BRPI0610645A2 - fluido de conclusão e de deslocamento baseado em emulsão invertida e método de uso - Google Patents

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Abstract

FLUIDO DE CONCLUSAO E DE DESLOCAMENTO BASEADO EM EMULSàO INVERTIDA E METODO DE USO. é revelado um método de limpar um furo de poço antes da produção de um óleo ou gás, em que o furo de poço foi perfurado com uma lama de perfuração de emulsão invertida que forma uma crosta de lodo de emulsão invertida. O método pode incluir circular um fluido quebrador para dentro do furo de poço, onde o fluido quebrador inclui uma fase interna não-oleaginosa e uma fase externa oleaginosa, onde a fase não-oleaginosa inclui um solvente orgânico polar solúvel em água, um éster hídrolísável de um ácido carboxílico, e um agente aumentador de peso, e a fase externa oleaginosa inclui um fluido oleaginoso e um emulsificador, e onde o éster hidrolisável é selecionado de modo que na hidrólise um ácido orgânico é liberado e a emulsão invertida da crosta de lodo é quebrada.

Description

FLUIDO DE CONCLUSÃO E DE DESLOCAMENTO BASEADO EMEMULSÃO INVERTIDA E MÉTODO DE USO
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Esse pedido reivindica a prioridade em conformidadecom 35 USC §119 para o Pedido US 60/668.485 depositado em 5de abril de 2005. Aquele pedido é incorporado comoreferência em sua totalidade.
Campo da Invenção
As modalidades se referem geralmente aos fluidos defuro de poço. Mais especificamente, as modalidades sereferem aos fluidos químicos quebradores e de deslocamento.
Técnica Antecedente
Durante a perfuração de um furo de poço, váriosfluidos são, tipicamente, usados no poço para uma variedadede funções. Os fluidos podem ser circulados através de umtubo de perfuração e broca de perfuração para dentro dofuro de poço, e então podem fluir subseqüentemente paracima através do furo de poço para a superfície. Duranteessa circulação, o fluido de perfuração pode atuar pararemover desaterros de perfuração a partir do fundo do furopara a superfície, para suspender o desaterro e materialaumentador de peso quando a circulação é interrompida, paracontrolar as pressões abaixo da superfície, para manter aintegridade do furo de poço até que a seção do poço estejarevestida e cimentada, para isolar os fluidos a partir daformação mediante provisão de pressão hidrostáticasuficiente para impedir o ingresso de fluidos de formaçãopara dentro do furo de poço, para esfriar e lubrificar acoluna e a broca de perfuração, e/ou para maximizar a taxade penetração.Na maioria dos procedimentos de perfuração giratória ofluido de perfuração assume a forma de uma "lama", isto é,um líquido que tem sólidos suspensos no mesmo. Os sólidosfuncionam para transmitir as propriedades reológicasdesejadas ao fluido de perfuração e também para aumentar asua densidade para prover uma pressão hidrostática adequadano fundo do poço. A lama de perfuração pode ser lama à basede água ou uma lama à base de óleo.
Lamas de perfuração podem consistir em polímeros,biopolímeros, argilas e colóides orgânicos adicionados a umfluido à base de água para obter as propriedades deviscosidade e filtração desejadas. Minerais pesados, talcomo carbonato de cálcio ou barita, podem ser adicionadospara aumentar a densidade. Sólidos a partir da formação sãoincorporados na lama e com freqüência se tornam dispersosna lama como uma conseqüência da perfuração. Além disso, aslamas de perfuração podem conter um ou mais aditivospoliméricos naturais e/ou sintéticos, incluindo aditivospoliméricos que aumentam as propriedades reológicas (porexemplo, viscosidade plástica, valor de carga limite,resistência de gel) da lama de perfuração, e redutores efloculantes poliméricos.
Aditivos poliméricos incluídos no fluido de perfuraçãopodem atuar como agentes de controle de perda de fluido.
Agentes de controle de perda de fluido, tal como amido,impedem a perda de fluido para a formação circundantemediante redução da permeabilidade das crostas de lodoformadas na superfície de rocha recentemente exposta. Alémdisso, aditivos poliméricos são empregados para transmitircapacidade de transporte e tixotropia suficiente para alama, para permitir que a lama transporte o desaterro paracima, para a superfície, e para impedir que os desaterrosse separem da lama quando a circulação é interrompida.
Muitos fluidos de perfuração podem ser projetados paraformar uma crosta fina de lodo de baixa permeabilidade,para vedar as formações permeáveis penetradas pela broca deperfuração. A crosta de lodo é essencial para prevenir oureduzir a perda de fluidos para a formação assim como oinfluxo dos fluidos presentes na formação. Na conclusão daperfuração, a crosta de lodo pode estabilizar o furo depoço durante operações subseqüentes de conclusão tal como acolocação de uma vedação com cascalho no furo de poço.Crostas de lodo freqüentemente compreendem partículas deligação, desaterro criado pelo processo de perfuração,aditivos poliméricos e precipitados. Uma característica deum fluido de perfuração é a de reter essas partículassólidas e semi-sólidas como uma suspensão estável, livre deincrustação de sedimentação gradual significativa dasoperações de perfuração.
A seleção do tipo de fluido de perfuração a ser usadoem uma aplicação de perfuração envolve um equilíbriocuidadoso de ambas as características, boa e ruim, dosfluidos de perfuração na aplicação específica e o tipo depoço a ser perfurado. As vantagens principais de selecionarum fluido de perfuração à base de óleo; também conhecidocomo uma lama à base de óleo; incluem: estabilidadesuperior do furo, especialmente nas formações de xisto,formação de uma crosta de lodo mais fina do que a crosta delodo conseguida com uma lama à base de água, excelentelubrificação da coluna de perfuração e das ferramentas defundo de furo, e penetração das camadas de sal semencharcamento ou alargamento do furo, assim como outrosbenefícios que devem ser conhecidos daqueles versados natécnica.
Uma propriedade especialmente vantajosa das lamas àbase de óleo são as suas excelentes qualidades delubrificação. Essas propriedades de lubrificação permitem aperfuração de poços tendo um desvio vertical significativo,como é típico das operações de perfuração off-shore ou emáguas profundas ou quando um poço horizontal é desejado. Emtais furos altamente desviados, torque e arrasto na colunade perfuração constituem um problema significativo porque otubo de perfuração está situado contra o lado baixo dofuro, e o risco do tubo emperrar é elevado quando lamas àbase de água são usadas. Ao contrário, lamas à base de óleoproporcionam uma crosta fina de lodo, lisa, que ajuda aimpedir que o tubo emperre e desse modo o uso da lama àbase de óleo pode ser justificado.
Apesar dos muitos benefícios do uso de lamas à base deóleo, elas têm desvantagens. Em geral, o uso de fluidos deperfuração à base de óleo e lama tem altos custos iniciaise operacionais. Esses custos podem ser significativosdependendo da profundidade do furo a ser perfurado.
Contudo, os custos mais altos freqüentemente podem serjustificados se o fluido de perfuração à base de óleoimpedir desmoronamento ou alargamento do furo que possaaumentar muito o tempo de perfuração e os custos.
O descarte do desaterro revestido com óleo é outrapreocupação principal, especialmente para operações deperfuração em águas profundas ou off-shore. Nesses casosmencionados por último, os desaterros devem ser, ou lavadospara remoção do óleo com uma solução detergente que tambémpode ser, descartada, ou o desaterro pode ser transportadode volta para a terra para descarte de uma maneiraambientalmente segura. Outra consideração que deve serlevada em conta está relacionada às normas governamentaislocais que podem limitar o uso de fluidos e lamas deperfuração à base de óleo por razões ambientais.
Lamas baseadas em óleo contêm tipicamente algumaquantidade de água, quer seja a partir da formulação dopróprio fluido de perfuração, ou água pode serintencionalmente adicionada para afetar as propriedades dofluido ou lama de perfuração. Em tais emulsões do tipo águaem óleo, também conhecidas como emulsões invertidas, umemulsificador é usado para estabilizar a emulsão. Em geral,a emulsão invertida pode conter agentes de emulsificaçãosolúveis em óleo e solúveis em água. Exemplos típicos detais emulsificadores incluem sais metálicos polivalentes,ácidos graxos e sais metálicos de ácido graxo, e outroscompostos similares adequados que devem ser conhecidosdaqueles de conhecimento comum na técnica.
Após a realização de qualquer operação de conclusão,pode ser necessária a remoção da crosta de lodopermanecendo nas paredes laterais do furo de poço. Embora aformação de crosta de lodo seja essencial para as operaçõesde perfuração, a crosta de lodo pode ser um impedimentosignificativo para a produção de hidrocarbonetos ou outrosfluidos a partir do poço se, por exemplo, a formação derocha for obstruída pela crosta de lodo. Devido ao fato dacrosta de lodo ser compacta, ela freqüentemente aderefortemente à formação e pode não ser facilmente, oucompletamente, lavada com jato a partir da formação apenaspela ação do fluido.
A remoção de crosta de lodo tem sido conseguidaconvencionalmente com tratamentos à base de água queincluem: uma solução aquosa com um oxidante (tal comopersulfato), uma solução de ácido clorídrico, ácidoorgânico (acético, fórmico) , combinações de ácidos eoxidantes, e soluções aquosas contendo enzimas. Porexemplo, o uso de enzimas para remover a crosta de lodo érevelado na Patente US 4.169.818. Agentes de quelação (porexemplo, EDTA) também têm sido usados para promover adissolução de carbonato de cálcio. De acordo com osensinamentos tradicionais, o oxidante e a enzima atacam afração de polímero da crosta de lodo e os ácidostipicamente atacam a fração de carbonato (e outrosminerais). Geralmente, oxidantes e enzimas são ineficazesna decomposição da porção de carbonato, e o ácido éineficaz em relação às porções de polímero.
Uma das questões mais problemáticas que envolvem aremoção de crosta de lodo envolve a colocação das soluçõesde limpeza. Devido ao fato de um dos componentes maiscomuns em uma crosta de lodo ser o carbonato de cálcio, umasolução de limpeza idealmente incluiria ácido clorídrico,que reage muito rapidamente com carbonato de cálcio.Contudo, embora eficaz em termos de visar o carbonato decálcio, tal ácido forte também é reativo com qualquercarbonato de cálcio na formação (por exemplo, pedracalcária), e pode se infiltrar na formação.
O uso de emulsificadores e agentes tensoativostradicionais nos sistemas de fluido de perfuração invertidaque formaram a crosta de lodo pode complicar adicionalmenteo processo de limpeza em operações de conclusão de furoaberto. Especificamente, fluidos utilizando agentetensoativo tradicional e materiais de emulsificação podemrequerer o uso de solventes e outras lavagens com agentetensoativo para penetrar na crosta de lodo e inverter acapacidade de umedecimento das partículas de crosta delodo. Fluidos de perfuração de emulsões invertida queapresentam uma reação de mudança de fase induzida por ácidoforam descritos anteriormente nas Patentes US 6.218.342;6.790.811; e 6.806.233 e Publicação de Patente US2004/0147404, cujos conteúdos são incorporadosintegralmente como referência. Todos os fluidos reveladosnessas referências contêm uma ou outra forma de um compostode amina terciária etoxilada que estabiliza a emulsãoinvertida quando ela não é protonada. Mediante protonaçãodo composto de amina, a emulsão invertida reverte e setorna uma emulsão regular. Na maioria dos casos, adesprotonação do composto de amina permite a reformação deuma emulsão invertida. A limpeza dos poços perfurados comesse fluido de perfuração de emulsão invertida pode sersimplificada mediante uso de um fluido de lavagem quecontenha ácido em uma concentração suficiente para protonaro agente tensoativo de amina no fluido de perfuração (e,portanto, a crosta de lodo). Desse modo, a presença doagente tensoativo de amina nesse fluido de perfuração podecontrolar o estado da fase (isto é, emulsões invertidasversus emulsões regulares) dos fluidos no poço.
Similarmente, a Patente US 5.888.944 descreve o uso de umagente tensoativo sensível ao ácido que estabiliza aemulsão invertida do fluido de perfuração. Na adição de umácido em um fluido de lavagem, por exemplo, o agentetensoativo imediatamente é protonado para quebrar ouinverter a emulsão invertida para uma emulsão do tipo óleoem água.
Os problemas de eficiente limpeza de poço,estimulação, e conclusão representam um tema significativoem todos os poços, e especialmente em conclusões de poçoshorizontais de furo aberto. A produtividade de um poço é decerto modo dependente da remoção eficaz e efetiva da crostade lodo enquanto minimizando o potencial de bloqueio deágua, obstrução, ou de outro modo danificando os canais defluxo naturais da formação, assim como aqueles do conjuntode conclusão. Desse modo existe uma necessidade contínua defluidos que efetivamente limpem o furo de poço e não inibama capacidade da formação em produzir óleo ou gás quando opoço é colocado em produção.
Conseqüentemente, existe a necessidade de uma soluçãode ruptura química e de deslocamento que remova a crosta delodo de emulsão invertida sem danificar a formação enquantopermitindo fácil colocação da solução no furo de poço econtrole do estado de fase dos fluidos de perfuração nopoço.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Em um aspecto, a presente invenção se refere a ummétodo de limpar um furo de poço antes da produção de óleoou gás, em que o furo de poço foi perfurado com uma lama deperfuração de emulsão invertida que forma uma crosta delodo de emulsão invertida. O método pode incluir circularum fluido quebrador no furo de poço, onde o fluidoquebrador inclui uma fase interna não-oleaginosa e uma faseexterna oleaginosa, onde a fase não-oleaginosa inclui umsolvente orgânico polar solúvel em água, um ésterhidrolisável de um ácido carboxilico, e um agenteaumentador de peso, e a fase externa oleaginosa inclui umfluido oleaginoso e um emulsif icador, e onde o ésterhidrolisável é selecionado de modo que, na hidrólise, umácido orgânico é liberado e a emulsão invertida da crostade lodo é quebrada.
Em outro aspecto, a presente invenção se refere a ummétodo de produzir um hidrocarboneto a partir de umaformação. O método pode incluir as etapas de perfurar aformação com uma lama de perfuração de emulsão invertida,realizar pelo menos uma operação de conclusão no furo depoço, introduzir um fluido quebrador no furo de poço, ondeo fluido quebrador inclui uma fase interna não-oleaginosa euma fase externa oleaginosa, onde a fase não-oleaginosainclui um solvente orgânico polar solúvel em água, um ésterhidrolisável de um ácido carboxilico, e um agenteaumentador de peso, e a fase externa oleaginosa inclui umfluido oleaginoso e um emulsificador, e fechamento do poçopor um tempo predeterminado para permitir a hidrólise doéster e a ruptura da crosta de lodo de emulsão invertida.
Em ainda outro aspecto, a presente invenção se referea uma solução que inclui uma fase interna não-oleaginosa euma fase externa oleaginosa, onde a fase não-oleaginosainclui um solvente orgânico polar solúvel em água, um ésterhidrolisável de um ácido carboxilico, e um agenteaumentador de peso, e a fase externa oleaginosa inclui umfluido oleaginoso e um emulsificador.
Outros aspectos e vantagens da invenção se tornarãoevidentes a partir da descrição a seguir e dasreivindicações anexas.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Em um aspecto, modalidades aqui reveladas sãogeralmente dirigidas aos fluidos químicos de deslocamento eruptura que são úteis na perfuração, conclusão, e operaçõesde poços subterrâneos, preferivelmente poços de óleo e gás.
Os fluidos de deslocamento e conclusão podem serselecionados a partir de um fluido à base de água e de umfluido de emulsão invertida. A utilidade dos fluidosrevelados aqui não depende do uso de aminas terciáriasetoxiladas dos fluidos usados para perfurar o poço. Dessemodo, é bastante aumentada a ampla aplicabilidade eutilidade dos fluidos aqui revelados. Os fluidos deconclusão e deslocamento de emulsão invertida e à base deágua da presente invenção são particularmente usados nospoços que são perfurados com um fluido de perfuração deemulsão invertida que forma uma crosta de lodo de emulsãoinvertida no poço.
Em uma modalidade, o fluido quebrador pode ser umfluido de emulsão invertida que pode incluir uma faseinterna não-oleaginosa e uma fase externa oleaginosa. Afase interna não-oleaginosa pode incluir um solventeorgânico polar solúvel em água, um éster hidrolisável de umácido carboxílico; e opcionalmente um agente aumentador depeso tal como uma solução de salmoura de alta densidade. Afase externa oleaginosa pode incluir um fluido oleaginosotal como diesel ou outro hidrocarboneto adequado ou óleosintético, e um emulsificador. Opcionalmente outroscomponentes podem incluir um agente de viscosificação, umagente de umedecimento, e um agente de limpeza.
O fluido oleaginoso usado para formular os fluidos deemulsão invertida usados na prática da presente invenção élíquido e é mais preferivelmente um óleo natural ousintético e mais preferivelmente, o fluido oleaginoso éselecionado do grupo incluindo óleo diesel, óleo mineral,tais como poliolefinas, polidiorganosiloxanos, siloxanos ouorganosiloxanos, e suas misturas. A concentração do fluidooleaginoso deve ser suficiente de modo que se forme umaemulsão invertida e pode ser inferior a aproximadamente 99%em volume da emulsão invertida. Contudo, geralmente aquantidade de fluido oleaginoso deve ser suficiente paraformar uma emulsão estável quando utilizada como a fasecontínua. Em várias modalidades, a quantidade de fluidooleaginoso é de pelo menos aproximadamente 30%,preferivelmente de pelo menos aproximadamente 4 0%, e maispreferivelmente de pelo menos aproximadamente 50% em volumedo fluido total. Em uma modalidade, a quantidade de fluidooleaginoso é de aproximadamente 3 0 a aproximadamente 95% emvolume e mais preferivelmente de aproximadamente 4 0 aaproximadamente 90% em volume do fluido de emulsãoinvertida.
O fluido não-oleaginoso também usado na formulação dosfluidos de emulsão invertida é um líquido e preferivelmenteé um líquido aquoso. Mais preferivelmente, o fluido não-oleaginoso pode ser selecionado do grupo incluindo água domar, uma salmoura contendo sais orgânicos e/ou inorgânicos dissolvidos, líquidos contendo compostos orgânicosmiscíveis em água, e suas combinações. A quantidade dofluido não-oleaginoso é tipicamente inferior ao limiteteórico necessário para formar uma emulsão invertida. Emvárias modalidades, a quantidade de líquido não-oleaginosoé de pelo menos aproximadamente 1, preferivelmente pelomenos aproximadamente 5, e mais preferivelmente maior doque aproximadamente 10% em volume do fluido total.Correspondentemente, a quantidade do fluido não-oleaginosonão deve ser tão grande que ele não possa ser disperso nafase oleaginosa. Desse modo, em uma modalidade, aquantidade de fluido não-oleaginoso é inferior aaproximadamente 7 0% em volume e preferivelmente deaproximadamente 1% a aproximadamente 70% em volume. Emoutra modalidade, o fluido não-oleaginoso é preferivelmentede aproximadamente 10% a aproximadamente 60% em volume dofluido de emulsão invertida.
Em outra modalidade, o fluido quebrador pode ser umfluido à base de água que pode incluir um fluido aquoso.Adicionalmente, o fluido à base de água pode incluir umsolvente orgânico polar solúvel em água, um ésterhidrolisável de um ácido carboxílico; e opcionalmente umagente aumentador de peso tal como uma solução de salmourade alta densidade. O fluido aquoso usado nos fluidos à basede água pode ser selecionado do grupo incluindo água domar, uma salmoura contendo sais orgânicos e/ou inorgânicosdissolvidos, líquidos contendo compostos orgânicosmiscíveis em água e suas combinações.
O solvente orgânico polar solúvel em água deve serpelo menos parcialmente solúvel em um fluido oleaginoso,mas também deve ter solubilidade parcial em um fluidoaquoso. O componente de solvente orgânico polar da presenteinvenção pode ser um álcool monoidrico, diídrico oupoliídrico ou um álcool monoídrido, diídrico ou poliídricotendo grupos polifuncionais. Exemplos de tais compostosincluem dióis alifáticos (isto é, glicóis; 1,3-dióis; 1,4-dióis, etc.), polióis alifáticos (isto é, trióis, tetraóis,etc.), poliglicóis (isto é, glicóis de polietilenopropileno, glicol de polipropileno, glicol de polietileno,etc), glicol éteres (isto é, dietileno glicol éter,trietileno glicol éter, polietileno glicol éter, etc.) eoutros tais compostos similares que podem ser consideradosúteis na prática da presente invenção. Em uma modalidadepreferida, o solvente orgânico solúvel em água é um glicolou glicol éter, tal como etileno glicol monobutil éter(EGMBE). Outros glicóis ou glicol éteres podem ser usadosna presente invenção desde que eles sejam pelo menosparcialmente miscíveis em água.
O éster hidrolisável deve ser selecionado de modo queo tempo para obter hidrólise seja predeterminado nascondições conhecidas de fundo de furo, tal comotemperatura. É sabido na técnica que a temperatura, assimcomo a presença de uma fonte de íons de hidróxido, tem umimpacto substancial sobre a taxa de hidrólise dos ésteres.
Para um determinado ácido, por exemplo, ácido fórmico,aqueles versados na técnica podem conduzir estudos simplespara determinar o tempo para hidrólise em uma determinadatemperatura. Também é sabido que quando a extensão daporção de álcool do éster aumenta, a taxa de hidrólisediminui. Desse modo, variando-se sistematicamente aextensão e ramificação da porção de álcool do éster, a taxade liberação do ácido fórmico pode ser controlada e dessemodo a quebra da emulsão de uma crosta de lodo de emulsãoinvertida pode ser predeterminada. Em uma modalidadepreferida, éster hidrolisável de um ácido carboxílico é umés ter de ácido fórmico de um álcool C4 a C3 0. Em umamodalidade o éster hidrolisável do ácido carboxílicocompreende de aproximadamente 5 a 50% em volume de umfluido quebrador à base de água, e preferivelmente deaproximadamente 20 a 40% em volume. Em outra modalidade, oéster hidrolisável do ácido carboxílico compreende deaproximadamente 2 0 a aproximadamente 60% em volume de umfluido quebrador baseado em emulsão invertida,preferivelmente, maior do que 30% em volume. Um exemplo deum éster hidrolisável de um ácido carboxílico estádisponível através da Shrieve Chemical Group (TheWoodlands, Texas) sob o nome Break-910.
Na presente modalidade ilustrativa, o agenteaumentador de peso é preferivelmente uma salmoura de altadensidade contendo sais de álcali e de metais terrososalcalinos. Por exemplo, salmouras formuladas comconcentrações elevadas de potássio de sódio, ou sais decálcio dos haletos, formiato, acetato, nitrato, esemelhantes; sais de césio de formiato, acetato, nitrato, esemelhantes, assim como outros compostos que devem serconhecidos daqueles versados na técnica, podem ser usadoscomo agentes aumentadores de peso livres de sólidos. Aseleção de um agente aumentador de peso pode parcialmentedepender da densidade desejada do fluido quebrador, como édo conhecimento daqueles versados na técnica.
O emulsificador usado no fluido quebrador de emulsãoinvertida deve ser selecionado de modo a formar uma emulsãoinvertida estável que é gradualmente quebrada e/ou mediantehidrólise do éster. Quer dizer, quando muda o pH da fasenão-oleaginosa da emulsão invertida, o valor de equilíbriohidrofílico-lipofílico do emulsificador (HLB) ésuficientemente deslocado para desestabilizar a emulsãoinvertida. O valor HLB indica a polaridade das moléculas emuma faixa de 1 a 40 que aumenta com a hidrof ilicidadecrescente do emulsificador. Dada a grande variedade deemulsificadores de emulsão invertida disponíveis, aquelesversados na técnica precisam apenas fazer uma triagem derotina dos emulsificadores de emulsão invertidadisponíveis; aqueles versados na técnica precisam apenasfazer uma triagem de rotina dos emulsificadores medianteformação de uma emulsão invertida e adicionando uma pequenaquantidade de ácido fórmico para ver se a emulsão équebrada. Emulsificadores preferidos podem incluirVERSAWET™ e VERSACOAT™, que estão comercialmentedisponíveis através da M-I L.L.C., Houston, Texas.
Alternativamente, pode ser usado um emulsificador sensívelao ácido à base de amina tal como aquele descrito naPatente US 6.218.342; 6.790.811; e 6.806.233, cujosconteúdos são incorporados aqui como referência.
Os fluidos de emulsão invertida e os fluidos à base deágua da presente invenção podem conter adicionalmenteprodutos químicos adicionais dependendo do uso final dofluido desde que eles não interfiram com a funcionalidadedos fluidos (particularmente a emulsão quando utilizandofluidos de deslocamento de emulsão invertida) descritosaqui. Por exemplo, agentes de umedecimento, argilasorganofílicas, viscosificantes, agentes de controle deperda de fluido, agentes tensoativos, dispersantes,redutores de tensão interfacial, tampões de pH, solventesmútuos, redutores, agentes de diluição e agentes de limpezapodem ser adicionados às composições de fluido destainvenção para propriedades funcionais adicionais. A adiçãode tais agentes deve ser conhecida daqueles versados datécnica de formulação de lamas e fluidos de perfuração.
Agentes de umedecimento que podem ser adequados parauso nesta invenção incluem talóleo bruto, talóleo brutooxidado, agentes tensoativos, ésteres de fosfato orgânico,imidazolinas modificadas e amido aminas, sulfatos esulfonatos aromáticos de alquila, e semelhantes, ecombinações ou derivados dos mesmos. Contudo, quando usadocom o fluido de emulsão invertida, o uso de agentes deumedecimento de ácido graxo deve ser minimizado de modo anão afetar adversamente a reversibilidade da emulsãoinvertida aqui revelada. FazeWet™, VersaCoat™, SureWet™ eVersawet™ NS são exemplos de agentes de umedecimentocomercialmente disponíveis fabricados e distribuídos por M-I L.L.C. que podem ser usados nos fluidos aqui revelados.Silwet L-77, L-7001, L7605 e L-7622 são exemplos de agentestensoativos comercialmente disponíveis e agentes deumedecimento fabricados e distribuídos pela GeneralElectric Company (Wilton, CT).
Argilas organofílicas, normalmente argilas tratadascom amina, podem ser úteis como viscosificantese/estabilizadores de emulsão na composição de fluido dapresente invenção. Outros viscosificantes, tais comopolímeros solúveis em óleo, resinas de poliamida, ácidospolicarboxílicos e sabões também podem ser usados. Aquantidade de viscosificante usado na composição podevariar de acordo com o uso final da composição. Contudo,normalmente, uma faixa de aproximadamente 0,1% a 6% em pesoé suficiente para a maioria das aplicações. VG-6 9™ e VG-PLUS™ são materiais de organoargila distribuídos pela M-I,L.L.C., Houston, Texas, e Versa-HRP™ é um material deresina de poliamida fabricado e distribuído pela M-I,L.L.C., que pode ser usado nesta invenção. Em algumasmodalidades, a viscosidade dos fluidos de deslocamento ésuficientemente elevada de tal modo que o fluido dedeslocamento pode atuar como sua própria pílula dedeslocamento em um poço.
Redutores adequados que podem ser usados nos fluidosquebradores revelados aqui incluem, por exemplo,lignosulfonatos, lignosulfonatos modificados, polifosfatos,taninas, e poliacrilatos de baixo peso molecular. Osredutores são adicionados tipicamente a um fluido deperfuração para reduzir a resistência do fluxo e controlartendências de solidificação por esfriamento. Outras funçõesrealizadas pelos redutores incluem reduzir a filtração e aespessura da crosta de lodo, neutralizar os efeitos dossais, minimizar os efeitos da água sobre as formaçõesperfuradas, emulsificar óleo em água, e estabilizar aspropriedades de lama em temperaturas elevadas.
A inclusão de agentes de limpeza nos fluidos aquirevelados deve ser conhecida daqueles versados na técnica.
Uma ampla variedade de agentes de limpeza derivados deprodutos sintéticos e naturais pode ser usada. Por exemplo,um agente de limpeza derivado de produto natural comum é d-limoneno. A capacidade de limpeza de d-limoneno emaplicações de perfuração de poço é revelada na Patente US4.533.487, e em combinação com vários agentes tensoativosespeciais na Patente US 5.458.197, cujo conteúdo éincorporado aqui.
Os métodos usados na preparação de fluidos quebradoresde emulsão invertida e à base de água utilizados nosmétodos da presente revelação não são cruciais.
Especificamente, com relação aos fluidos de emulsãoinvertida, métodos convencionais podem ser usados parapreparar os fluidos de emulsão invertida de uma maneiraanáloga àquelas normalmente usadas para preparar fluidos deperfuração baseados em óleo. Em um procedimentorepresentativo, na quantidade desejada de fluidooleaginoso, tal como óleo diesel, é misturada com oemulsificador selecionado, agente de viscosificação, eagente de umedecimento. A fase não-oleaginosa interna épreparada mediante combinação do co-solvente orgânico polare o éster hidrolisável na salmoura selecionada commisturação contínua. Uma emulsão invertida da presenteinvenção é formada mediante agitação vigorosa, misturação,ou cisalhamento do fluido oleaginoso e do fluido não-oleaginoso.
Os fluidos quebradores revelados aqui também podem serusados em diversas modalidades como um fluido dedeslocamento e/ou um fluido de lavagem. Como usado aqui, umfluido de deslocamento causado tipicamente para fisicamenteempurrar outro fluido para fora do furo de poço, e umfluido de lavagem contém tipicamente um agente tensoativo epode ser usado para remover fisicamente e quimicamenteresíduo de fluido de perfuração a partir das tubulações defundo de furo.
Em uma modalidade, um fluido quebrador pode estar emum método de limpar um furo de poço que foi perfurado comuma lama de perfuração de emulsão invertida, e desse modotem uma crosta de lodo de emulsão invertida formada nomesmo. O fluido quebrador pode ser circulado no furo depoço, contatando a crosta de lodo de emulsão invertida. 0éster hidrolisável contido no fluido quebrador podehidrolisar para liberar um ácido orgânico e quebrar aemulsão invertida da crosta de lodo. O fluido quebradorpode ser circulado no furo de poço que não produziuquaisquer hidrocarbonetos. Alternativamente, se um furo depoço que já começou a produção de hidrocarbonetos éconsiderado como prejudicado por qualquer crosta de lodoresidual deixada no poço após as operações de perfuração,um fluido quebrador da presente invenção pode ser usadopara limpar o furo de poço.
Em outra modalidade, o fluido quebrador à base de águae/ou o fluido quebrador de emulsão invertida pode ser usadocomo um fluido de deslocamento para empurrar os fluidospara fora do furo de poço. Um fluido quebrador de emulsãoinvertida pode atuar como uma pílula de empurrar ou fluidode deslocamento para deslocar efetivamente a lama deperfuração de emulsão invertida. Um fluido quebradorbaseado em água pode atuar como um fluido de deslocamentopara efetivamente deslocar a salmoura a partir do furo depoço.
Em ainda outra modalidade, o fluido quebrador baseadoem água e/ou fluido quebrador de emulsão invertida pode serusado adicionalmente como um fluido de lavagem parafisicamente e/ou quimicamente remover a crosta de lodo deemulsão invertida quando a crosta de lodo tiver sidodesagregada pelo sistema quebrador.
Em outra modalidade, um fluido quebrador (quer seja àbase de água ou um fluido de emulsão invertida) reveladoaqui pode ser usado na produção de hidrocarbonetos a partirde uma formação. Após a perfuração de uma formação com umalama de perfuração de emulsão invertida, pelo menos umaoperação de conclusão pode ser realizada no poço. Um fluidoquebrador pode, então, ser circulado no poço, e o poço podeser fechado por um tempo predeterminado para permitir ahidrólise do éster e a ruptura da emulsão invertida dacrosta de lodo formada a partir da lama de perfuração. Emoutra modalidade, fluidos de formação podem então entrar nopoço e a produção dos fluidos de formação pode ocorrer.
Em algumas modalidades, o fluido quebrador pode sercirculado no furo de poço durante ou após a performance dapelo menos uma operação de conclusão. Em outrasmodalidades, o fluido quebrador pode ser circulado querseja após uma operação de conclusão ou após a produção dosfluidos de formação ter começado a destruir a integridadedos fluidos de emulsão invertida convencionais oureversíveis residuais de limpeza permanecendo dentro dorevestimento ou invólucro.
Geralmente, um poço é freqüentemente "concluído" parapermitir o fluxo de hidrocarbonetos para fora da formação epara a superfície. Como usado aqui, processos de conclusãopodem incluir um ou mais entre endireitamento do furo depoço com revestimento, avaliação da pressão e temperaturada formação, e instalação de equipamento de conclusãoadequado para garantir um fluxo eficiente dehidrocarbonetos para fora do poço ou no caso de um poçoinjetor, permitir a injeção de gás ou água.
Em uma modalidade, um fluido quebrador como reveladoaqui pode ser usado em um furo revestido para removerqualquer lama baseada em óleo residual deixada no furodurante quaisquer processos de perfuração e/oudeslocamento. O revestimento do poço pode consistir em umasérie de tubos de metal instalados no furo recentementeperfurado. Os revestimentos servem para reforçar os ladosdo furo de poço, garantir que nenhum óleo ou gás naturalvaze para fora do furo de poço quando ele é trazido para asuperfície, e para impedir que outros fluidos ou gases seinfiltrem na formação através do poço.
Operações de conclusão, como usadas aqui, podemincluir especificamente conclusões de furo aberto,conclusões de perfuração convencionais, conclusões deexclusão de areia, conclusões permanentes, conclusões demúltiplas zonas, e conclusões de furo de drenagem, comosabido na técnica. Um furo de poço acabado pode conter pelomenos um entre: revestimento fendido, um revestimento pré-perfurado, uma tela envolta de arame, uma tela expansível,um filtro de peneira de areia, uma vedação com cascalho defuro aberto, ou tubulação.
Outra modalidade da presente invenção envolve ummétodo de limpar um furo de poço perfurado com um fluido deperfuração de emulsão invertida descrito acima. Em talmodalidade ilustrativa, o método envolve circular um fluidoquebrador revelado aqui em um furo de poço, o qual foiperfurado em um tamanho maior (isto é, alargado embaixo)com uma lama de perfuração de emulsão invertida e, então,fechando o poço por um período de tempo predeterminado parapermitir que ocorra a hidrólise do éster. Na hidrólise doéster, a emulsão invertida é quebrada, desse modo formandoduas fases, uma fase de óleo e uma fase de água. Essas duasfases podem ser facilmente produzidas a partir do furo depoço mediante iniciação da produção e desse modo o fluidode perfuração residual é facilmente lavado para fora dofuro de poço.
Os fluidos aqui revelados também podem ser usados emum furo de poço onde uma tela deve ser colocada no lugar nofundo do furo. Após um furo ser alargado embaixo paraampliar o seu diâmetro, a coluna de perfuração pode serremovida, e ser substituída por uma tubulação de produçãotendo um filtro de areia desejado. Alternativamente, umatela de areia tubular expansível pode ser expandida nolugar ou uma vedação com cascalho pode ser colocada nopoço. Fluidos quebradores podem ser então colocados nopoço, e o poço ser então fechado para permitir que ocorra ahidrólise do éster. Na hidrólise do éster, a emulsãoinvertida é quebrada desse modo formando duas fases, umafase de óleo e uma fase de água. Essas duas fases podem serfacilmente produzidas a partir do furo de poço no início daprodução e desse modo o fluido de perfuração residual éfacilmente lavado para fora do furo de poço.A quantidade de retardo entre o momento quando ofluido quebrador de acordo com a presente invenção éintroduzido em um poço perfurado com um fluido deperfuração de emulsão invertida e o momento quando sehidrolisa o éster hidrolisável de um ácido carboxilico,liberando ácido para quebrar a crosta de lodo de emulsãoinvertida, pode depender de diversas variáveis. A taxa dehidrólise do éster hidrolisável pode depender datemperatura do fundo do furo, concentração, pH, quantidadede água disponível, composição da crosta de lodo, etc. Emuma modalidade, pode ser preferível uma temperatura defundo de furo inferior a 132°C para a aplicabilidade dosfluidos de deslocamento da presente invenção em umdeterminado poço.
Contudo, dependendo das condições de fundo de furo, aformulação de fluido quebrador e desse modo as propriedadesquímicas do fluido podem ser variadas de modo a permitiruma quantidade desejável e controlável de retardo antes daquebra da crosta de lodo de emulsão invertida para umaaplicação específica. Em uma modalidade, a quantidade deretardo para uma crosta de lodo de emulsão invertida a serquebrada com um fluido de deslocamento à base de água deacordo com a presente invenção pode ser superior a 1 hora.
Em diversas outras modalidades, a quantidade de retardopara uma crosta de lodo de emulsão invertida a ser quebradacom um fluido de deslocamento à base de água de acordo coma presente invenção pode ser superior a 3 horas, 5 horas,ou 10 horas.
Em outra modalidade, a quantidade de retardo para umacrosta de lodo de emulsão invertida a ser quebrada com umfluido de deslocamento de emulsão invertida pode sersuperior a 15 horas. Em diversas outras modalidades, aquantidade de retardo para uma crosta de lodo de emulsãoinvertida a ser quebrada com um fluido de deslocamento deemulsão invertida pode ser superior a 24 horas, 48 horas,ou 72 horas.
Os exemplos a seguir são providos para ilustraradicionalmente a aplicação e o uso dos métodos ecomposições da presente invenção.
EXEMPLOS
Os exemplos a seguir foram usados para testar aeficácia das soluções de deslocamento e limpeza aquireveladas:
Exemplo 1
Uma lama de perfuração de emulsão invertida foiformulada tendo os seguintes componentes, todos os quaisestão comercialmente disponíveis, conforme mostrado abaixona Tabela 1.
Tabela 1
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O fluido de perfuração de emulsão invertida,mencionado acima, foi envelhecido com aquecimento mediantelaminação a calor por 16 horas a 91°C e exibiu aspropriedades mostradas na Tabela 2. As propriedadesrelacionadas na Tabela 2.
Tabela 2; Envelhecido a calor à 91°C-16h - Reologia à
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O fluxo inicial de um disco de filtro de aluminacalcinada (35 micrômetros) foi determinado utilizando 200ml de diesel a 0,14 MPag. Uma crosta de lodo desenvolveu-seentão no disco de filtro mediante aplicação do fluido acimasob pressão de 3,45 MPag e a 91°C, por 4 horas. O fluido deperfuração em excesso foi decantado. Aproximadamente 4 0 mldo fluido quebrador foram suavemente aplicados de modo anão desarranjar a crosta de lodo. Uma pressão de 3,4 5 MPagfoi aplicada e o efluente (se existente) foi coletado eretornado para a célula. Um período de encharcamento foiconduzido por 16 horas a 91°C e 0,69 MPag após o que ofluido quebrador residual foi decantado. O fluxo de retornodo disco de filtro de alumina calcinada (35 micrômetros)foi determinado utilizando-se 100 ml de diesel a 0,14 MPag.A taxa de fluxo de retorno percentual foi determinada emrelação à taxa de fluxo inicial medida.
Um fluido quebrador de emulsão invertida ilustrativoda presente revelação foi formulado e comparado com diesele 10% de ácido aquoso HCl. O fluido quebrador foi formuladocomo indicado abaixo na Tabela 3.
Tabela 3
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Resultados exemplares dos testes comparativos acimasão providos na Tabela 4, mostrado abaixo:
Tabela 4
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Na análise do acima, aqueles versados na técnicaconsiderarão que os fluidos quebradores formulados deacordo com a presente invenção obtêm um fluxo de retornomuito maior do que qualquer um entre uma lavagem direta comácido (10% de HC1) ou lavagem com diesel. Resultadossimilares, ou melhores, podem ser conseguidos utilizando-seos agentes tensoativos à base de amina, revelados acima.
Exemplo 2
Uma lama de perfuração de emulsão invertida reversívelfoi formulada tendo os seguintes componentes, todos osquais estão comercialmente disponíveis, conforme mostradoabaixo na Tabela 5.
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O fluido de perfuração de emulsão invertida reversívelfoi envelhecido a calor mediante laminação a calor por 16horas a 65,6°C e exibiu as seguintes propriedades, comomostrado abaixo na Tabela 6.
Tabela 6: Envelhecido a calor à 65/6°C-16h - Reologia
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As crostas de lodo desenvolvidas a partir do fluido deperfuração de emulsão invertida reversível acima foramsubmetidas a um teste de Filtração de Alta Pressão, AltaTemperatura (HTHP) modificada. O teste de Filtração HTHPutiliza uma célula HTHP adaptada com um disco calcinadocomo um meio poroso, sobre o qual uma crosta de lodo édesenvolvida. Nesse exemplo, as crostas de lodo foramdesenvolvidas sobre discos de 35 micrômetros. Na aplicaçãode 3,45 MPa a 53,3°C aos discos da crosta de lodo, efluentefoi coletado como mostrado na Tabela 7.
Tabela 7
<table>table see original document page 29</column></row><table><table>table see original document page 30</column></row><table>
Um fluido de deslocamento/quebra de emulsão invertidafoi formulado tendo os seguintes componentes, todos osquais estão comercialmente disponíveis, conforme mostradoabaixo na Tabela 8.
Tabela 8
<table>table see original document page 30</column></row><table>
Os fluidos de deslocamento 1 e 2 formulados comomostrado na Tabela 8 foram adicionados aos Discos 1 e 2 decrosta de lodo, formulados como mostrado na Tabela 5, esubmetidos a um teste de filtraçao HTHP modificado. Para oFluido 2 da Tabela 8, o carbonato de cálcio foi adicionadoao fluido imediatamente antes da adição do fluido à crostade lodo. Mediante aplicação de 3,4 5 MPa a 53,3°C aos Discos1 e 2 de crosta de lodo tendo fluidos de deslocamento 1 e2, despejados sobre os mesmos, o efluente foi coletado comomostrado na Tabela 9 abaixo. Quando ocorreu a passagem deum fluxo constante de efluente através do disco, fluido dedeslocamento novo foi adicionado. A partir da Tabela 9,pode ser observado que o Fluido 1 obteve uma quebracompleta do filtrado entre 2 9,5 e 43,5 horas apóscaptações.
Tabela 9
<table>table see original document page 31</column></row><table><table>table see original document page 32</column></row><table>
Uma lama de perfuração de emulsão invertida foiformulada tendo os seguintes componentes, todos os quaisestão comercialmente disponíveis, conforme mostrado abaixona Tabela 10.
Tabela 10
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O fluido de perfuração de emulsão invertida acima foienvelhecido a calor mediante laminação a calor por 16 horasa 65,6°C e apresentou as seguintes propriedades, comomostrado abaixo na Tabela 11.
Tabela 11: Envelhecido a calor a 6576°C-16 horas -Reologia a 48,9°C
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Crostas de lodo desenvolvidas a partir do fluido deperfuração de emulsão invertida, formuladas como mostradona Tabela 10 foram desenvolvidas em discos (3a-3c) esubmetidas a um teste de filtração HTHP modificado. Ascrostas de fundição construídas a partir de Fazepro™, umfluido de perfuração de emulsão invertida reversível,comercialmente disponível através da M-I, L.L.C. (Houston,Texas) também foram desenvolvidas em discos (4a-4c) esubmetidos ao teste de filtração HTHP modificado. Naaplicação de 2,76 MPa aos discos de crosta de lodo emdiversas temperaturas, o efluente foi coletado comomostrado na Tabela 12.Tabela 12
<table>table see original document page 34</column></row><table>
Um fluido de deslocamento/ruptura de emulsão invertidafoi formulado tendo os seguintes componentes, todos osquais estão comercialmente disponíveis, conforme mostradoabaixo na Tabela 13.
Tabela 13
<table>table see original document page 34</column></row><table><table>table see original document page 35</column></row><table>
como mostrado na Tabela 13, foram adicionados aos discos decrosta de lodo 3a-3c e 4a-4c, formulados como mostrado naTabela 10, e submetido a um teste de filtração HTHPmodificado. Mediante aplicação de uma pressão inicial de2,76 MPa em várias temperaturas aos discos de crosta delodo tendo fluidos de deslocamento 3 e 4, despejados sobreos mesmos, o efluente foi coletado como mostrado na Tabela14 abaixo. Após 2,76 MPa serem aplicados por 40 minutos, apressão aplicada foi diminuída para 344,7 KPa. Quandoresultou em um fluxo constante de efluente através dodisco, o teste foi concluído.
Tabela 14
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Além disso, embora tenha sido feita referência aaplicações específicas para os fluidos de deslocamento econclusão da presente invenção, está expressamente dentrodo escopo da presente invenção que esses fluidos podem serusados em uma variedade de aplicações de poço.
Especificamente, os fluidos da presente invenção podem serusados tanto em poços de produção como em poços de injeção,e podem ter aplicação adicional na limpeza corretiva depoços.
Vantajosamente, a presente invenção prove um fluido defuro de poço que pode quebrar a emulsão de uma crosta delodo de emulsão invertida e efetivamente remover tal crostade lodo de emulsão invertida sem infligir dano à formaçãocircundante. Fluidos de deslocamento e conclusão de acordocom a presente invenção podem exibir índices de altaviscosidade de tal modo que eles podem se comportar comouma pílula de alta viscosidade no processo de conclusão depoço. Além disso, um retardo na dissolução da crosta delodo pode ser conseguido mediante controle da eficácia ereatividade dos fluidos químicos quebradores. Aspropriedades químicas dos fluidos de deslocamento e rupturarevelados aqui podem permitir a degradação da emulsão dacrosta de lodo de emulsão invertida e a dissolução demateriais de ligação solúveis em ácido na crosta de lodo.
Adicionalmente, os fluidos de deslocamento e rupturarevelados aqui podem ser usados efetivamente quer seja comcrostas de lodo de fluido de perfuração de emulsãoinvertida reversível ou de emulsão invertida convencional.
Embora a invenção tenha sido descrita com relação a umnúmero limitado de modalidades, aqueles versados natécnica, tendo o benefício dessa revelação, considerarãoque outras modalidades podem ser concebidas que não seafastam do escopo da invenção, como aqui revelado.
Conseqüentemente, o escopo da invenção deve ser limitadoapenas pelas reivindicações anexas.

Claims (23)

1. Método de limpar um furo de poço, em que o furo depoço foi perfurado com uma lama de perfuração de emulsãoinvertida que forma uma crosta de lodo de emulsãoinvertida, o método caracterizado por compreender:circular um fluido quebrador para dentro do furo depoço, o fluido quebrador compreendendo:uma fase interna não-oleaginosa; euma fase externa oleaginosa,em que a fase não-oleaginosa compreende:um solvente orgânico polar solúvel em água;um éster hidrolisável de um ácidocarboxílico; eum agente aumentador de peso; eem que a fase externa oleaginosa compreende:um fluido oleaginoso; eum emulsificador;em que o éster hidrolisável é selecionado de modoque na hidrólise, um ácido orgânico é liberado e a emulsãoinvertida da crosta de lodo se rompe.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o solvente orgânico polarsolúvel em água é um glicol ou glicol éter.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que o solvente orgânico polarsolúvel em água é etileno glicol monobutil éter.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o éster hidrolisável doácido carboxílico é um éster de ácido fórmico de um álcoolC4 a C3 0.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado por compreender:deslocar a crosta de lodo de emulsão invertidaquebrada.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado por compreender ainda:remover a crosta de lodo de emulsão invertida quebradado furo de poço.
7. Método de produzir um hidrocarboneto a partir deuma formação caracterizado por compreender:perfurar a formação com uma lama de perfuração deemulsão invertida;realizar pelo menos uma operação de conclusão no furode poço;colocar um fluido quebrador no furo de poço, o fluidoquebrador compreendendo:uma fase interna não-oleaginosa; euma fase externa oleaginosa,em que a fase não-oleaginosa compreende:um solvente orgânico polar solúvel em água;um éster hidrolisável de um ácidocarboxílico; eum agente aumentador de peso; eem que a fase externa oleaginosa compreende:um fluido oleaginoso; eum emulsificador,- efechar o poço por um período predeterminado parapermitir a hidrólise do éster e quebra da emulsão invertidada crosta de lodo.
8. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado por compreender ainda:permitir que os fluidos de formação entrem no poço; eproduzir fluidos a partir do poço.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que a colocação do fluidoquebrador ocorre após a produção de fluidos a partir dopoço.
10. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de que a colocação do fluidoquebrador ocorre simultaneamente com a realização de pelomenos uma operação de acabamento.
11. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de que a colocação do fluidoquebrador ocorre após a realização de pelo menos umaoperação de conclusão.
12. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de que o furo de poço concluídocontém pelo menos um dentre: revestimento fendido, umrevestimento pré-perfurado, uma tela envolta em arame, umatela expansível, um filtro de tela de areia, uma vedaçãocom cascalho de furo aberto, e tubulação.
13. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de que o solvente orgânico polarsolúvel em água é um glicol ou glicol éter.
14. Método, de acordo com a reivindicação 13,caracterizado pelo fato de que o solvente orgânico polarsolúvel em água é etileno glicol monobutil éter.
15. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de que o éster hidrolisável doácido carboxllico é um éster de ácido fórmico de um álcoolC4 a C3 0.
16. Solução caracterizada por compreender:uma fase interna não-oleaginosa; euma fase externa oleaginosa,em que a fase não-oleaginosa compreende:um solvente orgânico polar solúvel em água;um éster hidrolisável de um ácido carboxílico; eum agente aumentador de peso; eem que a fase externa oleaginosa compreende:um fluido oleaginoso; eum emulsificador.
17. Solução, de acordo com a reivindicação 16,caracterizada pelo fato de que o solvente orgânico polarsolúvel em água é um glicol ou glicol éter.
18. Solução, de acordo com a reivindicação 17,caracterizada pelo fato de que o solvente orgânico polarsolúvel em água é etileno glicol monobutil éter.
19. Solução, de acordo com a reivindicação 16,caracterizada pelo fato de que o éster hidrolisável doácido carboxílico é um éster de ácido fórmico de um álcoolC4 a C3 0.
20. Solução, de acordo com a reivindicação 16,caracterizada por compreender ainda:pelo menos um selecionado dentre: um agente deumedecimento, um agente de limpeza, um redutor, e um agentede viscosificação.
21. Solução, de acordo com a reivindicação 16,caracterizada pelo fato de que o agente aumentador de pesoé uma salmoura compreendendo água doce ou água do mar quecontém haleto ou sais de formiato de metais alcalinos emetais alcalinos terrosos.
22. Solução, de acordo com a reivindicação 21,caracterizada pelo fato de que o agente de limpeza é d-1imoneno.
23. Solução, de acordo com a reivindicação 16,caracterizada pelo fato de que o éster hidrolisável doácido carboxílico compreende de aproximadamente 20 a 60% emvolume da solução.
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