BRPI0610932A2 - conjunto de mola pneumática e método - Google Patents
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Abstract
A presente invenção refere-se a um conjunto de mola pneumática (100) incluindo um primeiro elemento de extremidade (102) que inclui uma parede lateral (122) e um segundo elemento de extremidade (104) espaçado do primeiro elemento de extremidade. Uma luva flexível (106) inclui uma parede de luva (132) e extremidades abertas opostas (134,136) firmadas nos primeiro e segundo elementos de extremidade. O primeiro e o segundo elementos de retenção (110 e 112 ou 114 e 116) são usados para firmar uma extremidade aberta da luva flexível no elemento de extremidade associado. Um método (200) é também descrito.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CONJUNTO DE MOLA PNEUMATICA E MÉTODO".
ANTECEDENTES
O novo conceito presente refere-se de forma ampla à técnica deelementos de suspensão de fluido e, mais particularmente, a um conjunto demola pneumatica adequado para operação em pressões de ar maiores bemcomo um método correspondente de fabricação do mesmo.
Conjuntos de mola pneumatica de vários tipos e construções sãobem conhecidos e geralmente usados. Além do mais, tais conjuntos de molapneumatica estão tipicamente disponíveis em uma ampla variedade de ta-manhos e capacidades de carga. Mesmo assim, aplicações de mola pneu-matica continuam a ser desenvolvidas que demandam maior desempenhoda mola pneumatica, freqüentemente em pacotes cada vez menores. Taisaperfeiçoamentos no desempenho podem incluir capacidade de carga au-mentada e maior comprimento de curso, por exemplo.
Uma maneira que a capacidade de carga de um dado conjuntode mola pneumatica pode ser aumentada é pelo aumento da pressão do ardentro da sua câmara de mola. Como tal, é também possível usar um con-junto de mola pneumatica tendo um tamanho reduzido (por exemplo, umdiâmetro reduzido), enquanto mantendo uma dada capacidade de carga naaltura nominal desejada, pela operação de uma tal mola pneumatica em umnível de pressão de ar correspondente maior. Será verificado que conjuntosde mola pneumatica são tipicamente operáveis através de uma faixa depressões de ar nominais. Entretanto, a operação de uma mola pneumaticaem um nível de pressão ligeiramente fora dessa faixa normalmente ficarábem dentro das capacidades de projetos conhecidos de mola pneumatica.
Será verificado, contudo, que a operação de um conjunto de mo-la pneumatica de construção tradicional em um nível de pressão de ar signi-ficativamente aumentado, tal como aproximadamente no dobro do nível depressão nominal, por exemplo, pode levar ao desenvolvimento de váriosproblemas e dificuldades. Por exemplo, em alguns casos, a parede flexívelque se estende entre os elementos de extremidade do conjunto de molapneumática pode não ser adequada para a operação em níveis de pressãomaiores. Recentemente, contudo, materiais aperfeiçoados de parede flexívelforam desenvolvidos que são melhor adequados para a operação nessesníveis de pressão maiores.
Uma outra dificuldade que pode se desenvolver com a operaçãode conjuntos conhecidos de mola pneumática em tais níveis de pressão dear elevados está relacionada com a fixação da parede flexível nos elementosde extremidade do conjunto de mola pneumática. Isto é, em tais disposições,trajetórias de vazamento podem se desenvolver entre a parede flexível e umelemento de extremidade da mola pneumática em áreas que normalmenteformam uma vedação hermética ao fluido em pressões de operação pa-drões. Isso é indesejável, e pode levar ao consumo maior do ar comprimido,bem como desempenho reduzido do conjunto de mola pneumática e/ouqualquer sistema associado. Adicionalmente, em alguns casos é até mesmopossível que ocorra alguma quantidade de separação da parede flexível doelemento de extremidade. Isso pode resultar indesejavelmente no movimen-to da luva e/ou qualquer elemento de retenção em relação ao elemento deextremidade.
Tentativas foram feitas para superar esses problemas aumen-tando a força de retenção gerada pelo elemento de retenção, tal como plis-sando ou de outra maneira deformando mais firmemente o elemento de re-tenção em direção à luva e elemento de extremidade, por exemplo. Entre-tanto, tais tentativas geralmente tiveram um sucesso marginal e o desenvol-vimento de vazamentos e até mesmo algum movimento da luva flexível eelemento de retenção permanecem problemáticos.
Outras tentativas foram feitas para melhorar a conexão herméti-ca ao fluido entre a luva flexível e o elemento de extremidade corresponden-te pela utilização de um elemento de retenção tendo uma maior altura. Es-ses esforços obtiveram algum sucesso em certas aplicações. Entretanto, taisdisposições tendem a aumentar indesejavelmente o comprimento do ele-mento de extremidade e, dessa maneira, reduzir o percurso ou curso de o-peração do conjunto de mola pneumática. Como indicado acima, é geral-mente desejável aumentar o curso de operação do conjunto de mola pneu-mática e/ou reduzir o seu tamanho geral. Assim, em muitas aplicações, umadisposição do elemento de retenção que aumenta o tamanho do elementode extremidade e/ou reduz o curso do conjunto de mola pneumática não édesejável.
BREVE DESCRIÇÃO
Uma modalidade exemplar de um conjunto de mola pneumáticade acordo com o novo conceito presente é provida e inclui um primeiro ele-mento de extremidade que inclui uma primeira parede lateral. Um segundoelemento de extremidade é espaçado do primeiro elemento de extremidade.Um elemento de mola flexível se estende entre o primeiro e o segundo ele-mentos de extremidade. O elemento de mola flexível inclui primeira e segun-da extremidades abertas opostas. A primeira extremidade aberta inclui umaprimeira porção e uma segunda porção e a segunda extremidade aberta éfirmada no segundo elemento de extremidade. O conjunto de mola pneumá-tica também inclui primeiro e segundo elementos de retenção. O segundoelemento de retenção incluindo uma parede lateral do elemento de retençãoe um flange que se estende interiormente da parede lateral do elemento deretenção. A primeira extremidade aberta é pelo menos parcialmente recebi-da no primeiro elemento de extremidade, tal que a primeira porção é dispos-ta ao longo da primeira parede lateral. O primeiro elemento de retenção édisposto ao longo da primeira porção oposta à primeira parede lateral. A se-gunda porção se estende ao longo do primeiro elemento de retenção opostoà primeira porção. O segundo elemento de retenção é disposto ao longo dasegunda porção tal que a parede lateral do elemento de retenção fica opostaao primeiro elemento de retenção.
Uma outra modalidade exemplar de um conjunto de mola pneu-mática de acordo com o novo conceito presente é provida e inclui uma tam-pa superior que incluiu uma parede de extremidade e uma parede lateral.
Um pistão é espaçado da tampa superior e uma luva flexível se estende en-tre a tampa superior e o pistão para pelo menos parcialmente formar umacâmara de mola entre eles. A luva flexível inclui uma superfície interna, umasuperfície externa, uma primeira extremidade aberta e uma segunda extre-midade aberta oposta. A primeira extremidade aberta inclui uma porção deluva intermediária e uma porção de luva distai. A primeira extremidade aber-ta recebe a tampa superior tal que a superfície interna da porção de luvaintermediária se estende ao longo de pelo menos uma porção da paredelateral. Um primeiro elemento de retenção é firmado ao longo da superfícieexterna da porção de luva intermediária. A porção distai se estende ao longodo primeiro elemento de retenção tal que a superfície interna da luva flexívelao longo da porção de luva distai fica exteriormente exposta. Um segundoelemento de retenção é firmado ao longo da porção de luva distai exterior-mente ao primeiro elemento de retenção.
Uma modalidade exemplar adicional de um conjunto de molapneumática de acordo com o novo conceito presente é provida e inclui umprimeiro elemento de extremidade incluindo uma parede de extremidade euma parede lateral, a dita parede de extremidade incluindo uma porção deparede de extremidade externa se estendendo exteriormente além da ditaparede lateral, um segundo elemento de extremidade espaçado do dito pri-meiro elemento de extremidade, uma luva flexível se estendendo entre osditos primeiro e segundo elementos de extremidade e pelo menos parcial-mente formando uma câmara de mola entre eles, a dita luva flexível incluin-do uma superfície interna, uma superfície externa, uma primeira extremidadeaberta e uma segunda extremidade aberta oposta, a dita primeira extremi-dade aberta incluindo uma porção de luva intermediária e uma porção deluva distai e a dita primeira extremidade aberta recebendo o dito primeiroelemento de extremidade tal que a dita superfície interna da dita porção deluva intermediária se estende ao longo de pelo menos uma porção da ditaparede lateral, e a dita segunda extremidade aberta firmada ao longo do ditosegundo elemento de extremidade, um primeiro elemento de retenção firma-do ao longo da dita superfície externa da dita porção de luva intermediária, adita porção de luva distai se estendendo ao longo do dito primeiro elementode retenção tal que a dita superfície interna da dita luva flexível ao longo dadita porção de luva distai fica exteriormente exposta, e um segundo elemen-to de retenção é firmado ao longo da dita porção de luva distai externamenteao dito primeiro elemento de retenção.
Uma modalidade de um conjunto de mola pneumática de acordocom o parágrafo acima, onde uma porção da dita parede da luva ao longo dadita primeira extremidade aberta fica em engate adjacente com a dita porçãode parede de extremidade externa do dito primeiro elemento de extremidade.
Uma modalidade de um conjunto de mola pneumática de acordocom o parágrafo acima, onde a dita superfície interna da dita porção da ditaparede da luva fica em engate adjacente com a dita porção da parede deextremidade externa do dito primeiro elemento de extremidade.
Uma modalidade de um conjunto de mola pneumática de acordocom qualquer um dos três parágrafos acima, onde o dito segundo elementode retenção inclui uma parede lateral e um flange se projetando internamen-te da dita parede lateral.
Uma modalidade de um conjunto de mola pneumática de acordocom o parágrafo acima, onde o dito flange se estende internamente ao longode pelo menos um da dita porção de parede de extremidade externa do ditoprimeiro elemento de extremidade ou do dito primeiro elemento de retenção.
Uma modalidade de um conjunto de mola pneumática de acordocom qualquer um dos dois parágrafos acima, onde o dito flange é um primei-ro flange e o dito segundo elemento de retenção inclui um segundo flangeque se estende da dita parede lateral e espaçado do dito primeiro flange.
Uma modalidade de um conjunto de mola pneumática de acordocom qualquer um dos três parágrafos acima, onde o dito flange se estendesubstancialmente de maneira contínua ao longo da dita parede lateral do ditosegundo elemento de retenção.
Uma modalidade de um conjunto de mola pneumática de acordocom qualquer um dos sete parágrafos acima, no qual pelo menos um da ditaparede lateral do dito primeiro elemento de extremidade, do dito primeiroelemento de retenção ou do dito segundo elemento de retenção inclui pelomenos uma de uma ranhura de engate de luva ou nervura.Um método exemplar de fabricação de um conjunto de molapneumática é provido e inclui prover um primeiro elemento de extremidade,um segundo elemento de extremidade e uma parede flexível. O primeiro e-lemento de extremidade inclui uma parede de extremidade, uma parede late-ral e uma borda periférica externa. A parede flexível inclui primeira e segun-da extremidades abertas opostas com a primeira extremidade aberta incluin-do uma primeira porção de parede e uma segunda porção de parede. O mé-todo também inclui instalar a parede flexível no primeiro elemento de extre-midade tal que a primeira porção de parede se estende ao longo da paredelateral do primeiro elemento de extremidade. O método também inclui posi-cionar um primeiro elemento de retenção ao longo da primeira porção deparede da parede flexível e firmar a parede flexível ao longo da parede late-ral do primeiro elemento de extremidade usando o primeiro elemento de re-tenção. O método ainda também inclui posicionar a segunda porção de pa-rede da parede flexível ao longo do primeiro elemento de retenção tal que asegunda porção de parede se estende ao longo dele oposta à primeira por-ção de parede. O método também inclui posicionar um segundo elemento deretenção ao longo da segunda porção de parede externamente ao primeiroelemento de retenção e capturar a parede flexível e o primeiro elemento deretenção no primeiro elemento de extremidade usando o segundo elementode retenção. O método também inclui firmar a segunda extremidade abertada parede flexível no segundo elemento de extremidade.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista lateral em seção transversal parcial de umconjunto de mola pneumática de acordo com o novo conceito presente.
A figura 2 é uma vista em detalhes ampliada da porção do con-junto da mola pneumática no detalhe 2 da figura 1.
A figura 3 é uma vista em detalhes ampliada da porção do con-junto da mola pneumática no detalhe 3 da figura 1.
A figura 4 é um fluxograma ilustrando um método exemplar defabricação de um conjunto de mola pneumática de acordo com o novo con-ceito presente.DESCRIÇÃO DETALHADA
Com referência agora aos desenhos onde as exibições são coma finalidade de ilustrar modalidades exemplares do novo conceito presente,e não com a finalidade de limitar o mesmo, a figura 1 mostra um conjunto demola pneumática 100 que inclui um primeiro elemento de extremidade, talcomo uma tampa superior 102, por exemplo, um segundo elemento de ex-tremidade, tal como um pistão 104, por exemplo, e uma parede flexível, talcomo uma luva 106, por exemplo, pelo menos parcialmente definindo umacâmara de mola 108 no meio. O conjunto de mola pneumática 100 é mos-trado e descrito aqui como sendo uma mola pneumática do tipo de lobo ro-lante. Entretanto, é para ser entendido que o novo conceito presente é capazde uso amplo em associação com qualquer tipo, espécie ou configuraçãoadequada de mola pneumática. Assim, a discussão seguinte do novo concei-to presente, que inclui referência particular ao conjunto de mola pneumática100 e seus componentes, é meramente exemplar.
A luva 106 é firmada na tampa superior 102 usando os elemen-tos de retenção 110 e 112. Adicionalmente, a luva 106 é firmada no pistão104 usando os elementos de retenção 114 e 116. Embora ambos os conjun-tos de elementos de retenção 110-112 e 114-116 sejam mostrados em usona figura 1, é para ser entendido que o uso junto com ambos os elementosde extremidade de um conjunto de mola pneumática é opcional. Como tal,elementos de retenção duplos de qualquer construção podem ser usadosjunto de qualquer um ou ambos os elementos de extremidade sem se afas-tar do novo conceito presente.
A tampa superior 102 inclui uma parede de extremidade 118tendo uma passagem rosqueada 120 formada através dela e em comunica-ção de fluido com a câmara da mola 108. A passagem 120 pode ser dequalquer tamanho, forma e/ou configuração adequada para a conexão deuma linha de fluido, tal como pela recepção de um encaixe de conector delinha de fluido, por exemplo. Adicionalmente, elementos de fixação adequa-dos (não mostrados), tais como pinos de montagem ou furos de montagem,por exemplo, podem ser providos na parede de extremidade 118 para mon-tagem da mola pneumática em um elemento estrutural associado. Uma pa-rede lateral 122 se estende da parede de extremidade 118 e junto com aparede de extremidade pelo menos parcialmente forma um recesso 124 natampa superior 102. Será verificado, entretanto, que o recesso 124 é opcio-nal e que qualquer construção ou disposição de tampa superior adequadapode ser usada, incluindo tampa superiores com ou sem um recesso, talcomo o recesso 124. Se incluído, entretanto, um recesso, tal como o recesso124, por exemplo, pode agir para reduzir o peso e pode também aumentar ocomprimento do curso da mola pneumática. A tampa superior 102 inclui umaborda periférica externa 126 e, na modalidade exemplar mostrada, a paredelateral 122 é internamente espaçada da borda 126 formando um ressalto oucorte inferior 128 adjacente a uma superfície externa 130 da parede lateral122. Será verificado, entretanto, que qualquer outra disposição adequada datampa superior ou outro elemento de extremidade poderia ser usado alter-nadamente.
A luva flexível 106 é formada de uma parede de luva 132 que seestende entre extremidades abertas opostas 134 e 136. Será verificado quea parede da luva 132 pode ser de qualquer construção adequada, tal comouma parede incluindo um material elastomérico, por exemplo. Adicionalmen-te, a parede da luva 132 pode incluir opcionalmente cordões de reforço 137formados de qualquer construção adequada ou material de cordão. Em umamodalidade exemplar, a parede da luva pode ser formada de borracha e po-de incluir cordões de reforço formados de náilon ou fibras de aramida.
A parede da luva 132 inclui uma superfície interna 138 geral-mente disposta para a câmara da mola 108 e uma superfície externa 140oposta à superfície interna. A luva 106 é disposta ao longo da tampa superi-or 102 tal que uma porção intermediária 142 da parede da luva 132 adjacen-te à extremidade aberta 134 se estende ao longo da superfície externa 130da parede lateral 122. Nessa disposição exemplar, a superfície interna 138da parede da luva fica adjacente à parede lateral da tampa superior. Comopode ser melhor observado na figura 2, um ou mais aspectos de engate deluva, tais como ranhuras 144 e nervura 146, por exemplo, podem ser provi-dos opcionalmente ao longo da superfície externa 130 da parede lateral 122.Se providos, os aspectos de engate da luva auxiliam na fixação da luva fle-xível 106 ao longo da parede lateral 122.
O elemento de retenção 110 é disposto externamente à paredelateral 122 e porção intermediária 142, e se estende perifericamente ao re-dor agindo para firmar a porção intermediária 142 ao longo da parede lateral122 e formar uma vedação substancialmente hermética ao fluido entre elas.
Em uma modalidade exemplar, o elemento de retenção 110 é üm anel circu-lar que é estampado, plissado ou de outra forma mecanicamente deformadopara dentro para comprimir a porção intermediária 142 e formar a vedaçãosubstancialmente hermética ao fluido com a parede lateral 122. O elementode retenção 110 pode incluir opcionalmente aspectos de engate de luva, talcomo nervuras 148 e uma ranhura 150, por exemplo, que pode corresponderopcionalmente com as ranhuras 144 e nervuras 146, se providas.
Uma porção distai 152 da parede da luva 132 se estende aolongo do elemento de retenção 110 externamente à porção intermediáriaoposta do mesmo 142. Em uma modalidade exemplar, a parede da luva 132é substancialmente cilíndrica ao longo da extremidade aberta 134 e a porçãodistai 152 é dobrada acima do elemento de retenção 110. Entretanto, seráverificado que outras disposições podem ser usadas alternadamente sem seafastar dos princípios do novo conceito presente. O elemento de retenção112 é disposto ao longo da porção distai 152 externamente à mesma. Alémdos aspectos de engate de luva, tais como nervuras 148 e ranhura 150, oelemento de retenção 110 pode também, ou alternadamente, incluir aspec-tos de engate de luva opcionais, tais como ranhuras 154 e nervura 156, porexemplo. Adicionalmente, ou na alternativa, o elemento de retenção 112 po-de incluir opcionalmente aspectos de engate de luva adequados, tais comonervuras 158 e ranhura 160, por exemplo, que podem ser, opcionalmente,geralmente cooperativos com as ranhuras 154 e nervura 156, se providas.
O elemento de retenção 112 pode também opcionalmente incluirqualquer um ou ambos os flanges anulares que se estendem internamente162 e 164 dispostos ao longo de extremidades opostas do elemento de re-tenção. Se incluído, o flange 162 se estende para dentro além da borda peri-férica 126 da tampa superior 102 e engata a tampa superior para registrar,indexar ou de outra maneira geralmente limitar o movimento do elemento deretenção 112 em direção ao pistão 104. Na modalidade das figuras 1 e 2, umrelevo periférico opcional 166 é incluído ao longo da tampa superior 102formando um ressalto periférico 162 que o flange 162 engata. Isso permiteque o flange 162 seja rebaixado de uma superfície superior 170 da tampasuperior 102 provendo uma superfície substancialmente planar para engatede um elemento estrutural correspondente (não mostrado). O flange 164 émostrado se estendendo interiormente além de pelo menos uma porção doelemento de retenção 110, como é indicado pela dimensão RD1. O flange164, se provido, pode agir para minimizar o movimento do elemento de re-tenção 110 para o pistão 104. Assim, será verificado que qualquer sobrepo-sição adequada suficiente para causar o engate do flange 164 e elemento deretenção 110 pode ser usada. Um exemplo de uma faixa adequada para adimensão de sobreposição RD1 é de aproximadamente 0,81 mm (.032 pole-gadas) a aproximadamente 1,60 mm (.063 polegadas). Os flanges 162 e 164são mostrados e descritos aqui como sendo flanges anulares substancial-mente contínuos. Entretanto, é para ser entendido que os flanges 162 e/ou164, se providos, podem adotar qualquer forma, contorno, e/ou configuraçãoadequada, incluindo se estender em uma maneira contínua ou intermitente,tal como abas circunferencialmente espaçadas, por exemplo.
A extremidade aberta 136 da luva 106 pode ser firmada ao longode um elemento de extremidade, tal como o pistão 104, por exemplo, emqualquer maneira adequada. Na modalidade exemplar mostrada nas figuras1 e 3, a extremidade aberta 136 é firmada ao longo do pistão 104 usandoelementos de retenção 114 e 116. Entretanto, é para ser verificado que ouso de uma disposição de acordo com o novo conceito presente em um se-gundo elemento de extremidade é opcional.
Na presente modalidade exemplar, como mostrado nas figuras 1e 3, o pistão 104 inclui uma parede superior ou de extremidade 172 e umaparede lateral 174. Um ressalto 176 é formado ao longo da parede lateral174 adjacente à parede superior 172 e se estende internamente da paredelateral 174. O ressalto 176 inclui uma parede lateral de ressalto 178 que seestende entre o ressalto e a parede superior 172. Adicionalmente, uma ra-nhura que se estende internamente 180 é formada na parede lateral 174 e éespaçada do ressalto 176 em uma direção oposta à parede superior 172.Uma seção de parede intermediária 182 se estende entre o ressalto 176 e aranhura 180, e na modalidade exemplar mostrada é espaçada internamenteda parede lateral 174.
A parede da luva 132 adjacente à extremidade aberta 136 incluiuma porção intermediária 184 e uma porção distai 186, como mostrado nafigura 1. A parede da luva é montada no pistão 104 tal que a superfície ex-terna 140 da parede da luva 132 fica disposta ao longo da parede lateral174. A porção intermediária 184 da extremidade aberta 136 fica posicionadaao longo da parede lateral do ressalto 178 tal que a superfície interna 138 daparede da luva fica disposta para a parede lateral do ressalto. O elemento deretenção 114 é recebido ao longo da superfície externa 140 da porção inter-mediária 184 e age para formar uma vedação substancialmente herméticaao fluido entre a porção intermediária 184 e a parede lateral do ressalto 178.A porção distai 186 da parede da luva 132 se estende ao longo do elementode retenção 114 externamente à porção intermediária 184. Em uma modali-dade exemplar, a parede da luva 132 é substancialmente cilíndrica e a por-ção distai 186 é dobrada acima para se estender ao longo do elemento deretenção 114. Entretanto, será verificado que outras disposições podem serusadas alternadamente sem se afastar dos princípios do novo conceito presente.
O elemento de retenção 116 fica posicionado adjacente à super-fície interna adjacente 138 da parede da luva 132 ao longo da sua porçãodistai 186 e age para deslocar a mesma para o elemento de retenção 114. Oelemento de retenção 116 pode incluir opcionalmente flanges anulares quese estendem interiormente 188 e 190. Como discutido com relação aos flan-ges 162 e 164, os flanges 188 e 190, embora mostrados e descritos aquicomo sendo flanges anulares substancialmente contínuos, podem ser dequalquer forma, tipo e/ou configuração adequada, incluindo flanges contí-nuos ou intermitentes, tal como abas circunferencialmente espaçadas, porexemplo. O flange anular 188, se provido, pode engatar a ranhura 180 pararegistrar, indexar ou de outra forma orientar e reter o elemento de retenção116 no pistão 104.
O flange anular 190, se provido, se estende de maneira radial-mente interna além de pelo menos uma porção do elemento de retenção114, como indicado pela dimensão RD2. Assim, o elemento de retenção 114é capturado entre o ressalto 176 e o flange 190. O uso de uma tal disposiçãoao longo de qualquer um ou ambos o elemento de extremidade, como discu-tido acima, captura os elementos de retenção no elemento de extremidadee, portanto, pode agir para substancialmente limitar o movimento dos ele-mentos de retenção em relação ao elemento de extremidade associado.Ambos os elementos de retenção interno e externo podem ser capturadosno elemento de extremidade se os flanges do elemento de retenção externosão incluídos.
Além do mais, o uso de ambos os elementos de retenção internoe externo aumenta substancialmente a área de superfície da parede da luvaque é engatada com fricção pelo elemento de extremidade e elementos deretenção comparados com os projetos tradicionais. Isso resulta em um au-mento substancial correspondente na força de aperto aplicada na parede daluva. O aumento resultante na força de aperto junto com o movimento limita-do dos elementos de retenção capturados resulta em uma conexão substan-cialmente robusta entre a luva flexível e o elemento de extremidade associa-do sem qualquer aumento substancial no comprimento da conexão.
Um exemplo de um método adequado 200 de fabricação de umconjunto de mola pneumatica de acordo com o novo conceito presente, talcomo a mola pneumatica 100, por exemplo, é mostrado na figura 4. O méto-do 200 inclui uma etapa 202 de prover um primeiro elemento de extremida-de, tal como a tampa superior 102, por exemplo. Uma outra etapa 204 incluiprover um segundo elemento de extremidade, tal como o pistão 104, porexemplo. Ainda uma outra etapa 206 inclui prover um elemento de mola fie-xível, tal como a luva flexível 106, por exemplo. Uma etapa adicional 208inclui prover primeiro e segundo elementos de retenção, tal como os elemen-tos de retenção 110 e 112 ou os elementos de retenção 114 e 116, por e-xemplo.
Uma outra etapa 210 inclui instalar a luva flexível ao longo doprimeiro elemento de extremidade. Em uma modalidade exemplar, a luvaflexível é posicionada ao longo do primeiro elemento de extremidade tal queuma porção da luva intermediária, tal como a porção intermediária 142 ou184, por exemplo, fica disposta ao longo de uma parede lateral do primeiroelemento de extremidade, tal como a parede lateral 122 ou 174, por exem-plo. Ainda uma outra etapa 212 inclui firmar a luva flexível no primeiro ele-mento de extremidade usando o primeiro elemento de retenção. Em umamodalidade exemplar, o primeiro elemento de retenção, tal como o elementode retenção 110 ou 114, por exemplo, é posicionado ao longo da porção in-termediária da luva flexível oposta à parede lateral associada e estampado,plissado ou de outra forma deformado internamente para firmar de maneiracompressiva a luva flexível entre o primeiro elemento de retenção e o primei-ro elemento de extremidade. Entretanto, é para ser verificado que qualquermétodo de deformação adequado pode ser usado alternadamente.
Uma etapa adicional 214 inclui posicionar a luva flexível ao longode uma outra superfície do primeiro elemento de retenção. Em uma modali-dade exemplar, uma porção distai, tal como a porção distai 152 ou 186, porexemplo, da luva flexível se estende externamente além da porção interme-diária e é dobrada acima da superfície externa do primeiro elemento de re-tenção. Ainda, uma etapa adicional 216 inclui instalar um segundo elementode retenção, tal como o elemento de retenção 112 ou 116, por exemplo, so-bre a porção dobrada da luva flexível. Em uma modalidade exemplar, o se-gundo elemento de retenção fica posicionado ao longo da porção distai daluva flexível. Em uma outra etapa 218, o segundo elemento de retenção éestampado, plissado ou de outra forma deformado internamente para firmarde maneira compressiva a porção distai da luva flexível contra a superfícieexterna do primeiro elemento de retenção.Adicionalmente, será verificado que o segundo elemento de re-tenção pode incluir um ou mais flanges que se estendem internamente, talcomo os flanges 162, 164, 188 e/ou 190, por exemplo. Tais flanges que seestendem internamente, se providos, podem ser formados de qualquer ma-neira adequada e podem ser de qualquer tipo, espécie e/ou configuraçãoadequada, contínua ou descontínua. Por exemplo, um ou mais flanges pode-riam ser providos no elemento de retenção antes do mesmo ser firmado aolongo da porção distai da luva flexível. Em uma tal disposição, o elemento deretenção e o flange ou flanges são suficientemente desproporcionados. Issopode permitir que o segundo elemento de retenção seja posicionado ao lon-go da porção distai da luva flexível com pelo menos um dos flanges sendocapaz de se mover além da porção distai e primeiro elemento de retençãosem engatar ou de outra maneira contatar o mesmo. Ao ser deformado in-ternamente, um ou mais dos flanges serão deslocados internamente poruma distância suficiente para engatar o elemento de extremidade e/ou umou mais dos flanges poderiam ser formados no elemento de retenção, talcomo a partir de uma parede ereta ou aspecto menos pronunciado, por e-xemplo, durante o processo de deformação interna ou durante uma opera-ção separada executada antes e/ou depois do processo de deformação in-terna.
Ainda uma etapa adicional 220 inclui firmar a luva flexível no se-gundo elemento de extremidade. Será verificado que a etapa 220 pode serexecutada em qualquer maneira adequada, tal como pelo uso de uma cone-xão conhecida ou pela repetição de uma ou mais das etapas precedentespara firmar a extremidade oposta da luva flexível ao longo do segundo ele-mento de extremidade usando uma conexão de acordo com o novo conceitopresente.
Embora o novo conceito exposto tenha sido descrito com refe-rência às modalidades precedentes e ênfase considerável tenha sido colo-cada aqui sobre as estruturas e relações mútuas estruturais entre as partesde componente das modalidades descritas, será verificado que outras moda-lidades podem ser feitas e que muitas mudanças podem ser feitas nas mo-dalidades ilustradas e descritas sem se afastar dos princípios do novo con-ceito exposto. Obviamente, modificações e alterações ocorrerão para outroscom a leitura e o entendimento da descrição detalhada precedente. Dessamaneira, é para ser distintamente entendido que a matéria descritiva prece-dente é para ser interpretada meramente como ilustrativa do novo conceitopresente e não como uma limitação. Como tal, é planejado que o novo con-ceito exposto seja interpretado como incluindo todas tais modificações e al-terações à medida que elas se situem dentro do escopo das reivindicaçõesanexas e quaisquer equivalentes das mesmas.
Claims (10)
1. Conjunto de mola pneumática compreendendo:um primeiro elemento de extremidade incluindo uma primeiraparede lateral,um segundo elemento de extremidade espaçado do dito primeiroelemento de extremidade,um elemento de mola flexível que se estende entre os ditos pri-meiro e segundo elementos de extremidade e incluindo primeira e segundaextremidades abertas opostas, a dita primeira extremidade aberta incluindouma primeira porção e uma segunda porção, e a dita segunda extremidadeaberta sendo firmada no dito segundo elemento de extremidade eprimeiro e segundo elementos de retenção, o dito segundo ele-mento de retenção incluindo uma parede lateral do elemento de retenção eum flange que se estende interiormente da dita parede lateral do elementode retenção,a dita primeira extremidade aberta pelo menos parcialmente re-cebida no dito primeiro elemento de extremidade, tal que a dita primeira por-ção é disposta ao longo da dita primeira parede lateral,o dito primeiro elemento de retenção disposto ao longo da ditaprimeira porção oposta à dita primeira parede lateral e a dita segunda porçãose estendendo ao longo do dito primeiro elemento de retenção oposto à ditaprimeira porção eo dito segundo elemento de retenção disposto ao longo da ditasegunda porção, tal que a dita parede lateral do elemento de retenção ficaoposta ao dito primeiro elemento de retenção.
2. Conjunto de mola pneumática de acordo com a reivindicação-1, no qual o dito primeiro elemento de extremidade inclui uma porção de pa-rede periférica mais externa e o dito flange do dito segundo elemento de re-tenção se estende interiormente além da dita porção de parede periféricamais externa.
3. Conjunto de mola pneumática de acordo com a reivindicação-1, no qual o dito flange do dito segundo elemento de retenção se estendeinteriormente além de pelo menos uma porção do dito primeiro elemento deretenção.
4. Conjunto de mola pneumática de acordo com a reivindicação-1, no qual o dito flange do dito segundo elemento de retenção é um primeiroflange e o dito segundo elemento de retenção inclui um segundo flange es-paçado do dito primeiro flange e se estendendo interiormente da dita paredelateral do elemento de retenção.
5. Conjunto de mola pneumática de acordo com a reivindicação-4, no qual pelo menos um do dito primeiro flange ou dito segundo flange éum flange anular substancialmente contínuo.
6. Conjunto de mola pneumática de acordo com a reivindicação-1, no qual a dita primeira porção da dita primeira extremidade aberta é umaporção disposta interiormente da mesma e a dita segunda porção da ditaprimeira extremidade aberta é uma porção disposta exteriormente da mesma.
7. Conjunto de mola pneumática de acordo com a reivindicação-1, no qual o dito primeiro elemento de extremidade inclui um recesso que seestende ao longo de uma porção periférica externa do mesmo, e pelo menosuma porção do dito flange se estende para dentro do dito recesso.
8. Método de fabricação de um conjunto de mola pneumática, odito método compreendendo:a) prover um primeiro elemento de extremidade, um segundoelemento de extremidade e uma parede flexível, o dito primeiro elemento deextremidade incluindo uma parede de extremidade, uma parede lateral euma borda periférica externa, a dita parede flexível incluindo primeira e se-gunda extremidades abertas opostas com a dita primeira extremidade abertaincluindo uma primeira porção de parede e uma segunda porção de parede,b) instalar a dita parede flexível no dito primeiro elemento de ex-tremidade, tal que a dita primeira porção de parede se estende ao longo dadita parede lateral do dito primeiro elemento de extremidade,c) posicionar um primeiro elemento de retenção ao longo da ditaprimeira porção de parede da dita parede flexível e firmar a dita parede flexí-vel ao longo da dita parede lateral do dito primeiro elemento de extremidadeusando o dito primeiro elemento de retenção,d) posicionar a dita segunda porção de parede da dita paredeflexível ao longo do dito primeiro elemento de retenção tal que a dita segun-da porção de parede se estende ao longo oposta à dita primeira porção deparede,e) posicionar um segundo elemento de retenção ao longo da ditasegunda porção de parede exteriormente do dito primeiro elemento de re-tenção e capturar a dita parede flexível e o dito primeiro elemento de reten-ção no dito primeiro elemento de extremidade usando o dito segundo ele-mento de retenção,f) firmar a dita segunda extremidade aberta da dita parede flexí-vel no dito segundo elemento de extremidade.
9. Método de acordo com a reivindicação 8, no qual o dito se-gundo elemento de retenção inclui um flange que se estende interiormente,e capturar a dita parede flexível e o dito primeiro elemento de retenção naetapa e) inclui posicionar o dito flange ao longo de um do dito primeiro ele-mento de extremidade ou dito primeiro elemento de retenção e deformar in-teriormente pelo menos uma porção do dito segundo elemento de retençãotal que o dito flange é deslocado interiormente além de uma da dita bordaperiférica externa do dito primeiro elemento de extremidade ou uma porçãodo dito primeiro elemento de retenção.
10. Método de acordo com a reivindicação 8, no qual captura-sea dita parede flexível e o dito primeiro elemento de retenção na etapa e) in-clui formar pelo menos um flange ao longo de um do dito primeiro elementode extremidade ou dito primeiro elemento de retenção, tal que o dito pelomenos um flange se estende interiormente além de pelo menos uma da ditaborda periférica externa do dito primeiro elemento de extremidade ou umaporção do dito primeiro elemento de retenção.
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