BRPI0609627A2 - sistema de correção espinhal - Google Patents

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BRPI0609627A2
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BR
Brazil
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vertebra
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spinal
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Application number
BRPI0609627-1A
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English (en)
Inventor
Eric J Wall
Donita I Bylski-Austrow
Joseph E Reynolds
Original Assignee
Children's Hosp Medical Center
Spineform Llc
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Abstract

SISTEMA DE CORREçãO ESPINHAL. Um sistema de correção espinhal (10) para a correção ou detenção da escoliose ou deformidade espinhal em espinhas imaturas inclui um elemento de ponte (12), um par de pernas separadas (14) que se estende substancialmente perpendicular daí e uma porção de retenção do prendedor (16,18) que se estende substancialmente longitudinal de cada extremidade do elemento de ponte (12)

Description

"SISTEMA DE CORREÇÃO ESPINHAL"
Esse pedido incorpora expressamente por referênciao Pedido de Patente U.S. 60/679.886, depositado em 11 demaio de 2005 e Pedido U.S. 11/126.782, depositado em 11 demaio de 2005.
Antecedentes da Invenção
Essa invenção refere-se aos dispositivos para usona correção, detenção ou diminuição da curvatura anormal daespinha, incluindo escoliose, hiperlordose e hipocifose.
A escoliose juvenil e do adolescente é uma enfer-midade da espinha em crescimento na qual uma curvatura pre-dominantemente lateral se desenvolve. Curvas acima de 40 °podem exigir a correção cirúrgica devido ao alto risco deprogressão futura durante a idade adulta. Um procedimentotipico, freqüentemente chamado "cirurgia da escoliose de a-bordagem posterior" é uma das cirurgias humanas mais invasi-vas na ortopedia. Durante um procedimento tipico de três aoito horas, um cirurgião retira os músculos posteriores for-tes da espinha para exposição do osso, depois fixa duas has-tes de metal na espinha com ganchos, arames ou parafusos.Uma abordagem alternativa da escoliose é através do tóraxanterior via toracotomia ou toracoscopia. Depois da discec-tomia de múltiplos niveis e fusão, grandes parafusos são co-locados através dos corpos vertebrais, e a seguir os parafu-sos e as vértebras são comprimidos juntos por meio de umahaste vertical.
Grampos são freqüentemente usados na ortopedia pa-ra fixar dois ossos ou pedaços de osso juntos, tal como se-ria exigido para osteotomia (corte do osso) ou a estabiliza-ção da fratura. Os grampos tipicamente usados para essas fi-nalidades são revelados nas Patentes U.S. 4.434.796 por Ka-rapetian, 3.862.621 para Austin, 4.841.960 para Garner,4.848.328 para Laboureau e outros, 5.449.359 para Groiso,5.053.038 para Sheehan e 4.913.144 para Del Medico.
Grampos ortopédicos são também usados na fixaçãode tecido mole no osso, tais como tendão ou tecido do ombro.Os grampos tipicamente usados para essas finalidades sãodescritos nas Patentes U.S. 5.352.229 para Goble e outros,4.462.395 para Johnson, 4.570.623 para Ellison e outros,4.454.875 para Pratt e outros, D320.081 para Johnson eD340.284 para Johnson.
Além disso, vários parafusos com uma placa de ar-ticulação ou haste foram desenvolvidos para fixação da espi-nha anterior e são descritos nas Patentes U.S. 5.324.290 pa-ra Zdeblick e outros e 4.041.939 para Hall.
Patentes U.S. adicionais revelam grampos de espi-nha, por exemplo, Patentes U.S. 4.047.523 para Hall,4.047.524 para Hall, 5.395.372 para Holt e outros, D378.409para Michelson e D364.462 para Michelson.
Os inventores desenvolveram um novo procedimento esistema de correção espinhal para corrigir a escoliose emcrianças que tira vantagem do crescimento futuro da espinhapara corrigir a escoliose. Esse procedimento conta com a di-minuição do crescimento epifiseal da espinha no lado convexoda curva da escoliose com um novo sistema de correção espi-nhal semi-epifiseal.O novo procedimento usando o novo sistema de cor-reção espinhal exige somente cerca de um quarto do tempo ne-cessário para técnicas de implantação convencionais e podeser executado usando procedimentos endoscópicos minimamenteinvasivos. Além disso, o novo sistema de correção espinhaltem um perfil extremamente pequeno que reduz o risco de com-plicações neurológicas.
Esse novo procedimento usa, em forma de ilustra-ção, um novo sistema de grampos e parafusos para prover acorreção anterior sem fusão (sem enxerto de osso) da escoli-ose em crianças com crescimento significativo restante. 0procedimento pode ser executado inteiramente de maneira en-doscópica em tão pouco quanto uma hora de tempo cirúrgico.Esse procedimento usando o novo grampo espinhal evita a ar-ticulação complexa de haste-parafuso dos sistemas corretivosde escoliose anterior atuais. Ele também mantém o potencialde fazer a correção de um procedimento no paciente externo eminimiza a perda de sangue durante a cirurgia.
Implantes espinhais existentes não tiram vantagem efetivamente do principio da semi-epifisiodese de alteraçãodo crescimento da espinha e admissão da correção gradual a-través do crescimento assimétrico. Os grampos de osso datécnica anterior usados para fixar dois ossos ou pedaços deosso juntos, por exemplo, não são projetados para executar asemi-epifisiodese, e não são projetados ou capazes de resis-tir às forças de movimento espinhal e crescimento sem deslo-camento significativo. Grampos ortopédicos usados para fi-xar o tecido mole no osso não são projetados para atravessardois ossos ou dois pedaços de osso. Assim, tais grampos nãosão aplicáveis no novo procedimento para a correção da esco-liose em crianças.
Os outros grampos mencionados acima não foram pro-jetados para semi-epif isiodese da espinha e são, ao invésdisso, planejados para outras finalidades. Por exemplo, aPatente U.S. 4.041.939 para Hall revela pequenos grampos pa-ra estabilizar uma interface de parafuso-osso e para impedira migração ou fendimento de um parafuso através de um osso.Da mesma maneira, a Patente U.S. 4.047.524 para Hall revelaum grampo espinhal planejado para estabilizar a interface deparafuso-osso de um sistema de parafuso e haste. A PatenteU.S. 4.047.523 para Hall revela um implante de apoio sacrocirúrgico que é metade de uma lâmina de grampo afixada em umcabo para a fixação da extremidade inferior da espinha. APatente U.S. 5.395.372 para Holt e outros é um grampo espi-nhal que mantém um enxerto de osso de escora no lugar e éprojetado para uso depois da vertebrectomia.
Assim, existe uma necessidade por um sistema efe-tivo de correção espinhal que seja pequeno e projetado paraatravessar os centros de crescimento da chapa final verte-bral em qualquer lado de um disco.
Dispositivos tais como parafusos ou grampos para otratamento da deformidade esquelética são conhecidos porpartir, ou rachar, o osso durante o uso normal. Mais parti-cularmente , dispositivos epifiseais para a detenção ou cor-reção da deformidade espinhal podem partir o osso circundan-te devido às altas cargas transportadas pelo mecanismo defixação, tal como uma perna do grampo. Essa rachadura, fre-qüentemente chamada xxfendimento do osso", ocorre sob cargasfisiológicas devido ao crescimento e ao movimento das jun-tas. 0 fendimento do osso pode reduzir as magnitudes de for-ça aplicadas nas placas de crescimento do osso e pode tambémser associado com a deformação ou desalojamento do dispositivo .
Quando um grampo fende através do osso, ele podedesalojar parcialmente tal que a coroa do grampo se move pa-ra longe do osso. Quando a coroa do grampo se move para lon-ge do osso, um momento maior é aplicado ao redor da perna dogrampo, o que pode fazer com que o grampo desvie ou plasti-camente curve e desloque abrindo as pernas. Nos casos extre-mos, o grampo pode desalojar, resultando em outras complica-ções potenciais.
Como tal, existe uma necessidade por um sistema decorreção espinhal efetivo que reduz a probabilidade de fen-dimento do osso pela distribuição da carga sobre uma grandeárea do osso vertebral.
Sumário da Invenção
Um sistema de correção espinhal de acordo com umamodalidade ilustrativa da presente invenção inclui um grampoespinhal tendo um elemento de ponte com um comprimento sufi-ciente para atravessar os centros de crescimento da chapafinal vertebral em qualquer lado de um disco vertebral. Umpar de pernas separadas em formato de cunha se estende parabaixo da extremidade do elemento de ponte e é de tal compri-mento de modo a penetrar por não mais do que aproximadamentemetade da profundidade de uma vértebra. Porções de retençãodo prendedor se estendem horizontalmente para fora das ex-tremidades opostas do elemento de ponte e definem passagensatravés delas adaptadas para receber prendedores tais comoparafusos e semelhantes. As porções de retenção do prendedorsão proporcionadas de modo que quando dois ou mais gramposespinhais da invenção são dispostos em relação contigua deextremidade com extremidade, as porções de retenção do pren-dedor que se estendem das extremidades vizinhas se situamlado a lado.
As pernas do grampo são equipadas com farpas pararesistir à saida ou afrouxamento do grampo depois que elefoi afixado em uma vértebra. Além disso, as porções de re-tenção do prendedor têm farpas ou projeções que se estendemde uma superfície inferior do mesmo para promover a fixaçãodo grampo em uma vértebra. Opcionalmente, o grampo pode serprovido com uma coluna canulada rosqueada que se estende pa-ra cima a partir da superfície superior do elemento de pontepara permitir a fixação de um dispositivo de impacto canula-do removível rosqueado. Além do mais, ferramentas cirúrgicasadicionais podem ser convenientemente afixadas no grampo pormeio da coluna rosqueada. 0 grampo pode também incluir ele-mentos anti-rotação que se estendem para fora das pernas econfigurados para auxiliar na prevenção da deformidade rota-cional.
As pernas do grampo têm uma área do corte trans-versal (definida pela largura e comprimento das pernas) con-figurada para garantir superfície de contato adequada contraa vértebra para comprimir áreas suficientes de crescimentoda chapa final, para prover um padrão apropriado de distri-buição da compressão, para impedir o fendimento e para redu-zir o movimento da junta. Em forma de ilustração, a área docorte transversal das pernas é pelo menos 10 por cento daárea do corte da vértebra respectiva e o comprimento daspernas é até 4 0 por cento da largura transversal da vértebrarespectiva- A relação da largura da perna para o seu compri-mento é, em forma de ilustração, maior do que aproximadamen-te metade para acomodar variações na massa e tamanho do pa-ciente, e a área do corte das vértebras como uma função daidade e nivel vertebral.
A invenção será também descrita e ilustrada emconjunto com a descrição detalhada seguinte e os desenhosanexos.
Breve Descrição dos Desenhos
A descrição detalhada dos desenhos se refere par-ticularmente às figuras acompanhantes nas quais:
A Figura 1 é uma vista em perspectiva de um grampoespinhal de acordo com a invenção,
A Figura 2 é uma vista em elevação frontal dogrampo espinhal da figura 1,
A Figura 3 uma vista em perspectiva do grampo es-pinhal mostrando o lado inferior do grampo,
A Figura 4 é uma vista plana superior do grampo
espinhal,
A Figura 5 é uma vista em elevação da extremidadedo grampo espinhal,A Figura 6 é uma vista em perspectiva de dois dosgrampos espinhais de acordo com a invenção alinhados em re-lação contígua de extremidade com extremidade,
A Figura 7 é uma vista plana superior de três dosgrampos espinhais da invenção instalados em uma espinha emrelação de extremidade com extremidade,
A Figura 8 é uma vista em elevação em corte parci-al de um sistema de correção espinhal de acordo com a inven-ção afixado em duas vértebras de modo a atravessar dois cen-tros de crescimento da chapa final e um disco intermédio,
A Figura 9 é uma vista plana superior de uma moda-lidade alternativa do grampo espinhal de acordo com a inven-ção,
A Figura 10 é uma vista em perspectiva de dois dosgrampos espinhais da modalidade alternativa alinhados em re-lação contigua de extremidade com extremidade,
A Figura 11 é uma vista em perspectiva superior deum grampo espinhal da modalidade ilustrativa adicional,
A Figura 12 é uma vista em perspectiva inferior dogrampo espinhal da figura 11,
A Figura 13 é uma vista em elevação lateral dogrampo espinhal da figura 11,
A Figura 14 é uma vista do corte transversal toma-da ao longo da linha 14-14 da figura 13,
A Figura 15 é uma vista do corte transversal mos-trando o grampo espinhal da figura 11 instalado em uma vér-tebra,
A Figura 16 é uma vista em perspectiva de um gram-po espinhal da modalidade ilustrativa adicional,
A Figura 17 é uma vista em elevação lateral dogrampo espinhal da figura 16 e
A Figura 18 é uma vista de extremidade do grampoespinhal da figura 16.
Descrição Detalhada dos Desenhos
Com referência às figuras 1-6, um grampo espinhal10 construído de acordo com uma modalidade ilustrativa dainvenção é mostrado. O grampo 10 inclui um elemento de ponte12, um par de pernas separadas 14, uma porção de retenção doprendedor esquerda 16, uma porção de retenção do prendedordireita 18 e um elemento de fixação, em forma de ilustraçãouma coluna rosqueada 20. Embora referência seja feita portoda essa descrição a termos que implicam em direções taiscomo esquerda, direita, frontal, posterior, superior e infe-rior, esses termos são usados somente por conveniência nadescrição do grampo 10 e não devem ser lidos como limitandoo grampo 10 a qualquer orientação particular.
O elemento de ponte 12 inclui uma superfície supe-rior ou coroa 22, uma superfície inferior oposta 24, um ladofrontal 26, um lado posterior oposto 28, uma extremidade es-querda 30 e uma extremidade direita oposta 32. A superfíciesuperior 22 é substancialmente planar em uma direção que seestende da extremidade esquerda 30 para a extremidade direi-ta 32 e é convexa em uma direção do lado frontal 26 para olado posterior 2 8, como pode ser observado melhor na figura5 quando o grampo 10 é visto de uma das extremidades. A su-perfície inferior 2 4 é côncava em uma direção da extremidadeesquerda 30 para a extremidade direita 32 e do lado frontal26 para o lado posterior 28, como pode ser melhor observadonas figuras 2 e 3. O elemento de ponte 12 assim define umpar de arcos cooperativos, um primeiro arco se estendendoentre as extremidades esquerda e direita 30 e 32 e um segun-do arco se estendendo entre os lados frontal e posterior 26e 28.
As pernas esquerda e direita 14a e 14b se estendempara baixo da superfície inferior 24 nas extremidades es-querda e direita 30 e 32 e são substancialmente em formatode cunha. Cada perna 14 tem uma superfície externa 34, umasuperfície interna oposta 36 tal que as superfícies internas36 estão viradas uma para a outra, uma superfície frontal 38e uma superfície posterior oposta 40. Cada uma das pernas 14tem uma largura quando medida da superfície frontal 38 paraa superfície posterior 40, que é substancialmente igual àlargura do elemento de ponte 12 quando medida do lado fron-tal 2 6 para o lado posterior 22. Como mostrado nas figuras1-3, a largura de cada perna 14 é várias vezes maior do quea espessura da perna respectiva 14, quando medida da super-fície externa 34 para a superfície interna 36. As pernas 14estreitam ligeiramente da superfície frontal 38 para a su-perfície posterior 40 em direção às suas pontas respectivas42 que são afuniladas nitidamente para definir uma borda delâmina 43. Farpas 44 em forma de ilustração se projetam parafora de cada uma das superfícies externa, interna, frontal eposterior 34, 36, 38 e 40, respectivamente.
Cada farpa 4 4 inclui uma superfície de retenção 4 5virada geralmente para longe da ponta respectiva 42 e viradageralmente em direção ao elemento de ponte 12. Como tal, asfarpas 44 são adaptadas para inibir o movimento de retiradado grampo 10 uma vez que o grampo 10 tenha sido posicionadono seu ambiente de fixação, tal como uma vértebra. A super-fície interna 36 das pernas 14 são preferivelmente desloca-das, ou inclinadas, para longe uma da outra em um ângulo deaproximadamente 10° a 20° quando medido de um plano vertical47 que se estende perpendicularmente através da seção trans-versai do elemento de ponte 12. As superfícies externas 34das pernas 14 se estendem para baixo substancialmente per-pendiculares ao elemento de ponte 12 e substancialmente pa-ralelas ao plano vertical 47.
A porção de retenção do prendedor esquerda 16 seestende para fora da extremidade esquerda do elemento deponte 30. A porção de retenção do prendedor direita 18 seestende para fora da extremidade direita do elemento de pon-te 32. Cada uma das porções de retenção do prendedor 16,18define uma passagem 46 através dela adaptada para recebernela um prendedor 68, tal como um parafuso (figura 8). Asporções de retenção do prendedor 16,18 e as passagens 46 sãoadaptadas para guiar um prendedor 68 em uma direção substan-cialmente paralela às pernas 14. Também, as porções de re-tenção do prendedor 16,18 incluem, cada uma, lados frontal eposterior 49 e 51 e são proporcionadas de modo que quandodois dos grampos 10 estão em relação vizinha de extremidadecom extremidade, como mostrado na figura 6, então as porçõesde retenção do prendedor 16,18 que se estendem das extremi-dades vizinhas ficam em relação contigua lado a lado entresi. Em outras palavras, a porção de retenção do prendedoresquerda 16 em um grampo 10 se situa ao lado da porção deretenção do prendedor direita 18 do outro grampo 10. Além domais, o lado posterior 51 da porção de retenção do prendedoresquerda 16 de um primeiro grampo 10 fica posicionada emproximidade com e virada para o lado frontal 4 9 da porção deretenção do prendedor direita 18 de um segundo grampo 10 ad-jacente.
Como pode ser observado na figura 4, um eixo geo-métrico longitudinal 48 se estende através do centro dogrampo 10 da extremidade esquerda 30 para a extremidade di-reita 32. Em uma modalidade ilustrativa, as porções de re-tenção do prendedor esquerda e direita 16,18 se situam emlados opostos do eixo geométrico longitudinal 4 8.
Em uma modalidade alternativa, mostrada nas figu-ras 9 e 10, as porções de retenção do prendedor 16 e 18 po-dem se estender de extremidades opostas do elemento de ponte12, tal que ambas as porções 16 e 18 se situam no mesmo ladodo eixo geométrico longitudinal 48. Em uma tal modalidadealternativa, os grampos 10 podem ser dispostos em relaçãovizinha de extremidade com extremidade girando os gramposcontíguos de extremidade para extremidade por 180°. A se-guir, a porção de retenção do prendedor esquerda (direita)16(18) de um grampo 10 ficará situada ao lado da porção deretenção do prendedor esquerda (direita) 16(18) do grampocontiguo 10. Além do mais, o lado posterior 51 de uma porçãode retenção do prendedor 16,18 ficará em proximidade com evirada para o lado posterior 51 de uma segunda porção de re-tenção do prendedor 16,18.
Cada uma das porções de retenção do prendedor 16 e18 inclui um recesso, em forma de ilustração, uma porção es-careada 50, adaptada para receber a cabeça de um prendedor68 nela. Além disso, cada porção de retenção do prendedor16,18 também inclui uma superfície inferior 52 tendo umapluralidade de primeiras projeções pontudas 54 que se esten-dem para baixo dai para engate com o osso subjacente. Segun-das projeções pontudas, ou farpas 56, também se estendem pa-ra baixo das porções de retenção do prendedor 16,18.
Como mostrado na figura 2, as farpas pontudas 56têm um comprimento maior do que as projeções pontudas 54 eficam posicionadas em extremidades externas das porções deretenção 16 e 18 para resistir ao movimento rotacional dogrampo 10 ao redor do seu eixo geométrico central.
A coluna rosqueada 20 se estende para cima da su-perfície superior 22 do elemento de ponte 12. A coluna ros-queada 20 coopera com o elemento de ponte 12 para definiruma passagem 58 coaxial com a coluna 20 e se estendendo a-través da coluna 20 para a superfície inferior 24 do elemen-to de ponte 12. A coluna rosqueada 20 permite a fixação deferramentas ou instrumentos adicionais no grampo 10, enquan-to a passagem 58 possibilita a passagem de um arame guia pa-ra movimento ao longo, se desejado. Além do que, a colunarosqueada canulada 20 facilita a fixação de um dispositivode impacto canulado removível rosqueado.
O grampo 10 pode ser feito de titânio, aço inoxi-dável cirúrgico ou qualquer outro material que é suficiente-mente forte para resistir ao crescimento de uma coluna espi-nhal, mantém propriedades suficientes de fadiga mecânica e ésuficientemente não reativo no ambiente de um animal vivo.
Com referência às figuras 7 e 8, os grampos 10 sãoinseridos nas vértebras 60 de um animal tendo uma espinhaimatura ou em crescimento exibindo escoliose ou outra defor-midade espinhal. Os grampos 10 são de um tamanho tal que aspernas 14 ficam separadas o suficiente que os grampos 10 seligarão com as vértebras contíguas 60 longitudinalmente oualinhados ao comprido, tendo centros de crescimento da chapafinal confrontantes 62 com espessuras predeterminadas e umdisco intermédio 64 entre elas. Os grampos 10 são conduzidospara dentro de uma porção intermediária 66, entre os centrosde crescimento da chapa final 62 de vértebras contíguas 60no lado convexo da espinha curvada. As pernas 14 são de umtal comprimento que elas se estendem para dentro das vérte-bras 60 por não mais do que metade do diâmetro transversalde cada vértebra 60 para garantir que pressão seja aplicadaem somente um lado das vértebras 60. Quando posicionadas a-propriadamente, as pernas 14 ficam totalmente embutidas nasvértebras 60 e as projeções 54 e as farpas 56 das porções deretenção do prendedor 16,18 engatam as superfícies verte-brais. Depois que um grampo 10 está no lugar, prendedores 68tal como parafusos incluindo porções rosqueadas, estacasfarpadas ou semelhantes são inseridos através das passagens4 6 nas porções de retenção do prendedor 16,18 e para dentrodas vértebras 60.O sistema de correção espinhal, quando instaladoem uma espinha em crescimento tendo curvatura anormal defi-nindo um lado convexo e um lado côncavo oposto, com a espi-nha incluindo uma pluralidade de vertebras contíguas ao com-prido 60, cada uma tendo um par de centros de crescimento dachapa final 62, ou placas de crescimento longitudinais, comuma porção intermediária 66 no meio, as vertebras 60 tambémtendo um diâmetro transversal particular, largura ou espes-sura em uma direção medida do lado convexo para o lado côn-cavo, é amplamente observada incluindo um primeiro disposi-tivo ou perna de engate no osso 14 que penetra no lado con-vexo de uma porção intermediária 66 de uma primeira vértebra60a até uma profundidade menor do que metade do diâmetro daprimeira vértebra 60a, um segundo dispositivo de engate noosso ou perna 14 penetrando no lado convexo de uma porçãointermediária 66 de uma segunda vértebra 60b até uma profun-didade menor do que metade do diâmetro da segunda vértebra60b e um elemento de ponte 12 conectando rigidamente, em umamaneira de ilustração, o primeiro e o segundo dispositivosde engate no osso 14 (figura 8) . Como pode ser verificado, asuperfície inferior côncava 24 de cada grampo 10 substanci-almente se iguala ou segue o contorno do corpo vertebral de-finido pelas vertebras 60.
O sistema de correção espinhal 10 assim corrige acurvatura anormal da espinha em crescimento impedindo ou re-tardando o crescimento dos centros de crescimento da chapafinal 62 capturados entre o primeiro e o segundo dispositivos de engate no osso 14 no lado convexo da espinha, enquan-to permitindo o crescimento não restrito dos centros decrescimento da chapa final 62 no lado côncavo da espinha. Àmedida que a espinha continua a crescer, o lado côncavo daespinha crescerá mais rápido em relação ao lado convexo,dessa maneira resultando na redução da progressão da curva epossivelmente no achatamento da curvatura e correção da es-pinha .
Embora as pernas 14 sej am primariamente responsá-veis por restringir o crescimento dos centros de crescimentoda chapa final 62 capturados entre elas, será observado queas porções de retenção do prendedor 16,18 e os prendedores68 também contribuem para restringir o crescimento dos cen-tros de crescimento da chapa final 62 capturados entre eles.As pernas 14 podem até mesmo ser omitidas contanto que asporções de retenção do prendedor 16,18 e prendedores coope-rativos 68 sejam adaptados para resistir suficientemente àsforças de distribuição devido ao crescimento longitudinaldos centros de crescimento da chapa final 62.
Um grampo espinhal 10' da modalidade ilustrativaadicional é mostrado nas figuras 11-14. O grampo espinhal10' inclui muitos dos mesmos aspectos do grampo espinhal 10anteriormente descrito. Como tal, na descrição seguinte, nú-meros de referência semelhantes identificam componentes se-melhantes como detalhado com relação à modalidade das figu-ras 1-10.
As superfícies internas 36 das pernas esquerda edireita 14a' e 14b' são configuradas para distribuir a pres-são de compressão nos centros de crescimento da chapa final62 das vertebras 60 em uma maneira diminuindo o crescimentounilateralmente e evitando o fendimento do osso. O grampoespinhal 10' é configurado para induzir um padrão particularde distribuição de compressão. Fatores que afetam o padrãode distribuição da compressão dentro dos centros de cresci-mento da chapa final 62 incluem o comprimento e a larguradas pernas 14', que juntos definem a área do corte transver-sal das pernas 14', junto com outros aspectos estruturais dogrampo 10 e a colocação das pernas 14' dentro das vertebras60. O fendimento do osso tende a aliviar o local da pressãoterapêutica nos centros de crescimento da chapa final 62 dasvertebras 60, dessa maneira permitindo que a doença progrida.
Área do corte transversal suficiente das pernas14' garante superfície de contato adequada contra as verte-bras 60 para comprimir centros de crescimento de chapa finalsuficientes 62, para prover um padrão apropriado de distri-buição de compressão, para impedir o fendimento e para redu-zir o movimento da junta. Como mostrado na modalidade ilus-trativa da figura 15, a área do corte transversal (LA) daspernas 14a' e 14b' é pelo menos 10 por cento da área do cor-te (VA) da primeira vértebra 60a e da segunda vértebra 60b,respectivamente. Em uma modalidade ilustrativa, a área docorte (LA) das pernas 14a' e 14b' fica entre 10 por cento e25 por cento da área do corte vertebral (VA) .
Na modalidade ilustrativa da figura 14, a largura(LW) de cada perna 14', quando medida geralmente da superfí-cie frontal 38 para a superfície posterior 40 é maior do quecerca de 6 milímetros (0,236 polegadas). Em uma modalidadeilustrativa, a largura (LW) fica entre 7 milímetros (0,276polegadas) e 14 milímetros (0,552 polegadas).
Além do que, como detalhado acima, o comprimento(LL) de cada perna 14', quando medido geralmente da interse-ção 70 da superfície interna 36 e superfície inferior 24 pa-ra a borda de ponta 43, em forma de ilustração, não se es-tende sobre metade do diâmetro vertebral ou largura trans-versal (VW) (figura 15) . Em uma modalidade ilustrativa, ocomprimento (LL) de cada perna 14a' e 14b' fica entre 10 porcento e 40 por cento da largura transversal (VW) da primeiravértebra 60a e da segunda vértebra 60b, respectivamente. Co-mo tal, com base nas dimensões vertebrais de crianças comesqueleto imaturo, o comprimento (LL) de cada perna 14a' e14b' é menor do que 24 milímetros (.945 polegadas). Em umamodalidade ilustrativa, o comprimento (LL) fica entre 3 mi-límetros (0, 118 polegadas) e 15 milímetros (0,59 polegadas) .
A relação da largura da perna (LW) para o compri-mento (LL) pode ser ajustada para considerar a exigência ouescala de tamanho do paciente. Em outras palavras, em pesso-as maiores, um comprimento de perna mais longo (LL) pode serjustificado. Da mesma forma, a largura (LW) deve ser maislarga para suportar uma maior carga relacionada com cargasdinâmicas maiores do paciente, forças de músculo, forças demovimento e área do corte vertebral/fiseal. Quanto maior aárea do corte do centro de crescimento da chapa final 62,maiores as forças geradas pelo crescimento. Portanto, a ra-zão de largura da perna (LW) para o comprimento da perna(LL) deve ser considerada quando levando em conta a variaçãoda massa e tamanho do paciente e a área do corte (VA) dasvértebras 60 como uma função da idade e nivel vertebral emparticular. Por exemplo, a espinha torácica superior é muitomenor do que essa da espinha torácica inferior ou lombar, eos corpos vertebrais de uma criança jovem são geralmente me-nores do que esses de um adolescente. A razão de comprimentoda perna do grampo (LL) para a largura da perna do grampo(LW) é também importante para gerar o padrão apropriado deestresse compressivo através do plano coronal do centro decrescimento da chapa final vertebral 62, diminuindo ou pa-rando o crescimento no lado grampeado das vértebras 60 epermitindo o crescimento irrestrito no lado não grampeadodas vértebras 60.
Na modalidade ilustrativa, a razão da largura daperna (LW) para o comprimento (LL) é maior do que cerca demetade. Em outras palavras, a largura (LW) da perna do grampo14' é pelo menos cerca de 50 por cento do seu comprimento (LL) .
Com referência também às figuras 11-13 e 16-18, umelemento anti-rotação 80 fica localizado fora de cada pernade grampo 14' e encosta em uma porção de retenção do prende-dor adjacente 16,18. Mais particularmente, um elemento anti-rotação esquerdo 80a se estende entre a porção de retençãodo prendedor esquerda 16 e a perna esquerda 14a, e um ele-mento anti-rotação direito 80b se estende entre a porção deretenção do prendedor direita 18 e a perna direita 14b. Oselementos anti-rotação 80 ficam posicionados fora das pernasdo grampo 14 para perfurar o osso das vértebras 60 sem in-terromper os centros de crescimento da chapa final 62. Oselementos anti-rotação esquerdo e direito 80a e 80b são con-figurados para reduzir a rotação relativa das porções de re-tenção do prendedor esquerda e direita 16 e 18 ao redor doeixo geométrico longitudinal 48 em relação as primeira e se-gunda vértebras 60a e 60b, respectivamente.
Cada elemento anti-rotação 80 inclui uma borda in-ferior 82 configurada para engatar o osso da vértebra 60 talque ele fica apoiado. Mais particularmente, a borda inferior82 do elemento anti-rotação esquerdo 80a é configurada paraengatar a primeira vértebra 60a, e a borda inferior 82 doelemento anti-rotação direito 80b é configurada para engatara segunda vértebra 60b. Como tal, a borda inferior 82 podeser afiada tal que ela corta para dentro do osso vertebral.A borda inferior 82, em forma de ilustração, se estende pa-ralela ao eixo geométrico longitudinal 48 e para cima daperna 14' para a porção de retenção do prendedor respectiva16,18. Mais particularmente, cada elemento anti-rotação 80se estende de próximo do centro da superfície externa 34 daperna 14' para a porção de retenção do prendedor 16,18. Namodalidade ilustrativa, os elementos anti-rotação 80 compre-endem placas em formato triangular que aparecem como nesgas.Entretanto, deve ser verificado que os elementos anti-rotação 80 poderiam ser formados de placas definindo outrasformas, tais como retângulo ou semicirculos.
O suporte dos elementos anti-rotação 80 dentro doosso aumenta a carga exigida para desalojar o grampo 10' darotação relativa das primeira e segunda vértebras 60a e 60bligadas pelo grampo 10' . Além do mais, os elementos anti-rotação 80 podem aj udar na prevenção da curvatura das pernas14' em relação ao elemento de ponte 12 e a formação da de-formidade rotacional. Os elementos anti-rotação 80 podemtambém ajudar a impedir a rotação relativa entre a primeirae a segunda vértebras 60a e 60b ao redor do eixo geométricolongitudinal da espinha e o eixo geométrico de flexão-extensão. Os elementos anti-rotação 80 também podem reduzira probabilidade de movimento relativo do grampo 10' para asvértebras 60 para melhorar a estabilidade. Mais particular-mente, os elementos anti-rotação 80 podem ajudar a impedir arotação do grampo 10' em relação as primeira e segunda vér-tebras 60a e 60b ao redor do eixo geométrico longitudinal daespinha e o eixo geométrico 7 4 que se estende através da a-bertura 58 do grampo 10'.
Um outro grampo espinhal 100 da modalidade ilus-trativa é mostrado nas figuras 16-18. O grampo espinhal 100inclui muitos dos mesmos aspectos dos grampos espinhais 10,anteriormente descritos. Como tal, na descrição seguin-te, numerais de referência semelhantes identificam componen-tes semelhantes como detalhado com relação às modalidadesdas figuras 1-15.
A única distinção significativa entre o grampo es-pinhal 10' das figuras 11-15 e o grampo espinhal 100 das fi-guras 16-18 é que as pernas 114a e 114b do grampo 100 inclu-em primeira e segunda porções 116 e 118 separadas por um va-zio ou espaço 120. A área reduzida das bordas de ponta 122das porções 116 e 118 pode resultar em inserção mais fácildas pernas 114 no osso das vértebras 60.Se as pernas 114 são separadas em porções indivi-duais 116 e 118, as suas dimensões coletivas devem satisfa-zer, em forma de ilustração, os critérios detalhados acimacom relação às pernas 14' do grampo 10'. Mais particularmen-te, de modo a garantir a superfície de contato adequada con-tra as vértebras 60, a área de corte transversal coletiva(LA) das porções 116 e 118 de cada perna 114 é, em forma deilustração, pelo menos de 10 por cento, e em uma modalidadeilustrativa não mais do que de 25 por cento da área do cortevertebral (VA) da primeira vértebra 60a e da segunda vérte-bra 60b, respectivamente. Além do que, a largura coletiva(LW) de cada perna 114 é maior do que aproximadamente 6 mi-límetros (0,236 polegadas) e, em forma de ilustração, entre7 milímetros (0,276 polegadas) e 14 milímetros (0,552 pole-gadas) . Também, o comprimento (LL) de cada porção 116 e 118das pernas 114 não se estende sobre metade da largura trans-versal vertebral (VW) e é, em forma de ilustração, menor doque 24 milímetros (.945 polegadas). Finalmente, a largura daperna coletiva (LW) de cada perna 114 é, em forma de ilus-tração, pelo menos aproximadamente 50 por cento do compri-mento médio (LL) das porções 116 e 118.
Embora as modalidades detalhadas acima ilustrem umúnico grampo 10, 10', 100 que se estende entre a primeira ea segunda vértebras 60a e 60b, deve ser verificado que múl-tiplos grampos 10, 10', 100 lateralmente espaçados podem serutilizados. Em uma tal situação, as dimensões coletivas daspernas 14, 14', 114 dentro de cada vértebra 60a, 60b devemsatisfazer, em forma de ilustração, os critérios detalhadosacima com relação às pernas 14', 114 do grampo 10', 100.
Embora o sistema de correção espinhal seja plane-jado primariamente para corrigir a curvatura lateral anormalde uma espinha imatura ou em crescimento, ele pode tambémser usado para correção espinhal em humanos tendo espinhasmaduras ou desenvolvidas.
Embora as formas do aparelho aqui descrito consti-tuam modalidades preferidas dessa invenção, é para ser en-tendido que a invenção não é limitada a essas formas preci-sas de aparelho e que mudanças podem ser feitas nela sem seafastar do escopo da invenção que é definido nas reivindica-ções anexas.

Claims (34)

1. Grampo espinhal, CARACTERIZADO pelo fato de quecompreende:um elemento de ponte tendo uma superfície superi-or, uma superfície inferior oposta, um lado frontal, um ladoposterior oposto, uma extremidade esquerda e uma extremidadedireita oposta;uma perna esquerda se estendendo da superfície in-ferior do elemento de ponte próximo à extremidade esquerdapara uma ponta configurada para ser inserida em uma primeiravértebra, a perna esquerda incluindo uma superfície externa,uma superfície interna oposta, uma superfície frontal e umasuperfície posterior oposta;a perna esquerda também incluindo uma largura me-dida da superfície frontal para a superfície posterior e umcomprimento medido da interseção da superfície interna daperna esquerda e da superfície inferior do elemento de pontepara a ponta, a largura da perna esquerda sendo maior do queaproximadamente 6 milímetros e pelo menos metade do compri-mento da perna esquerda,uma perna direita se estendendo da superfície in-ferior do elemento de ponte próximo à extremidade direitapara uma ponta configurada para ser inserida em uma segundavértebra, a perna esquerda incluindo uma superfície externa,uma superfície interna oposta, uma superfície frontal e umasuperfície posterior oposta ea perna direita também incluindo uma largura medi-da da superfície frontal para a superfície posterior e umcomprimento medido da interseção da superficie interna daperna direita e da superficie inferior do elemento de pontepara a ponta, a largura da perna direita sendo maior do gueaproximadamente 6 milímetros e pelo menos metade do compri-mento da perna direita.
2. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação-1, CARACTERIZADO pelo fato de gue a primeira e a segundavértebras incluem, cada uma, larguras transversais predeter-minadas , o comprimento da perna esguerda é menor do gue me-tade da largura transversal da primeira vertebra e o compri-mento da perna direita é menor do gue metade da larguratransversal da segunda vertebra.
3. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação-2, CARACTERIZADO pelo fato de que o comprimento da perna es-querda não é maior do que 40 por cento da largura transver-sal da primeira vertebra e o comprimento da perna direitanão é maior do que 40 por cento da largura transversal dasegunda vertebra.
4. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação- 1, CARACTERIZADO pelo fato de que:a primeira e a segunda vértebras incluem, cada u-ma, áreas de corte transversais,a perna esquerda inclui uma área do corte trans-versal que se estende da superficie frontal para a superfi-cie posterior, . a área do corte ficando entre 10 por cento e-25 por cento da área do corte da primeira vertebra ea perna direita inclui uma área do corte transver-sal que se estende da superficie frontal para a superficieposterior, a área do corte ficando entre 10 por cento e 25por cento da área do corte da segunda vértebra.
5. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que também compreende:uma porção de retenção do prendedor esquerda seestendendo da extremidade esquerda do elemento de ponte,uma porção de retenção do prendedor direita se es-tendendo da extremidade direita do elemento de ponte,um prendedor esquerdo se estendendo dentro da por-ção de retenção do prendedor esquerda e configurado para serinserido na primeira vértebra eum prendedor direito se estendendo dentro da por-ção de retenção do prendedor direita e configurado para serinserido na segunda vértebra.
6. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que também compreende uma pas-sagem se estendendo através do elemento de ponte da superfí-cie superior para a superfície inferior, a passagem configu-rada para receber um arame guia para guiar o movimento doelemento de ponte ao longo do arame guia.
7. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que as superfícies internas daperna esquerda e da perna direita são deslocadas para o ex-terior para longe uma da outra quando medidas de um planoque passa entre a perna esquerda e a perna direita substan-cialmente perpendicular ao elemento de ponte.
8. Sistema de correção espinhal configurado parauso em uma espinha em crescimento tendo curvatura anormaldefinindo um lado convexo, a espinha incluindo uma plurali-dade de primeira e segunda vértebras contíguas longitudi-nais, cada vértebra incluindo centros de crescimento da cha-pa final com uma porção intermediária entre elas, uma largu-ra transversal e uma área do corte transversal, o sistema decorreção espinhal sendo CARACTERIZADO pelo fato de que com-preende :pelo menos um elemento de ponte incluindo uma su-perfície superior, uma superfície inferior oposta, um ladofrontal, um lado posterior oposto, uma extremidade esquerdae uma extremidade direita oposta,pelo menos uma perna esquerda acoplada em pelo me-nos um elemento de ponte e incluindo uma ponta configuradapara ser inserida em uma primeira vértebra, cada pelo menosuma perna esquerda incluindo uma superfície externa, uma su-perfície interna oposta, uma superfície frontal, uma super-fície posterior oposta, uma largura medida da superfíciefrontal para a superfície posterior, um comprimento medidoda interseção da superfície interna da pelo menos uma pernaesquerda e da superfície inferior do elemento de ponte paraa ponta, e uma área do corte transversal se estendendo dasuperfície frontal para a superfície posterior,o comprimento de cada pelo menos uma perna esquer-da não sendo maior do que 40 por cento da largura transver-sal da primeira vértebra,a área do corte transversal coletiva da superfícieinterna da pelo menos uma perna esquerda sendo pelo menos 10por cento da área do corte da primeira vértebra,pelo menos uma perna direita acoplada no elementode ponte e incluindo uma ponta configurada para ser inseridaem uma segunda vértebra, cada pelo menos uma perna direitaincluindo uma superfície externa, uma superfície interna o-posta, uma superfície frontal, uma superfície posterior o-posta, uma largura medida da superfície frontal para a su-perfície posterior, um comprimento medido da interseção dasuperfície interna da pelo menos uma perna direita e do ele-mento de ponte da superfície inferior para a ponta e uma á-rea do corte transversal que se estende da superfície fron-tal para a superfície posterior,o comprimento de cada pelo menos uma perna direitanão sendo maior do que 40 por cento da largura transversalda primeira vértebra ea área do corte transversal coletiva da superfícieinterna da pelo menos uma perna direita sendo pelo menos 10por cento da área do corte da segunda vértebra.
9. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menosuma perna esquerda inclui uma perna esquerda única e a pelomenos uma perna direita inclui uma perna direita única.
10. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a pelo menosuma perna esquerda inclui primeira e segunda pernas esquer-das e a pelo menos uma perna direita inclui primeira e se-gunda pernas direitas.
11. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que:a largura coletiva da pelo menos uma perna esquer-da é pelo menos metade do comprimento médio da pelo menosuma perna esquerda ea largura coletiva da pelo menos uma perna direita é pelo menos metade do comprimento médio da pelo menos umaperna direita.
12. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que também com-preende : uma porção de retenção do prendedor esquerda quese estende de cada pelo menos uma extremidade esquerda doelemento de ponte,uma porção de retenção do prendedor direita que seestende de cada pelo menos uma extremidade direita do ele-mento de ponte,um prendedor esquerdo que se estende dentro de ca-da porção de retenção do prendedor esquerda e configuradopara ser inserido na primeira vértebra eum prendedor direito que se estende dentro de cadaporção de retenção do prendedor direita e configurado paraser inserido na segunda vértebra.
13. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que as superfí-cies internas da pelo menos uma perna esquerda e da pelo me-nos uma perna direita são deslocadas para o exterior quandomedidas de um plano que passa entre a perna esquerda e aperna direita substancialmente perpendicular ao pelo menosum elemento de ponte.
14. Sistema de correção espinhal configurado parauso em uma espinha em crescimento tendo curvatura anormaldefinindo um lado convexo, a espinha incluindo uma plurali-dade de vértebras contíguas longitudinais, cada vértebra in-cluindo centros de crescimento da chapa final com uma porçãointermediária entre elas, uma largura transversal e uma áreado corte transversal, o sistema de correção espinhal sendoCARACTERIZADO pelo fato de que compreende:pelo menos um elemento de ponte incluindo uma su-perfície superior, uma superfície inferior oposta, um ladofrontal, um lado posterior oposto, uma extremidade esquerdae uma extremidade direita oposta,pelo menos uma perna esquerda incluindo uma pontaconfigurada para ser inserida em uma primeira vértebra, cadapelo menos uma perna esquerda incluindo uma superfície ex-terna, uma superfície interna oposta, uma superfície frontale uma superfície posterior oposta,cada pelo menos uma perna esquerda também incluin-do uma largura medida da superfície frontal para a superfí-cie posterior e um comprimento medido da interseção da su-perfície interna da pelo menos uma perna esquerda e da su-perfície inferior do elemento de ponte para a ponta,a largura coletiva da pelo menos uma perna esquer-da sendo maior do que metade do comprimento médio da pelomenos uma perna esquerda,pelo menos uma perna direita incluindo uma pontaconfigurada para ser inserida em uma segunda vértebra, cadapelo menos uma perna direita incluindo uma superfície exter-na, uma superfície interna oposta, uma superfície frontal euma superfície posterior oposta,cada pelo menos uma perna direita também incluindouma largura medida da superfície frontal para a superfícieposterior e um comprimento medido da interseção da superfí-cie interna da pelo menos uma perna direita e da superfícieinferior do elemento de ponte para a ponta,a largura coletiva da pelo menos uma perna direitasendo maior do que metade do comprimento médio da pelo menosuma perna direita,cada pelo menos uma perna esquerda incluindo umaárea do corte transversal que se estende da superfície fron-tal para a superfície posterior, a área do corte coletiva dapelo menos uma perna esquerda sendo substancialmente entre 10 por cento e 25 por cento da área do corte da primeiravértebra ecada pelo menos uma perna direita incluindo umaárea do corte transversal que se estende da superfície fron-tal para a superfície posterior, a área do corte coletiva dapelo menos uma perna direita sendo substancialmente entre 10por cento e 25 por cento da área do corte da segunda vértebra .
15. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que a pelo me-nos uma perna esquerda inclui uma perna esquerda única e apelo menos uma perna direita inclui uma perna direita única.
16. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que a pelo me-nos uma perna esquerda inclui primeira e segunda pernas es-querdas e a pelo menos uma perna direita inclui primeira esegunda pernas direitas.
17. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que:a largura coletiva da pelo menos uma perna esquer-da é maior do que aproximadamente 6 milímetros ea largura coletiva da pelo menos uma perna direitaé maior do que aproximadamente 6 milímetros.
18. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que o compri-mento de cada pelo menos uma perna esquerda não é maior doque 4 0 por cento da largura transversal da primeira vertebrae o comprimento da perna direita não é maior do que 40 porcento da largura transversal da segunda vertebra.
19. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que as superfí-cies internas de cada pelo menos uma perna esquerda e pelomenos uma perna direita são deslocadas para o exterior quan-do medidas de um plano que passa entre a pelo menos uma per-na esquerda e a pelo menos uma perna direita substancialmen-te perpendicular ao elemento de ponte.
20. Sistema de correção espinhal configurado parauso em uma espinha em crescimento tendo curvatura anormaldefinindo um lado convexo, a espinha incluindo uma plurali-dade de vértebras contíguas longitudinais, cada vertebra in-cluindo centros de crescimento da chapa final com uma porçãointermediária entre elas, uma largura transversal e uma áreado corte transversal, o sistema de correção espinhal sendoCARACTERIZADO pelo fato de que compreende:pelo menos um elemento de ponte incluindo uma su-perfície superior, uma superfície inferior oposta, um ladofrontal, um lado posterior oposto, uma extremidade esquerdae uma extremidade direita oposta,pelo menos uma perna esquerda que se estende dasuperfície inferior de cada pelo menos um elemento de pontepróximo à extremidade esquerda para uma ponta configuradapara ser inserida em uma primeira vértebra, cada pelo menosuma perna esquerda incluindo uma superfície externa, uma su-perfície interna oposta, uma superfície frontal e uma super-fície posterior oposta, cada pelo menos uma perna esquerdatambém incluindo uma largura medida da superfície frontalpara a superfície posterior e um comprimento medido da in-terseção da superfície interna da pelo menos uma perna es-querda e da superfície inferior do pelo menos um elemento deponte para a ponta,a largura coletiva da pelo menos uma perna esquer-da sendo maior do que aproximadamente 6 milímetros e o com-primento de cada pelo menos uma perna esquerda sendo menordo que aproximadamente 24 milímetros,uma perna direita se estendendo da superfície in-ferior de cada pelo menos um elemento de ponte próximo à ex-tremidade direita para uma ponta configurada para ser inse-rida em uma segunda vértebra, cada pelo menos uma perna di-reita incluindo uma superfície externa, uma superfície in-terna oposta, uma superfície frontal e uma superfície poste-rior oposta, cada pelo menos uma perna direita também inclu-indo uma largura medida da superfície frontal para a super-fície posterior e um comprimento medido a partir da interse-ção da superfície interna da pelo menos uma perna direita eda superfície inferior do pelo menos um elemento de pontepara a ponta ea largura coletiva da pelo menos uma perna direitasendo maior do que aproximadamente 6 milímetros e o compri-mento de cada pelo menos uma perna direita sendo menor doque aproximadamente 24 milímetros.
21. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que:a largura coletiva da pelo menos uma perna esquer-da fica entre 7 milímetros e 14 milímetros e o comprimentode cada pelo menos uma perna esquerda fica entre 3 milíme-tros e 15 milímetros ea largura coletiva da pelo menos uma perna direitafica entre 7 milímetros e 14 milímetros e o comprimento decada pelo menos uma perna direita fica entre aproximadamente 3 milímetros e 15 milímetros.
22. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que:a largura coletiva da pelo menos uma perna esquer-da é pelo menos metade do comprimento médio da pelo menosuma perna esquerda ea largura coletiva da pelo menos uma perna direitaé pelo menos metade do comprimento médio da pelo menos umaperna direita.
23. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que o compri-mento de cada pelo menos uma perna esquerda não é maior doque 40 por cento da largura transversal da primeira vértebrae o comprimento de cada pelo menos uma perna direita não émaior do que 40 por cento da largura transversal da segundavértebra.
24. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que:cada da pelo menos uma perna esquerda inclui umaárea do corte transversal que se estende da superfície fron-tal para a superfície posterior, a área do corte coletiva dapelo menos uma perna esquerda sendo entre 10 por cento e 25por cento da área do corte da primeira vértebra ecada da pelo menos uma perna direita inclui umaárea do corte transversal que se estende da superfície fron-tal para a superfície posterior, a área do corte coletiva dapelo menos uma perna direita sendo entre 10 por cento e 25por cento da área do corte da segunda vértebra.
25. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que também com-preende :uma porção de retenção do prendedor esquerda quese estende da extremidade esquerda de cada do pelo menos umelemento de ponte,uma porção de retenção de prendedor direita que seestende da extremidade direita de cada do pelo menos um ele-mento de ponte,um prendedor esquerdo que se estende dentro daporção de retenção do prendedor esquerda e configurado paraser inserido na primeira vértebra eum prendedor direito que se estende dentro da por-ção de retenção do prendedor direita e configurado para serinserido na segunda vértebra.
26. Sistema de correção espinhal, de acordo com areivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que as superfí-cies internas de cada da pelo menos uma perna esquerda eperna direita são deslocadas para o exterior quando medidasde um plano que passa entre a pelo menos uma perna esquerdae perna direita substancialmente perpendicular a pelo menosum elemento de ponte.
27. Grampo espinhal, CARACTERIZADO pelo fato deque compreende:um elemento de ponte que se estende ao longo de umeixo geométrico longitudinal e tendo uma superfície superi-or, uma superfície inferior oposta, um lado frontal, um ladoposterior oposto, uma extremidade esquerda e uma extremidadedireita oposta,uma porção de retenção do prendedor esquerda quese estende da extremidade esquerda do elemento de ponte,um prendedor esquerdo que se estende dentro daporção de retenção do prendedor esquerda e configurado paraser inserido em uma primeira vértebra,uma porção de retenção do prendedor direita que seestende da extremidade direita do elemento de ponte,um prendedor direito que se estende dentro da por-ção de retenção do prendedor direita e configurado para serinserido em uma segunda vértebra,uma perna esquerda que se estende da superfícieinferior do elemento de ponte próximo à extremidade esquerdae incluindo uma ponta configurada para ser inserida na pri-meira vértebra, a perna esquerda também incluindo uma super-fície externa, uma superfície interna oposta, uma superfíciefrontal e uma superfície posterior oposta,uma perna direita que se estende da superfície in-ferior do elemento de ponte próximo à extremidade direita eincluindo uma ponta configurada para ser inserida na segundavértebra, a perna direita também incluindo uma superfícieexterna, uma superfície interna oposta, uma superfície fron-tal e uma superfície posterior oposta,um elemento anti-rotação esquerdo que se estendeentre a porção de retenção do prendedor esquerda e a pernaesquerda, o elemento anti-rotação esquerdo configurado parareduzir a rotação relativa da porção de retenção do prende-dor esquerda ao redor do eixo geométrico longitudinal em re-lação à primeira vértebra eum elemento anti-rotação direito que se estendeentre a porção de retenção do prendedor direita e a pernadireita, o elemento anti-rotação direito configurado parareduzir a rotação relativa da porção de retenção do prende-dor direita ao redor do eixo geométrico longitudinal em re-lação à segunda vértebra.
28. - Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação 27, CARACTERIZADO pelo fato de que o elemento anti-rotaçãoesquerdo inclui uma borda inferior configurada para engatara primeira vértebra e o elemento anti-rotação direito incluiuma borda inferior configurada para engatar a segunda vérte-bra .
29. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação-28, CARACTERIZADO pelo fato de que a borda inferior do ele-mento anti-rotação esquerdo se estende para cima da pernaesquerda para a porção de retenção do prendedor esquerda e aborda inferior do elemento anti-rotação direito se estende para cima da perna direita para a porção de retenção doprendedor direita.
30. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação-27, CARACTERIZADO pelo fato de que o elemento anti-rotaçãoesquerdo e o elemento anti-rotação direito se estendem para-lelos ao eixo geométrico longitudinal.
31. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação-27, CARACTERIZADO pelo fato de que o elemento anti-rotaçãoesquerdo se estende para o exterior de próximo de um centroda superfície externa da perna esquerda e o elemento anti-rotação direito se estende para o exterior de próximo de umcentro da superfície externa da perna direita.
32. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação-27, CARACTERIZADO pelo fato de que os elementos anti-rotaçãoaumentam a carga exigida para desalojar o grampo da rotaçãorelativa da primeira e segunda vertebras ligadas pelo grampo.
33. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação-27, CARACTERIZADO pelo fato de que:a perna esquerda inclui uma largura medida da su-perficie frontal para a superfície posterior e um comprimen-to medido da interseção da superfície interna da perna es-querda e da superfície inferior do elemento de ponte para aponta, a largura da perna esquerda sendo pelo menos metadedo comprimento da perna esquerda ea perna direita inclui uma largura medida da su-perfície frontal para a superfície posterior e um comprimen-to medido da interseção da superfície interna da perna di-reita e da superfície inferior do elemento de ponte para aponta, a largura da perna direita sendo pelo menos metade docomprimento da perna direita.
34. Grampo espinhal, de acordo com a reivindicação 33, CARACTERIZADO pelo fato de que a largura da perna es-querda é maior do que 6 milímetros e a largura da perna di-reita é maior do que 6 milímetros.
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