BRPI0610292A2 - implantes córneos e métodos de uso - Google Patents

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BRPI0610292A2
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Francis W Price Jr
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Francis W Price Jr
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    • A61F2/02Prostheses implantable into the body
    • A61F2/14Eye parts, e.g. lenses or corneal implants; Artificial eyes
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Abstract

Um implante (20) para remodelar uma córnea (30) inclui uma estrutural anelar de suporte periférico (22), uma pluralidade de filamentos (26), e uma incrustação (24). Os filamentos (26) se estendem entre a incrustação e a estrutura anelar periférica (22) e proporciona suporte para a incrustação (24) . O implante é cirurgicamente posicionado com a incrustação (24), de modo geral diretamente ao longo de uma região ectática da córnea (30) para proporcionar o re-contorno direto da córnea (30). A incrustação (24) pode ser proporcionada com uma curvatura ótica pré-eterminada e/ou prescrição ótica para corrigir adicionalmente a visão do paciente.

Description

"IMPLANTES CÓRNEOS E MÉTODOS DE USO"
Dados de Pedido Relacionado
Este pedido de patente reivindica o beneficio deU.S. App. Ser. No. 11/108 505, depositado em 18 de abril de2005.
Campo Técnico
A presente invenção é genericamente relacionada aimplantes de córnea e processos de uso, e mais particular-mente, mas não exclusivamente, é relacionado a implantes pa-ra remodelar córneas que se tornaram enfraquecidas, afinadasou extasiadas, por exemplo, devido a condições tais como ce-ratocone e degeneração marginal pelúcida ou devido a enfra-quecimento secundário e ectasia após cirurgia refratária delaser ou outra cirurgia ocular.
Antecedentes
Ceratocone (KCN) é uma condição onde a córnea, asuperfície externa ou janela do olho, torna-se enfraquecida,afinada e extasiada: Esta ectasia faz com que a córnea inchee desenvolva uma superfície irregular que destorce as quali-dades óticas da córnea. Na medida em que a qualidade óticada córnea diminui, a qualidade de visão também diminui. Len-tes de contato macias atuais genericamente não aperfeiçoamsignificantemente visão em casos de KCN avançada porque aslentes de contato macias justo conformam-se à distorção dacórnea. Devido não ser exeqüível triturar vidros para se a-justar a superfície- irregular da córnea, maioria de indiví-duos com KCN têm de: usar lentes de contato rigidas que ser-vem para fazer ponte sobre a área da irregularidade e proveuma nova superfície externa uniforme para o olho. Entretan-to, lentes de contato duras podem ser desconfortáveis e deuso e manutenção inconvenientes.
Uma opção de tratamento cirúrgico para KCN é umtransplante de córnea. Neste procedimento, o tecido de cór-nea adoentado do paciente é removido e substituído com teci-do de córnea de doador que é então suturado no lugar. Em a-dição a requerer apropriado tecido de doador, a cirurgia detransplante envolve riscos e o período de recuperação podeser longo, por exemplo, até um ano. Uma opção de tratamentocirúrgico que é menos invasivo e não se baseia na disponibi-lidade de tecido doador envolve implante de um par de seg-mentos de anel plástico no tecido de córnea ao redor da áreade irregularidade, por exemplo, os segmentos comercializadossob a marca registrada INTACS por Addition Technology, Inc.,Fremont, Ca. Uma vez implantados, estes segmentos de anelproporcionam uma medida de reforço e remodelagem da córneado paciente. Entretanto, estes segmentos de anel implantadosnão re-contornam diretamente a área afetada, e como um re-sultado a eficácia do procedimento é limitada.
Enxertos de córnea têm sido usados para mudar ahabilidade de córnea focalizar luz. Estes implantes de cór-nea são tipicamente configurados como uma pequena lente decontato e são implantados na córnea central em uma desejadaprofundidade. A maneira típica de efetuar uma alteração defocalização é através de adição física de forma e contornopara a córnea- de modo que a superfície frontal da córnea mu-da de forma ou através de ter-se um maior índice de refraçãoque o tecido de córnea de modo que as qualidades de focali-zação da córnea sejam alteradas. Entretanto, a inerente fle-xibilidade de muitos implantes convencionais e/ou limitaçõessobre seu tamanho permissivel limitam sua eficácia em trata-mento de KCN. Por exemplo, implantes relativamente rigidossão tipicamente impermeáveis para nutrientes vitais para asobrevivência da córnea. Assim, embora um implante rigido degrande diâmetro possa ser estruturalmente suficiente paracorrigir a ectasia, a interrupção dos processos naturais dedifusão da córnea sobre uma tal grande área pode conduzir asignificante necrose do tecido de córnea.
Da mesma maneira, há uma necessidade de aperfeiço-amentos nesta área de tecnologia. Mais especificamente, masnão exclusivamente, há uma necessidade de aperfeiçoados im-plantes e técnicas cirúrgicas que não dependam do suprimentode córneas doadoras e possam mais diretamente re-contornarespecificas áreas da córnea. A presente invenção é endereça-da a estas e outras necessidades.
Breve Descrição das Figuras
Embora as características desta invenção sejamparticularmente destacadas nas reivindicações, a própria in-venção, e a maneira na qual ela pode ser feita e usada, podeser melhor entendida através de referência à seguinte des-crição tomada em conexão com as figuras acompanhantes for-mando uma sua parte.
A Fig. 1 é uma vista frontal de um implante de a-cordo com uma realização.
A Fig. 2 é uma vista de seção lateral do disposi-tivo de Fig. 1 implantado em uma córnea.
A Fig. 3 é uma vista frontal de um implante de a-cordo com uma outra realização.
A Fig. 4 é uma vista frontal de um implante de a-cordo com uma outra realização.
A Fig. 5 é uma vista frontal de um implante de a-cordo com uma outra realização.
A Fig. 6 é uma vista frontal de um implante de a-cordo com uma outra realização.
A Fig. 7 é uma vista frontal do dispositivo deFig. 6 em uma configuração colapsada.
A Fig. 8 é uma vista lateral de uma córnea inchan-do devido a ceratocone.
A Fig. 9 é uma vista lateral da córnea de Fig. 8corrigida com um implante de acordo com a presente invenção.
A Fig. 10 é uma vista frontal de um implante deacordo com uma outra realização, tendo ambos segmentos deanel interno e externo.
A Fig. 11 é uma vista lateral do implante da Fig. 10.
A Fig. 12 é uma vista lateral de uma variação doimplante da Fig. 10 onde os segmentos de anel internos sãorecebidos em recessos no implante.
A Fig. 13 é uma vista frontal de um enxerto mos-trando um padrão de ranhura alternativo para uso no implantede Fig. 12.
A Fig. 14 é uma vista lateral de um implante ondeo enxerto é adaptado com estalo no anel periférico interior.A Fig. 15 é uma vista frontal de um implante in-cluindo estabilizadores de anel periférico.
Descrição das Realizações Ilustradas
Para os propósitos de promoção de um entendimentodos princípios da invenção, será feita agora referência àsrealizações ilustradas nos desenhos e linguagem especificaserá usada para descrever as mesmas. Não obstante será en-tendido que nenhuma limitação do escopo da invenção é peloque pretendido. Alterações e ainda modificações nos disposi-tivos ilustrados, e ainda tais aplicações dos princípios dainvenção como aqui ilustradas são contempladas como pode o-correr normalmente para aqueles versados na técnica à qual ainvenção refere-se.
Em uma forma, a presente invenção prove um implan-te útil para remodelagem de regiões ectásicas da córnea. Oimplante utiliza um anel periférico (ou um número de segmen-tos arqueados) e um membro interior (por exemplo, um enxer-to) que é ancorado ao anel via uma série de membros de cone-xão finos (por exemplo, filamentos). Para re-contornar acórnea, o implante é posicionado com o enxerto genericamentesobre a ectasia e o anel genericamente circundando a ectasi-a. É esperado que, como comparado ao uso de um anel sozinho,o novo contorno relativamente direto provido pelo enxertopermite maior controle sobre a curvatura final ou forma dacórnea. Além disso, a estrutura proporcionada ao enxerto pe-lo anel periférico (ou segmentos arqueados) permite o enxer-to ser de menor tamanho e/ou construído a partir de um mate-rial mais flexível do que pode ser possível se o enxertofosse para ser usado sozinho.
É para ser entendido que , como aqui usado, um a-nel refere-se a um corpo definindo um centro aberto, seconstruído de segmentos lineares, segmentos de raio constan-te, ou segmentos onde o raio de curvatura varia. Da mesmamaneira, anéis podem ser circulares, ovais, oblongos ou as-simétricos e seu tamanho é dado por uma dimensão caracterís-tica medida ao longo de uma linha passando através do centrodo circulo, oval, etc. Por exemplo, a dimensão caracter!sti-ca de um circulo é seu diâmetro. Uma porção de um anel in-clui qualquer segmento arqueado se ou não este segmento ar-queado é uma parte de um anel completo. É também apreciadoque anéis adaptados para serem implantados no olho tipica-mente terão uma curvatura esférica ou aspherical para subs-tancial conformação à curvatura do globo do olho, tal comomostrado em conexão com as bandas de expansão de escleradescritas em Pedido Ser. 10/462 366, publicação2004/0034415.
Referindo-se agora à Fig. 1 um implante 20 de a-cordo com uma realização é mostrado. O implante 20 inclui umanel periférico 22 circundando um membro com forma de discointerior 24 . Nesta primeira realização, uma pluralidade defilamentos 26 estendem-se radialmente entre o membro 24 e oanel 22 em um padrão semelhante a raio. As extremidades dosfilamentos 26 são conectadas ao anel 22 e o membro 24 res-pectivamente em qualquer maneira apropriada, por exemplo,através de amarração, suturas ou cola. Em uso, o implante 20é cirurgicamente implantado em uma córnea 30, como ilustradona seção transversa de Fig. 2, com a superfície interior 25do membro 24 colocando em armação a área afetada da córnea30 .
O anel 22 mantém os filamentos 26 em tensão de mo-do a suportar o membro 24 quando ele diretamente remodelauma área ectásica da córnea 30. O anel 22 também pode auxi-liar em remodelagem de córnea através de processo indiretode INTACTS, por exemplo, através de nivelação de tecido decórnea circundante. Entretanto, o anel 22 não precisa fun-cionar para nivelar o tecido de córnea circundante, e o ta-manho e configuração do anel genericamente podem ser sele-cionados para controle de quantidade de nivelação atribuívelao anel 22. Por exemplo, INTACTS correntemente em uso estãona faixa de tamanho de 6 a 8 mm, por exemplo, tendo um diâ-metro interno de 6,77 mm e diâmetro externo de 8,1 mm comuma seção transversa hexagonal. Devido o presente implante20 não se basear unicamente na presença do anel 22 para ni-velar o tecido de córnea circundante, existe uma significan-te flexibilidade em escolha de tamanho e configurações. Porexemplo, embora o anel 22 possa ser de qualquer tamanho econfiguração apropriados, é esperado que certas realizaçõesempregarão um anel na faixa de tamanho de 8-12 mm, por exem-plo, tendo uma dimensão interna característica de aproxima-damente 9 mm e uma dimensão externa característica de 10 mm(por exemplo, para um circulo, os diâmetros interno e exter-no) .
Um ou mais segmentos de anel podem ser usados nolugar de anel 22. Por exemplo, a Fig. 3 mostra um implantetendo segmentos arqueados 22a e 22b que circundam somenteparcialmente o membro 24. Aplicações com três ou quatro oumais segmentos arqueados também são contempladas. Os segmen-tos 22a e 22b servem como âncoras para o filamento 26, comcada segmento 22a e 22b na Fig. 3 servindo como uma âncorapara quatro filamentos. É para ser apreciado que quando umgrande número de segmentos são empregados, eles podem dimi-nuir em tamanho e no número de filamentos para os quais elesservem como a âncora, para o ponto onde um segmento simplesancora um filamento simples. É ainda para ser apreciado quea curvatura dos segmentos (isto é, âncoras de filamentos) éditada pelos confinamentos do olho, e onde os segmentos (ouâncoras de filamentos) são curtos o suficiente, eles nãoprecisam ser curvados.
Em muitas aplicações, a função do membro 24 seráprimariamente para prover suporte para a área afetada dacórnea, e o membro 24 pode ser construído de qualquer mate-rial biocompativel tendo propriedades mecânicas apropriadaspara este propósito. Por exemplo, Figs. 1, 2, e 3 ilustramum membro 24 que é formado por uma peça substancialmentecontinua de material sólido. Tais membros são referidos comoenxertos de córnea. A Fig. 4 ilustra uma construção alterna-tiva onde o membro interior 124 é formado a partir de umatela.
O membro 24 pode ser rigido ou flexivel. Em umaforma, o membro 24 é flexivel como uma lente de contato ma-cia e substancialmente baseia-se no anel 22 para manter suaforma e remodelar a córnea. Em uma outra forma, o membro 24tem rigidez comparável a uma lente de contato dura e podemanter sua forma mesmo sem ser conectado ao anel exterior22.
Em outras aplicações, o membro 24 é construído pa-ra obtenção de objetivos adicionais, como aperfeiçoamento dequalidade de focalização do olho para correção de miopia,hiperopia, astigmatismo ou presbiopia. Nestas aplicações, umenxerto tendo uma predeterminada prescrição ótica e/ou tendouma predeterminada curvatura ótica (por exemplo, para obteruma especificada correção de dioptria pode ser empregado. Emoutras aplicações o enxerto pode ser refrativo plano.
O tamanho e formado dos membros 24, 124 podem va-riar baseado na particular aplicação. Vistos da perspectivade Fig. 1, tipicos membros 24, 124 serão de forma de disco ena faixa de 4-6 mm em diâmetro. Devido a córnea ser avascu-lar e se basear em difusão para transporte de oxigênio e nu-trientes, o membro interior deve ser construído de modo anão interferir indevidamente com a difusão de oxigênio e nu-trientes que pode conduzir a necrose da córnea. Uso de umatela ou padrão tecido (tal como membro 124) é um mecanismopara realização disto. Uma outra maneira de evitar causarnecrose é ter-se o membro 24 de tamanho (diâmetro) relativa-mente pequeno de modo que qualquer restrição da difusão deoxigênio ou nutrientes diretamente através do membro é ade-quadamente compensada por difusão através de tecido circun-dante. Onde o membro 24 é provido por um enxerto de diâmetrorelativamente grande, uma técnica apropriada é construir oenxerto de um material que é suficientemente permeável a o-xigênio e glicose para evitar causar necrose da córnea. A-propriados materiais permeáveis para enxertos grandes inclu-em materiais de alto teor de água como usados em lentes decontato macias, hidrogéis, e misturas de polímeros de colá-geno (chamados colâmeros).
Os filamentos 26 funcionam para transferência derigidez estrutural do anel 22 para o membro interior 24. Emoutras palavras, eles ancoram o membro interior 24 para oanel exterior 22, que em muitos casos pode ser estavelmentefixado, para auxiliar a contrabalançar a ectasia da córnea.
O filamento 26 ou membro de conexão pode ser construído dequalquer material biologicamente compatível fino com apro-priada resistência a estiramento incluindo fios e bastões.
Embora o propósito dos filamentos 26 seja produzir um compo-nente radial de força para estabilizar o membro interior,eles não precisam estar em um padrão de raio. Por exemplo, aFig. 5 mostra um implante onde os filamentos estão em um pa-drão de trama de entrelaçamento.
O implante de Fig. 5 também ilustra os filamentoscobrindo o membro interior 24, em contraste a serem conecta-dos ao redor da periferia como no implante de Fig. 1. Emboraos filamentos na Fig. 5 também possam ser acoplados ao en-xerto (por exemplo, via cola), sendo construídos de compo-nentes separados facilita costume para pacientes e situaçõesindividuais. Por exemplo, enxertos de diferentes tamanhos,formas, dioptrias, prescrições, e/ou materiais podem ser fa-cilmente trocados em e fora da trama de filamento para cria-ção de um implante com desejados atributos. Da mesma manei-ra, a constituição dos componentes periféricos também podeser variada.
Referindo-se agora às Figs. 10 e 11, ainda uma va-riação de implantes construidos a partir de componentes se-parados é mostrada. Implante 200 é construído a partir de umenxerto central 24 e uma estrutura periférica de suporte. Aestrutura periférica de suporte inclui um anel exterior mai-or 222 acoplado a um anel interno menor 220 via filamentos26. O anel interno 220 é talhado de modo que se sobreponha auma porção da superfície anterior do enxerto 24 próximo deborda periférica 221. O anel interno pode, mas não precisanecessariamente ser, ligado ao enxerto.
Onde o enxerto não é ligado à estrutura periféri-ca, o enxerto pode ser construído de modo a ajustar-se com aestrutura periférica. Vários padrões de ranhuras, orifícios,bordas escalonadas, ou superfícies inter-digitantes podemser usados para este propósito. Por exemplo, na realizaçãode Fig. 12, recessos 225 são formados na superfície anterior223 do enxerto 224. Estes recessos 225 recebem o anel inter-.no 220 e/ou os filamentos 26.
A Fig. 13 ilustra um padrão de ranhura útil para asuperfície anterior de enxerto 224. Seções de ranhura 225recebem o anel interno 220 da estrutura estabilizante peri-férica e são espaçadas de e genericamente seguem a curvaturada borda externa de enxerto 224. Seções de ranhura 227 seestendem radialmente a partir de seções 225 e recebem os fi-lamentos 26 que conectam anel externo 222 a anel interno220. É para ser apreciado que o uso das seções estendendo-seradialmente 227 para ajuste com filamentos 26 pode trabalharpara prevenir ou reduzir rotação do enxerto em relação à es-trutura periférica e/ou o olho.
A Fig. 14 ilustra um outro tipo de ligação entreuma estrutura periférica e o enxerto. Nesta realização, aestrutura periférica inclui um anel interno 320 acoplado aum anel externo 322 via membros de extensão 326 (por exem-plo, filamentos). O anel interno 320 define uma ranhura 322,e a borda periférica de enxerto 324 é adaptada com estalo naranhura 322. Ranhura 322 pode ser de forma de V, e a bordaperiférica de enxerto 324 pode, mas não precisa necessaria-mente ser, correspondentemente conformada para se ajustarcom ranhura 322.
As estruturas periféricas não precisam circundarinteiramente o enxerto central. Por exemplo, na Fig. 15, umestabilizador de enxerto 415 é construído a partir de seg-mentos de anel internos 420 e externos 422 acoplados pormembros estendendo-se 426. Os segmentos 420 e 422 somenteconstituem aproximadamente *í a 2/3 de um anel completo. Umatal construção pode ser usada para prover suporte direto pa-ra especificas seções de um enxerto, por exemplo, para ende-reçar a situações onde particulares tensões devidas ao tama-nho ou forma da ectasia são esperadas.
Os anéis interno e externo não precisam ser cons-truídos de materiais que tenham as mesmas, ou similares, ca-racterísticas mecânicas. Por exemplo, em uma configuraçãoútil, o anel externo é construído de modo a ser substancial-mente mais rigido que, e assim prover estabilização para, oanel interno. Nesta ou outras configurações, o anel internoe/ou enxerto pode ser flexivel o suficiente para flexionar ecurvar com as dinâmicas normais da córnea com movimento depálpebra, fricção ou pressão sobre o olho.
Em adição a variações em propriedades mecânicas,os diferentes componentes do implante (isto é, anel interno,anel externo, enxerto, filamento) podem ter diferentes pro-priedades materiais. Exemplos de propriedades materiais quepodem ser variadas incluem transparência, refletividade deluz, refração, e foto-reatividade. Provimento de componentestendo diferentes propriedades materiais pode ser usado paratalhar o implante para específicos usos.
Implantes de acordo com a presente invenção podemser cirurgicamente implantados como pode ocorrer àquelesversados na técnica. Uma técnica apropriada é realizar umadissecação lamelar (em camadas) da córnea separando as cama-das anteriores das posteriores. A profundidade da dissecaçãoem porcentagem de espessura de córnea ou espessura absolutapode variar. Em um procedimento, com inserção, .o anel peri-férico 22 (ou um ou mais dos segmentos de anel. 22a e 22b) ésuturado no local. Alternativamente, o anel (ou segmentos deanel) é deixado não-sujeitado.
O implante pode ser implantado como um todo pré-montado ou implantado em seções e montado na córnea. As
Figs. 6 e 7 ilustram uma variação desenhada para assumir umaconfiguração expandida (Fig. 6) durante uso e uma configura-ção colapsada (Fig. 7) durante implantação. A habilidade deassumir uma configuração colapsada durante implante reduz otamanho da incisão necessária. 0 anel na realização de Fig.6 é construído de quatro segmentos, dois maiores 122a, 122be dois menores 122c, 122d. Os segmentos de anel são conecta-dos por articulações 42 e 43. Articulações 43 são articula-ções que fecham, que quando abertas colapsam na direção dointerior do anel para permitir que o dispositivo assuma aconfiguração colapsada de Fig. 7.
0 anel periférico 22 ou segmentos de anel 22a, 22bsão fabricados de um material que é suficientemente rigidopara exercer uma força sobre o tecido adjacente e/ou paraaplicar tensão aos membros finos de conexão suficiente paraobter deformação do tecido de córnea como aqui descrito.Tais materiais são bem conhecidos na técnica cirúrgica e in-cluem apropriados metais, cerâmicas, e plásticos. Preferi-velmente, o anel ou segmentos de anel são construídos de ummaterial transparente fino, tal como empregado em lentes decontato e semelhantes. Apropriados materiais incluem materi-ais fisiologicamente inertes como polimetil metacrilato(PPMA), polietileno, polipropileno, poli: (tetra flúor etile-no), policarbonato, resinas silicone, e.materiais em combi-nação com colágeno, e semelhantes. O anel e segmentos de a-nel podem ser fabricados através de qualquer técnica conven-cional apropriada para o material usado, tal como usinagem,moldagem de injeção, moldagem térmica, moldagem de compres-são e semelhantes.
Cada um dos vários componentes do implante podeser opcionalmente usado para liberar compostos químicos, me-dicações, vitaminas ou outras composições terapêuticas parao olho. Isto pode ser obtido tendo-se a respectiva composi-ção terapêutica embutida em, ou revestida sobre o respectivocomponente. Exemplos de tais materiais que podem ser reves-tidos ou embutidos no implante incluem Riboflavina (vitaminaB2) , corticosteróides, fatores de crescimento, fatores desinalização anti-neovascular, drogas antiinflamatórias não-esteroidais, compostos químicos de reticulação de colágeno,ou drogas anti-metabólito como Mitomicina-C ou qualquer ou-tra droga apropriada para diminuição de formação de cica-triz, neovascularização, inflamação, ou para aperfeiçoamentode integridade estrutural da córnea.
Alterações da cor, revestimento de superfície, a-cabamento de superfície e/ou composição dos vários componen-tes também podem ser empregadas para redução de quaisquerefeitos colaterais indesejáveis sobre a visão de paciente,tal como ofuscação, reflexões ou dispersão de luz a partirdos componentes do implante.
É para ser apreciado que,- embora em alguns casos omembro interior estará no centro dp anel ou segmentos de a-nel, ele pode ser posicionado onde necessário. Por exemplo,a pupila e centro de visão através de córnea é freqüentemen-te não localizado diretamente em linha com o centro da cór-nea, e nestes casos, o membro interior 24 pode ser deslocadopara estar sobre o centro da pupila ou centro do eixo visualno olho. Em um outro exemplo, a Fig. 8 ilustra uma córneatendo uma protuberância que não está na córnea central, masinferior à mesma. Protuberâncias próximas de borda inferiorda córnea ou na córnea periférica ou meio-periférica sãofreqüentemente verificadas em casos de degeneração marginalpelúcida, uma condição relacionada a KCN. 0 implante cons-truído para corrigir esta condição, mostrado implantado naseção transversa de Fig. 9, tem o membro 2 4 substancialmentedeslocado do centro do anel 22. Em outras palavras, o membro24 está substancialmente mais próximo de uma porção do anel22 que de uma outra porção.
Encerramento
Embora a invenção tenha sido ilustrada e descritaem detalhes nos desenhos e descrição anterior, os mesmos sãopara serem considerados como ilustrativos e não restritivosem caráter. Somente certas realizações foram mostradas edescritas, e todas as mudanças, equivalentes, e modificaçõesque caiam dentro do espirito da invenção aqui descrita sãodesejadas serem protegidas. Quaisquer experimentos, exemplosexperimentais, ou resultados experimentais aqui providos sãopretendidos serem ilustrativos da presente invenção e nãodevem ser considerados como- limitantes ou restritivos comrelação ao escopo da invenção. Ainda, qualquer teoria, meca-nismo de operação, prova, ou.verificação aqui estabelecida épretendida ainda aperfeiçoar entendimento da presente inven-ção e não é pretendido limitar a presente invenção em qual-quer maneira a tal teoria, mecanismo de operação, prova ouverificação. Assim, as especificidades desta descrição e osdesenhos apostos não devem ser interpretadas para limitaçãode escopo desta invenção às- suas especificidades. Antes, oescopo desta invenção deve ser avaliado com referência àsreivindicações apostas. Na leitura das reivindicações é pre-tendido que quando palavras tais como "um", "uma", "pelo me-nos um", e "pelo menos uma porção" são usadas não há inten-ção de limitar as reivindicações a somente um item à menosque especificamente estabelecido ao contrário nas reivindi-cações. Ainda, quando a linguagem "pelo menos uma porção"e/ou "uma porção" é usada, as reivindicações podem incluiruma porção e/ou os itens inteiros a menos que especificamen-te estabelecido ao contrário. Finalmente, todas as publica-ções, patentes, e pedidos de patente citados neste relatóriodescritivo são aqui incorporados por referência na extensãode não inconsistente com a presente exposição como de cadafosse especificamente e individualmente indicada para serincorporada por referência e aqui mostrada em sua totalidade.

Claims (65)

1. Implante córneo, CARACTERIZADO pelo fato decompreender:uma incrustação definindo uma superfície anteriore uma borda periférica, a incrustação sendo adaptada paraser implantada em uma córnea e para remodelar uma área dacórnea;pelo menos um corpo de ancoramento perifericamenteespaçado da incrustação; euma pluralidade de membros de extensão, que se es-tendem entre a incrustação e o corpo de ancoramento.
2. Implante, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a pluralidade de membros deextensão são recebidos em reentrâncias na superfície anteri-or da incrustação.
3. Implante, de acordo com a reivindicação 2,CARACTERIZADO pelo fato de que as reentrâncias se projetamna direção radial.
4. Implante, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o corpo de ancoramento é umprimeiro corpo curvo, o implante compreendendo ainda, pelomenos um corpo sequndo corpo curvado ligado aos membros co-nectores e em contato com a incrustação.
5. Implante, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos um segundo corpocurvo é recebido em uma reentrância correspondente na in-crustação .
6. Implante, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos um segundo corpocurvo recebe a borda periférica da incrustação.
7. Implante, de acordo com a reivindicação 6,CARACTERIZADO pelo fato de que o pelo menos corpo curvo de-fine um sulco e a incrustação está encaixada no sulco.
8. Implante, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que os membros de extensão sãoligados à incrustação.
9. Implante para uso no suporte de uma incrustaçãocórnea, CARACTERIZADO pelo fato de que o implante compreen-de:primeiro e segundo corpos curvos espaçados entresi, e conectados por uma pluralidade de membros de extensão,onde o primeiro e segundo corpos curvos são configurados detal modo que o primeiro corpo curvo pode sobrepor uma porçãoda incrustação enquanto o segundo corpo curvo é espaçado daperiferia da incrustação.
10. Implante, de acordo com a reivindicação 9,CARACTERIZADO pelo fato de que os primeiro e segundo corposcurvos na mesma direção e os membros de extensão se estendemradialmente.
11. Método, CARACTERIZADO pelo fato de compreen-der:proporcionar um incrustação em uma córnea, a in-crustação tendo uma superfície anterior;suportar a incrustação com o implante conforme de-finido na reivindicação 9 pelo contato do segundo corpo cur-vo com uma superfície anterior da incrustação.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o contato é próximo da bordaperiférica da incrustação.
13. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o segundo corpo curvo é rece-bido em uma reentrância na superfície anterior da incrusta-ção .
14. Método, de acordo com a reivindicação 13,CARACTERIZADO pelo fato de que a reentrância segue a curva-tura da borda periférica da incrustação.
15. Método, de acordo com a reivindicação 13,CARACTERIZADO pelo fato de que os membros de extensão sãorecebidos em reentrâncias na superfície anterior da incrus-tação.
16. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o paciente foi diagnosticadocom pelo menos um de ceratocone e degeneração marginal pelú-cida.
17. Método, de acordo com a reivindicação 9,CARACTERIZADO pelo fato de compreender ainda, implantar aincrustação na córnea através de uma dissecação lamelar dacórnea.
18. Implante, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos um de primeirocorpo curvo, incrustação e membros de extensão inclui pelomenos uma composição terapêutica.
19. Implante, de acordo com a reivindicação 18,CARACTERIZADO de que a composição terapêutica é selecionadade corticóides, fatores de crescimento, fatores de sinaliza-ção anti-neovascular, fármacos antiinflamatórios não este-roidais, compostos químicos que reticulam com colágeno, efármacos anti-metábolitos.
20. Implante, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que o primeiro corpo curvo ésubstancialmente mais rígido do que o segundo corpo curvo.
21. Implante córneo, CARACTERIZADO pelo fato decompreender:um membro interior adaptado para ser implantado emuma córnea e para remodelar uma área da córnea;pelo menos um corpo curvo espaçado do membro inte-rior e pelo menos parcialmente circundando o membro interior; euma pluralidade de membros conectores que estendementre o corpo curvo e o membro interior;onde, os membros conectores proporcionam suporteestrutural ao membro interior para remodelar a córnea com omembro interior quando o dispositivo é implantado.
22. Implante, de acordo com a reivindicação 21,CARACTERIZADO pelo fato de que o pelo menos um corpo curvotem um tamanho característico entre cerca de 8 mm e cerca de 12 mm.
23. Implante, de acordo com a reivindicação 21,CARACTERIZADO pelo fato de que o membro interior é uma in-crustação.
24. Implante, de acordo com a reivindicação 23,CARACTERIZADO pelo fato de que a incrustação é permeável aoxigênio e glicose quando implantado na córnea.
25. Implante, de acordo com a reivindicação 24,CARACTERIZADO pelo fato de que o pelo menos um corpo curvo ésubstancialmente mais rigido do que a incrustação.
26. Implante, de acordo com a reivindicação 21,CARACTERIZADO pelo fato de que o membro interior é uma malhainterconectada.
27. Implante, de acordo com a reivindicação 21,CARACTERIZADO pelo fato de que a pluralidade de membros co-nectores se sobrepõem um a outro.
28. Implante, de acordo com a reivindicação 27,CARACTERIZADO pelo fato de que a pluralidade de membros co-nectores forma uma malha interconectada.
29. Implante, de acordo com a reivindicação 28,CARACTERIZADO pelo fato de que o membro interior compreendeuma incrustação e a malha interconectada cobre a incrusta-ção .
30. Implante, de acordo com a reivindicação 21,CARACTERIZADO pelo fato de que a pluralidade de membros co-nectores se estende radialmente a partir do membro interiorpara pelo menos um corpo curvado.
31. Implante, de acordo com a reivindicação 21,CARACTERIZADO pelo fato de que o pelo menos um corpo curvadoforma um anel que circunda completamente o membro interior.
32. Implante, de acordo com a reivindicação 31,CARACTERIZADO pelo fato de que o anel é composto por umapluralidade de segmentos interconectados.
33. Implante, de acordo com a reivindicação 32,CARACTERIZADO pelo fato de que as interconexões são espaça-das de forma desigual em relação ao anel.
34. Implante, de acordo com a reivindicação 32,CARACTERIZADO pelo fato de que os segmentos são posicioná-veis em uma configuração compacta durante o implante.
35. Implante, de acordo com a reivindicação 21,CARACTERIZADO pelo fato de que a pluralidade de membros co-nectores está sob tensão.
36. Implante, de acordo com a reivindicação 23,CARACTERIZADO pelo fato de que a incrustação define umaprescrição.
37. Implante, de acordo com a reivindicação 23,CARACTERIZADO pelo fato de que a incrustação é plano-refrataria.
38. Implante, de acordo com a reivindicação 23,CARACTERIZADO pelo fato de que a incrustação tem uma curva-tura pré-selecionada.
39. Implante, de acordo com a reivindicação 23,CARACTERIZADO pelo fato de que o pelo menos um corpo curvodefine um centro e o membro interior é deslocado do centrodefinido por pelo menos um corpo curvo.
40. Método, CARACTERIZADO pelo fato de compreen-der :remodelar a córnea de um paciente pelo implante nacórnea de pelo menos um corpo curvo pelo menos circundandoparcialmente um membro interior onde uma pluralidade de mem-bros tensionados se estende entre o membro interior e o pelomenos um corpo curvo.
41. Método, de acordo com a reivindicação 40,CARACTERIZADO pelo fato de que o membro interior define umaprescrição ótica pré-selecionada.
42. Método, de acordo com a reivindicação 40,CARACTERIZADO pelo fato de que o membro interior define umacurvatura ótica pré-selecionada.
43. Método, de acordo com a reivindicação 40,CARACTERIZADO pelo fato de que o paciente foi diagnosticadocom pelo menos um de ceratocone e degeneração pelúcia margi-nal.
44. Método, de acordo com a reivindicação 40,CARACTERIZADO pelo fato de que o implante é feito através dedissecação lamelar da córnea.
45. Implante córneo, CARACTERIZADO pelo fato decompreender:um membro interior adaptado para receber uma por-ção ectática de uma córnea quando implantado no olho;uma pluralidade de membros delgados que contatam omembro interior; epelo menos um membro curvo formando uma poçãosubstancial de um perímetro ao redor do membro interior eadaptado para aplicar tensão aos membros delgados para pelomenos corrigir parcialmente a ectasia com o membro interiorquando implantado no olho.
46. Implante, de acordo com a reivindicação 45,CARACTERIZADO pelo fato de que o membro interior é permeávela oxigênio.
47. Implante, de acordo com a reivindicação 4 6,CARACTERIZADO pelo fato de que o membro interior é permeávela glicose.
48. Implante, de acordo com a reivindicação 45,CARACTERIZADO pelo fato de que o membro interior é uma in-crustação.
49. Implante, de acordo com a reivindicação 48,CARACTERIZADO pelo fato da incrustação ter pelo menos umacurvatura óptica pré-selecionada e uma prescrição ópticapré-selecionada.
50. Implante de córnea, CARACTERIZADO pelo fato decompreender:um corpo periférico formando pelo menos uma porçãode um anel;um membro interior no interior do anel ou da por-ção do mesmo; euma pluralidade de membros tencionados estendendo-se entre o corpo periférico e o membro interior, os membrostencionados possuindo uma grossura substancialmente menorque a espessura do corpo periférico.
51. Implante, de acordo com a reivindicação 50,CARACTERIZADO pelo fato do seu anel ou porção ter uma dimen-são exterior característica menor do que cerca de 12mm.
52. Implante, de acordo com a reivindicação 50,CARACTERIZADO pelo fato do seu anel ou porção ter uma dimen-são exterior característica maior do que cerca de 8mm.
53. Implante, de acordo com a reivindicação 52,CARACTERIZADO pelo fato do seu anel ou porção ter uma dimen-são exterior característica menor do que cerca de 12mm.
54. Implante, de acordo com a reivindicação 50,CARACTERIZADO pelo fato do seu anel ou porção ser substanci-almente circular.
55. Implante, de acordo com a reivindicação 50,CARACTERIZADO pelo fato do seu anel ou porção não ser subs-tancialmente circular.
56. Implante, de acordo com a reivindicação 50,CARACTERIZADO pelo fato de pelo menos um do corpo periféri-co, do membro interior ou dos membros tencionados ser reves-tido ou incrustado com pelo menos uma composição terapêutica.
57. Implante, de acordo com a reivindicação 56,CARACTERIZADO pelo fato da a composição farmacêutica ser se-lecionada a partir de corticosteróides, fatores de cresci-mento, fatores de sinalização anti-neovascular, drogas anti-inflamatórias não esteróides, produtos químicos reticulado-res de colágeno, e drogas antimetabólitos.
58. Implante de córnea, CARACTERIZADO pelo fato decompreender:pelo menos um corpo periférico formando pelo menosuma porção de um anel;uma incrustação espaçada interiormente do corpoperiférico; euma pluralidade de membros ancorados a pelo menosum corpo periférico e sustentando a incrustação.
59. Implante, de acordo com a reivindicação 58,CARACTERIZADO pelo fato de compreender uma multiplicidade decorpos periféricos.
60. Implante, de acordo com a reivindicação 59,CARACTERIZADO pelo fato de mais de um dos membros serem an-corados a cada uma das multiplicidades de corpos periféricos .
61. Implante, de acordo com a reivindicação 58,CARACTERIZADO pelo fato do corpo periférico ser curvado.
62. Implante, de acordo com a reivindicação 58,CARACTERIZADO pelo fato da pluralidade de membros ser anexa-da à incrustaçao.
63. Implante, de acordo com a reivindicação 58,CARACTERIZADO pelo fato de que a pluralidade de membros seranexada ao corpo interior curvado, o corpo interior curvadoestando em contato com a incrustaçao.
64. Implante, de acordo com a reivindicação 63,CARACTERIZADO pelo fato de que o corpo interior curvado estáem contato com a periferia da incrustaçao.
65. Implante, de acordo com a reivindicação 63,CARACTERIZADO pelo fato de que o corpo interior curvado estáem contato com superfície anterior da incrustaçao.
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