Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARE-LHOS, SISTEMAS E MÉTODOS PARA A PROVISÃO DE MELHORAMEN-TOS PARA REDES ATSC USANDO FATIA DE QUADRO DE BANDA LA-TERAL VESTIGIAL (VSB) SÍNCRONA".
REFERÊNCIA CRUZADA A PEDIDOS RELACIONADOS
Este pedido reivindica prioridade para e o benefício do Pedidode Patente Provisória U.S. Série NQ 60/657.416, depositado em 2 de marçode 2005, e no Pedido de Patente Provisória U.S. Série N9 60/668.094, depo-sitado em 5 de abril de 2005, ambos os quais são desse modo incorporados
aqui como referência em sua totalidade.ANTECEDENTES DA INVENÇÃOCampo da Invenção
A presente invenção refere-se geralmente a redes de difusão e,mais particularmente, a uma tecnologia para a provisão de melhoramentos
para as redes de difusão usando fatias de quadro de banda lateral vestigial(VSB) síncrona para a entrega de conteúdo.Técnica Relacionada
Uma rede de freqüência única (SFN) é uma coleção de trans-missores operando a mesma freqüência para o transporte da mesma infor-
mação para receptores em uma dada área. Os transmissores emitem sinaisidênticos, vários dos quais podendo ser recebidos mais ou menos simulta-neamente por receptores individuais. Uma vantagem do uso de múltiplostransmissores ao invés de um transmissor potente é que múltiplos transmis-sores provêem percursos alternativos para o sinal entrar em uma estrutura,
tal como uma casa, desse modo se provendo melhor recepção. Em áreasmontanhosas, por exemplo, pode ser difícil encontrar uma localização capazde servir a todos os centros populacionais na área, uma vez que freqüente-mente eles estão localizados em vales. Múltiplos transmissores podem serestrategicamente posicionados para cobrirem tais áreas pequenas e preen-
cher os espaços.
Uma aplicação de SFNs é para a transmissão de dados codifi-cados digitalmente, tal como uma televisão digital (DTV), o sistema e os pa-drões relacionados para os quais foram estabelecidos pelo Advanced Tele-vision Systems Committee ("ATSC"). Sob o padrão de DTV do ATSC (oupadrão A/53), incorporado aqui como referência em sua totalidade, é possí-vel transmitir grandes quantidades de dados, incluindo imagens de alta defi- nição, som de alta qualidade, imagens de definição de padrão múltiplas eoutras comunicações relacionadas associadas ou não relacionadas, os quaispodem ser acessíveis pelo uso de um computador ou de um aparelho detelevisão.
O padrão de DTV inclui as camadas a seguir: a camada de ví- deo/áudio, a camada de compressão, a camada de transporte e a camadade transmissão. No topo da hierarquia está o sinal digital não comprimido emum dos vários formatos de dados digitais (por exemplo, formatos de ví-deo/áudio). O fluxo de dados que corresponde à camada de vídeo/áudio éconhecido como o fluxo elementar.
A camada de compressão comprime o fluxo elementar em um
fluxo de bit com uma taxa de dados mais baixa. No padrão de DTV doATSC, uma compressão de MPEG-2 é usada para o vídeo e uma compres-são de Dolby AC-3 é usada para o áudio. O fluxo de bit comprimido, por suavez, pode ser empacotado e multiplexado com outros fluxos de bit em um fluxo de bit digital de taxa de dados mais alta na camada de transporte porum multiplexador. O protocolo de transporte de MPEG-2 define (dentre vá-rias outras coisas) como empacotar e multiplexar pacotes em um fluxo detransporte de MPEG-2. O resultado é um fluxo de pacotes de dados alta-mente comprimidos em um fluxo de bit multiplexado, o qual pode incluir múl- tiplos programas e/ou múltiplos sinais de dados.
O fluxo de bit multiplexado a partir da camada de transporte émodulado em uma portadora de freqüência de rádio (RF) na camada detransmissão por um sistema de transmissão. O modo de difusão terrestreutilizado no padrão de DTV do ATSC atual para a transmissão de sinais digi- tais pelas ondas do ar é denominado a banda lateral vestigial Codificada porTrellis de oito níveis (8T-VSB).
A figura 1 é um diagrama de blocos de um transmissor de 8T-VSB codificado por Trellis bem conhecido 100 usado em um sistema detransmissão de RF. O transmissor recebe os pacotes de dados chegando devídeo, áudio e dados auxiliares entremeados, e, usando um randomizadorde dados 102, randomiza os dados para produzir um espectro tipo de ruído plano. Um codificador de Reed-Solomon (RS) 104, conhecido por sua boacapacidade de correção de ruído de rajada e eficiência de tempo requeridopara processamento de dados, codifica por RS os dados randomizados paraadicionar bits de paridade ao final de cada pacote de dados. Por sua vez, osdados são entrelaçados de forma convoluta (isto é, propagados) pode mui-
tos segmentos de dados por um entrelaçador de dados de byte 106.
Um pré-codificador e um codificador de Trellis 108 (referido norelatório descritivo a partir deste ponto como um "codificador de Trellis") adi-cionam uma redundância adicional ao sinal na forma de múltiplos níveis dedados, criando símbolos de dados de múltiplos níveis para transmissão. Um
componente de inserção de sincronização 110 multiplexa as sincronizaçõesde segmento e de quadro com os símbolos de dados de múltiplos níveis,antes de um deslocamento DC ser adicionado por um componente de inser-ção de piloto 112, para a criação de um piloto em fase de nível baixo. Assincronizações de segmento e de quadro não são entrelaçadas. Um modu-
lador de VSB 114 prove um sinal de freqüência intermediária (IF) filtrado auma freqüência padrão, com a maioria de uma banda lateral removida. Fi-nalmente, um conversor para cima de RF 116 translada o sinal para o canalde RF desejado.
Uma propagação de percurso múltiplo é um problema comum
em ambientes de difusão de transmissor único, porque ela impõe uma cargana capacidade de um equalizador de receptor de lidar com ecos de sinal. Emum sistema de transmissão distribuído, onde múltiplos transmissores sãoutilizados, o problema de propagação de percurso múltiplo é composto. Énecessário, portanto, sincronizar ou ajustar o sincronismo do sistema de
SFN para controle da dispersão de atraso vista pelos receptores em áreasde percurso múltiplo induzido de SFN para não exceder à faixa de manipula-ção de atraso de equalizadores de receptor e se tornar problemático.Além disso, a extração de símbolos de cada transmissor é base-ada no fluxo de transporte recebido, em como isto então é mapeado em umQuadro de Dados e seus estados iniciais dos codificadores de Trellis, osquais são normalmente randômicos. Quando os transmissores emitem os mesmos símbolos que um outro para as mesmas entradas de dados, elessão ditos como sendo tornados "coerentes". Se os transmissores em umSFN não forem sincronizados, eles não emitirão símbolos coerentes.
O ATSC promulgou um padrão, referido como o padrão A/110, oqual prove regras para a sincronização de múltiplos transmissores emitindo
sinais de 8T-VSB codificados por Trellis em uma SFN ou um sistema detransmissão distribuída (DTx) para a criação de uma condição a qual permiteque múltiplos transmissores sejam alimentados pelo mesmo fluxo de trans-porte para a produção de símbolos coerentes. SFN e DTx devem ser com-preendidos como sendo termos sinônimos. O padrão A/110 desse modo é
incorporado aqui como referência em sua totalidade.
A figura 2 mostra um diagrama de blocos de um sistema de SFNde ATSC 200 que usa uma transmissão distribuída A/110 (DTx). O sistemade SFN 200 inclui três elementos: uma referência de tempo e freqüência ex-terna (mostrada como GPS), um adaptador de transmissão distribuído (DT-
xA) 202 situado na extremidade de origem do subsistema de distribuição (ouenlace de estúdio para transmissor (STL)), e sistemas de transmissão de RFplurais 208. O DTxA inclui dois blocos básicos: um insersor de sincronizaçãode transmissor 206 e um modelo de processamento de dados 204. O inser-sor de sincronização de transmissor 206 insere uma informação (descrita em
maiores detalhes abaixo) no fluxo de transporte (TS). O modelo de proces-samento de dados 204 é um modelo do processamento de dados em ummodulador de ATSC, o qual serve como uma referência mestra para os blo-cos de processamento de dados sincronizados escravizados 210 nos siste-mas de transmissão de RF 208. Geralmente, cada sistema de transmissão
de RF 208 inclui dois blocos: um bloco de processamento de dados sincroni-zados 210 e um bloco de processamento de sinal e amplificação de potência211, os quais coletivamente são referidos às vezes como um "modulador"212. Estes estágios de nível baixo do transmissor também são referidos ge-ralmente como o componente "excitador". Aqui, os termos excitador e modu-lador são usados de forma intercambiável.
Em um sistema de SFN de ATSC, cada bloco de processamento de dados sincronizado 210 também inclui um transmissor de 8T-VSB codifi-cado por Trellis 100 discutido acima com referência à figura 1. Conformemostrado na figura 2, o DTxA produz um fluxo de transporte (TS) e alimentaeste fluxo para todos os blocos de processamento de dados sincronizados210.
A figura 3 mostra a estrutura de um pacote de transmissão dis-tribuído de acordo com o padrão A/110, e a figura 4 descreve um quadro dedados de VSB, o qual inclui pacotes de dados e uma correção de erro ante-cipada (FEC) e campos de sincronização de campo de dados (DFS).
O padrão A/110 requer que os três elementos de sistema de ATSC a seguir sejam sincronizados: 1. sincronização de freqüência do pilotoou de freqüências portadoras, 2. sincronização de quadro de dados, e 3. sin-cronização de pré-codificador e codificador de Trellis (codificador de Trellis).Uma descrição de como estes três elementos são sincronizados em um gru-po de transmissores localizados separadamente se segue.
De acordo com padrão A/110, um controle de duas freqüênciasde transmissor específicas é requerido. Em primeiro lugar, a freqüência RFdo sinal transmitido, conforme medido pela freqüência de seu piloto, deveser controlada de forma acurada para manutenção de freqüências dostransmissores próximas o bastante umas das outras para que o receptor não seja sobrecarregado com um deslocamento de Doppler aparente entre ossinais. A freqüência de relógio de símbolo deve ser controlada de forma acu-rada, para se permitir que o fluxo de símbolo de saída se mantenha estávelem relação a desvios de tempo entre transmissores em uma rede. Um indi-cador, stream_locked_flag, na estrutura de pacote de DTxP é usado para a identificação de uma de duas opções para a realização de uma sincroniza-ção de freqüência de símbolo. Este indicador é um campo de 1 bit que indicapara um transmissor escravo se é para travar sua freqüência de relógio desímbolo para a freqüência de relógio de fluxo de transporte chegando (meto-dologia de ATSC normal) ou travar sua freqüência de relógio de símbolo pa-ra a mesma freqüência de referência de precisão externa usada por toda arede (por exemplo, GPS). Uma sincronização de quadro de dados requer que todos os
moduladores escravos 212 em uma SFN usem o mesmo pacote de fluxo detransporte (TS) para se começar um quadro de dados de VSB (FIG. 4). Nopadrão A/110 do ATSC atual, isto é realizado usando-se o DTxA 202 pelainserção de um sinal de cadência. Em particular, um sinal de cadência (CS) é inserido em um ponto determinístico no tempo, uma vez a cada 624 paco-tes, no fluxo de transporte de MPEG-2 a partir do DTxA para cada um dosmoduladores 212. Dividir a taxa de CS à metade produz uma Sincronizaçãode Campo de Dados (DFS). O padrão A/53 especifica que o randomizadorde dados 102, o codificador de RS 104, e um entrelaçador 106 e um entrela- çador intra-segmento em parte de 108 nos blocos de processamento de da-dos sincronizados escravos 210 devem ser todos escravizados para DFS.
Além disso, o padrão A/110 prove que é necessário desenvolveruma condição de estado para que as memórias de codificador de Trellis se-jam aplicadas em uma época específica no fluxo de dados simultaneamente por todos os sistemas de transmissão de RF 208 em uma rede. De acordocom o padrão A/110, "de modo a se colocarem os pré-codificadores e oscodificadores de Trellis de todos os transmissores em uma rede no mesmoestado ao mesmo tempo, é necessário 'sincronizá-los com colisão' ("jamsync") em relação ao modelo de codificador de Trellis no Adaptador de
Transmissão Distribuído". Em outras palavras, os codificadores de Trellisnão podem ser sincronizados pela identificação de uma época no fluxo detransporte (TS). Ao invés disso, para se colocarem os codificadores de Trel-lis de todos os transmissores em uma rede nos mesmos estados ao mesmotempo, uma amostra de todos os estados de codificador de Trellis no modelo de processamento de dados 204 é capturada, e estes dados são portadosem um elemento do DXP, Trellis_code_state (FIG. 3), a partir do DTxA 202para todos os moduladores escravos 212.Em um ponto no tempo posterior determinístico, os estados decódigo de Trellis que foram extraídos do DXP são usados para inicializaçãoda memória de cada codificador de Trellis nos moduladores escravos 212para o estado do modelo de processamento de dados 204 no DTxA 202. Uma vez que isso tenha sido realizado, os codificadores de Trellis de modu-lador são sincronizados, e todos os moduladores 212 devem produzir "sím-bolos coerentes". Além disso, o DTxA indica um modo de operação para ostransmissores e prove uma informação a ser transmitida no segmento dedados de sincronização de campo de dados através de um canal de lado de
taxa de campo, o qual porta uma informação atualizada regularmente emuma taxa de campo de dados.
O método usado pelo padrão A/110 para a obtenção de sincro-nização de codificador de Trellis adiciona muita complexidade ao sistema detransmissão distribuído de SFN geral ao requerer que o DTxA 202 amostre
os estados de codificador de Trellis de modelo de processamento de dados.Mais ainda, o A/110 não prove a capacidade de pós-processar dados nomodulador uma vez que eles saiam do DTxA. Uma mudança de um bit nofluxo de dados após um DTxA romperá o esquema de sincronização de codi-ficador de Trellis, desse modo tornando difícil, se não impossível, adicionar
melhoramentos ao padrão A/53 de ATSC. Mais ainda, conforme mais trans-missores são adicionados em um esquema de múltiplos níveis (por exemplo,translador distribuído), a complexidade de uma SFN sob o padrão A/110cresce, uma vez que um modelo de processamento de dados adicional 204deve ser adicionado para cada nível. Assim, o que é necessário é uma tec-
nologia que seja escalonável em aplicações de SFN, sem a adição de com-plexidade adicional ou restrições na capacidade de extensão de sistema dosistema em geral.
Além disso, em resposta aos pedidos de difusoras para um usoflexível de espectro de TV digital, o ATSC requisitou que a indústria explo-
rasse "melhoramentos" para o esquema de VSB, que está no núcleo de seupadrão de DTV. Esses melhoramentos incluem recepção melhorada em dis-positivos fixos/internos, dispositivos manuais (isto é, portáteis) e móveis, edifusão de vídeo e dados para comunicadores móveis e outro equipamentoportátil, e similares. Até agora, não foi proposta em resposta à requisição doATSC uma solução a qual vantajosamente utilize a natureza determinísticado sistema de ATSC. Assim sendo, existe uma outra necessidade de provisão de me-
lhoramentos para ambas as redes de transmissor bem como a SFN, osquais alavanquem a estrutura de quadro determinística incorporada nestessistemas de difusão.
Dado o precedente, o que é necessário é um sistema, um méto- do e um produto de programa de computador para aparelhos, sistemas emétodos para a provisão de melhoramentos para redes de ATSC.BREVE DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
A presente invenção se adequa às necessidades identificadasacima pela provisão de aparelhos, sistemas e métodos para a provisão de melhoramentos para as redes de ATSC, usando-se fatias de quadro de ban-da lateral vestigial (VSB) síncrona.
Uma vantagem da presente invenção é que ela é compatívelretroativa aos padrões existentes de ATSC e receptores de ATSC de legado.
Uma outra vantagem da presente invenção é que ela prove um conteúdo de serviço melhorado usando uma largura de banda que teria sidoperdida de outra forma.
Ainda uma outra vantagem da presente invenção é que ela tiravantagem da natureza determinística de um sistema de transmissão síncro-na.
Em um aspecto da presente invenção, sistemas, métodos, apa-
relhos e um código de computador são providos para a provisão a um recep-tor de um sinal digital correspondente a um serviço. Um receptor é sinalizadoquanto a uma disponibilidade do serviço. Também é sinalizado um mapea-mento determinístico de um conteúdo de serviço correspondente ao serviço.
Assim, a presente invenção prove conhecimento para dispositivos de recep-ção quanto à localização exata de conteúdo, já que ele reside na camadafísica do processo de transmissão. Em outras palavras, a presente invenção,dentre outras coisas, prove um mapeamento determinístico o qual mapeiaum conteúdo em uma camada física.
Em um outro aspecto da presente invenção, sistemas, métodos,aparelhos e um código de computador são providos para modulação. Umsinal digital é recebido e um quadro de dados é gerado. O quadro de dadosé dividido em um número predeterminado de segmentos, onde pelo menosum agrupamento do número predeterminado de segmentos contém um con-teúdo de serviço. O agrupamento é modulado de acordo com um mapea-mento determinístico.
Ainda em um outro aspecto da presente invenção, sistemas, mé-todos, aparelhos e um código de computador são providos para processa-mento de um sinal digital em um receptor. Um sinal digital contendo umadisponibilidade de um serviço, um mapeamento determinístico correspon-dente ao serviço e um conteúdo de serviço são recebidos. Uma operação no
conteúdo de serviço é realizada, de acordo com o mapeamento determinísti-co.
Outros recursos e vantagens da presente invenção, bem como aestrutura e a operação de várias modalidades da presente invenção sãodescritos em detalhes abaixo, com referência aos desenhos associados.BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os recursos e vantagens da presente invenção tornar-se-ãomais evidentes a partir da descrição detalhada estabelecida abaixo, quandotomada em conjunto com os desenhos, nos quais números de referênciaiguais indicam elementos idênticos ou funcionalmente similares.
A figura 1 é um diagrama de blocos de um transmissor de 8T-VSB codificado por Trellis 100.
A figura 2 mostra um diagrama de blocos de um sistema de SFNde ATSC usando uma transmissão distribuída de A/110, onde múltiplostransmissores de 8T-VSB codificados por Trellis são alimentados pelo me-nos fluxo de transporte.
A figura 3 mostra a estrutura de um pacote de transmissão dis-tribuída de acordo com o padrão A/110.A figura 4 descreve um quadro de dados de VSB de acordo como padrão A/53 do ATSC.
A figura 5 é um diagrama de sistema de uma SFN de exemplo,de acordo com uma modalidade da presente invenção.A figura 6 ilustra um método para inserção de pacotes de iniciali-
zação de quadro de VSB (VFIPs) de acordo com uma modalidade da pre-sente invenção.
A figura 7 descreve vários modos de serviço possíveis, incluindoserviços móveis, de interiores, portáteis e fixos, recebendo dados a partir de uma rede de freqüência única provendo melhoramentos, de acordo com apresente invenção.
A figura 8 descreve a estrutura de uma fatia de 52 pacotes cria-dos a partir dos pacotes recebidos, e antes de entrarem no estágio de entre-laçador de um modulador de acordo com uma modalidade da presente in- venção.
A figura 9 descreve a transmissão de várias fatias de segmentosusando um mapeamento estático de acordo com uma modalidade da pre-sente invenção.
A figura 10 descreve uma transmissão de várias fatias de seg- mentos atribuídos dinamicamente através de um quadro de VSB, de acordocom uma modalidade da presente invenção.
A figura 11 descreve um quadro de VSB síncrono de exemplo,implementado para vários serviços usando mapeamento estático, de acordocom a presente invenção. A figura 12 descreve uma rajada de exemplo de fatias de acordo
com uma modalidade da presente invenção.
A figura 13 descreve uma codificação de Reed Solomon (RS)bidimensional (2D), de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A figura 14 ilustra a estrutura de pacotes de acordo com a pre- sente invenção, nos quais uma codificação de correção de erro antecipada(FEC) adicional foi realizada.
A figura 15 ilustra a estrutura de pacotes de acordo com a pre-sente invenção, nos quais uma codificação de correção de erro antecipada(FEC) adicional foi realizada.
A figura 16 ilustra a estrutura de segmentos após terem sido co-dificados com uma codificação de correção de erro antecipada (FEC) adicio- nal e após uma codificação de RS normal a partir de um modulador deATSC.
A figura 17 descreve o mapa de memória de um entrelaçador debyte de convolução mostrando a dispersão da paridade e a dimensão decodificação.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A presente invenção é descrita agora, em maiores detalhes aqui,em termos de um sistema, um método e um aparelho de exemplo para aprovisão de melhoramentos para redes de ATSC, usando-se fatias de qua-dro de banda lateral vestigial (VSB) síncrona em redes de transmissor único
e SFN. Isto é para conveniência apenas, e não é pretendido para limitar aaplicação da presente invenção. De fato, após a leitura da descrição a se-guir, será evidente para alguém versado na(s) técnica(s) relevante(s) comoimplementar a invenção a seguir em modalidades alternativas (por exemplo,redes de freqüência múltipla).
Geralmente, a presente invenção realiza as sincronizações de
ATSC requeridas: 1. sincronização de freqüência do piloto ou de freqüênciasportadoras, 2. sincronização de quadro de dados, e 3. sincronização de pré-codificador e codificador de Trellis.
Uma vez que a sincronização de quadro de dados tenha sido
realizada, a natureza determinística de como pacotes de dados cairão emum quadro de dados é usada para a provisão de capacidades melhoradas.Mais particularmente, um multiplexador na extremidade de origem da distri-buição (ou enlace de estúdio para transmissor (STL)) é utilizado para agru-par e/ou pré-processar pacotes que tenham sido selecionados de forma de-
terminística de acordo com um mapeamento determinístico. Os grupos (refe-ridos a partir deste ponto como "fatias") então são emitidos pelo multiplexa-dor através de um fluxo de transporte por uma rede de distribuição. Confor-me será discutido abaixo em maiores detalhes, os pacotes podem ser codifi-cados e entremeados por todo um fluxo de transporte.
Uma informação de disponibilidade de serviço é sinalizada pelomultiplexador para um dispositivo de recepção através de um excitador. Em uma modalidade, uma área reservada na sincronização de campo de dadosé utilizada para comunicação da informação de sinalização para comunica-ção de serviços disponíveis e mapeamentos determinísticos corresponden-tes.
No excitador, uma unidade de inserção de sincronização 110 é usada para a geração de quadros de dados tendo 624 segmentos. A presen-te invenção mapeia de forma determinística o conteúdo de serviço em fatiasdefinidas como um número predeterminado de segmentos de dados (porexemplo, 52 segmentos). Este número é derivado pela divisão de um quadrode VSB de 624 segmentos por um número predeterminado de fatias (por exemplo, 12).
Cada fatia contém um conteúdo de serviço correspondente a umserviço em particular, tais como prover seqüências conhecidas de segmen-tos de dados para fins de treinamento, prover segmentos dirigidos de dados,codificação e similares. Uma fatia também pode ser usada sem melhora- mentos e transportar um conteúdo normal, ao invés disso.
Dispositivos complementares recebem a informação de sinaliza-ção que identifica serviços disponíveis. Se ao serviço for provida uma sinali-zação mais robusta, os dispositivos complementares serão configurados pa-ra a decodificação de dados. Além disso, estes dispositivos podem realizaroutras operações no conteúdo de serviço, tal como o uso dele para melhoriados serviços de gerenciamento de potência. Serviços fixos, tal como televi-são digital (HDTV Digital), também podem ser providos com serviços melho-rados recebidos a partir de antenas de topo de telhado ou interiores.
Uma vez que um receptor complementar tenha o quadro sincro- nizado, ele é configurado com um conhecimento a priori de quando os paco-tes de dados melhorados chegarão dentro de um quadro de dados. Comesta informação, os receptores podem detectar, decodificar e usar o conteú-do de serviço para controle dos recursos melhorados ou provisão de umconteúdo adicional. Conforme será descrito em maiores detalhes abaixo, ummapeamento pode ser estático ou dinâmico. Uma implementação de baseestática supre o conteúdo de serviço para um receptor em uma periodicida- de predeterminada (ou em múltiplos da mesma), ao passo que uma imple-mentação de base dinâmica supre o conteúdo de serviço para serviços dife-rentes pela sinalização para o dispositivo de recepção de que a informaçãoestá mudando de forma determinística.
A figura 7 descreve vários modos de serviço possíveis, incluindo serviços móveis 710, de interiores 708, portáteis 706 e fixos 712 recebendodados a partir de uma rede de freqüência única provendo melhoramentos deacordo com a presente invenção. A presente invenção pode ser usada atra-vés de um ou mais dos serviços de exemplo mostrados. A presente inven-ção também usa diversidade de transmissor para a provisão de sinais coe- rentes a partir de localizações diferentes, tal como um transmissor 702, umsistema de transmissão de rede de freqüência única 704 e um transmissorde edificação menor 714.
Uma sincronização de freqüência do piloto ou da portadora éobtida pelo travamento da freqüência portadora de um excitador no sistema de transmissor de RF para uma referência a partir de uma base de tempo deGPS. Uma diversidade de transmissor permite que transmissores em locali-zações diferentes transmitam símbolos coerentes.
O começo de um quadro de dados é determinado (isto é, sincro-nizado) pela identificação de um ponto no fluxo de transporte através de um pacote de sincronismo especial. Geralmente, um fluxo de transporte (TS)tendo um pacote de sincronismo especial é gerado em uma instalação dedifusão. A taxa de TS é travada para um relógio de GPS (por exemplo, 10MHz), e a referência temporal de GPS (por exemplo, 1 PPS) é usada para aconstrução do pacote de sincronismo. Os pacotes de sincronização identifi- cam um ponto de "época" de cadência no TS, o qual é usado para a escravi-zação de todos os quadros de dados a serem difundidos a partir de um oumais sistemas de transmissão de RF, e, daí, prover uma sincronização dequadro de dados (DFS).
A presente invenção ainda prove uma inicialização determinísti-ca das memórias de codificador de Trellis pela criação de pacotes com pa-drões de dados predeterminados localizados em posições determinísticas por todo um quadro de dados. Os padrões de dados predeterminados sãotransmitidos a partir de uma estação de difusão para um excitador para sefazer com que seus estados de codificador de Trellis sejam inicializados deuma forma previsível fixa. Uma sincronização de quadro de dados e umasincronização de codificador de Trellis podem ocorrer, assim, usando-se um
pacote de inicialização único.
A figura 5 é um diagrama de sistema de uma SFN 500 de acordocom uma modalidade da presente invenção. Para um emissor de fluxo detransporte 514 em uma instalação de difusão, tal como um estúdio ou umcentro de operações de rede ("NOC") é alimentado um fluxo de dados (por
exemplo, um quadro de dados de MPEG-2). O emissor de fluxo de transpor-te 514 transmite o fluxo de dados para uma rede de distribuição 506 na for-ma de um fluxo de transporte (TS) tendo pacotes de inicialização de quadrode VSB (VFIPs). Os VFIPs são pacotes de sincronização especializados ge-rados por um multiplexador de emissão 504 do emissor de fluxo de transpor-
te 514. Em uma modalidade, um módulo de VFIP é transmitido para um oumais sistemas de transmissão 502 através de uma rede de distribuição 506(por exemplo, fibra, satélite, microondas e similares). Um multiplexador deemissão 504 tem o relógio acertado por uma base de tempo de GPS 505.
Os sistemas de transmissão de RF 502 a jusante da instalação
de difusão incluem um excitador 504, o qual pode detectar os VFIPs no fluxode transporte. Além disso, os sistemas de transmissão de RF 502 incluemoutros componentes, tais como amplificadores de potência (PAs) 513. Con-forme citado acima, os excitadores às vezes são referidos como modulado-res.
Em uma modalidade da presente invenção, o excitador 504, bem
como todos os outros nós na SFN 500 têm o relógio acertado por uma basede tempo comum, a base de tempo de GPS 505. Uma sincronização de fre-qüência do piloto ou da portadora assim é obtido pelo travamento da fre-qüência portadora do excitador 512 para uma referência de 10 MHz a partirda base de tempo de GPS 505, para a regulagem do deslocamento de Dop-pler aparente visto pelo receptor de ATSC a partir da SFN em áreas de co- bertura sobrepostas.
Conforme explicado acima, uma sincronização de dados requerque todos os excitadores em uma SFN escolham o mesmo pacote a partirdo TS chegando para o começo de um quadro de dados de VSB. Na presen-te invenção, cada excitador 512 segue o sincronismo de sincronização de
quadro de excitador 504 para a obtenção de uma sincronização de quadroinicial e manter esta condição.
O multiplexador de emissão 504 tem sua taxa de dados travadapara a referência de GPS 505, e inicia uma sincronização de quadro pelaseleção de um dos pacotes de TS para começar um quadro de VSB. Uma
vez que um pacote de TS inicial tenha sido selecionado para começar a con-tagem, o multiplexador de emissão 504 conta 634 pacotes de TS, inclusivedo pacote selecionado (por exemplo, 0 a 622), o multiplexador de emissão504 insere um VFIP como o último pacote. Isto corresponde a um recipientede dados (624 pacotes) o qual é equivalente à carga útil em um quadro de
VSB de A/53 de ATSC tendo 624 segmentos de carga útil.
O multiplexador de emissão 504 insere um pacote de inicializa-ção de quadro de VSB (VFIP), conforme mostrado na figura 6. Pelo posicio-namento do VFIP no último intervalo de pacote (623), uma sinalização de umquadro de VSB é tornada implícita. Mediante a recepção do VFIP, cada exci-
tador 512 é sinalizado para começar um novo quadro de dados, após o últi-mo bit de pacote de VFIP ser recebido. A cadência também referida comosincronismo ou taxa de quadro dos quadros de VSB, assim, é baseada nosincronismo de sincronização de quadro, o qual é mantido pelo multiplexadorde emissão 504. Uma vez que o multiplexador de emissão 504 está travado
para a base de tempo de GPS 505, a contagem de pacote de 0 a 623 setorna a cadência da taxa de quadro de VSB. Após a primeira inserção deVFIP, VFIPs adicionais ou fatias de pacotes contendo um conteúdo de servi-ço podem ser inseridos subseqüentemente depois disso, a uma periodicida-de predeterminada (por exemplo, aproximadamente uma vez por segundo).Por exemplo, sempre que o multiplexador de emissão 504 inserir um VFIP,ele aparecerá no intervalo 623, conforme determinado por um contador de cadência em um multiplexador de emissão. Fatias também podem ser inse-ridas em uma base dinâmica, uma vez que uma sinalização prove a disposi-tivos de recepção um mapeamento determinístico quanto a quando o conte-údo de serviço será difundido.
A figura 8 descreve a estrutura de uma fatia de 52 pacotes cria- dos a partir de pacotes recebidos, antes de entrarem no estágio de entrela-çador 106 de excitador 512 de acordo com uma modalidade da presenteinvenção. Conforme descrito acima, a posição de bytes nos pacotes é base-ada em um conhecimento a priori do entrelaçador. Deve ser compreendidoque a figura 8 é conceituai, e mostra um arranjo de campos dentro de cada pacote, de acordo com um mapeamento de entrelaçador de exemplo. Osarranjos de pacote (isto é, posições de campo) serão diferentes, dependen-do dos mapeamentos de entrelaçador. Assim sendo, o posicionamento decampos dos segmentos em localizações diferentes de acordo com outrosmapeamentos de entrelaçador está no escopo desta invenção.
Conforme mostrado na figura 8, cada pacote inclui um campo deidentificador de pacote (PID) armazenado na porção de cabeçalho do pacotee um campo de SINCRONIZAÇÃO. A SINCRONIZAÇÃO (por exemplo, umasincronização de MPEG) permite a sincronização de pacotes de fluxo detransporte. O excitador 512 substitui a SINCRONIZAÇÃO por uma sincroni- zação de segmento. O pacote porta uma informação adicional, tal como umainformação de treinamento (SRS), bem como um conteúdo específico deserviço. No exemplo mostrado na figura 8, o conteúdo específico de serviçoé uma codificação de camada externa (Dados Robustos). Um conteúdonormal também é portado nos pacotes no campo de Dados Normais.
O excitador 512 identifica cada pacote por seu PID. Em umamodalidade exemplar, o excitador 512 identifica um pacote como um VFIPquando seu valor de PID for 0x1 FFA. Após o pacote de VFIP ter sido lido, oexcitador 512 insere uma sincronização de campo de dados de VSB. Comreferência à figura 6, os segmentos de carga útil de quadro assim começamapós a Sincronização de Campo de Dados NQ 1. O excitador 512 por suavez faz uma determinação quanto a se 312 pacotes de TS foram recebidos. Se assim for, o excitador 512 insere DFSs adicionais pelo padrão A/53.
Conforme descrito no padrão A/53 do ATSC, uma DFS incluiuma série de seqüências de número pseudo-randômico (PN) de comprimen-to de 511, 63, 63 e 63 símbolos, respectivamente. As seqüências PN63 sãoidênticas, exceto pelo fato de que a seqüência média é de sinal oposto em cada outra sincronização de campo. Esta inversão permite que o receptorreconheça os campos de dados alternados compreendendo um quadro. NaSincronização de Campo de Dados Ne 1, todas as três seqüências PN63estão na mesma fase e na Sincronização de Campo de Dados N9 2, a se-qüência PN63 média está invertida e as outras duas têm a mesma fase. O excitador 504 insere uma DFS sem uma inversão de PN63 diretamente apóso último bit do pacote de VFIP e, então, continua com uma construção dequadro de VSB normal começando com o próximo pacote de TS (0) como oprimeiro segmento de dados do próximo quadro de VSB.
Se um excitador 512 já tiver tido o quadro sincronizado, um pa- cote de VFIP recebido pode ser usado para verificar que o excitador aindaestá em fase com a cadência de quadro mantida em um multiplicador deemissão por causa do posicionamento implícito de VFIP no fluxo de trans-porte. De modo similar, um insersor de sincronização 110 insere as sincroni-zações de campo de dados gerando quadros de dados contendo fatias de conteúdo de serviço.
Conforme explicado acima, também é necessário desenvolveruma condição de estado para as memórias de codificador de Trellis a seraplicada em uma época específica no fluxo de dados simultaneamente portodos os transmissores em uma rede. A presente invenção usa uma reinicia- lização de Trellis determinística (DTR) para a realização de uma sincroniza-ção de codificador de Trellis ao forçar o codificador de Trellis a entrar em umestado conhecido (por exemplo, zero), conforme o pacote de VFIP entrar nocodificador de Trellis.
A sincronização de codificador de Trellis é realizada com baseem um conhecimento a priori da localização do pacote de VFIP entrelaçadona saída de um entrelaçador de dados de byte 106 (FIG. 1), antes do estágiode codificador de Trellis 108 (FIG. 1). Com o conhecimento da saída do en-trelaçador de ATSC 106, uma vez que os dados de sincronização de quadrode dados tenham sido obtidos, doze posições de byte predeterminadas emVFIP são identificadas e usadas para o disparo de uma DTR em cada umdos doze codificadores de Trellis em todos os excitadores na SFN. A iniciali-zação ocorre tão logo cada um destes bytes atribuídos de forma determinís-tica primeiramente entre em seu codificador de Trellis designado. Mais parti-cularmente, todos os codificadores de Trellis são sincronizados após os qua-tro (4) primeiros segmentos do Quadro de Dados de VSB, sem qualquer ne-cessidade de qualquer sintaxe no VFIP em si. Uma sintaxe adicional podeser adicionada para controle do sincronismo de emissão e outras funçõesauxiliares de transmissor. Assim, pelo uso do multiplexador de emissão 504para a inserção de um VFIP, uma sincronização de quadro de VSB é implici-tamente sinalizada. No momento em que o quarto segmento de dados deum novo quadro de VSB é transmitido, todos os codificadores de Trellis emtodos os excitadores serão reinicializados de forma determinística para umestado zero comum. Símbolos coerentes serão produzidos por todos ostransmissores em SFN. Serviços melhorados de acordo com a presente in-venção serão descritos agora em maiores detalhes.
A figura 9 descreve a transmissão de várias fatias de segmentogeradas pelo excitador 512, usando-se um mapeamento estático de acordocom uma modalidade da presente invenção. Em particular, um quadro dedados (isto é, 312 segmentos de dados) é dividido em 52 fatias de segmentoportando uma informação de treinamento (SRS) e dados robustos. Os dadosde treinamento podem ser usados, por exemplo, para a sincronização doscodificadores de Trellis, conforme descrito acima, e os dados robustos po-dem ser usados, por exemplo, para a provisão de uma camada adicional decodificação para a provisão de melhor recepção em dispositivos portáteis,serviços de conservação de potência e similares. Conforme mostrado, cadacampo de treinamento e campo de dados robustos é repetido em uma baseestática. Deve ser compreendido que para simplificação da discussão domapeamento estático mostrado na figura 9, dispersões dos segmentos cau- sados por um entrelaçador no excitador 512 não são mostradas. Um mape-amento conceituai dessas dispersões causadas pelo entrelaçador 106 noexcitador 512 é discutido abaixo em maiores detalhes, com referência à figu-ra 17.
A figura 10 descreve a transmissão de várias fatias de segmen-
tos dinamicamente atribuídas através de um quadro de VSB, de acordo comuma modalidade da presente invenção. Cada quadro porta dados posiciona-dos em localizações conhecidas para corresponderem a serviços diferentes(por exemplo, manuais/portáteis, móveis, fixos/de interiores, e similares).
O multiplexador de emissão 504 prove a informação de sincroni-
zação para cada excitador 512 para a provisão de anúncios de serviços eseus mapeamentos correspondentes. O excitador 512 extrai e armazenatemporariamente esta informação. Uma vez armazenada temporariamente, aunidade de inserção de sincronização 110 no excitador 512 reinsere estainformação em um campo reservado na área de sincronização de campo de
dados (mostrada como o bloco "Sinalização" na figura 10). Em ATSC, estecampo reservado é uma área reservada de 104 bytes. Vantajosamente, esteprocesso usa bytes de mantenedor de lugar no campo de SRS para trans-portar uma informação de sinalização entre o multiplexador de emissão 504e o excitador 512. Os bytes de mantenedor de lugar são descartados pelo
excitador e bytes pré-calculados são inseridos no seu lugar para criação desinais de treinamento. Este espaço de dados de mantenedor de lugar assimpode ser reusado como um canal de sinalização de taxa de dados relativa-mente alta (por exemplo, 1 Mbit/s), provendo aos receptores a opção dedescobrir e consumir serviços melhorados. Receptores de herança ignorarão
estes dados e continuarão normalmente, e, assim, a presente invenção écompatível retroativa.
Um dispositivo de recepção em particular usa a informação desinalização para aprender que informação ele estará recebendo e em quemomento. Em particular, a informação de sinalização inclui uma informaçãoque identifica a disponibilidade de serviços, bem como um mapeamento de-terminístico do conteúdo de serviço. A informação pode ser usada para se mapear de forma determinística um conteúdo de serviço para tipos diferen-tes de serviços, bem como para a provisão de uma informação de treina-mento ou uma informação de sincronização de codificador de Trellis.
Os receptores de legado ainda serão capazes de receberem da-dos normais. Através da informação de sinalização provida, dispositivos se-
rão capazes de descobrirem o serviço que estiver presente e seu mapea-mento através de vários quadros. Uma vez que um dispositivo receptor te-nha o mapeamento, então, ele terá a capacidade de obter e usar dados dêsinal de treinamento, dados robustos e outros dados de melhoramento. Con-forme mostrado na figura 10, mais de um quadro pode ser configurado e si-
nalizado, permitindo que serviços sejam mapeados através da série de qua-dros. Uma sinalização também pode ser usada para comunicação para osdispositivos de recepção que melhoramentos serão suspensos por um tem-po predeterminado, desse modo notificando para os receptores que apenasdados normais se seguirão durante aquele tempo.
A figura 11 descreve um quadro de VSB síncrono de exemplo,
implementado para vários serviços, usando um mapeamento estático, deacordo com a presente invenção. Vários serviços, incluindo serviços manu-ais/móveis portáteis e fixos/de interiores são providos com capacidades derecurso melhoradas pela recepção de pacotes de dados em pontos conheci-
dos no tempo. Neste exemplo, cada uma das 12 fatias em um quadro dedados é atribuída a um serviço correspondente. Um pacote pode portar umainformação de treinamento (SRS), uma codificação adicional (Dados Robus-tos) ou simplesmente dados normais. Um receptor extrai e demodula os da-dos em uma fatia correspondente a seu serviço e executa uma resposta a-
propriada.
A figura 12 descreve uma rajada de exemplo de fatias, de acor-do com a presente invenção. O multiplexador 504 recebe um sinal digital earmazena temporariamente um bloco dos pacotes recebidos corresponden-tes ao conteúdo de serviço. Por sua vez, o multiplexador 504 transmite obloco de pacotes em pontos predeterminados no tempo. O multiplexador 504também realiza um controle de fluxo das rajadas para controle do sincronis- mo das rajadas, de modo que os buffers do receptor não sejam estouradospara cima ou estourados para baixo, mantendo-se a plenitude de buffer.
A transmissão de um bloco de pacotes como rajadas de dadospermite que um receptor ativado por bateria (por exemplo, um dispositivoportátil) ligue e armazene temporariamente o bloco de dados nos pontos de-
terminísticos no tempo e desligue circuitos consumindo potência desneces-sários entre as rajadas. Os circuitos assim podem ser ligados antecipando apróxima rajada. O receptor ativado por bateria realiza operações nos dadosno buffer, quando ativado. Nesta modalidade, as fatias são enviadas em ra-jadas em um múltiplo de um número predeterminado de segundos (por e-
xemplo, 1 segundo). Além disso, cada fatia de dados pode ser enviada emrajada de forma contígua, sem espaços entre o conteúdo de serviço. Alterna-tivamente, as fatias podem ser transmitidas de forma substancialmente con-tígua com espaços entre grupos de conteúdo de serviço. Assim, um "conte-údo normal" adicional pode ser transmitido entre as rajadas (por exemplo,
dados codificados de MPEG).
Uma informação de sinalização no campo de sinalização podeser usada para a instrução de um dispositivo de recepção quanto a quando apróxima fatia deve ser esperada, permitindo que o conteúdo de serviço (porexemplo, uma rajada de pacotes) seja transmitido ou recebido em uma peri-
odicidade predeterminada ou em uma base dinâmica.
A figura 13 geralmente descreve uma codificação de Reed So-lomon (RS) bidimensional (2D) de acordo com uma modalidade da presenteinvenção. Conforme mostrado, uma codificação de correção de erro anteci-pada (FEC) externa, tal como, por exemplo, uma codificação de RS 2D, é
realizada para a provisão de um sinal mais robusto. Uma vez que a codifica-ção adicional tem sua própria paridade e é codificada na direção transversal,os dados transmitidos com tal codificação adicionalmente têm uma melhorchance de recuperação de erro de rajada. Na modalidade de exemplo des-crita na figura 13, a codificação externa é realizada pelo multiplexador deemissão 504 na direção transversal da codificação de RS lateral de ATSCnormal, a qual é realizada nos dados no excitador 512. A presente invenção assim prove um ganho de codificação e diversidade de tempo adicional,desse modo aumentando a robustez. Os processos inversos realizados emambos o multiplexador 504 e o excitador 512 são realizados nos dispositivosde recepção.
Não é necessário codificar todos os dados com o algoritmo de codificação adicional. Isto prove um uso eficiente de largura de banda derede, bem como permite que mais melhoramentos sejam providos para umaescala mais ampla de dispositivos. Isto ainda permite que a qualidade deserviço (QoS) seja controlada em uma base por serviço. Além disso, a pre-sente invenção melhora dramaticamente o limite de RS lateral normal de visibilidade (TOV) e prove uma diversidade de tempo melhorada. O uso deuma codificação externa melhorada também melhora a correção de quedade ruído de impulso e intraquadro e pode ser usada para compensação deruído de impulso conhecido em DTV de VHF baixo.
A figura 14 ilustra a estrutura de pacotes de acordo com a pre- sente invenção, na qual uma codificação de correção de erro antecipada(FEC) adicional foi realizada no multiplexador de emissão 504. Conformemostrado, dados normais foram codificados por RS em um campo de cargaútil de 162 bytes e 6 bytes do pacote são usados para o armazenamento docabeçalho de pacote, bem como uma porção de um campo de adaptação predefinido. Os dados de paridade correspondentes à codificação de corre-ção externa adicional também são posicionados em uma área no campo deadaptação para uso privado. Por exemplo, a figura 14 mostra os dados pri-vados contendo os dados de paridade para a codificação de FEC externaadicional. Decodificadores normais ignorarão os dados privados (por exem- pio, dados de Paridade 2D). Um receptor complementar, contudo, realizariao processo inverso nos dados privados para decodificação deles.
A figura 15 expande a figura 14 para ilustrar a estrutura de paco-tes de acordo com a presente invenção, na qual uma codificação de corre-ção de erro antecipada (FEC) adicional foi realizada. Este exemplo é similarà figura 14, exceto pelo fato de que a codificação de correção externa adi-cional é realizada por quatro pacotes. Os 42 primeiros bytes através do pa- cote são codificados transversais. Conforme as setas mostram, os dados deparidade correspondentes aos dados codificados transversais são posicio-nados nos campos de Paridade de RS 2D no campo de adaptação dos 52blocos de pacotes.
Conforme mostrado na figura 15, 208 pacotes são mostrados, osquais foram agrupados em quatro (4) fatias. As quatro fatias são agrupadasem um bloco e uma codificação transversal é aplicada ao bloco, onde osbytes de paridade são posicionados no bloco (Paridade de R-S 2D). O multi-plexador de emissão 504 pode controlar a diversidade de tempo ao controlaronde as fatias serão posicionadas em um quadro de dados, bem como oquadro de dados em particular. Por exemplo, o multiplexador de emissão504 pode controlar onde cada uma das 4 fatias mostradas na figura 15 seráinserida em quadros pelo excitador 512, desse modo separando as fatias porum tempo predeterminado (por exemplo, posicionando a primeira fatia de umquadro em um quadro cinco quadros mais tarde e repetindo o processo a cada cinco quadros). Isto prove um entrelaçamento virtual e aumenta a ca-pacidade de correção pelos canais com rajada. O bloco de pacotes então étransmitido pela rede de distribuição 506 no fluxo de transporte para o exci-tador 512, o qual, por sua vez, entrelaça o bloco de pacotes. Também, con-forme é bem conhecido, o entrelaçamento interno/interentrelaçamento espa-lha o bloco no tempo. Com referência à figura 17, as fatias assim aparecerãoem grupos diferentes dos dados entrelaçados, com um conteúdo normal en-tre os grupos. Uma vez que o mapeamento de dados entrelaçados é deter-minístico, um receptor tendo o mapeamento determinístico pode reagrupar edecodificar o conteúdo original. Os blocos de pacote podem ser entrelaçadospor todo o fluxo de transporte através de um quadro de dados único ou atra-vés de múltiplos quadros de dados. Em outras palavras, o conteúdo originalnão é transmitido de forma contígua. Esta diversidade de tempo possívelagora pela natureza determinística do quadro de VSB ajudará a mitigar ca-nais com rajada.
A figura 16 ilustra a estrutura de segmentos após serem codifi-cados com a codificação de FEC adicional e após uma codificação de RS normal a partir do excitador 512. Conforme mostrado na figura 16, a codifi-cação de RS lateral de ATSC normal é anexada a cada segmento (Paridadede RS). Esta codificação bidimensional se beneficia da diversidade de tem-po. Quando de um entrelaçamento, a diversidade de tempo e a dispersãoprovêem uma condição de canal não correlacionada, desse modo provendo uma melhor proteção contra erros de canal de tipo de rajada.
A figura 17 descreve o mapa de memória de um entrelaçador debyte de convolução, mostrando a dispersão da paridade e a dimensão decodificação. Em particular, a figura 17 mostra a dispersão dos bytes de pari-dade e as setas mostram as dimensões (isto é, lateral e transversal) nas quais eles foram codificados. Conforme discutido acima, o nível externo adi-cional cria uma condição de canal não correlacionada (isto é, uma diversida-de de tempo), cujo resultado é uma melhor proteção contra erros de canaldo tipo de rajada. A dispersão dos bytes mostrada na figura 17 mudará deacordo com o mapeamento realizado pelo entrelaçador. Assim sendo, deve ser compreendido que o mapeamento é conceituai e mostra apenas um ma-peamento de entrelaçador de exemplo. Assim sendo, outros mapeamentosde entrelaçador da dispersão de dados de acordo com outros entrelaçadorespodem ser utilizados e ainda estarem no escopo desta invenção.
A presente invenção não está limitada a um sistema de trans- missor múltiplo e pode ser implementada em um sistema de transmissor úni-co. Uma sincronização de quadro foi descrita acima em termos de uma SFN,onde um VFIP foi usado para a realização de uma sincronização de quadroe uma sincronização de codificador de Trellis. Um sistema de transmissorúnico pode não precisar de uma sincronização de codificador de Trellis. As- sim sendo, outras formas de sincronização de quadro podem ser utilizadaspara a provisão do mapeamento determinístico descrito acima e ainda esta-rem no escopo da presente invenção.Embora várias modalidades da presente invenção tenham sidodescritas acima, deve ser compreendido que elas foram apresentadas a títu-lo de exemplo e não de limitação. Será evidente para pessoas versadasna(s) técnica(s) relevante(s) que várias mudanças na forma e nos detalhespodem ser feitas ali, sem se desviar do espírito e do escopo da presente in-venção. Assim, a presente invenção não deve ser limitada por qualquer umadas modalidades de exemplo descritas acima, mas deve ser definida apenasde acordo com as reivindicações a seguir e seus equivalentes.
Além disso, deve ser compreendido que as figuras ilustradas nosanexos, as quais destacam a funcionalidade e as vantagens da presenteinvenção, são apresentadas para fins de exemplo apenas. A arquitetura dapresente invenção é suficientemente flexível e configurável, de modo que elapode ser utilizada de várias outras formas além daquelas mostradas nas fi-guras associadas.
Ainda, a finalidade do Resumo precedente é permitir que o Es-critório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos e o público em geral e,especialmente, os cientistas, engenheiros e praticantes na técnica que nãoestejam familiarizados com termos de patente ou legais ou a fraseologia de-terminem rapidamente a partir de uma inspeção superficial a natureza e aessência da exposição técnica do pedido. Não se pretende que o Resumoseja limitante para o escopo da presente invenção de forma alguma. Tam-bém é compreendido que as etapas e os processos recitados nas reivindica-ções não precisam ser realizados na ordem apresentada.