza concentrações de estresse dentro da câmara de anti-rotação 34.
A câmara receptora de pino 32 se situa entre a câmara de anti-rotação 34 e a câmara rosqueada 30. A câmara receptora de pino 32 pode ter um diâmetro que é menos que o diâmetro da câmara de anti-rotação 36. A câmara receptora de pino 32 pode incluir uma região chanfrada 37 que éadjacente a região rosqueada 30. Como será explicado abaixo, a câmara receptora de pino 32 é de tamanho e dimensionada para receber um pino que é prendido a um combinação componente dentário. O pino e a câmara receptora de pino 32 provêem apoio lateral que impede o componente de combinação de indicar o implante. Porém, deveria ser apreciado que em algumas modalidades o implante 10 pode ser formado sem a câmara receptora de pino 32.
A câmara rosqueada 30 se situa debaixo da câmara receptora de pino 32. A câmara rosqueada 30 é rosqueada e tem um diâmetro que pode ser menos que a câmara receptora de pino 32.
FIGS. 2A-2F ilustram uma modalidade de um pilar 38 tendo certas características e vantagens de acordo com uma modalidade de presente invenção. O pilar 38 ilustrado é de tamanho e dimensionada para combinar com o implante 10 descrito acima. Como com o implante dentário 10, o pilar 38 é pref erivelmente feito de uma liga de titânio de grau dentário, embora possam ser usados outros materiais satisfatórios. Em outra modalidade preferida, são formados o implante 10 e o pilar 38 como uma estrutura unitária, como mais adiante discutido abaixo.
Como melhor visto em FIG. 2A, a superfície exterior de pilar final 38, preferivelmente, inclui uma região superior40, uma região sobressaída 42 uma região de anti-rotação 44 e um pino 46. Na modalidade preferida, a região superior 40 é substancialmente lisa e cônica. A região superior 40 também tem uma superfície superior 48 que é substancialmente plana. Para o fundo da região superior (i.e., a porção mais próxima à região sobressaída 42) é uma porção sobressaída 45 que se sobressai em direção a um apoio ou cume 47. A região sobressaída 42 se alonga do apoio 47 e conecta a região superior 40 a uma superfície de fundo 50, que é preferivelmente substancialmente plana. Uma margem 49 (veja FIG. 2B) define uma interface entre o apoio 47 e a porção sobressaída 4 5.
A região superior 40 inclui preferivelmente uma pluralidade de ranhuras 51 também. Estas ranhuras 51 ajudam a orientar e prevenir a rotação de componentes de combinação (não mostrado), como, por exemplo, uma restauração final que tipicamente tem uma superfície interna que emparelha ou ocupa a forma da região superior 40 do pilar 38. Claro que, aqueles qualificados na técnica apreciarão prontamente que podem ser formadas a região superior 40 e as ranhuras 51 em uma variedade de outras formas que também podem prover uma interface anti-rotativa entre o componente de combinação e o pilar 38.Deveria ser apreciado que embora os cortes transversais ilustrados da região superior 40 e região sobressaída 42 são redondos, em arranjos modificados, os cortes transversais podem ser não-redondos. Por exemplo, o corte transversal da região superior e região sobressaída pode ter um corte transversal não-redondo que se assemelha ao corte transversal de um dente natural. Além disso, o apoio 47 não precisa estar na horizontal como mostrado na modalidade ilustrada. Por exemplo, em modalidades modificadas, pode se inclinar o apoio, moldado como sela etc. Para permanentemente segurar uma restauração final, cimento pode ser aplicado à região superior 40 do pilar 38. Alternativamente, a restauração final pode ser juntada ao pilar 38 por um parafuso (não mostrado). Em tal arranjo, um buraco de parafuso (não mostrado) pode ser provido no lado do pilar 38.
Como mostrado em FIG. 2E, o pilar 38 inclui uma furo interno 52 que se estende pelo centro do pilar 38 vantajosamente. 0 furo interno 52 está preferivelmente definido por uma primeira e segunda região 54, 56. 0 diâmetro da primeira região 54 é preferivelmente ligeiramente maior que o diâmetro da segunda região 56. Adequadamente, um assento 58 é formado entre as primeiras e segundas regiões 54, 56. 0 assento 58 suporta um parafusode acoplamento 62 (veja FIG. 3A) que será descrito em detalhes abaixo. Opcionalmente, a segunda região 56 pode incluir roscas de captura internas (não mostrado).
Com referência continua a FIG. 2E, o pilar 38 inclui uma parte de junção 3 que é configurada para se conectar a figura de parte de junção complementar de outro componente. Como será explicado abaixo em mais detalhes, a parte de junção 3 e a parte de j unção complementar podem ser configuradas para prover um encaixe de interferência, um encaixe de fricção ou um encaixe rápido entre os dois componentes. Na modalidade preferida, um encaixe rápido é formado entre os dois componentes. Como mostrado em FIG. 2F, a parte de j unção inclui uma ranhura 53 circunferencialmente estendido formado na superfície da primeira região 54 do furo interno 52. Preferivelmente, a ranhura 53 tem um corte transversal trapezóide, com uma superfície 53a da ranhura 53 que se alonga a um ângulo diferente em relação a uma base 53b da ranhura 53 que uma segunda superfície 53c. Em modalidades modificadas, a ranhura 54 pode ser circular, liso, retangular, etc. Em ainda outras modalidades, a parte de junção 3 pode ser configurada de uma maneira diferente para combinar com a parte de junção do outro componente. Por exemplo, a parte de junção pode compreender uma protrusão anular ou série deprotrusões, estruturas denteadas e assemelhados que se conectam a recessos correspondentes e/ou estruturas denteadas no outro componente.
Com referência de volta a FIG. 2A, o diâmetro da superfície de fundo 50 é preferivelmente aproximadamente igual ao diâmetro da superfície superior 24 do implante 10. Se alongando da superfície de fundo 50 é a região de anti-rotação 44 que é de tamanho e dimensionada para se ajustar dentro da câmara de anti-rotação 36 do implante. Adequadamente, como melhor visto em FIGS. 2B e 2D, a região de anti-rotação 44 é substancialmente cilíndrica e inclui três protrusões 60. As protrusões 60 se alongam preferivelmente ao longo do comprimento inteiro da região de anti-rotação 44 e tem uma forma de semicirculo. As protrusões 60 são organizadas separadamente ao redor do perímetro da região de indexação 44 aproximadamente 120 graus em relação ao eixo de centro do pilar final 38.
Como com a câmara de anti-rotação 36 do implante 10, deveria ser apreciado que o pilar 38 pode ser configurado sem a região de anti-rotação 44. Porém, é preferido que o pilar 38 inclua a anti-rotação 44 porque ajuda a prevenir rotação relativa entre o implante 10 e o pilar final 38. Também deveria ser apreciado que a região de anti-rotação 44 pode ser formada em uma variedade ampla de outras formassatisfatórias que podem ser usadas com eficácia para prevenir a rotação do implante 10 e o pilar final 38.
Abaixo da região de indexação 44 está o pino 46. 0 pino 4 6 é substancialmente cilíndrico e é de tamanho e dimensionado para se ajustar dentro da câmara receptora de pino 32 do implante 10. Como mencionado acima, o pino 36 prove apoio lateral ao pilar 38 quando é colocado no implante 10. Porém, deveria ser apreciado em uma modalidade modificada que o pilar 38 pode ser configurado sem o pino 46.
Virando agora para as FIGS. 3A e 3B, o parafuso de acoplamento 62 é de tamanho e dimensionado para se alongar pelo furo interno 52 do pilar final 38 e para acoplar o pilar final 38 ao implante 10. Como com o pilar final 38, o parafuso de acoplamento 62 é preferivelmente feito de uma liga de titânio de grau dentário. Porém, podem ser usados outros materiais satisfatórios.
O parafuso de acoplamento 62 tem uma região inferior externamente rosqueada 64. A região inferior rosqueada 64 é de tamanho e dimensionada para se ajustar às roscas da câmara rosqueada 30 do implante 10 (veja FIG. 1C). A região inferior rosqueada 64 também pode se ajustar às roscas de captura que podem ser formadas na segunda região 56 do pilar final 38. Em tal arranjo, o parafuso de acoplamento62 se conecta às roscas de captura de forma que o parafuso de acoplamento 62 não seja desassociado quando o pilar final 38 é transferido e colocado na boca do paciente.
0 parafuso de acoplamento 62 ilustrado também inclui vantajosamente um recesso hexagonal 70, localizado dentro de uma cabeça 72 do parafuso 62. 0 recesso hexagonal 70 permite a inserção de uma ferramenta hexagonalmente moldada como uma chave de porcas Allen® convencional que pode ser usada para aplicar força rotativa ao parafuso de acoplamento 62. A cabeça 72 também inclui vantajosamente roscas externas 74, que são formadas na superfície externa 75 da cabeça 72. Serão descritos abaixo o propósito e função das roscas externas 74. Alternativamente, as roscas 74 podem ser formadas internamente dentro do recesso 70.
Em modalidades modificadas, o pilar final pode ser acoplado ao implante dentário em outros modos. Por exemplo, o pilar final pode incluir configurado, um pino rosqueado que é adaptado para ser recebido dentro da câmara rosqueada 30 do implante 10. Uma vantagem de tal arranjo é que o pilar final pode ser prendido ao implante sem um parafuso de acoplamento.
As FIGS. 4A-4F ilustram uma modalidade de uma tampa de cicatrização 76 que pode ser usada para cobrir o pilar 38 depois, por exemplo, cirurgia de fase dois. A tampa decicatrização 76 pode ser feita de um polímero sintético, como, por exemplo, poliéster ou fibra sintética. Porém, deveria ser apreciado que também podem ser usados outros materiais satisfatórios. A tampa de cicatrização 76 é preferivelmente branca ou perto da cor do dente natural de forma que isto tenha uma aparência natural quando é colocada na boca do paciente.
A tampa de cicatrização 76 inclui uma superfície interna 77 que define uma cavidade interna 78. A superfície interna 77 define uma abertura de fundo 82. A superfície interna 77 é de tamanho e dimensionada tal que a tampa de cicatrização se ajusta sobre a região superior 40 do pilar 38. Com referência particular a FIG. 4A, a superfície interna 77 inclui uma parada preferivelmente para limitar avanço da tampa de cicatrização 76 sobre o pilar 38, como, uma superfície de base 84 que é de tamanho e dimensionada para descansar contra a porção flangeada 4 5 do pilar final 38. Veja também a FIG. 4C.
Embora não ilustrado, a tampa de cicatrização 76 pode incluir um flange de retração de tecido que é de tamanho e dimensionado tal que quando a tampa de cicatrização 76 é colocada no pilar 38 esta se estende além de pelo menos o pilar superior do apoio 47 do pilar final 38.Como melhor visto nas FIGS. 4A, 4D e 4F, a tampa de cicatrização 76 preferivelmente tem uma parte de junção complementar 5 formada dentro da superfície interna 77 e configurada para se ajustar a parte de junção 3 do pilar 38 descrita em FIG. 2E. Na modalidade ilustrada, a parte de junção complementar 5 inclui uma pluralidade de estruturas denteadas 7, que incluem protrusões 9 configuradas para se ajustar a ranhura 53 preferivelmente em um encaixe rápido. Na modalidade preferida, as estruturas denteadas 7 se inclinam intimamente quando as estruturas denteadas avançam no furo interno 52 e desta maneira se expandem e as protrusões 9 entram na ranhura 53. Claro que, aqueles com habilidade na técnica reconhecerão outras configurações para prover um encaixe rápido entre os dois componentes. Por exemplo, a tampa 76 pode incluir um recesso posicionado em um pino configurado para se ajustar a uma protrusão formada no furo 52. Além disso, como mencionado acima, as partes 3,5 podem ser configuradas para encaixes de fricção e/ou de interferência. Preferivelmente, as partes 3,5 são posicionadas no pilar 37 e a tampa 7 6 tais que eles são geralmente protegidos de materiais dentro da boca, desta maneira, as partes 3,5 não são danificadas quando eles são inseridos dentro do paciente. Na modalidade ilustrada, as partes 3,5 são protegidas provendo um acoplamento dentrodo furo 52 e/ou geralmente em uma porção superior da tampa 76 e pilar 38, distanciado do apoio 47.
Como com o pilar final 38, deveria ser apreciado que embora os cortes transversais ilustrados da tampa de cicatrização 7 6 são redondos, em arranjos modificados, os cortes transversais podem ser não-redondos. Por exemplo, os cortes transversais podem ter um corte transversal não-redondo que se assemelha ao corte transversal de um dente natural.
Em uso, o cirurgião coloca o implante 10 tipicamente primeiro no osso maxilar do paciente durante cirurgia de fase dois. Uma tampa de cicatrização é colocada em cima do implante. O paciente retorna para casa para um primeiro periodo curativo que é tipicamente quatro a dez meses. Em fase três, o cirurgião faz uma incisão para expor o implante 10 e remove o tampa de cicatrização. O cirurgião parte de junção o pilar final 38 desta maneira ao implante 10 com o parafuso de acoplamento 62. O cirurgião coloca a tampa de cicatrização 7 6 desta maneira em cima do pilar final 38 e conecta às partes 3, 5, no pilar e tampa de cicatrização respectivamente, para acoplar a tampa de cicatrização 76 ao pilar 38. Na modalidade ilustrada, o cirurgião pressiona a tampa de cicatrização 76 sobre o pilar 38 até as partes 3, 5 se acoplem em um encaixe rápido.Adequadamente, a tampa de cicatrização 76 é segurada com firmeza contra o pilar final 38. A tampa de cicatrização 76 ajuda a controlar a cura e crescimento do tecido de gengiva do paciente ao redor do local de implante. A tampa de cicatrização 76 também melhora a aparência da boca do paciente e proporciona ao paciente uma superfície de mastigação temporária. Se desejar, a tampa de cicatrização 76 também pode ser usada para apoiar uma restauração temporária e/ou pode ela mesma ser moldada na forma de uma restauração temporária.
0 paciente volta para casa desta maneira para um segundo período curativo. 0 paciente volta então ao cirurgião. 0 cirurgião pode arrancar a tampa de cicatrização 76 do pilar 38. Neste momento, o cirurgião leva a impressão da boca do paciente para registrar a posição, orientação e forma do pilar dentro da boca. Em um arranjo modificado, o pilar 38 pode ser prendido durante uma tradicional cirurgia de fase dois. Em tal arranjo, pode ser deixada também uma impressão do pilar final 38 durante fase dois antes da tampa de cicatrização 76 ser prendida ao pilar 38. Ainda um arranjo modificado, um pilar provisório que tem pelo menos preferivelmente uma altura igual para a espessura do tecido gengiva1 pode ser usado durante o primeiro e/ou segundo periodo curativo.Em uma modalidade modificada, podem ser combinados o implante dentário e pilar em um componente único integral ou permanentemente acoplado 200 que são mostrados nas FIGS. 5A-5E. Nesta modalidade, o pilar 381 e implante 101 podem ser configurados substancialmente como descrito acima. De acordo com, a modalidade ilustrada, o implante 101 tem um furo interno 52 que compreende uma região superior 54 e uma região inferior 56 que são preferivelmente desrosqueadas. A região superior 54 preferivelmente inclui uma parte de junção 3 que é uma ranhura 53 circunferencialmente estendido como descrito acima. Adicionalmente, a região superior 541 tem uma ou mais partes anti-rotativas (por exemplo, aberturas 55 longitudinalmente estendidas) que pode ser acoplada por uma ferramenta (por exemplo, uma chave de porca) para dirigir o implante 200 no paciente. As aberturas 55 se estendem entre a ranhura 53 e a região inferior rosqueada 56.
O tampa de cicatrização 76 pode ser acoplada ao implante 200 como descrito acima.
FIGS. 6A-F ilustram uma modalidade de uma tampa de impressão 120 tendo certas características e vantagens de acordo com a presente invenção. Como será explicado abaixo, a tampa de impressão 120 pode ser usada para levar uma impressão de um pilar, como descrito acima. Desta maneira,pode ser registrada a forma da posição e/ou orientação do pilar e o implante. Esta informação pode ser usada desta maneira para construir uma restauração final como é conhecido na técnica.
A tampa de impressão ilustrada 120 compreende um corpo 122 com uma extremidade próximal 124 e uma extremidade distal 126. O corpo 122 é preferivelmente feito de plástico moldável elástico e/ou polimero, como, por exemplo, policarbonato. O corpo 122 define uma superfície interna 128 que forma uma cavidade interna 130. A cavidade interna 130 é configurada tal que a tampa de impressão 120 pode se ajustar sobre a região superior 40 do pilar 38. Como melhor visto na FIG. 6C, a superfície interna 128 compreende uma parede lateral 134 e teto 136.
A tampa de impressão 120 é configurada para se ajustar ao pilar 38 preferivelmente. Especificamente, a tampa de impressão inclui uma parte de junção complementar 132 que pode ser configurada como descrito acima por se acoplar a parte de junção 3 do implante 10, 200. Na modalidade ilustrada, a tampa de impressão 120 se conecta ao implante 10, 200 em um encaixe rápido que é alcançado proporcionando a tampa 120 uma pluralidade de estruturas denteadas resilientemente dobráveis 150 com protrusões 152 configuradas para se ajustar a ranhura 53 de um pilar, comodescrito nas FIGS. 2E-F, em um encaixe rápido. Claro que, como mencionado acima, aqueles com habilidade na técnica reconhecerão outras configurações para prover um encaixe rápido entre os dois componentes. Por exemplo, a tampa 120 pode incluir um recesso posicionado em um pino configurado para se ajustar a uma protrusão formada no furo 52. Além disso, como mencionado acima, as partes 3, 132 podem ser configuradas para encaixes de fricção e/ou de interferência. Preferivelmente, as partes 3, 132 são posicionadas no pilar 37 e tampa 120 tais que eles geralmente são protegidos de materiais dentro da boca e em particular o material de impressão que é colocado eventualmente ao redor da tampa 120. Desta maneira, as partes 3, 150 não são danificadas ou inibidas.
Com referência às FIGS. 6A-C e 6F, a tampa de impressão 120 inclui preferivelmente uma ou mais partes de engate 160. Como será explicado abaixo em mais detalhes, a parte de engate 160 facilita o agarre e retenção da tampa de impressão 120 dentro de uma moldeira de impressão. A uma ou mais partes de engate preferivelmente define pelo menos uma superfície de interferência 162 que se situa geralmente transversal a um eixo longitudinal 164 da tampa de impressão. Na modalidade ilustrada, a parte de engate 160 compreende um ou mais flanges 166, que são posicionados naextremidade distai 126 do corpo principal 122. Em certas modalidades, o (s) flange(s) 166 pode(m) incluir uma pluralidade de buracos passantes 168 (veja também FIG. 6B) que se estende pelos quatro cantos do flange 166.
É formada uma pluralidade de protrusões compridas 180 na parede lateral e de tamanho para se ajustar às ranhuras 51 do pilar 38, quando a tampa de impressão 120 é posicionada no mesmo. As protrusões 180 e ranhuras 51 assim combinam para substancialmente prevenir a rotação da tampa de impressão 120 em relação ao pilar 38.
A tampa de impressão 120 tem superfícies anguladas 182 na extremidade proximal 124 que é configurada para limitar contra a porção sobressaída 45 do implante 10 quando a tampa de impressão 120 é posicionada na mesma.
Deveria ser apreciado que, embora as modalidades ilustradas do implante, pilar, tampa de cicatrização e tampa de impressão têm cortes transversais redondos, em arranjos modificados, os cortes transversais de um ou mais destes componentes podem ser não-redondos.
Em uso, a tampa de impressão 120 pode ser usada para tomar uma impressão do pilar final 38 e/ou registrar a orientação do implante 10. Pode ser tomada tal impressão durante fase dois ou fase três como julgado efetivo pelo médico dentário. O cirurgião rompe a tampa de impressão 120sobre o pilar 38. Uma impressão é pref erivelmente então tomada do arco inteiro ou quadrante se a boca do paciente. Isto tipicamente envolve o uso de uma moldeira de impressão em U (não mostrada) que está preenchida com um material de impressão. A moldeira é inserida na boca sobre a tampa de impressão 120. Como tal, a tampa de impressão 120 é fica embutida no material de impressão. A superfície de interferência 162 da tampa 120 facilita o engate mecanicamente entre o material de impressão e a tampa de impressão 120. Tal engate mais adiante é aumentado pelos buracos 168.
Quando o material de impressão é estabelecido, a moldeira 190 é afastada da boca. A tampa de impressão 120 permanece embutida na material de impressão 192 e é assim desacoplado do pilar 38 como a moldeira 190 é removida. A moldeira é então enviada para um laboratório dentário e é usada por um técnico dentário para fabricar uma restauração final (i.e., uma prótese dentária). Um análogo (descrito abaixo) do pilar pode ser colocado dentro da tampa de impressão, com a mesma orientação axial como o pilar 38 e o implante 10 na boca do paciente. A moldeira de impressão é então preenchida ou coberta com gesso-pedra dentário ou qualquer material de modelagem. Depois que o material de modelagem é preparado, o modelo está separado da impressão.O modelo é uma reprodução precisa do local de implante e permite ao técnico dentário fabricar a restauração final para o paciente na própria posição em alinhamento axial e rotacional.
Em uma modalidade, o pilar, tampa de cicatrização e/ou tampa de transferência são vendidos e empacotados juntos como um equipamento.
Figuras 7A-7D ilustram um análogo 400 exemplar do pilar 38 ou implante dentário 200 descrito acima com referência às FIGS. 2A-2F e FIGS. 5A-5E. O análogo 400 inclui uma região superior 402 que tem substancialmente a mesma forma e tamanho que a região superior 40 do pilar 38. Adequadamente, a região superior 402 do análogo 400 ilustrado também inclui uma fenda ou ranhura 51. 0 análogo 400 também inclui uma região inferior 404 que é configurada para ser retida dentro, por via de exemplo, um modelo de gesso de gesso-pedra da boca do paciente como é conhecido na técnica.
0 análogo 400 também inclui uma furo 406 interna com um acoplamento caracterize 3 que podem ser configurados como descrito para se ajustar figura de acoplamento complementar de outro componente acima. Em particular, como mencionado acima, o análogo pode ser inserido na tampa de impressão 120 para levar a mesma orientação axial como opilar 38 e o implante 10 na boca do paciente. A moldeira de impressão está desta maneira cheia ou coberta com gesso-pedra dentário ou qualquer material de modelagem. A região inferior 404 do análogo 400 está embutida no material de modelagem. Depois que o material de modelagem fixasse que o modelo está separado da impressão. O modelo é uma reprodução precisa do local de implante e permite o técnico dentário para fabricar a restauração final para o paciente na própria posição em alinhamento axial e rotacional.
Figuras 8A-D ilustram uma coifa 500 que pode ser usado para fabricar a restauração final. A coifa 500 ilustrada é configurada para combinar com o pilar exemplar 38 (ou implante 300) e análogo 400 descrito acima. Claro que, aqueles qualificados na técnica reconhecerão que a coifa ilustrada pode ser modificada para combinar com suportes e análogos de formas diferentes e tamanhos.
A coifa 500 compreende um corpo principal 502. O corpo principal 502 inclui uma superfície interna 506 que define uma cavidade interna 504. A superfície interna 506 é configurada tal que a coifa 500 pode se ajustar sobre a região superior 402 do análogo 400 e o pilar final 38 descrito acima. Adequadamente, a coifa 500 inclui pelo menos um membro anti-rotação 510 que é configurado para combinar com o recesso 51 do análogo e recesso do pilarpara prevenir a rotação da coifa 500 em relação ao análogo 400 e/ou o pilar 38.
A superfície interna pode incluir um ou mais pés ou retraimentos (não mostrado). Veja por exemplo, Patente US número 6,672,871, o conteúdo integral da qual está por este meio aqui incorporado através de referência.
A superfície interna 506 preferivelmente também inclui uma porção flangeada 512. A porção flangeada 512 é configurada para descansar em uma porção inferior ou apoio do análogo 400 e o pilar 38. Preferivelmente, a porção flangeada é de tamanho e configurada tal que a coifa é centrada no análogo.
Em uma modalidade, a coifa 500 é usada com técnicas de fundição de precisão para criar uma coifa de metal que com uma superfície interna substancialmente semelhante a superfície interna 506 da coifa 500. Neste método, a coifa 500 é preferivelmente feita de plástico ou outro material satisfatório para fundição de precisão. O técnico aplica, por via de exemplo, cera à superfície exterior 514 da coifa 500 para formar um modelo de uma coifa de metal. 0 técnico remove a cera e a coifa 500 do análogo 4 00 e encaixa a combinação em um material de revestimento. O material de revestimento é então aquecido para remover a cera e a coifa 500. O técnico enche o material de revestimento com ummetal, como, por exemplo, ouro ou outro material satisfatório. Quando o metal solidifica, o material de revestimento é quebrado para libertar a coifa de metal. Para formar a restauração final, uma tampa de porcelana ou outro material satisfatório semelhante a dente é prendido a coifa de metal usando técnicas bem conhecidas. A coifa de metal prove força estrutural e rigidez à restauração final. A restauração final pode ser acoplada ao pilar 38 ou implante 300 usando cimento, parafusos ou outras técnicas bem conhecidas.
Em uma modalidade modificada, a coifa 500 é feito de material satisfatório para formar parte de uma restauração final como, por exemplo, ouro ou um material cerâmico. Preferivelmente, o material é um material de metal de fusão cerâmico para qual, por via de exemplo, a porcelana pode ser fundida diretamente. A coifa 500 tem substancialmente a mesma forma e tamanho como a coifa de plástico descrita acima. Porque a coifa 500 é feita de um material bastante áspero, a coifa pode formar parte da restauração final. Quer dizer, uma tampa feita de porcelana ou outro material satisfatório pode ser prendida diretamente na coifa 500, formando assim a restauração final.Em uma modalidade, o pilar, tampa de cicatrização, coifa, análogo e/ou tampa de transferência são vendidos e empacotados juntos como um equipamento.
Embora a invenção tenha sido descrita no contexto de certas modalidades preferidas e exemplos, será entendido por aqueles qualificados na técnica que a presente invenção se estende além das modalidades especificamente descritas para combinações, sub-combinações, outras modalidades alternativas e/ou usos da invenção e modificações óbvias e equivalentes das mesmas. Desta maneira, é planejado que o escopo da presente invenção aqui descrita não deveria ser limitada pelas modalidades particulares descritas relatadas acima, mas deveria ser determinado somente por uma leitura justa das reivindicações que seguem.

Claims (20)

1. Componente de implante dentário caracterizado pelo fato de que o componente compreende:uma extremidade distai que inclui uma superfície superior;uma extremidade proximal que define uma abertura; uma superfície interna que define uma cavidade interna; epelo menos uma estrutura denteada resilientemente dobrável disposta na cavidade interna, a estrutura denteada configurada para liberadamente se conectar a uma ranhura formada em um furo de um pilar protético.
2. Componente de implante dentário, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a pelo menos uma estrutura denteada é configurada para se conectar a ranhura do pilar em um encaixe rápido.
3. Componente de implante dentário, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a pelo menos uma estrutura denteada inclui uma protrusão formada em uma superfície exterior a estrutura denteada, a protrusão de tamanho e dimensionada para se conectar à ranhura correspondente do pilar protético de um encaixe rápido.
4. Componente de implante dentário, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de ainda compreender uma ou mais partes de engate para facilitar o agarre e retenção do componente dentro de material de impressão.
5. Componente de implante dentário, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a uma ou mais partes de encaixe compreendem um flange que define uma superfície de interferência que se situa geralmentetransversal a um eixo longitudinal do componente.
6. Componente de implante dentário, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o flange é posicionado na extremidade distai da tampa de impressão.
7. Componente de implante dentário, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o flange inclui um ou mais buracos passantes.
8. Componente de implante dentário, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que a superfície interna compreende uma superfície superior que geralmente fica de frente para a extremidade proximal do componente e em que a pelo menos uma estrutura denteada resilientemente dobravel se estende proximamente a superfície superior.
9. Sistema de implante dentário caracterizado pelofato de que o sistema compreende: um implante dentário;um pilar compreendendo uma região superior e um furo interno que tem uma parte de junção posicionada no mesmo;um componente de combinação, tendo a extremidade proximal que define uma abertura; uma superfície interna que define uma cavidade interna para receber a região superior do pilar e uma parte de junção complementar disposta na cavidade interna e configurada se acoplar livremente a parte de junção dentro da furo interno.
10. Sistema dentário, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que as partes de j unção e as partes de junção complementares são configuradas para prover um encaixe rápido.
11. Sistema dentário, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que as partes de junção e as partes de junção complementares são configuradas para prover um encaixe de interferência.
12. Sistema dentário, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o componente dentário é uma tampa de transferência com partes para acoplar material de impressão.
13. Sistema dentário, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o componente dentário é uma tampa de cicatrização.
14. Sistema dentário, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o pilar é acoplado ao implante por um parafuso.
15. Sistema dentário, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o pilar é formado integralmente com o implante dentário.
16. Método para acoplar um componente dentário a um pilar de um sistema de implante dentário, caracterizado pelo fato de que o método compreende:posicionar um componente dentário que tem uma cavidade interna sobre uma porção superior de um pilar; epressionar o componente dentário sobre o pilar até uma parte de junção dentro da tampa de transferência se conecte a uma parte de junção complementar dentro de furo do pilar.
17. Método para acoplar uma tampa de cicatrização a um pilar, caracterizado pelo fato de que compreende:posicionar uma tampa de cicatrização sobre o pilar; epressionar a tampa de cicatrização contra o pilaraté uma parte de j unção na tampa de cicatrização se conecte a uma parte de junção complementar dentro do furo do pilar.
18. Método, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que pressionar o componente dentário sobre o pilar compreende acoplar a parte de junção dentro da cavidade interna em um encaixe rápido com a parte de junção complementar.
19. Método, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que pressionar o componente dentário sobre o pilar compreende acoplar a parte de junção dentro da cavidade interna em um encaixe de fricção com a parte de junção complementar.
20. Método, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que ainda compreende inserir o componente dentário em uma moldeira de impressão e remover a moldeira de impressão para desacoplar o componente dentário do pilar.
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