BRPI0609262A2 - método para receber um serviço ponto a multiponto e método para a prestação de um serviço ponto a multiponto - Google Patents
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Abstract
MéTODO PARA RECEBER UM SERVIçO PONTO A MULTIPONTO E MéTODO PARA A PRESTAçãO DE UM SERVIçO PONTO A MULTIPONTO. A invenção propõe um método para indicar a validade de canais físicos de uma célula de controle e de uma célula vizinha portando dados de serviço ponto a multiponto em um sistema de comunicação sem fio. O método inclui as seguintes etapas: geração de uma mensagem compreendendo informações de configuração para cada um dos ditos canais; inclusão de informações sobre validade na mensagem para derivar o tempo de validade das informações de configuração para cada um dos ditos canais; e òtransmissão da mensagem a um terminal móvel 10 através da célula de controle. A invenção também propõe um equipamento móvel 10 e um Controlador de Rede via Rádio 111, respectivamente adaptados para implementar o método acima.
Description
"RECONFIGURAÇÕES DAS CÉLULAS DE SERVIÇO DE DIFUSÃO/MULTIDIFUSÃO MULTIMÍDIA"
Área Técnica
A presente invenção se refere à transmissão de informações de controle através de uma rede a um terminal mó-vel em um sistema de comunicação sem fio e, de modo particular, à indicação da validade de uma configuração de canalfisico.
Antecedentes da Invenção
Os seguintes acrônimos podem ser usados ao longoda descrição:
BCCH (Canal de Controle de Difusão), BCH (Canal deDifusão), BMC (Controle de Difusão/ Multidifusão), CB (Difu-são Celular), CCCH (Canal de Controle Comum), CM (Rede deNúcleo), CRNC (Reconfiguração Controlada de Canal Físico),CS (Circuito Comutado), CTCH (Canal de Tráfego Comum), DCCH(Canal de Controle Dedicado), DCH (Canal Dedicado), DPCH(Canal Físico Dedicado), DPDSCH (Canal Compartilhado de Enlace Descendente Físico Dedicado), DSCH (Canal Compartilhadode Enlace Descendente), DTCH (Canal de Tráfego Dedicado),EIR (Registrador Identificador de Equipamento), FACH (Canalde Acesso de Ida), FDD (Combinação de Divisão de Freqüência) , GGSN (Nó de Suporte GPRS de Porta), GMSC (Central deComutação Móvel de Porta), GPRS (Serviço via Rádio de Pacotes Gerais), HFN (Número de Hiperquadros), HSS (Servidor pa-ra Assinantes Domésticos), MAC (Controle de Acesso Médio),MBMS (Serviço de Difusão/ Multidifusão Multimídia), MCCH(Canal de Controle Ponto a Multiponto do MBMS), MGW (Portade Midia), MTB (Bloco de Informações Mestres), MICH (CanalIndicador de Notificação do MBMS), MSC (Central de ComutaçãoMóvel), MSCH (Canal de Programação do MBMS), MTCH (Canal deTráfego Ponto a Multiponto do MBMS), OSI (Interconexão- deSistema Aberto) PCCH (Painel de Controle de Radiochamada) ,PCCPCH (Canal Fisico de Controle Comum Primário) , PCPICH(Canal Piloto Comum Primário), PDCP (Protocolo de Convergên-cia dos Dados de Pacote), PDSCH (Canal Compartilhado de En-lace Descendente Fisico), PDU (Unidade de Dados de Protocolo), PICH (Canal do Indicador de Radiochamada), PLMN (RedeMóvel Terrestre Pública), PMM (Gerenciamento de Mobilidadede Pacotes), PS (Pacote Comutado), PSTN (Rede Telefônica Pu-blica Comutada), PtM (Transmissão de Ponto a Multiponto) ,RAB (Transmissão de Acesso via Rádio), RACH (Canal de Acessovia Rádio) , RAN (Rede de Acesso via Rádio) , RAT (Tecnologiade Acesso via Rádio, RLC (Controle de Enlaces via Rádio),RNC (Controlador de Rede via Rádio), RNS (Subsistemas de Re-de via Rádio), RRC (Controle de Recursos via Rádio), SAP(Ponto de Acesso dos Serviços), SCCH (Canal de Controle Com-partilhado), SCCPCH Canal de Fisico de Controle Comum Secun-dário) , SDU (Unidade de Dados de Serviço) , SFN (Número deQuadros do Sistema), SGSN (Nó de Serviço GPRS do Servidor),SIB (Bloco de Informações do Sistema), SN (Número de Seqüên-cia) , SRNC (Controlador de Rede via Rádio do Servidor) , TDD(Duplexação com Divisão de Tempo), TTI (Intervalo de Tempoda Transmissão), UE (Equipamento do Usuário), UTRAN (Acessovia Rádio Terrestre do UMTS), W-CDMA (Acesso Múltiplo porDivisão de Código de Banda Larga).Nos anos recentes, sistemas de comunicação móveltêm sido desenvolvidos de forma marcante, mas para serviçosde comunicação de dados de alta capacidade, o desempenho dossistemas de comunicação móvel não pode eqüivaler àquele dossistemas existentes de comunicação com fio. Por conseguinte,desenvolvimentos técnicos para IMT-2000, que é um sistema decomunicação permitindo comunicação de dados de alta capacidade, estão sendo feitos e a padronização desta tecnologiaestá sendo ativamente buscada em várias companhias e organizações.
Um sistema universal de telecomunicação móvel é umsistema de comunicação móvel da terceira geração, que evoluiu de uma norma européia, conhecida como Sistema Global paraComunicações Móveis (GSM). 0 UMTS almeja fornecer melhoradoserviço de comunicação móvel baseado em uma tecnologia deconexão sem fio de acesso múltiplo com divisão de código debanda larga (W-CDMA) e de rede de núcleo GSM.
Em dezembro de 1998, o ETS1 da Europa, ARIB/TTS doJapão, TI dos Estados Unidos, e TTA da Coréia formaram umProjeto de Parceria da Terceira Geração (3GPP) para criar asespecificações detalhadas da tecnologia UMTS.
Dentro do 3GPP, a fim de. alcançar um desenvolvimento técnico rápido e eficiente do UMTS, cinco grupos deespecificação técnica (TSG) foram criados para realizar apadronização do UMTS, pela consideração da natureza independente dos elementos de rede e de suas operações.
Cada TSG desenvolve, aprova, e gerencia a especificação padrão dentro de uma respectiva região. Dentre essesgrupos, o grupo da rede de acesso via rádio (RAN) (TSG-RAN)desenvolve as normas para as funções, requisitos, e interface da rede de acesso terrestre via rádio do UMTS (UTRAN) ,que é uma nova rede de acesso via rádio para dar suporte àtecnologia de acesso W-CDMA no UMTS.
A Fig. 1 ilustra uma estrutura básica exemplificante de uma rede genérica UMTS. Conforme mostrado na Fig.1, o UMTS é basicamente dividido em um equipamento de usuário ou terminal UE 10, uma UTRAN 100 e uma rede de núcleo (CN) 200.
A UTRAN 100 inclui um ou mais subsistemas de redevia rádio (RNS) 110, 120. Cada RNS 110, 120 inclui um controlador de rede via rádio (RNC) 111, e uma pluralidade deestações base ou Nós-Bs 112, 113 gerenciadas pelo RNC 111através de uma interface Iub. O RNC 111 processa a atribuição de gerenciamento dos recursos via rádio, e opera como umponto de acesso, com respeito à rede de núcleo 2 00. Os RNCs111 podem ser conectados entre si através da interface Iur.
Os Nós-Bs 112, 113 recebem informações enviadaspelo nivel fisico do terminal 10 através de um enlace ascendente, e transmitem dados ao terminal 10 através de um enlace descendente. Os Nós-Bs 112, 113 operam, assim, como pontode acesso da ULTRAN 100 para o terminal 10. Cada Nó-B controla uma ou diversas células, cada qual sendo caracterizadapela cobertura de uma determinada área geográfica em umacerta freqüência.
Uma função principal da ULTRAN 100 é formar e manter uma transmissão de acesso via rádio (RAB) para permitircomunicação entre o terminal e a rede de núcleo 200. A redede núcleo 2 00 aplica os requisitos da qualidade de serviço(QoS) entre extremos ao RAB, e o RAB dá suporte aos requisitos QoS definidos pela rede de núcleo 200. Quando a ULTRAN100, forma e mantém o RAB, os requisitos QoS entre extremossão satisfeitos. O serviço RAB pode ser ainda dividido em umserviço de transmissão IU e um serviço de portador via rádio. O serviço de transmissão IU dá suporte a uma transmissão confiável dos dados de usuário entre nós adjacentes daUTRAN 100 de da rede de núcleo 200.
A rede de núcleo 200 inclui uma central de comutação móvel (NSC) 210 e uma Porta de Midia MGW 220 conectadasentre si para dar suporte a um serviço de circuitos comutados (CS) , e um nó de suporte GPRS do servidor (SGSN) 230 eum nó de suporte GPRS de porta 24 0 conectados entre si paradar suporte a um serviço de pacotes comutados (PS) .
Os serviços prestados a um terminal especifico sãobasicamente divididos nos serviços de circuito comutado (CS)e nos serviços de pacotes comutados (PS) . Por exemplo, umserviço de conversação de voz genérico é um serviço de circuito comutado, enquanto que um serviço de navegação na WEBatravés de uma conexão Internet é classificado como um serviço de pacote comutado (PS).
Vários tipos de interface existem entre componentes de rede, para permitir aos componentes de rede transmitir e receber informações entre si para comunicação mútuaentre eles. Uma interface entre o RNC 111 e a rede de núcleo200 é definida como uma interface Iu. Cada RNC é conectadoatravés da interface Iu na rede de núcleo 200. De modo particular, a interface Iu entre os RNCs 111 e a rede de núcleo200 para sistemas de pacote comutado é definida como Iu-PS,e a interface Iu entre os RNCs 111 e a rede de núcleo 200para sistemas de circuito comutado é definida como Iu-CS.
Para dar suporte aos serviços de circuito comutado, os RNCs 111 são conectados ao MSC 210 da rede de núcleo200, e o MSC 210 é conectado na Porta de Midia (MGW) 220 quegerencia a conexão com outras redes através da interface Nb.A MGW 220 pode ser conectada na Rede Telefônica Publica Comutada (PSTN), a fim de adaptar codificadores/ decodificadores (codecs) entre a PSTN e a Rede de Acesso via Rádio conectada . Para dar suporte aos serviços de pacote comutado,os RNCs 111 são conectados na SGSN 230 e na GGSN 240 da redede núcleo 200. A SGSN 230 dá suporte às comunicações via pacote passando pelos RNCs 111, e a GGSN 240 gerencia a conexão com outras redes de pacote comutado, tal como a Internetatravés da interface Gi. A GGSN 240 processa principalmenteo roteamento, o carregamento e a separação dos fluxos de dados dentro de diferentes Transmissões de Acesso via RádioRAB. A SGSN é conectada através da interface GS ao MSC e através da interface GN na GGSN. A SGSN 230 é conectada pelasrespectivas interfaces a um EIR e a um HSS (não ilustrados).O MSC 210 é conectado pelas respectivas interfaces ao EIR eao HSS. O MGW 220 é conectado por uma interface ao HSS. AGGSN é conectada por uma interface HSS. O EIR hospeda listasde celulares, cu j o uso é, ou não, permitido na rede. O HSSprocessa os dados de assinatura dos usuários.A Fig. 2 ilustra uma estrutura de um protocolo deinterface via rádio entre o terminal e a UTRAN, de acordocom as normas da rede de acesso via rádio 3GPP.
Conforme mostrado na Fig. 2, o protocolo de interface via rádio possui niveis horizontais compreendendo umnivel fisico, um nivel de enlace de dados, e um nivel de rede, e possui planos verticais compreendendo um plano de usuário UP para transmitir dados de usuário e um plano de controle CP para transmitir informações de controle.
O plano de usuário é uma região que processa informações de tráfego do usuário, tal como pacotes de proto-colo Internet (IP) ou de voz, enquanto que o plano de controle é uma região que processa informações de controle parauma interface de uma rede, manutenção e gerenciamento de umachamada, e semelhante.
Os niveis de protocolo da Fig. 2 podem ser dividi-dos em um primeiro nivel (Ll), um segundo nivel (L2), e umterceiro nivel (L3) baseado em três niveis inferiores de ummodelo de norma de interligação de sistema aberto (OSI). Cada nivel será descrito em mais detalhes a seguir.
O primeiro nivel (Ll), a saber, o nivel fisico,presta um serviço de transferência de informações a um nivelsuperior, pelo uso de várias técnicas de portador via rádio.
O nivel fisico é conectado a um nivel superior chamado denivel de controle de acesso médio (MAC), através de um canalde transporte. O nivel MAC e o nivel fisico enviam e recebemdados entre si através do canal de transporte.
O segundo nivel (L2) inclui um nivel MAC, um nivelde controle de enlace via rádio (RLC) , um nivel de controlede difusão/ multidifusão (BMC), e um nivel de protocolo deconvergência de dados de pacote (PDCP).
0 nivel MAC processa o mapeamento entre canais lógicos e canais de transporte. 0 nivel MAC presta um serviçode alocação dos parâmetros MAC para alocação e realocaçãodos recursos de rádio. 0 nivel MAC é conectado a um nivelsuperior chamado de um nivel de controle de enlace via rádio(RLC), através de um canal lógico.
Vários canais lógicos são fornecidos, de acordocom o tipo de informações transmitidas. Em geral, quando asinformações do plano de controle são transmitidas, um canalde controle ctrl é usado. Quando as informações do plano deusuário são transmitidas, um canal de tráfego é usado. Umcanal lógico pode ser um canal comum ou um canal dedicado,dependendo de se o canal lógico é compartilhado. Canais lógicos incluem um canal de tráfego dedicado (DTCH), um canalde controle dedicado (DCCH), um canal de tráfego comum(CTCH), um canal de controle comum (CCCH), um canal de controle de difusão (BCCH) e um canal de controle de radiochamada (PCCH) ou um Canal para Controle de Canais Compartilhados (SHCCH). 0 BCCH fornece informações incluindo informações utilizadas por um terminal para acessar um sistema. 0PCCH é usado pela UTRAN para acessar um terminal.
Um Serviço de Difusão/ Multidifusão Multimídia(MBMS ou serviço MBMS) se refere a um método para prestarserviços de fluxo continuo ou secundário a uma pluralidadede UEs usando um portador via rádio de MBMS dedicado com en-lace de descida, que utiliza pelo menos uma portador via rádio ponto a multiponto ou ponto a ponto. 0 MBMS é introduzido na norma UMTS, na Publicação 6 do relatório. Ela descrevetécnicas para transmissão otimizada do serviço portador MBMSem UTRA, tal como transmissão ponto a multiponto, seleção domodo de transmissão e combinação seletiva entre a transmissão ponto a multiponto e ponto a ponto. Isto é usado a fimde salvar os recursos via rádio, quando o mesmo conteúdo forenviado a diversos usuários, e permite serviços do tipo TV.Um serviço MBMS inclui uma ou mais sessões, e dados MBMS sãotransmitidos para a pluralidade de terminais através do portador via rádio MBMS somente enquanto a sessão estiver emandamento.
Conforme o nome indica, um MBMS pode ser realizadoem um modo de difusão, ou em um modo de multidifusão. 0 modode difusão é para transmitir dados multimídia a todos os UEsdentro de uma área de difusão, por exemplo, o dominio onde adifusão se acha disponível. Um modo multidif usão é paratransmitir dados multimídia a um grupo UE especifico dentrode uma área de multidif usão, por exemplo, o dominio onde oserviço de multidifusão se acha disponível.
Para os fins do MBMS, existem canais adicionaispara tráfego e controle. Por exemplo, um MCCH (Canal de Controle ponto a multiponto MBMS) é usado para transmitir in-formações de controle MBMS, um MTCH (Canal de Tráfego pontoa multiponto MBMS) é usado para transmitir dados de serviçoMBMS, e um MSCH é usado para transmitir informações de programação. A programação MCCH é comum a todos os serviços.Os diferentes canais lógicos, que existem, são abaixo listados:
Para o canal de controle CCH: BCCH, PCCH, DCCH,CCCH, SHCCH e MCCH. Para o canal de tráfego TCH: DTCH, CTCH,e MTCH.
O nivel MAC é conectado ao nivel fisico por canaisde transporte e pode ser dividido em um subnivel MAC-b, umsubnivel MAC-d, subnivel MAC-c/sh, e um subnivel MAC-bs, deacordo com o tipo de canal.de transporte a ser gerenciado.
O subnivel MAC-b gerencia um BCH (Canal de Difusão) que é um canal de transporte processando a difusão dasinformações do sistema. O subnivel MAC-d gerencia um canaldedicado (DCH), que é um canal de transporte dedicado paraum terminal especifico. Por conseguinte, o subnivel MAC-d daUTRAN se acha localizado em um controlador de rede via rádiodo servidor (SRNC) que gerencia um terminal correspondente,e um subnivel MAC-d também existe dentro de cada terminal(UE).
O subnivel MAC-c/sh gerencia um canal de transporte comum, tal como um canal de acesso de ida (FACH) ou umcanal de enlace descendente compartilhado (DSCH), que é compartilhado por uma pluralidade de terminais ou, no enlaceascendente, o Canal de Acesso via Rádio (RACH). Na UTRAN, osubnivel MAC-c/sh está localizado em um controlador de redevia rádio de controle (CRNC). Quando o subnivel MAC-c/sh gerencia o canal sendo compartilhado por todos os terminaisdentro de uma região de células, um único subnivel MAC-c/shexiste para cada região de células. Além disso, um subnivelMAC-c/sh existe em cada terminal (UE). O subnivel MAC-m podeprocessar os dados MBMS.
Com referência à Fig. 3, é mostrado um possívelmapeamento entre os canais lógicos e os canais de transporte, a partir de uma perspectiva do UE. Com referência à Fig.4, é mostrado um possível mapeamento entre os canais lógicose os canais de transporte, a partir de uma perspectiva da UT.RAN.
0 nivel RLC dá suporte a transmissões confiáveisde dados, e executa'uma função de segmentação e concatenaçãoem uma pluralidade de unidades de dados de serviço RLC (RLCSDUs) fornecidas a partir de um nivel superior. Quando o nivel RLC recebe as RLC SDUs do nivel superior, o nivel RLCajusta o tamanho.de cada RLC SDU de uma maneira apropriada,considerando a capacidade de processamento, e então criacertas unidades de dados com informações de cabeçalho a elasadicionadas. As unidades de dados criadas são chamadas deunidades de dados de protocolo (PDUs) que são então transferidas para o nivel MAC através de um canal lógico. 0 nivelRLC inclui uma memória intermediária RLC para armazenar asRLC SDUs e/ou as RLC PDUs.
0 nivel BMC programa uma mensagem de difusão celular (chamada aqui a seguir de mensagem CB) recebida da redede núcleo, e transmite as mensagens CB aos terminais localizados em uma célula (s) especifica (s) . 0 nivel BMC da UTRANgera uma mensagem para controle de difusão/ multidifusão(BMC), pela adição de informações, tais como uma ID (identificação ) de mensagem, um número de série, e um esquema decodificação para a mensagem CB recebida do nivel superior, etransfere a mensagem BMC ao nivel RLC. As mensagens BMC sãotransferidas do nivel RLC ao nivel MAC através de um canallógico, isto é, o CTCH (Canal de Tráfego Comum) . 0 CTCH émapeado para um canal de transporte, isto é, um FACH, que ámapeado para um canal fisico, isto é, um SCCPCH (Canal Fisico de Controle Comum Secundário).
0 nivel de PDCP (Protocolo de Convergência de Dados em Pacotes), como um nivel superior do nivel RLC, permite que os dados transmitidos através de um protocolo de rede, tal como um IPv4 ou IPv6, sejam efetivamente transmitidos através de uma interface via rádio com uma largura debanda relativamente pequena. Para realizar isto, o nivelPDCP reduz informações de controle desnecessárias usadas emuma rede com fio, com uma função denominada compressão decabeçalho.
Um nivel para controle dos recursos via rádio(RRC) se acha localizado em uma porção inferior extrema donivel L3. 0 nivel RRC é definido somente no plano de controle, e processa o controle de canais lógicos, canais detransporte, e canais fisicos com respeito à configuração,reconfiguração, e ativação ou cancelamento dos portadoresvia rádio (RBs). 0 serviço portador via rádio se refere a umserviço prestado pelo segundo nivel (L2) para transmissão dedados entre o terminal e a UTRAN. Em geral, a configuraçãodo portador via rádio se refere ao processo de definição dascaracterísticas de um nivel de protocolo e um canal necessário para prestar um serviço especifico de dados, bem como orespectivo ajuste de parâmetros e métodos de operação detalhados. Além disso, o RRC processa a mobilidade dos usuáriosdentro da Rede de Acesso via Rádio, e serviços adicionais,como serviços de localização.
As diferentes possibilidades, que existem para omapeamento entre os portadores via rádio e os canais detransporte, nem sempre são possíveis. 0 UE/ UTRAN reduz opossivel mapeamento, dependendo do estado do UE e do procedimento que o UE/ UTRAN está executando. Estados e modos di-ferentes são explicados abaixo em mais detalhes.
Os diferentes canais de transportes são mapeadosem canais fisicos distintos. Por exemplo, o canal de transporte RACH é mapeado em um determinado PRACH, o DCH pode sermapeado no DPCH, o FACH e o PCH podem ser mapeados no SCCPCH, o DSCH é mapeado no PDSCH e assim por diante. A configuração dos canais físicos é fornecida por uma troca desinalização RRC entre o RNC e o UE.
Na descrição a seguir, é descrito o inicio e a reconfiguração de um S-CCPCH portando MTCH. A interrrupção deum serviço pode ser considerada como uma reconfiguração especial , isto é, o S-CCPCH possui uma configuração nula.
De acordo com a técnica anterior, quando o UE lê aconfiguração de um serviço, que é enviado no modo PtM, o UEsupõe que essa configuração é válida imediatamente. 0 UE recebe a lista de serviços, que estão ativos no momento em umadas duas mensagens; Informação de Serviços Não-modificadosMBMS, ou na mensagem Informação de Serviços ModificadosMBMS. Essas mensagens indicam que UEs, que querem receberesse serviço, devem executar uma ação específica, por exemplo, adquirir informações para fins de contagem, adquiririnformações para a configuração do portador via rádio PtM,estabelecer uma conexão PMM, interromper o recebimento daportador via rádio PtM etc. No lado da rede, quando a configuração for alterada para um dado serviço, a nova configuração é indicada no MCCH com um período de modificação de forma antecipada na mensagem de Informação de Serviços Modificados MBMS, indicando que o UE deve adquirir informações para a configuração da portador via rádio PtM, a fim de queUEs possam receber o canal reconfigurado desde o início. Assim, existe um retardo entre a configuração considerada peloUE e seu uso afetivo pela rede.
Ui)a protocolo de configuração desses é ilustrado naFig. 10 para uma única célula. Neste caso, um serviço teminício na célula atual (a célula atual é a célula de controle, isto é, a célula que o MCCH considera pelo UE) e não gera qualquer problema de configuração; na verdade, a defasagem de tempo entre o MTCH e o MCCH (devido a uma diferentedefasagem de tempo, quando eles são mapeados em S-CCPCHsdistintos) permanece a mesma. Porém, não fica claro, qualquadro será considerado, quando o período de modificação doMCCH não estiver inteiramente alinhado nos limites de quadrodo S-CCPCH portando o MTCH.
O caso com uma recon figuração em andamento ilustrada na Fig. 11 gera mais problemas. Durante o Período deModificação 1, a configuração PtM SI do Serviço S da célulaA é enviada no MCCH como serviço não-modificado. Ao mesmotempo, o serviço S é enviado sobre a célula A com a configuração Sl. A UTRAN quer alterar a configuração de SI para S2.Assim, a UTRAN transmite a nova configuração S2 do S-CCPCHportando o serviço S sobre o MCCH durante o periodo de modificação 2, como um serviço modificado. Durante o periodo demodificação 2, o MTCH portando o serviço S ainda usa a configuração Sl. Mas, em um determinado quadro durante o perio-do de modificação 2, o UE irá começar a usar a configuraçãoS2. No periodo de modificação 3, o MCCH é usado para transmitir a configuração S2 como serviço não-modificado. Assim,até o inicio do periodo de modificação 3, o UE irá usar umaconfiguração errada para o MCCH.
No caso de uma reconfiguração estar em andamento eum UE começar a receber o MCCH durante o periodo de modificação 2, onde a nova configuração é transmitida sobre oMCCH, o UE não é capaz de saber a configuração do MTCH durante o atual periodo de modificação. Além disso, o UE não écapaz de receber corretamente o MTCH durante esse periodo.
A fim de aumentar a cobertura, um UE, que está localizado entre diferentes células, pode receber os mesmosserviços MBMS de diferentes células ao mesmo tempo, e combinar as informações recebidas, como mostrado na Fig. 9. Nestecaso, o UE lê o MCCH de uma célula de controle que ele selecionou, essa célula sendo chamada de célula de controle norestante da descrição.
Na técnica anterior, não existe nenhuma restriçãopara o alinhamento dos MCCHs dessas células. Isto implica emque o periodo de modificação dos MCCHs de células vizinhas(uma célula de controle e uma de suas células vizinhas, porexemplo) pode ser diferente, e ainda que o inicio de cadaperiodo de modificação em células vizinhas pode ser diferente. Isto ocorre naturalmente, devido ao defasagem de tempode diferentes NodeBs, p. ex., um NodeB irá avançar mais rápido do que outro NodeB.
A fim de manter o sincronismo entre diferentesserviços da transmissão de MTCH, a defasagem de tempo entredois NodeBs pode ser, em geral, facilmente ajustada pelo RNCque é responsável pela programação dos S-CCPCHs, pela inserção de uma TTI vazia de tempos em tempos, quando a diferençade tempo para o último NodeB, comparado ao NodeB mais avançado, passar sobre uma TTI, conforme ilustrado na Fig. 12.Porém, para o sincronismo dos periodos de modificação doMCCH, não existe nenhuma solução simples, visto que a programação da transmissão de MCCH é relacionada ao número dequadros do sistema (SFN, difusão no BCH) de cada célula.
Se a configuração de um serviço em uma célula vizinha se alterar, essa alteração é alinhada com o periodo demodificação do MCCH de sua célula vizinha. Porém, o periodode modificação da célula vizinha não será necessariamentealinhado com periodo de modificação da célula, que o UE estálendo atualmente a partir do MCCH. Isto significa que, nocaso do UE receber a informação sobre a troca da configuração de um serviço de uma célula vizinha, ele não possui ne-nhum meio para determinar, quando essa troca se tornará ativa, visto que o deslocamento (e o periodo de modificação) dacélula vizinha não está alinhado.Divulgação da Invenção
Solução Técnica
Assim, existe a necessidade de uma solução que melhore o tempo de reconfiguração do serviço para um equipamento de usuário recebendo um serviço MBMS de células vizinhas. Um aspecto da presente invenção envolve a confirmação,pelos presentes inventores, das desvantagens na técnica correlata, conforme acima explicada. A fim de resolver taisproblemas, a presente invenção propõe o seguinte.
A invenção propõe um método para indicar a validade de canais fisicos de uma célula de controle e de uma célula vizinha portando dados de serviço ponto a multiponto emum sistema de comunicação sem fio, o método compreendendo asseguintes etapas:
- geração de uma mensagem compreendendo informações de configuração para cada um dos ditos canais;
- inclusão de informações sobre validade na mensagem para derivar o tempo de validade das informações de configuração para cada um dos ditos canais; e
- transmissão da mensagem a um terminal móvel 10através da célula de controle.
Os dados de serviço ponto a multiponto podem compreender dados de Serviço de Difusão/ Multidifusão Multimídia (MBMS).
A mensagem pode conter um tempo de validade deconfiguração da célula vizinha relacionado a um tempo dosistema celular de controle transmitido ao terminal móvel.
As informações de validade podem definir um tempode validade das informações de configuração das células vizinhas, baseado em uma referência ao Número de Quadros doSistema de células de controle.
A referência ao Número de Quadros do Sistema dacélula de controle não inclui, de preferência, pelo menos umdos bits mais significativos da codificação do Número deQuadros do Sistema. As informações sobre validade podem serincluídas em uma mensagem de controle de Informações de Serviços Modificados MBMS ou de Informações de Serviços Não-modifiçados MBMS transmitida no MCCH do canal de controle.
A mensagem pode definir um periodo de modificação,em cujo inicio uma informação de configuração se torna válida .
A mensagem pode definir uma defasagem de tempo comrelação ao inicio de um periodo de modificação.
A mensagem pode definir a defasagem de tempo comum número representativo de um número de quadros ou Intervalos no Tempo de Transmissão.
As informações sobre validade podem compreender asinformações de configuração atualmente válidas e as próximasinformações de configuração válidas, no caso das informaçõesde configuração da célula vizinha serem alteradas.
As informações de configuração atualmente válidase as próximas informações de configuração válidas podem serrespectivamente associadas a um inicio do tempo de validadee a um término do tempo de validade.
A configuração atualmente válida pode ser associada a um sinalizador, indicando que essa configuração podeser usada imediatamente.
A invenção ainda propõe um método para adaptar aconfiguração de canais fisicos definidos por um equipamentode usuário a uma célula de controle e a uma célula vizinhacontendo dados de serviço ponto a multiponto em um sistemade comunicação sem fio, o método compreendendo as seguintesetapas:
- recepção de uma mensagem compreendendo informações de configuração para cada um dos ditos canais e informações sobre validade para derivar o tempo de validade dasinformações de configuração para cada um dos ditos canais;
- determinação do respectivo, inicio de tempo, apartir do qual as informações de configuração de cada um dosditos canais são válidas, baseado nas informações sobre validade;
- iniciação do dito tempo, dos canais usando aconfiguração válida.
Os dados de serviço ponto a multiponto podem compreender dados de Serviço de Difusão/ Multidifusão Multimídia (MBMS).
A mensagem recebida pode conter um tempo de validade da configuração de célula vizinha relacionado a um tempo do sistema de célula de controle transmitido ao terminalmóvel.
As informações sobre validade podem definir umtempo de validade de informações de configuração de célulavizinha baseado em uma referência ao Número de Quadros doSistema da célula de controle.A referência ao Número de Quadros do Sistema dacélula de controle não inclui, de preferência, pelo menos umdos bits mais significativos da codificação do Número deQuadros do Sistema.
As informações sobre validade podem ser incluídasem uma mensagem de controle de Informações de Serviços Modificados MBMS ou de Informações de Serviços Não-modifiçadosMBMS, transmitida no -MCCH do canal de controle.
A mensagem pode definir um período de modificação,em cujo início uma informação de configuração se torna válida .
A mensagem pode definir uma defasagem de tempo comrelação ao início de um período de modificação.
As informações sobre validade podem compreender aconfiguração atualmente válida e a próxima configuração válida, no caso da configuração da célula vizinha ser alterada .
A configuração atualmente válida e a próxima configuração válida podem ser associadas respectivamente a uminício do tempo de validade e a um término do tempo de validade.
A configuração atualmente válida pode ser associada a um sinalizador, indicando que estas informações de configuração podem ser imediatamente usadas.
A invenção também propõe um equipamento móvel,compreendendo:
- um módulo de recepção:
- adaptado para receber canais físicos contendodados de serviço ponto a multiponto a partir de uma célulade controle e de uma célula vizinha pertencente a um sistemade comunicação sem fio; e
- adaptado para alterar a configuração do canalfisico em um determinado instante de tempo;
- um módulo de processamento:
- adaptado para extrair informações de configuração associadas aos canais fisicos e informações sobre validade de configuração através de uma mensagem transmitida poruma célula de controle; e
- adaptado para derivar o tempo de validade dasinformações de configuração, baseado nas informações sobrevalidade da configuração;
- adaptado para gerar um comando definindo uma mudança da configuração do canal fisico em um dado momento epara transmiti-lo ao módulo de recepção.
A invenção ainda propõe um controlador de rede via rádio, compreendendo:
- um módulo para:
- gerar uma mensagem compreendendo informações deconfiguração para canais fisicos de células destinadas a serusadas respectivamente como uma célula de controle e uma célula vizinha, esses canais fisicos sendo previstos para conduzir dados de serviço ponto a multiponto em um sistema decomunicação sem fio;
- incluir informações sobre validade na mensagem,baseado nas quais, o tempo de validade das informações deconfiguração pode ser derivado para cada um dos ditos ca-nais; e
- uma interface adaptada para transmitir a mensagem a uma célula de controle.
Breve Descrição dos Desenhos
Os desenhos anexos, que são incluídos para fornecer uma melhor compreensão da invenção, e são incorporados efazem parte deste relatório descritivo, ilustram modalidadesda invenção e, em conj unto com a descrição, servem para explicar os princípios da invenção.
A Fig. 1 é um diagrama de blocos de uma arquitetura geral de rede UMTS.
A Fig. 2 é um diagrama de blocos de uma estruturade um protocolo de interface via rádio entre um terminal euma rede baseada em normas da rede de acesso via rádio 3GPP.
A Fig. 3 ilustra um mapeamento de canais lógicossobre canais de transporte no terminal móvel.
A Fig. 4 ilustra um mapeamento de canais lógicossobre canais de transporte na rede.
A Fig. 5 ilustra exemplos de estados e transiçõesde modo na rede.
A Fig. 6 ilustra um mapeamento de canais lógicosMBMS sobre o canal de transporte FACH no terminal móvel.
A Fig. 7 ilustra um mapeamento de canais lógicosMBMS sobre o canal de transporte FACH na rede.
A Fig. 8 ilustra um programa, com que as Informações de Serviços Modificados MBMS e as informações restantesenviadas sobre o MCCH são transmitidas.
A Fig. 9 ilustra um UE recebendo MBMS de diversascélulas.
A Fig. 10 ilustra um inicio de serviço e uma célula de controle, de acordo com a técnica anterior.
A Fig. 11 ilustra uma reconfiguração de PtM em umacélula de controle, de acordo com a técnica anterior.
A Fig. 12 ilustra uma ressincronização dos MCCHsde células vizinhas por inserção de TTIs vazias.
A Fig. 13 ilustra um inicio da sessão de serviçoem células vizinhas.
As Figs. 14 e 15 ilustram exemplos de mudanças deconfiguração em células vizinhas.
A Fig. 16 ilustra uma sucessão de mensagens decontrole MBMS e sua interpretação pelo UE, de acordo comfunções predefinidas.
A Fig. 17 ilustra um inicio de sessão com uma defasagem com relação ao periodo de modificação na célula decontrole.
A Fig. 18 ilustra uma reconfiguração de serviço nacélula de controle.
Realização da Invenção
O nivel RLC (Controle de Enlace via Rádio) é umprotocolo de nivel 2, que é usado a fim de controlar a comunicação de dados entre os canais lógicos do RNC e do UE. Onivel RLC pode ser atualmente configurado em 3 tipos de modos de transferência: o modo transparente, o modo não-confirmado e o modo confirmado. O comportamento detalhadodesses modos é descrito no documento denominado especificação do protocolo de Controle de Enlace via Rádio (RLC) atra-vés da referência 3GPP TS 25.322. As diferentes funcionalidades disponíveis dependem do modo de transferência.
No modo confirmado e não-confirmado, SDUs (unidadede dados de serviço) podem ser divididas em PDUs menores (unidades de dados de pacote) que são usadas para transmissãoatravés da interface pelo ar. O lado do transmissor separa aSDU em PDUs, e baseado nas informações de controle que sãoadicionadas às PDUs, o lado receptor reagrupa as PDUs, a fimde reconstruir as SDUs. Tais informações de controle são,por exemplo, um número seqüencial PDU, a fim de detectar seuma PDU foi perdida, ou um Indicador de Comprimento (LI),que indica o inicio/ término de uma SDU dentro de uma RLCPDU.
No modo não-conf irmado (UM) , o receptor não enviauma confirmação ao transmissor de PDUs corretamente recebidas, mas o lado receptor apenas reagrupa PDUs para SDUs baseado em informações de sinalização contidas nas PDUs, etransfere todas as SDUs para niveis superiores.
No modo confirmado (AM), o receptor envia confirmações para a PDU corretamente recebida. 0 transmissor usaessas confirmações, a fim de iniciar as retransmissões daPDUs ausentes. As confirmações são enviadas em certas condições . Diversos mecanismos são usados para iniciar a transmissão das confirmações para PDUs recebidas pelo receptor. Aopção dos mecanismos ativados é definida na norma e/ou configurada pela sinalização RRC. Um exemplo para um mecanismodesses para transmissão de uma PDU de status é, por exemplo,a recepção de uma PDU com um número seqüencial que não cor-responda ao último número seqüencial recebido somado com 1,ou quando o receptor receber uma indicação do transmissornas informações de controle RLC, de que uma confirmação(também chamada de Status) deve ser enviada. A indicação dotransmissor para enviar uma PDU de status é denominada Consulta .
Quando o transmissor envia um bit de Consulta, ummecanismo é definido na norma UMTS, se nenhum relatório deStatus tiver sido recebido após a transmissão da consulta,após um determinado tempo. De acordo com esse mecanismo, otransmissor retransmite uma PDU, incluindo o indicador deconsulta, e é chamado de uma consulta de temporização.
Outro mecanismo conta o número de retransmissõesde uma PDU. No caso da retransmissão exceder certo número(MaxDat), o transmissor inicia o procedimento de restauração . 0 procedimento de restauração é um procedimento quepermite ajustar a entidade do transmissor e do receptor deum portador via rádio, usando um modo AM RLC para um estadoinicial. Quando o procedimento de Restauração é iniciado, aentidade de iniciação transmite uma PDU de Restauração paraa Entidade de Término. A entidade de término reconhece a recepção da PDU de Restauração, pela transmissão da PDU ResetAck. Se a entidade de iniciação não tiver recebido a PDU Reset Ack após um certo tempo, a entidade de iniciação retransmite a PDU Reset. Se a entidade de iniciação não tiverrecebido uma PDU Reset Ack após uma certa quantidade de retransmissões, a entidade de iniciação detecta um erro irrecuperável .Este exemplo descreve a situação, em que uma disfunção é detectada na operação de uma entidade RLC no modoRLC AM. Outros mecanismos para. detectar uma disfunção sãopossiveis, já tendo sido descritos na norma UMTS, ou possíveis de serem imagináveis e implementáveis. Também é possível imaginar mecanismos de detecção para entidades RLC nomodo UM, que deverá detectar, por exemplo, que informaçõesde sinalização indefinidas são incluídas na PDU RLC, ou ondeníveis superiores detectam, que a recepção/ transmissão daentidade UM não está se comportando de maneira correta.
Outros mecanismos podem detectar um erro irrecuperável , que pode corresponder a uma situação bloqueada, ouuma situação onde a comunicação é perturbada.
Se o UE detectar uma situação de erro irrecuperável , conforme descrita na norma, o UE entra no estadoCELL_FACH e envia uma mensagem de atualização de Célula aoNóB/RNC, indicando possivelmente que um erro irrecuperávelocorreu através do ajuste da causa de atualização da Célulado Elemento de Informação (IE) à causa do erro irrecuperávelRLC. 0 UE indica por inclusão da indicação de erro IE AM_RLC(RB2, RB3 ou RB4) de que esse erro irrecuperável ocorreu para um dos SRBs com os Ids 2, 3 ou 4. Através da inclusão daindicação de erro IE AM_RLC (RB>4), o UE indica que esse erro ocorreu para um dos RBs usando o modo RLC AM com Ids superiores a quatro. 0 RNC pode então enviar a mensagem Confirmar Atualização de Célula, e indicar que as entidades RLCpara SRBs com os Ids 2, 3 e 4, ou para os RBs com Ids superiores a 4, que usam o modo RLC AM, devem ser restabelecidaspelo aj uste do indicador de restabelecimento IE RLC (RB2,RB3 e RB4) e/ou do indicador de restabelecimento RLC (RB5 eacima) como verdadeiro.
A entidade UM/AM RLC é também responsável peloprocessamento da codificação e decodificação. A fim de efetuar isso, a entidade RLC no transmissor e no receptor mantém um número COUNT-C, que é composto de um número de hiperquadros (HFM) e do número seqüencial (SN) RLC. 0 valorCOUNT-C, em conjunto com outras informações, é usado comoentrada para uma função matemática que gera uma seqüência debits. Essa seqüência de bits e a PDU RLC, exceto o SN, sãocombinadas pela operação lógica XOR, que assegura a codificação da parte de dados da PDU RLC. 0 valor HFN é incrementado a cada vez que o SN RLC dá uma volta (isto é, quando oSN RLC atinge seu valor máximo e reinicia do 0) . No caso doreceptor carecer de certo número de SNs, ou no caso do SNrecebido tiver sido alterado durante a recepção, o COUNT-Cno receptor e no transmissor pode ser dessincronizado. Nestecaso, o receptor não é capaz de decodificar corretamente asinformações recebidas. 0 receptor pode detectar a disfunçãoda entidade de decodificação por diferentes mecanismos.
0 modo RRC se refere a se existe uma conexão lógica entre o RRC do terminal e o RRC da UTRAN. Se houver umaconexão, o terminal é dito como estando no modo RRC conectado . Se não existir nenhuma conexão, o terminal é dito comoestando no modo inativo. Devido ao fato de uma conexão RRCexistir para terminais no modo RRC conectado, a UTRAN podedeterminar a existência de um terminal particular dentro daunidade de células, por exemplo, na qual célula ou grupo decélulas o terminal do modo RRC conectado se encontra, e qualcanal fisico o UE está escutando. Assim, o terminal pode serefetivamente controlado.
Ao contrário, a UTRAN não pode determinar a existência de um terminal no modo inativo- A existência de terminais no modo inativo só pode ser determinada pela rede denúcleo, como estando dentro de uma região que é maior queuma célula, por exemplo, uma área localizada ou roteada. Assim, a existência de terminais no modo inativo é determinadadentro de grandes regiões e, a fim de receber serviços decomunicação móvel, tais como voz ou dados, o terminal no modo inativo deve se mover ou mudar para o modo RRC conectado.As possíveis transições entre modos e estados de um equipamento de usuário são mostradas na Fig. 5. OS significa Forade serviço, IS significa Em serviço, R significa uma etapade liberar uma conexão RRC, e E significa uma etapa para estabelecer uma conexão RRC.
Um UE no modo RRC conectado pode estar em diferentes estados, por exemplo, no estado CELL_FACH, estadoCELL_PCH, estado CELL_DCH ou estado URA_PCH, outros estadossendo possíveis. Dependendo dos estados, o UE executa diferentes ações e escuta diferentes canais. Por exemplo, um UEno estado CELL_DCH irá tentar escutar (dentre outros) o tipoDCH dos canais de transporte, que compreende os canais detransporte DTCH e DCCH, e que pode ser mapeado a um determinado DPCH, DPDSCH, ou outros canais fisicos. 0 UE no estadoCELL FACH irá escutar diferentes canais de transporte FACHque são mapeados a um determinado S-CCPCH, o UE no estadoPCH irá escutar o canal PICH e o canal PCH que é mapeado aum determinado canal fisico S-CCPCH.
As principais informações do sistema são enviadasno canal lógico BCCH, que é mapeado no P-CCPCH (Canal Fisicode Controle Comum primário). Blocos específicos de informações do sistema podem ser enviados no canal FACH. Quando asinformações do sistema são enviadas no FACH, o UE recebe aconfiguração do FACH, quer no BCCH que é recebido no PCCPCH, quer em um canal dedicado. Quando informações do sistema são enviadas no BCCH (isto é, através do P-CCPCH), então em cada quadro ou grupo de dois quadros, o SFN (Númerode Quadros do Sistema) é enviado, o qual é usado para compartilhar a mesma referência de tempo entre o UE e o NóB. OP-CCPCH é sempre enviado, usando o mesmo código de embara-lhamento que o P-CPICH (Canal Piloto Comum Primário), que éo código de embaralhamento primário da célula. 0 código deespalhamento, que é usado pelo P-CCPCH, permanece sendo umSF (fator de Espalhamento) fixo 256, e o número permanecesendo igual a 1, conforme definido em 3GPP TS 25.213: Espalhamento e modulação (FDD),
V6.0.0(ftp://ftp.3gpp.org/Specs/2004-03/Rel-6/25_series/25213-600.zip
O UE tem conhecimento do código de embaralhamentoprimário, quer por informações enviadas através da rede sobre informações do sistema de células vizinhas que o UE leu,por mensagens que o UE recebeu no canal DCCH, ou pela buscado P-CPICH, que foi enviado usando o SF fixo 256, o numero 0do código de espalhamento e que transmite um padrão fixo.
As informações do sistema compreendem informaçõessobre células vizinhas, configuração dos canais de transporte RACH e FACH, e a configuração do MICH e MCCH, que são canais dedicados para o serviço MBMS.
Cada vez que o UE estiver alterando a célula, eleestá acampando (no modo inativo) , ou quando o UE tiver selecionado a célula (nos estados CELL_FACH, CELL_PCH ouURA_PCH), o UE verifica se ele possui informações do sistemaválidas. As informações do sistema são organizadas em STBs(blocos de informações do sistema), um MIB (bloco de informações mestras) e blocos de programação. 0 MIB é enviado commuita freqüência e fornece informações de tempo dos blocosde programação e dos diferentes SIBs. Para SIBs, que são ligados a uma marcação de valor, o MIB ainda contém informações sobre a última versão de uma parte dos SIBs. SIBs quenão são ligados a uma marcação de valor, são ligados a umatemporização vencida. SIBs ligados a uma temporização vencida se tornam inválidos e precisam ser lidos novamente, se otempo da última leitura do SIB for maior do que o valor dessa temporização. SIBs ligados a uma marcação de valor somente são válidos, se eles possuírem a mesma marcação de valor,que aquela difundida no MIB. Cada bloco possui um escopo regional de validade (Áreas de Células, de Rede Publica MóvelTerrestre (PLMN) ou PLMN equivalente), que significa emquais células o SIB é válido. Um SIB com Célula de escoporegional somente é válido para a célula, na qual ele foi li-do. Um SIB com PLMN de escopo regional é válido em toda aPLMN, e um SIB com PLMN de escopo regional equivalente é valido em toda a PLMN e PLMN equivalente.
De um modo geral, os UEs lêem as informações dosistema, quando eles estão no modo inativo, estadoCELL_FACH, estado CELL_PCH ou no estado URA_PCH das célulasque eles selecionaram, ou da célula onde eles estão acampados . Nas informações do sistema, eles recebem informaçõessobre as células vizinhas na mesma freqüência, diferentesfreqüências e diferentes RAT (Tecnologias de Acesso via Rádio) . Isto permite que o UE saiba quais células são candidatas para resseleção celular.
Conforme acima citado, os dados MBMS podem ser divididos em duas categorias: informações no plano de controlee informações no plano do usuário. As informações no planode controle contêm notadamente informações sobre:
- Configuração de nivel fisico;
- Configuração do canal de transporte;
- Configuração do portador via rádio;
- Serviços em andamento;
- Informações de contagem;
- Informações sobre programação.
A fim de permitir que os UEs recebam essas informações, informações de controle especificas do transmissorMBMS são transmitidas ao MBMS.
Os dados no plano do usuário dos portadores MBMSpodem ser mapeados sobre canais de transporte dedicado paraum serviço ponto a ponto, que é somente enviado a um UE, ousobre um canal de transporte compartilhado para serviço ponto a multiponto, que é transmitido a (recebido por) diversosusuários ao mesmo tempo.
A transmissão ponto a ponto é usada para transferir informações no plano do usuário/ controle especificoMBMS, bem como informações no plano do usuário/ controle dedicado entre a rede e um único UE no Modo RRC Conectado. Elasomente é usada para o modo multidifusão de MBMS. Para um UEnos estados CELL_FACH ou CELL_CDH, DTCH é usado, permitindotodos os mapeamentos existentes para os canais de transporte .
A transmissão ponto a multiponto (PtM) é usada para transferir informações no plano do usuário/ controle especifico MBMS entre a rede e diversos UEs no Modo RRC Conectado ou Inativo. Ela é usada para o modo de difusão ou multidifusão do MBMS.
0 canal lógico do Canal de Controle ponto a multiponto MBMS (MCCH) é usado para uma transmissão de enlacedescendente PtM das informações no plano de controle entre arede e os UEs no Modo RRC Conectado ou Inativo. As informações no plano de controle no MCCH são especificas do MBMS, esão enviadas aos UEs em uma célula com um serviço MBMS ativado. 0 MCCH pode ser enviado no S-CCPCH contendo o DCCH dosUEs no estado CELL_FACH, ou no S-CCPCH autônomo, ou no mesmoS-CCPCH com MTCH.
0 MCCH é sempre mapeado a um FACH especifico no S-CCPCH, conforme indicado no BCCH. No caso da combinação desoftware,, o MCCH é mapeado a um diferente S-CCPCH (CCPrCHem Duplexação com Divisão de Tempo (TDD)), do que o MTCH. Arecepção de radiochamada possui prioridade sobre a recepçãodo MCCH para o modo inativo e UEs URA/CELLPCH.
A configuração do MCCH (periodo de modificação,periodo de repetição etc.) é configurada nas informações dosistema enviadas no canal BCCH.
0 canal lógico do Canal de Tráfego ponto a multiponto MBMS (MTCH) é usado para uma transmissão de enlacedescendente PtM das informações no plano de usuário entre arede e os UEs no Modo RRC Conectado ou Inativo. As informações no plano do usuário no MTCH são especificas do ServiçoMBMS, e são enviadas aos UEs em uma célula com um serviçoMBMS ativado. 0 MTCH é sempre mapeado para um FACH especifico no S-CCPCH, conforme indicado no MCCH.
O canal lógico do Canal de Programação ponto amultiponto MBMS (MSCH) é usado para uma transmissão de enlace descendente PtM do programa de transmissão de serviçoMBMS entre a rede e os UEs no Modo RRC Conectado ou Inativo.As informações no plano de controle no MSCH são especificasdo Serviço MBMS e S-CCPCH, e são enviadas aos UEs em uma célula receptora de MTCH. Um MSCH é enviado em cada S-CCPCHcontendo o MTCH.
O MSCH é mapeado para um FACH especifico no SCCPCH, conforme indicado no MCCH. Devido aos diferentes requisitos de erro, o MSCH é mapeado para um FACH diferente,do que o MTCH.
0 FACH é usado como um canal de transporte paraMTCH, MSCH e MCCH. 0 S-CCPCH é usado como canal fisico paraFACH contendo MTCH, MCCH ou MSCH. Conforme mostrado nasFigs. 6 e 7, (respectivamente a partir dos lados do UE eUTRAN), para o enlace descendente, as seguintes conexões entre os canais lógicos e os canais de transporte existem:MCCH, MTCH e MSCH podem ser mapeados para o FACH.
Fluxos de Dados através do nivel 2 serão agoradescritos. 0 fluxo de dados para MCCH mapeado ao FACH usa omodo UM-RLC, com melhorias necessárias para dar suporte àentrega de SDU fora de seqüência. Um cabeçalho MAC é usadopara identificação do tipo de canal lógico. 0 fluxo de dadospara MTCH mapeado ao FACH usa o modo UM-RLC, com melhoriasnecessárias para dar suporte à combinação seletiva. Uma repetição rápida pode ser usada em RLC-UM. Um cabeçalho MAC éusado para identificação do tipo de canal lógico e identificação do serviço MBMS. 0 fluxo de dados para o MSCH mapeadoao FACH usa o modo UM-RLC. Um cabeçalho MAC é usado para identificação do tipo de canal lógico.
A notificação MBMS utiliza um novo PICH especificode MBMS denominado Canal Indicador de Notificação MBMS(MICH) na célula. A codificação exata é definida nas especificações de nivel fisico no Estágio-3.
As informações do MCCH são transmitidas com baseem uma programação fixa. Essa programação irá identificar oTTI (Intervalo do Tempo de Transmissão, isto é, múltiplo dequadros) contendo o inicio das informações do MCCH. A transmissão dessas informações pode obter um número variável deTTIs, e a UTRAN deve transmitir informações do MCCH em TTIsconsecutivos. 0 UE continuará recebendo o S-CCPCH, até que:- ele receba todas as informações do MCCH, ou
- ele receba um TTI que não inclua qualquer dadodo MCCH, ou
- o conteúdo das informações indique que uma recepção posterior não se faz necessária (p. ex. nenhuma modificação nas informações de serviço desejadas).
Baseado neste comportamento, a UTRAN pode repetiras informações do MCCH seguindo uma transmissão programada,a fim. de melhorar a confiabilidade. A programação do MCCH écomum para todos os serviços.
Todas as informações do MCCH são transmitidas periodicamente., baseado em um periodo de repetição. O periodode modificação é definido como um múltiplo inteiro do periodo de repetição. As INFORMAÇÕES DE ACESSO DO MBMS podem sertransmitidas periodicamente, baseado em um periodo de informações de acesso. Esse periodo será um divisor inteiro doperiodo de repetição. Os valores para os períodos de repetição e modificação são fornecidos nas informações do sistemada célula, na qual o MBMS é enviado.
As informações do MCCH são divididas em informações criticas e não-criticas. As informações criticas são compostas das INFORMAÇÕES SOBRE CÉLULAS VIZINHAS DO MBMS,INFORMAÇÕES DO SERVIÇO MBMS E INFORMAÇÕES DO PORTADOR VIARÁDIO DO MBMS. As informações não criticas correspondem àsINFORMAÇÕES DE ACESSO AO MBMS. As alterações nas informaçõescriticas somente serão aplicadas na primeira transmissão noMCCH de um periodo de modificação e no inicio de cada periodo de modificação. A UTRAN transmite as INFORMAÇÕES DE MU-DANÇA DO MBMS incluindo identificações de serviços MBMS, cujas informações de MCCH são modificadas naquele período demodificação. As INFORMAÇÕES DE MUDANÇA DO MBMS são repetidaspelo menos uma vez a cada período de repetição daquele período de modificação. Mudanças informações não-críticas podemocorrer a qualquer momento.
A Fig. 8 ilustra a programação, com que as INFORMAÇÕES DE SERVIÇO MBMS e as informações do PORTADOR VIA RADIO são transmitidas. Diferentes padrões indicam um conteúdopotencialmente diferente do MCCH.
A fim de aumentar a cobertura, um UE, que está localizado entre diferentes células, pode receber os mesmosserviços MBMS de diferentes células ao mesmo tempo, e combinar as informações recebidas, conforme mostrado na Fig. 9.
Neste caso, o UE lê o MCCH de uma célula de controle que eleselecionou com base em um determinado algoritmo.
Nesse MCCH da célula selecionada (p. ex., A-B), nafigura, o UE recebe informações sobre um serviço, no qual oUE está interessado. Essas informações contêm as informaçõessobre a configuração dos canais físicos, os canais de transporte, a configuração RLC, a configuração PDCP etc. na célula de controle, e nas células vizinhas que o UE possa sercapaz de receber (p. ex., célula A-A e célula B). Em outraspalavras, as informações se referem a que o UE precisa, a fim de receber o MTCH contendo o serviço, no qual o UE estáinteressado na célula A-A, A-B e B.
Quando o mesmo serviço é transportado sobre células distintas, o UE pode ser, ou não, capaz de combinar oserviço de diferentes células em diferentes niveis:Nenhuma combinação possível;Combinação seletiva no nivel RLC;Combinação LI no nivel fisico.
A combinação seletiva para transmissão PtM do MBMSé suportada pela numeração RLC PDU. Assim, a combinação seletiva no UE é possível a partir de células propiciando umataxa de bits RB do MBMS similar, desde que a dessincronização entre cadeias de transmissão PtM do MBMS não exceda acapacidade de reordenação RLS do UE. Assim, existe uma entidade RLC no lado do UE. Para combinação seletiva, existe umaentidade RLC por serviço MBMS utilizando transmissão PtM nogrupo de células do CRNC. Todas as células no grupo de células estão sob o mesmo CRNC. No caso da dessincronização escorrer entre transmissões MBMS em células vizinhas pertencentes a um grupo de células do MBMS, o CRMC pode efetuarações de ressincronização, permitindo aos UEs executar acombinação seletiva entre essas células.
Para TDD, combinação seletiva e combinação desoftware podem ser usadas, quando os Nós-Bs estiverem sincronizados. Para FDD, combinação de software pode ser usada,quando Nós-Bs estiverem sincronizados dentro da janela derecepção da combinação de software do UE, e os campos de dados dos S-CCPCHs com software combinado forem idênticos durante os momentos de combinação do software.
Quando combinação seletiva ou de software for disponibilizada entre as células, a UTRAN envia INFORMAÇÕES DECÉLULAS VIZINHAS DO MBMS contendo a configuração MTCH dascélulas vizinhas, disponível para combinação seletiva ou desoftware. Quando combinação parcial de software é aplicada,as INFORMAÇÕES DE CÉLULAS VIZINHAS DO MBMS contêm a programação de LI combinada, que indica os momentos de tempo,quando o UE pode combinar por software o S-CCPCH transmitidoem células vizinhas com o S-CCPCH transmitido na célula servidora. Com as INFORMAÇÕES DE CÉLULAS VIZINHAS DO MBMS, o UEé capaz de receber transmissão MTCH da célula vizinha semrecepção do MCCH dessas células vizinhas.
0 UE determina a célula vizinha adequada para combinação seletiva ou de software, baseado em um limite (p.ex., Ec/No de CPICH medido) e a presença de INFORMAÇÕES DECÉLULAS VIZINHAS DO MBMS daquela célula vizinha.
A possibilidade de efetuar combinação seletiva oude software é sinalizada ao UE.
A invenção propõe transmitir uma mensagem incluindo informações sobre validade através de uma célula de controle ao UE. 0 UE pode usar estas informações sobre validadepara derivar o tempo de validade das informações de configuração dos canais físicos da célula de controle e da célulavizinha. De modo alternativo, o tempo de validade da configuração pode ser derivado pelo UE, baseado em regras de validade da configuração predefinida, usadas pelas células epela rede.
A Fig. 13 ilustra um inicio de sessão em célulasvizinhas. Na Fig. 13, o serviço começa ao mesmo tempo em duas células vizinhas. Porém, devido ao não alinhamento dosperiodos de modificação entre as células A e B, a configura-ção do serviço S usado no NóB A (configuração S-A) e no NóBB (configuração S-B) não é transmitida ao mesmo tempo.
Quando a célula de controle for o NóB A, nenhumasolução conhecida indica, quando a configuração do MTCH doNóB B é válida. A indicação da configuração S-B no períodode modificação IA não é possível, visto que o UE não podeescutar um canal que não está ainda configurado e, assim, arecepção não será possível. A transmissão da configuração doserviço S sobre o NóB B é retardada, até o período de modificação 2A, onde a configuração do NóB B é recebida por UEsescutando o MCCH do NóB A. Isto retarda o início da transmissão pela metade de um período de modificação em média.
No caso de uma reconfiguração de um serviço enviado sobre diferentes NósBs, além do problema dos UEs penetrarem em uma célula, existem os mesmos problemas que no casodo início da sessão: um Ue penetrando na célula, onde a novaconfiguração é transmitida pela primeira vez, não será capazde receber a sessão em andamento.
Além disso, a sinalização conhecida é problemáticapara os UEs, que já estão recebendo o serviço em andamentona célula, onde eles estão acampados, e nas células vizinhas. Se os períodos de modificação do NóB A e do NóB B nãoestiverem alinhados, tal sinalização não indica a configuração correta do MTCH do NóB B vizinho pelo NóB A atual em umdado instante.
A determinação de uma correta configuração para oMTCH das células vizinhas em um dado momento de tempo é problemática . No caso do sincronismo precisar ser mantido, umasolução alternativa será atualizar as informações do sistema, a fim de alterar a defasagem do periodo de modificação.Este procedimento é pesado (complicado) e irá implicar emque todos os UEs na célula sejam ativados e leiam novamenteas informações do sistema.
Um primeiro caso de reconfiguração de uma célulavizinha é ilustrado no exemplo da Fig. 14. A configuração S-A2 é enviada no periodo de modificação IA sobre o NóB A(visto que a configuração irá se alterar no NóB A da célulade controle) . Para a célula vizinha, a configuração S-Bl éenviada pelo MCCH do NóB A durante o periodo de modificaçãoIA. Neste caso, o UE supõe que a configuração do serviço Snão é alterada durante o próximo periodo de modificação.
Sem informações adicionais, visto que os periodosde modificação do NóB B e do NóB A não estão alinhados, evisto que mudanças somente podem ocorrer nos limites dos periodos de modificação, o UE irá usar a configuração errada.
No exemplo ilustrado na Fig. 15, outro caso de reconf iguração de uma célula vizinha é mostrado. A configuração S-A2 é enviada no periodo de modificação IA sobre o NóBA (visto que a configuração irá se alterar na célula de controle) . Para a célula vizinha, a configuração S-B2 é enviadadurante o período de modificação 2A do NóB A. Neste caso, oUE pode supor que a configuração do MTCH é alterada duranteo próximo período de modificação.
Sem informações adicionais, visto que os períodosde modificação do NóB B não estão alinhados, e visto que mudanças somente podem ocorrer nos limites dos períodos de mo-dificação, o UE irá usar a configuração errada durante otempo indicado na Fig. 15.
Para resolver o problema do tempo de reconfiguração do serviço para um equipamento de usuário recebendo umserviço MBMS de células vizinhas, a invenção propõe indicara validade dos canais físicos contendo dados de serviço ponto a multiponto em um sistema de comunicação sem fio pelacélula de controle e a célula vizinha da seguinte maneira.Uma mensagem contendo informações de configuração para cadaum dos ditos canais é gerada pela célula de controle. Essamensagem inclui informações sobre validade, que podem serusadas pelo UE para derivar o tempo de validade da configuração para cada um dos ditos canais. A seguir, a mensagem étransmitida a um UE.
Essas informações permitem ao UE derivar um tempode validade de configuração para um determinado serviçotransmitido pelas células vizinhas. A configuração corretado serviço transmitido pelas células vizinhas pode ser entãousada pelo UE com uma defasagem limitada.
As informações sobre tempo de validade podem indicar se uma configuração para um canal físico, tal como umSCCPCH, portando serviços MBMS, é válida durante um períodode modificação atual ou mais longo, após um determinado tempo de ativação, ou até um determinado tempo de ativação. Assim, o problema de um terminal móvel tentando usar uma configuração inválida de canal físico de uma das células vizinhas é evitado. Assim sendo, o tempo de validade pode sertambém chamado de uma indicação de tempo.Na verdade, a presente invenção apresenta um método para receber um serviço ponto a multiponto, compreendendo: recepção de uma mensagem de controle relativa a um serviço ponto a multiponto durante um periodo atual; determinação de se a indicação de tempo existe, ou não, na mensagemde controle recebida; e se a indicação de tempo não existir,execução da configuração de um canal fisico para receber dados de serviço ponto a multiponto em um periodo seguinte,pelo qual as informações para executar a configuração sãoincluídas na mensagem de controle recebida, se a indicaçãode tempo existir, execução da configuração de um canal fisico para recepção dos dados de serviço ponto a multiponto, deacordo com a indicação de tempo, pelo qual as informaçõespara executar a configuração são incluídas na mensagem decontrole recebida.
Além disso, a presente invenção apresenta um método para prestar um serviço ponto a multiponto, compreendendo : geração de uma mensagem de controle relativa a um serviço ponto a multiponto baseado em uma validação de um canalfisico, a mensagem de controle incluindo informações paraexecutar a configuração do canal fisico e incluindo, de maneira ideal, indicação de tempo; envio da mensagem de controle durante um periodo atual, para permitir que um terminal móvel execute a configuração do canal fisico em um periodo seguinte, ou de acordo com a indicação de tempo; etransmissão dos dados de serviço ponto a multiponto ao terminal móvel através do canal fisico configurado.
Aqui, a indicação de tempo pode compreender um nú-mero de quadros do sistema que indica o inicio do quadro, noqual a reconfiguração do portador via rádio ponto a multi-ponto deve ser realizada. De modo alternativo, a indicaçãode tempo pode compreender os bits menos significativos doNúmero de Quadros do Sistema (SFN), que indica o inicio doquadro, no qual a reconfiguração do portador via rádio deponto a multiponto deve ser realizada. De modo alternativo,a indicação de tempo pode compreender o número de quadros ouintervalo do tempo de transmissão após o término do periodoatual, que indica o inicio do quadro, no qual a reconfiguração do portador via rádio de ponto a multiponto deve ser realizada .
De modo alternativo, a indicação de tempo pode sereferir a um tempo de ativação de ponto a multiponto (p-t-m)do serviço de difusão/ multidifusão multimídia (MBMS). 0tempo de ativação p-t-m do MBMS é um Elemento de Informação(IE) composto dos 11 bits menos significativos (LSB) do SFN.Aqui, o tempo de ativação p-t-m do MBMS indica o inicio doquadro de 10 ms correspondente ao valor SFN indicado e doCCPCH primário da célula, onde esse IE é transmitido. Alémdisso, a faixa do tempo de ativação p-t-m do MBMS é de 10 msapos o inicio do periodo de modificação do MCCH, no qual eleé transmitido e até o término do próximo periodo de modificação do MCCH seguinte. O UE deve considerar um valor foradessa faixa como esgotado.
No método da presente invenção, as etapas podemser realizadas pela combinação dos dados de uma célula atuale de uma ou mais células vizinhas. Aqui, a etapa de combinardados pode compreender combinação seletiva e combinação desoftware. As etapas podem ser realizadas, quando um serviçoponto a multiponto é iniciado na célula atual. As etapas podem ser realizadas, quando ocorrer uma reconfiguração de umserviço ponto a multiponto na célula atual. As etapas podemser realizadas, quando ocorrer um inicio de sessão nas células vizinhas. As etapas podem ser realizadas, quando ocorreruma reconfiguração nas células vizinhas. 0 periodo atual e operíodo seguinte podem ser periodos de modificação. 0 iniciode cada periodo de modificação pode indicar, que informaçõesde controle para cada serviço ponto a multiponto foram modificadas . Durante cada periodo de modificação, as informaçõesde controle para o serviço ponto a multiponto podem ser repetidas vezes recebidas. A mensagem de controle pode ser recebida através de uma célula de controle de ponto a multi-ponto . O canal fisico pode ser um Canal Fisico de ControleComum Secundário.
De preferência, uma configuração atualmente válidapara uma célula vizinha é transmitida, e as informações sobre validade indicam ao terminal móvel que essa configuraçãoé válida durante um periodo de modificação atual. Assim,quando as informações sobre validade são recebidas durante operiodo de modificação atual, o terminal móvel é informadode que a configuração do SCCPCH é atualmente válida no MTCHcorrespondente e pode ser usada através da leitura das informações de configuração. De modo alternativo, as informações sobre validade podem indicar ao terminal móvel, que asinformações de configuração para uma célula vizinha são vá-lidas, quer após. um dado periodo de ativação, quer até umdado período de ativação. Por conseguinte, após ter lido asinformações sobre validade, o terminal móvel sabe exatamentepor quanto tempo receber o MTCH usando as informações deconfiguração correspondentes.
Além disso, duas configurações podem ser transmitidas para um dado serviço e a célula correspondente duranteum mesmo período de modificação, no caso da configuração sermodificada: a configuração atualmente válida e a próximaconfiguração válida a ser usada após a reconfiguração. Sinalizadores podem indicar qual configuração é atualmente válida, e qual configuração tornar-se-á válida.
Essas informações sobre tempo de validade da configuração podem ser ligadas ao início ou ao término de umperíodo de modificação, durante o qual a configuração é recebida . Essas informações sobre tempo de validade podem serligadas ao período de modificação da célula de controle oude sua célula vizinha. 0 período de modificação correto podeser derivado pelo UE a partir das informações sobre validade, baseado em regras predefinidas ou por uma transmissãoadicional ao UE pelo RMC no MCCH da célula de controle.
As informações para derivar o tempo de validadepodem ser também uma indicação de certo período de modificação, durante o qual a validade da configuração é iniciada.
Essas informações podem ainda incluir uma defasagem, por exemplo, um número definindo uma contagem de quadros ou TTI.A validade da configuração, então, começa no tempo de defasagem após o início do período de modificação definido.As informações, a partir de quais o tempo de validade das configurações é derivado, podem ser uma referênciade um tempo SFN, a partir do qual as configurações serão válidas. A mensagem gerada por certa célula pode incluir umareferência de validade ao tempo SFN de cada uma das célulasvizinhas. As informações podem ainda incluir parte dos bitsmenos significativos do tempo SFN de uma dada célula, a fimde que o tempo de validade possa iniciar em uma porção intermediária do tempo SFN.
As informações sobre o tempo de validade podem serconduzidas sobre o canal lógico MCCH da célula de controle.As informações sobre o tempo de validade podem ser incluídasem mensagens de controle, como uma mensagem de Informaçõesde Serviços Modificados MBMS ou uma mensagem de Informaçõesde Serviços Não-modificados MBMS, transmitida sobre o canallógico MCCH.
De outra forma, uma sinalização especial pode sertransmitida ao UE, para dotá-lo de informações, indicandoque não houve nenhuma reconfiguração no periodo de modificação anterior, se o serviço estiver ■ listado em uma mensagemde Informações de Serviços Não-modifiçados MBMS. Neste caso,a configuração recebida durante o periodo de modificação atual pode ser usada imediatamente, por exemplo, no inicio dopróximo quadro ou TTI do MTCH das células vizinhas.
No caso do serviço ser listado em uma mensagem deInformações de Serviços Modificados MBMS, uma configuraçãoatualmente válida para a célula associada pode ser tambémenviada, a fim de que um UE, acabando de entrar nessa célulavizinha, possa determinar que ele pode começar a receber oserviço prestado por essa célula imediatamente, usando essaconfiguração válida. 0 inicio pode ser sincronizado com ocomeço do próximo quadro ou TTI do MTCH dessa célula vizinha .
As informações podem ser também prestadas aoSCCPCH de cada célula vizinha, indicando se a configuraçãofoi alterada ou não. Essas informações podem ser detalhadaspara cada serviço e/ou para cada célula vizinha.
0 uso das mensagens de controle MBMS pode ocorre,como a seguir:
A mensagem de Informações de Serviços ModificadosMBMS pode compreender um elemento denominado tempo de ativação PtM MBMS, definindo um tempo, a partir do qual uma novaconfiguração de serviço é válida.
Para a célula de controle, o UE lê a mensagem deInformações de Serviços Modificados MBMS (MMSI) durante operiodo de modificação de sua recepção, e verifica se um dado serviço está listado na mensagem. Se o dito serviço estálistado na mensagem MMSI, a configuração correspondente dadifusão da célula de controle para esse serviço no MCCH serásomente usada a partir do próximo periodo de modificação. 0UE irá, então, usar uma configuração anteriormente recebidaaté o início do próximo período de modificação. 0 UE aindalê a mensagem Informações de Serviços Não-modificados MBMS(MUSI) durante o período de modificação de sua recepção. Seo dito serviço estiver listado na mensagem MUSI, a configuração correspondente será considerada válida, e o UE podeiniciar a recepção do MTCH da célula de controle/ assim queo UE tiver recebido todas as informações necessárias.
A seguir, se um UE se mover ou for comutado em umacélula, na qual uma reconfiguração estiver em andamento, seele não tiver recebido anteriormente a configuração, ele nãodeve iniciar a recepção do serviço na célula de controle, seesse serviço estiver listado na mensagem MMSI.
Para resolver este problema, a configuração atualmente válida pode ser também transmitida e sinalizada comoatualmente válida. A configuração atualmente válida pode serentão usada imediatamente para a recepção do serviço da célula de controle.
Se um serviço estiver listado na mensagem MMSI,devido ao fato dele ser alterado em uma célula vizinha, seesse serviço não for modificado na célula de controle, o UEpode ler as informações, indicando que a configuração da célula de controle é válida, e pode então usar imediatamenteessa configuração para a célula de controle. Essas informações podem ser um indicador especificando cada configuraçãoválida ou modificada e podem ser inseridas no nivel de mensagem da célula de controle ou no nivel do SCCPCH. Isto podeser especialmente útil, no caso em que somente a identificação MAC MBMS for alterada.
Se o UE usar regras predefinidas para determinarqual configuração é válida no inicio de um per iodo de modificação, como uma exceção, a ordem das informações sobre validade recebidas pode ser levada em conta, a fim de determinar se uma configuração foi não modificada. Assim, um perio-do de configuração válido pode ser usado pelo UE, antes deaguardar pelo inicio do próximo período de modificação emcertos casos. Por exemplo, qualquer configuração enviada após uma MUSI será considerada como inalterada para esse serviço, e será considerada válida, no momento dela ser lida eo UE começará a usar essa configuração de imediato, mesmo seesse serviço for listado como modificado em uma mensagemMMSI.
A Fig. 16 ilustra um exemplo de uma sucessão demensagens do MCCH, para a qual as regras de sessão podem seraplicadas. Por exemplo, a mensagem 164 define as configurações dos serviços S-T-U para a célula vizinha. Essa mensagemacompanha a mensagem MUSI 163. Assim, todas as configuraçõesindicadas na mensagem 164 são imediatamente válidas para acélula vizinha,. mesmo se as configurações desses serviçospara a célula de controle forem fornecidas na mensagem 162após a mensagem MMSI 161.
A Fig. 17 ilustra um exemplo de inicio de serviçona célula de controle. As informações sobre validade fornecidas ao UE definem um número de TTIs, um número de quadrosou uma referência SFN definindo uma defasagem a partir doinicio do periodo de modificação da célula de controle. OsServiços S e T no MTCH são iniciados com a configuração for-necida nesta defasagem de tempo após o término do periodo demodificação, onde as informações sobre configuração do ser-viço foram recebidas. Essas informações podem ser fornecidasno MCCH, no mesmo periodo de modificação que as informaçõessobre os serviços, para os quais a transmissão no portadorPtM começa, ou como informações gerais nas informações dosistema.
De outra forma, as informações sobre validade podem indicar, se a configuração dos serviços no nó A. já é válida durante o atual periodo de modificação.
A Fig. 18 ilustra uma reconfiguração de serviço dacélula de controle. No período de modificação 2A, o serviçoS é indicado como um serviço alterado (ele é listado, porexemplo, na mensagem sobre Informações de Serviços Modificados MBMS), e a nova configuração S2 é transmitida (por exemplo, em uma das mensagens sobre informações PtM Rb da célulade controle MBMS, informações gerais MBMS ou informações PtMRb MBMS) . A fim de impedir o UE de usar a configuração S2 notempo incorreto, informações sobre validade definem que essaconfiguração S2 somente deve ser usada a partir do próximoperíodo de modificação. Se o UE possuia a configuração SIantes de receber a configuração S2, as informações sobre validade podem definir que o UE tenha que usar essa configuração SI até o término do atual periodo de modificação. A configuração SI é também enviada durante o periodo de modificação 2A, de forma que um UE entrando na célula de controlepossa usar imediatamente essa configuração, sem esperar peloinicio do próximo periodo de modificação. Respectivos marcadores identificam a configuração atualmente válida (configuração inalterada) e a próxima configuração válida (configuração alterada).
Para a célula vizinha, as seguintes soluções são propostas.Conforme ilustrado na Fig. 14, se um serviço forlistado em uma mensagem MMSI durante o periodo de modificação IA, o UE usa a configuração modificada na célula vizinhasomente no segundo periodo de modificação 3A, após o periodode modificação onde a mensagem MMSI foi recebida. 0 UE usauma configuração anteriormente recebida para a transmissãono NóB B até o término do periodo de modificação IA. o UEinterrompe a recepção no NóB B durante o periodo de modificação 2A, para evitar qualquer erro de configuração no NóB Bdurante esse periodo. Se a dita configuração de serviço estiver listada na mensagem MUSI durante o periodo de modificação 2A, a configuração na célula vizinha é considerada válida começando a partir do próximo -periodo de modificação3A, visto que pode ter havido uma reconfiguração anterior.
Outra solução é difundir os periodos de modificação do MCCH do NóB B no MCCH do NóB A, a fim de que o UEpossa usar as mudanças de configuração do MTCH do NóB B noslimites dos períodos de modificação do NóB B. Se um serviçoestiver listado na mensagem MMSI durante o periodo de modificação IA na Fig. 15, o UE irá usar a nova configuração nacélula vizinha somente a partir do inicio do periodo de modificação na NóB B (2B) após o término do periodo de modificação no NóB A, no qual a nova configuração foi recebida(IA) . Se a dita configuração de serviço estiver listada namensagem MUSI durante o periodo de modificação 2A, a configuração de serviço da célula vizinha é considerada válida apartir do inicio do periodo de modificação no NóB B (2B) durante o periodo de modificação (2A), no qual ele foi recebi-do no NóB A, visto que pode ter havido uma reconfiguraçãoanterior.
Para cada célula vizinha, que é reconfigurada, asinformações somente indicam um SFN relativo à célula de controle ou à célula vizinha, a partir de qual ou até a qual areconfiguração da célula vizinha é válida. Assim, o inicioou término da validade de uma configuração pode ser levadaem conta de uma forma muito precisa.
Se um serviço estiver listado na mensagem MüSI durante um periodo de modificação (por exemplo, 2A na Fig.15) , informações adicionais podem ser enviadas ao UE, paraindicar que não houve nenhuma reconfiguração no periodo demodificação anterior, a fim de que o UE possa usar imediatamente a dita configuração de serviço.
Se um serviço estiver listado na mensagem MMSI, aconfiguração atualmente válida pode ser também transmitidaao UE, a fim de que ele possa começar a receber o serviçocom essa configuração, se ele entrar na célula correspondente .
As informações sobre validade podem ainda incluirum indicador de mudança das informações de configuração paracada célula vizinha e/ou serviço.
A ordem das informações sobre validade recebidaspode ser também levada em conta, a fim de determinar, se umaconfiguração foi ou não modificada. Por exemplo, qualquerconfiguração listada em uma MUSI será considerada como inalterada para este serviço, e será considerada válida, no momento em que ela for lida, ou no inicio do próximo periodode modificação do NóB B após o término do periodo de modificação da leitura no NóB B, ou a partir do segundo periodo demodificação do NóB A.
As informações de configuração usadas por um determinado serviço para transmissão PtM podem se referir especialmente às seguintes configurações:
- Configuração do S-CCPCH,
- Configuração do canal de transporte,
- Configuração do MAC,
- Configuração do PDCP,
- Configuração do RLC.
A presente invenção apresenta um método para receber um serviço ponto a multiponto, compreendendo: recepção,através de uma rede, de informações indicando uma validadede um canal fisico que contém dados de serviço ponto a multiponto; determinação de um tempo apropriado para configuraro canal fisico baseado nas informações recebidas; configuração do canal fisico, de acordo com pelo menos um dentre otempo e a configuração determinada; e recepção dos dados deserviço ponto a multiponto através do canal fisico configurado .
0 tempo apropriado pode ser associado a uma indicação de tempo. Se a indicação de tempo for incluida nas informações, execução da configuração do canal fisico para dados de serviço ponto a multiponto recebidos, de acordo com aindicação de tempo, pelo qual as informações para executar aconfiguração são incluídas na mensagem de controle recebida.Se a indicação de tempo não for incluida nas informações,execução da configuração do canal fisico para dados de serviço ponto a multiponto em um próximo periodo, pelo qual asinformações para executar a configuração são incluídas namensagem de controle recebida. Se a configuração for paraserviço não modificado, executar a configuração do canal fisico para receber imediatamente o serviço ponto a multiponto -
Além disso, a presente invenção apresenta um método para prestar um serviço ponto a multiponto, compreendendo: determinar uma validade de um canal fisico que contenhadados de serviço ponto a multiponto; enviar, a um terminalmóvel, informações indicando a validade determinada do canalfisico; e transmitir, ao terminal móvel, os dados de serviçoponto a multiponto através do canal fisico, que foi configurado com o terminal móvel em um tempo apropriado derivadodas informações enviadas.
O tempo apropriado pode ser associado a uma indicação de tempo. Se a indicação de tempo for incluida nas informações, executar a configuração do canal fisico> para receber dados de serviço ponto a multiponto, de acordo com aindicação de tempo, pelo qual as informações para executar aconfiguração são incluídas na mensagem de controle recebida.Se a indicação de tempo não for incluida nas informações,executar a configuração do canal fisico, para receber dadosde serviço ponto a multiponto em um periodo seguinte, peloqual as informações para executar a configuração são incluídas na mensagem de controle recebida.
Para implementar os vários recursos acima descri-tos, a presente invenção pode empregar vários tipos e componentes (módulos) de hardware e/ou software. Por exemplo, diferentes módulos de hardware podem conter vários circuitos ecomponentes necessários para . executar as etapas do métodoacima, para executar a exploração em um sistema de acessosem fio de banda larga. Além disso, diferentes módulos desoftware (executados pelos processadores e/ou outro hardware ) podem conter vários códigos e protocolos necessários para realizar as etapas do método da presente invenção.
Este relatório descreve várias modalidades ilustrativas da presente invenção. 0 escopo das reivindicaçõespretende cobrir várias modificações e arranjos equivalentesdas modalidades ilustrativas divulgadas no relatório. Assim,as reivindicações a seguir devem ser harmonizadas à interpretação mais ampla razoável para cobrir modificações, estruturas equivalentes e recursos que sejam compatíveis com oespirito e escopo da invenção aqui divulgada.
Claims (41)
1. Método para receber um serviço ponto a multiponto, CARACTERIZADO pelo fato de compreender:recebimento de uma mensagem de controle relacionada a serviço ponto a multiponto durante um período atual;determinação sobre a existência, ou não, da indicação de tempo na mensagem de controle recebida; ese a indicação de tempo não existir,execução da configuração de um canal fisico parareceber dados de serviço ponto a multiponto em um periodoseguinte, onde as informações para executar a configuraçãosão incluídas na mensagem de controle recebida,se a indicação de tempo existir,execução da configuração de um canal fisico parareceber dados de serviço ponto a multiponto, de acordo com aindicação de tempo, onde as informações para executar a configuração são incluídas na mensagem de controle recebida.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato da indicação de tempo compreender:número de quadros do sistema que indica o iniciodo quadro, no qual a reconfiguração do portador ponto a multiponto via rádio deve ser executada.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato da indicação de tempo compreender:bits menos significativos do número de quadros dosistema que indicam o inicio do quadro, no qual a reconfiguração do portador ponto a multiponto via rádio deve ser executada.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato da indicação de tempo compreender:número de quadros ou intervalos do tempo de transmissão após o término do periodo atual que indica o iniciodo quadro, no qual a reconfiguração do portador ponto a multiponto via rádio deve ser executada.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato da indicação de tempo se referir aum tempo de ativação ponto a multiponto do serviço de dif usão/ multidifusão multimídia.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, por ocasião da combinação dos dados de uma célula atual e de umaou mais células vizinhas.
7. Método, de acordo com a reivindicação 6,CARACTERIZADO pelo fato da etapa de combinar dados compreender combinação seletiva e combinação de software.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, quandoum serviço ponto a multiponto começar na célula atual.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, quandoocorrer uma reconfiguração de um serviço ponto a multipontona célula atual.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, quandoocorrer um inicio de sessão nas células vizinhas.
11. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, quandoocorrer uma reconf iguração nas células vizinhas..
12. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato do per iodo atual e do per iodo seguinte serem periodos de modificação.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADO pelo fato das informações de configuração parao serviço ponto a multiponto serem modificadas durante cadaperíodo de modificação.
14. Método, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADO pelo fato de, durante cada per iodo de modificação, as informações de controle para o serviço ponto amultiponto serem repetidamente recebidas.
15. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato da mensagem de controle ser recebidaatravés de um canal de controle ponto a multiponto.
16. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato do canal fisico ser um Canal Fisicode Controle Comum Secundário.
17. Método para prestação de um serviço ponto amultiponto, CARACTERIZADO pelo fato de compreender:geração de uma mensagem de controle relacionada aserviço ponto a multiponto, baseado em uma validação de umcanal fisico, da mensagem de controle incluir informaçõespara executar a configuração do canal fisico e incluir, opcionalmente , uma indicação de tempo;envio da mensagem de controle durante um periodoatual, para permitir a um terminal móvel executar a configu-ração do canal físico em um período seguinte, ou de acordocom a indicação de tempo; etransmissão dos dados de serviço ponto a multiponto ao terminal móvel através do canal físico configurado.
18. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato da indicação de tempo compreender:número de quadros do sistema que indica o iníciodo quadro, no qual a reconfiguração da transmissão ponto amultiponto via rádio deve ser executada.
19. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato da indicação de tempo compreender:bits menos significativos do número de quadros dosistema que indicam o início do quadro, no qual a reconfiguração do portador ponto a multiponto via rádio deve ser executada .
20. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato da indicação de tempo compreender:número de quadros ou intervalos do tempo de transmissão após o término do período atual que indica o iníciodo quadro, no qual a reconf iguração do portador ponto a multiponto via rádio deve ser executada.
21. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato da indicação de tempo se referir aum tempo de ativação ponto a multiponto do serviço de difusão/ multidifusão multimídia.
22. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, parapermitir que o terminal móvel combine dados de uma célulaatual e de uma ou mais células vizinhas.
23. Método, de acordo com a reivindicação 22,CARACTERIZADO pelo fato da etapa de combinar dados compreender combinação seletiva e combinação de software.
24. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, quandoum serviço ponto a multiponto começar na célula atual.
25. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, quandoocorrer uma reconfiguração de um serviço ponto a multipontona célula atual.
26. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, quandoocorrer um inicio de sessão nas células vizinhas.
27. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato das etapas serem executadas, quandoocorrer uma reconfiguração nas células vizinhas.
28. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato do período atual e do periodo seguinte serem períodos de modificação.
29. Método, de acordo com a reivindicação 28,CARACTERIZADO pelo fato de um inicio de cada periodo de modificação indicar que as informações de configuração para oserviço ponto a multiponto foram modificadas.
30. Método, de acordo com a reivindicação 28,CARACTERIZADO pelo fato de, durante cada periodo de modificação, as informações de controle para o serviço ponto amultiponto serem repetidamente recebidas.
31. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato da mensagem de controle ser recebidaatravés de um canal de controle ponto a multiponto.
32. Método, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato do canal fisico ser um Canal Fisicode Controle Comum Secundário.
33. Método para receber um serviço ponto a multiponto, CARACTERIZADO pelo fato de compreender:recepção, através de uma rede, de informações in-dicando uma validade de um canal fisico, que transporta dados de serviço ponto a multiponto;envio da mensagem de controle durante um periodoatual, para permitir a um terminal móvel executar a configuração do canal fisico em um periodo seguinte, ou de acordocom a indicação de tempo; edeterminação de um tempo apropriado para configurar o canal fisico baseado nas informações recebidas;configuração do canal fisico, de acordo com pelomenos um aspecto dentre o tempo e a configuração determinada; erecepção dos dados de serviço ponto a multipontoatravés do canal fisico configurado.
34. Método, de acordo com a reivindicação 33,CARACTERIZADO pelo fato do tempo apropriado ser associado auma indicação de tempo.
35. Método, de acordo com a reivindicação 34,CARACTERIZADO pelo fato de, se a indicação de tempo for incluída nas informações,execução da configuração do canal fisico para receber dados de serviço ponto a multiponto, de acordo com aindicação de tempo, onde as informações para executar a configuração são incluídas na mensagem de controle recebida.
36. Método, de acordo com a reivindicação 34,CARACTERIZADO pelo fato de, se a indicação de tempo não forincluída nas informações,execução da configuração do canal fisico para receber dados de serviço ponto a multiponto em um período seguinte, onde.as informações para executar a configuração sãoincluídas na mensagem de controle recebida.
37. Método, de acordo com a reivindicação 33,CARACTERIZADO pelo fato de, se a configuração for para serviço não-modificado,execução da configuração do canal fisico para receber, imediatamente, dados de serviço ponto a multiponto.
38. Método para prestar um serviço ponto a multiponto, CARACTERIZADO pelo fato de compreender:determinação de uma validade de um canal fisico,que transporta dados de serviço ponto a multiponto;envio, a um terminal móvel, de informações indicando a validade determinada do canal fisico; etransmissão, ao terminal móvel, dos dados de serviço ponto a multiponto através do canal fisico, que foramconfigurados com o terminal móvel em um tempo apropriado derivado das informações enviadas.
39. Método, de acordo com a reivindicação 38,CARACTERIZADO pelo fato do tempo apropriado ser associado auma indicação de tempo.
40. - Método, de acordo com a reivindicação 39,CARACTERIZADO pelo fato de, se a indicação de tempo for incluída nas informações,execução da configuração do canal físico para receber dados de serviço ponto a multiponto, de acordo com aindicação de tempo, onde as informações para executar a configuração são incluídas na mensagem de controle recebida.
41. Método, de acordo com a reivindicação 39,CARACTERIZADO pelo fato de, se a indicação de tempo não forincluída nas informações,execução da configuração do canal físico para receber dados de serviço ponto a multiponto em um período seguinte, onde as informações para executar a configuração sãoincluídas na mensagem de controle recebida.
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