BRPI0610255A2 - áncora óssea para anexar um elemento de fixação a um osso e a uma vértebra, combinação de áncora óssea e elemento de fixação para reter vértebras adjacentes umas as outras, e, método de montagem de uma áncora óssea - Google Patents

áncora óssea para anexar um elemento de fixação a um osso e a uma vértebra, combinação de áncora óssea e elemento de fixação para reter vértebras adjacentes umas as outras, e, método de montagem de uma áncora óssea Download PDF

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Abstract

áNCORA óSSEA PARA ANEXAR UM ELEMENTO DE FIXAçãO A UM OSSO E A UMA VéRTEBRA, COMBINAçãO DE ANCORA óSSEA E ELEMENTO DE FIXAçãO PARA RETER VéRTEBRAS ADJACENTES UMAS AS OUTRAS, E, METODO DE MONTAGEM DE UMA áNCORA óSSEA. é descrita uma âncora óssea para anexar uma haste a um osso que tem um membro de âncora para anexação ao osso e uma cabeça da âncora que tem uma abertura em forma de U para receber a haste. A âncora óssea também inclui uma tampa de travamento que tem um corpo principal e um parafuso de ajuste. Vantajosamente, em uma modalidade, a tampa de travamento preferivelmente é projetada de maneira tal que uma única ferramenta possa ser usada para travar a tampa de travamento no lugar no corpo da âncora, preferivelmente, com uma volta de 90°, e preferivelmente em seguida acionando o parafuso de ajuste para prender a haste. A tampa de travamento também preferivelmente encaixa de forma não rosqueada o corpo da âncora. O corpo da âncora preferivelmente tem uma superficie inclinada na sua superficie superior que deflete elasticamente abas de extensão no corpo principal para prender a tampa de travamento no corpo da âncora. E também descrito um método de implante e montagem da âncora óssea.

Description

"ÂNCORA ÓSSEA PARA ANEXAR UM ELEMENTO DE FIXAÇÃO AUM OSSO E A UMA VÉRTEBRA, COMBINAÇÃO DE ÂNCORA ÓSSEAE ELEMENTO DE FIXAÇÃO PARA RETER VÉRTEBRASADJACENTES UMAS AS OUTRAS, E, MÉTODO DE MONTAGEM DEUMA ÂNCORA ÓSSEA"
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Esta invenção diz respeito a dispositivos de fixação óssea emétodos relacionados de fixação. Mais especificamente, esta invenção dizrespeito a âncoras ósseas, tais como parafusos e ganchos para fixaçãoespinhal, incluindo âncoras ósseas poliaxiais, e métodos relacionados defixação espinhal.
CAMPO TÉCNICO DA INVENÇÃO
Muitos métodos de tratar desordens espinhais são conhecidosna tecnologia. Um método conhecido envolve ancorar um parafuso ou umgancho nas vértebras, e fixar os parafusos ou ganchos ao longo de uma hasteespinhal para posicionar ou imobilizar as vértebras umas em relação às outras.
Os parafusos ou ganchos normalmente têm cabeças com canais em forma deU nos quais a haste espinhal é inserida e subseqüentemente presa por umparafuso de ajuste ou outro prendedor ou tampa de travamento. Este métodopode normalmente envolver múltiplos parafusos ou ganchos, bem comomúltiplas hastes espinhais. Com este método, a(s) haste(s) espinhal(s) pode(s)ser modelada de forma a manter as vértebras em uma orientação tal a corrigira desordem espinhal próxima (por exemplo, endireitar uma espinha que temcurvatura anormal). Adicionalmente, ou alternativamente, os parafusos ouganchos podem ser espaçados ao longo da(s) haste(s) para comprimir oudistender vértebras adjacentes.
Cirurgiões têm freqüentemente encontrado consideráveldificuldade com este método em virtude de alinhamento complicado da(s)haste(s) espinhal(s) com os canais em forma de u nas cabeças dos parafusosou ganchos, por exemplo, as cabeças dos parafusos ou ganchos ficamgeralmente fora de alinhamento um com o outro por causa da curvatura daespinha ou pelo tamanho e forma de cada vértebra. Para facilitar a inserçãodas haste espinhais nos canais em forma de U, e para prover flexibilidadeadicional no posicionamento das hastes espinhais e dos parafusos e ganchos,têm sido desenvolvidos parafusos e ganchos em que a cabeça (que inclui ocanal em forma de U) inicialmente pivota em relação ao membro de âncora(por exemplo, espiga ou gancho do parafuso). Um exemplo de um parafusocomo esse está revelado na patente dos Estados Unidos 5.586.984 de Errico etai. que está aqui incorporada pela referência.
O processo de posicionamento e ajuste de âncoras ósseasconhecidas pode ser tedioso e relativamente demorado, tipicamente exigindomais de uma ferramenta cirúrgica para prender a haste espinhal e o membrode âncora em posições desejadas. Mesmo com um alto grau de habilidade ecuidado, o processo de posicionamento de um parafuso de ajuste conhecidoou outro prendedor na âncora óssea e em seguida manipulação do parafuso ouprendedor para prender ou re-prender a haste espinhal e o membro de âncorano lugar pode levar mais tempo do que o desejado durante um procedimentocirúrgico, ou mesmo fazer com que a haste, membro de âncora ou ambosmovam-se para fora de posição antes de a fixação ser completada.
Portanto, existe ainda uma necessidade de âncoras ósseasincluindo âncoras ósseas poliaxiais que forneça um mecanismo para prender ahaste espinhal e o membro de âncora nas suas posições desejadas.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A invenção está voltada para uma âncora óssea incluindo umaâncora óssea poliaxial ou monoaxial para anexar uma haste, tal como umahaste espinhal ou outro dispositivo, em um osso, tal como uma vértebra. Aâncora óssea pode incluir um membro de âncora (tal como um parafuso,gancho, ou estrutura similar) para anexação ao osso e uma cabeça de âncorada âncora óssea. A cabeça de âncora pode ser integral com o membro deâncora ou pode ser uma peça ou componente separado que acopla com omembro de âncora, e pode girar poliaxialmente em torno dele. A cabeça daâncora preferivelmente tem aberturas em forma de U para receber a haste. Acabeça da âncora pode ter um recesso para receber a cabeça do membro deâncora de maneira tal que o membro de âncora possa inicialmente angular ourotacionar poliaxialmente em relação à cabeça da âncora. A âncora ósseapoliaxial pode também incluir uma tampa de travamento capaz de prender ahaste e o membro de âncora nas posições desejadas.
A tampa de travamento vantajosamente simplifica epreferivelmente reduz o processo de fixação. A tampa de travamentopreferivelmente inclui um corpo principal, um parafuso de ajuste e uma sela.
O parafuso de ajuste é preferivelmente pré-carregado no corpo principal paraque, mediante aplicação de um torque, preferivelmente abaixo de um valorpredeterminado, por exemplo, cerca de 4,5 Newton-metro, o corpo principalgire com o parafuso de ajuste. Preferivelmente, a sela fica em contato ou éacoplada nò parafuso de ajuste. Tipicamente, depois que o membro de âncoraé implantado em um osso e uma haste é inserida na âncora óssea, a tampa detravamento é posicionada por cima da cabeça da âncora, onde recursos docorpo principal encaixam recursos da cabeça para permitir que a tampa detravamento preferivelmente trave no lugar na cabeça da âncora,preferivelmente, com uma volta de 90° ou menos.
O instrumento preferivelmente encaixa o parafuso de ajuste e aaplicação de um movimento rotativo em uma direção para travar a tampa nocorpo (cabeça da âncora) também gira o corpo principal de maneira que ocorpo principal fique acoplado na âncora óssea. Uma vez que a haste e omembro de âncora estejam alinhados da maneira desejada, o parafuso deajuste pode então ser torcido na cabeça da âncora, o que faz com que a selaencaixe e em seguida prenda a haste no lugar. Em decorrência disto, a fixaçãoda haste pode fazer com que o membro de âncora em uma âncora ósseapoliaxial seja preso no lugar. Alternativamente, o membro de âncora pode sertravado na cabeça da âncora em uma âncora óssea poliaxialindependentemente da haste ser presa na âncora óssea. Vantajosamente,recursos do corpo principal e parafuso de ajuste permitem que a mesmaferramenta seja usada em uma única ação para posicionar e travar o corpoprincipal na cabeça da âncora e em seguida girar o parafuso de ajuste.
Uma âncora óssea para anexar um elemento de fixação em umosso de acordo com uma modalidade inclui um membro de âncora (porexemplo, um parafuso ósseo) para anexar no dito osso; um corpo que temuma parte superior e uma parte inferior, o corpo acoplado no dito membro deâncora próximo à dita parte inferior, o corpo formando um interior oco etendo um canal com forma geral de U na dita parte superior para receber odito elemento de fixação; e uma tampa de travamento montada de formaremovível e não rosqueada na dita parte superior da dita cabeça da âncora, adita tampa de travamento pode ter um corpo principal (algumas vezes referidocomo um anel de retenção) e um parafuso de ajuste anexado de formarosqueada no dito corpo principal para encaixar e prender o elemento defixação no corpo. O corpo principal da tampa de travamento pode ter uma oumais abas resilientemente defletíveis e o corpo pode ter uma superfícieinclinada na sua superfície superior, em que a aba deflete sobre a superfícieinclinada no corpo mediante rotação do corpo principal em relação ao corpo.
O corpo principal e o parafuso de ajuste podem ser pré-carregados de maneira tal que a rotação do parafuso de ajuste faça com que ocorpo principal gire. O parafuso de ajuste pode ser pré-carregado com o corpoprincipal de maneira tal que uma força de cerca de 2 a cerca de 6 Newton-metro seja necessária para permitir que o parafuso de ajuste gire em relaçãoao corpo principal. O corpo principal e o parafuso de ajuste podem seracionados por um único instrumento que encaixa somente o dito parafuso deajuste até que o dito corpo principal seja travado no lugar no dito alojamento.
O corpo pode incluir adicionalmente uma superfície limitadora na suasuperfície superior para resistir à remoção do corpo principal do corpo. Asuperfície superior do corpo pode ter adicionalmente uma superfície deretenção, e a superfície limitadora da superfície de retenção pode formar umrecesso para reter a aba do corpo principal. O corpo principal pode rotacionarcerca de 90 0 ou menos em relação ao corpo para prender o corpo principal nocorpo. O corpo principal da tampa de travamento pode incluir uma ou maisprojeções em forma de rabo de andorinha e em que o alojamento compreendepelo menos um entalhe em forma de rabo de andorinha na parte superior.
Quando o corpo principal é anexado no corpo, a projeção de rabo deandorinha é recebida no entalhe de rabo de andorinha para impedir expansão,mas a conexão tipo rabo de andorinha em algumas modalidades pode nãofornecer uma força no corpo durante a rotação do corpo principal. A tampa detravamento pode incluir adicionalmente uma sela acoplada no parafuso deajuste e independentemente rotacionável em relação ao retorno do parafuso deajuste.
A âncora óssea pode opcionalmente incluir um mandrilcompressível que tem uma superfície inferior que apóia um flange inferior naregião inferior do corpo. O mandril pode ter um ressalto estendido que apóia-se no flange inferior do corpo. A âncora óssea pode adicionalmente incluiropcionalmente uma camisa com um recesso interno que recebe o mandril etem uma superfície interna cônica para fornecer uma força de compressão nasuperfície cônica externa do mandril mediante movimento da camisa emdireção à parte inferior do corpo para travar o membro de âncora. A camisapreferivelmente tem um canal para receber o elemento de fixação e o canaltem pelo menos uma parte que tem uma abertura menor que o elemento defixação para que o elemento de fixação seja encaixado por pressão na camisa.
O canal da camisa tem uma abertura e a camisa tem adicionalmente umasuperfície superior que tem uma superfície inclinada que interage com asuperfície inferior da tampa de travamento para alargar a abertura da camisa.O corpo pode ter um entalhe de montagem e o mandril pode ter um ressaltoestendido onde o entalhe de montagem é configurado para permitir que umaabertura inferior do mandril expanda-se para receber a cabeça do membro deâncora pelo recebimento do ressalto estendido.
Uma âncora óssea para anexar um elemento de fixação emvértebras de acordo com uma outra modalidade compreende um membro deâncora para anexação nas ditas vértebras; o corpo tendo uma parte superior euma parte inferior, o corpo formando um elemento de forma geral tubular quetem uma cavidade interior, uma abertura superior na parte superior quecomunica com a cavidade interior e uma abertura inferior na parte inferior quecomunica com a cavidade interior, a parte superior tendo uma parede deextremidade, pelo menos um entalhe e um canal para receber o elemento defixação, e a parede de extremidade tem uma ou mais cavidades formadas poruma superfície inclinada e uma parede reta, a superfície inclinada sendoinclinada em relação à parede de extremidade e a parede reta sendosubstancialmente perpendicular em relação à parede de extremidade; e umatampa de travamento montada de forma removível na parte superior do corpo,a tampa de travamento compreendendo um anel de aperto e um parafuso deajuste anexado de forma rosqueada no anel de trava, o anel de travacompreendendo uma ou mais abas defletíveis e uma ou mais projeções, a abadefletível configurada e adaptada para interagir com uma pequena cavidadepara defletir à medida que o anel de aperto é rotacionado em relação ao corpoe a projeção configurada e adaptada para ser recebida no seu respectivoentalhe mediante rotação do anel de aperto.
A parede de extremidade podeincluir adicionalmente uma superfície de apoio, a superfície de apoio e aparede reta formando um recesso para defletir a aba mediante rotação do anelde aperto aproximadamente 90 A projeção é em forma de rabo de andorinhae o entalhe é em forma de rabo de andorinha, e em que as respectivas formasde rabo de andorinha são adaptadas e configuradas de maneira a não proverforças de encaixe à medida que a projeção de rabo de andorinha é recebida noentalhe de rabo de andorinha, mas a interação da projeção e do entalhe podeimpedir que a parte superior expanda-se além de uma distânciapredeterminada.
A âncora óssea pode compreender uma camisa que tem umcanal em forma de U adaptado e configurado para receber o elemento defixação, abas de retenção e uma parte inferior que tem uma superfície cônicainternamente; e um mandril compressível que tem uma superfícieexternamente cônica, um interior oco para receber uma parte do membro deâncora, uma abertura inferior, uma pluralidade de prolongamentos flexíveis eum ressalto que estende-se além da superfície externa, a abertura inferior domandril configurada e adaptada no seu estado natural para ser menor que aparte do membro de âncora recebido no interior do mandril e tendo um estadoexpandido que permite que pelo menos uma parte do membro de âncoramova-se através dele; em que o corpo compreende um flange próximo àabertura inferior, um entalhe de montagem na parte inferior, e fendas deretenção da camisa, o corpo contendo o mandril próximo ao flange e asuperfície internamente cônica da camisa fazendo contato com a superfícieexterna do mandril; por meio do que o movimento de translação dacamisa dentro do corpo comprime os prolongamentos resilientes do mandrilpara dentro para fixar o membro de âncora em relação à cabeça sem o mandrilsofrer movimento de translação. O membro de âncora pode ser adaptado econfigurado para ser inserido no corpo pela abertura inferior, e o mandrilpode ser adaptado e configurado para ser inserido no corpo pela aberturasuperior do corpo, mas não pela abertura inferior, e em que o membro deâncora pode ser inserido no mandril somente quando o ressalto do mandril forrecebido no entalhe de montagem. As abas de retenção da camisa podem serposicionadas em fendas formadas no corpo. As fendas e as abas de retençãopodem ser configuradas e adaptadas para alinhar o canal do elemento defixação da camisa com o canal do elemento de fixação do corpo.
Um método de fabricação de uma âncora óssea para umdispositivo de fixação espinhal que recebe um elemento de fixação podeincluir as etapas de prover um membro de âncora que tem uma parte deencaixe do osso e uma cabeça; prover um corpo que tem uma aberturasuperior, uma abertura inferior, uma cavidade interior que comunica com asaberturas superior e inferior, um canal para receber o elemento de fixação eum entalhe de montagem, a abertura inferior sendo menor que a aberturasuperior; prover um mandril que tem uma abertura inferior que comunicacom uma cavidade interior, e um ressalto próximo à abertura inferior, acavidade do mandril interior sendo configurada para receber pelo menos umaparte da cabeça do membro de âncora e a abertura inferior sendo menor quepelo menos uma parte da cabeça do membro de âncora; inserir a cabeça domembro de âncora na abertura inferior do corpo; alinhar o ressalto do mandrilcom o entalhe de montagem do corpo; inserir a cabeça do membro de âncorana abertura inferior do mandril enquanto o mandril está localizado nacavidade interior do corpo e o ressalto está alinhado com o entalhe demontagem para que o mandril expanda-se e o ressalto seja recebido no entalhede montagem; formar um conjunto de mandril e membro de âncora,permitindo que o mandril retraia para que o ressalto mova-se para fora doentalhe de montagem e a cabeça do membro de âncora fique retida pelomandril; reposicionar o conjunto de mandril e membro de âncora para que oressalto não fique alinhado com o entalhe de montagem. O método demontagem pode compreender adicionalmente prover uma camisa que temuma superfície internamente cônica, abas de retenção e um canal para recebero elemento de fixação; inserir a camisa na cavidade interior do corpo pelaabertura superior; e posicionar a camisa para que pelo menos uma parte dasuperfície internamente cônica sobreponha pelo menos uma parte dasuperfície exterior do mandril e para que as abas de retenção encaixem porpressão nas fendas formadas no corpo depois que o conjunto do membro deâncora e mandril for formado no corpo.
O método de fixação das vértebras na espinha usando umaprimeira âncora óssea que tem um primeiro membro de âncora e uma primeiracabeça de ancoragem que tem uma primeira abertura ou canal de recebimentoda haste, e uma segunda âncora óssea poliaxial que tem um segundo membrode âncora e uma segunda cabeça da âncora que tem uma segunda abertura oucanal de recebimento da haste é também descrito. O método pode incluirinserir o primeiro membro de âncora em uma primeira vértebra e inserir osegundo membro de âncora em uma segunda vértebra.
O primeiro membro deâncora pode ser inserido em uma massa lateral de uma primeira vértebra, e osegundo membro de âncora pode ser inserido em uma massa lateral de umasegunda vértebra. Como um exemplo, pelo menos uma da primeira e dasegunda vértebras preferivelmente pode ser selecionada do grupo de vértebrascompreendendo as regiões lombar ou torácica da espinha, embora outras áreasda espinha sejam contempladas.
Depois que a âncora óssea é inserida no osso, uma haste podeser inserida no canal de recebimento da haste por cima da âncora óssea. Atampa de travamento pode então ser colocada por cima da âncora óssea erotacionada 90 0 ou menos para encaixar a tampa de travamento com a âncoraóssea e, em particular, um corpo principal da tampa de travamentoencaixando a cabeça da âncora da âncora óssea. Com a tampa de travamentonesta posição, a haste é posicionada no canal de recebimento da haste daâncora óssea e pode sofrer movimento de translação e/ou rotação no canal derecebimento da haste. Usando a mesma ferramenta que foi usada para torcer ocorpo principal para encaixar o corpo principal na cabeça da âncora, oparafuso de ajuste pode então ser rotacionado mediante aplicação de umtorque predeterminado no parafuso de ajuste para que o parafuso de ajustepossa rotacionar independentemente do corpo principal. A continuidade darotação do parafuso de ajuste prende a haste na posição, e podeadicionalmente prender a posição da cabeça da âncora ou corpo no membrode âncora, que pode ser, por exemplo, um parafuso ou gancho.Alternativamente, com a tampa de travamento encaixada e cobrindo aabertura do corpo da âncora, a posição da cabeça da âncora no membro deâncora pode ser presa e fixa, embora a haste espinhal possa sofrer movimentode rotação ou translação no canal de recebimento da haste.
O método pode também incluir acoplar a haste em uma âncoraóssea, travando o corpo principal na cabeça da âncora, posicionar a haste emrelação a uma ou ambas âncoras ósseas, girando ou transladando a haste emum ou mais dos canais de recebimento da haste, e prender a haste em uma oumais âncoras ósseas, por exemplo, girando o parafuso de ajuste de umarespectiva âncora óssea.
O método pode incluir adicionalmente desapertar o parafusode ajuste para que a haste possa mover-se em relação à âncora óssea, porexemplo, girar o parafuso de ajuste em uma direção oposta, ou segundadireção, reposicionar a haste em um ou mais canais de recebimento da haste,e/ou reposicionar a cabeça da âncora em relação ao membro de âncora de umaou mais âncoras ósseas, e retravar/prender a haste na posição e/ouretravar/prender o membro de âncora em relação à cabeça da âncora.
O método pode ainda incluir adicionalmente girar a tampa detravamento em uma direção oposta, ou segunda direção, a fim de bambear ouremover a tampa de travamento da âncora óssea e, mais particularmente, giraro corpo principal em uma direção oposta, ou segunda direção, paradesencaixar e, se desejado, remover a tampa de travamento da âncora óssea.
O corpo principal pode ser rotacionado usando a mesma primeira ferramentausada para acoplar o corpo principal na cabeça da âncora e apertar o parafusode ajuste, ou, alternativamente, uma segunda ferramenta pode ser usada parabambear o corpo principal, ou, alternativamente, tanto a primeira como asegunda ferramenta podem ser usadas para bambear o corpo principal nacabeça da âncora.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
A descrição detalhada será mais bem entendida em conjuntocom os desenhos anexos, em que caracteres de referência iguais representamelementos iguais, como se segue:
As figuras 1-6 são vistas em perspectiva, frontal, lateral,seccional transversal frontal (feitas ao longo da linha A-A da figura 6),seccional transversal lateral (feita ao longo da linha B-B da figura 6) e detopo, respectivamente, de uma modalidade ilustrativa de uma âncora ósseapoliaxial de acordo com a invenção;
A figura 7 é uma vista seccional transversal frontal (feita aolongo da linha A-A da figura 6) da cabeça da âncora e da tampa detravamento da âncora óssea poliaxial das figuras 1-6;
A figura 7A é uma vista em perspectiva da cabeça da âncorasem a tampa de travamento;
As figuras 7B1-5 são vistas frontal, lateral, de topo, seccional eseccional transversal parcial, respectivamente, de uma modalidade de umacamisa mostrando dimensões representativas;
A figura 8 é uma vista em perspectiva de uma modalidade deum mandril fendilhado de acordo com a invenção;
A figura 9 é uma vista em perspectiva do corpo principal deuma tampa de travamento de acordo com a invenção;
A figura 10 é uma vista em perspectiva do parafuso de ajustede uma tampa de travamento de acordo com a invenção;
A figura 11 é uma vista em perspectiva da sela de uma tampade travamento de acordo com a invenção;
As figuras 12-15 são vistas de topo, seccional transversalfrontal (feitas ao longo da linha A-A da figura 12), seccional transversallateral (feita ao longo da linha B-B da figura 12) e seccional transversalparcial ampliada, respectivamente, da sela da figura 11 mostrando dimensõesrepresentativas;
As figuras 16-21 são vistas em perspectiva, de topo, frontal,seccional transversal frontal (feitas ao longo da linha A-A da figura 17),lateral, e seccional transversal lateral (feita ao longo da linha B-B da figura17), respectivamente, da tampa de travamento montada compreendendo oscomponentes das figuras 9-11;
As figuras 22-26 são vistas em perspectiva, de topo, seccionaltransversal frontal (feitas ao longo da linha A-A da figura 23), e duas vistasseccionais transversais parciais ampliadas, respectivamente, da âncora ósseapoliaxial com a tampa de travamento inserida e em uma posição aberta nãoencaixada ou desacoplada e com a haste destravada;
A figura 27 é uma vista de topo da tampa de travamentoinserida e em uma posição aberta na cabeça da âncora;
As figuras 28-32 são vistas em perspectiva, de topo, seccionaltransversal frontal (feitas ao longo da linha A-A da figura 29) e duas vistasseccionais transversais ampliadas, respectivamente, da âncora óssea poliaxialcom a tampa de travamento inserida e em uma posição fechada, encaixada ouacoplada, e com a haste destravada;
A figura 33 é uma vista de topo da tampa de travamentoinserida e em uma posição fechada na cabeça da âncora;
As figuras 34-38 são vistas em perspectiva, de topo, seccionaltransversal frontal (feitas ao longo da linha A-A da figura 35) e duas vistasseccionais transversais parciais ampliadas, respectivamente, da âncora ósseapoliaxial com a tampa de travamento inserida e em uma posição fechada,encaixada ou acoplada, e com a haste travada; e
As figuras 39 e 40 são vistas em perspectiva de modalidadesilustrativas de uma âncora óssea monoaxial e um gancho espinhalempregando uma tampa de travamento.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Embora uma âncora óssea venha ser ilustrada e descrita aquicom referência a certas modalidades preferidas ou exemplares, a invenção nãodeve ser limitada a essas modalidades preferidas ou exemplares. Além disso,os recursos aqui descritos e ilustrados podem ser usados singularmente ou emcombinação com outros recursos e modalidades.
As figuras 1-6 mostram uma modalidade de uma âncora ósseapoliaxial. A âncora óssea poliaxial 100 inclui uma tampa de travamento 102(não mostrada nas figuras 2-5), uma cabeça da âncora 104 e um membro deâncora 106. A âncora óssea 100 pode também ser uma âncora ósseamonoaxial, de maneira tal que o membro de âncora e a cabeça da âncorasejam membros integrais que são fixos um no outro. (Ver figura 39). Acabeça da âncora 104 (algumas vezes referida na tecnologia como corpo) temuma abertura em forma geral de U 101 para receber uma haste espinhal 108(note que haste espinhal 108 não está mostrada nas figuras 2-6) ou outrodispositivo, tal como, por exemplo, uma chapa. O membro de âncora 106, quepode ser um parafuso ósseo, gancho ou outra estrutura similar, é acoplado nacabeça da âncora 104 de maneira tal que ele possa preferivelmente girarpoliaxialmente em relação à cabeça 104. Em uma modalidade da invenção, omembro de âncora 106 pode girar angularmente em torno do eixo 107 em umângulo θ preferivelmente de pelo menos cerca de 25° em qualquer direção(isto é, a rotação angular do membro de âncora 106 forma um cone de cercade 50°), embora outras faixas de angulação sejam contempladas. Uma ou maisâncoras ósseas poliaxiais 100 podem ser anexadas, por exemplo, nas vértebraspor meio dos respectivos membros de âncora 106, e uma haste espinhal 108ou outro dispositivo pode ser inserido nas aberturas em forma de U 101 e emseguida travados para alinhar corretamente a espinha ou tratar outrasdesordens espinhais.Conforme mostrado nas figuras 7 e 7 A, a cabeça da âncora104 inclui um alojamento oco no geral cilíndrico 710 e pode opcionalmenteconter uma camisa com forma geral de U 612, e um mandril 814. Oalojamento 710 tem um regiões de parede interior não cônica no geralcilíndrica 711a, b, mas, alternativamente, pode ter pelo menos algumasregiões de parede que são cônicas para dentro em direção ao membro deâncora 106. A forma exterior do alojamento 104 pode ser no geral cilíndrica epode ter regiões de parede cônicas ou retas. Outras formas exteriores para oalojamento 104 são também possíveis. A camisa 612 tem abas de retenção613a, b que se encaixam por pressão nas respectivas fendas 715a, b emparedes opostas do alojamento 710 à medida que a camisa 612 é inserida,preferivelmente, para baixo no alojamento 710. Em uma modalidade dainvenção, as fendas 715a, b são dimensionadas para permitir que a camisa 612mova-se para cima e para baixo cerca de 1,5 mm, embora outras distânciassejam contempladas. Uma ou mais fendas podem ser formadas no alojamento710, dependendo do número de abas de retenção. Pode haver mais fendasformadas do que abas de retenção. Além disso, as fendas podem estender-seou ser formadas através na largura ou circunferência da parede do alojamentointerior para que a camisa possa rotacionar (girar) no alojamento ou as fendaspodem ser formadas para ter aproximadamente a mesma largura das abas paraque a camisa não possa rotacionar (girar) no corpo. A configuração einteração das abas de retenção na camisa ou fendas podem ser projetadas paraque a camisa fique alinhada no corpo, ou para que nenhum recurso dealinhamento seja provido. Dessa maneira, as abas de retenção podem interagircom as fendas para alinhar o canal do elemento de fixação da camisa com ocanal do elemento de fixação do corpo. As abas de retenção e fendas podemser invertidas, para que as abas possam ser formadas no alojamento e asfendas possam ser formadas na camisa. A cabeça da âncora 104 tem umaparte superior 114 e uma parte inferior 118 e um furo 116 que estende-se aolongo do eixo longitudinal 107. Uma abertura superior 414, abertura inferior415 e uma abertura em forma de U 101 comunicam com o furo 116.
Preferivelmente, um flange 718 estende-se para dentro próximo à aberturainferior 415. O flange 178 preferivelmente forma uma superfície interiorsubstancialmente plana 720 que é de preferência substancialmenteperpendicular ao eixo longitudinal 107. A superfície 720 pode também sercurva, e pode ser inclinada em ângulos não perpendiculares em relação aoeixo 107.
O membro de âncora 106 preferivelmente tem uma cabeçacurva 717 que é modelada e dimensionada para se encaixar no alojamento 710e um espaço interno 815 do mandril 714 (note que a parte superior da cabeçacurva 717 é recortada na figura 7 para mostrar o mandril 714). A cabeça curva717 pode ser substancialmente esférica ou frusto-esférica e preferivelmentetem um recesso 112 que é chavetado para receber uma chave sextavada, umachave de torque ou outro acionador conhecido para permitir que o membro deâncora 106 seja implantado girando, por exemplo, em uma vértebra.
As figuras 7B1-5 mostram várias vistas de uma camisa 612. Acamisa 612 preferivelmente tem um canal em forma de U 610 para receber ahaste espinhal 108 ou algum outro elemento de fixação. O canal 610 éformado por escoras 615a e 615b. A camisa 612 tem forma geral cilíndrica,embora outras formas sejam possíveis, e tem um furo longitudinal 616. Asescoras 615a,b formadas na parte superior da camisa são flexíveis epreferivelmente incluem abas de retenção 613a, b. Em vez de duas abas deretenção, uma ou mais abas de retenção podem ser utilizadas. Uma aberturasuperior 618 comunica com o furo 616 e o canal 610. As escoras 615a,bformam paredes cilíndricas ou curvas parciais. A largura das aberturas emforma de U 610 na abertura superior 618, formadas pelas bordas externas daparede curva das escoras 615a,b preferivelmente é menor que o diâmetro oulargura da haste espinhal 108 para que a haste flexione as escoras medianteinserção na camisa e se encaixe por pressão no lugar na camisa. A superfícieinterna superior 622 tem uma conicidade ou inclinação na abertura superior618. A menor abertura 610 formada pelas escoras flexíveis permite que asescoras 615a,b flexionem, comprimam e prendam a haste quando ela éinserida no canal em forma de U 610 da camisa 612. A superfície internasuperior cônica 622 pode facilitar o espalhamento das escoras 615a,b.
Um recesso 625 é formado na região inferior ou de base 626da camisa 612. A superfície exterior 628 da região de base pode ser reta e deforma geral cilíndrica. O recesso 625 comunica com a abertura inferior 630 epreferivelmente com o furo 616. As paredes interiores que formam recessos625 preferivelmente são pelo menos parcialmente cônicas, da maneiramostrada na figura 7B1. O ângulo da conicidade é preferivelmente cerca de 8embora outros ângulos sejam contemplados. O recesso 625 descrito a seguirrecebe o mandril 814.
O diâmetro da camisa 612 é preferivelmente cerca de 9 mm acerca de 10 mm, embora outros diâmetros sejam contemplados. A largura oucomprimento das aberturas 610 formadas pelas escoras 615a,b na sua menorlargura é preferivelmente cerca de 5,9 mm (para uma haste espinhal de 6,0mm), embora outras dimensões sejam contempladas. A altura da camisa 612 épreferivelmente aproximadamente cerca de 9 mm a cerca de 10 mm, emboraoutras dimensões sejam contempladas. Alternativamente, a camisa 612B podeser de outras dimensões.
A figura 8 mostra uma modalidade de um mandril 814. Omandril preferivelmente tem fendas 806 para criar prolongamentos resilientes810 que podem defletir para fora para permitir que a cabeça 717 do membrode âncora seja inserida no espaço interno 815 formado pelo mandril. O espaçointerno 815 é formado por um furo 850 que comunica com a abertura superior852 e abertura inferior 854. As fendas 806 podem também ter um raio ouregião de forma circular 808 como um alívio de tensão e para proporcionaruma maior resiliência aos prolongamentos 810. Embora as fendas estejammostradas estendendo-se da extremidade inferior ou de base 812 na qual acabeça 717 do membro de âncora é inserida, as fendas podemalternativamente estender-se da extremidade superior 820, oualternativamente as fendas 806 podem estender-se tanto da extremidadeinferior 812 como da extremidade superior 820. Em uma modalidade, omandril 814 pode ter uma fenda que estende-se da extremidade superior 810até a extremidade inferior 812 para que ela possa formar um anel C. Osarranjos, formas e dimensões das fendas podem ser alternativamentediferentes dos mostrados. A abertura inferior 854 preferivelmente édimensionada para que ela seja menor que o diâmetro máximo da cabeça 717do membro de âncora. O espaço interno 815 preferivelmente tem um diâmetromaior que a abertura inferior 854 para acomodar.
O mandril 814 preferivelmente tem uma superfície cônicaexternamente 822. A superfície cônica exterior 822 preferivelmente é cerca de80 e preferivelmente casa substancialmente com a conicidade da superfícieinterior da área rebaixada 625 da camisa 612 para formar o que algumas vezesé referido como uma Conicidade de Morse. O mandril também tem umasuperfície interior 824 preferivelmente modelada para casar substancialmentecom a forma da cabeça 717. Preferivelmente, a superfície interior 824 é deforma semi-esférica para casar com a forma da cabeça 717, embora asuperfície 824 possa também ser de forma cônica ou ter outras formas. Omandril 814 é feito de um material resiliente, preferivelmente liga de titânio,que pode ser comprimido em torno da cabeça 717 para reter o membro deâncora 106 fixamente no lugar. Preferivelmente, o material do mandril é maismacio que o material da camisa 612 e do membro de âncora 106. Em umamodalidade do mandril 814, o diâmetro interno superior 816 é cerca de 6,3mm e a altura 818 é cerca de 3,7 mm. Alternativamente, o mandril 814 podeser de outras dimensões.Em uma modalidade preferida, o mandril 814 pode ter um anel826 que forma um ressalto estendido 828 em torno da extremidade inferior812. Preferivelmente, o raio do recorte 827 é formado na superfície exterioronde a superfície exterior cônica 822 encontra o ressalto estendido 828. Asuperfície interior 830 (figura 25) oposta ao ressalto estendido 828preferivelmente é plana e substancialmente perpendicular à superfície inferiorsubstancialmente plana 832, embora a superfície 830 possa ser curva e nãoperpendicular à superfície inferior 832. O anel inferior 826 preferivelmentefornece uma maior área superficial na superfície inferior 832 para apoiar-seno flange 718 formado próximo à abertura inferior 415 do alojamento 710 Oressalto estendido 828 pode fornecer rigidez extra ao mandril 814 e pode retermelhor a âncora óssea no alojamento 710.
O mandril 814 é preferivelmente inserido na extremidadesuperior 114, ou o canal de recebimento da haste em forma de U 101, e édimensionado para que ele possa ser inserido no furo 116 da cabeça da âncorapor cima 114, mas é também classificado e dimensionado para que ele fiqueretido na extremidade inferior do furo 116 da cabeça da âncora. Em outraspalavras, o diâmetro do mandril é tal que ele pode passar pela aberturasuperior 414 do furo 116, mas, preferivelmente, não pode passar pela aberturainferior 415 do furo 116. Alternativamente, os prolongamentos 810 domandril podem ser comprimidos para permitir que o mandril seja inserido naabertura inferior 415, e, uma vez dentro da cabeça da âncora 104, osprolongamentos podem expandir-se. Assim, o mandril pode ser inserido naabertura superior ou inferior da cabeça da âncora. Depois que o mandril éinserido, a camisa 612 pode ser inserida na abertura superior ou pelo ladoatravés do canal de recebimento da haste em forma de U 101 para que aextremidade inferior 626 da camisa fique posicionada em torno daextremidade superior 820 do mandril. A camisa 612 pode ser pressionada parabaixo até que as abas de retenção 613a,b se encaixem por pressão nas fendasde retenção 715a, b. O membro de âncora 106 pode ser inserido pela aberturainferior 415 no furo 116. O mandril 814 pode então ser inserido abaixo nofuro 116 e encaixado por pressão na cabeça 717 do membro de âncora 106.Alternativamente, o mandril 814, ou mandril 814 e a camisa 712 podem serinseridos e posicionados na cabeça da âncora 104 e a cabeça 717 do membrode âncora 106 inserido na abertura inferior 414 e encaixado por pressão nomandril. Quando a cabeça 717 é inserida na abertura inferior 812 do mandril814, a camisa é posicionada para permitir que o mandril expanda-se para quea cabeça possa passar pela abertura inferior 812 e em seguida o mandril secontraia para reter a cabeça 717 do membro de âncora 106.
Se o mandril 814 com o ressalto estendido 828 for usado, ocorpo ou alojamento 710 preferivelmente tem um entalhe de montagem 712,preferivelmente, formado na parte inferior 118 do alojamento 710.Preferivelmente, o entalhe de montagem é formado nas paredes interiores doalojamento 710 entre o flange 718 e as fendas de retenção da camisa 715a,b,embora outras localizações para o entalhe de montagem sejam contempladas.O entalhe de montagem 712 permite que a abertura inferior 854 do mandril814 expanda-se enquanto ele está dentro do furo 116 do alojamento 710 parapermitir que a cabeça do membro de âncora passe pela abertura menor 854 do mandril 814.
Em um método de montagem preferido, o mandril 814 éinserido na abertura superior 414 do alojamento 710. A cabeça 717 domembro de âncora 106 é inserida pela abertura inferior 415 do alojamento.Com o ressalto expandido 828 do mandril alinhado com o entalhe demontagem 712 no alojamento 710, a cabeça 717 do membro de âncora éinserida pela abertura inferior 854 do mandril. Uma vez que a aberturainferior 854 é menor que a cabeça 717 da âncora óssea 106, o mandrilexpande-se e o ressalto estendido 828 é temporariamente recebido no entalhede montagem 712 até que o diâmetro máximo da cabeça 717 passe pelaabertura 854. A medida que a cabeça 717 é inserida ainda mais no espaçointerno 815, os prolongamentos 810 retraem-se e o ressalto estendido 828move-se para fora do entalhe de montagem. Em seguida, o conjunto domembro de âncora 106 e o mandril 814 movem-se de maneira tal que oressalto estendido 828 não fique mais alinhado com o entalhe de montagem712 e o membro de âncora fique retido pelo mandril de maneira tal que omembro de âncora possa angular e rotacionar com o mandril, mas não possaser liberado do mandril em virtude de o mandril não pode expandirsuficientemente para permitir que a cabeça 717 passe pela abertura inferior854. Preferivelmente, o conjunto do mandril e do membro de âncora move-separa que a superfície inferior 832 do mandril faça contato e fique retido peloflange 718 do alojamento 710.
Com o conjunto do mandril e membro ósseo no alojamento710, a camisa 612 pode ser inserida na abertura superior 424 do alojamento emovimentada para baixo para que o recesso 625 recebe e sobreponha umaparte do mandril 814. A camisa é inserida no alojamento 710 preferivelmentede forma que as abas de retenção 613a,b sejam recebidas nas fendas deretenção 715a,b. Desta maneira, a camisa é retida no alojamento 710 e por suavez retenha o mandril 814 e o membro de âncora 106 no alojamento. Maispreferivelmente, a camisa move-se para baixo no alojamento 710 para que suasuperfície cônica interna 622 sobreponha a superfície cônica externa 822 domandril 814 quando as abas de retenção 613a,b forem recebidas nas fendas deretenção 710a,b. Com a camisa inserida, o membro de âncora preferivelmentepode ainda angular e rotacionar de forma poliaxial em torno do eixolongitudinal 107 do alojamento 710.
A figura 7 mostra adicionalmente a tampa de travamento 102travada na cabeça de âncora 104. A tampa de travamento 102 preferivelmenteinclui um corpo principal ou anel de travamento 900 (também mostrado nafigura 9), um parafuso de ajuste 1000 (também mostrado na figura 10) e umasela 1100 (também mostrada na figura 11). Em uma modalidade, o corpoprincipal 900 preferivelmente tem um diâmetro externo 919, medido da aba920a até a aba 920b, de cerca de 12,5 mm, e o parafuso de ajuste 1000preferivelmente tem uma altura de 1018 de cerca de 4,5 mm e preferivelmenteum diâmetro externo 1019 de cerca de 7,0 mm. alternativamente, o corpoprincipal 900 e o parafuso de ajuste 1000 podem ser de outras dimensões. Asfiguras 13-14 mostram várias vistas da sela 1100. Alternativamente, a sela1100 pode ser de outras dimensões.
As figuras 16-21 mostram várias vistas da tampa detravamento 102. O parafuso de ajuste 1000 tem roscas externas 1023 quecasam com roscas internas 921 do corpo principal 900. Vantajosamente, oparafuso de ajuste 1000 não pode ser aparafusado fora do corpo principal 900na direção da seta para cima 1824 na figura 18 em virtude de a parte alargada1925 na base do parafuso de ajuste 1000. O parafuso de ajuste 1000 épreferivelmente pré-carregado no corpo principal 900 antes de a tampa detravamento 102 ser usada em uma âncora óssea. Mais especificamente, oparafuso de ajuste 1000 é rotacionado na direção da seta 1824 (na figura 18)para que a parte 1925 encaixe a extremidade inferior 1926 das roscas internasdo corpo principal 900 e seja apertado para que seja criado um encaixe poratrito.
O encaixe por atrito é tal que ele leve um certo torque predeterminadoST aplicado no parafuso de ajuste para livrar o parafuso de ajuste do corpoprincipal 900. Até que o torque predeterminado ST seja aplicado, qualquertorque rotacional aplicado no parafuso de ajuste gira o parafuso de ajuste e ocorpo principal. O torque para livrar o parafuso de ajuste preferivelmentepode ser cerca de 2 a cerca de 6 Newton-metro, e mais preferivelmente cercade 4,5 Newton-metro. Em uma modalidade, o parafuso de ajuste 1000 tem umsoquete tipo estrela 1727. Alternativamente, o parafuso de ajuste 1000 podeter outros tipos de soquetes ou recessos chavetados em outros acionadores ouferramentas. Vantajosamente, conforme descrito com mais detalhes a seguir,uma única ferramenta ou mecanismo de acionamento pode acionar em umaúnica ação tanto o corpo principal 900 como o parafuso de ajuste 1000simultaneamente para travar a tampa de travamento 102 no lugar em umacabeça de âncora e em seguida continuar acionando o parafuso de ajuste 1000sozinho até que uma haste inserida na âncora óssea e um membro de âncorasejam presos no lugar.
A sela 1100 é preferivelmente acoplada no parafuso de ajuste1000. Ou seja, o parafuso de ajuste 1000 é encaixado na parte superior 1122(ver figura 11) da sela 11000, a parte superior 1122 preferivelmente sendo deforma cilíndrica, e em seguida o topo da parte 1122 é ligeiramente dilatadopara criar um flange. Mais particularmente, a parte superior 1122 forma umahaste 1130 que é encaixada em um furo 1020 que comunica com o recesso1727 no parafuso de ajuste 1000.
Depois que a parte superior 1132 da haste1130 salienta-se no recesso 1727, a parte superior onde a parede foi formadapela depressão 1137 é alargada para fora para acoplar a sela 1100 no parafusode ajuste 1000. A sela é acoplada no parafuso de ajuste 1000, mas fica livrepara girar em relação ao parafuso de ajuste 1000 em torno de um eixo 1310(ver, por exemplo, figura 19). A haste 1130 tem uma região de transiçãocônica 1135 onde ela une-se na parte inferior 2129. A abertura inferior dofuro 1020 tem uma região de recesso cônico para acomodar a região detransição 1135. A sela 1100 tem um recesso 1320 que tem um raio decurvatura em torno do mesmo como a haste espinhal.
A sela 1100 preferivelmente tem entalhes helicoidais 2130 naparte inferior 2129 (ver figura 21a) para melhorar a pega da haste.Preferivelmente, os entalhes helicoidais são inclinados, similar aos filetes doparafuso, e assim não perpendiculares ao eixo formado pelo recesso 1320. Osentalhes no geral ficam dispostos na direção da seta 2135 (mostrado na figura13A) da parte de extensão 1142 até a parte de extensão 1144. Os entalheshelicoidais preferivelmente são apenas ligeiramente inclinados e podemfornecer maior força de pega na haste, já que eles são ligeiramente deslocadosda perpendicular com o eixo longitudinal da haste.
O alojamento 710 tem uma parede de extremidade ousuperfície superior 730 que preferivelmente tem um ou mais dos recursosseguintes para auxiliar na cooperação com a tampa de travamento 102 paraanexar a tampa de travamento no membro ósseo. A superfície superior 730(também referida como parede de extremidade) preferivelmente pode terpequenos orifícios 2730a,b formados pelas respectivas superfícies de rampa2735a,b e superfícies limitadoras de parede reta 2737a,b. A superfíciesuperior 730 pode também conter superfícies de retenção 273 8a,b, bem comoestruturas 733a,b. A borda externa 735 da superfície superior 730 pode serchanfrada ou inclinada. O corpo principal 900 pode ter abas salientes 920a,b esuperfície reta 925a,b. As abas salientes 920a,b forma superfícies de apoio930a,b. Preferivelmente, as superfície de apoio 930a,b são substancialmenteperpendiculares às superfícies retas 925a,b, embora elas possam ser nãoperpendiculares. A borda externa das abas 920 pode também ter umasuperfície chanfrada ou inclinada. O corpo principal 900 tambémpreferivelmente tem flanges 3236 e 3238 e superfície saliente 2632. Osflanges 3236 e 3238 interagirão com entalhes 2636 e 2638, respectivamente,formados no alojamento 710. A interação dessas estruturas do alojamentocom o corpo principal 90 será descrita com mais detalhes a seguir.
Para travar (isto é, prender) uma haste e membro de âncora nolugar em uma âncora óssea, a tampa de travamento 102 é posicionado porcima do alojamento 710, conforme mostrado nas figuras 22-27. A tampa detravamento 102 é particularmente as abas 920a,b são orientadas em relaçãoaos pequenos orifícios 2730a,b por cima da superfície 730 do alojamento 710,mostrado na figura 27. Preferivelmente, a superfície 2632 do corpo principal900 (ver melhor na figura 26) estende-se ligeiramente além da superfície 2634do alojamento 710 quando o corpo principal 900 é orientado no alojamento710, conforme mostrado nas figuras 22-27. Como tal, a tampa de travamento102 é pressionada para baixo até que ela se encaixe por pressão na posição,mostrado nas figuras 22-27. Note que a superfície em rampa 2642 noalojamento 710 e a superfície em rampa 2644 no alojamento principal 900facilitam esta ação de encaixe de pressão. Ou seja, as superfícies de rampainteragirão para flexionar (por exemplo, deformar elasticamente) a partesuperior do alojamento para que o corpo principal possa se encaixar porpressão na posição. Neste estágio, a tampa de travamento 102 é inserida nacabeça da âncora e fica em uma posição aberta não encaixada ou desacoplada.
A haste 108 é destravada (isto é, desprendida); note o espaço 1108 entre ahaste 108 e a sela 1100 na figura 24. Além disso, o membro de âncora 106está também destravado (isto é, desprendido); note o espaço 2508 entre acamisa 612 e o alojamento 710 na figura 25. Neste estágio, o mandril 814 nãoé comprimido axialmente contra a cabeça do membro de âncora 106,permitindo assim que o membro 106 gire ou angule axialmente, conformediscutido anteriormente. Preferivelmente, a sela é inserida na aberturasuperior 618 da camisa quando a tampa de travamento 102 é inserida noalojamento 710. Mais preferivelmente, as dimensões da sela que se encaixa naabertura 618 da camisa são maiores que a abertura 618 no seu estado naturalde maneira tal que a sela flexione as escoras 5615a,b para fora. A superfícieinterna superior cônica 622 da camisa pode facilitar o espalhamento dasescoras 615a,b.
A tampa de travamento 102 é em seguida preferivelmenterotacionada cerca de 90 0 (isto é, cerca de 1/4 de volta) na direção da seta2731 (ver figura 27). Note que a tampa de travamento não pode serrotacionada na direção oposta em virtude de as estruturas 733a,b noalojamento 710 (ver figuras 7A e 27) fazerem contato com as abas 920a,b nocorpo principal 900. A medida que a tampa de travamento 102 é rotacionadana direção da seta 2731, abas resilientes flexíveis 920a,b encontra ospequenos orifícios 2730a,b no alojamento 710 (ver figura 27). Os pequenosorifícios 920a,b preferivelmente têm respectivas superfícies chanfradas ou emrampa 2735a,b para facilitar o movimento das abas 920a,b para cima e sobreos respectivos pequenos orifícios 273Oa,b a fim de anexar a tampa detravamento na posição fechada na cabeça da âncora 104. O corpo principal900 não tem roscas de parafuso que podem ser rosqueadas transversal durantea anexação da tampa de travamento 102 na cabeça da âncora 104. Asuperfícies de rampa 2737a,b dos pequenos orifícios 2735a, b sãoconfiguradas de maneira tal que um torque predeterminado RT seja necessáriopara deslizar e defletir as abas 920a,b sobre as superfícies de rampa. O torquepredeterminado RT necessário para deslizar e defletir as abas 920a,b sobre assuperfícies de rampa é preferivelmente menor que o torque do parafuso deajuste predeterminado ST (RT < ST) de maneira tal que o torque aplicado noparafuso de ajuste possa girar tanto como o corpo principal juntos (isto é, atampa de travamento) para a posição fechada. Nesta modalidade exemplar,um único instrumento ou ferramenta aplicado no parafuso de ajuste pode giraro corpo principal da posição aberta para a fechada. O corpo principal érotacionado na direção da seta 2731 na figura 27 até que as abas passem assuperfícies de parede reta 273 7a,b para que as abas retornem para sua posiçãonão flexionada e apóiem-se nos recessos 2739a,b formados entre assuperfícies limitadoras 2737a,b e superfícies de retenção 273 8a,b.Preferivelmente, a altura das abas 920 é aproximadamente a altura dospequenos orifícios (por exemplo, superfície limitadora de parede reta 2737) ea altura da superfície de retenção 2738 para que, quando as abas 920estiverem nos recessos 2739, a superfície superior da aba fiqueaproximadamente nivelada com a superfície superior das estruturas 733. Assuperfícies 2737a,b são preferivelmente de parede reta, de maneira tal que, sea tampa de travamento for rotacionada na direção oposta depois dodeslizamento sobre as superfícies de rampa, as respectivas abas 920a,bapóiem-se nas superfícies de parede reta 273 7a,b na posição fechada. Assuperfícies 273 7a,b assim agem como limitadores para impedir que a tampade travamento 102 gire para trás (para a posição aberta), a menos que forçasuficiente seja aplicada. Se o usuário continuar girar a tampa na direção daseta 2731 (figura 27), as abas 920a,b farão contato com as superfícies deapoio 273 8a,b, e resistirão, e mais preferivelmente, impedirão a continuidadeda rotação do corpo principal 900.
As figuras 28-33 mostram a tampa de travamento 102 inseridana cabeça da âncora e na posição fechada ou encaixada ou acoplada.
Conforme mostrado na figura 32, os flanges 3236 e 3238 no corpo principal900 são posicionados em entalhes correspondentes 2636 e 2638,respectivamente, no alojamento 710, e o flange 3240 no alojamento 710 éposicionado em um entalhe correspondente 3241 no corpo principal 900. Oflange 3238 preferivelmente tem uma superfície inclinada 3242 que afíla-sede um diâmetro aproximadamente igual ao diâmetro interno da cabeça daâncora 104 até o diâmetro máximo ilustrado na figura 32. O flange 3238 podetambém ter superfícies inclinadas 3222 e 3224 formadas nos seus lados paraque o flange 3238 aumente de espessura. O flange 3236 preferivelmente éconfigurado similarmente ao flange 3238. As superfícies inclinadas 3242,3222 e 3224 podem facilitar o flange 3238 entrar no entalhe correspondente2638. Preferivelmente o flange 3238 e o entalhe 2638 são em forma de rabode andorinha, conforme mostrado na área 3242, para impedir que possaocorrer qualquer dilatação da cabeça da âncora. Mais especificamente, aprojeção ou flange 3238 tem uma superfície angulada 3242a mostrada nafigura 32 que corresponde à superfície angulada 3242b de maneira tal que, seuma força para fora for aplicada na cabeça da âncora 104, em decorrência, porexemplo, de forças de fixação à medida que a haste é presa na posição, asuperfície 3242a do flange 3238 faria contato com a superfície 3242b doflange 3240 e impede que a cabeça da âncora 104 se expanda ou dilate. Oentalhe 2636 preferivelmente é configurado similarmente ao entalhe 2638.Neste estágio, a haste 108 está ainda destravada; novamente, note o espaçoentre a haste 108 e a sela 1100 na figura 30. Dessa maneira, como umacomparação, as figuras 31 e 25 mostram que a volta de cerca de 90 0 paraajustar a tampa de travamento 102 na posição fechada não mudousubstancialmente, ou não mudou absolutamente nada, as posições relativas dacamisa 612 e do mandril 814. Nesta posição fechada, as abas 920 queinteragem com as superfícies limitadoras 2737 impedem que a tampa detravamento gire para a posição aberta enquanto a interação dos flanges 3236,3238 com os entalhes 3236, 3238 impede que a tampa de travamento sejalevantada para fora do alojamento 710.
Vantajosamente, a mesma ferramenta ou mecanismo deacionamento usada para inserir e fechar a tampa de travamento 102 na cabeçada âncora 104 pode ser usada em uma ação contínua para girar ainda mais oparafuso de ajuste 1000. O corpo principal e o parafuso de ajuste giram juntosaté que o corpo principal se encaixe por pressão na posição fechada, momentoeste em que as abas 920a,b fazem contato com as estruturas 273 8a,b naextremidade superior 114 da cabeça da âncora 104 da âncora óssea 100. Àmedida que as abas 920a,b fazem contato com as estruturas 273 8a,b na cabeçada âncora 104, o torque para girar o corpo principal e o parafuso de ajusteaumenta até que o torque aplicado seja maior que o torque do parafuso deajuste predeterminado ST, ponto este em que a conexão por atrito quemantém o parafuso de ajuste no corpo principal é superada e o parafuso deajuste continua girar sozinho independente do corpo principal. A mesmaferramenta pode ser vantajosamente usada para mover o parafuso de ajustepara baixo na cabeça da âncora 104 para a posição travada descrita a seguir.Além do mais, o mesmo instrumento usado para soltar o parafuso de ajuste docorpo principal, e que pode também ser usada para mover o parafuso de ajustepara baixo para a posição travada da haste onde a haste é presa pode tambémser usada para bambear o parafuso de ajuste (isto é, girar o parafuso de ajustena direção oposta) até que a parte rosqueada alargada 1925 do parafuso deajuste encaixe o corpo principal, momento este em que tanto o corpo principalcomo o parafuso de ajuste podem girar juntos. Se for aplicada força suficientena direção da seta oposta 2731, a tampa de travamento pode retornar para aposição aberta. Note que o torque necessário para superar o bloqueio da partede rosca alargada 1925 pelo corpo principal é preferivelmente maior que otorque TT necessário para as abas 920a,b defletirem sobre as superfícies deparede reta 273 7a,b.
Opcionalmente, o corpo principal 900 pode ter um par derecortes sulcados posicionados opostamente onde seções retas 925 do corpoprincipal 900 ficam localizadas. A seção reta 925 ou recortes sulcados podemser usados com uma ferramenta diferente para acionar alternativamente ocorpo principal 900. Uma ferramenta como essa, entretanto, não pode tambémnão acionar o parafuso de ajuste 1000.
As figuras 34-38 mostram a tampa de travamento 102 inseridae fechada na cabeça da âncora 104, e o parafuso de ajuste 1000 acionado parabaixo na cabeça da âncora 104 para travar a haste 108 no lugar. A medida queo parafuso de ajuste 1000 é acionado para baixo, ele pressiona a sela 1100contra a haste 108 para pressionar a haste para a parte inferior da camisa 612.
Note a falta de espaço entre a sela 1100 e a haste 108 na figura 36. A medidaque o parafuso de ajuste é acionado ainda mais para baixo, a sela pressiona ahaste ainda mais para baixo, o que faz com que a camisa 612 mova-se parabaixo, comprimindo o mandril 814 contra a cabeça do membro de âncora 106,travando o membro de âncora no lugar. Mais preferivelmente, a camisa 612move-se para baixo no corpo do alojamento 710 de maneira tal que suasuperfície cônica interior interaja com a superfície exterior cônica do mandril814 para que os prolongamentos resilientes do mandril sejam comprimidospara dentro para travar o membro de âncora na posição para que o membro deâncora seja fixado no corpo 710. O parafuso de ajuste 1000 pode ser acionadopara baixo até que a superfície inferior 2512 da camisa 612 apóie-se nasuperfície interna inferior 718 do alojamento 710, ou até que a superfícieinferior 2512 apóie-se no ressalto 828 do mandril (mostrado na figura 37). Aâncora pode também ser configurada para que a superfície inferior 2512 dacamisa não possa apoiar-se nem no alojamento nem no mandril quando omembro de âncora está na posição travada. Adicionalmente, oualternativamente, abas de retenção 613a,b podem apoiar-se nas respectivasbordas inferiores 3015a,b das fendas 715a,b mediante término do processo detravamento do membro de âncora (mostrado na figura 36). Note que oprocesso de travamento da haste e do membro de âncora (isto é, a operação demover o parafuso de ajuste uma vez que ele esteja livre do corpo principalpara que a sela faça contato com a haste) tem pouco, ou nenhum efeito nasposições fechadas relativas do corpo principal 900 e do alojamento 710, comomostra a comparação das figuras 32 e 38.
Um método ilustrativo adicional de usar o sistema de fixaçãoóssea utilizando a âncora óssea 100 é descrito a seguir. A âncora óssea 100incluindo o membro de âncora e o corpo montado (incluindo a camisa emandril, mas preferivelmente sem a tampa de travamento) é anexada no osso.
Nesta etapa, o membro de âncora 106 preferivelmente pode girar ou angularpoliaxialmente em relação ao alojamento 710. O membro de âncora 106 podeser provisoriamente travado em relação ao alojamento 710 aplicando-se umaforça para mover a camisa 612 para baixo para a abertura inferior 415 paracomprimir o mandril 814 contra a cabeça 717 para impedir movimento domembro de âncora em relação ao alojamento 710. Este travamento provisóriopode ser feito antes de a haste espinhal ser colocada no alojamento, ou emseguida, e pode ser feita antes de a tampa de travamento ser anexada noalojamento ou de a haste espinhal ser presa no alojamento. Em um método, ahaste espinhal pode ser colocada na camisa e usada para aplicar pressão nacamisa para travar o membro de âncora no alojamento antes eindependentemente do travamento da haste espinhal. Com o membro deâncora travado no alojamento 710, a haste espinhal pode mover-se noalojamento 710 (transladada, rotacionada) ou removida dele. A haste espinhalpode em seguida ser presa no alojamento usando a tampa de travamento 102da maneira descrita anteriormente.
Note que a tampa de travamento não está limitada ao uso emâncoras ósseas poliaxiais. As figuras 39 e 40 mostram âncoras ósseasalternativas que podem empregar a tampa de travamento das figuras 7 e 9-11.A âncora óssea 3900 é um exemplo de uma âncora óssea monoaxial que temmembro de âncora 3906. A âncora óssea 4000 tem membro de âncora 4006,que é um exemplo de um gancho que pode encaixar o processo espinhoso,uma lâmina ou outro osso.
As figuras 2 e 3 ilustram superfície de encaixe de ferramenta140 e 150 no exterior da cabeça da âncora 104 que pode ser usadas cominstrumento de retenção e manipulação para assistir no processo deimplantação.
Um primeiro método ilustrativo de fixação da espinha serádescrito. O método descrito a seguir pode ser realizado usando quaisquer dasâncoras ósseas supradescritas, ou quaisquer outras âncoras ósseas conhecidasna tecnologia, embora as âncoras ósseas poliaxiais e monoaxiaissupradescritas sejam preferidas. O método no geral inclui anexar umaprimeira âncora óssea 100 em uma vértebra, preferivelmente anexando umasegunda âncora óssea 100 em uma outra vértebra, e prendendo a hasteespinhal na primeira e segunda âncoras ósseas 100 para alinhar as vértebras.Isto pode ser obtido, por exemplo, inserindo-se o membro de âncora 106 daprimeira âncora óssea 100 em uma primeira vértebra. A segunda âncora óssea100 pode alternativamente ser implantada em uma ou mais vértebras emoutras regiões da espinha (isto é, região cervical, torácica ou lombar).A fim de inserir o membro de âncora 106 na vértebra, pode sernecessário inserir o membro de âncora 106 em uma orientação entre cerca de0' e cerca de 25 0 medialmente ou lateralmente, e, mais preferivelmente,entre cerca de 0 0 e cerca de 15 medialmente ou lateralmente.
Adicionalmente, ou alternativamente, pode ser necessário inserir o membrode âncora 106 em uma orientação entre cerca de 30 0 e cerca de 50 0 paracima, e entre cerca de 30 0 e cerca de 40 0 para cima. As âncoras ósseaspoliaxiais supradescritas podem ser configuradas e dimensionadas parafornecer a angulação mediai ou lateral e/ou para cima necessária, embora opresente método não esteja limitado às estruturas de âncoras ósseas poliaxiaisaqui descritas.
Antes de inserir o membro de âncora 106, pode ser desejávelperfurar e/ou abrir um furo nas vértebras. No caso em que o furo é aberto,pode ser preferível não abrir o córtex anterior da vértebra. A cabeça da âncora104 e a cabeça curva 717 preferivelmente podem ser pré-montadas antes de omembro de âncora 106 ser inserido nas vértebras. Alternativamente, uma vezque o membro de âncora 106 tenha sido completamente inserido nasprimeiras vértebras, a cabeça da âncora 104 pode ser encaixada por pressão nacabeça curva 717 do membro de âncora 106.
A segunda âncora poliaxial 100 é preferivelmente anexada emuma vértebra adjacente, ou uma outra vértebra, por exemplo, rosqueando omembro de âncora 106 (que, neste caso, é um parafuso) na vértebra.
Alternativamente, a segunda âncora poliaxial 100 pode ser anexada a outrasvértebras incluindo aquelas nas regiões cervical, torácica e lombar. Uma vezque a segunda âncora poliaxial seja implantada, a primeira e segunda cabeçasde âncora 104 podem ser rotacionadas para alinhar seus respectivos canais derecebimento da haste para que uma haste espinhal 108 possa ser inserida.
Uma vez que as vértebras tenham sido reposicionadas para corrigirdeformidade próxima, as respectivas tampas de trava 102 das primeiras esegunda âncoras ósseas poliaxiais 100 podem ser apertadas para prender ahaste espinhal 108 na primeira e segunda âncoras ósseas poliaxiais 100, efixar as posições angulares das cabeças de âncora 104 em relação aosmembros de âncora 106, formando assim uma construção substancialmenterígida.
Alternativamente, uma extremidade da haste espinhal 108pode ser inserida em uma das cabeças de âncora 104, e a haste espinhal 108manipulada para reposicionar os corpos vertebrais. Em seguida, a outraextremidade da haste espinhal 108 pode ser inserida na outra das cabeças deâncora 104 e em seguida a haste espinhal 108 fixa na posição. A primeiraextremidade da haste espinhal 108 pode ser fixada em uma das cabeças deâncora 104 com a tampa de travamento antes de a haste espinhal 108 sermanipulada para reposicionar os corpos vertebrais. Também em uma outramodalidade deste método, as âncoras ósseas 100 podem ser inseridas naespinha da maneira supradescrita, ambas as extremidades da haste espinhal108 podem ser inseridas nas âncoras 100, e uma extremidade da hasteespinhal fixa ou presa na âncora 100 e uma força de distração ou compressãoaplicada para mover a âncora poliaxial ao longo da haste espinhal 108 paraaplicar tanto uma força de distração como de compressão, e em seguida fixara segunda extremidade da haste espinhal 108 na âncora óssea.
Uma vez que a primeira e segunda âncoras poliaxiais 100 tenhamsido implantadas, suas cabeças de âncora 104 podem girar para alinhar seusrespectivos canais de recebimento da haste para que uma haste espinhal 108 possaser inserida nela. Uma vez que as vértebras tenham sido reposicionadas paracorrigir a deformidade próxima, as tampas de trava podem ser apertadas paraprender a haste espinhal 108 na primeira e segunda âncoras poliaxiais 100, e fixaras posições angulares das cabeças da âncora 104 em relação ao membro de âncora106, formando assim uma construção substancialmente rígida.
Embora fique aparente que as modalidades ilustrativas dainvenção aqui reveladas atendam os objetivos supradeclarados, percebe-seque inúmeras modificações e outras modalidades podem ser concebidas pelosversados na técnica. Recursos e estruturas, tais como, por exemplo, a tampade travamento, podem ser usados singularmente ou em combinação comoutros recursos e estruturas. Portanto, entende-se que as reivindicações anexasdevem cobrir todas tais modificações e modalidades que se enquadrem noespírito e escopo da invenção.

Claims (25)

1. Âncora óssea para anexar um elemento de fixação a umosso, caracterizada pelo fato de que compreende:um membro de âncora tendo uma parte de encaixe de osso euma cabeça para anexação ao osso;uma cabeça de âncora tendo uma parte superior, uma parteinferior e um espaço interno oco que se estende da parte superior até a parteinferior, a parte da cabeça do membro de âncora sendo inserida no espaçointerno oco da cabeça da âncora de modo que o membro de âncora époliaxilalmente rotacionável em relação a cabeça da âncora, a cabeça daâncora incluindo uma abertura geralmente em forma de U para receber oelemento de fixação; euma tampa de travamento incluindo um corpo principal e umparafuso de ajuste, o corpo principal liberavelmente encaixável com a partesuperior da cabeça da âncora, o parafuso de ajuste sendo encaixado por atritorotacionalmente montado ao corpo principal em uma condição pré-carregada,um torque predeterminado sendo aplicado em uma primeira direção para oparafuso de ajuste em relação ao corpo principal para rodar o parafuso deajuste com relação ao corpo principal da condição pré-carregada para acondição livre.
2. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que o corpo principal da tampa de travamento épreso à parte superior da cabeça da âncora por meio da rotação do corpoprincipal em aproximadamente noventa graus (90°) em relação a cabeça daâncora, o corpo principal sendo rodado de uma posição aberta para umaposição fechada.
3. Âncora óssea de acordo com a reivindicação 2,caracterizada pelo fato de que o corpo principal da tampa de travamento incluipelo menos uma aba resilientemente defectível que se estende deste e acabeça da âncora que inclui pelo menos uma cavidade na sua superfíciesuperior, a aba defletindo sobre pelo menos uma cavidade durante a rotaçãodo corpo principal na primeira direção em relação à cabeça da âncora daposição aberta para a posição fechada.
4. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 3,caracterizada pelo fato de que pelo menos uma cavidade inclui uma superfícielimitadora, a superfície limitadora resistindo a rotação do corpo principal emrelação à cabeça da âncora em uma segunda direção oposta à primeiradireção, quando o corpo principal está na posição fechada.
5. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 4,caracterizada pelo fato de que a superfície superior da cabeça da âncora incluiadicionalmente uma superfície de retenção, a superfície limitadora e asuperfície de retenção definindo um recesso, a aba sendo localizada norecesso quando o corpo principal está na posição fechada.
6. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de compreender ainda um mandril compressível tendouma superfície inferior que apóia um flange inferior na parte inferior dacabeça da âncora.
7. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 6,caracterizada pelo fato de que o elemento de fixação é uma haste espinhaltendo uma diâmetro externo e uma âncora óssea que compreendeadicionalmente uma luva tendo um canal em forma de U, a luva incluindoescoras opostas que definem pelo menos uma porção do canal em forma de U,as escoras sendo flexíveis e definindo uma largura entre elas em uma aberturasuperior, a largura sendo menor do que o diâmetro externo da haste espinhalde modo que a haste espinhal é encaixada por pressão na luva durante ainserção da haste no canal em forma de U.
8. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 7,caracterizada pelo fato de que a luva tem um recesso interno que recebe pelomenos uma porção de um mandril nele montado em uma configuração, a luvaincluindo uma superfície afilada internamente, o mandril incluindo umasuperfície afilada externamente, a superfície da luva afilada internamenteproporcionando uma força de compressão na superfície do mandril afiladaexternamente em uma posição travada.
9. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 6,caracterizada pelo fato de que a cabeça da âncora tem um entalhe demontagem voltado para o espaço interno oco e o mandril tem um ressaltoestendido, o entalhe de montagem recebendo o ressalto nele estendido quandoo mandril está localizado no espaço interno oco, enquanto a parte da cabeçado membro de âncora está inserida no espaço interno do mandril.
10. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a tampa de travamento inclui uma sela acopladaao parafuso de ajuste, a sela sendo rotacionável em relação ao parafuso deajuste, a sela incluindo um recesso em formato curvilíneo com entalhes nelepara aderência do elemento de fixação em uma posição travada.
11. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que o corpo principal inclui roscas internas e oparafuso de ajuste inclui roscas externas que acopla com a rosca interna docorpo principal, o parafuso de ajuste incluindo ainda uma parte alargada emuma extremidade inferior que encaixa a extremidade inferior da rosca internado corpo principal em uma condição pré-carregada.
12. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que o parafuso de ajuste inclui uma parte alargadaem uma extremidade inferior que encaixa o corpo principal em uma condiçãopré-carrregada, a parte alargada geralmente prevenindo a rotação do parafusode ajuste em relação ao corpo principal em uma segunda direção, oposta àprimeira direção, em uma condição pré-carregada.
13. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a cabeça da âncora, o corpo principal e oparafuso de ajuste incluem superfícies superiores, as superfícies superiores dacabeça da âncora, do corpo principal e do parafuso de ajuste sendo geralmentecoplanar em uma posição fechada e uma posição travada, a superfície superiordo parafuso de ajuste sendo espaçada a partir da superfície superior do corpoprincipal em uma condição pré-carregada.
14. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que o parafuso de ajuste inclui roscas externas euma parte alargada em uma extremidade inferior, e o corpo principal incluiroscas internas que acoplam com as roscas externas do parafuso de ajuste, arotação inicial do parafuso de ajuste em uma primeira direção fazendo comque o corpo principal rode com o parafuso de ajuste até que o torquepredeterminado é aplicado ao parafuso de ajuste em relação ao corpoprincipal, a parte alargada encaixando uma extremidade inferior do corpoprincipal em uma condição pré-carregada.
15. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 14,caracterizada pelo fato de que o torque predeterminado é cerca de 2 Newton-metros a cerca de 6 Newton-metros.
16. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 14,caracterizada pelo fato de que o torque necessário aplicado à tampa detravamento para rodar o tampa de travamento da posição aberta para a posiçãofechada em relação à cabeça da âncora é menor do que o torquepredeterminado.
17. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 16,caracterizada pelo fato de que a tampa de travamento inclui um corpoprincipal e um parafuso de ajuste, o parafuso de ajuste sendo encaixado deforma rosqueada com o corpo principal, a superfície limitadora e a superfícieinclinada da tampa de travamento sendo localizada no corpo principal.
18. Ancora óssea para encaixe do elemento de fixação a umavértebra, caracterizada pelo fato de compreender:um membro de âncora para encaixe em uma vértebra;uma cabeça de âncora tendo uma parte superior e uma parteinferior, a cabeça da âncora tendo uma forma em geral tubular que tem umacavidade interior, uma abertura superior na parte superior que se comunicacom a cavidade interior e uma abertura inferior na parte inferior que secomunica com a cavidade interior, a parte superior tendo uma parede deextremidade, pelo menos um entalhe localizado próximo a abertura superior,uma abertura em forma de U formada na cabeça da âncora para receber oelemento de fixação, a parede de extremidade incluindo pelo menos umacavidade formada nela; euma tampa de travamento compreendendo um corpo principale um parafuso de ajuste, o corpo principal incluindo pelo menos uma abadefletível e pelo menos uma flange, a pelo menos uma aba defletívelinteragindo com a pelo menos uma cavidade de modo que a pelo menos umaaba é defletida enquanto o corpo principal é rodado em uma primeira direçãoem relação à cabeça da âncora da posição aberta para a posição fechada, apelo menos uma flange posicionada no pelo menos um entalhe na posiçãofechada provisoriamente retendo o elemento de fixação dentro da abertura emforma de U, a cavidade resistente a rotação do corpo principal em uma
19. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 18,caracterizada pelo fato de que pelo menos uma cavidade inclui uma superfícieinclinada e uma superfície limitadora, a superfície inclinada sendo inclinadaem relação a parede de extremidade e a superfície limitadora se estendendosubstancialmente perpendicular a parede de extremidade.
20. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 19,caracterizada pelo fato de que a parede de extremidade inclui adicionalmenteuma superfície inclinada e uma superfície limitadora, a superfície inclinada ea superfície limitadora definido um recesso, a pelo menos uma aba defletívellocalizada no recesso quando o corpo principal está na posição fechada, atampa de travamento sendo rodada em aproximadamente 90 graus em relaçãoà cabeça da âncora da posição aberta para a posição fechada para posicionar apelo menos uma aba defletível no recesso.
21. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 18,caracterizada pelo fato de que a pelo menos uma flange tem a forma de rabode andorinha e o pelo menos um entalhe tem a forma de rabo de andorinhacomplementar, a flange em forma de rabo de andorinha e o entalhe em formade rabo de andorinha limitando a parte superior da cabeça de âncora deexpandir além de uma distância predeterminada quando a tampa detravamento é montada para a cabeça da âncora na posição fechada, a flange eo entalhe em forma de rabo de andorinha resistindo ao movimento da tampade travamento ao longo de um eixo longitudinal da cabeça da âncora naposição fechada.
22. Ancora óssea para encaixe de um elemento de fixação aum osso, caracterizada pelo fato de compreender:um membro de âncora tendo uma parte de encaixe de osso euma cabeça para anexação ao osso;uma cabeça de âncora tendo uma parte superior, uma parteinferior e um espaço interno oco que se estende da parte superior à parteinferior, a parte da cabeça do membro de âncora sendo inserida no espaçointerno oco da cabeça da âncora, a parte superior da cabeça da âncoraincluindo uma abertura em geral em forma de U para receber o elemento defixação, um eixo longitudinal e uma superfície limitadora voltada para acavidade interna oca próxima a parte superior, a superfície limitadora sendolocalizada a uma primeira distância do eixo longitudinal; euma tampa de travamento encaixada de forma removível àparte superior da cabeça da âncora, a tampa de travamento incluindo umasuperfície limitadora localizada a uma segunda distância do eixo longitudinalem uma posição aberta, a segunda distância sendo maior do que a primeiradistância, as superfícies limitadoras da cabeça da âncora e a tampa detravamento facilitando um fechamento por encaixe da tampa de travamentoem relação à cabeça da âncora, enquanto a tampa de travamento é encaixadacom a cabeça da âncora na posição fechada.
23. Ancora óssea de acordo com a reivindicação 22,caracterizada pelo fato de que a tampa de travamento inclui uma superfícieinclinada próxima a uma extremidade inferior e a cabeça da âncora que incluiuma superfície inclinada próxima a parte superior, as superfícies inclinadas datampa de travamento e a cabeça da âncora facilitando o fechamento porencaixe da tampa de travamento a cabeça da âncora.
24. Combinação de âncora óssea e elemento de fixação parareter vértebras adjacentes umas as outras, caracterizada pelo fato decompreender:um membro de âncora para montar a vértebra, o membro deâncora tendo uma parte de encaixe de osso e uma cabeça;uma cabeça de âncora tendo uma parte inferior, uma partesuperior e um eixo longitudinal, a parte superior incluindo uma parede deextremidade, a cabeça da âncora acoplada ao membro de âncora próximo aparte inferior, a cabeça da âncora incluindo uma espaço interno oco e umaabertura em geral em forma de U para encaixe do elemento de fixação;uma luva posicionada dentro da espaço interno oco, a luvaincluindo escoras opostas que definem pelo menos uma porção do canal emforma de U, as escoras sendo flexíveis e definindo uma largura entre elas emuma abertura superior, a largura sendo menor do que o diâmetro externo dahaste espinhal de modo que a haste espinhal é encaixado por pressão na luvadurante a inserção da haste no canal em forma de U e a abertura em forma deU; euma tampa de travamento montada de forma removível para aparte superior da cabeça da âncora, a tampa de travamento bloqueando omovimento do elemento de fixação fora da cabeça da âncora ao longo do eixolongitudinal quando a tampa de travamento está na posição fechada.
25. Método de montagem de uma âncora óssea de umdispositivo de fixação espinhal que inclui um elemento de fixação, umaâncora óssea incluindo um membro de âncora tendo um parte para encaixe doosso e uma cabeça, uma cabeça de âncora tendo uma abertura superior, umaabertura inferior e um espaço interno oco em comunicação com as aberturassuperior e inferior e um entalhe de montagem voltado para o espaço internooco e um mandril tendo um espaço interno, uma abertura inferior emcomunicação com o espaço interno, um ressalto na abertura inferior e umaextremidade superior, o método caracterizado pelo fato de compreender:a) inserir a parte da cabeça do membro de âncora através daabertura inferior da cabeça da âncora na cavidade interna;b) alinhar o ressalto do mandril com o entalhe do montagem dacabeça da âncora;c) inserir a parte da cabeça do membro de âncora através daabertura inferior do mandril, enquanto o mandril está localizado no espaçointerno da cabeça da âncora e o ressalto está alinhado com o entalhe demontagem de modo que a abertura inferior do mandril se expande, impelindoo ressalto do mandril para o entalhe de montagem;d) impelir a parte da cabeça no espaço interno de modo que aabertura inferior do mandril se retraia a um estado natural e o ressalto se movapra fora do entalhe de montagem, a parte da cabeça do membro de âncorasendo retido dentro do espaço interno entre a extremidade superior e aabertura inferior do mandril; ee) impelir o mandril e o membro de âncora em direção àabertura inferior da cabeça da âncora, de modo que o ressalto do mandril éposicionado próximo à abertura inferior da cabeça de âncora.
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