BRPI0608938A2 - artigo abrasivo que apresenta cromóforo ativado por meio de reação - Google Patents

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BRPI0608938A2
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Saint Gobain Abrasives Inc
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Abstract

ARTIGO ABRASIVO QUE APRESENTA CROMóFORO ATIVADO POR MEIO DE REAçãO. A presente invenção refere-se a um artigo abrasivo que apresenta uma camada, incluindo um constituinte epóxi, um fotoiniciador catiónico no constituinte epóxi, e um colorante latente configurado para alterar cor em resposta a ativação do fotoiniciador catiónico.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ARTIGO ABRASIVO QUE APRESENTA CROMÓFORO ATIVADO POR MEIO DE REAÇÃO".
Campo Técnico
A presente invenção refere-se a artigos abrasivos e a métodos
para formação desses artigos abrasivos. Fundamento da Invenção
Artigos abrasivos, tais como abrasivos revestidos e abrasivos ligados, são usados em várias indústrias para usinar peças de trabalho, tal como por meio de esmerilhamento, esmerilhamento de precisão ou polimen-to. Usinagem utilizando artigos abrasivos cobre um amplo campo industrial • de indústrias ópticas, passando pelas indústrias de reparo de tintas automotivas, a indústrias de fabricação de metais. Em cada um desses exemplos, as fábricas usam abrasivos para remover excesso de material ou afetar ca-racterísticas superficiais de produtos.
Características superficiais incluem brilho, textura e uniformidade. Por exemplo, fabricantes de componentes metálicos usam artigos abrasivos para apurar e polir superfícies, e freqüentemente desejam uma superfície uniformemente lisa. Similarmente, fabricantes de produtos ópticos dese-jam artigos abrasivos que produzam superfícies sem defeito para impedir difração e espalhamento de luz.
Os fabricantes também desejam artigos abrasivos que apresentem uma alta taxa de remoção de material em certas aplicações. Entretanto, há com freqüência um impasse entre taxa de remoção e qualidade da super-fície. Artigos abrasivos de grãos mais finos tipicamente produzem superfícies mais lisas, todavia apresentam taxas de remoção de material menores. Taxas de remoção de material mais baixas conduzem a produção mais lenta e aumento de custo.
Particularmente no contexto de artigos abrasivos de grãos finos, abrasivos comercialmente disponíveis apresentam uma tendência a deixar defeitos aleatórios na superfície, tais como arranhões que são mais profundos do que os arranhões médios provenientes de remoção de material. Taisarranhões poderão ser causados por grãos que se destacam do artigo abra-sivo, produzindo endentações onduladas. Quando presentes, esses arranhões espalham luz, reduzindo a claridade ópticas em lentes ou produzindo turvação ou um acabamento velado em peças de metal decorativas. Tais arranhões também proporcionam pontos de nucleação ou ponto de ligação que reduzem as características de liberação de uma superfície. Por exemplo, arranhões em equipamento sanitário permitem que bactérias se liguem às superfícies, e arranhões em reatores polidos permitem formação de bolhas e atuam como características superficiais para iniciar reações indesejá- veis.
Perda de grãos também degradam a eficácia de artigos abrasi-vos, levando a substituição freqüente. Substituição freqüente de artigos a-brasivos é oneroso para fabricantes. Como tal, artigos abrasivos aperfeiçoados e métodos para produção de artigos abrasivos seriam desejáveis.
Descrição da Invenção
Em uma modalidade particular, um artigo abrasivo apresenta uma camada que inclui um constituinte epóxi, um fotoiniciador catiônico no constituinte epóxi e um colorante latente configurado para mudar de cor em resposta a ativação do fotoiniciador catiônico.
Em uma outra modalidade exemplar, um artigo abrasivo incluiuma matriz polimérica, um cromóforo ativado por meio de reação na matriz polimérica e grãos abrasivos particulados.
Em uma modalidade adicional exemplar, um artigo abrasivo inclui um cromóforo ativado por meio de reação.
Em uma modalidade adicional exemplar, um método de produ-ção de um artigo abrasivo inclui iniciar um processo de cura em uma peça de trabalho para artigo abrasivo. A peça de trabalho para artigo abrasivo inclui um precursor polimérico e um colorante latente. O colorante latente é configurado para mudar de cor em resposta a cura. O método também inclui determinar uma cor-alvo da peça de trabalho para artigo abrasivo e terminar o processo de cura quando a peça de trabalho para artigo abrasivo exibe a cor-alvo.Em uma outra modalidade exemplar, um método de controle de qualidade de um produto abrasivo inclui formar um produto abrasivo que compreende uma matriz polimérica e um cromóforo ativado por meio de reação. O cromóforo ativado por meio de reação é configurado para exibir uma 5 característica de cor com base em um estado de cura. O método também inclui inspecionar o produto abrasivo com base na característica de cor e categorizar o produto abrasivo com base na característica de cor. Em uma modalidade adicional exemplar, um artigo abrasivo inclui uma camada padronizada para formar uma estrutura superficial. A camada inclui um 10 material que compreende uma matriz polimérica e um cromóforo ativado por meio de reação, e inclui grãos abrasivos ligados à camada. Descrição Concisa dos Desenhos
A presente descrição poderá ser entendida melhor, e suas numerosas características e vantagens tornadas evidentes àqueles versados 15 no estado da técnica, mediante referência aos desenhos acompanhantes.
A figura 1 inclui uma ilustração de um artigo abrasivo revestido
exemplar.
A figura 2 inclui uma ilustração de um artigo abrasivo estruturado
exemplar.
A figura 3 inclui uma ilustração de um artigo abrasivo ligado e-
xemplar.
O uso dos mesmos símbolos de referência em diferentes desenhos indica itens similares ou idênticos. Modalidades para Realização da Invenção
Em uma modalidade particular, a descrição refere-se a um artigo
abrasivo que apresenta uma camada que é formada de uma matriz polimérica. A matriz polimérica inclui um cromóforo ativado por meio de reação configurado para indicar um estado de cura. Em uma modalidade exemplar, o cromóforo reativo inclui um colorante latente e um subproduto de cura. Por
exemplo, o subproduto de cura poderá ser um subproduto de ativação de um fotoiniciador. O artigo abrasivo poderá também incluir grãos abrasivos parti-culados.Em uma outra modalidade, a descrição refere-se a um métodode produção de um artigo abrasivo. O método inclui iniciar um processo decura em uma peça de trabalho, determinar uma cor-alvo exibida pela peçade trabalho e terminar o processo de cura com base na cor-alvo. O processo de cura poderá incluir fotocura ou cura térmica.
Em uma modalidade adicional exemplar, a descrição refere-se aum método de controle de qualidade de um produto abrasivo. O método in-clui formar um produto abrasivo que apresenta uma matriz polimérica e umcromóforo ativado por meio de reação, inspecionar o produto abrasivo em
relação a uma cor característica e categorizar o produto abrasivo com basena característica de cor. A característica de cor poderá, por exemplo, seruma cor-alvo ou uniformidade de cor.
Geralmente, o artigo abrasivo é formado curando uma formula-ção de ligante. A formulação de ligante tipicamente inclui precursores poli-
méricos ou constituintes polimerizáveis. Por exemplo, a formulação de ligan-te poderá incluir constituintes cationicamente polimerizáveis ou poderá incluirconstituintes polimerizáveis via radicais. Adicionalmente, a formulação deligante inclui um catalisador ou um iniciador, tal como um fotoiniciador ou uminiciador térmico, para iniciar e facilitar a cura. Em uma modalidade particu-
lar, a formulação de ligante inclui um colorante latente. O colorante latentepoderá reagir com subprodutos da cura, tais como espécies derivadas deiniciadores ativados, para mudar de cor.
O artigo abrasivo também inclui partículas abrasivas. Em umamodalidade, a formulação de ligante é usada como uma camada flexível,
uma camada intermediária de adesivo ou uma camada adesiva em um artigoabrasivo revestido. Grãos abrasivos poderão ser depositados sobre a cama-da intermediária de adesivo e receber uma camada superior adesiva. Emuma outra modalidade, os grãos abrasivos são misturados com a formulaçãode ligante, um molde é enchido com a mistura e a mistura é curada para
formar um artigo abrasivo ligado.
Em uma modalidade exemplar, a formulação de ligante inclui umconstituinte cationicamente polimerizável. Por exemplo, o constituinte catio-nicamente polimerizável poderá apresentar grupos funcionais epóxi ou gru-pos funcionais oxerano.
Os constituintes que incluem grupos funcionais epóxi, tambémreferidos como constituintes epóxi, são cationicamente curáveis, o que signi- fica que polimerização ou reticulação do grupo epóxi poderá ser iniciada porcátions. Os constituintes epóxi podem ser monômeros, oligômeros ou polí-meros e são às vezes referidos como "resinas". Tais materiais poderão a-presentar uma estrutura alifática, aromática, cicloalifática, arilalifática ou he-terocíclica. Os constituintes epóxi poderão incluir grupos epóxi como grupos laterais, ou os grupos epóxi poderão formar parte de um sistema de anelalicíclico ou heterocíclico. Grupos epóxi poderão também ser ligados em, porexemplo, cadeias principais que contêm siloxano.
O constituinte epóxi poderá, por exemplo, incluir pelo menos umcomponente líquido, tal que a combinação de materiais seja um líquido. As- sim, o constituinte epóxi pode ser um único material epóxi líquido, uma com-binação de materiais epóxi líquidos ou uma combinação de material(ais) e-póxi líquido(s) e material(ais) epóxi sólido(s) solúvel(eis) no líquido.
Um exemplo de um constituinte epóxi adequado inclui éster poli-glicidílico ou poli(metilglicidílico) de ácido policarboxílico, éter poli(oxiranílico) de poliéter, ácido graxo insaturado epoxidado ou qualquer combinação des-tes. O ácido policarboxílico pode ser alifático, tais como, por exemplo, ácidoglutárico, ácido adípico e similares; cicloalifático, tal como, por exemplo, áci-do tetraidroftálico; ou aromático, tal como, por exemplo, ácido itálico, ácidoisoftálico, ácido trimelítico ou ácido piromelítico; ou qualquer combinações destes. O poliéter pode ser poli(óxido tetrametileno). Poderá ser usado umaducto terminado em carbóxi, por exemplo, de ácido trimelítico ou poliol, talcomo, por exemplo, glicerol ou 2,2-bis(4-hidroxicicloexil)propano. Um ácidograxo insaturado epoxidado poderá ser obtido de, por exemplo, óleo de li-nhaça ou óleo de perila.
Um constituinte epóxi adequado poderá incluir éter poliglicidílico ou poli(metilglicidílico) obtenível pela reação de um composto que apresentapelo menos um grupo hidróxi alcoólico ou grupo hidróxi fenólico livre e umaepicloridrina adequadamente substituída. O álcool pode ser álcool acíclico,tal como, por exemplo, etilenoglicol, dietilenoglicol ou poli(oxietileno)glicolsuperior; cicloalifático, tal como, por exemplo, 1,3- ou 1,4-diidroxicicliexano,bis(4-hidroxicicloexil)metano, 2,2-bis(4-hidroxicicloexil)propano ou 1,1- bis(hidroximetil)cicloex-3-eno; ou contém núcleos aromáticos, tal como N,N-bis(2-hidroxietil)anilina ou p,p'-bis(2-hidroxietilamino)difenilmetano.
Alternativamente, o constituinte epóxi poderá ser derivado defenol mononuclear, tal como, por exemplo, de resorcinol ou hidroquinona, oupoderá basear-se em fenol polinuclear, tal como, por exemplo, bis(4-
hidroxifenil)metano (bisfenol F), 2,2-bis(4-hidroxifenil)propano (bisfenol A) ouem produtos de condensação, obtidos sob condições ácidas, de fenol oucresol com formaldeído, tal como fenol novolac ou cresol novolac.
Um constituinte epóxi adequado alternativamente poderá incluircomposto de poli(N-glicidila), que é, por exemplo, obtenível por desidroclora-
ção do produto de reação de epicloridrina com uma amina que compreendepelo menos dois átomos de hidrogênio na amina, tais como, por exemplo, n-butilamina, anilina, toluidina, m-xilileno diamina, bis(4-aminofenil)metano oubis(4-aminofenil)metano. Um composto de poli(N-glicidila) exemplar tambéminclui um derivado N,N'-diglicidila de cicloalquilenouréia, tal como etilenou-
réia ou 1,3-propilenouréia, ou um derivado N,N'-diglicidila de hidantoína, talcomo de 5,5-dimetil-hidantoína.
Um exemplo adicional de um constituinte epóxi adequado incluicomposto de poli(S-glicidila), que é um derivado di-S-glicidila, que é derivadode ditiol, tal como, por exemplo, etano-1,2-ditiol ou éter bis(4-
mercaptometilfenílico).
Um exemplo adicional de um constituinte epóxi adequado é éterbis(2,3-epoxiciclopentílico), éter 2,3-epoxiciclopentilglicidílico, 1,2-bis(2,3-epoxiciclopentilóxi)etano, éter bis(4-hidroxicicloexil)metano diglicidílico, éter2,2-bis(4-hidroxicicloexil)propano diglicidílico, 3,4-epoxicicloexilmetil-3,4-
epoxicicloexano, 3,4-epóxi-6-metilcicloexilmetil-3,4-epóxi-6-metilicloexanocarboxilato, di(3,4-epoxicicloexilmetil)-hexanodioato, di(3,4-epóxi-6-metilcicloexilmetil)-hexanodioato, etilenobis(3,4-epoxicicloexanocarboxilato), éter etanodioldi(3,4-epoxicicloexilmetílico), dió-xido de vinilcicloexano, diepóxido de diciclopentadieno, .alfa.-(oxiranilmetil)-.ômega.-(oxiranilmetóxi)poli(óxi-1,4-butanodiíla), éter diglicidílico de neopen-tilglicol ou 2-(3,4-epoxicicloexil-5,5-espiro-3,4-epóxi)cicloexano-1,3-dioxano, ou qualquer combinação destes.
Uma resina epóxi em que os grupos 1,2-epóxi ligam-se a dife-rentes heteroátomos ou grupos funcionais poderá também ser útil. Tal com-posto inclui, por exemplo, o derivado N,N,0-triglicidila de 4-aminofenol, oéter glicidílico éster glicidílico de ácido salicílico, N-glicidil-N'-(2-
glicidiloxipropil)-5,5-dimetil-hidantoína, 2-glicidilóxi-1,3-bis(5,5-dimetil-glicidil-hidantoin-3-il)propano ou qualquer combinação destes.
Adicionalmente, um aducto pré-reagido dessa resina epóxi comum endurecedor é adequado para resina epóxi. Uma mistura de constituintesepóxi poderá também ser usada na formulação de ligante.
Em uma modalidade particular, um constituinte epóxi inclui die-
póxido cicloalifático. Um diepóxido cicloalifático exemplar é éter bis(4-hidroxicicloexil)metano diglicidílico, éter 2,2-bis(4-hidroxicicloexil)propanodiglicidílico, 3,4-epoxicicloexilmetil-3,4-epoxicicloexanocarboxilato, 3,4-epóxi-6-metilcicloexilmetil-3,4-epóxi-6-metilicloexanocarboxilato, di(3,4-
epoxicicloexilmetil)-hexanodioato, di(3,4-epóxi-6-metilcicloexilmetil)-hexanodioato, etilenobis(3,4-epoxicicloexanocarboxilato), éter etanodiol-di(3,4-epoxicicloexilmetílico), 2-(3,4-epoxicicloexil-5,5-espiro-3,4-epóxi)cicloexano-1,3-dioxano ou qualquer combinação destes.
O constituinte epóxi pode apresentar um peso molecular que
varia em uma ampla faixa. Em geral, o peso equivalente de epóxi, isto é, opeso molecular numérico médio dividido pelo número de grupos epóxi reati-vos, situa-se preferencialmente na faixa de 60 a 1.000.
Tipicamente, a formulação de ligante inclui de cerca de 10% acerca de 90% em peso do constituinte epóxido. Porcentagens em peso de
constituintes da formulação de ligante são estabelecidas em relação ao pesototal dos componentes curáveis da composição, a menos que especificadode outra maneira.A formulação de ligante poderá incluir um outro componente ca-tionicamente curável, tal como um componente éter cíclico, um componenteéter vinílico, um componente lactona cíclica, um componente acetal cíclico,um componente tioéter cíclico, um componente espiroortoéter, um compo-nente funcional oxetano ou qualquer combinação destes. Em uma modalida-de particular, um oxetano é um componente que compreende um ou maisgrupos oxetano, isto é, uma ou mais estruturas de anel de quatro membrosde acordo com a fórmula (5):
<formula>formula see original document page 9</formula>A formulação de ligante poderá também incluir um fotoiniciadorcatiônico. Geralmente, pode ser usado um fotoiniciador catiônico que, apósexposição a radiação actínica, forma cátions que iniciam reações dos consti-tuintes epóxi. Tal fotoiniciador inclui, por exemplo, um sal de ônio com â-nions de nucleofilicidade fraca. Um exemplo um inclui sal de halônio, sal deiodosila ou sal de sulfônio, tal como são descritos em pedido de patente eu-ropeu publicado EP 153904 e WO 98/28663, sal de sulfoxônio, tal comodescrito, por exemplo, em pedidos de patente europeus publicados EP35969, 44274, 54509 e 164314, sal de diazônio, tal como descrito, por e-xemplo, em Patentes U.S. Nos. 3.708.296 e 5.002.856, ou qualquer combi-nação destes. Um outro fotoiniciador catiônico inclui sal metalocênico, talcomo descrito, por exemplo, em pedidos europeus publicados EP 94914 e94915. Um iniciador adicional adequado de sal de ônio ou sal metalocênicopode ser encontrado in "UVCuríng, Science and Technology ("Cura por UV,Ciência e Tecnologia"), (Editor S.P. Pappas, Technology Marketing Corp.,642 Westover Road, Stamford, Conn., EUA) ou "Chemistry & Technology oiUV & EB Formulation íor Coatings, Inks & Paints" ("Química & Tecnologia deFormulação de UV & EB Para Revestimentos, Tintas (Para Escrever, ParaImprimir) & Tintas (Para Pintar)"), Vol. 3 (editado por P.K.T. Oldring). Em umexemplo particular, um fotoiniciador catiônico inclui um composto de fórmulaI, II ou III, abaixo,<formula>formula see original document page 10</formula>(III)
em que:
R1, R2, R3, R4, R5, R6 e R7 são, um independentemente do outro, um gru-po C6-C18 arila que poderá ser não-substituído ou substituído por radicaisadequados; L é boro, fósforo, arsênio ou antimônio; Q é um átomo de halo- gênio ou alguns dos radicais Q em um ânion LQm" poderão também ser umgrupo hidróxi; e m é um número inteiro que corresponde à valência de Lmais 1. Um exemplo de um grupo C6-C18 arila inclui um grupo fenila, umgrupo naftila, um grupo antrila ou um grupo fenantrila. Um radical adequadoinclui alquila, por exemplo C1-C6 alquila, tais como metila, etila, n-propila, isopropila, n-butila, séc-butila, isobutila, terc-butila ou vários isômeros depentila ou hexila; alcóxi, por exemplo C1-C6 alcóxi, tais como metóxi, etóxi,propóxi, butóxi, pentilóxi ou hexilóxi; alquiltio, tal como C1-C6 alquiltio, taiscomo metiltio, etiltio, propiltio, butiltio, pentiltio ou hexiltio; halogênio, tais co-mo flúor, cloro, bromo ou iodo; amino; ciano; nitro; ariltio, tal como feniltio; ou qualquer combinação dos mesmos. Um exemplo de um átomo de halogênioQ inclui cloro ou flúor. Um ânion LQm" poderá incluir BF4", PF6", AsF6", SbF6',SbF5(OH)' ou qualquer combinação dos mesmos. Em um exemplo particular,o fotoiniciador inclui um composto de fórmula II em que R5, R6 e R7 são ari-la, tais como fenila, bifenila ou qualquer combinação dos mesmos.
Em um outro exemplo, o fotoiniciador inclui um composto de
fórmula (IV)
[Ri-í-RJlQmr
[RsíFe^g^fXlo-0, (IV)em que c é 1 ou 2; d é 1, 2, 3, 4 ou 5; X é um ânion não-nucleofílico, porexemplo PF6", AsF6", SbF6", CF3S03", C2F5S03", n-C3F7S03", n-C4F9S03", n-C6F13S03" ou n-C8Fi7S03"; R8 é um pi-areno; e R9 é um ânion de um pi-areno, tal como um ânion ciclopentadienila. Um exemplo de um pi-areno ouânion de pi-areno é encontrado in pedido de patente europeu publicado EP94915. Um exemplo adicional de um pi-areno inclui tolueno, xileno, etilben-zeno, cumeno, metoxibenzeno, metilnaftaleno, pireno, perileno, estilbeno,oxido de difenileno, sulfeto de difenileno ou qualquer combinação destes.Em um exemplo particular, o pi-areno é cumeno, metilnaftaleno ou estilbeno.
Um exemplo de um ânion não-nucleofílico X- inclui FS03", umânion de um ácido orgânico sulfônico ou de um ácido carboxílico; ou um â-nion LQm' como definido acima. Em particular, um ânion poderá ser derivadode um ácido carboxílico parcialmente flúor ou perfluoralifático ou de um áci-do carboxílico parcialmente flúor ou perfluoraromático, ou, em particular, deum ácido orgânico sulfônico parcialmente flúor ou perfluoralifático ou de umácido orgânico sulfônico parcialmente flúor ou perfluoraromático, ou é umânion LQm". Um exemplo adicional de um ânion X" inclui BF4', PF6", AsF6",SbF6", SbF5(OH)", CF3S03", C2F5S03", n-C3F7S03", n-C4F9S03", n-C6F13S03",n-C8Fi7S03", C6F5S03", tungstato de fósforo, tungstato de silício ou qualquercombinação destes. Em particular, um ânion é PF6', AsF6", SbF6", CF3S03\C2F5S03", n-C3F7S03", n-C4F9S03", n-C6Fi3S03", n-C8F17S03" ou qualquercombinação destes.
Um sal metalocênico pode também ser usado em combinaçãocom um agente oxidante. Tal combinação é descrita in pedido de patenteeuropeu publicado EP 126712.
Em uma modalidade particular, a formulação de ligante inclui decerca de 0,1% em peso a cerca de 20% em peso, tal como cerca de 0,2%em peso a cerca de 10% em peso, de fotoiniciador catiônico, com base nopeso total da formulação de ligante.
Para aumentar a eficiência relativa luz, ou para sensibilizar ofotoiniciador catiônico a comprimentos de onda específicos, tal como, porexemplo, comprimentos de onda específicos de laser ou uma série específi-ca de comprimentos de onda de lasers, poderá ser utilizado um sensibiliza-dor, dependendo do tipo de iniciador. Um sensibilizador exemplar inclui umhidrocarboneto aromático policíclico, um cetocomposto aromático ou qual-quer combinação dos mesmos. Um exemplo específico de um sensibilizadoré mencionado in pedido de patente europeu publicado EP 153904. Um sen-sibilizador exemplar inclui benzoperileno, 1,8-difenil-1,3,5,7-octatetraeno ou1,6-difenil-1,3,5-hexatrieno, conforme descrito in Pat. U.S. No. 5.667.937.Um fator adicional na escolha de sensibilizador é a natureza e comprimentode onda primário da fonte de radiação actínica.
Em uma modalidade, a formulação de ligante poderá incluir umconstituinte polimerizável via radicais. Por exemplo, a formulação de ligantepoderá incluir um composto que apresenta pelo menos uma insaturação eti-lênica que pode ser polimerizada com radicais. Um exemplo de uma insatu-ração etilênica adequada é um grupo tal como acrilato, metacrilato, estireno,éter vinílico, éster vinílico, acrilamida N-substituída, funcionalidades N-vinilamida, éster maleato, éster fumarato ou qualquer combinação dos mesmos.Em modalidades particulares, a insaturação etilênica é proporcionada porum grupo que contém acrilato, metacrilato, N-vinila ou funcionalidade estire-no. Por exemplo, a formulação de ligante poderá incluir um ou mais compos-tos que apresentam uma ou mais funcionalidades (met)acrilato.
O material acrílico polimerizável via radicais livres que poderáser usado na formulação de ligante apresenta, em média, pelo menos umgrupo acrílico que pode ser o ácido livre ou um éster. Por "acrílico" entende-se o grupo -CH=CR1C02R2, em que R1 pode ser hidrogênio ou metila e R2pode ser hidrogênio ou alquila. Por "(met)acrilato" entende-se um acrilato,metacrilato ou qualquer combinação destes. Um material acrílico tipicamentesofre uma reação de polimerização ou de reticulação iniciada por um radicallivre. O material acrílico pode ser um monômero, um oligômero, um polímeroou qualquer combinação destes. Tipicamente, o material acrílico é um mo-nômero ou um oligômero.
Um constituinte acrílico inclui, por exemplo, diacrilato de diol ci-cloalifático ou aromático, tais como 1,4-diidroximetilcicloexano, 2,2-bis(4-hidroxicicloexil)propano, 1,4-cicloexanodimetanol, bis(4-
hidroxicicloexil)metano, hidroquinona, 4,4-diidroxibifenila, bisfenol A, bisfenolF, bisfenol S, bisfenol A etoxilado ou propoxilado, bisfenol F etoxilado oupropoxilado ou bisfenol S etoxilado ou propoxilado, e qualquer combinaçãodos mesmos.
Um tri(met)acrilato aromático útil inclui, por exemplo, um produtode reação de éter triglicidílido de fenol triídrico, ou fenol ou cresol novolacque apresenta três grupos hidróxi, com ácido (met)acrílico. Em uma modali-dade particular, o material acrílico inclui diacrilato de 1,4-diidroximetil-cicloexano, diacrilato de bisfenol A, diacrilato de bisfenol A etoxilado ouqualquer combinação destes.
Em uma modalidade particular, a formulação de ligante poderáincluir um acrilato de bisfenol A diepóxido, tal como Ebecryl 3700® de UCBChemical Corporation, Smyrna, Ga., um composto misto acrilato/epóxi debisfenol A tal como Ebecryl 3605®, ou um acrilato de 1,4-cicloexanodimetanol.
Além de ou em lugar do material acrílico aromático ou cicloalifá-tico, outros materiais acrílicos podem ser úteis. Um poli(met)acrilato que a-presenta funcionalidade maior que 2, onde apropriado, poderá ser usado naformulação de ligante. Tal poli(met)acrilato pode ser, por exemplo, um(met)acrilato alifático monomérico ou oligomérico tri, tetra ou pentafuncional.
Um (met)acrilato alifático polifuncional adequado inclui, por e-xemplo, um triacrilato ou um trimetacrilato de hexano-2,4,6-triol, glicerol ou1,1,1-trimetilolpropano; glicerol etoxilado ou propoxilado; ou 1,1,1-trimetilolpropano ou um tri(met)acrilato que contém grupo hidróxi que é obti-do pela reação de composto de triepóxi, tal como, por exemplo, éter triglicidí-lico do triol mencionado, com ácido (met)acrílico. Adicionalmente, tetracrilatode pentaeritritol, tetracrilato de bistrimetilolpropano, monidroxitri(met)acrilatode pentaeritritol ou monidroxipenta(met)acrilato de dipentaeritritol, ou qual-quer combinação dos mesmos, poderão ser úteis.
Em uma outra modalidade, (met)acrilato de uretano hexafuncio-nal é útil. Tal (met)acrilato de uretano pode ser, por exemplo, preparado rea-gindo um poliuretano terminado em hidróxi com ácido acrílico ou ácido me-tacrílico, ou reagindo um prepolímero terminado em isocianato com(met)acrilato de hidroxialquila para acompanhar o (met)acrilato de uretano.Também úteis são um acrilato ou um metacrilato, tal como triacrilato detris(2-hidroxietil)isocianurato.
Tipicamente, a quantidade de constituinte polimerizavel via radi-cais situa-se, por exemplo, entre cerca de 0,1% em peso e cerca de 60% empeso, tal como entre cerca de 5% em peso e cerca de 60% em peso, ou en-tre cerca de 10% em peso e cerca de 40% em peso.
A formulação de ligante poderá incluir um iniciador via radical, talcomo um fotoiniciador via radical, especialmente em combinação com cons-tituinte polimerizavel via radicais. Um fotoiniciador que forma radicais livresquando irradiado pode ser usado. Tipicamente, um fotoiniciador inclui benzo-ína, tal como benzoína; éter benzoínico, tal como éter benzoíno metílico, éterbenzoíno etílico ou éter benzoíno isopropílico; éter benzoíno fenílico; acetatode benzoína; acetofenona, tais como acetofenona, 2,2-dimetoxiacetofenona,4-(feniltio)acetofenona ou 1,1-dicloroacetofenona; benzila; benzil cetal, taiscomo benzil dimetil cetal ou benzil dietil cetal; antraquinonas, tais como 2-metilantraquinona, 2-etilantraquinona, 2-terc-butilantraquinona, 1-cloroantraquinona ou 2-amilantraquinona; trifenilfosfina; óxidos de benzoil-fosfina, tal como, por exemplo, oxido de 2,4,6-trimetilbenzoiidifenilfosfina{Lucirin TPO); benzofenona, tal como benzofenona ou 4,4'-bis(N,N'-dimetilamino)benzofenona; tioxantonas ou xantonas; derivado de acridina;derivado de fenazeno; derivado de quinoxalina; l-fenil-1,2-propanodiono-2-0-benzoiloxima; l-aminofenil cetonas; l-hidroxifenil cetonas, tais como I-hidroxicicloexil fenil cetona, fenil (l-hidroxiisopropil)cetona ou 4-isopropilfenil(1-hidróxi-isopropil)cetona; composto de triazina, por exemplo4'"-metil-tiofenil-1-di(triclorometil)-3,5-S-triazina, S-triazino-2-(estilbeno)-4,6-bistriclorometila ou parametóxi estiril triazina, ou qualquer combinação dosmesmos.
Um fotoiniciador via radicais livres adequado alternativamenteinclui acetofenona, tal como 2,2-dialcoxibenzofenona; uma 1-hidroxifenil ce-tona, por exemplo 1-hidroxicicloexil fenil cetona, 2-hidróxi-1-{4-(2-hidroxietóxi)fenil}-2-metil-1-propanona ou 2-hidroxiisopropil fenil cetona(também chamada 2-hidróxi-2,2-dimetilacetofenona), ou 1-hidroxicicloexilfenil cetona. Uma outra classe de fotoiniciadores via radicais livres compre-ende um benzil cetal, tal como, por exemplo, benzil dimetil cetal. Uma alfa-hidroxifenil cetona, benzil dimetil cetal ou oxido de 2,4,6-trimetilbenzoildifenilfosfina é também útil como fototiniciador.
Uma outra classe de fotoiniciadores via radicais livres adequa-dos inclui um composto corante iônico-contra-íons, que é capaz de absorverraios actínicos e produzir radicais livres que podem iniciar a polimerizaçãode um acrilato. Como tal, um composto corante iônico-contra-íons pode, as-sim, curar usando luz visível em uma faixa de comprimentos de onda ajustá-veis de 400 a 700 nanômetros. Um composto corante iônico-contra-íons adi-cional e seu modo de ação são, por exemplo, encontrados in pedido de pa-tente europeu EP 223587 ou Patentes U.S. N95 4.751.102, 4.772.530 ou4.772.541. Um exemplo adicional de um composto corante iônico-contra-íons inclui um complexo corante aniônico-íon idodônio, um complexo coranteaniônico-íon pirílio ou um composto corante catiônico-ânion borato da se-guinte fórmula:
<formula>formula see original document page 15</formula>
em que D+ é um corante catiônico e R12, R13, R14 e R15 são, cada um in-dependentemente do outro, alquila, arila, alcarila, alila, aralquila, alquenila,alquinila, um grupo alicíclico ou heterocíclico saturado ou insaturado. Umexemplo adicional de um radical R12 a R15 pode ser encontrado, por exem-plo, in pedido de patente europeu publicado EP 223587.
Em uma modalidade particular, a formulação de ligante poderáincluir cerca de 0,01% em peso a cerca de 20% em peso de fotoiniciador viaradicais livres, tal como cerca de 0,01% em peso a cerca de 15% em pesode fotoiniciador via radicais livres, com base no peso total da composição.Um material que contém grupo hidroxila poderá ser usado naformulação de ligante. Por exemplo, o material que contém grupo hidroxilapoderá incluir material orgânico líquido que apresenta uma funcionalidadehidroxila de pelo menos 1 e preferencialmente pelo menos 2. O material quecontém grupo hidroxila poderá ser um líquido ou um sólido que seja solúvelou passível de dispersão nos componentes restantes. Tipicamente, o mare-rial é substancialmente livre de um grupo que substancialmente desacelera areação de cura. Freqüentemente, o material orgânico contém dois ou maisgrupos hidroxila alifática primários ou secundários (isto é, o grupo hidroxilaliga-se diretamente a um átomo de carbono não-aromático). Um monômero,um oligômero ou um polímero podem ser úteis. O peso equivalente de hidro-xila, isto é, o peso molecular numérico médio dividido pelo número de gruposhidroxila, situa-se tipicamente na faixa de 31 a 5.000.
Um exemplo representativo de um material orgânico adequadoque apresenta uma funcionalidade hidroxila de 1 inclui alcanol, éter monoal-quílico de polioxialquilenoglicol, éter monoalquílico de alquilenoglicol ouqualquer combinação dos mesmos.
Um exemplo representativo de um material poliidroxiorgânicomonomérico útil inclui alquileno e arilalquileno glicol ou poliol, tais como1,2,4-butanotriol, 1,2,6-hexanotriol, 1,2,3-heptanotriol, 2,6-dimetil-1,2,6-hexanotriol, (2R,3R)-(-)-2-benzilóxi-1,3,4-butanotriol, 1,2,3-hexanotriol, 1,2,3-butanotriol, 3-metil-1,3,5-pentanotriol, 1,2,3-cicloexanotriol, 1,3,5-cicloexanotriol, 3,7,11,15-tetrametil-1,2,3-hexanodecanotriol, 2-
hidroximetiltetraidropiran-3,4,5-triol, 2,2,4,4-tetrametil-1,3-ciclobutanodiol,
1.3- ciclopentanodiol, trans-1,2-ciclooctanodiol, 1,16-hexanodecanodiol, 3,6-ditia-1,8-octanodiol, 2-butino-1,4-diol, 1,3-propanodiol, 1,4-butanodiol, 1,5-pentanodiol, 1,6-hexanodiol, 1,7-hepatanodiol, 1,8-octanodio, 1,9-nonanodiol, 1-fenil-1,2-etanodiol, 1,2-cicloexanodiol, 1,5-decalindiol, 2,5-dimetil-3-hexino-2,5-diol, 2,7-dimetil-3,5-octadiino-2,7-diol, 2,3-butanodiol,
1.4- cicloexanodimetanol ou qualquer combinação destes.
Um exemplo representativo de um material oligomérico ou poli-mérico que contém hidroxila útil inclui polioxietileno ou polioxipropileno glicolou triol de pesos moleculares de cerca de 200 a cerca de 10.000; politetra-metileno glicol de vários pesos moleculares; copolímero que contém gruposhidróxi pendentes formados por hidrólise ou hidrólise parcial de um copolí-mero de acetato de vinila, resina de polivinilacetal que contém grupos hidro-xila pendentes; poliéster terminado em hidróxi ou polilactona terminada emhidróxi; polialcadieno funcionalizado com hidróxi, tal como polibutadieno;policarbonato poliol alifático, tal como um policarbonato diol alifático; polieterterminado em hidróxi ou qualquer combinação dos mesmos.
Um monômero que contém hidroxila inclui 1,4-cicloexanodimetanol ou monidroxialcanol alifático ou cicloalifático, ou qual-quer combinação dos mesmos.
Um oligômero ou polímero típico que contém hidroxila inclui umpolibutadieno funcionalizado com hidroxila ou hidroxila/epóxi, 1,4-cicloexanodimetanol, policaprolactona diol ou triol, etileno/butileno poliol,monômero funcionalizado com monidroxila ou qualquer combinação destes.Um exemplo de polieter poliol é polipropileno glicol de vários pesos molecu-lares ou glicerol propoxilato-B-etoxilato triol. Um outro exemplo inclui um poli-tetraidrofurano polieter poliol linear ou ramificado disponível em vários pesosmoleculares, tais como, por exemplo, 250, 650, 1.000, 2.000 e 2.900 PM.
Em uma modalidade particular, a formulação de ligante poderáincluir até 60% em peso de poliol. Por exemplo, a formulação de ligante po-derá incluir cerca de 0,1% a cerca de 60% em peso de poliol, tal como entrecerca de 3% e cerca de 20% em peso.
A formulação de ligante inclui um componente de coloração la-tente. Em uma modalidade particular, o componente de coloração latenteforma um cromóforo em resposta a cura de constituinte polimérico. Em umamodalidade exemplar, o componente de coloração latente forma cor ou mu-da de cor em contato com um fotoácido fotoquimicamente gerado. Em umamodalidade particular, o componente de coloração latente é um formador decor à base de triarilmetano, difenil metano-triazina, espiro, lactama, fluoranoou isobenzofuranona. Um exemplo de formador de cor à base de triarilmeta-no inclui 3,3-bis(p-dimetilaminofenil)-6-dimetilaminoftalida, 3,3-bis(p-dimetilaminofenil)ftalida, 3-(p-dimetilaminofenil)-3-(1,2-dimetilindol-3-il)ftalida,3-(p-dimetilaminofenil)-3-(2-metilindol-3-il)ftalida, 3,3-bis(1,2-dimetilindol-3-il)-5-dimetilaminoftalida, 3,3-bis(1,2-dimetilindol-3-il)-6-dimetilaminoftalida, 3,3-bis(9-etilcarbazol-3-il)-6-dimetilaminoftalida, 3,3-bis(2-fenilindol-3-il)-6-dimetilaminoftalida, 3-p-dimetilaminofenil-3-(1 -metilpirrol-3-il)-6-
dimetilaminoftalida, etc, ou trifenilmetano, por exemplo Crystal Violet Lacto-ne (Lactona Violeta em Cristais), ou qualquer combinação dos mesmos.
Um componente colorante latente típico à base de difenilmetanoinclui éter 4,4'-bis-dimetilaminobenzidril benzílico, N-halofenil-leucoauramina,N-2,4,5-triclorofenil-leucoauramina, ou qualquer combinação dos mesmos.Um formador de cor à base de tiazina exemplar inclui benzoil-leucometilenoazul, p-nitrobenzoil-leucometileno azul, ou qualquer combinação dos mes-mos. Um formador de cor à base de espiro exemplar inclui 3-metil-espiro-dinaftopirano, 3-etil-espiro-dinaftopirano, 3-fenil-espirodinaftopirano, 3-benzil-espiro-dinaftopirano, 3-metil-nafto-(6'-metoxibenzo)espiropirano, 3-propil-espiro-dibenzopirano, ou qualquer combinação dos mesmos. Um formadorde cor à base de lactama inclui rodamina-b-anilinolactama, rodamina-(p-nitroanilino)lactama, rodamina-(o-cloroanilino)lactama, ou qualquer combina-ção dos mesmos. Um formador de cor à base de fluorano inclui 3,6-dimetoxifluorano, 3,6-dietoxifluorano, 3,6-dibutoxifluorano, 3-dimetilamino-7-metoxifluorano, 3-dimetilamino-6-metoxifluorano, 3-dimetilamino-7-metoxifluorano, 3-dietilamino-7-clorofluorano, 3-dietilamino-6-metil-7-clorofluorano, 3-dietilamino-6,7-dimetilfuorano, 3-(N-etil-p-toluidino)-7-metilfluorano, 3-dietilamino-7-(N-acetil-N-metilamino)fluorano, 3-dietilamino-7-N-metilaminofluorano, 3-dietilamino-7-dibenzilaminofluorano, 3-dietilamino-
5- metil-7-dibenzilaminofluorano, 3-dietilamino-7-(N-metil-N-benzilamino)fluorano, 3-dietilamino-7-(N-cloroetil-N-metilamino)fluorano, 3-dietilamino-7-dietilaminofluorano, 3-(N-etil-p-toluidino)-6-metil-7-fenilaminofluorano, 3-(N-etil-p-toluidino)-6-metil-7-fenilaminofluorano, 3-dietilamino-7-(2-carbometoxi-fenilamino)fluorano, 3-(N-etil-N-isoamilamino)-
6- metil-7-fenilaminofluorano, 3-(N-cicloexil-N-metilamino)-6-metil-7-fenilaminofluorano, 3-pirrolidino-6-metil-7-fenilaminofluorano, 3-piperidino-6-metil-7-fenilaminofluorano, 3-dietilamino-6-metil-7-xilidinofluorano, 3-dietilamino-7-(o-clorofenilamino)fluorano, 3-dibutilamino-7-(o-cloro-fenilamino)fluorano, 3-pirrolidino-6-metil-7-p-butilfenilaminofluorano, ou qual-quer combinação dos mesmos. Componentes latentes colorantes que permitem a produção de
uma ampla faixa de cores são descritos, por exemplo, por Peter Gregory inHigh-Technology Applications of Organic Colourants, Plenum Press, páginas124-134.
Em particular, um componente latente de coloração inclui um formador de cor à base de isobenzofuranona ou um formador de cor que édisponível sob os nomes comerciais de Copikem e Pergascript. Um exemplode tal componente colorante inclui Copikem 20 (3,3-Bis (1-butil-2-metil-H-indol-3-il)-1-(3H)-isobenzofuranona), Copikem 5 (2'-Di (fenilmetil)amino-6'-(dietilamino)espiro(isobenzofuran-l-(3H),9'-(9H)xanten)-3-ona), Copikem 14
(uma ftalida substituída), Copikem 7 (3-{(4-dimetilamino)-fenil}-3-(1-butil-2-metilindol-3-il)-6-dimetilamino)-1-(3H)-isobenzofuranona), Copikem 37 (2-(2-octoxifenil)-4-(4-dimetilaminofenil)-6-(fenil)piridina), Pergascript Black l-R (6"-(dimetilamino)-3"-metil-2"-(fenilamino)espiro-(isobenzofuran-1-(3H),9"(9H)xanten-3-ona), ou Pergascript Color Former (tais como composto dia- minofluorano, composto bisaril carbazolila metano, composto ftalida, com-posto bisindolil ftalida, composto aminofluorano, ou composto quinazolina),ou qualquer combinação dos mesmos. Embora os exemplos acima são a-presentados para fins ilustrativos, uso de vários outros colorantes exempla-res pode ser considerado com base na descrição deste relatório.
Em geral, o colorante latente ou componente de coloração laten-
te poderá reagir com ou alterar a cor em resposta a subprodutos ou altera-ções químicas associadas a cura da formulação de aglutinante. Por exem-plo, o colorante latente poderá alterar a cor em resposta a ativação de umfotoiniciador catiônico. Em um outro exemplo, o colorante latente poderá al- terar a cor em resposta a uma concentração de fotoácido. Em um exemploadicional, o colorante latente poderá alterar a cor em resposta a alteraçõesna concentração de constituintes monoméricos, solventes ou subprodutos dapolimerização de monômeros. Em um exemplo adicional, o colorante latentepoderá alterar a cor em resposta a geração de cátions ou a concentração decátions, em particular, cátions, tais como cátions H+, que poderão ser ex-pressos como pH, em particular, formulações de aglutinante e solventes.
Em uma modalidade particular, a formulação de aglutinante in-clui entre cerca de 0,0001% em peso e cerca de 2,0% em peso, tal comocerca de 0,0005% em peso a cerca de 1,0% em peso, de componente laten-te colorante.
A formulação de aglutinante poderá também incluir uma carga.
Em uma modalidade, usa-se e proporciona-se uma substância inorgânicapara capacidades de resistência à água e propriedades mecânicas. Um e-xemplo de uma carga inorgânica inclui sílica, pó de vidro, alumina, aluminahidratada, oxido de magnésio, hidróxido de magnésio, sulfato de bário, sulfa-
to de cálcio, carbonato de cálcio, carbonato de magnésio, silicato mineral,terra diatomácea, areia de sílica, pó de sílica, oxido de titânio, pó de alumí-nio, bronze, pó de zinco, pó de cobre, pó de chumbo, pó de ouro, pó de pra-ta, fibra de vidro, whiskers de ácido potássio titânico, whiskers de carbono,whiskers de safira, whiskers de verificação posterior, whiskers de carboneto
de boro, whiskers de carboneto de silício, whiskers de nitreto de silício, ouqualquer combinação dos mesmos.
A condição da superfície das partículas da carga usada e as im-purezas contidas na carga a partir do processo de produção podem afetar areação de cura da composição de resina. Em tal caso, as partículas de carga
poderão ser lavadas com um iniciador {primei) apropriado.
A carga inorgânica também poderá ser tratada na superfície comum agente de acoplamento de silano. Um agente de acoplamento de silanoexemplar inclui vinil triclorossilano, vinil tris (P-metoxietóxi)silano, viniltrietóxisilano, viniltrimetoxi silano, r-(metacriloxipropil)trimetoxi silano, p-(3,4-
epoxicicloexil)etiltrimetoxi silano, r-glicidoxipropiltrimetoxi silano, r-glicidoxipropilmetil dietóxi silano, N- p-(aminoetil)-r-aminopropiltrimetoxi sila-no, N-(3-(aminoetil)-gama-aminopropilmetildimetoxi silano, r-aminopropiltrietoxissilano, N-fenil-r-amino propil trimetoxi silano, r-mercaptopropil trimetoxissilano e r-cloropropiltrimetoxi silano ou qualquercombinação dos mesmos.
A carga inorgânica acima poderá ser usada isoladamente ou em combinação de duas ou mais. Em uma modalidade particular, a formulaçãode aglutinante inclui cerca de 0,01% em peso a cerca de 95% em peso decarga em relação ao peso total da composição. Por exemplo, o aglutinantepoderá incluir cerca de 10% em peso a cerca de 90% em peso, ou cerca de20% em peso a cerca de 80% em peso de carga.
Em uma modalidade adicional particular, a carga particulada po-
derá ser formada de partículas inorgânicas, tais como, por exemplo, metais(tais como, por exemplo, aço, Au ou Ag) ou um complexo de metal, tais co-mo, por exemplo, oxido de metal, hidróxido de metal, sulfeto de metal, com-plexo de halogênio metálico, carboneto metálico, fosfato de metal, sal inor-
gânico (tal como, por exemplo, CaC03), cerâmicas, ou qualquer combinaçãodos mesmos. Um exemplo de um oxido de metal inclui ZnO, CdO, Si02, Ti-02, Zr02, Ce02, Sn02, Mo03, W03, Al203, ln203, La203, Fe203, CuO, Ta205,Sb203) Sb205, ou qualquer combinação dos mesmos. Um oxido misto con-tendo diferentes metais poderá também estar presente. A nanopartícula, por
exemplo, poderá compreender uma partícula selecionada do grupo que con-siste de ZnO, Si02, Ti02, Zr02, Sn02, Al203, sílica alumina co-formada, ouqualquer combinação dos mesmos. A partícula de tamanho nanométrico po-derá também apresentar um componente orgânico, tal como, por exemplo,negro-de-fumo, nanopartícula polimérica núcleo película altamente reticula-
da, ou uma partícula de tamanho nanométrico organicamente modificada, ouqualquer combinação dos mesmos. Tal carga é descrita in, por exemplo, US6.467.897 e WO 98/51747, por meio deste incorporada como referência.
Cargas particuladas formadas via um processo à base de solu-ção, tal como cerâmica formada por sol ou uma cerâmica formada por sol-
gel, são particularmente bem adequadas para uso no aglutinante compósito.Uma solução adequada é comercialmente disponível. Por exemplo, uma síli-ca coloidal em solução aquosa é comercialmente disponível sob essas de-signações comerciais como "LUDOX" (E.l. DuPont de Nemours and Co, Inc.Wilmington, Del.), "NYACOL" (Nyacol Co.„ Ashland, Ma.) ou "NALCO" (Nal-co Chemical Co., Oak Brook, III). Muitas soluções comercialmente disponí-veis são básicas, sendo estabilizadas por álcali, tais como hidróxido de só-dio, hidróxido de potássio ou hidróxido de amônio. Um exemplo adicional deuma sílica coloidal adequada é descrito in Pat. U.S. No. 5.126.394, incorpo-rada neste relatório como referência. Uma partícula bem adequada incluisílica formada em solução e alumina formada em sol. A sol pode ser funcio-nalizada reagindo um ou mais agentes de tratamento de superfície apropria-dos com a partícula de substrato oxido inorgânico na sol.
Em uma modalidade particular, a carga particulada é de tama-nho submicrônico. Por exemplo, a carga particulada poderá ser uma cargaparticulada de tamanho nano, tal como uma carga particulada que apresentaum tamanho médio de partículas de cerca de 3 a 500 nm. Em uma modali-dade exemplar, a carga particulada apresenta um tamanho médio de partí-culas de cerca de 3 nm a cerca de 200 nm, tal como de cerca de 3 nm a cer-ca de 100 nm, de cerca de 3 nm a cerca de 50 nm, de cerca de 8 nm a cercade 30 nm, ou de cerca de 10 nm a cerca de 25 nm. Em uma modalidade par-ticular, o tamanho médio de partículas não é maior que cerca de 500 nm, talcomo, não maior que cerca de 200 nm, menor que cerca de 100 nm, ou nãomaior que cerca de 50 nm. Para a carga particulada, o tamanho médio departículas poderá ser definido como o tamanho de partículas que correspon-de à fração de volume de pico em uma curva de distribuição de espalhamen-to de nêutrons de ângulo pequeno (SANS) ou o tamanho de partículas quecorresponde a 0,5 fração de volume acumulativa da curva de distribuição deSANS.
A carga particulada poderá também ser caracterizada por umacurva de distribuição reduzida que apresenta uma meia-largura não maiorque cerca de 2,0 vezes o tamanho médio de partículas. Por exemplo, ameia-largura poderá ser não maior que cerca de 1,5 ou não maior que cercade 1,0. A meia-largura da distribuição é a largura da curva de distribuição nametade de sua altura máxima, tal como metade da fração de partícula nopico da curva de distribuição. Em uma modalidade particular, a curva de dis-tribuição do tamanho de partículas é mono-modal.
A carga particulada é geralmente dispersa em uma fase externa.Antes de cura, a carga particulada é coloidalmente dispersa na formulação de aglutinante e forma um aglutinante compósito coloidal uma vez curada.Por exemplo, o material particulado poderá ser disperso de tal modo quemovimento Browniano sustenta a carga particulada na suspensão. Em geral,a carga particulada é substancialmente livre de aglomerados particulados.Por exemplo, a carga particulada poderá ser substancialmente monodisper-) sa de tal modo que a carga particulada seja dispersa como partículas sim-ples, e em particular exemplos, apresentam apenas aglomeração particuladainsignificantes, se qualquer.
Em uma modalidade particular, as partículas da carga particula-da são substancialmente esféricas. Alternativamente, as partículas poderão apresentar uma razão primária de aspecto maior que 1, tal como pelo menoscerca de 2, pelo menos cerca de 3, ou pelo menos cerca de 6, em que a ra-zão primária de aspecto é a razão da dimensão maior para a dimensão me-nor. As partículas poderão também se caracterizar por uma razão secundá-ria de aspecto definida como a razão de dimensões ortogonais em um plano geralmente perpendicular à dimensão maior. As partículas poderão ser emforma de agulhas, tais como apresentando uma razão primária de aspectopelo menos cerca de 2 e uma razão secundária de aspecto não maior quecerca de 2, tal como cerca de 1. Alternativamente, as partículas poderão serem forma de plaquetas, tais como apresentando uma razão primária de as- pecto pelo menos cerca de 2 e uma razão secundária de aspecto pelo me-nos cerca de 2.
Em uma modalidade particular, a carga particulada é preparadaem uma solução aquosa e misturada com a fase externa de uma suspensão.O processo para preparação dessa suspensão inclui introdução de uma so- lução aquosa, tal como uma solução aquosa de sílica; policondensação dosilicato, tal como para um tamanho de partículas de 3 nm a 50 nm; ajuste dasol de sílica resultante em um pH alcalino; opcionalmente concentração dasol; mistura da sol com constituintes da fase externa fluida da suspensão; eopcionalmente remoção de água ou outros constituintes de solvente da sus-pensão. Por exemplo, uma solução aquosa de silicato é introduzida, tal co-mo uma solução de silicato de metal alcalino (por exemplo, uma solução desilicato de sódio ou silicato de potássio) com uma concentração na faixa en-tre 20% e 50% em peso com base no peso da solução. O silicato é em se-guida policondensado até um tamanho de partículas de 3 nm a 50 nm, porexemplo, mediante tratamento da solução de silicato de metal alcalino comtrocadores iônicos acidicos. A sol de sílica resultante é ajustada em um pHalcalino (por exemplo, pH > 8) a estabilizado contra policondensação ou a-glomeração adicional de partículas existentes. Opcionalmente, a sol podeser concentrada, por exemplo, através de destilação, tipicamente a concen-tração de Si02 de cerca de 30% a cerca de 40% em peso. A sol é misturadacom constituintes da fase externa fluida. Por conseguinte, água ou outrosconstituintes de solvente são removidos da suspensão. Em uma modalidadeparticular, a suspensão é substancialmente sem água.
A fração dos constituintes de não-carga na formulação de agluti-nante pré-curada, geralmente, incluindo os constituintes orgânicos poliméri-cos, como uma proporção da formulação de aglutinante pode ser cerca de20% a cerca de 95% em peso, por exemplo, cerca de 30% a cerca de 95%em peso, e tipicamente de cerca de 50% a cerca de 95% em peso, e aindamais tipicamente de cerca de 55% a cerca de 80% em peso. A fração dafase de carga particulada dispersa pode ser cerca de 5% a cerca de 80% empeso, por exemplo, cerca de 5% a cerca de 70% em peso, tipicamente decerca de 5% a cerca de 50% em peso, e mais tipicamente de cerca de 20%a cerca de 45% em peso. As cargas particuladas coloidalmente dispersas esubmicrônicas descritas acima são particularmente úteis em concentraçõesde pelo menos cerca de 5% em peso, tais como pelo menos cerca de 10%em peso, pelo menos cerca de 15% em peso, pelo menos cerca de 20% empeso, ou tão volumosas quanto 40% em peso ou maiores. Em contraste comcargas adicionais, os nanocompósitos formados de solução exibem baixaviscosidade e características de processamento aperfeiçoadas em cargasmaiores. As quantidades de componentes são expressos como % em pesodo componente em relação ao peso total da formulação de aglutinante com-pósito, a não ser que explicitamente estabelecido de outra maneira.
A formulação de aglutinante incluindo, uma fase externa quecompreende constituintes poliméricos ou monoméricos e, opcionalmente,incluindo carga particulada dispersa poderá ser usada para formar uma ca-mada intermediária de adesivo (make coat), camada final de adesivo (sizecoat), camada flexível, ou camada-base {back coat) de um artigo abrasivorevestido. Em um processo exemplar para formar uma camada intermediáriade adesivo, a formulação de aglutinante é revestida em uma camada-baseprotetora {backing), grãos abrasivos são aplicados sobre a camada interme-diária de adesivo, e a camada intermediária de adesivo é curada. Uma ca-mada final de adesivo (size coat) poderá ser aplicada sobre a camada inter-mediária de adesivo e grãos abrasivos. Em uma outra modalidade exemplar,a formulação de aglutinante é misturada com os grãos abrasivos para formarlama abrasiva que é revestida sobre uma camada-base protetora e curada.Alternativamente, a lama abrasiva é aplicada a um molde, tal como injetadapara um molde e curada para formar um artigo abrasivo ligado.
Os grãos abrasivos poderão ser formados por qualquer uma de,ou uma combinação de grãos abrasivos, incluindo sílica, alumina (fundida ousinterizada), zircônia, oxido de zircônia/alumina, carboneto de silício, grana-da, diamante, nitreto de boro cúbico, nitreto de silício, céria, dióxido de titâ-nio, diboreto de titânio, carboneto de boro, oxido de estanho, carboneto detungstênio, carboneto de titânio, oxido de ferro, oxido de cromo, sílex (flinf),esmeril, ou qualquer combinação dos mesmos. Por exemplo, os grãos abra-sivos poderão ser selecionados de um grupo que consiste de sílica, alumina,zircônia, carboneto de silício, nitreto de silício, nitreto de boro, granada, dia-mante, zircônia alumina co-fundida, céria, diboreto de titânio, carboneto deboro, sílex, esmeril, nitreto de alumina, ou uma mistura dos mesmos. Moda-lidades particulares são criadas por uso de grãos abrasivos densos compre-endidos principalmente de alfa-alumina.
O grão abrasivo poderá também apresentar um perfil particular.Exemplos desses perfis incluem hastes (rods), triângulos, pirâmides, cones,esferas sólidas, esferas ocas e similares. Alternativamente, o grão abrasivopoderá ser aleatoriamente perfilado.
Os grãos abrasivos geralmente apresentam um tamanho médio de grãos não maior que 2.000 mícrons, tal como não maior que cerca de1.500 mícrons. Em um outro exemplo, o tamanho de grão abrasivo não émaior que cerca de 750 mícrons, tal como não maior que cerca de 350 mí-crons. Por exemplo, o tamanho de grão abrasivo poderá ser pelo menos 0,1mícron, tal como, de cerca de 0,1 mícron a cerca de 1.500 mícrons, e maistipicamente, de cerca de 0,1 mícron a cerca de 200 mícrons ou de cerca de1 mícron a cerca de 100 mícrons. O tamanho de grão dos grãos abrasivos étipicamente especificado ser a dimensão maior do grão abrasivo. Geralmen-te, há uma distribuição de faixa de tamanhos de grãos. Em alguns exemplos,a distribuição de tamanho de grãos é rigorosamente controlada.
Em uma lama abrasiva misturada incluindo, os grãos abrasivos ea formulação de aglutinante, os grãos abrasivos proporcionam de cerca de10% a cerca de 90%, tal como de cerca de 30% a cerca de 80%, do peso dalama abrasiva.
A lama abrasiva poderá adicionalmente incluir um auxiliar de esmerilhamento para aumentar a eficiência de esmerilhamento e taxa decorte. Auxiliares de esmerilhamento úteis podem ser sais à base inorgânica,tais como sais de haleto, por exemplo criólito de sódio, tetrafluorborato depotássio, etc; ou ceras à base orgânica, tais como ceras cloradas, por e-xemplo, cloreto de polivinila. Uma modalidade particular inclui criólito e tetra- fluorborato de potássio com tamanho de partículas que variam de 1 mícron a80 mícrons, e mais tipicamente, de 5 mícrons a 30 mícrons. A porcentagemem peso de taxas de auxiliares de esmerilhamento é geralmente não maiorque cerca de 50% em peso, tal como, de cerca de 0% em peso a cerca de50% em peso, e mais tipicamente, de cerca de 10% em peso a cerca de 30% em peso da lama total (incluindo os grãos abrasivos).
FIG. 1 ilustra uma modalidade exemplar de um artigo abrasivorevestido 100, o qual inclui grãos abrasivos 106 protegidos com uma cama-da-base protetora (backing) ou membro de suporte 102. Geralmente, osgrãos abrasivos 106 são protegidos com a camada-base protetora (backing)102 por meio de uma camada intermediária de adesivo 104. A camada in-termediária de adesivo 104 inclui um aglutinante, o qual é tipicamente for-mado de uma formulação de aglutinante curada, incluindo colorante latente.Quando a formulação de aglutinante é curada, o colorante latente reage paraformar cromóforos ativados por reação que concede cor ao aglutinante oualtera a cor do aglutinante.
O artigo abrasivo revestido 100 poderá adicionalmente incluiruma camada final de adesivo 108 que cobre a camada intermediária de ade-sivo 104 e os grãos abrasivos 106. A camada final de adesivo 108 geralmen-te funciona para adicionalmente proteger os grãos abrasivos 106 com a ca-mada-base protetora (backing) 102 e poderão também proporcionar auxilia-res de esmerilhamento. A camada final de adesivo 108 é geralmente forma-da de uma formulação de aglutinante curada que poderá ser a mesma oudiferente da formulação de aglutinante da camada intermediária de adesivoe poderá incluir um segundo colorante atente.
O abrasivo revestido 100 poderá também, opcionalmente, incluiruma camada-base 112. A camada-base 112 funciona como uma camadaantiestática, impedindo que os grãos abrasivos se aderem ao lado posteriorda camada-base protetora 102 e impedindo que limalha acumule carga du-rante lixamento. Em um outro exemplo, a camada-base 112 poderá propor-cionar resistência adicional à camada-base protetora 102 e poderá agir paraproteger a camada-base protetora 102 de exposição ambiental. Em um outroexemplo, a camada-base 112 pode também agir como uma camada flexível.A camada flexível poderá agir para atenuar tensão entre a camada interme-diária de adesivo 104 e a camada-base protetora 102.
A camada-base protetora poderá ser flexível ou rígida. A cama-da-base protetora poderá ser produzida de qualquer número de vários mate-riais, incluindo aqueles convencionalmente usados como camadas-base pro-tetoras na produção de abrasivos revestidos. Uma camada-base protetoraflexível exemplar inclui uma película polimérica (incluindo película de primei),tal como película de poliolefina (por exemplo, polipropileno, incluindo poli-propileno biaxialmente orientado), película de poliéster (por exemplo, terefta-lato de polietileno), película de poliamida, película de éster celulósico, folhade metal, malha, espuma (por exemplo, material esponjoso natural ou es-puma de poliuretano), pano (por exemplo, pano feito de fibras ou fios quecompreendem poliésteres, náilon, seda, algodão, polialgodão ou raiom), pa-pel, papel vulcanizado, borracha vulcanizada, fibra vulcanizada, materiaisnão-tecidos, qualquer combinação destes, ou qualquer versão tratada dosmesmos. Uma camada-base protetora de pano poderá ser ligada a tecido oupontos. Em um exemplo particular, a camada-base protetora é selecionadade um grupo que consiste de papel, película polimérica, pano, algodão, poli-algodão, raiom, poliéster, polináilon, borracha vulcanizada, fibra vulcanizada,folha de metal, ou qualquer combinação dos mesmos. Em um outro exem-plo, a camada-base protetora inclui película de polipropileno ou película detereftalato de polietileno (PET).
A camada-base protetora poderá, opcionalmente, apresentarpelo menos uma camada saturante, uma camada pré-adesiva ou uma ca-mada-base adesiva. O propósito dessas camadas é tipicamente selar a ca-mada-base protetora ou proteger fios ou fibras na camada-base protetora.Se a camada-base protetora é um material de pano, pelo menos uma des-sas camadas é tipicamente usada. A adição da camada pré-adesiva ou ca-mada-base adesiva poderá adicionalmente resultar em uma superfície "maislisa" no lado da frente ou traseiro da camada-base protetora. Outras cama-das opcionais conhecidas no estado da técnica poderão ser também usadas(por exemplo, camada de ligação; ver, por exemplo, Pat. U.S. No. 5.700.302(Stoetzel e outros), cuja descrição é incorporada como referência).
Um material antiestático poderá ser incluído em qualquer um dosmateriais de tratamento de pano acima. A adição de um material antiestáticopode reduzir a tendência do artigo abrasivo revestido acumular eletricidadeestática quando se lixa madeira ou material semelhante à madeira. Detalhesadicionais em relação às camadas-base protetoras antiestáticas e tratamen-to de camada-base protetora podem ser encontrados in, por exemplo, Pat.U.S. Nos. 5.108.463 (Buchanan e outros); 5.137.542 (Buchanan e outros);5.328.716 (Buchanan) e 5.560.753 (Buchanan e outros), cujas descriçõessão incorporadas como referência neste relatório.
A camada-base protetora poderá ser um termoplástico fibrosoreforçado, tal como descrito, por exemplo, in Pat. U.S. N9 5.417.726 (Stout eoutros), ou uma correia contínua sem junção, conforme descrita, por exem-plo, in Pat. U.S. N2 5.573.619 (Benedict e outros), cujas descrições são in-corporadas como referência neste relatório. Da mesma maneira, a camada-base protetora poderá ser um substrato polimérico que apresenta hastes com ganchos (hooking stems) projetando estes, tal como aquele descrito,por exemplo, in Pat. U.S. Ns 5.505.747 (Chesley e outros), cuja descrição éincorporada como referência neste relatório. Similarmente, a camada-baseprotetora poderá ser um tecido de malha, tal como aquele descrito, por e-xemplo, in Pat. U.S. N2 5.565.011 (Follett e outros), cuja descrição é incorpo- rada como referência neste relatório.
Em alguns exemplos, um adesivo sensível à pressão é incorpo-rado no lado posterior do artigo abrasivo revestido tal que o artigo abrasivorevestido resultante possa ser protegido por uma almofada. Adesivos sensí-veis à pressão exemplares incluem crepe de látex, resina, polímero ou copo-límero acrílico, incluindo éster poliacrilato (por exemplo, poli(acrilato de buti-la), éter vinílico (por exemplo, poli(éter vinil n-butílico)), adesivo alquídico,adesivos de borracha (por exemplo, borracha natural, borracha sintética,borracha clorada), ou qualquer mistura dos mesmos.
Uma camada-base protetora rígida exemplar inclui uma placa demetal, uma placa de cerâmica, ou similares. Um outro exemplo de uma ca-mada-base protetora rígida adequada é descrito, por exemplo, in Pat. U.S.N2 5.417.726 (Stout e outros), cuja descrição é incorporada como referêncianeste relatório.
Um artigo abrasivo revestido, tal como o artigo abrasivo revesti-do 100 da figura 1, poderá ser formado revestindo uma camada-base prote-tora (backing) com uma formulação de aglutinante ou lama abrasiva. Opcio-nalmente, a camada-base protetora poderá ser revestida com uma camadaflexível ou camada-base antes de revestimento com a camada intermediáriade adesivo.
Tipicamente, a formulação de aglutinante é aplicada à camada-base protetora para formar a camada intermediária de adesivo. Em uma mo-5 dalidade, grãos abrasivos são aplicados com a formulação de aglutinante, naqual os grãos abrasivos são misturados com a formulação de aglutinantepara formar lama abrasiva antes de aplicação com a camada-base protetora.Alternativamente, a formulação de aglutinante é aplicada à camada-baseprotetora para formar a camada intermediária de adesivo e os grãos abrasi-
vos são aplicados à camada intermediária de adesivo, tais como através demétodos eletrostáticos e pneumáticos. A formulação de aglutinante é curadatal como através de métodos térmicos ou exposição à radiação actínica,causando uma alteração da cor no colorante latente.
Opcionalmente, uma camada final de adesivo é aplicada sobre a
camada intermediária de adesivo e grãos abrasivos. A camada final de ade-sivo poderá ser aplicada antes de cura da camada intermediária de adesivo,a camada intermediária de adesivo e a camada final de adesivo sendo cura-das simultaneamente. Alternativamente, a camada intermediária de adesivoé curada antes de aplicação da camada final de adesivo e a camada final de
adesivo é curada separadamente. Colorantes latentes na camada final deadesivo poderão alterar a cor durante cura.
A formulação de aglutinante que forma a camada intermediáriade adesivo, a camada final de adesivo, a camada flexível ou a camada-basepoderá incluir formulação de aglutinante coloidal. A formulação de aglutinan-
te coloidal poderá incluir carga particulada submicrônica, tal como carga par-ticulada de tamanho nanométrico que apresenta uma distribuição de tama-nho de partículas reduzida. Em uma modalidade particular, a formulação deaglutinante coloidal é curada para formar a camada final de adesivo. Emuma outra modalidade, a formulação de aglutinante coloidal é curada para
formar a camada intermediária de adesivo. Alternativamente, a formulaçãode aglutinante coloidal poderá ser curada para formar a camada flexível op-cional ou a camada-base opcional.Em uma modalidade particular, as camadas e grãos abrasivospoderão ser padronizados para formar estruturas. Por exemplo, a camadaintermediária de adesivo poderá ser padronizada para formar estruturas desuperfície que acentuam desempenho do artigo abrasivo. Amostras poderão ser prensadas ou roladas nas camadas usando, por exemplo, um aparelhode rotogravura para formar um artigo abrasivo estruturado ou de engenharia.
Uma modalidade exemplar de um abrasivo de engenharia ouestruturado é ilustrado na figura 2. O abrasivo estruturado inclui uma cama-da-base protetora 202 e uma camada 204, incluindo grãos abrasivos. A ca-
mada-base protetora 202 poderá ser formada dos materiais descritos acimaem relação à camada-base protetora 102 da figura 1. Geralmente, a camada204 é padronizada para apresentar estruturas de superfície 206.
A camada 204 poderá ser formada como uma ou mais camadas.Por exemplo, a camada 204 poderá incluir uma camada intermediária de adesivo e opcionalmente, uma camada final de adesivo. A camada 204, ge-ralmente inclui grãos abrasivos e um aglutinante. Em uma modalidade e-xemplar, os grãos abrasivos são misturados com uma formulação de agluti-nante para formar uma lama abrasiva. Alternativamente, os grãos abrasivossão aplicados ao aglutinante após o aglutinante ser revestido na camada-base protetora 202. Opcionalmente, um pó funcional poderá ser aplicadosobre a camada 204 para impedir aderência da camada 204 à ferramenta depadronização. O aglutinante da camada intermediária de adesivo ou da ca-mada final de adesivo poderá incluir colorante latente. O artigo abrasivo es-truturado 200, opcionalmente poderá incluir camadas flexíveis e posteriores (não mostradas). Essas camadas poderão ter função conforme descritasacima.
Em um exemplo adicional, uma formulação de aglutinante inclu-indo colorante latente poderá ser usada para formar artigos abrasivos deligação, tal como o artigo abrasivo 300 ilustrado na figura 3. Em uma modali- dade particular, formulação de aglutinante e grãos abrasivos são combina-dos para formar lama abrasiva. A lama abrasiva é aplicada a um molde e aformulação de aglutinante é curada, causando uma alteração na cor do colo-rante latente. O artigo abrasivo resultante, tal como artigo 300, inclui osgrãos abrasivos ligados por aglutinante nanocompósito em um perfil deseja-do.
Em uma modalidade particular, o artigo abrasivo é formado atra-vés de combinação de precursores de nanocompósito com outros precurso-res e constituintes poliméricos. Por exemplo, um precursor nanocompósitode epóxi, incluindo carga particulada de tamanho nanométrico e precursorde epóxi, é misturado com precursor acrílico para formar uma formulação deaglutinante nanocompósito. A formulação de aglutinante é aplicada a umsubstrato, tal como uma camada-base protetora ou a um molde. Grãos abra-sivos são também aplicados ao substrato e a formulação de aglutinante écurada.
Quando o aglutinante nanocompósito forma uma camada inter-mediária de adesivo para um artigo abrasivo revestido, a formulação de a-glutinante nanocompósito poderá ser aplicada a uma camada-base protetorae grãos abrasivos aplicados sobre a formulação. Alternativamente, a formu-lação de aglutinante poderá ser aplicada sobre os grãos abrasivos para for-mar uma camada final de adesivo. Em um outro exemplo, a formulação deaglutinante e os grãos abrasivos poderão ser combinados e aplicados simul-taneamente para formar uma camada intermediária de adesivo sobre umsubstrato ou para encher um molde. Geralmente, a formulação de aglutinan-te poderá ser curada usando energia térmica ou radiação actínica, tal comoradiação ultravioleta.
Em uma modalidade particular, a formulação de aglutinante in-clui um constituinte de epóxi, um fotoiniciador catiônico no constituinte deepóxi, e um colorante latente configurado para alterar cor em resposta a ati-vação do fotoiniciador catiônico. A formulação de aglutinante poderá incluircerca de 10% em peso a cerca de 90% em peso, tal como, de cerca de 65%em peso a cerca de 80% em peso, do constituinte de epóxi e poderá incluirde cerca de 0,1% em peso a cerca de 20% em peso, tal como cerca de 0,1%em peso a cerca de 4,0% em peso, do fotoiniciador catiônico. O constituintede epóxi poderá incluir carga particulada de tamanho nanométrico, tal comocarga que apresenta tamanho de partículas não maior que cerca de 100 nm,tal como não maior que cerca de 50 nm.
A formulação de aglutinante poderá incluir um constituinte acríli-co e um radical que gera fotoiniciador. A formulação de aglutinante poderá incluir cerca de 0,1% em peso a cerca de 60% em peso, tal como cerca de5% em peso a cerca de 15% em peso, do constituinte acrílico e poderá inclu-ir, de cerca de 0,01% em peso a cerca de 20% em peso, tal como cerca de0,1% em peso a cerca de 4% em peso, de radical que gera fotoiniciador. Oconstituinte acrílico poderá incluir carga particulada de tamanho nanométri- co, tal como carga que apresenta tamanho de partículas não maior que cer-ca de 100 nm, tal como não maior que cerca de 50 nm. A formulação de a-glutinante poderá também incluir um constituinte de poliol em uma quantida-de de cerca de 0,1% em peso a cerca de 60% em peso, tal como, de cercade 10% em peso a cerca de 17% em peso.
O colorante latente poderá exibir uma cor específica com base
na cura do constituinte de epóxi. Em um exemplo, o colorante latente reagecom subprodutos do fotoiniciador catiônico para alterar cor. A formulação deaglutinante poderá incluir um ou mais colorantes. Por exemplo, a formulaçãode aglutinante poderá adicionalmente incluir um segundo colorante latente.
O segundo colorante latente poderá alterar uma segunda cor com base nacura. Em um outro exemplo, o segundo colorante altera a cor em resposta auma diferente reação, tal como ativação de um radical que gera fotoiniciador.
Em uma modalidade exemplar, o colorante latente e o segundocolorante latente poderão juntamente alterar-se para surgirem como uma cor desejável. Por exemplo, um primeiro cromóforo ativado por reação associa-do ao primeiro colorante latente poderá apresentar um primeiro perfil de ab-sorção de energia eletromagnética e um segundo cromóforo ativado por rea-ção associado ao segundo colorante latente poderá apresentar um segundoperfil de absorção de energia eletromagnética. Em um exemplo, o primeiro perfil de absorção de energia eletromagnética é diferente do segundo perfilde absorção de energia eletromagnética. Em um exemplo adicional, o pri-meiro perfil de absorção de energia eletromagnética e o segundo perfil deabsorção de energia eletromagnética surgem como uma cor desejada.
Em uma modalidade alternativa, um colorante latente poderá serselecionado para adição a uma formulação de aglutinante para proporcionarcodificação de cor de formulações de aglutinante. Por exemplo, uma primei-ra formulação de aglutinante poderá incluir um primeiro colorante latente euma segunda formulação de aglutinante poderá incluir um segundo coloran-te latente. Em tal modalidade, a cor de um produto abrasivo curado poderáauxiliar na identificação da formulação de aglutinante usada para formar oproduto abrasivo curado. Em um exemplo adicional, cada camada, tal comouma camada intermediária de adesivo ou uma camada final de adesivo, po-derá ser formada a partir de uma diferente formulação de aglutinante e cadauma das diferentes formulações de aglutinante poderá incluir um diferentecolorante latente.
A formulação de aglutinante poderá ser curada para formar umproduto abrasivo, tal como uma camada de um produto abrasivo revestido.Colorantes latentes tornam-se cromóforos por meio de reações associadas àcura dos componentes poliméricos. Geralmente, os colorantes latentes ecromóforos são orgânicos, não são confundidos com pigmentos inorgânicos.Tipicamente, a formulação de aglutinante e o produto abrasivo resultantesão livres de pigmento particulado. Em alguns exemplos, pigmento particu-lado pode interferir com cura através de radiação actínica, causando defeitosnos produtos abrasivos resultantes.
Em uma outra modalidade, a descrição refere-se a um métodode produção de um artigo abrasivo. O método inclui iniciar um processo decura em uma peça de trabalho, determinando uma cor-alvo exibida pela pe-ça de trabalho, e terminar o processo de cura com base na cor-alvo. A cor-alvo poderá representar cura parcial ou cura total. O processo de cura pode-rá incluir fotocura ou cura térmica. Em um exemplo, uma camada intermediá-ria de adesivo é aplicada à peça de trabalho de artigo abrasivo antes de cu-ra. Em um outro exemplo, uma camada final de adesivo não-curada é apli-cada à peça de trabalho antes de cura. Em um exemplo adicional, um moldeé cheio para formar a peça de trabalho. Um segundo processo de cura pode-rá ser iniciado após terminar o processo de cura, uma segunda cor-alvo po-derá ser determinada e o segundo processo de cura terminado com base nasegunda cor-alvo.
Em uma modalidade adicional exemplar, a descrição refere-se aum método de controle de qualidade do produto abrasivo. O método incluiformar um produto abrasivo que apresenta uma matriz polimérica e um cro-móforo ativado por reação, inspecionar o produto abrasivo em relação a ca-racterísticas de cor, e categorizar o produto abrasivo com base na caracte-rística de cor. A característica de cor poderá, por exemplo, ser uma cor-alvoou uniformidade de cor. Categorização do produto abrasivo poderá incluirrejeitar o produto abrasivo, aceitando o produto abrasivo ou graduando oproduto abrasivo. Graus poderão ser associados a condições de uso do pro-duto abrasivo. O produto poderá ser adicionalmente curado após categoriza-ção.
Medições de cor podem ser realizadas com um colorímetro.Quando a composição de resina é opaca, por exemplo, devido à presençade uma carga, a cor da resina e do artigo é medida com um colorímetro noartigo ou resina. Em um exemplo, um colorímetro proporciona três valoresna escala de cor L*a*b* (CIELAB). A escala de cor CIELAB é uma escala decor uniforme aproximada. Em uma escala de cor uniforme, as diferençasentre pontos marcados (plotted) no espaço de cor correspondem a diferen-ças visuais entre as cores marcadas {plotted). O espaço de cor CIELAB éorganizado em uma forma cúbica. O eixo L* gira (runs) do topo para o fundo.O L* máximo é 100, o qual representa um difusor de reflexão. O L* mínimo ézero, o qual representa em preto. O eixo a* e b* apresentam nenhum limitenumérico específico. A* positivo é tipicamente vermelho e a* negativo é tipi-camente verde. B* positivo é geralmente amarelo e b* negativo é geralmenteazul. Por exemplo, quando a* é -60, ele representa verde e quando a* é +60,ele representa vermelho. O b* representa azul quando ele é -60 e amareloquando ele é +60. Artigos que apresentam valor a* e b* entre -20 e 20, tipi-camente apresentam uma aparência cinza. Artigos que apresentam valoresa* e b* entre -20 e -60 ou entre 20 e 60 são geralmente mais colorido.Tipicamente, composições de resina convencionais com e semcargas, mas sem colorante latente exibem valores L* grandes de entre 90 e100. Em contraste, modalidades de artigos, por exemplo, formados por meiode cura através de UV de uma resina, incluindo colorante latente, exibem uma diferença de cor do que a resina não-curada. Tal cor poderá ser ex-pressa como uma alteração no valor L*, valor a* ou valor b* em relação àresina. Em um exemplo, o valor L* poderá alterar-se pelo menos cerca de 10unidades, tal como, pelo menos cerca de 20 unidades. Tipicamente, os valo-res a* ou b* de um artigo alteram-se por pelo menos cerca de 10 unidades após cura da resina. Por exemplo, o valor a* ou b* poderá alterar-se por pelomenos cerca de 20 unidades. Em uma modalidade exemplar, o valor L* po-derá não se alterar substancialmente, mas a cor poderá alterar-se, por e-xemplo, de vermelho a azul. Em tal modalidade, o valor a* ou b* poderá alte-rar-se pelo menos cerca de 20 unidades, tal como, pelo menos cerca de 30 unidades. Em uma outra modalidade, o valor L* do artigo altera em relação àresina, de tal modo que artigos curados apresentem valores L* de entre 0 e85, tal como entre 20 e 75. Em um exemplo, o valor a* ou b* dos artigos cu-rados poderá permanecer o mesmo, à medida que os valores da resinaquando o valor L* se altera. Em uma modalidade particular, o valor L* de uma formulação de
aglutinante ou uma peça de trabalho de artigo abrasivo poderá alterar-se porpelo menos cerca de 10%, tal como, pelo menos cerca de 20%, ou pelo me-nos cerca de 30%. Em um outro exemplo, o valor a* ou o valor b* poderáalterar-se por pelo menos cerca de 10%, tal como, pelo menos cerca de 20%, ou pelo menos cerca de 30%. Quando se determina uma cor-alvo, ométodo poderá incluir determinação de um valor-alvo L* ou uma alteração novalor L*. Alternativamente, o método poderá incluir determinação de um va-lor-alvo a* ou um valor-alvo b*, ou alterações no valor a* ou no valor b*.Exemplo 1
<table>table see original document page 37</column></row><table>
Totais: 100,00
Exemplo 2
Formulações de ligante de amostra são preparadas e curadas.
As cores das amostras curadas são testadas usando um colorímetro no mo-do de teste de refletância com um iluminador D65 e sob um ângulo de 10°. Acor das amostras é representada na escala de cor CIELAB. Usa-se um meiobranco de camada-base protetora durante medição.
Determina-se o efeito de concentração de corante sobre cor de
aglutinante por meio de teste de formulações de aglutinante em uma confi-guração de artigo abrasivo padronizada (10 cm (4 inch) de comprimento e 25cm (10 inch) de largura). As formulações de aglutinante em diferentes con-centrações de corante são usadas como uma camada final de adesivo sobre
grãos abrasivos e uma camada intermediária de adesivo. Amostras de pelí-culas que apresentam revestimentos adesivos em diferente concentração decorante são curadas por meio de UV sob lâmpada de 300 W D/lâmpada de600 W H em uma velocidade de linha de 15 m (50 pés)/minuto. Os grãosabrasivos são oxido de alumínio semifriável tratado termicamente de 80 mí-
crons de cascalho (grit) Treibacher (BFRPL) P180 e a camada intermediáriade adesivo é formada de resinas epóxi/acrilato curáveis por UV. Os grãosabrasivos e camada intermediária de adesivo cobriram uma camada-baseprotetora de poliéster. Determina-se o efeito de concentração de corantesobre o valor L*, a* e b*. Camadas finais de adesivo em artigos abrasivos deamostra são formadas de formulações de aglutinante, incluindo Nanopox XPA610 disponível de Hanse Chemie, uma resina de epóxi, incluindo carboxila- to 3,4-epóxi cicloexil metil-3,4-epóxi cicloexila e 40% em peso de carga par-ticulada de sílica coloidal. As formulações de aglutinante também incluemUVR 6105, as quais incluem carboxilato 3,4-epóxi cicloexil metil-3,4-epóxicicloexila e nenhuma carga particulada. As formulações de aglutinante adi-cionalmente incluem um poliol (4,8-bis(hidroximetil)triciclo(5.2.1.0)decano),
um fotoiniciador catiônico (Chivacure 1176), um radical fotoiniciador (Irgacu-re 2022, disponível de Ciba®), precursor acrilato (SR 399, um pentacrilatodipentaeritritol disponível de Atofina-Sartomer, Exton, PA), e corante (speci-alty blue 1, disponível de Noveon Hilton Davis, Inc., 2235 Langdon FarmsRd, Cincinnati, OH 45237 - 4790).
A Tabela 1 ilustra a concentração de componentes nas formula-
ções de aglutinante e o valor resultante de L*, a* e b*. Geralmente, aumen-tando a concentração de corante Specialty Blue 1 causa uma redução em L*para a formulação de aglutinante curada. Além disso, b* altera em uma dire-ção negativa com aumento de corante Specialty Blue 1 na formulação de
<table>table see original document page 38</column></row><table>Modalidades exemplares das formulações de aglutinante e arti-gos abrasivos formados da formulação de aglutinante acima descrita pode-rão vantajosamente ser úteis em controle de qualidade, coloração final doproduto, caracterização do produto e controle de processo. Ausência de pigmentos particulados vantajosamente leva a cura aperfeiçoada de formu-lações de aglutinante curáveis por radiação actínica.
O assunto acima descrito deve ser considerado ilustrativo, e nãorestritivo, e as reivindicações anexas são pretendidas cobrir todas essasmodificações, intensificações e outras modalidades, as quais estão dentro do escopo real da presente invenção. Desse modo, ao grau máximo permiti-do por lei, o escopo da presente invenção deve ser determinado pela inter-pretação permissível mais ampla das seguintes reivindicações e seus equi-valentes, e não deve ser restrito ou limitado pela descrição detalhada prece-dente.

Claims (94)

1. Artigo abrasivo que apresenta uma camada que compreende:um constituinte epóxi;um fotoiniciador catiônico no constituinte epóxi; e um colorante latente configurado para mudar de cor em resposta a ativa-ção do fotoiniciador catiônico.
2. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 1, o qual com-preende adicionalmente um constituinte acrílico e um fotoiniciador que geraradicais.
3. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 2, no qual acamada compreende cerca de 0,1% em peso a cerca de 60% em peso doconstituinte acrílico.
4. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 2, no qual acamada compreende cerca de 0,01% em peso a cerca de 20% em peso de um fotoiniciador que gera radicais.
5. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 2, no qual oconstituinte acrílico compreende carga particulada nanodimensionada.
6. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 5, no qual otamanho médio das partículas da carga particulada nanodimensionada não é maior que cerca de 100 nm.
7. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 6, no qual otamanho médio das partículas da carga particulada nanodimensionada não émaior que cerca de 50 nm.
8. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 2, o qual com- preende adicionalmente um segundo colorante latente configurado para mu-dar de cor em resposta a ativação do fotoiniciador catiônico.
9. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 1, o qual com-preende adicionalmente um constituinte poliol.
10. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 9, no qual a camada compreende cerca de 0,1% em peso a cerca de 60% em peso dopoliol.
11. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 1, no qual acamada compreende cerca de 10% em peso a cerca de 90% em peso doconstituinte epóxi.
12. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 1, no qual acamada compreende cerca de 0,1% em peso a cerca de 20% em peso do fotoiniciador catiônico.
13. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 1, no qual oconstituinte epóxi compreende carga particulada nanodimensionada.
14. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 13, no qual otamanho médio das partículas da carga particulada nanodimensionada não é maior que cerca de 100 nm.
15. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 14, no qual otamanho médio das partículas da carga particulada nanodimensionada não émaior que cerca de 50 nm.
16. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 1, no qual o colo- rante latente exibe uma cor específica com base na cura do constituinte epóxi.
17. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 1, no qual ocolorante latente é configurado para reagir com subprodutos do fotoiniciadorcatiônico para mudar de cor.
18. Artigo abrasivo que compreende: uma matriz polimérica;um cromóforo ativado por meio de reação na matriz polimérica; egrãos abrasivos particulados.
19. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, no qual ocromóforo ativado por meio de reação forma-se a partir de um colorante la- tente e um subproduto de cura.
20. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 19, no qual ocolorante latente é selecionado do grupo que consiste de um formador decor à base de triarilmetano, um formador de cor à base de difenil metano, umformador de cor à base de triazina, um formador de cor à base de espiro, um formador de cor à base de lactama, um formador de cor à base de fluorano,um formador de cor à base de isobenzofuranona e qualquer combinação dosmesmos.
21. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, no qual amatriz polimérica é livre de pigmento particulado.
22. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, no qual ocromóforo ativado por meio de reação compreende um cromóforo orgânico.
23. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, no qual amatriz polimérica compreende um constituinte polimerizado cationicamentepolimerizável.
24. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 23, no qual oconstituinte cationicamente polimerizável apresenta um grupo funcional epóxi.
25. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 23, no qual oconstituinte cationicamente polimerizável apresenta um grupo funcional oxe-tano.
26. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 23, no qual oconstituinte cationicamente polimerizável compreende carga particulada na- nodimensionada.
27. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 26, no qual otamanho médio das partículas da carga particulada nanodimensionada não émaior que cerca de 100 nm.
28. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 27, no qual o tamanho médio das partículas da carga particulada nanodimensionada não émaior que cerca de 50 nm.
29. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 23, no qual amatriz polimérica compreende um fotoiniciador catiônico.
30. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 29, no qual o cromóforo ativado por meio de reação forma-se a partir de um colorante la-tente e um subproduto do fotoiniciador catiônico.
31. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, no qual amatriz polimérica compreende um constituinte polimerizado polimerizável viaradicais.
32. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 31, no qual oconstituinte polimerizável via radicais compreende um constituinte etilenica-mente insaturado.
33. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 31, no qual oconstituinte polimerizável via radicais apresenta um grupo funcional acrilato.
34. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 31, no qual oconstituinte polimerizável via radicais compreende carga particulada nano- dimensionada.
35. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 34, no qual otamanho médio das partículas da carga particulada nanodimensionada não émaior que cerca de 100 nm.
36. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 35, no qual o tamanho médio das partículas da carga particulada nanodimensionada não émaior que cerca de 50 nm.
37. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 31, no qual amatriz polimérica compreende um fotoiniciador via radicais livres.
38. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, no qual os grãos abrasivos particulados são selecionados do grupo que consiste de síli-ca, alumina, zircônia, carbeto de silício, nitreto de silício, nitreto de boro, gra-nada, diamante, alumina-zircônia mista, céria, diboreto de titânio, carbeto deboro, sílex, esmeril, nitreto de alumina e qualquer combinação dos mesmos.
39. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 38, no qual os grãos abrasivos particulados apresentam um tamanho médio de grãosentre 0,1 mícron e 1.500 mícrons.
40. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 39, no qual otamanho médio é 0,5 mícron a 750 mícrons.
41. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 40, no qual o tamanho médio é 5 mícrons a 100 mícrons.
42. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, o qual éum artigo abrasivo revestido.
43. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 42, no qual amatriz polimérica forma uma camada intermediária de adesivo do artigo a- brasivo.
44. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 42, no qual amatriz polimérica forma uma camada adesiva do artigo abrasivo.
45. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 42, no qual oartigo abrasivo revestido é um artigo abrasivo engenheirado.
46. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, o qual éum artigo abrasivo ligado.
47. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 18, o qualcompreende adicionalmente um segundo cromoforo ativado por meio de re-ação.
48. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 47, no qual ocromoforo ativado por meio de reação apresenta um primeiro perfil de ab- sorção de energia eletromagnética e o segundo cromoforo ativado por meiode reação apresenta um segundo perfil de absorção de energia eletromag-nética.
49. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 48, no qual oprimeiro perfil de absorção de energia eletromagnética é diferente do segun- do perfil de absorção de energia eletromagnética.
50. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 49, no qual oprimeiro perfil de absorção de energia eletromagnética e o segundo perfil deabsorção de energia eletromagnética aparecem conforme uma cor desejada.
51. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 47, no qual o cromoforo ativado por reação é ativado com base em uma condição de rea-ção diferente que o segundo cromoforo ativado por reação.
52. Artigo abrasivo que compreende um cromoforo ativado porreação.
53. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 52, no qual o cromoforo ativado por reação é formado de um colorante latente e um sub-produto de cura.
54. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 52, no qual ocromoforo ativado por reação compreende um cromoforo orgânico.
55. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 52, o qual adicionalmente compreende uma matriz polimérica que compreende umconstituinte polimerizado cationicamente polimerizável.
56. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 55, no qual oconstituinte cationicamente polimerizável apresenta um grupo epóxi funcio-nal.
57. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 52, o qualadicionalmente compreende uma matriz polimerica que compreende umconstituinte polimerizado radicalmente polimerizável.
58. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 57, no qual oconstituinte radicalmente polimerizável compreende um constituinte etileni-camente insaturado.
59. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 57, no o cons-tituinte radicalmente polimerizável apresenta um grupo funcional acrilato.
60. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 52, o qualcompreende grãos abrasivos particulado.
61. Método de produção de um artigo abrasivo, o qual com-preende:iniciar um processo de cura em uma peça de trabalho de artigoabrasivo, a peça de trabalho de artigo abrasivo compreendendo um precur-sor polimérico e um colorante, o colorante latente configurado para alterarcor em resposta a cura:determinar uma cor-alvo da peça de trabalho de artigo abrasivo;terminar o processo de cura quando a peça de trabalho de artigoabrasivo exibe a cor-alvo.
62. Método, de acordo com a reivindicação 61, no qual a cor-alvo representa cura parcial.
63. Método, de acordo com a reivindicação 61, no qual a cor-alvo representa cura total.
64. Método, de acordo com a reivindicação 61, no qual a cor-alvo apresenta pelo menos um valor L* diferente 10 unidades de uma corinicial da peça de trabalho de artigo abrasivo.
65. Método, de acordo com a reivindicação 64, no qual o valor L*é pelo menos diferente 20 unidades.
66. Método, de acordo com a reivindicação 61, no qual a cor-alvo apresenta pelo menos um valor a* diferente 10 unidades de uma corinicial da peça de trabalho de artigo abrasivo.
67. Método, de acordo com a reivindicação 64, no qual o valor a*é pelo menos diferente 20 unidades.
68. Método, de acordo com a reivindicação 61, no qual a cor-alvo apresenta pelo menos um valor b* diferente 10 unidades de uma corinicial da peça de trabalho de artigo abrasivo.
69. Método, de acordo com a reivindicação 64, no qual o valor b*é pelo menos diferente 20 unidades.
70. Método, de acordo com a reivindicação 61, no qual o pro-cesso de cura compreende expor a peça de trabalho de artigo abrasivo àradiação actínica.
71. Método, de acordo com a reivindicação 61, no qual o pro-cesso de cura compreende expor a peça de trabalho de artigo abrasivo à energia térmica.
72. Método, de acordo com a reivindicação 61, o qual adicional-mente compreende aplicar uma camada intermediária de adesivo não cura-da a uma peça de trabalho de artigo abrasivo antes de iniciar o processo decura.
73. Método, de acordo com a reivindicação 61, o qual adicional-mente compreende aplicar uma camada final de adesivo não curada à peçade trabalho de artigo abrasivo antes de iniciar o processo de cura.
74. Método, de acordo com a reivindicação 61, o qual adicional-mente compreende encher um molde com uma formulação de aglutinante não curada para formar a peça de trabalho de artigo abrasivo antes de iniciaro processo de cura.
75. Método, de acordo com a reivindicação 61, o qual adicional-mente compreende iniciar um segundo processo de cura após terminar oprocesso de cura, a peça de trabalho de artigo abrasivo compreendendo um segundo colorante latente configurado para alterar cor em resposta ao se-gundo processo de cura.
76. Método, de acordo com a reivindicação 75, o qual adicional-mente compreende:determinar uma segunda cor-alvo da peça de trabalho de artigoabrasivo; eterminar o segundo processo de cura quando a peça de trabalhode artigo abrasivo exibe a segunda cor-alvo.
77. Método de controle de qualidade de produto abrasivo, o qualcompreende:formar um produto abrasivo que compreende uma matriz polimé-rica e um crormóforo ativado por reação, o cromóforo ativado por reaçãoconfigurado para exibir uma característica de cor com base em um estadode cura;inspecionar o produto abrasivo com base na característica decor; ecategorizar o produto abrasivo com base na característica decor.
78. Método, de acordo com a reivindicação 77, no qual a carac-terística de cor é uniformidade de cor.
79. Método, de acordo com a reivindicação 77, no qual a carac-terística de cor é uma cor-alvo.
80. Método, de acordo côm a reivindicação 79, no qual a cor-alvo apresenta um valor-alvo L*.
81. Método, de acordo com a reivindicação 79, no qual a cor-alvo apresenta um valor-alvo a*.
82. Método, de acordo com a reivindicação 79, no qual a cor-alvo apresenta um valor-alvo b*.
83. Método, de acordo com a reivindicação 77, no qual categori-zar o produto abrasivo inclui rejeitar o produto abrasivo.
84. Método, de acordo com a reivindicação 77, no qual categori-zar o produto abrasivo inclui aceitar o produto abrasivo.
85. Método, de acordo com a reivindicação 77, no qual categori-zar o produto abrasivo inclui determinar um grau do produto abrasivo.
86. Método, de acordo com a reivindicação 85, no qual o grau éassociado a condições de uso de produto abrasivo.
87. Método, de acordo com a reivindicação 77, o qual adicional-mente compreende cura adicional do produto abrasivo após categorizar oproduto abrasivo.
88. Artigo abrasivo que compreende:uma camada padronizada para formar uma estrutura de superfí-cie, a camada compreendendo um material, incluindo uma matriz poliméricae um cromoforo ativado por reação; egrãos abrasivos ligados à camada.
89. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 88, no qual ocromoforo ativado por reação compreende um colorante latente e um sub-produto de cura.
90. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 88, no qual omaterial é livre de pigmento particulado.
91. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 88, no qual amatriz polimérica compreende um constituinte polimerizado cationicamentepolimerizável.
92. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 88, no qual amatriz polimérica compreende um constituinte polimerizado radicalmente polimerizável.
93. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 88, no qual omaterial adicionalmente compreende um segundo cromoforo ativado porreação.
94. Artigo abrasivo, de acordo com a reivindicação 88, o qual adicionalmente compreende uma camada-base protetora localizada adjacen-te à camada padronizada para formar uma estrutura de superfície.
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