BRPI0609450A2 - método e arranjo para alimentação de uma suspensão de aparas e lìquido - Google Patents

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BRPI0609450A2
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fluid
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Jonas Saetherasen
Vidar Snekkenes
Bo Wilke
Lennart Gustavsson
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Metso Fiber Karlstad Ab
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Abstract

MéTODO E ARRANJO PARA ALIMENTAçãO DE UMA SUSPENSãO DE FIBRA. A invenção se refere a um método e arranjo para a alimentação de uma suspensão de aparas a partir de um vaso para um digestor subseqúente em um processo de cozimento contínuo para a produção de polpa de celulose química, onde o vaso (101) tem uma admissão (107) para a admissão de aparas, e uma descarga (201) para a descarga de uma suspensão de aparas. A suspensão de aparas no vaso (101) tem uma primeira razão de fluido/madeira estabelecida acima de uma segunda razão de fluido/madeira, onde a segunda razão de fluido/madeira é estabelecida no fundo do vaso. A segunda razão de fluido/madeira é pelo menos maior, preferivelmente maior do que a razão de fluido/madeira. A invenção é caracterizada em que após a descarga da suspensão de aparas a partir do vaso (101), e antes da suspensão de aparas ser colocada sob pressão para transporte avançado para um digestor subseqúente, uma fração (Q2) de fluido é retirada a partir da suspensão de aparas, pelo que uma terceira razão de fluido/madeira é estabelecida na suspensão de aparas, cuja terceira razão de fluido/madeira é menor do que a segunda razão de fluido/madeira.

Description

"MÉTODO E ARRANJO PARA ALIMENTAÇÃO DE UMA SUSPENSÃO DE APARAS E LÍQUIDO"
Área Técnica
A presente invenção se refere a um método e a um arranjo para a alimentação de uma suspensão de aparas (cavacos) a partir de um vaso para um digestor subseqüente em um processo de cozimento continuo para a produção de polpa de celulose quimica, conforme especificada pela reivindicação de patente 1.
A Técnica Anterior
0 uso de dispositivos raspadores no fundo de digestores e vasos de impregnação no cozimento continuo de polpa de celulose quimica tem sido há muito conhecido. O obj etivo destes dispositivos raspadores é assegurar uma descarga continua da polpa de celulose ou aparas a partir do vaso. Os dispositivos raspadores consistem de um número de braços raspadores que são dispostos no eixo que é disposto para ser vertical durante produção. O movimento dos braços na suspensão de polpa ou aparas age contra a formação de bloqueios, a formação de canais, e outros efeitos indesejáveis.
O eixo acima mencionado para a operação dos referidos braços do raspador tem sido usado, visto que determinam anteriormente a adição de fluido na parte inferior do digestor ou vaso de impregnação. A adição de fluido ocorre, neste caso, tornando-se o eixo vazado, e conduzindo-se ofluido através desta direção. A proposta principal deadição de fluido tem sido lavar a polpa. Esta adição defluido através do eixo tem sido recentemente mais usadapara a diluição da polpa com o objetivo de assegurardescarga a partir do vaso. O documento US 5.736.005 revelauma variante de tal eixo vazado no gual fluido é adicionadoa um digestor continuo com o objetivo de assegurar descargaa partir do digestor.
Uma alternativa à adição acima descrita de fluido como objetivo de diluir e assegurar descarga da polpa ouaparas a partir do digestor ou do vaso de impregnação, éadicionar o fluido na parte inferior do vaso através de umdispositivo de suprimento de fluido através do vaso. Épreferível que esta adição ocorra na vizinhança dodispositivo raspador. O documento SE 180 289 revela umaconcretização na qual o dispositivo de suprimento de fluidoadiciona fluido próximo ao fundo de um recipiente com oobj etivo de impedir a formação de bloqueios de fibras decelulose.
A adição de fluidos pelos métodos que foram descritosacima, contudo, envolve um número de desvantagens,particularmente quando a adição é feita em um vaso deimpregnação.
Nos casos em que o fluido é adicionado em um vaso deimpregnação, a adição extra de fluido deve ser tratada peloseparador de topo em digestores subseqüentes, que -envolveum dispêndio consideravelmente extra no separador de topo.Além disso, o fluido adicionado envolve grandesvolumes de fluido que o sistema deve tratar, e, isto, porsua vez, envolve investimento dispendioso e altos custos deoperação de bombas e torneiras de alta pressão, ou ambas.
0 mesmo problema ocorre, naturalmente, também naquelescasos em que nenhum fluido foi adicionado no fundo do vasode impregnação devido a razão de fluido/madeira dasuspensão de aparas ser tão alta que não é necessárioadicionar fluido de modo a assegurar descarga a partir dovaso de impregnação.
Os Objetivos da Invenção
O objetivo principal da presente invenção é oueliminar ou reduzir os problemas acima descritos edesvantagens em associação com a descarga de polpa decelulose a partir de um vaso de impregnação para uma linhade transferência, onde a invenção permite:
uma redução na quantidade de fluido na suspensãode aparas que é alimentado a partir do vaso de impregnaçãopara o digestor, isto é, uma redução na razão defluido/madeira;
a capacidade inicialmente de estabelecer um fluxoestável a partir do fundo do vaso de impregnação comsomente volumes de fluido instantaneamente aumentados, ou aoportunidade de diluição aumentada no fundo do vaso deimpregnação sem as quantidades aumentadas de fluido quenecessitam, por esta razão, serem bombeados em avanço nalinha de transferência;
a capacidade de usar-se um separador de topomenor e menos custoso em digestores subseqüentes como umaconseqüência dos volumes inferiores de fluido, e,preferivelmente, a capacidade de eliminar-se completamenteum separador de topo;
a capacidade de usar-se bombas menores e menoscustosas, ou torneiras de alta pressão, ou ambas, queconsomem energia inferior devido aos volumes inferiores defluido.
Estes obj etivos são alcançados com um arranj o deacordo com a reivindicação 1.
Breve Descrição dos Desenhos
A invenção será descrita em maiores detalhes abaixocom o auxilio dos desenhos em anexo, dos quais:
A Figura 1 mostra uma concretização preferida de umvaso de impregnação no qual o arranjo de acordo com ainvenção é incluído.
A Figura 2a mostra uma vista lateral com um corte A-A,e a Figura 2b mostra uma vista superior de uma primeiraconcretização preferida da descarga em forma de tina,
A Figura 3a mostra uma vista lateral com um corte B-B,e a Figura 3b mostra uma vista superior de uma segundaconcretização preferida da descarga em forma de tina 2 01,
A Figura 4a mostra uma vista lateral e a Figura 4bmostra uma vista superior de uma terceira concretizaçãopreferida da descarga em forma de tina 201,
A Figura 5a mostra uma vista lateral com um corte C-C,e a Figura 5b mostra uma vista superior de uma quartaconcretização da descarga em forma de tina 201 e linha dedescarga 301,
As Figuras 6a, 6b e 6c mostram concretizaçõesdiferentes da aparência de superfícies de filtro diferentesda descarga em forma de tina.
A Figura 7 mostra uma concretização de como os braçosraspadores 207 são dispostos ao redor do eixo 10 6 de modo amanter os furos ou fendas no filtro limpos.
A Figura 8 mostra uma concretização de uma variante daconcretização na Figura 4, em que uma armadilha de despejosé disposta sob a superfície de fundou.
Descrição Detalhada da Invenção
O conceito "suspensão de aparas" será usado nadescrição detalhada que se segue da invenção. Este termo éaqui usado para denotar aparas j untas com fluido, cu j asuspensão é tratada em um vaso de impregnação e alimentadaa partir do vaso de impregnação para um digestorsubseqüente em um processo de cozimento continuo para aprodução de polpa de celulose.
Uma outra expressão que será usada é "razão defluido/madeira". Esta expressão é aqui usada para denotar orelacionamento entre fluido e madeira que é predominante nasuspensão de aparas.
Adicionalmente, a expressão "furo ou fenda de filtroperfurado" será usada na descrição de superfícies defiltro. Esta expressão é aqui usada para denotar aberturasde penetração na superfície com nenhum requerimentocolocado em sua forma. Desse modo, estas aberturas podemser redonda, quadrada, triangular, etc. Adicionalmente, étambém possível conceber que as perfurações consistem defendas de penetração que podem ser retas, encurvadas,curvas, etc.
Finalmente, o conceito "dispositivo de alimentação"será usado. Este termo é aqui usado para denotar umdispositivo que é pretendido para alimentar a suspensão deaparas a partir de um vaso de impregnação para um digestorpela aplicação de pressão. Exemplos de tais dispositivos dealimentação são bombas e torneiras de alta pressão.
A Figura 1 mostra a parte inferior de um vaso deimpregnação 101 principalmente cilindricamente
verticalmente disposto para a impregnação de aparas, cujovaso de impregnação precede um digestor 4 01 em um processode cozimento continuo de polpa de celulose química. 0 vasode impregnação tem um diâmetro Dl, uma admissão 107 no topodo vaso na qual aparas não-tratadas são alimentadas, e umadescarga em forma de tina 201 no fundo do vaso da qual umasuspensão de aparas, isto é, aparas impregnadas com fluido,é descarregada. A suspensão de aparas no vaso deimpregnação tem uma primeira razão de fluido/madeira, cuj aprimeira razão de fluido/madeira está preferivelmentedentro dos intervalos 2-7.
De modo a facilitar a descarga da suspensão de aparasa partir do vaso de impregnação 101, um agitador mecânico102 é disposto no fundo do vaso de impregnação 101, de modoa obter agitação da suspensão de aparas. 0 agitador 102compreende um número de braços raspadores 105,preferivelmente dois, que são dispostos na extremidadesuperior de um eixo 10 6 que é verticalmente disposto. 0eixo 10 6 é acionado em sua extremidade superior por meio deum dispositivo acionador que age diretamente 107. Aagitação da suspensão de aparas quebra a orientação dasaparas em associação com o processo de descarga, tal que adescarga a partir do vaso de impregnação é facilitada.
De modo a assegurar adicionalmente a descarga dasuspensão de aparas a partir do vaso de impregnação 101,fluido de diluição é adicionado em uma maneira conhecida emuma quantidade de Ql na vizinhança do fundo, por meio depelo menos um bocal de suprimento de fluido de diluição103. Os bocais de suprimento de fluido de diluição 103 sãomais freqüentemente dispostos através da parede do vaso deimpregnação 101, ou nos braços raspadores 105. Naconcretização na qual os bocais de suprimento de fluido dediluição 103 são dispostos nos braços raspadores 105, ofluido é conduzido aos braços raspadores 105 através de umfuro no eixo 106 (não mostrado no desenho) através do qualo fluido escoa. A quantidade total de fluido de diluiçãoque é adicionado ao vaso de impregnação 101 a partir dosbocais de suprimento de fluido de diluição 103 será, daquipor diante, referida como Ql. A suspensão de aparas após aadição do fluido de diluição tem uma segunda razão defluido/madeira, que é mais alta do que a primeira razão defluido/madeira adicionalmente acima no vaso de impregnação,cuja segunda razão de fluido/madeira é estabelecida de modoa assegurar uma descarga constante que é livre dedistúrbios. Esta segunda razão de fluido/madeirapreferivelmente está no intervalo 6-10. As condições deoperação podem, contudo, ocorrerem em que Q1=0, isto é,nenhum fluido de diluição é adicionado através dos bocaisde suprimento de fluido de diluição 103, e nos casos em queas primeira e segunda razoes de fluido/madeira são iguais,esta razão estando no intervalo 6-10.
De modo a resumir brevemente o relacionamento entre asprimeira e segunda razões de fluido/madeira, pode sercitado que a suspensão de aparas no vaso 101 tem a primeirarazão de fluido/madeira estabelecida acima da segunda razãode fliudo/madeira, onde a segunda razão de fluido/madeira éestabelecida no fundo do vaso. A segunda razão defluido/madeira é pelo menos tão grande quanto a a primeirarazão de fluido/madeira, preferivelmente maior.
A suspensão de aparas, isto é, as aparas impregnadasjunto com o fluido, é continuamente descarregada a partirdo vaso de impregnação 101 através de uma descarga em formade tina 201 disposta em e sob o fundo do vaso deimpregnação 101 abaixo do dispositivo raspador 102. Adescarga em forma de tina 201 tem um diâmetro D2 que émenor do que o diâmetro do vaso de impregnação Dl, isto é,D2<D1. O diâmetro D2 da descarga em forma de tina éaproximadamente 1-1.5 m para um vaso de impregnação 101 comum diâmetro Dl de 3-5 m. Para um vaso de impregnação com umdiâmetro Dl de 10 m, D2 pode ter uma dimensão deaproximadamente 2 m. O diâmetro D2 é, desse modo, menos doque 50% de Dl, e preferivelmente no intervalo 15-40% de Dl.Partes da parede da descarga em forma de tina, ou a paredecompleta, consistem de furos ou fendas de filtroperfurados. Os furos ou fendas de filtro são circundadospor um espaço de retirada 206 na parede externa da descargade cujo espaço de retirada 206 o volume de fluido parcialQ2 é retirado a partir da suspensão de aparas por meio deuma bomba 303, antes do restante da suspensão de aparas serenviado na linha de descarga 301 para digestoressubseqüentes 401 sendo colocados sob pressão por umdispositivo de pressão 302. A linha de descarga 301 éligada à seção de parede da descarga em forma de tina, cujalinha de descarga 301 tem um diâmetro D3, onde Dl, D2 e D3tem o seguinte relacionamento: D1>D2>D3. A suspensão deaparas após a retirada de fluido tem uma terceira razão defluido/madeira, que é mais baixa do que a segunda razão defluido/madeira. Esta terceira razão de fluido/madeira estáno intervalo 5-9, e é pelo menos 1 unidade, preferivelmentepelo menos 2 unidades, mais baixa do que a segunda razão defluido/madeira, que está no intervalo 6-10.
O fluido de retirada Q2 pode, em seguida, ser enviadopara qualquer um ou para uma combinação do seguinte:
• Q2 é enviado em uma linha de circulação que éligada em sua primeira extremidade de admissão a pelo menosum espaço de retirada (206) disposto na descarga em formade tina (201) , e onde uma segunda extremidade da linha decirculação é ligada a um processo de recuperação (REC). Umaposição natural se é desej ado retirar fluido de impregnaçãoconsumido, que, por sua vez, foi parcialmente constituídopor uma retirada a partir do digestor.
• Q2 é enviado em uma linha de circulação que éligada em sua primeira extremidade de admissão a pelo menosum espaço de retirada (206) disposto na descarga em formade tina (201), e onde uma segunda extremidade da linha decirculação é ligada a um bocal de suprimento de fluido dediluição (103). Neste caso, é somente uma questão de umadiluição local.
• Q2 é enviado em uma linha de circulação que éligada em sua primeira extremidade de admissão a pelo menosum espaço de retirada (206), e onde a segunda extremidadeda linha de circulação é ligada a uma posição (A) próximaao topo do vaso de impregnação (101).
• Q2 é enviado em uma linha de circulação que éligada em sua primeira extremidade de admissão a pelo menosum espaço de retirada (206), e onde a segunda extremidadeda linha de circulação é ligada a uma posição (B) em umdigestor subseqüente (401). Isto é feito com o auxilio de,se é desejado em qualquer fase de cozimento, modificar ascondições de digestão, possivelmente para elevar asulfididade, ou iniciar a precipitação de XYLANanteriormente dissolvido nas fibras do digestor.
As Figuras 2a e 2b mostram uma concretizaçãopreferida da descarga em forma de tina 201, onde partes dasuperfície, e, preferivelmente, superfície completa 204 dadescarga é perfurada com os furos ou fendas de filtro 205,e de cuja superfície perfurada 204 uma fração Q2 do fluidona suspensão de aparas é retirada com uma bomba 303 atravésde um espaço de retirada 206 disposto ao redor dos furos oufendas de filtro da superfície externa 204. O eixo 106 (nãomostrado neste desenho) passa através de uma abertura depenetração 202 na descarga em forma de tina 201.
As Figuras 3a e 3b mostram uma segunda concretizaçãopreferida da descarga em forma de tina 201 onde asuperfície 204 da descarga 201 é perfurada com furos oufendas de filtro 205 sobre um ângulo circundante a entre90° e 270°, preferivelmente 180°, e de cuja superfícieperfurada 204 uma fração Q2 do fluido na suspensão deaparas é retirada por uma bomba 303 através de um espaço deretirada 206 disposto ao redor dos furos ou fendas defiltro da superfície externa 204. O eixo 106 (não mostradoneste desenho) passa através de uma abertura de penetração202 na descarga em forma de tina 201.
As Figuras 4a e 4b mostram uma terceira concretizaçãopreferida da descarga em forma de tina 201, onde a descargatem uma superfície de fundo 203. Partes de, ou,preferivelmente, a superfície de fundo completa 203 sãoperfuradas com furos ou fendas de filtro 205. A partir dasuperfície de fundo perfurada 203, uma fração Q2 do fluidona suspensão de aparas é retirada por uma bomba 303 atravésde um espaço de retirada 206. 0 eixo 106 (não mostradoneste desenho) passa através de uma abertura de penetração202 na descarga em forma de tina 201.
As Figuras 5a e 5b mostram uma guarta concretizaçãopreferida onde a superfície da linha de descarga 302 éparcialmente ou totalmente perfurada com furos ou fendas defiltro 205. A partir da superfície perfurada, uma fração Q2do fluido na suspensão de aparas é retirada por uma bomba303 através de um espaço de retirada 206 disposto ao redordos furos e fendas de filtro 205 na superfície externa dalinha de descarga.
A Figura 6a mostra uma quinta concretização preferidade como a superfície do filtro da descarga em forma detina, que consiste de furos ou fendas de filtro 205, podeaparecer. A superfície completa é perfurada neste caso.
A Figura 6b mostra uma sexta concretização preferidaem que partes da superfície do filtro são perfuradas porfuros ou fendas de filtro 205.
A Figura 6c mostra uma sétima concretização preferidaem que partes da superfície do filtro são perfuradas comfuros ou fendas de filtro 205.
As Figuras 7a e 7b mostram uma vista lateral e umavista de topo da descarga em forma de tina 201, onde osbraços raspadores 207 foram dispostos em um eixo 106 com oobjetivo de manter os furos ou fendas de filtro nassuperfícies de filtro da descarga em forma de tina limpos,tal que eles não se tornem entupidos.
As Figuras 8a e 8b mostram uma oitava concretizaçãopreferida da descarga de forma de tina 201, onde a descargatem uma superfície de fundo 203, similar àquela mostradanas Figuras 4a e 4b. Partes de, preferivelmente, asuperfície de fundo completa 203, são perfuradas com furosou fendas de filtro 205. A partir da superfície perfurada,uma fração Q2 de fluido é retirada a partir da suspensão deaparas com a bomba 303 através do espaço de retirada 206.Uma descarga 801 está presente na superfície de fundo 203com um espaço disposto sob a superfície de fundo. Válvulasde controle 802 são dispostas no espaço da descarga, cujasválvulas podem ser esvaziadas de material grosseiro 804 quecoletam neste espaço durante operação. É uma vantagem se adescarga é disposta na vizinhança da linha de descarga 301,visto que a suspensão de aparas passa na descarga, tal queo material pesado ou grosseiro cai na descarga 801. É umavantagem se uma linha de fluido 803 é disposta após a bomba303 no espaço na descarga 803. Desse modo, a descarga apartir da descarga 803 é facilitada, em que uma diluição éalcançada. Os braços raspadores 207, que são mostrados naFigura 7, auxiliam no transporte do material 804 para adescarga 801.
As seguintes vantagens, entre outras, são alcançadascom a invenção, comparadas com a tecnologia convencionaldescrita acima como técnica anterior:
Um fluxo reduzido de fluido para o separador detopo do digestor a partir do vaso de impregnaçãoprecedente, que resulta na capacidade de usar um separadorde topo menor e menos custoso. É possível com umaconcretização ótima dispensar completamente com o separadorde topo no digestor.
um teor de fluido reduzido da suspensão em aparasque deixa o vaso de impregnação, que resulta na capacidadede usar bombas de consumo de energia ou torneiras de altapressão menos custosas e menores, ou ambas.A invenção não está limitada às concretizaçõesdescritas: várias variantes são possiveis dentro do escopodas reivindicações de patente em anexo. Todas das seguintescombinações, por exemplo, são possiveis, individualmente ouem combinação:
1) furos ou fendas de filtro 205 em uma localizaçãona superfície externa 204 da descarga em forma de tina;
2) furos ou fendas de filtro 205 em uma localizaçãona superfície de fundo 203 da descarga em forma de tina;
3) furos ou fendas de filtro 205 na superfícieexterna 301 da linha.

Claims (14)

1.- Arranjo para a alimentação de uma suspensão deaparas a partir de um vaso para um digestor subseqüente emum processo de cozimento continuo para a produção de polpaquimica de celulose, onde o arranjo compreende,- um vaso (101) disposto essencialmente verticalmentecom uma admissão (107) para admissão de aparas, e umadescarga (201) para a descarga de aparas;- uma linha de descarga (301) ligada à descarga, demodo a transportar a suspensão de aparas para um digestorsubseqüente (401) por meio da colocação do mesmo sobpressão com um dispositivo de pressão (302), caracterizadopelo fato de que- o vaso (101) tem um diâmetro Dl, a descarga (201)tem um diâmetro D2, e a linha de descarga (301) tem umdiâmetro D3, e onde os relacionamentos entre os diâmetrosseguem D1>D2>D3;- pelo menos uma parte da descarga (201) antes dodispositivo alimentado (302) é perfurada com furos oufendas de filtro;uma fração Q2 do fluido na suspensão de aparasdiluidas é retirada a partir dos furos ou fendas de filtro(205) na descarga (201) antes da suspensão de aparasremanescente ser colocada sob pressão por meio dodispositivo de alimentação (302), e enviada para o digestorsubseqüente (401) através da linha de transporte (301).
2. - Arranjo, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que um agitador (102) é dispostono fundo do vaso (101) para agitar a suspensão de aparas.
3. - Arranjo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que um espaço de retirada (206)é disposto no lado externo da descarga (201), e onde afração Q2 é retirada a partir dos furos e fendas de filtro(205) através do espaço de retirada (206) por meio de umabomba (303).
4.- Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-3, caracterizado pelo fato de que pelomenos um bocal de suprimento de fluido de diluição (103) édisposto na vizinhança do fundo do vaso (101), cujo bocal(103) adiciona fluido de diluição ao referido vaso (101) emuma quantidade de Ql.
5. - Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-3, caracterizado pelo fato de que adescarga (201) tem a forma de uma tina cilíndrica.
6. - Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-5, caracterizado pelo fato de que pelomenos uma parte da superfície de descarga (204) da descargaem forma de tina é perfurada com furos ou fendas de filtro,de cuja superfície externa perfurada (204) uma fração Q2 dofluido da suspensão de aparas é retirado.
7.- Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-6, caracterizado pelo fato de que pelomenos uma parte da superfície de descarga (204) da descargaem forma de tina é perfurada com um ângulo de inclusãoentre 90° e 270°, preferivelmente 180°, de cuja superfícieexterna perfurada (204) uma fração Q2 do fluido dasuspensão de aparas é retirado.
8. - Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-7, caracterizado pelo fato de que pelomenos uma parte da superfície de fundo (203) da descarga emforma de tina é perfurada com furos ou fendas de filtro(205), de cuja superfície de fundo (203) perfurada umafração do fluido da suspensão de aparas é retirado.
9. - Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-8, caracterizado pelo fato de que a linhade descarga (301), ligada à descarga em forma de tina, éprovida com furos ou fendas perfurantes (205) em pelo menosuma parte de sua superfície externa, de cujos furos oufendas perfurados (205) uma fração Q2 do fluido dasuspensão de aparas é retirado.
10. - Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-9, caracterizado pelo fato de que umalinha de circulação é ligada em sua primeira extremidade deadmissão a pelo menos um espaço de retirada (206) dispostona descarga em forma de tina (201) , e onde uma segundaextremidade da linha de circulação é ligada ao sistema derecuperação (REC).
11. - Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-10, caracterizado pelo fato de que umalinha de circulação é ligada em sua primeira extremidade deadmissão a pelo menos um espaço de retirada (206) dispostona descarga em forma de tina (201), e onde uma segundaextremidade da linha de circulação é ligada a bocais (103)de suprimento de fluido de diluição.
12. - Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-11, caracterizado pelo fato de que umalinha de circulação é ligada em sua primeira extremidade deadmissão a pelo menos um espaço de retirada (206) , e ondeuma segunda extremidade da linha de circulação é ligada auma posição (A) próxima ao topo do vaso (101).
13. - Arran j o, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-12, caracterizado pelo fato de que umalinha de circulação é ligada em sua primeira extremidade deadmissão a pelo menos um espaço de retirada (206) , e onde asegunda extremidade da linha de circulação é ligada a umaposição B em um digestor subseqüente (401).
14. - Arranjo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1-13, caracterizado pelo fato de que umadescarga é disposta na superfície de fundo (203) dadescarga em forma de tina com um espaço disposto sob asuperfície de fundo, cujo espaço pode ser esvaziado atravésde canais de material grosseiro que coleta no espaçodurante operação.
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