BRPI0610288A2 - determinando campos para arquivos apresentáveis e esquemas de linguagem de marcação extensìvel para bibliografias e citações - Google Patents

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Abstract

Campos para arquivos apresentáveis podem ser determinados por uma aplicação (i) com base em um tipo de campo e pelo menos um parâmetro dos campos e (ii) responsivos aos dados brutos e um mecanismo de transformação separado, mesmo quando a aplicação não tem conhecimento da mecânica do mecanismo de transformação separado. Em uma implementação descrita para um determinado campo, o tipo de campo indica que o campo determinado deve ser avaliado com base nos dados brutos que são providos com referência por intermédio do pelo menos um parâmetro do campo determinado. O mecanismo de transformação é aplicado aos dados brutos providos com referência para produzir um resultado para o campo determinado que seja adequado para apresentação. Esquemas para bibliografias e citações facilitam a utilização de informação bibliográfica. Um esquema para informação bibliográfica define uma estrutura para informação bibliográfica. A informação bibliográfica pode ser embutida em um documento, incorporada como uma lista mestre, e assim por diante.

Description

"DETERMINANDO CAMPOS PARA ARQUIVOS APRESENTAVEIS EESQUEMAS DE LINGUAGEM DE MARCAÇÃO EXTENSÍVEL PARABIBLIOGRAFIAS E CITAÇÕES"
NOTIFICAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS
Uma parte da revelação desse documento de patentecontém material que está sujeito à proteção de direitos au-torais. O detentor dos direitos autorais não faz objeção àreprodução por fac-simile do documento de patente ou da re-velação de patente, por qualquer pessoa, conforme se encon-tra no arquivo ou registros de patente da Repartição de Pa-tentes e Marcas Registradas, mas, ao contrário, se reservaenfaticamente a todos os direitos autorais.
ANTECEDENTES
Documentos de processamento de texto, por exemplo,podem incluir campos embutidos. Os campos representam umaparte de um documento que é visivelmente representada pordados de apresentação com base no tipo de campo e pelo menosem um parâmetro de campo. Os dados de apresentação, portan-to, podem mudar em resposta às mudanças no valor (valores)do pelo menos um parâmetro de campo. Podem existir diferen-tes tipos de campos para diferentes propósitos. Exemplos in-cluem um número de páginas de um documento, um nome do ar-quivo do documento, uma data/tempo atual, um número para umrecurso de numeração (por exemplo, parágrafo, perfil, pági-na,etc), e assim por diante.
Quando a apresentação de um documento de processa-mento de texto é atualizada, os dados de apresentação sãosimilarmente atualizados com base no pelo menos um parâme-tro. Por exemplo, se há um campo para um número de páginasde um documento, cada vez que o documento é atualizado paraimpressão, o número atual de páginas do documento é inseridocomo os dados de apresentação no local do campo embutido.
Com os campos existentes, o pelo menos um parâme-tro de campo pertence à informação intrinsecamente conhecidaou determinável. Por exemplo, a data e/ou hora é intrinseca-mente conhecida por um sistema de computação. Além disso, onome de arquivo e as operações de numeração internas são in-trinsecamente determináveis a partir do próprio documento.Conseqüentemente, a tecnologia de campo embutido é relativa-mente limitada e inflexível.
A capacidade de eficientemente trabalhar com in-formação bibliográfica em conjunto com aplicações baseadasem texto, tal como processador de texto, está se tornandocada vez mais importante, especialmente no contexto de cam-pos embutidos. Isso é particularmente verdadeiro uma vez queo número de fontes citadas dentro de um determinado documen-to aumenta e à medida que o número de tipos diferentes defontes disponíveis aumenta. Exemplos de aplicativos baseadosem texto que podem ser usados para produzir documentos tendocitações incluem processadores de texto, editores de lingua-gem de marcação de hipertexto (html), e assim por diante.
SUMÁRIO
Campos para arquivos apresentáveis podem ser de-terminados por uma aplicação (i) com base em um tipo de cam-po e pelo menos um parâmetro de cada um dos campos e (ii)responsivo aos dados brutos e a um mecanismo de transforma-ção que é separável da aplicação e externo à aplicação, mes-mo quando a aplicação não tem conhecimento da mecânica in-terna do mecanismo de transformação. Em uma implementaçãodescrita para um determinado campo, o tipo do campo indicaque o campo determinado deve ser avaliado com base em dadosbrutos que são referidos por, pelo menos, um parâmetro docampo determinado. 0 mecanismo de transformação é aplicadoaos dados brutos referidos para produzir um resultado para ocampo determinado que é adequado para apresentação. Em umaimplementação exemplar, o mecanismo de transformação incluimúltiplos conjuntos de regras de apresentação que podem serseletivamente estabelecidas para aplicação aos campos. Em umamodalidade exemplar, subconjuntos de regras de apresentaçãorespectivos visam tipos respectivos de dados brutos. Em umaimplementação exemplar, os campos compreendem bibliografiase. citações de fontes bibliográficas, os dados brutos compre-endem dados bibliográficos para as fontes citadas, os dife-rentes conjuntos de regras de apresentação compreendem padrõesde formatação bibliográficos diferentes, e os tipos respecti-vos de dados brutos compreendem tipos respectivos de fontes.
Esquemas de linguagem de marcação extensível parabibliografias e citações facilitam a utilização de informa-ção bibliográfica. Por exemplo, um módulo de utilização deesquema pode permitir a criação, modificação, interpretação,etc. de um esquema para informação bibliográfica. Um módulode utilização de esquema pode ser um programa independente,parte de um programa de aplicação, e assim por diante. Umesquema para informação bibliográfica define uma estruturapara informação bibliográfica. A informação bibliográficapode ser embutida em um documento, pode ser incorporada comouma lista mestre, e assim por diante. Em uma implementaçãodescrita, o esquema para informação bibliográfica é realiza-do utilizando-se um padrão aberto tal como linguagem de mar-cação extensível (XML). 0 esquema enumera múltiplos tipos defonte e tipos de dados associados à mesma. Em outra imple-mentação descrita, empregar um módulo de utilização de es-quema em conjunto com um esquema para informação bibliográ-fica permite que a informação de origem bibliográfica sejacriada, seja inserida em um documento como uma citação, sejaadicionada a uma lista mestre, para ser reutilizada posteri-ormente, e assim por diante.
Esse sumário é provido para introduzir uma seleçãode conceitos em uma forma simplificada, os quais são descri-tos adicionalmente abaixo na Descrição Detalhada. Esse Sumá-rio não pretende identificar características essenciais ourecursos fundamentais da matéria reivindicada, nem pretendeser usado como um meio auxiliar na determinação do escopo damatéria reivindicada. Além disso, outras implementações demétodo, sistema, abordagem, aparelho, dispositivo, mídia,procedimento, esquema, interface de programação de aplicação(API), arranjo, etc. são descritas aqui.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
Os mesmos números são usados por todos os desenhospara referência aos aspectos, características e componentessimilares e/ou correspondentes.
A Figura 1 é um exemplo de diagrama de blocos deum arquivo apresentado incluindo dados de apresentação re-sultantes de um campo.
A Figura 2 é um exemplo de diagrama de blocos deum campo apresentavel em uma aplicação que é capaz de apre-sentar o arquivo apresentavel utilizando dados brutos e ummecanismo de transformação.
A Figura 3 é um diagrama de fluxo que ilustra umexemplo de um método para apresentar um arquivo apresentaveltendo um campo embutido.
A Figura 4 é um diagrama de blocos de uma inter-pretação exemplar de um campo embutido.
A Figura 5 é um diagrama de blocos de uma extraçãoexemplar de dados brutos para o campo embutido.
A Figura 6 é um diagrama de blocos de uma trans-formação exemplar dos dados brutos extraídos.
A Figura 7 é um diagrama de blocos de um mecanismode transformação exemplar.
A Figura 8 é um diagrama de blocos que prove exem-plos relacionados à bibliografia para os conceitos e termosmais genéricos ilustrados nas Figuras 1-7.
A Figura 9 ilustra um exemplo de um ambiente deoperação de computação (ou dispositivo geral) que é capaz deimplementar (integralmente ou parcialmente) pelo menos umaspecto da determinação de campos para arquivos apresentá-veis e/ou esquemas de linguagem de marcação extensível parabibliografias e citações descritas aqui.
A Figura 10 ilustra um esquema exemplar que defineuma estrutura para informação bibliográfica e/ou que permitea utilização da informação bibliográfica.
DESCRIÇÃO DETALHADA
INTRODUÇÃO
Documentos de processamento de texto, por exemplo,podem incluir campos embutidos. Os campos representam umaparte de um documento que é visivelmente representada pelosdados de apresentação com base em um tipo de campo e pelomenos algum parâmetro de campo. Os dados de apresentação,portanto, podem mudar em resposta às mudanças no valor (va-lores) do pelo menos um parâmetro de campo. Podem existirdiferentes tipos de campos para diferentes propósitos. Exem-plos incluem um número de páginas de um documento, um nomedo arquivo do documento, a data/hora atual, um número paraum recurso de numeração (por exemplo, parágrafo, perfil, pá-gina, etc.), e assim por diante.
Quando a apresentação de um documento de processa-mento de texto é atualizada, os dados de apresentação simi-larmente são atualizados com base no pelo menos um parâmetro.Por exemplo, se existir um campo para um número de páginasde um documento, cada vez que o documento é atualizado paraimpressão, o número atual de páginas do documento é inseridocomo os dados de apresentação no local do campo embutido.
Com os campos existentes, o pelo menos um parâme-tro de campo pertence à informação intrinsecamente conhecidaou determinável. Por exemplo, a data e/ou hora são conheci-dos intrinsecamente por um sistema de computação. Além dis-so, o nome de campo e as operações de numeração internas sãointrinsecamente determináveis a partir do próprio documento.Conseqüentemente, tecnologia de campo embutida existente érelativamente limitada e inflexível.
Desse modo, como descrito acima, a tecnologia decampo embutida convencional é limitada aos parâmetros decampo que são determináveis com base na informação predeter-minada, intrínseca. Por outro lado, esquemas, mecanismo,técnicas, etc. que são descritos aqui abaixo são dirigidos àdeterminação dos campos para arquivos apresentáveis de umamaneira flexível e/ou extensível.
Em uma implementação descrita exemplar, um campopode ser um tipo de campo de transferência de transformação.Um tipo de campo de referência transformado indica que dadosbrutos referidos devem ser transformados, e os dados brutostransformados são então apresentados como resultado dos da-dos de apresentação do campo. Um conjunto de regras de apre-sentação pode ser selecionado a partir de um mecanismo detransformação de modo que os dados brutos referidos são a-presentados de uma maneira desejada.
0 mecanismo de transformação é independente da apli-cação apresentando o campo, e a aplicação não tem conhecimen-to dos pormenores da mecânica interna (por exemplo, regrasde apresentação) do mecanismo de transformação. Além disso,um usuário pode independentemente criar ou modificar um me-canismo de transformação sem utilizar a aplicação, se basearna aplicação, ou até mesmo entender os detalhes sobre como aaplicação deve empregar o mecanismo de transformação, desdeque o mecanismo de transformação criado adira a um esquemaou, seja compatível com um esquema promulgado para mecanis-mos de transformação em geral. Por exemplo, utilizar padrõesnão-patenteados, abertos tais como XML e XSLT permite que umusuário crie, edite, etc. os dados brutos e o mecanismo detransformação, respectivamente, sem envolver a aplicação.
Campos de um tipo de campo de referência de trans-formação podem ser empregados em uma miriade de contextos.Em um contexto exemplar, uma característica bibliográficaemprega esquemas do tipo de campo de referência de transfor-mação, mecanismos, técnicas, etc. Os dados brutos contêm umaou mais fontes bibliográficas, e o mecanismo de transforma-ção inclui pelo menos um conjunto de regras de apresentação.Cada regra de apresentação pode implementar uma abordagemdocumentada para citar fontes bibliográficas. Adicionalmen-te, bibliografias e citações podem ser rapidamente utiliza-das mediante mudança do conjunto selecionado de regras deapresentação. Isso pode fazer com que a apresentação de cadafonte bibliográfica citada seja mudada conformemente.
Com certas implementações que são descritas aquiabaixo, a informação bibliográfica pode ser introduzida umavez, editada à vontade, e recuperada para reutilização atra-vés de diferentes documentos utilizando, por exemplo, tecno-logia de padrão aberto. Além disso, criar a informação bi-bliográfica de acordo com um esquema pode permitir a utili-zação da informação bibliográfica em diferentes ambientes.
Em uma implementação exemplar especifica, esquemas de lin-guagem de marcação extensível para bibliografias e citaçõessão descritos aqui.
Linguagem de marcação extensível (XML) é uma lin-guagem universal que prove uma forma de identificar, permu-tar, e processar diversos tipos de dados. Por exemplo, XMLpode ser usada para criar documentos que podem ser utiliza-dos por uma variedade de diferentes programas de aplicação.
Elementos de um arquivo XML têm tipicamente um espaço de no-me e esquema associado.
Um espaço de nome é um identificador singular parauma compilação de nomes que são usados em documentos XML pa-ra definir nomes e tipos de elementos/atributos. 0 nome deum espaço de nome é comumente usado para identificar singu-larmente cada classe de documento XML. Schemata (esquema)XML proporciona uma forma de descrever e validar os dados emum contexto XML. Um esquema indica, por exemplo, quais ele-mentos e atributos são usados para descrever conteúdo em umdocumento XML, onde cada elemento é permitido, quais tiposde conteúdo são permitidos dentro dele, e/ou quais elementospodem aparecer dentro de quais outros elementos. 0 uso deesquemas pode garantir que os elementos sejam estruturadosde uma maneira consistente e previsível, o que facilita aconstrução de um documento padrão e permite a subseqüenteinterpretação de documentos individuais.
Essa descrição é separada em sete seções adicio-nais. A terceira, quinta, sexta e sétima seção são particu-larmente pertinentes a esse pedido de patente de continua-ção-em-parte. Uma primeira seção é relacionada às Figuras 1-3 e é intitulada "Implementações Exemplares Gerais para De-terminar Campos". Uma segunda seção é relacionada às Figuras4-7 e é intitulada "Implementações Exemplares Especificaspara Determinar Campos". Uma terceira seção é relacionada àFigura 8 e é intitulada "Implementações Exemplares Relacio-nadas à Bibliografia para Determinar Campos". Uma quarta se-ção é intitulada "Conclusão para Determinação de Campos".
Uma quinta seção se refere à Figura 9 e é intitulada "Ambi-ente de Operação Exemplar para Computador ou outro Disposi-tivo". Uma sexta seção é relacionada à Figura 10 e é intitu-lada "Esquemas de Linguagem de Marcação Extensível para Bi-bliografias e Citações". A descrição da sétima seção, que éintitulada "Descrições Baseadas em Linguagem de Marcação Ex-tensível de Tipos de Fontes para Bibliografias e Citações",estabelece interface com a descrição da sexta seção.IMPLEMENTAÇÕES EXEMPLARES GERAIS PARA DETERMINAÇÃO DE CAMPOSA Figura 1 é um exemplo de diagrama de blocos deum arquivo apresentado 102 tendo dados de apresentação 106resultantes de um campo 108. Em uma implementação descrita,o arquivo apresentado 102 compreende uma apresentação defluxo de dados 104 incluindo dados de apresentação 106. Oarquivo apresentado 102 pode ser a partir de um arquivo a-presentável de qualquer tipo. Tipos de arquivos apresentá-veis exemplares incluem um arquivo de processamento de tex-to, um arquivo de planilha, um arquivo de apresentação deslides, um arquivo de e-mail, um arquivo de navegador, umarquivo de multimídia, alguma combinação dos mesmos, e assimpor diante. Desse modo, a apresentação de fluxo de dados 104e dados de apresentação 106 pode compreender qualquer númerode símbolos de qualquer tipo.
Uma construção de fluxo de dados 110 para o campo108 é ilustrada. A construção de fluxo de dados 110 pode serrepresentada como {(Tipo de Campo) (Parâmetro(s) de Campo)|[Resultado] } . 0 "Tipo de Campo" indica um tipo de campo demuitos tipos de campo possíveis aos quais pertence um deter-minado campo 108. O "Parâmetro(s) de Campo" expõe pelo menosum parâmetro de campo que serve como um argumento para o Ti-po de Campo. O "Resultado" simboliza o resultado de uma fun-ção caracterizada por um par de Tipo de Campo e Parâmetro(s)de Campo.
Apenas como exemplo, o tipo de campo pode ser umnúmero de referência de parágrafo com o parâmetro de camposendo um indicador para o parágrafo referido tendo um núme-ro. 0 resultado, portanto, é o número de parágrafo atual doparágrafo referido. Para certos tipos de campo, o parâmetrocampo pode estar vazio ou emitido quando o tipo de campo i-soladamente prove informação que é suficiente para determi-nar o resultado.
Uma construção lógica 112 para o campo 108 é ilus-trada como um diagrama de blocos. O campo 108 inclui infor-mação de função 114 e resultado 120. A informação de função114 inclui um par de tipo de campo 116 e um ou mais parâme-tros 118. Quando a função caracterizada pelo tipo de campo116 e parâmetros 118 é avaliada ou de outro modo determina-da, o resultado 120 é produzido. Quando o arquivo apresenta-do 102 é atualizado, o resultado 120 é apresentado como da-dos de apresentação 106 como parte da apresentação de fluxode dados 104.
A Figura 2 é um exemplo de diagrama de blocos deum arquivo apresentável 202 e uma aplicação 208 que é capazde apresentar o arquivo apresentável 202 utilizando dadosbrutos 204 e um mecanismo de transformação 206. Em uma im-plementação descrita genericamente, a aplicação 208 determi-na o resultado 120 do campo 108 com base no tipo de campo116 e pelo menos um parâmetro 118 e responsivo aos dadosbrutos 204 e mecanismo de transformação 206.
O arquivo apresentável 202 é a informação de origemou subjacente para o arquivo apresentado 102 (da Figura 1) . Emoutras palavras, a informação no arquivo apresentável 202 per-mite que uma aplicação crie apresentação de fluxo de dados104 (da Figura 1) quando o arquivo apresentável está sendoapresentado. O arquivo apresentável 202 pode ser apresentan-do em uma tela visual, em uma impressão, e assim por diante.
Como ilustrado, o arquivo apresentável 202 incluiinformação de fluxo de dados 210 e informação adicional 212.A apresentação de fluxo de dados 104 é produzida principal-mente a partir da informação de fluxo de dados 210. A infor-mação adicional 212, se presente, contém informação adicio-nal que é utilizável para manipular, apresentar, ou de outromodo utilizar informação de fluxo de dados 210 e/ou o arqui-vo apresentável global 202. Por exemplo, a informação adi-cional 212 pode incluir informação de propriedades, um his-tórico de mudança, etc. para o arquivo apresentável 202. A-lém disso, informação adicional 212 pode conter todos ou umaparte dos dados brutos 204 e/ou mecanismo de transformação206 para melhorar a portabilidade do arquivo apresentável202, como é descrito adicionalmente aqui, abaixo, com refe-rência à Figura 8.
Os dados brutos 204 e o mecanismo de transformação206 também são ilustrados na Figura 2. Os dados brutos 204incluem dados que devem ser pelo menos parcialmente apresen-tados como dados de apresentação 106 (da Figura 1) para ocampo 108. O mecanismo de transformação 206 inclui regras deapresentação (não mostradas explicitamente na Figura 2) quetransformam os dados brutos 204 no resultado 120. O mecanis-mo de transformação 206, em uma implementação exemplar, obe-dece a um padrão aberto de modo que usuários individuais po-dem escolher modificar ou aumentar um mecanismo de transfor-mação provido por outros, ou criar um novo mecanismo detransformação sem utilizar aplicação 208 (a qual pode ser dequalquer tipo de aplicação geral, incluindo um programa deprocessamento de texto tal como Microsoft® Word da Micro-soft® Corporation). Exemplos de dados brutos 204 são descri-tos adicionalmente aqui abaixo com referência especifica àsFiguras 5 e 6, e exemplos do mecanismo de transformação 206(incluindo regras de apresentação) são descritos adicional-mente aqui, abaixo, com referência especifica às Figuras 6 e7. Além disso, a transformação é descrita adicionalmente a-qui abaixo com referência especifica às Figuras 6 e 7.
A aplicação 208, em uma implementação descrita, inclui o interpretador de campo 214, o extrator de dados brutos216, e o transformador de dados brutos 218. O interpretadorde campo 214 é capaz de interpretar o campo 108, especial-mente informação de função 114. O extrator de dados brutos216 é capaz de extrair dados brutos a partir dos dados bru-tos 204 de acordo com um parâmetro 118 que contém uma refe-rência aos dados brutos 204. O transformador de dados brutos218 é capaz de transformar os dados brutos extraídos de acordocom uma ou mais regras de apresentação do mecanismo de trans-formação 206 sem estar em controle direto da transformação.
O transformador de dados brutos 218 é capaz de a-plicar o mecanismo de transformação 206 aos dados extraídosdos dados brutos 204 sem ter conhecimento da mecânica inter-na (incluindo os pormenores de quaisquer regras de apresen-tação incluídas) do mecanismo de transformação 206. Portan-to, o resultado 120 do campo 108 pode ser independente daaplicação 208. Um esquema 220 é conhecido da aplicação 208,e aplicação 208 é adaptada para interagir com os mecanismosde transformação 206 que aderem/são compatíveis com esquema220. O esquema 220 especifica um ou mais formatos para o me-canismo de transformação 206. Conseqüentemente, desde que omecanismo de transformação 206 adira/se comporte de acordocom o esquema 220, o transformador de dados brutos 218 é ca-paz de aplicar o mecanismo de transformação 206 aos dadosbrutos 204 sem ter conhecimento de sua mecânica interna. De-ve ser entendido que a aplicação 208 também pode ser capazde interpretar independentemente outros (por exemplo, tradi-cionais) campos 108 sem se basear nos dados brutos 204 ou nomecanismo de transformação 206.
Como ilustrado no diagrama de blocos exemplar daFigura 2, os dados brutos 204 e o mecanismo de transformação206 são separados do arquivo apresentável 202 e aplicação208. Como exemplo, os dados brutos 204 podem ser um arquivoseparado, tal como um arquivo de dados brutos, mestre, sepa-rado. Além disso, o mecanismo de transformação 206 pode serum arquivo independente, um programa separado, um módulo deplug-in, um recurso de sistema operacional (OS), e assim pordiante. Como observado acima, contudo, todos ou uma partedos dados brutos 204 e/ou mecanismo de transformação 206 po-dem ser alternativamente incluídos como parte da informaçãoadicional 212.
Na realidade, em uma implementação descrita, pelomenos uma parte dos dados brutos 204 é armazenada como partede informação adicional 212, e pelo menos uma parte do meca-nismo de transformação 206 pode ser utilizada pela aplicação208 ao transformar os dados brutos referidos 204 para produ-zir o resultado 120. Com tal implementação, pelo menos osdados brutos relevantes (por exemplo, referidos) dos dadosbrutos 204 são transportaveis como parte do arquivo apresen-tável 202. Conseqüentemente, um arquivo apresentável 202 po-de ser, por exemplo, enviado por e-mail para um destinatáriocom os dados brutos relevantes sendo incluídos como parte doarquivo apresentável 202. Similarmente, se o destinatáriotiver uma aplicação 208 que se espera acesse e adequadamenteapresente o arquivo apresentável 202, a inclusão de pelo me-nos uma parte do mecanismo de transformação 206 como umaparte da informação adicional 212 garante que o arquivo a-presentável 202 possa ser apresentado de uma maneira preten-dida pelo seu criador.
A Figura 3 é um fluxograma 300 que ilustra um exemplo de um método para apresentar um arquivo apresentáveltendo um campo embutido. O fluxograma 300 inclui cinco (5)blocos "principais" 302-310 e seis (6) blocos "secundários".Embora as ações do fluxograma 300 possam ser realizadas emoutros ambientes e com uma variedade de combinações de hard-ware e software, as Figuras, 1 e 2, são usadas em particularpara ilustrar certos aspectos e exemplos do método. Apenascomo exemplo, as ações do diagrama de fluxo 300 podem serrealizadas por uma aplicação 208 em um arquivo apresentavel202 utilizando dados brutos 204 e o mecanismo de transforma-ção 206.
No bloco 302, a informação de fluxo de dados de umarquivo apresentavel é processada até que um campo embutidoseja encontrado. Por exemplo, a informação de fluxo de dados210 do arquivo apresentavel 202 pode ser processada em apre-sentação de fluxo de dados 104 do arquivo apresentado 102até que um campo 108 seja encontrado.
No bloco 304, o campo é interpretado. Por exemplo,o tipo de campo do interpretador de campo é averiguado. Porexemplo, o interpretador de campo 214 pode averiguar o tipode campo 116 da informação de função 114. No bloco 304(2),um ou mais parâmetros 118 são adquiridos. Por exemplo, o in-terpretador de campo 214 pode adquirir o parâmetro(s) 118 dainformação de função 114.
Em uma implementação descrita, o tipo de campo 116compreende um tipo de campo de referência de transformação116. Isso indica ao interpretador de campo 214 que uma refe-rência aponta para os dados brutos, os quais devem sertransformados antes da apresentação. Desse modo, pelo menosum parâmetro 118 compreende uma referência aos dados brutos204. Outro parâmetro 118 pode identificar todo ou parte domecanismo de transformação 206. Alternativamente, um meca-nismo de transformação 206 que deve ser empregado para umarquivo apresentável 202 pode ser identificado (e opcional-mente contido) na informação adicional 212. Como outro exem-plo, o mecanismo de transformação 206 pode ser identificadopor uma configuração global que é definida pela aplicação208 ou através da aplicação 208.
No bloco 306, os dados brutos para o campo são ex-traídos. Por exemplo, o extrator de dados brutos 216 da a-plicação 208 pode extrair os dados brutos para o campo 108 apartir dos dados brutos 204. Mais especificamente, no bloco306(1), os dados brutos são localizados em resposta ao parâ-metro (s) adquirido. Por exemplo, o extrator de dados brutos216 pode localizar os dados brutos 204, e/ou uma parte dosmesmos, em resposta a pelo menos um parâmetro 118 que incluiuma referência aos dados brutos. No bloco 306(2), os dadosbrutos localizados são recuperados. Por exemplo, o extratorde dados brutos 216 pode recuperar os dados brutos localiza-dos a partir dos dados brutos 204.
No bloco 308, os dados brutos extraídos são trans-formados. Por exemplo, o transformador de dados brutos 218da aplicação 208 pode fazer com que os dados brutos extraí-dos dos dados brutos 204 sejam transformados em resposta aomecanismo de transformação separado 206. Mais especificamen-te, no bloco 308(1), o mecanismo de transformação relevante206 é identificado. Por exemplo, o transformador de dadosbrutos 218 pode identificar o mecanismo de transformação re-levante 206, e/ou as regras de apresentação relevantes domesmo, utilizando pelo menos um parâmetro 118, utilizandouma identificação de transformação (por exemplo, um identi-ficador de mecanismo de transformação) na informação adicio-nal 212, utilizando uma configuração global da aplicação208, e assim por diante. No bloco 308(2), o mecanismo detransformação identificado é aplicado aos dados brutos recu-perados. Por exemplo, a transformação de dados brutos 218pode aplicar o mecanismo de transformação identificado 206,incluindo um conjunto de regras de apresentação do mesmo,aos dados brutos recuperados dos dados brutos 204 para pro-duzir o resultado 120. O transformador de dados brutos 218pode fazer com que o mecanismo de transformação 206 realizeessa transformação sem conhecer quaisquer pormenores sobre oconteúdo do mecanismo de transformação 206.
No bloco 310, os dados brutos transformados, ou oresultado de campo, são apresentados como parte da apresen-tação de fluxo de dados do arquivo apresentado. Por exemplo,a aplicação 208 pode apresentar o resultado 120, o qual com-preende os dados brutos transformados, como dados de apre-sentação 106 para o campo 108 como parte do arquivo apresen-tado 102. As ações do diagrama de fluxo 300 podem ser reali-zadas de modo que variam a partir daquelas que são ilustradas.Por exemplo, a transformação do bloco 308 pode ser realizadaantes ou completamente ou parcialmente sobreposta à extraçãodo bloco 30 6. Desse modo, em uma implementação exemplar, a-penas aquelas partes dos dados brutos que devem permanecerapós a filtração precisam ser completamente extraídas.
IMPLEMENTAÇÕES EXEMPLARES ESPECÍFICAS PARA DETERMINAÇÃO DOS CAMPOS
A Figura 4 é um diagrama de blocos de uma inter-pretação exemplar de um campo embutido 108. Em uma implemen-tação descrita, o campo 108 inclui um tipo de campo 116 epelo menos um parâmetro 118. Como ilustrado, o tipo de campo116 compreende um tipo de campo de referência de transforma-ção 402, e parâmetro(s) 118 inclui pelo menos uma referênciade dados brutos 404.
O interpretador de campo 214 verifica se o tipo decampo 116 é um tipo de campo de referência de transformação402 como indicado pela seta 408. Como tal, o campo 108 é de-terminado com base na referência de dados brutos 404 e res-ponsivo aos (i) dados brutos 204 (da Figura 2) que são refe-ridos pela referência de dados brutos 404 e (ii) mecanismode transformação 206.
O interpretador de campo 214 prove referência dedados brutos 404 ao extrator de dados brutos 216, como indi-cado pela seta 410. O interpretador de campo 214 também pro-ve identificação de transformação 406 ao transformador dedados brutos 218, como indicado pela seta 412. Três locaisexemplares nos quais a identificação de transformação 406pode ser encontrada são ilustrados. Esses exemplos incluemparâmetro(s) 118, informação adicional 212, e aplicação 218.
Contudo, a identificação de transformação 406 pode estar al-ternativamente localizada dentro ou em associação com outrocomponente(s). Além disso, o transformador de dados brutos218 pode ser alternativamente capaz de adquirir independen-temente identificação de transformação 406 a parti de qual-quer local.
A Figura 5 é um diagrama de blocos de uma extraçãoexemplar de dados brutos 204 para o campo embutido. Em umaimplementação descrita, os dados brutos 204 incluem um oumais itens de dados 502. Como ilustrado, os dados brutos 204incluem "k" itens de dados 502(1 ...k): item n°l 502(1), i-tem n°2 (502(2) ... item n°k 502(k). Cada item de dado 502corresponde a um tipo de item de dados. Como mostrado, o i-tem de dados n°l 502(1) corresponde a um tipo de item de da-dos "0", item de dado n°2 502 corresponde a um tipo de itemde dados "Z", e item de dados n°k 502(k) também correspondemao tipo de item de dados "0". Os tipos de item de dados sãodescritos adicionalmente aqui, abaixo, com referência espe-cifica às Figuras 6 e 7.
Os itens de dados 502 incluem um ou mais campos deindicadores respectivos 504 e dados respectivos associados506, os quais são referidos aqui como pares de indicadores-dados. Como ilustrado, o item de dados n°k 502(k) inclui "n"campos de indicadores respectivos 504 que são associados a"n" entradas de dados respectivas 506. Em outras palavras, ocampo de indicadores n°l é associado à entrada de dados n°l,o campo de indicadores n°2 é associado à entrada de dadosn°2, o campo de indicadores n°3 é associado à entrada de da-dos n°3, e o campo de indicadores n°n é associado à entradade dados n°n. A forma na qual os campos de indicadores 504são utilizados pelo transformador de dados brutos 218 é des-crita adicionalmente aqui, abaixo, com referência especificaà Figura 6.
Como ilustrado, a referência de dados brutos 404faz referência ao item de dados n°k 502(k). A referência dedados brutos 404 pode compreender um link, um ponteiro, umendereço, um localizador de recursos uniformes, alguma com-binações dos mesmos, e assim por diante. 0 extrator de dadosbrutos 216 utiliza referência de dados brutos 404 para loca-lizar e então recuperar o item de dados n°k 502(k) como in-dicado pela porção de seta 508. O item de dados n°k 502(k),ou pelo menos uma parte do mesmo, é então provida ao trans-formador de dados brutos 218, como indicado pela porção de seta 510.
A Figura 6 é um diagrama de blocos de uma trans-formação exemplar dos dados brutos extraídos 204. Em uma im-plementação descrita, o transformador de dados brutos 218aplica o item de dados n°k 502 (k) ao mecanismo de transfor-mação 206 como indicado pela seta 604. Como ilustrado, o me-canismo de transformação 206 inclui uma capacidade de fil-trar, ordenar, e/ou de formatar 602. Os pormenores da capa-cidade de filtrar, ordenar, e/ou formatar 602 são desconhe-cidos do transformador de dados brutos 218.
A capacidade de filtrar, ordenar, e/ou formatar602 é adaptada, de modo a filtrar, ordenar, e/ou formatar oitem de dados n°k (502 (k) com relação aos campos de indica-dores 504, de acordo com um conjunto selecionado de regrasde apresentação, e em resposta a um tipo de item de dados doitem de dados n°k 502(k). Nesse caso exemplar, o conjuntoselecionado de regras de apresentação pertencendo ao tipo deitem de dados "0" é aplicado ao item de dados n°k 502 (k)porque ele é do tipo de item de dados "0".
Geralmente, as regras de apresentação podem esti-pular quais campos de indicadores 504 são filtrados, como oscampos de indicadores restantes 504 são ordenados, e como asentradas de dados sobreviventes 506 são formatadas. Especi-ficamente, pares de indicadores-dados (por exemplo, camposde indicadores respectivos 504 que são associados às entra-das de dados respectivas 506) podem ser filtrados, ordena-dos, e/ou formatados. Mais especificamente, um ou mais paresde indicadores-dados individuais podem ser filtrados (porexemplo, removidos e/ou excluídos da apresentação). Alémdisso, os pares de indicadores-dados podem ser reordenadosem uma ordem prescrita. Além disso, os pares de indicadores-dados podem ser formatos de tal modo que o texto apresentadoé centrado, apresentado em negrito, em itálico, sublinhado,espaçado apropriadamente, capitalizado, pontuado, algumacombinação dos mesmos, e assim por diante.
Desse modo, a capacidade de filtrar, ordenar e/ouformatar 602 do mecanismo de transformação 206 produz o re-sultado 120, o qual é apresentado como dados de apresentação106. Como ilustrado na Figura 6, os pares de indicadores-dados a partir de n°l a n°n foram filtrados exceto os paresde indicadores-dados n°l, n°3, e n°m como mostrado no resul-tado 120. Esses pares também foram reordenados como a se-guir: pares de indicadores-dados n°3, pares de indicadores-dados n°l, e pares de indicadores-dados n°m.As entradas de dados 506 também podem ser formata-das individualmente ou como um grupo para produzir a aparên-cia final para dados de apresentação 106. Embora o resultado120 seja mostrado como incluindo campos de indicadores 504além das entradas de dados 506, o resultado 120 pode ser al-ternativamente eficiente mediante omissão dos campos de in-dicadores 504 de tal modo que o resultado 120 é efetivamenteequivalente aos dados de apresentação 106. Conseqüentemente, oresultado 120 pode ser apresentado como dados de apresenta-ção 106 sem primeiramente remover os campos de indicadores 504.
A Figura 7 é um diagrama de blocos de um mecanismode transformação exemplar 206. Em uma implementação descri-ta, o mecanismo de transformação 206 inclui pelo menos umconjunto de regras de apresentação 702. Como ilustrado, omecanismo de transformação 206 inclui quatro (4) conjuntosde regras de apresentação 702: regras de apresentação A702(A), regras de apresentação B 702 (B), regras de apresen-tação C 702(C), e regras de apresentação D 702(D). Contudo,o mecanismo de transformação 206 pode alternativamente terum número menor ou maior do que quatro conjuntos de regrasde apresentação 702.
Com referência ao conjunto de regras de apresenta-ção A 702(A), há um subconjunto diferente 704 de regras deapresentação para cada tipo de item de dados de múltiplostipos de itens de dados. Como ilustrado, as regras de apre-sentação A 702(A) inclui subconjuntos de regras 704 que vi-sam os itens de dados do tipo A, do tipo 2, do tipo 0 ...do tipo Q. Os subconjuntos de regra de apresentação 704 pa-ra cada tipo de item de dados pode incluir seu próprio con-junto de capacidade de filtro, ordem, e/ou formato 602. Con-seqüentemente, as entradas de dados 506 que são associadasao mesmo tipo de indicador 504 podem ser filtradas, ordena-das, e/ou formatadas diferentemente se elas constituíremparte dos itens de dados 502 que correspondem aos diferentestipos de itens de dados. Isso é explicado adicionalmente co-mo exemplo na seção a seguir com os exemplos relacionados àbibliografia.
A identificação de transformação 406 (da Figura 4)pode identificar um conjunto individual de regras de apre-sentação 702 de um mecanismo de transformação 206. Se o con-junto de regras de apresentação 702 for estabelecido global-mente (por exemplo, mediante aplicação 208 ou informação a-dicional 212), então os campos 108 do tipo de campo de refe-rência de transformação 402 são individualmente apresentadosde acordo com o conjunto globalmente estabelecido de regrasde apresentação 702. Alternativamente, o conjunto de regrasde apresentação 702 a ser usado pode ser estabelecido paracada campo (por exemplo, com um parâmetro 118), para cadaseção ou área de um arquivo (por exemplo, também identifica-do possivelmente na informação adicional 212), ou de qual-quer outra maneira.
Embora ambos os conjuntos de regras de apresenta-ção A e B 702 (A e B) como ilustrado no mecanismo de trans-formação 206 da Figura 7 incluam aparentemente o mesmo sub-conjunto de regra de apresentação 704, subconjuntos de regrade apresentação 704 podem diferir. Por exemplo, as regras deapresentação C 702C não incluem um subconjunto de regras deapresentação 704 para itens de dados 502 do tipo A, mas tem umsubconjunto de regras de apresentação 704 para itens de dados502 do tipo O. Além disso, as regras de apresentação D 702 (D)incluem apenas subconjuntos de regras de apresentação 704para itens de dados 502 dos tipos A, E, 0 e r. Além disso, umsubconjunto de regras de apresentação 704 para um determina-do tipo de item de dados pode ser exclusivo para um conjuntoúnico de regras de apresentação 702. Outras combinações epermutações de conjuntos de regras de apresentação 702 esubconjuntos de regras de apresentação 704 são possíveis.
IMPLEMENTAÇÕES EXEMPLARES RELACIONADOS À BIBLIOGRAFIA PARADETERMINAÇÃO DE CAMPOS
Uma aplicação exemplar para determinação de cam-pos, de acordo com certas implementações como descrito aquiacima, está em um contexto bibliográfico. Dados bibliográfi-cos para fontes citadas podem ser introduzidos uma vez, e osdados bibliográficos podem ser subseqüentemente usados paranotas de rodapé, notas finais, e assim por diante. Um usuá-rio pode recuperar os dados bibliográficos para uma entradade bibliografia ou citação para certa fonte sempre que essesdados de fonte tiverem sido introduzidos.
Além disso, fontes citadas dentro de um arquivoapresentável 202 são incluídas dentro da informação de fluxode dados 210 como campos 108 tendo um tipo de campo 116 dereferência de transformação 402. Conseqüentemente, dados bi-bliográficos podem ser extraídos dos dados brutos 204. Adi-cionalmente, os dados bibliográficos brutos 204 podem sertransformados de acordo com uma regra de apresentação esta-belecida 702. O arquivo apresentado 102 pode então ser outravez determinado simplesmente através da seleção de uma regrade apresentação diferente 702. Em outras palavras, o usuáriopode inserir uma citação ou entrada bibliográfica, extraindoos dados brutos (os dados de origem) e transformando o mesmode acordo com um estilo de documentação tal como MLA ou APA.Após uma citação ou entrada bibliográfica ser inserida, elapode ser, outra vez, determinada mediante seleção de um es-tilo de documentação diferente (transformação).
A Figura 8 é um diagrama de blocos que prove exem-plos relacionados à bibliografia para os conceitos e termosmais genéricos ilustrados na Figura 1-7. Os exemplos e rea-lizações relacionados à bibliografia são anotados na ilus-tração da Figura 8 com texto em itálico. A Figura 8 incluidados brutos 204 e o mecanismo de transformação 206. Emboraos dados brutos 204 possam ser implementados de diversasformas, em uma implementação descrita, os dados brutos 204compreendem um arquivo de linguagem de marcação extensível(XML) ou uma parte de um arquivo que é configurada de acordocom XML. Similarmente, o mecanismo de transformação 206 com-preende um arquivo de linguagem de folha de estilo (XSLT) ouuma parte de um arquivo que é configurada de acordo com XSLTem uma implementação descrita. Contudo, qualquer uma delaspode ser realizada utilizando outro mecanismo(s). Utilizarum padrão aberto, não-patenteado tal como XML e XSLT permiteque um usuário crie, edite, etc. os dados brutos 204 e/ou omecanismo de transformação 206 sem utilizar a aplicação 208.O mecanismo de transformação 206 (por exemplo, co-mo um XSLT ou outro arquivo não-patenteado) é instalado e/ouativado pela aplicação 208. Contudo, a aplicação 208 nãoprecisa ser usada para criar ou modificar um mecanismo detransformação 206. Em vez disso, um usuário pode utilizarqualquer programa que seja capaz de gerar um arquivo que a-dira ou, seja compatível com o esquema 220 que especifica oformato(s) disponível para o mecanismo de transformação 206.Portanto, um mecanismo de transformação 206 que é gerado porum arquivo desconhecido pode ser instalado e/ou ativado pelaaplicação 208 para determinar os campos nos arquivos apre-sentáveis. Por exemplo, uma realização de programa de pro-cessamento de texto da aplicação 208 pode instalar ou ativarqualquer mecanismo de transformação 206 que seja compatívelcom o esquema especificado 220, independente de como o mecanismo de transformação foi criado.
Em uma implementação descrita, os dados brutos 204podem compreender um arquivo de dados bibliográficos mestree/ou uma parte de informação adicional 212 de arquivo apre-sentável 202. Por exemplo, um usuário pode introduzir dadosbibliográficos diretamente em um arquivo mestre e ter suaspartes citadas, copiadas na informação adicional 212. Alter-nativamente, um usuário pode introduzir dados bibliográficosdiretamente na informação adicional 212 (por exemplo, porintermédio de uma aplicação 208) e ter os dados bibliográfi-cos das citações recentemente introduzidas copiadas no ar-quivo mestre para uso subseqüente. Como observado acima, in-clusão de dados bibliográficos na informação adicional 212 éuma implementação opcional.
Dados brutos 204 incluem pelo menos um item de da-dos 502. Como ilustrado na Figura 8, os dados brutos 204 in-cluem item de dados n°k 502(k) do tipo 0. Em uma implementa-ção relacionada à bibliografia, o item de dados n°k 502(k)compreende uma fonte bibliográfica individual n°k que estásendo citada, e o tipo 0 compreende um tipo de fonte tal co-mo um livro. Outros tipos de fonte bibliográfica, exemplaresincluem, mas não são limitados a: periódicos, jornais, pro-gramas de transmissão, procedimentos de conferência, discur-sos, artigos de jornal, artigos de revistas ou periódicos,registros sonoros, performances, teses/dissertações/ infor-mes, trabalhos artísticos, composições musicais, sitios daInternet, documentos a partir de sitios da Internet, e assimpor diante.
O item de dados n°k 502(k) inclui tipicamente múl-tiplas entradas. Especificamente, há entradas de dados res-pectivas 506 que são associadas aos campos de indicadoresrespectivos 504. O campo de indicadores n°n 504 é mostradonesse exemplo como um titulo para o livro que é a fonte paraesse item de dados 502. Conseqüentemente, a entrada de dadosassociada n°n 506 compreende o titulo atual da fonte n°k.Embora apenas um par de indicador-dados seja mostrado na Fi-gura 8, existem tipicamente múltiplos dos tais pares. Reali-zações relacionadas à bibliografia exemplares, adicionaispara os campos de indicadores 504 incluem, mas não são limi-tadas a: autor, data de publicação, páginas, editor, titulode capitulo, titulo do artigo, volume, edição, tiragem, URL,realizador, escritor, artista, versão, diretor, e assim pordiante. Campos de indicadores específicos 504 que são supor-tados podem opcionalmente variar em tipo de item de dados.
Em uma implementação relacionada à bibliografia, omecanismo de transformação 206 compreende um ou mais padrõesde formatação bibliográficos. Desse modo, cada regra de a-presentação 702 pode ser realizada como um padrão de forma-tação bibliográfica individual. Como ilustrado, as regras deapresentação A 702(A) são realizadas como um conjunto de re-gras que transforma os dados bibliográficos brutos em dadosbibliográficos que são compatíveis com as regras da AmericanPsychological Association (APA) de estilo de documentação.Outras realizações relacionadas à bibliografia, exemplarespara regras de apresentação 702 incluem, mas não são limita-das aos seguintes padrões bibliográficos: Modern LanguageAssociation (MLA), Chicago Manual of Style, Turabian, Autor-Data, e assim por diante.
Em tal implementação relacionada à bibliografia, omecanismo de transformação 206, portanto, pode ser um XSLTpara MLA, APA, etc. que é instalado ou ativado por uma apli-cação de processamento de texto. Outros XSLTs para outrosestilos de documento bibliográfico podem ser criados pelosusuários e estão instalados ou ativados pela aplicação deprocessamento de texto. Tais outras realizações do mecanismode transformação 206 operam em conjunto com a aplicação deprocessamento de texto desde que elas sejam criadas de modoa aderir ao esquema especificado 220. A aplicação de proces-samento de texto não precisa entender a mecânica interna deum mecanismo de transformação, e o usuário não precisa criarou modificar o mecanismo de transformação com a aplicação deprocessamento de texto.
Devido ao fato das regras de apresentação 702 ten-der a diferir em tipo de fonte, cada tipo de fonte tem umsubconjunto de regra de apresentação de tipo de item corres-pondente 704. Conseqüentemente, citações de livro podem serformatadas diferentemente das citações de periódicos. Comoilustrado, o tipo de item A é realizado como um subconjuntode regras de apresentação 704 de APA que é visado paratransformar os dados brutos para livros em citações de livroque são compatíveis com a APA, e o tipo de item S é realiza-do como um subconjunto de regras de apresentação 704 da APAque é visado para transformar os dados brutos para periódi-cos em citações de periódico que são compatíveis com a APA.
Em operação, os parâmetros em um subconjunto deregras de apresentação 704 estipulam quais campos de indica-dores 504 devem estar presentes no resultado 120 assim comoa ordem dos mesmos. Eles também podem estipular a formataçãoapropriada, incluindo a capitalização e pontuação. Mais es-pecificamente, os parâmetros estipulam quais das entradas dedados 50 6 devem ser apresentadas como dados de apresentação106 do arquivo apresentado 102.
CONCLUSÃO PARA DETERMINAÇÃO DOS CAMPOS
Em uma implementação descrita, o mecanismo detransformação é criado de acordo com um padrão aberto sele-cionado (por exemplo, XSTL) de modo a aderir a um determina-do esquema. O esquema determinado é associado a uma determi-nada aplicação. 0 esquema determinado especifica um formatopara os mecanismos de transformação com os quais a aplicaçãodeterminada é capaz de interagir.
Desse modo, a aplicação determinada é adaptada pa-ra aplicar o mecanismo de transformação aos campos de um ar-quivo apresentável (por exemplo, mediante instalação e/ouativação do mecanismo de transformação). Os campos podem serdeterminados pela aplicação determinada com base em um tipode campo e pelo menos um parâmetro do campo, assim como emresposta aos dados brutos e ao mecanismo de transformação.Essa determinação pode ser efetuada pela aplicação mesmo sea aplicação não tiver conhecimento da mecânica interna domecanismo de transformação.
0 mecanismo de transformação pode ser criado, mo-dificado, etc. por um usuário sem utilizar a aplicação de-terminada. A criação e/ou modificação é realizada de tal mo-do que o mecanismo de transformação resultante é compatívelcom o esquema dado. 0 usuário pode utilizar qualquer progra-ma que seja capaz de manipular arquivos para mecanismos de transformação.
Apenas como exemplo, os campos sendo determinadospodem ser entradas relacionadas à bibliografia para um docu-mento de processamento de texto. Os dados brutos, os quaispodem ser formatados de acordo com um padrão aberto tal comoXML, podem incluir dados relacionados à bibliografia. 0 me-canismo de transformação pode compreender um ou mais estilosde citação bibliográfica, tal como APA e MLA. Um usuário po-de criar seu próprio estilo de citação bibliográfica ou mu-dar um estilo documentado sem utilizar a aplicação de pro-cessamento de texto. Independentemente, a aplicação de pro-cessamento de texto pode determinar campos relacionados àbibliografia do documento de processamento de texto medianteaplicação de um mecanismo de transformação compreendendo pe-lo menos um estilo de citação bibliográfica sem a aplicaçãode processamento de texto ter que entender os detalhes damecânica interna do mecanismo de transformação.
AMBIENTE DE OPERAÇÃO EXEMPLAR PARA COMPUTADOR OU OUTRODISPOSITIVO
A Figura 9 ilustra um ambiente de operação de com-putação exemplar (ou dispositivo geral) 900 que é capaz deimplementar (completamente ou parcialmente) pelo menos umsistema, dispositivo, aparelho, componente, arranjo, proto-colo, abordagem, método, procedimento, midia, interface deprogramação de aplicação (API), alguma combinação dos mes-mos, etc. para determinar campos para arquivos apresentáveise/ou esquemas de linguagem de marcação extensível para bi-bliografias e citações como aqui descrito. O ambiente de o-peração 900 pode ser utilizado nas arquiteturas de computa-dor e rede descritas abaixo.
O ambiente de operação exemplar 900 é apenas umexemplo de um ambiente e não pretende sugerir qualquer limi-tação em relação ao escopo de uso ou funcionalidade das ar-quiteturas do dispositivo aplicável (incluindo computador,nó de rede, dispositivo de entretenimento, aparelho móvel,dispositivo eletrônico geral, etc.). Nem tampouco o ambientede operação 900 (ou os seus dispositivos) deve ser interpre-tado como tendo qualquer dependência ou exigência relaciona-da a qualquer um ou a qualquer combinação de componentes co-mo ilustrado na Figura 9.
Adicionalmente, implementações para determinar oscampos para arquivos apresentáveis e/ou esquemas de lingua-gem de marcação extensível para bibliografias e citações po-dem ser realizados com diversos outros ambientes ou configu-rações de dispositivos de uso geral ou de uso especial (in-cluindo sistema de computação). Exemplos de dispositivos,sistemas, ambientes, e/ou configurações conhecidos que podemser adequados para uso incluem, mas não são limitados aos:computadores pessoais, computadores de servidor, clientesmagros, clientes espessos, assistentes digitais pessoais(PDAs) ou telefones móveis, relógios, dispositivos portáteisou laptop, sistemas de multiprocessadores, sistemas baseadosem microprocessador, conversores de sinais de freqüência,meios eletrônicos programáveis pelo consumidor, aparelhos devideogame, consoles de jogos, unidades de jogos portáteis oude mão, PCs de rede, equipamento de videoconferência, mini-computadores, computadores de grande porte, nós de rede, am-bientes de computação distribuída ou de multiprocessamentoque incluem quaisquer dos sistemas ou dispositivos menciona-dos acima, algumas combinações dos mesmos, e assim por diante.
Implementações para determinação de campos paraarquivos apresentáveis e/ou esquemas de linguagem de marca-ção extensível para bibliografias e citações podem ser des-critas no contexto geral de instruções executáveis pelo pro-cessador. Geralmente, as instruções executáveis pelo proces-sador incluem rotinas, programas, protocolos, objetos, fun-ções, interfaces, componentes, esquemas, estruturas de da-dos, etc. que realizam e/ou possibilitam as tarefas especi-ficas e/ou implementam tipos de dados abstratos específicos.Realizações de determinação de campos para arquivos apresen-táveis e/ou esquemas de linguagem de marcação extensível pa-ra bibliografias e citações, conforme descritas em certasimplementações aqui, também podem ser praticadas em ambien-tes de processamento distribuído onde as tarefas são reali-zadas por dispositivos de processamento remotamente vincula-dos que são conectados através de um link de comunicaçãoe/ou rede. Especialmente, mas não exclusivamente em um ambi-ente de computação distribuída, as instruções executáveispor processador podem estar localizadas em midia de armaze-namento separada, executadas por diferentes processadores,e/ou propagadas através da midia de transmissão.
Ambiente de operação exemplar 900 inclui um dispo-sitivo de computação de uso geral na forma de um computador902, o qual pode compreender qualquer dispositivo (por exem-plo, eletrônico) com capacidades de computação/ processamen-to. Os componentes do computador 902 podem incluir, mas nãosão limitados, a um ou mais processadores ou unidades deprocessamento 904, uma memória de sistema 906, e um barra-mento de sistema 908 que acopla diversos componentes de sis-tema incluindo processador 904 à memória de sistema 906.
Os processadores 904 não são limitados pelos mate-riais a partir dos quais eles são formados ou pelos mecanis-mos de processamento aqui empregados. Por exemplo, os pro-cessadores 904 podem ser compreendidos de semicondutor (se-micondutores) e/ou transistores (por exemplo, circuitos ele-trônicos integrados (ICs)). Em tal contexto, instruções exe-cutáveis por processador podem ser instruções eletronicamen-te executadas. Alternativamente, os mecanismos dos ou paraos processadores 904, e desse modo dos ou para os computado-res 902, podem incluir, mas não são limitados a: computaçãode quantum, computação ótica, computação mecânica (por exem-plo, utilizando nanotecnologia), e assim por diante.
O barramento de sistema 908 representa um ou maisde quaisquer dos muitos tipos de estruturas de barramentocabeadas ou sem fio, incluindo um barramento de memória oucontrolador de memória, uma conexão de ponto a ponto, umamalha de comutação, um barramento periférico, uma porta grá-fica acelerada, e um processador ou barramento local utili-zando qualquer uma de uma variedade de arquiteturas de bar-ramento. Como exemplo, tais arquiteturas podem incluir umbarramento de Arquitetura de Padrão da Indústria (ISA), umbarramento de Arquitetura de Micro Canal (MCA), um barramen-to ISA Aperfeiçoada (EISA), um barramento local da Associa-ção de Padrões Eletrônicos de Vídeo (VESA), um barramento deInterconexões de Componentes Periféricos (PCI) também conhe-cido como um barramento Mezzanine, alguma combinação dosmesmos, e assim por diante.
O computador 902 inclui tipicamente uma variedadede mídia acessível por processador. Tal mídia pode ser qual-quer mídia disponível que seja acessível pelo computador 902ou outro dispositivo (por exemplo, eletrônico) , e inclui mi-dia volátil e não-volátil, midia removível e não-removivel,e midia de armazenamento e transmissão.
A memória de sistema 906 inclui midia de armazena-mento que pode ser acessada por processador na forma de me-mória volátil, tal como memória de acesso aleatório (RAM)910, e/ou memória não-volátil, tal como memória de leitura(RAM) 912. Um sistema de entrada/saida básico (BIOS) 914,contendo as rotinas básicas que ajudam a transferir informa-ção entre elementos do computador 902, tal como durante apartida, é tipicamente armazenado na ROM 912. A RAM 910 con-tém, tipicamente, os dados e/ou módulos de progra-ma/instruções que são imediatamente acessíveis a e/ou sendoatualmente operadas pela unidade de processamento 904.
O computador 902 também pode incluir outra midiade armazenamento removivel/não-removivel e/ou volátil/não-volátil. Como exemplo, a Figura 9 ilustra uma unidade dedisco rigido ou arranjo de unidade de disco 916 para leituraa partir de uma midia magnética não-volátil, não-removivel(tipicamente) e gravação em uma midia magnética não-removivel, não volátil (não mostrada separadamente) ; uma u-nidade de disco magnético 918 para leitura a partir de umdisco magnético (tipicamente), removível, não-volátil 920 egravação no mesmo (por exemplo, um "disquete"); e uma unida-de de disco ótico 922 para leitura a partir de um disco óti-co (tipicamente) removível, não-volátil 924 e gravação nomesmo tal como um CD, DVD, ou outra midia ótica. A unidadede disco rigido 916, unidade de disco magnético 918, e uni-dade de disco ótico 922 são individualmente conectadas aobarramento de sistema 908 por intermédio de uma ou mais in-terfaces de midia de armazenamento 926. Alternativamente, aunidade de disco rigido 916, unidade de disco magnético 918,e unidade de disco ótico 922 podem ser conectadas ao barra-mento de sistema 908 por intermédio de uma ou mais de outrasinterfaces separadas ou combinadas (não mostrada).
As unidades de disco e seus meios acessíveis porprocessador, associados proporcionam armazenamento não-volátil das instruções executáveis por processador, tal comoestrutura de dados, módulos de programa, e outros dados paracomputador 902. Embora o computador exemplar 902 ilustre umdisco rigido 916; um disco magnético removível 920; e umdisco ótico removível 924; se deve considerar que outros ti-pos de meios acessíveis por processador podem armazenar ins-truções que são acessíveis por um dispositivo, tais comocassetes magnéticos ou outros dispositivos de armazenamentomagnético, memória flash, discos a laser (CDs), discos ver-sáteis digitais (DVDs) ou outro armazenamento ótico, RAM,ROM, memórias de leitura programáveis eletricamente apagá-veis (EEPROM), e assim por diante. Tais meios podem incluirtambém os assim chamados chips IC de conexão fisica ou deuso especial. Em outras palavras, quaisquer meios acessíveispor processador podem ser utilizados para realizar os meiosde armazenamento do ambiente de operação exemplar 900.
Qualquer número de módulos de programa (ou outrasunidades ou conjuntos de instruções executáveis por proces-sador) pode ser armazenado no disco rigido 916, disco magné-tico 920, disco ótico 924, ROM 912, e/ou RAM 910, incluindocomo exemplo geral, um sistema operacional 928, um ou maisprogramas de aplicação 930, outros módulos de programa 932,e dados de programa 934. Essas instruções executáveis porprocessador podem incluir, por exemplo, um ou mais de: umarquivo apresentável 204 tendo campos embutidos 108, dadosbrutos 204, um mecanismo de transformação 206, uma aplicação208 que é capaz de processar campos embutidos 108, algumacombinação dos mesmos, e assim por diante. Essas instruçõesexecutáveis por processador podem incluir ainda, por exem-plo, um esquema, o acesso a um esquema, a modificação de umesquema, o uso de um esquema, para interpretar e/ou criaruma estrutura de dados, e assim por diante.
Um usuário pode introduzir comandos e/ou informa-ção no computador 902 por intermédio dos dispositivos de en-trada tal como um teclado 936 e um dispositivo indicador 938(por exemplo, um "mouse"). Outros dispositivos de entrada940 (não mostrados especificamente) podem incluir um micro-fone, joystick, console de jogos, antena de prato de satéli-te, porta serial, câmera de video, scanner, e/ou semelhan-tes. Esses e outros dispositivos de entrada são conectados àunidade de processamento 904 por intermédio de interfaces deentrada/saida 942 que são acopladas ao barramento de sistema908. Contudo, os dispositivos de entrada e/ou dispositivosde saida podem, em vez disso, ser conectados por outra in-terface e estruturas de barramento, tal como uma porta para-lela, uma porta de jogos, uma porta de barramento serial u-niversal (USB), uma porta de infravermelho, uma interfaceIEEE 1394 ("Firewire"), uma interface sem fio IEEE 802.11,uma interface sem fio Bluetooth®, e assim por diante.
Um monitor/tela de visualização 944 ou outro tipode dispositivo de exibição também pode ser conectado ao bar-ramento de sistema 908 por intermédio de uma interface, talcomo um adaptador de video 94 6. 0 adaptador de video 94 6 (ououtro componente) pode ser ou pode incluir uma placa gráficapara processamento de cálculos gráficos intensivos e paralidar com as exigências de exibição. Tipicamente, uma placagráfica inclui unidade de processamento gráfico (GPU), RAMde video (VRAM), etc. para facilitar a exibição adequada degráficos e performance de operações gráficas. Além do moni-tor 944, outros dispositivos periféricos de saída podem in-cluir componentes tais como alto-falantes (não mostrados) euma impressora 94 8, que podem ser conectados ao computador902 por intermédio de interfaces de entrada/saída 942.
O computador 902 pode operar em um ambiente de re-de utilizando conexões lógicas com um ou mais computadores re-motos, tal como um dispositivo de computação remota 950. Comoexemplo, o dispositivo de computação remota 950 pode ser umdispositivo periférico, um computador pessoal, um computadorportátil (por exemplo, computador laptop, computador de mesa,PDA, estação móvel, etc), um computador portátil ou de bol-so, um relógio, um dispositivo de jogos, um servidor, um ro-teador, um computador de rede, um dispositivo não-hierárquico,outro nó de rede, ou outro tipo de dispositivo conforme re-lacionados acima, e assim por diante. Contudo, o dispositivode computação remota 950 é ilustrado como um computador por-tátil que pode incluir muitos ou todos os elementos e carac-terísticas aqui descritos com relação ao computador 902.
Conexões lógicas entre o computador 902 e o compu-tador remoto 950 são ilustradas como uma rede de área local(LAN) 952 e uma rede de área remota geral (WAN) 954. Taisambientes de rede são comuns em escritórios, redes de compu-tadores empresariais, intranets, a Internet, redes de tele-fones fixos e móveis, ad-hoc e redes sem fio de infra-estrutura, redes de malha, outras redes sem fio, redes dejogos, alguma combinação das mesmas, e assim por diante.Tais redes e conexões de comunicação lógica e fisica são e-xemplos adicionais de midia de transmissão.
Quando implementado em um ambiente de rede LAN, ocomputador 902 é normalmente conectado à LAN 952 por intermé-dio de uma interface de rede ou adaptador 956. Quando imple-mentado em um ambiente de rede WAN, o computador 902 inclui ti-picamente um modem 958 ou outro componente para estabelecercomunicação através da WAN 954. O modem 958, o qual pode serinterno ou externo ao computador 902, pode ser conectado aobarramento de sistema 908 por intermédio de interfaces de en-trada/saida 942 ou qualquer outro mecanismo(s) apropriado. De-ve ser considerado que as conexões de rede ilustradas são e-xemplos e que outras formas de estabelecer link(s) de comuni-cação entre os computadores 902 e 950 podem ser empregadas.
Em um ambiente de rede, tal como aquele ilustradocom ambiente de operação 900, módulos de programa ou outrasinstruções que são ilustradas em relação ao computador 902,ou partes das mesmas, podem ser armazenados completamente ouparcialmente em um dispositivo de armazenamento de midia re-mota. Como exemplo, programas de aplicação remotos 960 resi-dem em um componente de memória do computador remoto 950,mas podem ser utilizáveis ou de outro modo acessados por in-termédio do computador 902. Além disso, para fins de ilus-tração, os programas de aplicação 930 e outras instruçõesexecutáveis por processador tal como sistema operacional 928são ilustrados aqui como blocos discretos, mas se reconheceque tais programas, componentes, e outras instruções residemem diversos momentos em componentes de armazenamento dife-rentes do dispositivo de computação 902 (e/ou dispositivo decomputação remota 950) e são executados pelo processador(processadores) 904 do computador 902 (e/ou aqueles do dis-positivo de computação remota 950).
ESQUEMAS DE LINGUAGEM DE MARCAÇÃO EXTENSÍVEL PARABIBLIOGRAFIAS E CITAÇÕES
Implementações exemplares descritas aqui se refe-rem geralmente aos esquemas de linguagem de marcação exten-sível (XML) para bibliografias e/ou citações. Por exemplo,certas implementações podem ser realizadas como estrutura(s)de dados compreendendo um esquema, incluindo parte(s) de umesquema global, para informação bibliográfica. Outras imple-mentações exemplares podem ser realizadas como pelo menos ummódulo que é capaz de utilizar um esquema para informaçãobibliográfica. As estruturas de dados, módulos, etc. podemser incorporadas em midia acessível por processador ou comoparte de uma midia acessível por processador.
A Figura 10 ilustra um esquema exemplar 1004 quedefine uma estrutura para informação bibliográfica 1002 e/ouque permite utilização da informação bibliográfica . por ummódulo de utilização de esquema 1006. Como ilustrado, a Fi-gura 10 é um diagrama de blocos incluindo uma aplicação 208,dados brutos 204, um esquema 1004 para informação bibliográ-fica, e um módulo de utilização de esquema 1006. Também éilustrada em dois locais exemplares a informação bibliográ-fica (Bib Info) 1002.
A aplicação 208 prove acesso a um documento 202*.
O acesso pode incluir criar, apresentar, modificar, inter-pretar, etc, o documento 202*. A aplicação 208 pode ser,por exemplo, uma aplicação baseada em texto tal como um pro-cessador de texto, editor HTML, e assim por diante. O docu-mento 202* é um exemplo especifico de um arquivo apresentá-vel 202 (da Figura 2) . A informação bibliográfica 1002 dodocumento 202* pode existir como parte dos campos embutidos108 (da Figura 1) , como parte da informação adicional 212(da Figura 2), como parte de alguma outra porção do documen-to 202*, alguma combinação dos mesmos, e assim por diante. 0documento 202* pode ser salvo de acordo com uma variedade dediferentes formatos de arquivo e opcionalmente de acordo comuma linguagem de programação nativa do pedido 208 com o qualo documento 202* é originalmente criado.
Dados brutos 204 são descritos geralmente aqui a-cima. Os dados brutos 204 podem ser embutidos em documento,podem ser parte de uma lista mestre, e assim por diante. Osdados brutos de documento especifico 204 podem ser embutidoscomo parte do documento 202*. Um arquivo de informação bi-bliográfica que atua como uma lista mestre é discutido aqui,acima, com referência especifica à Figura 8 na seção intitu-lada "Implementações Exemplares Relacionadas à Bibliografiapara Determinação de Campos".
Os dados brutos 204 incluem informação bibliográ-fica 1002. Os dados brutos 204, e desse modo a informaçãobibliográfica 1002, podem ser realizados como parte de umalista mestre de informação bi biográfica, como informaçãobibliográfica que é embutida em um documento (por exemplo,como mostrado com relação ao documento 202*), e assim pordiante. Embora não seja especificamente ilustrada na Figura10, a informação bibliográfica 1002 também pode existir emoutros locais, em outros ambientes e/ou contextos, em outrosformatos, e assim por diante.
Geralmente, uma lista mestre de dados brutos 204 éum arquivo que inclui muitas entradas bibliográficas para umusuário, para uma aplicação, para um dispositivo de computa-ção, alguma combinação dos mesmos, e assim por diante. Nor-malmente, uma lista mestre de dados brutos 204 inclui entra-das bibliográficas que são usadas e/ou utilizáveis atravésde múltiplos documentos 202*. Entradas bibliográficas podemser introduzidas primeiramente em uma lista mestre de dadosbrutos 204 e então copiadas para um documento 202*. Alterna-tivamente, as entradas bibliográficas podem ser introduzidasem primeiro lugar em um documento 202* e então copiadas parauma lista mestre de dados brutos 204.
Em uma implementação descrita, o esquema 1004 pro-ve uma estrutura para informação bibliográfica 1002. Por e-xemplo, o esquema 1004 pode definir, explicar, indicar, des-crever, etc, o leiaute, organização, inter-relações, conte-údo permissivel, etc, de informação bibliográfica 1002. Oesquema 1004 pode ser incorporado como parte do esquema 220(da Figura 2) ou como parte de outro esquema, ou o esquema1004 pode existir separadamente. O esquema 1004 permite oentendimento de dados brutos 204 tendo informação bibliográ-fica 1002 que existe de acordo com o esquema 1004.
Apenas como exemplo, o esquema 1004 pode ser com-patível com formatação de linguagem de marcação extensível(XML). Um esquema definindo tipos diferentes de fonte paraum esquema baseado em XML exemplar 1004 para informação bi-bliográfica 1002 é apresentado e descrito abaixo. O esquemaexemplar abaixo define quais tipos de fontes bibliográficaspodem incluir quais peças de dados. O esquema exemplar defi-ne também formato(s) de dados aceitáveis (por exemplo, se-qüência, número inteiro, um tipo especialmente definido,etc.) para cada uma das peças de dados.
O módulo de utilização de esquema 1006 é adaptadopara permitir a utilização de informação bibliográfica 1002.
Exemplos de utilização de esquema incluem a criação, modifi-cação, interpretação, aplicação, etc. de um esquema e/ou deinformação que é compatível com um esquema. 0 módulo de uti-lização de esquema 1006 pode ser parte de (incluindo sendoum plug-in de) aplicação 208 ou outro programa de software(incluindo um OS), ou o módulo de utilização de esquema 1006pode ser um programa independente. Independentemente, o mó-dulo de utilização de esquema 1006 pode ser configurado parainteragir com outro programa. Tal interação pode incluir,por exemplo, poder ser ativado por outro programa, sendo umplug-in de outro programa, ativar outro programa, e assimpor diante. Como um exemplo especifico, um serviço da Redepode criar um add-on para a janela "Busca e Referência" in-troduzida no Microsoft® Word® 2003 (disponível através daMicrosoft® Corporation of Redmond, Washington). O serviço daRede aceita critério de busca e retorna combinações com me-tadados bibliográficos que estão de acordo com o esquema1004. A informação bibliográfica 1002 pode ser então inseri-da no documento 202*.
Como exemplo, uma aplicação 208 que deve apresen-tar o documento 202*, o qual foi previamente criado por al-gum programa, pode empregar o módulo de utilização de esque-ma 1006 para interpretar a informação bibliográfica 1002 deacordo com o esquema 1004. Como outro exemplo, a aplicação208 pode ativar o módulo de utilização de esquema 1006 demodo que o esquema 1004 pode ser utilizado para criar umaestrutura de dados da informação bibliográfica 1002 que éformulada de acordo com o esquema 1004. A estrutura de dadoscriada da informação bibliográfica 1002 pode ser uma listamestre de dados brutos 204, dados brutos embutidos em docu-mento 204, e assim por diante. Adicionalmente, a aplicação208 pode ativar o módulo de utilização de esquema 1006 demodo que o esquema 1004 pode ser utilizado para modificaruma estrutura de dados de informação bibliográfica 1002 queé formulada de acordo com o esquema 1004.
Em um exemplo, um usuário pode introduzir dados deorigem para informação bibliográfica 1002 no documento 202*utilizando a aplicação 208 (por exemplo, em conjunto com omódulo de utilização de esquema 1006). O usuário pode intro-duzir os dados de origem utilizando uma janela (por exemplo,uma caixa de diálogo ou similar) tendo campos respectivosque são identificados como correspondendo às partes digita-lizadas respectivas (por exemplo, titulo, autor, data de pu-blicação, etc.) de um determinado tipo de fonte (por exem-plo, livro, artigo periódico, etc). Tipos de fontes basea-das em XML exemplares, junto com suas partes digitalizadas,que podem ser utilizadas para criar tal janela de entradasão descritos aqui abaixo na seção intitulada "DescriçõesBaseadas em Linguagem de Marcação Extensível de Tipos deFonte para Bibliografias e Citações". Os dados de fonte deentrada podem ser automaticamente incorporados na informaçãobibliográfica 1002 que é configurada de acordo com um esque-ma 1004 para informação bibliográfica. A informação biblio-gráfica 1002 pode então ser salva como parte do documento 202* pela aplicação 208.
Em algumas implementações, um modelo de programa-ção baseado em objeto é provido para permitir a manipulaçãoda informação bibliográfica 1002 individualmente ou no con-texto de um documento 202* por intermédio de um conjunto deAPIs, ou ativações de mensagem baseadas em objeto, direta-mente através de uma ou mais APIs ou, programaticamente a-través de outros programas de aplicação de software (por e-xemplo, um módulo de utilização de esquema 1006 que permitea manipulação de informação bibliográfica 1002) que é grava-da de acordo com uma variedade de linguagens de programação.Tais linguagens de programação incluem, por exemplo, C, C++,C#, Visual Basic, e semelhantes. Em um exemplo, o modelo deprogramação baseado em objeto é configurado de acordo com oque é revelado no Pedido de Patente US 11/280.101 (N°s deDossiê de Advogado MS1-2280US/MS#310673.01) , depositado namesma data com o presente e intitulado "Programmable ObjectModels for Bibliographies and Citations".
Esquema Baseado em XML Exemplar para Bibliografias e CitaçõesComo descrito acima, um esquema 1004 pode ser cria-do, interpretado, modificado ou de outra forma utilizado por ummódulo de utilização de esquema 1006. O esquema 1004 podeser utilizado pelo módulo de utilização de esquema 1006 de a-cordo com o esquema de fonte bibliográfica exemplar providaabaixo.
Desse modo, o que se segue é uma descrição de umesquema exemplar associado às notações XML para bibliografi-as e citações. Embora um esquema exemplar especifico sejaapresentado abaixo, um número maior, menor, e/ou tipos defonte diferentes podem alternativamente ser incluídos em umdeterminado esquema XML para bibliografias e citações. Alémdisso, inter-relações e tipos de dados diferentes podem serdefinidos alternativamente por tal esquema.
0 esquema exemplar abaixo inclui dezessete (17)diferentes tipos de fontes bibliográficas, as quais são: li-vro, seção de livro, artigo de jornal, artigo em uma revistaperiódica, modos de conferência, informe, gravação de som,performance, arte, documento de um sitio da Internet, sitioda Internet, filme, entrevista, patente, fonte eletrônica,caso, e diversos. 0 esquema exemplar é:<?xml version="1.0" encoding="utf=8" ?>
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<xsd:element name="ConferenceName" type="String255"/><xsd:element name="Counsel" type="NameListType"/>
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<xsd:elementname="Editor" type="NameListType"/> <xsd:element name="Institution" type="String255"/>
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<xsd:element name="YearAccessed" type="String255" /></xsd:choice></xsd:sequence>
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<xsd:restrictionbase="String255"><xsd:enumeration value="Book" /><xsd:enumeration value="BookSection" /><xsd:enumeration value="JournalArticle" />
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<xsd:enumeration value="Report" /><xsd: enumeration value="SoundRecording" />
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<xsd:
enumeration
value="DocumentFrom!nternetSite
<xsd:enumeration value="InternetSite" />
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value=
Patent
II
/>
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<xsd:element name="Source" type="SourceType" minOccurs="l" maxOccurs="unbounded" /></xsd:sequence></xsd:complexType></xsd:element></xsd:schema>
DESCRIÇÕES COM BASE EM LINGUAGEM DE MARCAÇÃO EXTENSÍVEL DETIPOS DE FONTE PARA BIBLIOGRAFIAS E CITAÇÕES
descritas abaixo. Embora outros formatos possam ser alterna-Implementações exemplares para tipos de fonte sãotivamente usados, os dezessete (17) tipos de fontes exempla-res são apresentados abaixo em um formato XML. Apenas comoexemplo, os indicadores de dados XML podem ser usados parapovoar uma caixa de diálogo ou mecanismo de entrada de usuá-rio similar que é usado em um processamento de texto ou ou-tro programa de edição de texto. A caixa de diálogo permiteaquisição de informação de fonte bibliográfica ou de dadosbrutos para uma lista mestre, para informação bibliográficaembutida em documento, e assim por diante. Cada fonte bibli-ográfica pode ter um número de peças de dados associados aela, como indicado especificamente abaixo pelos indicadoresde dados para cada tipo de fonte respectivo.
Desse modo, o que se segue é uma descrição de XMLexemplar que pode ser usado para ativar uma caixa de diálogoem uma aplicação 208. Um usuário pode introduzir anotaçõespara bibliografias e citações que estejam de acordo com oesquema 1004. As notificações exemplares são separadas emdezessete (17) partes com cada parte respectiva correspon-dente a um tipo de fonte bibliográfica respectiva. Contudo,o número ou menor e/ou tipos de fontes diferentes podem seralternativamente incluídos em um conjunto de notação XML de-terminado para bibliografias e citações.
A descrição abaixo dos tipos de fontes exemplaresse dirige principalmente aos conjuntos respectivos de partescom indicadores que podem corresponder ou podem ser associa-das aos tipos de fontes, respectivos. Cada parte com indica-dor exemplar é para um atributo do tipo de fonte respectivogeralmente inclui dois subindicadores: um rótulo e um indi-cador de dados. Os tipos de fonte podem ser combinados emuma compilação de formas.
Os dezessete (17) tipos de fonte exemplares são:livro, seção de livro, artigo de jornal, artigo em um perió-dico, modo de conferência, informe, gravação som, performan-ce, arte, documento de um sitio da Internet, sitio da Inter-net, filme, entrevista, patente, fonte eletrônica, caso, ediversos.
Tipo de Fonte n°l: Livro
Um livro pode ser citado como uma fonte bibliográfica .
Atributos exemplares para uma fonte bibliográficade livro são: Autor, Titulo, Ano, Cidade, Estado/Pais, Edi-tor, Publicador, Titulo Conciso, Volume, Número de Volumes,Tradutor, Número Padrão, e Comentários.
Uma parte XML exemplar para fontes bibliográficasde livro é:
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Tipo de Fonte n°2: Seção de Livro
Uma seção de livro pode ser citada como uma fontebibliográfica. Atributos exemplares para uma fonte biblio-gráfica de seção de livro são: Autor, Titulo, Autor do Li-vro, Título do Livro, Ano, Páginas, Cidade, Estado/País, Pu-blicador, Editor, Tradutor, Título Conciso, Volume, Númerode Volumes, Padrão, e Comentários.
Uma parte XML exemplar para fontes bibliográficasde seção de livro é:
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Tipo de Fonte n°3: Artigo de JornalUm artigo de jornal pode ser citado como uma fontebibliográfica. Atributos exemplares para fonte bibliográficade artigo de jornal são: Autor, Titulo, Nome do Jornal, Cida-de, Mês, Dia, Ano, Páginas, Editor, Publicador, Volume, Tira-gem, Titulo Conciso, Número Padrão, e Comentários.
Uma parte XML exemplar para fontes bibliográficasde artigos de jornal é:
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Tipo de Fonte n°4: Artigo em um Periódico
Um artigo em um periódico pode ser citado como umafonte bibliográfica. Atributos exemplares para um artigo emuma fonte bibliográfica de periódico são: Autor, Titulo, Titu-lo do Periódico, Cidade, Mês, Dia, Ano, Páginas, Titulo Conci-so, Editor, Publicador, Edição, Volume, Tiragem, Número Pa-drão, e Comentários.
Uma parte XML exemplar para fontes bibliográficas deartigo em um periódico é:<Source type="ArticleInAPeriodical" display=" Article in a Pe-riodical"><Tag>
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Tipo de Fonte n°5: Procedimento de Conferência0 procedimento de conferência pode ser citado comouma fonte bibliográfica. Os atributos exemplares para umafonte bibliográfica de procedimento de conferência são: Au-tor, Titulo, Editor, Páginas, Ano, Nome da Conferência, Ci-dade, Publicador, Titulo Conciso, Volume, Número Padrão, eComentários.
Uma parte XML exemplar para fontes bibliográficasde procedimento de conferência é:
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Tipo de Fonte n°6: Informe
Um informe pode ser citado como uma fonte bibliográfica. Os atributos exemplares para uma fonte bibliográfica de informe são: Autor, Título, Ano, Departamento, Insti-tuição, Publicador, Cidade, Título Conciso, Páginas, Tipo deInforme, Número Padrão, e Comentários.
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Tipo de Fonte n°7: Gravação de Som
Uma gravação de som pode ser citada como uma fontebibliográfica. Atributos exemplares para uma fonte biblio-gráfica de gravação de som são: Compositor, Maestro, Reali-zador, Artista, Titulo, Titulo de Álbum, Nome de Produto,Companhia Produtora, Ano, Meio, Cidade, Estado/Pais, Númerode Gravação, Titulo Conciso, Número Padrão, e Comentários.
Uma parte XML exemplar para fontes bibliográficasde gravação de som é:
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Tipo de Fonte n°8: PerformanceUma performance pode ser citada como uma fonte bi-
bliográfica. Atributos exemplares para uma fonte bibliográ-fica de performance são: Titulo, Escritor, Realizador, Nomedo Produtor, Companhia Produtora, Diretor, Teatro, Cidade,Estado/Pais, Mês, Dia, Ano, Titulo Conciso, e Comentários.
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Tipo de Fonte n°9: Arte
Arte pode ser citada como uma fonte bibliográfica.Atributos exemplares para uma fonte bibliográfica de artesão: Artista, Titulo, Instituição, Titulo de Publicação, Ci-dade, Estado/Pais, Publicador, Ano, Páginas, Titulo Conciso,e Comentários.
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Tipo de Fonte 10: Documento de Sitio da InternetUm documento de um sitio da Internet pode ser ci-tado como uma fonte bibliográfica. Atributos exemplares parauma fonte bibliográfica de documento de um sitio da Internetsão: Autor, Titulo, Editor, Titulo de Sitio da Internet, No-me do Produtor, Produtora, Mês, Dia, Ano, Mês Acessado, DiaAcessado, Ano Acessado, URL, Meio, Versão, Titulo Conciso,Número Padrão, e Comentários.
Uma parte XML exemplar para fontes bibliográficaspara documentos de sitios da Internet é:
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Tipo de Fonte n°ll: Sitio da InternetUm sitio da Internet pode ser citado como uma fon-te bibliográfica. Atributos exemplares para uma fonte bibli-ográfica de sitio da Internet são: Autor, Titulo, Titulo deSirio da Internet, Editor, Nome do Produtor, Produtora, Mês,Dia, Ano, Mês Acessado, Dia Acessado, Ano Acessado, URL,Meio, Versão, Titulo Conciso e Comentários.
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Tipo de Fonte n°12: Filme
Um filme pode ser citado como uma fonte bibliográ-fica. Atributos exemplares para uma fonte bibliográfica defilme são: Titulo, Realizador, Nome do Produtor, CompanhiaProdutora, Diretor, País, Distribuidor, Escritor, Meio,tulo Conciso, Ano, Número Padrão, e Comentários.
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Tipo de Fonte n°13: Entrevista
Uma entrevista pode ser citada como uma fonte bi-bliográfica. Atributos exemplares para uma fonte bibliográ-fica de entrevista são: Entrevistado, Titulo da Entrevista,Titulo do Programa, Entrevistador, Mês, Dia, Ano, Publica-dor, Transmissora, Estação, Cidade, Estado/Pais, Editor,Tradutor, Compilador, Páginas, Titulo Conciso, Número Pa-drão, e Comentários.
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Tipo de Fonte n°14: Patente
Uma patente pode ser citada como uma fonte biblio-gráfica. Atributos exemplares para fontes bibliográficas de patente são: Inventor, Titulo, Mês, Dia, Ano, Pais, Tipo,Número de Patente, Titulo Conciso, Editor, Tradutor, e Co-mentários .
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Tipo de Fonte n°15: Fonte EletrônicaUma fonte eletrônica pode ser citada como uma fon-te bibliográfica. Atributos exemplares para uma fonte bibli-ográfica, isto é, a partir de uma fonte eletrônica são: Au-tor, Titulo, Titulo de Publicação, Cidade, Estado/Pais, Edi-tor, Nome do Produtor, Produtora, Tradutor, Publicador, Edi-ção, Meio, Volume, Mês, Dia, Ano, Titulo Conciso, Número Pa-drão, e Comentários.
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Tipo de Fonte n°16: Causa judicial
Uma causa judicial pode ser citada como uma fontebibliográfica. Atributos exemplares para uma fonte biblio-gráfica de causa judicial são: Autor, Titulo, Ano, Número daCausa judicial, Relator, Local de Publicação, Tribunal, Mês,Dia, Ano, Conselho, Titulo Conciso, Número da Causa JudicialAbreviado, e Comentários.
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Uma fonte "miscelânea" pode ser citada como umafonte bibliográfica. Atributos exemplares para fontes bibli-ográficas de miscelânea são: Autor, Titulo, Titulo de Publi-cação, Mês, Dia, Ano, Cidade, Estado/Pais, Publicador, Edi-tor, Páginas, Titulo Conciso, Volume, Edição, Tiragem, Tra-dutor, Compilador, Número Padrão, e Comentários.
Uma parte XML exemplar para fontes bibliográficasde miscelânea é:
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Os dispositivos, ações, aspectos, características,funções, procedimentos, módulos, estruturas de dados, obje-tos, componentes, etc. das Figuras 1-10 são ilustrados emdiagramas que são divididos em múltiplos blocos. Contudo, aordem, interconexões, inter-relações, leiaute, etc. nasquais as Figuras 1-10 são descritas e/ou mostradas não deveser considerada como uma limitação, e qualquer número dosblocos podem ser modificados, combinado, rearranjado, aumen-tado, omitido, etc. de qualquer maneira para implementar umou mais sistemas, métodos, dispositivos, procedimentos, mí-dia, aparelhos, esquemas, APIs, arranjos, etc. para determi-nar campos para arquivos apresentáveis e/ou esquemas de lin-guagem de marcação extensível para bibliografias e citações.Além disso, embora a descrição aqui inclua referências àsimplementações específicas (incluindo um dispositivo geralda Figura 9) , as implementações ilustradas e/ou descritaspodem ser realizadas em qualquer hardware adequado, softwa-re, firmware, ou suas combinações.
Desse modo, embora sistemas, mídia, dispositivos,métodos, procedimentos, aparelhos, técnicas, abordagens,procedimentos, esquemas, arranjos, e outras implementaçõestenham sido descritos em linguagem específica para caracte-rísticas e/ou diagramas estruturais, lógicos, algorítmicos efuncionais, deve ser entendido que a invenção definida nasreivindicações anexas não é necessariamente limitada às ca-racterísticas ou diagramas específicos descritos. Mais pro-priamente, as características e diagramas específicos sãorevelados como formas exemplares de implementação da inven-ção reivindicada.

Claims (27)

1. Dispositivo, CARACTERIZADO por compreender:dados brutos (204) compreendendo múltiplos itensde dados (502); os múltiplos itens de dados incluindo um i-tem de dados especifico, o item de dados especifico sendo deum tipo de item de dados especifico;um arquivo apresentável (202) tendo um campo(108); o campo incluindo um tipo de campo (116) e pelo menosum parâmetro (118), o pelo menos um parâmetro fazendo refe-rência ao item de dados especifico; eum mecanismo de transformação (206) compreendendomúltiplos conjuntos de regras de apresentação (702), os múl-tiplos conjuntos de regras de apresentação incluindo pelomenos um conjunto de regras de apresentação tendo um subcon-junto de regras de apresentação especifico (704) que visa otipo de item de dados especifico;em que o mecanismo de transformação existe separa-damente de uma aplicação (208) que é capaz de aplicar o me-canismo de transformação a pelo menos o item de dados espe-cifico .
2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que os dados brutos são configu-rados de acordo com uma linguagem de marcação extensível(XML), e o mecanismo de transformação é configurado de acor-do com uma linguagem de folha de estilo extensível (XSLT).
3. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o campo inclui ainda um re-sultado que é adequado para apresentação, o resultado repre-sentando o item de dados especifico após aplicação do sub-conjunto de regras de apresentação especifico que visa o ti-po de item de dados especifico do item de dados especifico.
4. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO adicionalmente por compreender:a aplicação, a aplicação incluindo:um interpretador de campo que é capaz deinterpretar o campo com relação ao tipo de campo e o pelomenos um parâmetro;um extrator de dados brutos que é adap-tado para extrair pelo menos uma parte do item de dados es-pecifico a partir dos dados brutos em resposta a pelo menosum parâmetro que faz referência ao item de dados especifico; eum transformador de dados brutos que éadaptado para aplicar o pelo menos um conjunto de regras deapresentação ao item de dados especifico; em que o subcon-junto de regras de apresentação especifico que visa o tipode item de dados especifico do item de dados especifico éaplicado ao item de dados especifico sem controle direto pe-la aplicação.
5. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que a capacidade de filtração dosubconjunto de regras de apresentação especifico é aplicadaao item de dados especifico antes da sua extração de tal mo-do que pares de indicadores-dados filtrados não são extraí-dos pelo extrator de dados brutos.
6. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o mecanismo de transformaçãoé capaz de ser modificado sem uso da aplicação.
7. Método para uma aplicação, o método sendoCARACTERIZADO por compreender:interpretar (304) um campo;extrair (306) dados brutos para o campo a partirde uma primeira parte de arquivo (204) em resposta à inter-pretação; etransformar (308) os dados brutos antes da apre-sentação do campo utilizando uma segunda parte de arquivo(206) ;em que a primeira parte de arquivo (204) e a se-gunda parte de arquivo (206) são separadas da aplicação (208).
8. Método, de acordo com a reivindicação 7,CARACTERIZADO adicionalmente por compreender:apresentar os dados brutos transformados como par-te de uma apresentação de fluxo de dados de um arquivo apre-sentável;em que a transformação é efetuada sem controle di-reto pela aplicação; eem que a primeira parte de arquivo e a segundaparte de arquivo compreendem individualmente uma parte doarquivo apresentável.
9. Método, de acordo com a reivindicação 7,CARACTERIZADO pelo fato de que a interpretação compreende:averiguar um tipo de campo do campo sendo inter-pretado; eadquirir pelo menos um parâmetro do campo sendointerpretado.
10. Método, de acordo com a reivindicação 9,CARACTERIZADO pelo fato de que a extração compreende:localizar os dados brutos em resposta ao pelo me-nos um parâmetro adquirido, o pelo menos um parâmetro adqui-rido compreendendo uma referência à primeira parte de arqui-vo tendo os dados brutos; erecuperar pelo menos uma parte dos dados brutos apartir da primeira parte de arquivo como indicado pela refe-rência aos dados brutos.
11. Método, de acordo com a reivindicação 7,CARACTERIZADO pelo fato de que a transformação compreende:identificar um mecanismo de transformação da se-gunda parte de arquivo; eaplicar o mecanismo de transformação identificadoaos dados brutos para produzir dados brutos transformadoscomo dados de apresentação para o campo.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que a identificação compreende:adquirir uma identificação do mecanismo de trans-formação a partir de pelo menos um de: (i) pelo menos um pa-râmetro do campo, (ii) informação adicional em um arquivotendo o campo embutido no mesmo, (iii) uma configuração deuma aplicação realizando o método, ou (iv) um sistema opera-cional no qual a aplicação está sendo executada.
13. Método, de acordo com a reivindicação 7,CARACTERIZADO pelo fato de que o campo representa uma cita-ção bibliográfica para uma fonte; os dados brutos incluemdados bibliográficos para a fonte; e dados brutos transfor-mados produzidos pela transformação compreende pelo menosuma parte dos dados bibliográficos após filtração, ordena-mento, e/ou formatação por intermédio da transformação.
14. Método, de acordo com a reivindicação 7,CARACTERIZADO pelo fato de que:a interpretação compreende:determinar que um tipo de campo do campoindica que os dados brutos providos com referência devem sertransformados antes da apresentação do campo; eadquirir pelo menos um parâmetro a par-tir do campo, o pelo menos um parâmetro compreendendo umareferência a um item de dados dos dados brutos;a extração compreende:recuperar pelo menos uma parte do itemde dados dos dados brutos a partir de uma localização provi-da com referência por intermédio do pelo menos um parâmetro; ea transformação compreende:aplicar um mecanismo de transformação ao item dedados provido com referência dos dados brutos, o mecanismode transformação incluindo múltiplos conjuntos de regras deapresentação; em que a aplicação não tem conhecimento da me-cânica interna dos múltiplos conjuntos de regras de apresen-tação .
15. Método, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que a aplicação compreende:aplicar um subconjunto de regras de apresentaçãoque visa um tipo de dados brutos correspondendo ao item dedados provido com referência.
16. Sistema tendo um ou mais meios acessíveis porprocessador, CARACTERIZADO por compreender instruções execu-táveis por processador que incluem uma aplicação (208) que écapaz de processar campos embutidos (108); a aplicação sendoadaptada para recuperar (216) os dados brutos (204) para umcampo (108) de um arquivo (202) em resposta a pelo menos umparâmetro (118) do campo, o pelo menos um parâmetro provendocom referência (414) os dados brutos; a aplicação adaptadaadicionalmente para fazer com que (218) os dados brutos pro-vidos com referência sejam transformados de acordo com umconjunto selecionado de regras de apresentação (702) de ummecanismo de transformação (206) sem ter conhecimento da me-cânica interna do conjunto selecionado de regras de apresentação.
17. Sistema, de acordo com a reivindicação 16,CARACTERIZADO pelo fato de que a aplicação é adaptada adi-cionalmente para permitir que um usuário estabeleça o con-junto selecionado de regras de apresentação do mecanismo detransformação em um nivel global para pelo menos um entre oarquivo ou a aplicação.
18. Sistema, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato de que a aplicação é capaz de re-processar múltiplos campos embutidos do arquivo responsivo àseleção de usuário do conjunto selecionado das regras de a-presentação.
19. Sistema, de acordo com a reivindicação 16,CARACTERIZADO pelo fato de que os dados brutos providos comreferência compreendem um item de dados de um tipo de itemde dados específico, e o conjunto selecionado de regras deapresentação inclui um subconjunto específico de regras deapresentação que visa o tipo específico de itens de dados; eem que a aplicação e/ou o mecanismo de transformação é adap-tada para aplicar o subconjunto específico de regras de a-presentação, que visa o tipo específico de item de dados,para o item de dados provido com referência.
20. Sistema, de acordo com a reivindicação 16,CARACTERIZADO pelo fato de que a aplicação é capaz de habi-litar um usuário a criar um campo embutido para o arquivo, ocampo embutido compreendendo uma indicação de que o campoembutido deve ser apresentado com base em um ou mais parâme-tros do campo embutido e responsivo ao conjunto selecionadode regras de apresentação do mecanismo de transformação; eem que a aplicação permite que o usuário faça com que um oumais parâmetros do campo embutido forneça com referência umitem de dados dos dados brutos.
21. Um ou mais meios acessíveis por processador,CARACTERIZADO por compreender instruções executáveis porprocessador que incluem um esquema 104 para informação bi-bliográfica 1002, o esquema 1004 compreendendo múltiplos ti-pos de fontes bibliográficas para prover uma estrutura paraa informação bibliográfica 1002.
22. Um ou mais meios acessíveis por processador,de acordo com a reivindicação 21, CARACTERIZADO pelo fato deque o esquema é compatível com um formato de linguagem demarcação extensível (XML).
23. Um ou mais meios acessíveis por processador,de acordo com a reivindicação 21, CARACTERIZADO pelo fato deque a estrutura define pelo menos um entre leiaute, uma or-ganização, inter-relações, ou conteúdo permissivel para ainformação bibliográfica.
24. Um ou mais meios acessíveis por processador,de acordo com a reivindicação 21, CARACTERIZADO pelo fato deque cada tipo de fonte bibliográfica dos múltiplos tipos defonte bibliográfica é limitado a ser de um tipo de 255 dadosde seqüência.
25. Um ou mais meios acessíveis por processador,de acordo com a reivindicação 21, CARACTERIZADO pelo fato deque o esquema é capaz de ser utilizado por um módulo de uti-lização de esquema para criar, modificar, ou interpretar da-dos brutos de informação bibliográfica que são organizadosde acordo com a estrutura.
26. Um ou mais meios acessíveis por processador,de acordo com a reivindicação 21, CARACTERIZADO pelo fato deque os múltiplos tipos de fontes bibliográficas incluem umtipo de fonte bibliográfica selecionado do grupo de tipos defontes bibliográficas compreendendo: um livro, uma seção delivro, um artigo de jornal, um artigo em um periódico, ummodo de conferência, um informe, uma gravação de som, umaperformance, um trabalho de arte, um filme, uma entrevista,um sitio da Internet, um documento de um sitio da Internet,uma patente, uma fonte eletrônica, uma causa judicial, e umtipo de fonte diversa.
27. Um ou mais meios acessíveis por processador,de acordo com a reivindicação 21, CARACTERIZADO pelo fato deque as instruções executáveis por processador incluem aindadados brutos de informação bibliográfica compreendendo múl-tiplas fontes bibliográficas de diferentes tipos de fontesbibliográficas dos múltiplos tipos de fontes bibliográficas,cada fonte bibliográfica das múltiplas fontes bibliográficasincluindo dados de atributo de acordo com o esquema.
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