BRPI0610586A2 - estator sobremoldado - Google Patents

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BRPI0610586A2
BRPI0610586A2 BRPI0610586-6A BRPI0610586A BRPI0610586A2 BR PI0610586 A2 BRPI0610586 A2 BR PI0610586A2 BR PI0610586 A BRPI0610586 A BR PI0610586A BR PI0610586 A2 BRPI0610586 A2 BR PI0610586A2
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BR
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stator
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lead frame
stator section
housing
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BRPI0610586-6A
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Stephen H Purvines
Gary F Glass
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Kurz Kasch Inc
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Abstract

Dispositivos e métodos são providos para um estator de motor melhorado. Uma modalidade para um estator inclui uma seção do estator tendo uma primeira superfície e uma segunda superfície, cada superfície tendo uma ranhura que se estende para dentro da seção do estator e uma fenda que se estende longitudinalmente entre a primeira e a segunda superfícies. Fios condutores isolados são enrolados longitudinalmente ao redor da seção do estator nas fendas para formar voltas de enrolamento contidas completamente dentro de cada ranhura. Uma armação de chumbo se estende circunferencialmente ao longo de uma superfície do estator e os fios condutores isolados acoplam na armação de chumbo. Um material termorrigido é suprido para a seção do estator para encapsular a seção do estator incluindo a armação de chumbo e os fios condutores isolados, e para prover passagens integrais de fluxo de refrigerante.

Description

"ESTATOR SOBREMOLDADO"
Introdução
Motores de indução elétricos incluem um estator eum rotor para converter a energia elétrica em interaçõesmagnéticas que criam o movimento. 0 estator pode incluir umnúmero de seções de estator configuradas para formar um ci-lindro semelhante a anel. 0 cilindro semelhante a anel doestator recebe o rotor em tal maneira de modo a permitir queas duas estruturas interajam magneticamente para criar o mo-vimento.
Um aspecto de criação dessa interação magnética éencontrado nas seções do estator. Cada seção do estator in-clui fendas que recebem enrolamentos do fio condutor queformam bobinas do estator. Quando um potencial é aplicadoatravés das bobinas do estator, um campo eletromagnético po-de ser gerado. Além do campo eletromagnético, calor podetambém ser gerado devido à resistência elétrica do fio con-dutor. Quanto mais eficientemente esse calor pode ser dissi-pado, mais eficientemente o motor pode funcionar.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura IA ilustra uma modalidade de um estator erotor de motor elétrico de acordo com a presente invenção.
A Figura 1B ilustra uma vista da seção transversaldo motor elétrico ilustrado na Figura IA tomada ao longo daslinhas 1B-1B.
A Figura 2 ilustra uma vista da seção transversalde um motor elétrico de acordo com uma modalidade da presen-te invenção.As Figuras 3A-3C ilustram várias modalidades deuma seção de estator de acordo com a presente invenção.
As Figuras 4A-4C ilustram várias modalidades deuma seção de estator de acordo com a presente invenção.
A Figura 5 ilustra uma modalidade de uma placa determinação de bobina da armação de chumbo antes da singula-ção de acordo com a presente invenção.
A Figura 6 ilustra uma modalidade de um estator euma armação de chumbo de acordo com a presente invenção.
As Figuras 7A-7B ilustram uma modalidade de umaferramenta de moldagem para a sobremoldagem de um estator deacordo com a presente invenção.
A Figura 8A ilustra uma modalidade de um alojamen-to do estator para um estator sobremoldado.
A Figura 8B ilustra uma modalidade de um estatorencapsulado dentro de um material termorrigido e preso den-tro de um alojamento do estator.
Descrição Detalhada
Modalidades da presente revelação incluem motoreselétricos, componentes de motores elétricos e métodos asso-ciados com eles para a operação melhorada do motor elétricoe métodos de fabricação. Será evidente para aqueles versadosna técnica que a descrição seguinte das várias modalidadesdessa revelação é provida para ilustração somente e não coma finalidade de limitar a invenção como definido pelas rei-vindicações anexas e seus equivalentes.
Como será descrito aqui, um motor elétrico inclui,entre outras coisas, um alojamento, um rotor e um estatordisposto ao redor do rotor e fixado dentro do alojamento.Nas modalidades descritas na presente revelação, o estator écompletamente encapsulado dentro de um material termorrigi-do. Em algumas modalidades, os conectores elétricos, queformam uma conexão elétrica entre o estator e um suprimentode energia, se estendem do estator completamente encapsula-do. Como usado aqui, um material termorrigido inclui essesmateriais poliméricos que uma vez formados por calor e pres-são de modo a formar uma matriz polimérica reticulada sãoincapazes de ser reprocessados por aplicação adicional decalor e pressão.
Como discutido aqui, o estator é formado de um nú-mero de seções de estator anularmente dispostas. Cada seçãode estator pode incluir fendas e ranhuras nas quais o fiocondutor isolado é enrolado. Em uma modalidade, as ranhurasnas seções do estator permitem que o fio condutor seja enro-lado nas seções do estator sem se estender acima de uma su-perfície superior e/ou inferior da seção do estator. Em ou-tras palavras, as voltas nos enrolamentos ficam contidascompletamente dentro da ranhura da seção do estator anular-mente disposta.
Em modalidades adicionais, o estator também incluiuma armação de chumbo que se estende circunferencialmente aolongo de uma superfície do estator para acoplar os fios con-dutores isolados na armação de chumbo. Em várias modalida-des, as seções do estator, os fios condutores isolados e aarmação de chumbo são- então completamente encapsulados den-tro do material termorrigido tal que somente os conectoreselétricos se estendem do material termorrígido.
Em modalidades adicionais, o estator pode tambémincluir um alojamento de estator tendo protuberâncias vira-das para dentro dispostas axialmente ao redor de uma super-ficie interna do alojamento do estator. Como será discutido,as protuberâncias viradas para dentro podem servir como umanel de centragem para as seções de estator, como um anel decentragem para uma ferramenta de moldagem e/ou como um anelde centragem para um alojamento do motor elétrico. Algumasmodalidades do alojamento do estator podem também incluir umnúmero de elementos de acoplamento para prender uma tampa deextremidade no alojamento do estator para dessa maneira fe-char o alojamento do estator.
As Figuras aqui seguem uma convenção de numeraçãona qual o primeiro digito ou digitos correspondem com o nú-mero da Figura do desenho e os digitos restantes identificamum elemento no desenho. Elementos similares entre Figurasdiferentes podem ser identificados pelo uso de digitos simi-lares. Por exemplo, 102 pode fazer referência ao elemento"102" na Figura. IA e um elemento similar pode ser referenci-ado como "202" na Figura 2A. Como será verificado, os ele-mentos mostrados nas várias modalidades aqui podem ser adi-cionados, trocados e/ou eliminados de modo a prover um núme-ro de modalidades adicionais.
Na descrição das várias modalidades aqui, os ter-mos de direção • seguintes "anular", "axial", "circunferenci-al", "radial", "longitudinal" e "transversal" bem como ou-tros termos similares de direção podem ser usados. Como usa-do aqui, esses termos de direção bem como outros termos dedireção se referem a essas direções do motor elétrico em re-lação a um eixo geométrico rotacional central de um rotor domotor elétrico. Dessa maneira, esses termos, quando usadospara descrever as modalidades descritas aqui devem ser in-terpretados em relação ao eixo geométrico rotacional centraldo rotor do motor elétrico.
As Figuras apresentadas aqui provêem ilustraçõesde modalidades exemplares não limitadoras da presente inven-ção. Por exemplo, as Figuras IA e 1B ilustram vistas dife-rentes de uma modalidade de um estator 100 e um rotor 102para uso em um motor elétrico de acordo com a presente in-venção. A Figura IA prove uma vista em perspectiva do esta-tor 100 e do rotor 102, enquanto a Figura 1B prove uma vistade seção transversal do estator 100 e do rotor 102 do motorelétrico.
Como será verificado, as modalidades do estator100 e do rotor 102 da presente invenção podem ser utilizadasem uma variedade de configurações de motor. Por exemplo,configurações de motor adequadas podem incluir motores queoperam em corrente alternada (AC) (isto é, motor AC de indu-ção ou sincrono, motor de relutância comutado) e/ou correntecontinua (DC) (por exemplo, um motor universal ou um motorDC) . Como entendido, motores AC podem ser configurados comoum motor monofásico, de fase dividida, polifásico ou trifá-sico. Além do mais, será evidente para aqueles versados natécnica dessa revelação que embora a presente invenção sejausada com um motor elétrico, a presente invenção pode serusada com outras máquinas elétricas do tipo rotativa taiscomo um gerador ou motor/gerador.
0 estator 100 e o rotor 102 do motor elétrico i-lustrado na Figura IA incluem um alojamento de estator 104.Como ilustrado, o alojamento do estator 104 envolve pelo me-nos uma porção do estator 100. Além disso, a Figura IA ilus-tra o estator 100 completamente envolvido por um materialtermorrigido 108. Como ilustrado, o estator 100 pode sercompletamente envolvido pelo material termorrigido 108, mastendo conectores elétricos 110 que se estendem do materialtermorrigido.
Como usado aqui, um material termorrigido incluiesses materiais poliméricos que uma vez formados por calor epressão de modo a formar uma matriz polimérica reticuladasão incapazes de ser reprocessados por aplicação adicionalde calor e pressão. Como provido aqui, materiais termorrigi-dos podem ser formados da polimerização e reticulação de umprecursor termorrigido. Tais precursores termorrigidos podemincluir um ou mais precursores termorrigidos de resina li-quida. Em uma modalidade, os precursores termorrigidos deresina liquida incluem essas resinas em um estágio A de cu-ra. Características das resinas no estágio A da cura incluemessas tendo uma viscosidade de 1.000 a 500.000 centipoisesmedidos em 77°F (Handbook of Plastics and Elastomers, EditorCharles A. Harper, 1975).
Nas modalidades descritas aqui, o precursor ter-morrigido de resina liquida pode ser selecionado de um poli-éster insaturado, um poliuretano, um epóxi, um éster de vi-nil epóxi, um fenólico, um silicone, uma alquida, um áuli-co, um éster de vinil, um furano, um poliimido, um éster decianato, um bismaleimido, um polibutadieno e um polieterami-da. Como será verificado, o precursor termorrigido pode serformado no material termorrigido por uma reação de polimeri-zação iniciada por calor, pressão, catalisadores e/ou luzultravioleta.
Como será verificado, o material termorrigido usa-do nas modalidades da presente invenção pode incluir materi-ais de reforço não eletricamente condutores e/ou aditivostais como enchimentos não eletricamente condutores, fibras,agentes de cura, inibidores, catalisadores e agentes de en-durecimento (por exemplo, elastômeros), entre outros, paraobter uma combinação desejável de propriedades fisicas, me-cânicas e/ou térmicas.
Materiais de reforço não eletricamente condutorespodem incluir materiais tecidos e/ou fibrosos não tecidos,materiais particulados e materiais de alta resistência die-létrica. Exemplos de materiais de reforço não eletricamentecondutores podem incluir, mas não são limitados a, fibras devidro, incluindo variações de fibra de vidro, fibras sinté-ticas, fibras naturais e fibras cerâmicas.
Enchimentos não eletricamente condutores incluemmateriais adicionados na matriz do material termorrigido pa-ra alterar suas propriedades fisicas, mecânicas, térmicas ouelétricas. Tais enchimentos podem incluir, mas não são limi-tados a, materiais orgânicos e inorgânicos não eletricamentecondutores, argilas, silicatos, mica, talcos, amiantos, bor-rachas, minérios miúdos e papel, entre outros.
Em uma modalidade adicional, o precursor termorri-gido da resina líquida pode incluir um material polimerizá-vel vendido sob a indicação comercial "Luxolene" de Kurz-Kasch Company de Dayton Ohio.
A Figura 1B ilustra uma vista da seção transversaldo estator 100 e do rotor 102 ilustrados na Figura IA. Comomostrado na Figura 1B, o estator 100 é preso na placa cilín-drica 106 do alojamento do estator 104 e circunda circunfe-rencialmente o rotor 102.
O rotor 102 fica posicionado dentro do estator 100em tal maneira que quando o rotor 102 gira, uma superfícieexterna 112 do rotor 102 fica próxima a, mas não toca, umasuperfície interna 114 do estator 100. Em várias modalida-des, o espaço definido pela superfície externa 112 do rotor102 e a superfície interna 114 do estator 100 é um espaço dear 116. Como será discutido abaixo com relação às Figuras 7Ae 7B, a superfície interna 114 do estator 100 formada do ma-terial termorrígido 108 pode ser usada para ditar o tamanhodo espaço de ar 116 exigido para se conformar com o tipo demotor elétrico no qual o estator é usado incluindo as consi-derações elétricas, mecânicas e eletromagnéticas (isto é,fluxo) para cada tipo de motor elétrico.
Como será verificado, o rotor 102 fica alojado pe-lo menos parcialmente dentro e gira em relação ao estator100 ao redor de um eixo rotacional 118 suportado por estru-turas que incluem mancais (não mostrados). O estator 100 in-clui um número de seções de estator anularmente dispostas120. Cada uma das seções do estator 120 inclui fendas 122que se estendem longitudinalmente ao longo do comprimento daseção do estator 120. Além disso, as seções do estator 120podem também incluir ranhuras (não mostradas, porém ilustra-das aqui) que se estendem entre as fendas 122. As fendas 120e as ranhuras recebem um número de bobinas do estator 124formadas de fio condutor isolado enrolado dentro das fendas122 e das ranhuras.
Como ilustrado, o estator 100 da Figura 1B incluidoze (12) seções de estator 120 dispostas anularmente talque as porções externas 126 de cada seção do estator 120 fi-cam em contato fisico com a seção do estator adjacente 120para formar uma estrutura cilíndrica contígua do estator100. Como será verificado, os estatores formados de acordocom os ensinamentos da presente invenção podem incluir vá-rios números de seções de estator 120 e assim, a modalidadeilustrada na Figura 1B não é planejada para limitar a pre-sente invenção, mas ao invés disso para mostrar um de muitosestatores que podem ser formados com a seção do estator 120.
Por exemplo, em algumas modalidades, o estator 100 pode in^cluir quatro (4) seções de estator anularmente dispostas 120para formar o estator 100. Como será verificado, em tal mo-dalidade, cada seção do estator 120 será maior tal que quan-do elas são anualmente dispostas, elas formam um estator ci-líndrico contíguo.
Em uma modalidade adicional, a seção do estator120 pode incluir pelo menos um recesso 128 posicionado emuma superfície externa 130 da seção do estator 120. Como asuperfície interna. 114 do estator 100, que é formada de ummaterial termorrigido 108, em algumas modalidades, a super-fície externa 130 do estator 130 pode ser formada do materi-al termorrigido 108 durante o processo de sobremoldagem,discutido aqui.
O estator 100 pode também incluir um ou mais ca-nais 132 que se estendem longitudinalmente através do esta-tor 100. Em uma modalidade, o material termorrigido 108 so-bremoldando o estator 100 inclui superfícies que definem oum ou mais canais 132. Os canais 132 provêem trajetórias defluido para a circulação do fluido de resfriamento atravésdo estator 100, como será discutido mais aqui. Como ilustra-do, cada um dos canais 132 é posicionado proximal a e entreseções de estator adjacentes 120. Os canais 132 são parte deum sistema de troca de calor (ilustrado na Figura 2 abaixo)que provêem a circulação de um fluido de resfriamento paraajudar a resfriar o estator 100.
Na modalidade mostrada na Figura 1B, os canais 132ficam posicionados entre seções do estator 120 e adjacentesaos fios condutores isolados que formam as bobinas do esta-tor 124 de cada seção do estator 120. Acredita-se que proveros canais 132 nessa posição em relação às bobinas do estator114 proveja melhor eficiência de resfriamento para o estator100. Além disso, o material termorrigido 108 que define oscanais 132 pode ser formulado para ser altamente resistenteàs características abrasivas encontradas nos fluidos de res-friamento .
O estator 100 também inclui conectores elétricos,mostrados como 110 na Figura IA. Os conectores elétricos 110podem ser acoplados em componentes elétricos adicionais domotor no qual o estator 100 está sendo usado (por exemplo,uma fonte de energia). Em várias modalidades, os conectoreselétricos 110 podem se estender do estator 100 em uma sériede direções e em uma série de maneiras.
Em algumas modalidades, tal como a modalidade i-lustrada na Figura IA, os conectores elétricos 110 se esten-dem para longe do rotor 102 e perpendicularmente em relaçãoà superfície externa 130 do estator 100. Em uma modalidade,os conectores elétricos 110 podem se estender através daplaca cilíndrica 106 do alojamento do estator 104. Em outrasmodalidades, os conectores elétricos 110 podem se estenderlongitudinalmente em relação ao eixo geométrico rotacionaldo rotor 102. Em tais modalidades, os conectores elétricos110 podem se acoplar em componentes elétricos adicionais domotor no qual o estator 100 está sendo usado sem estender osconectores elétricos 110 através da placa cilíndrica 106 doalojamento do estator, mas preferivelmente, através de tam-pas de extremidade (mostradas como 240 na Figura 2). Outrasconfigurações de conexão também são possíveis.
Nas modalidades descritas aqui, os conectores elé-tricos 110 são acoplados em uma armação de chumbo, que porsua vez, é acoplada em porções de terminal dos fios conduto-res isolados que formam as bobinas do estator 124. Como dis-cutido aqui, a armação de chumbo se estende circunferencial-mente ao redor do estator 100 e acima de cada segmento doestator 120. Os conectores elétricos 110 são acoplados naarmação de chumbo tal que os conectores elétricos 110, a ar-mação de chumbo e as porções de terminal das bobinas do es-tator 124 formam um conduto elétrico para conduzir o poten-cial elétrico entre o estator 100 e uma fonte de energia.Como ilustrado com relação às Figuras 3A-3C, a configuraçãoda armação de chumbo e as porções de terminal de cada bobinado estator 124 podem prover várias modalidades de estatorcom aspectos que incluem reduzir o tamanho do estator e pro-ver uma maneira eficiente para conectar as porções de termi-nal de cada núcleo do estator na armação de chumbo, comodiscutido aqui.
A Figura 2 prove uma ilustração da seção transver-sal de um motor elétrico 236 que inclui o estator 200 encap-sulado com o material termorrigido 208 de acordo com uma mo-dalidade da presente invenção. Como mostrado na Figura 2, oalojamento do motor 237 do motor elétrico 236 inclui umaplaca cilíndrica 238 e tampas de extremidade 240 localizadasna primeira e segunda extremidades viradas axialmente daplaca cilíndrica 238. Também ilustrado na Figura 2 está orotor 202 tendo seu eixo rotacional 218 passando pelo menosparcialmente através do alojamento do motor 237.
A Figura 2 também ilustra porções de um sistema detroca de calor para resfriar o estator 200 e o motor 236. Emgeral, o sistema de troca de calor circula fluido de resfri-amento através dos canais 132, como observado nas Figuras IAe 1B, para resfriar as bobinas do estator e outras porçõesdo estator 200. Por exemplo, em uma modalidade, o fluido deresfriamento pode ser bombeado para dentro da câmara de en-trada 242 através do orifício de entrada 244 definido pelomenos parcialmente pela tampa de extremidade 240 do aloja-mento do motor 237. A câmara de entrada 242 pode ser acopla-da com fluidez dos canais, onde o fluido de resfriamento semove através da câmara de entrada 242 para dentro dos canaisdo estator 200. O fluido de resfriamento então passa dos ca-nais para uma câmara de saida 24 6. A câmara de saida 246 co-necta em um orifício de saida 248 definido pelo menos parci-almente pela tampa de extremidade 240 do alojamento do motor237. Como será verificado, o orifício de saida 248 e o ori-fício de entrada 244 podem ser usados em um sistema de trocade calor de circuito fechado no qual o fluido de resfriamen-to é circulado através de pelo menos o estator 200 para ab-sorver o calor e através de uma estrutura de radiador paratransferir o calor do fluido de resfriamento.
Como discutido aqui, uma série de seções de esta-tor anularmente dispostas pode ser unida para formar um es-tator cilíndrico contíguo. As Figuras 3A-3C e 4A-4C ilustramduas modalidades de uma seção de estator de acordo com apresente invenção. As modalidades ilustradas nas Figuras 3A-3C e 4A-4C não são planejadas para limitar os vários estato-res que podem ser formados de acordo com os ensinamentos dapresente invenção, mas ao contrário, para prover um entendi-mento das várias seções do estator que podem ser usadas paraformar vários tipos de estatores. Além disso, alguns deta-lhes da seção do estator ilustrada nas Figuras 3A-3C e 4A-4Cforam simplificados (por exemplo, laminações de metal empi-lhadas não ilustradas) de modo a permitir melhor ilustraçãodas modalidades da presente invenção.
A Figura 3A ilustra uma vista do topo para baixoda seção do estator 320. A Figura 3B ilustra uma vista late-ral da seção do estator 320. A Figura 3C ilustra uma vistade seção transversal da seção do estator 320 tomada ao longoda linha de corte 3C-3C.
Nas modalidades ilustradas nas Figuras 3A-3C, aseção do estator 320 inclui um núcleo de estator 350 forma-do, por exemplo, de laminações de metal empilhadas, como se-rá discutido abaixo. O núcleo do estator 350 tem uma porçãoexterna 352, uma porção intermediária 354 e uma porção in-terna 356. A porção interna 356 se estende para dentro dasporções intermediária e externa 354 e 352 em uma direção ra-dial. A porção interna 356 de cada seção do estator 320 ser-ve como um pólo magnético para um estator, como discutidoaqui. A porção intermediária 354 da seção do estator 320também inclui superfícies que ajudam a definir as fendas 322e ranhuras 358 nas quais a bobina do estator 324 é enrolada.A porção externa 352 inclui o recesso 328 que pode ser usadopara centralizar a seção do estator 320 dentro do alojamentodo estator e/ou uma ferramenta de moldagem e prover uma su-perfície com a qual engatar positivamente o estator com oalojamento do estator, como será discutido abaixo com rela-ção às Figuras 7A-7B.
Como mostrado nas Figuras 3A-3C, o núcleo do esta-tor 350 pode ser formado de quatro blocos de laminações em-pilhadas de metal. O núcleo do estator 350 pode incluir vá-rios tipos de pilhas de laminações de metal. Por exemplo, emalgumas modalidades, as laminações empilhadas que formam asseções do estator podem ser de ferro e/ou outro metal ou li-gas de metal que podem prover um campo magnético (por exem-plo, cobalto, niquel, ligas desses). Como será verificado, onúcleo do estator 350 pode ser formado de números variadosde blocos de laminações empilhadas de metal (por exemplo, umbloco ou mais).
O núcleo do estator 350 também inclui uma primeiraextremidade 360 e uma segunda extremidade 362 tendo superfi-cies 364 que definem a ranhura 358 que se estende por umadistância predeterminada para a porção intermediária 354 donúcleo do estator 350. Como mostrado na Figura 3C, a distân-cia que cada ranhura 358 se estende para a porção intermedi-ária 354 do núcleo do estator 350 é igual. Em algumas moda-lidades, a distância predeterminada que as ranhuras 358 seestendem para o núcleo do estator 350 pode variar em relaçãoa uma outra ranhura 358 no mesmo núcleo do estator ou dife-rente 350. Por exemplo, em algumas modalidades, a ranhura358 na primeira extremidade 360 da seção do estator 320 podeincluir uma distância predeterminada maior do que a ranhura358 na segunda extremidade 362.
A seção do estator 320 também inclui fendas 322que se estendem longitudinalmente ao longo da porção inter-mediária 354 do núcleo do estator 350 entre a primeira e asegunda extremidades 360 e 362 da seção do estator 320. Asfendas 322 incluem uma profundidade predeterminada em rela-ção às bordas 366 da porção interna 356 da seção do estator320. Como o leitor verificará, a profundidade das fendas 322corresponde com a largura da porção interna 356 da seção doestator em relação à porção externa 352 da seção do estator320. Assim, as dimensões das várias porções da seção do es-tator 320 podem ser projetadas para acomodar diâmetros ecomprimentos variados dos fios condutores isolados 368 queformam as bobinas do estator 324. Por exemplo, em várias mo-dalidades, as ranhuras 358 e as fendas 322 definidas pelomenos em parte pela porção intermediária 354 do núcleo doestator 350 podem acomodar um número de fios condutores iso-lados 368 enrolados ao redor das fendas do estator 322 edentro das ranhuras 358 para formar as bobinas do estator 324.
A seção do estator 320 pode também incluir um iso-lador 370 posicionado entre as bobinas do estator 324 e asuperfície do núcleo do estator 350. Por exemplo, o isolador370 pode incluir uma camada de material isolante dispostanas superfícies que definem as ranhuras 358 e as fendas 322da seção do estator 320. Exemplos de material isolante ade-quado podem incluir, mas não são limitados; a, NOMEX, MYLAR,TufQUIN e semelhantes. Em algumas modalidades, o isolador370 pode ser disposto ao longo das superfícies da seção doestator 320 e entre porções das seções do estator 320. Porexemplo, o isolador 370 pode ser posicionado entre cada la-minação em uma pilha de laminações de uma seção do estator320 e ao longo das superfícies das laminações empilhadas. Namodalidade mostrada na Figura 3C, por exemplo, o isolador370 alinha as ranhuras 358 para ajudar mais no isolamentoelétrico dos fios condutores isolados 368 do núcleo do esta-tor 350.
Como discutido aqui, a seção do estator 320 incluibobinas do estator 324 formadas de um número de fios condu-tores isolados 368 (por exemplo, fio de cobre) . Em váriasmodalidades, o fio condutor isolado 368 pode incluir váriasformas transversais. Por exemplo, em algumas modalidades, osfios condutores isolados 368 podem incluir uma forma de se-ção transversal redonda, e em outras modalidades, o fio con-dutor isolado 368 pode incluir uma forma de seção transver-sal planar ou retangular (isto é, plana) . 0 fio condutor i-solado 368 pode também incluir um isolador de fio 372 talcomo uma camada de resina que cobre uma superfície do fiocondutor isolado 368. Dessa maneira, nas ranhuras 358 e nasfendas 322, o fio condutor isolado 368 é eletricamente iso-lado da seção do estator 320 pelo isolador do fio 372 e oisolador 370.
O fio condutor isolado 368 pode ser formado ao re-dor do núcleo do estator 350 usando métodos conhecidos natécnica para a configuração de enrolamento de estator dese-jada para formar a bobina do estator 324. Por exemplo, osfios podem ser modelados para formar um enrolamento de esta-tor polifásico completo, ou podem ser modelados para formarenrolamentos de estator monofásicos separados, que subse-qüentemente podem ser combinados em uma configuração de múl-tiplas fases, se a aplicação desejada assim exigir. Em vá-rias modalidades, as bobinas do estator 324 podem ser produ-zidas de fio condutor de um diâmetro desejado, o fio condu-tor compreendendo um fio condutor de filamento único pré-revestido com isolamento. Por exemplo, em algumas modalida-des, a marca de fio de AWG #15 de Phelps Dodge Industries ouequivalente pode ser usada. Em outras modalidades, o diâme-tro do fio tipicamente será AWG 18. Outros diâmetros de fiossão também possíveis.
Em várias modalidades, os fios condutores isolados368 são enrolados longitudinalmente ao redor da seção do es-tator 320 nas fendas 322 para formar voltas de enrolamento374 contidas completamente dentro de cada ranhura 358. Istoé, cada fio condutor isolado 368 inclui um comprimento pre-determinado tal que quando o fio 368 é enrolado ao redor daseção do estator 320 para formar a bobina do estator 324, asvoltas do enrolamento 374 ficam contidas dentro da ranhura358. Em outras palavras, as voltas do enrolamento 374 não seestendem acima da primeira extremidade 360 ou da segunda ex-tremidade 362 do núcleo do estator 350. Conter as voltas doenrolamento 374 dentro de cada ranhura 358 da seção do esta-tor 320 pode proteger as voltas do enrolamento 374 contra aexposição a outras partes da seção do estator 320 e/ou con-tra danos movendo as partes durante o processo de fabrica-ção. Além disso, por conter as voltas do enrolamento 374dentro das ranhuras 358 da seção do estator 320, menos fiocondutor isolado 368 pode ser usado na fabricação da seçãodo estator 320. Isso reduz a quantidade de calor que os fiospodem produzir, além de reduzir os custos e o peso do esta-tor acabado.
Em várias modalidades, a seção do estator 320 in-clui porções de terminal 376 dos fios condutores isolados368. Na modalidade ilustrada nas Figuras 3A-3C, seis fioscondutores isolados (por exemplo, seis fios à mão) são usa-dos para cada seção do estator 320 e assim cada seção do es-tator 320 incluirá duas porções de terminal 376, onde cadaporção de terminal tem seis fios. Como alguém versado natécnica verificará, o número de fios condutores isolados 368usados para cada seção do estator pode variar e pode depen-der da aplicação desejada para a qual a seção do estator 320é para ser usada.
Em várias modalidades, as porções de terminal 376podem se estender acima de uma primeira e/ou segunda extre-midade 360 e 362 do núcleo do estator 350. Na modalidade i-lustrada nas Figuras 3A-3C, as porções de terminal 376 seestendem por uma distância predeterminada acima da primeiraextremidade 360 do núcleo do estator 350. Em várias modali-dades, uma armação de chumbo pode ser provida tal que asporções de terminal 376 passam através de uma abertura naarmação de chumbo e são acopladas de maneira condutora emprojeções na armação de: chumbo em um ponto de terminação,como será discutido abaixo com relação à Figura 5.
As Figuras 4A-4C ilustram uma outra modalidade daseção do estator 420 da presente invenção. A Figura 4A ilus-tra uma vista do topo para baixo da seção do estator 420. AFigura 4B ilustra uma vista lateral da seção do estator 420e a Figura 4C ilustra uma vista de seção transversal da se-ção do estator 420 como indicada pela linha de corte 4C-4c.
A seção do estator 420 ilustrada nas Figuras 4A-4C incluimuitos dos mesmos aspectos como esses descritos e ilustradosnas Figuras 3A-3C. Por exemplo, a seção do estator 420 in-clui o núcleo do estator 450 formado de laminações empilha-das de metal. Assim, somente esses aspectos que diferem dosaspectos da seção do estator ilustrada nas Figuras 3A-3C se-rão descritos.
O núcleo do estator 450 ilustrado nas Figuras 4A-4C inclui a porção externa 452, a porção intermediária 454 ea porção interna 456, que se assemelha a uma forma em Tquando vista na direção axial (vista de cima para baixo daFigura 4A) . A porção intermediária 454 do núcleo do estator450 também inclui fendas 422 que se estendem longitudinal-mente ao longo da porção intermediária 454 do núcleo do es-tator 450 e entre a primeira extremidade 460 e a segunda ex-tremidade 462 do núcleo do estator 450. Similar às fendas322 ilustradas nas Figuras 3A-3C, as fendas 422 incluem umaprofundidade predeterminada relativa às bordas 4 66 da porçãointerna 456 da seção do estator 420.
A primeira e a segunda extremidades 460 e 462 donúcleo do estator 450 também incluem superfícies planares(isto é, a porção, interna 454, a porção intermediária 456 ea porção externa 458 da seção do estator na primeira e se-gunda extremidades têm superfícies planares que não incluemas ranhuras como discutido aqui). Como tal, a bobina do es-tator 424 inclui voltas de enrolamento 474 que se estendempara longe da primeira extremidade 460 e da segunda extremi-dade 462 (isto é,- se estendem acima da primeira extremidade460 e abaixo da segunda extremidade 462) do núcleo do esta-tor 450 por uma distância predeterminada acima da primeira esegunda extremidades 460 e 4 62.
A seção do estator 420 também inclui porções determinal 476 que se estendem por uma distância predetermina-da acima das voltas do enrolamento empilhadas 474 da bobinado estator 424 na primeira extremidade 460. Em várias moda-lidades, uma armação de chumbo pode ser provida tal que asporções de terminal 476 passam através de uma abertura naarmação de chumbo e são acopladas de maneira condutiva emprojeções na armação de chumbo em pontos de terminação, comoserá discutido abaixo com relação à Figura 5.
A Figura 5 ilustra uma modalidade de uma armaçãode chumbo 578. Em várias modalidades, a armação de chumbo578 pode ser usada para acoplar eletricamente porções determinal dos fios condutores isolados, como discutido aqui.Como mostrado na Figura 5, a armação de chumbo 57 8 incluiuma configuração cilíndrica com um número de projeções 580que se estendem acima de uma superfície 582 da armação dechumbo 578. Além disso, a superfície 582 define uma abertura584 através da armação de chumbo 578. Como ilustrado, asprojeções 580 são posicionadas adjacentes à abertura 584. Asprojeções 580 são também deslocadas em relação uma a outrapara acomodar as porções de terminal dos fios condutores i-solados enrolados em uma configuração particular de bobinado estator. Uma modalidade desse aspecto da invenção é ilus-trada na Figura 6.
Em várias modalidades, as porções de terminal dosfios condutores isolados podem se estender através da aber-tura 584 e ser acopladas na projeção 580 em um ponto de ter-minação para formar uma conexão elétrica entre as bobinas doestator e uma fonte de energia. Em várias modalidades, asporções de terminal dos fios condutores isolados podem sermecânica ou quimicamente acopladas nas projeções nos pontosde terminação. Exemplos incluem o uso de um processo de cal-deamento automático, um processo de caldeamento manual, umprocesso de solda, prendedores e/ou adesivos.
Em várias modalidades, a armação de chumbo 578 po-de ser posicionada tal que a armação de chumbo 578 fica ad-jacente à primeira extremidade ou à segunda extremidade decada seção do estator. Em tais modalidades, um vão ou espaçopode existir entre a armação de chumbo 578 e a primeira ou asegunda extremidade de cada seção do estator. Como será dis-cutido aqui, o material termorrigido que envolve o estatorenche o espaço entre a armação de chumbo 578 e a extremidadedas seções do estator.
A armação de chumbo 578 pode incluir trajetóriaselétricas e conexões para várias chaves, capacitores e seme-lhantes. A armação de chumbo 578 também inclui trajetóriaselétricas para as porções de terminal de cada fio condutorisolado de cada seção do estator. Além disso, a armação dechumbo 578 pode incluir uma ou mais conexões elétricas quese estendem da armação de chumbo 578 para acoplamento em umafonte de energia e outros componentes do motor. Como seráverificado, trajetórias elétricas e terminações na armaçãode chumbo 578 podem ser projetadas para prover conexões elé-tricas apropriadas das porções de terminal do fio condutorisolado para uma fase de motor especifica (por exemplo, mo-tor elétrico monofásico e polifásico).
A Figura 6 prove uma ilustração do estator 600 emrelação à armação de chumbo 678. Como ilustrado, a armaçãode chumbo 678 pode ser posicionada em relação ao estator 600onde as porções de terminal 676 das bobinas do estator seestendem através das aberturas 684 da armação de chumbo 678.Além de se estender através da armação de chumbo 678, asporções de terminal 676 das bobinas do estator são tambémacopladas nas projeções 680 da armação de chumbo 678 nospontos de terminação.
Como ilustrado, as projeções 680 e as porções determinal 67 6 podem ser configuradas de modo que pelo menosuma porção de cada fio das porções de terminal 676 fica di-retamente acoplada na projeção 680 da armação de chumbo 678no ponto de terminação. Em uma modalidade, as porções determinal 676 para cada seção do estator 620 podem ser dis-tinguidas uma da outra com base na posição relativa de umasuperfície de contato 686 da projeção 680 na qual elas sãopresas. Por exemplo, como ilustrado na Figura 6, cada outrasuperfície de contato 686 da projeção 680 na armação dechumbo 678 tem a mesma posição relativa, enquanto superfí-cies de contato adjacentes 686 das projeções 680 têm uma po-sição relativa diferente (por exemplo, cada superfície decontato adjacente 686 é perpendicular entre si e ortogonal àarmação de chumbo 678) .
O estator ilustrado na Figura 6 pode incluir se-ções de estator como ilustrado em qualquer das Figuras 3A-3Ce/ou Figuras 4A-4C. Quando seções do estator como ilustradonas Figuras 3A-3C são usadas, a armação de chumbo 678 podeser posicionada adjacente à primeira superficie de cada se-ção do estator 620 de modo a ficar acima das bobinas do es-tator 624 de cada seção do estator 620. Alternativamente,quando as seções do estator como ilustrado nas Figuras 4A-4Csão usadas, a armação de chumbo 678 pode ser posicionada ad-jacente às voltas do enrolamento de cada seção do estator620 de modo a ficar acima das bobinas do estator 624 de cadaseção do estator 620. Em uma modalidade, o posicionamento daarmação de chumbo 678 adjacente à primeira superficie de ca-da seção do estator 620 pode ajudar a reduzir o tamanho ge-ral do estator 600, que por sua vez, pode reduzir a quanti-dade de material e assim, o peso e o custo associados com afabricação do estator (por exemplo, fio condutor isolado ematerial termorrigido).
A despeito da configuração da seção do estator u-sada com a armação de chumbo 678, os espaços 688 entre a ar-mação de chumbo 678 e as seções do estator 620 são cheioscom o material termorrigido, como discutido aqui. Como serádiscutido abaixo com relação às Figuras 7A-7B, o espaço 688pode ser cheio com um material termorrigido em um processode moldagem.
Métodos e processos para a formação do estator evários componentes do estator descrito aqui são providos co-mo exemplos não limitadores da presente invenção. Como seráverificado, uma variedade de processos de moldagem existeque pode ser usada para formar o componente de sobremoldagemdo estator. Exemplos de tais processos de moldagem podem in-cluir moldagem por transferência de resina, moldagem à com-pressão, moldagem por transferência e moldagem à injeção,entre outros. Um processo de moldagem útil pode também serencontrado no Pedido co-pendente U.S. _ intituladodesignado para Delaware Capital Formation e depo-sitado em que é incorporado por referência nasua integridade.
As Figuras 7A e 7B ilustram modalidades de umaferramenta de moldagem que pode ser usada em um processo demoldagem para formar modalidades do estator da presente in-venção. O processo para moldar o estator pode incluir suprirum material termorrigido para a ferramenta de moldagem talque quando o material termorrigido é curado, ele encapsulacompletamente o estator.
A descrição seguinte prove um exemplo de um pro-cesso para a formação de um estator sobremoldado de acordocom os ensinamentos descritos aqui. Na descrição seguinte,alguns aspectos estruturais (por exemplo, recessos) são des-critos, mas não mostrados nas modalidades das Figuras 7A e7B. Assim, onde aspectos estruturais são descritos, mas nãomostrados, a descrição fará referência à modalidade ilustra-da na Figura IA.
Como será verificado, o estator pode ser colocadodentro de uma ferramenta de moldagem e o material termorri-gido pode ser suprido para a ferramenta de moldagem para en-capsular o estator. Em uma modalidade, o material termorri-gido pode ser suprido para a ferramenta de moldagem para en-capsular completamente o estator. Em algumas modalidades, oestator pode ser em primeiro lugar encapsulado dentro do ma-terial termorrigido e a seguir receber o alojamento do esta-tor. Em outras modalidades, o estator pode ser posicionadodentro do alojamento do estator antes de ser encapsulado como material termorrigido.
A Figura 7A ilustra uma ferramenta de moldagem 790que inclui duas metades de molde 7 92, cada metade incluindouma parede circunferencial 794 e uma cobertura cilíndrica796 axialmente acoplada com a parede circunferencial 794.
Cada cobertura cilíndrica 796 inclui extensões de trajetória798 dispostas anularmente ao longo de uma superfície da co-bertura cilíndrica 796 e se estendendo perpendicularmente dasuperfície da cobertura cilíndrica 796 por uma distânciapredeterminada. As extensões da trajetória 798 definem eprovêem os canais 732 para circular o fluido de resfriamentoem um estator sobremoldado, como discutido acima com relaçãoà Figura 2. Como mostrado na Figura 7A, as extensões da tra-jetória 798 incluem comprimentos que quando combinados, i-gualam o comprimento dos canais 732. Como o leitor verifica-rá, entretanto, em várias modalidades, as extensões da tra-jetória 7 98 podem ser incluídas em apenas uma metade de mol-dagem 792. Em tais modalidades, o comprimento das extensõesde trajetória 798 igualará o comprimento dos canais 732.
A ferramenta de moldagem 790 também inclui um ori-ficio de molde 701 que se estende através de uma parede deuma das coberturas cilíndricas 796. O orifício de moldagem701 prove as conexões apropriadas para suprir o materialtermorrigido para o interior da ferramenta de moldagem 790no processo de moldagem. A ferramenta de moldagem 790 tambéminclui orifícios de conector elétrico 703. Como mostrado naFigura 7A, os orifícios de conector elétrico 703 se estendematravés da parede circunferencial 794 e são projetados comvedação para receber conectores elétricos 710, que se esten-dem através dos orifícios de conector elétrico 703.
Em várias modalidades, os orifícios de conectorelétrico 703 podem ser posicionados em outras localizaçõesna ferramenta de moldagem 790 (por exemplo, as coberturascilíndricas 796). Os orifícios de conector elétrico 703 sãoprojetados com vedação para receber os conectores elétricos710, que passam através dos orifícios de conector elétrico703 para se estender para o exterior da ferramenta de molda-gem 790. Os orifícios de conector elétrico 703 formam umavedação hermética ao fluido e pressão para impedir que o ma-terial termorrigido descarregue da ferramenta de moldagem790 através dos orifícios de conector elétrico 703 durante oprocesso de moldagem.
Também mostrado na Figura 7A está um estator 700formado de acordo com os ensinamentos descritos aqui. O es-tator 700 é encapsulado dentro do material termorrigido 708e inclui canais 732 posicionados entre as seções do estator720. Por razões de simplicidade, o estator 700 na Figura 7Ailustra somente duas seções de estator 720. Entretanto, comoserá verificado, um estator sobremoldado incluirá um númerode seções de estator anularmente dispostas tal que um esta-tor cilíndrico contíguo é formado. A fim de sobremoldar oestator 700 mostrado na Figura 7A, o estator 700 é centrali-zado dentro da ferramenta de moldagem 790. A centragem doestator dentro da ferramenta de moldagem 790 inclui alinharos recessos 728 localizados em cada seção do estator 720 doestator 700 com protuberâncias de moldagem viradas para den-tro 705 localizadas em uma superfície interna da parede cir-cunferencial 794 da ferramenta de moldagem 790 e fixar asprotuberâncias 705 dentro dos recessos 728.
Como será verificado, a ferramenta de moldagem 790pode ser projetada para incluir anéis de centragem para umpilar central (mostrado como 707 na Figura 7B). O pilar cen-tral 707 inclui uma forma cilíndrica tendo superfícies ex-ternas 709 que ajudam a definir as superfícies internas 714do estator 700 quando o material termorrigido é suprido paraa ferramenta de moldagem 790. Depois que o pilar central 707foi centrado dentro da ferramenta de moldagem 790, a ferra-menta de moldagem 7 90 é fechada para formar uma vedação her-mética ao fluido e pressão e um material termorrigido podeentão ser provido.
O provimento do material termorrigido pode incluirinjetar um precursor termorrigido (por exemplo, precursortermorrigido de baixa viscosidade) e catalisador (opcional)para dentro da moldagem sob baixa pressão para encher a fer-ramenta de moldagem 790 tal que o material termorrigido 708encapsula o estator 700, exceto os conectores elétricos 710,que se estendem dai. Desde que o precursor termorrigido podeincluir uma baixa viscosidade, o precursor termorrigido podesubstancialmente encher os espaços definidos pelas váriassuperfícies do estator 700, tal como espaços entre e ao re-dor dos fios condutores isolados, os espaços dentro das fen-das e ranhuras e os espaços entre a superfície interna daparede circunferencial 794 e a superfície externa 730 de ca-da seção do estator 720, entre outros espaços. O calor e apressão podem então ser aplicados para curar o precursortermorrigido para formar o estator sobremoldado 700. Um pro-cesso após a cura pode também ser usado. Depois da cura, aferramenta de moldagem 790 pode ser removida do estator so-bremoldado 700 e o estator sobremoldado 700 pode então serfixado dentro de um alojamento do estator, como será discu-tido com relação à Figura 8.
A encapsulação (por exemplo, a encapsulação com-pleta) do estator dentro de um material termorrigido podeprover características melhoradas de transferência de calordai. Por exemplo, o material termorrigido envolvendo os fioscondutores isolados serve para conduzir eficientemente o ca-lor para longe dos fios e também para encher os espaços en-tre os fios onde eles se estendem das extremidades das se-ções do estator. Além disso, as várias porções do estatorpodem ser firmemente presas juntas pela encapsulação comple-ta. Por exemplo, a cápsula serve para prender os fios condu-tores isolados na seção do estator para impedir o movimentodo fio. O material termorrigido também serve para prender asseções do estator entre si para ajudar a impedir o movimentodas seções do estator com relação uma a outra. Um tal aspec-to pode reduzir o custo do estator porque o estator não exi-ge um anel de estator, uma porção comum de um estator natécnica anterior usada para prender as seções anulares entresi. O material termorrigido pode também servir para prendero estator no alojamento, como será discutido abaixo.
A Figura 8A ilustra uma modalidade de um alojamen-to de estator 804 para um estator sobremoldado. Como mostra-do na Figura 8A, o alojamento do estator 804 inclui dois e-lementos de alojamento 813 unidos por dois elementos de aco-plamento 815. Como mostrado na Figura 8A, o alojamento doestator 804 inclui superfícies internas 817 tendo um númerode protuberâncias de alojamento viradas para dentro 819 dis-postas axialmente ao longo da superfície interna 817 e seestendendo longitudinalmente entre a primeira e a segundaextremidades viradas axialmente do alojamento do estator804. As protuberâncias do alojamento viradas para dentro 819podem servir como ambos um anel de centragem para uma seçãodo estator montada na protuberância do alojamento 819 e tam-bém para centrar o alojamento do estator 804 com uma ferra-menta de moldagem, tal como a ferramenta de moldagem 790 i-lustrada nas Figuras 7A e 7B no caso onde um estator é fixa-do dentro de um alojamento do estator antes de ser moldado,como discutido acima. Além disso, em algumas modalidades, .asprotuberâncias do alojamento 819 podem servir como recessosdo alojamento do estator 821 para centrar o alojamento doestator 804 dentro de um alojamento de um motor elétrico,tal como o alojamento 237 ilustrado na Figura 2.
O alojamento do estator 804 também inclui um núme-ro de elementos de fixação 823 dispostos circunferencialmen-te ao longo da primeira e segunda extremidades de cada ele-mento do alojamento 813. Os elementos de fixação 823 sãocurváveis e podem ser usados para prender as tampas de ex-tremidade no alojamento do estator 804 para vedar o estatordentro do alojamento do estator depois que ele foi sobremol-dado.
A Figura 8B ilustra uma modalidade de um estator800 encapsulado dentro de um material termorrigido 808 epreso dentro do alojamento do estator 804. O estator 800 in-clui uma superfície que define uma alimentação de fluido 825que se estende circunferencialmente ao longo do estator 800em uma primeira extremidade axial 827 do estator 800. Umasegunda alimentação de fluido (não mostrada) é definida poruma superfície em uma segunda extremidade axial 829, que po-de ser uma imagem espelhada da superfície que define a ali-mentação de fluido 825 na primeira extremidade axial 827.
Como mostrado na Figura 8B, a alimentação de fluido incluicanais 832 que se estendem longitudinalmente entre as extre-midades viradas axialmente 827 e 829 do estator.
Como discutido acima com relação à Figura 2, o es-tator 800 pode incluir um sistema de troca de calor. Em taismodalidades, uma câmara de entrada pode ser posicionada paraenvolver a alimentação do fluido 825 na primeira extremidadeaxial 827. Da mesma maneira, uma câmara de saida pode serposicionada para envolver o canal (não mostrado) na segundaextremidade axial 829. As câmaras de entrada e saida ficamem comunicação de fluido com os canais 832 e os orifícios deentrada e saida para prover o sistema de troca de calor decircuito fechado ilustrado na Figura 2.
Embora a presente invenção tenha sido mostrada edescrita em detalhes acima, será evidente para a pessoa ver-sada na técnica que mudanças e modificações podem ser feitassem se afastar do espirito e do escopo da invenção. Comotal, o que é apresentado na descrição precedente e desenhosacompanhantes é oferecido por meio de ilustração somente enão como uma limitação. 0 escopo real da invenção é planeja-do para ser definido pelas reivindicações seguintes, juntocom a faixa total de equivalentes às quais tais reivindica-ções são autorizadas.
Além disso, uma pessoa versada na técnica verifi-cará com a leitura e o entendimento dessa revelação que ou-tras variações para a invenção descrita aqui podem ser in-cluídas dentro do escopo da presente invenção. Por exemplo,o corpo do pistão e o jugo podem ser usados em um compressordo tipo de pistão.

Claims (32)

1. Estator, CARACTERIZADO pelo fato de que compre-ende :uma seção do estator tendo uma primeira superfíciee uma segunda superfície, cada superfície tendo uma ranhuraque se estende para a seção do estator e fendas que se es-tendem longitudinalmente entre a primeira e a segunda super-fícies;fios condutores isolados enrolados longitudinal-mente ao redor da seção do estator nas fendas para formarvoltas de enrolamento contidas dentro de cada ranhura,uma armação de chumbo que se estende circunferen-cialmente ao longo de uma superfície do estator, onde os fi-os condutores isolados acoplam na armação de chumbo eum material termorrigido que encapsula a seção doestator incluindo a armação de chumbo e os fios condutoresisolados.
2. Estator, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o acoplamento dos fios isola-dos na armação de chumbo inclui um número de porções de ter-minal dos fios condutores isolados que se estendem atravésde aberturas e se acoplam em projeções para definir pontosde terminação na armação de chumbo.
3. Estator, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que as voltas do enrolamento dosfios condutores isolados estão contidas completamente dentrode cada ranhura e o material termorrigido completamente en-capsulando a seção do estator incluindo a armação de chumboe os fios condutores isolados.
4. Estator, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a armação de chumbo é posi-cionada adjacente à primeira superfície da seção do estator.
5. Estator, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a armação de chumbo é posi-cionada proximal à primeira superfície de cada seção do es-tator .
6. Seção do estator, de acordo com a reivindicação-1, CARACTERIZADA pelo fato de que o material termorrigido éformado de um precursor termorrigido de resina liquida que éselecionado de um poliéster insaturado, um poliuretano, umepóxi, um fenólico, um silicone, uma alquida, um alilico, uméster de vinil, um furano, um poliimido, um éster de ciana-to, um bismaleimido, um polibutadieno e um polieteramida.
7. Estator, de acordo com a reivindicação 6,CARACTERIZADO pelo fato de que o material termorrigido en-capsula completamente as porções de terminal.
8. Seção do estator, de acordo com a reivindicação-7, CARACTERIZADA pelo fato de que o material termorrigidodefine um canal posicionado proximal à seção do estator.
9. Seção do estator, de acordo com a reivindicação-7, CARACTERIZADA pelo fato de que o material termorrigidodefine um canal posicionado adjacente aos fios condutoresisolados.
10. Seção do estator, de acordo com a reivindica-ção 9, CARACTERIZADA pelo fato de que o canal é parte de umsistema de troca de calor de circuito fechado.
11. Seção do estator, de acordo com a reivindica-ção 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o material termorrigi-do é formado de um precursor termorrigido de resina liquidatendo uma viscosidade de 1.000 a 500.000 centipoises.
12. Estator, CARACTERIZADO pelo fato de que com-preende :um alojamento de estator que inclui:primeiro e segundo elementos de alojamento viradosaxialmente tendo uma superfície interna;um número de protuberâncias viradas para dentrodispostas axialmente ao longo da superfície interna e se es-tendendo longitudinalmente entre a primeira e segunda extre-midades viradas axialmente do primeiro e segundo elementosde alojamento eum número de elementos de acoplamento dispostosaxialmente ao longo da primeira e segunda extremidades vira-das axialmente do primeiro e segundo elementos de alojamentoeum número de seções do estator anularmente dispos-tas tendo pelo menos um recesso em uma superfície externa decada seção do estator para centrar com as protuberâncias vi-radas para dentro.
13. Estator, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias viradas pa-ra dentro do alojamento do estator servem como recessos paracentrar o alojamento do estator dentro de um alojamento deum motor elétrico.
14. Estator, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADO pelo fato de que inclui uma armação de chumbotendo uma estrutura cilíndrica com um número de aberturasdefinidas pelas projeções que se estendem radialmente de umasuperfície da armação de chumbo.
15. Estator, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que o número de seções do estatordispostas anularmente inclui, cada um, uma bobina do estatortendo pelo menos uma porção de terminal que se estende lon-gitudinalmente em uma extremidade da seção do estator e a-través de uma abertura para acoplamento em uma projeção daarmação de chumbo.
16. Estator, de acordo com a reivindicação 15,CARACTERIZADO pelo fato de que inclui um material termorri-gido que encapsula completamente as seções do estator anu-larmente dispostas, as bobinas do estator e a armação dechumbo, onde os conectores elétricos se estendem do materialtermorrigido.
17. Estator, de acordo com a reivindicação 16,CARACTERIZADO pelo fato de que o material termorrigido defi-ne um número de canais posicionados adjacentes a cada bobinado estator de cada seção do estator.
18. Estator, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que a armação de chumbo inclui umnúmero de conectores elétricos acoplados na armação de chum-bo, o número de conectores elétricos determinado por umadisposição de trajetórias elétricas, tal que a disposiçãopode prover um de: um estator monofásico e um polifásico.
19. Estator, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADO pelo fato de que cada seção do estator incluifendas que se estendem longitudinalmente ao longo de umatrajetória da seção do estator e ranhuras que se estendempor uma distância predeterminada para dentro da seção do es-tator .
20. Estator, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO pelo fato de que inclui fios condutores isola-dos enrolados longitudinalmente ao redor de cada seção doestator nas fendas para formar uma bobina do estator tendovoltas de enrolamento contidas completamente dentro das ra-nhuras .
21. Estator, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADO pelo fato de que cada seção do estator incluifendas que se estendem longitudinalmente ao longo de um com-primento da seção do estator.
22. Estator, de acordo com a reivindicação 21,CARACTERIZADO pelo fato de que inclui fios condutores isola-dos enrolados longitudinalmente ao redor de cada seção doestator nas fendas para formar uma bobina do estator tendovoltas de enrolamento empilhadas que se estendem radialmentede uma superfície de cada seção do estator.
23. Seção do estator, CARACTERIZADA pelo fato deque compreende:uma primeira extremidade e uma segunda extremida-de;fios condutores isolados enrolados longitudinal-mente ao redor da primeira e segunda extremidades para for-mar uma bobina do estator tendo voltas de enrolamento empi-lhadas que se estendem radialmente da primeira e segunda ex-tremidades;um número de porções de terminal que se estendemde cada bobina do estator por uma distância predeterminadadas voltas de enrolamento;uma armação de chumbo eletricamente acoplada nasporções de terminal;um número de conectores elétricos acoplados na ar-mação de chumbo eum material termorrigido sobremoldado na seção doestator tal que o material termorrigido encapsula completa-mente a seção do estator, os fios condutores isolados, asporções de terminal e a armação de chumbo.
24. Seção do estator, de acordo com a reivindica-ção 23, CARACTERIZADA pelo fato de que o material termorri-gido é formado de um precursor termorrigido de resina liqui-da que é selecionado de um poliéster insaturado, um poliure-tano, um epóxi, um fenólico, um silicone, uma alquida, umalilicO um éster de vinil, um furano, um poliimido, um és-ter de cianato, um bismaleimido,eteramida.
25. Seção do estator,ção 24, CARACTERIZADA pelo fatogido é formado de um precursor termorrigido de resina liqui-da tendo uma viscosidade de 1.000 a 500.000 centipoises.
26. Seção do estator, de acordo com a reivindica-ção 24, CARACTERIZADA pelo fato de que inclui um número detrajetórias de resfriamento definidas pelo material termor-rígido e posicionadas adjacentes às bobinas do estator.
27. Seção do estator, de acordo com a reivindica-ção 26, CARACTERIZADA pelo fato de que cada trajetória deresfriamento fica em comunicação de fluido com uma trajetó-ria de resfriamento diferente.
28. Motor elétrico, CARACTERIZADO pelo fato de quecompreende:um alojamento tendo um espaço interior;um rotor acoplado com rotação dentro do espaço in-terior do alojamento;um estator fixamente disposto dentro do espaço in-terior do alojamento, o estator incluindo:um alojamento do estator;um número de seções do estator anularmente dispos-tas fixadas dentro do alojamento do estator;fios condutores isolados enrolados longitudinal-mente ao redor de cada seção do estator, cada fio condutorisolado tendo pelo menos duas porções de terminal;uma armação de chumbo para eletricamente acoplarcada porção de terminal, onde a armação de chumbo é acopladaem um conector elétrico eum material termorrígido que encapsula completa-mente cada seção do estator anularmente disposta, os fioscondutores isolados, as porções de terminal e a armação dechumbo.
29. Motor elétrico, de acordo com a reivindicação 28, CARACTERIZADO pelo fato de que inclui um número de ca-nais definidos pelo material termorrígido, onde cada canal éposicionado entre cada seção do estator e adjacente aos fioscondutores isolados.
30. Método, CARACTERIZADO pelo fato de que compre-ende :prover uma ferramenta de moldagem tendo uma paredecircunferencial e uma tampa de extremidade, onde a paredecircunferencial inclui uma superfície interna com uma protu-berância virada para dentro e onde a tampa de extremidadeinclui uma extensão de trajetória;centrar uma seção do estator tendo um recesso emuma superfície externa da seção do estator com a protuberân-cia virada para dentro esuprir a ferramenta de moldagem com um materialtermorrigido para encapsular completamente a seção do esta-tor, exceto um conector elétrico acoplado na seção do esta-tor .
31. Método, de acordo com a reivindicação 30,CARACTERIZADO pelo fato de que inclui prover um canal, ondea trajetória de fluido é definida pelo material termorrigido.
32. Método, de acordo com a reivindicação 30,CARACTERIZADO pelo fato de que o conector elétrico se esten-de da seção do estator e através de um orifício de conectorelétrico hermético ao fluido e pressão que se estende atra-vés da parede circunferencial.
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