BRPI0609069A2 - corpo para cateter ou capa protetora - Google Patents

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Xiaoping Guo
E Richard Stehr
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St Jude Medical Atrial Fibrillation Div Inc
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Abstract

CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA. Um corpo (2) para um cateter ou capa protetora é revelado. O corpo (2) inclui tiras (8, 10) formadas longitudinalmente de uma porção próxima (6) do corpo (2) a uma porção distal (4) do corpo (2). As tiras são formadas de diferentes materiais. As tiras podem ter diferentes radiopacidades ou podem ser divisíveis/desconectáveis. O corpo divisível/desconectável compreende um mecanismo de desconexão estendido longitudinalmente ao longo de seu respectivo comprimento, O mecanismo de desconexão pode ser formado de regiões de interface de ligação estendidas longitudinalmente entre a primeira e a segunda tira estendidas longitudinalmente de material polimero. Uma região de concentração de tensão se estende ao longo da região de interface de ligação. A concentração de tensão facilita a divisão do corpo (2) ao longo do seu mecanismo de desconexão. O material polimero da primeira tira (8) pode ter uma maior quantidade de enchimento radiopaco que o material polimero da segunda tira (10). Cada tira forma pelo menos uma porção de uma superfície circunferencial externa do corpo (2).

Description

RELATÓRIO DESCRITIVOCORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORAReferência cruzada relacionada aos pedidos
O presente pedido reivindica o benefício da Patente Provisional US 60/675,973("o pedido 973"), que foi depositado em 28 de abril de 2005. Este pedido é tambémrelacionado com o pedido de patente internacional n. PCT/US2006/xxxxxx (documenton. 0B-046803WO), depositado concorrentemente com este (o "pedido xxx"). O pedido'973 e o pedido 'xxx são aqui incorporados por referência na sua integral idade.Estado da técnica da invenção
A presente invenção se refere a corpos para cateteres e capas protetoras emétodos de .-.manufatura e uso de tais corpos. Mais particularmente, a presenteinvenção se-refere a corpos divisíveis e radiopacos e métodos de manufatura e uso detais corpo?
Cateteres e capas protetoras são comumente manufaturados com corpos tipodivisíveis (p.ex., desconectável ou dobrável) que permitem que o cateter ou a capaprotetora possam ser removidos do dispositivo médico implantado (p.ex., ligações demarcapasso) sem perturbar o dispositivo. Os corpos do estado da técnica sãoformados com ranhuras de desconexão que se estendem longitudinalmente ao longodas superfícies circunferenciais interna e externa de suas paredes de modo a fazer oscorpos divisíveis. Propiciar tais ranhuras de desconexão é um processo de manufaturadifícil e caro.
Outros cateteres e capas protetoras são comumente manufaturados com corpostendo pontas distais radiopacas. Tais cateteres e capas protetoras são usados emprocedimentos cardiovasculares e outros procedimentos médicos. A ponta distairadiopaca pode ser vista dentro do corpo do paciente via um raio-X fluoroscópio ououtro sistema de imagem, desse modo permitindo à um físico posicionar o corpotubular como requerido durante o procedimento.
Os corpos tubulares do estado da técnica com pontas distais radiopacasgeralmente utilizam metais preciosos pesados (p.ex., ouro, platina, tântalo) paraacionar suficientemente a radiopacidade da ponta. Por exemplo, uma faixa estreira demetal precioso pesado é encaixada na ponta distai de cada corpo tubular do estado datécnica. Como resultado, tais corpos do estado da técnica terminam sendo um tantocaros devido ao alto custo dos metais preciosos pesados e o trabalho intenso doprocesso de manufatura utilizado para manufaturar tais corpos tubulares.
Os corpos tubulares são feitos de materiais poliméricos que podem não serquimicamente compatíveis com os metais preciosos usados para formar uma faixadistai radiopaca. Tai como, a faixa distai pode não aderir ao material matriz do corpotubular, causando uma separação material potencial e uma discontinuidade na forçamecânica.
Onde o corpo tubular com uma ponta distai radiopaca também necessita serdivisivei para permitir sua remoção do paciente sem perturbar o dispositivo médicoimplantado, a faixa estreita do metal preciosos-pesado deve ser provida com umaranhura de desconexão que coincida com a ranhura de desconexão na parede docorpo tubular, isto também adiciona dificuldade e custo para um processo demanufatura já difícil e caro. •- " -
Há uma necessidade no estado da técnica para um corpo tubular divisivei e/ouradiopaco que utilize menos materiais custosos, é menos trabalho intensivo paramanufaturar e é menos possibilidade de faina durante o procedimento médico devidoao material de separação. Há também uma necessidade para métodos de manufaturae uso de tais corpos tubulares. - -
Breve sumário da invenção
A presente invenção é um corpo para -üm-cateter ou capa protetora. O corpocompreende um iúmen definido por uma parede formada com tiras longitudinais. Aprimeira tira tem uma radiopacidade que é maior que a segunda tira, propiciando ocorpo com a visibilidade requerida dentro do corpo do paciente via um raio-Xfluoroscópio. O corpo pode ter uma seção cruzada tubular como descrito em detaihesaqui, ou pode ter quaiquer outra seção cruzada desejada, p.ex., geralmente trainagularou quadrada.
A presente invenção é um corpo para um cateíer ou capa protetora. O corpoinclui uma extremidade próxima, uma extremidade distai, uma primeira tira iongitudinal,e uma segunda tira longitudinal. A primeira e a segunda tira longitudinal se estendementre as extremidades próxima e distai. A primeira tira pode ter umà radiopacidade queé maior que a segunda tira. A primeira tira pode ser feita de compostos poiiméricosradiopacos, incluindo compostos polímeros preenchidos com tungstenio. A primeira e asegunda tira podem ser helicoidais ao longo do corpo.
A primeira tira longitudinal pode compreender entre 2-50% de circunferência docorpo. A primeira tira longitudinal pode compreender entre 10-25% da circunferência docorpo. A primeira tira longitudinal pode compreender entre 1-5% da circunferência docorpo.
O corpo tubular pode inciuir uma extremidade próxima, uma extremidade distai,uma primeira tira longitudinal e uma segunda tira longitudinal. A primeira e a segundatira longitudinal podem, ser formadas na extremidade distai do corpo tubular apenas, eentão ligadas juntas" para formar o corpo tubular utilizando várias tecnologias deagrupamento polimérico.
O corpo tubular pode- ter uma parede cilíndrica. A parede em corte tranversal daparede cilíndrica (geralmente perpendicular ao eixo longitudinal da parede cilíndrica)inclui um primeiro segmento da parede e um segundo segmento da parede. Estes doissegmentos podem formar, pelo menos, uma porção integral da seção transversal daparede, que pode ser circunferencialmente contínua e integrai. O primeiro segmentopode ter uma radiopacidade.que é maior que o segundo segmento.
A presente invençãcanciui um método de formação de um corpo tubuiar para umcateter ou capa protetora. .O corpo tubular inclui uma primeira tira longitudinal e umasegunda tira longitudinal. :.Q-método compreender propiciar uma máquina e umaferramenta especialmente relevante, deslocando o primeiro material com a máquinapara criar um primeiro fiuxo de material, deslocando um segundo materiai com amáquina para criar um segundo fluxo de material e trazendo o primeiro fluxo dematerial em contato com o segundo fluxo de material, tal que o primeiro fluxo dematerial forme uma primeira tira longitudinal e o segundo fluxo de material forme asegunda tira iongitudinai. A primeira e a segunda tira podem formar pelo menos umaporção da parede em corte transversal do corpo tubular, donde a parede em cortetransversal seja circunferencialmente contínua e integral. O primeiro materiai pode teruma radiopacidade que exceda a radiopacidade do segundo material.A máquina pode ser, por exemplo, uma máquina co-extrusão, uma máquina demoldagem co-injeção ou uma máquina de moldagem co-compressão.
O corpo tubular pode compreender uma linha de desconexão formada por umaregião estendendo longitudinalmente da interface de ligação entre a primeira e asegunda tira estendendo longitudinalmente do material polímero.
Os materiais polímeros da primeira e da segunda tira podem diferir em que omaterial poiímero da primeira tira seja carregado com uma quantidade maior deenchimento inorgânico que o material polímero da segunda tira. O material polímero daprimeira tira pode ter uma quantidade maior de material radíppaco que o materialpolímero da segunda tira. O material radiopaco pode incluir um metal puro ou umcomposto metálico com pelo menos elemento com um número atêmiço.de 22 a 83.
O material polímero da primeira tira estendendo longitudinalmente pode serfuncionalmente miscível com o material poiímero da segunda -tira estendendolongitudinalmente. O material polímero da primeira tira estendendo longitudinalmentepode ser comprendido de peio menos um poiímero diferente que o materiai polímero dasegunda tira estendendo longitudinalmente.
Cada tira pode formar pelo menos uma porção da superfície circuníerencialexterna do corpo tubular. Uma região de concentração de tensão seestende ao longoda região da interface de ligação. A concentração de tensão facilita at divisão do corpotubular divisível ao longo da linha de desconexão.
O materiai poiímero da primeira tira pode ser dissimilar, mas quimicamentecompatível com o material polímero da segunda tira. O material polímero da primeiratira pode ter uma orientação molecular que é diferente da orientação molecular dopoiímero da segunda tira. Por exemplo, o material polímero da primeira tira pode teruma orientação molecular de eixo de fluxo induzido.
O material polímero da primeira da primeira tira pode ser quimicamentecompatível com o. material poiímero da segunda tira. Assim, um compaíibilizadorpolímero é introduzido em pelo menos um dos materiais polímeros para desenvolveruma adesão do derretimento entre a primeira e a segunda tira de materiai poiímero.
Enquanto as corporificações são reveladas, ainda outras corporificações dapresente invenção podem ser tornar aparentes para aqueies habilitados na técnica peiadescrição detalhada a seguir, que mostra e descreve iiusíraíivameníe corporificaçõesda invenção. Como será realizado, a invenção é capaz de modificações em váriosaspectos, todas sem fugir do espírito e escopo da presente invenção. Desta forma, osdesenhos e o relatório descritivo são tidos como ilustrativos em natureza e nãorestritivos.
Breve descrição dos desenhos
FIG. 1 é uma vista elevada da presente invenção, de acordo com a primeiracorporificação, incluindo um corpo dividido/descascado para m cateter ou capaprotetora, donde o corpo inclui uma extremidade distai e uma extremidade próxima e éformado de pelo menos duas tiras longitudinais integrais de materiais diferentes.
FIG. 2A é uma vista em corte transversal la.ti.tudinaI da primeira corporificação docorpo tirada através da seção da linha A-A na FIG. 1.
FIG. 2B é uma vista em corte tranversaMorrgitudinal da primeira corporificaçãodo corpo tubular tirada através da seção da linha A'-A' na FIG. 2A.
FIG. 3 é uma vista elevada da presente invenção, de acordo com a segundacorporificação, incluindo um corpo tubular divido para um cateter ou capa protetora,donde o corpo tubular inclui uma extremidade distai e uma extremidade próxima e éformado de pelo menos duas tiras longitudinais de-material diferente.
FIG. 4A é uma vista em corte transversal iatitudinai da segunda corporificaçãodo corpo tubular tirada através da seção da linha B-B na FIG. 3.
FIG. 4B é uma vista em corte transversal longitudinal da segunda corporificaçãodo corpo tubular tirada através da seção da linha B'-B'na FIG. 4A.
FIG. 4C é uma vista em corte transversal Iatitudinai da primeira variação dasegunda corporificação do corpo tubular tirada através da seção da linha B-B na FIG. 3.
FIG. 4D é uma vista em corte transversal longitudinal da primeira variação dasegunda corporificação do corpo tubular tirada através da seção da linha B"-B"na FIG.4C.
FIG. 4E é uma vista em corte transversal Iatitudinai da segunda variação dasegunda corporificação do corpo tubular tirada através da seção da iinha B-B na FIG. 3.FIG. 4F é uma vista em corte transversal longitudinal da segunda variação dasegunda corporificaçao do corpo tubular tirada através da seção da linha B"'-B"' na FIG.4E.
FIG. 5 é uma vista elevada da presente invenção de acordo com a terceira corporificaçao incluindo um corpo tubular dividido para um cateter ou capa protetora,donde o corpo tubular inclui uma extremidade distai e uma extremidade próxima e éformado de pelo menos duas tiras helicoidais longitudinais integrais de diferentesmateriais.
FIG. 6A é uma vista em corte transversal iatitudinai da terceira corporificaçao do corpo tubular tirada através da seção da linha C-C na FIG. 5.
FIG. 6B é uma vista em corte transversa! longitudinal da terceira corporificaçaodo corpo tubular tirada através da seção da linha C'-C'na FIG. 6A.
FIG. 7 é uma vista eievada da presente invenção de acordo com a quartacorporificaçao incluindo um corpo tubular divido para um cateter ou capa protetora, donde o corpo tubular inclua uma extremidade distai e uma extremidade próxima e sejaformado de pelo menos duas tiras helicoídas longitudinais integrais de materiaisdiferentes.
FIG. 8A é uma vista em corte transversal longitudinal da quarta corporificaçao do; corpo tubular tirada através da seção da linha D-D na FIG. 7.
FIG. 8B é uma vista em corte transversal longitudinal da quarta corporificaçao do
corpo tubular tirada através da seção da linha D'-D'na FIG. 8A.
FIG. 8C é uma vista em corte transversal Iatitudinai da primeira variação daquarta corporificaçao do corpo tubular tirada através da seção da linha D-D na FIG. 7.FIG. 8D é uma vista em corte transversal iongitudinal da primeira variação da quarta corporificaçao do corpo tubular tirada através da seção da linha D"-D"na FIG.8C.
FIG. 8E é uma vista em corte transversal Iatitudinai da segunda variação daquarta corporificaçao do corpo tubular tirada através da seção da linha D-D na FIG. 7.
FIG. 8F é uma vista em corte transversal iongitudinai da segunda variação da quarta corporificaçao do corpo tubular tirada através da seção da linha D"'-D"! na FIG.8E.FIG. 9 é simiiar à FIG. 2A, mas é uma vista em corte transversal da presenteinvenção de acordo com a quinta corporiíicação, incluindo um corpo tubular dividido,donde o corpo tubular tem ranhuras de desconexão integrais que podem serlocalizadas tanto nas primeiras quanto nas segundas tiras longitudinais.
FIG. 10 é uma vista em corte transversal da sexta corporificação do corpodividido, incluindo um corte transversal triangular.
FIG. 11 é uma vista em corte transversal da sétima invenção do corpo dividido,incluindo um corte transversal quadrado.Descrição detalhada da invenção
FIG. 1 é uma vista elevada da presente invenção de acordo com a primeiracorporificação, incluindo um corpo dividido (p.ex., tipo dobrável) 2 para umxateter oucapa protetora. O corpo 2 inclui uma extremidade distai 4 e uma extremidade próxima6. Como mostrado na FIG. 1, o corpo 2 é formado de peio menos duas tiraslongitudinais integrais 8, 10 de diferentes materiais. Como indicado na FIG.,1, cada tira8, 10 pode estender todo comprimento do corpo tubular 2 de um modo geralmentedireto. Como mostrado na FIG. 2a, o corpo pode ter um corte transversal tubular. Comomostrado nas FiGS. 10 e 11, o corpo pode ter um corte transversal triangular 210 ouquadrado 220.
As tiras 8, 10 serão aqui referidas como primeira tira 8 e a segunda'.tira 10. Omaterial da primeira tira 8 será suficientemente diferente do material da segunda tira10, de modo a formar um concentração de tensão ao longo das zonas de interface(p.ex., bordas) 11 entre as duas tiras 8, 10. A concentração de tensão forma uma linhadesconectada 11 que atua como uma ranhura desconectável construída dentro desta.Como resultado, o corpo tubular 2 é prontamente dividido embora isto necessita deuma ranhura de desconexão atuai.
A dissimiiaridade entre os materiais usados para formar as tiras 8, 10 necessitaapenas ser suficiente para criar uma concentração de tensão que atue como umaranhura de desconexão construída dentro deste. Isto pode ser comprendido dediferentes formas, incluindo as formas a seguir.
Os materiais utilizados para as tiras 8, 10 podem ser geralmente os mesmos,mas podem também ser diferentes. Por exemplo, a primeira tira 8 pode ser construídade um primeiro polímero e a segunda tira 10 pode ser construída de um segundopolímero. O polímero usado para a primeira tira 8 pode ter uma orientação moleculardiferente que o polímero usado para a segunda tira 10. Em uma corporificação, omaterial usado para a primeira tira 8 é um polímero com orientação molecular de eixode indução de fluxo, e o material usado para a segunda tira 10 é um polímero tendopequena ou nenhuma orientação molecular de eixo de indução de fluxo. Em talcorporificação, a força do rasgoao longo da direção de orientação de fluxo induzidopara o material polímero é usado para a primeira tira 8 diminuirá devido à induçãoanisotrópica mecânica pelo alinhamento da cadeia molecular. Inversamente, devido aobaixo nível de anisotropia mecânica, o material polimérico utilizado para a segunda tira10 terá algum ou todos os atributos a seguir: alta força de rasgo; alta força mecânica;alta torneabilidade e alta resistência de torção. Exemplos de materiais que podem serusados para a primeira tira 8 e são de fácil orientação molecular ao longo da direção dofluído durante o processamento polímero inclui, entre outros materiais, polímeroscristais como Ticona Vectra™, LKX 1107 e LKX 1113.
Os materiais polímeros de base usados para a primeira e segunda tira 8, 10podem ser quimicameníe o mesmo ou similar, exceto o material usado para a primeiratira 8 pode ser- carregado com enchimentos inorgânicos semi-compatíveis ouincompatíveis. Tais-enchimentos podem incluir enchimentos radiopacos ou outrosenchimentos de finalidade gerai como sílica, argila, grafite, mica e carbonato de cálcio.As forças de rasgo e.-o rendimento dos alongamentos e quebra do material utilizadopara a primeira tira 8 irá diminuir com o aumento do carregamento do enchimento.
Os materiais polímeros de base usados para a primeira e segunda tira 8,10podem ser quimicamente incompatíveis. Se assim, um compatibilizador polímero éintroduzido em, pelo menos, um dos materiais polímeros usados para a primeira esegunda tira 8, 10 para desenvolver a adesão de derretimento entre a primeira esegunda tira 8, 10.
Depois do corpo tubular 2 ser manufaturado, o material utilizado para asprimeiras tiras 8 pode ser diferente do material utilizado para a segunda tira 10, comrespeito à orientação moiecuiar e/ou anisotropia em propriedades mecânicas. Isto seráespecialmente o caso: com respeito à força de rasgo e o rendimento dos alongamentose quebra. Além disso, os materiais utilizados para as primeiras e segundas tiras 8, 10serão, pelo menos, parcialmente compatíveis tais que as zonas de interface de auío-adesão 11 sejam formados seguros entre as tiras 8, 10.
Os materiais utilizados para as tiras 8, 10 podem ser funcionalmente miscíveis.Para serem funcionalmente miscíveis, os dois materiais utilizados para as tiras 8, 10devem ter suficiente adesão para funcionar para o uso pretendido do instrumento,porém devem ter suficientes concentrações de tensão formadas nas zonas interfaciais11 entre as tiras 8, 10 para prontamente atuar como uma ranhura de desconexãoconstruída dentro deste quando o instrumento tenha completado sua funçãopretendida. Em outra corporificaçao, os materiais utilizados para as tiras 8, 10 sãoquimicamente miscíveis ou parcialmente miscíveis, de modo a impor a auto-adesãodas tiras 8, 10 e criar regiões de interface confiáveis 11 entre tais tiras 8, 10. Em outracoíporificação, os materiais utilizados para as tiras 8, 10 incluem termoplásticosprocessados por derretimento (p.ex., polietileno, fluoreto polivinilideno, copolímeroetileno-propileno fiuorinado, Polietileno-co-tetrafluoretileno, polipropileno, poliamigo-6,políamído-6.6, poliamido-11, poliamido-12, tereftalato polietileno, íereftalato polibutileno,policarbonaíos, poiiesíireno, etc.) e elastômeros termoplásticos ("TPEs") (p. ex.,polí-amido baseado TPEs, olefínico TPEs, iônico TPEs, poliéster baseado em TPEs,poiiunetanos termoplásticos, etc).
O material utilizado para a primeira tira 8 pode ser um material pesadamentecarregado com um material radiopaco. Em tal corporificaçao, a primeira tira 8 é referidacomo a tira(s) de alta radiopacidade 8. Na mesma corporificaçao, o material utilizadopara a segunda tira 10 é um material que não é carregado ou um material que élevemente carregado com material radiopaco. Em tal corporificaçao, a segunda tira 10é referida como a(s) tira(s) de baixa radiopacidade 10.
Como será descrito em maiores detalhes posteriormente neste RelatórioDescritivo, o corpo tubular 2 é inserido no corpo de um paciente via um local cirúrgico(p. ex., entrando a cavidade peitoral abaixo do processo xifóide) e direcionado ao pontode tratamento (p.ex., o espaço pericardial do coração). Alternativamente, o corpotubular 2 é inserido no corpo do paciente via um lúmen do corpo de um paciente (p.ex.,um vaso sangüíneo) e manipulado para percorrer ao longo do lúmen do corpo a umponto de tratamento (p.ex., uma câmera no coração). Um dispositivo médico éimplantado no ponto de tratamento via um corpo tubular 2. Para permitir a remoção docorpo tubular 2 sem perturbar o dispositivo médico implantado (p.ex., ligações demarcapasso), o corpo tubular 2 é longitudinalmente dividido ao longo da interface 11 entre as tiras 8, 10 por simplesmente forçar os lados do corpo tubular 2 à parte atravésde uma unha, ferramenta ou outro implemento. As concentrações de tensão 11formadas nas interfaces 11 entre as tiras 8, 10 atuam como uma ranhura dedesconexão construída dentro deste. O. corpo tubular dividido 2 é então removido dodispositivo médico implantado. Onde o corpo tubular 2 inclui uma primeira tira 8 formada de um material que é
altamente carregado com um material radiopaco (p.ex., a primeira tira 8 é uma tira deaita radiopacidade 8), o percurso e posicionamento do corpo tubular 2 dentro dopaciente pode ser monitorado via raio-X-íluoroscópio.
Como se tornará evidente a partir deste Relatório Descritivo, o corpo tubular dividido 2, em suas várias corporificações,-propicia as seguintes vantagens. Primeiro, ocorpo tubular 2 é dividido entre os dois tipos de tiras 8, 10 sem a presença de umaranhura de desconexão, marcada ou raspada. Segundo, o corpo tubular 2 é menoscaro para manufaturar que os corpos tubulares divididos do estado da iécnica porque aranhura de desconexão não necessita serJormada no corpo tubular 2, e o corpo tubular 2 pode ser feito em um único processo simples, tal como co-extrusão, moldagem de
co-injeção ou moldagem de co-compressão.......
Em corporificações do corpo tubular 2 que tem as primeiras tiras 8 feitas demateriais que são levemente carregados com materiais radiopacos (p.ex., corpostubulares 2 com tiras de aita radiopacidade 8), tais corpos tubulares 2 também terão as seguintes vantagens. Primeiro, porque o corpo tubular 2 é visível no corpo humano aolongo de todo seu comprimento via um raio-X fluoroscópio, um físico não precisaestimar a posição da extremidade extrema da ponta distai 4, conforme requerido comos corpos tubulares do estado da técnica que tem anéis radiopacos implantados emsuas extremidades distais. Segundo, porque o corpo tubular 2 é feito de polímeros compatíveis ou compostos poiiméricos sem o uso de metais puros ou compostosmetálicos, o corpo tubular 2 tem melhor compatibilidade de material e integridademecânica que os corpos tubulares do estado da técnica. Terceiro, tendo um corpotubular 2 com ambas tiras de alta radiopacidade 8 e tiras de baixa radiopacidade 10, ocorpo tubular é flexível pesadamente, ainda que resistência de torção pesada. Outrosaspectos vantajosos do corpo tubular 2 se tornarão aparentes através deste RelatórioDescritivo.
Para um melhor entendimento da primeira corporificação do corpo tubular 2 esuas tiras 8, 10, referência é feita agora às FIGS. 2A e 2B. FIG. 2A é uma vista emcorte transversal da primeira corporifi cação do corpo tubular 2 tirada através da seçãoda linha A-A na FIG. 1. FIG. 2B é uma vista em corte transversal longitudinal daprimeira corporificação do corpo tubular 2 tirada através da seção da linha A'-A! na FIG.2A. Como mostrado nas FIGS. 2A e 2B, a primeira corporificação do corpo tubular 2inclui uma parede 12 que tem uma superfície circunferencial externa 14 e umasuperfície circunferência!" interna 16. A superfície circunferencial externa 14 forma asuperfície externa do corpo tubular 2 e a superfície circunferencial interna 16 define umlúmen 18 através do corpo tubular 2 que corre todo o comprimento do corpo tubular 2.
Como ilustrado na FIG. 2A, cada tira 8, 10 forma um segmento integrai daparede 12. Como mostrado na FIG. 2A, o corpo tubular 2, em uma corporificação, podeter quatro primeiras tiras: 8 e quatro segundas tiras 10 que são formadas juntas (p.ex.,sob um processo cte.r co-extrusão) para criar uma parede 12 que sejacircunferencialmeníe contínua e integral ao longo de todo o comprimento. Em outrascorporificações, terão somente uma primeira tira 8 e uma segunda tira 10. Em aindaoutras corporificações, terão qualquer número de cada tipo de tira 8, 10, incluindo maisde quatro primeiras tiras 8 e quatro segundas tiras 10. Também, em algumascorporificações, um tipo de tira 8, 10 serão mais numerosos do outro tipo de tira 8, 10.
Em uma corporificação com duas primeiras tiras 8 e duas segundas tiras 10,cada tira 8, 10 terá uma largura que compreenda aproximadamente 25% dacircunferência da parede do corpo tubular 12. Em outras corporificações onde as tiras8, 10 contem para geralmente porcentagens iguais da circunferência da parede docorpo tubular 12, a largura- das tiras 8, 10n dependendo do número total de tiras,variarão aproximadamente 2% e aproximadamente 50% da circunferência da parededo corpo tubular 12.Em uma corporificação, um tipo de tira 8, 10 pode constituir uma grandeporcentagem da circunferência da parede do corpo tubular 12. Em outras palavras, asprimeiras tiras 8 podem ter maiores larguras que as segundas tiras 10, ou vice-versa.Por exemplo, como ilustrado na FIG. 2A, cada uma das quatro primeiras tiras 8 contam
aproximadamente 17% da circunferência da parede do corpo tubuiar 12, enquantocada uma das segundas tiras 10 contam aproximadamente 8% da circunferência daparede do corpo tubular 12. Similarmente, em outra corporificação com duas primeirastiras 8 e duas segundas tiras 10, cada uma das duas segundas tiras 10 contamaproximadamente 33% da circunferência da parede do corpo tubular 12, enquanto
cada uma das duas primeiras tiras 8 contam aproximadamente 17% da circunferênciada parede do corpo tubuiar 12. Novamente, dependendo do número de tiras 8, 10, emoutras corporificações, a largura das tiras 8, 10 pode variar entre aproximadamente0.1% a 5% para formar uma micro tira 8, 10.
Em uma corporificação, uma ou mais tiras 8, 10 podem ter uma única
porcentagem de circunferência da parede do corpo tubuiar 12. Por exemplo, em umacorporificação do corpo tubular 2 tendo múltiplas primeiras tiras 8, pelo menos uma (senão todas) das primeiras tiras 8 tem uma única largura. Assim, em uma corporificação,as larguras 8 das primeiras tiras não são todas iguais. Em outras corporificações, umaconfiguração similar poderia existir para peio menos (se não errHodas) as segundas
tiras 10 ou, pelo menos (se não todas) as tiras 8, 10.
Em uma corporificação, o lúmen 18 terá um diâmetro entre, aproximadamente, 4French ("F") e aproximadamente 22F. Em uma corporificação, o corpo tubular 2 terá umdiâmetro externo entre aproximadamente 5F e 24F. Em uma corporificação, o corpotubular 2 terá uma parede com uma e espessura entre aproximadamente .006" e
0.026".
Para uma discussão da segunda corporificação da invenção, referência é agorafeita às FIGS. 3, 4A e 4B. FIG. 3 é uma vista elevada da segunda corporificação docorpo tubular radiopaco 2 tendo uma extremidade distai 4 e uma extremidade próxima6 e sendo formado de pelo menos duas tiras iongitudinais integrais 8, 10. Estas tiras 8,30 10 podem ter diferentes radiopacidades. FIGS. 4A é uma vista em corte transversallatitudinal da segunda corporificação do corpo tubular 2 tirada através da seção dalinha B-B na FIG. 3. FIG. 4B é uma vista em corte transversal longitudinal da segundacorporificação do corpo tubular 2 tirada através da seção da linha B'-B' na FIG. 4A.
Como pode ser entendido da FIG. 3 e é mais facilmente visto nas FIGS. 4A e4B, a segunda corporificação do corpo tubular 2 e suas tiras 8, 10 são configuradassimilarmente para aquelas na primeira corporificação do corpo tubular 2, conformedescrito nas FIGS. 1, 2A e 2B, exceto as primeiras tiras 8 da segunda corporificaçãosão subjacentes às camadas da segunda tira material 10', 10" que formam assuperfícies externas e internas 14, 16 da parede do corpo tubuiar 12. Em outraspalavras, como ilustrado nas FIGS. 3, 4a e 4B~, as primeiras tiras 8 da segundacorporificação do corpo tubular 2 são pensadas entre uma camada externa 10' e umacamada interna 10" da segunda tira materiai 10.
Em outras variações da segunda corporificação, as primeiras tiras 8 da segundacorporificação do corpo tubular 2 são subjacentes -à camada única da segunda tiramaterial 10. Por exemplo, uma primeira variação da-segunda corporificação do corpotubular 2, conforme descrito nas FIGS. 4C e 4D, que são, respectivamente, uma vistaem corte transversal latitudinal do corpo tubular 2 tirada através da seção da linha B-Bna FIG. 3 e uma vista em corte transversal longitudinal do corpo tubular 2 tirada atravésda seção da linha B"-B" na FIG. 4C, as primeiras tiras 8 são subjacentes à camadaúnica da segunda tira material 10, que é uma camada externa 10'. Assim, conformedescrito nas FIGS. 4C e 4D, a camada externa da segunda tira 10' forma as superfíciescircunferenciais externas 14 da parede do corpo-tubular 12 e as primeiras tiras 8formam os segmentos da superfície circunferência! interna 16 da parede do corpotubular 12.
Similarmente, na segunda variação da segunda corporificação do corpo tubular2, conforme descrito nas FIGS. 4E e 4F, que são, respectivamente, uma vista em cortetransversal iatitudinal do corpo tubular 2 tirada através da seção da linha B-B na FIG. 3e uma vista em corte transversal longitudinal do corpo tubular 2 tirada através da seçãoda linha B"'-B"' na FIG. 4E, as primeiras tiras 8 são subjacentes à camada única dasegunda tiras material 10, que é uma camada interna 10". Assim, conforme descritonas FIGS. 4E e 4F, a camada interna da segunda tira 10" forma as superfíciescircunferenciais internas 16 da parede do corpo tubular 12 e as primeiras tiras 8formam segmentos da superfície circunferência! externa 14 da parede do corpo tubular 12.
Para uma discussão da terceira corporificação da invenção, é feita agorareferência às FIGS 5, 6A e 6B. FIG. 5 é uma vista elevada da terceira corporificação do corpo tubular 2 tendo uma extremidade distai 4 e uma extremidade próxima 6 esendo formada de pelo menos duas tiras helicoidais longitudinais integrais 8, 10. Estastiras 8, 10 podem ter diferentes radiopacidade. FIG. 6A é uma vista em cortetransversal latitudinal da terceira corporificação do corpo tubular 2 tirada através daseção da linha C-C na FIG. 5. FIG. 6B é uma vista em corte transversal iongitudinai da terceira corporificação do corpo tubular 2 tirada através da seção da linha C-C na FIG.6A.
Como mostrado nas FIGS. 5, 6A e 6B, na terceira corporificação do corpotubular 2, suas tiras 8, 10 são configuradas similarmente àquelas na primeiracorporificação do corpo tubular 2 conforme descrito nas FIGS. 1, 2A e 2B, exceto astiras 8, 10 da segunda corporificação estendidas espiralmente ou helicoidalmente aolongo do comprimento da terceira corporificação do corpo tubular 2.
Para uma discussão da quarta corporificação da invenção, agora é feitareferência às FIGS. 7, 8A e 8B. FIG. 7 é uma vista elevada da quarta corporificação docorpo tubular 2 tendo uma extremidade distai 4 e uma extremidade próxima 6 e sendo formado de pelo menos duas tiras helicoidais longitudinais integrais 8, 10. Estas tiras 8,10 podem ter diferentes radiopacidade. FIG. 8 é uma vista em corte transversallatitudinal da quarta corporificação do corpo tubular 2 tirada através da seção da linhaD-D na FIG. 7. FIG. 8B é uma vista em corte transversal longitudinal da quartacorporificação do corpo tubular 2 tirada através da seção da linha D'-D' na FIG. 8A.
Como pode ser entendido a partir da FIG. 7 e é mais facilmente visto nas FIGS.8A e 8B, a quarta corporificação do corpo tubuiar 2 e suas tiras helicoidais 8, 10 sãoconfiguradas similarmente àquelas na terceira corporificação do corpo tubular 2 comodescrito nas FIGS. 5, 6A e 6B, exceto as primeiras tiras helicoidais 8 da quartacorporificação serem subjacentes às camadas da segunda tira material 10', 10" que formam as superfícies circunferenciais externa e interna da parede do corpo tubuiar 12.Em outras palavras, como ilustrado nas FIGS. 7, 8A e 8B, as primeiras tiras helicoidais8 da quarta corporificaçao do corpo tubular 2 são prensadas entre uma camada externa10' e uma camada interna 10" da segunda tira material 10.
Em outras variações da quarta corporificaçao, as primeiras tiras 8 da quartacorporificaçao do corpo tubular 2 são subjacentes à camada única da segunda tiramaterial 10. Por exemplo, em uma primeira variação da quarta corporificaçao do corpotubular 2, como descrito nas FIGS. 8C e 8D, que são, respectivamente, uma vista emcorte transversal latitudinal do corpo tubular 2 tirada através da seção da linha D-D naFIG. 7 e uma vista em corte transversa! do corpo tubular 2 tirada através da seção dalinha D"-D" na FIG. 8C, as primeiras tiras 8 são subjacentes à camada única dasegunda tira material 10, que é uma camada interna 10". Assim, conforme descrito nasFIGS. 8C e 8D, a camada interna da segunda tira 10" forma uma superfíciecircunferencial interna 16 da parede do corpo tubular 12 e as primeiras tiras 8 formamsegmentos da superfície circunferencial externa 14 da parede do corpo tubular 12.
Similarmente, em uma segunda variação da quarta corporificaçao do corpotubular 2, conforme descrito nas FiGS. 8E e 8F, que são, respectivamente, uma vistaem corte transversal latitudinal do corpo tubular 2 tirada através da seção da linha D-Dna FIG. 7 e uma vista em corte transversal longitudinal do corpo tubular2 tirada atravésda seção da linha D"'-D"' na Flg. 8E, as primeiras tiras 8 são subjacentes à camadaúnica da segunda tira material 10, que é uma camada externa 10'. Assim, conformedescrito nas FIGS. 8E e 8F, a camada externa da segunda tira 10' forma a superfíciecircunferencial externa 14 na parede do corpo tubular 12 e as primeiras tirais 8 formamsegmentos da superfície circunferencial interna 16 da parede do corpo tubular 12.
As primeiras tiras 8 podem ser formadas de material que seja preenchidopesadamente com um enchimento biocompatível de metal pesado ou um compostometálico biocompatível que dê ascensão à alta radiopacidade sob radiação raio-X. Alargura funcional e espessura da parede (p. ex., porcentagem da circunferência daparede do corpo tubular 12) necessária para visibilidade via raio-X fluoroscópio irávariar dependendo do grau de radiopacidade da primeira tira 8 (p. ex., tira de altaradiopacidade 8). Por exempio, onde a primeira tira 8 tem um aito grau deradiopacidade (devido à natureza radiopaca do enchimento de metal ou compostometálico impregnado no poiímero e/ou devido à porcentagem de metal ou compostometáiico no polímero), mais estreitas e finas as primeiras tiras 8 bastarão. Por outrolado, onde a primeira tira 8 tem um baixo grau de radiopacidade, mais largas eespessas as primeiras tiras 8 terão que ser para acionar a visibilidade necessária viaraio-X fiuoroscópio.
As primeiras tiras 8 (p.ex., tiras de alta radiopacidade 8), se forem feitas demateriais polímeros elastoméricos carregados com enchimentos radiopacos, propiciamresistência de torção para o corpo tubular 2, além de propiciar a capacidade de servisualizado dentro do corpo do paciente via raio-X fiuoroscópio. Em uma corporificaçãopreferencial, as primeiras tiras 8 serão uma elastômero termoplástico impregnado detungstênio, incluindo poliuretano termoplástico, bloco de amido de poliéster e etc. Aquantidade de-tungstênio usado dependerá do grau de radiopacidade requerido e oelastômero plástico. Por exemplo, quando as tiras são formadas de PEBAX, a primeiratira pode ser carregada com 60-95% pelo peso do tungsiênio e, preferencialmente, 80-85% pelo peso do tungstênio.
As segundas tiras 10 (p. ex., tiras de baixa radiopacidade 10) são tanto nãocarregadas com enchimentos radiopacos ou são levemente carregadas. Assim, assegundas tiras 10 tem uma baixa radiopacidade sob radiação raio-X e propiciam forçamecânica e durabilidade para o corpo tubular 2.
Para finalidades de processamento de derretimento, a seleção de pares depolímeros usada para as tiras 8, 10 é baseada no nível de compatibilidade química,balanço de propriedades mecânicas e processabilidade de derretimento entre os paresde polímeros. Diferentes classes de polímeros tendo as mesmas constituições deespécies químicas (p. ex., vários eiasiomeros termoplásticos, inciuindo blocos deamigo de polieteres, poliuretanos, olefínicos, estirenicos, poliésteres, polieteres e etc.)podem ser utilizados para os pares. Pares de termoplásticos e elastômerostermoplásticos podem também ser utilizados (p.ex., poliamidos com blocos de amidode polieter, poliésteres com polieter-co-ester). Outros pares de polímeros são possíveiscom o uso de tecnologias de compatibilização de polímeros.
Para corpos tubulares radiopacos 2, uma base de poiímero de um par depolímero deve ser preenchido com metais pesados ou compostos metálicos utilizandotecnologias de mistura e combinação através de processos de derretimento ousolvente. Os metais pesados e compostos devem ser biocompatíveis (p.ex, bário,tungstênio, tântalo, platina, ouro, bismuto, zircônio, nióbio, titânio, oxiclorido de bismuto,sulfato de bário, irióxido de bismuto, iodine, iodide, etc. e seus compostos). Em umacorporificação, o preenchimento radiopaco biocompatível contém pelo menos um elemento com um número atômico entre 22 e 83.
Preenchimento de um metal pesado ou um composto metálico pode não sercompatível com um polímero base selecionado, e pode causar uma diminuição drásticanas propriedades mecânicas no composto polímero carregado pesadamente. Paraaumentar o nível de carregamento de enchimento radiopaco e para melhorar a compatibilidade do enchimento com o polímero base, um compatibilizador ou agenteacopiador pode ser usado para o composto polímero.
Como previamente notável, os corpos tubulares 2 são desconectados (p.ex.,divididos) em uma ou mais borda(s) (p.ex., interface(s) entre os dois tipos de tiras 8, 10.Para lascar longitudinalmente o corpo tubular 2, lados opostos da superfície circunferência! interior 16 são simplesmente forçadas à parte através de uma unha,ferramenta ou outro implemento. A mudança no material nas bordas entre as tiras 8, 10cria um ponto de concentração de tensão que atua como uma ranhura de desconexãoconstruída dentro, ao longo da qual o corpo tubular 2 lasca quando descascado. Assim,não é necessário uma ranhura de desconexão integrai. Entretanto, em algumas corporificações, como indicado na FIG. 9, uma ranhura da desconexão integral,raspada ou marcada 20 é provida para suplementar o descascamento do corpo tubular2. Isto pode ser facilmente implementado nas corporificações ilustradas nas FIGS. 1-4.Idealmente, esta ranhura de desconexão, raspada ou marcada 20 é alinhadalongitudinalmente com uma borda entre um par de tiras 8, 10. Porém, a ranhura de desconexão, raspada ou marcada 20 pode ser localizada em uma das tiras 8, 10 comoindicado na FIG. 9. Um corpo tubular 2 pode ter uma ou mais ranhuras de desconexão,raspadas ou marcas. A ranhura de desconexão, raspada ou marcada 20 pode serlocalizada na superfície circunferencial interna e/ou externa do corpo tubular 2.
Uma das corporificações acima mencionadas emprega pelo menos uma tira 8, 10 formada de material carregado com material radiopaco. Porém, as tiras 8, 10 podemser formadas de polímeros que não sao carregaaos com um radiopaco ou outrosmateriais. Por exempio, as primeiras tiras 8 podem ser formadas de um polímero que édissimilar do polímero formando as segundas tiras 10. A dissimiiaridade entre os doispolímeros formando as duas tiras 8, 10 resuita em uma concentração de tensão aolongo da interface limite entre as duas tiras 8, 10. A concentração de tensão serve como uma característica dividida/desconectada no corpo tubular 2 para alasca/descascamento do corpo 2.
Os polímeros das tiras 8, 10 podem ser o mesmo polímero, mas dissimiiaresporque eles tem orientações moleculares dissimiiares. Os polímeros das tiras 8, 10podem ser o mesmo polímero, mas dissimiiares porque eies tem diferentes resistências, durezas, rigidez e/ou etc. Por exemplo, a primeira ou tira dividida 8 podeser formada de PEBAX tendo um valor durometro de aproximadamente 70D e asegunda ou tira não-dividida 10 é formada de PEBAX tendo um valor durometro deaproximadamente 30-40D.
No uso, uma punção é feita com uma agulha de fina parede através da pele e em direção ao vaso sangüíneo. Um fio guia é então colocado através da agulha novaso sangüíneo e a agulha é retirada. Um introdutor intravascuiar é avançado sobre ofio guia em direção ao lúmen do vaso sangüíneo. O corpo tubular 2 é inserido nointrodutor e manipulado, assim percorre ao longo do vaso sangüíneo ao ponto detratamento (p.ex., uma câmara no coração). Opercurso e o posicionamento do corpo tubular 2 dentro do paciente é monitorado via raio-x fluoroscópio.
No uso, o corpo tubular 2 é inserido dentro do corpo do paciente via um localcirúrgico (p.ex., entrando a cavidade peitoral abaixo do processo xifóide). Um fio guia éusado para direcionar o corpo tubular 2 ao ponto de tratamento (p.ex., espaçopericardiai do coração). O percurso e o posicionamento do corpo tubular 2 dentro do paciente é monitorado via raio-X fluoroscopia.
Embora a presente invenção tenha sido descrita com referência àscorporificações preferenciais, pessoas habilitadas na técnica reconhecerão quemudanças podem ser feitas na forma e detalhes, sem fugir do espírito e escopo daInvenção.

Claims (48)

REIVINDICAÇÕES
1. CORPO PARA CATETER Ou CAPA PROTETORA, o corpocompreendendo uma porção próxima, uma porção distai, uma primeira tiralongitudinal e uma segunda tira longitudinal, caracterizado pelas primeira esegunda tira se estenderem geralmente entre a porção próxima e distai edonde a primeira tira tenha uma radiopacidade que seja maior que a segundatira.
2. CORPO PARA CATETER Oü CAPA PROTETORA conforme reivindicação caracterizado pelo corpo ter uma circunferência cilíndrica.
3. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conforme reivindicação caracterizado pela primeira tira longitudinal compreender entreaproximadamente 2% e aproximadamente 50% da circunferência do corpocilíndrico.
4. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conforme reivindicação , caracterizado peia primeira tira longitudinal compreender entreaproximadamente 10% e aproximadamente 25% da circunferência do corpotubular.
5. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conforme reivindicação caracterizado pela primeira tira longitudinal ser subjacente à primeiracamada e a segunda camada da segunda tira longitudinal, donde a primeiracamada forme uma superfície circunferencial externa do corpo e a segundacamada forme uma superfície circunferencial interna do corpo.
6. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conforme reivindicação , caracterizado peia primeira e segunda tira serem helicoidais ao longo docorpo.
7. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conforme reivindicação , caracterizado pela primeira e segunda tira longitudinal serem helicoidais aolongo do corpo.
8. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conforme reivindicação caracterizado pela primeira tira longitudinal ser formada de um primeiropolímero, donde o primeiro polímero compreenda pelo menos um poiímero eum enchimento radiopaco biocompatível de metal puro ou composto metálicocom pelo menos um elemento com um número atômico entre 22 e 83.
9. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conforme reivindicaçãoI, caracterizado peia primeira tira longitudinal ser formada de um primeiropolímero, donde o primeiro polímero compreenda pelo menos um polímero etungstênio.
10. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 1, também compreendendo uma terceira tira longitudinal e umaquarta tira longitudinal, • caracterizado pela terceira tira longitudinalcompreender um material polimérico, donde o material polimérico compreendaum enchimento radiopaco e a terceira tira e a quarta tira tenham uma radiopacidade cada, donde a radiopacidade da terceira tira seja maior que aradiopacidade da quarta tira.
11. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 10, também compreendendo uma quinta tira longitudinal e umasexta tira longitudinal, caracterizado peia quinta tira longitudinal compreender um material polimérico, donde o material polimérico compreenda umenchimento radiopaco, e a quinta tira e a sexta tira tenham uma radiopacidadecada, donde a radiopacidade da quinta tira seja maior que a radiopacidade dasexta tira.
12. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conforme reivindicação 2, caracterizado peia primeira tira longitudinal compreenderentre aproximadamente 1% e aproximadamente 5% da circunferência do corpotubular.
13. CORPO PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 1, caracterizado pelo corpo ser desconectável na interface entre a primeira e a segunda tira longitudinal sem o emprego da ranhura dedesconexão.
14. CORPO TUBULAR PARA CATETER OU CAPA PROTETORA, o corpotubular compreendendo uma parede cilíndrica tendo um corte transversal tiradogeralmente perpendicular ao eixo longitudinal da parede cilíndrica, o referido corte transversal da parede compreendendo um primeiro segmento da paredee um segundo segmento da parede, caracterizado pelo referido cortetransversal da parede ser circunferencialmente contínuo e integral, e donde oprimeiro segmento e o segundo segmento tenham uma radiopacidade cada,donde a radiopacidade do primeiro segmento seja maior que a radiopacidadedo segundo segmento.
15. CORPO TUBULAR PARA CATETER Oü CAPA PROTETORA conformereivindicação 14, caracterizado pelo primeiro segmento compreender entreaproximadamente 2% e aproximadamente 50% de circunferência do cortetransversa! da parede.
16. CORPO TUBULAR PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 14, caracterizado pelo primeiro segmento compreender entreaproximadamente 10% e aproximadamente 25% de circunferência do cortetransversal da parede.
17. CORPO TUBULAR PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 14, caracterizado pelo primeiro segmento ser subjacente àprimeira camada e a segunda camada do segundo segmento, donde a primeiracamada forma uma superfície circunferencial externa do corpo tubular e asegunda camada forma uma superfície circunferencial interna do corpo tubuiar.
18. CORPO TUBULAR PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 14, caracterizado peio corpo tubular ser desconectávei em umainterface entre o primeiro e o segundo segmento sem o emprego de ranhura dedesconexão.
19. CORPO TUBULAR PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 14, caracterizado pelo primeiro segmento ser formado de umprimeiro polímero e o segundo segmento ser formado de um segundopolímero, onde no primeiro polímero compreende uma primeira quantidade dematerial radiopaco biocompatível com pelo menos um elemento com umnúmero atômico entre 22 e 83.
20. CORPO TUBULAR PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 14, caracterizado pelo primeiro segmento ser formado de umprimeiro polímero e o segundo segmento ser formado de um segundopolímero, onde no primeiro polímero compreenda tungstênio.
21. CORPO TUBULAR PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 14, caracterizado pelo corte transversal também compreenderum terceiro segmento e um quarto segmento, donde o terceiro e o quartosegmento formem, pelo menos, uma porção de um corte transversal de parede,e o terceiro e o quarto segmento tenham cada uma radiopacidade, donde aradiopacidade do terceiro segmento seja maior que a radiopacidade do quartosegmento.
22. CORPO TUBULAR PARA CATETER Oü CAPA PROTETORA conformereivindicação 21, caracterizado pelo corte transversal também compreenderum quinto segmento e um sexto segmento, donde o quinto e o sexto segmentoformem, peio menos, uma porção de um corte transversal de parede, e o quintoe o sexto segmento tenham cada um uma radiopacidade, donde aradiopacidade do quinto segmento seja maior que a radiopacidade do sextosegmento.
23. CORPO TUBULAR PARA CATETER OU CAPA PROTETORA conformereivindicação 14, caracterizado pelo primeiro segmento compreender entreaproximadamente 1% e aproximadamente 5% de circunferência do cortetransversal da parede.
24. Método de formação de um corpo tubular de um cateter ou capa protetora,o corpo tubular incluindo uma primeira tira longitudinal de material polímero e asegunda tira longitudinal de material polimérico, o método caracterizado porcompreender:propiciar uma máquina;deslocar um primeiro material polimérico com a máquina para criar umaprimeira corrente material;desiocar um segundo material poiimérico com a máquina para criar umasegunda corrente material; etrazer a primeira corrente material em contato com a segunda correntematerial, tal que a primeira corrente material forme uma primeira tiralongitudinal e a segunda corrente material forme a segunda tiralongitudinal, donde a primeira e a segunda tira formem pelo menosuma porção de corte transversal da parede do corpo tubuiar, e donde ocorte transversal da parede seja circunferencialmente contínuo eintegral.
25. Método conforme a reivindicação 24, caracterizado peio primeiro materialpolimérico ter uma primeira radiopacidade e o segundo material polimérico teruma segunda radiopacidade, e donde a primeira radiopacidade exceda asegunda radiopacidade.
26. Método conforme reivindicação 24, caracterizado pelo primeiro materialpolimérico ser dissimilar, porém quimicamente compatível com o segundomaterial polimérico.
27. Método conforme a reivindicação 24, caracterizado peio primeiro materiaípolimérico ter uma orientação molecular que seja diferente da orientaçãomolecular do segundo material polimérico.
28. Método conforme reivindicação 27, caracterizado pelo primeiro materialpoiimérico ter uma orientação molecular axiai de fluxo induzido.
29. Método conforme reivindicação 24, caracterizado pelo primeiro materialpolimérico ser carregado com uma quantidade maior de enchimento inorgânicoque o segundo material polimérico.
30. Método conforme reivindicação 24; caracterizado peio primeiro materialpolimérico não ser quimicamente compatível com o segundo materialpoiimérico e um compatibilizador polímero ser introduzido em peio menos umdos materiais poliméricos para melhorar a adesão de derretimento entre aprimeira e a segunda tira de material polimérico.
31. Método conforme reivindicação 24, caracterizado pela máquina ser umamáquina de co-extrusão.
32. Método conforme reivindicação 24, caracterizado peia máquina ser umamáquina de moldagem de co-injeção.
33. Método conforme reivindicação 24, caracterizado pela máquina ser umamáquina de moldagem de co-compressão.
34. Corpo tubular desconecíável para caieter ou capa protetora, caracterizadopelo corpo tubular compreender uma linha de desconexão formada por umaregião de interface de ligação longitudinalmente estendida entre a primeira e asegunda tira longitudinalmente estendida de matéria polimérico.
35. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopelo material polimérico da primeira tira estendida longitudinalmente serfuncionalmente miscível com o material poiimérico da segundo tira estendidalongitudinalmente.
36. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopelo material polimérico da primeira tira estendida longitudinalmente sercompreendido de peio menos um poiimérico diferentes do material poiiméricoda segunda tira estendida longitudinalmente.
37. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopelo material poiimérico da primeira tira estendida longitudinalmente sercarregado com uma quantidade maior de enchimento inorgânico que o materiaipoiimérico da segunda tira estendida longitudinalmente.
38. Corpo tubuiar desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopeio material poiimérico da primeira tira estendida longitudinalmente sercarregada com uma maior quantidade de material radiopaco que o materialpoiimérico da segunda tira estendida longitudinalmente.
39. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizado por cada tira estendida longitudinalmente formar pelo menos uma porção de umasuperfície circunferencial externa do corpo tubular.
40. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopeia região de concentração de tensão se estender ao longo da região deinterface de ligação entre a primeira e a segunda tira estendida longitudinalmente.
41. Corpo tubuiar desconectável conforme reivindicação 40, caracterizadopela região de concentração de tensão facilitar a desconexão do corpo tubulardesconectável ao longo da linha de desconexão.
42. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizado peio materiai poiimérico da primeira tira estendida longitudinalmente serdissimilar, mas quimicamente compatível com o material poiimérico da segundatira estendida iongitudinaimente.
43. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopelo material poiimérico da primeira tira estendida longitudinalmente ter uma orientação molecular que seja diferente da orientação molecular do materiaipoiimérico da segunda tira estendida longitudinalmente.
44. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 43, caracterizadopelo material poiimérico da primeira tira estendida longitudinalmente ter umaorientação molecular axial de fluxo induzido.
45. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopeio material poiimérico da primeira tira estendida iongitudinaimente não serquimicamente compatível com o material poiimérico da segunda tira estendidalongitudinalmente, e o compatibilizador polímero ser introduzido em pelo menosum dos materiais poüméricos para melhorar a adesão por derretimento entre aprimeira e a segunda tira estendida longitudinalmente de material polimerico.
46. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopeio material polimerico da primeira tira estendida longitudinalmente compreender uma primeira quantidade de enchimento radiopaco e o materialpolimerico da segunda tira estendida longitudinalmente compreender umaquantidade de enchimento radiopaco, e a primeira quantidade ser maior que asegunda quantidade.
47. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 46, caracterizado pela segunda quantidade ser zero.
48. Corpo tubular desconectável conforme reivindicação 34, caracterizadopelo material polimerico da primeira tira estendida longitudinalmente ter umadureza, rigidez e/ou resistência diferente se comparado ao material polimericoda segunda tira estendia longitudinalmente.
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