BRPI0609182A2 - tensionador - Google Patents

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BRPI0609182A2
BRPI0609182A2 BRPI0609182-2A BRPI0609182A BRPI0609182A2 BR PI0609182 A2 BRPI0609182 A2 BR PI0609182A2 BR PI0609182 A BRPI0609182 A BR PI0609182A BR PI0609182 A2 BRPI0609182 A2 BR PI0609182A2
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BR
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stop
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spring
rod
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BRPI0609182-2A
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Takao Kobayashi
Tanehira Amano
Ikuomi Takahashi
Fumihisa Inoue
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Nhk Spring Co Ltd
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Publication date
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Abstract

TENSIONADOR. A presente invenção refere-se a um tensionador (1) para impedir de forma segura que um batente pouco dispendioso seja destacado de um invólucro, que compreende: um primeiro elemento de haste (3) e um segundo elemento de haste (4) que são roscados um no outro por partes de rosca (8 e 9), e uma mola (5) que roda e energiza o primeiro elemento de haste (3) em somente uma direção predeterminada, com o primeiro elemento de haste, o segundo elemento de haste, e a mola (5) sendo acomodados em um invólucro (2), e que o dito tensionador converte a força energizante e rotativa da mola (5) em uma força de acionamento para o segundo elemento de haste (4) restringindo a rotação do segundo elemento de haste (4). Um batente (15), que é engatado com o primeiro elemento de haste (3) de modo a colocar o primeiro elemento de haste (3) em uma condição de restrição de rotação que resiste à força energizante e rotativa da mola (5), pode ser inserido no invólucro 2. O batente (15) tem uma estrutura tal que contata estreitamente o invólucro (2) ou o primeiro elemento de haste (3) de modo a gerar força de fricção para impedir o batente (15) de ser destacado do invólucro (2).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "TENSIONA-DOR".
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a um tensionador que mantém constante a tensão de uma correia ou corrente sem fim.ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Um tensionador empurra, com uma força predeterminada, porexemplo, uma corrente de distribuição ou uma correia de distribuição que éusada para o motor de um automóvel, e atua para manter a tensão constan- te se a corrente de distribuição ou a correia de distribuição se torna alongadaou afrouxada.
A figura 21 mostra a condição de um tensionador 100 quandomontado no corpo do motor 200 de um automóvel. Óleo lubrificante (nãomostrado) é enchido dentro do corpo do motor 200. Um par de rodas denta-
das de carne 210, 210 e uma roda dentada de manivela 220 são dispostasdentro do corpo do motor 200, e uma corrente de distribuição 230 é engan-chada nas rodas dentadas 210, 210 e na roda dentada de carne 220 emuma maneira sem fim. Também, a corrente de distribuição 230 desliza emum guia de corrente 240 que é disposto de modo oscilante ao longo da traje-
tória de movimento da corrente de distribuição 230.
O tensionador 100 é equipado com um invólucro 111 que temuma parte de flange 112 que contata uma face de montagem 250 que é for-mada no corpo de motor 200 e no qual o tensionador 100 é montado. Quan-do um parafuso 270 é preso sob a condição que a parte de flange 112 está
em contato com a face de montagem 250, o tensionador 100 é preso no cor-po do motor 200. Quando o tensionador 100 é preso no corpo de motor 200,o invólucro 111 penetra através de um furo de montagem 2650, e um eixo deacionamento 120, que se projeta do invólucro 111, empurra a corrente dedistribuição 230 por meio do guia de corrente 240, de modo que a tensão
pode ser fornecida à corrente de distribuição 230.
Na estrutura geral do tensionador 100, o eixo de acionamento120 e um eixo rotativo 130 (ver figura 22) são acomodados no invólucro 111
PI0609182-2sob a condição que o eixo de acionamento 120 e o eixo rotativo 130 são a-parafusados juntos. Quando o eixo de acionamento 120 se move para frentedevido à rotação do eixo rotativo 130, a tensão é dada à corrente de distribu-ição 230.
' O eixo rotativo 130 é rodado pela força de energização de uma
mola 133 que é acomodada no invólucro 111. Na estrutura mostrada na figu-ra 22, uma mola de torção é usada como a mola 133. Enquanto uma extre-midade da mola 133 é travada no invólucro 111, a outra extremidade 133a éinserida e travada dentro da fenda 130a do eixo rotativo 130, de modo que o eixo rotativo 130 é energizado e rodado.
Antes de montar o tensionador 100 no corpo do motor 200, otensionador 100 armazena força energizante rotativa que resulta devido àtorção da mola 133. O tensionador 100 é montado no corpo do motor 200sob uma condição travada que mantém esta força energizante rotativa. De-
pois que o tensionador 100 é montado no corpo do motor 200, a força ener-gizante rotativa da mola 133 é liberada da condição travada, e o eixo rotativo130 roda. Por esta rotação, o eixo de acionamento 120 se move para frente,de modo que a tensão é dada como descrito acima. Conseqüentemente,com tal tensionador é necessário que a força energizante rotativa da mola
`133 seja mantida sob uma condição travada durante o processo de expedi-ção, transporte e assim por diante do tensionador - isto é, até que o tensio-nador seja montado no corpo de motor 200. A condição travada é mantidarestringindo a rotação do eixo rotativo 130, que é feito rodar pela mola 133.por esta razão, são usados batentes 137, 138, como mostrado na figura 22.
Também os Documentos de Patente 1 e 2 descrevem estruturas
usando mecanismos de batente especiais.
Na figura 22 (a), um batente planar 137, que tem, em uma ma-neira integral, uma parte de perna 137a e uma parte de travamento 137b, éusado. A parte de perna 137a é inserida a partir da extremidade traseira do
invólucro 111 e é engatada com a fenda 130a do eixo rotativo 130. Comomostrado na figura 23, quatro ranhuras de engate 115 são formadas na facede extremidade traseira do invólucro 111 de tal maneira que um par de ra-nhuras de engate 115 são dispostas opostas uma a outra, e o outro par deranhuras de engate 115 são dispostas opostas uma a outra, com os doispares dispostos de tal maneira que se as linhas fossem desenhadas paraconectar as duas ranhuras de engate 115 de cada par, as duas linhas forma- riam uma cruz. A parte de travamento 137b é engatada com um par de ra-nhuras de engate opostas 115, de modo que a rotação relativa do batente137 contra o invólucro 111 é travada. Por este travamento, a parte de perna137a pára a rotação do eixo rotativo 130.
Na figura 22(b), uma parte de travamento 138b, que se estende
para uma parte de perna 138a, é larga, e uma ranhura de engate 115 é for-mada na face de extremidade traseira do invólucro 111 em uma posição quecorresponde com a parte de borda projetada da parte de travamento 138b.Depois que a parte de perna 138a é inserida a partir da extremidade traseirado invólucro 111, a parte de travamento 138b é engatada com a ranhura de
engate 115, de modo que a rotação do eixo rotativo 130 é parada, quando ésimilar à disposição mostrada na figura 22(a).
Nas estruturas mostradas na figura 22, cada um dos batentes137, 138 é engatado com o invólucro 111 pelo torque da mola 133 atuandono eixo rotativo 130, e os batentes 137, 138 são mantidos fixados no invólu-
cro 111. Em contraste com a condição especificada acima, onde um batente137 ou 138 é mantido junto com o invólucro 111, quando o batente 137 ou38 é puxado para fora do invólucro, o eixo rotativo 130 é liberado de suacondição de restrição de rotação. O eixo rotativo 130 é então rodado pelaforça energizante da mola 133, de modo que o eixo de acionamento se mo-
ve para frente. Depois que o batente 137 ou 138 é puxado para fora, um pa-rafuso de vedação (não mostrado) é aparafusado dentro da abertura do in-vólucro 111 onde o batente 137 ou 138 foi inserido, de modo a vedar estaabertura de modo que o óleo é impedido de vazar do invólucro 111.
Na estrutura descrita no Documento de Patente 1, um mecanis-
mo de batente é fornecido em uma face lateral do invólucro, uma abertura éfornecida na face lateral do invólucro, um elemento de vedação é encaixadona abertura, e um batente do tipo pino é inserido no elemento de vedação aparti do lado de fora do invólucro e é engatado com o eixo rotativo. Quando
0 batente é engatado com o eixo rotativo, a rotação do eixo rotativo é impe-dida. Depois que o tensionador é montado no corpo do motor, o batente épuxado para fora, de modo que a condição de restrição de rotação é termi-
' nada, de modo que o eixo rotativo pode ser rodado pela mola.
Na estrutura descrita no Documento de Patente 2, um mecanis-mo de batente é fornecido na extremidade traseira do invólucro, com o me-canismo de batente compreendendo:
uma parte de travamento que é fornecido na extremidade trasei- ra do eixo de acionamento,
um botão de liberação que tem uma garra de travamento que faza retenção da parte de travamento de modo a parar o movimento de avançodo eixo de acionamento, e
um carne que libera a retenção da parte de travamento quando o botão de liberação é empurrado.
Depois que o tensionador é montado no corpo de motor, o botãode liberação é empurrado de modo que o carne cancela a condição de tra-vamento causada pela garra de travamento, de modo que o eixo de aciona-mento pode se mover para frente. [Documento de Patente 1] Pedido de Patente Não-Examinado
Publicado Japonês Ne. H2-278046
[Documento de Patente 2] Pedido de Patente Não-ExaminadoPublicado Japonês N° H9-79330DESCRICÁO DA INVENÇÃO Problemas a serem Solucionados pela Invenção
Nas estruturas acima mencionadas dos Documentos de Patente
1 e 2, um mecanismo de batente também veda o invólucro. Portanto, mesmodepois que o mecanismo de batente termina a condição de restrição de rota-ção ou de acionamento, o mecanismo de batente ainda serve como um ele-
mento de vedação, e portanto não é necessário montar um parafuso de ve-dação no invólucro para impedir o vazamento de óleo do invólucro, que é umaspecto conveniente da estrutura acima mencionada. No entanto, é neces-sário fornecer uma estrutura especial para o mecanismo de batente, queaumenta o custo.
Em contraste, a estrutura mostrada na figura 22 tem o mérito de entanto, com um motor que tem um deslocamento pequeno de aproximada-mente 50 cm3, o torque da mola 133 é pequeno, e portanto a força de fixa-ção para reter o batente 137 ou 138 é também pequena. Portanto, o batenten é facilmente destacado do invólucro 111 devido às vibrações durante otransporte, e este destacamento termina a condição de restrição de rotação
do eixo rotativo 130, o que causa a inconveniência do eixo de acionamentose mover acidentalmente para frente.
Para impedir o destacamento do batente, fita adesiva é fixada detal maneira que a fita adesiva cobre o batente. No entanto, quando é usadauma fita adesiva, as operações adicionais, tais como fixar e posteriormente
remover a fita adesiva, se tornam necessárias, o que causa o problema defuncionalidade menos eficiente. Também, quando se embala o tensionador,é necessário prestar atenção para assegurar que o batente não será desta-cado. No entanto, isto torna a embalagem incômoda, o que é um problema.
A presente invenção foi feita em, vista dos problemas acima
mencionados. Um objetivo da presente invenção é fornecer um tensionadorque pode impedir certamente um batente de ser destacado do invólucro,mesmo quando um batente de estrutura simples, pouco dispendioso, é usa-do.
Meios para Solucionar os Problemas Para alcançar o objetivo acima mencionado, um tensionador
descrito na reivindicação 1 compreende:
um primeiro elemento de haste e um segundo elemento de hasteque são roscados um no outro por partes de rosca, e
uma mola que roda e energiza o primeiro elemento de haste em somente uma direção predeterminada,
com o primeiro elemento de haste, o segundo elemento de has-te, e a mola sendo acomodados em um invólucro,e converte a força energizante e rotativa da mola na força deacionamento do segundo elemento de haste restringindo a rotação do se-gundo elemento de haste;
com o tensionador sendo caracterizado pelo fato de que: ' um batente, que é engatado com o primeiro elemento de haste
de modo a resistir à força energizante e rotativa da mola e colocar o primeiroelemento de haste em uma condição de restrição de rotação, pode ser inse-rido no invólucro, e tal que
um batente tem uma estrutura tal que o batente entra em contato estreito com o invólucro ou o primeiro elemento de haste de modo a gerarforça de fricção de modo a impedir o batente de ser destacado do invólucro.
Na invenção descrita na reivindicação 1, devido à inserção dobatente no invólucro, o batente entre em contato estreito com o invólucro ouo primeiro elemento de haste, de modo que a força de fricção é gerada. Esta força de fricção prende certamente o batente no invólucro. Conseqüente-mente, o batente não 'pe destacado mesmo quando vibrações atuam nobatente e no invólucro, ou mesmo quando o torque da mola é pequeno.
A invenção, de acordo com a reivindicação 2 é o tensionadordescrito na reivindicação 1, e em que (1) o invólucro tem, como um de seus componentes, um elemento de suporte que suporta a rotação do primeiroelemento de haste, e (2) o batente tem uma estrutura tal que o batente entraem contato estreito com o elemento de suporte de modo a gerar a força defricção.
Na invenção descrita na reivindicação 2, porque o batente entra em contato com o elemento de suporte, que é um componente do caso, obatente é mantido firmemente no invólucro e não é destacado do invólucro.
A invenção, de acordo com a reivindicação 3, é o tensionadordescrito na reivindicação 1 ou 2, e em que (1) o batente tem (a) uma partede perna que é engatada com o primeiro elemento de haste, e (b) uma parte de ação que tem uma propriedade de mola, e (2) quando a parte de perna ea parte de ação são inseridas dentro do invólucro, a parte de ação é elasti-camente deformada, de modo que as partes de ação entram em contatocom o invólucro ou o primeiro elemento de haste.
Na invenção descrita na reivindicação 3, quando a parte de açãoé inserida dentro do invólucro e é elasticamente deformada, a parte de açãoentra em contato estreito com o invólucro ou o primeiro elemento de haste, de modo que o batente é mantido com segurança no invólucro e não é des-tacado do invólucro. Aqui, a parte de perna coloca o primeiro elemento dehaste em uma condição de restrição de rotação.
A invenção de acordo com a reivindicação 4, é o tensionadordescrito em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, e em que (1) uma aber- tura para montar um parafuso de vedação é formada no invólucro, e (2) obatente é inserido dentro do invólucro por meio da abertura.
Na invenção descrita na reivindicação 4, porque o batente podeser inserido dentro do invólucro por meio da abertura para montar o parafusode vedação, a abertura pode ser usada para montar o parafuso de vedação e inserir o batente.Efeitos da Invenção
Com a presente invenção, quando o batente é inserido dentro doinvólucro, o batente entra em contato estreito com o invólucro ou o primeiroelemento de haste, de modo a gerar força de fricção, de modo que o batente está firmemente preso no invólucro. Portanto, mesmo quando as vibraçõesatum no batente e no invólucro, ou mesmo quando o torque da mola é pe-queno, o batente não é acidentalmente destacado do invólucro. Também,porque o batente tem uma estrutura simples, um tensionador pouco dispen-dioso pode ser fornecido. BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista em seção transversal mostrando a situa-ção quando o batente é inserido dentro da primeira modalidade da presenteinvenção.
A figura 2 é uma vista plana da primeira modalidade. A figura 3 é uma vista em seção transversal da primeira modali-
dade.
A figura 4 consiste em uma vista lateral (4a) e uma vista diantei-8
ra (4b) do batente usado na primeira modalidade.
A figura 5 é uma vista em perspectiva mostrando a situação quando o batente é inserido dentro do invólucro.
A figura 6 consiste em uma vista dianteira (6a) e uma vista late-5 ' ral (6b) do batente usado na segunda modalidade.
A figura 7 é uma vista em perspectiva mostrando a situação quando o batente é inserido na segunda modalidade.
A figura 8 consiste em uma vista lateral (8a) e uma vista dianteira (8b) do batente usado na terceira modalidade. 10 A figura 9 é uma vista em seção transversal mostrando a situa-
ção quando o batente é inserido na terceira modalidade.
A figura 10 consiste em uma vista dianteira (10a) e uma vista lateral (10b) do batente usado na quarta modalidade.
A figura 11 é uma vista em seção transversal mostrando a situa-15 ção quando o batente é inserido na quarta modalidade.
A figura 12 consiste em uma vista dianteira (12a) e uma vista lateral (12b) do batente usado em uma variação da quarta modalidade.
A figura 13 é uma vista em seção transversal mostrando a situação quando o batente é inserido em uma variação da quarta modalidade. A figura 14 é uma vista em seção transversal mostrando a pri-
meira variação da quinta modalidade.
A figura 15 é uma vista em seção transversal mostrando a segunda variação da quinta modalidade.
A figura 16 consiste em uma vista em seção transversal da aber-25 tura 18 (16a) e uma vista em seção transversal do batente 15 (16b) mostrando a terceira variação da quinta modalidade.
A figura 17 é uma vista em seção transversal mostrando a quarta variação da quinta modalidade.
A figura 18 consiste em uma vista dianteira (18a) e uma vista 30 plana (18b) e uma vista lateral (18c) mostrando a primeira variação da sexta modalidade.
A figura 19 consiste em uma vista dianteira (19a), uma vista pia-na (19b), uma vista lateral (19c) mostrando a segunda variação da sexta modalidade.
A figura 20 consiste em uma vista dianteira (20a), uma vista plana (20b) e uma vista lateral (20c) mostrando a terceira variação da sexta 5 modalidade.
A figura 21 é uma vista lateral parcial mostrando a situação quando o tensionador é montado em um corpo de motor.
As figuras 22(a) e (b) são vistas em seção transversal mostrando exemplos convencionais quando as variações do batente foram inseridas no 10 invólucro.
A figura 23 é uma vista em perspectiva mostrando a situação quando o batente da figura 22(a) é engatado. Explicação de Números usados nos Desenhos
1 tensionador
15 2 invólucro
3 primeiro elemento de haste
4 segundo elemento de haste
5 mola
6 mancai
20 8 rosca macho
9 rosca fêmea
15 batente
15a parte de perna
15b parte de travamento
25 15c parte de ação
18 abertura
19 ranhura de engate
MELHORES MODOS DE REALIZAR A INVENÇÃO
A presente invenção será agora descrita em detalhe com refe-30 rência às modalidades ilustradas nos desenhos. Para cada modalidade, números idênticos são usados para se referir a elementos idênticos.Primeira Modalidade
As figuras 1 a 5 mostram um tensionado 1 em uma primeira modalidade da presente invenção.
A figura 1 é uma vista em seção transversal mostrando que um 5 ' batente é inserido.
A figura 2 é uma vista plana do tensionador 1
A figura 3 é uma vista em seção transversal do tensionador inteiro 1.
A figura 4 é uma vista lateral e uma vista plana do batente. 10 A figura 5 é uma vista em perspectiva mostrando que o batente
é inserido.
Como mostrado nas figuras 2 e 3, o tensionado 1 compreende um invólucro 2, um primeiro elemento de haste 3, um segundo elemento de haste 4 e uma mola 5.
O invólucro 2 tem (1) uma parte de envoltório 2a, (2) uma parte
de flange 2b que se estende para fora da circunferência da parte de envoltório 2a, e (3) um furo de acomodação 2c que acomoda o primeiro elemento de haste 3 e é formado na parte de envoltório 2a na direção axial (direção de acionamento). A parte de ponta axial do furo de acomodação 2c é aberta, e
o primeiro elemento de haste 3, o segundo elemento de haste 4, e a mola 5 são acomodados no furo de acomodação 2c. O flange 2b é para montar o tensionador 1 em um corpo de motor, e um furo de montagem 2d, através do qual penetra um parafuso de montagem (não mostrado) que é roscado no corpo do motor, é formado na parte de flange 2b.
O primeiro elemento de haste 3 e o segundo elemento de haste
4 são inseridos no furo de acomodação 2c do invólucro 2 sob a condição que o primeiro elemento de haste 3 e o segundo elemento de haste 4 são roscados juntos. O primeiro elemento de haste 3 é energizado pela mola 5 e roda, e o segundo elemento de haste 4 se move para frente na direção axial
do invólucro 2 a partir do invólucro 2 devido à rotação do primeiro elemento de haste 3.
No primeiro elemento de haste 3, uma parte de haste 3a no ladode extremidade de base e uma parte de haste de rosca 3b no lado de extremidade de ponta são integralmente formadas para se estender na direção axial do tensionador 1 e uma rosca macho 8 é formada na periferia externa da parte de haste de rosca 3b. O segundo elemento de haste 4 é formado 5 em um formato cilíndrico, e é roscado na parte de haste 3a do primeiro elemento de haste 3. Conseqüentemente, uma rosca fêmea 9 que é para ser roscada com a rosca macho 8 é formada na face interna do segundo elemento de haste 4.
Um mancai 6 é preso na parte de ponta do invólucro 2 por um
anel de encaixe 13. O mancai 6 é deslizantemente penetrado pelo segundo elemento de haste 4 e restringe a rotação do segundo elemento de haste 4. Conseqüentemente, o furo de deslizamento 6a, através do qual o segundo elemento de haste 4 penetra, é formado no mancai 6. A face interna do furo de deslizamento 6a e a face externa do segundo elemento de haste 4 são
formadas para ter uma seção transversal de um formato aproximadamente oval, um formato de corte em D, um formato de corte paralelo, ou outro formato não circular, de modo que o mancai 6 restringe a rotação do segundo elemento de haste 4. Uma tampa 10 é presa na parte de ponta do segundo elemento de haste 4.
Na figura 3, uma parte do primeiro elemento de haste 3 onde o
primeiro elemento de haste 3 e o segundo elemento de haste 4 são roscados juntos é inserida dentro de um espaçador cilíndrico 7. O espaçador cilíndrico 7 se volta para o mancai 6 que é fixado na parte de ponta do invólucro 2, e o mancai 6 impede o espaçador 7 de ser destacado do invólucro 2. Uma
parte de flange 3c que tem um diâmetro grande é formada na parte limítrofe entre a parte de haste 3a e a parte de haste de rosca 3b do primeiro elemento de haste 3, e a parte de flange 3c contata o espaçador 7. Isto impede o primeiro elemento de haste 3 e o segundo elemento de haste 4 de ser destacado do invólucro 2.
Uma mola de torção é usada como uma mola 5 que energiza e
roda o primeiro elemento de haste 3, que penetra através de uma parte espiral da mola 5. Uma extremidade 5a da mola 5 é travada no invólucro 2, e aoutra extremidade 5b é travada no primeiro elemento de haste 3. Conseqüentemente, quando a mola 5 é torcida de modo a fornecer um torque predeterminado, o primeiro elemento de haste 3 roda somente na direção em que é predeterminado rodar, e sob nenhuma condição roda na rotação in-' versa. A força de rotação do primeiro elemento de haste 3 é transmitida para o segundo elemento de haste 4. No entanto, como descrito acima, porque a rotação do segundo elemento de haste 4 é restringida pelo mancai 6, a força de rotação é convertida em uma força de acionamento, de modo que o segundo elemento de haste 4 não roda mas em vez disto se move para frente em uma direção linear a partir do invólucro 2. Este movimento para frente pode fornecer tensão a uma corrente no corpo do motor.
A fim de que a outra extremidade 5b da mola 5 é engatada com o primeiro elemento de haste 3, uma fenda 12 é formada na face de extremidade base da parte de haste 3a do primeiro elemento de haste 3. A fenda 12 é formada de modo a se estender na direção axial do primeiro elemento de haste 3 a partir da parte central da face de extremidade de base da parte de haste 3a. Quando a outra extremidade 5b da mola 5 é inserida dentro da fenda 12, a outra extremidade 5b é engatada com o primeiro elemento de haste 3. Como descrito abaixo, uma parte de perna 15a de um batente 15 é inserida em e engatada com a fenda 12.
A rotação do primeiro elemento de haste 3 é suportada pelo invólucro 2 e por um elemento de suporte que está disposto no invólucro 2. Na figura 3, um prato rotativo 17 é encaixado por pressão no lado de extremidade de base do furo de acomodação 2c do invólucro 2 e é integrado com o invólucro 2, de modo que o prato rotativo 17, como um elemento de suporte, é um componente do invólucro 2. A face interna do prato rotativo 17 suporta a face de extremidade de base e a parte de face lateral do primeiro elemento de haste 3 - coma dita parte de face lateral se estendendo da dita face de extremidade de base - de modo que o prato rotativo 17 suporta a rotação do primeiro elemento de haste 3.
Uma abertura 18 que é conectada com o furo de acomodação 2c é formada na direção axial do primeiro elemento dê haste 3 no lado de ex-tremidade de base do invólucro 2. Depois que o batente descrito abaixo 15 é retirado da abertura 18, um parafuso de vedação (não mostrado) é montado dentro da abertura 18 roscando ou encaixando por pressão, e o parafuso de vedação montado veda o invólucro 2 de modo a impedir o vazamento de 5 óleo do invólucro 2. porque a abertura 18 pode ser usada para montar o parafuso de vedação e inserir o batente, a estrutura da parte inferior do invólucro 2 mostrado na figura 3 pode se tornar simples. Uma ranhura de engate 19 é formada na face de extremidade de base do invólucro 2 e é engatado com o batente 15.
Nesta modalidade, o primeiro elemento de haste 3 é colocado
sob uma condição de restrição de rotação pelo batente 15, e o batente 15 é inserido através da abertura 18 do invólucro 2 e engatado com o primeiro elemento de haste 3.
Como mostrado na figura 4, o batente 15 tem uma parte de per-, 15 na 15a, e uma parte de travamento, larga 15b que é integralmente formada no lado de extremidade de base da parte de perna 15a. A parte de perna 15a é inserida na fenda 12 do primeiro elemento de haste 3, e é engatada com o primeiro elemento de haste 3. A parte de travamento 154b é engatada com a ranhura de engate 19 que é formada na face de extremidade de base
do invólucro 2. como mostrado na Figura 5, quatro ranhuras de engate 19 são formadas na face de extremidade de base do invólucro 2 de tal maneira que um par das ranhuras de engate 19 são dispostas opostas uma a outra, e o outro par das ranhuras de engate 19 também são também dispostas opostas uma a outra, com os dois pares dispostos de tal maneira que se as linhas
foram estiradas para conectar as duas ranhuras de engate 19 de cada par, as duas linhas formariam uma cruz. Quando a parte de travamento 15b é engatada com as ranhuras de engate 19, e a parte de perna 15a é engatada com a fenda 12, o batente 15 atua para impedir a rotação do primeiro elemento de haste 3 que de outro modo resultaria devido à força de energiza-
ção e rotação da mola 5.
Em adição, as partes de ação direita e esquerda 15c são formadas no batente 15 integralmente com a parte de perna 15a e a parte de tra-vamento 15b. As partes de ação direita e esquerda 15c se estendem para cima a partir de ambas as faces da parte de travamento 15b na direção da parte de perna 15a. As partes de ação 15c se estendem para cima a partir de ambas as faces laterais da parte de travamento 15b, e se movem gradu-5 ' almente para longe da parte de perna 15a, de modo que as partes de ponta das partes de ação 15c são extremidades livres. As partes de ação direita e esquerda 15c têm uma força de mola que é uma força elástica que empurra a parte de perna 15a para cima (para cima como na figura 4). As partes de ação 15c, a parte da perna 15a, e a parte de travamento 15b pode ser inte-
gralmente formado por moldagem, tal como por moldagem de injeção usando resina ou borracha, ou por moldagem de pressão usando metais. Também, as partes de ação 15c, a parte de perna 15a, e a parte de travamento 15b podem ser formadas usando elementos diferentes ou materiais diferentes e então ser integradas para serem usadas como o batente 15.
Gomo mostrado na figura 1, nesta modalidade, sob uma condi-
ção livre antes que o batente 15 seja inserido na abertura 18 do invólucro 2, a distância de intervalo máxima Z entre as partes de ação direita e esquerda 15c é determinada maior que o diâmetro da abertura 18. Conseqüentemente, quando batente 15 é inserido na abertura 18, as partes de ação direita e
esquerda 15c são elasticamente deformadas de modo a aproximar uma da outra e para contatar estreitamente o face interno da abertura 18. Desta maneira, quando as partes de ação 15x contatam estreitamente a face interna da abertura 18, a força de fricção é gerada entre as partes de ação 15c e a abertura 18, de modo que o batente 15 é mantido firmemente pelo invólucro
`2, e não é destacado do invólucro 2.
As ações desta modalidade serão agora descritas em referência às figuras 1 a 5. O primeiro elemento de haste 3, o segundo elemento de haste 4 - que estão sob a condição que o primeiro elemento de haste 3 e o segundo elemento de haste 4 são roscados juntos - e a mola 5 são monta-
dos juntos, e inseridos no invólucro 2. Então, a mola 5 é torcida, de modo que o torque para energizar e rodar o primeiro elemento de haste 3 é armazenado. Então imediatamente depois desta torção, o batente 15 é inseridodentro da abertura 18 do invólucro 2.
O batente 15 é inserido na abertura 18 do invólucro 2 sob uma condição livre tal que as partes de ação direita e esquerda 15c são separadas uma da outra em sua distância de intervalo máximo Z. O batente 15 é 5 inserido dentro da abertura 18 da parte de perna 15a como uma extremidade dianteira, isto é, a partir do lado da extremidade livre das partes de ação 15c. A parte de perna 15a, sendo inserida dentro da abertura 18, é inserida e engata com a fenda 12 do primeiro elemento de haste 3. Também, a parte de travamento 15b é inserida dentro e engatada com a ranhura de engate 19 na
face de extremidade de base do invólucro 2. Nesta maneira, quando a parte de perna 15a é engatada com a fenda 12 e a parte de travamento 15b é engatada com a ranhura de engate 19, o primeiro elemento de haste 3 é colocado sob a condição de restrição de rotação. Neste caso, antes que a parte de perna 15a é engatada com o primeiro elemento de haste 3 e a parte de
travamento 15b é inserida em ranhura de engate 19, o batente 15 pode ser rodado. Fazendo assim, op primeiro elemento de haste 3 é rodado, e a mola 5 é torcida.
Quando o batente 15 é inserido na abertura 18 do invólucro 2 como descrito acima, as partes de ação direita e esquerda 15c do batente 15
são elasticamente deformadas e contatam estreitamente a face interna da abertura 18, como um resultado do que as partes de ação 15c geram uma força de ração F contra o invólucro 2. Também, porque as partes de ação direita e esquerda 15c contatam estreitamente a face interna da abertura 18, uma força de fixação R, o tamanho da qual varia dependendo do coeficiente
de fricção u para a área de contato estreita, é gerada na direção axial do primeiro elemento de haste 3. A força de fixação R satisfaz a fórmula R = Fu. Quanto maior a força de reação F e o coeficiente de fricção aparente u, maior a força de fixação R. Nesta modalidade,m porque a força de fricção - gerada pelo contato estreito das partes de ação 15c - prende o batente 15 de
modo que não é destacado da abertura 18, o batente 15 pode ser mantido com segurança no invólucro 2. Portanto,m mesmo quando ocorrem vibrações durante o transporte, o batente 15 não se move na direção axial doprimeiro elemento de haste 3. Mesmo quando o torque da mola 5 é baixo, o batente 15 é impedido de ser destacado do invólucro 2.
Nesta modalidade, porque o batente 15 não é destacado do invólucro 2, uma medida especial para impedir o destaque do batente 15 não 5 ' é exigida. Também, o destacamento do batente 15 é impedido pela força de ficção que é gerada devido ao contato estreito das partes de ação 15c com a abertura 18 do invólucro 2. A magnitude desta força de fricção pode ser determinada livremente, independente do torque da mola 5, e portanto a flexibilidade de desenho é aumentada. Além do mais, porque o batente 15 pode ter uma estrutura simples e ser integralmente formada usando um único material, pode ser fornecido a baixo custo. Segunda Modalidade
As figuras 6 e 7 mostram uma segunda modalidade da presente invenção. Como mostrado na figura 6, o batente 15 desta modalidade é mol-
dada em um formato de w como visto a partir da frente. A parte de perna 15a é posicionada no centro, e as partes de ação 15c são posicionadas em ambos os lados da parte de perna 15a. A parte de perna 15a e as partes de ação 15c são integralmente formadas usando um material tam como resina ou borracha. As partes de ação 15c se estendem da extremidade de base da
parte de perna 15a na direção diagonal sob uma condição de curvatura, e se estendem para cima mais ou menos paralelas à parte de perna 15a. As partes de ponta das partes de ação 15x são extremidades livres. As partes de ação direita e esquerda 15c são curvadas para a parte de perna 15a em uma maneira tal que as extremidades livres das partes de ação 15c se apro-
ximam da parte de perna 15a. Assim, uma propriedade de mola, capaz de deformação elástica, é dada às partes de ação 15c.
Além do mais, nos lados de extremidade livre das partes de a-ção direita e esquerda 15c, as partes se projetando 15d que se projetam para a parte de perna 15a são formadas em faces opostas da parte de perna
15a. As partes projetadas 15d contatam estreitamente o invólucro 2 , devido a este contato estreito, a força de fricção é gerada nas partes de ação 15c. Nesta modalidade, as partes de ação direita e esquerda 15c também servemcomo partes de travamento a serem engatadas com o invólucro 2.
A figura 7 mostra a situação quando o batente 15 é montado no invólucro 2 nesta modalidade. As ranhuras de engate 21 que são diferentes das ranhuras de engate 19 na parte central, são formadas nos lados periféri-5 cos externos da extremidade de base do invólucro 2. A parte de perna 15a do batente 15 é inserida dentro da abertura 18 do invólucro 2, e a parte de ponta da parte de perna 15a é inserida e travada na fenda 12 do primeiro elemento de haste 3. Portanto, quando o batente 15 é rodado em uma maneira similar àquela descrita acima, a mola 5 pode ser torcida e presa por
meio do primeiro elemento de haste 3.
Além do mais, quando o batente 15 se aproxima do invólucro 2, as partes de ação direita e esquerda 15c são inseridas em e engatadas com as ranhuras de engate 21, e porque as partes protuberantes 15d das partes de ação 15c contatam estreitamente as partes de parede lateral do invólucro
2, a força de fricção é gerada naquelas partes. O batente 15 é firmemente mantido no invólucro 2 por esta força de fricção, de modo a impedir o destacamento do batente 15. Terceira Modalidade
As figuras 8 e 9 mostram uma terceira modalidade da presente
invenção. Como mostrado na figura 8, no batente 15 desta modalidade, as partes de ação direita e esquerda 15c são formadas na parte de perna 15a. As partes de ação direita e esquerda 15c são integralmente formadas de modo a inclinar e expandir na direção oblíqua da ponta da parte de perna 15a. Esta inclinação fornece às partes de ação 15c uma propriedade de mo-
Ia, tornando-as capazes de deformação elástica. A distância de intervalo máximo Z entre as partes de ação direita e esquerda 15c é determinada maior que a largura da fenda 12 do primeiro elemento de haste 3. Também,uma parte de travamento larga 15b é integralmente formada na extremidade de base da parte de perna 15a. Nesta modalidade também, o baten-
te 15 é integralmente formado usando um material único, tal como resina, borracha ou metal. Cada uma das partes, incluindo as partes de ação 15c, não é limitada aos materiais acima, e cada uma pode ser formada de ummaterial diferente, e então as partes podem ser montadas juntas integralmente.
Como mostrado na figura 9, quando o batente 15 desta modalidade é inserido no invólucro 2 a partir da abertura 18, a parte de perna 15a e 5 ' as partes de ação 15c são integralmente inseridas dentro da fenda 12 do primeiro elemento de haste 3. Nesta inserção, as partes de ação direita e esquerda 15c são elasticamente deformadas em uma maneira tal que a distância entre as partes de ação direita e esquerda 15c se torna pequena. Portanto, as partes de ação 15c contatam estreitamente a face interna da fenda
12 do primeiro elemento de haste 3 de modo a gerar força de fricção. As partes de ação 15c são impedidas de serem destacadas do invólucro 2, e assim o batente 5 é impedido de ser destacado do invólucro 2.
Na fase inicial de inserir a parte de travamento 15b dentro da abertura 18, a parte de travamento 15b não é ainda engatada com as ranhu-
ras de engate 19 do invólucro 2, e portanto é possível rodar o batente 15 de modo que o primeiro elemento de haste 3 é rodado e a mola 5 é torcida e presa. Então, inserindo o batente 15 adicionalmente, a parte de travamento 15b é engatada com as ranhuras de engate 19, e como m resultado o primeiro elemento de haste 3 é colocado sob uma condição de restrição de
rotação. Nesta modalidade também, o destacamento do batente 15 pode ser certamente impedido pelas partes de ação 15c. Quarta Modalidade
As figuras 10 e 11 mostram uma quarta modalidade da presente invenção. Como mostrado na figura 10, o batente 15 desta modalidade é
formado um pouco como um formato de U, e seus lados de extremidade livre são partes de ação direita e esquerda 15c que também servem como partes de perna 15a. Como mostrado na figura 11, as partes de ação direita e esquerda 15c são inseridas dentro da fenda 12 do primeiro elemento de haste 3, e a distância de intervalo máxima Z entre as partes de ação direita e es-
querda 15c sob uma condição livre antes da inserção dentro da fenda 12 é determinada maior que o diâmetro da abertura 17a de um parto rotativo 17. Também, as partes afuniladas 15e que se afunilam na direção das extremi-dades de ponta das partes de ação direita e esquerda 15c são formadas nas partes de ponta das partes de ação direita e esquerda 15c. Além do mais, as partes de travamento 15b, que se expandem para fora em uma maneira escalonada, são formadas nas extremidades de base das partes de ação direi-5 ta e esquerda 15c.
Nesta modalidade, quando o batente 15 é inserido dentro do invólucro 2 através da abertura 18, as faces afuniladas 15e nas partes de ponta contatam o prato rotativo 17, de modo que as partes de ação 15c são e-lasticamente deformadas - em uma maneira de modo a reduzir a distância
entre as partes de ação direita e esquerda 15c - e passam através do prato rotativo 17. Por deformação elástica das partes de ação direita e esquerda 15c, as faces externas das partes de ação contatam estreitamente a face interna do prato rotativo 17 e geram força de fricção que impede o batente 15 de ser destacado do invólucro 2. Aqui, as partes de travamento 15b são
engatadas com as ranhuras de engate 19 do invólucro 2, de modo que o batente 15 pode colocar o primeiro elemento de haste 3 em uma condição de restrição de rotação.
As figuras 12 e 13 mostram uma variação desta modalidade. Nesta variação, as partes protuberantes 15f que impedem o batente de se
soltar do prato rotativo 17 são formadas fora nos lados de extremidade livre do batente em formato de U 15. Também nesta variação, as partes de ação direita e esquerda 15c contatam estreitamente a face interna do prato rotativo 17 de modo a gerar força de fricção, de moído que o batente 15 pode ser certamente impedido de ser destacado do invólucro 2. Em adição, nesta va-
riação, as partes protuberantes 15f são formadas nas partes de ação direita e esquerda 15c, e portanto a força de fixação contra o prato rotativo 17 se torna grande, e assim o destacamento do batente 15 pode ser impedido de modo mais seguro. Quinta Modalidade
As figuras 14 a 17 mostram uma quinta modalidade da presente
invenção. Nesta modalidade, outra relação entre a abertura 18 do invólucro 2 e o batente 15 é mostrada. O batente 15 tem uma parte de perna 15a queé inserido dentro da fenda 12 do primeiro elemento de haste 3, uma parte de travamento 15b que é engatada com as ranhuras de engate 19 do invólucro 2, e partes de ação elasticamente deformáveis direita e esquerda 15c que têm uma propriedade de mola similar àquela das partes de ação 15c da pri-5 ' meira modalidade.
Em uma primeira variação da quinta modalidade mostrada na figura 14, a abertura 18 do invólucro 2 tem um formato cônico. A abertura cônica 18 é um furo cônico que tem um gradiente 0 e um diâmetro que é reduzido gradualmente na direção do primeiro elemento de haste 3. Em uma
segunda variação da quinta modalidade mostrada na figura 15, a face interna da abertura 18 é feita para ter projeções e endentações como uma superfície de fundição. Nestas modalidades, quando o batente 15 é inserido dentro da abertura 18, as partes de ação 15c contatam de modo rigidamente estreito a superfície interna da abertura 18, de modo que uma força de fric-
ção grande é gerada. Conseqüentemente, o destacamento do batente 15 do invólucro 2 pode ser impedido de modo mais seguro. Nas modalidades acima mencionadas, não existe necessidade de processar especialmente as partes de ação 15c do batente 15, ou terem um formato especial. Portanto, o batente 15 pode facilmente ser fabricado a baixo custo.
Também, enrugamento ou processamento de multi-rosca pode
ser aplicado na parte da abertura que contata as partes de ação 15c do batente 15, ou a abertura 18 pode ser formada em um formato cônico invertido, que é oposta àquela na figura 14. Assim, a força de fricção contra o batente 15 pode se tornar grande, de modo que o batente 15 pode ser estavelmente
mantido no invólucro 2.
Em terceira e quarta variações das quintas modalidades mostradas nas figuras 16 e 17, uma rosca 21 é formada na face interna da abertura 18. Formando a rosca 21, um parafuso de vedação pode ser roscado junto com a abertura 18 depois que o batente 15 é retirado, de modo que pode ser
evitado o vazamento de óleo do invólucro 2. Na figura 16,m quando as partes de ação 15c do batente 15 contatam os passos da rosca 21, a força de fricção é gerada. Isto quer dizer, as partes planas das partes de ação 15ccontatam estreitamente a rosca 21, e portanto a rosca 21 não é danificada no momento que o batente 15 é retirado do invólucro 2, que é um mérito da presente invenção.
Na figura 17, as projeções e endentações 15g - que correspon-5 dem àquelas da rosca 21 - são formadas nas partes de ação direita e esquerda 15c do batente 15, e estas projeções e endentações 15g são encaixadas com a rosca 21. Sob tal condição de encaixe,m porque as partes de ação 15c contatam de modo rigidamente estreito a superfície interna da a-bertura 18, o batente 15 pode ser fixado no invólucro 2 de modo mais está-10 vel.
Sexta Modalidade
As figuras 18 a 20 mostram uma sexta modalidade da presente invenção. Esta modalidade inclui variações das partes de ação 15c e batente 15.
Em uma primeira variação da sexta modalidade mostrada na
figura 18, as partes das partes de ação direita e esquerda 15c que contatam o invólucro 2, são formadas como um arco. Uma face do tipo arco 15i é formada de modo a se estender na direção em que o batente 15 é inserido dentro do invólucro 2. Portanto, o batente pode contatar de modo rigidamen-
te estreito a superfície interna da abertura 18 do invólucro 2.
Em uma segunda variação da sexta modalidade mostrada na figura 19, as faces do tipo arco 15i das partes de ação direita e esquerda 15c são formadas mais curtas que aquelas na modalidade mostrada na figura 18. Neste caso também, o batente pode contatar de modo rigidamente es-
treito a superfície interna da abertura 18 do invólucro 2.
Em uma terceira variação da sexta modalidade mostrada na figura 20, as projeções 15k são formadas nas partes de ação direita e esquerda 15c. As projeções 15k são formadas de modo a ter formatos invertidos de modo a projetar na direção oposta à direção em que o batente 15 é
inserido dentro da abertura 18 do invólucro 2. Tendo tal formato invertido, as partes de ação 15c podem contatar de modo rigidamente estreito a superfície interna da abertura 18, de modo que o batente 15 pode ser mantido rigi-damente pelo invólucro 2.
A presente invenção não é limitada às modalidades acima mencionados, e pode ser mudada de várias maneiras. Por exemplo, as partes de ação 15c, que contatam estreitamente o invólucro 2 ou o prato rotativo 17, 5 ' podem ser formadas em vários formatos diferentes daqueles nas modalidades descritas acima, e as posições em que as partes de ação 15c são dispostas no batente 15, podem ser mudadas de modo apropriado. Também, uma mola diferente de uma mola de torção, tal como uma mola espiral, pode ser usada como a mola para energizar e rodar o primeiro elemento de haste 3. 10 Aplicabilidade Industrial
Porque o batente não é destacado do invólucro devido a fatores tais como vibrações durante o transporte, a presente invenção pode efetivamente ser aplicada como um tensionador para uma correia ou corrente que é usada para um veículo.

Claims (4)

1. Tensionador que compreende:um primeiro elemento de haste e um segundo elemento de haste que são roscados um no outro por partes de rosca, e 5 uma mola que roda e energiza o primeiro elemento de haste emsomente uma direção predeterminada, com o primeiro elemento de haste, o segundo elemento de haste, e a mola sendo acomodados em um invólucro,e que converte a força energizante e rotativa da mola na força de acionamento do segundo elemento de haste restringindo a rotação do 10 segundo elemento de haste;e em que um batente pode ser inserido no invólucro de modo a engatar com o primeiro elemento de haste de modo a resistir à força energizante e rotativa da mola e colocar o primeiro elemento de haste em uma condição de restrição de rotação, pode ser inserido no invólucro, e 15 em que um batente tem uma estrutura tal que o batente entra emcontato estreito com o invólucro ou o primeiro elemento de haste de modo a gerar força de fricção de modo a impedir o batente de ser destacado do invólucro.
2. Tensionador, de acordo com a reivindicação 1, e em que o dito invólucro tem um elemento de suporte que suporta a rotação do primeiro elemento de haste como um componente, e em que o dito batente tem uma estrutura tal que contata estreitamente o elemento de suporte de modo a gerar a dita força de fricção.
3. Tensionador, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, e em que`0 batente tem: uma parte de perna que é engatada com o primeiro elemento dehaste, e uma parte de ação que tem uma propriedade de mola, e em que quando a parte de perna e a parte de ação são inseridas dentro do invólucro, a parte de ação é elasticamente deformada, de modo que as partes de ação entram em contato com o invólucro ou o primeiro elemento de haste.
4. Tensionador, de acordo com qualquer uma das reivindicações`1 a 3, e em que uma abertura para montar um parafuso de vedação é formada no invólucro, e em que o dito batente é inserido dentro do invólucro por meio da dita abertura.
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